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Unidad 10 Digestivo

El documento aborda la ulceración duodenal, destacando su prevalencia en hombres y factores de riesgo como el tabaquismo y la predisposición genética. Se menciona la importancia de la secreción ácida y la resistencia de la barrera mucosa en la patogénesis de la enfermedad. Además, se discuten los síntomas, diagnóstico y complicaciones asociadas a esta condición.
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Unidad 10 Digestivo

El documento aborda la ulceración duodenal, destacando su prevalencia en hombres y factores de riesgo como el tabaquismo y la predisposición genética. Se menciona la importancia de la secreción ácida y la resistencia de la barrera mucosa en la patogénesis de la enfermedad. Además, se discuten los síntomas, diagnóstico y complicaciones asociadas a esta condición.
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p;.fi'>p¿.l^cffit7du(3^[Link] cm\.de. diájhei¿ó;>^ÍOT.

4^ seÍocaIÍM éa,éi bulbo duodeiuil,


i.,gon ibaypr frecuencia en la pared anterior. S e da liiás ¿n hombres ¡que en mujeres 3:1 (boy igual por tabaco, ansiedad, ele)

:-Fa¿Bí¿.^Sáivós^

géqcis

:3:ííist3inin^(ma^ ccfulis,;4*oniafitt^^^ ProsUglañGluias'^;(in])iben la


.4;^Amtó íá Secrfeíón A(fjag?Ji[libprá;|^ totíjíaf:if(^^ ^f¿¿ ; secreción-Scidá^j'^^^^
íihét^isiiííís^defc^^^^ de la;

3 - T a b a c o (íetrasaia cicatrización por aumento d ? l a a a d e z y disminución


c^^'§^'^cai^Mt¿^(ld '-"íieíá nááSosa'
4 , AÍT^hbl (ffi ag^áas"d¿1ámüiib^)
5, Xái|itinas ^fédisponeñ^ ^''
6., Trastoraos psic»k)maticds (rio bien
7,,Pr¿¿[isp6sición genética (rió biiai esfablécidos) •
8..Grupo^an^;iiÍDeo''0"priocipalrnente • ' . . . .
t ZSi/ca.-

/
?\á.V.,.,seiisación de atravpsamiento entre el ombligo y «J jdfbjdes), nocturno{ÍQ-^t%\m
p ^ ' - d e r c c l i o , tarnbíén a h q i n b r p ,,„:!...,,..', : .^ • ..i. .' • • ' ,. :• .-
\-J)lauseás,,yó[Link].'Ñ -j,'.-,;:

rEndoscppif;,d¿'¿]eccÍOT. (igual-qtó^ Í M ' i;/': \>'^^ •;';;^^'-/-)V;rí'- ^, .Í;.;

' . Aneunsmá de A o descendente • ,^ '' .. v


;-Coij¿^/D<íycac/pÍJ¿j re/a/7V¿í;'ctrugía digé reciente, deücit ihinunitario, rñálfoTmaciones de íiípofariiigisfiSstciiosis
"esofágica'^ ..- r , \
." Qulmismo gástrico: por sonda, después de 12 hs de ayuno. Liüegó estimulo [Link]
y alores hlormaJes:-Pepsinógeno: 20-100 ng/rnl _ • ' , '
b •• . • -Gastrina: 20-130 pg/ml ' / i / «'
^iBiopsia: É £ d c i v ^ - ^ d / ^ uu, ólc/y-j» x i4j j ^ t ^ . jCÍL4-r2kX.S(. u-/2Í">(|t-iX3/AIO 3 * 1 ^ | i a u | - ÚwSiSüJjA
'\Piagnóstíco Dífaxacial: dispepsia, gastritis aguda, C a gástrico, enfermedades iñfiJtrativas o iiijfecdosas (Crolin, herpes,
citomegalo\'irus, parásitos), litiasis biliar; paricreatopatias v .
' '"Vf" !• • • • • '
; . S [ n d r o m e ulcerosi'o

/pvV • Lá'úlcéra''íiRplir^ é s el?'re5Ullado daatuf


Sdayyde;ía;acMd|d^p^^
.• a c i d o írñgySxi^te^Tji^^
..• A s i m i s m o , e x i s l c liria b u e n a cdírdijc-óri entre loiefic'acJá'á^ fa

•généranas úibéiras pépüdag s e tíesárrallañ'óijSndó 'se ühá'iálléracíón d e ió[Link]ós aérerisivos"


d e la. barrera rñucosá, é n g é n e r a i por l a iñfcécig^ ppr;2|y3)>^^ ménos^IréiSüénÍB^^
coii A I Ñ E ; drtunstanclás.éj^ la susceptibilidad'dé^iéTrnuóosVa j o s efectos léstvoS d e l acidó.

Secreción ácidá y aclMdad péptica .. .;ii";¿íri;^v4Í^:í!^-i^vií¿;a


• ^^^^jBs^ié^hdée-fános^^^^^^^ jóis-;iáclgrilé¿'cd'n.^lcera7dügd<ióá^bortio grupo présenlari' tina
s>cr^jgjffi^gjp:>gástnc'á[Link].^^^^ m á s ófoioncjoda
. que. Jos individuos sanos.- Esta;>hipfet?0ciieciónfide'^áGiij^

^. , ,-. - ^ ms:^cbfMom^
r e s i s t e n c i a , d e l a .barriera m u c q s a / r e n t e r a l a , actividad acidopéplica^ del J u g o gástrico y . s o n • Jaclores:
I'.,- rndeperidientéS e n i a palogeniá d e la enfermedad u l c e r o s a - J ^ :
t:' * ^ ' siijloniá [Link]écuente;de;ta ¿Icera:.^^^ E l cloiortipicp s e íóc el
•yv; éalgj5l£i6 y s u e l e d e s c r i b i r s e corrió ¿¿líbrl doloi'éorrosTvO ó sensación d o l o r o s a ] E l .dqlpr s u e l e
p r e s e n t a r ún [Link] r e l a c i q a a d i L c Q n la i n g e s t a . ' R a f a s [Link]áréce [Link] .cjesayüño, sino q u e
;t s u e l e h a c e r l o entre 1 y 3 i^s des£yé¿deJa^CDjiüí35s y, por lo oeriei-aljicbdé ¿o.nJa_ip.qesla d é a l i i f e n t o s ó ' '.•
-.'.-•'••'con a l c a l i n o s . E l 5 0 - 8 8 % d e ' l o s p a c i e n t e s refiereiS^dolor n o c t u r n o . ' Én.íb'mavQrfa dé to^':ca505.Íá u ' •*
•''•.•-•<fSplica s i g u e ' u n c u r s o crónico recidivanle c o n ' brofe¿---sinÍorrf3tjy5^dé-'v^^
>^:«=-tneñ[Link] una_¿lara rélad¿(r_eslacignallprsferBnTerfiéñte-pri y'^olGÜei.-.feSvicío^f^
.¿'espontáneá^^^^^^ n^éáés.o a n o s . ' • L a ánofexta"y Í £ ( - f ! ^ ¿ d ¿ d ^ é í s b rjo s o n
infi^eüprilBSi^y sólo-el ¿d'Í4'tíeio§^p^a¿í^^ ülcera-^áuodenat rélíte^ren^ del apelllo. Las^éttseos
'/.'y l o s vomitóá puéde'ri'presehiáfse'éff^atfsena A^éfiudw'^fS^fábifeñles renerefi'ólr
• j ' s i r i t o r t i a ? dispépticos, g o m o e r u c t o s ; dislftnsióri . a b d p n i i ' n a l ; i n l ^ ^ Aunque esla
:.. .sintomalología p u e d e c d r i s t i l í j i r u r i c i J M r d ^ ^ dólp^•sóñTné'SjíéariQasy
;:^-.friuchós'; Rédenles: rertéreri ' c á r í i c t ó i s i i é i á ¿ - % í i i i e y ^ ^ « ^ -
. « p r e s e n t á n d o s e l.a e n f e m i e d a d [Link].a![Link].':Esla.s!tU no "es Infirecuenle e n Ibs p a c i e n t e s d e • V
Ji^ edadíavárizatía"y-eriMdS^^ i-jú^ii^ítí-fi^•,• • ••• < ."• t;.-

•• . afeccloh!reiáÍWári^í^nift heríiijna.^^ [Link]éní¿o recÍdiVariÍe-¿oiT¿r^t^^o^

i.--
'Y/
,"si' -

perforación y: sü'Iriíadéftó e n el 2 % c J e i o d a s 3 a s " u l c e r a s ,


- siendO;gJ•,9O%^dgB0^ V. '.
. •; yEn¡\a0iiyoíj^-á^¡ps^jilciéntés'ton eileiiosiá^ilórieá-exisléfTantec^lenles de;^píor^a§•ulcerosos

f^p,3jBl,JaLcafe^^^^ efe una/cótriida p-W^yor d é 2 0 9 Orj,^áaspüés [Link]á


^^'•^éllífsídüó ^asjTriS^^^ Já' £!"fflja¿cópja"'"plrifilti^^estábléEert^'cií^tíiásticó étiói
lipüStfyjgciSijfe

- S m d r d•orne
f t l diarreico'jí: " ' • ' . ' r ; ; ^ v . ! v ^ " V " ?;:n- ^tí;--.

Lá;^d1arre3^ i- esiUFiC^émá q u e r e v e l a u n a álleradon. fisipoaiojogica ¿e^n¿^^¿v^^¿J^^^^.¡.úe\


inteslinp' ^ i^,oji},díSsM9a:?>^P^^'Ó0oí^^ V e n .ultimo lérminq iKdÍpa un t r 4 ^ 5 5 S l á [ e l
j n a l a e aguay-éiectrsiJÍSS. P o r e | l p , p a r a pornprendér sü[Link]ííos eá^iTíu^
repasar'prjg^fámérite lia íisipipgía deí transporté ^Idioeléc^ií[Link]-([Link](psÍlno.ií(wmal.-.
.. •: t;;<i^^^íá^ES§¡b-..se-.éefms c o m o el ¿umentov d e v o l u m e n , {iuidez ó fre(;ug|^¿ia las [Link] e n •
:' relajaéftgah e l hátjiio'ifttestingl nortnal d e c a d a individuó. " • '

físiopMbíb^á, .... . ..,; . ^-íi. •


. L o s m e c a n i s m o s fisiópalológicos q u e explican l a aparicíóii d e diarrpa^sbíii [Link]^iiertlfiir^^^
( a ^ la'-présenciáj-ile J s o l H l Q S f t t f ^ pnjyHzJn^esliííal./i?//^ -
^sdrml^i^a;dé^igiieg0ia^s^ fesi^^tones^mtBStiail^ .
[Link]íalg¿gtfg¿fé^ ,
(a^ Diarrea osmótica
a osmótica :: ^ . • ¡'.
Síe
e p•r o d'u c e c u a n d o e x i s t e un^éxqesq solutos no. á[Link] [Link]ñiblés Q U R rñtiñnan a g u a ;
:é'en : inlestiháÚ^Eri' ésfaS' circunslandas^íia présiórif oSirióticay^é!? la- iu¿vlnitestÍrtalf!esriS;UperiiáB:'átla;aij,i^^
l a . luz

. D e s d e étlpíiritoVde.'vista elínipoia digiréa osmótica j ¡ e " c a r a p i e f i z a " p o r ( ^ ^ ^ '


cuándo s e s u i p e r t d e i a i n g e s t a d e l sblütg n p a b s o r b j b l e x S ^ I . v o l u m e n d e j a s heces e s gérieralmentejnferfo ;:¡
a 1 t7díáj:g>á diférericiá érit'reíá ósmólandad^^f^^^

@D/ar7iBaexucíafíva' .
• vi%iati^Máa^iiS.i^i^E^
y p u s , d o n ío^qüiiáümiñtart el V « l ^ ^ ' "

-.- f,;- - Vj. La:'diarre¿ s e c r e t o r a .sé'piroJucétpQf: uí^á_jribÍM p6.r üó estfriiijí&Se^fá "' '
...V|sécré¿ión;-jbié¿tjñali^ felfit^ilois^'Aunáüe ^dlrljrirlB*^
procedimientos,objetivos ppra-dem^ el'origen-motor-delsíndrome diarreico, éste s e establece •
. •• fundamentáínn|rite::pbfj^ I.CÍ.-:v\L4,^A;.Lr.¿^.v; •.. i . .
. Ciá'diarreamotór^a • " -

I . ! .• d e l tiempo d e contactp^"en!r& el cpinlenido j n U i a l ú n i i i ^ j ^ • d e m a n era qíié el c b l o r i ' r e c i b e .

• |í S/acaarníentót'jtj^^ o
f; copio élfslñúrq^í^^ el síndrome í ppscqlecisteclomía,-. l a ••
djáj3ét^s'lmej|itiÍ^^ -•- j-esecciófi ilébeólicá y .por i ' :
'• tóalábsqrción, de-ác¡doÍ5'biljai^s'¿%''-^• ^'Í'^--jS-'^\j^'-^fir-íVr^^^.-^'juisii •:hit::~i'i:'\:-ú^':'^ •"
(^Reducción del^en'slalfí^iájnfestíqa^^^^ apelación B e sobi'ecrecimieñto b a d e i i a n o . e i c u a l , a .
s u vez¡í;púfeaéidésgrié^3en|hd
l a esderódermíá, laí diabetes'ni'éllitu's y e n el"smdidmajt¿s¿.ud.0^^^^ iáleStigaL •

pbrriJÉJÍéníSritSnSá ;riW(3^sÍJÍasS^"níadá4^ 4ií-e^: vista iíprátSfco'ij^súltai'ú^ ,


- d a a f i c á r li^[Link]
^ » ^ - - - ^ -ei^^t/¿/3)^düfác!óri'i^^ á':.243 s&riiánasV; ó .(:^Qftza!^dur|idpn';?MPeri^^ " " - ;•
- .\arrea,ci.6
- b a r ^ d é i ^ ^ ^ ^ l . Lá g f á b T O
/ tón^^MnJaxí^S^ vezáis riécesariareán¿á£^
i • dpifipíéjlst^if?^
.generalícente"és-nécé$árió ét^stüdid]bn ^rofüpíHí[Link], d e l padeótb. i,ós d a t o s clÍF»ippg,qMé;d^b'|^^^^^
dé:f(3mná:dingi^áV:RM^ ^JSÍUienles^iíís,^^ V - c,

n de gran^^yuda parg;

Las, d i a r r e a s que t i e n e n s u oriden-en elCcoten fzao/erag;guelen s e r d e feajgjfolujiLen. En jegtos ? a $ o s e s


f i e c u e n t e . l a a s b d a c i ó n d e _ t f i Q S ^ p " r ^ a l y dpIgiLabdtomiqaUpEalizadP p r e f e r e i f C T i m e r e f l e l I b l c K ^ a s l w ^
fosaTlíácaJiquie^^^ '

d,erecha.
L a s - d i a t r e a s ^ ^ i ^ g ^ o <r6Gid"ivárile> que^ p o m i e n z a n a n t e s - d e l o s 4 0 años d e e d a d s i n ,deterlQr©.d.e|
; estaaó.:áenéral del pácienté.sueien tárier u n ' o r i q s f i f t m d Q n a l . ^
• f,. P p f et cpritrárip;L¿kandp,el s í n d r o ^ ^
t!. "é¿ititJv:brQb'á[Link]:un o r o e r i ofqa^^^ - ; , . ...
i^. •, yLátaiáfrfeá- d ^ . áT5MÍ.Ri"pn." a s p c i a r s e a p r o c e s o s -de caJ^crteF: oi^ánlcp.'i perb .'im • .¿s.t'é.n C
^ •^-báplutq i^ri d a t o cíínicpespecífico;: A l g u n o s paiPÍentes éon síndrome d e l irit^stipbJj^tabjejq^ gijéljitus:,'

orgánico d é iá díárréjá.; .. . 7 - - - ^ i v ^ í, .•
-" ,. L a p r e s e n c i a d e s a n g r e r n e z c l a d a c o n l a s Tiéties i n d i c a lesión, d.P ía triucbsai iritestinal. bien dé,bafáqter ' •
inflamatorio; bien t u m o f a L • • • ' '-^ k:K'ii¡TS: ^n--
• Éri pacientes.;de. e d a d a v a n z a d a .la asociación dé dolor a b d o m i n a l aqiido c o n diarrea s a n g u i n o l e n t a '
s u g i e r e , uria enteritis isgüiárñica: ^; ' , ' •
Relación con:éliméntos:: Debe [Link]élém 'l;
d i a r r e a c o n lajngestá de;alinníertlosj;£rtilant)in;gdfe^^^^ wV;'^-:' ^s-'iíí^.^^w^V^ v i í í ; /.^¿ii-!:;.
L a aj3jrip'ón d e d i a r r e a a g u d a q u e - a f e ^ a simültáiiéaménté a várjos indivídiio^ t r a s una_;;conj|.dá's^^

(Sj)AntécÉüÉñfá0l

bácteHaFÍas:V^cdfi^fre(^ért@a^^ _ . r--;:--r ,„-


^^~^a1c¡¡sti^t>$fyt\6^¡^^^ iá flkttiíeh&i0 y 'ló¿''¿idc6df/Qgíos a d:i¿.í^grigritjfgi#

""ig-Clná 'histdüa preyia^'dé'^a/t&si-^'feáciáAjis-''récürninles'i^puede;-'ser- índíca^^ •


en^jH^edaddteJSojlJBJLyBd^^
- ' La" ésí?óriéilln$^jiwd
.Eliéntúñoácteríciá^é refiere kiapiqmÁnVarjáti amáriJIenl ¿de; ía_2ieh la esclerótica V l a s mnpnga'; .
prpdücidaá'pof^dh;áXiitienü^:de bilifrtibiiiifeséridáVfhíp^ Ü3)Íf'Débidó:'á'(qué.lá icléri^ sighd

mucosas.

r£Q9dá.;dfa-^sé pro aproXírri^dánj¿:nte.:-4;!^ " " I mavorDarte..(Bb.-a 8 5 .

lineal irisólubie en ;^gíiá. Üná proiiprcjónvnienór de'.bilífrubina (15' á'20%)í5é dériya d g i l ^


nriédula¿p5ga;^déá cét^
h^oprpteínas pred¿i^^ .
• . • Tl^Íimlhiriff--n>terairiá':^^
reversible a l a albümiria.y fínetabóiismó:,liepátieó^^
'1) p o n i u g i g i M i - b ^ S ^ ^ c í ó h enla.t^iéULa;capÍaciQhje5;i-^erabl^/y:ja
ié alBáírñiná.^,%t?Ílími^ iPractipameiní^ ,
"V|á •bilis, "ti^p, óbstaritey-está rnoiééülá^ á^^^ llpjdos-yatraylesa.:eo^^^
facnidátí
:ilidád l a bafrecá.tífiíiiálóéricefáilca.v:ia |^laócfen!íá;v''''y^Á^^'' V ; í í > 5 ' - - ' , '• v.u- •
idro§plwbi^,y;pc?r.|p4^ -capaz d e
serí ¿^ckjd^f^ticurori b)|irrijl3ina. s e

ai rétictílb-ifigap^ ¿gJVjGtifpiMÓPj. l-á; bilfcrubirig j c p - —


i
;':;'ge|brffíán é o p ; r ; | f i c u Í o ^ n d o 3 l ^ ^
¿i-
Veq üi^taMésdé-losvheL, ,
rLritiémeiitgTipiaá a { a albúnflüá qué eÍ;'pigmehlb;riQ cpntiugado., póf lo q u e s O l t f g cgg^dM
glúrhémiP ápáfeCe éri l a orina cuándo a u m e n t a d 1ós''niviMéspÍásrñál^^
y ápáfece
qlúrriériJIó .y nó-se
. exb'réta^éri•''\áionna; E n los, casos-de •hiperbllinvbiriemig,..conjugada sostenida (poc ej.eÍT!]3lo. .iptencia

•; pdi^/accióri .tíácleriaria iDlestjrtáren tetrajairreíes iriCDlofos .denominados ttfobilíKódérijég,• i j a ^ ^ ^ ^ . ,


- •urobilinóQenoes reabsorbido y sometido a^cifculadón enterobépatíca; ^excrelá[Link]'uria ¡aaft^^^^^ •
- Así.~Tarítg..la exoFgcion hépátocelular üteradá c o m o lá^ e x c e s i v a proétpccipri .fje b(linruí5iF|a'•có|idúj:B-n;"'ár
á a m e n t o d e u r o b i l i n M f i D i i e n l a orina..,.; -

77pos de iQtencia
~ U p p r i m e r p a s o Jogico en el estudio, d e un-^paciente j d e r i c p P S fleterminar S ! se. trata de una
hiperbIlunTibineriiia 'ppnjugada p - n o c o n j u g a d a L a puestion suerte resaíverse f a a l m s p t e , midiendo la
">jTlírnjbiriar.,.etLJÜ3-Dona ¿Sxia;sta^es_yosiUva,jPXi5teJiiperbilirrubinemla conjugada que se cGnfirrna con el
- < ^ a l l a z g o en£l.suer6?e máVde u n £ 0 - % de-biTtn-ubina conjugada ^ '

- fBntre losmiecansmo^ que comnbvyeii predominantemente a l^^^^^^rubinetrii^^^^icnjugada)se


encuentran
« e x c e s o d e producción • r „• ..• -i . ;
t P d i s m i n u c i o n d e la captación h B p a [ l e a ^ • .••^.r; , . .-. . . . • , >
<5 disminución de l a conjugación. •• — „—•. —
Entre los mecanismos que deteminari, l^j^ií^hitirní[Link]^, conjugábase cuentan:
« d e f e d o e n la.sécrécícntiepalocélularde biiinrubiriáV^^ • v; • • - • í T ^ r ••
p d b s l h J c c i o n fiíecariics - -^ los it^nduclosibiliares-exlrahepáticós p r i n d p a l e

vsi-*
D e j a n d o a un lado i a liemóllsis y e n f e r m e d a d e s r a r a s como el. síndrónrie' d e ' Crigjer-Najjar _
(conjugación distninuída o i n e x i s l e n l e ) y . e l síndrorne d e O u b i n i J o h n s o n (excrtedón hepalppelu|ac ~v~
« d e bilihtJbina), Jo.Sídefeclps e n l a y i a d e - la producción ,de,bilÍiTubina hasta .P,''bdy9?n"',.v

la superviv'ertcii^e'lós henrialies^jublo- conilaralieratáón dévlástrpíiiasesidél íránspddé'y pl^fhéiabolisFT^^


la biüraibina hepálbcelular.

) Pmducctón excesiva .J ......i-,,-^-r^...^^


OHiefn^Üsis~DÓr d i v e r s a s c a u s a s p u e d e c o n d u d r a u n a proclüpdón d e billtplbip^ . s u f i s e n l e c o m o ,

"iiipégaiírrubinsibtá "nó ciaofaq^^ _ ^ . . .


halt^^gpinddéntaídeiabpi^aitaTlp, A l o ^ r é e é r : éimécaiúmo micfuyé aytaentp d e producciori; dráíTiiñudóri d e > :
la ^ p l a c i ó n . V corijujfetdág aU^ei^á t t g biJiripubtha. tpdtjf'-ellb en-gilidp'v!OTéÓlei;5pg ^' '•
freciíéncia s e a'socfán "síñtpmW s a s t r o i n t e s t ' t e s - inéspecjhcós :y faCga. a^iaq^e [Link];4d,eíiJi1.á£!^^^ •
lotájrffente' S e n l ^ V . ' É f - d i a g n p s B c t í ^ ^ e ' lá existgñcia d g hipsitillrrubinantiai^no^conjagiadafeó^
enziíiwás tiepáticasr noiTnirifes y aijsfertcia é é hernáií^.s n i á ^ ^ ^ a btcosla hepática és-stémpfe-nomfal. y - * . ' ^ -
rara vsez, s i e s q ü b alguna,* é&tálitóicáda para ii^nn v •,. • -

2- Ictericia con l^érpúiirvbinetriia e o n j ó g i ^ á ' k . - W Í ; / : .(/-OJVÍÍ:; . .

. C a s i n u n c a - e s ' d i f i d l détennlnar la p a u s a d é u p a hiperbilirrubinemia ,eon}ggid|;^<fp^^^^^^^^ .


mayót- diflcüitgd ' á j .evatuar,' úha id;Eriá> e ^ á la; diferendádóñ • eptre u n d e f e c t o ' d e l a ;'iei«i:féGión

que^toBas i s s c a r á d e r i s U c a s d e la c o l e s f a ^
$k r--#?^ • V V E s f a \qaí égoría • ^patoáéníi

' inté[Link].iá r . n g j a s j f e S f a s e s iciél méVáboiismó^h'eDatico' d e [ a " b i j i r r u a r i a ' L a


, exCT^cíoritfcju^ "limitante'déP p r p c e s b , s u e l e s e r lalrtJás ^aféptádá,; ló" qpé" dá ' l u g a r a "uña
": hiP8rbilirmfainfeÍTTÍá^^ cbrijugadá.j l.a,ictencfáj(5ijé^ ag"uda,'to
Cülr-nb-iiéíí^^^^^^ p V r el•pó'nirario, e r i g í a " h ^ a i b g a ^ í a j b ^ ja icléricáa e s ' L ' n . l i g h o ' q u e
.. /líbele, c o p é ^ ^

|- ^ ^ - ; ^ b s í H i g ^ . . . . ' ••''^Í;';'.;- '^r'


• " ta;*oia^njccLÓj^ d e Ip? cbüdUbtPs billares Pxlráhepáíi¿os p u e d e d e n y a r é p ' d e ' - '
d i v e r s a s ;(^[Link].tálé[Link]:caÍGutos""pTO del páncreas, t u m o r e s de.-los
; cq0ducj¿¿j¿ilg¿es, e^ttg^hgmí&Qtg^je^lQS c p ^ ^ ^ btjiates y psJQgreáititis cronicá c o n compresíoff^eTps
c o n d u c t o s biliares, l a ' obstrucción c o n l p I e t a r T i híperbilir'riiblnemia conjugada e s notable, y ¿j'elé .
estattilizarse .entre 3 0 y 4 0 m g ^ d L ^ a u s e n c i a d e fallo ranal, lesión h e p a t o c e l u l a r o infección dentro d e l o s
c o n d u c i o s b i l i a r e s r T T ^ S t D m o s ^ u e ^ p u e d e n existir previamente o d e s a r r o l l a r s e e n el t r a n s c u r s o d e la
. obstrucción jnecánica. L a s i i e c e s p u e d e n l o m a r un eglor a r c i l l o s o . c o m o resultado d e la i n c a p a c i d a d d e la
b1iis.;f)ará e n t r a r . e n elflolestino. Én la obstrucciijn parcial la ictericia p u e d e s e r ligera o incluso e s t a r a u s e n t e ,
' ''•"vha'cÍBndósé Visible c u a n d o l a obstrucción s e pomplíca c o n la infecdón d e los c o n d u c t o s .

Examen de tm [Link] síndrome ictérico


. L l n a l j i s l o r i a clínica y u n e x a m e n fí-;ico c y j d a d o s o s s o n d e importancia íundamenial para la obtención
- j é d a t o s s p b r é la nalurale¿á y las causí.£ di? l a ictericia. D e b e diferenciarse la v e r d a d e r a i d e r i e i a d e la
ggiJdo/cfericf'a, c o n s i s t e n t e e n un color amarillento qú© adquiere lá pial e n individuos que c o n s u m e n
atüflOanié^erité 'álirriénlos ricos en c a r o t e n o s ; en e s t o s c a s o s , sín erribargp, el color [Link] no siparece
én fas esderóticas, á diferencia d e lo q u e ocurre .eri la ictericia v e r d a d e r a . U n a - h i s l o r i a d e otlna d d ' c o i o r

•' "•JmacpSí^[Link]^ « ^ o m i n á ! fecuri-énf^ xiáu^ás


-^tjEálGüíóÍs)íéibÍQ.^e^^ lasespá)da:3a;cprii^añ[Link] péidjda .de peso y :,d^t.é.psipg;^

fosfátás'á áicalina s u e l e n d o W a r o tripiícarjb riormaí. P o r él contrario, uriá.plevaGiónsíiperior a l ú j ó Í 5 v e c e §


d e l a s - I r a r i s a m i n a s a s séricas indica . e n f e n n e d a d , hepatocelular. P u e d e n resgltar ú t i l e s l a s p r p e b a s
serológicas p a r a la hepatitis, mientras Cjué Ips áutQantícué.Fpps p u e d e n t e n e r v a l o r diagnóstico s i s o n
fuérteriiehlé positivos, c o m o e s el c a s b d e í anticuerpo ániifnitoeoridriaí [Link]Íla)Lpdinaria.
. t á 'évaluaclóri ciinica y las p r u e b a s - d e iabóralprió; iiilínárias . s i ^ ^ causa de
ictericia hastá'en e l : 8 5 d e l o s c a s o s . N o obstante, a m e n u d o s e nécesilah procisdimientos diagnósticos
m á s sofislicadós p a r a d e l e m i i n a i - l a c a u s a , e n e s p e c i a l s i la ictericia colestálica e s intrahepáuca o oepjaá a-••r'W'j|;¡í|j?.
obstrucción exirahepatíca. "••••^^:')
V

i'; i n v a s i v o s ;

d e l e n T i i n a r i r ' c a Í i 6 r ^ - . y e } M s ^ ¡ Ñ ' ^ ^ - ^ 9 F ^ M l ^ ^ ^ á p ^ . ; L ' S ^ I " ' r


compuládai p r e h r i é n d ó s é r g e o b ^ c o s t o : / a Ig a u s e n c i a ; (|e^radiatí|!Íí
También'pü'éíiéií'óbíenei^^^^ ifelijá"triédfóf fiísiás' iiiicibriáles denniÜvas, t a l e s '¿ornó la"'ptf ségda^^^^ , , ; _
. c á l c u l o s e n :el..conducto^colédogQ--c>:enJa^^r:?^^EfeffiaojMa^gij^ l a , ^ u a ] i z a d o f t ^ p p n ^ :.

quirúrgicaisi se'olD'sérvá.dilatációri d e ¡ás víastJiíiares intra'y'ai^b-aTiepBticás) d¿;uria ¡clerícía-niádiGá(aj^^^gi:


<?iasbil|ar)B§inti<íV.e^!^e^ '

' • • • • • •'•

^ ^ A.

•i
i P R U E B A S HEPATICAS
pV:;'Pniebas n o funcionales: [Link] alcalina: gammaglutanuJtranspeptidasa (solo-indican-lesión
^ . j i ^ á t o b l l i a r ) •. • • • .,^ >;:.:^Ki.í;-í;'r:Sv;i..í'
^•'^-f'ruebas füneionalesibiliirubinai excreción de colorantes', galactosa y ácidos biliares (analizan una. o ; v a n a s
•g^ funciones casi e x c l u s i v a s d e l parenquima hepático) . - ^ V*VÍ.Í'.^;;'.Í,;

. .[Link]íípara-:; a / e s t a b l e o r n si existe o no .alteracionicnvel-hígado; •bjl-deííniria riaturaleza y,^^^


etíologia de l a enfermedad hepática, V establecer s u gravedad y pronostico.

r -Valores normales Í
^ " - b i l i n u b i n e m i a total inferior a 1 mg/dL
-bilinrübma conjugada inferior a 0,4. jng/dL i
I C T E R I G I A i : j , c o l o r a c i o n i a m a n l l c n . t a de piel, [Link]éleróticaporaumento de.ía bilirrubma conjugadaoíio
: ' v ^ m j (+ Üc'Smg/dl) 1
l ) C o n a u m e n t o de l a b i h r r u h i n a J\'o C o n j u g a d a . " --"1 -
• produce - A c o l u r i a ( l a B, no C N O filtra por nñon) ^,
H : - P l e i o c r o r a i a 7 7 j e c e j hipercoloreadax) por .inJiAbición d.e la C i r c u l a o o n Enterobeijaticsi, [Link]..;, . i - ,
||í;' ) que no se reabsorbe l a B b b r t , V s e e b i r u n a e n hctses
p • > prehepática; aumento de la producción<Iicrnolísis),' aUeracion '-i^^^^^
% { J •' •-- delacaptaciÓTiytransportííiTitrahcpatocitanp:.dc*lai;:a!í-ví' ^t
p • bilirrubjna,stcueladehepatiUs\mca _
;': > hepática;-(>;o;f^éní/a.'-defecto;ep:la captación intrabcpáticaíde;^:
.| .[Link]). .. .
^ . 'defecto de-la conjugacipn de H b l i b r t c o n e l
•i; • A a d o g l u c u r o T i i p o . ( S d O n g g l s r - r N a j a r ) •:.
-Adquiridas: por virus, fispiroquetas, bacterias o tóxicos
2)Con aumento déla [Link]!
1
/3róc?iJce.--Coluria ( l a B-. C . S I filtra por riñóti),.
g7-'T?;[Link].'
-Aco\isí.(heceihipocoloreadas)
> P o s t h c p a t i c ^ ó O b s t r u c t i v a : trastornos de la excreción. .
i; 1 intrakepáiica ( e n el i n t del parénqüírna, pero en la vía biliar)
Ij..- cffitícií> conge/iftoí:-defecto e n e l transporte dc.-la B . - '
I' . conjugada desde el hepatocito a l a sangre:
. S d Dqbiti JhonsOn, cpf. de R o t o r
-áííywríí/íf; .hepatitis v i n c a , cnibara^o o fármacos,, .•
ciiT0sisbüiarpnrn3na-.L;:..v-\.'i'.:>^
^'exirahepatíca /'.labihajpnncjpalmcntejobstruccjon d e l a v i a
b i l i a r que produce uií.Sd*coledoc\anQ<pnii?ta. nauseas, Valores Norraalcs
• .'íJiíKÓmitofbépatojinegaliafdoJorflfiebre),, .. • : .-, . ,. Bilirrijbina 0 , r í 0,4
o c a u M í -cgwgení/aj'-[Link] l<t vía biliar . Conjygada
j^uiijtijjtma [ ^ ^ |
- B i l ' r T u b i n ^ no 0,5 a 1
compt£íiDiiexírtiíseca -v Conjugada '
FACIES -FJavmica :(prehepatitas) Átnari'loJ'^nrado
-Rubmica (}iepatica) Amarillo Naranja.: .. •.:•<••.• BilirrubinaTotal • H a s t a .2 •
•- Verdinica '{pos/-hepaiicaJJmarillo V^rde.-^colesfasis por.,
;. [Link],.,.rr.,>,.. r.,:~
13)AuTnento d e B i f i r r u b m e i n i a total se alteran sin,iultaneam?nte v a n o s - ^
d e Tos m e c a n i s m o s d e l metabolismo d e J a [Link].j;lintenoLdel
• hcpatocito. C a w j n i - h c p a h t i s , cirrosis ',í..-:r : , .-
* 5 ' t / S J C 7 í i ? i C M : solo en esclerótica ., .-^ •;, ...r;. ;
*SEUDOÍCTEIUCLÁ: solo en piel, por sustancias que colorean la piel; [Link] p i c i i c o y Caroteno (zanahoria, batata,
tomate) '•.:,-,>:• .' T .v;

O - - r
L a F'<CLV.tígiiK;.:yiaríbí^ inteitiribV;buesols,;(tam su Ainción es
intervenir.éh ei tiaflspóité .' • , . . '
Causaídeatumenla;-;. ' ' ¡ > ^..,..Í. . ,„,.,: , i
: > \: crepjmieñtó (por Já acüvfáad. osteoblástiea eri'el hueso) y et ériibarazxj,' sobré, todo en el tersen
í. j . trimestre ( p o r F A l de origen placéniario) • '^4- .,.;,pif:¿j¡.^
'.iJ. > ! PatoJógStas: obstEueGión b i l i v intcahcpáífca q extrahepátic^proéesó hepático infiitratjvo o-"de:'-;naíiirglej^ >
^ •' gjanúJoínaíGsa. V- • >-;^/-- . i - - - • > • • • • . • . - • • •; " . \'-^f^V"*=Í^'5Í^?^rr
L o 5 valortsséricós depeodéádci método [ I . S - H Í King-Arastroqg 1Í.0T7,1 B o d a n s k y ; 0,774;() Kieiri;,I^eáái'iabsó^^^

"Aqiilása 60al20 -lO/'n-f

. - GPT 7 a 3 3 . VA.,\7/^(
FAL Hasta200 'hi]¡^\\
L a lícpaliiis vírica agudaxs uiia ciifcnncdad infecciosa del Itigado causada por disiinios v i n i s y caracterizada
•• por uccirosis hepatocelular e iuflainación. E l cuadro clinico y. las lesiones liisiolóf>icas causadas por los
difcremes agciucs eliclógicos son práciicaniciue idcniicos, aunque existen algunas diferencias en cl pcnodo
de Incubación y én l a wolución y, sobre iodo, en la presencia de sangre de aniígenos víricos y d.c anticuerpos • 1 •
dirigidos contra ellos.- • - • . • : -

V i r u s d e la hepatitis y s i i s características m a s ¡Qnportantes..

Su conocen e n 1» aciiudidad 5 lipos íiiolójilcos d e liejtaiilis vírica causada por virus licisitou-opos: hci»lilis A, liciJaliiis B ,
iicpatilisIJCJcluXlwiwülisCylwiialilisl-([Link]). .

R e s p u e s t a serológica a la infección. • ' '

^ V^s^j^gjiejPaffe-.^..'. ^

^ - , - i : n las [icrsoiuis inll-cUidjis, prulsililiuicini: áulis ilo la ujiarición do ioSj¡íinonm, s e disainüllan anticuerpos cuiilra d

1 lAAs(anli-VllA) lie clai-igM y de dase )gü (11^.2.113]. ' ' ••

:i3es|)UL%de l a inlcccióa |»r el VI111 aparccai e n l a sangre, durante el iierióJu d e iiicubaeió». 1 llisXa. HlieAj!. PNÁdcl
. Vlüj V actividad DNA-polim¿rasa. ' * \

Los riiulós de ¿stos marcadores víricos auineiiuui progresivainenfe hasta la aparición de los síntoajas y la elevaciouíle Jas
irausaniinasas, para lúego'.dccaer. Nunca s e delecui [Link] libre ¿i\, puesto que está rccuhierto por la envoltura
iúel 1113sAg ( f i t 2.114). £s imponaiileeiiteiiderd p<aií)do de venlmraque K '. '

ha infección delta puede ocurrir en dos circunslmicius disliulas:

• a) inictción simultánea por VIU3 y V H D en un individuo que uo había tenido preiiauiente couüicuj alguno con el
VJllJCcoinlecciónXy

• • i , ' •. .bj iulección delta en un portador de HBsAg (sobreiufección).

•H E n ambos casos se sumarán los cambios serológicos propios de la he)»titis l) con los propios de la iulccción delui (lig.
:.2.,l;!0) y 01^.2.117). •. • • • •.

Kn l a acimilidad s e dis-jx^nede eiudnioinunutounálisisparu ideiitiJícurcn e l suero ujutcucrpos eunu-a proteínas del virus de
!u lie]»ililis C . listos- anticuerpos ajurecai después del inicio de l a liefulitis aguda .|>ersisteii en uxios lus jtacientes que
evolucionan a la croiiicitlad, ntiuiUas que acalüii |>ur desujMirecer lias un tiein))0 variable, en pi-omt^iu.a los3 mV)S, tut los
' casos que curaiL Sü detección s-ueleinter|>retarse como evidencia de inlcccióii activa cuando se asocia a elevación de las
• v...>í..[Link]«Jo ¿suis-SDunohiialesnopehiúiedistinguir.íulreüiljioiióujictira o pasada, l'araello puederecurruí!^*'j•
a la determinación del líN.A del V H G en el suero. • • • > , j

I^-'ET- Muyí recientemenle-se han prcparudo reactivos p a r a ta dL'ícniiiiiytrión •íle'aíiticueqws coiura este viru.-;, que se cncuüiilrañ^i':"^
•. en lase de ewlnaciói). Su utilidad en l a prúeiica clin-'ca no se ha csUibíeiñ^

• Epidemiología d é l a hepatitis vírica.

Ver cuadro general para los distintos virus. . '

C u a d r o clínico.

La e.\presión clínica de la hepatitis vírica aguda es muy variada, sin díjt^eneias es|>ecíl'ieas atribuibles al ti}X>-de virus
causid. l i l curso cUnico de lu eiUennedud en su lumia eoinúui consta de cuatro ixaiodos: incubación, .prodruiiíos, estado y
eunvaleceiicia. .

^iibiieiSiQSSu^fiisSl'íé
es el iutén'alo aitre lu. exposición al vints y .hi uj^irición de los primeros síjuomas. Varía según el u;.ieutc ctiplóglcu (ta)>ln
2.'K) y, proliahlenieine,jiegÚM la caiuidad de viriones del inóiíulo, aconándqse cuai¡to uuijw es lisiá.

comprende e l tiempo <a! e l que e l pacíano ^iresenla sintonm; antes de l a aiMrieión de i c t e n d a . Por lo coinúii su duradóu
o - d e 3-5 días, ¡X-TO j j u c i e durar varias seniaiuis o incluso nú esliu- presente; E n general, e l p a c i e n t e se encuentra caiisádp,
inapeteiae, c o n nitoieraiieia a h i «rasa y pérdida de s u capacidad olfatoria, q u e e n l o s fumadores cpailicipüa. m\
inapetencia p o r d tabacq. A veces.l\av'i¿u¿eas y vómitos. Mudios p a c i e m e s refieren dolor e n "el hiixjcOriifaio derecho.

1-1 diagnóstico de hepatitis rahi vez se sospecha liasta que 3 ixíciáué ot¿en'a* tiii cambio ¿e coíoracióude [Link],.que
:i^uiere un tono oscuro parecido al de la Coca-Cola, así como cierta 'decolbmciqu de las heces. Por ¿¡ta razón no se
crcclüa cj (li.i<mó.<:tica cri lá ma\-oria lic las h q K i l i t i s anicloioás. Cuándo apanxv: la-itlcrida, cl pacicnlc [Link],
pnradñjicamcntc rocior; jTi <|0C desaparecen la mayoiria de los sinlomas prerienics duRinlc d periodo prndrñmiar. s i n
anKirgo. n c n a r f a i la a.-atJiia-Y [Link]. L a inlcnsi'dnd de .ictericia es XTinahic y |Hicde osaalíir desde una lei-e coloración
ainnrillenln de las escleróticas hasta un intenso color amarillo vcrdaw de piel v mucosas.

La dinadó'n de la i c t e r i c i a . ' " .. •. . .


varia aitre 2 v 6 .•jcninna.-!. .Durante este Ucmno el nacicnlc ."iuele nerjer ixso. incluso sin «lac exisla anorexia y con wn,
conlcnido calórico de b'-íilímiáilación «íificienlc. Con la dKañinuapn Uc la ¡cleridas se éomproebii tina recuperación dp la
saL^ación de bienestar v apctiío. asi como una nonnalizadón del color de la orina y [Link] heces.

se inicia con la dcsanaricaóndcla iclerida. Con rrcciiendad paciente se halla todavia asláiieo y se Tatisa Jespuós de:
escats! aclixidad TBica. y n n es raro que refiera mole.«ilias en d hipocondrio dcredio.

Iji e.\pÍoracióii li.'sicii riivela. .[Link] la icleriei.í. iiiM hei'ialoinegolia moderoda. blanda y ligcramcnlc sensible en l.-i
ninjwla de Ira piicieiiles y es|>lciH)inq!atia cii cl Itl-I.W <lel<is cisiw.

Alteraciones bioquimieas.

Ijis alteraciones inás ti^islnnles 5on la cIcwTción de la bilimihinania. con incremento de ambas fracdoncs, y cl aumento .
de la ncuvidad de la.^ [Link]*era.'«as s^rictis (tronsañ'[Link]ásV listas so hallan liabiuiahnaiie 2(l-4t) x-cces |xir aicima du
• los valores normales, con nmxx aclividnd de [Link]'l i G I I Í que de la A S A T ÍfiOT). L a actividad de la Tosfalasa-
. alcalina está moderadamente ainnaiíoda. asi comñ la Ía'^inma«*liil!ÍmÍÍ[Link]¡[Link]: ia V S G y ¿I piDlfcln'oi'ram;).
son habilijalmcnic iiomiales. ni ietial qticcl licmóitriima y las prucbais de co:ii;tiliición. ' .•

-Diagnóstico. .. •i ' ; ,

F.l diagiió.stico de hqxililis aguda suele establecerse ppr'cntcrios clínicos, [Link] en la historia y las oUcrocioiHa
analíticas, en cspedal d inicio acudo del cuadro y la dcvación de las tranisiminasas: raras veces debe rccúrrirst a la
biopsia hepática. ., .. .. . . i . .¡

Kl diagnóstico etiológico exige la [Link]óñ de los marcadores .serologicos de inrecdón por los «rus de la hc-patili.s
A, n. C V D. Deberían efectuarse los siguientes cxámc nes': 1»M ánti-VllA. hPJsAg. ígM anti-l-lDc, anli-Vl-lC v anli-HO
(labia 2.99). Ü ^

Otras formas clínicas, d e hepatitis.

HepalHis anictérka. han »dp Iraradni; errónranioile con ghicocnritcoidcs. Kn la


liepnlilix A K calcula qiie las recaídas ocurren on-cl 5-!t"« de '
Ks nvk Trcaicrfe qitc b hcpatíltic íclcríia. K»K manircdaoooc* los casos. Sicnrpre otducionan'a lá mractón. En b bcpaittU C
dínicÚE ffn jcñnílans a Un de b Iwpalíti» klcrica^ de modo qiic la rccimtncia cniraña nn elevado ric;^ de c\'Dhidñi 2 la
rcio tí dírorrida de ella por b'.'aiwcncti de tcturícú. Mpmat cronicidad.
ohscrracíwKs sttgicrcn qiic poKC ma\Tír tendencia a
civiiicionnr hacia la cronicidad qiw la hqiatitis krtirica.. en Hepatitis grave.
pni1ÍcularaiInKca5á[Link](iié:lI.^ '
J^slc Icrmino. qnc siñ(Ílu\ al poco arorliinado de iKpaliluE
HepalStis co/esíásica. • siihápida. se puede aplitar a los eaaot de hcpátitb telúrica qitc
presentan inanircsiatfioncs de t^iremiedad era^•c. como aKÍiís o
FJI atpiim^^ jKictciilcc iclcricía- adipiicre- un ciiáclcr'^ l^an arcrcíoñ del estado' general, sm llepr a :rannr los crticriivs
etMcj!l*eícn cpliiria «iilcir^. acolia y pntríln.'Kn gaicraí. lá' -' dclicpaJilísTulníinartc;- ' . "* ;'
diiracitm de >f»loina5 [Link] pn^lnn^sida tpic sn la* Aviiia» Albinos pacietiles po^rcsan a una ¡nsitlidciiaa hepálica -
• de curso, connitv aunque su prww^titio í«ck ser tniena Es y fallceen otros '\*aii a una cirr>*ts. en el menor de casos se
Trccucnlc en ta ,hcfuilílÍ5..\ en loic adulltw. A menudo planica . tiende a la nonnalidad^ .* '
pmhIcma^ de d¡afnt*slIco dircrc«»c!al con la-*- cotc!4.-u«Ís Vjn \n fivma aguda -se ttcbc hacer el díapHVtioi diTcrciKÍnl cii'
c>:lni1v5pá!ica5 y con \ps im1iicid.v por laníWíMK. niftoK Ú¿ la_ci>rcnnftcd5.l óc XVÍVMIO en ia qt^c MCiTi^fC lv>y...
, anemia IH"«>OIÍIÍ¿L
HepdtUis prolongada.- •
Hepaíñis fulminante,
Fn csle i^itT^ xc incltn'cn di'\-cnea modalidaflcs c\'nl(it¡\-3)i de
la iKTKtiiii^ En alpimv cawv el periodo prodn^mi)» es Coti5lilu>'« la coinplícacióii más lonida y nwji grá\ iie la
excepcinvilmcnlc larpt. n^i conin la duración de la icicrícia. - Ik^viliiis \-inca aginia y w debe a mía nccrtíwc nniciva o
que muestra Ructiiacinncs. En pcncral otos cajeas ciiisan con **»bnwsi\-a del parÓKHum ' a hepático. Su ¡ticWcntjia ct Je unta. 1
una-cl^^CÍón ñfO^erada' dS Í3K; InrnnmitaKUt y i ron carne por [Link]>0 hepatitis ictéricas. Ex mu\ iiirreciiente en I »
Rihiácríco«l ' E n airas cca»oncK. te cnlcrmedad .mmsira. hepatitis A de los tiíAós. pero ocitrre algo más a ñicnndo.(l*«)
¡nicialmc^e un^cuno ctHnúit^ pero-d^KS de la desajwyjgión, ' en las hepatitis A de; lus iadullos. y más en b hepaiílix IX en
'•"dc"Íá" ¡ciencia. Tas transamínajcas pmMcn dci-SMÍije. mcliuso •pariiailar si' cflistc- iina-Tx»Í«fex!ón-prtr ¿Í \ÍnSt áella; "Ñd « :
•durante v^ñtv mesxA Por úhinio. alevinos c».» .prcicnlaH-. han observado cas<íe de hepatitis Tukninanlcjc causada* por
reeuTTcncb de la enremiedid otando lodw lo< jdntonK» Kihjan V vnc • . - ' M
-desapareado y lax trancaminan* se habían not^HiádO. Tof W» Los- nnlomax de Cnccfalopalia pueden macürcslancc . aF'
común. U rwdiva ÍC man¡r»cí4a sólo por una m m etevációit comtpKo o lucgñ de unai hcpatilije aparentenrcnic cnmtin:
ét las-Iranumioaiax. pero a veces ajutrccr ictcrícv*. qite . dando hipir a vonillos yfctory a la enccralopatia hepaltca
iodiwo puede ser más grave que la cpiwyTio iiiicwl :Sc • ::. fnmca. . jj^.^
considcfa. [Link] ntiiptna pn»eha phjcttv^ i|t»c las íoáijCbs-'/ , Es dcKiacahIe qtte k» ;i.*alorcs de protromhina no jaipeian;Cl.
>e producen ciinndo se ha [Link]ñmcnle^'la ÍO*Í; su lüonaltdad es superior al'TO'íiy es por hípo^cójiía^.-
aclK-ída^ (ücica « crnrio'dwjido^cnn una inreccínn bacteriana tnsiifiaidá rcrpiralorial IR o cdcm:i ecrdwal, . i .
sobreañadida, por ejemplo, amisdaltiís. o en ihdinduox que

' ' " ' 1'^- • • ' .


.^^Manifestaciones cxtráhepátícas. :

sonartrajgjas y artritis y \ exaiilciTia culáncio urticarironmc l a s primeras se aln'buycn al dqiósilo de


inimmo complejos en la sinóvial. y el segundo al depósito en lós'pcqúaios \'a¡!OS Uc lá damís. Complicaciones mciios
freciiailcs pero con el misino «leciuiismo pyío^éiiico son: Blomcrulonefiilis exiranieinbrjuosa, piuianerilis nudosa,
acruUennalilis inlíuilil i^ipulardcCJiaiiolli-C .' • i

Evolución y pronóstico. i i;

lis bueno en lii muyoria de los caso¿ de I a 3 més¿s do cvülución poro en un Ul% es maa Íargo."ü[ criterio Je nohiülización
. lo daii lus traiisaiiiiiia^is sin" ser^estus ¡[Link] croiiicifti.i E l riesgo de crouicidad es distiiUo para ciiUá tipo:'nu]Q;ái la .A
• y É¡; liél 5%¿ñ'la BVité iüf70%¿hla'C.'fciló'ési)ará¿iluliq. Así, lashqjálitísmu'cüiricaseriúcwiáií nia>#n¿sgóiquii"las •
. iclóricas. y el esujdo de iuinunódeficiiaiciaiiidQcidu por la ierápéulica concorücoides [Link]ó ca^sadaporolra'
enfenriediid (insulídiaicia fénái) íayóriicié lalf-Jíisibióh "ií ía'cronicidad dé uua hépaliiis [Link]'iiílifií eii la que se adquiere la
iiifeccióñ es un delenninanle I
Vi 115 destitroUaii uiia infección
:: aduUpslSó há señalado quii l a .
. liejíaiilis es--un-éléiiiaito prcdiclivo ile'evolucrón iiláéroiiicidad. t a probabilidad Ue evcilücióit á la crpiúciiíad de la
hepaUlis C esináyor en las Ibmiüs posii-aiislusioiüilés que en las Ibnnas esixjrá Jieai en- las que no se ideiiriiieá nietanisnio
alguno de transmisión. : I

Síndrome pósthepátítico. : • t /;

' La norma!izacióii- de las li-ansamiiiasas se acoiuivíña a'véces de |)ers¡sieni:iu de aislénia, iii'alestar eii hi|iocoiuJrío derecho,
intolerancia,4 la¿ grasas e irrilabilidiid auociouaL Eslas inüleslias son en realidad de ü[Link] psicosoinálicá.y iip. tniduceu.
üiiaíii^ialüiMlía crónica. Soii liiás rrccü[Link] entre gente culla, y eií .pañiculaf enlre la prülesión médica, eil quienes
[Link](c uiia pnniculíir preopuRüc^^^^ ., ,.. ,

T í M A m tai;ir]uTáiLTisflclas1ic|!a(¡(isA,T5,ü[Link]'E

Caiuctmaka • Ikfxáifísh ikpaútisB llepaiñktiria IkpaliíkC ..IkpatitísE

.Agenle Hepamavirus (enleroviius) Hepadnivinis Vims delta (viras satélite) flavivims Caücivinis

: Á[Link] HAAg - HasAg ' ^ HD.4g Dísconoddo


HEcAj ••• HRsAg
í' HBeAl

Genoma mk DNA. m.

Incubación (días} 154.Í 40-lfiO 30-140 15-160 , lírlfiO

¡ifícal-oral •Kpatiiiefa!-. ' Paienleial f Paréníetól ••'fecakirai'


.Q)íÜ3f¡!í(niimo .CoQlatíó Inümó
y.
. Cronicidad • >!No •. Coihlección;,taja '.. . >7Q'JÍ ' No
.•Sqbieiníecciín: Goalaiiles

- Traiísmisión íL'tp-é'Rniéhlal" • .'iWónollll ' • ' •i.-'Chinipancé Oiinipncé % a>imi»iicé:- Chimpancé

• TABLA 2.100. Gomplieadpnes exúáhépáüc^^

Cornpli^adón Momáilode aparición Frecuencia


Continua.
Artíitis/artralgias P • <l/100
Urticaria
Acrodernialiüs papular
P
E'.
<inpo
Rara

• de GlaiiotthGrQsti •
Glomemlonetñtis . . . E.C Rara
extrarriernbianpsá
Pleuritis éJcuááliyá 'É-' -1/600
Periárténtis nudosa • • ^C. . Rara
Síndrome d e GiiílíairiBáiTé • "P;í^ • -vííara—
Meningitis ' • P. E Raía
Anemiai aplásica • E.C Rara
Anemia hemoiitica E Rara
, Insuficiénda renal E • Raía
Páncreatilis aguda .. . . E Rara

C convalecencia; .E: periodo de estado; E': periodo de estado de las hepatitis


anicléricas Intanliles; P: periodo prodnjmico.
Clínica

IgG aoürVHA

IgM anti-VHA:

2 3 A 6 7
M e s e s después d e j a infección

Fi0^,lÍ^.f-KMnm¡dom!;'sc>rólógico^ oh lá ¡¡ppcríiiis A: Apanf^ión de • ^'4


(níljyílKrio dnse fg^l amos do Insprimoyní; ninni([Link].<: de loen
ioiliiedod, s^iiqiiidn de la npnritión de awkaoipoírde doso Iqü. L-íIom
péMsioii indolaiídamento, miontim que los piinierbí: están prosi^jiles
sólo unos niosos.

a i n i e a :V-,

• . . ••-=[Link]§c|;4 ,

IgM anii-HBc -.
O i ^
i
HBeAg Anü-HBe - .

• HBsAg • .Anll-HBB
1
-I 1 -1 : 1 ^ - T ' T -
2- 3" • - -.,-..5-—--.., ^. ,
Meses después de la exposipóri

lijí. 2.11/1. Marciittuivs senflos>icüs en ki fic¡.Hililis liri<^airsv knn>


mblc. Diinmie cl pcnodo pivdixiniico se dclccltni en el suero fllisAg.
(lUcAsi e lii'McmlirlHSc. IjOs dos pnnwwssoh Imnxilorí^^ r-nelyi'u
mddcckrbles (mica de, lít npnnátiixiridn dekiHlmascnttimiSíis.-.^iáli^'''
liaierpos vonvsjjonrnéntes afxtrecm rníjs kndfanietité, pork) que exis-
te lui período de dnradürt t<¡rí(ip!^'^'hodf iK^riknia) [Link] (¡neiio se.

fe.,..
V

clínica

IgQ anÜ-HBc

IgM [Link]

HBeAg - •

1 2 3 ;....4, ......5., . 6 : 7 .
' M e s a s después de la infección . ; •

.Flg. 2.115. •Marcadores seroíógicgs éh la. hepaíHis. B 'con eoólíipión^


c la cronicidad $n ésto c'-'-—--
I. asi
qorrio la elevación dé las transaminasos del sueros

V Clínica

iaG a n l l - H B c

. , :|QM antl-HBc

• . ;^tidelta

H B é Á o | ' I > %Í-;Antl-HBe

tíTBsAg Antl-HBs

;P..v;. ^:^i;-:';'¡V:...'. ' i " " * ' ,.••••-5-- --s-


• i ' •'• í ' ' l ; ' í Mesés^desiSiiáSídaialníección •

, Fí|¿.! ¿> i . l é . M o r c p d q r e s seroldsicos en la coinfección B y 'A Én la


fá¿'¿!ii'rtídifpni^^^ y en ios' primeros días de .fa hepaiiiis sé detectan [Link]
suerfí ¡ips'p/t/ígenós úíricps s. e y delta. Laperrniínenció dé: esie .u/tirño
és rii'úy'hréüéí$y¿^ días de énfeimediadié'dei^ei'ctq^^

eliriicip'dé.ígenTerm^ la mayoría de los casos Id infección se


resüeiiJe'.cónla córistgiiíénie nórmalizációii ds las ptuébas bioc/uími-
cas y'apaijii/Ón de aiiti-HBe y onii-HBs. :

,ff.
, AnU+iBe • '

HBsAg

-r-r

Flg,'2.117' Morcodpriw scro/rfg;cos en ta so6ran/Gcc/(ífl Ocu;7¿ ' ' " '


hgb!tuqlrñé[Link] ponpdÓKs'^msdé HB^si-P^^ '".[i- , > •• -yt-yt'.'
lait¡biénimii-f^ymtPHBQMSó . V ' 'v.^
una clínicü de hepatitis agüá^
geno delta. La persistencia demóiii¡ksÍdc(on& hioqiiímicos de enfér- •'
medad hepático crónico se asocia a positiüídad de anticuerpos' contra
el onttgenp delta. • • •

TABLA'2.99. Crilerios p a ^ [Link]óstico seroiógico

- ^ rgnf.:.
: an&VJM • Interpretación •

--• :, i ' - ^ - V - - - . •—.¿'> HéJ3||,tilisAi


-•-+, •• Hepatitis A>i(i un O '
porteidoítie HBsAg
'i • + + . H?p2tíUs:^v B > .•
•I;
_ .. oniiu>uiiic<»a.L- •.
Hepáiitís'Bfe-'- • I-
•.-;\4= . Hepatitis B y D
(Goiníeceión)
+ * •-.SobréiHíécción delta
*..;>.'."'rw, • ' í - i:-"

--^-^ 1 A'V-
,í:í5ftHBsAs.u/ ^
HépjititiSnchArió-B
ó.lesiíjí de otra
etiología .'
Hepatitis crónica. •
s u i l i - j i o iiiüriulüi
i-¿ko se oiñicimiia por la itsociiicióu de fenomehoi iiiltfíáafeyíoJi^íyÉfeii' celular y. a\s casos.
fibrüsis.

Etiología. "
' • ' i
imei-xiáa \Mr lus virus 11. ü o 1). algunos lannaetis ([Link], all!uiitfUldü|)a. nilioluianluina, danuoleno y
ixisililertienle oirús) son cajiaces da|)arici6n üe liepal¡lis crónica, lin algunos cii«K,.la oilcniiedad de Wilsun puedo
presailarse liaju el as|)ei;(oelin!co e hisiologieo de lic|)aiilis crónica. I'ur. ultimo, se lia sciwlado i|ae el nlcoliülisiiiü
Clónico puedesercausa de lie|KUÍlis cióiiiea.'

TABLA2.102. Clasificación eliológica de ia hepatitis crónica


Virus dK la IwpaiilLs-(virus B, D y C )
Fáriuaajs (oxiltnisailna, alíamelildopa. niiroluranlüina.
danlrolerio. clorneiaciiia y oíros)
Rtaceioiie; auloirírnuntís
AlcóliolisiiiQ crónico
Causa nci conocida (hepalilis crónica cripíoijénica)

C u a d r p clínico.

L a mayoría de ios pacieiiles con liepaiiüs crónica están práclicaiiiáile ásintomálicos y U enlamedad se idenliücaal
;exploraraJ..pacieiile.i>or 61tQ.n)ot¡voiJ L u e.\plOración llsica siicleserjipmiali auiiqué puede liajl-n^.uun heptiloihcsalia
inóder¡ida,^iai ¡ferticülár en'la'hepalilis crónica aet¡\-a. I j i heilalónie^ia suele sdr más nolable y so asocia a estigma^ •
cutáneos de lie|íatópaiia,..ciióiiica en 'las lieiMlilis crónicas de evolució[Link]ÓgenaV j i l l a i iiepolíjis erónrcas activas
auioimnunes pueden hallarse cambios propios de las maniiestaeíoiies exiraliepiiicas asociadas. Kii los exiinenes de
laboralorio, la uileracióil luós constante es la elevación de las uansaniinasas que habiluolmiiiue es moderada y en pocas
ocasiones supera en 8-10 veces los valores nonnales. Las demüs pruebas hepitieas por lo eointui son nonnales.' con
excepción de .la amiaMglulamiltfanspeplidasa y de la gananaglobuliiia^ que esián elevadas en algunos pacientes con
liciMliüs crónica aciiva, las Ibnnas .aiuoiipnunes se caracieriiuin por tilulos elevados d e anücueipos antlnuíleares,
.anliniúsculo liso o antimierosoinales de liigado y riitóii. L a determinación en'el suero del JlUsAi; y de los anticiierpos
'aiiti-VI i C [Link]-VIip eSjesencial isini el'ecluar el diagnóstico etiolófico; iinlre los í.-dánenes insu'timenlales,.|a biopsia
hepáüai e s l a única que, posee valor diagnóstico. .La ecograCa y la lomo-ualiu tíjmpuUiriiada no. [Link] dalos
[Link]üs, pero pueden ayudar a (Kcliiir ouas unleniiedades. JLJtt guiuiuigraliabcTiáliqi con » « . T e puede mosUar,
al!qrücioHi¿>sÚ!;estivasdeliepalo|>aU'aciúii¡cii, j . .

Evolución y pronóstico. • * • .'. . .' ;

La ...tninslbmiación. eirrótica.-.ocurre en menos de la miUiJ de los •pacieiües con hepatitis .^;rónica pg/ viins. B .
Desalbrtunadinilente, no se .d¡si»iie de criterios sólidos que ))enmtan predecir en [Link]érelos si la evolución de la.
unreniicdáJíSerá Jiaeia ja ciiiosis o lucia el estado de ¡TOnador sano.

. 1:1 desalitjllo de C|!T03Íses niás cuinwi y niás precoz ijue^e ^ _ -••

Las Iieiüilitis crónicas C aparentan ser benignas ponjue los pacientes se mantienen asiiiioniálícos o éoii sintunias múmnós
. durante iinidip tiein|io. , ' ' .. \ ',' • .''

^e^(ííscró(?/<g^ . - , , . , ._-

bis Ibniias chuicas gnives, que cursan con ictericia y elevación iini»nan¡e de las minsaniiiias;is y de la gammaglobulina,
pieseiilaii tina clc\-üda mortalidad, que alcanza el 5 0 % a los -1-3 aitos del díagiióslícu en Jos iMcieiiles nu tratados. I j i
evolución natural de las loniius asints«ii.-ltiam u ujigüsinlüinálicas es iiiuclio más Javorable dcüJe el punto de vista clinico,
aunque el desarrollo de i:irrosis es relativantenlo ¡recuente.

Eyolucibiiu lavórablemente hacia la curación iras la .supresión del íannaeó incriminado.

' Patogeni.a. .

Aunque todavía no se conocen. e,\isien pruebas de que los ineeanismos patogénicos son de naturaleza iniuunilaria y
(ambiéii de que existen dilerencias patogénicas según la etiología. " •- • .

FIN.
SI
•fe

• • • • • • . t ! J Í 3 X O . s i s ' h e p a t i c a .

X a dirosis e s uña enfcnricdad crónica. diTusa e irreversible del hitado, caradcrizada jwr la cxislcncia de fibrosis y nódu.
Im de regeneración que conducen a una^leración de la arqnitcctura váscuJar. H pionó[Link] )a enfenncdad es grave, y
'VS^/pscicntcs jiülcccn par hianorragia diecsti^'a. insufidéricia hcialocélular. degeneración neoplisica o procesos
infcrcurrenles. -sobro Indo inrccciof«iS. 1-1 cóncepló'dc dno.'iis ds histopatoló|ico y cslá dcTinido por l a cxi.<;lcncia de
lihroüí^ynóííulósiocictíencración. ü ."iola prescnda de Gbroiás en una mucsiia de Ityido hcpálico no pcnnitc cslabieccr,
de forma definitiva, cl di.-ignóstico de cinroK, ya que aquella se produce lambión en olías [Link] del hígado. E n
cambio, c l halliEEgo de fibrosis y nodulos de regcncradón es: exclusivo de la cnTcmicdacL

f Clasificación.. - . .. . .1..:,...- i ^-i.:.. -¡'ir^^J^d.^i^r

La diro.^is li<:p.-ílica'.ie pncdc cla.'dnc.v scnún crilcria"! morrológicas. ctiológicos » cllnica<!. Morrotógicamcnlc los drrosis
jic han di\-idido, en relación con cl lanvura de los nodulos de rcgcneróción. en macronodularcs, micronodulares y mixtas.

f Etiología.

IJIS cau.'au; mósTrecuenles son cl alcoliol, cl \'ihis de la hepatitis B y el de la hcpalilis C .


• • • • •'

Cirrosis bSarprimaria. . -,. ' ^


• anx>sis bSar secundaria. - ' i.
: • Otistéculó ^ drenaje ver>oso del hígado. • . .
• Fármacos.
• Enfermedades de base genélica. ^
• Cimssis aiplogénipa. . .' (

ICuadro clínico.

L a dirosis bcpíüca suele diagna'dicarae enlre los i)0 y Ips 6 0 altos, aunque piicdc manifestarse n cualquier edad;-Arcela á',;. -. .'.'í ' L-^,
los dos sexos, pero es inAs frccacnlc en cl varón. IJn examen medico cfcClúado por cu<ilquier ¿tro motivo dcsciibrc tá' ••^ ' •
exi.<rfcndn de ima hcpalomcgalia con cspicnomcgalia palpable o ."iin ella; o allcrodoncs en. las pnichas de funcionóli.'áno '
hqrilico, cuya investigadón uUcrior propordona d diagiióslico de cimj,sis. Eslas son las denominadas ctrosis
. compensadas. Otras veces la enfermedad se maniCesta por alUatdoncs expreiávas que Iradnccn ef fallo'dc una a m i s "
fundones d d hígado (oirrosfe d e s c o m p e n s a d a ) .

%^nos:

arañas vasculares son los ^ raiádóistico^ ^^tflB^f^akri»: Jmto con las arañas vasculares, osle
signo se atribuye a un e x c e ^ de estrógenos diculaiites -no t n a c t i i ^ ^ ^ a r <
Los signos ungueales, con.'dstentes en fragilidad, mcurvadón d i vidrio de' reloj, csiríadón longitudinal y -opaejdad
• blanquedna, dedos en palillo de tambor. hiperiroHa pafotldea y contractura [Link] de Dupuytren.,
HepalosplenomegaBa sin dohr.1^^^^ii¡^^3^^j^SméSSolTori!i [Link]. dL-aninudón de_ la libido e impotencia 1.a
. Qlnecome^la es muy-frecncnlc l5i L-is i J i y c i S IpbTtjSTcs los lnistomos d d ciólo [Link].-con regías csra.>5.i.c
irrcRiiInrcs y: n irtcnndo, nmaiorrcn. IJi nmbas-.>[Link]¿si-slen Ira.'ilornos de la distribución d¿l vello con dijaninueión o
p6didacna.\iln.-!ypiibi.s. disUíbiición /cfe/ñsa. Ljiielendacsunsignoqueacompailaaii^ • '
Illas dirosis descnmpcn.<3>dn.<i. I j i [Link] biliar es frcaicnte en los dirólicós; la pancreatitis asociadapuedé .<ier [Link] de
. (¿fusión biliar cxlralicpólici. 13 cáncer primitivo de hígado o la hcpalilis alcohólica -sobreañadida a la c i r i u a s pueden
ninnifcsL-irsC por [Link].t.

..Otras menifósl aciones. - • O

llnllijoiciii. iliRrailiiiiica. iic-^iíb.s y ilolnr nhiloniiiinl [Link] l-ji la cirrosi.'i dcwoinpcn.'sida'.suelen verse vario.? lipos de .
Igiíoncs liemorraRiois fpcluiiiiins. eriuimaiis. hdiialomas ante [Link],[Link]. ginRÍvpn-,[Link] y epistaxis) que tniduccn.' . '
cl [Link] de In [Link]ón que presentan los |»ciciilcs: sin c;iii.<=i dd:Cnc,-idc>vVnic'npkycidey dc.^cariartó m " '
rcnliziición d c ^ n a Inmogralla compularizadn. Tambit^ suele oI)[Link] una pórdida próirresJTO de pciQ. con [Link]íei6h . , , ...^
del panículo adipo!» y fusión de las maius musculares, muy evidente en los brazos y las picma.s. [Link] perdida de peso ' "
suele acompailacse de ánorcxia Y asicnia imnorfanles. E n loÍ! cirrólicos alcohólicos coniribuj-cn a l a draiiulrición, ta
sustilución de l&s caloñas do lá didla por d alcohol, la pancreatitis y los núincrosos dcGdl yitaraiwcós.'Tin la cirro?!? •
hepitica descompcnsada es tóenle l a aparición de foetor hepalicus, olor s u i generis debido, ál p-íreccn a k . ' ^
exhaladón de susl,nndas (hidilmcnaplán) derivadas de la mctíonina por defedó de su dcOT
bemonagía digestiva, la encefalopalSa hciálica"y"láS ínfeCdones badcrianasrson-corópticadones muy Creeuenl¿im¿Ía:^A-^tV"-V^'K-^r^'
cilTOSis. . j .,

\o hepático.

L a W i ^ ó í n a s u d e hallarse elevada I J S (ransam/fiasas, que suelen mostrar üiia devitión modcrada,,Lp. fosfatan
a f c a T n a V a g c n c r a l poco aumcntad.-u_EI descenso de hi Uusi de proirómbina, la hipoalburfmemSa y el d e s c e n s o del ' \
coíesfero^sotiro lodo en su fiacdónfcstcriDcada, traducen d d ó n d t en las funciones de síntesis de la Cclu^^ .
ob,<!crvan en las íáias'avanzadas de la enfermedad. Los trastornos de la coagulación suden ?cr llainaüv9S, I-a anemia
es quizas d signo hematoló^co más fiecuenle.

' B c p l b r a c i o n e s complementarías.

L a gammagrafiahcpáüca c o n » Te es un procedimicnlo de interés en la drrosis, tanto desde d punió de [Link]ím^^ y


conlo para evaluar la- fundón d d S M F d d hígado L a ccografia abdominal p a m i t c observar d lamailo del hígado y del • ' - - .
bazo, la prescnda de asdüs, indtu» diando es de poco volvoncn, y la. cjdslenda d.c colaterales porlosislómicas.
. 1^ ecograCu es imp de los métodos de'decciórt p ¿ ifcldíágnytico del cáncer primitivo'de hígado. Dado que el cáncer
liepáücp aisioiila fundmnealalmente sobre Ugklos.(ñrr6licos. Éri jos pacientes con cirrosis debe investigarse la presencia.
de varices espiSgicas, inediánie úpá ¿.Kplóráción del esófago por ílbrogástroscopia. L a lapai-oscopia y la biopsia. hepática
son las únicas técnicas qiie pémiiten establecer con plena seguridad el diagnóstico die cirrosis.

^diagnóstico y diagnóstico diferencia^^^^ - '

El diagnóstico diferencia diróiis tepática [Link]álirai^ pi:Dtcsos que pucdeii ciursax coa
hepáiómegaüa^alliáacíones de las pruebas funcióiialeshepátiras,.a^ hepálicá o hípáieiisión
portal;'ésügnias 4<¿ tó^ ¿ran'raíor diagnóstícQ. Junto A eilp, lu reuliáicióñ de ¿¡íploracioties
compleióenlariiis, entre las que se incluye la biopsia bcpálica E n vui segundo esludip debe eslablecerstí él diágüósticü
etiológico de la cirrosis, de gruñ interés porque el Irataniienlo etiológico puede, cii algunos casos, irioditícar
favprcibicmcnte el curso de la enfemiedad.

-Pronóstico.

L a probabilidad de suÍJervivéiiciá 3 míos después d¿ la descoiripéusación de la cnferincduü es de alrededor del 30%. Lus
causas más frecuentes de muerte son la iusuficieiiciá hepática, la liemqrragia digesliva, las iníecciones y el cáncer
priimiivo de hígado. ' .

F I N .
^ PANCREATITIS; • , . " ,

A) DEFWlGIÓNr Infl^^ aguda p próaic^. 4 ? l a gjánduja pacreátíca. caracteriza por,cambiiss morfológicos


típicos que cbñáúceñ a Üriapérdida de la fimción exócnnáy eñdócrina-asociadas a signósintpmato^^ clínica.

A g u d a : Inflamación súbita desarrollada sobre l a glándida prpyiameijte sana que cura siri_secüelas,.s
sobrevive;--'' ' - ' V V ' . í/^r-' ' '• ^•M-"•-'V^••• ; •-Í-v'"'^^^^^
Presenta2 formas l:NectohemoTrágica(^ ' ,
2 : Edematosa.
Crónica: Inflamación crónica, que ópasiona un deterioro progres|yp e ¡íTeyersjble de la estructura anatómica y
de las fiinciones endocrinas y exócrinas. ,,.,^:.^., . ^,¡.'.,,.r-^;Qz¿! '

Puede ocurrir en forma de episodio reedivanté de inflamación agiida.

B ) .ETIOLOGÍA^'". ' ' J.'^-;'


1: Litiasis biliar: (cálculos en j a vesicula'bjli^^^^ P ^ ^ ^ [Link] impactación de estos cálculos
a la papila de Vater (lugar donde desémbbS
2 : Alcoholismo; una sola ingesta importante puede causar una pancreatitis). Pero e n general se
produce por una reagudización sobre la base'de íai Paricréátítis crónica^' .
E!^éf?cto:délalcoh6I es por acción tóxica directa y por el aumenta de los lípidos sanguíneos (alteraciones
estructurp'.es).

Q PATOGENIA:
Fallo de los mecanismo, de protección de l a glándula:
1: Síntesis d e las énahías éntbnna cimógénós inactivos.
2 : Presencia íntracelular de Protéasas inhibidoras (que(—)a las enzimas)
3: Presencia de üná barrera'protectora sifljerficial. .
E n situaciones patológicas se produce'iinai estimtilación temprana e inadecuada de los cimógenos , que llevan a
la autodigestión celular, produciendo tiiméfección, necrosis y hemorragias.

n) A N A T O M Í A P A T O L Ó G I C A : . .
Éxisíeii 2 fórmas macroscópicas de Pancreatitis aguida:
1: Pancreatitis Edematosa: presenta necrosis grasa peripancréatica y
,'edema interticial.^ 'Y.-,
' . 2 : Pancreatitis Kecrohemorrágica: presenta necrosis grasa .
peripancréatica e irilrapancreática y zonas de hemorragia . ..
parenquimatosa. • •• '
; És la forma más grave.
srivE;íLa;Pancrisatitis;cróntcai'p fases avanzadas el tejido endocrino e s - ^
t-=tV'engloÍ5adatientix>'del,téjidorcitatrl2^ aparición d'[Link]. i'i,
• • ' JÍÍ%:J^'.;' ' • •
•v-i-E)rGIilNlGA: . ' •' • ' k.
1. r.i.-[Link]: Dolo^^ relacionado c o n l a ingesta importante dé:coinida o ...'jjj

alcohol. :• • ' í •
D e c o m i e n z o en epigastrio irradiado a los hipocondrios e incluso hacia la espalda.
Puede acompañarse de: náuseas
Vómitos
Disténción abdominal
• Fiebre
Shqplc.(s.¿51g e n la necrphemorragia). .

F) DIAGNÓSTICO: .•

A G e n e r a l : 1: Leucositosis .•' •
2:aumento del Hematocritq (por deshidratación)
^ 3; aumento de la Glucemia (por iteración de l a fiinción endocrina, secreción de Glucagó
4: aumento de la B¡jirñibtaa,|í||:.
B P r u e b a s especiales: l-aumentode[Íá¿ettamas pancreáticas en sangre, en orina y en otros líquidos orgánicos.
o Amilasa ( I s o s i n i l a s a P ) (sólo se encuentra en el Páncreas)
Isoamilasa S (también en otros órganos)
• Lipasa- - ' í ; ^ : " . .
; Otras tripsina, elastasa. .. • '
/ i í 2 - Técnicas (te imagen: Riayos x . ' .
• (• •

r^"'^^ •cPBJE(Ci!Uahg5o^pána«abg^^

G)CPM1ÍÍ
Más tardías ' .:
. • feeudóquistiis

Sísíétuica ^ - S h b c k

. -Co'mpfofiitsaRénál *' >' ,


- Complicaciones cardíacas

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