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Lectura e Interpretacion de Diagramas Eléctricos - Roni Dominguez

El documento 'Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos' de Ing. Roni Domínguez proporciona una guía completa sobre la lectura y comprensión de diagramas eléctricos, incluyendo fundamentos, tipos, símbolos y normas aplicadas. Se enfatiza la importancia de dominar los símbolos y la lógica circuital para facilitar la interpretación y el mantenimiento de sistemas eléctricos. Además, se abordan metodologías y herramientas prácticas para el diseño y análisis de diagramas eléctricos en entornos industriales.

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Lectura e Interpretacion de Diagramas Eléctricos - Roni Dominguez

El documento 'Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos' de Ing. Roni Domínguez proporciona una guía completa sobre la lectura y comprensión de diagramas eléctricos, incluyendo fundamentos, tipos, símbolos y normas aplicadas. Se enfatiza la importancia de dominar los símbolos y la lógica circuital para facilitar la interpretación y el mantenimiento de sistemas eléctricos. Además, se abordan metodologías y herramientas prácticas para el diseño y análisis de diagramas eléctricos en entornos industriales.

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LECTURA

LECTURA E
E
INTERPRETACIÓN
DE DIAGRAMAS
ELÉCTRICOS
TÉCNICAS PASO A PASO CON
ESQUEMAS INDUSTRIALES REALES

Ing. Roni Domínguez


2023
Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Lectura e Interpretación de
Diagramas Eléctricos
Técnicas Paso a Paso con Esquemas Industriales
Reales

Ing. Roni Domínguez


2023

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

TABLA DE CONTENIDO
Capítulo 1 - Fundamentos de diagramas eléctricos ......................................................... 7
Metodología fundamental .................................................................................................. 7
Importancia de los diagramas eléctricos ............................................................................ 8
Normas aplicadas en los diagramas .................................................................................. 8
Formato ............................................................................................................................. 9
Partes de una hoja de un plano eléctrico ......................................................................... 12
Cuadrícula de coordenadas............................................................................................. 12
Área de contenido o de diagramas .................................................................................. 14
Cajetín o bloque de títulos ............................................................................................... 14
Bloque de revisión ........................................................................................................... 17
Notas ............................................................................................................................... 17
Leyendas......................................................................................................................... 18
Escalas............................................................................................................................ 20
Líneas de dimensión o cotas ........................................................................................... 21
Líneas guía y líneas de referencia ................................................................................... 21
Partes de un proyecto de planos eléctricos ..................................................................... 21
Software para el diseño de diagramas............................................................................. 23
Plegado ........................................................................................................................... 23
Capítulo 2 - Tipos de diagramas eléctricos ..................................................................... 25
Esquemas explicativos .................................................................................................... 25
Esquemas explicativos funcionales .............................................................................. 25
Esquemas explicativos de emplazamiento ................................................................... 26
Esquemas explicativos de circuitos .............................................................................. 27
Esquemas de conexiones................................................................................................ 28
Esquemas de conexiones unifilares ............................................................................. 29
Diagrama multifilar ....................................................................................................... 30
Circuitos de potencia y de control .................................................................................... 33
Circuito de control ........................................................................................................ 33
Circuito de potencia o fuerza........................................................................................ 33
Representación de los circuitos de control y potencia ..................................................... 34
Representación conjunta ............................................................................................. 34
Representación semidesarrollada ................................................................................ 35
Representación desarrollada ....................................................................................... 36

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Capítulo 3 – Símbolos fundamentales ............................................................................. 37


Símbolos de Protección eléctrica..................................................................................... 38
Disyuntores .................................................................................................................. 38
Fusibles ....................................................................................................................... 39
Interruptores diferenciales ............................................................................................ 41
Guardamotor................................................................................................................ 42
Relé térmico u overload ............................................................................................... 44
Seccionadores ............................................................................................................. 47
Protectores de sobretensión ........................................................................................ 47
Elementos de conmutación y control ............................................................................... 49
Contactores ................................................................................................................. 49
Rele o relays ................................................................................................................ 53
Temporizadores ........................................................................................................... 55
Elementos de mando y control ........................................................................................ 56
Partes de elementos de control manual ....................................................................... 56
Pulsador NO y NC ....................................................................................................... 58
Pulsadores de emergencia .......................................................................................... 59
Selectores .................................................................................................................... 60
Electroválvulas ............................................................................................................. 62
Captadores de control industrial ...................................................................................... 63
Señalizadores.................................................................................................................. 65
Luces piloto.................................................................................................................. 65
Señalizadores acústicos .............................................................................................. 66
Preactuadores electrónicos ............................................................................................. 67
Contactor de estado sólido .......................................................................................... 67
Arrancadores suave o electrónicos .............................................................................. 68
Variadores de frecuencia ............................................................................................. 68
Motores eléctricos ........................................................................................................ 69
Sensores de proximidad .................................................................................................. 71
Transformadores eléctricos ............................................................................................. 73
Transformador de control ............................................................................................. 73
Transformador de corriente .......................................................................................... 74
Autotransformadores ................................................................................................... 74
Fuente de alimentación de corriente continua .............................................................. 75

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Capítulo 4 - Identificadores en símbolos y terminales ................................................... 76


Identificadores o referencias de los elementos ................................................................ 76
Partes de un identificador o referencia ............................................................................ 76
Bloque 1: Subdivisión fundamental .............................................................................. 77
Bloque 2: ubicación...................................................................................................... 77
Bloque 3: Clase-Número-Función ................................................................................ 78
Bloque 4 - Borne .......................................................................................................... 82
Identificador de terminales............................................................................................... 82
Contactos auxiliares ..................................................................................................... 82
Contactos principales ................................................................................................... 83
Mandos de control ....................................................................................................... 84
Representación de bornes............................................................................................... 84
Referenciado de bornes en bornero ............................................................................. 85
Circuitos de potencia ................................................................................................... 86
Borneras por panel eléctrico ........................................................................................ 88
Los esquemas de borneros .......................................................................................... 89
Lista de bornes ............................................................................................................ 89
Capítulo 5 - Normas generales en esquemas ................................................................. 91
Representación de Conductores ..................................................................................... 91
Aplicaciones de las líneas discontinuas ........................................................................... 91
Representación de un componente encerrado ............................................................. 91
Representación de Enlace mecánico ........................................................................... 92
Representación de conexiones de conductores .............................................................. 93
Disposición y orientación de las líneas de conexión ........................................................ 94
Datos técnicos relacionados con las líneas de conexión ................................................. 95
Identificación de las características de red ...................................................................... 96
Información adicional de conductores.............................................................................. 97
Representación simplificada de múltiples conductores .................................................... 97
Orientación de la representación de los diagramas eléctricos ......................................... 98
Flujo de energía o de la señal ......................................................................................... 99
Símbolos idénticos en un grupo..................................................................................... 100
Objetos conectados en serie ......................................................................................... 100
Objetos conectados en paralelo .................................................................................... 101

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Capítulo 6 - Lógica circuital ........................................................................................... 102


Sección de captación de señales .................................................................................. 102
Sección de control ......................................................................................................... 104
Sección de actuadores .................................................................................................. 104
Lógica de contactos....................................................................................................... 106
Lógica Y o AND ......................................................................................................... 106
Lógica O u OR ........................................................................................................... 107
Lógica XOR ............................................................................................................... 107
Capítulo 7 - Pasos para la interpretación de diagramas eléctricos ............................. 109
Método de Escaneo de Diagramas por Ramas (EDR) ................................................... 109
Reglas básicas para la lectura de diagramas eléctricos ................................................ 110
Interpretación de circuito de arranque paro de motor trifásico ....................................... 111
Circuito de desactivación de alarma .............................................................................. 114
Control remoto............................................................................................................... 115
Interpretación de Arranque paro señalizado de motor trifásico ...................................... 116
Interpretación de Arranque paro e inversión de giro de motor trifásico .......................... 119
Interpretación de Arranque estrella-delta de motor trifásico ........................................... 126
Capítulo 8 - Designación de conductores ..................................................................... 130
Numeración de los conductores .................................................................................... 130
Numeración equipotencial.......................................................................................... 131
Numeración independiente ............................................................................................ 132
Numeración con numero de pagina ............................................................................... 132
Numeración por origen............................................................................................... 133
Designación de cable multiconductor ............................................................................ 133
Información adicional de conductores............................................................................ 134
Capítulo 9 - Referencia cruzada ..................................................................................... 135
Referencia cruzada en formato gráfico .......................................................................... 136
Referencia cruzada en formato tabla ............................................................................. 136
Referencia cruzada inversa ........................................................................................... 139
Capítulo 10 - Interpretación de Esquema Real de Alternado de Bombas ................... 141
Análisis Preliminar ......................................................................................................... 141
Desglose de las funciones de un diagrama eléctrico ..................................................... 142
Control manual .......................................................................................................... 143
Control automático ..................................................................................................... 147
Condiciones de Arranque de la Bomba ......................................................................... 149
Operación Alternado de Bombas ................................................................................... 149

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Control automático: alternado por falla de una de las bombas ................................... 150
Capítulo 11 - Interpretación de diagramas con PLC ..................................................... 154
PLC en los diagramas eléctricos ................................................................................... 155
Diagramas de entradas y salidas (I/O)........................................................................... 155
Entradas del PLC .......................................................................................................... 156
Salidas del PLC ............................................................................................................. 159
Capítulo 12 - Caso Práctico No. 2: Interpretación de Diagrama con PLC y Variadores
de Frecuencia .................................................................................................................. 161
Visión general................................................................................................................ 161
Fuente de alimentación ................................................................................................. 163
Entradas del PLC .......................................................................................................... 166
Visión general................................................................................................................ 172
Circuito de fuerza .......................................................................................................... 174
Control del variador por PLC ......................................................................................... 178
Diagrama de red de alimentación .................................................................................. 184
Relay de seguridad........................................................................................................ 195
Cableado de PLC .......................................................................................................... 204
Salidas analógicas del PLC ........................................................................................... 210
Control de Variador de frecuencia con PLC ................................................................... 217
Conexión de entradas del PLC ...................................................................................... 221
Conexión de salidas del PLC......................................................................................... 226
Capítulo 15 - Caso Práctico No. 5: Red de Comunicación ........................................... 227
Visión general................................................................................................................ 227
Diagrama general de red de comunicación ................................................................... 228
Red de alimentación ...................................................................................................... 229
Conexión de Switch Ethernet Industrial ......................................................................... 229

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Capítulo 1 - Fundamentos de
diagramas eléctricos
Un diagrama eléctrico es una representación gráfica de un circuito eléctrico. Es una forma
de mostrar cómo están conectados los componentes eléctricos y cómo fluye la corriente
eléctrica a través del circuito. El diagrama eléctrico se utiliza para entender cómo funciona el
circuito y cómo se pueden hacer modificaciones para mejorarlo. También es una
herramienta de comunicación para los técnicos, ingenieros y electricistas que trabajan en la
instalación, mantenimiento y reparación de los sistemas eléctricos.

La interpretación de un esquema eléctrico consiste en conocer el funcionamiento conjunto


de todos los elementos que intervienen y como consecuencia, cómo actuaría su aplicación
final.

En la mayoría de los casos, esto puede verse fácilmente debido a la claridad con la que se
expresan los esquemas eléctricos, pero en ocasiones resulta más complicado por tratarse
de instalaciones más complejas.

Todos debemos, como mínimo, saber interpretar por separado cada uno de los elementos
que intervienen, llevando un orden y un método adecuado.

Metodología fundamental

Aprender a leer e interpretar diagramas eléctricos es esencial para cualquier técnico o


ingeniero. Los diagramas eléctricos son una herramienta fundamental para entender cómo
funcionan los sistemas eléctricos, lo que permite diagnosticar problemas, planificar
instalaciones y realizar mantenimiento.

Para dominar la lectura de diagramas eléctricos, es necesario seguir una metodología


práctica basada en tres pasos fundamentales: dominar los símbolos, dominar la lógica
circuital y aplicar las referencias cruzadas y de identificación.

En primer lugar, dominar los símbolos es esencial para entender los diagramas eléctricos.
Cada símbolo representa un componente eléctrico específico, por lo que conocerlos es
esencial para entender cómo se conectan y funcionan en un circuito. Sin el conocimiento de
los símbolos, es difícil entender cualquier diagrama eléctrico.

En segundo lugar, dominar la lógica circuital es fundamental para comprender cómo los
diferentes componentes eléctricos interactúan entre sí en un circuito. La lógica circuital
describe cómo fluye la corriente eléctrica a través del circuito y cómo se conectan los
diferentes componentes para hacer que funcione el sistema eléctrico en su conjunto.

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7
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Por último, aplicar las referencias es esencial para entender cómo se relacionan diferentes
partes de un sistema eléctrico. Las referencias son números o letras que identifican
diferentes partes de un sistema eléctrico, lo que permite a los técnicos e ingenieros
identificar fácilmente diferentes componentes y cómo están conectados.

Importancia de los diagramas eléctricos


La importancia es tal que sería materialmente imposible realizar montajes de automatismos
sin recurrir a la documentación gráfica que nos da todos los detalles del trabajo a realizar, a
excepción de montajes extremadamente simples. Esta necesidad se hace más patente a la
hora de realizar las labores de mantenimiento y las reparaciones.

Supongamos que abrimos un armario de automatismos y dentro se han instalado diversos


circuitos para una o varias máquinas. Lo primero que veremos serán componentes, cables y
canalizaciones. Tardaríamos muchísimo tiempo en determinar qué es cada cosa y a qué
proceso afecta si no fuera porque la documentación elaborada incluye la representación
correspondiente que nos guía al respecto.

Aquí entramos en la siguiente cuestión y es el lenguaje utilizado en el dibujo. Este lenguaje


se basa en acuerdos concretos que se materializan en la representación de elementos,
dispositivos y conductores, conexiones, de una forma concreta acordada entre todos de
forma que la representación realizada por un técnico pueda ser clara e inequívocamente
entendida por otro e incluso por el propio autor cuando vuelve a consultarlo tras un tiempo.

Normas aplicadas en los diagramas

Los diagramas de cableado pueden seguir diferentes estándares según el país en el que se
vayan a utilizar.Pueden tener diferentes diseños según la empresa y el diseñador que lo
esté diseñando.

Existen varias razones por las cuales es importante utilizar normas en los diagramas
eléctricos, como la IEC (International Electrotechnical Commission).

Primero, las normas establecen reglas y convenciones comunes para la representación de


elementos eléctricos, lo que permite que cualquier persona pueda entender el diagrama,
independientemente de su origen o formación. De esta manera, se evita la ambigüedad en
la interpretación de los diagramas eléctricos y se reduce la probabilidad de errores o
malinterpretaciones que puedan llevar a situaciones peligrosas.

Segundo, las normas aseguran la calidad y la coherencia en la creación y la interpretación


de los diagramas eléctricos. Esto significa que los diagramas eléctricos creados siguiendo
una norma son más precisos, más fáciles de entender y menos propensos a errores.
Tercero, las normas permiten la compatibilidad y la interoperabilidad entre diferentes
sistemas eléctricos y equipos. Esto es importante porque los sistemas eléctricos y los
equipos pueden ser diseñados y fabricados por diferentes fabricantes y, por lo tanto, deben
ser compatibles entre sí para su correcto funcionamiento.

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El dibujo técnico se puede realizar a mano pero es mucho más rentable en cuanto a tiempo
y resultado final ayudarse de programas informáticos. Estos pueden dibujarse con
diferentes software ECAD, como EPLAN o AutoCAD Electrical. Entonces, cuando vea un
diagrama de cableado por primera vez, es posible que necesite algo de tiempo para
analizarlo y familiarizarse con su diseño y símbolos.

Formato
El tamaño y las dimensiones normalizadas del papel definen un formato. Las dimensiones
de los distintos formatos quedan definidas en la norma UNE EN ISO 5457 de enero de
2000. Dependiendo de lo representado, se elegirá el más adecuado en cada caso,
posicionándolo en vertical u horizontal indistintamente, siempre que cumpla las normas
establecidas.

Los formatos de la serie A tienen una relación de aspecto 1:√2, lo que significa que el ancho
dividido por la altura es igual a la raíz cuadrada de 2 (aproximadamente 1,414). El formato
A0 tiene una superficie de un metro cuadrado (841 mm x 1189 mm), tal como se muestra en
el siguiente gráfico:

Formato de referencia

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Los demás formatos de la serie A se obtienen dividiendo el formato A0 sucesivamente por


la mitad, manteniendo la relación de aspecto 1:√2. De esta manera, el formato A1 tiene la
mitad del área del A0, el formato A2 la mitad del A1, y así sucesivamente hasta el A10.

Tabla - Dimensiones de los formatos de la serie A


Serie principal A
Formato Dimensiones (mm)
A0 841 x 1189
A1 594 x 841
A2 420 x 594
A3 297 x 420
A4 210 x 297

Relación de formato

El formato también define el recuadro interior y las distancias al borde. El margen del borde
del área de dibujo será de 10 mm a la parte superior, inferior y derecha, y de 20 mm en el
lado izquierdo para permitir la perforación del papel facilitado por una línea guía para su
archivo. La línea que define el marco tendrá un grosor de 0,7 mm y se realizarán unas
marcas de centro de igual grosor de 10 mm de longitud. Ver la siguiente figura:

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Normalización de formato

La Figura siguiente, muestra en detalle los márgenes que deben tenerse en cuenta para
todos los formatos.

Márgenes del formato

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Partes de una hoja de un plano eléctrico

Cada hoja de un plano eléctrico suele estar diseñada para presentar la información de
manera clara y concisa, y consta de varias partes importantes:
● Cuadrícula de coordenadas
● Área de dibujo
● Cajetín
● Notas
● Leyendas

Tal como se muestra en en este diagrama:

Partes generales de una hoja o página de un diagrama eléctrico

Cuadrícula de coordenadas

Es una red de líneas horizontales y verticales que se utiliza para ubicar los elementos y los
componentes en el plano eléctrico. La cuadrícula de coordenadas puede tener diferentes
dimensiones y espaciados, y se usa para asegurar la precisión de las medidas y
ubicaciones de los componentes.

Resulta muy útil para localizar un elemento en el plano, sobre todo si se representan gran
número de componentes, como es el caso de los esquemas eléctricos.

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En este método, se divide la hoja en zonas rectangulares y se les asigna un número de fila
y un número de columna, que se utilizan para identificar la ubicación de los símbolos en el
esquema.

Lo siguiente que puede ver en la parte superior de la hoja. Esta hoja está dividida en
algunas columnas verticales, comenzando desde la columna número 0 hasta la columna
número nueve.

El plano cuenta con 9 columnas

De la misma manera, si observamos el lado izquierdo de la hoja, esta hoja está dividida en
varias filas horizontalmente, comenzando desde a, b, c hasta la F. Estas filas y columnas
juntas forman una cuadrícula en la hoja. Esta cuadrícula facilita la ubicación de objetos en
esta hoja ahora. Tenemos información básica sobre la hoja del diagrama eléctrico.

El plano cuenta con 6 filas

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Al igual que un mapa de la ciudad, el dibujo se divide en bloques más pequeños, cada uno
con un identificador único de dos letras o números. Por ejemplo, cuando se continúa una
tubería de un dibujo a otro, no solo se hace referencia al segundo dibujo en el primer dibujo,
sino también a las coordenadas de cuadrícula que ubican la tubería continua.

Ubicación de elementos en una hoja

Área de contenido o de diagramas

Es el espacio dentro de la hoja en el que se colocan los elementos y los componentes


eléctricos. La zona de dibujo se encuentra delimitada por la cuadrícula de coordenadas y
puede variar según el tamaño del dibujo y la cantidad de información que se debe incluir.

Es importante tener en cuenta que lo que se dibuja en el esquema no tiene que estar
aislado. Por ejemplo, un contacto grande y un relé pequeño pueden aparecer como tres
pines en el dibujo. Además, es posible que el orden en que aparecen los componentes no
siga un orden físico, lo que puede generar cierta confusión.

Cajetín o bloque de títulos

Es una sección contiene información importante sobre el dibujo,esta generalmente la


podemos encontrar como una sección rectangular en la esquina inferior derecha de la hoja
de un plano eléctrico, esta contiene información como: el título, la fecha, el nombre del
autor, número de página, la escala de dibujo.

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Cajetín de un diagrama eléctrico

El cajetín también puede contener otras notas importantes, como la información de contacto
del diseñador o la empresa que ha realizado el dibujo.

A continuación podemos ver dos modelos que se pueden tomar en cuenta para la
construcción de un cajetín o bloque de títulos:

Bloque de títulos de uso general

Bloque de títulos compacto.


Estos datos significan:

● Índice de revisión: número de revisión del documento.


● Fecha de edición: fecha de creación del documento. Se indicará nueva fecha en
cada revisión.

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● Número de segmento/hoja: indica la hoja del documento.


● Número de segmentos/hojas: indica el número total de hojas.
● Código de idioma: abreviatura del idioma en que fue creado el documento.
● Título: indica el contenido del documento.
● Título suplementario: Información adicional del objeto.
● Departamento responsable: nombre o código de la unidad de la organización
responsable del contenido.
● Referencia técnica: persona de contacto para consultas técnicas.
● Aprobado por: persona que aprueba el documento.
● Creado por: persona que ha creado o revisado el documento.
● Tipo de documento: indica la finalidad del documento con respecto a la información
que contiene y al formato de presentación. Se puede utilizar como medio de
búsqueda.
● Clasificación/Palabra clave: clave de búsqueda selectiva.
● Estado del documento: ciclo de vida del documento, por ejemplo, en preparación,
en fase de aprobación, editado, retirado, etcétera.
● Número de página: número de página generado por el sistema de presentación del
documento.
● Número de páginas: este número se genera dependiendo del formato de
presentación que se utilice.
● Tamaño del papel: tamaño del impreso elegido para el documento original.

A continuación, se muestras las lugares de ubicación del cajetín según el tamaño y


orientación del formato:

Ejemplo de localización del cajetín o bloque de título

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Bloque de revisión

A medida que se realizan cambios en un componente o sistema, los dibujos que


representan el componente o sistema deben volver a redactarse y publicarse. Cuando se
emite un dibujo por primera vez, se denomina revisión cero y el bloque de revisión está
vacío.

A medida que se realiza cada revisión del dibujo, se coloca una entrada en el bloque de
revisión. Esta entrada proporcionará el número de revisión, un título o resumen de la
revisión y la fecha de la revisión.

El número de revisión también puede aparecer al final del número de dibujo o en su propio
bloque separado. A medida que se modifica el componente o el sistema y se actualiza el
dibujo para reflejar los cambios, el número de revisión aumenta en uno y el número de
revisión en el bloque de revisión cambia para indicar el nuevo número de revisión.

Diagrama con tabla de bloque de revisiones

Notas

Las notas son explicaciones o comentarios adicionales sobre el plano eléctrico y se colocan
en áreas específicas del dibujo. Estas notas pueden incluir información sobre las
características específicas de los componentes o notas generales con los detalles de la
instalación, las precauciones de seguridad y las recomendaciones de mantenimiento, entre
otras cosas.

Se debe utilizar una nota explicativa cuando el significado no pueda transmitirse de otro
modo. Debe colocarse junto a donde se aplica, o debe hacerse una referencia a una nota
colocada en otra parte del área de contenido, consulte la siguiente. En el caso de una

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presentación de varias páginas de información, todas las notas de carácter general deben
aparecer en la(s) primera(s) página(s).

Ejemplo de nota específica de un componente

Notas generales del diagrama

Leyendas

Las leyendas son etiquetas que se utilizan para identificar los componentes eléctricos que
se encuentran en el dibujo. Las leyendas suelen incluir el nombre o número del componente
y, a veces, una breve descripción de su función.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Ejemplo de leyenda de símbolos

En conjunto, estas partes son esenciales para asegurar que el plano eléctrico sea claro,
completo y fácil de entender para el personal técnico encargado de la instalación,
mantenimiento o reparación del sistema eléctrico.

El casillero es parte fundamental en el plano; en él quedan indicados datos esenciales del


dibujo representado, muy útil cuando el formato del plano es de grandes dimensiones, y
plegado este, solo sea visible el casillero. Una rápida ojeada sobre él permitirá saber si es el
plano buscado.

Ejemplo de leyenda de referencias o de identificadores de símbolos

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Escalas
En el caso de que el objeto o la cantidad de información a representar sea excesivamente
grande, o por el contrario, sea demasiado pequeña para observar en detalle, se hace
necesario reducir o ampliar en una proporción adecuada.

La escala es la relación entre la medida lineal de la representación de un elemento de un


objeto sobre un dibujo original y la medida lineal real del mismo elemento del objeto real.

Escala = Dibujo / Realidad

El tamaño del dibujo a realizar se obtiene del producto de las magnitudes reales por la
escala elegida.

Dibujo= escala realidad

Cuando las dimensiones del dibujo coinciden con la realidad se dice que su representación
es a escala natural.

Escala natural = 1:1

En la escala natural, una unidad en el dibujo corresponde a una unidad en la realidad.


Cuando el dibujo representado tiene mayores dimensiones que el objeto real, se trata de
escalas de ampliación, necesarias cuando se trata de representar mecanismos diminutos o
complejos.

Las escalas de ampliación normalizadas son:

50:1 2 0:1 10:1 5:1 2:1

Obsérvese que el término situado a la izquierda es mayor que el situado a la derecha de la


división; esto indica que el dibujo representado es dos, cinco o diez veces mayor que la
realidad.

Cuando el dibujo representado tiene unas dimensiones inferiores a las del objeto real, se
trata de una escala de reducción, imprescindible para poder representar estancias grandes,
edificios u objetos que hacen difícil o imposible su representación a escala real.
Las escalas de reducción normalizadas son:

1:2 1:5 1:10 1:20 1:50 1:100

1:200 1:500 1:1000 1:2000 1:5000 1: 10 000

Para operar con las escalas se obtiene el coeficiente, resultado de la relación entre el
numerador y el denominador.

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Por lo general, las unidades representadas y acotadas son reales y dadas en milímetros, no
obstante, si fuera necesario se indicarán las unidades o segmentos de referencia en un
lugar visible del plano.

Líneas de dimensión o cotas

Las líneas de dimensión, incluidos sus extremos y la indicación del origen, deben cumplir
con la norma ISO 129. En la Figura siguiente se muestran ejemplos de extremos. La
elección de las puntas de flecha en la Figura a) a d) no tiene un significado significativo y
solo un tipo debe usarse dentro de un documento.

Figura - a) Punta de flecha, cerrada y llena 30° b) Punta de flecha, cerrada 30° c) Punta de
flecha, abierta 30° d) Punta de flecha, abierta 90° e) Trazo oblicuo

Líneas guía y líneas de referencia

Las líneas guía y las líneas de referencia se presentarán de acuerdo con la norma ISO 128-
22. En la Figura siguiente se muestran ejemplos

a) Línea guía que termina en un objeto b) Línea guía que termina en un objeto c) Línea
directriz que termina en una línea d) Línea directriz con un trazo que termina en una línea

Partes de un proyecto de planos eléctricos

Un proyecto eléctrico de planos es un conjunto de documentos técnicos que describen la


planificación, diseño y construcción de un sistema eléctrico de una máquina, instalación o
panel eléctrico. El objetivo de un proyecto eléctrico es proporcionar una guía detallada para
la instalación y configuración de los elementos eléctricos, asegurando que cumplan con los
códigos y normas aplicables.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Los planos eléctricos son una parte fundamental de un proyecto eléctrico. Estos dibujos
técnicos muestran la conexión, partes del proyecto, la ubicación de los elementos eléctricos.
Dentro de las hojas que podemos encontrar en los planos eléctricos de un panel, máquina o
instalación están:

Portada y subportadas: La portada es la primera página de los planos eléctricos y muestra


información básica sobre el proyecto eléctrico, como el título del proyecto, la fecha de
elaboración, el nombre del cliente, el número de planos y el autor. Las subportadas son
páginas adicionales que se encuentran después de la portada y que también proporcionan
información relevante sobre el proyecto, como los detalles del equipo, las especificaciones
técnicas y los criterios de diseño.

Características generales de la máquina: Esta hoja proporciona información general


sobre la máquina o el equipo eléctrico, como su función, capacidad, potencia, voltaje,
corriente, frecuencia y otros parámetros técnicos relevantes.

Tabla de contenidos (índice): La tabla de contenidos o índice es una lista de todas las
hojas o planos que forman parte del proyecto eléctrico, organizados en orden secuencial.
Esta hoja ayuda al usuario a encontrar rápidamente la información que necesita en los
planos eléctricos.

Historial de actualizaciones:Esta hoja registra todas las actualizaciones realizadas en los


planos eléctricos, incluyendo la fecha de actualización, el número de revisión, el autor y una
breve descripción de los cambios realizados.

Esquemas eléctricos: Estos planos muestran el esquema eléctrico de la máquina o el


equipo, incluyendo el diagrama de la red de alimentación, circuitos auxiliares, el esquema
potencia, circuito de control, entre otros esquemas relevantes.

Borneros: Esta hoja muestra la distribución y el etiquetado de los bornes o terminales de la


máquina o el equipo, incluyendo la conexión de los componentes eléctricos a los bornes.
Esta hoja también puede mostrar el diagrama de bornes y otros detalles relevantes para la
conexión de los cables con su etiqueta identificadora indicando a donde se conecta cada
conductor. Puede venir presentado de forma gráfica su bornera o en forma de tabla.

Conexiones: Esta hoja muestra la conexión eléctrica entre los componentes de la máquina
o el equipo, incluyendo los cables, los conductores, los conectores, los enchufes, los
adaptadores y otros elementos de conexión. Esta hoja también puede mostrar el diagrama
de conexión y otros detalles relevantes para la conexión de los componentes eléctricos.

Lista de componentes: Esta hoja enumera todos los componentes eléctricos que se
utilizan en la máquina o el equipo, incluyendo los motores, los sensores, los relés, los
contactores, los transformadores y otros componentes relevantes. Esta hoja también puede
mostrar el símbolo, la descripción y el número de parte de cada componente, lo cual facilita
a la hora del mantenimiento o reparación

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Esquemas neumáticos-hidráulicos: Estos planos muestran el esquema neumático o


hidráulico de la máquina o el equipo, incluyendo los sistemas de fluidos, las válvulas, los
actuadores, los cilindros y otros elementos neumáticos o hidráulicos. Estos planos también
pueden incluir símbolos y códigos para facilitar la comprensión del diseño neumático o
hidráulico.

Despieces mecánicos: En esta hoja se presentan los despieces mecánicos de la máquina


o instalación eléctrica, en los que se detallan las diferentes partes que la componen. Se
incluyen dibujos y especificaciones de cada una de las piezas que se utilizan en la
fabricación o ensamblaje de la máquina, permitiendo al técnico identificar y conocer cada
componente.

Gráficos complementarios: En esta hoja se presentan gráficos adicionales que


complementan la información presentada en las demás hojas. Estos gráficos pueden ser
esquemas adicionales, fotografías, dibujos en 3D, entre otros, que ayudan a comprender
mejor el funcionamiento y diseño de la máquina o instalación eléctrica.

Software para el diseño de diagramas

Existen diferentes programas de software que se pueden utilizar para el diseño de planos
eléctricos, entre ellos están el AutoCAD Electrical, Cofazo y E-Plan. Estos programas tienen
una base de datos con símbolos y componentes, y permiten diagramas eléctricos y crear
layouts para la distribución física de los paneles eléctricos. Estos software además permiten
la generación de informes y listas de materiales.

También es posible utilizar el AutoCAD, aunque en este caso se tendría que construir cada
símbolo y componente. Sin embargo, existen librerías disponibles para descargar y facilitar
el dibujo de los símbolos.

Ejemplo de algunos software para el diseño de diagramas eléctricos

Plegado
En algunas ocasiones, por necesidades en la representación de esquemas, es necesario
utilizar grandes formatos, por lo que se hace necesario su plegado para su archivo o
acomodo o carpeta de proyectos:

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Figura-Plegado de formato A0

Figura- Plegado de formato A3

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 2 - Tipos de diagramas


eléctricos
El dibujo industrial eléctrico tiene como objetivo establecer inequívocamente las relaciones
que existen entre los elementos que constituyen todo circuito eléctrico.

Esto se consigue a través de distintas formas de representación que son complementarias


entre sí.

Los dos convencionalismos más importantes que existen respecto a la representación de


las instalaciones eléctricas son: los esquemas explicativos y los esquemas de conexiones,
los cuales se dividen a su vez en otras tipologías:

Esquemas de conexiones:
● Multifilares.
● Unifilares.

Esquemas explicativos:
● Funcionales.
● De emplazamiento.
● De circuitos.

Esquemas explicativos

Los esquemas explicativos sirven para resolver problemas originados en la fase de diseño
de la instalación. Por este motivo, el destinatario será un ingeniero.

Algunas de las complicaciones más comunes que surgen a la hora de establecer el diseño
de una instalación eléctrica son:

1. Determinar la estructura general de circuito o circuitos de la instalación.


2. Seleccionar el emplazamiento de cada uno de los componentes.
3. Establecer la relación que existe entre dichos componentes.

Para resolver cada uno de estos problemas se recurre a un tipo de esquema explicativo
distinto: funcionales, de emplazamiento y de circuitos.

Esquemas explicativos funcionales

A partir de un esquema explicativo funcional se puede definir la estructura general del


circuito.

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Estos esquemas consisten en una definición generalizada y global del circuito de la


instalación, por lo que no analiza detalladamente todos los aspectos de la misma.

A continuación, se muestra un ejemplo de esquema explicativo funcional que pertenece a


una instalación automatizada:

Esquema explicativo de una parte de una instalación automatizada

En muchas ocasiones los esquemas explicativos funcionales también son conocidos como
diagramas funcionales o diagramas de bloques.

Es importante tener en cuenta que no es necesario utilizar simbología normalizada para


definir los bloques funcionales de estos esquemas y, las conexiones entre dichos bloques
no tienen por qué significar que existe conexión eléctrica entre los mismos.

En definitiva, los esquemas explicativos muestran las relaciones de dependencia entre cada
uno de los bloques funcionales de una instalación. Dichos bloques pueden ser desde
sencillos componentes aislados hasta circuitos completos.

Esquemas explicativos de emplazamiento

Establecen donde se emplazan físicamente los diversos elementos del circuito. Este
esquema ayuda a situar los diversos elementos de la instalación ubicándolos en sus
posiciones lo que ayuda a relacionarlos con otros que pueden pertenecer o no a la misma
instalación.

El esquema explicativo de emplazamiento se elabora con el fin de determinar la ubicación


física de los componentes fundamentales que se constituyen en una instalación. Estos
esquemas son muy importantes para el diseñador de la instalación ya que, gracias a ellos,
se puede establecer una coordinación entre la obra eléctrica y las tareas del proyecto en
cuestión.

La siguiente imagen se muestra un plano de implantación correspondiente a un sistema


automático montado sobre un cuadro eléctrico. En él se pueden observar, las distintas

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protecciones del sistema (Q1 a Q14), el autómata de control, un relé de protección de motor
y los diversos contactores (KM1 a KM6 y K1 a K3). En el lado izquierdo, que corresponde al
frontal del cuadro, se observa los elementos de entrada (pulsadores de marcha, paro,
rearme y emergencia), así como los de señalización (círculos de colores).

El layout del panel de control es un ejemplo de un diagrama de emplazamiento, ya que


representa donde están ubicados cada componente dentro del panel

Esquemas explicativos de circuitos

El esquema explicativo de circuitos describe la forma en que están relacionados


eléctricamente cada uno de los componentes de la instalación.

Este sistema de representación tiene las siguientes características:

● Los componentes de la instalación son representados entre dos conductores que


representan dos fases de la red eléctrica, o bien, a la fase y el neutro (instalaciones
monofásicas).

● Cada componente receptor, es situado en una columna de representación. Dichas


columnas representan conductores eléctricos y se establecen entre las dos líneas
comentadas anteriormente.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Los componentes de control (interruptores, etc.) se sitúan en la misma columna en la que se


coloca el componente que controlan.

A continuación, se muestra un ejemplo de un esquema explicativo de circuitos


correspondiente a una instalación eléctrica domiciliaria. TC1 y TC2 representan dos tomas
de corriente, mientras que E corresponde a una lámpara. S es el interruptor que
enciende/apaga dicha bombilla, por esta razón se establece en la misma columna que E.

Esquema explicativo de circuitos correspondiente a una instalación eléctrica doméstica

Esquemas de conexiones

Tienen como objetivo resolver problemas de ejecución o montaje de una instalación, por lo
que el destinatario de los mismos suele ser un técnico electricista encargado del montaje y
puesta en marcha de la instalación.

Los esquemas de conexiones son más complejos que los explicativos ya que, a partir de
ellos, suele ser difícil interpretar el funcionamiento de la instalación. No obstante, son muy
claros respecto a la manera de establecer cada uno de los componentes que constituyen el
sistema.

Por lo tanto, los esquemas de conexiones deben arrojar luz sobre aquellas cuestiones que
se plantea el técnico en el momento de llevar a cabo el montaje de la instalación. Por
ejemplo: ¿Cuántos conductores tiene esta canalización? ¿De qué manera se debe conectar
este sensor al autómata programable?, etc.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Según el número de conductores representados por cada trazo, los esquemas de


conexiones se clasifican en: unifilares y multifilares.

Esquemas de conexiones unifilares

En muchos casos resulta conveniente mostrar agrupaciones de distintos conductores con


un único trazo o línea, por ejemplo, representar la fase y el neutro de una canalización con
una única línea. Este tipo de representación se denomina unifilar.

Cada tramo del circuito se muestra con un solo hilo conductor, empleándose simbología
normalizada para representar a cada uno de los componentes de la instalación.

La representación unifilar es la que se suele usar para establecer los denominados


esquemas unifilares que son muy comunes en los proyectos técnicos. A continuación, se
muestra un ejemplo de esquema unifilar sencillo:

Esquema unifilar de una instalación domótica


La rapidez con la que se comprende la instalación a realizar y la relación entre los
componentes de la misma es una ventaja aunque el inconveniente está en la necesidad que
tiene el instalador de conocer cómo se realizan las conexiones entre los diversos
elementos.

Aunque parezca más sencillo no lo es y por tanto solo nos encontramos estos esquemas en
instalaciones eléctricas de viviendas o industriales pero no, por ejemplo, en instalaciones
del circuito de mando de un automatismo.

Algunas instalaciones de automatismos industriales, en lo referente a los circuitos de fuerza,


pueden ir en esquema unifilar.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Representación de diferentes líneas de alimentación en unifilar

Comparación de un diagrama unifilar con uno multifilar

Diagrama multifilar

Con los esquemas de conexiones multifilares se representan todos y cada uno de los
conductores que forman parte de la instalación eléctrica, informando claramente de las
distintas conexiones eléctricas que existen entre los elementos que constituyen la
instalación.

Al ser mucho más detallados que los unifilares, este tipo de esquemas son los que se
consultan a la hora de efectuar el montaje de los circuitos eléctricos.

A continuación, se muestra un esquema eléctrico multifilar que consiste en el control del


sentido de giro de un motor eléctrico de una instalación automatizada con alimentación
trifásica:

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Ejemplo de un diagrama multifilar

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Representación desarrollada

Esquemas de mando o control. Es la representación desarrollada del circuito encargado de


maniobrar y controlar al circuito de potencia de un automatismo. En él se representan cada
uno de los conductores y los contactos auxiliares de los diversos componentes así como
bobinas, pilotos de señalización y en general todos los dispositivos implicados en el circuito
de mando.

Esquemas de fuerza o potencia. Es la representación del circuito de potencia, el que aporta


la energía al actuador, motor u otro elemento receptor. En él se representan los conductores
y conexiones además de los contactos principales del contactor, los elementos implicados
en el circuito de aporte de energía, seccionadores, contactores, y dispositivos de protección.

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Circuitos de potencia y de control

Los circuitos de los automatismos eléctricos suelen separarse en dos bloques distintos: el
circuito de potencia (o fuerza) y el circuito de mando (o control).

Circuito de control

En el circuito de mando se establece la lógica del automatismo mediante cables


conductores, incluyéndose los dispositivos que reciben información de los diferentes
elementos captadores.

El circuito de mando debe establecerse para que sea capaz de proporcionar un control
sobre la maquinaria (circuito de potencia) y, en su diseño, es muy importante considerar que
lo prioritario es mantener la integridad de los operarios que interactúan con mandos de
control manual.

Generalmente, los circuitos de mando se establecen a cierta distancia de los circuitos de


potencia. Esto evita que los operarios tengan que hacer desplazamientos innecesarios en el
control del proceso.

El principio de funcionamiento de los circuitos de mando se puede asemejar al de una


computadora o un PC, ya que, una vez activados “esperan” a que se produzca un evento o
que se les asigne una orden.

Respecto a los elementos que forman parte de un circuito de mando se pueden destacar:

● Elementos de protección tales como fusibles e interruptores térmicos.


● Elementos de accionamiento/parada manual como pulsadores (marchay paro).
● Controladores programables (PLC ś , etc.).
● Sensores.
● Otros elementos: temporizadores, elementos señalizadores (lámparas), relés, etc.

Circuito de potencia o fuerza

Los circuitos de potencia o fuerza se encargan de ejecutar las órdenes (movimiento de


máquinas, conexión de la iluminación de un local, etc.) establecidas en el circuito de mando.

Debido a que el circuito de potencia es el encargado de ejecutar el trabajo “pesado” del


proceso automatizado, es necesario diseñarlo para que trabaje a tensiones superiores
respecto a la que se establece en el circuito de mando, pudiendo llegar a superar los 400 V
(en procesos industriales).

Respecto a los elementos que suelen formar parte de un circuito de potencia, se pueden
enumerar:

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● Elementos de protección: fusibles, interruptores térmicos, magnéticos, etc.


● Interruptores tripolares y contactores.
● Motores, bombas, compresores, etc.
● Calentadores

Representación de los circuitos de control y potencia

Respecto a las relaciones que existen entre el circuito de potencia y el circuito de control de
una instalación automatizada, se pueden distinguir varias formas de representación:
1. Representación conjunta.
2. Representación semidesarrollada.
3. Representación desarrollada.

Representación conjunta

Consiste en representar de forma unificada el circuito de potencia y el circuito de mando. A


continuación, se muestra un ejemplo de representación conjunta que corresponde a un
sistema sencillo de control de la marcha/paro de un motor trifásico:

Esquema de marcha/paro de un motor trifásico (representación conjunta)

Este tipo de representación muestra las siguientes características:

● Representación del circuito de potencia y control de forma unificada, apreciándose


claramente la influencia de los elementos de mando sobre el circuito de fuerza.

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● La funcionalidad de cada elemento está mucho más clara. No obstante, el circuito se


hace más difícil de interpretar. Por este motivo, este tipo de representación es muy
poco utilizada.

Representación semidesarrollada

Este tipo de representación está a medio camino entre la representación conjunta y la


desarrollada. A continuación, se muestra el esquema de representación semidesarrollada
correspondiente al sistema de marcha/paro del ejemplo anterior:

Esquema de marcha/paro de un motor trifásico (representación semidesarrollada)

La representación semidesarrollada se caracteriza por:

● Representación separada de los circuitos de potencia y mando.


● Representación de las uniones mecánicas entre ambos circuitos, lo que puede
suponer un serio problema de interpretación en el caso de esquemas complejos.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Representación desarrollada

En este sistema de representación se muestran los circuitos de mando y fuerza de manera


totalmente separada, por lo que no existen trazos ni líneas que unan ambos circuitos. El
siguiente esquema muestra una representación desarrollada del mismo sistema
marcha/paro que se ha visto en las representaciones anteriores.

Esquema de marcha/paro de un motor trifásico (representación desarrollada)

La representación desarrollada se caracteriza por:

● Representación independiente de los circuitos de control y de mando.


● Los elementos que forman parte de un mismo componente llevan la misma
identificación (nomenclatura) en ambos circuitos. Por ejemplo, en el esquema
anterior la bobina K1 (circuito de mando) activa los contactos K1 (circuito de
potencia) en el momento en el que recibe corriente.
● Este método de representación es, con diferencia, el más utilizado.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 3 – Símbolos
fundamentales
Los símbolos eléctricos son una representación gráfica estandarizada de los componentes,
dispositivos y circuitos eléctricos y electrónicos, que se utilizan en diagramas y esquemas
eléctricos para comunicar de manera clara y precisa el diseño y funcionamiento de los
mismos.

Estos símbolos están normalizados por organismos internacionales, como la Comisión


Electrotécnica Internacional (IEC), lo que asegura que los símbolos se utilicen de forma
consistente y universal en todo el mundo.

Los símbolos eléctricos se diseñan de tal manera que su forma y apariencia estén
relacionados con la función que desempeña el componente o dispositivo eléctrico que
representan.

Por ejemplo, el símbolo de un interruptor se dibuja de tal manera que se pueda visualizar su
operación. Por lo general, se representa como una línea vertical con una línea horizontal
cruzando en su extremo, lo que sugiere la operación de apertura y cierre del interruptor. De
esta manera, el dibujo del símbolo eléctrico se convierte en una herramienta visual que
ayuda a entender rápidamente la función del componente o dispositivo eléctrico.

Lo mismo ocurre con otros símbolos eléctricos, como el símbolo de una resistencia, que se
representa como un zigzag, para indicar que su función es limitar la corriente en un circuito,
o el símbolo de un capacitor, que se representa como dos líneas paralelas que no se tocan,
para indicar que su función es almacenar energía en forma de carga eléctrica.

Un símbolo eléctrico consta de tres partes principales: el símbolo gráfico, la referencia o


identificador y la numeración de terminales. A continuación se describe cada una de ellas:

1. Símbolo gráfico: como ya sabes, el símbolo es la representación gráfica


estandarizada de un componente, dispositivo o función eléctrica o electrónica.

2. Referencia o identificador: es una nomenclatura alfanumérica breve que se coloca


junto al símbolo gráfico, y que sirve para identificar el componente o dispositivo
eléctrico representado. En los diagramas eléctricos, los identificadores suelen estar
compuestos por una letra seguida de un número, como por ejemplo M1 para una
motores, KM1 para un motor, etc. Los identificadores deben ser únicos y descriptivos
para evitar confusiones.

3. Numeración de terminales: Los terminales son los puntos de conexión de un


componente o dispositivo, estos generalmente se le asigna una numeración
establecida que puede indicar el tipo de componente ( por ejemplo a las bobinas de
los contactores se le coloca como A1 y A2), tipo de componente ( por ejemplo, un

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

contacto con numeración 13-14, se trata de un contacto normalmente abierto), por


tal razón la numeración de los terminales del componente o dispositivo eléctrico
permite una rápida identificación y comprensión de las conexiones en un diagrama
eléctrico al momento del montaje del circuito.

Partes de un símbolo

Símbolos de Protección eléctrica

Disyuntores

La función principal de los disyuntores o breakers es proteger los circuitos eléctricos y los
dispositivos conectados a ellos contra sobrecargas y cortocircuitos. Los disyuntores son
elementos esenciales en cualquier sistema eléctrico, ya que ayudan a prevenir daños en los
dispositivos y reducen el riesgo de incendios eléctricos.

Símbolo Nombre Apariencia física

Disyuntor

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Protección de tomacorriente trifásico

Fusibles

Tanto los fusibles como los disyuntores son dispositivos de protección eléctrica utilizados
para proteger los circuitos eléctricos y los dispositivos contra sobrecargas y cortocircuitos.
Los fusibles funcionan mediante un filamento conductor que se funde cuando la corriente
eléctrica excede un cierto nivel, interrumpiendo así el flujo de corriente en el circuito,
mientras que los disyuntores funcionan mediante el uso de un interruptor automático que se
activa cuando se detecta una sobrecarga o un cortocircuito en el circuito eléctrico.

Fusibles

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Fusibles

Además, los fusibles deben ser reemplazados manualmente después de que se funden,
mientras que los disyuntores se pueden restablecer manualmente después de que se
activan. Los disyuntores también tienen una capacidad de corriente ajustable y se pueden
configurar para soportar diferentes niveles de corriente eléctrica, lo que los hace ideales
para aplicaciones de alta complejidad y que requieren un suministro de energía constante.

Los fusibles pueden proteger diferentes circuitos, por ejemplo en el siguiente esquemas,
podemos ver como un fusible protege la entrada de un equipo electrónico:

Protección de un equipo electrónico con fusibles

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Interruptores diferenciales

Un interruptor diferencial, también conocido como disyuntor diferencial o dispositivo de


corriente de fuga, es un dispositivo de protección eléctrica utilizado para detectar y
desconectar rápidamente un circuito eléctrico cuando se produce una fuga de corriente
eléctrica, conocida como corriente de fuga. Este tipo de dispositivo es esencial para
garantizar la seguridad en los hogares y en otros entornos donde se utilizan equipos
eléctricos, ya que una corriente de fuga puede provocar una descarga eléctrica y, en
algunos casos, incluso la muerte.

Símbolo Nombre Apariencia física

Interruptor diferencial

Los interruptores diferenciales funcionan comparando la corriente de entrada y la corriente


de salida de un circuito eléctrico, y si existe una diferencia entre ambas corrientes, se activa
el interruptor para desconectar el circuito. Los interruptores diferenciales son fáciles de
instalar y se utilizan comúnmente en hogares, oficinas y otros entornos donde se requiere
protección contra las corrientes de fuga eléctricas.

A continuación se presentan las partes fundamentales de un interruptor diferencial:

Partes de un interruptor diferencial

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Interruptor diferencial al inicio de la red eléctrica

Guardamotor

Los guardamotores son componentes para conectar, proteger y separar circuitos de


corriente principalmente cargas con motores. Al mismo tiempo, protegen a estos motores de
daños por arranque de rotor bloqueado, sobrecarga, cortocircuito y falla monofásica en
redes trifásicas. Disponen de un disparador térmico para proteger el devanado del motor
(protección contra sobrecarga) y un disparador electromagnético (protección contra
cortocircuito). Observar las partes principales de un guardamotor:

Símbolo Nombre Apariencia física

Guardamotor

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Partes principales de un guardamotor

Los guardamotores los podemos utilizar en el circuito de fuerza, este se coloca al inicio de
la alimentación del motor, tal como se muestra en el siguiente diagrama:

Ubicación de los guardamotores en los circuitos de potencia de motores

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Relé térmico u overload

Un relé térmico es un dispositivo de protección utilizado en motores eléctricos para


protegerlos contra sobrecargas. Funciona mediante la detección de cualquier aumento
anormal en la corriente que pueda indicar una sobrecarga.

El relé térmico está compuesto por dos elementos principales: un elemento sensor y un
elemento de conmutación. El elemento sensor mide la corriente que fluye a través del motor
y se ajusta para detectar un rango específico de corrientes de sobrecarga. Si la corriente en
el circuito supera el rango establecido, el relé térmico activa el elemento de conmutación,
que apaga el motor y protege contra daños.

Además de proteger contra sobrecargas, algunos relés térmicos también pueden detectar
otras fallas eléctricas, como fallas de fase y desequilibrios de carga.

Sus contactos principales llevan la misma numeración que la de los contactores 1-3-5 y 2-4-
6, con la diferencia de encontrarse cerrados siempre que no haya sobreintensidades. Cada
contacto internamente tiene un bimetal que si se calienta por sobreintensidad se deforma y
libera un trinquete que permite la separación entre 1-2, 3-4, 5-6.

Al mismo tiempo, dispone de dos contactos auxiliares uno NO 97-98 y otro NC 95-96. Estos
contactos se utili- zan para desconectar, en caso de saltar el relé, todo el circuito de mando
por la apertura de 95-96 y para conectar una señalización de este suceso con el contacto
NO 97-98.

Relación de símbolo con componente en el relé térmico

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

1. Plaquita de características
2. Conmutador selector RESET manual/
automático
3. Tecla STOP
4. No de pedido completo en el frontal del
aparato
5. Indicación del estado
6. Cubierta transparente precintable
(Para proteger el tornillo de ajuste de la intensidad, la función TEST y el posicionamiento de
RESET manual/ automático)
7. Tornillo de ajuste de la intensidad
8. Borne de repetición de bobina (con montaje
a contactor)
9. Borne de repetición de contactos auxiliares

Símbolo Nombre Apariencia física

Relé térmico (parte de


potencia)

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Contactos de control de relé


térmico

Contactos de control de relé


térmico

Los contactos se colocan en serie con el circuito o carga a controlar, tal como se muestra en
el siguiente diagrama:

Protección de motor desactivando su circuito de control con el contacto NC 95-96

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Seccionadores

Un seccionador eléctrico es un dispositivo utilizado en los sistemas eléctricos para aislar


una sección del circuito eléctrico o para interrumpir el flujo de corriente eléctrica en una
línea. Estos seccionadores pueden ser operados generalmente de forma manual.

En el siguiente diagrama, puedes analizar que al inicio de la red el circuito es controlado por
un seccionador conmutable:

Seccionador conmutador de la red principal

Protectores de sobretensión

Los protectores de sobretensión son dispositivos de protección eléctrica que se utilizan para
proteger los equipos electrónicos y eléctricos contra los picos de voltaje y las
sobretensiones en el suministro de energía eléctrica. Los picos de tensión pueden ser
causados por una variedad de factores, como rayos, apagones de energía, interruptores de
carga y otros eventos eléctricos. Estos picos de tensión pueden dañar los equipos
electrónicos, lo que puede resultar en la pérdida de datos, el mal funcionamiento del equipo
o incluso su destrucción completa.

El principio de funcionamiento de un protector de sobretensión se basa en la supresión de


los picos de tensión que se producen en el suministro eléctrico. Cuando un pico de tensión
llega al protector de sobretensión, el dispositivo dirige la corriente eléctrica excesiva a través
de un elemento supresor de voltaje, como un varistor. Estos elementos supresores de

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

voltaje tienen una resistencia no lineal que disminuye cuando la tensión aumenta, lo que
permite que la corriente fluya a través de ellos y se disipe en forma de calor.

En el siguiente diagrama se puede observar la protección a la entrada de alimentación de la


red eléctrica ante sobrevoltajes:

Protección en la entrada de la red eléctrica ante sobretensión

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Elementos de conmutación y control

Contactores

Un contactor es un dispositivo electromecánico utilizado para controlar la corriente eléctrica


en circuitos de alta potencia. Consiste en un conjunto de contactos eléctricos que se abren y
se cierran mediante el accionamiento de un electroimán.

Cuando se aplica una corriente eléctrica a la bobina A1-A2 del contactor, este genera un
campo magnético que atrae un martillo móvil, que a su vez cierra los contactos del
contactor. Cuando se interrumpe la corriente en el electroimán, el martillo se libera y los
contactos se abren.

Los contactores se utilizan en una amplia variedad de aplicaciones donde se necesita


controlar la corriente eléctrica de alta potencia, como en motores eléctricos, calentadores,
iluminación, sistemas de aire acondicionado, etc. También se utilizan en el control de
maquinaria industrial y en la automatización de procesos industriales.

Algunas de las ventajas de los contactores son su capacidad para soportar grandes cargas
eléctricas, su larga vida útil, su fácil mantenimiento y su capacidad para controlar la
corriente a distancia mediante la conexión de dispositivos de control externos.

Elementos de un contactor

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El símbolo del contactor consta de tres partes: bobina, contactos principales y contactos
auxiliares.

● Solo puede haber una bobina en un contactor.


● Los contactos principales de un contactor son tres y siempre se dibujan como un
símbolo en forma de tres contactos.
● Los contactos auxiliares, como símbolo, se utilizan de la misma forma que los
contactos de relé. Puede haber varios según el contactor y los módulos que se
conecten. Pueden dibujarse no necesariamente en el mismo lado que la bobina o los
contactos principales del contactor.

Símbolo Nombre Apariencia física

Contactos de potencia del


contactor

Bobina del contactor

Contactos auxiliares del


contactor

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Existe una asociación mecánica directa entre la bobina y los contactos de fuerza que se
representa por una línea discontinua. Esto representa que cuando la bobina se energiza sus
contactos se cierran, tal como se muestra en el siguiente diagrama:

Asociación de bobina y contactos de fuerza de un contactor

En los contactores eléctricos, los contactos son los componentes que permiten establecer o
interrumpir la corriente eléctrica a través de ellos. Existen varios tipos de contactos, entre
ellos los más comunes son:

● Contacto normalmente abierto (NA): Es un contacto que se encuentra abierto (sin


conducción) cuando el contactor no está energizado. Al aplicar corriente a la bobina
del contactor, ésta atrae la armadura y cierra el contacto, permitiendo que la
corriente fluya a través de él. Cuando se interrumpe la corriente en la bobina, el
contacto se abre de nuevo.
● Contacto normalmente cerrado (NC): Es un contacto que se encuentra cerrado
(con conducción) cuando el contactor no está energizado. Al aplicar corriente a la
bobina del contactor, ésta atrae la armadura y abre el contacto, interrumpiendo el
paso de corriente. Cuando se interrumpe la corriente en la bobina, el contacto vuelve
a cerrarse.
● Contacto conmutable: Es un contacto que puede funcionar como NA o como NC,
dependiendo de la posición del mecanismo del contactor. Si el mecanismo está en
posición de reposo, el contacto puede ser NA o NC, y al energizar el contactor,
cambia su estado.
● Contacto de doble polo: Es un contacto que tiene dos juegos de contactos en el
mismo dispositivo, lo que permite controlar dos circuitos eléctricos independientes
con el mismo contactor. Un juego de contactos puede ser NA y el otro NC, o ambos
pueden ser del mismo tipo.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Tipos de contactos auxiliares


Estos contactos se pueden ampliar agregando bloques de contacto encima del contactor:

Bloques auxiliares de un contacto

También es posible tener unos contactos temporizados que dependen del contactor. Esto
se logra agregando un temporizador neumático encima del contactor, tal forma que cuando
se activa empieza el conteo:

Contactos temporizados en el contactor

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Rele o relays
En términos simples, un relé consta de dos partes: la bobina y los contactos. Si el solenoide
se activa eléctricamente, los contactos se cerrarán o se abrirán.

Bobina : caracterizada por su tensión de alimentación. Para "iniciar o activar" una bobina
eléctrica, debe suministrarle alimentación de CC o CA, según el tipo de bobina. Las bobinas
más comunes por tensión de alimentación son:

● 12 V CC, 12 V CA,
● 24 VCC, 24 VCA,
● 230 VCA.

Contactos : se caracterizan por su estado (abierto o cerrado) cuando la bobina está en


reposo y cuando está energizada. En la mayoría de los casos, se utilizan tres tipos de
contactos:

NO – Contacto normalmente abierto. Este contacto está abierto (no conduce corriente)
cuando la bobina no está energizada y se cierra (conduce corriente) cuando la bobina está
energizada.

NC – Contacto normalmente cerrado. Este contacto se cierra cuando la bobina no está


energizada y se abre cuando la bobina está energizada.

NCNO (contacton conmutable)- un contacto de interruptor entre NC y NO.

Tipos y partes de un relay según número de polos

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El símbolo del relé consta de dos partes: la bobina y los contactos. La bobina en un relé es
solo una, mientras que los contactos en un relé pueden ser muchos. El número y tipo de
contactos depende del modelo del relé. Entre otras cosas, podemos distinguir:

Relés unipolares: tienen un campo de contacto, generalmente generalmente conmutado


entre NC y NO,

Relés de dos polos: tienen 2 campos de contacto,

Relés de cuatro polos: tienen 4 campos de contacto.

En un relé de dos polos, la aplicación de voltaje a la bobina del relé activará la conmutación
en dos campos de contactos a la vez. Los símbolos de los relés en los diagramas de
cableado se muestran a continuación:

Símbolo Nombre Apariencia física

Bobina de contactor o relé

Contactos conmutable de
doble tiro

Contactos dobles

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Temporizadores

Un temporizador es un dispositivo que se utiliza para controlar el tiempo de encendido o


apagado de un circuito eléctrico. Los temporizadores electrónicos se utilizan en una amplia
variedad de aplicaciones en la industria eléctrica y electrónica. Por ejemplo, se pueden
utilizar para controlar el tiempo de funcionamiento de las luces, ventiladores, motores,
bombas, sistemas de calefacción y refrigeración, sistemas de riego, entre otros.

Temporizador a la conexión, también llamado temporizador on-delay, se utiliza para


programar un retraso en la activación de un circuito eléctrico después de que se haya
aplicado la alimentación eléctrica.

Cuando se conecta la el temporizador a la fuente de eléctrica, comienza la operación de


conteo del tiempo preestablecido en el temporizador. Después de que se finaliza este
tiempo, los contactos cambian de estado.

Si la bobina se desconecta durante el proceso de temporización, el temporizador se


restablece. Del mismo modo, si se desconecta la bobina después de que el temporizador se
haya activado, también se restablece.

Temporizador a la desconexión, también conocido como temporizador off-delay, se utiliza


para programar un retraso en la desconexión de un circuito eléctrico después de que se
haya desactivado la alimentación eléctrica. Por ejemplo, se puede utilizar un temporizador a
la desconexión para mantener encendida una luz de emergencia durante un cierto tiempo
después de que se haya perdido la alimentación eléctrica.

A continuación podemos ver los símbolos de los temporizadores y sus contactos:

Símbolo Nombre Apariencia física

Temporizador con retardo a


la conexión (ON-Delay)

Contacto de temporizador
con retardo a la conexión
(ON-Delay)

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Temporizador con retardo a


la desconexión (OFF-Delay)

Contacto de temporizador
con retardo a la
desconexión (OFF-Delay)

Elementos de mando y control

Partes de elementos de control manual

En los diagramas de cableado podemos encontrar símbolos para dispositivos de control de


los contactos. La parte que hace que el contacto se enganche o cambie se llama actuador,
que básicamente puede ser cualquier fenómeno de desplazamiento, por ejemplo: pulsar,
girar, rotar,etc.

La estructura de un símbolo de dispositivo de conmutación de contacto consta de al menos


tres partes: actuador, función del actuador y contacto, a esto se deben agregar las
descripciones que aparecen alrededor del símbolo, por ejemplo, referencia o ID del
dispositivo, descripción, números de conexión de contacto. A continuación se muestra un
ejemplo de un pulsador sin autorretorno que activa un contacto NO normalmente abierto:

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Partes de un símbolo de contacto

Los símbolos eléctricos para un dispositivo de conmutación de contacto constan de al


menos 3 partes, aunque algunos casos pueden ser más elaborados. A continuación, a
modo de comparación, se muestra algunas opciones posibles (algunas de muchas) para
construir un dispositivo de conmutación de contacto con una función adicional.

Construcción de un elemento de control con contacto

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Pulsador NO y NC

Los pulsadores se utilizan a menudo para controlar los procesos industriales, como el inicio
y detención de la maquinaria. Las partes de un pulsador son contacto, cuerpo y cabeza o
actuador:

Partes de un pulsador con luz piloto

Los pulsadores pueden tener dos estados básicos: normalmente abierto (NA) y
normalmente cerrado (NC).

Un pulsador normalmente abierto (NA) se encuentra en un estado abierto cuando no se


está presionando. En otras palabras, no hay continuidad eléctrica a través del pulsador
cuando no se lo está presionando. Cuando se presiona el pulsador, se cierra el circuito
eléctrico y se establece la continuidad eléctrica a través del pulsador. Este tipo de pulsador
se utiliza a menudo como un interruptor momentáneo en un circuito eléctrico.

Por otro lado, un pulsador normalmente cerrado (NC) se encuentra en un estado cerrado
cuando no se está presionando. En otras palabras, hay continuidad eléctrica a través del
pulsador cuando no se lo está presionando. Cuando se presiona el pulsador, se abre el
circuito eléctrico y se interrumpe la continuidad eléctrica a través del pulsador. Este tipo de
pulsador se utiliza a menudo como un interruptor de seguridad en un circuito eléctrico, ya
que cualquier interrupción en el circuito eléctrico (como la apertura del pulsador) detendrá el
flujo de corriente eléctrica y evitará posibles daños.

Símbolo Nombre Apariencia física

Pulsador normalmente
abierto

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Pulsador normalmente
cerrado

Pulsador de pie

Pulsadores de emergencia

Los pulsadores de emergencia son dispositivos de seguridad que se utilizan en


instalaciones eléctricas para detener rápidamente la energía eléctrica en caso de
emergencia. Estos pulsadores se encuentran comúnmente en lugares donde se requiere
una acción inmediata para detener la energía, como en equipos industriales, ascensores,
escaleras mecánicas, máquinas de producción, entre otros.

Los pulsadores de emergencia están diseñados para ser fáciles de identificar y operar en
situaciones de emergencia. Por lo general, son de color rojo y tienen una forma fácilmente
distinguible, como un botón grande o un tirador. Cuando se activa el pulsador, se interrumpe
la alimentación eléctrica de la instalación, deteniendo el funcionamiento de los equipos y
previniendo posibles accidentes.

Además, los pulsadores de emergencia suelen estar equipados con un mecanismo de


bloqueo que impide su rearme hasta que se haya solucionado la causa de la emergencia y
se hayan tomado las medidas necesarias para garantizar la seguridad de las personas y los
equipos.

Símbolo Nombre Apariencia física

Pulsador de emergencia

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Pulsador de emergencia con


desactivación por llave

Selectores

Los selectores de múltiples posiciones en los diagramas toman diferentes formas, pero el
análisis de cada uno es muy similar. Echemos un vistazo a un interruptor de tres posiciones
con dos contactos normalmente abiertos (NO):

Este interruptor tiene dos campos de contacto. En un diagrama de cableado, los contactos
de dicho interruptor generalmente están en un lado y están conectados por una línea
discontinua. Sin embargo, sucede que un campo de contacto puede estar en la página A y
el otro campo de contacto en la página B; en este caso, los símbolos tienen referencias de
página (página.columna) que vinculan el símbolo a un todo lógico.

Partes de un selector de tres posiciones

Los símbolos de interruptores de posiciones múltiples normalmente muestran el número de


posiciones como guiones inclinados junto con una descripción abreviada de cada posición
(p. ej., A-0-M). A continuación se muestra un ejemplo de un interruptor de tres posiciones:

● Posición izquierda: control automático, contacto izquierdo cerrado,


● Posición intermedia: control deshabilitado, ambos contactos están apagados
(abiertos),

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● Posición derecha: control manual, contacto derecho cerrado.

Posiciones de un selector de tres posiciones

Un ejemplo de otro interruptor de tres posiciones con indicador LED en un armario eléctrico:

Vista de un selector en un panel de control

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Símbolo Nombre Apariencia física

Selector de tres posiciones

Selector con llave

Electroválvulas

Una electroválvula industrial es un dispositivo electromecánico utilizado en sistemas de


control de fluidos para regular el flujo de líquidos o gases a través de una tubería o
conducto. Estas válvulas están compuestas por una bobina electromagnética, un núcleo
móvil y un asiento de válvula que se abre o se cierra cuando se aplica o se quita energía
eléctrica a la bobina.

Las electroválvulas se utilizan en diversas aplicaciones industriales, como sistemas de


riego, sistemas de refrigeración, control de presión de líquidos y gases, sistemas de
calefacción, entre otros. Además, las electroválvulas pueden ser de diferentes tipos, como
las de acción directa, las de pilotaje, las de diafragma, entre otras, y pueden estar
fabricadas en diferentes materiales, como acero inoxidable, bronce o plástico, dependiendo
de las necesidades de cada aplicación.

Símbolo Nombre Apariencia física

Electroválvula

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Captadores de control industrial

Los captadores de control son dispositivos que se utilizan para medir y detectar diferentes
variables en los sistemas de control industrial, como la temperatura, la presión, la humedad,
el nivel de líquido, la velocidad, la posición, entre otros. Estos dispositivos convierten la
información de las variables en una señal eléctrica que se puede utilizar para monitorear y
controlar el sistema.

Existen diferentes tipos de captadores de control que se utilizan en la industria, algunos de


los más comunes son:

Termostatos: Los termostatos son dispositivos de control de temperatura que se utilizan


para mantener la temperatura de un proceso o equipo dentro de un rango de operación
establecido. Los termostatos se activan cuando la temperatura alcanza un nivel
predeterminado y se desactivan cuando se alcanza otro nivel predeterminado. Los
termostatos se utilizan en una amplia variedad de aplicaciones, desde sistemas de
calefacción y refrigeración hasta procesos de fabricación que requieren temperaturas
controladas.

Presostatos: Los presostatos son dispositivos de control de presión que se utilizan para
monitorear la presión de los fluidos y gases en los sistemas. Los presostatos se activan
cuando la presión alcanza un nivel predeterminado y se desactivan cuando se alcanza otro
nivel predeterminado. Los presostatos se utilizan en una amplia variedad de aplicaciones,
desde sistemas hidráulicos y neumáticos hasta sistemas de climatización y procesos de
fabricación.

Interruptores de nivel: Los interruptores de nivel son dispositivos de control que se utilizan
para medir y monitorear el nivel de líquidos y sólidos en los sistemas. Los interruptores de
nivel se activan cuando el nivel alcanza un punto predeterminado y se desactivan cuando se
alcanza otro punto predeterminado. Los interruptores de nivel se utilizan en una amplia
variedad de aplicaciones, desde sistemas de tratamiento de agua y aguas residuales hasta
procesos de fabricación que requieren niveles de líquidos y sólidos controlados.

Finales de carrera: Los finales de carrera son dispositivos de control que se utilizan para
detectar la posición de los equipos y maquinarias en los sistemas. Los finales de carrera se
activan cuando los equipos alcanzan una posición predeterminada y se desactivan cuando
se alcanza otra posición predeterminada. Los finales de carrera se utilizan en una amplia
variedad de aplicaciones, desde sistemas de transporte y elevación hasta procesos de
fabricación que requieren la detección precisa de la posición de los equipos.

Interruptores de flujo: Los interruptores de flujo son dispositivos de control que se utilizan
para monitorear el flujo de líquidos y gases en los sistemas. Los interruptores de flujo se
activan cuando el flujo alcanza un caudal predeterminado y se desactivan cuando se
alcanza otro caudal predeterminado.

A continuación se presenta los símbolos de estos dispositivos:

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Símbolo Nombre Apariencia física

Presostato

Interruptor final de carrera o


presostato

Flota o interruptor de nivel

Termostato

Interruptor de flujo

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Señalizadores

Luces piloto

Las luces piloto de control industrial son dispositivos utilizados en el campo de la


automatización industrial para indicar el estado de funcionamiento de una máquina, equipo
o sistema. Estas luces generalmente se montan en un panel de control o en una consola de
operación y proporcionan información visual instantánea sobre el estado de la operación.

Las luces piloto típicamente se utilizan para indicar la presencia o ausencia de energía
eléctrica, el estado de encendido o apagado de un equipo, la activación de una alarma, la
activación de un interruptor de seguridad, o el estado de un proceso en curso.

Las luces piloto de control industrial vienen en una variedad de colores, incluyendo rojo,
verde, amarillo, azul y blanco, y se pueden configurar para parpadear o permanecer
encendidas continuamente.

Símbolo Nombre Apariencia física

Luz piloto

Luz estroboscópica

Luz piloto intermitente

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Pulsador con luz piloto

Señalizadores acústicos

Los sistemas de control industrial utilizan señalizadores acústicos para indicar la ocurrencia
de eventos o situaciones específicas en un proceso industrial, como una falla en el sistema,
la finalización de una tarea o una alarma de seguridad. Estos señalizadores acústicos se
utilizan para alertar al personal de producción sobre cambios en el proceso, permitiendo una
respuesta rápida y adecuada.

Hay varios tipos de señalizadores acústicos utilizados en sistemas de control industrial,


cada uno con una función específica. Algunos de los más comunes incluyen:

Sirenas: Las sirenas son dispositivos que emiten un sonido fuerte y agudo para alertar a los
trabajadores sobre una situación de emergencia o para indicar la finalización de una tarea.
Estos sonidos son fácilmente distinguibles de otros sonidos en el entorno y, por lo tanto, son
efectivos para llamar la atención.

Timbres: Los timbres son señalizadores acústicos que se utilizan para indicar la ocurrencia
de eventos específicos en el proceso de producción, como la finalización de una tarea o la
activación de un dispositivo. Los timbres pueden emitir sonidos distintos para diferentes
situaciones.

Alarmas audibles: Las alarmas audibles son dispositivos que emiten un sonido fuerte y
continuo para indicar la ocurrencia de una situación de emergencia. Estos sonidos son
fácilmente distinguibles de otros sonidos en el entorno y, por lo tanto, son efectivos para
llamar la atención en situaciones de emergencia.

Símbolo Nombre Apariencia física

Zumbador

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Avisador acústico

Timbre

Sirena

Preactuadores electrónicos

Contactor de estado sólido

Un contactor de estado sólido (SSR) es un dispositivo de control de potencia que utiliza


componentes electrónicos de estado sólido para conmutar la carga eléctrica en lugar de los
contactos mecánicos utilizados en los contactores electromecánicos convencionales.

Símbolo Nombre Apariencia física

Relay de estado sólido de


potencia trifásico

El SSR consta de un circuito de entrada, un circuito de salida y un circuito de control. El


circuito de entrada convierte la señal de control de bajo voltaje en una señal de alta tensión,
que se aplica al circuito de salida. El circuito de salida controla la potencia suministrada a la
carga eléctrica mediante la conmutación de los componentes de estado sólido. Los SSR

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

son menos propensos al desgaste mecánico y a la falla prematura y pueden proporcionar


una conmutación más rápida y precisa que los contactores electromecánicos.

Los SSR son ampliamente utilizados en la industria y la automatización de procesos para el


control de motores eléctricos, sistemas de iluminación, hornos industriales, equipos de
soldadura, entre otros. Son una alternativa eficiente y confiable a los contactores
electromecánicos convencionales en aplicaciones de alta potencia. Los SSR tienen una vida
útil más larga, son más seguros, más precisos y requieren menos mantenimiento que los
contactores electromecánicos, lo que los hace ideales para aplicaciones de alta frecuencia
de conmutación y de alta precisión en el control de la potencia eléctrica.

Arrancadores suave o electrónicos

Los arrancadores suaves o electrónicos son dispositivos electrónicos de control de motor


que se utilizan para reducir la corriente de arranque.

Símbolo Nombre Apariencia física

Arrancador suave o
electrónico

En lugar de aplicar la tensión completa del sistema de alimentación de manera abrupta, los
arrancadores suaves aplican una tensión reducida y la aumentan gradualmente a medida
que el motor acelera. Esto reduce la corriente de arranque y disminuye la tensión de los
componentes eléctricos en el motor, lo que prolonga la vida útil del equipo y reduce la
necesidad de reparaciones y mantenimiento.

Variadores de frecuencia

Los variadores de frecuencia son dispositivos electrónicos utilizados para controlar la


velocidad y el par de los motores eléctricos mediante la modificación de la frecuencia y la
tensión de la alimentación eléctrica suministrada al motor. Los variadores de frecuencia son
capaces de ajustar la velocidad del motor de forma precisa y gradual, lo que los hace
ideales para aplicaciones que requieren una velocidad variable, como bombas, ventiladores,
transportadores, sistemas de climatización, entre otros.

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El variador de frecuencia se compone de varias secciones, pero las principales son la


sección de rectificación, la sección de filtrado y la sección del inversor. En la sección de
rectificación, se convierte la corriente alterna suministrada a la entrada del variador de
frecuencia en corriente continua mediante un puente rectificador. El puente rectificador
consiste en un conjunto de diodos conectados en una configuración específica para
convertir la corriente alterna en corriente continua.

Símbolo Nombre Apariencia física

Variador de frecuencia

En la sección de filtrado, el circuito de entrada del variador de frecuencia usa un filtro de


capacitores para suavizar la corriente continua producida por el puente rectificador. Esto
ayuda a reducir la ondulación de la corriente y la tensión, mejorando la calidad de la señal
eléctrica.

En la sección del inversor, el circuito de control del variador de frecuencia utiliza los
transistores de potencia para generar una corriente alterna de tensión y frecuencia variable
que se suministra al motor. La frecuencia y la tensión de salida se controlan a través del
circuito de control para variar la velocidad y el par del motor.

Motores eléctricos

Los motores eléctricos son dispositivos que convierten la energía eléctrica en energía
mecánica, lo que los convierte en una parte esencial de muchos sistemas y procesos
industriales, así como de la vida cotidiana.

Funcionan a partir de los principios de la interacción entre los campos magnéticos y las
corrientes eléctricas, en los que un campo magnético giratorio se genera dentro del motor,
lo que provoca que el rotor del motor gire y realice trabajo mecánico.

Existen diversos tipos de motores pero los podemos clasificar como:

● Motores monofásicos
● Motores trifásicos
● Motores de corriente continua

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A continuación se pueden ver los símbolos de estos motores:

Símbolo Nombre Apariencia física

Motor monofásico

Motor trifásico

Motor trifásico de 6
terminales

Motor trifásico con rotor


bobinado

Motor de corriente directa

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Sensores de proximidad

Los sensores de proximidad son dispositivos utilizados en la industria para detectar la


presencia o ausencia de objetos en su entorno cercano. Estos sensores pueden ser
utilizados para diferentes aplicaciones, como por ejemplo en la detección de piezas en
líneas de producción, en sistemas de seguridad y en robots industriales.

Partes de un símbolo de los sensores de proximidad

Existen varios tipos de sensores de proximidad, pero los más comunes son:

● Sensores de proximidad inductivos: Estos sensores detectan la presencia de


objetos metálicos en su campo de acción. El sensor genera un campo
electromagnético y cuando un objeto metálico entra en el campo, este cambia el
campo magnético, lo que produce una señal de salida.

● Sensores de proximidad capacitivos: Estos sensores detectan la presencia de


cualquier objeto, sea metálico o no, en su campo de acción. El sensor genera un
campo eléctrico y cuando un objeto entra en el campo, este cambia el campo
eléctrico, lo que produce una señal de salida.

● Sensores de proximidad fotoeléctricos: Estos sensores utilizan luz para detectar


la presencia de objetos. Los sensores emiten luz y cuando un objeto entra en su
campo de acción, la luz es reflejada y detectada por el sensor, lo que produce una
señal de salida.

● Sensores de proximidad ultrasónicos: Estos sensores utilizan ondas sonoras


para detectar la presencia de objetos. El sensor emite una onda sonora y cuando un

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

objeto entra en su campo de acción, la onda es reflejada y detectada por el sensor,


lo que produce una señal de salida.

Símbolos de algunos sensores de proximidad

Los sensores de proximidad son muy útiles en la industria debido a que no necesitan
contacto físico con el objeto a detectar, lo que reduce el desgaste y aumenta la vida útil del
sensor y del objeto a detectar. Además, estos sensores son muy precisos y rápidos en la
detección, lo que permite una mayor eficiencia y seguridad en los sistemas de control
industrial.

Veamos algunos de los símbolos de estos sensores:

Símbolo Nombre Aspecto físico

Sensor capacitivo

Sensor inductivo

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Sensor magnético

Sensor fotoeléctrico

Sensor de ultrasonido

Transformadores eléctricos

Transformador de control

Los transformadores de control son un tipo de transformador eléctrico que se utiliza para
proporcionar un voltaje seguro y de baja potencia para alimentar equipos electrónicos de
control, como relés, interruptores y contactores. Estos transformadores se llaman "de
control" porque proporcionan la energía necesaria para controlar el funcionamiento de otros
equipos eléctricos, en lugar de proporcionar la energía principal para la carga.

Los transformadores de control suelen tener una sola bobina primaria y una o varias
bobinas secundarias, que están aisladas eléctricamente entre sí. La bobina primaria se
conecta a la línea de suministro de energía eléctrica, y la bobina secundaria suministra la
energía de control a los equipos que la necesitan.

El voltaje de salida de un transformador de control suele ser de 24 VAC o 120 VAC, y se


puede ajustar mediante la selección de la relación de vueltas entre la bobina primaria y la
bobina secundaria. Estos transformadores suelen ser compactos y fáciles de instalar, y
están diseñados para cumplir con los requisitos de seguridad eléctrica.

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Símbolo Nombre Aspecto físico

Transformador

Transformador de corriente

Un transformador de corriente, también conocido como transformador de intensidad, es un


tipo de transformador eléctrico que se utiliza para medir la corriente eléctrica en un circuito
de alta tensión. Funciona de manera similar a un transformador de potencia, pero en lugar
de cambiar el voltaje, cambia la corriente.

El transformador de corriente tiene una bobina primaria y una o varias bobinas secundarias,
que están aisladas eléctricamente entre sí. La bobina primaria se envuelve alrededor del
conductor por el que fluye la corriente que se desea medir, y la bobina secundaria se
conecta a un instrumento de medición, como un amperímetro o un relé de protección.

La relación de vueltas entre la bobina primaria y la bobina secundaria del transformador de


corriente se elige de tal manera que el instrumento de medición pueda manejar la corriente
eléctrica de forma segura. Por ejemplo, si se quiere medir una corriente de 500 amperios,
se puede usar un transformador de corriente con una relación de vueltas de 500:1, de tal
forma que la corriente en la bobina secundaria sea de 1 amperio.

Símbolo Nombre Aspecto físico

Transformador de corriente

Autotransformadores

El autotransformador es similar a un transformador convencional en su construcción, con un


núcleo de hierro y una bobina enrollada alrededor de él. Sin embargo, a diferencia de un
transformador convencional, el autotransformador tiene una sola bobina que realiza las
funciones de la bobina primaria y la secundaria.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En un sistema de arranque con autotransformador, se utiliza un autotransformador en lugar


de un transformador convencional para suministrar energía al motor. El autotransformador
tiene una sola bobina, que se utiliza tanto para la bobina primaria como para la secundaria.
En lugar de tener un bobinado secundario separado, se utiliza un punto intermedio en la
bobina primaria para proporcionar una tensión reducida para el arranque del motor.

Durante el arranque del motor, el autotransformador se ajusta para proporcionar una tensión
reducida al motor. Esto reduce la corriente de arranque y minimiza el desgaste en el motor,
lo que puede ayudar a prolongar su vida útil. Una vez que el motor está en marcha, el
autotransformador se ajusta de nuevo para proporcionar la tensión nominal completa al
motor.

Símbolo Nombre Aspecto físico

Autotransformador trifásico

Fuente de alimentación de corriente continua

Una fuente de alimentación es un dispositivo que convierte la energía eléctrica de la red


eléctrica o de otra fuente de alimentación en una salida generalmente de 24 voltios de
corriente continua (DC) para alimentar dispositivos eléctricos o electrónicos de un sistemas
de control.

La fuente de alimentación consta de un transformador que reduce el voltaje de entrada de la


red eléctrica a un voltaje más bajo, seguido de un rectificador que convierte la corriente
alterna en corriente continua. A continuación, un circuito regulador de voltaje se utiliza para
ajustar la salida de la fuente de alimentación a un valor constante de 24 voltios DC.

Símbolo Nombre Aspecto físico

Fuente de alimentación

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Capítulo 4 - Identificadores en
símbolos y terminales

Identificadores o referencias de los elementos

Cuando se trata de los esquemas eléctricos industriales, es común que estén divididos en
varias secciones, lo que puede resultar confuso y difícil de entender si no se sigue un orden
adecuado. Por lo tanto, es importante entender las secciones más habituales y cómo
localizarlas para poder profundizar en cada una de ellas.

Es común que los esquemas estén divididos en distintos documentos, ya sean libros
separados, carpetas o documentos digitales PDF separados. Si se tienen documentos
separados, es importante poner un identificador o referencia en cada uno indicando dónde
sigue ese documento o qué documentos están enlazados. De esta forma, se agiliza la
localización y se facilita la comprensión tanto para uno mismo como para los compañeros.

Otra forma de dividir el esquema es por instalaciones, utilizando abreviaturas o palabras


completas para identificar cada sección. Esto resulta útil cuando se tiene una fábrica con
distintas secciones, por ejemplo, una de llenado, una de sellado y otra de paletizado. Al
identificar cada sector, se puede saber rápidamente a qué se refiere cada elemento del
esquema.

También es común que se utilice la localización física para identificar los elementos del
esquema. Esto se refiere a la ubicación física de cada elemento dentro de la máquina, lo
que puede significar distintas cosas según el tipo de máquina. En este caso, se utiliza un
número o una abreviatura alfanumérica para cada sala o ubicación física, lo que ayuda a
localizar rápidamente cada elemento del esquema.

Por último, algunos fabricantes utilizan una división por tableros o paneles eléctricos,
cuando la máquina es muy grande y tiene distintos tableros de conexiones. En este caso, se
identifica cada panel de conexión de forma separada para facilitar la comprensión del
esquema.

Partes de un identificador o referencia

En los diseños diagramas eléctricos se debe utilizar un código estandarizado para identificar
cada componente.

El código consta de cuatro bloques, aunque no es necesario utilizarlos todos, y cada bloque
se compone de una serie de dígitos alfanuméricos. Estos bloques se representan de la

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

siguiente manera y cada uno transmite información específica que se detallará a


continuación:

Partes de una referencia o identificador de un elemento o símbolo

Bloque 1: Subdivisión fundamental

El objetivo del bloque de subdivisión fundamental es establecer una relación entre un


elemento o equipo y una unidad constructiva superior. Es decir, el código del circuito,
armario, instalación, proyecto, etc., o una combinación de ellos, donde se encuentra
ubicado el elemento identificado, se incluye en este bloque. Su uso es opcional y se limita a
proyectos complejos. La estructura del bloque se compone de caracteres alfanuméricos, y
su codificación depende según sea el diseñador o proyecto en cuestión.

Por ejemplo, el código 3MB8 podría corresponder a la máquina 3M, ubicada en la sala B8
del tercer piso.

Bloque 2: ubicación

El bloque de situación indica la ubicación física del elemento dentro de un subconjunto o, en


algunos casos, dentro del plano en el que se ha representado.

Ejemplo, el código E4 corresponde a un símbolo en la fila E y columna.

Este bloque, que es opcional, es útil para localizar los elementos durante operaciones de
mantenimiento o interpretación de planos, especialmente en proyectos complejos.

La forma más común de situar componentes es mediante sus coordenadas, dividiendo el


subconjunto o plano en filas y columnas a las que se les asignan números y letras
consecutivos o únicamente números.

Si se utilizan solamente números, es importante evitar cualquier posibilidad de confusión al


asignarles un número y una letra a las filas y columnas. En el bloque de situación, se puede
añadir la ubicación del elemento dentro del armario, la instalación, etc., siempre al principio
de la identificación. La disposición de las filas y columnas puede adaptarse a la disposición
de los elementos del conjunto para simplificar la localización.

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Bloque 3: Clase-Número-Función

En este bloque se establece la identificación del elemento en el esquema eléctrico y está


dividido en tres partes o sub-bloques denominados: clase, número y función.

La "clase" se refiere al tipo de elemento eléctrico, como por ejemplo un resistor, un


capacitor, un diodo, un motor, un relé, etc. Cada tipo de elemento eléctrico tiene una clase
específica asignada.

Ejemplo de referencia tomando en cuenta la clase de elemento

El "número", la numeración es el único que se requiere obligatoriamente en la identificación


de componentes. La numeración puede ser ajustada según las necesidades del circuito,
utilizando números naturales que empiezan por uno, y no es necesario que formen una
secuencia consecutiva. Este número se utiliza para hacer referencia a un elemento
específico en el diagrama.

La "función" indica la función que el elemento eléctrico desempeña en el circuito sin


importar su tipo, como por ejemplo un elemento de control, un elemento de potencia, un
elemento de señal, un elemento auxiliar, etc. Esta función se representa mediante una letra,
seguida en ocasiones por un número.

Referencia de símbolo con clase y función del elemento

Se aconseja proceder las referencias de los elementos mediante un guión "-" para así poder
distinguirlas de otras referencias como por ejemplo números de serie que pueden también
acompañar a la representación del equipo.

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Tabla- Clase de elementos

Letra Referencia Ejemplo

A Conjuntos, subconjuntos Amplificador de tubos o de


funcionales (de serie) transistores, amplificador
magnético, regulador de
velocidad, autómata
programable

B Transductores de una Par termoeléctrico, detector


magnitud eléctrica en una termoeléctrico, detector
magnitud eléctrica o fotoeléctrico dinamómetro
viceversa eléctrico, presostato,
termostato, detector de
proximidad

C Condensadores

D Operadores binarios, Operador combinatorio,


dispositivos de línea de retardo, báscula
temporización, de puesta en biestable, báscula
memoria monoestable, grabador,
memoria magnética

E Materiales varios Alumbrado, calefacción,


elementos no incluidos en
esta tabla

F Dispositivos de protección Cortocircuito fusible,


limitador de sobretensión,
pararrayos, relé de
protección de máxima de
corriente, de umbral de
tensión

G Generadores Dispositivos Generador, alternador,


de alimentación convertidor rotativo de
frecuencia, batería
oscilador, oscilador de
cuarzo

H Dispositivos de señalización Piloto luminoso, avisador


acústico

K Relés de automatismo y Utilizar KA y KM en los


contactores equipos importantes

KA Relés de automatismo y Contactor auxiliar


contactores auxiliares temporizado, todo tipo de
relés

KM Contactores de potencia

L Inductancias Bobina de inducción, bobina

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de bloqueo

M Motores

N Subconjuntos (no de serie)

P Instrumentos de medida y Aparato indicador, aparato


de prueba grabador, contador,
conmutador horario

Q Aparatos mecánicos de Disyuntor, seccionador


conexión para circuitos de
potencia

R Resistencias Resistencia regulable,


potenciómetro, reostato,
shunt, termistancia

S Aparatos mecánicos de Auxiliar manual de control,


conexión para circuitos de pulsador, interruptor de
control posición, conmutador

T Transformadores Transformador de tensión,


transformador de corriente

U Moduladores, convertidores Discriminador,


demodulador, convertidor de
frecuencia, codificador,
convertidor-rectificador,
ondulador autónomo

V Tubos electrónicos, Tubo de vacío, tubo de gas,


semiconductores tubo de descarga, lámpara
de descarga, diodo,
transistor, tiristor,
rectificador

W Vías de transmisión, guías Tirante (conductor de


de ondas, antenas reenvío), cable, juego de
barras

X Bornas, clavijas, zócalos Clavija y toma de conexión,


clips, clavija de prueba,
tablilla de bornas, salida de
soldadura

Y Aparatos mecánicos Freno, embrague,


accionados eléctricamente electroválvula neumática,
electroimán

Z Cargas correctivas, Equilibrador, corrector, filtro


transformadores
diferenciales, filtros
correctores, limitadores

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Tabla - Función del elemento

Letra Función

A Auxiliar

B Dirección de movimiento (hacia adelante,


hacia atrás, subir, bajar, etc).

C Recuento

D Diferencia

E No definida

F Protección.

G Ensayo

H Serialización.

K Integración

L No definida

M Principal

N Medición

P Proporcional.

Q De arranque, de parada, fin de carrera.

R Reenganche o anulación.

S Registro

T Temporización

U No definida

V Velocidad (aceleración, frenado).

W Suma

X Multiplicación

Y Analógica

Z Numérica

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Bloque 4 - Borne

El bloque final del identificador indica la regleta de terminales (bornes) o conductor de un


elemento.

Por ejemplo, en el documento DCM23 del borne 17, en la página 23 de lla columna 7 de la
fila F se encuentra la bobina del contactor KM23.Todo esto se expresaría como:

DCM23+23+7F-KM23:17

Identificador de terminales

Contactos auxiliares

Las referencias de los bornes de los contactos auxiliares constan de dos cifras. Las cifras
de las unidades, o cifras de función, indican la función del contacto auxiliar:

▪ 1 y 2: contacto de apertura (NC),

▪ 3 y 4: contacto de cierre (NA), ▪

Ejemplo de numeración de contactos auxiliares

Ejemplo

Bornes 11 y 12 = Primer contacto NC.

Bornes 23 y 24 = Segundo contacto NO

5 y 6: contacto de apertura de funcionamiento especial; por ejemplo, temporizado,


decalado, de paso, de disparo térmico, etc.

▪ 7 y 8: contacto de cierre de funcionamiento especial; por ejemplo, temporizado, decalado,


de paso, de disparo en un relé de prealarma.

▪ La cifra de las decenas indica el número de orden de cada contacto del aparato. Dicho
número es independiente de la disposición de los contactos en el esquema.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

▪ El rango 9 (y el 0, si es necesario) queda reservado para los contactos auxiliares de los


relés de protección contra sobrecargas, seguido de la función 5 y 6 o 7 y 8.

Marcación de terminales de contactos auxiliares de temporizadores

Marcación de terminales de contactos auxiliares de relé térmico

Contactos principales

La referencia de sus bornes consta de una sola cifra:

● De 1 a 2 en aparatos unipolares.
● De 1 a 4 en aparatos bipolares.
● De 1 a 6 en aparatos tripolares.
● De 1 a 8 en aparatos tetrapolares.

Las cifras impares se sitúan en la parte superior y la progresión se efectúa en sentido 1º de


arriba abajo y 2º de izquierda a derecha.

Las cifras impares se sitúan en la parte superior y la progresión se efectúa en sentido


descendente y de izquierda a derecha. En los contactores de pequeño calibre, el cuarto
polo de un contactor tetrapolar es la excepción a esta regla ya que la referencia de sus
bornas es igual a la del contacto auxiliar «NC», cuyo lugar ocupa.

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Ejemplo de numeración de los contactos de potencia

Mandos de control

La bobina pertenece a este grupo y va referenciada de manera alfanumérica. En primer


lugar se escribe una letra y a continuación el número de borne. Para el control de un
contactor de una sola bobina = A1 y A2 y para el control de un contactor de dos devanados
= A1 y A2 para el primer devanado y B1 y B2 para el segundo devanado.

Marcación de terminales de bobina de control y elementos de señalización

Representación de bornes

Los bornes son elementos de conexión que se utiliza para enlazar elementos externos
como sensores, pulsadores, selectores, motores, etc. con los elementos del interior del
panel.

Los bornes suelen representarse con un círculo hueco. En ocasiones, también pueden ser
representados con una línea diagonal.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Referenciado de bornes en bornero

Se deben separar los bornes de conexión en dos grupos, de manera que a cada grupo le
llamaremos bornero o comúnmente regletero. Un regletero pertenece al circuito de
potencia, el otro, al de mando.

Cada grupo de bornes se identificará con un nombre distinto y un código alfanumérico cuya
primera letra siempre será “X”, seguida por un número o letra identificadora del grupo.
Ejemplo: X1, X2, X3, etc.

Referenciado de bornera

La forma de ubicar el símbolo de una bornera es un círculo vacio y al lado se coloca el


nombre del regletero (X1, X2 o X3) seguido del número de la bornera, como se muestra en
el siguiente esquema:

En la regletero de bornes X1 se tiene tres bornes: 5, 6 y 7.

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En los circuitos de control, en cada grupo de bornes la numeración es creciente de izquierda


a derecha y va desde hasta n. Por norma, no se debe referenciar el borne con el mismo
número que el hilo que está conectado a él la menos que coincidan por circunstancias de la
serie de numeración de los hilos).

Por ejemplo:

Regletero X1: n° de bornes = 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,.... n


Regletero X2: n° de bornes = 1. 2.3. 4. 5. 6. 7. 8......n

Una serie de numeración de un regletero de potencia podría ser:

L1-L2-L3-N-PE-U1-V1-W1-U2-V2-W2-U3-V3-W3-U4-V4-U5-V5-W5-... de manera
alfanumérica.

Circuitos de potencia

De conformidad con las últimas publicaciones internacionales, se utiliza el siguiente


referenciado:

■ Alimentación monofásica compuesta: L1 - L2 - PE (2 fases y tierra).


■ Alimentación monofásica simple: L - N - PE (fase, neutro y tierra).
■ Alimentación tripolar: L1 - L2 - L3 - PE (3 fases y tierra).
■ Alimentación tetrapolar: L1 - L2 - L3 - N - PE (3 fases, neutro y tierra).
■ Salidas a motores monofásicos: U - V - (PE)* o K - L - (PE)*.
■ Salidas a motores trifásicos: U - V - W - (PE)* ó T1-T2-T3 - (PE)*.
■ Salidas a resistencias: A - B - C, etc.* (PE) solo si procede por el sistema de conexión de
tierra empleado

Terminales de motor trifásico

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Ejemplo práctico

Tenemos un esquema eléctrico en el cual nos aparece una parte de fuerza y otra de mando,
sabemos que el de fuerza, -que funciona con 3 fases de 400 v de corriente alterna-, solo
actúa sobre un motor trifásico con toma de tierra. El de mando solo posee un botón de
marcha y otro de paro en una caja metálica ubicada en el exterior del cuadro eléctrico, y
funciona a 230v de corriente alterna. Designe las referencias que deben llevar los bornes
del regletero.

1. Vemos que la alimentación compone un bloque, ya que el esquema de fuerza nos


demanda 3 fases de 400 v, L1-L2-L3. Además, el esquema de mando nos demanda 230 v,
que sabemos que es la tensión entre fase y neutro L1-N. Pero además, nos demandan
puesta a tierra en el de fuerza PE. Al regletero de acometida lo denominaremos X1 y
estaría formado con 5 bornes de la siguiente manera:

X1: L1-L2-L3-N-PE

2. El circuito de fuerza tiene un actuador que es un motor trifásico con toma de tierra. A su
regletero de fuerza lo denominaremos X2 y estaría formado por 4 bornes de la siguiente
manera:

X2: U1-V1-W1-PE

3. El circuito de mando posee 2 pulsadores para producir la marcha y el paro, con lo que
necesita 3 bornes y tierra por estar en una caja metálica. Al regletero de mando lo
denominamos X3 y estaría formado por 4 bornes de la siguiente manera:

X3: 1-2-3-PE

Ejemplo de numeración de bornes

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Borneras por panel eléctrico

Los elementos del circuito de mando pueden estar ubicados en uno o varios cuadros de
maniobra, cuadros que es necesario conectar entre sí y con los elementos del circuito de
fuerza.

Esta conexión se realiza a través de los llamados borneros, formados por un conjunto de
terminales accesibles que llamamos bornes en los cuadros de maniobra.

En la conexión de los borneros de los distintos cuadros y elementos del circuito intervienen
técnicos que en muchas ocasiones desconocen la totalidad del circuito porque no los han
diseñado y ni pueden ni deben perder el tiempo descifrando los esquemas de fuerza y
mando.

Para que puedan realizar las conexiones correctamente deben utilizar un sistema
inequívoco que relaciona los bornes del cuadro de automatismo con los correspondientes
subcuadros. Uno de los más prácticos es numerar adecuadamente los borneros para que
esta conexión sea mecánica y rutinaria.
Esta numeración comienza con la designación a los distintos cuadros eléctricos de los
elementos del circuito. Esta es una decisión basada en la lógica del proyectista de la
instalación.

Podemos decir, por ejemplo, que un cuadro de maniobra tiene de nombre “X1” o “X2” y
albergan respectivamente la protección “Q1” y los contactores “KM1, KM2 y KM3” el primero
y los pulsadores S1, S2, S3 el segundo.

Asignación de nombre de la bornera por panel

Una vez asignados los elementos de un cuadro es necesario identificar los conductores que
van a ir de un cuadro a otro. Estos conductores deben señalarse y ubicarse en los bornes
correspondientes según el esquema. Estos bornes se marcan mediante etiquetas
identificativas o rotulaciones con tinta inalterable. Algunos fabricantes diseñan fichas
acoplables que permiten también numerarlos.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Los esquemas de borneros

El bornero o regletero es un diagrama gráfico que ilustra la manera correcta de conectar los
elementos externos al cuadro eléctrico. Estos diagramas son muy útiles ya que son
altamente visuales y proporcionan información sobre la cantidad de borneros, el número de
borne, los destinos del cableado tanto dentro como fuera del cuadro, las mangueras y su
composición, entre otros detalles relevantes.

La Figura siguiente muestra un ejemplo de esquema de bornero con dos borneros (X1 y
X2), cada uno numerado. En un extremo del borne se detalla la origen del cableado,
mientras que en el otro extremo se proporciona información sobre el elemento externo que
debe conectarse. Estos esquemas simplifican el montaje adecuado de los elementos
eléctricos.

Esquema del bornero o regletero

Lista de bornes

Los esquemas de regleteros son representaciones visuales o textuales que ilustran la


conexión de los distintos elementos de un circuito, como contactos, bobinas, lámparas o
pulsadores, con sus respectivos bornes.

Estos diagramas simplifican el proceso de conexión del cableado que conecta el panel
eléctrico con el exterior.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Cada borne se identifica de manera individual con un número, y se indica a qué elementos y
a qué otros bornes están conectados en su lado izquierdo y derecho. Además, se especifica
la numeración de los hilos que llegan a cada extremo. En caso de ser necesario, se puede
incluir la página donde se encuentra el borne dentro del proyecto.

En el siguiente circuito de mando hay un regletero denominado X1, que dispone 16 bornes.
En el esquema del regletero se representa el número de conductor que llega a cada
extremo del borne y la procedencia (destino) del mismo.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 5 - Normas generales en


esquemas

Representación de Conductores

Para empezar, los conductores se representan en los esquemas con líneas continuas. Una
línea entre dos elementos significa que hay una conexión eléctrica, que puede ser un cable,
una pista de cobre, la estructura metálica de una máquina, entre otras cosas. También
puede suceder que una conexión eléctrica se ramifique, es decir, que tengamos más de dos
puntos conectados, por lo que la conexión se tiene que separar.

Por regla general, se tiene que la línea gruesa es para circuitos de potencia, mientras que la
línea fina es para circuitos de control.

Aplicaciones de las líneas discontinuas

Representación de un componente encerrado

Tienes que saber la diferencia entre las líneas en el dibujo.

Las líneas continuas representan los cables entre los dispositivos.

Sin embargo, la línea discontinua en la figura (y en todos los diagramas) representa que
esta parte del dibujo está fuera del panel, lo que significa que esta parte (motor) no está en
el panel, está en el campo.

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Caja con pulsadores fuera del panel

Representación de Enlace mecánico

Los enlaces mecánicos se deben mostrar como una línea discontinua o una doble línea
continua. Tal como se muestra en en la figura:

Ejemplo de representación de Enlace mecánico

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Representación de conexiones de conductores

Si tenemos cuatro puntos conectados por dos líneas que se cruzan, tenemos dos opciones:
que esas líneas no se toquen o que tengan un contacto eléctrico entre sí. Si dos líneas se
cruzan sin ningún símbolo, no hay contacto eléctrico. Si tres líneas se cruzan, sí que hay un
contacto eléctrico.

Formas de representación de conexión de conductores

Para evitar confusiones, se suele dibujar un punto para verificar que hay una conexión
eléctrica. En algunos casos, los conductores se ramifican en un sentido, y se conectan a
distintos elementos.

La interconexión de las líneas de conexión que se cruzan se representará mediante el


símbolo de un punto lleno:

Representación de la conexión

Ejemplos de unión de líneas de conexión

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El circuito ilustra la misma función que en la Figura anterior, pero incluye una visualización
de cómo se realizará el cableado.

Ejemplo de unión de líneas de conexión con indicación de dónde va el cable físico

La siguiente figura presenta cómo se ilustra la dirección de un paquete de conductores


cuando dos paquetes se unen en un diagrama.

Ejemplo de derivación de múltiples conductores

Disposición y orientación de las líneas de conexión

Las líneas de conexión se orientarán horizontal o verticalmente, excepto en aquellos casos


en que las líneas oblicuas mejoren la legibilidad.

Las líneas de conexión no deben interferir con otros símbolos.

Las curvas y cruces de líneas deben limitarse al mínimo. Para evitar curvas y cruces, las
líneas pueden interrumpirse. En este caso, y también cuando una línea se interrumpa en
una página y continúe en otra, los extremos de la línea interrumpida deberán estar
mutuamente referenciados.

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Los extremos de la línea interrumpida deben dibujarse de forma que puedan reconocerse
fácilmente.

Por ejemplo en el siguiente diagrama se tiene referenciado que el conductor en el punto A


continua hacia la columna 5 ver la referencia /.5 y de igual forma se marca la referencia de
que viene un conductor A de la columna 3, representado como /.3:

Ejemplo para evitar curvas y cruces

Datos técnicos relacionados con las líneas de conexión

Datos técnicos asociados a las líneas de conexión:

• deberá estar claramente relacionado con la línea de conexión asociada;

• no tocará ni cruzará la línea de conexión;

• debe ubicarse junto a, por encima de la horizontal y a la izquierda de la vertical, que


conecta líneas.

Si no es posible mostrar los datos técnicos adyacentes a la línea de conexión, se mostrarán


en otra parte del área de contenido junto con una línea guía o una referencia a la línea de
conexión.

Los datos técnicos deberán estar claramente separados de cualquier designación de


referencia, designación de señal o designación de terminal presentada a lo largo de la línea
de conexión. tal como se muestra en el siguiente ejemplo:

Las líneas guía que terminan en una línea de conexión deben terminar con un trazo oblicuo
en la línea de conexión, tal como se muestra en la figura siguiente:

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Ejemplos de datos técnicos asociados con líneas de conexión

Identificación de las características de red

La identificación de las características de la red hay que especificar en primer lugar el


número y tipo de conductores, a continuación hay que especificar si se trata de corriente
continua o alterna y por último la tensión y la frecuencia.

Clasificaciones eléctricas de c.a. y corriente continua Los circuitos deben presentarse de


acuerdo con los ejemplos que se muestran a continuación:

EJEMPLO
• CC 110 V: tensión continua 110 V
• 3 AC 400 V: Trifásico, sistema trifilar 400 V
• 3/N/PE AC 400/230 V 50 Hz: Sistema trifásico de cinco hilos con Neutro y y puesta a tierra
con voltajes de 400/230 V

En este ejemplo se muestra cómo se representan las características de la red de tres


maneras diferentes.

3 + N ~ 220 / 127 V 60 Hz (forma 1)


3 N ~ 220 / 127 V 60 Hz (forma 2)
3 /N ~ 220 / 127 V 60 Hz (forma 3)

Los tres tipos de representación identifican lo mismo. Conjunto de cuatro conductores


formados por 3 fases y neutro con tensión entre fases de 220 V y tensión entre fase y
neutro de 127 V, y corriente alterna a 60 Hz de frecuencia.

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Información adicional de conductores

En los esquemas eléctricos, se deben identificar las características físicas de los


conductores y su número, sobre todo cuando se trata de conductores de potencia.

El número de conductores de fase se representa mediante un número seguido del símbolo


X que precede al valor de la sección de los conducto-res. En el caso de que haya más de
un conductor, como por ejemplo neutro o tierra, se irán añadiendo por la derecha
precedidos del simbolo +.

En este ejemplo se muestra cómo quedarían representados grupos de conductores de fase.

3 x 120 mm2 + 1 x 50 mm2= tres conductores de fase de 120 mm2 cada uno y un conductor
neutro de 50 mm2 de sección.

2 x 120 mm2 Al = dos conductores de aluminio de 120 mm de sección

Ejemplo del uso de líneas guía para brindar información de cable

Representación simplificada de múltiples conductores

Múltiples líneas de conexión paralelas se pueden representar mediante una línea, usando
uno de los siguientes métodos:

Caso (a): las líneas paralelas se interrumpen y una línea cruzada después de un breve
espacio representa los múltiples conductores.

Caso (b): el número de líneas de conexión paralelas representadas por el haz debe
indicarse sumando tantos trazos oblicuos como el número de conexiones.

Caso (c): o sumando un trazo seguido de la cifra del número de conexiones.

Estos casos se muestran en la siguiente figura:

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Representación simplificada de múltiples conductores

Orientación de la representación de los diagramas eléctricos

Lo más común es verlos representados de forma vertical como generalmente lo representan


en la norma IEC. Aunque pueden haber excepciones, representarlos de forma vertical, así
como horizontal.

Orientación de la representación de los diagramas eléctricos

Las designaciones de referencia asociadas con un símbolo se deben ubicar a la izquierda


del símbolo cuando se muestra con líneas terminales principalmente verticales, o encima
del símbolo cuando se muestra con líneas terminales principalmente horizontales.

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Las designaciones de los terminales deben ubicarse fuera del contorno del símbolo, junto a
la parte del símbolo que ilustra el terminal (es decir, una línea corta en la interfaz de
símbolos). La presentación deberá estar por encima de las líneas de conexión horizontales
ya la izquierda de las líneas de conexión verticales. Las designaciones de terminales deben
estar orientadas a lo largo de las líneas de conexión, tal como se muestra:

Ejemplos para la presentación de designaciones de terminales

La presentación conjunta de los diagramas, sólo debe usarse para la presentación de


circuitos simples y no extensos.

La interrelación entre los símbolos se puede indicar usando una línea discontinua o también
se puede usar una línea doble interrelaciones.

Flujo de energía o de la señal

Si la dirección de un flujo, por ejemplo, de una señal, es importante y no es obvia, la línea


de conexión correspondiente debe tener puntas de flecha.

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Ejemplo de agrupamiento funcional y direcciones de flujo de señales; un sistema de control

Las diferentes rutas de flujo, por ejemplo, para el flujo de información, control, energía y
material, deben distinguirse claramente y ser reconocibles.

Símbolos idénticos en un grupo

Un número de símbolos idénticos en un grupo puede ser representado por un solo símbolo,
usando uno de los siguientes métodos:

• el símbolo único debe tener un trazo oblicuo corto y una cifra que indique el número de
elementos del símbolo representados por el símbolo único

• el número de símbolos representado por el símbolo único debe indicarse mediante una
cifra seguida de un signo de multiplicación entre corchetes, por ejemplo [3×]

Simplificación de símbolos: a) Tres circuitos independientes utilizando un trazo oblicuo b)


Tres circuitos independientes usando el signo de multiplicación c) Tres circuitos
independientes, presentación completa

Objetos conectados en serie

Si objetos idénticos están conectados en serie y las conexiones internas entre los objetos
son obviamente, pueden simplificarse mostrando el símbolo del primer y último símbolo de
los objetos y con una línea de puntos en el medio:

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Presentación simplificada de objetos idénticos conectados en serie

Objetos conectados en paralelo

Si los objetos idénticos se conectan en paralelo, se pueden simplificar presentados


siguiendo las reglas de simplificación siguiente en el esquema:

Presentación simplificada de objetos idénticos conectados en paralelo

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Capítulo 6 - Lógica circuital

El concepto de control es realizar un trabajo específico de una manera predeterminada. Un


circuito debe responder según lo diseñado. Para lograr esto, todos los circuitos de control se
componen de tres secciones básicas: la sección de captación de las señales, la sección de
control las secciones de actuadores.La comprensión completa de estas secciones permite
una fácil comprensión de cualquier circuito en la industria.

Sección de captación de señales

La sección de captación de las señales es la primera sección básica de un circuito de


control. Esta sección se encarga de capturar las señales del entorno que son necesarias
para realizar una tarea específica. Estas señales pueden ser proporcionadas por sensores,
interruptores, botones, entre otros.

Una señal inicia o detiene el flujo de corriente cerrando o abriendo los contactos del
dispositivo de control. La corriente puede fluir a través del dispositivo de control si los
contactos están cerrados. Y no se permite que la corriente fluya a través del dispositivo de
control si se abren los contactos.

Los pulsadores, los interruptores de límite, los interruptores de flujo, los interruptores de
pie, los interruptores de temperatura y los interruptores de presión se pueden utilizar como
sección de señal de un circuito de control.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Todas las señales dependen de alguna condición que debe tener lugar. Esta condición
puede ser manual, mecánica o automática.

Una condición manual es cualquier entrada de una persona en el circuito. Los interruptores
de pie y los pulsadores son dispositivos de control que responden a una condición manual.

Una condición mecánica es cualquier entrada en el circuito por una pieza en movimiento
mecánico. Un interruptor de límite es un dispositivo de control que responde a una condición
mecánica. Cuando un objeto en movimiento, como una caja, golpea un interruptor de límite,
el interruptor de límite normalmente tiene un actuador de palanca, rodillo, bola o émbolo que
hace que un conjunto de contactos se abra o se cierre.

Una condición automática es cualquier entrada que responde automáticamente a los


cambios en un sistema. Los interruptores de flujo, los interruptores de temperatura y los
interruptores de presión responden a condiciones automáticas. Estos dispositivos abren y
cierran automáticamente conjuntos de contactos cuando se crea un cambio en el flujo de un
líquido, cuando se detecta un cambio en la temperatura o cuando la presión varía.

La señal no realiza ningún trabajo por sí sola; simplemente inicia o detiene el flujo de
corriente en esa parte del circuito.

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Sección de control

La sección de control es la segunda sección básica de un circuito de control. Esta sección


se encarga de procesar la información captada por la sección de captación de las señales y
determinar qué acción se debe tomar en función de dicha información. Para lograr esto, la
sección de control puede incluir elementos como relés, temporizadores, PLC, entre otros.

La sección de decisión de un circuito determina qué trabajo se va a hacer y en qué orden se


va a realizar el trabajo. La sección de decisión de un circuito suma, resta, ordena,
selecciona y redirige las señales de los dispositivos de control a la carga. Para que la parte
de decisión del circuito realice una secuencia definida, debe funcionar de manera lógica. La
forma en que los dispositivos de control están conectados al circuito da la lógica del circuito.
La sección de decisión del circuito acepta entradas (señales), toma decisiones lógicas
basadas en la forma en que los dispositivos de control están conectados al circuito y
proporciona la señal de salida que controla la carga.

Sección de actuadores

Esta sección se encarga de realizar la tarea específica que se requiere. Esto puede incluir
activar o desactivar un motor, encender o apagar una luz, abrir o cerrar una válvula, entre
otros. Los actuadores pueden ser dispositivos mecánicos, eléctricos, hidráulicos,
neumáticos, entre otros.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Una vez que se genera una señal y se ha tomado la decisión dentro de un circuito, debería
producirse alguna acción (trabajo). En la mayoría de los casos, es la bobina de
funcionamiento en el circuito la que es responsable de iniciar la acción. Esta acción es
directa cuando dispositivos como motores, luces y elementos calefactores se encienden
como resultado directo de la señal y la decisión.

Esta acción es indirecta cuando las bobinas de los solenoides, los arrancadores magnéticos
y los relés están energizados. La acción es indirecta porque la bobina energizada por la
señal y la decisión pueden energizar un contactor, que en realidad arranca el motor.

Independientemente de cómo se lleve a cabo esta acción, la carga causa alguna acción
(directa o indirecta) en el circuito y, por esta razón, es la sección de acción del circuito.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Lógica de contactos

Lógica Y o AND

La lógica de contactos AND, indica que tendremos dos contactos NO en serie, donde uno
depende del otro para que se complete la aplicación. Como en el ejemplo dado, la lámpara
H1 solo funcionará si los dos contactos NO están activados (lógica 1).

Si ambos interruptores están cerrados (en posición ON), la corriente eléctrica fluirá a través
de ambos interruptores y encenderá el bombillo.
Si uno o ambos interruptores están abiertos (en posición OFF), la corriente eléctrica no
podrá fluir a través de los interruptores y el bombillo permanecerá apagado.

Por lo tanto, el funcionamiento del bombillo está condicionado a la presencia de una señal
eléctrica en ambos interruptores al mismo tiempo, lo que equivale a la operación booleana
"y lógico" de las dos señales.

Aplicación práctica de la lógica Y

Un ejemplo práctico de aplicación de la lógica AND en un entorno industrial puede ser en un


sistema de control de procesos automatizado en una fábrica. En este caso, la lógica AND se
puede utilizar para verificar que se han cumplido todas las condiciones necesarias antes de
que se inicie un proceso.

Por ejemplo, supongamos que una fábrica necesita mezclar tres componentes A, B y C en
un tanque para producir un producto final. Cada componente se almacena en un tanque
separado y se transporta a través de tuberías hasta el tanque de mezcla.

Para garantizar la calidad y seguridad del proceso, se puede utilizar la lógica AND para
asegurarse de que los tres componentes se han cargado correctamente en los tanques
correspondientes antes de que se inicie el proceso de mezcla.

Para hacer esto, se pueden instalar sensores de nivel en cada tanque que detecten si el
nivel de cada componente ha alcanzado el nivel mínimo requerido. A continuación, se utiliza

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

la lógica AND para verificar si los tres sensores de nivel han detectado que los tanques
correspondientes se han cargado antes de permitir que la mezcla comience.

Si los tres sensores de nivel indican que los tanques correspondientes se han cargado
correctamente, se activará la lógica AND y se permitirá que el proceso de mezcla comience.
Si alguno de los sensores de nivel indica que un tanque no se ha cargado correctamente, el
proceso de mezcla no se iniciará, lo que ayuda a garantizar la calidad del producto final.

Lógica O u OR

La lógica de contactos O, como su nombre lo resume, indica que tendremos dos contactos
NO en paralelo, donde para completar la aplicación o cambiar el estado lógico del
componente final, un contacto/equipo no depende del otro, y en de esta forma tendremos un
accionamiento o cambio de estado lógico (0 ó 1) de la carga final activando uno u otro
contacto.

Como en el ejemplo dado, la lámpara H1 actuará (se encenderá) si alguno de los dos
contactos NO está activado (lógica 1). Con eso, activando solo S1 se enciende nuestra
lámpara, O si activamos solo S2 también se enciende nuestra lámpara. El gran detalle de
esta lógica de contacto es que, cuando activemos los dos componentes (S1 y S2), se
activará nuestra Lámpara H1 (Lógica 1).

Lógica de contactos O

Lógica XOR

La lógica de los contactos XOR, indica que tendremos dos componentes (S1 y S2) con dos
contactos cada uno, donde 1 contacto será NA y el otro NC para cada uno de los
componentes. Esta asociación se llama mixta, donde tendremos el contacto NO de S1 en
serie con el contacto NC de S2, lo mismo se repite para S2, donde su contacto NO estará
en serie con el contacto NC de S1. Se llama mixto, porque además de estos contactos en
serie, tenemos los dos contactos NA de S1 y S2 en paralelo. El funcionamiento de esta
lógica XOR será similar a la lógica OR anterior.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Al activar S1, cambiaremos el estado lógico de H1 a 1 (activado) o si activamos solo S2,


cambiaremos también el estado lógico de la lámpara (H1) encendiéndola.

La diferencia de esta Lógica XOR referida a la Lógica OR es que, cuando activamos los dos
componentes (S1 y S2), nuestra Lámpara H1 estará apagada (Lógica 0), debido a que los
contactos NC de cada botón que están en serie, cambiaron su estado (Lógica 1) donde
estarán abiertos impidiendo el paso de corriente.

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Capítulo 7 - Pasos para la


interpretación de diagramas
eléctricos

Método de Escaneo de Diagramas por Ramas (EDR)

El método de escaneo de diagramas por rama consiste en unos simples pasos para poder
interpretar los diagramas eléctricos de forma sencilla. Este método se puede abreviar como
EDR. Estos son los pasos a llevar a cabo:
:
1. Domina los componentes: En primer lugar, es importante conocer el
funcionamiento de cada componente, lo cual se puede aprender en los capítulos de
los diferentes módulos. Es esencial entender el funcionamiento de componentes
como pulsadores, selectores, temporizadores, sensores y actuadores para poder
verificar cómo interactúan en el diagrama eléctrico.

2. Conocer los símbolos gráficos y su identificador: También es necesario conocer


su símbolo y su identificador, para poder representarlos de manera precisa en el
diagrama.

3. Activa los componentes: Una vez que se tiene el diagrama en mano, se debe
activar mentalmente los componentes para entender su funcionamiento y cómo van
a reaccionar en el circuito.

4. Lógica circuital: Luego, se debe analizar la lógica circuital para verificar cómo están
conectados los diferentes componentes y cómo se relacionan entre sí. En este paso,
se puede verificar qué resultado tienen en la salida activada. Si hay una serie de
contactos en serie, en paralelo o de forma mixta, se debe verificar cómo se activa la
salida.

5. Usa la referencia cruzada: con esto podrás identificar de forma rápida dónde se
encuentran los contactos o componentes afectados después de la activación del
circuito.

6. Analizar la rama afectada: cuando se ubica el contacto que fue activado, se debe
verificar qué otra salida es activada.

Siguiendo esta secuencia de pasos, se puede interpretar de manera efectiva los diagramas
eléctricos. Aprender a leer e interpretar los diagramas eléctricos es fundamental para
cualquier técnico o ingeniero, ya que les permitirá identificar problemas en los sistemas
eléctricos y diseñar soluciones efectivas para mejorar el funcionamiento de los mismos.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Reglas básicas para la lectura de diagramas eléctricos

A la hora de interpretar un circuito eléctrico, es importante tener en cuenta varias reglas.

Principios básicos de la electricidad: La primera de ellas es la comprensión de los


principios de la electricidad que rigen el circuito. Por ejemplo, si una rama del circuito está
siendo alimentada por dos líneas, línea 1 y línea 2, es esencial que haya un voltaje entre
ellas para que el circuito funcione. Además, para que una carga como la bobina de una
electroválvula o una luz piloto se active, se deben cumplir ciertas condiciones, como el
cierre de los interruptores S1 y S2. En general, un circuito eléctrico debe estar
completamente cerrado y tener una fuente de alimentación para que haya un flujo de
corriente.

La electroválvula y la luz se encenderán sólo si se presiona S2 con S1 o S2 con S3.

Dirección de lectura: La segunda regla se refiere a la secuencia de lectura del diagrama


eléctrico, que debe hacerse de izquierda a derecha y de arriba hacia abajo, claro esto tiene
sus excepciones, ya que algunos diseñadores pueden dibujar el diagrama con otra dirección
en el flujo de la corriente. En el caso del diagrama IEC europeo, se lee de arriba hacia abajo
y de izquierda a derecha, mientras que en los diagramas con norma ANSI se sigue el orden
de lectura de un libro, de izquierda a derecha y de arriba hacia abajo.

Símbolos en reposo: La tercera regla es que los símbolos utilizados, tales como
pulsadores, contactores, sensores, etc. en el diagrama eléctrico deben ser interpretados
como si estuvieran en reposo (sin ser activados). Por ejemplo, las bobinas y los pulsadores
que aparecen en el diagrama no están siendo energizados en ese momento. Para
interpretar el diagrama, es posible "activar" mentalmente los componentes, como cerrar el
pulsador S2, y observar cómo se produce el flujo de corriente.

Identificadores en el diagrama: La cuarta regla se refiere a la referencia de los símbolos


para ser identificados, esta debe ser consistente y única. Por ejemplo, si se nombra a una
bobina como KM1, los contactos de fuerza y los contactos auxiliares también se nombran
como KM1 en cualquier parte del diagrama.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Interpretación de circuito de arranque paro de motor trifásico

Para explicar el funcionamiento del contactor, vamos analizar el siguiente diagrama. Este
consiste en el arranque paro de un motor trifásico. Este tiene una retención agregada,
gracias a la conexión en paralelo del pulsador START y al contacto NA adicional del
contactor, es posible mantener el motor en marcha después de soltar el botón START.

Componentes:

RG1 – disyuntor principal


Q1 - disyuntor del motor,
K1 – contactor con contacto auxiliar
M1 – motor trifásico
S2 – Botón NC
S1 – Botón NO
X1,X2 – conectores

Examinemos el sistema de control del diagrama uno por uno:

● Para que el motor arranque, tenemos que encender el interruptor principal – RG1 , el
disyuntor del motor – Q1 y la bobina del contactor – K1 .

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

● Si enciende el disyuntor del motor – Q1 , entonces en el circuito de control de 24


VCC, el contacto – Q1 (13,14) se cerrará.
● El botón STOP-S2 es NC, normalmente cerrado, por lo que conduce corriente
cuando no se presiona.
● Al presionar el botón START – S1 se encenderá la bobina del contactor – K1 . La
bobina activará los contactos principales y cerrará el contacto NA adicional del
contactor K1 (13,14).
● Al soltar el botón START – S1 , la bobina del contactor seguirá siendo energizada
por los contactos auxiliares del contactor – K1 . Esto significa que el motor arrancó
después de que se presionó una vez el botón START y todavía está funcionando.
● Solo desconectaremos el contactor – K1 cortando el circuito con el pulsador STOP –
S2 o después de alguna sobrecarga que tenga el motor, haciendo que el interruptor
– Q1 (su contacto auxiliar – Q1 13,14 se desconecte después de la sobrecarga).

Pueden aparecer símbolos adicionales no conectados en los esquemas junto a los


dispositivos principales (p. ej., bobinas, disyuntores de motor). El diagrama analizado
muestra que aparece un contacto NO conectado 13,14 junto al símbolo del disyuntor del
motor -Q1. Esta es una tabla de contenido de contactos adicionales del dispositivo, debajo
de este contacto hay una referencia a su elemento 1.3 (página 1 columna 3). Esto es muy
útil cuando el disyuntor del motor está en una página dada y su contacto auxiliar está, por
ejemplo, unas páginas más abajo.

Analiza cómo funcionaría el circuito si le quitáramos el contacto extra del contactor -K1
(13,14). Cuando presiona START -S1, el motor arranca, pero al soltar el pulsdor, el motor se
detiene inmediatamente.

Tenga en cuenta que el motor se alimenta con 400 V y este es el voltaje en los contactos
principales del contactor mientras que la bobina -K1 se alimenta con 24 V CC.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Interpretación de circuitos de control con relays

¿A qué nos referimos de contacto normalmente abierto o cerrado? Esto quiere decir
básicamente, en el estado antes de que se active la bobina. El diagrama debe dibujarse de
manera que muestre la instalación en el estado antes de aplicar energía y antes de realizar
cualquier acción en el sistema de control (por ejemplo, antes de presionar cualquier botón,
antes de accionar la bobina, etc.).

Veamos el siguiente diagrama, en este, el sistema se alimenta con 24 VDC. Al presionar el


botón S1 activará el relé K2 y cambiará la posición de los contactos 11,12,14 y 21,22,24:

Demostración del funcionamiento de los contactos NC y NA

El diagrama muestra el sistema eléctrico en un estado desenergizado y antes de realizar


cualquier acción.

Después de aplicar alimentación de 24 VCC a los terminales + y –:

● La bobina del relé -K2 no tiene alimentación debido a que no se ha accionado el


botón -S1.
● En las conexiones 11,12,14 la transición es solo entre las conexiones 11 y 12 por lo
que la lámpara -H9 no tiene alimentación y no enciende.
● En las conexiones 21, 22, 24, la transición es solo entre las conexiones 21 y 22, por
lo que la lámpara -H10 tiene energía y está encendida.

La situación es completamente opuesta si cambiamos el botón -S1 a NC (-S2):

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si aplica energía antes de presionar -S2, la lámpara -H9 se encenderá inmediatamente y la


lámpara -H10 se apagará (porque inmediatamente después de aplicar energía, el relé
funcionará y cambiará los contactos). Luego, cuando se presiona -S2, la lámpara -H9 se
apaga y la lámpara -H10 se enciende.

Si es la primera vez que trabaja con contactos NC y NO, estudie estos dos diagramas.

Circuito de desactivación de alarma

Un circuito de alarma, sería el que se muestra a continuación, donde el contacto de defecto


enciende una alarma sonora que permanecerá activa hasta que se presione el pulsador
"Sn".

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Circuito avisador de falla

Control remoto

Al presionar el pulsador START (I) (17-18) o I (13-14). La bobina KM1 se energiza. Esto
provoca la retención del circuito mediante el automantenimiento de KM1 (13-14). El circuito
se puede apagar desde los pulsadores STOP (O) (21-22) o por un disparo del relé de
protección térmica F1 (95-96). Mirar el siguiente circuito:

Circuito de control local y a distancia

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Interpretación de Arranque paro señalizado de motor trifásico

Las lámparas de señalización las utilizamos para indicar visualmente que el motor está
apagado (parado), encendido (en marcha) y cuando hay un disparo del relé térmico por
sobrecarga, protegiendo al motor.

En este esquema se podrán distinguir dos circuitos eléctricos:

Circuito de fuerza, situado a la izquierda, este circuito es alimentado por tres fases (L1, L2
y L3) inmediatamente después lleva un sistema protección por fusibles, F1, 2 y 3, luego
estos se conectan a las entradas (bornes 1, 3 y 5) de un contactor (K1) y de las salidas del
contactor (bornes 2, 4 y 6) a las conexiones del motor (M).

Circuito de mando, situado a la derecha, que es alimentado por una fase L1 y L2. En este
circuito se encuentra un los fusibles de protección F4 y F5, un pulsador de marcha, S1. (que
es un contacto normalmente abierto) y pulsador de paro, S0, (que es un contacto
normalmente cerrado), la bobina del contactor, K1, un contacto abierto y otro cerrado del
contactor K1, un contacto abierto y otro cerrado del relé térmico y tres lámparas, una verde
(funcionamiento normal), otra roja (circuito apagado) y una amarilla (falla por sobrecarga).

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En estado de reposo, solo se enciende la luz roja de señalización (H2), que indica que el
motor está apagado (parado).

Al presionar S1, la fase L1 llega a la bobina de K1, cerrando el circuito y alimentando la


bobina. En ese momento se abre el contacto NC de K1 (11-12), apagando la luz roja de
señalización, los contactos principales de K1 (1-2/3-4/5-6) se cierran alimentando el motor
M y se cierra el contacto de retención de K1 (13-14), manteniendo la bobina energizada y
encendiendo la luz verde, indicando que el motor está funcionando.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En caso de sobrecarga, la(s) lámina(s) del relé térmico FT se expandirán, activando


internamente los contactos auxiliares y protegiendo el motor. El contacto FT NC (95-96) se
abrirá, desenergizándose
la bobina de K1 y apagando el motor; y el contacto NA de FT (97-98) se cerrará,
alimentando la lámpara de señalización amarilla, indicando que el motor se apagó por
sobrecarga.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Interpretación de Arranque paro e inversión de giro de motor


trifásico

Este tipo de arranque se utiliza cuando queremos invertir el giro del motor trifásico mediante
pulsadores.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Esta arranque es muy utilizada en la industria y tiene varias aplicaciones, como puentes
grúa, escaleras mecánicas, ascensores, etc.

Al presionar S1, la fase L1, llega a la bobina de K1, cerrando el circuito y alimentando la
bobina.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En ese momento, el contacto de retención de K1 (13-14) se cierra, manteniendo la bobina


energizada, aún después de que el botón S1 regresa a la condición NO – Normalmente
Abierto, y los contactos principales
de K1 (1-2/3-4/5-6) se cierran, alimentando el motor M1 con las fases L1, L2 y L3
respectivamente, haciéndolo trabajar en el sentido de las agujas del reloj.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Al mismo tiempo, observe que el contacto NC de K1 (11-12), que está en SERIE con la
bobina de K2, se abre asegurando que la bobina de K2 no se energice, incluso si el
operador presiona S2 sin desconectar el circuito. En esta posición, este contacto se
denomina CONTACTO DE ENCLAVAMIENTO o CONTACTO DE BLOQUEO.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Para invertir la rotación del motor M1, presionamos S0. De esta forma se desenergiza la
bobina de K1, abriendo los contactos principales de K1 (1-2/3-4/5-6),
Apagando el motor M1; abriendo el contacto auxiliar NA (13-14) y cerrando el contacto NC
de k1 (11-12), permitiendo que K2 reciba alimentación.

Ahora, al presionar S2, la fase L1, llega a la bobina de K2, cerrando el circuito y
alimentando la bobina.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En ese momento, el contacto de retención de k2 (13-14) se cierra, manteniendo la bobina


energizada, aún después de que el botón S2 regrese a la condición NO - Normalmente
Abierto y los contactos principales de K2 (1-2/3-4/5-6) se cierran, alimentando el motor M
con las fases L3, L2 y L1 respectivamente, haciéndolo girar en sentido antihorario.

Al mismo tiempo, ver que el contacto NC de K2 (11-12), que está en SERIE con la bobina
de K1, se abre, asegurando que la bobina de K1 permanezca apagada, incluso si el

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operador presiona S1 sin apagar el circuito. En esta posición, este contacto se denomina
CONTACTO DE ENCLAVAMIENTO o CONTACTO DE BLOQUEO.

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Interpretación de Arranque estrella-delta de motor trifásico

El arranque estrella-triángulo es un arranque a tensión reducida de arranque indirecto, que


sirve para reducir la corriente máxima en el arranque del motor.

Al presionar S1, la fase L1 llega a las bobinas de KT1 y K3. De esta forma KT1 empieza a
contar el tiempo en segundos.

Se alimenta la bobina de K3, se cierra el contacto NO de K3 (13-14), alimentando la bobina


de K1 y se abre el contacto NC de K3 (11-12), bloqueando la bobina de K2. Con esto, los
contactos NO de K1 (13-14 y 23-24) se cierran, manteniendo energizadas las bobinas de
KT1, K3 y K1.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En este momento K3 y K1 están arrancando el motor en estrella Y y con eso el motor


arrancó con un pico de corriente reducido.

Después de que el temporizador KT1 haya contado el tiempo, su contacto NC (15-16) se


abrirá, desconectando la bobina de K3 y su contacto NO (15-18) se cerrará. Cuando K3
saca el circuito, el contacto NC de K3 (11-12) se cierra y la bobina de K2 se activará.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Ahora todos los contactos principales de K2 están cerrados, cambiando el cierre del motor a
delta ▲, el contacto NO de K2 (13-14) está cerrado, manteniendo la bobina de K2
energizada y el contacto NC de K2 (11-12) está abierto, asegurándose de que no se
alimenta K3. En este momento, K1 y K2 están cerrando el motor en delta ▲.

Para apagar el Motor, simplemente presione S0.


Entonces S0 abre el circuito y desconecta las bobinas de K1 y K2. Para volver a encender
el circuito, simplemente presione S1 para que el motor arranque en estrella Y y luego
cambie a delta ▲.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En caso de sobrecarga, el contacto NC de FT1(95-96) se abrirá, apagando el motor.

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Capítulo 8 - Designación de
conductores

Numeración de los conductores

Todos los conductores se deben identificar mediante marcas identificadoras, especialmente


en aquellos circuitos en los que por su complejidad se hace obligatoria dicha identificación
para facilitar la comprensión y el mantenimiento.

Dichas marcas sirven para identificar todos los conductores del esquema, por lo que tienen
que ser las mismas que las que lleven visibles físicamente los conductores en la instalación.
La designación puede hacerse de forma numérica o alfanumérica según se utilicen números
o números y letras, siendo esta última la más frecuente.

Cada conductor o grupo de estos que estén conectados equipotencialmente, tiene que
llevar un número que ha de ser el mismo durante todo su recorrido y distinto al que lleven
otras conexiones equipotenciales.

Como se ha dicho anteriormente, las marcas se situarán físicamente en un lugar visible del
conductor cerca de cada terminal o conexión.

El marcado de conductores permite identificar cada uno de ellos en el esquema y en el


cuadro real de forma que sea perfectamente posible asignar a cada contacto el conductor
correcto incluso por personal que no ha diseñado el propio automatismo. Esto facilita tanto
el montaje como la revisión y posterior mantenimiento de la instalación.

Para indicar en cada conductor el número correspondiente se utilizan etiquetas, anillas u


otros. La técnica para colocar estos números y letras varía, ya que algunas permiten ser
colocadas después de montar los cables y otras no, deben ser montadas antes de conectar
los conductores.

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Marcación de conductores con anillas numeradas

La forma general de identificar los conductores es mediante un número, pero para distinguir
grupos de circuitos, delante del número se utilizan caracteres alfanuméricos.

Por ejemplo:
L = conductor de fase
N = conductor de neutro
PE = conductor de tierra o de protección

Y así, por ejemplo, se puede tener:

L10, L11, L12, etc., son conductores de fases.


N5, N6, N7, etc., son conductores de neutro.
PE1, PE2, PE3, etc., son conductores de tierra.
10, 11, 12, etc., son conductores de circuitos sin especificar.

Existen varios métodos de marcado. Algunos están en desuso, ya que aunque pretenden
ser más facilitadores de la comprensión del montaje, en realidad no lo son. Lo importante es
que el sistema sea sencillo y además fácil de montar utilizando el esquema.

Se enumeran los conductores poniendo un número al principio y otro al final que coinciden
indicando de esta forma el principio y el final de un conductor. Esto admite dos
posibilidades:

Numeración equipotencial

- Todos los conductores equipotenciales se enumeran igual.

Marcación de conductores con un número

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Numeración independiente

- Cada conductor se enumera de forma especial: cuando estos convergen en un nodo


o punto de unión cambia su numeración.

Cada conductor se numera de forma única

Numeración con numero de pagina

2- Se enumeran los conductores poniendo un número de página donde se encuentra el


circuito del conductor, esta se coloca al inicio y luego el número del conductor:

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Marcación de conductores con un número de página: ejemplo el conductor está en la página


2 y es el conductor número 14. La numeración final es 0214 o 214.

No existe una única forma de numerar. La numeración puede ser consecutiva o no. Y puede
seguir un patrón, por ejemplo: «hoja . número de conductor», por ejemplo si se tiene un 3.84
(hoja 3, conductor 84). Y puede emplear una serie de dígitos fijos: 03.084 (2 y 3 dígitos).

Físicamente, la numeración se realiza con una serie de anillas o etiquetas. Estas anillas
pueden incorporar ya la numeración y permiten que se puedan colocar varias anillas para
formar el número deseado o bien permiten añadir la numeración mediante una etiqueta que
se imprime desde una impresora.

Existe otra forma de marcar los cables que consiste en indicar a dónde se conectará el
conductor.

Numeración por origen

3- Se marcan los contactos y los elementos conectados. Por ejemplo, en la Figura


siguiente, ese extremo del conductor se conectará en el borne 13 del contactor KM1 y el
otro extremo indica que se conectara en el borne 13 del pulsador S0..

Marcación de conductores según los contactos y los elementos conectados.


El inconveniente de este sistema es que un conductor no posee un número, cada extremo
tiene su etiqueta, siendo diferente en cada extremo. Pero la gran ventaja es que no es
necesario tener a mano los esquemas para poder realizar el montaje o el mantenimiento.

Existe otro método que es una mezcla de ambos, es decir cada cable tiene su número, pero
además se añade el destino, por ejemplo 14-2S4, que indica que el cable es el número 14 y
que se conecta al borne 2 del pulsador S4.

Designación de cable multiconductor

Un cable multiconductor o manguera es un conjunto de conductores de igual o diferente


sección, aislados y unidos entre sí mediante una o varias fundas de diversos materiales.

Según la norma de diseño de esquemas, los cables deben nombrarse con la letra "W". Por
lo general, se utiliza el prefijo "W" seguido del número del cable.

También se consideran mangueras el conjunto de cables unidos entre sí mediante cintas


helicoidales o bridas, sistemas muy utilizados para unir cuadros eléctricos con motores.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Cable multiconductor para alimentar motor trifásico

La representación de las mangueras dentro de un esquema eléctrico permite representar de


forma gráfica las uniones entre el cuadro eléctrico y el exterior; se representan mediante
una línea oblicua sobre los conductores que contienen, pudiendo estar o no numeradas, y
se denotan.

Formas de representación de cable multiconductor

Información adicional de conductores

En los esquemas eléctricos, se deben identificar las características físicas de los


conductores y su número, sobre todo cuando se trata de conductores de potencia.

El número de conductores de fase se representa mediante un número seguido del símbolo


X que precede al valor de la sección de los conducto-res. En el caso de que haya más de
un conductor, como por ejemplo neutro o tierra, se irán añadiendo por la derecha
precedidos del simbolo +.

En este ejemplo se muestra cómo quedarían representados grupos de conductores de fase.

3 x 120 mm2 + 1 x 50 mm2= tres conductores de fase de 120 mm2 cada uno y un conductor
neutro de 50 mm2 de sección.

2 x 120 mm2 Al = dos conductores de aluminio de 120 mm de sección

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 9 - Referencia cruzada


La referencia cruzada nos da información sobre la posición, por columnas y filas, de unos
contactos correspondientes al dispositivo asociado a la columna.

Esta información es especialmente útil en planos muy grandes o en proyectos con más de
un plano, en cuyo caso habría que añadir también, en este cuadrante, el plano en el que
está situado.

Una referencia cruzada puede referirse a un documento, a una página de un documento o


una zona en una página. Se presentará en la siguiente secuencia:

• Documento
• Página
• Columna, fila o zona.

Este se escribe de la siguiente manera:

Documento/Página.Columna.fila.zona

Al referenciar, se utiliza el símbolo de barra oblicua (/) para indicar la página. Y para
referirse a la columna se utiliza el punto (.).

Por ejemplo si queremos decir que Se escribe como


/4.B: un contacto se encuentra en la página 4 y columna B.

También se puede agregar el número de fila. Por ejemplo en el anterior si está en la fila 5,
podemos escribir ahora como /4.B5.

Si la referencia está en la misma página, se puede omitir la referencia al documento y la


página.

Ejemplos:

/.B2 : el elemento se encuentra en la columna B de la fila 2 de la misma página.


/.2 : el elemento se encuentra en la columna 2 en la misma página.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Existen dos formas de representar las referencias cruzadas:

Referencia cruzada en formato gráfico

Debajo de las bobinas de los relés, contactores y temporizadores se muestran las


referencias cruzadas mediante el símbolo de los contactos y las coordenadas de su
ubicación.

Representación gráfica de la referencia cruzada en formato gráfico

En la referencia cruzada anterior muestra que los contactos de fuerza del contactor -K50M
están ubicados en la página 24 de la columna C. Observar que la página se indica con una
barra oblicua, mientras que la columna con un punto. En este caso la columna se expresa
en forma de letra, pero también puede estar escrita en forma numérica.

Por otro lado, tenemos los contactos auxiliares, el cual el contacto normalmente abierto 13-
14 está ubicado en la página 3 de la columna F, mientras que el contacto normalmente
cerrado 21-22 está en la página 9 de la columna D.

Referencia cruzada en formato tabla

Las referencias cruzadas se indican debajo de las bobinas de los relés y contactores
mediante una tabla en la cual se indican los tipos de contactos (abiertos y cerrados) junto
con las coordenadas de posición.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Representación gráfica de la referencia cruzada en formato de tabla

Cuando un contactor tiene elementos en varias columnas es preciso indicarlo para una
rápida localización, lo que realizamos mediante un cuadrante o tabla de dos columnas y
tantas filas como contactos existan, situado justo en la parte inferior de la bobina de mando
de ese contactor. La primera columna hace referencia a los contactos de fuerza MA,
mientras que la segunda y tercera tendrá la indicación de contacto abierto (NO o NA) y
contacto cerrado (NC).

Se tiene un contacto abierto en la página 2 de la columna D y un contacto cerrado en la


página 2 de la columna E. También existe la opción de solo indicar la columna cuando los
contactos están en la misma página.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Los contactos de fuerza se encuentran en la página 1 columna C

Para tener mayor exactitud, también se puede indicar la fila. Así, por ejemplo, B-3 significa
que en la columna B y la fila 3 hay un contacto perteneciente al contactor KML cuya bobina
está en la citada columna.

Referencia cruzada

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Referencia cruzada inversa

Esta referencia consiste en indicar el origen de un contacto o hacia dónde se dirige una red
o punto de conexión.

En el siguiente ejemplo podemos observar que la red de alimentación de la pagina 2 no


termina en esa página, sino más bien que continua hacia la página 3.

Referencia cruzada inversa de una red eléctrica

Podemos representar la referencia de la siguiente forma: el cable neutro va hacia la página


3 de la fila A de la columna 1 de la hoja. Así igual se puede describir con las demás líneas,
la fase R3 va hacia la página 3 de la fila A y la columna 1. Tal como se muestra en el
siguiente plano.

Referencia cruzada inversa de una red eléctrica

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Podemos tener una referencia inversa en el mismo nombre del contactor o debajo de la
misma. Por ejemplo, el nombre del contacto hace referencia a que la bobina del contactor
está en la pagina 705 y del contactor KM5. Tal como se muestra en el siguiente diagrama.

Referencia inversa con contactos auxiliares de un contactor: la bobina del contactor KM5 se
encuentra en la página 705

Referencia inversa con contactos auxiliares de un relé: la bobina del relé K7 se encuentra
en la página 53 de la fila E y la columna 3

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 10 - Interpretación de
Esquema Real de Alternado de
Bombas

Lectura e interpretación de diagrama de control eléctrico

Nos basaremos en la página 6 del diagrama de cableado de la estación de bombeo de


aguas residuales. Este diagrama tiene algunos errores de diseño, lo cual es bueno, ya que
nos podemos encontrar con esto tipo de esquemas en la industria.

Sistema de control de la bomba de aguas residuales

Análisis Preliminar

Primero, analicemos preliminarmente la página. Las primeras 3 líneas en la parte superior


del esquema es la red de alimentación de 400 V (L1, L2, L3). La línea L3 se utilizó para el
control, por lo que está protegida por el interruptor automático de sobrecorriente F5. En la
parte inferior del diagrama, la línea marcada N es el neutro, por lo que el diagrama debe
leerse de arriba hacia abajo (según el flujo de corriente).

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En este diagrama tenemos siete dispositivos/receptores:

B1 – Sensor de Control de Fase CKF-316.


ST1 – Contactor para encender el motor M1 de la bomba P1 (está ubicada en la Columna 2,
de la fila F).
H1 – Contador de horas de funcionamiento de la bomba P1 (cuenta el número de horas que
el contactor (bomba) ha estado encendido y se muestra en el panel) (Posición 3F).
ST2 – contactor para arrancar el motor M2 de la bomba P2 (Posición 7F).
H2 – Contador de horas de funcionamiento de la bomba P2 (Ítem 7F).
H12 – Luz piloto (nivel de trabajo) en la puerta del armario eléctrico (Posición 8F).
K11 – Relé biestable de tipo “on-off” – aplicando tensión al terminal 6 cambiará el estado de
sus contactos auxiliares a opuesto (Posición 9F).

Todos los elementos de la página 6 tienen que ver con los contactores ST1 y ST2 y nos
centraremos en ellos.

A continuación, explicaré qué condiciones deben cumplirse para que estos contactores
enciendan los motores de las bombas P1 y P2.

Desglose de las funciones de un diagrama eléctrico

A primera vista, no es evidente que el sistema de control se haya dividido en dos funciones:
control manual y control automático. Si observamos las conexiones desde abajo, el voltaje a
la bobina del contactor ST1 se divide en dos caminos en el interruptor S1:

Selector o interruptor S1 R-0-A. Rutas de control del contactor ST1

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Como puede ver en el diagrama, las dos áreas de control se superponen en algunos
lugares. Los circuitos de control se construyen de esta manera porque comparten
condiciones lógicas comunes construidas mediante conexiones de contacto. Al diseñar
esquemas eléctricos, el objetivo es optimizar la cantidad de conexiones y contactos.

División del diagrama en funciones de control.

Ahora que hemos examinado preliminarmente este lado del diagrama de cableado,
podemos pasar a un examen más completo. Comencemos con el control manual.

Control manual

En el diagrama siguiente, se ha colocado la página 6 del diagrama con un fragmento de la


página 7 para que nos resulte más fácil analizar las relaciones entre las páginas del
diagrama.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

El primer contacto en el camino para encender los contactores ST1 y ST2 en modo manual
es el contacto del relé K1 [1] . Para saber qué dispositivo conectará el contacto 11,14 del
relé K1 [2] , siguiendo la referencia cruzada de "7.2" al lado del símbolo. El número “7.2” se
refiere al dispositivo que controla el contacto. En este caso, es la bobina del relé K1 y se
encuentra en la página 7 en la columna 2 [2] .

En la página 7, puede ver que el dispositivo etiquetado como B1 [3] enciende la bobina del
relé K1 [2] . Al lado de la designación B1 [3] está la referencia 6.2 por lo que el dispositivo
que controla el contacto B1 (7,8) [3] está en la página 6 en la columna 2 [4] .

En la página 6 leemos que el dispositivo B1 [4] es un sensor de monitoreo de fase CKF-316.


Este sensor desconecta el contacto 7,8 cuando detecta pérdida en al menos una fase (L1,
L2 o L3) o desbalance de tensión entre fases. El propósito de este dispositivo es proteger
los motores de las bombas para que no arranquen con un voltaje inadecuados o por la falta
de una de las fases de la red.

A continuación, para encender los contactores ST1 y ST2, necesita los contactos del relé K5
[1] o presionando el pulsador S3 [4] ; Análogamente al relé K1, lee qué información
transmite el relé K5. En el contacto K5 [1] , hay una referencia 7.6 debajo del símbolo, así
que vuelva a pasar a la página 7 y busque la bobina del relé K5 [2] en la columna 6. En la
página 7 puede ver que K5 está conmutado por flotador P3 [3] , que está firmado como “
Nivel de funcionamiento en seco ”.

(En una estación de bombeo de aguas residuales típica hay 3 flotadores. 1 - flotador de
nivel bajo, 2 - flotador de arranque de bomba, 3 - flotador de alarma de desbordamiento. El
flotador de nivel bajo de aguas residuales está diseñado para apagar las bombas de aguas
residuales. El flotador de arranque informa sobre el nivel adecuado para hacer funcionar las

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

bombas El flotador de alarma informa sobre el alto nivel de aguas residuales y enciende la
segunda bomba cuando la primera no puede bombear las aguas residuales (por ejemplo,
debido a una entrada alta de aguas residuales).

Por lo tanto, el contacto K5 11.14 [1] se cerrará cuando el agua residual haya alcanzado
este nivel hasta que el flotador de nivel bajo suba.

El botón S3 [4] es un botón de servicio y se utiliza para obligar a las bombas a funcionar con
un nivel de efluente bajo cuando se baja el flotador de nivel bajo P3. El botón S3 es un
puente sobre el K5 (conexión en paralelo) en el contacto K5. ¡Hacer funcionar las bombas
con nivel bajo o (sin líquido) puede dañar las bombas!

El siguiente contacto en la línea para encender la bomba P1 es el interruptor S1 [5] . Debe


estar en la posición R (Manual) para que la bomba funcione en modo manual. Cambiar el
interruptor a la posición R cerrará el contacto S1 23,24.

El siguiente diagrama muestra el último contacto necesario para arrancar la bomba P1, a
saber, los contactos 11,14 del relé K2 [1] . El relé K2 proporciona información de alarma y,
si se activa, significa que la bomba P1 está lista para funcionar (sin falla de bomba).

El relé K2[2] se activará si:

● El disyuntor del motor Q1 [3] es activado, de ser así, el contacto auxiliar Q1 [4]
también se cerrará.
● El contacto MCU1 [5] es el sensor de “Monitoreo de humedad de la bomba” si este
no detecta humedad en el motor M1 y su contacto estará cerrado, MCU1 [6] .

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

● El termistor del motor TC1 no detecta el sobrecalentamiento del motor, por lo que el
contacto TC1 [7] permanece cerrado (cuando el motor se sobrecalienta, el contacto
TC1 se abre).

Por lo tanto, la falla del relé K2 [2] para energizarse informa al sistema de control de la falla
de la bomba P1, que incluye:

● Q1 – sobrecarga del motor de la bomba P1,


● MCU1 – Inundación del motor de la bomba P1 (humedad en el motor),
● TC1 – sobrecalentamiento del motor de la bomba P1.

Activación de bomba 2

Para un mejor contraste, a continuación se describen las condiciones que se deben cumplir
para que la bomba 2 se encienda, consulte el diagrama debajo:

[1] suministrar 230 V al terminal 11 del contacto K1:

[2] encendido del interruptor principal W1 (página 3.2),

[3] Activación del interruptor diferencial F1 (pág. 3.2),

[4] activación del interruptor automático de sobrecorriente F5 (pág. 6.1),

[5] Tensión y fase completa de la red de alimentación de 400 V (relé K1 encendido),

[6] El nivel de agua residual debe ser mayor que el nivel de funcionamiento en seco; el
flotador de nivel bajo P3 debe estar arriba (relé K5 encendido) o [7] el pulsador S3 debe
estar presionado,

[8] El interruptor S2 está en la posición R (operación manual),

[9] No se detectó falla de la bomba P2 (relé K3 activado),

[10] Si se cumplen las condiciones anteriores, el contactor ST2 arrancará la bomba P2 en


control manual.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Control automático

Como puede ver en el siguiente diagrama, algunos pines pertenecen a ambas áreas de
control. Esto significa que se deben cumplir las mismas condiciones tanto para el control
manual como para el automático.

Divida el diagrama en áreas de control.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Comenzando a analizar las conexiones desde arriba serán las siguientes condiciones:

[1] Conexión de 230 V al terminal 11 del contacto de relé K1,

[2] La verificación de la red alimentación de 400 V : sabemos por el análisis anterior que el
contacto K1 pertenece al relé K1, cuya bobina se muestra en la página 7 en la columna 2.
La bobina K1 está energizada por el contacto del dispositivo B1 – CKF (sensor de monitoreo
de fase CKF-316.Este sensor desconecta el contacto 7,8 cuando detecta pérdida en al
menos una de cualquiera de las fases (L1, L2 o L3) o desbalance de tensión entre fases.El
objetivo de este dispositivo es proteger los motores de las bombas para que no arranquen
en un voltaje inadecuado ). (página 6 columna 2),

[3] El nivel de agua residual debe ser mayor que el nivel de funcionamiento en seco ; El
flotador de nivel bajo P3 debe estar arriba (relé K5 – página 7 columna 6 activado), o se
presiona el pulsador [4] S3,

Contactos comunes para control manual y automático.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Condiciones de Arranque de la Bomba

En el diagrama se ha marcado 3 contactos que deciden encender las bombas en modo de


control automático (pasando la tensión más allá a los terminales 1-3 del relé biestable):

[5] Flotador de desbordamiento P5 : en la página 7.7, el flotador máx. P5 enciende la bobina


del relé K6 y enciende la luz de advertencia del nivel de alarma H11.

[6] El controlador MT101 enciende el relé K9 : el controlador programable enciende la


primera bomba con salida Q7 a través del relé K9 (página 11.5) según la medición
analógica de la sonda B3 (página 12.6). Los niveles de encendido y apagado se configuran
en este controlador. Por ejemplo, a un nivel de aguas residuales de 3000 mm, el controlador
encenderá las bombas en la salida Q7 y por debajo del nivel de 1200 mm las apagará
desconectando el voltaje de la salida Q7.

[7] Flotador de conmutación P4 de arranque de las bombas: el flotador de activación


generalmente se encuentra entre el flotador de alarma máx. P5 y el nivel de activación del
controlador programable. El flotador P4 no activa ningún relé adicional, se conectó
directamente a este sistema de control.

Operación Alternado de Bombas

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En las estaciones de bombeo de aguas residuales, en condición libre de fallas, las bombas
funcionan alternativamente. Esta función se implementa de manera diferente según los
dispositivos utilizados. En este caso se utiliza un relé biestable, que conmuta su contacto
auxiliar al detectar un pulso aplicado a su bobina. En nuestro sistema, el funcionamiento
alterno de las bombas funciona de la siguiente manera:

Después de la primera vez que se enciende la alimentación y después de cada vez que se
apagan las bombas [10], se energiza el relé K11 [9] , que cambiará el contacto 1-3,2,4 [8] .

Funcionamiento alternado de la bomba

Cuando alguna de las bombas esté funcionando, el circuito de control del relé K11 será
desconectado [9] por los contactos auxiliares de los contactores ST1 o ST2 [10] . Una vez
finalizado el bombeo, los contactores ST1 y ST2 se apagarán y los contactos adicionales
ST1 21,22 y ST2 21,22 [10] permanecerán cerrados, lo que cambiará los contactos del relé
K11 [8] .

Control automático: alternado por falla de una de las bombas

La estación de bombeo en funcionamiento normal sin problemas enciende las bombas


alternativamente y solo una bomba funciona para bombear. La otra cosa es cuando hay una
falla, por ejemplo, el motor de la bomba 1 está dañado y el relé K11 en la posición para
encender la bomba P1, entonces el sistema conectará la bomba P2.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Los dos dibujos a continuación que muestran la situación de control automático y falla del
motor de la bomba P2: suponga que el contacto del relé K11 está configurado para
encender el contactor ST2, la bomba P2.

El motor de la bomba P2 falla, el interruptor del motor Q2 ha desconectado el contacto


auxiliar y el relé K3 no está energizado.

El diagrama anterior muestra la séptima página del diagrama de cableado. Si el disyuntor


del motor Q2 detecta una falla en el motor, desconectará el circuito de alimentación principal
al motor de la bomba P2. También se desconectará el contacto auxiliar Q2 por lo que el relé
K3 no se energizará. La bomba P1 no está en estado de falla y el relé K2 está energizado.
Asumimos esta situación y volvemos a la página 6 del diagrama de cableado:

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Encendido de la bomba P1 en caso de falla de la bomba P2 – control automático

En la Figura anterior, he resaltado dos caminos, el primero para encender el contactor ST2
(rojo) y el segundo para encender el contactor ST1 (azul).

Comencemos con el la ruta roja:

[F5] – el disyuntor de sobrecorriente (“F5”) está encendido,

[K1] : CKF (B1) no ha detectado ninguna anomalía en la fuente de alimentación de 400 V,


por lo que el contacto K1 está cerrado,

[K5] – el flotador P3 está arriba; no hay funcionamiento en nivel bajo, por lo que el contacto
K5 está activado,

[K9] – El controlador MT101 basado en la sonda de nivel analógica B3 (SG25S) activa el


relé K9,

[K11] – El relé biestable se activa para la bomba P2 debido a la operación alterna,

[K8] – MT101 tiene un módem GPRS integrado, por lo que existe la posibilidad de gestión
remota del controlador: los relés K7 y K8 se utilizan para desactivar de forma remota la
activación de las bombas. Suponemos que los relés K7 y K8 no están activados,

[S2] – el interruptor MANUAL/0/AUTO está en la posición automática,

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[K3] : de la Figura 5 sabemos que la bomba P2 está fallando, por lo que el contacto del relé
K3 se desconectará. Aquí es donde termina el camino para encender el contactor (bomba
P2).

Veamos la ruta azul:

Como el relé K3 no está encendido, sus contactos NC permanecerán en reposo. Esto


significa que el contactor [ST1] se encenderá mediante el contacto [K3 21,22] , el contacto
[K7] , el interruptor [S1] y el contacto [K2] .

Ocurrirá una situación análoga si la bomba P1 falla y la bomba P2 está operativa. La bomba
P2 se encenderá mediante el contacto NC K2 21,22.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 11 - Interpretación de
diagramas con PLC
El PLC se utiliza en casi todos los sistemas de automatización en estos días. En los
diagramas de cableado, la representación de un PLC se puede realizar de varias formas,
aunque similares entre sí.

La mayoría de los diagramas de cableado simples se construyen de manera muy similar.


Por lo general, estos diagramas consisten en un conjunto de funciones básicas de un objeto
y su sistema de control:

● Alimentación y protección.
● Circuitos de alta corriente.
● Sistemas de control y medida.
● Entradas del PLC.
● Salidas del autómata.
● Descripción general de E/S de PLC + comunicación.
● Resúmenes y Tablas.

Si bien el orden puede variar, en muchos casos es así. Para que asimiles más esto he
preparado un dibujo que ilustra brevemente la construcción de un sencillo esquema
eléctrico:

Un ejemplo de cómo se construye el diagrama de cableado.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

PLC en los diagramas eléctricos

Un PLC en un diagrama de cableado puede constar de varios componentes:

● Entradas digitales y analógicas.


● Salidas digitales y analógicas.
● Lista de entradas/salidas.
● Fuente de alimentación para el PLC y sus módulos.
● Enlaces de comunicación.

Elementos del PLC en esquemas eléctricos

La configuración y el orden de los componentes del PLC enumerados anteriormente


depende de muchos factores. Los diagramas de cableado grandes pueden contener todos o
incluso más de estos componentes, mientras que los más pequeños pueden constar de solo
unos pocos. El orden y estilo de presentación de los componentes del PLC, a su vez,
depende de los hábitos del diseñador, el estándar de la empresa y el programa en el que se
crea la documentación eléctrica (por ejemplo, Eplan, WSCAD, See Electrical, etc.).

Diagramas de entradas y salidas (I/O)

Las entradas y salidas de los PLC en los diagramas de cableado se representa de muchas
maneras. Honestamente siento que cada diagrama está dibujado en un programa y estilo
diferente. No solo hay muchos programas disponibles para ayudarlo a dibujar los
esquemas, sino que cada uno de ellos proporciona varias formas de representar las
entradas y salidas del PLC o sus módulos de E/S.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Entradas : las entradas digitales o analógicas provienen de los dispositivos de entrada y se


convierten en señales lógicas entendidas por el PLC. La entrada digital al PLC será un
estado binario de 0 o 1, mientras que la entrada analógica se almacenará en el registro del
controlador como un rango de números, por ejemplo, 0 a 27684.

Salidas : las salidas digitales o analógicas son controladas por el PLC de una forma que se
puede usar para controlar dispositivos (actuadores).

Entradas del PLC

Una representación de las entradas de PLC en los diagramas de cableado es dividir las
entradas en módulos y colocarlos en un lado. Dicho módulo suele constar de 8 entradas,
aunque también los hay de 4, 16 y 32 entradas u otros.

Representación modular de las entradas del PLC

La entrada casi siempre se dibuja con la conexión hacia arriba, es decir, la señal a la
entrada del PLC se dibuja desde la parte superior hacia la entrada (consulte la figura
anterior). Sin embargo, se debe tener cuidado porque, aunque es raro, hay diseñadores que
pueden optar por ponerlo al revés, u de cualquier otra forma.

Otro ejemplo es la representación de las entradas del PLC cada una individualmente (ver
Figura siguiente). En dichos diagramas, las entradas se pueden dibujar por separado en
varias páginas diferentes, no necesariamente en orden. Este método se usa cuando el

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

esquema se divide en funciones y ubicaciones; se usa más en esquemas para instalaciones


con múltiples dispositivos.

Representación de las entradas del PLC en varias páginas.

Es muy común que los diagramas muestren la transición de potencial entre páginas. Esto
también se aplica a las entradas y salidas del PLC. En la siguiente Figura, se ha incluido un
ejemplo donde la lógica (control) para la entrada digital está en la página 22 y la entrada
digital en sí está en la página 36. La transición de potencial entre páginas está simbolizada
por flechas y descripción.

La descripción de la posible transición entre páginas suele incluir los nombres de los
dispositivos y el número de conexión, así como la página y la columna en las que se ubican
las posibles transiciones.

Ejemplo de transición de potencial entre las páginas de un esquema eléctrico

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En la Figura siguiente, se ha incluido una pista sobre cómo interpretar las notaciones en la
transición de potencial entre páginas. En naranja, se ha marcado la descripción del
dispositivo y su conexión a la que se conecta el potencial. Se ha marcado la página y la
columna en rojo como la ubicación de las posibles flechas de transición.

Ejemplo de lectura de una transición de potencial entre las páginas de un esquema eléctrico

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Salidas del PLC

Las salidas del PLC se dibujan de la misma manera que las entradas digitales. La única
diferencia es que las salidas se dibujan al revés, es decir, la conexión de salida se coloca en
la parte inferior del símbolo de entrada. Las siguientes figuras explican esa diferencia:

Representación modular de las salidas del PLC

Representación de las salidas del PLC en varias páginas.

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Ejemplo de transición de potencial entre las páginas de un esquema eléctrico para la salida
de un PLC

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 12 - Caso Práctico No. 2:


Interpretación de Diagrama con
PLC y Variadores de Frecuencia

Visión general

La hoja del diagrama se divide en algunas columnas verticales y filas horizontales para
ubicar el objeto o un dispositivo en él cada columna tiene un número único:

Cada elemento que ocupa un espacio en esta hoja, se le puede asignar a él una referencia,
que puede estar orientada según la página, la columna y la fila de donde se encuentre el
elemento.

Por ejemplo, si tenemos un interruptor con la etiqueta QF104, los primeros dos dígitos
indican el número de hoja donde se encuentra este interruptor, en este caso podemos
encontrar el interruptor en el número de hoja 10. El último dígito indica el número de
columna donde se encuentra el interruptor en la hoja. Muchos de ustedes se han
preguntado qué significan las dos primeras letras mencionadas en la etiqueta del
dispositivo. Estas dos letras indican el tipo de dispositivo. Por ejemplo, puede ver aquí que
QF significa interruptor magnetotérmico.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Así para cada dispositivo tiene un referencia para su nombre, por ejemplo la M significa
motor, KA significa relés auxiliares y Y significa electroválvula, KM significa contactor
normalmente en cada diagrama eléctrico este tipo de información se menciona en las
páginas iniciales del diagrama.

En el siguiente diagrama PLC, se puede ver de forma física el diseño del PLC, este consta
de tarjetas de E/S analógicas y digitales.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Además se muestra en el puerto de la CPU la conexión de los cables de comunicación para


el HMI, así como puedes o controlador ELEU MAX 4.

Fuente de alimentación

Para alimentar la CPU del PLC, se ve el cable positivo, su etiqueta es 20.2 y estos cables
de la fuente de alimentación comienzan con marcas de flecha, estas flechas indican que
estos cables provienen de otra hoja:

Si observa detenidamente, el 20.2 se menciona antes de la flecha, esto indica que este
cable positivo de 24 voltios proviene de la hoja 20.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si retrocedemos, aterrizaremos en la página número 10.

Aquí puede ver que la fuente de alimentación trifásica se aplica a la fuente de alimentación
de 24 voltios, a través del disyuntor QF107:

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

El cable de salida positivo primero va al disyuntor unipolar QF108, este disyuntor se


disparará en caso de cualquier cortocircuito en el cable positivo y el negativo de la red de
corriente continua.

Los cables que salen de esta fuente DC van a la hoja número 12 indicada por los símbolos
de flecha, puede encontrar estos cables en la columna tres en la hoja número 12.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Entradas del PLC

Volviendo al diagrama del PLC, puede ver que en la ranura número cuatro tenemos una
tarjeta de entrada digital.

Para estudiar el cableado de esta tarjeta de entrada digital, pasaremos a la hoja número 31,
desde aquí puedes ver las primeras entradas de esta tarjeta a partir de E0.0 hasta E0.7

Puede ver que los cables que provienen de los sensores y los contactos auxiliares están
conectados a los terminales de entrada de la tarjeta estos terminales son el tornillo de la
tarjeta de entrada real donde hemos conectado estos cables.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En primer lugar vamos a rastrear el cable conectado en la primera entrada digital E0.0.

Como se puede ver que la señal positiva de 24 volts llega a la entrada E0.0 por dos
contactos auxiliares normalmente cerrados estos contactos son de los contactores KM218 y
KM219.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Estos contactos están referenciado así por el número de la hoja y la página 21.8 y 21.9, es
decir que la bobina de estos contactos los podemos encontrar en la hoja 21, donde una está
en la columna 8 y la otra en la columna 9.

Un extremo de estas bobinas está conectado a la línea negativa de CC y los 24 voltios


positivos provienen del terminal número 47 del relé de seguridad para energizar estas
bobinas del contactor.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si ampliamos un poco más esta hoja, encontraremos la tabla con la referencia cruzada de la
ubicación de los contactos debajo de estas bobinas de contactor.

Veamos dónde se encuentran estos contactos en este diagrama de cableado, por ejemplo,
21.3 y 31.2 se mencionan debajo del contacto NC, esto significa que el cableado para estos
contactos cerrados normales está en la hoja número 21 y la hoja número 31.

Si vamos a la hoja número 31 y columna 2 aquí se puede ver el contacto NC de estos


contactores:

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

A continuación si vemos el terminal E 0.6 se menciona como anomalía del inversor del
transportador es una señal de alarma vfd el cable de señal proviene de la hoja número 13 y
su etiqueta de cable es E0.6

Este cable está conectado a la bornera M6 en el panel eléctrico y de allí el cable va a la


terminal de entrada del PLC, si queremos rastrear este cable, iremos a la hoja número 13 y
lo buscaremos en la columna número siete, este es el cable con el etiquetado E0.6 y viene
de la hoja número 31 y esta señal de alarma viene de la terminal de PC del Variador de
Frecuencia.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Volvamos a la hoja número 31 y veremos el diagrama eléctrico para la entrada E0.4 se


menciona como bajo nivel de pegamento, para esta entrada digital E0.4, el cable de 24
voltios con la etiqueta 2010 está conectado a la bornera M6, desde allí, este cable va hacia
un interruptor flotador a través del conector de terminal hembra macho. Desde el lado de
salida del interruptor de flotador este cable se conecta en el conector de la bornera M6

Aquí este cable se menciona como E0.4 finalmente se conecta en el terminal de entrada
número 6 de la tarjeta de entrada digital.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Capítulo 13 - Caso Práctico No. 3:


Interpretación de Diagrama con
Variador de frecuencia

Visión general
Leer un diagrama eléctrico es muy importante para que los ingenieros de control y puesta
en marcha de la automatización entiendan cómo se conectan los dispositivos de campo de
entrada y salida a los controladores El diagrama de cableado eléctrico muestra cómo
funciona el PLC.

El controlador y los instrumentos de nivel de campo, sensores, transmisor o variadores y


motores están conectados entre sí.

Tener la comprensión de cómo leer el diagrama de cableado eléctrico es realmente


importante para solucionar los problemas de la máquina.

Por ejemplo, si tenemos un motor instalado en la máquina y si mira más de cerca, tenemos
una etiqueta adherida al cable del motor con M142 mencionado ahora pregunta.

Marcación de motor eléctrico M142

Aquí está donde se conecta este cable en el panel eléctrico de la máquina y cómo el PLC
controla este motor para esto necesitamos entender cómo leer el diagrama eléctrico si

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vemos la hoja del diagrama de cableado eléctrico cada hoja tiene un número único
mencionado en la esquina inferior derecha de la página, por lo que todo diagrama eléctrico
tiene un número único, como cualquier libro normal.

Lo siguiente que puede ver en la parte superior de la hoja. Esta hoja está dividida en
algunas columnas verticales, comenzando desde la columna número 0 hasta la columna
número nueve.

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De la misma manera, si observamos el lado izquierdo de la hoja, esta hoja está dividida en
varias filas horizontalmente, comenzando desde a, b, c hasta la F. Estas filas y columnas
juntas forman una cuadrícula en la hoja. Esta cuadrícula facilita la ubicación de objetos en
esta hoja ahora. Tenemos información básica sobre la hoja del diagrama eléctrico.

Circuito de fuerza

Lo siguiente muy importante es que antes de entrar en el diagrama de cableado eléctrico


debemos conocer los símbolos básicos de los dispositivos eléctricos como: pulsadores,
contactores, fuente de alimentación y los motores.

Normalmente en cada diagrama eléctrico al final del dibujo habrá algunas hojas que
muestran todos los elementos y los dispositivos utilizados en el proyecto junto con sus
símbolos.

Volviendo al ejemplo, como hemos visto anteriormente, la etiqueta del motor tiene un
número M142, Veremos Ahora, ¿cómo podemos rastrear el cableado de este motor?

Ahora sabemos que el número de etiqueta de este motor es M142 pero ¿dónde está este
motor en el diagrama eléctrico? ¿cómo podemos encontrar este motor en este diagrama
eléctrico que consta de varias páginas?

Si ves que el número de etiqueta es 142 los dos primeros dígitos se refieren al número de
hoja o página por lo que significa que este motor está en la página número 14. El tercer
número se refiere al número de columna, esto quiere decir que tenemos que buscar en la
columna número dos de la página 14.

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Si ves la columna 2 de la hoja 14, aquí puedes encontrar el símbolo del motor con la
marcación M142.

Como puedes ver que este motor es un motor trifásico y sus cables están conectados a la
regleta de terminales dentro del panel eléctrico se puede ver que los tres cables: U142,
V142 y W142 están conectados a los terminales de salida U, V y W del Variador de
Frecuencia, por lo que este motor M142 es impulsado por el vairador Omron.

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Si observa la parte superior de la hoja, aquí verá tres líneas. Estas tres líneas son el
símbolo para la fuente de alimentación trifásica, desde aquí se alimenta al interruptor QF
142.

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El QF142 es un interruptor trifásico con protección de sobrecarga térmica. En este caso del
interruptor QF142 tiene como los primeros dos dígitos de la etiqueta es14, por lo que este
interruptor está en la página 14 y el último dígito es 2, significa que este interruptor está en
la columna número dos de la página 14.

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Desde la salida del interruptor QF142 se conectan tres cables a las terminales de entrada
de alimentación del variador de frecuencia.

Control del variador por PLC

Este variador requiere de una señal de control de ejecución del PLC para encender el
motor. El terminal S1 es un terminal de entrada digital de variador, este terminal recibe una
señal de comando de ejecución del PLC si ve de cerca que esta señal proviene del contacto
normalmente abierto del relé KA396.

Si alguna etiqueta comienza desde el KA, esto significa que se trata de un relé de control.
Para encontrar este relé, tenemos que ver los dos primeros dígitos de la etiqueta KA396,

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siguiendo la misma norma de etiquetado, iremos a la hoja número 39 y tenemos que buscar
en la columna número 6.

En la hoja número 39, se puede ver el símbolo del relé KA396, para esta bobina de relé,
puede ver que un extremo de la bobina está conectado a la línea de cero voltios y el otro
extremo de la bobina está conectado a la terminal número 7 de la tarjeta de salida del PLC,
que es la salida A05 del PLC y se menciona aquí como el comando de arranque de una
bomba de pegamento, por lo que ahora sabemos que el motor M142 funciona a través de
un Variador de Frecuencia con etiqueta U141, donde este variador recibe la señal de
control desde el PLC por el relé KA396 y este relé se enciende por la salida digital del PLC
por la salida A05.

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Si volvemos a la hoja número 14. Sabemos que el variador recibe una señal de referencia
de velocidad analógica del PLC para controlar las RPM del motor.

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El variador tiene dos cables conectados en los terminales FC y FR, estos terminales son la
entrada analógica del variador, en el diagrama se puede ver que estos dos cables tienen la
etiqueta 5210 y 5211 y estos cables o líneas tienen un símbolo de flecha en el punto de
inicio 52.2 y 52.3

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Estas flechas significan que estos cables vienen de la hoja número 52.

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Entonces, si vamos a página número 52, aquí se puede ver que los cables 5210 y 5211
están conectados a la salida analógica del PLC, el cable marrón 5210 está conectado en el
terminal 11, y 12 que es el cable azul está conectado en el terminal 13 y 14.

Si observa detenidamente, se menciona la terminal 276 sobre estos terminales, que es la


dirección de salida analógica en el programa de PLC que maneja esta señal de salida
analógica en particular.

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Capítulo 14 - Caso Práctico No. 4:


Interpretación de Diagrama con
PLC y Relay de Seguridad

Diagrama de red de alimentación

Normalmente, el primer paso para aprender a leer un diagrama de cableado es


familiarizarse con los símbolos del equipo y se supone que cada diagrama de cableado
tiene una página o dos para este propósito.

Esta página se conoce como página de leyendas y abreviaturas.

En la página Leyenda y Abreviatura puede ver:

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– Un símbolo de motor eléctrico de CA trifásico


– Un símbolo de válvula solenoide
– Un MCCB con protección térmica y contra cortocircuitos
– Un contactor (la bobina y sus contactos)

y todos los demás símbolos eléctricos que necesita para leer el diagrama de cableado.

Recuerde que estos símbolos pueden tener algunas diferencias menores en diferentes
diagramas de cableado según el software con el que se hayan diseñado.

¡Reglas generales del diagrama de cableado!

Comencemos con la primera página para ver cuánto podría ser fácil de leer y comprender
un diagrama de cableado.

Regla #1: Cómo seguir un diagrama de cableado (Dirección de lectura)

En primer lugar, hay una regla general en los diagramas de cableado estándar que debe
leer el diagrama de izquierda a derecha y de arriba hacia abajo.

¡Exactamente cómo leer un libro!

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Pero a veces, los diseñadores hacen algunas excepciones para tener un mejor diseño como
el de esta página.

Entonces, como excepción, debemos comenzar desde abajo y aquí es donde ingresa la
energía trifásica al panel.

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La energía ingresa a los bloques de terminales con la regleta de terminales "X0".

La regleta de terminales o bornero es un grupo de bloques de terminales con el mismo nivel


de voltaje o el mismo propósito.

De estos bloques de terminales, pasamos a un disyuntor tripolar con capacidad de


protección térmica y contra cortocircuitos.

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Regla n.º 2: los diagramas de cableado se dibujan en estado neutro

Todos los diagramas de cableado estándar deben dibujarse en condición neutra.

Esto significa que todos los contactos, contactores, disyuntores, etc., se muestran en su
estado normal o sin tensión.

Por lo tanto, cuando vea un contacto cerrado en un diagrama de cableado eléctrico, ese es
un contacto normalmente cerrado y el resto de los contactos deben estar abiertos.

Cómo leer diagramas de cableado

Después de cerrar manualmente este interruptor automático, la energía fluye hacia unas
barras distribuidoras de energía, de las cuales se pueden tomar algunos ramales.

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Una de las ramas va a un disyuntor de dos polos.

y de ahí alimenta un transformador.

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Este transformador convierte los 400 voltios en uno monofásico de 230 voltios.

Se utiliza para alimentar el tomacorriente, el calentador y el ventilador.

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La etiqueta “-ST19” se refiere a un termostato para encender y apagar el calentador o el


ventilador en sus puntos de ajuste de temperatura especificados.

También se tiene conectado el cable de puesta a tierra y sus ramas en algunos elementos
del circuito.

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Cómo direccionar un componente en diagramas eléctricos

En la parte superior del plano se pueden observar algunas líneas numeradas. Esto se
refiere a las columnas del plano, y pueden ser expresadas en forma numérica o alfabética.

Las columnas han dividido cada página de este dibujo en 10 columnas.

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Como puede ver, hay algunos dispositivos en cada columna y podemos usar estos números
de columna en combinación con el número de página para abordar diferentes dispositivos,
contactos, bloques de terminales, etc., en otras páginas.

Por ejemplo, la potencia trifásica principal se muestra con algunas flechas y números en la
parte superior derecha de la página.

Todos ellos tienen un número 2.0 justo al lado de la flecha.

– Por “2” nos remite a la página dos.


– Por “0” señala a la primera columna de la página dos.

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Luego pasamos a la página 2. Podemos observar que la red trifásica continúa para
alimentar el disyuntor QM21. Notar también, que las líneas tienen una referencia inversa,
1.9 que hace referencia que la red viene de la página 1 de la columna 9.

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Relay de seguridad

Si vamos al contacto KA1306, el número debajo de este contacto dice página 130 y
columna 6.

Si pasamos a la página 130 del diagrama de cableado y la columna número 6. Podemos


identificar que hay una bobina del relé con la etiqueta KA1306.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Sabemos que es la bobina de un relé porque la identificación inicia con KA.

Debajo de la bobina se marca la referencia cruzada, aquí podemos ver el contacto 13-14
(Contacto NA) de la página dos y la columna 5 que es de donde habíamos venido. Además

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también puedes ver los otros contactos NA y NC de este relé con las direcciones que se
han utilizado en este diagrama.

En la página dos, la red de alimentación principal está alimentando una fuente de


alimentación de 24 voltios y nos proporciona un voltaje de 24 con 10 amperios de
capacidad.

A partir de ahí, hemos extendido este voltaje usando algunos bloques de terminales para
que podamos entregar la energía a diferentes instrumentos, tarjetas de PLC, CPU de PLC o
cualquier dispositivo que necesite 24 voltios.

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Observar qué hay un grupo de borneras con nombre XC.

Hay una variedad de borneras en el mercado. En este caso, para ahorrar algo de espacio
en el panel, se han utilizado unas borneras de doble piso o nivel.

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Ocupan el mismo espacio que los bornes ordinarios pero podemos conectar dos cables a
cada lado de ellos.

A continuación, tenemos una rama que entrega la energía de 24 voltios a la columna cero
de la página 12, ¡pero con dos enclavamientos o interlock!

¿Qué es el enclavamiento eléctrico?

El enclavamiento eléctrico es una característica importante de seguridad en muchas


aplicaciones eléctricas, y puede ayudar a prevenir accidentes y daños a los equipos.

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Por ejemplo, aquí, sin tener esos enclavamientos habilitados, nuestra 24v y no puede llegar
a la página 12, columna 0.

Volvamos a la página 130 del diagrama de cableado nuevamente para ver cuáles son esas
condiciones.

NOTA: ¿Te diste cuenta de que tenemos que ir y venir entre diferentes páginas? Este
es el único camino que tenemos que tomar para entender completamente estos
dibujos.

En la página 130, tenemos un relé de seguridad , y se utilizará para proteger a las personas,
al material y a la propia máquina cuando la máquina esté en funcionamiento.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Leer la hoja de datos del equipo es una etapa muy importante e inevitable en el diseño de
un diagrama de cableado.

Relay de seguridad utilizado en el sistema de Interlock

Recuerde que al diseñar diagramas de cableado hay que consultar la hoja de datos de los
equipo para completar de forma correcta los datos de los equipos en el diagrama eléctrico.

Por ejemplo aquí se ve el diagrama original del fabricante el cual fue tomado de referencia
para crear el diagrama eléctrico.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Por cierto, los canales S11/S12 y S21/S22 se utilizan para conectarse a los componentes
de seguridad en el sitio (por ejemplo, las barreras de seguridad) y si se evacua el área,
estos canales se activarán.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Como resultado, los contactos NA del relé de seguridad (contactos de salida 13/14 y 23/24)
se cierran.

Por lo tanto, nuestros contactos 13-14 NA de los relés (KA1306 y KA1307) se cierran.

De esta forma, nuestra alimentación de 24 voltios se trasladará a la página 12, columna


cero.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Cableado de PLC

Esta página es el diagrama del PLC de la serie S7 300 y el panel táctil del operador.

Como puede ver, nuestra energía de 24 voltios proviene de la página 11, columna 9, y de la
página 12, columna 1.

Así como el cable tierra también se ha ramificado de la página 17 columna 9.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si rastreamos estas direcciones, llegaremos a la página dos, donde teníamos nuestra


fuente de alimentación de 24 voltios.

Los 24 voltios, cero voltios o negativo y la puesta a tierra están conectados respectivamente
a los terminales L +, M y PE en la CPU del PLC.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Como siempre, si estamos diseñando un diagrama de cableado de PLC y no estamos


seguros de las conexiones de nuestro dispositivo, tenemos que echar un vistazo a su ficha
técnica o manual.

Por otro lado, el panel del operador se ha alimentado desde los bloques de terminales X4.0.

Cómo ilustrar etiquetas de cables en un diagrama de cableado

La energía de X4.0 se transfiere mediante un cable con la etiqueta WC4.0.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Esta es la forma estándar de ilustrar un cable y sus números de núcleo en un diagrama de


cableado.

Las otras cosas que observamos en esta página son tarjetas de PLC que están en el mismo
rack que la CPU.

La flecha en el lado izquierdo del bastidor del PLC significa que el bastidor continuará en la
siguiente página del diagrama de cableado del PLC.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Comunicación Profibus con PLC

El panel del operador se comunica con el PLC directamente a través del puerto MPI de la
CPU mediante un cable Profibus.

El cable WCDP5 también es un cable Profibus ya que está conectado al puerto DP de la


CPU.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Y puede leer el color del cable justo al lado de las etiquetas del cable. Es rojo con rayas
verdes.

Para saber dónde se conecta este cable, debemos consultar la página 34 y la columna
número cero.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Salidas analógicas del PLC

Uso de E/S remotas para reducir el cableado de señal

Al ir a la página 34 y al mirar detenidamente esta página, entendemos que se trata de un IO


remoto de una marca llamada WAGO.

Existe el Módulo Head o Módulo de Interfaz con conexión Profibus DP que se conecta
directamente a la UCP.

Y también están los módulos Signal o IO.

Diagrama de cableado de la tarjeta de salida analógica PLC

Volvamos a la página 30 para continuar con nuestro primer diagrama de cableado de la


tarjeta PLC.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si está familiarizado con las tarjetas y módulos PLC de Siemens o simplemente busca en
Google este número de pedido ( 6ES7332-5HD01-0AB0 ), comprenderá que se trata de una
tarjeta de salida analógica con cuatro canales.

En el diagrama de cableado del PLC, se puede ver que cada canal de esta tarjeta de salida
analógica está dedicado a un solo dispositivo.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

El número de página donde podemos encontrar el diagrama de cableado para esta tarjeta
de salida analógica está aquí en el medio; página 40, columna cero.

En la página 40 podemos ver la tarjeta con las salidas analógicas con cuatro canales.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En el primer vistazo, vemos algunas conexiones en la tarjeta, del 1 al 20.

Cada tarjeta tiene unos tornillos a los que debemos conectar los cables. Puede que los
conozca como conectores frontales .

Estos números son los números de tornillo en el conector frontal de la tarjeta.

Al igual que nuestro PLC, tenemos que conectar una fuente de alimentación de 24 voltios
para encender nuestra tarjeta PLC.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Si lo compara con el diagrama de cableado de la tarjeta dentro de su manual, verá que las
conexiones número 1 y 20 son para conectar la alimentación de CC de 24 voltios.

Esto es lo que se ve en el diagrama de cableado principal también.

Según el manual, se ha configurado la tarjeta para la salida de tensión.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Luego, los primeros dos canales de esta tarjeta son para conexiones más cercanas sin
compensación por la resistencia del cable.

En este caso, debe puentear las conexiones 3 y 4 y las conexiones 5 y 6 entre sí en la


tarjeta PLC.

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Los canales 3 y 4 deben usarse para conexiones de 4 hilos.

Nota IMPORTANTE:
Asegúrese de que el blindaje del cable se haya conectado a la barra de tierra para
reducir el ruido, particularmente en el caso de salida de voltaje.

El esquema eléctrico de la tarjeta será diferente si decidimos utilizar el formato de salida de


corriente eléctrica.

El programador de PLC puede ajustar la configuración en el software para especificar si


sería un tipo de salida de voltaje o corriente.

En el diagrama de cableado principal, los dos primeros canales quedaron vacíos y los
canales tres y cuatro se han ocupado.

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Control de Variador de frecuencia con PLC

Cómo se conecta un VFD a un PLC en un diagrama

Normalmente, debería haber unas descripciones para cada canal de la tarjeta para que
sepamos a qué dispositivo se va a conectar o ya se ha conectado este canal.

Por ejemplo, el canal 3 se asigna a la "Film Traverse Motor Speed Reference"; es una
salida anafórica para el control del variador de frecuencia:

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Como el canal tres de la tarjeta PLC está conectado al 8.9 (Página 8, columna 9) debemos
pasar a la página 8, columna 9 para ver el resto del diagrama eléctrico.

En esta página, vemos que nuestra salida de referencia de velocidad está conectada a los
terminales de control de un variador de frecuencia.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

En esta página, generalmente vemos que la alimentación trifásica de CA está conectada a


las entradas del VFD.

El VFD ajusta la potencia que fluye hacia el motor eléctrico de acuerdo con la referencia de
velocidad que recibe de la tarjeta de salida analógica del PLC.

Por ejemplo, considere que el voltaje de referencia de velocidad está entre 0 y 10 voltios y
la velocidad nominal del motor es de 1500 rpm;

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Cuando la tarjeta PLC envía una señal de 5 voltios al variador, el variador de frecuencia
ajustará la potencia al motor para que gire al 50% de su velocidad nominal, que es de 750
rpm.

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Conexión de entradas del PLC

Diagrama de cableado de la tarjeta de entrada digital PLC

Ahora, veamos qué tenemos para una tarjeta de entrada digital o discreta del PLC.

Claramente, el diseñador ha mostrado el diagrama de cableado de esta tarjeta en cuatro


páginas diferentes, lo cual es una buena idea para evitar la congestión de líneas del circuito.

Pasemos a la página 43 para verificar el primer byte de este módulo de entrada digital.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Como puedes ver, algunos pulsadores, interruptores y contactos están conectados a ha la


tarjeta de entradas digitales DI.

Como se trata de una tarjeta de entrada, el diseñador colocó el módulo en la parte inferior
de la página para adherirse a la dirección de lectura de arriba hacia abajo.

La alimentación de 24 voltios se conecta a los terminales correspondientes de la tarjeta.

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La primera señal de la izquierda proviene de un botón pulsador etiquetado como SB431.

El regletero X4 y el cable multiconducto WC4.0, se posee estos elementos de entrada


como el pulsador a la entrada del PLC.

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Cuando presionamos este botón, la señal de 24 voltios se transferirá al primer canal de esta
tarjeta de entrada digital y le indicará al PLC que encienda el dispositivo.

Este pequeño círculo aquí muestra que este es un botón pulsador iluminado y esta es la
señal de una lámpara indicadora.

Cuando se presiona este botón y el dispositivo se enciende, por lo tanto, el PLC debe enviar
un comando desde una de sus tarjetas de salida digital para encender esta lámpara
indicadora.

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El esquema eléctrico de este indicador lo podemos encontrar en la página 60, columna 1.

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Conexión de salidas del PLC


Diagrama de la tarjeta de salida digital del PLC

En la página 60 de este diagrama de cableado del PLC, vemos nuestro diagrama de


cableado de la tarjeta de salida digital.

Este canal de la tarjeta de salida digital enviará una señal de 24 voltios hacia esta lámpara y
por lo tanto se encenderá.

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Capítulo 15 - Caso Práctico No. 5:


Red de Comunicación

Visión general
Las redes es un sistema crítico en la mayoría de los paneles modernos. Albergan varios
protocolos, como EtherNet, DeviceNet, ProfiBUS, ControlNet, Serial y más. La diferencia
entre las representaciones de los diagramas de cableado del panel eléctrico típico para el
cableado normal y los dispositivos de red es que a menudo omiten el cableado
multiconductor. En otras palabras, un cable EtherNet estándar, que puede contener 8 hilos,
se representará como un solo conductor. Veamos un ejemplo a continuación.

En el diagrama anterior, se muestra una conexión entre un Switch no administrado y una


serie de dispositivos periféricos que utilizan el protocolo EtherNet. Como se mencionó
anteriormente, por motivos de simplicidad, se supone que el lector comprende el uso del
cable EtherNet estándar RJ45 para este fin.

Tenga en cuenta que esta página solo describe las conexiones de red a estos dispositivos.
Los mismos dispositivos se enumerarán en una página diferente, ya que requieren señales
adicionales. Ejemplo: El variador de frecuencia (VFD) se conectará a la alimentación, así
como el motor, el PLC y los circuitos de seguridad. Estos se cubrirán en una página
separada del diagrama de cableado del panel eléctrico.

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Diagrama general de red de comunicación


La siguiente parte comienza con algunos esquemas simplificados que nos brindan una
descripción general de la red de comunicación.

Aquí se tiene el PLC de Siemens Siemens ET200SP como maestro que está enlazado con
los Variadores de frecuencia.

Estos Variadores que están conectados en red en topología de cadena, también tenemos
un panel táctil como HMI o interfaz hombre-máquina y, finalmente, un Switch Ethernet
industrial para distribuir toda la red y conectar todos estos dispositivos juntos para así el
PLC poder comunicarse todos.

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Lectura e Interpretación de Diagramas Eléctricos Roni Domínguez

Red de alimentación

En las siguientes hojas podemos averiguar cómo es su alimentación eléctrica y dónde están
conectados sus puertos Ethernet, uno por uno.

Conexión de Switch Ethernet Industrial


Observar que él Switch industrial está alimentado a 24VDC.

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Podemos rastrear cada cableado RJ45 para ver dónde está conectado.

Por ejemplo se tiene un puerto identificado con la etiqueta ET7, esta red va hacia la página
212, que es la página siguiente y columna número 7.

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y este es ET7 en la página 212 que está conectado al el controlador de comunicación


maestro ASI Master.

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LECTURA E
LECTURA E
LECTURA E
INTERPRETACIÓN
INTERPRETACIÓN
DE DIAGRAMAS
DE DIAGRAMAS
TÉCNICAS PASO A PASO CON
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