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Guia Teorica Topologia

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  • Conjuntos
  • Operaciones con conjuntos
  • Conjuntos de índices y producto de conjuntos
  • Relaciones
  • Relaciones especiales: las funciones y las correspondencias
  • Descomposición de conjuntos y relaciones de equivalencia
  • Conjuntos finitos y conjuntos infinitos
  • Conjuntos numerables
  • Equivalencia de conjuntos
  • Orden y preorden
  • Preferencias sobre planes de consumo
  • Reglas de elección
  • Topología y conjuntos abiertos
  • Entornos y sistema de entornos
  • Conjuntos cerrados
  • Puntos de acumulación
  • Clausura y conjuntos densos
  • Interior y frontera
  • Relativización
  • Bases y sub-bases
  • Espacios separables
  • Espacios de Hausdorff y convergencia
  • Funciones continuas
  • Homeomorfismos
  • Espacios producto
  • Espacios cociente
  • Espacios compactos
  • Espacios conexos
  • Semicontinuidad de correspondencias
  • Propiedades de los conjuntos de consumo
  • Existencia de una función de utilidad del consumidor
  • 3. Espacios métricos
  • Espacios métricos
  • Topología métrica y espacios metrizables
  • Conjuntos abiertos, conjuntos cerrados y conjuntos acotados
  • Funciones continuas, homeomorfismos e isometrías
  • Convergencia y completitud
  • Funciones contractivas
  • Espacios métricos completos
  • Espacios vectoriales
  • Espacios vectoriales topológicos
  • Conjuntos convexos
  • Hiperplano separador, hiperplano acotador e hiperplano soportante
  • Puntos extremos
  • Conos convexos
  • Cono dual
  • Simplices
  • Convexidad de los conjuntos de producción
  • Convexidad en el consumo
  • Teorema del punto fijo de Brower
  • Teorema del punto fijo de Lipschitz
  • Teorema del punto fijo de Kakutani
  • Existencia del equilibrio walrasiano
  • BIBLIOGRAFÍA

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA PARA ECONOMÍA Y GESTIÓN

EDUARDO A. RODRÍGUEZ

DICIEMBRE 2007

ÍNDICE
1. TEORÍA DE CONJUNTOS Conjuntos .................................................................................................................................. 1 Operaciones con conjuntos ....................................................................................................... 1 Conjuntos de índices y producto de conjuntos ......................................................................... 2 Relaciones ................................................................................................................................. 3 Relaciones especiales: las funciones y las correspondencias ................................................... 4 Descomposición de conjuntos y relaciones de equivalencia .................................................... 8 Conjuntos finitos y conjuntos infinitos ..................................................................................... 9 Conjuntos numerables .............................................................................................................. 9 Equivalencia de conjuntos ........................................................................................................ 12 Orden y preorden ...................................................................................................................... 14 Aplicaciones económicas Preferencias sobre planes de consumo .................................................................................. 20 Reglas de elección ................................................................................................................. 23 2. ESPACIOS TOPOLÓGICOS Topología y conjuntos abiertos ................................................................................................. Entornos y sistema de entornos ................................................................................................ Conjuntos cerrados ................................................................................................................... Puntos de acumulación ............................................................................................................. Clausura y conjuntos densos ..................................................................................................... Interior y frontera ...................................................................................................................... Relativización ........................................................................................................................... Bases y sub-bases ..................................................................................................................... Espacios separables .................................................................................................................. Espacios de Hausdorff y convergencia ..................................................................................... Funciones continuas ................................................................................................................. Homeomorfismos ..................................................................................................................... Espacios producto ..................................................................................................................... Espacios cociente ...................................................................................................................... Espacios compactos .................................................................................................................. Espacios conexos ...................................................................................................................... Semicontinuidad de correspondencias ......................................................................................

27 29 31 32 32 33 34 35 38 41 42 43 45 45 46 49 53

Aplicaciones económicas Propiedades de los conjuntos de consumo ............................................................................ 56 Existencia de una función de utilidad del consumidor .......................................................... 58 3. ESPACIOS MÉTRICOS Espacios métricos ..................................................................................................................... Topología métrica y espacios metrizables ................................................................................ Conjuntos abiertos, conjuntos cerrados y conjuntos acotados ................................................. Funciones continuas, homeomorfismos e isometrías ...............................................................

65 66 67 68

...................................................................................................... 73 76 77 81 82 84 85 86 Aplicaciones económicas Convexidad de los conjuntos de producción .......................... 87 Convexidad en el consumo ........................ 70 4...................................................................................................... Teorema del punto fijo de Lipschitz .............................................................................. TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Teorema del punto fijo de Brower ................................................................................................................................................................................................................................................ hiperplano acotador e hiperplano soportante ... Puntos extremos ......................... 115 ii .................................................................................. Espacios vectoriales topológicos ................................. CONJUNTOS CONVEXOS Espacios vectoriales .......................................................... 70 Espacios métricos completos .............................................................. Aplicaciones económicas Existencia del equilibrio walrasiano .............................................................................................. Conjuntos convexos ................................................................................................................................................................................................................................... 95 5...... 103 104 105 105 BIBLIOGRAFÍA .................... Cono dual ..................................................................ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convergencia y completitud ......... Hiperplano separador................................................................................ 70 Funciones contractivas ............................................................................................... Conos convexos ... Simplices ......................................................................................................................................................................................................................................... Teorema del punto fijo de Kakutani ................................................................................................................................

colección. el conjunto B = {a. Cuando tratamos con conjuntos que no tienen elementos (como por ejemplo los números reales cuyos cuadrados son números negativos) hacemos referencia a él como el conjunto vacío ∅ . familia. c. c. Tomamos la idea de conjunto tal como tomamos la idea de clase. Operaciones con conjuntos • Unión: la unión de los conjuntos A y B. En base a esto podemos afirmar que a∈ A b∈ A c∈ A d∈A e∈ A. Teoría de conjuntos Conjuntos Definir conjunto es difícil debido a la generalidad del concepto. c. d y e pertenecen a A. Un conjunto está formado por elementos. c} está formado por elementos pertenecientes a A. b. Además. Sin embargo. consideramos la posibilidad de que B = A. b.1. Gráficamente: A B 1 Cuando decimos B ⊂ A. b. d y e constituyen los elementos de A. . está formada por todos aquellos elementos que pertenecen tanto a A como a B. lo que constituye un subconjunto de A. si también se verifica B ≠ A . es decir B ⊂ A 1. Ejemplo Sea el conjunto A que se encuentra definido como A = {a. f no pertenece a A f ∉ A. es decir A ∪ B . es decir que a. d . De esta manera a. Por otra parte. etc. los cuales constituyen los elementos del mismo. e} . decimos que B es un subconjunto propio de A. b.

sea F una familia de conjuntos tales que A ∩ B = ∅ para todo par de conjuntos A y B en F . las operaciones ∪ y ∩ obedecen las siguientes leyes distrubutivas: ( A ∪ B ) ∩ C = ( A ∩ C ) ∪ (B ∩ C ) ( A ∩ B ) ∪ C = ( A ∪ C ) ∩ (B ∪ C ) las cuales reciben el nombre de leyes de De Morgan. Rodríguez . es decir A ∼ B . • Diferencia topológica o complemento relativo: la diferencia entre los conjuntos A y B. Gráficamente: A B Como consecuencia directa de las definiciones antes mencionadas. Gráficamente: A B En el caso en que A ∩ B = ∅ diremos que A y B son conjuntos disjuntos. entonces se dice que los conjuntos en F son disjuntos dos-a-dos. está formada por aquellos elementos de A que no pertenecen a B. Conjuntos de índices y producto de conjuntos Sea I un conjunto. Para cada α ∈ I sea Aα un subconjunto de un conjunto S dado. Llamamos a I conjunto de índices y a la colección de subconjuntos de S indicada por los 2 Eduardo A. es decir A ∩ B . se deduce que las operaciones ∪ y ∩ son conmutativas y asociativas: A∪ B = B∪ A A∩ B = B∩ A ( A ∪ B ) ∪ C = A ∪ (B ∪ C ) ( A ∩ B ) ∩ C = A ∩ (B ∩ C ) Además. En términos más generales. está formada por aquellos elementos que pertenecen a A y a B.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Intersección: la intersección de los conjuntos A y B.

Entonces xRy es equivalente a X ⊂Y . El dominio de una relación R es el conjunto de todas las primeras coordenadas de R y su rango (o recorrido) es el conjunto de todas las segundas coordenadas de R. Denotaremos a esta familia indicada de subconjuntos de S por {Aα }α∈I . Entonces xRy es equivalente a x ≤ y. se obtiene invirtiendo cada uno de los pares que pertenecen a R. Entonces xRy es equivalente a X ∩Y = ∅ . • Si consideramos el conjunto de los números naturales N. es el conjunto cuyos elementos son todos los pares ordenados ( x.…. a 2 . An . Si R es una relación.2. Sean los conjuntos A1 . … . y decimos que x está relacionado con y. Ejemplos • Sea R la relación “está contenida en” antes mencionada. podemos establecer la relación “no es un sucesor de”. La inversa de una relación.2. …. Una generalización del producto cartesiano de dos conjuntos es el producto directo de una colección finita de conjuntos. 3 Eduardo A. Podemos definir R −1 como “contiene a”. n} . es decir R −1 . Sean A y B dos conjuntos. los 1 cuales se encuentran indicados por { . n} . Una relación definida en T podría ser “está contenida en”. y ) tales que x ∈ A e y ∈ B . el producto directo × Ai es el conjunto n consistente de todas las n-upla (a1 . Entonces yR −1 x ⇔ xRy . Rodríguez .TEORÍA DE CONJUNTOS elementos de I familia indicada de subconjuntos de S. … . • Otra relación que podría definirse es ”no intersecta a”. escribimos xRy. Entonces yR −1 x es equivalente a Y ⊃ X porque xRy es equivalente a X ⊂ Y . Ejemplos • Sea T el conjunto de los subconjuntos de un conjunto S. El producto cartesiano de A y B. A2 . a n ) tales que ai ∈ Ai para todo i ∈ { . 1 i =1 Relaciones Una relación es un conjunto de pares ordenados. escrito mediante A × B .

es la función f⏐A : A → Y tal que f⏐A ( x ) = f ( x ) para cada x ∈ A . 6. En este caso R y R −1 coinciden en virtud de la conmutatividad de la operación de intersección. f es ( ) llamada extensión de f⏐A a X.A ⊂ B ⇒ f ( A) ⊂ f (B ) . y ) son elementos de f. y = f (x ) para algún x ∈ A} La restricción de f : X → Y a A ⊂ X .f ( A ∪ B ) = f ( A) ∪ f (B ) . o la imagen de x por f. Es decir.f (∅) = ∅ . Entonces yR −1 x es equivalente a y ≥ x porque xRy es equivalente a x ≤ y .f ({x}) = { f ( x )} . Si f es una función y x es un punto de su dominio (el conjunto de todas las primeras coordenadas de elementos de f). • Relaciones especiales: las funciones y las correspondencias Una función es una relación tal que no hay dos elementos diferentes de ella con la misma primera coordenada. 2. Entonces 1. Entonces yR −1 x es equivalente a Y ∩ X = ∅ porque xRy es equivalente a X ∩ Y = ∅ . 3. 5. Propiedades Sean A y B dos conjuntos pertenecientes al dominio de la función f : X → Y . Bajo estas circunstancias.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Sea R la relación “no intersecta a”. Sea R la relación “no es sucesor de”. entonces f ( x ) es la segunda coordenada del único elemento de f cuya primera coordenada es x.A ≠ ∅ ⇒ f ( A) ≠ ∅ . f es una función sii los elementos de f son pares ordenados y si ( x. Podemos definir R −1 como “no precede a”.f ( A ∩ B ) ⊂ f ( A) ∩ f (B ) . Denotaremos a la función f mediante f : X → Y La imagen del conjunto A ⊂ X bajo f : X → Y es el conjunto f ( A) = {y : y ∈ Y . El punto f ( x ) es el valor de f en x. entonces y = z . z ) y ( x . 4 Eduardo A. la cual escribiremos f⏐A . por la cual R −1 también quedará definido como “no intersecta a”. Rodríguez . y decimos que f asigna a x el valor f ( x ) o toma el valor f ( x ) en x o lleva x a f ( x ) . 4.

Nótese que escribimos 3 x∈ f −1 ( y ) en lugar de lo que es realmente correcto: x∈ f −1 ({y}) . 1 1 1 1 1 Por lo tanto se ve que f ( A ∩ B ) ⊂ f ( A) ∩ f (B ) .2} y f (B ) = { . ya que { } ⊂ { .3.3} . entonces f ( A ∩ B ) = { } .3} 1 B = {2. Definimos los conjuntos A ⊂ X y 1 1 B ⊂ X de la siguiente manera: A = { . Rodríguez .2}. C ⊂ Y y D ⊂ Y .4} y la función f : X → Y x y = f(x) entonces tenemos que 1 2 2 1 3 1 4 2 A ∩ B = {2.C ⊂ D ⇒ f 4- (C ) ⊂ f −1 f −1 (D ) . −1 3. 5 Eduardo A. la cual tiene las propiedades que se detallan a continuación.3. f −1 (C ∪ D ) = (C ) ∪ f −1 (D ) .2} . 2 No confundir con función inversa. f (x ) ∈ C} . que f −1 (C ) = {x : x ∈ X . La imagen inversa de un conjunto C ⊂ Y designaremos f −1 (C ) . 1 f ( A) = { .2}.TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplo: Sea X = { . entonces f ( A) ∩ f (B ) = { . la relación inversa2 f satisface las siguientes propiedades 12f ( x ) = y es equivalente a x ∈ f −1 −1 :Y → X ( y ) 3.4} e Y = { . f −1 (∅ ) = ∅ .2}.2. es el conjunto bajo la función f : X → Y .2. Propiedades Sean los conjuntos A ⊂ X . la cual será definida más adelante.

En este caso diremos que la función es sobreyectiva. sin embargo si consideramos y = 3.2} 1 y la función f : X → Y x y = f(x) 1 3 2 3 3 4 4 1 5 4 • Sea x = 2.2} . entonces f −1 (C ) = {4} y f f 1 −1 f f (C ) ⊂ C ya que { } ⊂ { .2. Una función f es biunívoca (o biyectiva) sii puntos diferentes tienen imágenes diferentes (inyectiva) e Y es su recorrido (sobreyectiva). la función será inyectiva. f f [ −1 (C )] ⊂ C .3.2. Definimos los conjuntos A ⊂ X . tenemos que f −1 (3) = { .2. entonces f es en Y y la función no será sobreyectiva.4}. entonces f ( A) = {3.4. Si a elementos diferentes de X le corresponden elementos diferentes de Y. a veces llamado conjuntos de valores). lo que es lo mismo. 6. Se ve entonces que Una función f : X → Y es sobre Y sii Y es su imagen o recorrido (el conjunto de las segundas coordenadas de elementos de f.2.2} .2. Si el recorrido de f es parte de Y.5} C = { .3. Ejemplo Sea X = { .4.2} . Se ve entonces que f ( x ) = y es equivalente a x ∈ f −1 ( y ) ya que 1 f (2 ) = 3 es equivalente a 2 ∈ { .5} e Y = { . 6 Eduardo A. en el sentido de que hay muchos pares con la misma segunda coordenada o. 1 Sea A = { .A ⊂ f 7- [ f ( A)] .4} y f 1 −1 A ⊂ f [ f ( A)] ya que { . Rodríguez .3} 1 B = {2.2}. 1 1 [ ] [ −1 (C )] = {1} . 1 1 −1 • [ f ( A)] = {1. entonces f (2 ) = {3} . es decir.5} . si la relación inversa f −1 es también función. B ⊂ X y C ⊂ Y 1 1 de la siguiente manera: A = { .2. Se ve entonces que • Sea C = { .3.5}.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 5- f −1 (C ∩ D ) = −1 f −1 (C ) ∩ f −1 (D ) .2.3. En general una función es pluriunívoca.3} .3} ⊂ { . muchos puntos en los que la función toma el mismo valor.

Esta función compuesta suele escribirse también como g f .…. x ∈ X . x n . y ) que satisfacen y = f ( x ) forman un subconjunto de X × Y . x 2 . siendo entonces la función un caso particular de ésta. f ( x )) en los cuales x ∈ X y f ( x ) ∈Y . Función inversa: Dada una función f : X → Y . Si tomamos un par arbitrario ( x. Función identidad sobre X: es una función i : X → X que se representa como i( x ) = x para todo x ∈ X . Función compuesta: Si f : X → Y y g : Y → Z son funciones. x1 .TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplos • Función constante: es una función f : X → Y tal que para algún y ∈ Y fijo. y ) : y ∈ ϕ ( x ). expresándose de la siguiente manera: S = {x n } = x0 . Rodríguez 7 . • • • Una sucesión es simplemente una función cuyo dominio es el conjunto de los enteros no negativos. f ( x ) = y para todo x ∈ X . Sea f : X → Y una función (relación) que asocia a cada punto del dominio x ∈ X . entonces gf : X → Z es la función definida por gf ( x ) = g ( f ( x )) para todo x ∈ X . y ) . Sea g : X → Y una relación que asocia a cada punto x ∈ X un conjunto ϕ (x ) ⊂ Y . es una función f −1 : Y → X tal que f −1 ( f ( x )) = x para todo x ∈ X y f ( f −1 ( y )) = y para todo y ∈ Y . y para cada entero m existe un entero n tal que N i ≥ m cada vez que i ≥ n . Llamamos a esta relación correspondencia. un punto en el codominio y ∈ Y . y ∈ Y }. Eduardo A. Entonces X × Y es el conjunto de pares ( x. De igual manera podemos definir la gráfica de una correspondencia como el subconjunto de X × Y : Graf (ϕ ) = {(x. A este subconjunto de X × Y lo llamamos gráfica de la función f. por lo que los pares ( x.… Decimos que T es una subsucesión S sii existe una sucesión de enteros no negativos N tal que Ti = S N i para cada i. podemos decir que y = f ( x ) o y ≠ f ( x ) .

b. dos clases de equivalencia serán disjuntas o idénticas. 2. Para ello necesitamos definir relaciones de equivalencia. 3. En consecuencia. b ∈ A 4. Eduardo A. Propiedad Un conjunto A puede ser particionado en clases por una relación R (que actuará como criterio para asignar dos elementos a la misma clase) sii R es una relación de equivalencia. Una relación R sobre A es una relación de equivalencia (sobre A) si satisface las siguientes tres condiciones: 1. c ∈ A . Rodríguez 8 .Reflexividad: aRa para todo a ∈ A . De esta manera. pgs. Una descomposición se hace usualmente en base a algún criterio. y ) : ½ x ≤ y ≤ x} { } Descomposición de conjuntos y relaciones de equivalencia Llamamos descomposición o partición en clases de un conjunto A a toda representación de dicho conjunto como la unión de una familia de conjuntos disjuntos dos-a-dos.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplo Función f(x) Correspondencia ϕ(x) y y=x y f ( x) = x2 ϕ(x) y=½x x Graf ( f ) = (x. bRc ⇒ aRc para todo a . uno puede hablar de descomposición de conjuntos en clases de equivalencia.Transitividad: aRb.Simetría: aRb ⇒ bRa para todo a . Una relación es antisimétrica sii nunca se presentan simultáneamente aRb y bRa. lo cual nos permitirá poder asignar los elementos de A en una clase u otra. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. y ) : y = x 2 x Graf (ϕ ) = {( x. 7-8). El conjunto A/R 4 Otra forma de expresar la simetría de una relación es la siguiente: la relación R es simétrica sii R = R-1.

la relación “es menor a” (“<”) no lo es. un conjunto numerable es un conjunto cuyos elementos pueden ser escritos como a1 . mientras que un conjunto infinito es aquél que posee una cantidad infinita de elementos (como por ejemplo el conjunto de todos los números enteros positivos Z + ) Conjuntos numerables El conjunto infinito más simple es el conjunto Z + de todos los números enteros positivos. Un conjunto es llamado infinito-numerable si sus elementos pueden ponerse en correspondencia uno a uno con el conjunto Z + . a 2 . De esta manera. donde a ′.TEORÍA DE CONJUNTOS conformado por las clases de equivalencias de A utilizando como criterio la relación R suele llamarse cociente de A por la relación R. a n . como muestra la correspondencia uno a uno n ↔ 2n Eduardo A. podemos particionar el conjunto A en subconjuntos tales que los elementos de cada uno de ellos tengan la misma imagen. a ′′ ∈ A) . / Sea f : A → B . la función f determina una partición de A en clases de equivalencia. definimos la relación “tiene igual imagen que” ( f (a ′) = f (a ′′). … . Sin embargo. Decimos que un conjunto es numerable si es finito o infinito-numerable. En este caso la relación “es igual a” define clases de equivalencia donde cada elemento constituye una clase de un único elemento. es decir. un conjunto finito es un conjunto que tiene una cantidad finita de elementos (como por ejemplo el conjunto de todos los números primos menores a un número dado). En otras palabras. en el cual estas clases de equivalencia reciben el nombre de superficies de nivel de f. Ejemplos • Dentro de los números reales ℜ. Ejemplos • El conjunto de todos los números pares positivos es numerable. la relación “es igual a” (“=”) es una relación de equivalencia. o bien curvas de nivel de f cuando n = 2. … Entendemos por conjunto no numerable aquel conjunto que no es numerable. ya que a < a . Rodríguez 9 . Un caso más concreto se observa cuando A = ℜ n y B = ℜ . • Conjuntos finitos y conjuntos infinitos Como su nombre lo sugiere.

podemos asignar a cada número racional un único entero positivo. 1 1 2 − 2 −1 1 . como muestra la correspondencia uno a uno n ↔ 2 n 2 n : 2 4 8 16 32 64 n: • 1 2 3 4 5 6 El conjunto Q de todos los números racionales es numerable.8. y así . es decir. . . Rodríguez .16.… . Por ejemplo: q 0 = 0 es el único número racional de altura 1.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 2n : 2 n: 1 4 2 6 3 8 10 12 4 5 6 • El conjunto 2. 1 −1 1 y son los únicos números racionales de altura 2. Para ver esto recordamos primero que todo número racional α puede representarse como una p con q > 0 . Entonces ahora podemos acomodar todos los números racionales en orden de altura creciente 0 −1 1 − 2 2 −1 1 . 2 1 1 2 sucesivamente. es decir Q: 0 1 −1 1 1 1 2 3 −2 1 4 2 1 5 −1 2 6 1 … 2 7 … Z+ : 1 Los conjuntos numerables poseen las propiedades que se detallan a continuación: 10 Eduardo A. … . Llamamos a la suma p + q la “altura” del fracción irreductible q p número racional α = .2 n . podemos establecer una correspondencia uno a uno entre el conjunto Q de todos los números racionales y el conjunto Z + de todos los números enteros positivos. .4. y son los únicos números racionales de altura 3. . 1 1 1 1 1 2 2 De esta manera. . . … de potencias sucesivas de 2 es numerable.

eligiendo para bn cualquier dígito diferente de ann.Todo subconjunto de un conjunto numerable es numerable. 15. 6 5 Puesto que ciertos números. a21a22 … a2 n … ……………………… α n = 0. Esto se relaciona con algo que veremos inmediatamente: la potencia de un conjunto. Rodríguez 11 . ninguna lista de números reales en el intervalo [0. Para ello consultar KOLMOGOROV-FOMIN. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN.5 y 0. y así sucesivamente. a11a12 … a1n … α 2 = 0. pgs. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. En realidad.Todo conjunto infinito tiene un subconjunto infinito-numerable5. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. sino que ambos son iguales al número real ½. de alguna manera. el argumento anterior puede ser refinado ligeramente para contemplar esta situación. pg.TEORÍA DE CONJUNTOS Propiedades 1. 301) 2. an1an 2 … ann … ……………………… donde aik es el k-ésimo dígito en la expresión decimal del número α i . acomodándolos en la siguiente lista α1 = 0. β difiere de α1 en al menos el primer dígito. es decir como una infinita corrida de ceros o una infinita corrida de nueves. Para ver esto.1] . 301) 3. supongamos que. hemos podido contar algunos o todos los números reales en [0.La unión de una colección numerable de conjuntos numerables es numerable.1] es nonumerable.1] El conjunto de los números reales contenido en el intervalo cerrado [0. De este modo. Eduardo A. pg. pgs. Consideremos el decimal β = 0. de α2 en al menos el segundo dígito. 12-13) Un ejemplo de conjunto no numerable: el intervalo cerrado [0. como por ejemplo los de la forma p/10q pueden escribirse como decimales de dos maneras diferentes.49 … no representan números reales distintos. y así sucesivamente puesto que en general bn ≠ a nn para todo n.1] puede incluir todos los números reales en [0.1] . ya que 0. Entonces el número β no puede coincidir con ningún decimal de la lista inicial.6 Otros ejemplos de conjuntos no numerables son: Esta última propiedad muestra que los conjuntos infinito-numerables son los conjuntos infinitos “más pequeños”. La idea es restringirse a que β no contenga ni ceros ni nueves. b1b2 … bn … construido de la siguiente manera: para b1 elegir cualquier dígito (entre 0 y 9) diferente de a11. para b2 cualquier dígito diferente de a22.

1) es equivalente al conjunto de todos los puntos sobre la totalidad de la recta real. Los conjuntos de puntos en dos intervalos cerrados [a. Resulta obvio entonces que si dos conjuntos son equivalentes a un tercero. b ) . Rodríguez . Equivalencia de conjuntos Decimos que los conjuntos X e Y son equivalentes cuando puede establecerse una correspondencia uno a uno entre los elementos de ambos conjuntos. por lo tanto podemos definir conjunto infinito-numerable como un conjunto equivalente al conjunto de todos los números enteros positivos. Por ejemplo la fórmula 12 Eduardo A. El conjunto de puntos de la recta real. El conjunto de puntos en cualquier intervalo abierto (a. El concepto de equivalencia es aplicable tanto a conjuntos finitos como infinitos. El conjunto de todos los puntos sobre una esfera o dentro de una esfera. a p b c • q d El conjunto de todos los puntos contenidos en el intervalo abierto (0. en el cual las extensiones de los segmentos ac y bd se intersectan. El conjunto de todas las líneas del plano. b] y [c. Aquí los puntos p y q se corresponden entre sí sii subyacen ambos en el mismo rayo que parte del punto 0. cualquier par de conjuntos infinito-numerables son equivalentes entre si. d ] son equivalentes. Ejemplos • • Todo conjunto infinito-numerable es equivalente a Z + ya que puede establecerse una correspondencia uno a uno entre los elementos de ambos conjuntos. 0 La siguiente figura muestra cómo se puede establecer una correspondencia uno-a-uno entre ellos. en particular. Dos conjuntos finitos son equivalentes sii tienen la misma cantidad de elementos. b] . entonces son tambien equivalentes entre ellos y que. El conjunto de todas las funciones reales continuas de una o varias variables. El conjunto de todos los puntos en el plano o en el espacio.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • • • • • • • El conjunto de puntos en cualquier intervalo cerrado [a.

como puede verse en el siguiente gráfico: y 1 y= 1 π arc tg x + 1 2 -x Propiedades 0 x • • Todo conjunto infinito no numerable es equivalente a uno de sus subconjuntos propios. Eduardo A. La potencia del conjunto Z+ de todos los enteros positivos. Entonces A y B son equivalentes.1] . supongamos que A contiene un subconjunto A1 equivalente a B. se dice que tiene la potencia del continuo. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. pgs. con lo cual el concepto de potencia de un conjunto se reduce a la noción usual de número de elementos de un conjunto. 17-18) Si dos conjuntos cualesquiera M y N son equivalentes se dice que tienen la misma potencia. 14) Teorema de Cantor-Bernstein: Dados dos conjuntos cualesquiera A y B.TEORÍA DE CONJUNTOS y= 1 π arc tg x + 1 2 establece una correspondencia uno a uno entre ambos conjuntos. Este concepto es extendible al caso de los conjuntos infinitos. se denota con el símbolo ℵ0 . esto equivaldría afirmar que tienen la misma cantidad de elementos. como así también la noción de igualdad. que se denota por c (o bien ℵ1 ). Rodríguez 13 . entonces m(A) = m(B) por definición. y por ende la potencia de cualquier conjunto infinito-numerable. Un conjunto equivalente al conjunto de los números reales contenidos en el intervalo [0. Si además ambos conjuntos fueran finitos. y por ende el conjunto de todos los números reales. mientras que B contiene un subconjunto B1 equivalente a A. Para las potencias de conjuntos finitos tenemos las nociones de “mas grande que” y “más chico que”. que se lee “alef cero”. Sean A y B dos conjuntos cualesquiera con potencias m(A) y m(B) respectivamente.Si A es equivalente a B. pg. Pueden darse los siguientes casos: 1.

ℵ0 < c. M tendrá 2n elementos. un conjunto M* de potencia aún más grande. De esta manera ocurre que m(A) = m(B). Por ejemplo. En particular. a ∈ M 2. bRc ⇒ aRc . entonces en principio parecería que las potencias de ambos conjuntos no podrían ser comparadas. Sin embargo puede demostrarse a partir del teorema de buena ordenación7 que tal situación no puede darse. m(A) < m(B) o bien m(A) > m(B).R es reflexiva: aRa . no existe un conjunto que tenga “la mayor” potencia8. la relación se denomina orden (parcial). y así indefinidamente. dado cualquier conjunto M. por analogía con el caso finito consideramos m(A) < m(B). Propiedad Dado un conjunto cualquiera M. entonces por aplicación del teorema de Cantor-Bernstein A y B tienen la misma potencia.R es transitiva: aRb. sea M el conjunto cuyos elementos son todos los posibles subconjuntos de M. pg 17) De esta manera.Si A y B no son equivalentes. Si M tiene n elementos. Sin embargo hay conjuntos infinitos de potencia mayor a la del continuo. como así tampoco ninguno de los dos conjuntos tienen subconjuntos equivalentes entre ambos. Para designar un preorden suele utilizarse el símbolo “ ≺ ”. a. 8 El conjunto M formado con todos los posibles subconjuntos de M se lo conoce como conjunto potencia (o conjunto de partes) de M. 7 El cual veremos en el siguiente apartado. es decir “ xRy. yRx ⇒ x = y ”. Ya ha sido mencionado que los conjuntos infinito-numerables son los conjuntos infinitos “más pequeños”. Orden y preorden Una relación R sobre un conjunto M se dice que es un preorden (parcial) y que el conjunto M está preordenado (parcialmente) si 1. 4. Eduardo A. Entonces la potencia de M es más grande que la potencia del conjunto original M. b. Rodríguez 14 .Si A es equivalente a un subconjunto de B y si ningún subconjunto de A es equivalente a B. existe un conjunto M con potencia más grande.Si B tiene un subconjunto equivalente a A y A tiene un subconjunto equivalente a B. También ha sido mostrado que existen conjuntos infinitos con una potencia más grande que la de un conjunto infinito-numerable. c ∈ M Cuando además R es antisimétrica. 3. aquellos conjuntos que tienen la potencia del continuo. (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA 2.

g . b ≤ a ⇒ a = b por lo cual la relación “ ≤ ” constituye un orden. ” se 10 Eduardo A. β ] . • La relación “no intersecta a”. mientras que si ocurre que “x ≺ y” pero no “y ≺ x”. Además “ ≺ ” es antisimétrica. 9 De esta manera como el símbolo “ ≺ ” se corresponde con la relación R. cuando tengamos “x ≺ y” e “y ≺ x”. Sean M y M’ dos conjuntos preordenados. “ ≺ ” no lo es. no es una relación de preorden ya que X ∩X ≠∅ X ∩ Y = ∅ e Y ∩ Z = ∅ no implica X ∩ Z = ∅ • La relación “está contenido en”. Si existe una relación f uno a uno entre ambos conjuntos tal que: f (a ) ≺ f (b ) ⇔ a ≺ b llamamos a esta relación f isomorfismo y a los conjuntos M y M’ isomorfos. escribiremos “x ∼ y”. equivalente a X ∩ Y = ∅ . que denotamos con el símbolo “ ≤ ”. β ] . no sólo es un preorden (parcial) sino también un orden (parcial). Por otra parte. De esta forma tenemos un preorden haciendo f ≺ g ⇔ f (t ) ≤ g (t ) para todo t ∈ [α . • Sea M el conjunto de todas las funciones continuas f .. definidas en el intervalo [α . el símbolo “ corresponderá con la relación R-1. De esta forma R constituye un preorden porque a≤a a ≤ b. Ejemplos • Sea el conjunto de todos los números reales y R la relación “es menor o igual a” .TEORÍA DE CONJUNTOS Por definición “y x” significa “x ≺ y”9. Nótese que si bien “ ≺ ” y “∼” son reflexivas. equivalente a X ⊂ Y .. entonces escribiremos “ x ≺ y ” (o “ y x ”)10. b ≤ c ⇒ a ≤ c Además se verifica: a ≤ b.. Rodríguez 15 .

Por otra parte. parcialmente ordenados mediante la relación “es divisor de”..ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Sea A el conjunto de los números enteros positivos ordenados de la manera usual y 1 2 3 n B el conjunto de las fracciones . Tendremos entonces que para los pares (a.. por eso a estas relaciones se las conoce como preorden parcial y orden parcial. 4 ≺ 8 .. M: 2 ≺ 3 ≺ 6 ≺ . A y B son isomorfos y f es un isomorfismo.. este tipo de relaciones se encuentra definida para ciertos pares de elementos. Además. . El isomorfismo entre conjuntos parcialmente ordenados es una relación de equivalencia. Por ende. Lo mismo puede ocurrir con una relación de orden. no hay manera de distinguir entre A y B. dados dos elementos a y b de un conjunto preordenado. dos conjuntos isomorfos parcialmente ordenados pueden ser considerados idénticos en los casos donde el elemento de interés sea la estructura de ordenación parcial y no los elementos de los conjuntos.… también ordenadas de la manera 2 3 4 n +1 usual. Por otra parte sea M’ el mismo conjunto parcialmente ordenado mediante la relación “es menor o igual a”. 5 ≺ 7 ≺ .. entonces hablamos de preorden completo y orden completo. b) de ambas relaciones tales que a ≠ b se verifica: M ′ : 2 ≤ 3 ≤ 4 ≤ 5 ≤ 6 ≤ 7 ≤ 8 . . En este caso decimos que a y b son no-comparables. Sin embargo no es un isomorfismo porque no puede establecerse una relación del tipo “si y solo si” ya que si bien un divisor de un número tiene que ser menor o igual a él.. Rodríguez . 16 Eduardo A.. una familia dada de conjuntos parcialmente ordenados puede ser particionada en clases de conjuntos disjuntos isomorfos.. Cuando un conjunto M no tiene elementos no-comparables. en lo que al orden concierne. En general. • Sea M el conjunto de los números enteros positivos mayores a 1. . Entonces la correspondencia de M sobre M’ que relaciona todo número entero n con si mismo preserva orden.. Claramente. ….. La transformación f : A → B definida por f (n ) = n n +1 es una correspondencia uno-a-uno y preserva orden. puede ocurrir que ninguna de las relaciones a ≺ b y b ≺ a se cumpla. . todo número menor o igual a éste no necesariamente es un divisor suyo.

entonces decimos que y es un elemento mínimo de M. • Sea S = { . t ) y f * (t ) ≥ g * (t ) para todo [t . todos los elementos son “mayores o iguales” a y. El conjunto de pares ordenados R (relación) será entonces R = {(1. entonces decimos que y es un elemento maximal de M. ( 2. Eduardo A. (1.4.5 ) . todos los elementos son “menores o iguales” a y. ….5 )} es decir que los diferentes elementos de S se encuentran relacionados de la siguiente manera. Rodríguez 17 . Ejemplo • 1 ⎫ ⎧ 1 1 1 Sea B = ⎨1. 4 ) . no existe ningún elemento “menor” a x. ya que puede ocurrir para un par de funciones f* y g* f * (t ) ≤ g * (t ) para todo t ∈ [α . 2 ) . β ] . De esta manera. .1] . . si bien es un conjunto preordenado no lo es de manera completa.2. (1. el conjunto de las funciones continuas sobre [α . . si para todo x ∈ M se verifica que y ≺ x . no existe ningún elemento “mayor” a x. el conjunto de los reales contenidos en el intervalo [0. entonces decimos que y es un elemento máximo de M. 4 ) . Sin embargo. ( 5.3) . es decir. es decir. 2 ) .3. 4 ) . si no existe ningún x ∈ M tal que x ≺ y .1) .3) . . entonces y es un elemento minimal de M. (1. es decir. ( 3.…⎬ un conjunto ordenado mediante la relación “es mayor n ⎭ ⎩ 2 3 4 o igual a”.5} un conjunto parcialmente ordenado por la relación “es divisor 1 de”. B tiene Un elemento maximal (1) porque no existe ningún elemento mayor a 1. Un elemento máximo (1) porque es el mayor de los elementos de B. Sin embargo. B no tiene ni minimales ni mínimos. si para todo x ∈ M se verifica que x ≺ y . es decir. (1. el conjunto de todos los números racionales. ( 2.TEORÍA DE CONJUNTOS Ejemplos Los conjuntos completamente ordenados con las relaciones usuales de “mayor o igual que” y “menor o igual que” más simples son: • • • • el conjunto de todos los enteros positivos. β ] Sea M un conjunto parcialmente preordenado y sea y ∈ M : si no existe ningún x ∈ M tal que y ≺ x . ( 4.

Ejemplos • Considérese el intervalo abierto A = (− 1. Entonces vemos que S tiene Tres elementos maximales (3. Entonces • Un máximo de M es maximal. la relación inversa sería “es divisible por” o “es múltiplo de”. pero cuando el preorden es completo la distinción entre máximo y maximal desaparece. la cota superior mínima es 1. 11 En este caso. Propiedades Sea M un conjunto parcialmente preordenado. mientras que llamamos ínfimo de A ( Inf A ) al elemento máximo de las cotas inferiores. Un elemento minimal. • Sea M un conjunto preordenado y considérese un subconjunto A ⊂ M . Lo mismo ocurre con la distinción entre mínimo y minimal. ya que no existe ningún elemento de S que sea divisible ni por 3 ni por 4 ni por 5. si ocurre que y ≺ x . Eduardo A. 4 y 5).1) en la recta real. Un elemento y ∈ M tal que para cualquier x ∈ A se tenga que x ≺ y se denomina cota superior de A. Rodríguez 18 . Si el preorden es un orden existe a lo sumo un máximo y a lo sumo un mínimo. Ningún elemento máximo. ya que no existe ningún elemento de S que sea divisible por todos sus elementos. a pesar de no pertenecer al conjunto. Teniendo en cuenta el conjunto de todas las cotas superiores de A. ya que no existe ningún elemento de S tal que 1 sea divisible por él. entonces y se llama cota inferior de A. ya que todo elemento de S es divisible por 1. a su vez un mínimo es minimal. Un elemento mínimo (1). por lo cual Sup A = 1 .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA S: 1 2 3 1 ≺ 2 ≺ 1 ≺ 3 1 ≺ 4 4 5 5 donde “ ≺ ” significa “es divisor de”11. es decir que existe un máximo o ninguno y un mínimo o ninguno. Sin embargo 4 es divisible por 2 y todos los elementos de S son divisibles por 1. llamamos supremo de A ( Sup A ) al elemento mínimo de las cotas superiores de A. Entonces tenemos que: todo número mayor o igual a 1 es una cota superior de A. por ello 2 y 1 no son maximales de S.

1] está completamente ordenado pero no es bien ordenado. es decir que posee un elemento μ tal que μ ≺ a para todo a ∈ A . el cual es a. b) . Rodríguez 19 . pero el subconjunto de M conformado por todos los números racionales positivos no tiene mínimo. como lo afirma el siguiente teorema. una relación de orden puede establecerse sobre los puntos de la recta A y sobre los puntos de la recta B. El conjunto I no tiene máximo. todo conjunto puede bien ordenarse. es decir que el sentido de la desigualdad cambia cuando se comparan las primeras componentes y las segundas componentes. la cota inferior máxima es − 1 . El conjunto M de números racionales en el intervalo [0. pero su supremo es b. x2 x xa C c B A xb x1 Como puede verse en el gráfico. b1 ) < (a 2 b2 ) si • ⎧a1 < a 2 ⎨ ⎩a1 = a 2 ó y b1 < b2 Sea el intervalo I = [a. Es cierto que M tiene un mínimo. • Si bien ℜ es un conjunto completamente ordenado con la relación de orden usual. por lo cual Inf A = −1 . Todo subconjunto no vacío de un conjunto bien ordenado es bien ordenado. Un conjunto completamente ordenado M se dice que está bien ordenado si todo subconjunto no vacío A de M tiene un mínimo. el número 0.TEORÍA DE CONJUNTOS todo número menor o igual a -1 es una cota inferior de A. Eduardo A. Su mínimo coincide con su ínfimo. ℜ 2 no lo es ya que la relación de orden solamente puede establecerse entre puntos pertenecientes a una recta que tenga pendiente positiva. Una manera de definir una relación de orden completo en ℜ 2 a partir de la relación de orden usual en ℜ es a través del llamado orden lexicográfico: diremos que (a1 . a pesar de no pertenecer al conjunto. El conjunto A no tiene elementos máximos ni elementos mínimos. Si bien no todo conjunto completamente ordenado es bien ordenado. Ejemplos • • • Todo conjunto finito completamente ordenado es bien ordenado. pero nunca sobre los puntos de la recta C porque en este último caso c b podremos tener que x1c < x1b pero x 2 > x 2 .

Para ello el consumidor debe basar su decisión sobre el conjunto de las mercancías (que pueden ser una cantidad finita o infinita) existentes en la economía. Llamamos conjunto de consumo Xi al conjunto de todos los consumos posibles para el i-ésimo consumidor. La demostración de este último teorema se basa en el axioma que se menciona a continuación. b) xi1 es indiferente a xi2 . pgs 47-48). Preferencias del consumidor Dados dos consumos xi1 . sino también las cantidades que tiene en su posesión (riqueza) que deberá entregar para conseguir aquellos bienes que desea. 20 Eduardo A. c) xi2 es preferido a xi1 . es decir que siempre existirá una relación de orden ≺ sobre X tal que X sea un conjunto bien ordenado. pg 47) Ai . i∈I Axioma de elección: Sea A = {Ai }i∈I una familia de conjuntos no vacíos. (Ver Aplicaciones económicas Preferencias sobre planes de consumo Un consumidor debe tomar decisiones con el objetivo de definir su plan de consumo. xi2 en Xi. (Ver demostración en KELLEY.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Propiedad • Teorema de buena ordenación (Zermelo): todo conjunto X puede bien ordenarse. que simbólicamente representamos como xi1 ≺ xi2 . el cual puede ser posible o imposible de alcanzar por el consumidor i. Entonces podemos elegir simultáneamente un elemento de cada conjunto demostración en KELLEY. Esto es. se supone que uno y solamente uno de los siguientes tres casos puede darse para el consumidor: a) xi1 es preferido a xi2 . En base a estas situaciones se puede establecer la relación “no es preferido a”. al cual llamamos espacio de mercancías M. Representaremos un plan de consumo mediante el punto xi ∈ M . Dicha decisión no sólo se limita a elegir las cantidades de bienes a consumir. • existe una función f : I → ∪ Ai tal que f (i ) ∈ Ai para todo i ∈ I . Rodríguez .

” En gran parte de la teoría microeconómica se supone que las preferencias individuales son racionales. • completitud: este supuesto dice que los individuos tienen una preferencia bien definida entre dos alternativas dadas. para todo xi1 . la relación “ ≺ ” constituye un preorden completo. xi2 ≺ xi1 la cual se lee “ xi1 es indiferente a xi2 . Relación de indiferencia La relación de indiferencia “∼” del consumidor es una relación de equivalencia ya que. xi2 . La hipótesis de racionalidad está personificada en dos supuestos básicos sobre las relaciones de preferencias “ ≺ ” que ya hemos mencionado: completitud y transitividad. xi3 ∈ X i : 1) es reflexiva: xi1 ∼ xi1 .” • Ambos supuestos pueden ser de difícil concreción si las alternativas a evaluar se encuentran lejos de la experiencia habitual del consumidor. Este es un supuesto fuerte ya que equivale a suponer que el individuo ha realizado un importante trabajo de introspección. b es preferido a c y c es preferido a a. xi3 ∈ X i tenemos que 1) es reflexiva: xi1 ≺ xi1 . Por otra parte. ya que para todo xi1 . el conjunto Eduardo A. la existencia de una relación de equivalencia (la relación de indiferencia) en Xi permite particionar Xi en clases de equivalencia. En virtud de que los planes de consumo son todos comparables entre sí. Bajo este supuesto los individuos solo toman decisiones luego de haberlo meditado detenidamente. dado un plan de consumo xi ' ∈ X i . la relación “ ≺ ” permite definir la relación de indiferencia “∼” como: xi1 ∼ xi2 ⇔ xi1 ≺ xi2 . La transitividad implica que es imposible tomar decisiones que tengan carácter circular del tipo “a es preferido a b. transitividad: este es otro supuesto fuerte y va al centro del concepto de racionalidad. Entonces. xi2 . entonces xi1 ∼ xi3 . 2) es transitiva: xi1 ≺ xi2 y xi2 ≺ xi3 . entonces xi1 ≺ xi3 .TEORÍA DE CONJUNTOS Esta relación “ ≺ ” constituye un preorden. Rodríguez 21 . De esta manera. 3) es transitiva: xi1 ∼ xi2 y xi2 ∼ xi3 . Llamamos a esta relación “ ≺ ” preorden de preferencias. 2) es simétrica: xi1 ∼ xi2 ⇒ xi2 ∼ xi1 .

haciendo que los colores se tomen progresivamente más claros en los sucesivos experimentos de elección. es decir X/∼. el conjunto de las clases de indiferencia del consumidor es el cociente de X por la relación de indiferencia “∼”. En este caso el individuo podría ser capaz de distinguir ambos colores y decidirse por uno de ellos. a un concierto (C) o a patinar (P). Las alternativas para el viernes a la tarde son ir al teatro (T). Puede ser que este nuevo par de colores le vuelva a resultar indiferente porque no distingue la diferencia entre ambos. 7-8. pgs. el padre (p) y el hijo (h) toman decisiones por mayoría de votos. Eduardo A. Los tres miembros de la casa tienen preferencias individuales racionales. Una vez realizados varios experimentos. Podemos continuar de esta forma. Rodríguez 22 . es decir que el conjunto de las clases de indiferencia constituye una partición de Xi. constituye una clase de indiferencia en Xi. pudiendo ocurrir que esta persona exprese indiferencia entre ambos colores cada vez que deba tomar una decisión. Consideremos el siguiente ejemplo: Una casa integrada por la madre (m). Éste puede no ser capaz de notar la diferencia entre los colores y les resultará indiferentes. es decir varios individuos con preferencias transitivas. De esta manera. El supuesto de transitividad12 Dentro de los problemas generales de elección. A veces la aparente intransitividad puede ser explicada como el resultado de la interacción de varios individuos racionales.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA {xi ∈ X i : xi ∼ xi '} es decir el conjunto de consumos xi formado por aquellos planes de consumo que son indiferentes a xi ' . Una de las dificultades aparece a causa del problema de las diferencias apenas perceptibles: Supongamos que una persona debe elegir entre dos variedades muy similares de gris para pintar su habitación. Supóngase ahora que se le ofrece elegir entre el gris más claro de los dos y uno aún más claro. No es difícil ver que un consumo arbitrario en Xi pertenece a una y solo una clase de indiferencia. ofrecemos a este individuo elegir entre la primera variedad de gris (la inicial más oscura) y la final (muy cercana al blanco). a saber: T P m C T m P C (padre) (madre) p p 12 Los ejemplos citados en el presente apartado son tomados de MAS COLLEL-WHINSTON-GREEN. el supuesto de transitividad puede fallar por una cantidad de razones. De esta manera se violaría la transitividad.

De esta manera pareciera haber una intransitividad del tipo muchos cigarrillos un cigarrillo muchos cigarrillos. Eduardo A. la cual se desarrolla considerando la conducta de elección como el objeto primario de la teoría en lugar de las preferencias. Considerando las relaciones mencionadas anteriormente. Este ejemplo es conocido como paradoja de Candorcet. P ⇒ gana C ⎬ T P vs. El supuesto de insaciabilidad Suele suponerse que no existe un consumo de saciedad para el i-ésimo consumidor.TEORÍA DE CONJUNTOS C h P h T (hijo) Ahora imaginemos que se hacen tres votaciones por mayoría. Formalmente en la situación inicial tendremos: un cigarrillo ningún cigarrillo muchos cigarrillos. Reglas de elección Existe una segunda aproximación al problema de la decisión del consumidor. Si nos apegamos a nuestra definición de consumidor racional. pero una vez que está fumando un cigarrillo por día. Rodríguez 23 . pudiendo desear incrementar la cantidad de cigarrillos que fuma. obtenemos los siguientes resultados: T vs. Un potencial fumador de cigarrillos puede preferir fumar un cigarrillo por día a no fumar y puede preferir no fumar a fumar mucho. sus gustos pueden cambiar. tal situación implica que un consumidor racional debería poder anticipar estos posibles cambios inducidos en los gustos. es decir. Puede ocurrir que la intransitividad en las preferencias de un individuo sea manifestación de cambios en los gustos. hay otro (en Xi) que el i-ésimo consumidor prefiere. T ⇒ gana P ⎪ ⎭ C P T lo que hace que las preferencias del grupo sean intransitivas. mientras que luego de fumar un cigarrillo ocurrirá que muchos cigarrillos un cigarrillo ningún cigarrillo. sea cual fuere su consumo (en Xi). C ⇒ gana T ⎫ ⎪ C vs.

Una estructura de elección es un par ordenado (B. etc. • Ejemplo Supongamos que X i = {x. el conjunto C (B ) puede contener más de un elemento.C 2 (•)) . y. y} En este último caso vemos que x siempre es considerado. z} el consumidor también considerará y. y ∈ B tenemos x ∈ C (B ) . z}) = {x. son las alternativas aceptables en B. Rodríguez . En otras palabras. los elementos de C (B ) son las alternativas en B que el consumidor puede considerar y elegir. Una posible estructura de elección podría ser (B. y}) = {x} y C 2 ({x. C (•)) satisface el axioma débil de la preferencia revelada si se cumple la siguiente propiedad: Si para algún B ∈ B con x. pero para el conjunto presupuestario {x. y.C1 (•)) donde la regla de elección C1 (•) es: C1 ({x. y. donde la regla de elección C 2 (•) es: C 2 ({x. físico. C (•)) tal que: • B es una familia de conjuntos no vacíos de Xi. ya sea a nivel institucional. C (•) es una regla de elección (técnicamente es una correspondencia) que asigna un conjunto no vacío de elementos seleccionados C (B ) ⊂ B a cada conjunto presupuestario B ∈ B . De todos modos. es decir que todo elemento de B es un conjunto B ⊂ X i . Cuando C (B ) contiene un único elemento. y. entonces no puede haber ningún conjunto presupuestario en donde se elija y y no x cuando ambas alternativas son consideradas. el axioma débil de la preferencia revelada dice que si x es elegido cuando y está disponible. y}) = {x} y C1 ({x. Los conjuntos presupuestarios en B deben ser pensados como una lista exhaustiva de todos los experimentos de elección concebibles que pueden ser llevados a cabo por el consumidor. ese elemento es la elección individual entre todos los elementos de B. Cuando esto ocurre. z} y B = {{x. z}) = {x} En este caso vemos que será elegido x sin importar cuál sea el conjunto presupuestario que el consumidor enfrente. Por ejemplo si 24 Eduardo A. Llamamos a los elementos de B ∈ B conjuntos presupuestarios. z}} . Impondremos ahora algunas restricciones “razonables” a la regla de elección: La estructura de elección (B. esto es. entonces para cualquier B ′ ∈ B con x. y ∈ B ′ e y ∈ C (B ′) debemos tener x ∈ C (B ′) . Otra posible estructura de elección podría ser (B. y}. y. {x.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Formalmente la conducta de elección es representada a través de una estructura de elección.

y}. y. Rodríguez 25 . z} . z} . z}) = {x} o C ({x. y * z Sin embargo al considerar el segundo conjunto presupuestario {x. z} ) = { y. como puede verse en el siguiente ejemplo. z}) = {x. la relación de preferencia revelada “ * ” se encontrará definida de la siguiente manera: x * y ⇔ existe algún B ∈ B tal que x. z}) = {x. porque y y z nunca son elegidos. z}) = {y}. Esto quiere decir que si x es siempre elegido sobre y cuando ambos son posibles. y. y. Consideremos ahora la estructura de elección (B. y ∈ B . y. z}) = {z} o C ({x. x ∈ C (B ) e y ∉ C (B ) . también del primer ejemplo de reglas de elección. y. Sin embargo esta estructura de elección satisface el axioma débil de la preferencia revelada. Si tenemos en cuenta el primer conjunto presupuestario {x. Nótese que la relación de preferencia revelada no necesita ser ni completa ni transitiva. Podemos afirmar también que “x se revela preferido a y” (o “ x * y ”) si existe algún B ∈ B tal que x. Con esta terminología podemos afirmar lo siguiente: Si x se revela al menos tan preferido como y. y} ⇒ y * x. y.C1 (•)) y x del ejemplo anterior. en realidad deberemos tener C ({x. donde “ x * y ” se lee “x se revela al menos tan preferido como y”. y.TEORÍA DE CONJUNTOS C ({x. x * y. Ejemplo Consideremos la estructura de elección estructura tenemos que x *y (B. y ∈ B y x ∈ C (B ) . z} o bien C ({ x. y}) = {x} entonces no puede ocurrir C ({x. x *z . entonces x se revela preferido a y. entonces y no puede revelarse preferido a x. C (•)) . tenemos que: C 2 ({x. tenemos Eduardo A. Una manera más simple de expresar el axioma débil de la preferencia revelada es a través de la relación de preferencia revelada “ * ”: dada una estructura de elección (B. Con esta *z pero no existe una relación de preferencia revelada que pueda inferirse entre y y z.C 2 (•)) . Formalmente: si x Ejemplo * y ⇒ y / *x .

no es decir que tenemos “ y cumpliéndose el axioma débil de la preferencia revelada. (Ver demostración en MAS COLLEL-WHINSTON-GREEN. *x” e x * y . El axioma débil de la preferencia revelada restringe la conducta de elección del consumidor en la misma manera que lo hace el principio de racionalidad para las relaciones de preferencias. y} ) = { x} ⇒ x *y . pgs. Rodríguez . para que exista una relación de preferencias racional compatible con una estructura de elección (B. C (•)) que satisfaga el axioma débil se requiere que B esté formado por todos los subconjuntos del espacio de mercancías (o alternativas) M de hasta tres elementos.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA C2 ({ x. si bien puede demostrarse que cualquier estructura de elección generada por preferencias racionales satisface el axioma débil de la preferencia revelada. Sin embargo.13-14) 26 Eduardo A. lo cual resulta ser una contradicción.

4.95.05) ⊄ K . En general todo intervalo abierto es un conjunto abierto. Sea X = ℜ el conjunto de los números reales. X y ∅ pertenecen a I.2 ) es un conjunto abierto ya que todos los elementos de I pueden encerrarse en un intervalo abierto contenido en I. De esta manera el conjunto I = (1.2 ) ∪ (3. b ) = {y : a < y < b} es un subconjunto de A.1.6 ) y así con todo y ∈ I . es un espacio topológico. o simplemente conjuntos abiertos.1. La clase G = { X .1.1 puede encerrarse en el intervalo abierto (1. la intersección de un número finito de conjuntos de I pertenece a I. Esto quiere decir que un subconjunto A ⊂ ℜ es abierto sii para cada punto x ∈ A hay números a y b tales que a < x < b y el intervalo abierto (a. es decir el par (X. 2. Por ejemplo el punto 1. Una clase I de subconjuntos de X es una topología de X (o en X) sii I verifica los siguientes axiomas: 1. también es un conjunto abierto.I). el punto 1. por lo tanto es una topología de X y se la llama la topología discreta de X. ∅} es una topología de X.15) .2 ) no es un conjunto abierto porque el punto 1 no puede encerrarse en un intervalo abierto que pertenezca a K. Esta topología es la topología trivial o topología indiscreta de X. y X conjuntamente con la clase I. Ejemplos • Sea D la clase de todos los subconjuntos de X.4 ) .05.2. por ejemplo 1 ∈ (0. El par ( X . Los elementos de I se llaman conjuntos I-abiertos. • • . G ) es un espacio topológico indiscreto. 3. Se ve que D cumple con los axiomas. Entonces U constituye una topología de ℜ llamada topología usual de ℜ. Sin embargo. el intervalo K = [1. aunque no son los únicos conjuntos abiertos. el par ( X . llamado comúnmente recta real. la unión de cualquier número de conjuntos de I pertenece a I. D ) es un espacio topológico discreto. En este caso. como por ejemplo J = (1. Espacios topológicos Topología y conjuntos abiertos Sea X un conjunto no vacío. Sea U la colección de todos aquellos conjuntos que contienen un intervalo abierto alrededor de cada uno de sus puntos.5 en el intervalo (1. ya que el conjunto formado por la unión de dos intervalos disjuntos.

c. d . d }. {a . c. c. d } ∩ {a. c . e}} I 2 = { X . I4 = {X . I3 = {X . b. ∅} .2. {b . {c . d }. {c . c . ∅} .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Cabe destacar que la intersección de una cantidad infinita de conjuntos abiertos no necesariamente es abierta. En el caso en que X sea un conjunto finito. c. d }. d } ∉I3 Si I y L son dos topologías de X entonces I es menor que L y L es mayor que I sii I ⊂ L . {a}. Cn = ⎜ ⎟. Sean I1 = {X . Ii ) i = 1. y que L es más 28 Eduardo A. d . {a . { a } . d } ∪ {b. ∅} . ∅} . d } ∉I2 Tampoco I3 es una topología de X porque {a. d }. e} I1 = { X . Sea X el conjunto que contiene solamente dos elementos distintos: a y b. d }} I 3 = { X .4 son cuatro espacios topológicos diferentes para el mismo conjunto X. c . I2 = {X . Rodríguez . {c . d } = {a. ∅ . Sin embargo. d }. d . {b. También se dice en tal caso que I es menos fina (o más débil) que L. {a . Considérese las siguientes clases de subconjuntos de X • • X = {a . En otras palabras. b. {a . d . { a } . c . {b}. c . Entonces C define una topología sobre X llamada topología cofinita (o topología de los complementos finitos). ∅ . I2 no es una topología de X porque {a. la topología cofinita y la topología discreta coinciden. • Sea X un conjunto cualquiera y sea C la familia de conjuntos que tienen complementos finitos junto con X y ∅ . ∅ . c . e}} Nótese que I1 es una topología de X porque cumple con los axiomas.3. { a } . {b}. e} = {a. b. Por ejemplo consideremos para todo n ∈ N los conjuntos (intervalos) abiertos ⎛ n −1 n +1⎞ . d }. I es menor que L sii cada conjunto I-abierto es L-abierto. b. Entonces ( X . n ⎠ ⎝ n Entonces puede verse que ∩C n =1 ∞ n = {} 1 no es un conjunto abierto porque no puede ser representado mediante la unión de intervalos abiertos. {a}.

{a. Si I y L son topologías arbitrarias de X. { a}. pero V es más fina que G. G ⊂ V ⊂ D . Propiedad Si Ux es el sistema de entornos de un punto. 52) Ejemplos • Sea a ∈ℜ . Cada entorno de un punto contiene un entorno abierto de ese punto. b. V es menos fina que D. e}} • Un entorno del punto e es cualquier conjunto que contenga a un conjunto abierto al cual e pertenece. c. {a . puede suceder que I no sea ni mayor ni menor que L. Esto es. e}. Los conjuntos abiertos que contienen a e son: {a. pg. b. que contiene a a. X Los conjuntos que contienen conjuntos abiertos a los cuales e pertenece son: 1 En algunos textos se exige que un entorno sea necesariamente un conjunto abierto. {a. Entonces. a + δ ) . a + δ ] con centro en a es un entorno de a porque contiene el intervalo abierto (a − δ . {a . b. Llamamos sistema de entornos de un punto a la familia de todos los entornos del punto. I ) es un I-entorno (o simplemente entorno o vecindad) de un punto x ∈ X sii U contiene un conjunto abierto al cual x pertenece. entonces las intersecciones finitas de miembros de Ux están en Ux. Rodríguez 29 . b. Considérese la siguiente topología de X = {a . la indiscreta G y cualquier otra topología V de un conjunto cualquiera X. b}. Ejemplo Considérese la topología discreta D.ESPACIOS TOPOLÓGICOS fina (o más fuerte) que I. Entornos y sistema de entornos Un conjunto U de un espacio topológico ( X . en tal caso se dice que I y L no son comparables. Eduardo A. d . d }. Entonces. K = { X . todo intervalo cerrado [a − δ . (Ver demostración en KELLEY. d }. ∅. c. c . pero todo conjunto abierto es entorno de cada uno de sus puntos. e} . y todo conjunto que contiene a un miembro de Ux está en Ux. Un entorno de un punto no es forzosamente abierto1.

el sistema de entornos de e es U e = {{a . I ) . 2. X Por consiguiente. X } La definición de una topología sobre un conjunto X la hemos hecho especificando la totalidad de los conjuntos abiertos de X. cuando ésta se especifica. b. Sin embargo existe un punto de partida alternativo para la definición de una topología: a través de la especificación de un sistema de entornos. Nótese que las condiciones exigidas para que una familia de conjuntos sea un sistema de entornos constituye una propiedad de los entornos en nuestro esquema de trabajo. {a.2 2 Véase además que. c. De esta manera. e}. Sea I = {U x : x ∈ X } un sistema de entornos para cada x ∈ X . tales que 1. todo entorno es necesariamente un conjunto abierto.x ∈ U ( x ) para cada U ( x ) ∈ U x . entonces el par ( X . Entonces Ux es llamado sistema de entornos de x. {a . existe un V ∈ U x tal que si y ∈ V entonces U ∈ U y . lo que se hace en realidad es definir las relaciones de cercanía entre los diferentes elementos del conjunto. 4. d . y definido el espacio topológico correspondiente. b.si U y V ∈ U x . La principal ventaja que tiene la definición de una topología a través de un sistema de entornos consiste en enfatizar el hecho de que. b. {a. b. Entonces diremos lo siguiente: Sea X un conjunto y para cada punto x ∈ X sea U x = {U ( x )} una familia novacía de subconjuntos de X asociados con x.si V ⊃ U ( x ) para algún U ( x ) . {a . d . Rodríguez 30 . c. b. entonces U ∩ V ∈ U x . e}. A partir de allí hemos podido definir el concepto de entorno y sistema de entornos. e}. Eduardo A. e}. que en nuestro esquema de trabajo constituía una propiedad en lugar de una definición. Una vez especificado este sistema de entornos sobre un conjunto X. e}. I ) es llamado espacio topológico e I es llamada topología del espacio ( X .si U ∈ U x . bajo esta especificación. entonces V ∈ U x . e}. se define conjunto abierto como aquel conjunto que es entorno de cada uno de sus puntos.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA {a. b. 3. el primer paso en la especificación de una topología consiste en definir cuándo una colección de conjuntos es un sistema de entornos de un punto.

b. Propiedad La unión de un número finito de conjuntos cerrados es necesariamente cerrada y la intersección de los miembros de una familia arbitraria de conjuntos cerrados es cerrada. d}. D ) todo subconjunto es abierto. y por lo tanto un conjunto es abierto sii su complemento es cerrado. Ejemplos • • Si I es la topología usual de ℜ. d . por otra parte. pg. ⎣n ⎦ Entonces puede verse que Eduardo A. c. entonces los únicos conjuntos a la vez cerrados y abiertos son ℜ y ∅ .ESPACIOS TOPOLÓGICOS Conjuntos cerrados Un conjunto A de un espacio topológico ( X . c. {a} • T = { X . c. Entonces todo subconjunto de X es también cerrado ya que su complemento es abierto. {a. D ) son. e}. existen subconjuntos de X tales como {a. La clase X = {a. Por ejemplo consideremos para todo n ∈ N los conjuntos (intervalos) cerrados sobre la recta real con la topología usual ⎡1 ⎤ Fn = ⎢ . X .1⎥ . d}. c. {b. Siempre es cierto que el espacio y el conjunto vacío son abiertos y cerrados al mismo tiempo ya que X ∼ X = ∅ y X ∼ ∅ = X . ∅. { a}. b} que no son ni abiertos ni cerrados. I ) es cerrado sii su complemento relativo (X∼A) es abierto. abiertos y cerrados. tales como {b. Conviene observar que existen subconjuntos de X. {a . e}. e} . El complemento del complemento de A es A. d . En otras palabras. Los subconjuntos cerrados de X son: ∅. {c. e}} define una topología de es decir. c. En el espacio topológico discreto ( X . {b. d . e} y {a} que son al mismo tiempo abiertos y cerrados. 33) Ejemplo • Es importante remarcar que la unión de una cantidad infinita de conjuntos cerrados no necesariamente es cerrada. todos los subconjuntos de ( X . {b. Rodríguez 31 . b. los complementos de los subconjuntos abiertos de X. d . e}. y que. a la vez. (Ver demostración en BAUM.

{c. tanto a como b son puntos límite del intervalo abierto (a. c. la cual la denotaremos A . d . 32 Eduardo A. llamamos conjunto derivado A’ al conjunto de los puntos de acumulación de A. d}. A ' = {b. I ) llamamos clausura (o I-clausura) de A. Sea A un conjunto de un espacio topológico. y el punto c no es punto de acumulación de A. e} y X. {a. y cada uno de ellos contiene un punto de A diferente de b. los puntos d y e son puntos de acumulación de A. {b. aunque los mismos no pertenezcan al conjunto. b.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ∪ F = (0. {a}. • T = { X . e} . Es decir A = A ∪ A' . Es importante aclarar que un punto de acumulación de A no necesariamente tiene que pertenecer a A. c. c. Así pues.1] n n =1 ∞ no es un conjunto cerrado. Por otra parte. el punto a ∈ X no es un punto de acumulación de A porque el conjunto abierto { a} que contiene a a. no contiene ningún otro punto de A diferente de a. Si x es un punto de acumulación de A suele decirse (intuitivamente) que hay puntos de A arbitrariamente cerca de x. Considérese el subconjunto A = {a . b ) . La clase X = {a. d}. Del mismo modo. c. d . d . Por otra parte. Puntos de acumulación Un punto x ∈ X es un punto de acumulación (punto de aglomeración o punto límite) de un conjunto A de un espacio topológico ( X . ∅. es decir c. todos los puntos pertenecientes al mencionado intervalo son también puntos de acumulación de (a. I ) sii cada entorno de x contiene puntos de A diferentes de x. Rodríguez . Ejemplos • Sobre la recta real con la topología usual. e} es el conjunto derivado de A. c} de X. b. a la unión del conjunto con su conjunto derivado. Nótese que b ∈ X es un punto de acumulación de A porque los conjuntos abiertos que contienen a b son {b. d . e}} define una topología de Clausura y conjuntos densos Dado el conjunto A perteneciente al espacio topológico ( X . b ) .

{c. Un conjunto A es denso en un espacio topológico ( X . 38). esto equivale a decir que podemos aproximar todo elemento irracional perteneciente a ℜ con elementos de Q. e}} X = {a. e} {a . d }= {b . e}. de por consiguiente. pg. {b. d}.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Propiedades • Un conjunto A perteneciente a ( X . (Ver demostración en HOCKING-YOUNG.4142 ∈ Q. { a} . d }. c} = X {b .41∈ Q. Intuitivamente.41421 ∉ Q . I ) sii la clausura de A es X. {a. I ) es un punto interior de A sii A es un entorno de x. Puede verse que el conjunto {a. c} es un subconjunto denso en X. {b. = 1. (Ver demostración en BAUM. indicado Aº. y el conjunto de todos los puntos interiores de A es el interior de A. X . pg. e}. Interior y frontera Un punto x ∈ X de un conjunto A de un espacio topológico ( X . Por ejemplo tenemos que 2 ≅ 1. Por ende A = A ya que A es un conjunto cerrado. {a. para los siguientes tres casos tenemos {b} = {b. {a}. e} donde los subconjuntos cerrados de X son ∅. d . d}. b. Rodríguez 33 . como la clausura de un conjunto es el mínimo conjunto cerrado que lo contiene. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. d . … 5000 500 100 5 • Considérese la topología T = { X . 30). o sea A= X. e}. c. d . El exterior de A es el interior del complemento de A. Sean A y B dos conjuntos de un espacio topológico tales que A ⊂ B . c . c. = 1. 5). I ) es cerrado sii A = A . es decir (X∼A)º. {b. • • El conjunto A es el mínimo conjunto cerrado que contiene a A. = 1. pero 7071 707 141 7 = 1. pg. ∅. entonces A ⊂ B . e}. b. Ejemplos • El conjunto de los números racionales Q es denso en ℜ con la topología usual. pero no así {b} y {b.414 ∈ Q. c. Eduardo A. d .4 ∈ Q. c.

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

Propiedades

Sea A un conjunto de un espacio topológico ( X , I ) . Entonces el interior Aº de A es abierto, y es el máximo abierto contenido en A. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO, pg. 38) Un conjunto A es abierto sii A = A . (Ver demostración en KELLEY, pgs. 57-58)

La frontera de un conjunto A, b( A) , de un espacio topológico ( X , I ) , es el conjunto de todos los puntos que no son interiores ni de A ni de X∼A.
Propiedad

unión del interior y la frontera de A, es decir, A = A ∪ b( A ) . Esto nos lleva a afirmar que un conjunto es cerrado sii contiene a su frontera, mientras que diremos que un conjunto es abierto sii es disjunto con su frontera.
Ejemplos

Sea A un subconjunto de un espacio topológico ( X , I ) . Entonces la clausura de A es la

Sea el intervalo I = (0,1] en la recta real con la topología usual. De esta manera tenemos por definición que I º = (0,1) , b(I ) = {0,1} e I = [0,1] , los cuales verifican [0,1] = (0,1) ∪ {0,1} . Considérese la topología
X = {a, b, c, d , e} , y el subconjunto A = {b, c, d } de X. Los puntos c y d son interiores de A porque c, d ∈{c, d} ⊂ A

T = { X , ∅, { a}, {c, d }, {a, c, d }, {b, c, d , e}}

de

donde {c, d } es un conjunto abierto, y por lo tanto A constituye un entorno de c y d. El punto b ∈ A no es un punto interior de A; por lo tanto, int ( A) = {c, d } . El único punto exterior de A es a ∈ X , esto es así porque el complemento es

X∼A= {a , e} ,
entonces (X∼A)º = { a} . Por consiguiente, la frontera de A consiste en los puntos b y e, o sea b( A ) = {b, e} .

Relativización

Si ( X , I ) es un espacio topológico e Y es un subconjunto de X, podemos construir una topología U de Y que se llama topología relativa (o heredada) de I a Y. La topología 34
Eduardo A. Rodríguez

ESPACIOS TOPOLÓGICOS

relativa U se define como la familia de todas las intersecciones de miembros V de I con Y; es decir, U pertenece a la topología relativa U sii U = V ∩ Y para algún conjunto Iabierto de X. U es una topología y al espacio topológico (Y , U ) se lo llama subespacio del espacio (X,I).
Ejemplos

Considérese la topología usual U de ℜ y la topología relativa TA del intervalo cerrado A = [3,8 ] . Obsérvese que el intervalo semiabierto en ℜ [3, 5) es abierto en la topología relativa de A, es decir, es un conjunto TA-abierto, porque [3, 5) = (2,5) ∩ A , donde (2,5) es un subconjunto U-abierto de ℜ. Así, un conjunto puede ser abierto respecto a un subespacio pero no ser abierto ni cerrado en el espacio original (en este caso, ℜ). Sea Q el conjunto de los números racionales y ℜ la recta real con la topología usual. Entonces Q con la topología usual heredada constituye un subespacio de ℜ. Lo mismo puede hacerse con los naturales, los enteros y los irracionales. Sean la topología
T = { X,∅ , { a } , {c , d }, {a , c , d }, {b, c , d , e}}

de

X = {a, b, c, d , e} , y el subconjunto A = {a, d , e} de X. Nótese que X∩A= A

{a } ∩

A = {a } A = {d }

{a , c , d } ∩

A = {a , d }

∅∩ A = ∅

{c , d } ∩

{b. c. d . e} ∩ A = {d , e}

Entonces la relativización de T a A es

T A = { A, ∅, { a}, { d }, {a, d }, {d , e}}

Bases y sub-bases

Definir una topología en un espacio X significa especificar un sistema de conjuntos abiertos en X. Sin embargo, suele ser conveniente especificar algún sistema de subconjuntos que determine de manera unívoca todos los conjuntos abiertos, en lugar de enumerarlos a todos ellos. Una familia B de conjuntos de un espacio topológico ( X , I ) es una base de la topología I sii todo conjunto abierto en X puede representarse como la unión de conjuntos de B.3

A diferencia de lo que ocurre con la expresión de un vector mediante la combinación lineal de los elementos de una de sus bases (Cap. 4), la expresión de un conjunto abierto a través de la unión de elementos de una base de un espacio topológico puede no ser única. Eduardo A. Rodríguez

3

35

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

Ejemplos

El conjunto de todos los intervalos abiertos constituye una base para la topología usual de ℜ, ya que todo conjunto abierto de ℜ puede ser interpretado como una unión de intervalos abiertos. Sea X un conjunto completamente ordenado. La topología generada por la base formada por los conjuntos del tipo S a = {x : x > a} es llamada topología del orden a la derecha sobre X. (Una topología del orden a la izquierda sería definida de manera similar utilizando los conjuntos Pa = {x : x < a} ). De esta manera los conjuntos abiertos de X serán aquellos conjuntos que puedan expresarse como uniones de conjuntos del tipo Sa, que son en realidad conjuntos del tipo Sa. Sea X el conjunto de todos los números reales. Elegimos como base de una topología T la familia de todos los conjuntos de la forma [a, b ) , donde a, b ∈ X . Esta topología es llamada topología del intervalo semiabierto a la derecha. Entonces los conjuntos de la forma (− ∞, a ) , [a, b ) o [b, ∞ ) son tanto abiertos como cerrados. Conjuntos de la forma (a, b ) o (a, ∞ ) son abiertos en X puesto que (a, b ) = ∪ { [α , b ) : a < α < b}. Ellos no son cerrados porque los conjuntos de la

forma (− ∞, a ] , [a, b] y {p} no son abiertos al no poder expresarse como unión de los elementos de la base.

Está claro que podemos definir una topología I especificando una base B. De esta manera, la topología I será solamente el sistema que puede ser representado como uniones de conjuntos de B. Sería práctico conocer los requisitos que deben cumplir los elementos de una familia de conjuntos B para que el sistema formado por todas las uniones posibles de B conformen una topología de I.
Propiedad

Una familia B de conjuntos pertenecientes a X es base de la topología I sii 1- B ⊂ I 2- para cada punto x ∈ X y cada entorno U de x, existe un miembro V ∈ B tal que x ∈V ⊂ U . (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN, pg. 82) Esta propiedad induce a preguntarnos si cualquier colección de subconjuntos de X constituye una base de alguna topología. La respuesta es no y la justificación de la misma es la siguiente propiedad.
Propiedad

Una familia B de subconjuntos de X es base de alguna topología de X sii

36

Eduardo A. Rodríguez

pgs. donde x ∈ U ∩ V . (Ver demostración en BAUM. Propiedad Sea X un conjunto y sea δ una familia de subconjuntos de X tal que 1. ambos ejemplos coinciden. Ejemplos • Una sub-base natural para la topología usual de ℜ es la familia de los intervalos semifinitos del tipo (− ∞. De esta manera.X = Bα ∈B ∪ Bα 2. 50-51) 4 Nótese que cuando X = ℜ. Rodríguez 37 . (Ver demostración en BAUM. pg. Entonces los conjuntos ( y.X = ∪ S .4 • La próxima propiedad permite ver qué requisitos debe cumplir una colección de subconjuntos de un conjunto dado para constituir una sub-base de alguna topología del mismo. 2.δ ≠ ∅ . los conjuntos abiertos de X serán aquellos conjuntos que puedan ser expresados como unión de conjuntos de la forma ( y. z ) = {x : x ≺ z} y ( y. z ) . ∞ ) = {x : y ≺ x}. b ) = {x : a < x < b} puede ser representado por la intersección finita de estos tipos de conjuntos. ∞) = {x : a < x}.para cada punto x ∈ X y cada par de conjuntos U . S∈δ entonces δ es una sub-base de alguna topología para X. ya que todo intervalo abierto (a. b ) = {x : x < b} y (a. La topología usual sobre ℜ es efectivamente la topología del orden derivada del orden usual de ℜ. V ∈ B . Sea X un conjunto completamente ordenado.ESPACIOS TOPOLÓGICOS 1. z ) = {x : y ≺ x ≺ z} son abiertos y forman una base del espacio topológico X. Definimos la topología del orden sobre X tomando como sub-base los intervalos semifinitos (− ∞. 46) Una familia δ de conjuntos de X es una sub-base de una topología I sii la familia de todas las intersecciones finitas de miembros de δ es base de I. Eduardo A. existe un conjunto W ∈ B tal que x ∈ W ⊂ U ∩ V .

Ejemplos • La familia de los entornos abiertos de un punto es siempre una base del sistema de entornos de ese punto.especificando una base. puede hacerse algo similar para un sistema de entornos. es decir 5 Más adelante veremos una cuarta manera de representar una topología: definiendo una métrica sobre X.especificando la totalidad de los conjuntos abiertos (o un sistema de entornos) de X. Una base del sistema de entornos del punto x ∈ X (o base local de x) es una familia de entornos de x tal que todo entorno de x contiene algún miembro de esa familia6. Hasta el momento. Cualquiera de los tres métodos es igualmente válido y cumple con los objetivos5. podemos definir una topología de X de tres maneras: 1. Así como hemos definido el concepto de base de una topología. Espacios separables Un espacio topológico X se dice que cumple con el primer axioma de numerabilidad (o que es 1º N) si el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene una base numerable. Propiedad • Sea X un espacio topológico y A una familia de subconjuntos abiertos. 3. para ser tal.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Puede verse que los requisitos que tienen que cumplir una colección de subconjuntos de X para ser sub-base de una topología son claramente menos restrictivos que los que debería cumplir para ser una base de una topología de X. 2. Eduardo A. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. pg. 107)7. Propiedad • Una base local numerable Bx = {Bn : n ∈ N } de un espacio 1º N forma una familia decreciente de subconjuntos. 6 Compárese esta definición con las condiciones que tiene que cumplir una colección de conjuntos para ser una base de una topología determinada. Entonces A será una base de la topología sii cada familia A x = {A ∈ A : x ∈ A} es una base local. debe contener un conjunto abierto que contenga a dicho punto. Esta propiedad permite ver la relación entre los conceptos de base de una topología y base de un sistema de entornos. porque todo entorno. Rodríguez 7 38 .especificando una sub-base.

• Todo espacio topológico indiscreto es 1º N ya que solamente existen dos conjuntos abiertos: X y ∅ . De esta manera el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene un solo elemento. su familia de conjuntos cerrados F también es numerable porque F coincide con la familia de las partes finitas de X. la topología cofinita no es 1º N. es decir una base de entornos para cada punto x que consta de un solo elemento: el conjunto formado por el mismo punto. que son complementos de los conjuntos abiertos pertenecientes a C. Por lo tanto tenemos: X − {x} = X − ∩ Bx = B∈Bx ∪ (X − B) . entonces en algún punto x existe una base local numerable. Entonces debería ocurrir que ∩ Bx = {x} porque toda base numerable de un espacio 1º N forma una familia decrecientes de subconjuntos mediante relaciones de inclusión. lo cual es una contradicción porque X no era numerable. por lo tanto es numerable y cumple con el primer axioma de numerabilidad. Entonces cualquier subfamilia de C es numerable y en particular lo será la subfamilia de abiertos que contengan a un punto dado x. De esta manera existirá una colección numerable de conjuntos abiertos Bx cada uno conteniendo a x. Un espacio topológico ( X . Cada uno de los X – B son finitos por definición (porque B es un conjunto abierto el cual fue definido como aquel cuyo complemento X – B es un conjunto finito) y la unión numerable de conjuntos finitos es numerable. tal que todo entorno de x contiene algún conjunto B ∈ Bx . Eduardo A. De esta manera el sistema de entornos de cada x ∈ X tiene una base numerable (de un solo elemento) y por ende cumple con el primer axioma de numerabilidad. Rodríguez 39 .ESPACIOS TOPOLÓGICOS B1 ⊃ B2 ⊃ … ⊃ Bn ⊃ … . Ello es así porque al ser X numerable. (Ver demostración en AYALA-DOMINGUEZ-QUINTERO. pgs. C ) donde C es la topología cofinita y X es un conjunto numerable es un espacio 1º N. I ) se dice que cumple con el segundo axioma de numerabilidad (o que es 2º N) si su topología tiene alguna base numerable. • Un espacio ( X . Entonces X − {x} debe ser numerable. De esta manera. Supongamos que lo es. C es numerable ya que existe una correspondencia biunívoca entre F y C tomando complementos. 109-110) Ejemplos • Todo espacio topológico discreto X no numerable es 1º N ya que para cada x ∈ X podemos fijar como base local del punto x la colección de conjuntos Bx = {x}. • Sin embargo si X no es numerable. con lo cual implica todo punto x ∈ X tiene como único entorno a X.

La relación entre los conceptos de base numerable y separabilidad es la siguiente. I ) es separable. se da en los espacios métricos. I ) un espacio topológico con una base numerable. De esta manera la topología podrá tener una base numerable y así cumplir con el segundo axioma de numerabilidad. • El conjunto de los números reales ℜ con la topología cofinita es separable ya que N (el conjunto de los números naturales. lo cual se sigue de la propiedad que establece que si X es un espacio topológico y A es una familia de subconjuntos abiertos. Sin embargo es separable porque el conjunto de los números naturales es denso en ℜ. Propiedad • Sea ( X . 8 La reciprocidad. Ejemplos • El conjunto Q de números racionales es numerable y es un subconjunto propio de ℜ. pero la recíproca no es necesariamente cierta. • Un espacio discreto numerable es 2º N. pg. por definición de clausura. por lo tanto su topología no tiene una base numerable. Como además Q = ℜ . la recíproca no es necesariamente cierta8. 48) Ejemplo • La recta real ℜ dotada con la topología cofinita no es 2º N porque no es 1º N. Rodríguez 40 . Sin embargo. I ) es separable sii posee un subconjunto numerable que es denso en X. Eduardo A. y por lo tanto es igual a ℜ. donde a y b son números racionales. el espacio ℜ es separable. De esta manera la numerabilidad de A asegura la numerabilidad de los Ax. De esta manera. constituye una base numerable de ℜ. Propiedad • Todo espacio 2º N es 1º N. Esto es así porque ℜ es el único conjunto cerrado que es infinito. b) .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • El conjunto de los números reales ℜ con la topología usual satisface el segundo axioma de numerabilidad ya que el conjunto de todos los intervalos abiertos (a . N es el mínimo cerrado que contiene a N. conjunto numerable) es denso en ℜ. Entonces ( X . como veremos más adelante. Un espacio topológico ( X . A será una base de la topología sii cada familia A x = {A ∈ A : x ∈ A} es una base local de x. debido a que los cerrados son por definición complementos finitos de los abiertos. (Ver demostración en BAUM.

pgs. I ) es un espacio de Hausdorff (llamado también espacio 9 T2 ) si para cada par de puntos x e y diferentes pertenecientes a X existe un entorno U del punto x y un entorno V del punto y tal que U ∩V = ∅ . Puesto que estamos acostumbrados a que las sucesiones tengan límite único. En espacios topológicos arbitrarios puede ocurrir que el límite de una sucesión no sea único. Eduardo A. (Ver demostración en BAUM. {x n } una sucesión en X que converge a algún punto x ∈ X y además y es un punto límite del conjunto {x n : n = 1. al que llamamos G ( x ) . ≥) tal que S es una función y ≥ dirige a su dominio. I ) se dice que converge al punto x ∈ X (llamado límite de la sucesión) si. Sin embargo esto no pasa en los espacios de Hausdorff. entonces m ≥ p. el conjunto vacío y todos los subconjuntos que se obtienen omitiendo del intervalo una cantidad numerable de puntos. 41-42) 9 Un espacio topológico X es T1 cuando todo subconjunto de X formado por un único elemento es que no es T2 es el intervalo cerrado [0. pero la recíproca no es necesariamente cierta.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios de Hausdorff y convergencia Una sucesión de puntos {x n } = x1 . La recíproca no es necesariamente cierta10. Por otra parte. pg.2. … en un espacio topológico ( X . c) m. (Ver demostración e BAUM. Un espacio topológico ( X . x 2 . Una relación binaria ≥ dirige a un conjunto D ≠ ∅ si: a) m. entonces x = y . I ) un espacio de Hausdorff y sea {x n } una sucesión en X tal que x es un límite de la sucesión. como puede verse en la siguiente propiedad. Llamamos a I topología de Hausdorff. n. Una propiedad muy importante de esta topología se enuncia a continuación. 41) Otra cosa que puede ocurrir en espacios topológicos generales es que una sucesión {x n } converja a un punto x sin que x sea un punto límite del conjunto {x n : n = 1. …} .1] en el que se consideran como conjuntos abiertos el intervalo. … . Un ejemplo de espacio T1 Si bien la reciprocidad no se da para sucesiones.2. p ∈ D tales que m ≥ n y n ≥ p. n ∈ D implica que existe p ∈ D tal que p ≥ m y p ≥ n. Propiedad Sea ( X . Una red es un par (S. 10 cerrado. 83]. sí se da para redes [Ver demostración en KELLEY. Todo espacio T2 es T1 . Para ello necesitamos definir lo que se conoce como espacios de Hausdorff. x n . existe un número entero N G tal que G ( x ) contenga a todos los puntos x n con n > N G . puede ocurrir que la sucesión {x n } tenga un punto límite pero que {x n } no converja a ese punto o a ningún punto. b) m ∈ D implica m ≥ m. Entonces x es el único límite de la sucesión {x n } . pg. Propiedad • Sea ( X . I ) un espacio de Hausdorff. Rodríguez 41 . …} . dado cualquier entorno de x. sería cómodo contar con alguna propiedad que garantice dicha unicidad.

2. Funciones continuas Una función f de un espacio topológico X en Y es continua en el punto x sii la inversa por f de cada entorno de f ( x ) es un entorno de x.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Sea X un conjunto dotado con la topología indiscreta.para todo conjunto cerrado C ⊂ Y .0] no es abierto. Diremos que f es continua sii es continua en todo su dominio.si A ⊂ X . Entonces las siguientes afirmaciones son equivalentes: 1. Rodríguez . f 4. • El conjunto infinito X dotado de la topología cofinita no es un espacio de Hausdorff porque dos conjuntos abiertos nunca son disjuntos. pg. 3. De esta manera X es el único entorno de todos sus puntos. El espacio indiscreto no es un espacio de Hausdorff. Propiedades a) Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y una función.f es continua. Contraejemplo: Sea Y = {a.para todo conjunto abierto O ⊂ Y . por ello toda sucesión convergerá al mismo tiempo a todos los puntos de X. b} un subespacio de ℜ con la topología heredada de la topología usual de ℜ y X = ℜ con la topología usual. 59) −1 ({b}) = (− ∞. Esto equivale a decir que la sucesión {x n } en X para un n lo suficientemente grande se encuentra cerca de todos los puntos de X. Entonces definimos la función f : X → Y de la siguiente manera: ⎧a si f (x ) = ⎨ ⎩b si x>0 x≤0 −1 a≠b Puesto que el conjunto {b} ⊂ Y es abierto. f −1 (O ) es abierto en X. La noción intuitiva de función continua de un espacio en otro es la idea de que los puntos que están cerca en X permanecen cerca en Y después de haber sido aplicada la función f. (Ver demostración en BAUM. 42 Eduardo A. pero f entonces f no es una función continua. entonces f (A ) ⊂ f ( A) . (C ) es cerrado en X.

es una relación de equivalencia. 90) Homeomorfismos Dos espacios. Esta relación “es homeomorfo a” tiene las siguientes propiedades: 1. 2. Rodríguez 43 . están relacionados en algún sentido. (Ver demostración en MENDELSON. entonces Y es separable. (Ver demostración en BAUM. entonces f también es un homeomorfismo. tales que cada espacio topológico es homeomorfo a cada miembro de su clase de equivalencia y sólo a ella. pg. Un homeomorfismo o transformación topológica es una función biunívoca continua de un espacio topológico ( X . Dos espacios son topológicamente equivalentes cuando son homeomorfos. Por consiguiente. (Ver demostración en BAUM. ambos espacios se dicen homeomorfos.reflexividad: ya que la función identidad i es un homeomorfismo. 60) c) Sea X un espacio separable y f : X → Y una función continua sobre Y. Eduardo A. Sin embargo. la colección de todos los espacios topológicos pueden dividirse en clases de equivalencia. Si A ⊂ X y x ∈ A' .simetría: ya que si f : X → Y es un homeomorfismo.transitividad: ya que si f : X → Y y g : Y → Z son homeomorfismos. y sólo uno. pg. pg. Si existe un homeomorfismo en un espacio sobre otro. I ' ) tal que f −1 también es continua. y que a dos puntos vecinos de uno corresponden dos puntos vecinos del otro11. también lo es la función compuesta gf : X → Z . 11 Compárese con la idea intuitiva de función continua. Entonces la relación “es homeomorfo a”. entonces gf : X → Z es una función continua. Si se desea expresarlo de una manera intuitiva. que denotaremos con el símbolo “∼”.ESPACIOS TOPOLÓGICOS b) Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y una función continua biunívoca. 100) d) Si f : X → Y y g : Y → Z son funciones continuas. se puede decir que un homeomorfismo entre dos conjuntos de puntos es una correspondencia tal que a todo punto de uno de los dos conjuntos corresponde un punto. −1 :Y → X 3. como pudo verse en las propiedades anteriores. del otro. uno de los cuales es la imagen continua del otro. puede haber una relación muy fuerte entre ambos en términos de estructura. I ) sobre un espacio topológico (Y . entonces f ( x ) ∈ f ( A)' .

Propiedades • Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y un homeomorfismo. Es decir que la propiedad de tener una base numerable es un invariante topológico. 63). Rodríguez 13 44 . Sea f : X → Y una función de un espacio topológico en otro.13 • 12 La topología es el estudio de los invariantes topológicos. (Ver demostración en BAUM. Eduardo A. Nótese que esta propiedad implica afirmar que la separabilidad también es un invariante topológico. Una propiedad que. Si para cada conjunto abierto O ⊂ X . Las siguientes propiedades muestran que.1) f(x) f (x ) = 2x − 1 x( x − 1) 1 x Observando el gráfico adjunto puede verse con claridad que la imagen de la función f abarca la totalidad del conjunto ℜ de los números reales. (Ver demostración en BAUM. f (O ) es abierto en Y se dice que f es una función abierta (o función interior).1) con la topología heredada de la topología usual de ℜ ya que la función f (x) = es un homeomorfismo. 2x − 1 x( x − 1) x ∈ (0. pg.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplo • El conjunto ℜ de los números reales con la topología usual es homeomorfo al intervalo abierto (0. entonces se dice que f es una función cerrada. f (C ) es cerrado en Y. También puede observarse que los elementos del dominio de la función se encuentran contenidos únicamente en el intervalo abierto (0. cuando es poseída por un espacio topológico. Es decir que la propiedad de ser espacio de Hausdorff es un invariante topológico.1) . Si para cada conjunto cerrado C ⊂ X . entonces Y también lo es. entonces Y también la tiene. Sean X e Y dos espacios topológicos y f : X → Y un homeomorfismo. Si X tiene una base numerable. pg. también la poseen sus homeomorfos se llama invariante topológico12. 63). Del gráfico también surge que tanto la función f como la función f −1 son continuas. Si X es un espacio de Hausdorff. hasta el momento. hemos visto dos invariantes topológicos.

i =1 n Ejemplo • Si cada X i es el conjunto de los números reales con la topología usual. Entonces decimos que f es continua sii la función i =1 i n compuesta PX f : Z → X i es continua para todo i. Con relación al espacio X × Y . … . Propiedades • Sea f : Z → × X i una función. Si X 1 .ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios producto Sean X e Y dos espacios topológicos y sea B la familia de todos los productos cartesianos U × V . entonces una base de la topología producto de X 1 × X 2 × … . (Ver demostración en KELLEY. las funciones PX y PY que llevan un punto ( x. 111) Espacios cociente Sea f : X → Y una función continua. pg. De esta manera la topología cociente es la máxima topología de Y para la cual la función f es continua. puede decirse que X e Y constituyen los ejes de coordenadas del espacio producto. un conjunto W ⊂ X × Y es abierto con respecto a la topología producto sii para cada punto ( x. entonces el espacio producto es el espacio euclídeo n-dimensional. pg. Llamamos topología cociente de Y (con respecto a f y a la topología de X) a la colección de todos los conjuntos U ⊂ Y para los cuales f −1 (U ) es abierto en X. X 2 . y ) ∈W hay entornos abiertos U de x y V de y tales que U × V ⊂ W . X n son espacios topológicos. U n (o × U i ) donde cada U i es abierto en X i . donde U es un conjunto abierto en X y V es un conjunto abierto en Y. X n (o × X i ) es la familia de todos los productos cartesianos i =1 n U 1 × U 2 × … . Por otra parte. De esta manera. Entonces B es la base de una topología X × Y llamada topología producto. (Ver demostración en BAUM. Llamaremos Eduardo A. Diremos que la función π : X → X / R es la función cociente de X sobre X/R si la misma asigna a cada x ∈ X la clase de equivalencia a la cual x pertenece. y ) de X × Y al punto x ∈ X e y ∈ Y respectivamente son las proyecciones sobre los ejes de coordenadas. 67) • El producto cartesiano de espacios de Hausdorff es un espacio de Hausdorff. Rodríguez 45 . Llamamos espacio producto al producto cartesiano X × Y provisto de la topología producto.

también puede hacerse lo propio teniendo en cuenta las propiedades del conjunto de índices A. 46 Eduardo A. Y un subconjunto de X y A = {Dα : α ∈ A} una colección de subconjuntos de X. I ) es compacto sii todo cubrimiento abierto de X tiene un subcubrimiento finito. I ) tiene un subcubrimiento finito. (Ver demostración en KELLEY. Rodríguez . Por ejemplo si cada uno de los conjuntos Dα es un conjunto abierto. Así como puede caracterizarse un cubrimiento de acuerdo a las propiedades comunes de sus miembros. Un espacio topológico ( X . Entonces A = {Dα : α ∈ A} se lo llama un cubrimiento de Y si α ∈A ∪ Dα ⊃ Y . si A es un conjunto numerable. o sea. Si la función cociente π de un espacio X sobre el cociente X/R es abierta y R es cerrado en X×X. pgs. Por otra parte si A y B son conjuntos de índices {E β : β ∈ B} ⊂ {Dα : α ∈ A} y β ∈B ∪ Eβ ⊃Y entonces {E β } es llamado un subcubrimiento de {Dα } . Un conjunto A de un espacio topológico es compacto sii es un espacio compacto con la topología relativa. entonces R es cerrado en el espacio producto X×X. A = {Dα : α ∈ A} es un cubrimiento finito. A es compacto sii todo cubrimiento de A por conjuntos que son abiertos en ( X . Entonces: si A es un conjunto finito. Entonces ahora estamos en condiciones de definir espacio compacto y conjunto compacto. Propiedad • Si el espacio cociente X/R es un espacio de Hausdorff. decimos que A es un cubrimiento abierto.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA espacio cociente al conjunto cociente X/R con la topología cociente generada por la función cociente π. Si todos los conjuntos Dα de un cubrimiento tienen la propiedad común P. entonces X/R es un espacio de Hausdorff. A = {Dα : α ∈ A} es un cubrimiento numerable. entonces hablamos de un P-cubrimiento. 117-118) Espacios compactos Sea X un conjunto.

entonces f tiene un máximo y un mínimo. 73). 161-162). pgs. La recíproca es cierta para el caso de redes.15 Ejemplos • La recta real ℜ no es compacta ya que el cubrimiento de ℜ por intervalos abiertos A1 = {(n. (Ver demostracción en BAUM. entonces Y es compacto. (Ver demostración en BAUM. b ] de la recta real ℜ con la topología usual es compacto. 15 Eduardo A. pgs. 74) d) Sea X i un espacio compacto para todo i ∈ N . Si f es continua en X y X es compacto y no vacío. 167-168) En general. (Ver demostración en BAUM. 73-74) c) Sea X un espacio compacto y sea Y un conjunto cerrado tal que Y ⊂ X . (Ver demostración en BAUM.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Ejemplo Todo cubrimiento abierto de un intervalo cerrado y acotado A = [a . b) Sea X un espacio de Hausdorff y sea Y un subespacio compacto de X. Rodríguez 47 . pg. Por ende si X e Y son espacios homeomorfos y X es un espacio compacto. Entonces todo intervalo cerrado y acotado [a . entonces Y es compacto en la topología relativa. 77) e) Un conjunto de un espacio euclídeo n-dimensional es compacto sii es cerrado y acotado14. entonces × X i es compacto con la i =1 n topología producto. 14 Mas adelante definiremos conjunto acotado en términos rigurosos. n + 2 ) : n ∈ Z } no contiene ninguna subcolección finita que cubra ℜ. entonces toda sucesión en X tiene una subsucesión convergente a un punto de X. La recíproca no es necesariamente cierta. g) Sea X un espacio compacto. pg. pg. (Ver demostración en KELLEY. Propiedades a) Sea f : X → Y una función continua sobre Y y sea X un conjunto compacto. (Ver demostración en BAUM. entonces Y es compacto. f) Teorema de Weierstrass: Sea f una función de X en ℜ con la topología usual. lo cual equivale a decir que la compacidad es un invariante topológico. pgs. ya que para ello resulta necesario definir una métrica sobre el espacio que lo contiene. cuando en un espacio topológico se verifica que todo conjunto compacto es cerrado y acotado se dice que ese espacio cumple con la propiedad de Heine-Borel. b] de la recta real ℜ con la topología usual tiene un cubrimiento finito. entonces Y es un subespacio cerrado de X.

b] es el entorno compacto de x que la definición requiere. De manera análoga se puede demostrar que el intervalo abierto (0. pg. El conjunto de los números racionales Q. x + ε ] ∩ Q ⊂ A . (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. no es localmente compacto: dado x ∈ Aº. pg. • 48 Eduardo A. 73) Ejemplo • La recta real ℜ con la topología usual es localmente compacta: el punto x está contenido en un intervalo de la forma (a. 1) no es compacto. con lo cual [a. como K es cerrado relativo. b). En general. Esta “debilidad relativa” de la compacidad local hace que la misma no sea un invariante topológico. x + ε ] . Sin embargo para algunos espacios y tipos de funciones. Es conveniente destacar que la compacidad local es más débil que la compacidad. Un espacio X se dice que es localmente compacto si todo x ∈ X posee un entorno compacto.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • El intervalo (0. con lo cual x no tiene entorno compacto y Q. el cual a su vez está contenido en el subespacio [a. Propiedades • • • La propiedad de compacidad local en espacios de Hausdorff se preserva bajo funciones continuas abiertas. por lo que todo conjunto (o espacio) compacto es un conjunto (o espacio) localmente compacto. en ℜ. Sin embargo. 72) Todo subespacio cerrado de un espacio localmente compacto es localmente compacto.1] : n ∈ Z + } no contiene ninguna subcolección finita que cubra (0. K = [x − ε . pero la recíproca no es necesariamente cierta. no es localmente compacto. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. lo cual implica afirmar que tal propiedad pueda ser “destruida” por una función continua. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. A ⊂ Q. con la topología heredada de ℜ. si A fuera compacto en ℜ también debería serlo K. 1] no es compacto porque el cubrimiento abierto A 2 = {(1 / n. con la topología heredada de ℜ. todo conjunto abierto de ℜ con la topología usual es localmente compacto. 71) El producto de una cantidad finita de espacios localmente compactos es un espacio localmente compacto. 1]. la propiedad de compacidad local se preserva. por lo tanto K debería ser cerrado en ℜ. Rodríguez . existirá ε > 0 tal que K = [x − ε . pg. b].

A es conexo porque A y Eduardo A. 99). I ) son X y ∅ . d }. Esto implica afirmar que la conexidad es un invariante topológico. e}} El espacio X es inconexo porque {a} y {b. X = { a } ∪ {b. por consiguiente. c . no es conexo. Esta propiedad implica afirmar que un conjunto conexo permanece conexo si se le adjunta cualquier cantidad de sus puntos límite. {b. e} T = { X. entonces f (S ) es un intervalo. decimos que un conjunto A ⊂ X es conexo si A es un subespacio conexo de X. { d }} . e} son complementarios y.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Espacios conexos Dos conjuntos no vacíos A y B de un espacio topológico A ∩ B = A ∩ B = ∅ . e} es una inconexión de X. ambos son simultáneamente abiertos y cerrados. Esta propiedad suele utilizarse a menudo como definición alternativa de espacio conexo. Rodríguez 49 .−1) ∩ [1. (Ver demostración en BAUM. entonces A es conexo. el espacio topológico discreto. Ejemplo (Teorema de Bolzano): Sea f una función de un conjunto S a ℜ. • Sea X un espacio conexo y f : X → Y una función continua sobreyectiva. d . La idea intuitiva de un conjunto o espacio conexo es que el mismo está “hecho de una sola pieza”. d . I ) es conexo si X no puede ser representado mediante la unión de dos conjuntos separados no vacíos. Sin embargo el conjunto ℜ ∼ [− 1. ∅. {c. e} es { A. d . (X. pg. si tiene más de un punto. 100). Sin embargo.I) están separados sii Propiedades • Un espacio topológico ( X . b. pg. ∞ ) = ∅ • Considérese la siguiente topología de X = {a . • Sean X un espacio topológico. (Ver demostración en BAUM.−1] ∩ (1.1] no es conexo ya que (− ∞. (Ver demostración en BAUM. c . Un espacio topológico ( X . ∞ ) = ∅ y (− ∞. d . d }.∅. pg. En consecuencia. Esto es. N un conjunto conexo en X y A un subconjunto de X tal que N ⊂ A ⊂ N . c. Lo mismo ocurre con los espacios euclídeos ℜ n . { a}. Si f es continua en S y S es conexo. Nótese que la topología relativa del subconjunto A = {b. I ) es conexo sii los únicos subconjuntos de X que son a la vez cerrados y abiertos en ( X . c. d . • La recta real ℜ con la topología usual es un espacio conexo porque ℜ y ∅ son los únicos subconjuntos de ℜ que son simultáneamente cerrados y abiertos. Ejemplos • El espacio topológico indiscreto es conexo. c . Por otra parte. 103). entonces Y es conexo. {a.

50 Eduardo A. Solamente (0. Entonces X no es homeomorfo a Y ya que si existiera una función f que fuera un homeomorfismo de (0. A2.1) abierto y cerrado. son simultáneamente abiertos y cerrados. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. también con la topología heredada de la topología usual de ℜ . Sin embargo esto no ocurre porque al ser X = (0. An es una cadena simple de x a y si se cumplen las siguientes tres condiciones: - A1 (y únicamente A1) contiene x. una colección de conjuntos A1. . De esta manera. en la topología relativa. 108). An (y únicamente An) contiene y.1) conexo. no puede haber un subconjunto propio de X que sea abierto y cerrado al mismo tiempo. Por otra parte.1) con recorrido en (0. Se dice que un espacio es localmente conexo en el punto x si para todo conjunto abierto U que contiene x existe un conjunto conexo abierto V que contiene a x y se encuentra contenido en U.1) con la topología heredada de la topología usual de ℜ e Y = (0.2) debería ocurrir que f −1 ((0.. pg. Ai ∩ Aj es no vacío sii i − j ≤ 1 .1)) sea un subconjunto propio de (0. • El siguiente ejemplo muestra que la conexidad es un invariante topológico. es decir que la componente conexa que contiene a un punto es el mayor subconjunto conexo (en sentido de inclusión) que contiene a dicho punto. diremos que un conjunto A ⊂ X es localmente conexo si A es un subespacio localmente conexo de X..1) ∪ (1. Un subconjunto C de un espacio X es una componente de X si C es conexo sin ser un subconjunto propio de otro conjunto conexo de X. Sea X = (0.1) y ∅ cumplen con ello. un espacio es localmente conexo cuando tiene una base conformada con conjuntos conexos abiertos. Rodríguez . Dados dos puntos x e y del espacio X..2) .1) ∪ (1. entonces existe una cadena simple de elementos de { α } de x U a y.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ∅ son los únicos subconjuntos de A que.1) es un subconjunto propio abierto y cerrado de Y. El espacio X será localmente conexo si es localmente conexo en cada uno de sus puntos. Esto quiere decir que cualquier par de puntos de un espacio conexo puede unirse a través de una cadena simple de conjuntos abiertos. Propiedad • Si x e y son dos puntos de un espacio conexo X y { α } es una colección de conjuntos U abiertos que cubren X. porque (0.

como puede verse en el siguiente ejemplo.1] . Sin embargo.1] que se define a continuación: ⎧ [− 1.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Propiedad • Un espacio X es localmente conexo sii cada componente de un conjunto abierto es un conjunto abierto. el espacio S no es localmente conexo en ningún punto del intervalo − 1 ≤ y ≤ 1 . Por lo tanto.1] → X es continua de tal manera que f (0) = x y f (1) = y .1] junto con la topología heredada de la topología usual del plano. El único conjunto conexo que se encuentra dentro de C y contiene a p es aquel segmento sobre el intervalo − 1 ≤ y ≤ 1 que se ubica dentro de C. Rodríguez 51 . 106-107). Si una función f : [0.1] → [− 1. pgs. ya que el mismo está conformado por todos aquellos puntos de S que se encuentran dentro de C.1] f (x ) = ⎨ ⎩sen (1 x ) si x = 0 si x ∈ (0. no es cierto que todo espacio conexo sea localmente conexo ya que ambos conceptos no se implican mutuamente. tanto en ℜ 2 como en S ya que este último tiene la topología heredada de ℜ 2 . Ejemplo • Curva seno del topólogo: Sea S el subespacio de ℜ 2 conformado por los puntos de la gráfica de la correspondencia f : [0. decimos que f es un camino en X desde x a y donde llamamos a x punto inicial y a y punto final del camino f. (Ver demostración en HOCKING-YOUNG. Un espacio X es conexo por caminos si para cada par de puntos Eduardo A. Sin embargo este segmento abierto no es un conjunto abierto en S. Sin embargo no es localmente conexo: cualquier círculo C alrededor de p sobre el segmento − 1 ≤ y ≤ 1 define un conjunto abierto. incluidos aquellos puntos a la derecha del segmento − 1 ≤ y ≤ 1 . Gráficamente: 1 C p · 0 0 1 -1 Este espacio es conexo al ser la clausura de la imagen continua del conjunto conexo (0.

(Ver demostración en MENDELSON. pg. 135). entonces X es conexo. y ∈ X existe un camino desde x a y. (Ver demostración en MENDELSON. Esto implica afirmar que tanto la conexidad por caminos como la conexidad por arcos son invariantes topológicos.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA x. Claramente todo arco es un camino y. Entonces tenemos las siguientes relaciones: Conexidad por arcos ⇒ Conexidad por caminos ⇒ Conexidad • Sea f : X → Y una función continua sobreyectiva y X un espacio conexo por caminos. por lo tanto. Diremos que el conjunto A ⊂ X es conexo por caminos (conexo por arcos) si A es un subespacio conexo por caminos (conexo por arcos) de X. x2 •x •y En el gráfico vemos que es posible unir mediante un camino (arco) cualquier par de puntos del conjunto. diremos que X es un espacio localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) si X tiene una base de 16 Por lo general los textos de topología general hablan de conjuntos conexos por caminos ó conjuntos conexos por arcos. pg. Eduardo A. 110). tampoco es conexo por arcos. Si la función continua f es un homeomorfismo diremos que f es un arco y hablaremos de espacios conexos por arcos. todo espacio conexo por arcos es conexo por caminos. Obviamente. el camino (arco) deberá pasar indefectiblemente por el punto de contacto entre ambos discos. 110). Algunos llegan incluso a usar ambos términos como sinónimos. pg. Lo mismo ocurre con la conexidad por arcos. x1 • Curva seno del topólogo: este conjunto no es conexo por caminos ya que resulta imposible trazar una función continua que una el origen con cualquier punto del espacio S que no se encuentre sobre el eje de ordenadas. 135). La razón de que esto ocurra es que lim sen (1 x ) = ∃ . Análogamente a la definición de conexidad local. La distinción entre ambos conceptos puede encontrarse de manera explícita en STEEN-SEEBACH. Si los puntos se encuentran en discos diferentes.16 Ejemplo • El siguiente subconjunto de ℜ 2 conformado mediante la unión de dos discos cerrados es conexo por caminos (conexo por arcos). entonces Y es conexo por caminos. (Ver demostración en BAUM. / x →0 Propiedades • Sea X un espacio conexo por caminos. Lo mismo ocurre con la conexidad por arcos (Ver demostración en BAUM. Se observa en la gráfica que este conjunto también es conexo. definiéndolos de la manera en que aquí representamos los conjuntos conexos por caminos. Rodríguez 52 . pg.

Rodríguez 53 .ESPACIOS TOPOLÓGICOS conjuntos abiertos conexos por caminos (conexo por arcos).¾ ) ∪ (¾ . Análogamente todo espacio localmente conexo por arcos es localmente conexo por caminos. De esta manera. por ejemplo O’. entonces ϕ 1 ( x ) no es semicontinua inferiormente. para todo x’ ∈ V tenemos que ϕ(x’) ∩ O ≠ ∅. por ende ϕ 1 ( x ) es semicontinua superiormente en x = ¾. Eduardo A. Sin embargo. se ve que para todo x > ¾ del entorno de ¾ ϕ 1 (x ) ∩ O ' ' = ∅ . Una correspondencia ϕ de X en Y se dice que es semicontinua inferiormente en x si para todo conjunto abierto O ⊂ Y contenido en ϕ(x) existe un entorno V de x tal que. ϕ 1 (x ) ⊂ O ' . x] ⎩ y 1 y=x ϕ1(x) ½ O’ O’’ ¼ y=½x ¾ 1 x Si tomamos cualquier conjunto abierto que contenga a ϕ 1 (¾ ) . Sin embargo.1] cuando x = ¾ [¼ . Ejemplos • ϕ 1 (x ) = ⎨ ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. por ejemplo O’’. que a su vez es localmente conexo. Un conjunto A ⊂ X será localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) si A es un subespacio localmente conexo por caminos (localmente conexo por arcos) de X. vemos que para todo elemento x del entorno de ¾. las relaciones entre los distintos tipos de conexidad vistos en este apartado son las siguientes: Conexidad por arcos / / ⇑ ⇓ ⇒ Conexidad por caminos / / ⇑ ⇓ ⇒ Conexidad / / ⇑ ⇓ Conexidad local por arcos ⇒ Conexidad local por caminos ⇒ Conexidad local Semicontinuidad de correspondencias Una correspondencia ϕ de X en Y se dice que es semicontinua superiormente en x si para todo conjunto abierto O ⊂ Y que contiene a ϕ(x) existe un entorno V de x tal que. al igual que para el caso de la conexidad local “a secas” la conexidad por caminos (por arcos) y su variante local no se implican mutuamente. para todo x’ ∈ V tenemos que ϕ(x’) ⊂ O. si tomamos un conjunto abierto contenido en ϕ 1 (¾ ) .

1] cuando x = ¾ [½ . (Ver demostración en BERGE. De esta manera. y i → y 0 ⇒ y 0 ∈ ϕ ( x0 ) . 115) • Cuando la continuidad se define mediante sucesiones decimos que una función es continua en x 0 si f ( x ) → f ( x 0 ) cuando x → x 0 . Si ϕ es tanto semicontinua superiormente como inferiormente en x (en X). x] ⎩ y=x ½ ϕ2(x) ¼ O’ O’’ y=½x ¾ 1 x Si tomamos cualquier conjunto abierto que contenga a ϕ 2 (¾ ) . y i ∈ ϕ ( xi ). entonces ϕ 2 (x ) es semicontinua inferiormente. porque no existe un único ϕ ( x) ni un único ϕ ( x 0 ) . el conjunto {x : x ∈ X . pg. por ejemplo O’. ϕ(x) es un conjunto compacto para todo x ∈ X. ϕ ( x ) ⊂ O} sea abierto en X. por ejemplo O’’. además. se dice que es continua en x (en X). Este criterio no puede aplicarse a las correspondencias. 54 Eduardo A. Rodríguez . vemos que para todo elemento x del entorno de ¾. vemos que para todo x del entorno de ¾ ϕ 2 ( x ) ∩ O ' ' ≠ ∅ . decimos que la correspondencia ϕ es semicontinua superiormente en x 0 si: xi → x0 . Se dice que ϕ es una correspondencia semicontinua superiormente en X si es semicontinua superiormente en todo punto x ∈ X y si. Si esto ocurre para todo x. (Ver demostración en BERGE. ϕ 2 ( x ) ⊄ O ' . ϕ (x ) ∩ O ≠ ∅} sea abierto en X. por ende ϕ 2 (x ) no es semicontinua superiormente en x = ¾. el conjunto {x : x ∈ X . Sin embargo. decimos que la función es continua en X. Por otra parte diremos que ϕ es una correspondencia semicontinua inferiormente en X si es semicontinua inferiormente en todo punto x ∈ X. pg. 115) Para que la correspondencia ϕ de X en Y sea semicontinua inferiormente es condición necesaria y suficiente que para todo conjunto abierto O ⊂ Y. si tomamos un conjunto abierto contenido en ϕ 2 (¾ ) . Propiedades • Para que la correspondencia ϕ de X en Y sea semicontinua superiormente es condición necesaria y suficiente que el conjunto ϕ(x) sea compacto para todo x ∈ X y que para todo conjunto abierto O ⊂ Y.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • ϕ 2 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0.¾ ) ∪ (¾.

como por ejemplo la sucesión cuyo límite es a. x] cuando x = ¾ ⎩ y=x ½ ϕ (x) 2 c d y=½x ¼ ¾ • 1 x La correspondencia ϕ 2 ( x ) no es semicontinua superiormente en x = ¾ porque la sucesión que tiene por límite el punto d no tiene su límite contenido en ϕ 2 (¾ ) . ϕ 2 ( x ) es semicontinua inferiormente en x = ¾ porque todo punto de ϕ 2 (¾ ) es límite de alguna sucesión contenida en ϕ 2 ( x ) . en la cual cada elemento y i pertenece a la imagen de xi .¾ ) ∪ (¾ .1] [½ . y i → y 0 . y si y 0 pertenece a la imagen de x 0 .1] cuando x = ¾ [¼ . Diremos que la correspondencia ϕ es semicontinua inferiormente en x 0 si: xi → x0 . x] ⎩ y=x ½ ϕ1(x) ¼ b y=½x a La correspondencia ϕ 1 ( x ) es semicontinua superiormente en x = ¾ porque toda sucesión en ϕ 1 ( x ) tiene límite en ϕ 1 (¾ ) . entonces el límite y 0 pertenece a la imagen de x 0 . Sin embargo no es semicontinua inferiormente porque el punto b no es límite de ninguna sucesión en g 1 ( x ) .1] es continua.ESPACIOS TOPOLÓGICOS Es decir. como la que converge al punto c. Es decir. Rodríguez 55 . Sin embargo. si xi tiende a x 0 . entonces existe una sucesión {y i } que tiende a y 0 . si x i tiende a x 0 y una sucesión formada por elementos de yi pertenecientes a las imágenes de cada x i tiende a y 0 . ¾ • 1 x ϕ 2 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. Eduardo A. Ejemplos • ϕ 1 (x ) = ⎨ y 1 ⎧{y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. La correspondencia ϕ ( x ) = {y : ½ x ≤ y ≤ x} cuando x ∈ [0. porque es semicontinua superior e inferiormente.¾ ) ∪ (¾. y 0 ∈ ϕ ( x 0 ) ⇒ ∃ {y i }/ y i ∈ ϕ (xi ).

2. (Ver demostración en BERGE. 120-122) i =1 n e) Teorema del máximo: Si f(x) es una función numérica en Y.. aunque puede presentar “agujeros”. 116) c) Sean ϕ1: X → Y y ϕ2: Y → Z dos correspondencias semicontinuas superiormente (inferiormente). 56 Eduardo A. (Ver demostración en BERGE. 123) de X en Y es Aplicaciones económicas Propiedades de los conjuntos de consumo Los supuestos sobre los conjuntos de consumo que se detallan a continuación son comunes en la teoría del consumidor. pg. (Ver demostración en BERGE. 119) d) Sean ϕi: X → Yi (i = 1. entonces ϕ = ϕ1ϕ2: X → Z es una correspondencia semicontinua superiormente (inferiormente). (Ver demostración en BERGE. pg.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Propiedades a) La gráfica de una correspondencia ϕ: X → Y semicontinua superiormente en X es un conjunto cerrado en X × Y. entonces ϕ(K) es un conjunto compacto en Y. .la función numérica M ( x ) = max{ f ( y ) : y ∈ ϕ ( x )} es continua en X. (Ver demostración en BERGE.. Conectividad Suele suponerse que el conjunto de consumo Xi es un conjunto conexo.. y si ϕ: X → Y es una correspondencia continua definida para todo x. pg. En términos intuitivos equivale a decir que Xi está “hecho de una sola pieza”. entonces: 1. 117) b) Sea ϕ: X → Y una correspondencia semicontinua superiormente y K un conjunto compacto en X.la correspondencia Φ ( x ) = {y : y ∈ ϕ ( x ). pgs. n) una familia finita de correspondencias semicontinuas superiormente (inferiormente). entonces el producto directo de correspondencias ϕ = × ϕ i es una correspondencia semicontinua superiormente (inferiormente) de X i =1 n en Y = × Yi . Rodríguez . 2. hipótesis que recibe el nombre de conectividad de los conjuntos de consumo. f ( y ) = M ( x )} semicontinua superiormente. pg.

Compacidad { } El supuesto de compacidad es. al ser igual a su clausura. o bien que converjan a un punto que no sea de acumulación. es una necesidad técnica más que económica. Rodríguez 57 . en principio. entonces xi0 también es posible para el i-ésimo consumidor. en principio. muy difícil de interpretar económicamente. Si bien esta interpretación de conjunto cerrado es usada frecuentemente. el supuesto de conectividad no aparece de manera explícita ya que es usual hacer una suposición aún más fuerte sobre los conjuntos de consumo. Eduardo A. Sin embargo. Sin embargo. la interpretación anterior podría no ser válida y el nombre de “continuidad de los conjuntos de consumo” podría resultar inapropiado. si este no fuera el caso. siendo el más común el espacio euclídeo n-dimensional. Este supuesto suele aparecer en la literatura económica de la siguiente manera: “Sea xiq una sucesión infinita de consumos. Sin embargo. cabe recordar que la misma no es aplicable a la totalidad de los espacios topológicos. la cual sí tiene una interpretación económica clara: la convexidad de los conjuntos de consumo. ya que resulta dificultoso poder hacer una lectura apropiada de “cubrimiento”. ya que permite demostrar la existencia de una representación numérica de la utilidad del consumidor. como es el caso de la topología cofinita si el espacio posee infinitos elementos o la topología indiscreta. contiene la totalidad de sus puntos de acumulación. Este supuesto es común que reciba el nombre de continuidad de los conjuntos de consumo. si todos los xiq son posibles para el i-ésimo consumidor y si xiq → xi0 . Esto se debe a que un conjunto cerrado. Por lo general la formalización de las decisiones sobre planes de consumo suele hacerse sobre espacios de Hausdorff. cuando se formaliza una economía en su conjunto. es decir una función de utilidad. la compacidad de los conjuntos de consumo es muy importante en economía. Continuidad Es habitual que se asuma que el conjunto de consumo Xi del consumidor i es cerrado. Como hemos visto con anterioridad pueden existir espacios en los cuales las sucesiones converjan a más de un punto.ESPACIOS TOPOLÓGICOS x2 X no es conexo x2 X es conexo x2 X es conexo x1 x1 x1 El supuesto de conectividad.

Obviamente. 18 17 58 Eduardo A.) se representan por números positivos. vestimenta. siendo l la cantidad (finita) de mercancías existentes en la economía18. como ya veremos. a ℜ . etc. La hipótesis de que Xi es un subconjunto del espacio euclídeo ℜl se utiliza solamente. Debreu define función de utilidad de la siguiente manera: Una función de utilidad u i para el i-ésimo consumidor es una función creciente de X i . Bajo la hipótesis de continuidad de las preferencias existe una función de utilidad continua en X i . completamente preordenado por ≺ . De esta manera el supuesto matemático de compacidad puede vincularse al supuesto económico de escasez. e introduce la siguiente hipótesis de continuidad sobre las preferencias: Para todo xi′ en X i . lo cual implica afirmar que un consumidor decide sus planes de consumo a partir de un conjunto restringido de canastas posibilitando que el problema de elección se transforme en un problema económico. Debreu demuestra la existencia de una función de utilidad bajo determinados supuestos realizados sobre los conjuntos de consumo X i cuando los mismos se encuentran contenidos en el espacio euclídeo ℜ l . para obtener un subconjunto numerable y denso D en Xi. xi′} son Mas adelante definiremos con mayor rigurosidad el concepto de conjunto acotado.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA La lectura del supuesto de compacidad se facilita enormemente en espacios euclídeos (y en todo espacio que cumpla con la propiedad de Heine-Borel) ya que en este tipo de espacios un conjunto compacto es aquel conjunto que es cerrado y acotado17. Rodríguez . pero adelantamos que un conjunto es acotado si puede ser encerrado en una esfera de radio finito. preordenado por ≺ . mientras que las cantidades producidas por él (unidades de trabajo). por números negativos. deberá tenerse definida una métrica sobre el espacio al cual pertenece. para poder saber si un conjunto es acotado o no. Existencia de una función de utilidad del consumidor En su libro Theory of Value. Por lo tanto la siguiente demostración es tambien válida si se supone solamente que Xi es un espacio topológico conexo y separable completamente preordenado por ≺ . los conjuntos {xi ∈ X i : xi ≺ xi′} y {xi ∈ X i : xi cerrados en X i . De esta manera Debreu demuestra el siguiente teorema: Sea X i un subconjunto conexo de ℜ l . El hecho de representar al espacio de mercancías como un subconjunto de ℜ l permite que las cantidades de los diferentes insumos del i-ésimo consumidor (alimentos.

conjunto de los planes de consumo no preferidos a x’.ESPACIOS TOPOLÓGICOS La demostración consta de cuatro partes. no vacíos y. cerrados en X. conjunto de los planes de consumo al menos tan preferidos como x’’. es igual a su clausura. es decir que los elementos de D pertenecerán a uno u otro conjunto. en la segunda parte se demuestra la existencia de una función de utilidad en un subconjunto D ⊂ X i numerable y denso en Xi. en la tercera parte se realiza una extensión de esa función de D a X i . existe un x ∈ D tal que x ′≺ x ≺ x ′′ . Entonces. Consideremos los siguientes dos conjuntos • • X x ′ = {x ∈ X : x ≺ x ′}. esto significaría que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ . Puesto que X es conexo. que implica D = X . entonces: X x ′ ∪ X x ′′ ≠ X (*) Supongamos ahora que no hubiera ningún x ∈ D con la propiedad deseada. se tiene que X x ′ ∪ X x ′′ ⊃ X 19 Para facilitar la notación durante la presente demostración escribiremos X en lugar de Xi. tendríamos que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ . Un resultado preliminar En este apartado se demuestra la siguiente proposición Si x’ y x’’ en X satisfacen x ′≺ x ′′ . por la hipótesis de continuidad sobre las preferencias. donde en la primera parte se trabaja con un resultado preliminar. donde D es un subconjunto numerable de X que es denso en X. Eduardo A. X no puede ser la unión de estos dos conjuntos (porque son conjuntos separados). por lo que tenemos que D ⊂ X x ′ ∪ X x ′′ y por la propiedad de separabilidad del espacio euclídeo ℜl. X x ′′ = {x ∈ X : x ′′ ≺ x} . Demostracion19 1. Rodríguez 59 . y en la cuarta parte se demuestra que esta extensión es una función continua. por propiedad de clausura. Estos conjuntos son disjuntos. como el conjunto X x ′ ∪ X x ′′ es cerrado.

2. x p . Por el resultado preliminar obtenido anteriormente se sigue que D’ no tiene elemento máximo ni mínimo. es decir que están contenidos en X. es decir que a x1 (el primer elemento etiquetado de D’) se le asigna el primer elemento del etiquetado de Q’. Los elementos de D’ serán considerados sucesivamente: con xp se asociará un elemento q r p de Q’ de tal forma que el preorden se conserve y que todo elemento de Q’ acabe por ser tomado. Rodríguez .Considérese x2 (el segundo elemento del etiquetado de D’). si D tiene un elemento máximo xβ. Puesto que Q’ es numerable.… . r q1 y le asignamos a x2 el elemento de dicho intervalo con el menor valor de etiquetado (es decir ( ) ( ) 60 Eduardo A. b) como sigue: • • puesto que D’ es numerable. entonces le asignamos q1 = 1 y u ′ x 1 = r q1 . Tal cosa puede hacerse porque tanto D’ como Q’ son numerables.… .… . a saber r1 (= r q1 ). r 2 . sus elementos pueden ser etiquetados de la siguiente manera: r 1 . Extraemos de D todos los elementos indiferentes a xα o a xβ y llamamos D’ al conjunto resultante.… . Este etiquetado nada tiene que ver con el preorden ≤ . r p . Ejemplo de asignación de valores a cada punto de D’: 1. x 2 . Entonces: • • si D tiene un elemento mínimo xα. Definimos una función creciente de D’ sobre el conjunto Q’ de los números racionales pertenecientes al intervalo (a.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA pero como X x ′ y X x ′′ son subconjuntos de X. hacemos u’(xβ) = b.Tómese x1. 2. sus elementos pueden ser etiquetados de la siguiente forma: x1 . relacionando los puntos de D’ y Q’ elemento a elemento. Este etiquetado nada tiene que ver con el preorden ≺ . ya que X es conexo. Elegimos dos números reales a y b tales que a < b. Una función de utilidad en D La función de utilidad a ser definida en D se designará por u’. es decir que se intenta establecer un isomorfismo entre D’ y Q’. hacemos u’(xα) = a. se tiene que X x ′ ∪ X x ′′ = X lo cual nos lleva a una contradicción con (*). pueden ocurrir tres cosas: x 2 ≺ x1 : tomamos en Q’ el intervalo a.

( ) ( ) - x 3 ∼ x1 : tomamos q3 = q1 y u ′ x 3 = r q3 .ESPACIOS TOPOLÓGICOS aquel con el supraíndice menor). b . ) Supongamos que se cumple x1 ≺ x 3 ≺ x 2 .Consideremos x3 (el tercer elemento del etiquetado de D’). entonces pueden pasar siete cosas: x 4 ≺ x1 . x1 ≺ x 3 ≺ x 2 : seguimos el mismo procedimiento que para el caso de x 3 ≺ x 1 . r q1 y le asignamos a x3 el elemento de dicho intervalo con el menor valor de etiquetado. ( ) ( ) - x 3 ∼ x 2 : tomamos q3 = q2 y u ′ x 3 = r q3 . b . 61 Eduardo A. pero el elemento de menor valor de etiquetado lo tomamos del intervalo r q1 . Llamamos a este número r q2 y escribimos u ′ x 2 = r q2 .Consideremos x4. Rodríguez . x 4 ∼ x1 . ( ) ( x 3 x 2 : el elemento de menor etiquetado lo tomamos del intervalo r q2 . entonces tenemos al momento la siguiente correspondencia: xα a ≺ x1 ≺ x3 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 < r q3 < r q2 4. r q2 . x 2 x1 : seguimos el mismo procedimiento que para el caso de x 2 ≺ x1 . Llamamos a este número r q3 y escribimos u ′ x 3 = r q3 . ( ) - x 2 ∼ x 1 : tomamos q2 = q1 y escribimos u ′ x 2 = r q2 . ( ) ( ) Supongamos que se cumple que x 2 siguiente correspondencia: xα a x1 . entonces pueden pasar cinco cosas: x 3 ≺ x 1 : tomamos en Q’ el intervalo a. pero en este caso el elemento de menor valor de etiquetado lo tomamos del intervalo r q1 . entonces tenemos al momento la ≺ x1 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 < r q2 3.

tómese q p = q p ′ y u ′ x p = r p . Una vez definidos estos conjuntos hágase lo siguiente: q si x p ∼ x p ′ donde p’ < p. x p1 = x ∈ D ′ : x ≺ x p1 ) { } (x pm . x4 x2 . los intervalos de la forma (x α . son equivalentes. si xp está en uno de los intervalos. considérese el intervalo correspondiente r q q racional de menor valor de etiquetado r p . Supongamos que se cumple x 4 ∼ x 3 . x p −1 . todo elemento de Q’ termina siendo tomado. x p ′′ . Rodríguez .…. x4 ∼ x2 . x p m + 1 = x ∈ D ′ : x p m ≺ x ≺ x p m +1 . el procedimiento seguido para la construcción de esta función de utilidad es el siguiente: 1. x4 ∼ x3 . por ejemplo x p ′ .r q p ′′ ) de Q’ y selecciónese en él el número ( ) ) 62 Eduardo A. x 2 . tómese u ′ x p = r p . En general. xβ = x ∈ D ′: x ) { } (x - p p −1 ) { x p p −1 } ( ) ( 2. x3 ≺ x4 ≺ x2 . Considérese xp y efectúese la partición de D’ en los siguientes conjuntos: las clases de indiferencia de x1 . Además al ser D’ y Q’ numerables.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA - x1 ≺ x 4 ≺ x 3 . ( qp ′ . Resulta claro que la función es creciente y que mediante este procedimiento de tomar siempre el elemento de menor valor de etiquetado. entonces tendremos xα a (∼ x ) 4 ≺ x1 ≺ < x3 r q3 = r q4 ≺ x2 ≺ xβ < b < r q1 ( ) < r q2 y así sucesivamente.

Sea c un número real perteneciente al intervalo (a. El intervalo [c. b ) puede expresarse de la siguiente manera: Eduardo A. b] no incluido en Q’ de tal forma que el preorden de X se conserve. si x es un elemento máximo de X. 4. b] . Rodríguez 63 . Extensión de D a X Debido a que tanto en X como en [a.ESPACIOS TOPOLÓGICOS 3. Una función de utilidad en D La continuidad de u se demuestra utilizando la propiedad de que una función es continua sii la preimagen de un conjunto cerrado es un conjunto cerrado. Por lo tanto u es efectivamente una extensión de u’ de D a X. Se demostrará que estos dos números son iguales. Sin embargo no ( ) ( ) Es evidente que si x ∈ D se tiene u(x) = u’ (x). Sea x’ un elemento de X. tomamos u(x) = b. La función de utilidad a ser definida en X se la designará por u. x De esta manera se deduce que Sup u ′ (D x ) ≤ Inf u ′ D x . b). la idea es poder asignar a cada elemento de X no incluido en D’ un elemento de [a. ⎧ x ′ ∈ Dx ⎫ Si ⎨ ⇒ x ′ ≺ x ′′ . tomamos u(x) = a. b] hay elementos no alcanzados por D’ y Q’. Se comprueba además que u es creciente. definimos los siguientes conjuntos: • • D x ′ = {x ∈ D : x ≺ x ′} D x ′ = {x ∈ D : x ′ ≺ x} De esta manera para definir la función u hacemos lo siguiente: • • • si x es un elemento mínimo de X. ⎨ x ⎬ ⎩r ′′ ∈ u ′ D ⎭ ( ) ( ) puede ocurrir que Sup u ′ (D x ) < Inf u ′ D porque en ese caso cualquier número racional comprendido entre ellos no sería un valor tomado por u’ (y hemos mostrado que u’ tiene por imagen a Q’). De esta manera tomamos para u(x) el valor común del supremo y el ínfimo. En símbolos: Q ′ ⊂ u ( X ) ⊂ [a. por lo tanto si x⎬ ⎩ x ′′ ∈ D ⎭ ⎧ r ′ ∈ u ′ (D x )⎫ ⇒ r ′ ≤ r ′′ . en los restantes casos consideramos Sup u ′ (D x ) e Inf u ′ D x .

b) es cerrado en (a. y no sólo los racionales. Eduardo A. entonces X r se encontrará definido de la siguiente manera: X r = {x ∈ X : x ≺ x} siendo un conjunto cerrado por la hipótesis de continuidad de las preferencias. 20 La necesidad de plantear el intervalo [c. b) lo son. b) como intersecciones infinitas de [r. b). Tomando imágenes inversas por u de dichos intervalos se tiene por propiedad de las preimágenes inversas Xc = r∈Q ′ r ≤c ∩X r donde los conjuntos X r son las preimágenes por u de [r. la función u es continua. b) es para poder abarcar el caso de los números reales. Rodríguez 64 . b) porque los intervalos [r. Esto quiere decir que si x es un punto de X tal que u ( x ) = r .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA [c. como X c es cerrado al ser la intersección de conjuntos cerrados. b ) = ∩ [r. Por ende.b ) 20 r∈Q ′ r ≤c Se observa que [c.

z ) . (definida positiva) 2. x n ) . y ) + ρ ( y. Definimos la función distancia ρ ( x. los espacios métricos siguen siendo espacios generales. donde x1 . x n ∈ ℜ . y ) = ρ ( y. los cuales nos va a poder permitir definir una topología de una manera más fácil. Sin embargo esto no implica que siempre pueda definirse una métrica sobre un espacio topológico. … . b] con la distancia 1 Esto muestra que siempre es posible definir una métrica sobre cualquier conjunto X. comparten propiedades con otros tipos de espacios topológicos que ya hemos visto. x 2 . y ) = ⎨ ⎧0 si ⎩1 si x=y x≠ y donde x. De esta manera se observa que en ambos espacios todos los puntos se encuentran “igual de cerca unos de otros”. y ) ≥ 0. tal que podamos cuantificar la cercanía entre dos puntos. x 2 . • Sea C [a .ρ ( x.3. z ) ≥ ρ ( x. Espacios métricos Espacios métricos Ahora veremos un tipo de espacio topológico en el cual se define una función distancia. … . y ∈ X . llamados espacios métricos. y ) = 0 ⇔ x = y .ρ ( x. con la distancia ρ ( x. Sea X un conjunto y sea ρ : X × X → ℜ una función (no necesariamente continua) de X × X en ℜ tal que: 1.b ] el conjunto de todas las funciones definidas en el intervalo cerrado [a. . (desigualdad triangular) entonces el par ( X .ρ ( x. ρ ) es un espacio métrico llamado espacio discreto1. ρ ( x. Ejemplos • Sea el conjunto X. Estos espacios. • El conjunto de todas las n-uplas x = ( x1 . x ) . A pesar de ello. ρ ) se llama espacio métrico y ρ constituye una métrica para X. el cual se encuentra asociado con el espacio topológico discreto visto en el capítulo anterior. (simetría) 3. Entonces ( X . y ) = ∑ (x i =1 n i − yi ) 2 es un espacio llamado espacio euclídeo n-dimensional o ℜ n .

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

ρ ( f , g ) = max f ( x ) − g ( x )
a ≤ x ≤b

es un espacio métrico llamado espacio función, nombre que se utiliza para enfatizar que sus elementos son funciones. • El conjunto de todas las sucesiones infinitas x = ( x1 , x 2 , … , x I , …) de números reales x1 , x 2 , …, xi ,… que satisfacen la condición de convergencia donde la distancia entre puntos se define como

∑x
i =1

2 i

<∞ y

ρ ( x, y ) =

∑ (x
i =1

i

− yi )

2

es un espacio métrico llamado espacio de Hilbert. Si ( X , ρ ) es un espacio métrico y M ⊂ X , entonces (M , ρ ) es un espacio métrico llamado subespacio del espacio métrico original.

Topología métrica y espacios metrizables

La definición de una función distancia en un espacio topológico nos permite definir la base de una topología de manera más sencilla. Sea x cualquier punto de un espacio métrico M con métrica ρ y sea ε > 0 , el entorno esférico S ε ( x ) de un punto x es el conjunto de todos los puntos y en M tal que

ρ ( x, y ) < ε , siendo ε el radio del entorno.

El conjunto de todos los entornos esféricos en M constituye la base de una topología para M, la cual recibe el nombre de topología métrica generada por la distancia ρ.
Ejemplo

• El conjunto de todas las esferas de todos los posibles radios con todos los posibles centros en un espacio ℜ n , al cual llamamos B = {S ε ( x ) : x ∈ X , ε > 0}, es base de una topología para ℜ n ya que 1- la unión de todos los elementos de B es igual a ℜ n ; 2- si x es un punto perteneciente a la intersección de dos entornos esféricos cualesquiera (no necesariamente de x), entonces existe un entorno esférico que contiene a x y que se encuentra contenido en dicha intersección2. Gráficamente

Compárese con las propiedades, enunciadas en el capítulo anterior, que debe cumplir una colección de conjuntos para ser base de alguna topología. Eduardo A. Rodríguez

2

66

ESPACIOS MÉTRICOS

ε1
x x1 x2

ε2

Es importante remarcar que todo conjunto de entornos esféricos es base de alguna topología en ( X , ρ ) . Sin embargo, puede ocurrir que un espacio topológico X se encuentre dado y queramos saber si es posible definir una métrica ρ tal que la topología generada por la métrica sea la misma que la topología original. Sea X un espacio topológico con una topología I, si es posible definir una métrica ρ tal que la topología métrica generada por ρ coincide con I, entonces decimos que X es un espacio metrizable. En tal caso, la topología de X podrá definirse a través de sucesiones, es decir especificando de qué manera una sucesión converge a un punto dado de X.
Propiedad

• •

La metrizabilidad es un invariante topológico. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO, pg. 91) Un espacio metrizable X es compacto sii toda sucesión de puntos de X contiene una subsucesión convergente. (Ver demostración en MUNKRES, pgs. 204-205)3

Conjuntos abiertos, conjuntos cerrados y conjuntos acotados

Llamamos esfera abierta (o bola abierta) S r ( x 0 ) al conjunto de puntos x ∈ M que satisfacen la desigualdad ρ ( x0 , x ) < r , donde ρ es la métrica de M. El punto x0 se llama centro de la esfera y el número r se llama radio de la esfera. Por otra parte, llamamos esfera cerrada (o bola cerrada) S r [x 0 ] con centro en x0 y radio r al conjunto de puntos x ∈ M que satisfacen la desigualdad ρ ( x0 , x ) ≤ r . Es importante remarcar que los entornos esféricos S ε ( x ) de un punto x son esferas abiertas de radio ε y centro x. Por otra parte, sabemos que el conjunto de los entornos

3

De esta manera, la metrizabilidad de X convierte en equivalentes la compacidad de X con la existencia de una subsucesión convergente en toda sucesión de X. Recuérdese que esto no era necesariamente así para espacios topológicos generales.

Eduardo A. Rodríguez

67

ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA

esféricos S ε ( x ) constituyen la base de una topología de M. Al constituir una base de una topología de M lo que se está diciendo es que todo miembro de esa topología (es decir los conjuntos abiertos) pueden representarse por uniones de los miembros de la base. Como la unión de conjuntos abiertos es un conjunto abierto, podemos afirmar que las esferas abiertas son conjuntos abiertos en la topología métrica inducida por la distancia ρ. Por otra parte, sabemos que un conjunto es cerrado sii coincide con su clausura. Puesto que la clausura de una esfera abierta es una esfera cerrada, entonces podemos afirmar que las esferas cerradas con conjuntos cerrados. Esta definición de esfera (o bola) permite definir un tercer tipo de conjunto en un espacio métrico. Decimos que el conjunto A ⊂ M es un conjunto acotado si puede ser encerrado en una bola de radio finito.
Ejemplo

Dados los siguientes conjuntos de ℜ 2 con la métrica euclídea x2 x2
B A

x1

x1

El conjunto A es un conjunto acotado porque puede encerrarse en una bola de radio finito. Sin embargo, B no es un conjunto acotado porque solamente puede ser encerrado en una bola de radio infinito.4

Funciones continuas, homeomorfismos e isometrías

Sea f una función de un espacio métrico X en otro espacio métrico Y tal que f asocia un elemento y = f ( x ) ∈ Y con cada elemento x ∈ X . Entonces f se dice que es continua en el punto x 0 ∈ X si, para todo ε > 0 , existe un δ > 0 tal que ρ ′( f ( x ), f ( x0 )) < ε cuando ρ ( x, x 0 ) < δ , donde ρ es la métrica en X y ρ’ es la métrica en Y. Es decir que f es

4

La acotación de un conjunto no es una propiedad topológica, porque depende de la distancia particular que se use para X. Si X es un espacio métrico con distancia ρ , entonces existe una distancia ρ que induce la misma topología que ρ :

ρ

ρ ( x, y ) = min { ρ ( x, y ) ,1}
bajo la cual todo subconjunto de X está acotado. (Ver demostración en MUNKRES, pg. 137) Eduardo A. Rodríguez

68

En otras palabras. Por otra parte. al igual que en espacios más generales. f ( x0 )) para todo x1 . ambos con la métrica euclídea. De esta manera los espacios X e Y se dicen que son isométricos. f ( x0 )) < ε ) le corresponde un entorno de x 0 en X (es decir ρ ( x. x2 ∈ X .1) . la idea de función continua lleva a la idea de espacios homeomorfos: Dados dos espacios métricos X e Y y f una función biunívoca de X sobre Y. f(x) 1 f (x ) = -x 2 π arc tg x x -1 Sin embargo también puede haber otro tipo de relación entre dos espacios métricos: Una función biunívoca f de un espacio métrico ( X .1) son homeomorfos. x 0 ) < δ ).ESPACIOS MÉTRICOS continua en x 0 si a cada entorno de f ( x0 ) en Y (es decir ρ ′( f ( x ). x0 ) = ρ ′( f ( x1 ). Mediante el siguiente gráfico puede verse que la función f es biunívoca y bicontinua. supongamos que f y f −1 son ambas continuas. las “relaciones métricas” entre los elementos de X son las mismas que entre los elementos de Y. Si X e Y son isométricos. entonces f es un homeomorfismo entre X e Y siendo estos espacios homeomorfos. la recta real y el intervalo abierto (− 1. ρ ′) se dice que es una isometría si ρ ( x1 . Ejemplo • La función f ( x ) = 2 arc tg x establece un homeomorfismo entre la recta real X = ℜ π y el intervalo abierto Y = (− 1. Se dice que la función f es continua en X si es continua en todo punto de x ∈ X . Eduardo A. X e Y difieren únicamente en la naturaleza explícita de sus elementos. De esta manera. ρ ) sobre otro espacio métrico (Y . Rodríguez 69 .

De esta manera. {x n } converge a x ∈ M si para todo ε > 0 existe un N ε tal que Oε ( x ) contiene todos los puntos x n con n > N ε . Una demostración más rigurosa puede verse en BAUM. y ) para cada par de puntos x. toda sucesión convergente es una sucesión de Cauchy. x n . donde ρ es la métrica de M. Un espacio métrico X se dice que es completo si toda sucesión de Cauchy en X converge a un punto perteneciente a X. la distancia entre los elementos de la misma se va reduciendo. Es decir que. se tiene que ninguna sucesión puede tener dos límites distintos (si no. 5 Compárese con la definición de convergencia enunciada en el capítulo anterior. 120. Entonces podemos afirmar que todo espacio métrico es un espacio de Hausdorff6. x m ) < ε . Eduardo A. Funciones contractivas Sea f una función de un espacio métrico M en si mismo. n > N implica ρ ( x n . En otras palabras. Supongamos que existe un número α < 1 tal que ρ ( f ( x ). y ∈ M. … . para valores “grandes” de la sucesión. la distancia no tendería a cero). Espacios métricos completos Sea X un espacio métrico y {x n } ⊂ X una sucesión. x n ) = 0 . se dice que el espacio es incompleto. por definición. … en un espacio métrico M converge a un punto x ∈ M si todo entorno Oε ( x ) de x contiene todos los puntos x n comenzando en cierto índice5. entonces se dice que f es una función contractiva y llamamos a la desigualdad anterior condición de contracción. Toda función contractiva es continua de manera automática ya que de la condición de contracción se sigue que f(xn) → f(x) siempre que xn → x. aunque la recíproca no es necesariamente cierta. Entonces decimos que {x n } es una sucesión de Cauchy si para cada ε > 0 existe un entero N > 0 tal que m. Si esto no ocurre. f ( y )) ≤ αρ (x.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convergencia y completitud Decimos que una sucesión de puntos {x n } = x1 . Claramente {x n } converge a x sii n →∞ lim ρ ( x. Claramente. Rodríguez 6 70 . x 2 . pg.

por lo tanto una sucesión de números racionales puede tener por límite un número irracional Sin embargo. Esto último se debe a que un conjunto es cerrado sii es igual a su clausura. por lo tanto ℜ y (− 1. es importante aclarar que la completitud no es un invariante topológico. Ejemplo • El conjunto de los números reales con la métrica euclídea es completo. (Ver demostración en AYALADOMINGUEZ-QUINTERO. como puede verse en el siguiente ejemplo. Sin embargo el conjunto Q de los números racionales no lo es.1) son homeomorfos. cuya 1+ x f (x ) = -x x 1+ x x -1 Esta función f es un homeomorfismo.ESPACIOS MÉTRICOS Propiedades Todo espacio métrico compacto es completo. (Ver demostración en BERGE. pg. (Ver demostración en BAUM. Eduardo A. Sabemos que ℜ es un espacio métrico completo. pgs. pgs. 97) Un espacio métrico es separable sii cumple con el segundo axioma de numerabilidad7. Rodríguez 7 71 . 278-279) Todo subespacio cerrado de un espacio métrico completo es completo. Ejemplo • Sea ℜ el conjunto de los reales y definamos f : ℜ → (− 1. pero la clausura de Q es igual a ℜ y no a Q. Cabe aclarar que esta relación no era del tipo “si y solo si” para espacios más generales. 121-122).1) por f ( x ) = representación gráfica es f(x) 1 x .1) no es completo Compárese con la propiedad enunciada en el capítulo anterior que relaciona separabilidad con numerabilidad de la base de una topología. sin embargo (− 1.

…⎬ converge al punto x = 1 . Rodríguez .3. g ) = max f (t ) − g (t ) no es completo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ⎫ ⎧ n ya que la sucesión de Cauchy ⎨ : n = 1. Esta última aseveración recibe el nombre de Teorema de Weierstrass. 72 Eduardo A.2. Tal situación permite construir una a ≤t ≤b sucesión de polinomios que converja de manera uniforme a una función que no es un polinomio. • El espacio de todos los polinomios con coeficiente real y métrica ρ ( f . punto ⎭ ⎩1 + n que no pertenece al conjunto (− 1.1) .

b. c ∈ K ∃ 0 ∈ K : a + 0 = 0 + a = a para todo a ∈ K ∃ (-a) ∈ K : a + (− a ) = (− a ) + a = 0 para todo a ∈ K a + b = b + a para todo a.2) 1.Asociatividad mixta de ⋅ : α ⋅ (β ⋅ x) = (α ⋅ β ) ⋅ x para todo x ∈ V y para todo α.Elemento inverso en V: ∃ (− x) ∈V : x + (− x) = (− x) + x = 0 para todo x ∈ V 5.+.4) ∃ a -1 ∈ (K − {0}) : a ⋅ a −1 = a −1 ⋅ a = 1 para todo a ∈ (K − {0}) 3. β ∈ K 8. y ∈V y para todo α ∈ K 10. K un cuerpo1.+ ) es un grupo abeliano 2- +:K2 → K (a + b ) + c = a + (b + c ) para todo a. c ∈ K . 2.⋅) es un cuerpo sii 11.4) 1. b.Elemento neutro en ⋅ : ∃1 ∈ K : 1 ⋅ x = x para todo x ∈ V 1 La terna (K . b ∈ K 2. β ∈ K 9.Distributividad de ⋅ respecto a + en K: (α + β ) ⋅ x = α ⋅ x + β ⋅ x para todo x ∈ V y para todo α .Conmutatividad de + : x + y = y + x para todo x.1) a ⋅ (b + c ) = a ⋅ b + a ⋅ c para todo a.Asociatividad de + : (x + y ) + z = x + (y + z ) para todo x.2) (b + c ) ⋅ a = b ⋅ a + c ⋅ a para todo a.1) 1. b ∈ (K − {0}) 3.+. y ∈V 6. b ∈ K (K − {0}. El objeto (V .2) (a ⋅ b ) ⋅ c = a ⋅ (b ⋅ c ) para todo a.Composición externa en V con K: ⋅ : K × V → V 7.3) 1.Distributividad de ⋅ respecto a + en V: α ⋅ (x + y ) = α ⋅ x + α ⋅ y para todo x. K .⋅) es un grupo abeliano 2.Elemento neutro en V: ∃ 0 ∈ V : x + 0 = 0 + x = x para todo x ∈ V 4. + y ⋅ dos funciones que llamaremos suma y producto. respectivamente.La operación ⋅ es distributiva con respecto a + 3.5) a ⋅ b = b ⋅ a para todo a. z ∈V 3. Conjuntos convexos Espacios vectoriales Sean V un conjunto no-vacío. c ∈ (K − {0}) 2.Composición interna en V: + : V 2 → V .1) + : (K − {0}) → (K − {0}) 2 2.3) ∃1∈ (K − {0}) : a ⋅ 1 = 1 ⋅ a = a para todo a ∈ (K − {0}) 2.5) (K .4.⋅) es un espacio vectorial sii se verifican las siguientes condiciones: 1. y. b.

y para todo x.+. Propiedad Si S es un subespacio vectorial de V y v0 un vector de V. z + y.⋅) un espacio vectorial sobre el cuerpo de los reales. z para todo x. x = 0 ⇔ x = 0 74 Eduardo A. 145-146) Sea (V .+. z ∈V α ⋅ x.⋅) es un espacio vectorial. una condición suficiente para que un conjunto S sea un subespacio vectorial de (V . y ∈V y para todo α ∈ ℜ 3.+. x'∈ A ⎫ ⎪ λ . V y {x} son también variedades lineales. y . λ '∈ K ⎬ ⇒ λ ⋅ x + λ '⋅x'∈ A λ + λ ' = 1⎪ ⎭ Nótese que los conjuntos ∅. entonces decimos que S es un subespacio de (V . Sea el espacio vectorial V y A un conjunto contenido en él. es decir {0}.Simetría: x.+.⋅) . y = y. x.⋅) es que cumpla x ∈ S. haciendo λ = 0 . K . K . (Ver demostración en BERGE.+. pgs. ℜ. : V 2 → ℜ que satisface las siguientes condiciones: 1. y ∈V 2. De la segunda condición.⋅) sii (S . K . z = x. en particular el elemento neutro para la suma recibe el nombre de vector nulo. son subespacios vectoriales. Propiedad En un espacio vectorial (V . y ∈ S ⇒ x + y ∈ S y x ∈ S. Llamamos producto interior en V a toda función . K . el conjunto S + v0 es una variedad lineal.Linealidad respecto del primer argumento: x + y. inversamente toda variedad lineal es de la forma S + v0. se deduce que todo subespacio vectorial no vacío contiene a 0. λ ∈ K ⇒ λ ⋅ x ∈ S De esta manera surge que V y el elemento nulo de V. x ≥ 0 para todo x ∈ V . Decimos que A es una variedad lineal si x. Sea S ⊂ V un conjunto no-vacío. y = α ⋅ x.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Llamamos a los elementos de V vectores. x para todo x. Rodríguez .Definida positiva: x.

Rodríguez 75 . … . x . Ejemplos • Espacios euclídeos: son espacios en los cuales se ha definido un producto interior x. es decir x⊥y ⇔ x. x = 0 ⇔ x = 0 para todo x ∈ V .y ) = x − y la cual cumple con las condiciones de función distancia. 3 Si bien todo espacio normado es un espacio métrico con una métrica dada por ρ ( x. x = x. k ⋅ x = k ⋅ x para todo x ∈ V y para todo k ∈ ℜ .3 Decimos que dos vectores x e y son ortogonales ( x⊥y ) sii su producto interior es nulo.CONJUNTOS CONVEXOS Llamamos norma de un vector en un espacio vectorial con producto interior a la raíz cuadrada del producto interior de dicho vector consigo mismo. la norma x = Sup x(t ) no Estas tres propiedades pueden utilizarse para definir a una función como norma. y 2 . y = ∑ xi y i = xy T i =1 n donde x = ( x1 . • Espacios de Banach: son espacios normados que son completos en la métrica definida por su norma. en un espacio de Banach. x n ) e y = ( y1 . x 1 + x 2 ≤ x 1 + x 2 para todo x 1 . y n ) . … . la conversa no es necesariamente cierta. x 2 . y ) = x − y . Si la condición 1) en lugar de “⇔” exigimos solamente “⇒”.2 Todo espacio normado puede considerarse como un espacio métrico en el cual la distancia entre los puntos x e y es igual a la norma de su diferencia ρ (x. En este sentido. Eduardo A. x 2 ∈ V . y = 0 . La métrica del espacio discreto definida en el capítulo 3 no puede definirse a partir de una norma. entonces hablaremos de seminorma. por ejemplo: 2 especificar un producto interior. sin necesidad de es posible definirla mediante un producto interior. La función norma cumple las siguientes propiedades: 123x ≥ 0.

… . Propiedades Sea k ∈ ℜ . a2}. g ) = max f ( x ) − g ( x ) . ∑ (x i =1 n i − yi ) . A ⊂ V . 2 - El conjunto de todas las funciones definidas en el intervalo cerrado [a. … . Rodríguez 76 . con esta notación. 2⋅a2} mientras que A + A = {2⋅a1. b] normado con la función f = max f ( x ) . entonces 2A = {2⋅a1.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA n - El espacio real n-dimensional normado mediante la función x = equivalente a la función distancia ρ (x. 2 ⋅ A ≠ A + A 4. a ≤ x ≤b a ≤ x ≤b Sea V es un espacio vectorial. pg. v 2 .2. b ∈ B} k ⋅ A = {k ⋅ a : a ∈ A} Cabe aclarar que. entonces se dice que I es una topología vectorial sobre V y que V es un espacio vectorial topológico. equivalente a la definición de función distancia ρ ( f . v n } que permite representar a todo v ∈ V como combinación lineal única de los elementos de la base. emplearemos la siguientes notaciones x + A = {x + a : a ∈ A} x − A = {x − a : a ∈ A} A + B = {a + b : a ∈ A. (Ver demostración en BERGE. y ) = ∑x i =1 2 i . x ∈ V y k ∈ K . Eduardo A. entonces: a) si F es cerrado ⇒ k⋅F es cerrado. n ) . Se dice que un espacio vectorial V tiene dimensión n si tiene una base {v 1 . B ⊂ V . 169) 4 Sea A = [a1. es decir v = k1 ⋅ v 1 + k 2 ⋅ v 2 + … + k n ⋅ v n donde k i ∈ K (i = 1. Espacios vectoriales topológicos Sea I una topología sobre un espacio vectorial V tal que las operaciones de espacio vectorial son continuas con respecto a I. a1 + a2}. 2⋅a2.

y ∈ C . para todo x. De esta manera la topología de un espacio vectorial topológico quedará determinada por una base local. pg. Diremos que un espacio vectorial topológico X es localmente convexo si tiene una base local B cuyos elementos son conjuntos convexos.CONJUNTOS CONVEXOS b) si G es abierto ⇒ k⋅G es abierto. (Ver demostración en BERGE. Ejemplos gráficos x2 x2 x2 x2 convexo x1 no convexo x1 no convexo x1 convexo x1 Eduardo A. (Ver demostración en BERGE. 259) f) si J y J’ son compactos ⇒ J+J’ es compacto. 259) Todo espacio vectorial topológico X es invariante por traslaciones (o simplemente invariante) es decir que un conjunto A ⊂ X será abierto sii A + a es abierto para todo a ∈ X . (Ver demostración en BERGE. 169) d) si G es abierto y A es un conjunto cualquiera ⇒ G+A es abierto. pg. pg. pg. Conjuntos convexos Decimos que un conjunto C ⊂ V es convexo si t ⋅ C + (1 − t ) ⋅ C ⊂ C (0 ≤ t ≤ 1) es decir que λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y ∈ C . con lo cual los conjuntos abiertos de X serán precisamente aquellos que se obtengan como uniones de trasladados de elementos de dicha base local de 0. (Ver demostración en BERGE. 259) e) si F es cerrado y J es compacto ⇒ F+J es compacto. Rodríguez 77 . pg. con 0 ≤ λ ≤ 1 . comúnmente la base local de 0. 169) c) si J es compacto ⇒ k⋅J es compacto. (Ver demostración en BERGE.

A partir de aquí trabajaremos con el espacio euclídeo n-dimensional. es decir como un vector p tal que pp T = 1 . cuyos elementos representamos por x. Si y * es un punto de ℜ n . Debido a ello. Ejemplos • línea que une dos puntos: sean x e y dos puntos. entonces el conjunto de puntos z que puede ser representado mediante la fórmula z = λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y (0 ≤ λ ≤ 1) es una línea con extremos en x e y. entonces la fórmula p(x − y *) = 0 T representa la ecuación del hiperplano ortogonal a p que pasa a través de y * . puesto que p (x − y ) = 0 ⇒ px T = py *T ⇒ px T = c T 78 Eduardo A. Por ejemplo el espacio ℜ n que no es acotado. volvemos a px T = 0 . Tampoco es necesario que sea un conjunto cerrado. De esta manera. Para el caso en el cual tengamos y * = 0 . es convexo. Puesto que podemos formular px T = 0 ⇒ λ ⋅ px T = λ ⋅ 0 ⇒ (λ ⋅ p )x T = 0 tenemos que (λ ⋅ p )x T = 0 representa el mismo hiperplano que px T = 0 .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Un conjunto no necesariamente tiene que ser acotado para ser convexo. consideramos a p como un vector normalizado. Nótese que px T es el producto interior euclídeo entre los vectores p y x. Gráficamente x z = λ ⋅ x + (1 − λ ) ⋅ y x2 y x1 • hiperplanos: la ecuación px T = 0 define un hiperplano que pasa a través del origen y es ortogonal a p. Rodríguez .

Consideremos el punto x = λ ⋅ p junto con la ecuación del hiperplano px T = c .CONJUNTOS CONVEXOS toda ecuación de la forma px T = c es la ecuación de un hiperplano ortogonal a p. por lo tanto podemos clasificar estos hiperplanos en dos conjuntos de hiperplanos con respecto al hiperplano H (cuya ecuación es px T = c ): aquellos para los cuales γ ≥ c y aquellos para los que γ ≤ c . con el vector p normalizado. son los semiespacios definidos por H. • Semiespacios: consideremos un punto x ∈ ℜ n arbitrario. Entonces tenemos ⎧x = λ ⋅ p ⎫ T T ⎨ T ⎬ ⇒ p λ ⋅ p = c ⇒ λ ⋅ pp = c . ya que no contendrían a la frontera H. haremos mención a ellos como semiespacios abiertos. ya que H+ ∩H− = H En el caso que se excluya H de los semiespacios. cuya distancia desde el punto de origen es la longitud o norma euclídea del vector λ ⋅ p λ ⋅p = (λ ⋅ p )(λ ⋅ p T ) = λ pp T = λ = c . Formamos el producto escalar px T y denotamos el valor px T con γ px T = γ . los cuales también son conjuntos convexos. • Hiperesfera: sea y * un punto dado y x un punto variable. entonces x puede ser considerado como un punto que se encuentra en el hiperplano px T = γ . entonces la fórmula (x − y *)(x − y *)T Eduardo A. la solución de este sistema es un punto perteneciente tanto al hiperplano px T = c como a la línea λ ⋅ p (es decir la línea que pasa por el origen y es ortogonal al hiperplano). En particular H pertenece a ambos semiespacios. Estos conjuntos. De esta manera. De esta manera. todo punto x ∈ ℜ n pertenece al menos a uno de los conjuntos H + = {x : px T ≥ c} y H − = {x : px T ≤ c}. ⎩ px = c ⎭ ( ) ( ) como pp T = 1 . De esta manera. entonces tenemos que λ = c . entonces podemos afirmar que la ecuación px T = c . es la ecuación de un hiperplano con normal p el cual intersecta esa normal en la distancia c desde el origen. todo punto de ℜ n puede ser considerado como perteneciente a algún hiperplano para algún valor γ . Rodríguez = c2 79 . que tienen a H por su frontera.

el conjunto de puntos que se encuentra dentro de ella (bola abierta) o el conjunto de puntos que se encuentra dentro de ella incluyendo la misma hiperesfera (bola cerrada) sí son conjuntos convexos.Si x 1 . Propiedades T < c2 } y {x : (x − y *)(x − y *) T ≤ c2 } 1. x 2 . el punto x = ∑ λi ⋅ xi donde i =1 n 0 ≤ λi ≤ 1 tal que ∑λ i =1 n i = 1 está también en S. 3. los conjuntos {x : (x − y *)(x − y *) son convexos. Gráficamente x2 convexo convexo no convexo x1 80 Eduardo A. (Ver demostración en BERGE. Rodríguez . pero no todo conjunto conexo es convexo. x n son puntos del conjunto convexo S. Para el caso de ℜ n dicha ecuación representa una hiperesfera de radio c y centro y * . Este punto x constituye lo que se llama combinación convexa de los puntos x i (un caso espacial de combinación lineal con restricción en los escalares λi ). 150). Gráficamente x2 convexo convexo convexo x1 4.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA representa una circunferencia para el caso de ℜ 2 o una esfera para el caso de ℜ 3 de radio c y centro en y * .La intersección de dos conjuntos convexos es un conjunto convexo. Si bien la hiperesfera no es un conjunto convexo.… . pg. Es decir. 2.La unión de dos conjuntos convexos no es necesariamente convexo.Un conjunto convexo es conexo.

los conjuntos S + S ' . hiperplano acotador e hiperplano soportante Hemos visto que un hiperplano H define dos semiespacios. La operación de clausura convexa cumple con las siguientes propiedades: Co( A) ⊃ A . Rodríguez 81 . pero no convexo. incluyendo la parte de la elipse que A no contiene). que es convexo. (Ver demostración en BERGE. Co(∅ ) = ∅ • La convexidad depende de relaciones lineales. B es un conjunto convexo. puede caracterizarse la cápsula convexa como el conjunto convexo más pequeño que contiene a S. c) si para un conjunto S podemos encontrar un hiperplano H tal que S esté contenido en uno de los semiespacios y además H tenga al menos un punto perteneciente a S. está contenido propiamente en C y B ⊃ A . entonces podemos enunciar las siguientes definiciones: a) si para un conjunto S podemos encontrar un hiperplano H tal que S esté contenido en uno de los semiespacios. C es un conjunto convexo que contiene a A. De este modo si S y S’ son conjuntos convexos. Co(S ) . pg. Sin embargo. pero no constituye la cápsula convexa de A porque B. la cápsula convexa (o clausura convexa) de S. Ejemplo gráfico Sea el conjunto A x2 B C A x1 El conjunto A es conexo. y es preservada por operaciones que preservan la linealidad. Por otra parte. Debido a que la intersección de conjuntos convexos es convexa.CONJUNTOS CONVEXOS Sea S cualquier conjunto de puntos en ℜ n (no necesariamente convexo). entonces decimos que H es un hiperplano separador de S y S’. 150) Hiperplano separador. entonces decimos que H es un hiperplano soportante de S. y es el menor conjunto convexo que contiene a A (nótese que B encierra a A. Propiedades • Sean A y B dos conjuntos del espacio vectorial V. Co(Co( A)) = Co( A) . se define como la intersección de todos los conjuntos convexos de ℜ n que contienen a S. S − S ' y λ ⋅ S son conjuntos convexos. Eduardo A. decimos que H es un hiperplano acotador de S. A ⊃ B ⇒ Co( A) ⊃ Co(B ) . b) si dados dos conjuntos S y S’ podemos encontrar algún hiperplano H tal que S se ubique en uno de los semiespacios y S’ se ubique en el otro.

tal que pz T ≥ py T para todo y ∈ B . De esta manera el hiperplano pasaría por z’ y contactaría a B en z.c acota tanto a A como a B. Nótese que esta condición sobre λ confina este parámetro al intervalo abierto (0. Propiedades • Teorema del hiperplano separador Sean A y B dos conjuntos convexos disjuntos pertenecientes a ℜ n .c px T = c ( ) Nótese que el hiperplano Hp.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA De esta manera un hiperplano separador de dos conjuntos es un hiperplano acotador de cada uno de ellos. 0 < λ <1 xi . x2 A px T < c •x B p •z px T > c •y H p . x j ∈ S . con p ≠ 0 . x2 px T < c p •z B • y • z’ px T > c H p . pero la recíproca no es necesariamente cierta.c no soporta a ninguno de ellos. Por otra parte todo hiperplano soportante de un conjunto es acotador del mismo. entonces existe un p ∈ ℜ n con p ≠ 0 y un valor c ∈ ℜ tal que pz T ≥ c para todo z ∈ A y py T ≤ c para todo y ∈ B .1) . x1 Puntos extremos Un punto x k es un punto extremo de un conjunto S si x k no puede ser expresado en la forma x k = λ ⋅ x i + (1 − λ ) ⋅ x j . x1 • Teorema del hiperplano soportante Sea B ⊂ ℜ n un conjunto convexo y z un elemento no interior a B. Nótese que el teorema es igualmente válido reemplazando z por z’. Sin embargo en este gráfico vemos que Hp. 82 Eduardo A. entonces existe un vector p ∈ ℜ n .c px T = c ( ) Es importante destacar que para que el teorema se cumpla no es necesario que z se encuentre en la frontera de B. Rodríguez .

sin embargo no todo punto frontera es un punto extremo. En este caso. en este gráfico puede verse que c es un punto extremo de T. puesto que el “segmento” ab está curvado. pero c no lo es porque puede expresarse como combinación convexa de a y b con un parámetro λ diferente a 0 y a 1. pg. x2 punto extremo x2 puntos extremos S S H x1 H x1 b) Teorema de Krein-Milman: Un conjunto convexo. De esta manera si S es un poliedro convexo todo punto de S es una Eduardo A. 174175). Rodríguez 83 . acotado por encima o por debajo (o ambos). por lo cual c no puede escribirse como combinación convexa de a y b. tanto como a y b. El conjunto S es un poliedro convexo si es un conjunto convexo con un número finito de puntos extremos.CONJUNTOS CONVEXOS Resulta obvio que un punto extremo debe ser un punto frontera. x2 a S •c b En este gráfico puede verse que los puntos a y b son puntos extremos del conjunto S. entonces todo hiperplano soportante de S contiene un punto extremo. como se observa en los siguientes gráficos. todos los puntos contenidos en la curva ab son puntos extremos de T x1 En general. (Ver demostración en BERGE. en un conjunto convexo con un contorno curvo continuo todo puntocontorno es un punto extremo. compacto y no vacío S es la clausura convexa de sus puntos extremos. x1 x2 c T b a Por otra parte. A estos puntos extremos los llamaremos nodos. Propiedades a) si S es un conjunto cerrado y convexo.

λ ⋅ x ∈ C cuando λ ⋅ ≥ 0 . es un cono convexo. En este último caso podremos definirlo alternativamente de la siguiente manera: sea C un conjunto convexo y los puntos x. entonces es un cono convexo.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA combinación convexa de un número finito de puntos extremos. Rodríguez . Sin embargo. μ ≥ 0 . λ ≥ 0}. el conjunto (b ) = {x : x = λ ⋅ b. por ende todo conjunto convexo se encontrará definido completamente con la especificación de sus puntos extremos. a pesar de no ser un subespacio vectorial. hablaremos de cono convexo. Si C es convexo. La suma de dos conos convexos es un cono convexo. los semiespacios definidos por hiperplanos que no pasan a través del origen no son conos convexos. Si H es un hiperplano que pasa a través del origen. por ello consideraremos al origen como un cono convexo. Lo mismo ocurre con sus subespacios vectoriales. Gráficamente estas definiciones alternativas de cono convexo se traducen en x2 C x2 λx C x+y •x x1 Ejemplos x1 • • Todo espacio vectorial es un cono convexo. llamado semirrecta. entonces C es un cono convexo si λ ⋅ x + μ ⋅ y ∈ C para todo λ . a pesar de ser conjuntos convexos. y ∈ C . para todo x ∈ C . • Propiedades • • • La intersección de dos conos convexos es un cono convexo. Para todo vector b. 84 Eduardo A. Todos los conos convexos se intersectan en el origen. Conos convexos Decimos que un conjunto C es un cono si. como así también los semiespacios que H define.

En términos geométricos. al conjunto C* = {y : yxT ≤ 0. el dual de un cono convexo es el conjunto de vectores que forman un ángulo no-agudo con los vectores del cono original. Gráficamente.CONJUNTOS CONVEXOS • Un cono convexo o bien no tiene puntos extremos o bien tiene al origen como su único punto extremo. para el caso de ℜ 2 tenemos x2 C 90º -x1 C* 90º x1 -x2 Eduardo A. Gráficamente x2 C -x1 x1 -C -x2 H Cono dual Si C es un cono convexo. entonces existe un hiperplano H que pasa a través del origen el cual es separador para C y para (− C ) y además es soportante para ambos. Rodríguez 85 . Esta última propiedad nos lleva a definir lo siguiente: un cono convexo C es agudo sii C ∩ (− C ) = 0 . para todo x ∈ C} se lo llamará cono dual (o cono polar) de C. Este tipo de conos tiene la siguiente propiedad: si C es un cono convexo agudo.

que es el semiespacio acotado por el hiperplano ortogonal a la semirrecta.. no hay k-simplices. tenemos que ℜ n * = 0 . para k > n. x2 C 90º -x1 C* 90º x1 -x2 • Puesto que y0 T ≤ 0 para todo y ∈ ℜ n . entonces (b )* = {y : yb T ≤ 0} es el dual de la semirrecta. Simplices Llamamos k-simplex a un poliedro convexo Sk donde los nodos a1. Es evidente que un k-simplex tiene dimensión k: un 0-simplex es un punto. . por otra parte. un 1-simplex es un segmento lineal. donde n es la dimensión del espacio vectorial que lo contiene. puesto que 0 es el único vector que 0x T ≤ x para todo x ∈ ℜ n . x2 90º C 90º -x1 C* x1 -x2 • El cono dual de un semiespacio es una semirrecta. 86 Eduardo A. ak+1 son k+1 vectores linealmente independientes. a2.. tenemos que 0* = ℜ n . un 3-simplex es un tetraedro.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Ejemplos • Si (b ) es una semirrecta.. Rodríguez . un 2-simplex es un triángulo.

con consecuencias similares a las comentadas en el apartado correspondiente a los conjuntos de consumo. Esta clasificación se hará sobre la base de sus conocimientos técnicos al momento de la decisión. Para el productor j. Tomado en forma aislada. llamamos conjunto de producción Yj al conjunto de todos los planes de producción posibles para el productor j. etc. el supuesto de convexidad de los conjuntos de producción estipula que si y 1 e y 2 son planes de producción posibles para el productor j. De esta manera. Sin embargo a este supuesto se le suele agregar la hipótesis de convexidad. Aplicaciones económicas Convexidad de los conjuntos de producción Un productor es un agente económico cuya actividad consiste en elegir y ejecutar un plan de producción. Los conjuntos de producción suelen suponerse cerrados. un 2-simplex es el interior de un triángulo.CONJUNTOS CONVEXOS x2 a2 x3 a3 S2 S 1 a2 a1 a1 x1 x1 x2 k ⎧ ⎫ Todo conjunto de la forma ⎨p : p > 0. y 2 ∈ Y j j j Sin embargo una interpretación más adecuada en términos económicos de este supuesto requiere definiciones adicionales. ∑ pi = 1⎬ recibe el nombre de k-simplex abierto: i =1 ⎩ ⎭ un 0-simplex es un punto. un 1-simplex es un intervalo abierto. Eduardo A. también j j lo será su promedio ponderado ty 1 + (1 − t )y 2 (0 ≤ t ≤ 1) j j para todo y 1 . Sin embargo un plan de producción yj dado puede ser técnicamente posible o técnicamente imposible para el productor j. Rodríguez 87 . un plan de producción es una especificación de las cantidades de todos sus insumos y todos sus productos. supuesto que se conoce bajo el nombre de continuidad de los conjuntos de producción.

es decir 0 ∈ Y j . Esta combinación insumo-producto vendrá representada en nuestro conjunto de producción como y j = (− ω 1 . definimos mediante la función ω 2 = f (ω 1 ) al proceso de producción eficiente. Rodríguez . A esta combinación la llamamos producción eficiente. pero como la producción no necesariamente tiene que ser eficiente.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Rendimientos a escala Dada una tecnología. el que se presenta en el gráfico 2: Gráfico 1 Gráfico 2 ω2 ω2 Yj -ω1 ω1 -ω1 ω1 En términos de producción eficiente tenemos que un proceso de producciòn f(ω1) presenta: no-decrecientes rendimientos no-crecientes constantes ⇔ f (tω 1 ) ≥ ≤ = tf (ω1 ) 88 Eduardo A. puede ocurrir que esta combinación no pueda realizarse. es decir que f indica el mayor nivel de producto ω2 que puede alcanzarse con determinadas cantidades de ω1. por diversas razones. De todas las combinaciones posibles existirá una combinación de insumos y de productos que permitirá alcanzar la mayor cantidad de producto con la menor cantidad de insumos. Esto no quiere decir que el proceso de producción no pueda llevarse a cabo. en realidad. pero posible. tenemos que el conjunto de producción Yj es. Un supuesto que introduciremos es el de posibilidad de inacción que dice que el productor j tiene la posibilidad de no hacer nada. Gráficamente tendremos que la producción eficiente quedará definida por la función del gráfico 1. Sin embargo. donde se produce un solo bien con un solo insumo. el productor j puede utilizarla de manera eficiente o no. ω 2 ) ∈ Y j . sino que se realizará de manera no-eficiente. la tecnología solamente indica cuáles son las combinaciones insumo-producto posibles. Suponiendo el caso de ℜ2.

el supuesto de convexidad de los conjuntos de producción no resulta adecuado. rendimientos no crecientes a escala si para todo yj se puede disminuir arbitrariamente la escala de producción: rendimientos constantes a escala si para todo yj se puede cambiar arbitrariamente la escala de producción. Aumentar (o disminuir) la escala consiste en restringir t a que sea mayor que 1 (o menor que 1). Rodríguez 89 . Dado Yj se dice que prevalecen: • • • rendimientos no decrecientes a escala si para todo yj se puede aumentar arbitrariamente la escala de producción. Dado un plan de producción yj. aquellas tecnologías que representan rendimientos no crecientes a escala implican un conjunto de producción convexo. Eduardo A.CONJUNTOS CONVEXOS Gráficamente tendríamos las siguientes representaciones: Rendimientos no decrecientes a escala Rendimientos no crecientes a escala Rendimientos constantes a escala ω2 ω2 ω2 ω1 ω1 ω1 ω1 Como puede apreciarse en estos gráficos. ya que el cambio en la escala involucra no sólo un cambio en el nivel de producto. sino también un cambio en el nivel de los insumos de manera proporcional. por un escalar no negativo t. cambiar la escala de producción5 consiste en multiplicar yj. En el caso particular de rendimientos constantes a escala tenemos que el conjunto de producción es un cono convexo. Rendimientos no decrecientes a escala Rendimientos no crecientes a escala Rendimientos constantes a escala ω2 t>1 t<1 t>1 ω2 t<1 ω2 t>1 t<1 yj yj ω1 ω1 yj ω1 5 No confundir con cambiar el nivel de producción. Sin embargo no es necesario definir rendimientos a escala en términos de producción eficiente. mientras que si nos enfrentamos con rendimientos crecientes a escala.

Imposibilidad de producción libre (no free lunch): este supuesto establece que no es posible producir algo de la nada. sin embargo vemos que la escala de producción. Suelen darse situaciones en algunas actividades económicas donde existen decisiones tomadas con anterioridad al inicio de las actividades o donde prevalecen contratos para los cuales la entrega de algunos insumos ya ha sido comprometida. Para el caso de ℜ2. recordando que parte del contorno de Yj se lo asocia con la producción eficiente. Eduardo A. Si el conjunto de producción no fuera cerrado podría ocurrir que el plan de producción eficiente sea inalcanzable. Sin embargo decir que la producción eficiente es técnicamente alcanzable no implica necesariamente afirmar que el conjunto de producción sea cerrado. 7 6 El hecho que se exija que el conjunto (Yj ∩ Ω) esté contenido en el conjunto formado únicamente por el vector nulo y que no se exija la igualdad con este vector contempla la posibilidad de que el conjunto de producción y el octante no negativo tengan intersección vacía. Otros supuestos sobre los conjuntos de producción t>1 t<1 yj ω1 Sobre los conjuntos de producción suelen hacerse otros supuestos. Además. En este caso el conjunto de producción tendrá la siguiente forma: ω2 Vemos que en este caso el conjunto de producción es un conjunto convexo (podría también haber sido representado con un cono desplazado). este supuesto de que el conjunto de producción sea cerrado permite que la producción eficiente sea tecnológicamente posible de alcanzar. sino solo hasta cierto punto. no puede reducirse arbitrariamente. En estos casos la inacción no será posible. como ya lo hemos mencionado en el capítulo 2 para el caso de los conjuntos de consumo. Gráficamente tendremos: • Conviene recordar que esta última interpretación.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Es importante remarcar que el supuesto de convexidad no alcanza para suponer rendimientos no crecientes a escala. En símbolos: Y j ∩ Ω ⊂ {0}7 donde Ω representa el conjunto del espacio de mercancías en el cual las cantidades de los insumos son no-negativas. En tales situaciones diremos que el productor enfrenta costos hundidos. sino que requiere además el supuesto de posibilidad de inacción. De este modo el límite de una sucesión de planes tecnológicamente posibles también es posible6. los cuales se detallan a continuación: • Yj es cerrado (continuidad de los conjuntos de producción): esto implica afirmar que Yj contiene su contorno. resulta apropiada si los planes de consumo se definen sobre espacios de Hausdorff. el conjunto Ω es igual al octante no negativo. dada yj. Rodríguez 90 .

La interpretación de este supuesto dependerá de cómo tomemos la producción. • • Si ω1 = 0 ⇒ ω2 ≥ 0 ∗ Y j ∩ Ω ⊄ {0}. Si se considera a la producción como la aparición de nuevos bienes dentro de un período determinado es difícil imaginar que la cantidad de éstos sea negativa. si se destruyen más cantidad de bienes que los que se generan. que también recibe el nombre de eliminación libre. si una producción es posible. 8 Eduardo A. Gráficamente ω2 Más insumos ω2 Más insumos yj Yj . Y j ∩ Ω = 0ω 2 Eliminación libre (free disposal): este supuesto establece que al productor j le es posible librarse de todas las mercancías. este supuesto exige que el nivel de producto pueda ser negativo.CONJUNTOS CONVEXOS ω2 ω2 ω2* Yj 0 Yj ω1 0 ω1 Imposibilidad de producción libre • • • Si ω1 = 0 ⇒ ω2 = 0 Y j ∩ Ω = {0} Es posible la producción libre.Ω yj ω1 No es posible eliminar estos niveles de producto ω1 Como puede observarse.Ω Menos producto Yj . Una hipótesis estrechamente relacionada. también lo es cualquier otra en que ningún producto es mayor y ningún insumo es menor. por ejemplo. Para el caso de ℜ2. es la de exigir que Y j ⊃ (Y j − Ω ). En símbolos Y j ⊃ (− Ω ) . el nivel de producción negativa podría darse. Rodríguez 91 . es decir. esto quiere decir que el conjunto de producción debe contener a la totalidad de los vectores no positivos del espacio8. Obviamente estas interpretaciones son discutibles e involucran el papel del tiempo y de los stocks cuando se quiere analizar el papel de la producción en un modelo estático. Sin embargo si consideramos a la producción en un período determinado como la diferencia entre la cantidad de bienes existentes en la economía al final del período y la existente con anterioridad al inicio del proceso de producción.

entonces la hipótesis de aditividad significa que existe libre entrada (free entry) para las empresas en esa industria. el j-ésimo productor puede ser interpretado como una industria en lugar de una empresa. es decir que se puede deshacer el proceso de producción. o bien Y j ∩ (− Y j ) ⊂ {0}9 Suponiendo el caso de ℜ2. que involucra la producción de una unidad de ω2 con el uso de una unidad de ω1 es posible. entonces − y j ∉ Y j . Yj yj -1 -1 1 1 . Al igual que para el caso de imposibilidad de producción libre. Eduardo A. Sin embargo también puede generarse una unidad de ω1 con una unidad de ω2. se ve entonces que si yj es posible también lo es kyj. es decir un proceso productivo con un solo insumo y un solo producto. el hecho que se exija que el conjunto (Yj ∩ (-Yj)) esté contenido en el conjunto formado únicamente por el vector nulo y que no se exija la igualdad con este vector contempla la posibilidad de que el conjunto de producción y su opuesto tengan intersección vacía. Formalmente. Alternativamente. Es decir que no existen barreras institucionales o de otros tipos a la entrada. el siguiente conjunto de producción viola el supuesto de irreversibilidad: ω2 Vemos entonces que el proceso de producción yj. Por consiguiente la aditividad implica cierto tipo de rendimientos no decrecientes a escala10. está claro que dos planes de producción posibles separadamente son posibles conjuntamente. si y j ∈ Y j e y j ≠ 0 . Teniendo en cuenta la definición de aditividad. Rodríguez 92 .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • Irreversibilidad: este supuesto dice que es imposible revertir un plan de producción técnicamente posible transformando la cantidad de productos en la misma cantidad de insumos utilizados para generarlo. también lo es y 1 + y 2 . 10 9 Nótese que no es lo mismo aditividad que rendimentos no decrecientes a escala ya que para el primero se exige que k sea entero. Es decir que j j (Y j + Y j ) ⊂ Y j .yj ω1 • Aditividad: Formalmente este supuesto establece que si y 1 e y 2 son planes de j j producción posibles para el j-ésimo productor. mientras que para el segundo k debe ser real mayor o igual a 1. En la medida en que Yj representa conocimientos técnicos. donde k es cualquier escalar entero positivo.

entonces p(tyj)= tα > α. con la convención de que los insumos se representan con coordenadas negativas y los productos con positivas. el conjunto Yj está contenido en el semiespacio cerrado debajo del hiperplano pyT = c. el beneficio máximo al cual el productor puede aspirar es 0.CONJUNTOS CONVEXOS Maximización del beneficio Se suele suponer que cada productor considera los precios como dados (es tomador de precios). Si bien en términos matemáticos la existencia de beneficio máximo no quedaría asegurada. El producto interior pyjT. dado el sistema de precios p. con lo cual no existiría una producción de equilibrio. cuando yj ∈ ℜl. donde pyjT es igual al máximo beneficio alcanzable c. también lo es λp con λ ≥ 0 . ya que el hecho de que yj* sea un maximizador implica que para todo yj se tiene que pyjT* ≥ pyjT. en términos económicos tal situación implicaría permitir que el beneficio se pueda incrementar con la escala de producción. dado un p arbitrario puede no haber beneficio máximo si existen rendimientos no decrecientes a escala y si para algún yj ∈ Yj se tiene que pyjT > 0. ya que si pyjT = α > 0. Es evidente que T j ' es un cono ya que si p ∈ T j ' es un maximizador. Rodríguez 93 . Eduardo A. En este caso tendríamos que el conjunto de maximizadores es igual al conjunto de producción Yj. De esta manera vemos que para un sistema de precios p ≠ 0 un productor podrá maximizar su beneficio si posee un conjunto de producción convexo y además lo hará en un nivel de producción eficiente. el beneficio del j-ésimo productor es pyjT. La acción resultante se denomina producción de equilibrio del j-ésimo productor relativa a p. es decir que se corresponde con la noción usual de beneficio. Cuando esto ocurre y p ≠ 0 se tiene la siguiente situación geométrica: ω2 p yj* Yj pyT = c ω1 si yj* es un maximizador del beneficio. independientemente del plan de producción que se siga. que piensa que su acción no puede tener influencia en los mismos y que intenta maximizar su beneficio. De esta manera. Sin embargo. representa la suma de todos los ingresos menos la suma de todos los desembolsos. Así a cada sistema de precios p ∈ T j ' se asocia un conjunto no-vacío η j (p ) de planes de producción posibles 11 Puede notarse que cuando p = 0. es decir cuando los precios de las l mercancías son 0. La existencia de este equilibrio queda asegurada si el conjunto de producción es convexo. Esto es así por del teorema del hiperplano soportante. que es ortogonal a p y pasa por yj*. ya que el teorema del hiperplano soportante exige un conjunto de producción convexo. el j-ésimo productor elige su producción en su conjunto de producción Yj de manera que su beneficio sea máximo. Sea T j ' el conjunto de los p ∈ ℜl para los cuales el conjunto de maximizadores es no-vacío. coincidiendo con la definición de cono11. Dado un sistema de precios p y una producción yj.

.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA que maximizan el beneficio para p. n sii p ∈ ∩T j ' j =1 n es decir. y2. Rodríguez . la función π j : T j ' → ℜ se denomina función de beneficio del j-ésimo productor. .. Tanto la función de oferta total como la de beneficio total comparten la propiedad de sus contrapartes individuales cuando se multiplica p por un escalar t positivo... es decir η (tp ) = η (p ) π (tp ) = tπ (p ) Entonces. . se sigue un resultado inmediato: Sean y1. . En este caso podremos definir el conjunto no-vacío η (p ) = ∑η j (p ) j =1 n de los planes de producción totales posibles compatibles con la maximización del beneficio para p por parte de cada uno de los productores. Si todos los precios de p se multiplican por el mismo escalar positivo t. Y2. sea Y el conjunto de producción total de la economía. la correspondencia η : ∩T j ' → Y j =1 n se denomina correspondencia de oferta total. yn puntos de Y1.. Podemos también definir el número π (p ) = ∑ π j (p ) . si ese sistema de precios maximiza los beneficios de los n productores. La correspondencia η j : T j ' → Y j se denomina correspondencia de oferta del j-ésimo productor. Sea π (p ) el beneficio máximo cuando el sistema de precios es p ∈ T j ' . Dado el sistema de precios p: 94 Eduardo A.. Yn respectivamente.. existe un beneficio máximo para cada j = 1. a partir de estas últimas definiciones.. resulta que η j (tp ) = η j (p ) π j (tp ) = tπ j (p ) Entonces podemos decir que dado un sistema de precios p. entonces la función j =1 n π : ∩T j ' → ℜ j =1 n se denomina función de beneficio total. Por otra parte. 2..

A conclusiones adicionales pueden arribarse si se supone que Yj es un conjunto compacto: • pYj tiene un máximo para cada p ∈ ℜl. Consideremos el caso en el 12 Ver DEBREU. py T = π j (p )} es semicontinua superiormente. definiendo la correspondencia constante ρ (ℜ l ) = Y j se tiene entonces que η j (p ) = {y : y ∈ ρ (ℜ l )(= Y j ). Eduardo A. el beneficio máximo total en Y. El supuesto de i convexidad es más fuerte que el de conectividad. De esta manera tenemos: • • η (p ) = {y ∈ Y : py T = Max pY }. también i lo es su promedio ponderado. pag. mientras que escribiremos con signo positivo aquellos que adquiera. ya que un conjunto de consumo convexo no sólo implica suponer que el conjunto está “hecho de una sola pieza” sino que evita esos “agujeros” que podían darse si sólo se exige conectividad. es decir tx 1 + (1 − t )x i2 con t ∈ [0. Rodríguez 95 . la elección de un plan de consumo por parte del consumidor implica decidir qué bienes de los cuales tiene en su posesión deberá entregar para poder adquirir otros tipos de bienes. Sin embargo. lo que equivale a decir que T j ' = ℜ l . • ηj es semicontinua superiormente en ℜl y πj es continua en ℜl. Esto lleva a que.CONJUNTOS CONVEXOS pyT = Max pY ⇔ pyjT = Max pYj para todo j. Un supuesto vinculado con la convexidad es el de eliminación libre de las mercancías de consumo (free disposal for consumer’s commodities)12. Esto es así por π j (p ) = Max{py T : y j ∈ ρ (ℜ l )(= Y j )} es continua en ℜl y que la correspondencia j aplicación del teorema del máximo: como pyjT es una función numérica. π (p ) = Max py T . se suele agregar también la hipótesis de convexidad que dice que si x 1 y x i2 son planes de consumo posibles para el consumidor i. 1]. Convexidad en los conjuntos de consumo Ya hemos visto que suele suponerse que los conjuntos de consumo son contínuos (cerrados) y conexos. 51 y siguientes. En otras palabras. j Convexidad en el consumo Al igual que en el caso del productor. el conjunto de maximizadores del beneficio en Y. consideremos aquellos bienes que el consumidor entrega con signo negativo. Esto es así por aplicación del teorema de Weierstrass: como pyjT define para todo p una función continua de yj en ℜ e Yj es compacto y no vacío. y maximiza el beneficio total en Y sii yj maximixa el beneficio en Yj para todo j. entonces pyj tiene un máximo (y un mínimo). dado el espacio de mercancías.

entonces podrá considerar la posibilidad de consumir cualquier cantidad de ω2. mientras que el mismo producto pero con la segunda fecha constituye el bien ω2. Sea ω1m la cantidad mínima de ω1 que el consumidor necesita para sobrevivir (y pasar al segundo período). cuando se extienden a ℜ². dado su consumo de ω1. 0 ω 1m ω1 96 Eduardo A. el conjunto de consumo que surge no es un conjunto convexo. mientras que en el segundo caso abarca tanto a insumos como a productos. cualquier nivel de ω2 > 0 genera igual satisfacción que ω2 = 0. se representan de la siguiente manera: ω2 Para niveles inferiores a ω 1m . Claramente el bien ω1 no puede ser eliminado libremente. Sin embargo. en este caso: • • si el consumo de ω1 es menor a ω1m . consume más unidades de ω2. por encima de ω 1m el consumidor obtendrá mayor satisfacción si. Rodríguez . ya que en el primer caso es aplicable sólo a los insumos. el consumidor morirá y ω2 = 0. si el consumo de ω1 es mayor o igual a ω1m . Este tipo de conjuntos de consumo implica suponer una colección de clases de indiferencia que.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA que hay un cierto producto alimenticio y dos períodos de tiempo o fechas. ω2 Xi 0 ω 1m ω1 Esta hipótesis de eliminación libre para las mercancías de consumo es más débil que la hipótesis de eliminación libre relacionada con la teoría de la producción. el producto con la primera fecha constituye el bien ω1.

en otras palabras. producto. Sean x 1 y x i2 dos puntos de i Xi distintos y t ∈ (0. (Ver demostración en DEBREU. Otro supuesto que se suele hacer sobre los conjuntos de consumo es el de acotación inferior. • El hecho de que a partir de canastas con diferentes preferencias se puedan obtener canastas indiferentes a la menos preferida permite clases de indiferencia espesas (o gruesas). es decir un tipo de trabajo. Gráficamente estos diferentes tipos de preferencias implican diferentes formas en las curvas de indiferencia del consumidor: Convexidad débil • El hecho de que la combinación convexa de x2 • x3 •x 1 canastas indiferentes pueda ser indiferente a cada una de ellas permite la existencia de tramos rectos en las clases de indiferencia.1) : a) si x i2 b) si x i2 x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 x 1 (convexidad débil) i i i x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 i i x 1 (convexidad) i x 1 (convexidad fuerte) i c) si x i2 ∼ x 1 ⇒ tx i2 + (1 − t )x 1 i i Puede demostrarse que.1) . y t ∈ (0.CONJUNTOS CONVEXOS X i ⊂ {χ i } + Ω . tal que Convexidad de las preferencias del consumidor En este apartado supondremos que Xi es convexo. ωih tiene una cota inferior. Eduardo A. Rodríguez 97 . existe una cota superior (en valor absoluto) para la cantidad de trabajo que el consumidor puede proporcionar durante un período de tiempo. Esta hipótesis se justifica fácilmente desde el punto de vista económico. • x2 x1 • Pueden ser generadas por una función de utilidad cuasicóncava: sea f (v ) ≥ f (u ) entonces f (u ) ≤ f [tu + (1 − t )v ] . Si la mercancía h-ésima ωih es un: • • insumo. es decir que habrá un punto χ i ∈ ℜ l tal que χ i ≤ x i para todo x i ∈ X i . bajo preferencias continuas. c implica b y b implica a.60). Existen tres hipótesis de convexidad sobre las preferencias. el cual afirma que el conjunto Xi tendrá una cota inferior para “ ≤ ”. que puede ser cero. pg.

1) .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Convexidad x2 • El hecho de que con canastas con diferentes • x3 • x1 • x2 preferencias no puedan obtenerse canastas indiferentes a la menos preferida elimina la posibilidad de clases de indiferencia espesas.w) ∈ ℜl+m para los cuales ése no sea el caso. En razón de las convenciones de xi y p. wm ) se llama distribución de la riqueza y especifica la riqueza de cada uno de los m consumidores. i Sea por lo tanto Si el conjunto de (p. Rodríguez . w2 . Cuando p ≠ 0 . con cada par precio-riqueza (p.w) ∈ Si se asocia el conjunto no vacío { } { } 98 Eduardo A. el producto interior pxiT es la suma de todos los desembolsos menos todos los ingresos.…. el gasto del i-ésimo consumidor es pxiT. Convexidad fuerte x2 • x1 • Al exigir que las combinaciones convexas de dos canastas sean preferidas a ellas. el conjunto x i ∈ X i : px T = wi representa los planes de consumo que i agotan la riqueza del consumidor i. entonces f (u ) < f [tu + (1 − t )v ] . Llamamos a este conjunto hiperplano de riqueza. Sin embargo. Restricción de riqueza Dado un sistema de precios p y un consumo xi. La m-upla (w1 .w) arbitrario. el conjunto x i ∈ X i : px T ≤ wi sobre el cual el i-ésimo consumidor debe decidir puede ser vacío. • Pueden ser generadas por una función de utilidad x1 explícitamente cuasicóncava: sea f (v ) > f (u ) y t ∈ (0. entonces f (u ) < f [tu + (1 − t )v ] . pudiendo representarse por un punto w ∈ ℜ m .1) . • x2 x1 • Pueden ser generadas por una función de utilidad estrictamente cuasicóncava: sea f (v ) ≥ f (u ) y t ∈ (0. • Los tramos rectos de las clases de indiferencia son posibles porque la definición no contempla el caso en el cual x 2 ∼ x 3 . Así. el cual separa al espacio de mercancías en canastas asequibles y no asequibles para el sistema de precios p y la riqueza wi. un número real wi. dado un par precio-riqueza (p. Evidentemente el gasto pxiT debe ser como máximo igual a la riqueza del i-ésimo consumidor. se elimina la posibilidad tanto de clases de indiferencia espesas como con tramos rectos.

pero en p0 tenemos que γ i p 0 .w0). w ) = {x i ∈ X i : px T ≤ wi } de consumos que satisfacen la restricción de riqueza i para ese par (p. entonces es un elemento máximo para “ ≺ ” de {x ∈ X i 13 i : px T ≤ px ∗ i i T } En realidad. w 0 será el área sombreada debajo del hiperplano pxiT = wi. Puede demostrarse que si Xi es compacto. Rodríguez 99 . La pregunta a formularse en este caso es cómo funcionaría la economía si w = 0. (Ver demostración en DEBREU.w0).w) = (0. tw ) = γ i (p. Esto también hace continua a γi.w).w) ∈ Si. Puede pensarse que en este caso. w ) . el cual se llama conjunto de equilibrio del i-ésimo consumidor relativo a (p. De esta forma queda definida una correspondencia γ i : S i → X i . Si hacemos tender p a p0 vemos que el área sombreada empezará a reducirse. ( ) ( ) 0 a 2a pxiT = wi ω1 El supuesto de que wi0 ≠ min p 0 X i permite eliminar el caso excepcional en el cual la riqueza wi0 es tan pequeña que para cualquier riqueza menor no habría ningún consumo posible que cumpliera con la restricción de riqueza.CONJUNTOS CONVEXOS γ i (p. w 0 = [0. si t > 0. es evidente que γ i (tp. pgs. Satisfacción de las preferencias Dado un par precio-riqueza (p.2a ] . convexo y si (p0. por lo cual la restricción de riqueza será igual a la totalidad del conjunto de consumo Xi. Partamos del vector de precios p. si bien la riqueza de los consumidores sería nula. a ] .w).w0) es un punto de Si tal que wi0 ≠ min p 0 X i . esta afirmación equivale a decir que para (p. por lo que Si es un cono13. Resulta evidente que si xi* es un consumo de equilibrio para (p.63-65).w). Eduardo A. w ) . el gasto de consumo también lo será. el i-ésimo consumidor elige. es decir. Además.0) el conjunto γi se encuentra definido. entonces el conjunto γ i p 0 . un elemento máximo para el preorden de preferencias “ ≺ ”. entonces γi es continua en (p0. en el conjunto novacío γ i (p. Veamos gráficamente qué ocurre cuando wi0 = min p 0 X i ω2 p0 p El conjunto Xi es el cuadrado cerrado de lado 2a. por lo tanto no es continua en (p0. siendo el límite el intervalo [0. un conjunto de puntos xi que es óptimo de acuerdo con sus preferencias.

m sii (p. w ) para todo i = 1.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Dado un par arbitrario (p. w ) = ∑ ξ i (p. La correspondencia ξ i : S i ' → X i se llama correspondencia de demanda del i-ésimo consumidor. por lo tanto. se puede decir lo siguiente: • ui tiene un máximo para cada (p.w) ∈ Si’ se asocia el conjunto no-vacío ξ i (p. w ) ∈ ∩ S i ' . w ) . Sea. la utilidad máxima cuando el par precio-riqueza es (p.w) y νi es continua en (p. definiendo la correspondencia continua ρ (S i ) = γ i (p. w ) 14. entonces ui tiene un máximo (y un mínimo) en γ i (p. Así. tw ) = ξ i (p. La correspondencia ξ : ∩ S i ' → X i =1 m se llama correspondencia de demanda total. Resulta evidente que si t > 0 ξ i (tp. Esto es así por aplicación del teorema de Weierstrass: como ui es continua en γ i (p. porque lo es Xi. • ξi es semicontinua superiormente en (p.2. tw ) = ν i (p. w ) de consumos posibles óptimos bajo la restricción de riqueza definida por (p.w) ∈ Si’. w ) . tw ) = ξ (p. se tiene que 14 Obviamente descartando los pares (p. con cada par precio-riqueza (p. w ) i =1 m de consumos totales posibles que son compatibles con la selección realizada por cada consumidor de un conjunto óptimo respecto a su restricción de riqueza. γ i (p. w ) es compacto. Eduardo A.w) ∈ Si.w) ∈ Si. Rodríguez 100 . w ) Dado un par precio-riqueza (p. Es evidente que si t > 0 ξ (tp. La función ν i : S i ' → ℜ se llama función de utilidad indirecta del i-ésimo consumidor. lo que equivale a decir que Si’ = Si. w ) . y como γ i (p.w). Si’ ‘ el conjunto de (p. w ) y ν i (tp. Si hay una función de utilidad ui en Xi. w ) puede no tener un elemento máximo.…. w ) Si se supone que Xi es un conjunto compacto.w).w) para los cuales wi = min pXi. w ) es no-vacío. En este caso se puede definir el conjunto no vacío i =1 m ξ (p.w) ∈ Si para los cuales el conjunto de elementos máximos de γ i (p. se designará por ν i (p. Esto es así por aplicación del teorema del máximo: como ui es una función numérica.w) existe un elemento máximo de γ i (p. porque lo es en Xi.

Rodríguez 101 . w ) = {x i : x i ∈ ρ (S i )(= γ i (p.CONJUNTOS CONVEXOS ν i (p.w) y ξ i (p. w )). w )} es semicontinua superiormente en (p.w). u i (x i ) = ν i (p. w ) = max{u i (x i ) : x i ∈ ρ (S i )(= γ i (p. Eduardo A. w ))} es continua en (p.

.

siendo x * el punto fijo de la función f.1] .5. Teoremas del punto fijo Teorema del punto fijo de Brower Sea X un conjunto convexo y compacto. la gráfica de la función deberá cortar a esa bisectriz en el punto ( x*. Entonces tenemos que la bisectriz de 45º indica aquellos pares de puntos ( x. x *) . Llamamos a x * punto fijo de f. existe un punto x * tal que f ( x *) = x * . pgs.1] un elemento del mismo intervalo. En el primer gráfico vemos que f tiene solamente un punto fijo. f : X → X una función continua que asocia un punto f ( x ) ∈ X a cada punto x ∈ X . mientras que en el segundo la función posee tres puntos fijos. (Ver demostración para el caso euclídeo n-dimensional en BERGE. 182-183) Ejemplo Sea X el intervalo unitario [0. que es un conjunto convexo y compacto (cerrado y acotado) y sea f una función continua que asigna a todo elemento del intervalo [0. Si f tiene un punto fijo. f ( x )) en los cuales ambas componentes coinciden. Entonces. f(x) f(x) 1 1 x3 * x2 * x* f(x) x1 * 0 x* 1 x 0 x1 * x2 * x3 * 1 x f(x) A continuación se presentan ejemplos que no cumplen las condiciones del teorema: f(x) X no es compacto f(x) X no es convexo 1 f(x) 1 f(x) 0 1 x 0 1 x .

x3 = f ( x 2 ). b] tal que f (x ) < k < 1 . (Ver demostración en KOLMOGOROV-FOMIN. pgs. la sucesión x0 . … converge a la única raíz de la ecuación f ( x ) = x . 66-67) Este teorema del punto fijo puede ser utilizado para demostrar teoremas de existencia y unicidad para soluciones de ecuaciones de varios tipos. Rodríguez . En particular la condición de contracción se cumple si f tiene derivada continua en [a. b] en sí mismo y que satisface la condición f ( x1 ) − f ( x0 ) ≤ k x1 − x0 con constante k < 1. provee además de un método para encontrar su solución. Además de demostrar que una ecuación de la forma f(x) = x tiene solución única. x 2 = f ( x1 ). como puede verse en los siguientes gráficos: y y=x y y=x y = f(x) y = f(x) x2 x1 x0 x x0 x2 x4 x3 x1 x 104 Eduardo A. Ejemplo Sea f una función definida sobre el intervalo cerrado [a.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA f(x) f no es continua 1 f(x) f no está definida para todo elemento de X 1 f(x) f(x) 0 1 x 0 1 x Teorema del punto fijo de Lipschitz Toda función contractiva f definida en un espacio métrico completo M tiene un único punto fijo. Entonces f es una función contractiva y. por ende. llamado método de las aproximaciones sucesivas. x1 = f ( x0 ).

siendo X = [0.TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Teorema del punto fijo de Kakutani Sea X un conjunto convexo y compacto y ϕ : X → X una correspondencia semicontinua superiormente. que asocia a cada punto x un subconjunto convexo ϕ ( x ) ⊂ X . pgs. y 1 y 1 ϕ2(x) ϕ1(x) 1 puntos fijos x x* 1 x Correspondencia continua Correspondencia semicontinua superiormente. pero no inferiormente Aplicaciones económicas Existencia del equilibrio walrasiano Economías Una economía E se compone de: • m consumidores con sus conjuntos de consumo X i ⊂ ℜ l completamente preordenados por la relación de preferencias “ ≺ ”. 183-184) Ejemplo Las dos siguientes correspondencias cumplen las exigencias del teorema del punto fijo de Kakutani. Entonces existe algún punto x* ∈ X tal que x* ∈ ϕ ( x *) .1] . i • n productores con sus conjuntos de producción Yi ⊂ ℜ l Eduardo A. Rodríguez 105 . (Ver demostración para el caso euclídeo n-dimensional en BERGE.

Además. respectivamente. n. 2. que describe el resultado neto de la actividad conjunta de todos los agentes. si x i ∈ X i para todo i = 1. es decir si la demanda neta de todos los agentes se iguala a los recursos. . . Eduardo A. ϑi 2 . n entonces (x − y ) ∈ ( X − Y ) . (y )) i j de E. . si x i ∈ X i para todo i = 1... 2.. es decir.. • las coordenadas negativas representan productos no transferidos. En símbolos: Economías de propiedad privada En este tipo de economías los consumidores poseen tanto los recursos w como los beneficios provenientes de la producción.. . el punto (x – y) se llama demanda neta.... m e y i ∈ Yi para todo j = 1. (y j )) de E. De esta manera representaremos a una economía E mediante el vector ⎛⎛ ⎞ ⎞ ⎜ ⎜ X i . para cada consumidor (o productor) una especificación de su consumo (o producción) en el espacio de mercancías ℜl. Rodríguez 106 . Dado un estado ((x ). 2.. Además. ≺ ⎟. De esta manera la riqueza total del consumidor i para un vector de precios p vendrá dada de la siguiente forma: 1 Téngase en cuenta que en el capítulo anterior el vector w pertenecía a ℜm y representaba la distribución del ingreso en términos de valor entre los diferentes consumidores.. (y )) de E se llama un equilibrio de mercado si su demanda excedente x–y=w o bien z=0 es 0. …. (Y j ).ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA • los recursos totales de la economía: w ⊂ ℜ l .. w ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ Un estado de la economía E es una especificación de la acción de cada agente... i j Un estado ((x ). donde aquí w es un vector que representa las diferentes cantidades de bienes en la economía E1.. n entonces (x − y − w ) ∈ ( X − Y − {w}) ≡ Z . el punto (x – y – w) ≡ z se lo llamará demanda excedente y describe el exceso de la demanda neta de todos los agentes sobre los recursos totales.ϑin en los beneficios obtenidos por los productores 1. De esta manera el i-ésimo consumidor recibe tanto el valor de sus recursos iniciales pwiT como sus respectivas participaciones ϑi1 . donde: • las coordenadas positivas representan insumos no transferidos. 2. 2. m e y i ∈ Yi para todo j = 1. Dado un estado ((x i ).. .

Sea t > 0. Un equilibrio de la economía de propiedad privada E es una (m + n + 1)-upla ((x i *). es decir que y j * es una producción de equilibrio relativo a p*. Entonces denotaremos una economía de propiedad privada E de la siguiente manera: Eduardo A. w *) donde i wi * = p * w i * + ∑ ϑij p * y j * es la riqueza monetaria del consumidor i. es decir i j =1 ⎩ que x i * es un plan de consumo de equilibrio relativo a ⎧ n ⎫ ⎭ ( p*. j) una participación sobre los beneficios de producción ϑij ≥ 0 tal que ∑ϑ i =1 m ij = 1 para todo j. (y j *). (Y j ).TEOREMAS DEL PUNTO FIJO pw iT + ∑ ϑijπ j ( p ) j =1 n con ⎧ m i ⎪ ∑w = w ⎪ i =1 ⎪ m ⎨ ∑ ϑij = 1 . Entonces definimos economía de propiedad privada E de la siguiente manera: • una economía E = ⎜ ⎜ X i . Rodríguez 107 . (y j *)) es un equilibrio de mercado. ≺ ⎟. la (m + n + 1)-upla ((x i *). por lo que todos los sistemas de precios pertenecientes a una semirrecta abierta de origen 0 son equivalentes desde el punto de vista del equilibrio. p *) lo es. es decir que el estado ((x i *). ⎟ ⎜⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ • para cada i. ϑij ≥ 0 ⎪ i =1 ⎪ π j (p ) = py j ⎪ ⎩ donde el beneficio π j (p ) se obtiene mediante un proceso de maximización por parte del productor j cuando el sistema de precios es p. una riqueza inicial wi tal que ⎛⎛ ⎞ ⎞ ∑w i =1 m i =w. w ⎟ . j =1 n • y j * maximiza el beneficio relativo a p* en Yj para todo j. • x * −y* = w . • para cada par (i. p *) de puntos de ℜl tal que: • x i * es un elemento máximo de ⎨x i ∈ X i : p * xT ≤ p * w iT + ∑ ϑij p * y j *T ⎬ . tp *) es un equilibrio sii ((x i *). (y j *). (y j *).

la demanda excedente z = x − y − w es un punto arbitrario de ζ (p ) = ξ ' (p ) − η (p ) − {w} un subconjunto de Z = X − Y − {w} . y sea C el conjunto de precios p ∈ ℜ j para los cuales los conjuntos η(p). La correspondencia ζ de C a Z se llama correspondencia de demanda excedente. (ϑij )⎟ ⎟ ⎜⎜ ⎟ i ⎠ ⎝⎝ ⎠ ( ) Equilibrio de mercado Consideremos una economía de propiedad privada. ⎜ pw iT + ∑ ϑij π j (p )⎟ ⎟ ⎜ ⎟ j =1 ⎛ ⎛ ⎜ ⎝ ⎝ n ⎞⎞ ⎟ ⎠⎠ m de sus conjuntos óptimos para ese sistema de precios y esa distribución de la riqueza. Rodríguez . es decir que la pregunta de existencia de un sistema de precios de equilibrio sería: ¿hay un p ∈ C tal que 0 ∈ ζ (p ) ? 108 Eduardo A. ξ’(p) que se especificarán a continuación se encuentran definidos (por lo tanto son no-vacíos). el j-ésimo productor elige yj en el conjunto ηj(p) de sus producciones óptimas para tal sistema de precios. De esta manera el problema del equilibrio se reduce a encontrar un p ∈ C para el cual la demanda excedente correspondiente sea 0. ≺ ⎟. y su beneficio es π j (p ) = py j . w i . la suma designada por ξ ' (p ) . (Y j ). Cuando el sistema de precios es p ∈ C . Ese conjunto depende sólo de p y será designado por ξ 'i (p ) .ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA ⎛⎛ ⎞ ⎞ E = ⎜ ⎜ X i . ∑ ξ ' (p ) i i =1 será Puesto que xi es un punto arbitrario de ξ 'i (p ) para todo i e yj es un punto arbitrario para ηj(p) para todo j. Por consiguiente la distribución de riqueza es la m-upla ⎛ iT n ⎞ ⎜ pw + ∑ ϑij π j (p )⎟ ⎜ ⎟ j =1 ⎝ ⎠ y el i-ésimo consumidor elige xi en el conjunto ξ i ⎜ p. Así. a cada sistema de precios p ∈ C se asocia el conjunto no vacío ζ (p ) de demandas excedentes compatibles con la selección por cada consumidor de un consumo óptimo respecto a su restricción de riqueza y por cada productor de una producción óptima respecto a este sistema de precios.

Consideremos el caso del equilibrio para cuando prevalece la eliminación libre de mercancías. ηj(p) está definido para cada j si p ≥ 0 (como hemos visto en el apartado referente a producción) por lo que tenemos que C ⊂ Ω . Cuando p ∈ C y t > 0 tenemos que η j (tp ) = η j (p ) y ξ i ' (tp ) = ξ i ' (p ) .TEOREMAS DEL PUNTO FIJO tp ∈ C y ζ (tp ) = ζ (p ) . por consiguiente Las acciones xi. Este conjunto P tiene la propiedad de ser cerrado y acotado. si se supone que algún consumidor es insaciable. pero Ω no es un conjunto compacto porque no es acotado. Cabe destacar que el espacio de precios original era Ω. para cada p ∈ C podemos normalizar los precios de la siguiente manera: como ∑p k =1 l k >0 ⇒ pk ∑p k =1 l ≥ 0. Entonces sabemos que C es un cono al cual se ha excluido el 0. Rodríguez 109 . es decir que la pregunta pasa a ser la siguiente: ¿hay un p ∈ C tal que ζ (p ) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ ? En el caso de eliminación libre. la suma de los precios normalizados será siempre igual a 1. k Por lo tanto. Si además el punto 0 se excluye de C (es decir si algún consumidor es insaciable). Eduardo A. en la búsqueda del equilibrio. yj elegidas por los agentes para un sistema de precios p ∈ C satisfacen las restricciones de riqueza: px T ≤ pw iT + ∑ ϑij py j i j =1 n para todo i Sumando miembro a miembro para todo i se obtiene (recordando que ∑ϑ i =1 m ij = 1) px T ≤ pw T + py T . cada p ∈ C podrá reemplazarse por un punto del conjunto l ⎧ ⎫ P = ⎨p ∈ Ω : ∑ p k = 1⎬ k =1 ⎩ ⎭ que constituye un simplex de dimensión l-1. es decir pz T ≤ 0 Vemos que para cualquier p ∈ C se tiene pz T ≤ 0 para todo z ∈ ζ (p ) . Entonces substituimos la condición de mercado x * −y* = w por x * −y* ≤ w (o bien z* ≤ 0 ). El problema del equilibrio en este caso consiste en encontrar un p ∈ C tal que la demanda excedente sea no positiva. P también es convexo. Entonces. Entonces diremos que la correspondencia ζ (p ) satisface pζ (p ) ≤ 0 . por lo tanto es un conjunto compacto en el espacio euclídeo l-dimensional.

si z = 0 ⇒ μ (z ) = P . se tiene que P es no vacío. compacto y convexo. pgs. Esto es así por aplicación del teorema del máximo: como pzT es una función numérica. ρ (p. entonces: 2 La demostración que se presenta a continuación se sigue de DEBREU.si z ≠ 0 . z ∈ Z ′ ≠ ∅ { } • como P es compacto. Demostración2: Al ser P un simplex.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA Existencia de equilibrio en economías de propiedad privada con producción Sea Z un subconjunto compacto de ℜl. Ambos conjuntos son convexos porque P se demostró convexo y {p ∈ ℜ l : pz T = MaxPz} es un hiperplano. entonces: • como P ≠ ∅ ⇒ ⎨ ⎧Z ≠ ∅ ⇒ Z '≠ ∅ T ⎩μ (z ) = p ∈ P : pz = MaxPz. entonces existe un p en P tal que ζ (p ) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ . y por lo tanto convexo. definimos la correspondencia constante β (Z ) = P y se tiene que μ (z ) = {p ∈ P(= β (Z )) : pz T = MaxPz} es semicontinua superiormente. ya que todo p ∈ P maximiza pzT en P. Si ζ es una correspondencia de P a Z semicontinua superiormente tal que para todo p en P el conjunto ζ (p ) es (no vacío) convexo y satisface pζ (p ) ≤ 0 . Sustituimos Z por un conjunto Z '∈ ℜ l compacto y convexo tal que Z ⊂ Z ' . • para todo (p. z ) ∈ P × Z ' . entonces μ (z ) = {p ∈ P : pz T = MaxPz} es convexo porque 1. 2. compacto y convexo porque P y Z’ lo son. z ) es no vacío y convexo porque μ (z ) y ζ (p ) lo son. • Como P es convexo. • ρ es semicontinua superiormente porque μ y ζ lo son. por construcción. entonces escribimos μ (z ) = P ∩ {p ∈ ℜ l : pz T = MaxPz}. 82-83. z ) = μ (z ) × ζ (p ) entonces: • P × Z ' es no vacío. Rodríguez 110 . Consideremos la correspondencia ρ : (P × Z ') → (P × Z ') definida de la siguiente manera: ρ (p. entonces la correspondencia μ : Z ' → P es semicontinua superiormente en Z’. Eduardo A. Por lo tanto la correspondencia ρ cumple las condiciones del teorema del punto fijo de Kakutani.

la cual representamos con una función estrictamente cuasicóncava. es decir que Z(p) será una función de p igual a Z(p ) = ∑ ξ i p. Rodríguez 111 . podemos definir entonces una función de demanda excedente como la diferencia entre la función de demanda de mercado (suma de las funciones de demanda de cada consumidor) y la oferta de mercado (suma de las dotaciones iniciales de bienes de cada consumidor). De esta manera. w ) = pw iT ). z* siempre pertenece a Z ya que. Equilibrios walrasianos en economías de intercambio puro A continuación analizaremos el caso de intercambio puro bajo competencia perfecta. y como z* ∈ ζ (p *) . Entonces definimos equilibrio walrasiano como el par de vectores satisface Z(p *) ≤ 0 (p*. la suma de los excesos de demanda serán iguales a cero en valor. x *) que es decir que. es decir 3 Nótese que. T (es decir que pξ i (p.TEOREMAS DEL PUNTO FIJO ⎧p* ∈ μ (z *) ⇒ pz * T ≤ p * z * T ⎫ 3 T (p*. el reemplazo de Z por Z’ tiene como único objetivo posibilitar la utilización del teorema del punto fijo de Kakutani. Al no haber producción. w i − w i i =1 m [ ( ) ] que es homogénea de grado cero en precios debido a que lo son las funciones de demanda individuales. De esta manera se ve que z* ∈ (− Ω ) . sabemos que si todos los consumidores gastan la totalidad de su ingreso. De este ejercicio de maximización obtenemos las funciones de demanda de cada consumidor. no existe exceso de demanda en ningún mercado. ζ(p) ⊂ Z. a pesar de haber tomado Z’ y no Z para definir el dominio y el codominio de la correspondencia ρ. Sin embargo se permite que haya un exceso de oferta de algún bien. quien dada una dotación inicial de bienes wi y el sistema de precios p maximiza su utilidad. Eduardo A. en un equilibrio walrasiano. entonces se tiene que existe un p* ∈ P tal que ζ (p *) ∩ (− Ω ) ≠ ∅ . Por otra parte. En este tipo de modelo el único tipo de agente económico existente es el consumidor. z *)∈ μ (z *) × ζ (p *) ⇒ ⎪ ⎨ ⎬ ⇒ pz * ≤ 0 para todo p ∈ P T ⎪ z* ∈ ζ (p *) ⇒ p * z * ≤ 0 ⎭ ⎩ Sea k uno de los primeros k enteros positivos y tómese el punto p ∈ P definido por pk = 1 ph = 0 h≠ k entonces obtenemos que z k * ≤ 0 . por definición.

. Z j (p )) ⎟ i =1 ⎝ ⎠ ∑ pi + ∑ max(0. . Entonces existe algún p* ∈ P tal que Z(p *) ≤ 0 . . Eduardo A. Z j (p *)) l j =1 i= 1. Demostración: Definimos la siguiente función g : P → P g i (p ) = pi + max(0. 2. Z i (p )) ⎟ = ∑ g i (p ) = ∑ ⎜ l ⎟ i =1 i =1 ⎜ 1 + ∑ max(0. 2... Existencia de equilibrios walrasianos en economías de intercambio puro4 Sea Z(p ) : P → ℜ l una función continua que satisface la ley de Walras.. g l (p )) pertenece al simplex P ya que para todo i= 1.. Z j (p )) l i =1 =1 Como P es compacto y convexo y g (p ) es continua en p definida para todo p ∈ P . cuando la sumatoria sea cero. Rodríguez 112 . . . Z i (p *)) l j =1 i= 1. Z i (p )) 1 + ∑ max(0. g 2 (p ). 375-377. pgs. … . l Multiplicando miembro a miembro por el denominador y multiplicando miembro a miembro por Z i (p *) queda pi * Z i (p *)∑ max(0. l 4 La demostración que se presenta a continuación se sigue de VARIAN. w ) − pw iT = 0 T T i =1 m [ ] A esta propiedad la llamamos Ley de Walras.ELEMENTOS DE TOPOLOGÍA pZ(p ) = ∑ pξ i (p. 2. Entonces podemos escribir: pi * = pi * + max(0. Además g (p ) = ( g1 (p ). l ⎛ ⎞ ⎜ ⎟ l l ⎜ pi + max(0. Z i (p )) i =1 i =1 l l 1 + ∑ max(0.. de acuerdo al teorema de punto fijo de Brower.. Z j (p *)) = Z i (p *)max(0. Z i (p *)) 1 + ∑ max(0. En el denominador aparece sumado el “1” para que.... g i (p ) quede definida. existe un vector p * tal que p* = g (p *) .. l Esta función es continua ya que Z(p ) y la función máximo son ambas continuas. Z j (p )) l j =1 i = 1. 2..

la igualdad no se cumpliría. por lo tanto queda ∑ Z (p *)max(0. entonces tenemos que ∑ Z (p *) p i i =1 l i =1 l i * = 0 .TEOREMAS DEL PUNTO FIJO Sumando miembro a miembro las n ecuaciones. tenemos l ⎤ ⎡ l ⎤ ⎡ l pi * Z i (p *)⎥ ⋅ ⎢∑ max(0. lo único que puede pasar es que todos los términos sean cero. Z (p *)) = 0 i i Esto quiere decir que cada uno de los términos es no-negativo ya que pueden tomar 2 solamente dos valores: [Z i (p *)] y 0.. Z j (p *))⎥ = ∑ Z i (p *)max(0.. lo cual puede ocurrir únicamente cuando Z i (p *) ≤ 0 i= 1. si algún término fuera estrictamente mayor a cero. Sin embargo. Por lo tanto. Z i (p *)) ⎢∑ ⎣ i =1 ⎦ ⎣ j =1 ⎦ i =1 Por Ley de Walras la suma de los valores de los excesos de demanda son nulos. l Eduardo A. . Rodríguez 113 .. 2.

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– DOMINGUEZ MURILLO. New York. G. • LANCASTER (1968): Mathematical Economics. • MUNKRES. • STEEN.BIBLIOGRAFÍA • AYALA GOMEZ. (1992): Análisis Microeconómico. 3ra. John Wiley & Sons. – QUINTERO TOSCANO. • BAUM. Dover Publications Inc. N. (1970): Teoría y problemas de topología general. V. (1975): Introductory Real Analysis. A. –YOUNG. • KELLEY. (2000): Topología. E. Buenos Aires. New York. Dover Publications Inc. Fonctions multivoques. – GREEN. Editorial Universitaria de Buenos Aires. J. A. New York. An Axiomatic Analysis Of Economic Equilibrium. Barcelona. Editorial Reverté. New York. D. Dover Publications Inc. New York. (1975): Introduction to Topology. Dover Publications Inc. (1964): Elements Of Point Set Topology. París. R. • DEBREU. 1991.. (1959): Introducción a la topología combinatoria. H. B. 1966. (1978): Counterexamples in Topology. (1965): Espaces topologiques. A. J. • FRECHET. • BERGE. G. Buenos Aires. L. • VARIAN. R. • KOLMOGOROV. Dover Publications Inc. Third Edition Dover Publications Inc. L. Madrid. S. 2ª edición. 1979. Mc Graw-Hill. 1997. New York. Prentice Hall. S. 1975. J. (1997): Elementos de la topología general. S. (1973): Análisis funcional. Dunod. Barcelona. • MAS-COLLEL. M. J. A. . – SEEBACH J. Editorial Universitaria de Buenos Aires. • HOCKING. Edición. Deuxième èdition. K. .1987. Madrid. 2002.FOMIN. • RUDIN. (1959): Theory Of Value. W. (1988) Topology. • LIPSCHUTZ. editor. J. . 1990. • MENDELSON. (1995): Microeconomic Theory. Oxford University Press. 1995. A. (1955): Topología general. M. Antoni Bosch. G. – WHINSTON.FAN. C. New York. Addison-Wesley Iberoamericana. New York. Serie de compendios Schaum. México.

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