ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA PARA ECONOMÍA Y GESTIÓN

EDUARDO A. RODRÍGUEZ

DICIEMBRE 2007

ÍNDICE
1. TEORÍA DE CONJUNTOS Conjuntos .................................................................................................................................. 1 Operaciones con conjuntos ....................................................................................................... 1 Conjuntos de índices y producto de conjuntos ......................................................................... 2 Relaciones ................................................................................................................................. 3 Relaciones especiales: las funciones y las correspondencias ................................................... 4 Descomposición de conjuntos y relaciones de equivalencia .................................................... 8 Conjuntos finitos y conjuntos infinitos ..................................................................................... 9 Conjuntos numerables .............................................................................................................. 9 Equivalencia de conjuntos ........................................................................................................ 12 Orden y preorden ...................................................................................................................... 14 Aplicaciones económicas Preferencias sobre planes de consumo .................................................................................. 20 Reglas de elección ................................................................................................................. 23 2. ESPACIOS TOPOLÓGICOS Topología y conjuntos abiertos ................................................................................................. Entornos y sistema de entornos ................................................................................................ Conjuntos cerrados ................................................................................................................... Puntos de acumulación ............................................................................................................. Clausura y conjuntos densos ..................................................................................................... Interior y frontera ...................................................................................................................... Relativización ........................................................................................................................... Bases y sub-bases ..................................................................................................................... Espacios separables .................................................................................................................. Espacios de Hausdorff y convergencia ..................................................................................... Funciones continuas ................................................................................................................. Homeomorfismos ..................................................................................................................... Espacios producto ..................................................................................................................... Espacios cociente ...................................................................................................................... Espacios compactos .................................................................................................................. Espacios conexos ...................................................................................................................... Semicontinuidad de correspondencias ......................................................................................

27 29 31 32 32 33 34 35 38 41 42 43 45 45 46 49 53

Aplicaciones económicas Propiedades de los conjuntos de consumo ............................................................................ 56 Existencia de una función de utilidad del consumidor .......................................................... 58 3. ESPACIOS MÉTRICOS Espacios métricos ..................................................................................................................... Topología métrica y espacios metrizables ................................................................................ Conjuntos abiertos, conjuntos cerrados y conjuntos acotados ................................................. Funciones continuas, homeomorfismos e isometrías ...............................................................

65 66 67 68

...........ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convergencia y completitud ..................................................................................................................................... Conjuntos convexos ........................................................................................................................ Hiperplano separador........................................................................................................................................................................................ 95 5................................................................................................................................................................... Teorema del punto fijo de Lipschitz ................................................ Simplices ........................................................................................... 115 ii ......................................................................... Espacios vectoriales topológicos .... Puntos extremos .................................. 87 Convexidad en el consumo .................................................................................................................... TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Teorema del punto fijo de Brower .......... 73 76 77 81 82 84 85 86 Aplicaciones económicas Convexidad de los conjuntos de producción ....................................................... Conos convexos ............................................... hiperplano acotador e hiperplano soportante ............................................................... 70 4................................. Cono dual ...................... CONJUNTOS CONVEXOS Espacios vectoriales .................................................................................................. 70 Funciones contractivas .......................................................................................................................................... 103 104 105 105 BIBLIOGRAFÍA ................................................................................................................................ 70 Espacios métricos completos ........................................................................................................................................... Teorema del punto fijo de Kakutani ............................................................... Aplicaciones económicas Existencia del equilibrio walrasiano .......................

. familia. colección. d . d y e constituyen los elementos de A. d y e pertenecen a A. Por otra parte. c. Sin embargo. es decir que a. De esta manera a. Un conjunto está formado por elementos. Teoría de conjuntos Conjuntos Definir conjunto es difícil debido a la generalidad del concepto. está formada por todos aquellos elementos que pertenecen tanto a A como a B. es decir B ⊂ A 1. el conjunto B = {a. Tomamos la idea de conjunto tal como tomamos la idea de clase. Ejemplo Sea el conjunto A que se encuentra definido como A = {a. es decir A ∪ B . c. b. c. Cuando tratamos con conjuntos que no tienen elementos (como por ejemplo los números reales cuyos cuadrados son números negativos) hacemos referencia a él como el conjunto vacío ∅ . b.1. En base a esto podemos afirmar que a∈ A b∈ A c∈ A d∈A e∈ A. Gráficamente: A B 1 Cuando decimos B ⊂ A. b. etc. f no pertenece a A f ∉ A. b. Operaciones con conjuntos • Unión: la unión de los conjuntos A y B. los cuales constituyen los elementos del mismo. Además. lo que constituye un subconjunto de A. si también se verifica B ≠ A . decimos que B es un subconjunto propio de A. c} está formado por elementos pertenecientes a A. e} . consideramos la posibilidad de que B = A.

está formada por aquellos elementos que pertenecen a A y a B. Gráficamente: A B En el caso en que A ∩ B = ∅ diremos que A y B son conjuntos disjuntos. es decir A ∩ B . • Diferencia topológica o complemento relativo: la diferencia entre los conjuntos A y B. Conjuntos de índices y producto de conjuntos Sea I un conjunto. Rodríguez . Llamamos a I conjunto de índices y a la colección de subconjuntos de S indicada por los 2 Eduardo A. En términos más generales. Gráficamente: A B Como consecuencia directa de las definiciones antes mencionadas. Para cada α ∈ I sea Aα un subconjunto de un conjunto S dado. entonces se dice que los conjuntos en F son disjuntos dos-a-dos. sea F una familia de conjuntos tales que A ∩ B = ∅ para todo par de conjuntos A y B en F . las operaciones ∪ y ∩ obedecen las siguientes leyes distrubutivas: ( A ∪ B ) ∩ C = ( A ∩ C ) ∪ (B ∩ C ) ( A ∩ B ) ∪ C = ( A ∪ C ) ∩ (B ∪ C ) las cuales reciben el nombre de leyes de De Morgan. se deduce que las operaciones ∪ y ∩ son conmutativas y asociativas: A∪ B = B∪ A A∩ B = B∩ A ( A ∪ B ) ∪ C = A ∪ (B ∪ C ) ( A ∩ B ) ∩ C = A ∩ (B ∩ C ) Además. está formada por aquellos elementos de A que no pertenecen a B. es decir A ∼ B .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Intersección: la intersección de los conjuntos A y B.

n} . se obtiene invirtiendo cada uno de los pares que pertenecen a R. es decir R −1 . Rodríguez . Ejemplos • Sea T el conjunto de los subconjuntos de un conjunto S. a 2 . Una relación definida en T podría ser “está contenida en”. … . • Si consideramos el conjunto de los números naturales N. An . 1 i =1 Relaciones Una relación es un conjunto de pares ordenados. Entonces xRy es equivalente a X ⊂Y . 3 Eduardo A.2. y ) tales que x ∈ A e y ∈ B . podemos establecer la relación “no es un sucesor de”. Entonces xRy es equivalente a x ≤ y.TEORÍA DE CONJUNTOS elementos de I familia indicada de subconjuntos de S. …. y decimos que x está relacionado con y. n} . a n ) tales que ai ∈ Ai para todo i ∈ { . Sean A y B dos conjuntos.…. es el conjunto cuyos elementos son todos los pares ordenados ( x. • Otra relación que podría definirse es ”no intersecta a”. Entonces yR −1 x es equivalente a Y ⊃ X porque xRy es equivalente a X ⊂ Y . escrito mediante A × B . A2 . Una generalización del producto cartesiano de dos conjuntos es el producto directo de una colección finita de conjuntos. escribimos xRy. El dominio de una relación R es el conjunto de todas las primeras coordenadas de R y su rango (o recorrido) es el conjunto de todas las segundas coordenadas de R. Podemos definir R −1 como “contiene a”. Si R es una relación. El producto cartesiano de A y B. Entonces xRy es equivalente a X ∩Y = ∅ . … . Denotaremos a esta familia indicada de subconjuntos de S por {Aα }α∈I .2. el producto directo × Ai es el conjunto n consistente de todas las n-upla (a1 . La inversa de una relación. Sean los conjuntos A1 . Entonces yR −1 x ⇔ xRy . Ejemplos • Sea R la relación “está contenida en” antes mencionada. los 1 cuales se encuentran indicados por { .

entonces y = z . Sea R la relación “no es sucesor de”. por la cual R −1 también quedará definido como “no intersecta a”.f (∅) = ∅ . z ) y ( x . 2. Rodríguez . 4 Eduardo A. Propiedades Sean A y B dos conjuntos pertenecientes al dominio de la función f : X → Y . Entonces yR −1 x es equivalente a Y ∩ X = ∅ porque xRy es equivalente a X ∩ Y = ∅ . Si f es una función y x es un punto de su dominio (el conjunto de todas las primeras coordenadas de elementos de f). Podemos definir R −1 como “no precede a”. Denotaremos a la función f mediante f : X → Y La imagen del conjunto A ⊂ X bajo f : X → Y es el conjunto f ( A) = {y : y ∈ Y . El punto f ( x ) es el valor de f en x. es la función f⏐A : A → Y tal que f⏐A ( x ) = f ( x ) para cada x ∈ A . 5. Entonces 1.A ≠ ∅ ⇒ f ( A) ≠ ∅ . Es decir. Bajo estas circunstancias. f es ( ) llamada extensión de f⏐A a X. • Relaciones especiales: las funciones y las correspondencias Una función es una relación tal que no hay dos elementos diferentes de ella con la misma primera coordenada.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Sea R la relación “no intersecta a”. f es una función sii los elementos de f son pares ordenados y si ( x.f ({x}) = { f ( x )} .f ( A ∩ B ) ⊂ f ( A) ∩ f (B ) . Entonces yR −1 x es equivalente a y ≥ x porque xRy es equivalente a x ≤ y . 3. la cual escribiremos f⏐A . o la imagen de x por f. En este caso R y R −1 coinciden en virtud de la conmutatividad de la operación de intersección. y decimos que f asigna a x el valor f ( x ) o toma el valor f ( x ) en x o lleva x a f ( x ) . 4. y ) son elementos de f.f ( A ∪ B ) = f ( A) ∪ f (B ) . y = f (x ) para algún x ∈ A} La restricción de f : X → Y a A ⊂ X . 6. entonces f ( x ) es la segunda coordenada del único elemento de f cuya primera coordenada es x.A ⊂ B ⇒ f ( A) ⊂ f (B ) .

Rodríguez .4} y la función f : X → Y x y = f(x) entonces tenemos que 1 2 2 1 3 1 4 2 A ∩ B = {2. La imagen inversa de un conjunto C ⊂ Y designaremos f −1 (C ) .2. f −1 (∅ ) = ∅ . f −1 (C ∪ D ) = (C ) ∪ f −1 (D ) . la cual tiene las propiedades que se detallan a continuación. −1 3.2}. ya que { } ⊂ { . que f −1 (C ) = {x : x ∈ X . la cual será definida más adelante. 1 f ( A) = { . Propiedades Sean los conjuntos A ⊂ X . 1 1 1 1 1 Por lo tanto se ve que f ( A ∩ B ) ⊂ f ( A) ∩ f (B ) . C ⊂ Y y D ⊂ Y .3} . entonces f ( A) ∩ f (B ) = { . entonces f ( A ∩ B ) = { } .2} y f (B ) = { . Definimos los conjuntos A ⊂ X y 1 1 B ⊂ X de la siguiente manera: A = { .3} 1 B = {2. Nótese que escribimos 3 x∈ f −1 ( y ) en lugar de lo que es realmente correcto: x∈ f −1 ({y}) .TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplo: Sea X = { .2}.2}. es el conjunto bajo la función f : X → Y . 5 Eduardo A.2. 2 No confundir con función inversa. la relación inversa2 f satisface las siguientes propiedades 12f ( x ) = y es equivalente a x ∈ f −1 −1 :Y → X ( y ) 3.4} e Y = { . f (x ) ∈ C} .3.2} .C ⊂ D ⇒ f 4- (C ) ⊂ f −1 f −1 (D ) .3.

Se ve entonces que • Sea C = { .2.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 5- f −1 (C ∩ D ) = −1 f −1 (C ) ∩ f −1 (D ) . Rodríguez .2. Una función f es biunívoca (o biyectiva) sii puntos diferentes tienen imágenes diferentes (inyectiva) e Y es su recorrido (sobreyectiva).3.3. sin embargo si consideramos y = 3.3} . a veces llamado conjuntos de valores). en el sentido de que hay muchos pares con la misma segunda coordenada o. tenemos que f −1 (3) = { .2} . es decir.4.3. Se ve entonces que Una función f : X → Y es sobre Y sii Y es su imagen o recorrido (el conjunto de las segundas coordenadas de elementos de f.2.2.2} 1 y la función f : X → Y x y = f(x) 1 3 2 3 3 4 4 1 5 4 • Sea x = 2.5} e Y = { .2}. Se ve entonces que f ( x ) = y es equivalente a x ∈ f −1 ( y ) ya que 1 f (2 ) = 3 es equivalente a 2 ∈ { . B ⊂ X y C ⊂ Y 1 1 de la siguiente manera: A = { .2. 1 1 [ ] [ −1 (C )] = {1} .2} . 6 Eduardo A. En este caso diremos que la función es sobreyectiva. 1 1 −1 • [ f ( A)] = {1.5}. lo que es lo mismo. entonces f es en Y y la función no será sobreyectiva. entonces f ( A) = {3. muchos puntos en los que la función toma el mismo valor. 6.2} .3} 1 B = {2. Ejemplo Sea X = { . si la relación inversa f −1 es también función. En general una función es pluriunívoca.4.2. la función será inyectiva.3. entonces f −1 (C ) = {4} y f f 1 −1 f f (C ) ⊂ C ya que { } ⊂ { . entonces f (2 ) = {3} . f f [ −1 (C )] ⊂ C .2.5} C = { . 1 Sea A = { .4} y f 1 −1 A ⊂ f [ f ( A)] ya que { . Definimos los conjuntos A ⊂ X .5} . Si a elementos diferentes de X le corresponden elementos diferentes de Y.A ⊂ f 7- [ f ( A)] .3} ⊂ { .4}. Si el recorrido de f es parte de Y.

TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplos • Función constante: es una función f : X → Y tal que para algún y ∈ Y fijo. Rodríguez 7 . Llamamos a esta relación correspondencia. siendo entonces la función un caso particular de ésta. por lo que los pares ( x. y ) . Función inversa: Dada una función f : X → Y . es una función f −1 : Y → X tal que f −1 ( f ( x )) = x para todo x ∈ X y f ( f −1 ( y )) = y para todo y ∈ Y . Entonces X × Y es el conjunto de pares ( x.…. x1 . y ) que satisfacen y = f ( x ) forman un subconjunto de X × Y . Si tomamos un par arbitrario ( x. Eduardo A. x n . Sea f : X → Y una función (relación) que asocia a cada punto del dominio x ∈ X . x ∈ X . Sea g : X → Y una relación que asocia a cada punto x ∈ X un conjunto ϕ (x ) ⊂ Y . un punto en el codominio y ∈ Y . Esta función compuesta suele escribirse también como g f . • • • Una sucesión es simplemente una función cuyo dominio es el conjunto de los enteros no negativos. f ( x )) en los cuales x ∈ X y f ( x ) ∈Y . f ( x ) = y para todo x ∈ X . expresándose de la siguiente manera: S = {x n } = x0 . x 2 .… Decimos que T es una subsucesión S sii existe una sucesión de enteros no negativos N tal que Ti = S N i para cada i. Función compuesta: Si f : X → Y y g : Y → Z son funciones. De igual manera podemos definir la gráfica de una correspondencia como el subconjunto de X × Y : Graf (ϕ ) = {(x. entonces gf : X → Z es la función definida por gf ( x ) = g ( f ( x )) para todo x ∈ X . podemos decir que y = f ( x ) o y ≠ f ( x ) . y ) : y ∈ ϕ ( x ). y ∈ Y }. Función identidad sobre X: es una función i : X → X que se representa como i( x ) = x para todo x ∈ X . A este subconjunto de X × Y lo llamamos gráfica de la función f. y para cada entero m existe un entero n tal que N i ≥ m cada vez que i ≥ n .

Una relación es antisimétrica sii nunca se presentan simultáneamente aRb y bRa. De esta manera. y ) : ½ x ≤ y ≤ x} { } Descomposición de conjuntos y relaciones de equivalencia Llamamos descomposición o partición en clases de un conjunto A a toda representación de dicho conjunto como la unión de una familia de conjuntos disjuntos dos-a-dos. y ) : y = x 2 x Graf (ϕ ) = {( x. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. 2. Una descomposición se hace usualmente en base a algún criterio. 3. dos clases de equivalencia serán disjuntas o idénticas.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplo Función f(x) Correspondencia ϕ(x) y y=x y f ( x) = x2 ϕ(x) y=½x x Graf ( f ) = (x. Para ello necesitamos definir relaciones de equivalencia.Transitividad: aRb. pgs. lo cual nos permitirá poder asignar los elementos de A en una clase u otra. Eduardo A. c ∈ A . b ∈ A 4. 7-8). bRc ⇒ aRc para todo a . Propiedad Un conjunto A puede ser particionado en clases por una relación R (que actuará como criterio para asignar dos elementos a la misma clase) sii R es una relación de equivalencia. Una relación R sobre A es una relación de equivalencia (sobre A) si satisface las siguientes tres condiciones: 1.Simetría: aRb ⇒ bRa para todo a . En consecuencia. b. El conjunto A/R 4 Otra forma de expresar la simetría de una relación es la siguiente: la relación R es simétrica sii R = R-1. uno puede hablar de descomposición de conjuntos en clases de equivalencia.Reflexividad: aRa para todo a ∈ A . Rodríguez 8 .

Un caso más concreto se observa cuando A = ℜ n y B = ℜ . mientras que un conjunto infinito es aquél que posee una cantidad infinita de elementos (como por ejemplo el conjunto de todos los números enteros positivos Z + ) Conjuntos numerables El conjunto infinito más simple es el conjunto Z + de todos los números enteros positivos. / Sea f : A → B . ya que a < a .TEORÍA DE CONJUNTOS conformado por las clases de equivalencias de A utilizando como criterio la relación R suele llamarse cociente de A por la relación R. a n . … . es decir. o bien curvas de nivel de f cuando n = 2. Sin embargo. Decimos que un conjunto es numerable si es finito o infinito-numerable. a 2 . definimos la relación “tiene igual imagen que” ( f (a ′) = f (a ′′). En otras palabras. podemos particionar el conjunto A en subconjuntos tales que los elementos de cada uno de ellos tengan la misma imagen. Un conjunto es llamado infinito-numerable si sus elementos pueden ponerse en correspondencia uno a uno con el conjunto Z + . la relación “es igual a” (“=”) es una relación de equivalencia. Ejemplos • Dentro de los números reales ℜ. como muestra la correspondencia uno a uno n ↔ 2n Eduardo A. donde a ′. a ′′ ∈ A) . Rodríguez 9 . De esta manera. un conjunto finito es un conjunto que tiene una cantidad finita de elementos (como por ejemplo el conjunto de todos los números primos menores a un número dado). un conjunto numerable es un conjunto cuyos elementos pueden ser escritos como a1 . en el cual estas clases de equivalencia reciben el nombre de superficies de nivel de f. Ejemplos • El conjunto de todos los números pares positivos es numerable. • Conjuntos finitos y conjuntos infinitos Como su nombre lo sugiere. En este caso la relación “es igual a” define clases de equivalencia donde cada elemento constituye una clase de un único elemento. la función f determina una partición de A en clases de equivalencia. la relación “es menor a” (“<”) no lo es. … Entendemos por conjunto no numerable aquel conjunto que no es numerable.

4. … . . . podemos establecer una correspondencia uno a uno entre el conjunto Q de todos los números racionales y el conjunto Z + de todos los números enteros positivos.8. 2 1 1 2 sucesivamente. … de potencias sucesivas de 2 es numerable. Para ver esto recordamos primero que todo número racional α puede representarse como una p con q > 0 . y son los únicos números racionales de altura 3. y así .16. Rodríguez . como muestra la correspondencia uno a uno n ↔ 2 n 2 n : 2 4 8 16 32 64 n: • 1 2 3 4 5 6 El conjunto Q de todos los números racionales es numerable. .2 n . podemos asignar a cada número racional un único entero positivo. es decir Q: 0 1 −1 1 1 1 2 3 −2 1 4 2 1 5 −1 2 6 1 … 2 7 … Z+ : 1 Los conjuntos numerables poseen las propiedades que se detallan a continuación: 10 Eduardo A.… . 1 −1 1 y son los únicos números racionales de altura 2. . . . Llamamos a la suma p + q la “altura” del fracción irreductible q p número racional α = . Por ejemplo: q 0 = 0 es el único número racional de altura 1. es decir. 1 1 1 1 1 2 2 De esta manera.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 2n : 2 n: 1 4 2 6 3 8 10 12 4 5 6 • El conjunto 2. 1 1 2 − 2 −1 1 . Entonces ahora podemos acomodar todos los números racionales en orden de altura creciente 0 −1 1 − 2 2 −1 1 .

a21a22 … a2 n … ……………………… α n = 0. ya que 0.Todo conjunto infinito tiene un subconjunto infinito-numerable5. De este modo. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. sino que ambos son iguales al número real ½. Esto se relaciona con algo que veremos inmediatamente: la potencia de un conjunto. 15. 301) 3.1] es nonumerable.1] . hemos podido contar algunos o todos los números reales en [0.Todo subconjunto de un conjunto numerable es numerable. La idea es restringirse a que β no contenga ni ceros ni nueves.1] puede incluir todos los números reales en [0. es decir como una infinita corrida de ceros o una infinita corrida de nueves. pgs. Consideremos el decimal β = 0. pg.1] El conjunto de los números reales contenido en el intervalo cerrado [0.49 … no representan números reales distintos. a11a12 … a1n … α 2 = 0. 6 5 Puesto que ciertos números. Entonces el número β no puede coincidir con ningún decimal de la lista inicial.1] . 301) 2. 12-13) Un ejemplo de conjunto no numerable: el intervalo cerrado [0. y así sucesivamente. de alguna manera. Para ver esto. β difiere de α1 en al menos el primer dígito. b1b2 … bn … construido de la siguiente manera: para b1 elegir cualquier dígito (entre 0 y 9) diferente de a11. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. para b2 cualquier dígito diferente de a22. acomodándolos en la siguiente lista α1 = 0. pgs. an1an 2 … ann … ……………………… donde aik es el k-ésimo dígito en la expresión decimal del número α i . y así sucesivamente puesto que en general bn ≠ a nn para todo n. eligiendo para bn cualquier dígito diferente de ann. el argumento anterior puede ser refinado ligeramente para contemplar esta situación. Rodríguez 11 . (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. Para ello consultar KOLMOGOROV-FOMIN. ninguna lista de números reales en el intervalo [0. como por ejemplo los de la forma p/10q pueden escribirse como decimales de dos maneras diferentes. Eduardo A. supongamos que. pg. En realidad.5 y 0.La unión de una colección numerable de conjuntos numerables es numerable.TEORÍA DE CONJUNTOS Propiedades 1. de α2 en al menos el segundo dígito.6 Otros ejemplos de conjuntos no numerables son: Esta última propiedad muestra que los conjuntos infinito-numerables son los conjuntos infinitos “más pequeños”.

El conjunto de puntos en cualquier intervalo abierto (a. Ejemplos • • Todo conjunto infinito-numerable es equivalente a Z + ya que puede establecerse una correspondencia uno a uno entre los elementos de ambos conjuntos. a p b c • q d El conjunto de todos los puntos contenidos en el intervalo abierto (0. Resulta obvio entonces que si dos conjuntos son equivalentes a un tercero. por lo tanto podemos definir conjunto infinito-numerable como un conjunto equivalente al conjunto de todos los números enteros positivos. b] . Los conjuntos de puntos en dos intervalos cerrados [a. Dos conjuntos finitos son equivalentes sii tienen la misma cantidad de elementos. b ) . d ] son equivalentes. Rodríguez . El conjunto de puntos de la recta real. El conjunto de todos los puntos en el plano o en el espacio. Equivalencia de conjuntos Decimos que los conjuntos X e Y son equivalentes cuando puede establecerse una correspondencia uno a uno entre los elementos de ambos conjuntos. en particular. Aquí los puntos p y q se corresponden entre sí sii subyacen ambos en el mismo rayo que parte del punto 0. entonces son tambien equivalentes entre ellos y que. El concepto de equivalencia es aplicable tanto a conjuntos finitos como infinitos.1) es equivalente al conjunto de todos los puntos sobre la totalidad de la recta real. cualquier par de conjuntos infinito-numerables son equivalentes entre si. en el cual las extensiones de los segmentos ac y bd se intersectan. Por ejemplo la fórmula 12 Eduardo A. 0 La siguiente figura muestra cómo se puede establecer una correspondencia uno-a-uno entre ellos. El conjunto de todas las funciones reales continuas de una o varias variables. b] y [c.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • • • • • • • El conjunto de puntos en cualquier intervalo cerrado [a. El conjunto de todos los puntos sobre una esfera o dentro de una esfera. El conjunto de todas las líneas del plano.

supongamos que A contiene un subconjunto A1 equivalente a B. Un conjunto equivalente al conjunto de los números reales contenidos en el intervalo [0. Para las potencias de conjuntos finitos tenemos las nociones de “mas grande que” y “más chico que”. pg. La potencia del conjunto Z+ de todos los enteros positivos. se denota con el símbolo ℵ0 .Si A es equivalente a B. 14) Teorema de Cantor-Bernstein: Dados dos conjuntos cualesquiera A y B. esto equivaldría afirmar que tienen la misma cantidad de elementos. Pueden darse los siguientes casos: 1. Este concepto es extendible al caso de los conjuntos infinitos. se dice que tiene la potencia del continuo. Si además ambos conjuntos fueran finitos. mientras que B contiene un subconjunto B1 equivalente a A. Rodríguez 13 . Sean A y B dos conjuntos cualesquiera con potencias m(A) y m(B) respectivamente. pgs. entonces m(A) = m(B) por definición.TEORÍA DE CONJUNTOS y= 1 π arc tg x + 1 2 establece una correspondencia uno a uno entre ambos conjuntos. 17-18) Si dos conjuntos cualesquiera M y N son equivalentes se dice que tienen la misma potencia. que se denota por c (o bien ℵ1 ). como puede verse en el siguiente gráfico: y 1 y= 1 π arc tg x + 1 2 -x Propiedades 0 x • • Todo conjunto infinito no numerable es equivalente a uno de sus subconjuntos propios. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. y por ende el conjunto de todos los números reales.1] . Eduardo A. como así también la noción de igualdad. y por ende la potencia de cualquier conjunto infinito-numerable. que se lee “alef cero”. Entonces A y B son equivalentes. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. con lo cual el concepto de potencia de un conjunto se reduce a la noción usual de número de elementos de un conjunto.

y así indefinidamente. la relación se denomina orden (parcial).Si A es equivalente a un subconjunto de B y si ningún subconjunto de A es equivalente a B. 8 El conjunto M formado con todos los posibles subconjuntos de M se lo conoce como conjunto potencia (o conjunto de partes) de M. bRc ⇒ aRc .Si B tiene un subconjunto equivalente a A y A tiene un subconjunto equivalente a B. Eduardo A. yRx ⇒ x = y ”. dado cualquier conjunto M. b. También ha sido mostrado que existen conjuntos infinitos con una potencia más grande que la de un conjunto infinito-numerable. Ya ha sido mencionado que los conjuntos infinito-numerables son los conjuntos infinitos “más pequeños”. 7 El cual veremos en el siguiente apartado. aquellos conjuntos que tienen la potencia del continuo. Por ejemplo. Rodríguez 14 .Si A y B no son equivalentes. pg 17) De esta manera. Sin embargo hay conjuntos infinitos de potencia mayor a la del continuo. Orden y preorden Una relación R sobre un conjunto M se dice que es un preorden (parcial) y que el conjunto M está preordenado (parcialmente) si 1. como así tampoco ninguno de los dos conjuntos tienen subconjuntos equivalentes entre ambos. 3. Para designar un preorden suele utilizarse el símbolo “ ≺ ”. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 2. M tendrá 2n elementos. sea M el conjunto cuyos elementos son todos los posibles subconjuntos de M. Entonces la potencia de M es más grande que la potencia del conjunto original M. entonces en principio parecería que las potencias de ambos conjuntos no podrían ser comparadas.R es transitiva: aRb. un conjunto M* de potencia aún más grande. a ∈ M 2. ℵ0 < c. no existe un conjunto que tenga “la mayor” potencia8. existe un conjunto M con potencia más grande. es decir “ xRy. Sin embargo puede demostrarse a partir del teorema de buena ordenación7 que tal situación no puede darse. Propiedad Dado un conjunto cualquiera M.R es reflexiva: aRa . Si M tiene n elementos. 4. En particular. De esta manera ocurre que m(A) = m(B). entonces por aplicación del teorema de Cantor-Bernstein A y B tienen la misma potencia. a. c ∈ M Cuando además R es antisimétrica. por analogía con el caso finito consideramos m(A) < m(B). m(A) < m(B) o bien m(A) > m(B).

el símbolo “ corresponderá con la relación R-1. que denotamos con el símbolo “ ≤ ”. “ ≺ ” no lo es. definidas en el intervalo [α . equivalente a X ∩ Y = ∅ . • Sea M el conjunto de todas las funciones continuas f . no es una relación de preorden ya que X ∩X ≠∅ X ∩ Y = ∅ e Y ∩ Z = ∅ no implica X ∩ Z = ∅ • La relación “está contenido en”. cuando tengamos “x ≺ y” e “y ≺ x”. β ] . Rodríguez 15 . 9 De esta manera como el símbolo “ ≺ ” se corresponde con la relación R. equivalente a X ⊂ Y . Si existe una relación f uno a uno entre ambos conjuntos tal que: f (a ) ≺ f (b ) ⇔ a ≺ b llamamos a esta relación f isomorfismo y a los conjuntos M y M’ isomorfos. no sólo es un preorden (parcial) sino también un orden (parcial). β ] . mientras que si ocurre que “x ≺ y” pero no “y ≺ x”.. Por otra parte. • La relación “no intersecta a”.. Ejemplos • Sea el conjunto de todos los números reales y R la relación “es menor o igual a” .. Nótese que si bien “ ≺ ” y “∼” son reflexivas. b ≤ c ⇒ a ≤ c Además se verifica: a ≤ b. Sean M y M’ dos conjuntos preordenados. g . Además “ ≺ ” es antisimétrica. ” se 10 Eduardo A. escribiremos “x ∼ y”. b ≤ a ⇒ a = b por lo cual la relación “ ≤ ” constituye un orden.TEORÍA DE CONJUNTOS Por definición “y x” significa “x ≺ y”9. De esta forma tenemos un preorden haciendo f ≺ g ⇔ f (t ) ≤ g (t ) para todo t ∈ [α . De esta forma R constituye un preorden porque a≤a a ≤ b. entonces escribiremos “ x ≺ y ” (o “ y x ”)10.

. . por eso a estas relaciones se las conoce como preorden parcial y orden parcial. puede ocurrir que ninguna de las relaciones a ≺ b y b ≺ a se cumpla. dados dos elementos a y b de un conjunto preordenado. todo número menor o igual a éste no necesariamente es un divisor suyo.… también ordenadas de la manera 2 3 4 n +1 usual.. 4 ≺ 8 . Además. Lo mismo puede ocurrir con una relación de orden. una familia dada de conjuntos parcialmente ordenados puede ser particionada en clases de conjuntos disjuntos isomorfos. En este caso decimos que a y b son no-comparables.. Tendremos entonces que para los pares (a.. En general.. El isomorfismo entre conjuntos parcialmente ordenados es una relación de equivalencia. Por otra parte sea M’ el mismo conjunto parcialmente ordenado mediante la relación “es menor o igual a”. entonces hablamos de preorden completo y orden completo. Cuando un conjunto M no tiene elementos no-comparables. Entonces la correspondencia de M sobre M’ que relaciona todo número entero n con si mismo preserva orden. dos conjuntos isomorfos parcialmente ordenados pueden ser considerados idénticos en los casos donde el elemento de interés sea la estructura de ordenación parcial y no los elementos de los conjuntos.. Por otra parte. M: 2 ≺ 3 ≺ 6 ≺ .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Sea A el conjunto de los números enteros positivos ordenados de la manera usual y 1 2 3 n B el conjunto de las fracciones . 5 ≺ 7 ≺ . b) de ambas relaciones tales que a ≠ b se verifica: M ′ : 2 ≤ 3 ≤ 4 ≤ 5 ≤ 6 ≤ 7 ≤ 8 . …. parcialmente ordenados mediante la relación “es divisor de”.... no hay manera de distinguir entre A y B. 16 Eduardo A. en lo que al orden concierne. . Rodríguez . La transformación f : A → B definida por f (n ) = n n +1 es una correspondencia uno-a-uno y preserva orden. . este tipo de relaciones se encuentra definida para ciertos pares de elementos. . Claramente. Por ende. Sin embargo no es un isomorfismo porque no puede establecerse una relación del tipo “si y solo si” ya que si bien un divisor de un número tiene que ser menor o igual a él.. A y B son isomorfos y f es un isomorfismo. • Sea M el conjunto de los números enteros positivos mayores a 1.

De esta manera. El conjunto de pares ordenados R (relación) será entonces R = {(1. es decir. B tiene Un elemento maximal (1) porque no existe ningún elemento mayor a 1.3) .TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplos Los conjuntos completamente ordenados con las relaciones usuales de “mayor o igual que” y “menor o igual que” más simples son: • • • • el conjunto de todos los enteros positivos. entonces decimos que y es un elemento maximal de M. el conjunto de los reales contenidos en el intervalo [0. 4 ) . (1.3. . no existe ningún elemento “mayor” a x.3) . Un elemento máximo (1) porque es el mayor de los elementos de B. B no tiene ni minimales ni mínimos. es decir. t ) y f * (t ) ≥ g * (t ) para todo [t . ( 2. β ] Sea M un conjunto parcialmente preordenado y sea y ∈ M : si no existe ningún x ∈ M tal que y ≺ x . si bien es un conjunto preordenado no lo es de manera completa. β ] .2. . ya que puede ocurrir para un par de funciones f* y g* f * (t ) ≤ g * (t ) para todo t ∈ [α . ( 3. el conjunto de las funciones continuas sobre [α . ( 5. 2 ) . si para todo x ∈ M se verifica que y ≺ x . (1.5 )} es decir que los diferentes elementos de S se encuentran relacionados de la siguiente manera. entonces decimos que y es un elemento mínimo de M. Eduardo A. . si no existe ningún x ∈ M tal que x ≺ y . Ejemplo • 1 ⎫ ⎧ 1 1 1 Sea B = ⎨1. todos los elementos son “menores o iguales” a y. Rodríguez 17 . todos los elementos son “mayores o iguales” a y. es decir.1) . ….1] . (1. ( 2. . no existe ningún elemento “menor” a x. • Sea S = { .…⎬ un conjunto ordenado mediante la relación “es mayor n ⎭ ⎩ 2 3 4 o igual a”. 4 ) .5 ) . Sin embargo. es decir. entonces decimos que y es un elemento máximo de M.5} un conjunto parcialmente ordenado por la relación “es divisor 1 de”. el conjunto de todos los números racionales. 4 ) . entonces y es un elemento minimal de M. Sin embargo. si para todo x ∈ M se verifica que x ≺ y . (1.4. ( 4. 2 ) .

Lo mismo ocurre con la distinción entre mínimo y minimal. Ningún elemento máximo. Ejemplos • Considérese el intervalo abierto A = (− 1. 4 y 5). Rodríguez 18 . • Sea M un conjunto preordenado y considérese un subconjunto A ⊂ M . Un elemento mínimo (1). a su vez un mínimo es minimal. Eduardo A. Entonces tenemos que: todo número mayor o igual a 1 es una cota superior de A. ya que no existe ningún elemento de S que sea divisible por todos sus elementos. Un elemento y ∈ M tal que para cualquier x ∈ A se tenga que x ≺ y se denomina cota superior de A. llamamos supremo de A ( Sup A ) al elemento mínimo de las cotas superiores de A. entonces y se llama cota inferior de A. a pesar de no pertenecer al conjunto.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA S: 1 2 3 1 ≺ 2 ≺ 1 ≺ 3 1 ≺ 4 4 5 5 donde “ ≺ ” significa “es divisor de”11. Entonces vemos que S tiene Tres elementos maximales (3. pero cuando el preorden es completo la distinción entre máximo y maximal desaparece. ya que todo elemento de S es divisible por 1. 11 En este caso. por ello 2 y 1 no son maximales de S. Sin embargo 4 es divisible por 2 y todos los elementos de S son divisibles por 1. por lo cual Sup A = 1 . si ocurre que y ≺ x . Teniendo en cuenta el conjunto de todas las cotas superiores de A. Entonces • Un máximo de M es maximal. Un elemento minimal. ya que no existe ningún elemento de S que sea divisible ni por 3 ni por 4 ni por 5. la cota superior mínima es 1. Propiedades Sea M un conjunto parcialmente preordenado. la relación inversa sería “es divisible por” o “es múltiplo de”. Si el preorden es un orden existe a lo sumo un máximo y a lo sumo un mínimo.1) en la recta real. mientras que llamamos ínfimo de A ( Inf A ) al elemento máximo de las cotas inferiores. es decir que existe un máximo o ninguno y un mínimo o ninguno. ya que no existe ningún elemento de S tal que 1 sea divisible por él.

Es cierto que M tiene un mínimo. El conjunto M de números racionales en el intervalo [0. b1 ) < (a 2 b2 ) si • ⎧a1 < a 2 ⎨ ⎩a1 = a 2 ó y b1 < b2 Sea el intervalo I = [a. la cota inferior máxima es − 1 .TEORÍA DE CONJUNTOS todo número menor o igual a -1 es una cota inferior de A. el número 0. Todo subconjunto no vacío de un conjunto bien ordenado es bien ordenado. por lo cual Inf A = −1 . Un conjunto completamente ordenado M se dice que está bien ordenado si todo subconjunto no vacío A de M tiene un mínimo. El conjunto A no tiene elementos máximos ni elementos mínimos. pero nunca sobre los puntos de la recta C porque en este último caso c b podremos tener que x1c < x1b pero x 2 > x 2 . pero el subconjunto de M conformado por todos los números racionales positivos no tiene mínimo.1] está completamente ordenado pero no es bien ordenado. El conjunto I no tiene máximo. como lo afirma el siguiente teorema. a pesar de no pertenecer al conjunto. es decir que el sentido de la desigualdad cambia cuando se comparan las primeras componentes y las segundas componentes. es decir que posee un elemento μ tal que μ ≺ a para todo a ∈ A . Ejemplos • • • Todo conjunto finito completamente ordenado es bien ordenado. el cual es a. Rodríguez 19 . todo conjunto puede bien ordenarse. • Si bien ℜ es un conjunto completamente ordenado con la relación de orden usual. b) . pero su supremo es b. Eduardo A. Su mínimo coincide con su ínfimo. ℜ 2 no lo es ya que la relación de orden solamente puede establecerse entre puntos pertenecientes a una recta que tenga pendiente positiva. Una manera de definir una relación de orden completo en ℜ 2 a partir de la relación de orden usual en ℜ es a través del llamado orden lexicográfico: diremos que (a1 . una relación de orden puede establecerse sobre los puntos de la recta A y sobre los puntos de la recta B. x2 x xa C c B A xb x1 Como puede verse en el gráfico. Si bien no todo conjunto completamente ordenado es bien ordenado.

c) xi2 es preferido a xi1 . 20 Eduardo A. pgs 47-48). Entonces podemos elegir simultáneamente un elemento de cada conjunto demostración en KELLEY. xi2 en Xi. En base a estas situaciones se puede establecer la relación “no es preferido a”. pg 47) Ai . Para ello el consumidor debe basar su decisión sobre el conjunto de las mercancías (que pueden ser una cantidad finita o infinita) existentes en la economía. Esto es. es decir que siempre existirá una relación de orden ≺ sobre X tal que X sea un conjunto bien ordenado. Preferencias del consumidor Dados dos consumos xi1 . se supone que uno y solamente uno de los siguientes tres casos puede darse para el consumidor: a) xi1 es preferido a xi2 . b) xi1 es indiferente a xi2 . al cual llamamos espacio de mercancías M. La demostración de este último teorema se basa en el axioma que se menciona a continuación. (Ver demostración en KELLEY. Llamamos conjunto de consumo Xi al conjunto de todos los consumos posibles para el i-ésimo consumidor. • existe una función f : I → ∪ Ai tal que f (i ) ∈ Ai para todo i ∈ I . sino también las cantidades que tiene en su posesión (riqueza) que deberá entregar para conseguir aquellos bienes que desea. que simbólicamente representamos como xi1 ≺ xi2 . Rodríguez . Dicha decisión no sólo se limita a elegir las cantidades de bienes a consumir.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Propiedad • Teorema de buena ordenación (Zermelo): todo conjunto X puede bien ordenarse. i∈I Axioma de elección: Sea A = {Ai }i∈I una familia de conjuntos no vacíos. Representaremos un plan de consumo mediante el punto xi ∈ M . el cual puede ser posible o imposible de alcanzar por el consumidor i. (Ver Aplicaciones económicas Preferencias sobre planes de consumo Un consumidor debe tomar decisiones con el objetivo de definir su plan de consumo.

En virtud de que los planes de consumo son todos comparables entre sí.” • Ambos supuestos pueden ser de difícil concreción si las alternativas a evaluar se encuentran lejos de la experiencia habitual del consumidor. Este es un supuesto fuerte ya que equivale a suponer que el individuo ha realizado un importante trabajo de introspección. xi2 ≺ xi1 la cual se lee “ xi1 es indiferente a xi2 . Entonces. el conjunto Eduardo A. b es preferido a c y c es preferido a a. entonces xi1 ≺ xi3 . 3) es transitiva: xi1 ∼ xi2 y xi2 ∼ xi3 . xi2 . dado un plan de consumo xi ' ∈ X i . xi3 ∈ X i tenemos que 1) es reflexiva: xi1 ≺ xi1 . xi2 . Llamamos a esta relación “ ≺ ” preorden de preferencias. 2) es transitiva: xi1 ≺ xi2 y xi2 ≺ xi3 . ya que para todo xi1 .TEORÍA DE CONJUNTOS Esta relación “ ≺ ” constituye un preorden. Por otra parte. la relación “ ≺ ” permite definir la relación de indiferencia “∼” como: xi1 ∼ xi2 ⇔ xi1 ≺ xi2 . La hipótesis de racionalidad está personificada en dos supuestos básicos sobre las relaciones de preferencias “ ≺ ” que ya hemos mencionado: completitud y transitividad. Bajo este supuesto los individuos solo toman decisiones luego de haberlo meditado detenidamente. De esta manera. Rodríguez 21 . 2) es simétrica: xi1 ∼ xi2 ⇒ xi2 ∼ xi1 . • completitud: este supuesto dice que los individuos tienen una preferencia bien definida entre dos alternativas dadas. entonces xi1 ∼ xi3 . para todo xi1 . La transitividad implica que es imposible tomar decisiones que tengan carácter circular del tipo “a es preferido a b. la existencia de una relación de equivalencia (la relación de indiferencia) en Xi permite particionar Xi en clases de equivalencia. la relación “ ≺ ” constituye un preorden completo. transitividad: este es otro supuesto fuerte y va al centro del concepto de racionalidad. xi3 ∈ X i : 1) es reflexiva: xi1 ∼ xi1 .” En gran parte de la teoría microeconómica se supone que las preferencias individuales son racionales. Relación de indiferencia La relación de indiferencia “∼” del consumidor es una relación de equivalencia ya que.

Supóngase ahora que se le ofrece elegir entre el gris más claro de los dos y uno aún más claro. es decir que el conjunto de las clases de indiferencia constituye una partición de Xi. pudiendo ocurrir que esta persona exprese indiferencia entre ambos colores cada vez que deba tomar una decisión. Rodríguez 22 . Una vez realizados varios experimentos.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA {xi ∈ X i : xi ∼ xi '} es decir el conjunto de consumos xi formado por aquellos planes de consumo que son indiferentes a xi ' . No es difícil ver que un consumo arbitrario en Xi pertenece a una y solo una clase de indiferencia. Podemos continuar de esta forma. a saber: T P m C T m P C (padre) (madre) p p 12 Los ejemplos citados en el presente apartado son tomados de MAS COLLEL-WHINSTON-GREEN. De esta manera. ofrecemos a este individuo elegir entre la primera variedad de gris (la inicial más oscura) y la final (muy cercana al blanco). En este caso el individuo podría ser capaz de distinguir ambos colores y decidirse por uno de ellos. el padre (p) y el hijo (h) toman decisiones por mayoría de votos. a un concierto (C) o a patinar (P). Los tres miembros de la casa tienen preferencias individuales racionales. pgs. Una de las dificultades aparece a causa del problema de las diferencias apenas perceptibles: Supongamos que una persona debe elegir entre dos variedades muy similares de gris para pintar su habitación. Éste puede no ser capaz de notar la diferencia entre los colores y les resultará indiferentes. es decir X/∼. 7-8. Eduardo A. Puede ser que este nuevo par de colores le vuelva a resultar indiferente porque no distingue la diferencia entre ambos. Consideremos el siguiente ejemplo: Una casa integrada por la madre (m). De esta manera se violaría la transitividad. Las alternativas para el viernes a la tarde son ir al teatro (T). constituye una clase de indiferencia en Xi. haciendo que los colores se tomen progresivamente más claros en los sucesivos experimentos de elección. el supuesto de transitividad puede fallar por una cantidad de razones. El supuesto de transitividad12 Dentro de los problemas generales de elección. A veces la aparente intransitividad puede ser explicada como el resultado de la interacción de varios individuos racionales. el conjunto de las clases de indiferencia del consumidor es el cociente de X por la relación de indiferencia “∼”. es decir varios individuos con preferencias transitivas.

P ⇒ gana C ⎬ T P vs. pudiendo desear incrementar la cantidad de cigarrillos que fuma. la cual se desarrolla considerando la conducta de elección como el objeto primario de la teoría en lugar de las preferencias. Este ejemplo es conocido como paradoja de Candorcet. hay otro (en Xi) que el i-ésimo consumidor prefiere. Un potencial fumador de cigarrillos puede preferir fumar un cigarrillo por día a no fumar y puede preferir no fumar a fumar mucho. T ⇒ gana P ⎪ ⎭ C P T lo que hace que las preferencias del grupo sean intransitivas.TEORÍA DE CONJUNTOS C h P h T (hijo) Ahora imaginemos que se hacen tres votaciones por mayoría. Considerando las relaciones mencionadas anteriormente. Puede ocurrir que la intransitividad en las preferencias de un individuo sea manifestación de cambios en los gustos. sea cual fuere su consumo (en Xi). sus gustos pueden cambiar. Si nos apegamos a nuestra definición de consumidor racional. tal situación implica que un consumidor racional debería poder anticipar estos posibles cambios inducidos en los gustos. Eduardo A. pero una vez que está fumando un cigarrillo por día. es decir. El supuesto de insaciabilidad Suele suponerse que no existe un consumo de saciedad para el i-ésimo consumidor. Rodríguez 23 . De esta manera pareciera haber una intransitividad del tipo muchos cigarrillos un cigarrillo muchos cigarrillos. Reglas de elección Existe una segunda aproximación al problema de la decisión del consumidor. C ⇒ gana T ⎫ ⎪ C vs. obtenemos los siguientes resultados: T vs. Formalmente en la situación inicial tendremos: un cigarrillo ningún cigarrillo muchos cigarrillos. mientras que luego de fumar un cigarrillo ocurrirá que muchos cigarrillos un cigarrillo ningún cigarrillo.

y. C (•)) tal que: • B es una familia de conjuntos no vacíos de Xi. esto es. es decir que todo elemento de B es un conjunto B ⊂ X i . el conjunto C (B ) puede contener más de un elemento. y ∈ B tenemos x ∈ C (B ) .C 2 (•)) . y}) = {x} y C1 ({x. Por ejemplo si 24 Eduardo A. Una posible estructura de elección podría ser (B. el axioma débil de la preferencia revelada dice que si x es elegido cuando y está disponible. y}) = {x} y C 2 ({x. z} el consumidor también considerará y. ese elemento es la elección individual entre todos los elementos de B. físico. los elementos de C (B ) son las alternativas en B que el consumidor puede considerar y elegir. ya sea a nivel institucional. z}} . y. C (•)) satisface el axioma débil de la preferencia revelada si se cumple la siguiente propiedad: Si para algún B ∈ B con x. entonces no puede haber ningún conjunto presupuestario en donde se elija y y no x cuando ambas alternativas son consideradas. y. z}) = {x. De todos modos. • Ejemplo Supongamos que X i = {x. Impondremos ahora algunas restricciones “razonables” a la regla de elección: La estructura de elección (B. z}) = {x} En este caso vemos que será elegido x sin importar cuál sea el conjunto presupuestario que el consumidor enfrente. Una estructura de elección es un par ordenado (B. pero para el conjunto presupuestario {x.C1 (•)) donde la regla de elección C1 (•) es: C1 ({x. y}. Los conjuntos presupuestarios en B deben ser pensados como una lista exhaustiva de todos los experimentos de elección concebibles que pueden ser llevados a cabo por el consumidor.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Formalmente la conducta de elección es representada a través de una estructura de elección. C (•) es una regla de elección (técnicamente es una correspondencia) que asigna un conjunto no vacío de elementos seleccionados C (B ) ⊂ B a cada conjunto presupuestario B ∈ B . etc. y ∈ B ′ e y ∈ C (B ′) debemos tener x ∈ C (B ′) . son las alternativas aceptables en B. Cuando C (B ) contiene un único elemento. entonces para cualquier B ′ ∈ B con x. Otra posible estructura de elección podría ser (B. donde la regla de elección C 2 (•) es: C 2 ({x. y} En este último caso vemos que x siempre es considerado. y. Llamamos a los elementos de B ∈ B conjuntos presupuestarios. z} y B = {{x. Rodríguez . Cuando esto ocurre. {x. En otras palabras. y.

Rodríguez 25 . Con esta *z pero no existe una relación de preferencia revelada que pueda inferirse entre y y z. z} . como puede verse en el siguiente ejemplo. Sin embargo esta estructura de elección satisface el axioma débil de la preferencia revelada.C1 (•)) y x del ejemplo anterior. Si tenemos en cuenta el primer conjunto presupuestario {x. Consideremos ahora la estructura de elección (B. Podemos afirmar también que “x se revela preferido a y” (o “ x * y ”) si existe algún B ∈ B tal que x. tenemos que: C 2 ({x. porque y y z nunca son elegidos. Ejemplo Consideremos la estructura de elección estructura tenemos que x *y (B. z} o bien C ({ x. y} ⇒ y * x. y * z Sin embargo al considerar el segundo conjunto presupuestario {x. x ∈ C (B ) e y ∉ C (B ) .C 2 (•)) . y ∈ B y x ∈ C (B ) . Formalmente: si x Ejemplo * y ⇒ y / *x . z}) = {x} o C ({x. y. y. en realidad deberemos tener C ({x. z} ) = { y. y.TEORÍA DE CONJUNTOS C ({x. y. también del primer ejemplo de reglas de elección. y ∈ B . la relación de preferencia revelada “ * ” se encontrará definida de la siguiente manera: x * y ⇔ existe algún B ∈ B tal que x. y. C (•)) . z}) = {y}. z} . Nótese que la relación de preferencia revelada no necesita ser ni completa ni transitiva. y. z}) = {x. x * y. entonces x se revela preferido a y. z}) = {x. Esto quiere decir que si x es siempre elegido sobre y cuando ambos son posibles. x *z . y. Con esta terminología podemos afirmar lo siguiente: Si x se revela al menos tan preferido como y. z}) = {z} o C ({x. entonces y no puede revelarse preferido a x. y}. Una manera más simple de expresar el axioma débil de la preferencia revelada es a través de la relación de preferencia revelada “ * ”: dada una estructura de elección (B. tenemos Eduardo A. y}) = {x} entonces no puede ocurrir C ({x. donde “ x * y ” se lee “x se revela al menos tan preferido como y”.

(Ver demostración en MAS COLLEL-WHINSTON-GREEN. y} ) = { x} ⇒ x *y . Rodríguez . lo cual resulta ser una contradicción. para que exista una relación de preferencias racional compatible con una estructura de elección (B.13-14) 26 Eduardo A. C (•)) que satisfaga el axioma débil se requiere que B esté formado por todos los subconjuntos del espacio de mercancías (o alternativas) M de hasta tres elementos. no es decir que tenemos “ y cumpliéndose el axioma débil de la preferencia revelada. si bien puede demostrarse que cualquier estructura de elección generada por preferencias racionales satisface el axioma débil de la preferencia revelada. Sin embargo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA C2 ({ x. El axioma débil de la preferencia revelada restringe la conducta de elección del consumidor en la misma manera que lo hace el principio de racionalidad para las relaciones de preferencias. pgs. *x” e x * y .

6 ) y así con todo y ∈ I . Esta topología es la topología trivial o topología indiscreta de X.05) ⊄ K .4. y X conjuntamente con la clase I. Sin embargo.1. b ) = {y : a < y < b} es un subconjunto de A. el punto 1. el par ( X .1. llamado comúnmente recta real.15) . Entonces U constituye una topología de ℜ llamada topología usual de ℜ.05. Se ve que D cumple con los axiomas. G ) es un espacio topológico indiscreto. es decir el par (X.4 ) . el intervalo K = [1. la intersección de un número finito de conjuntos de I pertenece a I. Una clase I de subconjuntos de X es una topología de X (o en X) sii I verifica los siguientes axiomas: 1.2 ) no es un conjunto abierto porque el punto 1 no puede encerrarse en un intervalo abierto que pertenezca a K.1 puede encerrarse en el intervalo abierto (1.I). por lo tanto es una topología de X y se la llama la topología discreta de X.1. ya que el conjunto formado por la unión de dos intervalos disjuntos. • • . también es un conjunto abierto. El par ( X . o simplemente conjuntos abiertos. aunque no son los únicos conjuntos abiertos. es un espacio topológico. Sea X = ℜ el conjunto de los números reales. La clase G = { X . En este caso. 3. Sea U la colección de todos aquellos conjuntos que contienen un intervalo abierto alrededor de cada uno de sus puntos. Esto quiere decir que un subconjunto A ⊂ ℜ es abierto sii para cada punto x ∈ A hay números a y b tales que a < x < b y el intervalo abierto (a.2 ) es un conjunto abierto ya que todos los elementos de I pueden encerrarse en un intervalo abierto contenido en I. D ) es un espacio topológico discreto.5 en el intervalo (1. Por ejemplo el punto 1. De esta manera el conjunto I = (1. X y ∅ pertenecen a I. Espacios topológicos Topología y conjuntos abiertos Sea X un conjunto no vacío.2 ) ∪ (3. ∅} es una topología de X. Ejemplos • Sea D la clase de todos los subconjuntos de X. como por ejemplo J = (1. 2. Los elementos de I se llaman conjuntos I-abiertos. En general todo intervalo abierto es un conjunto abierto. la unión de cualquier número de conjuntos de I pertenece a I.95. por ejemplo 1 ∈ (0.2.

n ⎠ ⎝ n Entonces puede verse que ∩C n =1 ∞ n = {} 1 no es un conjunto abierto porque no puede ser representado mediante la unión de intervalos abiertos. Rodríguez . d } = {a. c. d }. ∅} . • Sea X un conjunto cualquiera y sea C la familia de conjuntos que tienen complementos finitos junto con X y ∅ . { a } . {c . d }. d }.3. d }. d } ∩ {a. {a . {a}. {a}. ∅ . I4 = {X . Cn = ⎜ ⎟. d } ∉I3 Si I y L son dos topologías de X entonces I es menor que L y L es mayor que I sii I ⊂ L . d . y que L es más 28 Eduardo A. {a . {c . b. e}} I 2 = { X . d }. c . {b. I es menor que L sii cada conjunto I-abierto es L-abierto. Sea X el conjunto que contiene solamente dos elementos distintos: a y b. e}} Nótese que I1 es una topología de X porque cumple con los axiomas. Ii ) i = 1. Sean I1 = {X . ∅} . c. Considérese las siguientes clases de subconjuntos de X • • X = {a . la topología cofinita y la topología discreta coinciden.2. También se dice en tal caso que I es menos fina (o más débil) que L. I2 = {X . {a . En el caso en que X sea un conjunto finito. Por ejemplo consideremos para todo n ∈ N los conjuntos (intervalos) abiertos ⎛ n −1 n +1⎞ . e} I1 = { X . c. Entonces ( X . c . e} = {a. ∅ . d }} I 3 = { X . c . b. {b}. { a } . c. b. {c .4 son cuatro espacios topológicos diferentes para el mismo conjunto X. c . I2 no es una topología de X porque {a. d } ∪ {b. ∅ . b. d } ∉I2 Tampoco I3 es una topología de X porque {a. d }. d .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Cabe destacar que la intersección de una cantidad infinita de conjuntos abiertos no necesariamente es abierta. Sin embargo. ∅} . ∅} . {b}. I3 = {X . c . {b . d . Entonces C define una topología sobre X llamada topología cofinita (o topología de los complementos finitos). En otras palabras. { a } . d . {a . c .

Considérese la siguiente topología de X = {a . {a. Propiedad Si Ux es el sistema de entornos de un punto. e}} • Un entorno del punto e es cualquier conjunto que contenga a un conjunto abierto al cual e pertenece. b}. todo intervalo cerrado [a − δ .ESPACIOS TOPOLÓGICOS fina (o más fuerte) que I. ∅. Eduardo A. d . c. {a. c. d }. a + δ ) . Si I y L son topologías arbitrarias de X. entonces las intersecciones finitas de miembros de Ux están en Ux. que contiene a a. pero V es más fina que G. y todo conjunto que contiene a un miembro de Ux está en Ux. Cada entorno de un punto contiene un entorno abierto de ese punto. en tal caso se dice que I y L no son comparables. { a}. a + δ ] con centro en a es un entorno de a porque contiene el intervalo abierto (a − δ . 52) Ejemplos • Sea a ∈ℜ . pg. b. puede suceder que I no sea ni mayor ni menor que L. {a . (Ver demostración en KELLEY. Entornos y sistema de entornos Un conjunto U de un espacio topológico ( X . c . Ejemplo Considérese la topología discreta D. K = { X . pero todo conjunto abierto es entorno de cada uno de sus puntos. {a . Llamamos sistema de entornos de un punto a la familia de todos los entornos del punto. Rodríguez 29 . Un entorno de un punto no es forzosamente abierto1. Entonces. G ⊂ V ⊂ D . Los conjuntos abiertos que contienen a e son: {a. Entonces. e}. I ) es un I-entorno (o simplemente entorno o vecindad) de un punto x ∈ X sii U contiene un conjunto abierto al cual x pertenece. b. Esto es. b. V es menos fina que D. e} . X Los conjuntos que contienen conjuntos abiertos a los cuales e pertenece son: 1 En algunos textos se exige que un entorno sea necesariamente un conjunto abierto. la indiscreta G y cualquier otra topología V de un conjunto cualquiera X. b. d }.

lo que se hace en realidad es definir las relaciones de cercanía entre los diferentes elementos del conjunto. {a. bajo esta especificación. Eduardo A. Entonces diremos lo siguiente: Sea X un conjunto y para cada punto x ∈ X sea U x = {U ( x )} una familia novacía de subconjuntos de X asociados con x. b. e}. b. I ) es llamado espacio topológico e I es llamada topología del espacio ( X . c. Una vez especificado este sistema de entornos sobre un conjunto X. 2. existe un V ∈ U x tal que si y ∈ V entonces U ∈ U y . c. se define conjunto abierto como aquel conjunto que es entorno de cada uno de sus puntos. b.si U y V ∈ U x . Rodríguez 30 .x ∈ U ( x ) para cada U ( x ) ∈ U x . entonces U ∩ V ∈ U x . el primer paso en la especificación de una topología consiste en definir cuándo una colección de conjuntos es un sistema de entornos de un punto. La principal ventaja que tiene la definición de una topología a través de un sistema de entornos consiste en enfatizar el hecho de que. X } La definición de una topología sobre un conjunto X la hemos hecho especificando la totalidad de los conjuntos abiertos de X. d . cuando ésta se especifica. {a. el sistema de entornos de e es U e = {{a . d . todo entorno es necesariamente un conjunto abierto. Nótese que las condiciones exigidas para que una familia de conjuntos sea un sistema de entornos constituye una propiedad de los entornos en nuestro esquema de trabajo. entonces el par ( X . tales que 1.2 2 Véase además que. y definido el espacio topológico correspondiente. Entonces Ux es llamado sistema de entornos de x. b. I ) . entonces V ∈ U x . {a . De esta manera. 4.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA {a. b. Sin embargo existe un punto de partida alternativo para la definición de una topología: a través de la especificación de un sistema de entornos. e}. que en nuestro esquema de trabajo constituía una propiedad en lugar de una definición.si V ⊃ U ( x ) para algún U ( x ) . X Por consiguiente. A partir de allí hemos podido definir el concepto de entorno y sistema de entornos. b.si U ∈ U x . Sea I = {U x : x ∈ X } un sistema de entornos para cada x ∈ X . 3. {a . e}. e}. e}. e}.

(Ver demostración en BAUM. e}. X . 33) Ejemplo • Es importante remarcar que la unión de una cantidad infinita de conjuntos cerrados no necesariamente es cerrada. por otra parte. existen subconjuntos de X tales como {a. {b. D ) son. e}.1⎥ . El complemento del complemento de A es A. c. D ) todo subconjunto es abierto. pg. c. {b. abiertos y cerrados. Los subconjuntos cerrados de X son: ∅. e}} define una topología de es decir. b} que no son ni abiertos ni cerrados. La clase X = {a. d . c. {a. y por lo tanto un conjunto es abierto sii su complemento es cerrado. En el espacio topológico discreto ( X . Entonces todo subconjunto de X es también cerrado ya que su complemento es abierto. Por ejemplo consideremos para todo n ∈ N los conjuntos (intervalos) cerrados sobre la recta real con la topología usual ⎡1 ⎤ Fn = ⎢ . {a} • T = { X . ⎣n ⎦ Entonces puede verse que Eduardo A. Siempre es cierto que el espacio y el conjunto vacío son abiertos y cerrados al mismo tiempo ya que X ∼ X = ∅ y X ∼ ∅ = X . Ejemplos • • Si I es la topología usual de ℜ. d}. tales como {b. d}. b. entonces los únicos conjuntos a la vez cerrados y abiertos son ℜ y ∅ . todos los subconjuntos de ( X . los complementos de los subconjuntos abiertos de X. e} . {c. {a . a la vez. ∅.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Conjuntos cerrados Un conjunto A de un espacio topológico ( X . En otras palabras. e}. y que. { a}. d . c. d . e} y {a} que son al mismo tiempo abiertos y cerrados. I ) es cerrado sii su complemento relativo (X∼A) es abierto. d . Conviene observar que existen subconjuntos de X. b. c. {b. Propiedad La unión de un número finito de conjuntos cerrados es necesariamente cerrada y la intersección de los miembros de una familia arbitraria de conjuntos cerrados es cerrada. Rodríguez 31 .

es decir c. e} es el conjunto derivado de A. b ) . e}} define una topología de Clausura y conjuntos densos Dado el conjunto A perteneciente al espacio topológico ( X . e} y X. c. A ' = {b. b ) . b. Por otra parte. I ) sii cada entorno de x contiene puntos de A diferentes de x. Si x es un punto de acumulación de A suele decirse (intuitivamente) que hay puntos de A arbitrariamente cerca de x. no contiene ningún otro punto de A diferente de a. ∅. los puntos d y e son puntos de acumulación de A. Puntos de acumulación Un punto x ∈ X es un punto de acumulación (punto de aglomeración o punto límite) de un conjunto A de un espacio topológico ( X . d . d . Del mismo modo. d . llamamos conjunto derivado A’ al conjunto de los puntos de acumulación de A. c. Así pues. d .1] n n =1 ∞ no es un conjunto cerrado. la cual la denotaremos A . Por otra parte. tanto a como b son puntos límite del intervalo abierto (a. Ejemplos • Sobre la recta real con la topología usual. 32 Eduardo A. y cada uno de ellos contiene un punto de A diferente de b. {a. a la unión del conjunto con su conjunto derivado. el punto a ∈ X no es un punto de acumulación de A porque el conjunto abierto { a} que contiene a a. I ) llamamos clausura (o I-clausura) de A. Es decir A = A ∪ A' . c. aunque los mismos no pertenezcan al conjunto. Considérese el subconjunto A = {a . d}. • T = { X . {a}. Nótese que b ∈ X es un punto de acumulación de A porque los conjuntos abiertos que contienen a b son {b. c} de X. Rodríguez . e} . b. La clase X = {a. {b. c. d}. y el punto c no es punto de acumulación de A. Es importante aclarar que un punto de acumulación de A no necesariamente tiene que pertenecer a A.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ∪ F = (0. Sea A un conjunto de un espacio topológico. todos los puntos pertenecientes al mencionado intervalo son también puntos de acumulación de (a. {c.

pero 7071 707 141 7 = 1. X . b. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. c . I ) sii la clausura de A es X. como la clausura de un conjunto es el mínimo conjunto cerrado que lo contiene. c} es un subconjunto denso en X. Puede verse que el conjunto {a. Intuitivamente. Por ejemplo tenemos que 2 ≅ 1. e}} X = {a. Interior y frontera Un punto x ∈ X de un conjunto A de un espacio topológico ( X . Ejemplos • El conjunto de los números racionales Q es denso en ℜ con la topología usual. d}. e} {a . 30). c. para los siguientes tres casos tenemos {b} = {b. es decir (X∼A)º. o sea A= X. e}. c. = 1.414 ∈ Q. {a. Sean A y B dos conjuntos de un espacio topológico tales que A ⊂ B . pg.4142 ∈ Q. El exterior de A es el interior del complemento de A. {a}. = 1.41421 ∉ Q .ESPACIOS TOPOLÓGICOS Propiedades • Un conjunto A perteneciente a ( X . {c. entonces A ⊂ B . 5). • • El conjunto A es el mínimo conjunto cerrado que contiene a A. = 1. pero no así {b} y {b. indicado Aº. e}. … 5000 500 100 5 • Considérese la topología T = { X . d . y el conjunto de todos los puntos interiores de A es el interior de A. e}. d}. { a} . c. d }. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. {b. 38). d . {a. {b. ∅. d }= {b .4 ∈ Q. pg. de por consiguiente. Un conjunto A es denso en un espacio topológico ( X . {b. Rodríguez 33 . d . e} donde los subconjuntos cerrados de X son ∅. pg. (Ver demostración en BAUM.41∈ Q. I ) es cerrado sii A = A . c. d . e}. Eduardo A. esto equivale a decir que podemos aproximar todo elemento irracional perteneciente a ℜ con elementos de Q. I ) es un punto interior de A sii A es un entorno de x. c} = X {b . Por ende A = A ya que A es un conjunto cerrado. b.

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

Propiedades

Sea A un conjunto de un espacio topológico ( X , I ) . Entonces el interior Aº de A es abierto, y es el máximo abierto contenido en A. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO, pg. 38) Un conjunto A es abierto sii A = A . (Ver demostración en KELLEY, pgs. 57-58)

La frontera de un conjunto A, b( A) , de un espacio topológico ( X , I ) , es el conjunto de todos los puntos que no son interiores ni de A ni de X∼A.
Propiedad

unión del interior y la frontera de A, es decir, A = A ∪ b( A ) . Esto nos lleva a afirmar que un conjunto es cerrado sii contiene a su frontera, mientras que diremos que un conjunto es abierto sii es disjunto con su frontera.
Ejemplos

Sea A un subconjunto de un espacio topológico ( X , I ) . Entonces la clausura de A es la

Sea el intervalo I = (0,1] en la recta real con la topología usual. De esta manera tenemos por definición que I º = (0,1) , b(I ) = {0,1} e I = [0,1] , los cuales verifican [0,1] = (0,1) ∪ {0,1} . Considérese la topología
X = {a, b, c, d , e} , y el subconjunto A = {b, c, d } de X. Los puntos c y d son interiores de A porque c, d ∈{c, d} ⊂ A

T = { X , ∅, { a}, {c, d }, {a, c, d }, {b, c, d , e}}

de

donde {c, d } es un conjunto abierto, y por lo tanto A constituye un entorno de c y d. El punto b ∈ A no es un punto interior de A; por lo tanto, int ( A) = {c, d } . El único punto exterior de A es a ∈ X , esto es así porque el complemento es

X∼A= {a , e} ,
entonces (X∼A)º = { a} . Por consiguiente, la frontera de A consiste en los puntos b y e, o sea b( A ) = {b, e} .

Relativización

Si ( X , I ) es un espacio topológico e Y es un subconjunto de X, podemos construir una topología U de Y que se llama topología relativa (o heredada) de I a Y. La topología 34
Eduardo A. Rodríguez

ESPACIOS TOPOLÓGICOS

relativa U se define como la familia de todas las intersecciones de miembros V de I con Y; es decir, U pertenece a la topología relativa U sii U = V ∩ Y para algún conjunto Iabierto de X. U es una topología y al espacio topológico (Y , U ) se lo llama subespacio del espacio (X,I).
Ejemplos

Considérese la topología usual U de ℜ y la topología relativa TA del intervalo cerrado A = [3,8 ] . Obsérvese que el intervalo semiabierto en ℜ [3, 5) es abierto en la topología relativa de A, es decir, es un conjunto TA-abierto, porque [3, 5) = (2,5) ∩ A , donde (2,5) es un subconjunto U-abierto de ℜ. Así, un conjunto puede ser abierto respecto a un subespacio pero no ser abierto ni cerrado en el espacio original (en este caso, ℜ). Sea Q el conjunto de los números racionales y ℜ la recta real con la topología usual. Entonces Q con la topología usual heredada constituye un subespacio de ℜ. Lo mismo puede hacerse con los naturales, los enteros y los irracionales. Sean la topología
T = { X,∅ , { a } , {c , d }, {a , c , d }, {b, c , d , e}}

de

X = {a, b, c, d , e} , y el subconjunto A = {a, d , e} de X. Nótese que X∩A= A

{a } ∩

A = {a } A = {d }

{a , c , d } ∩

A = {a , d }

∅∩ A = ∅

{c , d } ∩

{b. c. d . e} ∩ A = {d , e}

Entonces la relativización de T a A es

T A = { A, ∅, { a}, { d }, {a, d }, {d , e}}

Bases y sub-bases

Definir una topología en un espacio X significa especificar un sistema de conjuntos abiertos en X. Sin embargo, suele ser conveniente especificar algún sistema de subconjuntos que determine de manera unívoca todos los conjuntos abiertos, en lugar de enumerarlos a todos ellos. Una familia B de conjuntos de un espacio topológico ( X , I ) es una base de la topología I sii todo conjunto abierto en X puede representarse como la unión de conjuntos de B.3

A diferencia de lo que ocurre con la expresión de un vector mediante la combinación lineal de los elementos de una de sus bases (Cap. 4), la expresión de un conjunto abierto a través de la unión de elementos de una base de un espacio topológico puede no ser única. Eduardo A. Rodríguez

3

35

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

Ejemplos

El conjunto de todos los intervalos abiertos constituye una base para la topología usual de ℜ, ya que todo conjunto abierto de ℜ puede ser interpretado como una unión de intervalos abiertos. Sea X un conjunto completamente ordenado. La topología generada por la base formada por los conjuntos del tipo S a = {x : x > a} es llamada topología del orden a la derecha sobre X. (Una topología del orden a la izquierda sería definida de manera similar utilizando los conjuntos Pa = {x : x < a} ). De esta manera los conjuntos abiertos de X serán aquellos conjuntos que puedan expresarse como uniones de conjuntos del tipo Sa, que son en realidad conjuntos del tipo Sa. Sea X el conjunto de todos los números reales. Elegimos como base de una topología T la familia de todos los conjuntos de la forma [a, b ) , donde a, b ∈ X . Esta topología es llamada topología del intervalo semiabierto a la derecha. Entonces los conjuntos de la forma (− ∞, a ) , [a, b ) o [b, ∞ ) son tanto abiertos como cerrados. Conjuntos de la forma (a, b ) o (a, ∞ ) son abiertos en X puesto que (a, b ) = ∪ { [α , b ) : a < α < b}. Ellos no son cerrados porque los conjuntos de la

forma (− ∞, a ] , [a, b] y {p} no son abiertos al no poder expresarse como unión de los elementos de la base.

Está claro que podemos definir una topología I especificando una base B. De esta manera, la topología I será solamente el sistema que puede ser representado como uniones de conjuntos de B. Sería práctico conocer los requisitos que deben cumplir los elementos de una familia de conjuntos B para que el sistema formado por todas las uniones posibles de B conformen una topología de I.
Propiedad

Una familia B de conjuntos pertenecientes a X es base de la topología I sii 1- B ⊂ I 2- para cada punto x ∈ X y cada entorno U de x, existe un miembro V ∈ B tal que x ∈V ⊂ U . (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN, pg. 82) Esta propiedad induce a preguntarnos si cualquier colección de subconjuntos de X constituye una base de alguna topología. La respuesta es no y la justificación de la misma es la siguiente propiedad.
Propiedad

Una familia B de subconjuntos de X es base de alguna topología de X sii

36

Eduardo A. Rodríguez

pgs.X = Bα ∈B ∪ Bα 2. b ) = {x : x < b} y (a.X = ∪ S . Propiedad Sea X un conjunto y sea δ una familia de subconjuntos de X tal que 1.ESPACIOS TOPOLÓGICOS 1. (Ver demostración en BAUM. ∞) = {x : a < x}. Definimos la topología del orden sobre X tomando como sub-base los intervalos semifinitos (− ∞. ambos ejemplos coinciden. z ) = {x : x ≺ z} y ( y. 50-51) 4 Nótese que cuando X = ℜ. Entonces los conjuntos ( y. Rodríguez 37 . La topología usual sobre ℜ es efectivamente la topología del orden derivada del orden usual de ℜ. 2.δ ≠ ∅ . ya que todo intervalo abierto (a. existe un conjunto W ∈ B tal que x ∈ W ⊂ U ∩ V . (Ver demostración en BAUM. 46) Una familia δ de conjuntos de X es una sub-base de una topología I sii la familia de todas las intersecciones finitas de miembros de δ es base de I. ∞ ) = {x : y ≺ x}. z ) = {x : y ≺ x ≺ z} son abiertos y forman una base del espacio topológico X. donde x ∈ U ∩ V . b ) = {x : a < x < b} puede ser representado por la intersección finita de estos tipos de conjuntos. V ∈ B . los conjuntos abiertos de X serán aquellos conjuntos que puedan ser expresados como unión de conjuntos de la forma ( y. Sea X un conjunto completamente ordenado. z ) . S∈δ entonces δ es una sub-base de alguna topología para X. Eduardo A. De esta manera.4 • La próxima propiedad permite ver qué requisitos debe cumplir una colección de subconjuntos de un conjunto dado para constituir una sub-base de alguna topología del mismo. Ejemplos • Una sub-base natural para la topología usual de ℜ es la familia de los intervalos semifinitos del tipo (− ∞.para cada punto x ∈ X y cada par de conjuntos U . pg.

puede hacerse algo similar para un sistema de entornos. Espacios separables Un espacio topológico X se dice que cumple con el primer axioma de numerabilidad (o que es 1º N) si el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene una base numerable. Eduardo A. 2. Una base del sistema de entornos del punto x ∈ X (o base local de x) es una familia de entornos de x tal que todo entorno de x contiene algún miembro de esa familia6. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO.especificando una base.especificando la totalidad de los conjuntos abiertos (o un sistema de entornos) de X.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Puede verse que los requisitos que tienen que cumplir una colección de subconjuntos de X para ser sub-base de una topología son claramente menos restrictivos que los que debería cumplir para ser una base de una topología de X. 3. es decir 5 Más adelante veremos una cuarta manera de representar una topología: definiendo una métrica sobre X. Así como hemos definido el concepto de base de una topología. Cualquiera de los tres métodos es igualmente válido y cumple con los objetivos5. debe contener un conjunto abierto que contenga a dicho punto. para ser tal. Esta propiedad permite ver la relación entre los conceptos de base de una topología y base de un sistema de entornos. Propiedad • Una base local numerable Bx = {Bn : n ∈ N } de un espacio 1º N forma una familia decreciente de subconjuntos. pg. 6 Compárese esta definición con las condiciones que tiene que cumplir una colección de conjuntos para ser una base de una topología determinada. Propiedad • Sea X un espacio topológico y A una familia de subconjuntos abiertos. Ejemplos • La familia de los entornos abiertos de un punto es siempre una base del sistema de entornos de ese punto. 107)7. Rodríguez 7 38 . Hasta el momento.especificando una sub-base. podemos definir una topología de X de tres maneras: 1. Entonces A será una base de la topología sii cada familia A x = {A ∈ A : x ∈ A} es una base local. porque todo entorno.

tal que todo entorno de x contiene algún conjunto B ∈ Bx . Entonces X − {x} debe ser numerable.ESPACIOS TOPOLÓGICOS B1 ⊃ B2 ⊃ … ⊃ Bn ⊃ … . lo cual es una contradicción porque X no era numerable. su familia de conjuntos cerrados F también es numerable porque F coincide con la familia de las partes finitas de X. C ) donde C es la topología cofinita y X es un conjunto numerable es un espacio 1º N. De esta manera el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene un solo elemento. con lo cual implica todo punto x ∈ X tiene como único entorno a X. Rodríguez 39 . De esta manera existirá una colección numerable de conjuntos abiertos Bx cada uno conteniendo a x. Por lo tanto tenemos: X − {x} = X − ∩ Bx = B∈Bx ∪ (X − B) . • Todo espacio topológico indiscreto es 1º N ya que solamente existen dos conjuntos abiertos: X y ∅ . la topología cofinita no es 1º N. Supongamos que lo es. Entonces debería ocurrir que ∩ Bx = {x} porque toda base numerable de un espacio 1º N forma una familia decrecientes de subconjuntos mediante relaciones de inclusión. entonces en algún punto x existe una base local numerable. De esta manera. que son complementos de los conjuntos abiertos pertenecientes a C. Cada uno de los X – B son finitos por definición (porque B es un conjunto abierto el cual fue definido como aquel cuyo complemento X – B es un conjunto finito) y la unión numerable de conjuntos finitos es numerable. Ello es así porque al ser X numerable. C es numerable ya que existe una correspondencia biunívoca entre F y C tomando complementos. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. es decir una base de entornos para cada punto x que consta de un solo elemento: el conjunto formado por el mismo punto. por lo tanto es numerable y cumple con el primer axioma de numerabilidad. • Sin embargo si X no es numerable. Eduardo A. pgs. I ) se dice que cumple con el segundo axioma de numerabilidad (o que es 2º N) si su topología tiene alguna base numerable. 109-110) Ejemplos • Todo espacio topológico discreto X no numerable es 1º N ya que para cada x ∈ X podemos fijar como base local del punto x la colección de conjuntos Bx = {x}. • Un espacio ( X . Un espacio topológico ( X . Entonces cualquier subfamilia de C es numerable y en particular lo será la subfamilia de abiertos que contengan a un punto dado x. De esta manera el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene una base numerable (de un solo elemento) y por ende cumple con el primer axioma de numerabilidad.

b) . Ejemplos • El conjunto Q de números racionales es numerable y es un subconjunto propio de ℜ. Rodríguez 40 . se da en los espacios métricos. I ) es separable. Como además Q = ℜ . De esta manera. Entonces ( X . donde a y b son números racionales. y por lo tanto es igual a ℜ. 48) Ejemplo • La recta real ℜ dotada con la topología cofinita no es 2º N porque no es 1º N. Eduardo A. La relación entre los conceptos de base numerable y separabilidad es la siguiente. • El conjunto de los números reales ℜ con la topología cofinita es separable ya que N (el conjunto de los números naturales. I ) un espacio topológico con una base numerable. Propiedad • Todo espacio 2º N es 1º N. debido a que los cerrados son por definición complementos finitos de los abiertos. Esto es así porque ℜ es el único conjunto cerrado que es infinito. Un espacio topológico ( X . por lo tanto su topología no tiene una base numerable. por definición de clausura. Sin embargo es separable porque el conjunto de los números naturales es denso en ℜ. A será una base de la topología sii cada familia A x = {A ∈ A : x ∈ A} es una base local de x. De esta manera la topología podrá tener una base numerable y así cumplir con el segundo axioma de numerabilidad. constituye una base numerable de ℜ. la recíproca no es necesariamente cierta8. • Un espacio discreto numerable es 2º N. 8 La reciprocidad. lo cual se sigue de la propiedad que establece que si X es un espacio topológico y A es una familia de subconjuntos abiertos. I ) es separable sii posee un subconjunto numerable que es denso en X. (Ver demostración en BAUM. conjunto numerable) es denso en ℜ. el espacio ℜ es separable. N es el mínimo cerrado que contiene a N. De esta manera la numerabilidad de A asegura la numerabilidad de los Ax. como veremos más adelante.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • El conjunto de los números reales ℜ con la topología usual satisface el segundo axioma de numerabilidad ya que el conjunto de todos los intervalos abiertos (a . Sin embargo. Propiedad • Sea ( X . pero la recíproca no es necesariamente cierta. pg.

b) m ∈ D implica m ≥ m. entonces m ≥ p. (Ver demostración en BAUM. Todo espacio T2 es T1 . p ∈ D tales que m ≥ n y n ≥ p.2. I ) es un espacio de Hausdorff (llamado también espacio 9 T2 ) si para cada par de puntos x e y diferentes pertenecientes a X existe un entorno U del punto x y un entorno V del punto y tal que U ∩V = ∅ . … en un espacio topológico ( X . Llamamos a I topología de Hausdorff. entonces x = y . (Ver demostración e BAUM. Una relación binaria ≥ dirige a un conjunto D ≠ ∅ si: a) m. Para ello necesitamos definir lo que se conoce como espacios de Hausdorff. dado cualquier entorno de x. sería cómodo contar con alguna propiedad que garantice dicha unicidad. En espacios topológicos arbitrarios puede ocurrir que el límite de una sucesión no sea único. n. existe un número entero N G tal que G ( x ) contenga a todos los puntos x n con n > N G . Puesto que estamos acostumbrados a que las sucesiones tengan límite único. puede ocurrir que la sucesión {x n } tenga un punto límite pero que {x n } no converja a ese punto o a ningún punto. 41-42) 9 Un espacio topológico X es T1 cuando todo subconjunto de X formado por un único elemento es que no es T2 es el intervalo cerrado [0. Entonces x es el único límite de la sucesión {x n } .2. ≥) tal que S es una función y ≥ dirige a su dominio. …} . c) m. La recíproca no es necesariamente cierta10. … . I ) se dice que converge al punto x ∈ X (llamado límite de la sucesión) si. Una red es un par (S.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios de Hausdorff y convergencia Una sucesión de puntos {x n } = x1 . Propiedad Sea ( X . n ∈ D implica que existe p ∈ D tal que p ≥ m y p ≥ n. como puede verse en la siguiente propiedad. 10 cerrado. pg. Propiedad • Sea ( X . 41) Otra cosa que puede ocurrir en espacios topológicos generales es que una sucesión {x n } converja a un punto x sin que x sea un punto límite del conjunto {x n : n = 1. pgs. Sin embargo esto no pasa en los espacios de Hausdorff. pero la recíproca no es necesariamente cierta. …} . I ) un espacio de Hausdorff. sí se da para redes [Ver demostración en KELLEY.1] en el que se consideran como conjuntos abiertos el intervalo. el conjunto vacío y todos los subconjuntos que se obtienen omitiendo del intervalo una cantidad numerable de puntos. Rodríguez 41 . al que llamamos G ( x ) . Una propiedad muy importante de esta topología se enuncia a continuación. Un ejemplo de espacio T1 Si bien la reciprocidad no se da para sucesiones. x n . Eduardo A. Por otra parte. x 2 . {x n } una sucesión en X que converge a algún punto x ∈ X y además y es un punto límite del conjunto {x n : n = 1. Un espacio topológico ( X . pg. 83]. I ) un espacio de Hausdorff y sea {x n } una sucesión en X tal que x es un límite de la sucesión.

Rodríguez . 59) −1 ({b}) = (− ∞. Contraejemplo: Sea Y = {a. Entonces las siguientes afirmaciones son equivalentes: 1. • El conjunto infinito X dotado de la topología cofinita no es un espacio de Hausdorff porque dos conjuntos abiertos nunca son disjuntos. Diremos que f es continua sii es continua en todo su dominio.f es continua.para todo conjunto abierto O ⊂ Y .si A ⊂ X . El espacio indiscreto no es un espacio de Hausdorff. (Ver demostración en BAUM. Esto equivale a decir que la sucesión {x n } en X para un n lo suficientemente grande se encuentra cerca de todos los puntos de X.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Sea X un conjunto dotado con la topología indiscreta. La noción intuitiva de función continua de un espacio en otro es la idea de que los puntos que están cerca en X permanecen cerca en Y después de haber sido aplicada la función f. pg. f −1 (O ) es abierto en X. (C ) es cerrado en X. De esta manera X es el único entorno de todos sus puntos. f 4. por ello toda sucesión convergerá al mismo tiempo a todos los puntos de X. entonces f (A ) ⊂ f ( A) . pero f entonces f no es una función continua. 42 Eduardo A. Entonces definimos la función f : X → Y de la siguiente manera: ⎧a si f (x ) = ⎨ ⎩b si x>0 x≤0 −1 a≠b Puesto que el conjunto {b} ⊂ Y es abierto. Funciones continuas Una función f de un espacio topológico X en Y es continua en el punto x sii la inversa por f de cada entorno de f ( x ) es un entorno de x.para todo conjunto cerrado C ⊂ Y . Propiedades a) Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y una función. 2. b} un subespacio de ℜ con la topología heredada de la topología usual de ℜ y X = ℜ con la topología usual.0] no es abierto. 3.

la colección de todos los espacios topológicos pueden dividirse en clases de equivalencia. Si A ⊂ X y x ∈ A' . Si se desea expresarlo de una manera intuitiva. −1 :Y → X 3. están relacionados en algún sentido. pg. 60) c) Sea X un espacio separable y f : X → Y una función continua sobre Y. 100) d) Si f : X → Y y g : Y → Z son funciones continuas. Entonces la relación “es homeomorfo a”. se puede decir que un homeomorfismo entre dos conjuntos de puntos es una correspondencia tal que a todo punto de uno de los dos conjuntos corresponde un punto. I ) sobre un espacio topológico (Y . (Ver demostración en BAUM. entonces f también es un homeomorfismo. que denotaremos con el símbolo “∼”. puede haber una relación muy fuerte entre ambos en términos de estructura. uno de los cuales es la imagen continua del otro. ambos espacios se dicen homeomorfos. Si existe un homeomorfismo en un espacio sobre otro. y que a dos puntos vecinos de uno corresponden dos puntos vecinos del otro11. tales que cada espacio topológico es homeomorfo a cada miembro de su clase de equivalencia y sólo a ella.simetría: ya que si f : X → Y es un homeomorfismo. 2. 11 Compárese con la idea intuitiva de función continua. entonces Y es separable. Eduardo A. Rodríguez 43 .reflexividad: ya que la función identidad i es un homeomorfismo. Dos espacios son topológicamente equivalentes cuando son homeomorfos. Un homeomorfismo o transformación topológica es una función biunívoca continua de un espacio topológico ( X . y sólo uno. 90) Homeomorfismos Dos espacios. Esta relación “es homeomorfo a” tiene las siguientes propiedades: 1. I ' ) tal que f −1 también es continua. Sin embargo. pg. pg. entonces gf : X → Z es una función continua.transitividad: ya que si f : X → Y y g : Y → Z son homeomorfismos. (Ver demostración en MENDELSON.ESPACIOS TOPOLÓGICOS b) Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y una función continua biunívoca. es una relación de equivalencia. como pudo verse en las propiedades anteriores. (Ver demostración en BAUM. del otro. también lo es la función compuesta gf : X → Z . entonces f ( x ) ∈ f ( A)' . Por consiguiente.

entonces Y también lo es. Es decir que la propiedad de tener una base numerable es un invariante topológico. Si para cada conjunto cerrado C ⊂ X . Las siguientes propiedades muestran que. Si para cada conjunto abierto O ⊂ X . Nótese que esta propiedad implica afirmar que la separabilidad también es un invariante topológico. hasta el momento.13 • 12 La topología es el estudio de los invariantes topológicos. Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y un homeomorfismo. Eduardo A. f (C ) es cerrado en Y. Una propiedad que. También puede observarse que los elementos del dominio de la función se encuentran contenidos únicamente en el intervalo abierto (0. también la poseen sus homeomorfos se llama invariante topológico12. Propiedades • Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y un homeomorfismo. Del gráfico también surge que tanto la función f como la función f −1 son continuas. Sea f : X → Y una función de un espacio topológico en otro.1) . 63). (Ver demostración en BAUM. 2x − 1 x( x − 1) x ∈ (0. pg. f (O ) es abierto en Y se dice que f es una función abierta (o función interior). hemos visto dos invariantes topológicos. entonces se dice que f es una función cerrada. 63). entonces Y también la tiene. pg. cuando es poseída por un espacio topológico.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplo • El conjunto ℜ de los números reales con la topología usual es homeomorfo al intervalo abierto (0. Si X es un espacio de Hausdorff. Es decir que la propiedad de ser espacio de Hausdorff es un invariante topológico.1) con la topología heredada de la topología usual de ℜ ya que la función f (x) = es un homeomorfismo. Rodríguez 13 44 . Si X tiene una base numerable.1) f(x) f (x ) = 2x − 1 x( x − 1) 1 x Observando el gráfico adjunto puede verse con claridad que la imagen de la función f abarca la totalidad del conjunto ℜ de los números reales. (Ver demostración en BAUM.

entonces el espacio producto es el espacio euclídeo n-dimensional. Diremos que la función π : X → X / R es la función cociente de X sobre X/R si la misma asigna a cada x ∈ X la clase de equivalencia a la cual x pertenece. Entonces B es la base de una topología X × Y llamada topología producto. entonces una base de la topología producto de X 1 × X 2 × … . Propiedades • Sea f : Z → × X i una función. (Ver demostración en KELLEY. Entonces decimos que f es continua sii la función i =1 i n compuesta PX f : Z → X i es continua para todo i. i =1 n Ejemplo • Si cada X i es el conjunto de los números reales con la topología usual. puede decirse que X e Y constituyen los ejes de coordenadas del espacio producto. Con relación al espacio X × Y . De esta manera la topología cociente es la máxima topología de Y para la cual la función f es continua. 111) Espacios cociente Sea f : X → Y una función continua. y ) ∈W hay entornos abiertos U de x y V de y tales que U × V ⊂ W . pg. Rodríguez 45 . Si X 1 . Llamamos topología cociente de Y (con respecto a f y a la topología de X) a la colección de todos los conjuntos U ⊂ Y para los cuales f −1 (U ) es abierto en X. Llamaremos Eduardo A. X n son espacios topológicos.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios producto Sean X e Y dos espacios topológicos y sea B la familia de todos los productos cartesianos U × V . X n (o × X i ) es la familia de todos los productos cartesianos i =1 n U 1 × U 2 × … . 67) • El producto cartesiano de espacios de Hausdorff es un espacio de Hausdorff. Llamamos espacio producto al producto cartesiano X × Y provisto de la topología producto. pg. De esta manera. (Ver demostración en BAUM. y ) de X × Y al punto x ∈ X e y ∈ Y respectivamente son las proyecciones sobre los ejes de coordenadas. un conjunto W ⊂ X × Y es abierto con respecto a la topología producto sii para cada punto ( x. Por otra parte. las funciones PX y PY que llevan un punto ( x. … . X 2 . U n (o × U i ) donde cada U i es abierto en X i . donde U es un conjunto abierto en X y V es un conjunto abierto en Y.

Y un subconjunto de X y A = {Dα : α ∈ A} una colección de subconjuntos de X. Entonces: si A es un conjunto finito. Rodríguez . Propiedad • Si el espacio cociente X/R es un espacio de Hausdorff. I ) es compacto sii todo cubrimiento abierto de X tiene un subcubrimiento finito. 46 Eduardo A. Entonces A = {Dα : α ∈ A} se lo llama un cubrimiento de Y si α ∈A ∪ Dα ⊃ Y . Entonces ahora estamos en condiciones de definir espacio compacto y conjunto compacto. Por otra parte si A y B son conjuntos de índices {E β : β ∈ B} ⊂ {Dα : α ∈ A} y β ∈B ∪ Eβ ⊃Y entonces {E β } es llamado un subcubrimiento de {Dα } . Si la función cociente π de un espacio X sobre el cociente X/R es abierta y R es cerrado en X×X. 117-118) Espacios compactos Sea X un conjunto. pgs. si A es un conjunto numerable. (Ver demostración en KELLEY. A = {Dα : α ∈ A} es un cubrimiento finito. A es compacto sii todo cubrimiento de A por conjuntos que son abiertos en ( X . A = {Dα : α ∈ A} es un cubrimiento numerable. entonces X/R es un espacio de Hausdorff. entonces R es cerrado en el espacio producto X×X. Por ejemplo si cada uno de los conjuntos Dα es un conjunto abierto. I ) tiene un subcubrimiento finito. también puede hacerse lo propio teniendo en cuenta las propiedades del conjunto de índices A. decimos que A es un cubrimiento abierto. Un conjunto A de un espacio topológico es compacto sii es un espacio compacto con la topología relativa. Así como puede caracterizarse un cubrimiento de acuerdo a las propiedades comunes de sus miembros.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA espacio cociente al conjunto cociente X/R con la topología cociente generada por la función cociente π. o sea. Un espacio topológico ( X . entonces hablamos de un P-cubrimiento. Si todos los conjuntos Dα de un cubrimiento tienen la propiedad común P.

b] de la recta real ℜ con la topología usual tiene un cubrimiento finito. b) Sea X un espacio de Hausdorff y sea Y un subespacio compacto de X. (Ver demostración en BAUM. pg. 74) d) Sea X i un espacio compacto para todo i ∈ N . entonces f tiene un máximo y un mínimo. n + 2 ) : n ∈ Z } no contiene ninguna subcolección finita que cubra ℜ. 73-74) c) Sea X un espacio compacto y sea Y un conjunto cerrado tal que Y ⊂ X . (Ver demostración en BAUM. 161-162). ya que para ello resulta necesario definir una métrica sobre el espacio que lo contiene. cuando en un espacio topológico se verifica que todo conjunto compacto es cerrado y acotado se dice que ese espacio cumple con la propiedad de Heine-Borel. 167-168) En general. 15 Eduardo A. Rodríguez 47 . (Ver demostración en BAUM. entonces Y es compacto.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Ejemplo Todo cubrimiento abierto de un intervalo cerrado y acotado A = [a . Entonces todo intervalo cerrado y acotado [a . g) Sea X un espacio compacto. entonces Y es un subespacio cerrado de X. pg. Propiedades a) Sea f : X → Y una función continua sobre Y y sea X un conjunto compacto. entonces Y es compacto. 14 Mas adelante definiremos conjunto acotado en términos rigurosos. (Ver demostracción en BAUM. 77) e) Un conjunto de un espacio euclídeo n-dimensional es compacto sii es cerrado y acotado14. 73). entonces Y es compacto en la topología relativa. f) Teorema de Weierstrass: Sea f una función de X en ℜ con la topología usual. entonces × X i es compacto con la i =1 n topología producto. pgs. La recíproca no es necesariamente cierta. pgs. b ] de la recta real ℜ con la topología usual es compacto. La recíproca es cierta para el caso de redes. entonces toda sucesión en X tiene una subsucesión convergente a un punto de X. pg. Si f es continua en X y X es compacto y no vacío. lo cual equivale a decir que la compacidad es un invariante topológico. Por ende si X e Y son espacios homeomorfos y X es un espacio compacto. (Ver demostración en KELLEY.15 Ejemplos • La recta real ℜ no es compacta ya que el cubrimiento de ℜ por intervalos abiertos A1 = {(n. (Ver demostración en BAUM. pgs.

A ⊂ Q. pg. En general. como K es cerrado relativo. x + ε ] . El conjunto de los números racionales Q. K = [x − ε . con la topología heredada de ℜ. Esta “debilidad relativa” de la compacidad local hace que la misma no sea un invariante topológico. 72) Todo subespacio cerrado de un espacio localmente compacto es localmente compacto. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. 1) no es compacto. no es localmente compacto: dado x ∈ Aº.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • El intervalo (0. pg. todo conjunto abierto de ℜ con la topología usual es localmente compacto. 1]. x + ε ] ∩ Q ⊂ A . 73) Ejemplo • La recta real ℜ con la topología usual es localmente compacta: el punto x está contenido en un intervalo de la forma (a. la propiedad de compacidad local se preserva. Propiedades • • • La propiedad de compacidad local en espacios de Hausdorff se preserva bajo funciones continuas abiertas. b] es el entorno compacto de x que la definición requiere. existirá ε > 0 tal que K = [x − ε . • 48 Eduardo A. en ℜ. pero la recíproca no es necesariamente cierta. Es conveniente destacar que la compacidad local es más débil que la compacidad. De manera análoga se puede demostrar que el intervalo abierto (0. b]. Rodríguez . con lo cual [a. el cual a su vez está contenido en el subespacio [a. no es localmente compacto. si A fuera compacto en ℜ también debería serlo K. Sin embargo. pg. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. b). por lo tanto K debería ser cerrado en ℜ. Un espacio X se dice que es localmente compacto si todo x ∈ X posee un entorno compacto. 71) El producto de una cantidad finita de espacios localmente compactos es un espacio localmente compacto. con lo cual x no tiene entorno compacto y Q. con la topología heredada de ℜ. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG.1] : n ∈ Z + } no contiene ninguna subcolección finita que cubra (0. Sin embargo para algunos espacios y tipos de funciones. 1] no es compacto porque el cubrimiento abierto A 2 = {(1 / n. por lo que todo conjunto (o espacio) compacto es un conjunto (o espacio) localmente compacto. lo cual implica afirmar que tal propiedad pueda ser “destruida” por una función continua.

d }. La idea intuitiva de un conjunto o espacio conexo es que el mismo está “hecho de una sola pieza”. c .−1] ∩ (1. I ) es conexo sii los únicos subconjuntos de X que son a la vez cerrados y abiertos en ( X . el espacio topológico discreto. Ejemplo (Teorema de Bolzano): Sea f una función de un conjunto S a ℜ. Un espacio topológico ( X .−1) ∩ [1. pg. por consiguiente. En consecuencia. Ejemplos • El espacio topológico indiscreto es conexo. Esta propiedad suele utilizarse a menudo como definición alternativa de espacio conexo. entonces f (S ) es un intervalo. 103).∅. • Sean X un espacio topológico. ambos son simultáneamente abiertos y cerrados. c. entonces A es conexo. Esta propiedad implica afirmar que un conjunto conexo permanece conexo si se le adjunta cualquier cantidad de sus puntos límite. pg. N un conjunto conexo en X y A un subconjunto de X tal que N ⊂ A ⊂ N . c . c . Sin embargo. ∞ ) = ∅ • Considérese la siguiente topología de X = {a .I) están separados sii Propiedades • Un espacio topológico ( X . Nótese que la topología relativa del subconjunto A = {b. • Sea X un espacio conexo y f : X → Y una función continua sobreyectiva. e} es { A. • La recta real ℜ con la topología usual es un espacio conexo porque ℜ y ∅ son los únicos subconjuntos de ℜ que son simultáneamente cerrados y abiertos.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios conexos Dos conjuntos no vacíos A y B de un espacio topológico A ∩ B = A ∩ B = ∅ . entonces Y es conexo. I ) es conexo si X no puede ser representado mediante la unión de dos conjuntos separados no vacíos. I ) son X y ∅ . {a. ∞ ) = ∅ y (− ∞. Esto es. d . 99). (Ver demostración en BAUM. { a}. d . (X. d }. no es conexo. (Ver demostración en BAUM. X = { a } ∪ {b. Esto implica afirmar que la conexidad es un invariante topológico. c. Lo mismo ocurre con los espacios euclídeos ℜ n . d . si tiene más de un punto. d . Sin embargo el conjunto ℜ ∼ [− 1. {c. e} T = { X. e} son complementarios y. d . ∅. (Ver demostración en BAUM. { d }} . Si f es continua en S y S es conexo. 100). e} es una inconexión de X. e}} El espacio X es inconexo porque {a} y {b. pg. Rodríguez 49 . decimos que un conjunto A ⊂ X es conexo si A es un subespacio conexo de X. b. A es conexo porque A y Eduardo A. {b.1] no es conexo ya que (− ∞. Por otra parte.

50 Eduardo A. Por otra parte.1) es un subconjunto propio abierto y cerrado de Y. An es una cadena simple de x a y si se cumplen las siguientes tres condiciones: - A1 (y únicamente A1) contiene x. porque (0. Sea X = (0. Solamente (0. De esta manera. entonces existe una cadena simple de elementos de { α } de x U a y. Propiedad • Si x e y son dos puntos de un espacio conexo X y { α } es una colección de conjuntos U abiertos que cubren X.1) ∪ (1.1) abierto y cerrado.2) debería ocurrir que f −1 ((0. Entonces X no es homeomorfo a Y ya que si existiera una función f que fuera un homeomorfismo de (0..1) conexo. Rodríguez . no puede haber un subconjunto propio de X que sea abierto y cerrado al mismo tiempo. Un subconjunto C de un espacio X es una componente de X si C es conexo sin ser un subconjunto propio de otro conjunto conexo de X.1) con recorrido en (0. es decir que la componente conexa que contiene a un punto es el mayor subconjunto conexo (en sentido de inclusión) que contiene a dicho punto.1) con la topología heredada de la topología usual de ℜ e Y = (0. un espacio es localmente conexo cuando tiene una base conformada con conjuntos conexos abiertos. en la topología relativa. . Dados dos puntos x e y del espacio X.1) ∪ (1. 108). Se dice que un espacio es localmente conexo en el punto x si para todo conjunto abierto U que contiene x existe un conjunto conexo abierto V que contiene a x y se encuentra contenido en U.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ∅ son los únicos subconjuntos de A que. son simultáneamente abiertos y cerrados.1)) sea un subconjunto propio de (0.1) y ∅ cumplen con ello. también con la topología heredada de la topología usual de ℜ . Sin embargo esto no ocurre porque al ser X = (0. • El siguiente ejemplo muestra que la conexidad es un invariante topológico.. pg. An (y únicamente An) contiene y. Ai ∩ Aj es no vacío sii i − j ≤ 1 . El espacio X será localmente conexo si es localmente conexo en cada uno de sus puntos. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. Esto quiere decir que cualquier par de puntos de un espacio conexo puede unirse a través de una cadena simple de conjuntos abiertos..2) . A2. una colección de conjuntos A1. diremos que un conjunto A ⊂ X es localmente conexo si A es un subespacio localmente conexo de X.

pgs. ya que el mismo está conformado por todos aquellos puntos de S que se encuentran dentro de C. Rodríguez 51 . Gráficamente: 1 C p · 0 0 1 -1 Este espacio es conexo al ser la clausura de la imagen continua del conjunto conexo (0. tanto en ℜ 2 como en S ya que este último tiene la topología heredada de ℜ 2 .1] f (x ) = ⎨ ⎩sen (1 x ) si x = 0 si x ∈ (0. incluidos aquellos puntos a la derecha del segmento − 1 ≤ y ≤ 1 . Sin embargo.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Propiedad • Un espacio X es localmente conexo sii cada componente de un conjunto abierto es un conjunto abierto. decimos que f es un camino en X desde x a y donde llamamos a x punto inicial y a y punto final del camino f. como puede verse en el siguiente ejemplo.1] que se define a continuación: ⎧ [− 1. 106-107).1] junto con la topología heredada de la topología usual del plano. Por lo tanto. Sin embargo no es localmente conexo: cualquier círculo C alrededor de p sobre el segmento − 1 ≤ y ≤ 1 define un conjunto abierto. Ejemplo • Curva seno del topólogo: Sea S el subespacio de ℜ 2 conformado por los puntos de la gráfica de la correspondencia f : [0. Sin embargo este segmento abierto no es un conjunto abierto en S. El único conjunto conexo que se encuentra dentro de C y contiene a p es aquel segmento sobre el intervalo − 1 ≤ y ≤ 1 que se ubica dentro de C. Un espacio X es conexo por caminos si para cada par de puntos Eduardo A.1] . (Ver demostración en HOCKING-YOUNG.1] → [− 1. el espacio S no es localmente conexo en ningún punto del intervalo − 1 ≤ y ≤ 1 .1] → X es continua de tal manera que f (0) = x y f (1) = y . no es cierto que todo espacio conexo sea localmente conexo ya que ambos conceptos no se implican mutuamente. Si una función f : [0.

Rodríguez 52 . pg. / x →0 Propiedades • Sea X un espacio conexo por caminos. Análogamente a la definición de conexidad local. Algunos llegan incluso a usar ambos términos como sinónimos. entonces Y es conexo por caminos. x2 •x •y En el gráfico vemos que es posible unir mediante un camino (arco) cualquier par de puntos del conjunto. (Ver demostración en MENDELSON. 135). 110). (Ver demostración en BAUM. pg. por lo tanto. Lo mismo ocurre con la conexidad por arcos (Ver demostración en BAUM.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA x. (Ver demostración en MENDELSON. entonces X es conexo. pg. Obviamente. Si los puntos se encuentran en discos diferentes. y ∈ X existe un camino desde x a y. diremos que X es un espacio localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) si X tiene una base de 16 Por lo general los textos de topología general hablan de conjuntos conexos por caminos ó conjuntos conexos por arcos. todo espacio conexo por arcos es conexo por caminos. Si la función continua f es un homeomorfismo diremos que f es un arco y hablaremos de espacios conexos por arcos. La distinción entre ambos conceptos puede encontrarse de manera explícita en STEEN-SEEBACH. Entonces tenemos las siguientes relaciones: Conexidad por arcos ⇒ Conexidad por caminos ⇒ Conexidad • Sea f : X → Y una función continua sobreyectiva y X un espacio conexo por caminos. el camino (arco) deberá pasar indefectiblemente por el punto de contacto entre ambos discos. 110). La razón de que esto ocurra es que lim sen (1 x ) = ∃ . Eduardo A. pg. Se observa en la gráfica que este conjunto también es conexo. Claramente todo arco es un camino y. x1 • Curva seno del topólogo: este conjunto no es conexo por caminos ya que resulta imposible trazar una función continua que una el origen con cualquier punto del espacio S que no se encuentre sobre el eje de ordenadas.16 Ejemplo • El siguiente subconjunto de ℜ 2 conformado mediante la unión de dos discos cerrados es conexo por caminos (conexo por arcos). 135). Lo mismo ocurre con la conexidad por arcos. definiéndolos de la manera en que aquí representamos los conjuntos conexos por caminos. tampoco es conexo por arcos. Esto implica afirmar que tanto la conexidad por caminos como la conexidad por arcos son invariantes topológicos. Diremos que el conjunto A ⊂ X es conexo por caminos (conexo por arcos) si A es un subespacio conexo por caminos (conexo por arcos) de X.

por ejemplo O’. Análogamente todo espacio localmente conexo por arcos es localmente conexo por caminos. entonces ϕ 1 ( x ) no es semicontinua inferiormente.ESPACIOS TOPOLÓGICOS conjuntos abiertos conexos por caminos (conexo por arcos). para todo x’ ∈ V tenemos que ϕ(x’) ∩ O ≠ ∅. Sin embargo. que a su vez es localmente conexo. por ende ϕ 1 ( x ) es semicontinua superiormente en x = ¾. si tomamos un conjunto abierto contenido en ϕ 1 (¾ ) . x] ⎩ y 1 y=x ϕ1(x) ½ O’ O’’ ¼ y=½x ¾ 1 x Si tomamos cualquier conjunto abierto que contenga a ϕ 1 (¾ ) . Eduardo A. las relaciones entre los distintos tipos de conexidad vistos en este apartado son las siguientes: Conexidad por arcos / / ⇑ ⇓ ⇒ Conexidad por caminos / / ⇑ ⇓ ⇒ Conexidad / / ⇑ ⇓ Conexidad local por arcos ⇒ Conexidad local por caminos ⇒ Conexidad local Semicontinuidad de correspondencias Una correspondencia ϕ de X en Y se dice que es semicontinua superiormente en x si para todo conjunto abierto O ⊂ Y que contiene a ϕ(x) existe un entorno V de x tal que. Ejemplos • ϕ 1 (x ) = ⎨ ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. Un conjunto A ⊂ X será localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) si A es un subespacio localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) de X. De esta manera. vemos que para todo elemento x del entorno de ¾. ϕ 1 (x ) ⊂ O ' . al igual que para el caso de la conexidad local “a secas” la conexidad por caminos (por arcos) y su variante local no se implican mutuamente.¾ ) ∪ (¾ .1] cuando x = ¾ [¼ . para todo x’ ∈ V tenemos que ϕ(x’) ⊂ O. Sin embargo. por ejemplo O’’. se ve que para todo x > ¾ del entorno de ¾ ϕ 1 (x ) ∩ O ' ' = ∅ . Rodríguez 53 . Una correspondencia ϕ de X en Y se dice que es semicontinua inferiormente en x si para todo conjunto abierto O ⊂ Y contenido en ϕ(x) existe un entorno V de x tal que.

Por otra parte diremos que ϕ es una correspondencia semicontinua inferiormente en X si es semicontinua inferiormente en todo punto x ∈ X. y i → y 0 ⇒ y 0 ∈ ϕ ( x0 ) . Si ϕ es tanto semicontinua superiormente como inferiormente en x (en X).1] cuando x = ¾ [½ . Se dice que ϕ es una correspondencia semicontinua superiormente en X si es semicontinua superiormente en todo punto x ∈ X y si. además. (Ver demostración en BERGE. decimos que la función es continua en X. 54 Eduardo A. si tomamos un conjunto abierto contenido en ϕ 2 (¾ ) . Sin embargo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • ϕ 2 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. x] ⎩ y=x ½ ϕ2(x) ¼ O’ O’’ y=½x ¾ 1 x Si tomamos cualquier conjunto abierto que contenga a ϕ 2 (¾ ) . el conjunto {x : x ∈ X . Rodríguez . pg. ϕ (x ) ∩ O ≠ ∅} sea abierto en X. 115) • Cuando la continuidad se define mediante sucesiones decimos que una función es continua en x 0 si f ( x ) → f ( x 0 ) cuando x → x 0 . el conjunto {x : x ∈ X . ϕ ( x ) ⊂ O} sea abierto en X. por ejemplo O’’. se dice que es continua en x (en X). ϕ(x) es un conjunto compacto para todo x ∈ X. vemos que para todo elemento x del entorno de ¾. (Ver demostración en BERGE. entonces ϕ 2 (x ) es semicontinua inferiormente. Propiedades • Para que la correspondencia ϕ de X en Y sea semicontinua superiormente es condición necesaria y suficiente que el conjunto ϕ(x) sea compacto para todo x ∈ X y que para todo conjunto abierto O ⊂ Y. De esta manera. por ejemplo O’. decimos que la correspondencia ϕ es semicontinua superiormente en x 0 si: xi → x0 . pg. Este criterio no puede aplicarse a las correspondencias. 115) Para que la correspondencia ϕ de X en Y sea semicontinua inferiormente es condición necesaria y suficiente que para todo conjunto abierto O ⊂ Y. Si esto ocurre para todo x. vemos que para todo x del entorno de ¾ ϕ 2 ( x ) ∩ O ' ' ≠ ∅ . porque no existe un único ϕ ( x) ni un único ϕ ( x 0 ) . ϕ 2 ( x ) ⊄ O ' .¾ ) ∪ (¾. por ende ϕ 2 (x ) no es semicontinua superiormente en x = ¾. y i ∈ ϕ ( xi ).

y 0 ∈ ϕ ( x 0 ) ⇒ ∃ {y i }/ y i ∈ ϕ (xi ). como por ejemplo la sucesión cuyo límite es a. Sin embargo no es semicontinua inferiormente porque el punto b no es límite de ninguna sucesión en g 1 ( x ) . Eduardo A. Ejemplos • ϕ 1 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Es decir. entonces existe una sucesión {y i } que tiende a y 0 . Rodríguez 55 .1] cuando x = ¾ [¼ . y si y 0 pertenece a la imagen de x 0 .1] es continua. ¾ • 1 x ϕ 2 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0.¾ ) ∪ (¾ . si xi tiende a x 0 .1] [½ . y i → y 0 . x] ⎩ y=x ½ ϕ1(x) ¼ b y=½x a La correspondencia ϕ 1 ( x ) es semicontinua superiormente en x = ¾ porque toda sucesión en ϕ 1 ( x ) tiene límite en ϕ 1 (¾ ) .¾ ) ∪ (¾. x] cuando x = ¾ ⎩ y=x ½ ϕ (x) 2 c d y=½x ¼ ¾ • 1 x La correspondencia ϕ 2 ( x ) no es semicontinua superiormente en x = ¾ porque la sucesión que tiene por límite el punto d no tiene su límite contenido en ϕ 2 (¾ ) . Sin embargo. porque es semicontinua superior e inferiormente. entonces el límite y 0 pertenece a la imagen de x 0 . como la que converge al punto c. Es decir. La correspondencia ϕ ( x ) = {y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. si x i tiende a x 0 y una sucesión formada por elementos de yi pertenecientes a las imágenes de cada x i tiende a y 0 . Diremos que la correspondencia ϕ es semicontinua inferiormente en x 0 si: xi → x0 . en la cual cada elemento y i pertenece a la imagen de xi . ϕ 2 ( x ) es semicontinua inferiormente en x = ¾ porque todo punto de ϕ 2 (¾ ) es límite de alguna sucesión contenida en ϕ 2 ( x ) .

entonces ϕ(K) es un conjunto compacto en Y. En términos intuitivos equivale a decir que Xi está “hecho de una sola pieza”. Conectividad Suele suponerse que el conjunto de consumo Xi es un conjunto conexo.. (Ver demostración en BERGE.la función numérica M ( x ) = max{ f ( y ) : y ∈ ϕ ( x )} es continua en X.. . aunque puede presentar “agujeros”. 117) b) Sea ϕ: X → Y una correspondencia semicontinua superiormente y K un conjunto compacto en X.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Propiedades a) La gráfica de una correspondencia ϕ: X → Y semicontinua superiormente en X es un conjunto cerrado en X × Y. entonces: 1.la correspondencia Φ ( x ) = {y : y ∈ ϕ ( x ). pg. 2. 56 Eduardo A. pg. 120-122) i =1 n e) Teorema del máximo: Si f(x) es una función numérica en Y. hipótesis que recibe el nombre de conectividad de los conjuntos de consumo. pg. (Ver demostración en BERGE. entonces el producto directo de correspondencias ϕ = × ϕ i es una correspondencia semicontinua superiormente (inferiormente) de X i =1 n en Y = × Yi . n) una familia finita de correspondencias semicontinuas superiormente (inferiormente). pg. (Ver demostración en BERGE. 2. (Ver demostración en BERGE. (Ver demostración en BERGE. 116) c) Sean ϕ1: X → Y y ϕ2: Y → Z dos correspondencias semicontinuas superiormente (inferiormente). f ( y ) = M ( x )} semicontinua superiormente. 119) d) Sean ϕi: X → Yi (i = 1. y si ϕ: X → Y es una correspondencia continua definida para todo x. pgs. 123) de X en Y es Aplicaciones económicas Propiedades de los conjuntos de consumo Los supuestos sobre los conjuntos de consumo que se detallan a continuación son comunes en la teoría del consumidor.. entonces ϕ = ϕ1ϕ2: X → Z es una correspondencia semicontinua superiormente (inferiormente). Rodríguez .

Continuidad Es habitual que se asuma que el conjunto de consumo Xi del consumidor i es cerrado. o bien que converjan a un punto que no sea de acumulación. Sin embargo. ya que permite demostrar la existencia de una representación numérica de la utilidad del consumidor. la cual sí tiene una interpretación económica clara: la convexidad de los conjuntos de consumo. cabe recordar que la misma no es aplicable a la totalidad de los espacios topológicos. muy difícil de interpretar económicamente. Eduardo A. Por lo general la formalización de las decisiones sobre planes de consumo suele hacerse sobre espacios de Hausdorff. Sin embargo. Sin embargo. al ser igual a su clausura. la compacidad de los conjuntos de consumo es muy importante en economía. contiene la totalidad de sus puntos de acumulación. ya que resulta dificultoso poder hacer una lectura apropiada de “cubrimiento”. siendo el más común el espacio euclídeo n-dimensional. la interpretación anterior podría no ser válida y el nombre de “continuidad de los conjuntos de consumo” podría resultar inapropiado. Este supuesto es común que reciba el nombre de continuidad de los conjuntos de consumo. en principio. Este supuesto suele aparecer en la literatura económica de la siguiente manera: “Sea xiq una sucesión infinita de consumos. en principio. cuando se formaliza una economía en su conjunto. como es el caso de la topología cofinita si el espacio posee infinitos elementos o la topología indiscreta. si todos los xiq son posibles para el i-ésimo consumidor y si xiq → xi0 . Rodríguez 57 . Esto se debe a que un conjunto cerrado. si este no fuera el caso. entonces xi0 también es posible para el i-ésimo consumidor. es decir una función de utilidad. Compacidad { } El supuesto de compacidad es. el supuesto de conectividad no aparece de manera explícita ya que es usual hacer una suposición aún más fuerte sobre los conjuntos de consumo.ESPACIOS TOPOLÓGICOS x2 X no es conexo x2 X es conexo x2 X es conexo x1 x1 x1 El supuesto de conectividad. es una necesidad técnica más que económica. Como hemos visto con anterioridad pueden existir espacios en los cuales las sucesiones converjan a más de un punto. Si bien esta interpretación de conjunto cerrado es usada frecuentemente.

pero adelantamos que un conjunto es acotado si puede ser encerrado en una esfera de radio finito. los conjuntos {xi ∈ X i : xi ≺ xi′} y {xi ∈ X i : xi cerrados en X i . De esta manera el supuesto matemático de compacidad puede vincularse al supuesto económico de escasez. Existencia de una función de utilidad del consumidor En su libro Theory of Value. La hipótesis de que Xi es un subconjunto del espacio euclídeo ℜl se utiliza solamente. Rodríguez . De esta manera Debreu demuestra el siguiente teorema: Sea X i un subconjunto conexo de ℜ l . El hecho de representar al espacio de mercancías como un subconjunto de ℜ l permite que las cantidades de los diferentes insumos del i-ésimo consumidor (alimentos. Debreu demuestra la existencia de una función de utilidad bajo determinados supuestos realizados sobre los conjuntos de consumo X i cuando los mismos se encuentran contenidos en el espacio euclídeo ℜ l . etc. Obviamente. para poder saber si un conjunto es acotado o no. Bajo la hipótesis de continuidad de las preferencias existe una función de utilidad continua en X i .) se representan por números positivos. preordenado por ≺ . para obtener un subconjunto numerable y denso D en Xi.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA La lectura del supuesto de compacidad se facilita enormemente en espacios euclídeos (y en todo espacio que cumpla con la propiedad de Heine-Borel) ya que en este tipo de espacios un conjunto compacto es aquel conjunto que es cerrado y acotado17. deberá tenerse definida una métrica sobre el espacio al cual pertenece. como ya veremos. siendo l la cantidad (finita) de mercancías existentes en la economía18. 18 17 58 Eduardo A. completamente preordenado por ≺ . a ℜ . mientras que las cantidades producidas por él (unidades de trabajo). por números negativos. xi′} son Mas adelante definiremos con mayor rigurosidad el concepto de conjunto acotado. e introduce la siguiente hipótesis de continuidad sobre las preferencias: Para todo xi′ en X i . Por lo tanto la siguiente demostración es tambien válida si se supone solamente que Xi es un espacio topológico conexo y separable completamente preordenado por ≺ . vestimenta. Debreu define función de utilidad de la siguiente manera: Una función de utilidad u i para el i-ésimo consumidor es una función creciente de X i . lo cual implica afirmar que un consumidor decide sus planes de consumo a partir de un conjunto restringido de canastas posibilitando que el problema de elección se transforme en un problema económico.

existe un x ∈ D tal que x ′≺ x ≺ x ′′ . Entonces. donde en la primera parte se trabaja con un resultado preliminar. entonces: X x ′ ∪ X x ′′ ≠ X (*) Supongamos ahora que no hubiera ningún x ∈ D con la propiedad deseada. conjunto de los planes de consumo al menos tan preferidos como x’’. Eduardo A. Un resultado preliminar En este apartado se demuestra la siguiente proposición Si x’ y x’’ en X satisfacen x ′≺ x ′′ . conjunto de los planes de consumo no preferidos a x’. donde D es un subconjunto numerable de X que es denso en X. no vacíos y. X no puede ser la unión de estos dos conjuntos (porque son conjuntos separados). que implica D = X . como el conjunto X x ′ ∪ X x ′′ es cerrado. tendríamos que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ . X x ′′ = {x ∈ X : x ′′ ≺ x} . por propiedad de clausura. en la tercera parte se realiza una extensión de esa función de D a X i . es decir que los elementos de D pertenecerán a uno u otro conjunto. cerrados en X. en la segunda parte se demuestra la existencia de una función de utilidad en un subconjunto D ⊂ X i numerable y denso en Xi. Puesto que X es conexo. por lo que tenemos que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ y por la propiedad de separabilidad del espacio euclídeo ℜl. y en la cuarta parte se demuestra que esta extensión es una función continua. Consideremos los siguientes dos conjuntos • • X x ′ = {x ∈ X : x ≺ x ′}. Demostracion19 1. por la hipótesis de continuidad sobre las preferencias. Estos conjuntos son disjuntos. es igual a su clausura. se tiene que X x ′ ∪ X x ′′ ⊃ X 19 Para facilitar la notación durante la presente demostración escribiremos X en lugar de Xi. Rodríguez 59 . esto significaría que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ .ESPACIOS TOPOLÓGICOS La demostración consta de cuatro partes.

sus elementos pueden ser etiquetados de la siguiente manera: r 1 . a saber r1 (= r q1 ). r q1 y le asignamos a x2 el elemento de dicho intervalo con el menor valor de etiquetado (es decir ( ) ( ) 60 Eduardo A. Extraemos de D todos los elementos indiferentes a xα o a xβ y llamamos D’ al conjunto resultante. 2. x 2 . relacionando los puntos de D’ y Q’ elemento a elemento. sus elementos pueden ser etiquetados de la siguiente forma: x1 . es decir que se intenta establecer un isomorfismo entre D’ y Q’. Ejemplo de asignación de valores a cada punto de D’: 1.… . es decir que a x1 (el primer elemento etiquetado de D’) se le asigna el primer elemento del etiquetado de Q’. Rodríguez . r p . Entonces: • • si D tiene un elemento mínimo xα.… . x p . 2. Este etiquetado nada tiene que ver con el preorden ≤ . ya que X es conexo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA pero como X x ′ y X x ′′ son subconjuntos de X. entonces le asignamos q1 = 1 y u ′ x 1 = r q1 . Elegimos dos números reales a y b tales que a < b.Considérese x2 (el segundo elemento del etiquetado de D’). Este etiquetado nada tiene que ver con el preorden ≺ . Tal cosa puede hacerse porque tanto D’ como Q’ son numerables.Tómese x1. Los elementos de D’ serán considerados sucesivamente: con xp se asociará un elemento q r p de Q’ de tal forma que el preorden se conserve y que todo elemento de Q’ acabe por ser tomado. r 2 . Por el resultado preliminar obtenido anteriormente se sigue que D’ no tiene elemento máximo ni mínimo. hacemos u’(xβ) = b. hacemos u’(xα) = a. pueden ocurrir tres cosas: x 2 ≺ x1 : tomamos en Q’ el intervalo a. b) como sigue: • • puesto que D’ es numerable. se tiene que X x ′ ∪ X x ′′ = X lo cual nos lleva a una contradicción con (*).… .… . si D tiene un elemento máximo xβ. es decir que están contenidos en X. Puesto que Q’ es numerable. Una función de utilidad en D La función de utilidad a ser definida en D se designará por u’. Definimos una función creciente de D’ sobre el conjunto Q’ de los números racionales pertenecientes al intervalo (a.

Consideremos x4. Llamamos a este número r q3 y escribimos u ′ x 3 = r q3 . x 4 ∼ x1 . ) Supongamos que se cumple x1 ≺ x 3 ≺ x 2 . entonces pueden pasar cinco cosas: x 3 ≺ x 1 : tomamos en Q’ el intervalo a. ( ) ( ) - x 3 ∼ x 2 : tomamos q3 = q2 y u ′ x 3 = r q3 . 61 Eduardo A. pero en este caso el elemento de menor valor de etiquetado lo tomamos del intervalo r q1 . entonces tenemos al momento la ≺ x1 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 < r q2 3. ( ) ( ) Supongamos que se cumple que x 2 siguiente correspondencia: xα a x1 . ( ) ( ) - x 3 ∼ x1 : tomamos q3 = q1 y u ′ x 3 = r q3 . ( ) - x 2 ∼ x 1 : tomamos q2 = q1 y escribimos u ′ x 2 = r q2 . r q1 y le asignamos a x3 el elemento de dicho intervalo con el menor valor de etiquetado. x1 ≺ x 3 ≺ x 2 : seguimos el mismo procedimiento que para el caso de x 3 ≺ x 1 . b .ESPACIOS TOPOLÓGICOS aquel con el supraíndice menor). Rodríguez . ( ) ( x 3 x 2 : el elemento de menor etiquetado lo tomamos del intervalo r q2 . entonces tenemos al momento la siguiente correspondencia: xα a ≺ x1 ≺ x3 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 < r q3 < r q2 4. Llamamos a este número r q2 y escribimos u ′ x 2 = r q2 .Consideremos x3 (el tercer elemento del etiquetado de D’). pero el elemento de menor valor de etiquetado lo tomamos del intervalo r q1 . x 2 x1 : seguimos el mismo procedimiento que para el caso de x 2 ≺ x1 . r q2 . entonces pueden pasar siete cosas: x 4 ≺ x1 . b .

Resulta claro que la función es creciente y que mediante este procedimiento de tomar siempre el elemento de menor valor de etiquetado. tómese u ′ x p = r p . si xp está en uno de los intervalos. Además al ser D’ y Q’ numerables. los intervalos de la forma (x α . considérese el intervalo correspondiente r q q racional de menor valor de etiquetado r p . x4 ∼ x3 . x p1 = x ∈ D ′ : x ≺ x p1 ) { } (x pm . ( qp ′ . Una vez definidos estos conjuntos hágase lo siguiente: q si x p ∼ x p ′ donde p’ < p. por ejemplo x p ′ . x3 ≺ x4 ≺ x2 . x p −1 . x p m + 1 = x ∈ D ′ : x p m ≺ x ≺ x p m +1 . son equivalentes. En general. Rodríguez . entonces tendremos xα a (∼ x ) 4 ≺ x1 ≺ < x3 r q3 = r q4 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 ( ) < r q2 y así sucesivamente. x4 x2 .r q p ′′ ) de Q’ y selecciónese en él el número ( ) ) 62 Eduardo A.…. x p ′′ . x 2 . Considérese xp y efectúese la partición de D’ en los siguientes conjuntos: las clases de indiferencia de x1 .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA - x1 ≺ x 4 ≺ x 3 . el procedimiento seguido para la construcción de esta función de utilidad es el siguiente: 1. x4 ∼ x2 . Supongamos que se cumple x 4 ∼ x 3 . todo elemento de Q’ termina siendo tomado. tómese q p = q p ′ y u ′ x p = r p . xβ = x ∈ D ′: x ) { } (x - p p −1 ) { x p p −1 } ( ) ( 2.

en los restantes casos consideramos Sup u ′ (D x ) e Inf u ′ D x . tomamos u(x) = b. ⎨ x ⎬ ⎩r ′′ ∈ u ′ D ⎭ ( ) ( ) puede ocurrir que Sup u ′ (D x ) < Inf u ′ D porque en ese caso cualquier número racional comprendido entre ellos no sería un valor tomado por u’ (y hemos mostrado que u’ tiene por imagen a Q’). tomamos u(x) = a. En símbolos: Q ′ ⊂ u ( X ) ⊂ [a. Se comprueba además que u es creciente. Extensión de D a X Debido a que tanto en X como en [a. Sin embargo no ( ) ( ) Es evidente que si x ∈ D se tiene u(x) = u’ (x). la idea es poder asignar a cada elemento de X no incluido en D’ un elemento de [a. Se demostrará que estos dos números son iguales. Sea x’ un elemento de X. Una función de utilidad en D La continuidad de u se demuestra utilizando la propiedad de que una función es continua sii la preimagen de un conjunto cerrado es un conjunto cerrado. ⎧ x ′ ∈ Dx ⎫ Si ⎨ ⇒ x ′ ≺ x ′′ . El intervalo [c. definimos los siguientes conjuntos: • • D x ′ = {x ∈ D : x ≺ x ′} D x ′ = {x ∈ D : x ′ ≺ x} De esta manera para definir la función u hacemos lo siguiente: • • • si x es un elemento mínimo de X. por lo tanto si x⎬ ⎩ x ′′ ∈ D ⎭ ⎧ r ′ ∈ u ′ (D x )⎫ ⇒ r ′ ≤ r ′′ . b).ESPACIOS TOPOLÓGICOS 3. 4. b ) puede expresarse de la siguiente manera: Eduardo A. si x es un elemento máximo de X. b] hay elementos no alcanzados por D’ y Q’. Sea c un número real perteneciente al intervalo (a. b] . Rodríguez 63 . De esta manera tomamos para u(x) el valor común del supremo y el ínfimo. x De esta manera se deduce que Sup u ′ (D x ) ≤ Inf u ′ D x . Por lo tanto u es efectivamente una extensión de u’ de D a X. b] no incluido en Q’ de tal forma que el preorden de X se conserve. La función de utilidad a ser definida en X se la designará por u.

b) como intersecciones infinitas de [r. Por ende. Esto quiere decir que si x es un punto de X tal que u ( x ) = r . 20 La necesidad de plantear el intervalo [c. b) lo son. b) es cerrado en (a. b ) = ∩ [r. como X c es cerrado al ser la intersección de conjuntos cerrados. entonces X r se encontrará definido de la siguiente manera: X r = {x ∈ X : x ≺ x} siendo un conjunto cerrado por la hipótesis de continuidad de las preferencias. Eduardo A. Tomando imágenes inversas por u de dichos intervalos se tiene por propiedad de las preimágenes inversas Xc = r∈Q ′ r ≤c ∩X r donde los conjuntos X r son las preimágenes por u de [r. b). Rodríguez 64 .b ) 20 r∈Q ′ r ≤c Se observa que [c.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA [c. la función u es continua. b) porque los intervalos [r. b) es para poder abarcar el caso de los números reales. y no sólo los racionales.

comparten propiedades con otros tipos de espacios topológicos que ya hemos visto. con la distancia ρ ( x.ρ ( x. (simetría) 3. los espacios métricos siguen siendo espacios generales. A pesar de ello. (definida positiva) 2. y ) ≥ 0. y ) = 0 ⇔ x = y . donde x1 . z ) ≥ ρ ( x. y ) = ⎨ ⎧0 si ⎩1 si x=y x≠ y donde x. Entonces ( X . . • El conjunto de todas las n-uplas x = ( x1 .ρ ( x.3. … . Sea X un conjunto y sea ρ : X × X → ℜ una función (no necesariamente continua) de X × X en ℜ tal que: 1. x 2 . b] con la distancia 1 Esto muestra que siempre es posible definir una métrica sobre cualquier conjunto X. Espacios métricos Espacios métricos Ahora veremos un tipo de espacio topológico en el cual se define una función distancia. z ) . x 2 . x ) . Sin embargo esto no implica que siempre pueda definirse una métrica sobre un espacio topológico. • Sea C [a . y ∈ X . y ) = ∑ (x i =1 n i − yi ) 2 es un espacio llamado espacio euclídeo n-dimensional o ℜ n . ρ ( x. … .ρ ( x. (desigualdad triangular) entonces el par ( X .b ] el conjunto de todas las funciones definidas en el intervalo cerrado [a. Ejemplos • Sea el conjunto X. ρ ) se llama espacio métrico y ρ constituye una métrica para X. x n ) . y ) = ρ ( y. ρ ) es un espacio métrico llamado espacio discreto1. De esta manera se observa que en ambos espacios todos los puntos se encuentran “igual de cerca unos de otros”. Definimos la función distancia ρ ( x. tal que podamos cuantificar la cercanía entre dos puntos. y ) + ρ ( y. llamados espacios métricos. x n ∈ ℜ . el cual se encuentra asociado con el espacio topológico discreto visto en el capítulo anterior. los cuales nos va a poder permitir definir una topología de una manera más fácil. Estos espacios.

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

ρ ( f , g ) = max f ( x ) − g ( x )
a ≤ x ≤b

es un espacio métrico llamado espacio función, nombre que se utiliza para enfatizar que sus elementos son funciones. • El conjunto de todas las sucesiones infinitas x = ( x1 , x 2 , … , x I , …) de números reales x1 , x 2 , …, xi ,… que satisfacen la condición de convergencia donde la distancia entre puntos se define como

∑x
i =1

2 i

<∞ y

ρ ( x, y ) =

∑ (x
i =1

i

− yi )

2

es un espacio métrico llamado espacio de Hilbert. Si ( X , ρ ) es un espacio métrico y M ⊂ X , entonces (M , ρ ) es un espacio métrico llamado subespacio del espacio métrico original.

Topología métrica y espacios metrizables

La definición de una función distancia en un espacio topológico nos permite definir la base de una topología de manera más sencilla. Sea x cualquier punto de un espacio métrico M con métrica ρ y sea ε > 0 , el entorno esférico S ε ( x ) de un punto x es el conjunto de todos los puntos y en M tal que

ρ ( x, y ) < ε , siendo ε el radio del entorno.

El conjunto de todos los entornos esféricos en M constituye la base de una topología para M, la cual recibe el nombre de topología métrica generada por la distancia ρ.
Ejemplo

• El conjunto de todas las esferas de todos los posibles radios con todos los posibles centros en un espacio ℜ n , al cual llamamos B = {S ε ( x ) : x ∈ X , ε > 0}, es base de una topología para ℜ n ya que 1- la unión de todos los elementos de B es igual a ℜ n ; 2- si x es un punto perteneciente a la intersección de dos entornos esféricos cualesquiera (no necesariamente de x), entonces existe un entorno esférico que contiene a x y que se encuentra contenido en dicha intersección2. Gráficamente

Compárese con las propiedades, enunciadas en el capítulo anterior, que debe cumplir una colección de conjuntos para ser base de alguna topología. Eduardo A. Rodríguez

2

66

ESPACIOS MÉTRICOS

ε1
x x1 x2

ε2

Es importante remarcar que todo conjunto de entornos esféricos es base de alguna topología en ( X , ρ ) . Sin embargo, puede ocurrir que un espacio topológico X se encuentre dado y queramos saber si es posible definir una métrica ρ tal que la topología generada por la métrica sea la misma que la topología original. Sea X un espacio topológico con una topología I, si es posible definir una métrica ρ tal que la topología métrica generada por ρ coincide con I, entonces decimos que X es un espacio metrizable. En tal caso, la topología de X podrá definirse a través de sucesiones, es decir especificando de qué manera una sucesión converge a un punto dado de X.
Propiedad

• •

La metrizabilidad es un invariante topológico. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO, pg. 91) Un espacio metrizable X es compacto sii toda sucesión de puntos de X contiene una subsucesión convergente. (Ver demostración en MUNKRES, pgs. 204-205)3

Conjuntos abiertos, conjuntos cerrados y conjuntos acotados

Llamamos esfera abierta (o bola abierta) S r ( x 0 ) al conjunto de puntos x ∈ M que satisfacen la desigualdad ρ ( x0 , x ) < r , donde ρ es la métrica de M. El punto x0 se llama centro de la esfera y el número r se llama radio de la esfera. Por otra parte, llamamos esfera cerrada (o bola cerrada) S r [x 0 ] con centro en x0 y radio r al conjunto de puntos x ∈ M que satisfacen la desigualdad ρ ( x0 , x ) ≤ r . Es importante remarcar que los entornos esféricos S ε ( x ) de un punto x son esferas abiertas de radio ε y centro x. Por otra parte, sabemos que el conjunto de los entornos

3

De esta manera, la metrizabilidad de X convierte en equivalentes la compacidad de X con la existencia de una subsucesión convergente en toda sucesión de X. Recuérdese que esto no era necesariamente así para espacios topológicos generales.

Eduardo A. Rodríguez

67

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

esféricos S ε ( x ) constituyen la base de una topología de M. Al constituir una base de una topología de M lo que se está diciendo es que todo miembro de esa topología (es decir los conjuntos abiertos) pueden representarse por uniones de los miembros de la base. Como la unión de conjuntos abiertos es un conjunto abierto, podemos afirmar que las esferas abiertas son conjuntos abiertos en la topología métrica inducida por la distancia ρ. Por otra parte, sabemos que un conjunto es cerrado sii coincide con su clausura. Puesto que la clausura de una esfera abierta es una esfera cerrada, entonces podemos afirmar que las esferas cerradas con conjuntos cerrados. Esta definición de esfera (o bola) permite definir un tercer tipo de conjunto en un espacio métrico. Decimos que el conjunto A ⊂ M es un conjunto acotado si puede ser encerrado en una bola de radio finito.
Ejemplo

Dados los siguientes conjuntos de ℜ 2 con la métrica euclídea x2 x2
B A

x1

x1

El conjunto A es un conjunto acotado porque puede encerrarse en una bola de radio finito. Sin embargo, B no es un conjunto acotado porque solamente puede ser encerrado en una bola de radio infinito.4

Funciones continuas, homeomorfismos e isometrías

Sea f una función de un espacio métrico X en otro espacio métrico Y tal que f asocia un elemento y = f ( x ) ∈ Y con cada elemento x ∈ X . Entonces f se dice que es continua en el punto x 0 ∈ X si, para todo ε > 0 , existe un δ > 0 tal que ρ ′( f ( x ), f ( x0 )) < ε cuando ρ ( x, x 0 ) < δ , donde ρ es la métrica en X y ρ’ es la métrica en Y. Es decir que f es

4

La acotación de un conjunto no es una propiedad topológica, porque depende de la distancia particular que se use para X. Si X es un espacio métrico con distancia ρ , entonces existe una distancia ρ que induce la misma topología que ρ :

ρ

ρ ( x, y ) = min { ρ ( x, y ) ,1}
bajo la cual todo subconjunto de X está acotado. (Ver demostración en MUNKRES, pg. 137) Eduardo A. Rodríguez

68

De esta manera los espacios X e Y se dicen que son isométricos. x2 ∈ X . la recta real y el intervalo abierto (− 1. Ejemplo • La función f ( x ) = 2 arc tg x establece un homeomorfismo entre la recta real X = ℜ π y el intervalo abierto Y = (− 1. En otras palabras. X e Y difieren únicamente en la naturaleza explícita de sus elementos. x0 ) = ρ ′( f ( x1 ). Por otra parte. ρ ′) se dice que es una isometría si ρ ( x1 . f(x) 1 f (x ) = -x 2 π arc tg x x -1 Sin embargo también puede haber otro tipo de relación entre dos espacios métricos: Una función biunívoca f de un espacio métrico ( X . Rodríguez 69 . f ( x0 )) para todo x1 . las “relaciones métricas” entre los elementos de X son las mismas que entre los elementos de Y. Eduardo A. supongamos que f y f −1 son ambas continuas. Si X e Y son isométricos.ESPACIOS MÉTRICOS continua en x 0 si a cada entorno de f ( x0 ) en Y (es decir ρ ′( f ( x ). entonces f es un homeomorfismo entre X e Y siendo estos espacios homeomorfos. De esta manera. ρ ) sobre otro espacio métrico (Y . la idea de función continua lleva a la idea de espacios homeomorfos: Dados dos espacios métricos X e Y y f una función biunívoca de X sobre Y.1) son homeomorfos. Se dice que la función f es continua en X si es continua en todo punto de x ∈ X .1) . Mediante el siguiente gráfico puede verse que la función f es biunívoca y bicontinua. ambos con la métrica euclídea. al igual que en espacios más generales. x 0 ) < δ ). f ( x0 )) < ε ) le corresponde un entorno de x 0 en X (es decir ρ ( x.

Funciones contractivas Sea f una función de un espacio métrico M en si mismo. Es decir que. f ( y )) ≤ αρ (x. 5 Compárese con la definición de convergencia enunciada en el capítulo anterior. Claramente. se tiene que ninguna sucesión puede tener dos límites distintos (si no. x n ) = 0 . x 2 . para valores “grandes” de la sucesión. x m ) < ε . … en un espacio métrico M converge a un punto x ∈ M si todo entorno Oε ( x ) de x contiene todos los puntos x n comenzando en cierto índice5. 120. Rodríguez 6 70 . Entonces podemos afirmar que todo espacio métrico es un espacio de Hausdorff6. y ∈ M. Toda función contractiva es continua de manera automática ya que de la condición de contracción se sigue que f(xn) → f(x) siempre que xn → x. En otras palabras. entonces se dice que f es una función contractiva y llamamos a la desigualdad anterior condición de contracción. Eduardo A. Claramente {x n } converge a x sii n →∞ lim ρ ( x. Entonces decimos que {x n } es una sucesión de Cauchy si para cada ε > 0 existe un entero N > 0 tal que m. por definición. Una demostración más rigurosa puede verse en BAUM. n > N implica ρ ( x n . {x n } converge a x ∈ M si para todo ε > 0 existe un N ε tal que Oε ( x ) contiene todos los puntos x n con n > N ε . Un espacio métrico X se dice que es completo si toda sucesión de Cauchy en X converge a un punto perteneciente a X. Si esto no ocurre. … . De esta manera. x n . donde ρ es la métrica de M. se dice que el espacio es incompleto. pg. aunque la recíproca no es necesariamente cierta.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convergencia y completitud Decimos que una sucesión de puntos {x n } = x1 . Espacios métricos completos Sea X un espacio métrico y {x n } ⊂ X una sucesión. la distancia no tendería a cero). toda sucesión convergente es una sucesión de Cauchy. la distancia entre los elementos de la misma se va reduciendo. Supongamos que existe un número α < 1 tal que ρ ( f ( x ). y ) para cada par de puntos x.

Sabemos que ℜ es un espacio métrico completo. por lo tanto una sucesión de números racionales puede tener por límite un número irracional Sin embargo. 121-122). Ejemplo • Sea ℜ el conjunto de los reales y definamos f : ℜ → (− 1. por lo tanto ℜ y (− 1. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO. como puede verse en el siguiente ejemplo. es importante aclarar que la completitud no es un invariante topológico. Cabe aclarar que esta relación no era del tipo “si y solo si” para espacios más generales. Esto último se debe a que un conjunto es cerrado sii es igual a su clausura. sin embargo (− 1. pgs. pgs.ESPACIOS MÉTRICOS Propiedades Todo espacio métrico compacto es completo. Sin embargo el conjunto Q de los números racionales no lo es. pero la clausura de Q es igual a ℜ y no a Q. Ejemplo • El conjunto de los números reales con la métrica euclídea es completo. (Ver demostración en BAUM. (Ver demostración en BERGE.1) por f ( x ) = representación gráfica es f(x) 1 x . 97) Un espacio métrico es separable sii cumple con el segundo axioma de numerabilidad7. cuya 1+ x f (x ) = -x x 1+ x x -1 Esta función f es un homeomorfismo. Eduardo A. Rodríguez 7 71 .1) no es completo Compárese con la propiedad enunciada en el capítulo anterior que relaciona separabilidad con numerabilidad de la base de una topología. 278-279) Todo subespacio cerrado de un espacio métrico completo es completo.1) son homeomorfos. pg.

72 Eduardo A. Tal situación permite construir una a ≤t ≤b sucesión de polinomios que converja de manera uniforme a una función que no es un polinomio. • El espacio de todos los polinomios con coeficiente real y métrica ρ ( f . …⎬ converge al punto x = 1 . Esta última aseveración recibe el nombre de Teorema de Weierstrass.1) . g ) = max f (t ) − g (t ) no es completo.3. punto ⎭ ⎩1 + n que no pertenece al conjunto (− 1.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ⎫ ⎧ n ya que la sucesión de Cauchy ⎨ : n = 1. Rodríguez .2.

4) 1. K . respectivamente. + y ⋅ dos funciones que llamaremos suma y producto.3) ∃1∈ (K − {0}) : a ⋅ 1 = 1 ⋅ a = a para todo a ∈ (K − {0}) 2.Conmutatividad de + : x + y = y + x para todo x.Distributividad de ⋅ respecto a + en K: (α + β ) ⋅ x = α ⋅ x + β ⋅ x para todo x ∈ V y para todo α . y.3) 1.Composición externa en V con K: ⋅ : K × V → V 7.Composición interna en V: + : V 2 → V .1) a ⋅ (b + c ) = a ⋅ b + a ⋅ c para todo a.+ ) es un grupo abeliano 2- +:K2 → K (a + b ) + c = a + (b + c ) para todo a.Elemento neutro en V: ∃ 0 ∈ V : x + 0 = 0 + x = x para todo x ∈ V 4. b.5) (K .+.1) + : (K − {0}) → (K − {0}) 2 2. 2.Asociatividad de + : (x + y ) + z = x + (y + z ) para todo x.⋅) es un espacio vectorial sii se verifican las siguientes condiciones: 1. c ∈ K ∃ 0 ∈ K : a + 0 = 0 + a = a para todo a ∈ K ∃ (-a) ∈ K : a + (− a ) = (− a ) + a = 0 para todo a ∈ K a + b = b + a para todo a.⋅) es un cuerpo sii 11.2) 1.5) a ⋅ b = b ⋅ a para todo a.+.4) ∃ a -1 ∈ (K − {0}) : a ⋅ a −1 = a −1 ⋅ a = 1 para todo a ∈ (K − {0}) 3.La operación ⋅ es distributiva con respecto a + 3. b ∈ (K − {0}) 3. c ∈ K . z ∈V 3. y ∈V y para todo α ∈ K 10.Elemento neutro en ⋅ : ∃1 ∈ K : 1 ⋅ x = x para todo x ∈ V 1 La terna (K .2) (b + c ) ⋅ a = b ⋅ a + c ⋅ a para todo a.2) (a ⋅ b ) ⋅ c = a ⋅ (b ⋅ c ) para todo a. y ∈V 6. b. c ∈ (K − {0}) 2. b. Conjuntos convexos Espacios vectoriales Sean V un conjunto no-vacío.Distributividad de ⋅ respecto a + en V: α ⋅ (x + y ) = α ⋅ x + α ⋅ y para todo x. b ∈ K 2.⋅) es un grupo abeliano 2. K un cuerpo1.Elemento inverso en V: ∃ (− x) ∈V : x + (− x) = (− x) + x = 0 para todo x ∈ V 5. β ∈ K 9.4.Asociatividad mixta de ⋅ : α ⋅ (β ⋅ x) = (α ⋅ β ) ⋅ x para todo x ∈ V y para todo α. b ∈ K (K − {0}. El objeto (V .1) 1. β ∈ K 8.

z para todo x. y para todo x. pgs. Propiedad Si S es un subespacio vectorial de V y v0 un vector de V. x ≥ 0 para todo x ∈ V .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Llamamos a los elementos de V vectores. z ∈V α ⋅ x.+. K . y ∈V 2. y ∈V y para todo α ∈ ℜ 3. Sea S ⊂ V un conjunto no-vacío.⋅) es un espacio vectorial. el conjunto S + v0 es una variedad lineal. K . y = α ⋅ x. y ∈ S ⇒ x + y ∈ S y x ∈ S. x'∈ A ⎫ ⎪ λ .Definida positiva: x.+. x. y . Sea el espacio vectorial V y A un conjunto contenido en él. K . una condición suficiente para que un conjunto S sea un subespacio vectorial de (V .+. : V 2 → ℜ que satisface las siguientes condiciones: 1. es decir {0}.⋅) .+. ℜ. De la segunda condición. x para todo x. x = 0 ⇔ x = 0 74 Eduardo A. Rodríguez . λ ∈ K ⇒ λ ⋅ x ∈ S De esta manera surge que V y el elemento nulo de V. K . 145-146) Sea (V . y = y. z = x.+. Llamamos producto interior en V a toda función . Propiedad En un espacio vectorial (V . (Ver demostración en BERGE. Decimos que A es una variedad lineal si x.Linealidad respecto del primer argumento: x + y.Simetría: x. λ '∈ K ⎬ ⇒ λ ⋅ x + λ '⋅x'∈ A λ + λ ' = 1⎪ ⎭ Nótese que los conjuntos ∅. son subespacios vectoriales. haciendo λ = 0 . se deduce que todo subespacio vectorial no vacío contiene a 0. z + y.⋅) un espacio vectorial sobre el cuerpo de los reales. V y {x} son también variedades lineales.⋅) es que cumpla x ∈ S.⋅) sii (S . en particular el elemento neutro para la suma recibe el nombre de vector nulo. entonces decimos que S es un subespacio de (V . inversamente toda variedad lineal es de la forma S + v0.

La función norma cumple las siguientes propiedades: 123x ≥ 0. y 2 . Si la condición 1) en lugar de “⇔” exigimos solamente “⇒”. k ⋅ x = k ⋅ x para todo x ∈ V y para todo k ∈ ℜ . En este sentido. Rodríguez 75 . y ) = x − y . x 1 + x 2 ≤ x 1 + x 2 para todo x 1 . … . Eduardo A. es decir x⊥y ⇔ x. x 2 ∈ V . y = ∑ xi y i = xy T i =1 n donde x = ( x1 . la conversa no es necesariamente cierta. por ejemplo: 2 especificar un producto interior. y n ) . x = x. Ejemplos • Espacios euclídeos: son espacios en los cuales se ha definido un producto interior x. entonces hablaremos de seminorma. x . • Espacios de Banach: son espacios normados que son completos en la métrica definida por su norma.CONJUNTOS CONVEXOS Llamamos norma de un vector en un espacio vectorial con producto interior a la raíz cuadrada del producto interior de dicho vector consigo mismo. en un espacio de Banach. y = 0 . la norma x = Sup x(t ) no Estas tres propiedades pueden utilizarse para definir a una función como norma. x = 0 ⇔ x = 0 para todo x ∈ V . x 2 . sin necesidad de es posible definirla mediante un producto interior.y ) = x − y la cual cumple con las condiciones de función distancia. x n ) e y = ( y1 . … . 3 Si bien todo espacio normado es un espacio métrico con una métrica dada por ρ ( x.3 Decimos que dos vectores x e y son ortogonales ( x⊥y ) sii su producto interior es nulo.2 Todo espacio normado puede considerarse como un espacio métrico en el cual la distancia entre los puntos x e y es igual a la norma de su diferencia ρ (x. La métrica del espacio discreto definida en el capítulo 3 no puede definirse a partir de una norma.

a2}. equivalente a la definición de función distancia ρ ( f . es decir v = k1 ⋅ v 1 + k 2 ⋅ v 2 + … + k n ⋅ v n donde k i ∈ K (i = 1. Espacios vectoriales topológicos Sea I una topología sobre un espacio vectorial V tal que las operaciones de espacio vectorial son continuas con respecto a I. B ⊂ V . A ⊂ V . Rodríguez 76 . n ) . emplearemos la siguientes notaciones x + A = {x + a : a ∈ A} x − A = {x − a : a ∈ A} A + B = {a + b : a ∈ A. entonces 2A = {2⋅a1. x ∈ V y k ∈ K . … . g ) = max f ( x ) − g ( x ) .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA n - El espacio real n-dimensional normado mediante la función x = equivalente a la función distancia ρ (x. ∑ (x i =1 n i − yi ) . con esta notación. entonces se dice que I es una topología vectorial sobre V y que V es un espacio vectorial topológico. 169) 4 Sea A = [a1. (Ver demostración en BERGE. v n } que permite representar a todo v ∈ V como combinación lineal única de los elementos de la base. 2 - El conjunto de todas las funciones definidas en el intervalo cerrado [a. entonces: a) si F es cerrado ⇒ k⋅F es cerrado. y ) = ∑x i =1 2 i . 2⋅a2} mientras que A + A = {2⋅a1. b] normado con la función f = max f ( x ) . Se dice que un espacio vectorial V tiene dimensión n si tiene una base {v 1 . v 2 . 2 ⋅ A ≠ A + A 4. a ≤ x ≤b a ≤ x ≤b Sea V es un espacio vectorial.2. Propiedades Sea k ∈ ℜ . a1 + a2}. pg. Eduardo A. 2⋅a2. … . b ∈ B} k ⋅ A = {k ⋅ a : a ∈ A} Cabe aclarar que.

CONJUNTOS CONVEXOS b) si G es abierto ⇒ k⋅G es abierto. y ∈ C . (Ver demostración en BERGE. 169) c) si J es compacto ⇒ k⋅J es compacto. (Ver demostración en BERGE. pg. para todo x. Rodríguez 77 . con lo cual los conjuntos abiertos de X serán precisamente aquellos que se obtengan como uniones de trasladados de elementos de dicha base local de 0. (Ver demostración en BERGE. De esta manera la topología de un espacio vectorial topológico quedará determinada por una base local. pg. pg. pg. Conjuntos convexos Decimos que un conjunto C ⊂ V es convexo si t ⋅ C + (1 − t ) ⋅ C ⊂ C (0 ≤ t ≤ 1) es decir que λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y ∈ C . 259) Todo espacio vectorial topológico X es invariante por traslaciones (o simplemente invariante) es decir que un conjunto A ⊂ X será abierto sii A + a es abierto para todo a ∈ X . Diremos que un espacio vectorial topológico X es localmente convexo si tiene una base local B cuyos elementos son conjuntos convexos. 169) d) si G es abierto y A es un conjunto cualquiera ⇒ G+A es abierto. 259) f) si J y J’ son compactos ⇒ J+J’ es compacto. (Ver demostración en BERGE. comúnmente la base local de 0. con 0 ≤ λ ≤ 1 . 259) e) si F es cerrado y J es compacto ⇒ F+J es compacto. (Ver demostración en BERGE. pg. Ejemplos gráficos x2 x2 x2 x2 convexo x1 no convexo x1 no convexo x1 convexo x1 Eduardo A.

puesto que p (x − y ) = 0 ⇒ px T = py *T ⇒ px T = c T 78 Eduardo A. Ejemplos • línea que une dos puntos: sean x e y dos puntos. Puesto que podemos formular px T = 0 ⇒ λ ⋅ px T = λ ⋅ 0 ⇒ (λ ⋅ p )x T = 0 tenemos que (λ ⋅ p )x T = 0 representa el mismo hiperplano que px T = 0 . Nótese que px T es el producto interior euclídeo entre los vectores p y x. Por ejemplo el espacio ℜ n que no es acotado. cuyos elementos representamos por x. A partir de aquí trabajaremos con el espacio euclídeo n-dimensional. entonces la fórmula p(x − y *) = 0 T representa la ecuación del hiperplano ortogonal a p que pasa a través de y * . Gráficamente x z = λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y x2 y x1 • hiperplanos: la ecuación px T = 0 define un hiperplano que pasa a través del origen y es ortogonal a p. es decir como un vector p tal que pp T = 1 . entonces el conjunto de puntos z que puede ser representado mediante la fórmula z = λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y (0 ≤ λ ≤ 1) es una línea con extremos en x e y.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Un conjunto no necesariamente tiene que ser acotado para ser convexo. es convexo. Tampoco es necesario que sea un conjunto cerrado. volvemos a px T = 0 . Para el caso en el cual tengamos y * = 0 . consideramos a p como un vector normalizado. De esta manera. Si y * es un punto de ℜ n . Rodríguez . Debido a ello.

De esta manera. entonces la fórmula (x − y *)(x − y *)T Eduardo A. Rodríguez = c2 79 . con el vector p normalizado.CONJUNTOS CONVEXOS toda ecuación de la forma px T = c es la ecuación de un hiperplano ortogonal a p. • Hiperesfera: sea y * un punto dado y x un punto variable. todo punto de ℜ n puede ser considerado como perteneciente a algún hiperplano para algún valor γ . entonces podemos afirmar que la ecuación px T = c . entonces x puede ser considerado como un punto que se encuentra en el hiperplano px T = γ . • Semiespacios: consideremos un punto x ∈ ℜ n arbitrario. haremos mención a ellos como semiespacios abiertos. ⎩ px = c ⎭ ( ) ( ) como pp T = 1 . ya que H+ ∩H− = H En el caso que se excluya H de los semiespacios. Entonces tenemos ⎧x = λ ⋅ p ⎫ T T ⎨ T ⎬ ⇒ p λ ⋅ p = c ⇒ λ ⋅ pp = c . entonces tenemos que λ = c . los cuales también son conjuntos convexos. Consideremos el punto x = λ ⋅ p junto con la ecuación del hiperplano px T = c . De esta manera. En particular H pertenece a ambos semiespacios. son los semiespacios definidos por H. Estos conjuntos. cuya distancia desde el punto de origen es la longitud o norma euclídea del vector λ ⋅ p λ ⋅p = (λ ⋅ p )(λ ⋅ p T ) = λ pp T = λ = c . es la ecuación de un hiperplano con normal p el cual intersecta esa normal en la distancia c desde el origen. De esta manera. la solución de este sistema es un punto perteneciente tanto al hiperplano px T = c como a la línea λ ⋅ p (es decir la línea que pasa por el origen y es ortogonal al hiperplano). que tienen a H por su frontera. por lo tanto podemos clasificar estos hiperplanos en dos conjuntos de hiperplanos con respecto al hiperplano H (cuya ecuación es px T = c ): aquellos para los cuales γ ≥ c y aquellos para los que γ ≤ c . ya que no contendrían a la frontera H. todo punto x ∈ ℜ n pertenece al menos a uno de los conjuntos H + = {x : px T ≥ c} y H − = {x : px T ≤ c}. Formamos el producto escalar px T y denotamos el valor px T con γ px T = γ .

Un conjunto convexo es conexo. pg. el punto x = ∑ λi ⋅ xi donde i =1 n 0 ≤ λi ≤ 1 tal que ∑λ i =1 n i = 1 está también en S. (Ver demostración en BERGE. x 2 . Es decir. Gráficamente x2 convexo convexo convexo x1 4. los conjuntos {x : (x − y *)(x − y *) son convexos. 2. Rodríguez . Para el caso de ℜ n dicha ecuación representa una hiperesfera de radio c y centro y * .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA representa una circunferencia para el caso de ℜ 2 o una esfera para el caso de ℜ 3 de radio c y centro en y * . el conjunto de puntos que se encuentra dentro de ella (bola abierta) o el conjunto de puntos que se encuentra dentro de ella incluyendo la misma hiperesfera (bola cerrada) sí son conjuntos convexos.Si x 1 . pero no todo conjunto conexo es convexo.La unión de dos conjuntos convexos no es necesariamente convexo. 3. Si bien la hiperesfera no es un conjunto convexo. Propiedades T < c2 } y {x : (x − y *)(x − y *) T ≤ c2 } 1. 150). Este punto x constituye lo que se llama combinación convexa de los puntos x i (un caso espacial de combinación lineal con restricción en los escalares λi ).… . Gráficamente x2 convexo convexo no convexo x1 80 Eduardo A. x n son puntos del conjunto convexo S.La intersección de dos conjuntos convexos es un conjunto convexo.

entonces decimos que H es un hiperplano separador de S y S’. se define como la intersección de todos los conjuntos convexos de ℜ n que contienen a S. la cápsula convexa (o clausura convexa) de S. S − S ' y λ ⋅ S son conjuntos convexos. que es convexo. incluyendo la parte de la elipse que A no contiene). Co(∅ ) = ∅ • La convexidad depende de relaciones lineales. B es un conjunto convexo. y es el menor conjunto convexo que contiene a A (nótese que B encierra a A. Rodríguez 81 . Co(Co( A)) = Co( A) . entonces podemos enunciar las siguientes definiciones: a) si para un conjunto S podemos encontrar un hiperplano H tal que S esté contenido en uno de los semiespacios. Por otra parte. La operación de clausura convexa cumple con las siguientes propiedades: Co( A) ⊃ A . C es un conjunto convexo que contiene a A. Propiedades • Sean A y B dos conjuntos del espacio vectorial V. Ejemplo gráfico Sea el conjunto A x2 B C A x1 El conjunto A es conexo. A ⊃ B ⇒ Co( A) ⊃ Co(B ) . los conjuntos S + S ' . Sin embargo. De este modo si S y S’ son conjuntos convexos. Debido a que la intersección de conjuntos convexos es convexa. pero no convexo. c) si para un conjunto S podemos encontrar un hiperplano H tal que S esté contenido en uno de los semiespacios y además H tenga al menos un punto perteneciente a S. puede caracterizarse la cápsula convexa como el conjunto convexo más pequeño que contiene a S. decimos que H es un hiperplano acotador de S. pg. hiperplano acotador e hiperplano soportante Hemos visto que un hiperplano H define dos semiespacios. Co(S ) . está contenido propiamente en C y B ⊃ A . entonces decimos que H es un hiperplano soportante de S. pero no constituye la cápsula convexa de A porque B.CONJUNTOS CONVEXOS Sea S cualquier conjunto de puntos en ℜ n (no necesariamente convexo). y es preservada por operaciones que preservan la linealidad. (Ver demostración en BERGE. b) si dados dos conjuntos S y S’ podemos encontrar algún hiperplano H tal que S se ubique en uno de los semiespacios y S’ se ubique en el otro. Eduardo A. 150) Hiperplano separador.

x2 px T < c p •z B • y • z’ px T > c H p . 0 < λ <1 xi .1) . entonces existe un vector p ∈ ℜ n . con p ≠ 0 .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA De esta manera un hiperplano separador de dos conjuntos es un hiperplano acotador de cada uno de ellos.c px T = c ( ) Nótese que el hiperplano Hp.c no soporta a ninguno de ellos. Propiedades • Teorema del hiperplano separador Sean A y B dos conjuntos convexos disjuntos pertenecientes a ℜ n . x1 • Teorema del hiperplano soportante Sea B ⊂ ℜ n un conjunto convexo y z un elemento no interior a B. De esta manera el hiperplano pasaría por z’ y contactaría a B en z. Sin embargo en este gráfico vemos que Hp. x1 Puntos extremos Un punto x k es un punto extremo de un conjunto S si x k no puede ser expresado en la forma x k = λ ⋅ x i + (1 − λ ) ⋅ x j . 82 Eduardo A. Nótese que esta condición sobre λ confina este parámetro al intervalo abierto (0. Nótese que el teorema es igualmente válido reemplazando z por z’. Rodríguez . x j ∈ S . x2 A px T < c •x B p •z px T > c •y H p . entonces existe un p ∈ ℜ n con p ≠ 0 y un valor c ∈ ℜ tal que pz T ≥ c para todo z ∈ A y py T ≤ c para todo y ∈ B . Por otra parte todo hiperplano soportante de un conjunto es acotador del mismo. pero la recíproca no es necesariamente cierta.c px T = c ( ) Es importante destacar que para que el teorema se cumpla no es necesario que z se encuentre en la frontera de B. tal que pz T ≥ py T para todo y ∈ B .c acota tanto a A como a B.

en este gráfico puede verse que c es un punto extremo de T. x2 punto extremo x2 puntos extremos S S H x1 H x1 b) Teorema de Krein-Milman: Un conjunto convexo. x1 x2 c T b a Por otra parte. acotado por encima o por debajo (o ambos). compacto y no vacío S es la clausura convexa de sus puntos extremos. en un conjunto convexo con un contorno curvo continuo todo puntocontorno es un punto extremo. pg. puesto que el “segmento” ab está curvado. sin embargo no todo punto frontera es un punto extremo. El conjunto S es un poliedro convexo si es un conjunto convexo con un número finito de puntos extremos. En este caso. 174175). pero c no lo es porque puede expresarse como combinación convexa de a y b con un parámetro λ diferente a 0 y a 1. x2 a S •c b En este gráfico puede verse que los puntos a y b son puntos extremos del conjunto S. (Ver demostración en BERGE. tanto como a y b. como se observa en los siguientes gráficos. De esta manera si S es un poliedro convexo todo punto de S es una Eduardo A. A estos puntos extremos los llamaremos nodos. Rodríguez 83 .CONJUNTOS CONVEXOS Resulta obvio que un punto extremo debe ser un punto frontera. todos los puntos contenidos en la curva ab son puntos extremos de T x1 En general. Propiedades a) si S es un conjunto cerrado y convexo. entonces todo hiperplano soportante de S contiene un punto extremo. por lo cual c no puede escribirse como combinación convexa de a y b.

para todo x ∈ C . Para todo vector b. Sin embargo. llamado semirrecta. Lo mismo ocurre con sus subespacios vectoriales. como así también los semiespacios que H define. En este último caso podremos definirlo alternativamente de la siguiente manera: sea C un conjunto convexo y los puntos x. Todos los conos convexos se intersectan en el origen. a pesar de ser conjuntos convexos. entonces es un cono convexo. por ende todo conjunto convexo se encontrará definido completamente con la especificación de sus puntos extremos. Rodríguez . λ ⋅ x ∈ C cuando λ ⋅ ≥ 0 . y ∈ C . hablaremos de cono convexo. μ ≥ 0 . La suma de dos conos convexos es un cono convexo. los semiespacios definidos por hiperplanos que no pasan a través del origen no son conos convexos. es un cono convexo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA combinación convexa de un número finito de puntos extremos. 84 Eduardo A. Si H es un hiperplano que pasa a través del origen. entonces C es un cono convexo si λ ⋅ x + μ ⋅ y ∈ C para todo λ . • Propiedades • • • La intersección de dos conos convexos es un cono convexo. λ ≥ 0}. por ello consideraremos al origen como un cono convexo. a pesar de no ser un subespacio vectorial. Si C es convexo. Gráficamente estas definiciones alternativas de cono convexo se traducen en x2 C x2 λx C x+y •x x1 Ejemplos x1 • • Todo espacio vectorial es un cono convexo. el conjunto (b ) = {x : x = λ ⋅ b. Conos convexos Decimos que un conjunto C es un cono si.

CONJUNTOS CONVEXOS • Un cono convexo o bien no tiene puntos extremos o bien tiene al origen como su único punto extremo. para el caso de ℜ 2 tenemos x2 C 90º -x1 C* 90º x1 -x2 Eduardo A. el dual de un cono convexo es el conjunto de vectores que forman un ángulo no-agudo con los vectores del cono original. para todo x ∈ C} se lo llamará cono dual (o cono polar) de C. Este tipo de conos tiene la siguiente propiedad: si C es un cono convexo agudo. En términos geométricos. Gráficamente x2 C -x1 x1 -C -x2 H Cono dual Si C es un cono convexo. al conjunto C* = {y : yxT ≤ 0. Gráficamente. Esta última propiedad nos lleva a definir lo siguiente: un cono convexo C es agudo sii C ∩ (− C ) = 0 . entonces existe un hiperplano H que pasa a través del origen el cual es separador para C y para (− C ) y además es soportante para ambos. Rodríguez 85 .

Simplices Llamamos k-simplex a un poliedro convexo Sk donde los nodos a1... tenemos que 0* = ℜ n .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Si (b ) es una semirrecta. que es el semiespacio acotado por el hiperplano ortogonal a la semirrecta. un 3-simplex es un tetraedro. no hay k-simplices. donde n es la dimensión del espacio vectorial que lo contiene. por otra parte. . entonces (b )* = {y : yb T ≤ 0} es el dual de la semirrecta. ak+1 son k+1 vectores linealmente independientes. Rodríguez . para k > n. x2 90º C 90º -x1 C* x1 -x2 • El cono dual de un semiespacio es una semirrecta. puesto que 0 es el único vector que 0x T ≤ x para todo x ∈ ℜ n . 86 Eduardo A. a2. Es evidente que un k-simplex tiene dimensión k: un 0-simplex es un punto.. tenemos que ℜ n * = 0 . x2 C 90º -x1 C* 90º x1 -x2 • Puesto que y0 T ≤ 0 para todo y ∈ ℜ n . un 2-simplex es un triángulo. un 1-simplex es un segmento lineal.

Para el productor j. llamamos conjunto de producción Yj al conjunto de todos los planes de producción posibles para el productor j. Tomado en forma aislada. un 1-simplex es un intervalo abierto. De esta manera. un 2-simplex es el interior de un triángulo. Aplicaciones económicas Convexidad de los conjuntos de producción Un productor es un agente económico cuya actividad consiste en elegir y ejecutar un plan de producción. Eduardo A.CONJUNTOS CONVEXOS x2 a2 x3 a3 S2 S 1 a2 a1 a1 x1 x1 x2 k ⎧ ⎫ Todo conjunto de la forma ⎨p : p > 0. supuesto que se conoce bajo el nombre de continuidad de los conjuntos de producción. Sin embargo a este supuesto se le suele agregar la hipótesis de convexidad. Sin embargo un plan de producción yj dado puede ser técnicamente posible o técnicamente imposible para el productor j. el supuesto de convexidad de los conjuntos de producción estipula que si y 1 e y 2 son planes de producción posibles para el productor j. también j j lo será su promedio ponderado ty 1 + (1 − t )y 2 (0 ≤ t ≤ 1) j j para todo y 1 . y 2 ∈ Y j j j Sin embargo una interpretación más adecuada en términos económicos de este supuesto requiere definiciones adicionales. un plan de producción es una especificación de las cantidades de todos sus insumos y todos sus productos. etc. Rodríguez 87 . Esta clasificación se hará sobre la base de sus conocimientos técnicos al momento de la decisión. Los conjuntos de producción suelen suponerse cerrados. con consecuencias similares a las comentadas en el apartado correspondiente a los conjuntos de consumo. ∑ pi = 1⎬ recibe el nombre de k-simplex abierto: i =1 ⎩ ⎭ un 0-simplex es un punto.

por diversas razones. ω 2 ) ∈ Y j . definimos mediante la función ω 2 = f (ω 1 ) al proceso de producción eficiente. De todas las combinaciones posibles existirá una combinación de insumos y de productos que permitirá alcanzar la mayor cantidad de producto con la menor cantidad de insumos. es decir que f indica el mayor nivel de producto ω2 que puede alcanzarse con determinadas cantidades de ω1. A esta combinación la llamamos producción eficiente. la tecnología solamente indica cuáles son las combinaciones insumo-producto posibles. Sin embargo. el que se presenta en el gráfico 2: Gráfico 1 Gráfico 2 ω2 ω2 Yj -ω1 ω1 -ω1 ω1 En términos de producción eficiente tenemos que un proceso de producciòn f(ω1) presenta: no-decrecientes rendimientos no-crecientes constantes ⇔ f (tω 1 ) ≥ ≤ = tf (ω1 ) 88 Eduardo A. Esta combinación insumo-producto vendrá representada en nuestro conjunto de producción como y j = (− ω 1 . puede ocurrir que esta combinación no pueda realizarse. pero posible. el productor j puede utilizarla de manera eficiente o no.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Rendimientos a escala Dada una tecnología. pero como la producción no necesariamente tiene que ser eficiente. Rodríguez . sino que se realizará de manera no-eficiente. Suponiendo el caso de ℜ2. es decir 0 ∈ Y j . Esto no quiere decir que el proceso de producción no pueda llevarse a cabo. en realidad. tenemos que el conjunto de producción Yj es. donde se produce un solo bien con un solo insumo. Un supuesto que introduciremos es el de posibilidad de inacción que dice que el productor j tiene la posibilidad de no hacer nada. Gráficamente tendremos que la producción eficiente quedará definida por la función del gráfico 1.

sino también un cambio en el nivel de los insumos de manera proporcional. Aumentar (o disminuir) la escala consiste en restringir t a que sea mayor que 1 (o menor que 1). Rodríguez 89 . En el caso particular de rendimientos constantes a escala tenemos que el conjunto de producción es un cono convexo. cambiar la escala de producción5 consiste en multiplicar yj.CONJUNTOS CONVEXOS Gráficamente tendríamos las siguientes representaciones: Rendimientos no decrecientes a escala Rendimientos no crecientes a escala Rendimientos constantes a escala ω2 ω2 ω2 ω1 ω1 ω1 ω1 Como puede apreciarse en estos gráficos. el supuesto de convexidad de los conjuntos de producción no resulta adecuado. Dado Yj se dice que prevalecen: • • • rendimientos no decrecientes a escala si para todo yj se puede aumentar arbitrariamente la escala de producción. Rendimientos no decrecientes a escala Rendimientos no crecientes a escala Rendimientos constantes a escala ω2 t>1 t<1 t>1 ω2 t<1 ω2 t>1 t<1 yj yj ω1 ω1 yj ω1 5 No confundir con cambiar el nivel de producción. rendimientos no crecientes a escala si para todo yj se puede disminuir arbitrariamente la escala de producción: rendimientos constantes a escala si para todo yj se puede cambiar arbitrariamente la escala de producción. ya que el cambio en la escala involucra no sólo un cambio en el nivel de producto. por un escalar no negativo t. Eduardo A. mientras que si nos enfrentamos con rendimientos crecientes a escala. Dado un plan de producción yj. Sin embargo no es necesario definir rendimientos a escala en términos de producción eficiente. aquellas tecnologías que representan rendimientos no crecientes a escala implican un conjunto de producción convexo.

dada yj. sino que requiere además el supuesto de posibilidad de inacción. los cuales se detallan a continuación: • Yj es cerrado (continuidad de los conjuntos de producción): esto implica afirmar que Yj contiene su contorno. este supuesto de que el conjunto de producción sea cerrado permite que la producción eficiente sea tecnológicamente posible de alcanzar. En este caso el conjunto de producción tendrá la siguiente forma: ω2 Vemos que en este caso el conjunto de producción es un conjunto convexo (podría también haber sido representado con un cono desplazado). Sin embargo decir que la producción eficiente es técnicamente alcanzable no implica necesariamente afirmar que el conjunto de producción sea cerrado. sin embargo vemos que la escala de producción. Además. el conjunto Ω es igual al octante no negativo. como ya lo hemos mencionado en el capítulo 2 para el caso de los conjuntos de consumo. no puede reducirse arbitrariamente. En estos casos la inacción no será posible. 7 6 El hecho que se exija que el conjunto (Yj ∩ Ω) esté contenido en el conjunto formado únicamente por el vector nulo y que no se exija la igualdad con este vector contempla la posibilidad de que el conjunto de producción y el octante no negativo tengan intersección vacía. sino solo hasta cierto punto. En tales situaciones diremos que el productor enfrenta costos hundidos. Rodríguez 90 . Imposibilidad de producción libre (no free lunch): este supuesto establece que no es posible producir algo de la nada. De este modo el límite de una sucesión de planes tecnológicamente posibles también es posible6. Si el conjunto de producción no fuera cerrado podría ocurrir que el plan de producción eficiente sea inalcanzable. recordando que parte del contorno de Yj se lo asocia con la producción eficiente. Gráficamente tendremos: • Conviene recordar que esta última interpretación. En símbolos: Y j ∩ Ω ⊂ {0}7 donde Ω representa el conjunto del espacio de mercancías en el cual las cantidades de los insumos son no-negativas.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Es importante remarcar que el supuesto de convexidad no alcanza para suponer rendimientos no crecientes a escala. Para el caso de ℜ2. Suelen darse situaciones en algunas actividades económicas donde existen decisiones tomadas con anterioridad al inicio de las actividades o donde prevalecen contratos para los cuales la entrega de algunos insumos ya ha sido comprometida. Otros supuestos sobre los conjuntos de producción t>1 t<1 yj ω1 Sobre los conjuntos de producción suelen hacerse otros supuestos. resulta apropiada si los planes de consumo se definen sobre espacios de Hausdorff. Eduardo A.

si se destruyen más cantidad de bienes que los que se generan. Para el caso de ℜ2. Obviamente estas interpretaciones son discutibles e involucran el papel del tiempo y de los stocks cuando se quiere analizar el papel de la producción en un modelo estático.Ω yj ω1 No es posible eliminar estos niveles de producto ω1 Como puede observarse. En símbolos Y j ⊃ (− Ω ) . es la de exigir que Y j ⊃ (Y j − Ω ). por ejemplo. que también recibe el nombre de eliminación libre.Ω Menos producto Yj . Si se considera a la producción como la aparición de nuevos bienes dentro de un período determinado es difícil imaginar que la cantidad de éstos sea negativa. • • Si ω1 = 0 ⇒ ω2 ≥ 0 ∗ Y j ∩ Ω ⊄ {0}. es decir. Rodríguez 91 . este supuesto exige que el nivel de producto pueda ser negativo. Sin embargo si consideramos a la producción en un período determinado como la diferencia entre la cantidad de bienes existentes en la economía al final del período y la existente con anterioridad al inicio del proceso de producción. si una producción es posible. esto quiere decir que el conjunto de producción debe contener a la totalidad de los vectores no positivos del espacio8. Gráficamente ω2 Más insumos ω2 Más insumos yj Yj . Una hipótesis estrechamente relacionada.CONJUNTOS CONVEXOS ω2 ω2 ω2* Yj 0 Yj ω1 0 ω1 Imposibilidad de producción libre • • • Si ω1 = 0 ⇒ ω2 = 0 Y j ∩ Ω = {0} Es posible la producción libre. 8 Eduardo A. Y j ∩ Ω = 0ω 2 Eliminación libre (free disposal): este supuesto establece que al productor j le es posible librarse de todas las mercancías. también lo es cualquier otra en que ningún producto es mayor y ningún insumo es menor. el nivel de producción negativa podría darse. La interpretación de este supuesto dependerá de cómo tomemos la producción.

el j-ésimo productor puede ser interpretado como una industria en lugar de una empresa. Sin embargo también puede generarse una unidad de ω1 con una unidad de ω2. Al igual que para el caso de imposibilidad de producción libre. entonces la hipótesis de aditividad significa que existe libre entrada (free entry) para las empresas en esa industria.yj ω1 • Aditividad: Formalmente este supuesto establece que si y 1 e y 2 son planes de j j producción posibles para el j-ésimo productor. está claro que dos planes de producción posibles separadamente son posibles conjuntamente. el siguiente conjunto de producción viola el supuesto de irreversibilidad: ω2 Vemos entonces que el proceso de producción yj. Formalmente. Teniendo en cuenta la definición de aditividad. que involucra la producción de una unidad de ω2 con el uso de una unidad de ω1 es posible. Alternativamente. es decir que se puede deshacer el proceso de producción. Rodríguez 92 . entonces − y j ∉ Y j . Es decir que j j (Y j + Y j ) ⊂ Y j . es decir un proceso productivo con un solo insumo y un solo producto. Eduardo A. también lo es y 1 + y 2 . o bien Y j ∩ (− Y j ) ⊂ {0}9 Suponiendo el caso de ℜ2. Yj yj -1 -1 1 1 . Es decir que no existen barreras institucionales o de otros tipos a la entrada.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Irreversibilidad: este supuesto dice que es imposible revertir un plan de producción técnicamente posible transformando la cantidad de productos en la misma cantidad de insumos utilizados para generarlo. donde k es cualquier escalar entero positivo. se ve entonces que si yj es posible también lo es kyj. si y j ∈ Y j e y j ≠ 0 . el hecho que se exija que el conjunto (Yj ∩ (-Yj)) esté contenido en el conjunto formado únicamente por el vector nulo y que no se exija la igualdad con este vector contempla la posibilidad de que el conjunto de producción y su opuesto tengan intersección vacía. Por consiguiente la aditividad implica cierto tipo de rendimientos no decrecientes a escala10. 10 9 Nótese que no es lo mismo aditividad que rendimentos no decrecientes a escala ya que para el primero se exige que k sea entero. En la medida en que Yj representa conocimientos técnicos. mientras que para el segundo k debe ser real mayor o igual a 1.

ya que si pyjT = α > 0. que piensa que su acción no puede tener influencia en los mismos y que intenta maximizar su beneficio. donde pyjT es igual al máximo beneficio alcanzable c. representa la suma de todos los ingresos menos la suma de todos los desembolsos. dado un p arbitrario puede no haber beneficio máximo si existen rendimientos no decrecientes a escala y si para algún yj ∈ Yj se tiene que pyjT > 0. coincidiendo con la definición de cono11. Dado un sistema de precios p y una producción yj. Esto es así por del teorema del hiperplano soportante. De esta manera vemos que para un sistema de precios p ≠ 0 un productor podrá maximizar su beneficio si posee un conjunto de producción convexo y además lo hará en un nivel de producción eficiente. Eduardo A. es decir cuando los precios de las l mercancías son 0. el beneficio máximo al cual el productor puede aspirar es 0. independientemente del plan de producción que se siga. Así a cada sistema de precios p ∈ T j ' se asocia un conjunto no-vacío η j (p ) de planes de producción posibles 11 Puede notarse que cuando p = 0. entonces p(tyj)= tα > α. el beneficio del j-ésimo productor es pyjT. que es ortogonal a p y pasa por yj*.CONJUNTOS CONVEXOS Maximización del beneficio Se suele suponer que cada productor considera los precios como dados (es tomador de precios). La acción resultante se denomina producción de equilibrio del j-ésimo productor relativa a p. con lo cual no existiría una producción de equilibrio. el conjunto Yj está contenido en el semiespacio cerrado debajo del hiperplano pyT = c. ya que el hecho de que yj* sea un maximizador implica que para todo yj se tiene que pyjT* ≥ pyjT. también lo es λp con λ ≥ 0 . Sin embargo. En este caso tendríamos que el conjunto de maximizadores es igual al conjunto de producción Yj. en términos económicos tal situación implicaría permitir que el beneficio se pueda incrementar con la escala de producción. Cuando esto ocurre y p ≠ 0 se tiene la siguiente situación geométrica: ω2 p yj* Yj pyT = c ω1 si yj* es un maximizador del beneficio. De esta manera. el j-ésimo productor elige su producción en su conjunto de producción Yj de manera que su beneficio sea máximo. El producto interior pyjT. Es evidente que T j ' es un cono ya que si p ∈ T j ' es un maximizador. Si bien en términos matemáticos la existencia de beneficio máximo no quedaría asegurada. Rodríguez 93 . La existencia de este equilibrio queda asegurada si el conjunto de producción es convexo. con la convención de que los insumos se representan con coordenadas negativas y los productos con positivas. Sea T j ' el conjunto de los p ∈ ℜl para los cuales el conjunto de maximizadores es no-vacío. es decir que se corresponde con la noción usual de beneficio. cuando yj ∈ ℜl. dado el sistema de precios p. ya que el teorema del hiperplano soportante exige un conjunto de producción convexo.

.. es decir η (tp ) = η (p ) π (tp ) = tπ (p ) Entonces.. se sigue un resultado inmediato: Sean y1. yn puntos de Y1. . Podemos también definir el número π (p ) = ∑ π j (p ) . resulta que η j (tp ) = η j (p ) π j (tp ) = tπ j (p ) Entonces podemos decir que dado un sistema de precios p. Rodríguez . entonces la función j =1 n π : ∩T j ' → ℜ j =1 n se denomina función de beneficio total.. Si todos los precios de p se multiplican por el mismo escalar positivo t. a partir de estas últimas definiciones. la correspondencia η : ∩T j ' → Y j =1 n se denomina correspondencia de oferta total... n sii p ∈ ∩T j ' j =1 n es decir.. existe un beneficio máximo para cada j = 1. ... y2. Dado el sistema de precios p: 94 Eduardo A. sea Y el conjunto de producción total de la economía. si ese sistema de precios maximiza los beneficios de los n productores. Tanto la función de oferta total como la de beneficio total comparten la propiedad de sus contrapartes individuales cuando se multiplica p por un escalar t positivo. Y2. Sea π (p ) el beneficio máximo cuando el sistema de precios es p ∈ T j ' . Por otra parte. 2. La correspondencia η j : T j ' → Y j se denomina correspondencia de oferta del j-ésimo productor. la función π j : T j ' → ℜ se denomina función de beneficio del j-ésimo productor. En este caso podremos definir el conjunto no-vacío η (p ) = ∑η j (p ) j =1 n de los planes de producción totales posibles compatibles con la maximización del beneficio para p por parte de cada uno de los productores. Yn respectivamente.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA que maximizan el beneficio para p..

también i lo es su promedio ponderado. Eduardo A. ya que un conjunto de consumo convexo no sólo implica suponer que el conjunto está “hecho de una sola pieza” sino que evita esos “agujeros” que podían darse si sólo se exige conectividad. j Convexidad en el consumo Al igual que en el caso del productor. definiendo la correspondencia constante ρ (ℜ l ) = Y j se tiene entonces que η j (p ) = {y : y ∈ ρ (ℜ l )(= Y j ). • ηj es semicontinua superiormente en ℜl y πj es continua en ℜl. Esto es así por π j (p ) = Max{py T : y j ∈ ρ (ℜ l )(= Y j )} es continua en ℜl y que la correspondencia j aplicación del teorema del máximo: como pyjT es una función numérica. consideremos aquellos bienes que el consumidor entrega con signo negativo. Esto es así por aplicación del teorema de Weierstrass: como pyjT define para todo p una función continua de yj en ℜ e Yj es compacto y no vacío. es decir tx 1 + (1 − t )x i2 con t ∈ [0. Consideremos el caso en el 12 Ver DEBREU. A conclusiones adicionales pueden arribarse si se supone que Yj es un conjunto compacto: • pYj tiene un máximo para cada p ∈ ℜl. py T = π j (p )} es semicontinua superiormente. dado el espacio de mercancías.CONJUNTOS CONVEXOS pyT = Max pY ⇔ pyjT = Max pYj para todo j. Sin embargo. el conjunto de maximizadores del beneficio en Y. se suele agregar también la hipótesis de convexidad que dice que si x 1 y x i2 son planes de consumo posibles para el consumidor i. mientras que escribiremos con signo positivo aquellos que adquiera. Rodríguez 95 . lo que equivale a decir que T j ' = ℜ l . El supuesto de i convexidad es más fuerte que el de conectividad. Convexidad en los conjuntos de consumo Ya hemos visto que suele suponerse que los conjuntos de consumo son contínuos (cerrados) y conexos. Esto lleva a que. y maximiza el beneficio total en Y sii yj maximixa el beneficio en Yj para todo j. 1]. De esta manera tenemos: • • η (p ) = {y ∈ Y : py T = Max pY }. Un supuesto vinculado con la convexidad es el de eliminación libre de las mercancías de consumo (free disposal for consumer’s commodities)12. 51 y siguientes. la elección de un plan de consumo por parte del consumidor implica decidir qué bienes de los cuales tiene en su posesión deberá entregar para poder adquirir otros tipos de bienes. entonces pyj tiene un máximo (y un mínimo). pag. En otras palabras. π (p ) = Max py T . el beneficio máximo total en Y.

se representan de la siguiente manera: ω2 Para niveles inferiores a ω 1m . si el consumo de ω1 es mayor o igual a ω1m .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA que hay un cierto producto alimenticio y dos períodos de tiempo o fechas. mientras que el mismo producto pero con la segunda fecha constituye el bien ω2. Sea ω1m la cantidad mínima de ω1 que el consumidor necesita para sobrevivir (y pasar al segundo período). el consumidor morirá y ω2 = 0. el conjunto de consumo que surge no es un conjunto convexo. ya que en el primer caso es aplicable sólo a los insumos. por encima de ω 1m el consumidor obtendrá mayor satisfacción si. Este tipo de conjuntos de consumo implica suponer una colección de clases de indiferencia que. en este caso: • • si el consumo de ω1 es menor a ω1m . el producto con la primera fecha constituye el bien ω1. consume más unidades de ω2. mientras que en el segundo caso abarca tanto a insumos como a productos. Claramente el bien ω1 no puede ser eliminado libremente. entonces podrá considerar la posibilidad de consumir cualquier cantidad de ω2. cualquier nivel de ω2 > 0 genera igual satisfacción que ω2 = 0. cuando se extienden a ℜ². 0 ω 1m ω1 96 Eduardo A. dado su consumo de ω1. Rodríguez . ω2 Xi 0 ω 1m ω1 Esta hipótesis de eliminación libre para las mercancías de consumo es más débil que la hipótesis de eliminación libre relacionada con la teoría de la producción. Sin embargo.

bajo preferencias continuas. ωih tiene una cota inferior. Otro supuesto que se suele hacer sobre los conjuntos de consumo es el de acotación inferior. producto. es decir un tipo de trabajo.1) . es decir que habrá un punto χ i ∈ ℜ l tal que χ i ≤ x i para todo x i ∈ X i . que puede ser cero. pg. Si la mercancía h-ésima ωih es un: • • insumo. Eduardo A. y t ∈ (0. en otras palabras.CONJUNTOS CONVEXOS X i ⊂ {χ i } + Ω . • El hecho de que a partir de canastas con diferentes preferencias se puedan obtener canastas indiferentes a la menos preferida permite clases de indiferencia espesas (o gruesas). c implica b y b implica a. el cual afirma que el conjunto Xi tendrá una cota inferior para “ ≤ ”. Sean x 1 y x i2 dos puntos de i Xi distintos y t ∈ (0. tal que Convexidad de las preferencias del consumidor En este apartado supondremos que Xi es convexo. Rodríguez 97 .1) : a) si x i2 b) si x i2 x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 x 1 (convexidad débil) i i i x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 i i x 1 (convexidad) i x 1 (convexidad fuerte) i c) si x i2 ∼ x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 i i Puede demostrarse que. Gráficamente estos diferentes tipos de preferencias implican diferentes formas en las curvas de indiferencia del consumidor: Convexidad débil • El hecho de que la combinación convexa de x2 • x3 •x 1 canastas indiferentes pueda ser indiferente a cada una de ellas permite la existencia de tramos rectos en las clases de indiferencia. Existen tres hipótesis de convexidad sobre las preferencias. • x2 x1 • Pueden ser generadas por una función de utilidad cuasicóncava: sea f (v ) ≥ f (u ) entonces f (u ) ≤ f [tu + (1 − t )v ] . existe una cota superior (en valor absoluto) para la cantidad de trabajo que el consumidor puede proporcionar durante un período de tiempo. (Ver demostración en DEBREU.60). Esta hipótesis se justifica fácilmente desde el punto de vista económico.

• Pueden ser generadas por una función de utilidad x1 explícitamente cuasicóncava: sea f (v ) > f (u ) y t ∈ (0.w) arbitrario. • x2 x1 • Pueden ser generadas por una función de utilidad estrictamente cuasicóncava: sea f (v ) ≥ f (u ) y t ∈ (0.1) . Así. w2 . i Sea por lo tanto Si el conjunto de (p. el conjunto x i ∈ X i : px T ≤ wi sobre el cual el i-ésimo consumidor debe decidir puede ser vacío. Restricción de riqueza Dado un sistema de precios p y un consumo xi. con cada par precio-riqueza (p. Evidentemente el gasto pxiT debe ser como máximo igual a la riqueza del i-ésimo consumidor.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convexidad x2 • El hecho de que con canastas con diferentes • x3 • x1 • x2 preferencias no puedan obtenerse canastas indiferentes a la menos preferida elimina la posibilidad de clases de indiferencia espesas.w) ∈ ℜl+m para los cuales ése no sea el caso.1) . entonces f (u ) < f [tu + (1 − t )v ] . dado un par precio-riqueza (p. se elimina la posibilidad tanto de clases de indiferencia espesas como con tramos rectos. el conjunto x i ∈ X i : px T = wi representa los planes de consumo que i agotan la riqueza del consumidor i. wm ) se llama distribución de la riqueza y especifica la riqueza de cada uno de los m consumidores. Llamamos a este conjunto hiperplano de riqueza. En razón de las convenciones de xi y p. La m-upla (w1 . Convexidad fuerte x2 • x1 • Al exigir que las combinaciones convexas de dos canastas sean preferidas a ellas. entonces f (u ) < f [tu + (1 − t )v ] . el gasto del i-ésimo consumidor es pxiT. un número real wi.w) ∈ Si se asocia el conjunto no vacío { } { } 98 Eduardo A. Cuando p ≠ 0 . pudiendo representarse por un punto w ∈ ℜ m .…. el cual separa al espacio de mercancías en canastas asequibles y no asequibles para el sistema de precios p y la riqueza wi. el producto interior pxiT es la suma de todos los desembolsos menos todos los ingresos. Sin embargo. • Los tramos rectos de las clases de indiferencia son posibles porque la definición no contempla el caso en el cual x 2 ∼ x 3 . Rodríguez .

Partamos del vector de precios p. un elemento máximo para el preorden de preferencias “ ≺ ”. Satisfacción de las preferencias Dado un par precio-riqueza (p.w0).2a ] .w).w0) es un punto de Si tal que wi0 ≠ min p 0 X i . el gasto de consumo también lo será. ( ) ( ) 0 a 2a pxiT = wi ω1 El supuesto de que wi0 ≠ min p 0 X i permite eliminar el caso excepcional en el cual la riqueza wi0 es tan pequeña que para cualquier riqueza menor no habría ningún consumo posible que cumpliera con la restricción de riqueza. Además. entonces es un elemento máximo para “ ≺ ” de {x ∈ X i 13 i : px T ≤ px ∗ i i T } En realidad.CONJUNTOS CONVEXOS γ i (p. en el conjunto novacío γ i (p.63-65). el cual se llama conjunto de equilibrio del i-ésimo consumidor relativo a (p. Puede demostrarse que si Xi es compacto.w). si t > 0. w ) . De esta forma queda definida una correspondencia γ i : S i → X i . Puede pensarse que en este caso. por lo tanto no es continua en (p0. w 0 = [0. por lo cual la restricción de riqueza será igual a la totalidad del conjunto de consumo Xi. tw ) = γ i (p. w ) = {x i ∈ X i : px T ≤ wi } de consumos que satisfacen la restricción de riqueza i para ese par (p. Si hacemos tender p a p0 vemos que el área sombreada empezará a reducirse. Resulta evidente que si xi* es un consumo de equilibrio para (p. convexo y si (p0. Eduardo A. Veamos gráficamente qué ocurre cuando wi0 = min p 0 X i ω2 p0 p El conjunto Xi es el cuadrado cerrado de lado 2a. un conjunto de puntos xi que es óptimo de acuerdo con sus preferencias. Rodríguez 99 .w). entonces γi es continua en (p0. esta afirmación equivale a decir que para (p. si bien la riqueza de los consumidores sería nula. el i-ésimo consumidor elige. Esto también hace continua a γi. w ) . a ] .w0).0) el conjunto γi se encuentra definido.w) ∈ Si. pero en p0 tenemos que γ i p 0 . (Ver demostración en DEBREU.w) = (0. La pregunta a formularse en este caso es cómo funcionaría la economía si w = 0. w 0 será el área sombreada debajo del hiperplano pxiT = wi. es evidente que γ i (tp. entonces el conjunto γ i p 0 . por lo que Si es un cono13. es decir. siendo el límite el intervalo [0. pgs.

w) ∈ Si.w) y νi es continua en (p. m sii (p.w) ∈ Si. La correspondencia ξ i : S i ' → X i se llama correspondencia de demanda del i-ésimo consumidor. Rodríguez 100 . En este caso se puede definir el conjunto no vacío i =1 m ξ (p. w ) .2. se tiene que 14 Obviamente descartando los pares (p. Esto es así por aplicación del teorema del máximo: como ui es una función numérica.w) para los cuales wi = min pXi. w ) . tw ) = ξ (p. La correspondencia ξ : ∩ S i ' → X i =1 m se llama correspondencia de demanda total.w) ∈ Si’. w ) Dado un par precio-riqueza (p. w ) es no-vacío. porque lo es en Xi. Es evidente que si t > 0 ξ (tp. w ) 14. y como γ i (p. w ) es compacto.w) existe un elemento máximo de γ i (p. w ) i =1 m de consumos totales posibles que son compatibles con la selección realizada por cada consumidor de un conjunto óptimo respecto a su restricción de riqueza. w ) . Sea. w ) de consumos posibles óptimos bajo la restricción de riqueza definida por (p. por lo tanto.…. definiendo la correspondencia continua ρ (S i ) = γ i (p. Esto es así por aplicación del teorema de Weierstrass: como ui es continua en γ i (p. γ i (p. Si hay una función de utilidad ui en Xi.w) ∈ Si’ se asocia el conjunto no-vacío ξ i (p. entonces ui tiene un máximo (y un mínimo) en γ i (p. w ) puede no tener un elemento máximo. La función ν i : S i ' → ℜ se llama función de utilidad indirecta del i-ésimo consumidor. se designará por ν i (p. w ) Si se supone que Xi es un conjunto compacto. w ) y ν i (tp. se puede decir lo siguiente: • ui tiene un máximo para cada (p. tw ) = ξ i (p. lo que equivale a decir que Si’ = Si. • ξi es semicontinua superiormente en (p. Eduardo A. Así. Si’ ‘ el conjunto de (p. w ) = ∑ ξ i (p. porque lo es Xi. tw ) = ν i (p.w) ∈ Si para los cuales el conjunto de elementos máximos de γ i (p.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Dado un par arbitrario (p. w ) ∈ ∩ S i ' . la utilidad máxima cuando el par precio-riqueza es (p.w). Resulta evidente que si t > 0 ξ i (tp.w). con cada par precio-riqueza (p. w ) para todo i = 1.

CONJUNTOS CONVEXOS ν i (p.w). Rodríguez 101 .w) y ξ i (p. w ) = max{u i (x i ) : x i ∈ ρ (S i )(= γ i (p. w )). w ))} es continua en (p. w ) = {x i : x i ∈ ρ (S i )(= γ i (p. Eduardo A. u i (x i ) = ν i (p. w )} es semicontinua superiormente en (p.

.

En el primer gráfico vemos que f tiene solamente un punto fijo.5. f ( x )) en los cuales ambas componentes coinciden. (Ver demostración para el caso euclídeo n-dimensional en BERGE. Teoremas del punto fijo Teorema del punto fijo de Brower Sea X un conjunto convexo y compacto. Entonces tenemos que la bisectriz de 45º indica aquellos pares de puntos ( x. mientras que en el segundo la función posee tres puntos fijos. Entonces. la gráfica de la función deberá cortar a esa bisectriz en el punto ( x*. x *) . f : X → X una función continua que asocia un punto f ( x ) ∈ X a cada punto x ∈ X . 182-183) Ejemplo Sea X el intervalo unitario [0. Llamamos a x * punto fijo de f. Si f tiene un punto fijo. f(x) f(x) 1 1 x3 * x2 * x* f(x) x1 * 0 x* 1 x 0 x1 * x2 * x3 * 1 x f(x) A continuación se presentan ejemplos que no cumplen las condiciones del teorema: f(x) X no es compacto f(x) X no es convexo 1 f(x) 1 f(x) 0 1 x 0 1 x . que es un conjunto convexo y compacto (cerrado y acotado) y sea f una función continua que asigna a todo elemento del intervalo [0. pgs.1] un elemento del mismo intervalo.1] . existe un punto x * tal que f ( x *) = x * . siendo x * el punto fijo de la función f.

provee además de un método para encontrar su solución. b] tal que f (x ) < k < 1 . x1 = f ( x0 ). Rodríguez . pgs. x3 = f ( x 2 ). Además de demostrar que una ecuación de la forma f(x) = x tiene solución única. Entonces f es una función contractiva y. … converge a la única raíz de la ecuación f ( x ) = x . x 2 = f ( x1 ). (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. b] en sí mismo y que satisface la condición f ( x1 ) − f ( x0 ) ≤ k x1 − x0 con constante k < 1. llamado método de las aproximaciones sucesivas. la sucesión x0 . 66-67) Este teorema del punto fijo puede ser utilizado para demostrar teoremas de existencia y unicidad para soluciones de ecuaciones de varios tipos. como puede verse en los siguientes gráficos: y y=x y y=x y = f(x) y = f(x) x2 x1 x0 x x0 x2 x4 x3 x1 x 104 Eduardo A. por ende. En particular la condición de contracción se cumple si f tiene derivada continua en [a.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA f(x) f no es continua 1 f(x) f no está definida para todo elemento de X 1 f(x) f(x) 0 1 x 0 1 x Teorema del punto fijo de Lipschitz Toda función contractiva f definida en un espacio métrico completo M tiene un único punto fijo. Ejemplo Sea f una función definida sobre el intervalo cerrado [a.

Entonces existe algún punto x* ∈ X tal que x* ∈ ϕ ( x *) . y 1 y 1 ϕ2(x) ϕ1(x) 1 puntos fijos x x* 1 x Correspondencia continua Correspondencia semicontinua superiormente. que asocia a cada punto x un subconjunto convexo ϕ ( x ) ⊂ X . pero no inferiormente Aplicaciones económicas Existencia del equilibrio walrasiano Economías Una economía E se compone de: • m consumidores con sus conjuntos de consumo X i ⊂ ℜ l completamente preordenados por la relación de preferencias “ ≺ ”. 183-184) Ejemplo Las dos siguientes correspondencias cumplen las exigencias del teorema del punto fijo de Kakutani.1] . siendo X = [0. (Ver demostración para el caso euclídeo n-dimensional en BERGE. pgs. i • n productores con sus conjuntos de producción Yi ⊂ ℜ l Eduardo A. Rodríguez 105 .TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Teorema del punto fijo de Kakutani Sea X un conjunto convexo y compacto y ϕ : X → X una correspondencia semicontinua superiormente.

. 2. En símbolos: Economías de propiedad privada En este tipo de economías los consumidores poseen tanto los recursos w como los beneficios provenientes de la producción.. w ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ Un estado de la economía E es una especificación de la acción de cada agente.. si x i ∈ X i para todo i = 1. 2. n entonces (x − y − w ) ∈ ( X − Y − {w}) ≡ Z . el punto (x – y – w) ≡ z se lo llamará demanda excedente y describe el exceso de la demanda neta de todos los agentes sobre los recursos totales.. n.. (y )) i j de E. Eduardo A.. donde aquí w es un vector que representa las diferentes cantidades de bienes en la economía E1.. m e y i ∈ Yi para todo j = 1. para cada consumidor (o productor) una especificación de su consumo (o producción) en el espacio de mercancías ℜl. Además. …. i j Un estado ((x ). n entonces (x − y ) ∈ ( X − Y ) . . . • las coordenadas negativas representan productos no transferidos. De esta manera representaremos a una economía E mediante el vector ⎛⎛ ⎞ ⎞ ⎜ ⎜ X i ..ϑin en los beneficios obtenidos por los productores 1. es decir... De esta manera la riqueza total del consumidor i para un vector de precios p vendrá dada de la siguiente forma: 1 Téngase en cuenta que en el capítulo anterior el vector w pertenecía a ℜm y representaba la distribución del ingreso en términos de valor entre los diferentes consumidores. Dado un estado ((x ). ϑi 2 .. (Y j ). . que describe el resultado neto de la actividad conjunta de todos los agentes.. si x i ∈ X i para todo i = 1.. 2. 2. el punto (x – y) se llama demanda neta. 2. m e y i ∈ Yi para todo j = 1. Rodríguez 106 . . (y )) de E se llama un equilibrio de mercado si su demanda excedente x–y=w o bien z=0 es 0... ≺ ⎟.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • los recursos totales de la economía: w ⊂ ℜ l . es decir si la demanda neta de todos los agentes se iguala a los recursos. Dado un estado ((x i ). De esta manera el i-ésimo consumidor recibe tanto el valor de sus recursos iniciales pwiT como sus respectivas participaciones ϑi1 . donde: • las coordenadas positivas representan insumos no transferidos. Además. respectivamente. (y j )) de E. .

• x * −y* = w . (Y j ). una riqueza inicial wi tal que ⎛⎛ ⎞ ⎞ ∑w i =1 m i =w. tp *) es un equilibrio sii ((x i *). por lo que todos los sistemas de precios pertenecientes a una semirrecta abierta de origen 0 son equivalentes desde el punto de vista del equilibrio.TEOREMAS DEL PUNTO FIJO pw iT + ∑ ϑijπ j ( p ) j =1 n con ⎧ m i ⎪ ∑w = w ⎪ i =1 ⎪ m ⎨ ∑ ϑij = 1 . (y j *). (y j *). es decir que el estado ((x i *). ⎟ ⎜⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ • para cada i. es decir i j =1 ⎩ que x i * es un plan de consumo de equilibrio relativo a ⎧ n ⎫ ⎭ ( p*. p *) de puntos de ℜl tal que: • x i * es un elemento máximo de ⎨x i ∈ X i : p * xT ≤ p * w iT + ∑ ϑij p * y j *T ⎬ . j) una participación sobre los beneficios de producción ϑij ≥ 0 tal que ∑ϑ i =1 m ij = 1 para todo j. Entonces denotaremos una economía de propiedad privada E de la siguiente manera: Eduardo A. • para cada par (i. ϑij ≥ 0 ⎪ i =1 ⎪ π j (p ) = py j ⎪ ⎩ donde el beneficio π j (p ) se obtiene mediante un proceso de maximización por parte del productor j cuando el sistema de precios es p. j =1 n • y j * maximiza el beneficio relativo a p* en Yj para todo j. Entonces definimos economía de propiedad privada E de la siguiente manera: • una economía E = ⎜ ⎜ X i . Sea t > 0. w *) donde i wi * = p * w i * + ∑ ϑij p * y j * es la riqueza monetaria del consumidor i. ≺ ⎟. Un equilibrio de la economía de propiedad privada E es una (m + n + 1)-upla ((x i *). p *) lo es. (y j *)) es un equilibrio de mercado. Rodríguez 107 . (y j *). es decir que y j * es una producción de equilibrio relativo a p*. w ⎟ . la (m + n + 1)-upla ((x i *).

≺ ⎟. y sea C el conjunto de precios p ∈ ℜ j para los cuales los conjuntos η(p). la suma designada por ξ ' (p ) . el j-ésimo productor elige yj en el conjunto ηj(p) de sus producciones óptimas para tal sistema de precios. ⎜ pw iT + ∑ ϑij π j (p )⎟ ⎟ ⎜ ⎟ j =1 ⎛ ⎛ ⎜ ⎝ ⎝ n ⎞⎞ ⎟ ⎠⎠ m de sus conjuntos óptimos para ese sistema de precios y esa distribución de la riqueza. Por consiguiente la distribución de riqueza es la m-upla ⎛ iT n ⎞ ⎜ pw + ∑ ϑij π j (p )⎟ ⎜ ⎟ j =1 ⎝ ⎠ y el i-ésimo consumidor elige xi en el conjunto ξ i ⎜ p. a cada sistema de precios p ∈ C se asocia el conjunto no vacío ζ (p ) de demandas excedentes compatibles con la selección por cada consumidor de un consumo óptimo respecto a su restricción de riqueza y por cada productor de una producción óptima respecto a este sistema de precios. ∑ ξ ' (p ) i i =1 será Puesto que xi es un punto arbitrario de ξ 'i (p ) para todo i e yj es un punto arbitrario para ηj(p) para todo j. Ese conjunto depende sólo de p y será designado por ξ 'i (p ) . y su beneficio es π j (p ) = py j . ξ’(p) que se especificarán a continuación se encuentran definidos (por lo tanto son no-vacíos). De esta manera el problema del equilibrio se reduce a encontrar un p ∈ C para el cual la demanda excedente correspondiente sea 0. Cuando el sistema de precios es p ∈ C .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ⎛⎛ ⎞ ⎞ E = ⎜ ⎜ X i . (ϑij )⎟ ⎟ ⎜⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ ( ) Equilibrio de mercado Consideremos una economía de propiedad privada. Así. es decir que la pregunta de existencia de un sistema de precios de equilibrio sería: ¿hay un p ∈ C tal que 0 ∈ ζ (p ) ? 108 Eduardo A. (Y j ). la demanda excedente z = x − y − w es un punto arbitrario de ζ (p ) = ξ ' (p ) − η (p ) − {w} un subconjunto de Z = X − Y − {w} . Rodríguez . La correspondencia ζ de C a Z se llama correspondencia de demanda excedente. w i .

es decir pz T ≤ 0 Vemos que para cualquier p ∈ C se tiene pz T ≤ 0 para todo z ∈ ζ (p ) . Entonces diremos que la correspondencia ζ (p ) satisface pζ (p ) ≤ 0 . Entonces substituimos la condición de mercado x * −y* = w por x * −y* ≤ w (o bien z* ≤ 0 ). pero Ω no es un conjunto compacto porque no es acotado. Entonces. Si además el punto 0 se excluye de C (es decir si algún consumidor es insaciable). yj elegidas por los agentes para un sistema de precios p ∈ C satisfacen las restricciones de riqueza: px T ≤ pw iT + ∑ ϑij py j i j =1 n para todo i Sumando miembro a miembro para todo i se obtiene (recordando que ∑ϑ i =1 m ij = 1) px T ≤ pw T + py T . P también es convexo. k Por lo tanto. es decir que la pregunta pasa a ser la siguiente: ¿hay un p ∈ C tal que ζ (p ) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ ? En el caso de eliminación libre. por consiguiente Las acciones xi. Consideremos el caso del equilibrio para cuando prevalece la eliminación libre de mercancías. Este conjunto P tiene la propiedad de ser cerrado y acotado. Eduardo A. Cuando p ∈ C y t > 0 tenemos que η j (tp ) = η j (p ) y ξ i ' (tp ) = ξ i ' (p ) . Rodríguez 109 . en la búsqueda del equilibrio. para cada p ∈ C podemos normalizar los precios de la siguiente manera: como ∑p k =1 l k >0 ⇒ pk ∑p k =1 l ≥ 0. Entonces sabemos que C es un cono al cual se ha excluido el 0. ηj(p) está definido para cada j si p ≥ 0 (como hemos visto en el apartado referente a producción) por lo que tenemos que C ⊂ Ω . si se supone que algún consumidor es insaciable.TEOREMAS DEL PUNTO FIJO tp ∈ C y ζ (tp ) = ζ (p ) . cada p ∈ C podrá reemplazarse por un punto del conjunto l ⎧ ⎫ P = ⎨p ∈ Ω : ∑ p k = 1⎬ k =1 ⎩ ⎭ que constituye un simplex de dimensión l-1. por lo tanto es un conjunto compacto en el espacio euclídeo l-dimensional. El problema del equilibrio en este caso consiste en encontrar un p ∈ C tal que la demanda excedente sea no positiva. Cabe destacar que el espacio de precios original era Ω. la suma de los precios normalizados será siempre igual a 1.

• para todo (p.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Existencia de equilibrio en economías de propiedad privada con producción Sea Z un subconjunto compacto de ℜl.si z ≠ 0 . • Como P es convexo. • ρ es semicontinua superiormente porque μ y ζ lo son. z ) = μ (z ) × ζ (p ) entonces: • P × Z ' es no vacío. entonces μ (z ) = {p ∈ P : pz T = MaxPz} es convexo porque 1. definimos la correspondencia constante β (Z ) = P y se tiene que μ (z ) = {p ∈ P(= β (Z )) : pz T = MaxPz} es semicontinua superiormente. z ∈ Z ′ ≠ ∅ { } • como P es compacto. compacto y convexo porque P y Z’ lo son. entonces la correspondencia μ : Z ' → P es semicontinua superiormente en Z’. entonces existe un p en P tal que ζ (p ) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ . Si ζ es una correspondencia de P a Z semicontinua superiormente tal que para todo p en P el conjunto ζ (p ) es (no vacío) convexo y satisface pζ (p ) ≤ 0 . Sustituimos Z por un conjunto Z '∈ ℜ l compacto y convexo tal que Z ⊂ Z ' . ρ (p. pgs. entonces: • como P ≠ ∅ ⇒ ⎨ ⎧Z ≠ ∅ ⇒ Z '≠ ∅ T ⎩μ (z ) = p ∈ P : pz = MaxPz. Eduardo A. entonces escribimos μ (z ) = P ∩ {p ∈ ℜ l : pz T = MaxPz}. por construcción.si z = 0 ⇒ μ (z ) = P . 82-83. Por lo tanto la correspondencia ρ cumple las condiciones del teorema del punto fijo de Kakutani. Demostración2: Al ser P un simplex. 2. Esto es así por aplicación del teorema del máximo: como pzT es una función numérica. se tiene que P es no vacío. Rodríguez 110 . z ) es no vacío y convexo porque μ (z ) y ζ (p ) lo son. ya que todo p ∈ P maximiza pzT en P. entonces: 2 La demostración que se presenta a continuación se sigue de DEBREU. Consideremos la correspondencia ρ : (P × Z ') → (P × Z ') definida de la siguiente manera: ρ (p. y por lo tanto convexo. z ) ∈ P × Z ' . compacto y convexo. Ambos conjuntos son convexos porque P se demostró convexo y {p ∈ ℜ l : pz T = MaxPz} es un hiperplano.

la cual representamos con una función estrictamente cuasicóncava. Eduardo A. z* siempre pertenece a Z ya que. podemos definir entonces una función de demanda excedente como la diferencia entre la función de demanda de mercado (suma de las funciones de demanda de cada consumidor) y la oferta de mercado (suma de las dotaciones iniciales de bienes de cada consumidor). De este ejercicio de maximización obtenemos las funciones de demanda de cada consumidor. entonces se tiene que existe un p* ∈ P tal que ζ (p *) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ . w ) = pw iT ). la suma de los excesos de demanda serán iguales a cero en valor. Sin embargo se permite que haya un exceso de oferta de algún bien. en un equilibrio walrasiano. De esta manera. es decir 3 Nótese que. Por otra parte. por definición. es decir que Z(p) será una función de p igual a Z(p ) = ∑ ξ i p. ζ(p) ⊂ Z. Entonces definimos equilibrio walrasiano como el par de vectores satisface Z(p *) ≤ 0 (p*. y como z* ∈ ζ (p *) . x *) que es decir que. En este tipo de modelo el único tipo de agente económico existente es el consumidor. no existe exceso de demanda en ningún mercado. Equilibrios walrasianos en economías de intercambio puro A continuación analizaremos el caso de intercambio puro bajo competencia perfecta. w i − w i i =1 m [ ( ) ] que es homogénea de grado cero en precios debido a que lo son las funciones de demanda individuales. De esta manera se ve que z* ∈ (− Ω ) . sabemos que si todos los consumidores gastan la totalidad de su ingreso. a pesar de haber tomado Z’ y no Z para definir el dominio y el codominio de la correspondencia ρ.TEOREMAS DEL PUNTO FIJO ⎧p* ∈ μ (z *) ⇒ pz * T ≤ p * z * T ⎫ 3 T (p*. T (es decir que pξ i (p. Rodríguez 111 . el reemplazo de Z por Z’ tiene como único objetivo posibilitar la utilización del teorema del punto fijo de Kakutani. quien dada una dotación inicial de bienes wi y el sistema de precios p maximiza su utilidad. Al no haber producción. z *)∈ μ (z *) × ζ (p *) ⇒ ⎪ ⎨ ⎬ ⇒ pz * ≤ 0 para todo p ∈ P T ⎪ z* ∈ ζ (p *) ⇒ p * z * ≤ 0 ⎭ ⎩ Sea k uno de los primeros k enteros positivos y tómese el punto p ∈ P definido por pk = 1 ph = 0 h≠ k entonces obtenemos que z k * ≤ 0 .

cuando la sumatoria sea cero. Z j (p )) ⎟ i =1 ⎝ ⎠ ∑ pi + ∑ max(0. Existencia de equilibrios walrasianos en economías de intercambio puro4 Sea Z(p ) : P → ℜ l una función continua que satisface la ley de Walras. . 2. Entonces podemos escribir: pi * = pi * + max(0. 2. l ⎛ ⎞ ⎜ ⎟ l l ⎜ pi + max(0... Z i (p )) ⎟ = ∑ g i (p ) = ∑ ⎜ l ⎟ i =1 i =1 ⎜ 1 + ∑ max(0.. Rodríguez 112 . de acuerdo al teorema de punto fijo de Brower. Z j (p *)) l j =1 i= 1. l 4 La demostración que se presenta a continuación se sigue de VARIAN. .. En el denominador aparece sumado el “1” para que. Entonces existe algún p* ∈ P tal que Z(p *) ≤ 0 ... 375-377. Z i (p )) 1 + ∑ max(0. l Multiplicando miembro a miembro por el denominador y multiplicando miembro a miembro por Z i (p *) queda pi * Z i (p *)∑ max(0.. pgs. Demostración: Definimos la siguiente función g : P → P g i (p ) = pi + max(0. … . .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA pZ(p ) = ∑ pξ i (p.. Z j (p )) l i =1 =1 Como P es compacto y convexo y g (p ) es continua en p definida para todo p ∈ P ... Z i (p )) i =1 i =1 l l 1 + ∑ max(0. existe un vector p * tal que p* = g (p *) . w ) − pw iT = 0 T T i =1 m [ ] A esta propiedad la llamamos Ley de Walras. Z j (p *)) = Z i (p *)max(0. g i (p ) quede definida. Z j (p )) l j =1 i = 1. Z i (p *)) l j =1 i= 1. Además g (p ) = ( g1 (p ). g 2 (p ).. . g l (p )) pertenece al simplex P ya que para todo i= 1. l Esta función es continua ya que Z(p ) y la función máximo son ambas continuas. Eduardo A. Z i (p *)) 1 + ∑ max(0. 2.. 2.

lo cual puede ocurrir únicamente cuando Z i (p *) ≤ 0 i= 1.. l Eduardo A.. Z (p *)) = 0 i i Esto quiere decir que cada uno de los términos es no-negativo ya que pueden tomar 2 solamente dos valores: [Z i (p *)] y 0. Z i (p *)) ⎢∑ ⎣ i =1 ⎦ ⎣ j =1 ⎦ i =1 Por Ley de Walras la suma de los valores de los excesos de demanda son nulos. la igualdad no se cumpliría. entonces tenemos que ∑ Z (p *) p i i =1 l i =1 l i * = 0 .TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Sumando miembro a miembro las n ecuaciones. Por lo tanto. por lo tanto queda ∑ Z (p *)max(0. 2. si algún término fuera estrictamente mayor a cero. Z j (p *))⎥ = ∑ Z i (p *)max(0. Sin embargo. lo único que puede pasar es que todos los términos sean cero. Rodríguez 113 . tenemos l ⎤ ⎡ l ⎤ ⎡ l pi * Z i (p *)⎥ ⋅ ⎢∑ max(0. ..

.

New York. • BERGE. G. (1959): Theory Of Value. Prentice Hall. 1975. R. Barcelona. New York. 1966. M. New York. Deuxième èdition. M. A. S. Oxford University Press. • HOCKING. editor. . E. – QUINTERO TOSCANO. 1979. New York. (1973): Análisis funcional. (1955): Topología general. Dover Publications Inc. México. John Wiley & Sons. – GREEN. S. Dover Publications Inc. (1975): Introduction to Topology. París. (1978): Counterexamples in Topology. (1975): Introductory Real Analysis. Serie de compendios Schaum. J. Addison-Wesley Iberoamericana. B. • MUNKRES. New York. Buenos Aires. Dover Publications Inc. Madrid. – WHINSTON. 1995. 1990. Dover Publications Inc. (1965): Espaces topologiques. V. Dover Publications Inc. (1988) Topology. (2000): Topología. • MAS-COLLEL. . Editorial Universitaria de Buenos Aires. 1997. • MENDELSON.FOMIN. . (1995): Microeconomic Theory. J. – SEEBACH J. L. J. • LIPSCHUTZ. • RUDIN.. R. J.BIBLIOGRAFÍA • AYALA GOMEZ. (1964): Elements Of Point Set Topology. Dunod. A. • FRECHET. N. (1992): Análisis Microeconómico. New York. H. • BAUM. G. Edición. D. A. –YOUNG.FAN. S. • DEBREU. (1970): Teoría y problemas de topología general. K. Editorial Reverté. C. Buenos Aires. Barcelona. New York. 3ra. A. • LANCASTER (1968): Mathematical Economics. An Axiomatic Analysis Of Economic Equilibrium.1987. • KOLMOGOROV. – DOMINGUEZ MURILLO. Mc Graw-Hill. • STEEN. • KELLEY. • VARIAN. G. J. Third Edition Dover Publications Inc. L. 2ª edición. (1959): Introducción a la topología combinatoria. Editorial Universitaria de Buenos Aires. W. Madrid. Fonctions multivoques. Antoni Bosch. (1997): Elementos de la topología general. 2002. A. New York. 1991.

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