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Especificacion Tecnica Final

Este documento contiene las especificaciones técnicas para el proyecto de mejoramiento y ampliación de la capacidad operativa de la Municipalidad Provincial de Fajardo en Perú. Incluye detalles sobre obras provisionales, demoliciones, estructuras de concreto, acero de refuerzo, albañilería y acabados arquitectónicos.
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Especificacion Tecnica Final

Este documento contiene las especificaciones técnicas para el proyecto de mejoramiento y ampliación de la capacidad operativa de la Municipalidad Provincial de Fajardo en Perú. Incluye detalles sobre obras provisionales, demoliciones, estructuras de concreto, acero de refuerzo, albañilería y acabados arquitectónicos.
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MUNICIPALIDAD PROVINCIAL

DE
FAJARDO
“Año de la consolidación del Mar de Grau”

ESPECIFICACIONES TÉCNICAS

PROYECTO:
“MEJORAMIENTO Y AMPLIACION DE LA CAPACIDAD
OPERATIVA PARA LA PRESTACIÓN DE SERVICIOS
PÚBLICOS DE LA MUNICIPALIDAD, PROVINCIA DE
VICTOR FAJARDO - AYACUCHO”

2016
Municipalidad Provincial de Fajardo

CONTENIDO

DISPOSICIONES GENERALES..................................................................................9
ESPECIFICACIONES Y PLANOS..............................................................................9
1. OBRAS PROVISIONALES, TRABAJOS PRELIMINARES Y
SEGURIDAD, SALUD Y MEDIO AMBIENTE..........................................................12
1.1. CONSTRUCCIONES PROVISIONALES.................................................12
1.1.1. Cartel De Obra.............................................................................................12
1.1.2. Cerco Provisional De Seguridad C/Arpillera H=2.0m C/Rollizos.........13
1.2.1. Agua Para Construcción.............................................................................14
1.2.3. Energía Eléctrica Provisional.....................................................................16
1.4. DESMONTAJE Y REHUBICACIONES....................................................17
1.4.1. PUERTA........................................................................................................17
1.4.2. VENTANAS...................................................................................................18
1.4.3. APARATOS SANITARIOS.........................................................................19
1.5. DEMOLICIONES.........................................................................................21
1.5.1. Demolición De Veredas Losas E=10 Cm Con Equipo..........................21
1.5.2. Demolición de Elementos de Concreto y Albañilería.............................22
1.5.3. Demolición de Pisos de Concreto Inc. Falso Piso..................................23
1.5.4. Demolición De Losas..................................................................................24
1.5.5. Demolición De Cimentación.......................................................................25
1.5.6. Demolición De Columnas...........................................................................26
1.5.7. Demolición De Zapatas...............................................................................27
1.5.8. Demolición De Vigas...................................................................................28
1.5.9. Demolición De Gradas................................................................................29
1.5.10. Eliminación de Material Excedente C/Maquinaria..................................31
2. ESTRUCTURAS..........................................................................................43
2.1. MOVIMIENTOS DE TIERRAS...................................................................43
2.1.1. Nivelación del Terreno................................................................................43
2.2.1.1. Excavación de terreno para Zapatas y falsa Zapata Hasta 2.50 m.. .47
2.2.1.2. Excavación De Zanjas Para Cimiento Corrido........................................49
2.2.1.3. Excavación para Viga de Cimentación.....................................................51
2.4.1. Relleno con Material Propio.......................................................................54
2.4.1.1. Relleno y Compact. Manual c/mat. Propio..............................................54
2.5. ELIMINACION DE MATERIAL EXCEDENTE...................................................56

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2.6. OBRAS DE CONCRETO SIMPLE............................................................59


2.6.1. CIMIENTOS CORRIDOS.....................................................................................59
2.6.1.1. Concreto Cimiento Corrido C: H 1:10 + 30%Pg.....................................59
2.6.2. FALSA ZAPATA.....................................................................................................60
2.6.2.1. Concreto Para Falsa Zapatas (E =0.50M)...............................................60
2.6.3. SOBRECIMIENTOS..............................................................................................61
2.6.3.1. Concreto para Sobrecimientos de C: H 1:8 + 25%Pm..........................61
2.6.3.2. Encofrado y Desencofrado Para Sobrecimientos...................................62
2.7. OBRA DE CONCRETO ARMADO...........................................................65
2.7.1. ZAPATAS......................................................................................................65
2.7.1.1. Concreto Para Zapatas F'c=210 Kg/Cm2................................................65
2.7.1.2. Encofrado Y Desencofrado Para Zapatas...............................................70
2.7.1.3. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2......................................................70
2.7.2. VIGAS DE CIMENTACION........................................................................77
2.7.2.1. Solado para viga de Cimentación F’C=140 KG/cm2.............................77
2.7.2.2. Concreto para Viga de Cimentación F'c=210 Kg/Cm2..........................77
2.7.2.3. Encofrado y Desencofrado Normal, Viga de Cimentación....................77
2.7.2.4. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2......................................................77
2.7.3. COLUMNAS.................................................................................................77
2.7.3.1. Concreto para Columnas F'c=210 Kg/Cm2.............................................77
2.7.3.2. Encofrado y Desencofrado Normal, columnas.......................................77
2.7.3.3. Acero de refuerzo fy=4200 kg/cm2...........................................................77
2.7.4. PLACAS........................................................................................................77
2.7.4.1. Concreto en Placas F'c=210 Kg/Cm2......................................................77
2.7.4.2. Encofrado y Desencofrado en Placas......................................................78
2.7.4.3. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2......................................................78
2.7.5. VIGAS............................................................................................................78
2.7.5.1. Concreto en Vigas F'c=210 Kg/Cm2........................................................78
2.7.5.2. Encofrado Y Desencofrado para Vigas....................................................78
2.7.5.3. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2......................................................78
2.7.6. LOSAS ALIGERADAS................................................................................78
2.7.6.1. Conccreto F’c=210 Kg/M2, Para Losas Aligeradas..........................................78
2.7.6.2. Ladrillo Hueco de Arcilla .15x.30x.30 cm para Techo Aligerado.....................80
2.7.6.3. Encofrado Y Desencofrado en Losas Aligeradas..............................................82

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2.7.6.4. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2................................................................84


2.7.7 ESCALERAS..................................................................................................................87
2.7.7.1. Concreto en Escaleras F'c=210 Kg/Cm2...................................................87
2.7.7.2. Encofrado y Desencofrado en escaleras...................................................91
2.7.7.3. Acero de Refuerzo FY=4200 KG/CM2.......................................................91
2.7.8. COLUMNETAS............................................................................................92
2.7.8.1. Concreto en Columnetas F'c=175 Kg/Cm2.............................................92
2.7.8.2. Encofrado Y Desencofrado en Columnetas............................................93
2.7.8.3. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2......................................................94
2.8. FLETE TERRESTRE..................................................................................94
3. ARQUITECTURA.........................................................................................95
3.1. MUROS Y TABIQUES DE ALBAÑILERÍA...............................................95
3.1.1. MURO DE LADRILLO K.K. DE ARCILLA DE CABEZA, MEZCLA 1:5
95
3.1.2. MUROS DE LADRILLO K.K. DE ARCILLA DE SOGA, MEZCLA 1:5.98
3.2.1. TARRAJEO PRIMARIO, MORTERO 1:5 C:A.........................................98
3.2.2. Tarrajeo en Muro Interio, Mortero 1:5 C:A.............................................101
3.2.3. Tarrajeo en Muro Exterior, Mortero 1:5 C:A..........................................102
3.2.4. Tarrajeo en Columnas, Mortero 1:5 C: A...............................................102
3.2.5. Tarrajeo en Vigas, Mortero 1:5 C: A......................................................102
3.2.6. Tarrajeo de friso.........................................................................................102
3.2.7. Vestidura de Derrames 1:5 C:A...............................................................102
3.1.7. Bruñas Según Detalle 1x1 cm.......................................................................102
3.3. CIELO RASO..............................................................................................103
3.3.1. CIELO RASO CON MEZCLA C:A 1:5....................................................103
3.3.2. FALSO CIELORASO CON BALDOSA ACUSTICA 0.60X0.60 M DE
FIBRA MINERAL........................................................................................................104
3.4. PISOS Y PAVIMENTOS...........................................................................105
3.4.1. CONTRAPISO DE 40MM.........................................................................105
3.4.2. PISO DE MADERA MACHIMBRADA 1/2"X4" CEDRO+A715...........107
3.4.3. PISO DE PORCELANATO NATURAL 60X60 CM, ANTIDESLIZANTE
108
3.4.4. PISO TAPIZON DE ALTO TRANSITO COLOR BEIGE......................109
3.4.5. PISO DE CERÁMICO SERIE GRANILLA COLOR BEIGE 30X30CM,
ANTIDESLIZANTE.....................................................................................................111

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3.4.6. PISO DE CONCRETO ESTAMPADO....................................................112


3.4.7. PISO DE CEMENTO BRUÑADO 1X1 CM............................................112
3.7 CONTRAZOCALOS..................................................................................113
3.5.1. CONTRAZOCALO DE MADERA CEDRO DE ¾” X 4”.......................113
3.6. ZOCALOS...................................................................................................117
3.6.1. ZÓCALO DE BALDOSA CERÁMICO SERIE AMERICA 30X30.......117
3.7 CUBIERTAS...............................................................................................118
3.7.1. COBERTURA DE POLICARBONATO EN GRADERIAS...................118
3.7.2. PARANTES TUBO CIRCULAR FºGº D=4” (INC. SUMINISTRO,
COLOCACION Y PINTURA)....................................................................................119
3.7.5. COBERTURA CON TEJA ANDINA........................................................120
3.8. CARPINTERIA DE MADERA..................................................................121
3.8.1. PUERTA MADERA TIPO CONTRA PLACADA...................................121
3.8.2. PUERTA CEDRO TIPO APANALADO..................................................122
3.9. CARPINTERIA METALICA......................................................................123
3.9.1. BARANDA METALICA EN ESCALERA.................................................123
3.10. CARPINTERIA DE ALUMINIO Y VIDRIOS...........................................123
3.10.1. MURO CORTINA A BASE DE ESTRUCTURA DE ALUMINIO PFK Y
CRISTAL TEMPLADO DE 8MM TEMPLEX PRIVABLUE...................................123
3.10.2. Ventana Sistema Corrediza Puente Escondido Con Vidrio Privablue
De 6mm Y Accesorio de Aluminio Pfk....................................................................125
3.10.3. PUERTA Y TABIQUERÍA DE MELANINA SEGÚN DISEÑO.............125
3.10.4. CANTONERA DE ALUMINIO EN PASOS DE ESCALERA...............126
3.11. CERRAJERIA.............................................................................................127
3.11.1. BISAGRAS CAPUCHINA ALUMINIZADA DE 4" PESADA EN
PUERTA127
3.11.2 CERRADURA PARA PUERTAS PRINCIPALES PESADA................128
3.11.3. CERRADURA TIPO BOLA EN PUERTA...............................................129
Ver Especificaciones Tecnicas Ítem a la partida 3.11.2......................................129
3.11.4. MANIJA DE BRONCE 4" P/PUERTAS..................................................129
3.11.5. CANDADO TIPO FORTE 60MM.............................................................130
3.11.6. PUERTA METALICA P-01.......................................................................131
3.12. PINTURAS..................................................................................................132
3.12.1. PINTURA LATEX 2 MANOS EN CIELO RASO...................................132
3.12.2. PINTURA OLEO 2 MANOS EN VIGAS.................................................135

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3.12.3. PINTURA OLEO 2 MANOS EN MUROS INTERIORES.....................138


3.12.4. PINTURA OLEO 2 MANOS EN MUROS EXTERIORES....................138
3.12.5. PINTURA OLEO 2 MANOS EN COLUMNAS.......................................138
3.12.6. TABIQUE DE DRYWALL.........................................................................138
3.12.7. PINTURA BARNIZ 2 MANOS EN CARP. MADERA...........................139
3.13. VARIOS.......................................................................................................141
3.13.3. JUNTA DILATACIÓN RELLENO CON MORTERO ASFALTICO E=1"
141
3.13.4. JUNTA ENTRE CONSTRUCCIONES...................................................141
3.13.5. MESAS DE Cº Aº SEGÚN DISEÑO REVEST. C/CERAMICO 30X30 –
LAVADERO Y COCINA............................................................................................142
3.13.6. TABIQUE DE DRYWALL INTERIORES................................................142
4. INSTALACIONES SANITARIAS.............................................................144
4.1. APARATOS SANITARIOS Y ACCESORIOS................................................144
4.1.1. INODORO TANQUE BAJO DE LOSA 1RA CALIDAD ADULTO............144
4.1.2. LAVATORIO NACIONAL BLANCO........................................................146
4.1.3. LAVADERO DE ACERO INOXIDABLE UNA POZA CON
ESCURRIDERO.........................................................................................................146
4.3. INSTALACIONES DE APARATOS SANITARIAS................................147
4.4.1.2. Salida Desagüe De Pvc Sal 4"................................................................149
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.2.1.............................................................149
4.4.2. SALIDAS DE VENTILACION...................................................................149
4.4.2.1. Salida Para Ventilación PVC-Sal 2”........................................................149
4.4.3.1. Tuberia de pvc sal 2".................................................................................150
4.4.3.2. Tubería de pvc sal 3"................................................................................153
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1..........................................................153
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1..........................................................153
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1..........................................................153
4.4.4. ACCESORIOS DE DESAGUE................................................................153
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154

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Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1..........................................................154


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.5.1..........................................................156
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.5.1..........................................................156
5.1. SALIDAS PARA ALUMBRADO...............................................................177
5.1.1. Salida para centros de luz c/cableL SOH 2X2.5mm2 (14) + pvc sel 177
5.1.2. Salida para Tomacorriente con Pozo a Tierra......................................179
5.1.3. CAJAS DE PASE DE 300X300X100MM....................................................180
5.1.6. Salida Para Interruptor Triple...................................................................183
5.2. SALIDA PARA COMUNICACIONES Y SEÑALES..............................183
5.2.1. Salida Para Timbre.........................................................................................183
5.1.4. Salida Para Internet...................................................................................185
5.3. ALIMENTADORES Y CABLES........................................................................187
5.3.1. Alimentador Cable N2xy 3-1x95 Mm2.......................................................187
5.4. CANALIZACION Y/O TUBERIAS....................................................................189
5.4.1. Tubería Pvc-Sap C-10 D=48MM..................................................................189
5.4.2. Tubería Pvc-Sap C-10 D=33MM..................................................................189
5.5. TABLEROS..........................................................................................................191
5.5.1. Tablero General...............................................................................................191
5.5.2. Tablero de Distribución Caja Metálica 8 Polos...........................................194
5.5.3. CONEXIONE AL SERVICIO PÚBLICO.......................................................194
5.6. Artefactos.............................................................................................................194
5.6.1. Artefacto Fluorescente 2x36 W Incluye Equipo Y Pantalla......................194
5.6.2. Artefacto Tipo Circular....................................................................................195
5.7. SISTEMA DE PUESTA A TIERRA..................................................................195
5.7.1. Pozo de Protección A Tierra..........................................................................195
5.8. PRUEBAS ELECTRICAS..................................................................................197
5.8.1. Pruebas de Aislamiento Y Resistividad.......................................................197
5.9. SISTEMA DE LUZ DE EMERGENCIA...........................................................198
5.9.1. Artefacto de Iluminación de Emergencia a Batería...................................198
5.10. EQUIPOS ELECTRICOS Y MECANICOS............................................198
5.10.1. Instalaciones Mecánicas...........................................................................198
5.10.1.1. Salida Para Elevadores............................................................................198
5.10.1.2. Pararrayos...................................................................................................200
5.12. MOVIMIENTO DE TIERRAS...................................................................201

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Municipalidad Provincial de Fajardo

5.12.1. Excavación Manual.......................................................................................201


5.12.2. Relleno y Compact. Manual c/mat. Propio..............................................202
5.12.3. Acarreo Interno de Mat. Procedente de Exc............................................202
6. QUIPAMIENTO..........................................................................................202
6.1. ACUMULADOR DE ENERGÍA UPS...............................................................202
6.2. REPETIDOR WIRELESS 300MB....................................................................203
6.3. RECEPTORAS DE SEÑAL INALÁMBRICA..................................................205
6.4. SWITCH D-LINK DGS-1024D..........................................................................206
6.5. CAMARA FOTOGRAFICA DIGITAL CIBER SHOT......................................208
6.6. Plotter...................................................................................................................210
6.7. ESTACION TOTAL............................................................................................211
6.8. ESTABILIZADOR DE 1000V............................................................................212
6.9. ESTABILIZADOR DE 3000V............................................................................212
6.12. FOTOCOPIADORA MONOCROMATICA.............................................213
6.13. IMPRESORA MULTIFUNCIONAL..........................................................214
6.14. IMPRESORA LASER JET P1006...........................................................214
6.15. MICROFONO INALAMBRICO.................................................................216
6.16. MOTOCICLETA LINEAL CHACARERA................................................217
6.17. CAMIONETA HILUX 4x4..........................................................................218
6.18. MONITOR DE 20" LED.............................................................................220
6.19. PARLANTE BUFER..................................................................................222
6.20. RELOJ DE PARED....................................................................................223
6.21. TECLADO...................................................................................................224
6.22. UPS-MODELO DH6 1WW.......................................................................224
6.23. COMPUTADORA INTEL CORE I7-4770...............................................224
6.24. COMPUTADORA PENTIUM I4...............................................................224
6.25. LAPTOP INTEL CORE I7.........................................................................226
6.26. PROYECTOR EPSON POWERLITE 98...............................................227
6.27. ECRAN DESPLEGABLE 4x3m...............................................................228
6.28. REPRODUCTOR DVD MULTIMEDIA...................................................229
7. MOBILIARIO...........................................................................................................230
07.01. ARMARIO METALICO DE 5 PISOS...........................................................230
07.02. ARMARIO DE MELAMINE DE 5 PISOS....................................................231
07.03. ARMARIO DE MADERA DE 5 PISOS........................................................232

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Municipalidad Provincial de Fajardo

07.04. BANCA METÁLICA DE 3 CUERPOS.........................................................233


07.05. CASILLERO METALICO..............................................................................235
7.6. ESCRITORIO DE METAL DE 5 GAVETAS...................................................236
7.6. ESCRITORIO DE MELAMINA DE 4 GAVETAS...........................................237
7.8. ESTANTE METALICA DE 5 PISOS................................................................237
7.9. ESTANTE DE MELAMINE DE 5 PISOS........................................................238
7.10. MODULO DE COMPUTO PERSONAL........................................................239
7.11. MESA DE MADERA........................................................................................240
7.12. MESITA METAL...............................................................................................245
7.13. BUTACAS PARA AUDITORIO......................................................................246
7.14. MESA CON ESTRUCTURA METÁLICA Y TABLERO DE MELANINA. .247
7.15. MESA DE REUNIONES..................................................................................247
7.16. PODIO................................................................................................................248
7.17. PIZARRA ACRÍLICA de 3.16 x 1.20.............................................................249
7.18. REPOSTERO ALTOS Y BAJOS...................................................................250
7.19. TABURETE.......................................................................................................252
7.20. SILLA GIRATORIA GERENCIAL..................................................................253
7.21. SILLAS DE METAL TAPIZADO.....................................................................254
7.22. SILLAS DE RECEPCIÓN DE 3 CUERPOS.................................................255
7.23. SILLAS DE METAL DE RECEPCIÓN..........................................................255
7.24. VITRINA DE ALUMINIO..................................................................................256
7.25. TACHO METÁLICO DE PEDESTAL 0.2X0.575.........................................257
7.26. TACHO METALICO EN EXTERIORES........................................................258
8. CAPACITACION CON TALLERES.........................................................260
8.1. CAPACITACION A PERSONAL DEL MUNICIPIO.......................................260
9. PLAN MANEJO AMBIENTAL..................................................................261
9.1. PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL...................................................261
9.2. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL...........................................................261

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Municipalidad Provincial de Fajardo

ESPECIFICACIONES TECNICAS GENERALES

INTRODUCCIÓN

DISPOSICIONES GENERALES

Estas especificaciones, conjuntamente con los planos servirán de base para la construcción de
dichas obras. La construcción comprende la completa ejecución de los trabajos indicados en
estas especificaciones y también no incluidas en la serie completa de los planos. En
consecuencia, ambos documentos se complementan.

El ingeniero supervisor de obras tiene autoridad suficiente para ampliar éstas, en lo que
respecta a la calidad de los materiales a utilizarse y la correcta metodología constructiva a
seguir en cualquier trabajo, sin que ello origine reclamo alguno por parte del residente de obra.

ESPECIFICACIONES Y PLANOS

En obra se deberá contar obligatoriamente con un juego de planos completos y


especificaciones que para tal fin se hayan establecido, quedando entendido que cualquier
detalle que figure únicamente en los planos o en las especificaciones será válido como si se
hubiera mostrado en ambos.

Condiciones extrañas o distintas

El ingeniero residente, notificará por escrito a la supervisión, cualquier situación del subsuelo u
otra condición física que sea diferente a aquellas indicadas en los planos o en las
especificaciones.

Debe actuar tan pronto como sea posible y antes de efectuar cualquier alteración a dicha
condición física que sea diferente a aquellas indicadas en los planos o en las especificaciones.

Errores u Omisión

Los errores u omisiones que pueden encontrarse en el proyecto, tanto en el diseño como en
metrado se pondrán inmediatamente por escrito en conocimiento del ingeniero supervisor
designado para la obra respectiva.

Equipos, Herramientas o Implementos.

Todos los equipos, herramientas e implementos necesarios para la ejecución correcta de la


obra deberán ser previstos por el residente. Se preverá en cantidad, condición y oportunidad
tales que no originen retrasos en el avance de la obra.

Medidas de Seguridad.

Ninguna actividad o trabajo podrá ser realizada si no se cuenta previamente con las medidas
de seguridad (señalización informativa y preventiva, líneas de limitación, líneas de vida,

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limpieza, cascos, botas de seguridad, guantes, lentes de seguridad, correas y arneses de


seguridad, otros, etc.) que eliminen los riesgos de accidentes y daños al personal de obra,
estructuras, construcciones vecinas y cualquier otro valor que se encuentre en riesgo por la
ejecución de dicha actividad. De esta manera quedará bajo responsabilidad del Ing. Residente
proveer y prever todas las medidas de seguridad necesarias de manera de garantizar los
trabajos a ejecutar quedando a criterio del Ingeniero Supervisor poder paralizar y/o suspender
cualquier actividad que no cuente con las mismas.

Normas Técnicas y requisitos a adoptarse en la construcción

La construcción de la obra, se ejecutará de conformidad a las siguientes normas:

 ITINTEC (Instituto de Investigación Tecnológica Industrial de Normas Técnicas)


 Reglamento Nacional de Edificaciones.
 ACI (American Concrete Institute)
 ASTM (American Standards for Testing Materials)

Los materiales que se emplearán en la construcción de la obra serán nuevos, de primera


calidad, aquellos que vinieran envasados deben entrar a la obra en sus recipientes originales
intactos, debidamente sellados y serán almacenados en las condiciones que indica el
proveedor, indicándose de manera escrita a la supervisión, la cantidad, número de lote, fecha
de fabricación y fecha de vencimiento.

El ingeniero residente revisará el funcionamiento de los equipos de manera que cumplan con
las especificaciones de la partida considerada.

El personal de obra deberá tener la especialización y experiencia suficiente para la realización


de los trabajos en cada partida pudiendo el supervisor ordenar el retiro de aquel personal que
no cuente con ello.

La supervisión podrá rechazar aquellos materiales, equipos, procedimientos e instalaciones


que presente el Ing. Residente y que no están de acuerdo con las especificaciones técnicas,
planos y/o las instrucciones impartidas por la propia Supervisión.

Condiciones Climáticas

El residente de la ejecución de la obra tomará todas las previsiones necesarias para que no
sufran daños por condiciones climáticas los materiales, equipos, las instalaciones y cualquier
otro recurso a emplear en la obra, quedando en exclusiva responsabilidad de la entidad la
reparación y/o reposición del recurso afectado.

Validez de especificaciones, planos y metrados


En el proyecto se tendrá en cuenta que las especificaciones técnicas se complementaran con
los planos respectivos y los metrados básicos, en forma tal que las obras deben ser ejecutadas

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en su totalidad. En caso de divergencia de interpretación se tendrá en cuenta la siguiente


prelación: los planos especificaciones técnicas, metrados, presupuesto, y memoria descriptiva,
en ese orden.

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ESPECIFICACIONES TECNICAS

“MEJORAMIENTO Y AMPLIACION DE LA CAPACIDAD OPERATIVA PARA LA


PRESTACIÓN DE SERVICIOS PÚBLICOS DE LA MUNICIPALIDAD, PROVINCIA DE
VICTOR FAJARDO - AYACUCHO”.

1. OBRAS PROVISIONALES, TRABAJOS PRELIMINARES Y SEGURIDAD, SALUD Y


MEDIO AMBIENTE.
1.1. CONSTRUCCIONES PROVISIONALES

1.1.1. Cartel De Obra

Materiales a utilizar
 Clavos de 1’’, 21/2’’, 3’’, 4’’, 6’’.
 Piedra grande de 8’’
 Hormigón.
 Banner
 Cemento portland Tipo I (42.5 kg)
 Madera tornillo
 Triplay de 2.40 x 1.20 x 6.00

Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Se deberá tener mucho cuidado al momento de elegir el lugar de ubicación del cartel, pues
debe ser una zona que permita tener una buena visibilidad de tal forma que no interfiera
en las labores inherentes a la construcción, pues la información es principalmente para
personas ajenas a los trabajos de ejecución.
Las formas, dimensiones, colores, normas de diseño y otras características serán
definidos y aprobados por la Supervisión. De igual modo no se podrá dar inicio a las
labores de colocación sin autorización del Supervisor, quien verificara la ubicación del
cartel conforme lo indicado en los planos de proyecto o según indicaciones dadas.
Para el soporte del cartel, se utilizarán parantes de madera de buena calidad, anclados al
piso con una profundidad no menor de 0.6 m cimentado con piedras y concreto pobre,
además de fijarse correctamente con templadores a fin de evitar su volteo por acción de
los vientos.
Culminada la obra este cartel debe ser retirado, sin dejar restos de ningún tipo.

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Controles
a) Control técnico. Se realiza la revisión de los materiales, en calidad y estado.
a) Control de Ejecución. Condiciones iniciales del terreno, controles ambientales y de
seguridad.
b) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia en dimensiones y acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. La madera debe ser del tipo tornillo, listones de la
estructura del bastidor sin fisuras, el banner de calidad media a la mejor.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de instalación debe ser un terreno
estable, estratégico y de poco tránsito. Sin que presente inconvenientes a la población,
medio ambiente y desarrollo de la obra.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. La dimensión será de 4.80 x
3.60 m y estable en el final de la instalación.

Medición y Forma De Pago


El cartel se medirá por global (Glb), incluido la estructura de soporte y el panel en sí.
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada
en el presupuesto.

1.1.2. Cerco Provisional De Seguridad C/Arpillera H=2.0m C/Rollizos.


Materiales a utilizar
 Clavos de 2’’.
 Arpillera negra de 2 x 200 m.
 Rollizos de eucalipto de 3’’ x 2.80 m.
 Triplay de 1.20 x 2.40m x 4mm

Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Se deberá colocar un cerco perimétrico al terreno destinado para la obra de edificación a
ejecutarse; de esta manera se logra evitar el ingreso de personas ajenas a la obra, evitar
la pérdida de materiales y otros incidentes que atañen el adecuado desarrollo de los
trabajos.
Se fijarán al piso postes de madera eucalipto de 3"X3"X8', distanciados a cada 3.0m, para
colocar una mantada sintética de rafia o malla arpillera de 2.00m de alto.

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Controles
b) Control técnico. Se realiza la revisión de los materiales, en calidad y estado.
c) Control de Ejecución. Condiciones iniciales del terreno, controles ambientales y de
seguridad.
d) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia en dimensiones y acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Los rollizos de eucalipto de 3’’ x 2.80 m secas y las
arpilleras de buena calidad.
b) Basados en el control de Ejecución. El perímetro del terreno no debe presentar
desniveles o desmontes, las zanjas para los rollizos deben cumplir los 0.80 m de
profundidad y el área de todo el perímetro tendrá que dejarse libre.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. La dimensión de 2.00 m de
altura con mínima variación se debe cumplir en todo el perímetro.

Medición y Forma De Pago


Para efectos del pago la medición será por metro lineal (m) y lo indicado en el análisis de
costos unitarios, el ejecutor o contratista necesariamente tiene que respetar los datos para
la valorización de la obra de la partida respectiva.

El pago se realizara por metro lineal con visto bueno o aprobación del supervisor de obra.

1.2. INSTALACIONES PROVISIONALES

1.2.1. Agua Para Construcción

La partida está constituida el agua que se tiene que utilizar para la construcción de los
restos de partidas.

Materiales a utilizar
Agua.

Equipos.
Ninguno.

Modo de ejecución de la partida


La construcción de un depósito para agua será de dimensiones de 2m de ancho x 3m de
largo y de 1m de altura el cual se construirá de muros de ladrillo y tarrajeados el cual será
temporal hasta la culminación de todos los trabajos.

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El pago mensual por el servicio de abastecimiento de agua potable en obra que será
realizada a la entidad quien brinda el servicio.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Ninguno.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia en dimensiones y acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. Ninguno.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El área debe ser de dimensiones
que acondicione los estándares y normas de seguridad.

Medición y Forma De Pago


El metrado de la partida agua para construcción es global (GLB).

El pago de estos trabajos se hará en global de acuerdo a los precios que se encuentran
definidos en el presupuesto.

1.2.2. Desagüe para Construcción

Definición
Las líneas de desagüe, serán instaladas con los diámetros indicados en los planos, en
nuestro caso se instalaran tuberías de PVC. 355mm en general, de Normas Técnicas
Peruanas ISO 4435, serie 25 y S-20, cualquier cambio de diámetro deberá ser aprobado
específicamente por el Inspector.
Toda tubería de desagüe, con alguna instalación especial, necesariamente deberá contar
con su diseño específico de cruce, que contemple básicamente la protección que requiera
la tubería.

Materiales a utilizar
Tuberías PVC

Modo de ejecución de la partida


Durante el transporte y el acarreo de la tubería, etc., desde la fábrica hasta la puesta a pie
de obra, deberá tenerse el mayor cuidado evitándose los golpes y trepidaciones, siguiendo
las instrucciones y recomendaciones de los fabricantes.

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Para la descarga de la tubería en obra en diámetros menores de poco peso, deberá usarse
cuerdas y tablones, cuidando de no golpear los tubos al rodarlos Y deslizados durante
la bajada. Los tubos que se descargan al borde de zanjas, deberán ubicarse al lado
opuesto del desmonte excavado y, quedarán protegidos del tránsito y del equipo pesado.
Cuando los tubos requieren previamente ser almacenados en la caseta de obra, deberán
ser apilados en forma conveniente y en terreno nivelado, colocando cuñas de
madera para evitar desplazamiento lateral. Sus correspondientes anillos de jebe y/oempaq
uetaduras, deberán conservarse limpios, en un sitio cerrado, ventilado y bajo sombra.

Medición y Forma De Pago


El trabajo ejecutado será medido en forma global mensual (mes).

El pago de estos trabajos se hará en global de acuerdo a los precios que se encuentran
definidos en el presupuesto.

1.2.3. Energía Eléctrica Provisional


Este ítem se refiere a la acometida y alumbrado público que se debe realizar en las
edificaciones.

Materiales a utilizar
Electricidad para construcción.

Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Definir los puntos donde se colocará el alumbrado. Instalar y conectar las luminarias para
una mayor visibilidad como cambiar poste de concreto, instalar la acometida eléctrica de
oficinas y auditorios, Colocación cajas de breakers, Se realizara una prueba con
interventoría para probar las instalaciones eléctricas realizadas.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.

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b) Basados en el control de Ejecución. Cumplir con normas estándares de uso de


electricidad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


El trabajo ejecutado será medido en forma global mensual (mes).

El pago de estos trabajos se hará en global de acuerdo a los precios que se encuentran
definidos en el presupuesto.

1.3. TRABAJOS PRELIMINARES

1.3.1. Limpieza del Terreno Manual


Esta partida comprende los trabajos que deben ejecutarse para la eliminación de basura,
elementos sueltos, livianos existentes en toda el área del terreno, así como de maleza y
arbustos de fácil extracción. No incluye elementos enterrados de ningún tipo.

Método De Medición
Es la partida de eliminación de basura y elementos sueltos y livianos, maleza, o vegetación
superficial, que incluye el corte, la quema y su eliminación, se hará un análisis previo de la
cantidad de personal, vehículos y equipo necesario para la limpieza del área.

Forma De Pago
El pago se hará sobre cada m2 real de avance de esta actividad, entendiéndose que dicho
precio y pago constituirá la compensación completa por toda mano de obra, equipo,
herramientas y por imprevistos necesarios para completar este ítem.

1.4. DESMONTAJE Y REHUBICACIONES

1.4.1. PUERTA
Definición
Se refiere a retirar todas las puertas de la Municipalidad Provincial de Fajardo, el cual
deberá ser evacuado de la construcción dejando las zonas de trabajo libres para su
cambio de esta, estos materiales serán llevados a los botaderos o almacenes autorizados.

Materiales a utilizar
Ninguno.

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Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Las puerta, deberán removerse y ser almacenado fuera de la obra. Se usaran los
materiales y personal necesario para remover las puertas de la obra y depositado en el
lugar establecido y autorizado por el supervisor.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


El trabajo ejecutado se medirá en (Und).
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada
en el presupuesto.

1.4.2. VENTANAS

Definición
Se refiere a retirar todas las ventanas de la Municipalidad Provincial de Fajardo, el cual
deberá ser evacuado de la construcción dejando las zonas de trabajo libres para su
cambio de esta, estos materiales serán llevados a los botaderos o almacenes autorizados.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales.

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Modo de ejecución de la partida


Las ventanas, deberán removerse y ser almacenado fuera de la obra. Se usaran los
materiales y personal necesario para remover las ventanas de la obra y depositado en el
lugar establecido y autorizado por el supervisor.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


El trabajo ejecutado se medirá en (Und).
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada
en el presupuesto.

1.4.3. APARATOS SANITARIOS


Los aparatos sanitarios y accesorios de la Municipalidad Provincial de Fajardo deberán ser
retirados de la construcción dejando libre, y así facilitar el trabajo, estos materiales serán
almacenados en los centros de acopio o almacenes autorizados. Por el supervisor.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Los aparatos sanitarios, deberán removerse y ser almacenado fuera de la obra. Se
usaran los materiales y personal necesario para remover los aparatos sanitarios de la
obra y depositado en el lugar establecido y autorizado por el supervisor.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se

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acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


El trabajo ejecutado se medirá en (Und).
La obra ejecutada se pagará por unidad (Und.), aplicando el costo unitario
correspondiente del Presupuesto.

1.4.4. PLAN DE DESARROLLO REUBICACIÓN TEMPORAL DE OFICINAS

DEFINICION
Alquilar y/o habilitar remanentes de la edificación para el traslado temporal ordenado de
personas y sus pertenencias hacia estas oficinas donde permanecerán hasta que se
habilite las oficinas ofrecidas (compra o construcción).

Materiales a utilizar
Movilidad para el traslado

Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución
Los muebles de las oficinas, deberán removerse y ser trasladados fuera de la obra. Se
usaran los materiales y personal necesario para remover los muebles y objetos
pertenecientes a las oficinas y depositado en el lugar establecido y autorizado por el
supervisor.

Medición y forma de pago


El trabajo ejecutado se medirá en (Und).

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Municipalidad Provincial de Fajardo

La obra ejecutada se pagará por unidad (Und.), aplicando el costo unitario


correspondiente del Presupuesto.

1.5. DEMOLICIONES

1.5.1. Demolición De Veredas Losas E=10 Cm Con Equipo


Las veredas, pavimentos y otros elementos cuya demolición esté prevista en los
documentos del proyecto, deberán ser quebrados en pedazos de tamaño adecuado, para
que puedan ser utilizados en la construcción de rellenos o disponer de ellos como sea
autorizado por el Supervisor. Cuando se usen en la construcción de rellenos, el tamaño
máximo de cualquier fragmento no deberá exceder de dos tercios (2/3) del espesor de la
capa en la cual se vaya a colocar. En ningún caso, el volumen de los fragmentos deberá
exceder de treinta decímetros cúbicos (30 dm³), debiendo ser apilados en los lugares
indicados en los planos del proyecto o las especificaciones particulares, a menos que el
Supervisor autorice otro lugar.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático y compresora neumática.

Modo de ejecución de la partida


La demolición de veredas, deberán ser fracturados en fragmentos de tamaño moderado
que se pueda transportar con facilidad para su almacenado autorizado por el supervisor
para luego su uso como relleno en la obra.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.

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b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado


con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m2).

El pago se hará al precio unitario (und.) respectivo, estipulado en el contrato según la


unidad de medida, por todo trabajo ejecutado satisfactoriamente de acuerdo con la
presente especificación, aceptado por el Supervisor.

1.5.2. Demolición de Elementos de Concreto y Albañilería


Los trabajos deberán efectuar en tal forma, que produzcan la menor molestia posible a los
habitantes y usuarios de las zonas próximas a la obra. Las demás demoliciones de muros
en mampostería, bloque, y ladrillo se podrán cuantificar. En caso de existir instalaciones
eléctricas sobre este muro, el contratista deberá reubicarlas tomando las precauciones
necesarias autorizada por el supervisor.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


La demolición, deberán ser fracturados en fragmentos de tamaño moderado que se
pueda transportar con facilidad para su almacenado autorizado por el supervisor para
luego su uso como relleno en la obra.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m2).
El pago de esta actividad será por metro cuadrado (m2) de muro demolido cumpliendo
con las condiciones especificadas. La medición se hará en el sitio antes de demoler el
muro. El precio deberá incluir los materiales, herramientas, mano de obra, equipos,
andamios, señalización, reubicación de conexiones eléctricas existentes elementos
provisionales para cubrir y proteger las áreas aledañas y demás elementos necesarios
para la correcta ejecución de esta actividad.

1.5.3. Demolición de Pisos de Concreto Inc. Falso Piso


Los trabajos deberán efectuar en tal forma, que produzcan la menor molestia posible a los
habitantes y usuarios de las zonas próximas a la obra. Las demás demoliciones de pisos
de concreto se podrán cuantificar. En caso de existir instalaciones eléctricas sobre este
piso, el contratista deberá reubicarlas tomando las precauciones necesarias autorizada por
el supervisor.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


La demolición, deberán ser fracturados en fragmentos de tamaño moderado que se
pueda transportar con facilidad para su almacenado autorizado por el supervisor para
luego su uso como relleno en la obra.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.

23
Municipalidad Provincial de Fajardo

b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.


c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m2).
En el precio unitario se deberán tener en cuenta todos los costos de mano de obra,
suministro de materiales, mortero 1:3, mano de obra, herramienta menor, alquiler de
equipo y demás costos directos e indirectos utilizados en la ejecución de los trabajos.

1.5.4. Demolición De Losas


Las losas cuya demolición esté prevista en los documentos del proyecto, deberán ser
quebradas en pedazos de tamaño adecuado, para que puedan ser eliminados en los
botaderos.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


La demolición, deberán ser fracturados en fragmentos de tamaño moderado que se
pueda transportar con facilidad para su almacenado autorizado por el supervisor para
luego su uso como relleno en la obra.

La eliminación de material excedente deberá ser periódica, no permitiendo que se


acumule y permanezca en obra.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m2).
El pago se hará al precio unitario (und.) respectivo, estipulado en el contrato según la
unidad de medida, por todo trabajo ejecutado satisfactoriamente de acuerdo con la
presente especificación, aceptado por el Supervisor.

1.5.5. Demolición De Cimentación

Definición
Las zonas a demoler habrán sido identificadas y marcadas. El elemento objeto de la
demolición no estará sometido a la acción de cargas y se verificará la estabilidad del resto
de la estructura y elementos de su entorno, que estarán debidamente apuntalados.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


Demolición de la cimentación de concreto, deberá ser hasta 1,5 m de profundidad máxima,
con martillo neumático y equipo de oxicorte. Incluso parte proporcional de limpieza,
acopio, retiro y carga manual de escombros sobre camión o contenedor.
Mientras no se sustituya el elemento objeto de la demolición por otro elemento estructural,
y se haya producido su consolidación definitiva, se conservarán los apeos y
apuntalamientos utilizados para asegurar la estabilidad del resto de la estructura.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m3).
El pago se hará al precio unitario (und.) respectivo, estipulado en el contrato según la
unidad de medida, por todo trabajo ejecutado satisfactoriamente de acuerdo con la
presente especificación, aceptado por el Supervisor.

1.5.6. Demolición De Columnas

Definición
La ejecución de esta actividad implica la demolición de los elementos antes nombrados y
establecidos en el presupuesto de obra y los que en el desarrollo del proyecto lo
requieran.
Las demoliciones de los muros, incluye el retiro de cualquier estructura de concreto,
reforzado o no, existente en el muro y que no esté anclada a otro elemento estructural
(vigas, columnas o placas).

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


Las actividades de demolición serán ejecutadas de acuerdo a un plan de trabajo aprobado
por la interventoría. Antes de iniciar con la ejecución de las actividades deberán de
tomarse las medidas de seguridad necesarias con el fin de evitar los daños y accidentes a
los trabajadores. Debe tenerse en cuenta el grado de inestabilidad de cada elemento a
demoler con el fin de evitar peligro a los operarios, en caso de ejecutar las labores
manualmente. No deberán dejarse partes inestables que puedan desprenderse por acción
del viento o vibraciones.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.
Aceptación de los trabajos
a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


Los trabajos se medirán por unidad (m3.).
El pago se hará al precio unitario (und.) respectivo, estipulado en el contrato según la
unidad de medida, por todo trabajo ejecutado satisfactoriamente de acuerdo con la
presente especificación, aceptado por el Supervisor

1.5.7. Demolición De Zapatas

Definición
La demolición de zapatas incluye la demolición del concreto de acuerdo a lo establecido
en los planos estructurales, de la misma manera se trabajara la demolición de vigas y
columnas.
Las demoliciones de los muros, incluye el retiro de cualquier estructura de concreto,
reforzado o no, existente en el muro y que no esté anclada a otro elemento estructural
(vigas, columnas o placas).

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


Las actividades de demolición serán ejecutadas de acuerdo a un plan de trabajo aprobado
por la interventoría. Antes de iniciar con la ejecución de las actividades deberán de
tomarse las medidas de seguridad necesarias con el fin de evitar los daños a la edificación
y accidentes a los trabajadores.

27
Municipalidad Provincial de Fajardo

Debe tenerse en cuenta el grado de inestabilidad de cada elemento a demoler con el fin
de evitar peligro a los operarios, en caso de ejecutar las labores manualmente.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


La unidad de MEDIDA será la asignada para cada ítem (M2, UN, ML, M2) con
aproximación a dos decimales.

El pago de la demolición ejecutada y aprobada por la interventoría. El pago se hará a los


precios establecidos en el Formulario de la Propuesta, valor que incluye: Costos de mano
de obra, maquinaria, equipos y herramientas necesarias para las demoliciones.

1.5.8. Demolición De Vigas

Definición
Esta especificación cubre los trabajos de demolición de todas las vigas de concreto a
reforzar
Las vigas a demoler, incluye la demolición del acabado y las columnas internas de la
edificación que necesiten serán reemplazadas para la realización de elementos
estructurales nuevos de acuerdo a los planos arquitectónicos y estructurales.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

28
Municipalidad Provincial de Fajardo

Modo de ejecución de la partida


Igualmente se debe elaborar un plan ambiental – estructural, que incluya la señalización),
para la demolición de estos elementos estructurales, los cuales se deben demoler
iniciando por los pisos superiores hasta llegar al piso inferior, el contratista en conjunto con
la interventoría realizaran periódicamente chequeos estructurales para ajustar planes y
recomendar medidas de seguridad personal y estructurales. Se deben realizar apiques en
las estructuras, antes de empezar a demoler. Antes de realizar las demoliciones de vigas
se debe verificar que las demoliciones de placas de entrepiso y demás elementos en los
pisos superiores estén ejecutadas al igual que los apuntalamientos y medidas de
seguridad.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


La medida será el número de metros cúbicos (m3).
El pago se hará a los precios establecidos en el Formulario de la Propuesta, valor que
incluye: Costos de mano de obra, maquinaria, materiales, equipos y herramientas
necesarias para la demolición, el corte y retiro del acero de refuerzo, transporte interno y
externo al sitio de cargue, retiro de sobrantes al botadero autorizado y demás costos
necesarios para la ejecución.

1.5.9. Demolición De Gradas

Definición
Esta especificación cubre los trabajos de demolición gradas de concreto reforzado de las
instalaciones del municipio provincial de fajardo. Haciendo uso de herramientas manuales
y equipos de corte.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, martillo neumático de 24 Kg y compresora neumática de 76 HP.

Modo de ejecución de la partida


Igualmente se debe elaborar un plan ambiental – estructural, que incluya la señalización),
para la demolición de estos elementos estructurales, los cuales se deben demoler
iniciando por los pisos inferior al superior, el contratista en conjunto con la interventoría
realizaran periódicamente chequeos estructurales para ajustar planes y recomendar
medidas de seguridad personal y estructurales. Se deben realizar apiques en las
estructuras, antes de empezar a demoler las gradas y demás elementos en los pisos
superiores estén ejecutadas al igual que los apuntalamientos y medidas de seguridad.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguno.

Medición y Forma De Pago


La medida será el número de metros cúbicos (M3)
El pago se hará a los precios establecidos en el Formulario de la Propuesta, valor que
incluye: Costos de mano de obra, maquinaria, materiales, equipos y herramientas
necesarias para la demolición, el corte y retiro del acero de refuerzo, transporte interno y
externo al sitio de cargue, retiro de sobrantes al botadero autorizado y demás costos
necesarios para la ejecución.

1.5.10. Eliminación de Material Excedente C/Maquinaria

Definición

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Se refiere a los sobrantes de las diferentes etapas de la construcción y a los gruesos de


desmonte, incluyendo el material excedente de corte de las columnas, vigas zapatas, para
su evacuación con maquinaria y/o por otros equipos y que serán ubicados en botaderos.

Materiales a utilizar
Ninguno.

Equipos.
Herramientas manuales, cargador sobre llantas de 125-135 HP y camión volquete de 15
m3.

Modo de ejecución de la partida


Para los trabajos en el área urbana, se evitará amontonar los excedentes para no
ocasionar interrupciones del tránsito vehicular y/o peatonal, así como molestias con el
polvo provocado por la remoción, el carguío y el transporte.
Para el caso de la calzada la eliminación del material excedente, se hará con maquinaria,
es decir empleando cargador frontal y volquetes; en cambio para las obras de arte, y
veredas el cargado del material será manual para luego ser trasladado en volquetes.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo bien señalizado e aislado
con cinta de prevención el operador de algún equipo debe contar con los
implementos seguridad.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El material debe eliminarse en
su totalidad con un sobrante mínimo que debe ser tendida.

Medición y Forma De Pago


El material excedente de corte, será medido en metros cúbicos (m3), cuyo control y
aceptación, será responsabilidad del Supervisor.
El pago se hará a los precios establecidos en el Formulario de la Propuesta, valor que
incluye: Costos de mano de obra, maquinaria, materiales, equipos y herramientas
necesarias para la demolición, el corte y retiro del acero de refuerzo, transporte interno y

31
Municipalidad Provincial de Fajardo

externo al sitio de cargue, retiro de sobrantes al botadero autorizado y demás costos


necesarios para la ejecución.

1.6. MOVILIZACIÓN DE CAMPAMENTO, MAQUINARIA Y HERRAMIENTAS

1.6.1. Movilización y Desmovilización de Equipos y Maquinarias

Definición

La movilización y desmovilización de equipos y herramientas, consiste en el traslado del


equipo y maquinaria que va a ser utilizada en la obra. El material será transportado en
camiones, tráileres y camiones de plataforma. El Contratista, dentro de esta partida deberá
considerar todo el trabajo de suministrar, reunir, transportar y administrar su organización
constructiva al lugar de la obra, incluyendo personal, equipo mecánico, materiales y todo
lo necesario para instalar e iniciar el proceso constructivo, así como el oportuno
cumplimiento del cronograma de avance. El sistema de movilización debe ser tal que no
cause daño a terceros (vías, edificaciones, empresas de servicios, otros).

Materiales y Equipos Mínimos

• Camion semi trailer 6x4 330 HP 35 Ton

• Rodillo liso vibratorio manual 10.8HP 0.8-1.1T

• Motoniveladora de 65-80 HP

Modo de Ejecución de Obra

Para la movilización de los equipos necesarios para la ejecución de la obra, el Ingeniero


Residente coordinará con la Supervisión sobre los equipos y herramientas a suministrar;
su oportunidad y permanencia en obra. De ninguna manera se podrá proceder a
desmovilizar alguna o algunas de las máquinas suministradas sin la previa autorización de
la Supervisión.

Método de Control

El Supervisor deberá aprobar el equipo llevado a obra, pudiendo rechazar el que no


encuentre a satisfacción para la función a cumplir.

Medición y Forma de Pago

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Municipalidad Provincial de Fajardo

El trabajo ejecutado se medirá en forma global (GLB). El pago se efectuará al precio


unitario del presupuesto por unidad Global (GLB), considerando la siguiente distribución:

• 50% del monto otorgado a la partida al momento de finalizar el traslado de la


maquinaria y equipo a la obra.

• 50% del monto otorgado a la partida al finalizar los trabajos de la obra y el retiro
de toda la maquinaria y equipo.

1.7. APUNTALAMIENTOS DE CONSTRUCCIONES EXISTENTES

1.7.1. Apuntalamientos de construcciones existentes

Definición
Sistema compuesto por una serie de puntales o postes que actúan en conjunto destinados
a asegurar y ofrecer sostén a estructuras; por lo general son transitorios y se emplean en
casos de inestabilidad estructural hasta la reparación o demolición.

Materiales a utilizar
 Clavos de madera con cabeza de 2 ½’’.
 Madera tornillo.
 Cordel.
Equipos.
Herramientas manuales y wincha.

Modo de ejecución de la partida


Estos apuntalamientos son un armazón de puntales que sirve de sostén temporal a una
pared, techo, arco u otra parte de un edificio que se ha de construir, reparar, transformar o
demoler. Se utilizan puntales que hacen las veces de pies derechos o verticales, inclinados
u horizontales y que se les somete a compresión axial.  El apuntalamiento se utiliza para
apoyar las vigas y pisos en un edificio, mientras que una columna o pared se retira, en esta
situación apoyos verticales se utilizan como un reemplazo temporal para
la construcción de columnas o paredes. El apuntalamiento es instalado usualmente desde la
parte superior hacia abajo, una secuencia típica incluiría la instalación de miembros
estructurales verticales desde la superficie del suelo existente seguida por la instalación
de anclas a medida que la excavación proceda hacia abajo.

Medición y Forma De Pago


La unidad de medida es por metro cuadrado. (M2).

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Municipalidad Provincial de Fajardo

El pago se hará sobre el avance de esta actividad (metro cuadrado), entendiéndose que
dicho precio y pago constituirá la compensación completa por toda mano de obra, equipo,
herramientas y por imprevistos necesarios para completar este ítem.
1.8. TRAZO, NIVELES Y REPLANTEO
1.8.1. Trazo y Replanteo durante Ejecución

Definición
Comprende el replanteo de los planos en el terreno ya nivelado, fijando los ejes de
referencia y las estacas de nivelación.

Materiales a utilizar
 Clavos de madera con cabeza de 2 ½’’.
 Yeso.
 Madera tornillo.
 Pintura esmalte.
 Cordel.

Equipos.
Nivel topográfico, estación total, herramientas manuales y wincha.

Modo de ejecución de la partida


Los niveles serán determinados de acuerdo al B.M. fijadas por el inspector y/o residente.
Los ejes deberán fijarse permanentemente por estacas, balizas o tarjetas fijas en el
terreno; se usaran en este último caso dos tarjetas por eje.
Se seguirá para el trazado, al siguiente procedimiento: Se marcarán los ejes y a
continuación, en armonía con los planos de Arquitectura y Estructuras; estos ejes deberán
ser aprobados por el Ingeniero Inspector antes de que se inicien las excavaciones.
Los planos de Cimentación explícita el número de ejes necesarios para efectuar el trabajo,
así mismo se ha tratado en lo posible de guardar conciencia en el conjunto a fin de
racionalizar y simplificar la labor, esto guarda compatibilización con la ubicación real en el
terreno.
Tanto el trabajo y en el replanteo de la obra guardaran lo especificado en el Reglamento
Nacional de Edificaciones.
Para efectuar el trazo de una edificación se debe utilizar necesariamente un puenteado de
madera, para el que normalmente se utilizan reglas de las dimensiones anotadas en el
esquema.

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Controles

a) Control técnico. Ninguno.


b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Ninguna.

Aceptación de los trabajos

a) Basados en el control técnico. Ninguno.


b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo debe estar nivelado y con
sus respectivos ejes marcadas de acuerdo a los planos.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ninguna.

Medición y Forma De Pago


La unidad de medida es por metro cuadrado. (M2).
El pago se hará sobre el avance de esta actividad (metro cuadrado), entendiéndose que
dicho precio y pago constituirá la compensación completa por toda mano de obra, equipo,
herramientas y por imprevistos necesarios para completar este ítem.

1.8.2. Colocación de Plantillas de Nivel

Definición
Trabajos que deberán realizarse con el objeto de proteger de la erosión las plantillas, los
taludes de cauces, bordos y terraplenes; así como los cortes de excavaciones (trinchera),
tomando en consideración que el objeto principal en conjunto será protegerlos de
deslaves, caídos ó derrumbes.

Materiales a utilizar
Yeso.

Equipos.
Nivel topográfico, miras y herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida

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En la ejecución, ya sea para la obtención ó para la colocación del material, el Contratista


deberá emplear los procedimientos, uso de explosivos, o pepena del cauce y equipo
propuestos en el concurso, sin embargo puede poner a consideración de la Dependencia
para su aprobación, cualquier cambio que justifique un mejor aprovechamiento de su
equipo y mejora en los programas de trabajo; pero en caso de ser aceptado, no será
motivo para que pretenda la revisión del precio unitario establecido en el Contrato.

Banco de préstamo
Los bancos de préstamo para obtener la roca y rezaga en su caso, el pago de regalías,
cargo e indemnización y uso de explosivos, serán con cargo al metro cúbico de material
colocado amparado por el presente concepto, por lo que no será motivo de pago por
separado.

En caso que la Dependencia acepte algún banco de préstamo propuesto por el Contratista
hará todos los arreglos necesarios para su explotación y absorberá las regalías, cargos,
indemnizaciones y demás gravámenes correspondientes a la nueva ubicación, sin que ello
signifique modificación al precio unitario del Contrato.

Obtención de material de banco de préstamo.


El banco de préstamo se desmontará y despalmará para la cual el Contratista deberá
considerar que estos trabajos sean incluidos en el análisis del precio unitario
correspondiente y no serán objeto de cuantificación y pago por separado.

Si durante la explotación del banco se encuentran materiales que no reúnan las


características adecuadas al proyecto, se desecharán y se depositarán en los sitios y
forma que indique el Ingeniero. Pero en caso de persistir la mala calidad del producto del
banco, la Dependencia fijará la explotación de un nuevo banco.

Colocación de enrocamiento y rezaga.


El material que se coloque tanto en trinchera como taludes deberá estar exento de
troncos, raíces y ramas, procurando que no esté contaminado con arcilla o limos.
El material para enrocamiento y rezaga se tenderá de acuerdo a lo indicado en el
proyecto.
El enrocamiento y rezaga que se coloque en zonas en contacto con estructuras se hará
con todo el cuidado necesario para evitar cualquier daño a éstas; si se requiere, la
colocación se hará en forma manual hasta las líneas que ordene el Ingeniero.
Los paramentos visibles de enrocamiento serán acomodados de tal manera para lograr
una superficie uniforme, por lo que el Contratista deberá tomar en cuenta esta operación
en el precio unitario de la colocación del enrocamiento.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Alcances, criterios de medición y base de pago.

Alcances
Para fines de medición y pago, los precios unitarios de los conceptos de trabajo
relacionados con esta especificación incluyen: la parte que corresponda por la ejecución,
la obtención y colocación de los materiales.

Obtención de material proveniente de bancos.


Selección y extracción de los materiales mediante, carga en las unidades de transporte y
descarga en los sitios y forma que señale el proyecto.

Colocación de material de Enrocamiento y rezaga.


Equipo, herramientas, materiales y mano de obra que se requiera para eliminar los
materiales indeseables tales como raíces, ramas y hierbas, selección si se requiere del
material para que cumpla con las condiciones de calidad y tamaño que fije la
Dependencia; colocación cuidadosa o manual si es necesaria de los enrocamientos y
rezagas, colocación y extendido de todo el material de enrocamiento en capas de acuerdo
a lo indicado en el proyecto o por el Ingeniero.

El desmonte y despalme de bancos de préstamo estarán considerados dentro de éste


precio unitario.

Controles
a) Control técnico. Pruebas de control de calidad del material, ensayo de laboratorio.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Acabado final.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Las calidades del material de acuerdo a los ensayos
deben ser aprobados por el residente, tanto para los bancos y enrocamientos.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de trabajo debe estar nivelado y
compactado en todo su trayecto de instalación del material.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El colocado del material en
ambos casos deben concluir en una compactación uniforme.

Medición y Forma De Pago

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Criterios de medición
Los conceptos de obra a que se refiere esta norma se medirán en metros cúbicos (m3)
con aproximación a una decimal (0.1).
El material de enrocamiento, rezaga y en el acolchado gavion se medirán ya colocados,
con las condiciones de colocación que indique el proyecto.
La medición de volúmenes se hará tomando como base los fijados en el proyecto con las
modificaciones por cambios ordenados y autorizados.

Únicamente se medirán los volúmenes de materiales colocados dentro de las líneas y


niveles marcados en el proyecto ó las modificaciones ordenadas y autorizadas.

Los volúmenes de materiales se determinarán siguiendo el método del promedio de áreas


extremas, por estaciones de veinte (20) metros ó menos cuando sea necesario.

Las distancias entre los sitios de obtención y colocación de los materiales, se medirán y
pagarán por separado, conforme lo estipulado en el capítulo 3.01.02.033 “Acarreos”.

No será motivo de medición y pago el volumen de materiales que hayan sido colocados
deficientemente, ni los trabajos que tenga que hacer el Contratista para removerlos y
ponerlos en el sitio y forma que ordene el Ingeniero.

No serán motivo de medición y pago los materiales que el Contratista coloque fuera de las
líneas y niveles señalados en el proyecto, ni los que coloque para facilitar sus
operaciones.

No será motivo de medición y pago el material considerado como desperdicio a causa de


las malas operaciones del Contratista.

Base de Pago

Los conceptos de trabajo relacionados con esta norma se pagarán a los precios unitarios
que se establezcan en el contrato respectivo, para los conceptos 3.01.02.035.a.
3.01.02.035.b y 3.01.02.035.g

1.9. SEGURIDAD Y SALUD

1.9.1. Elaboración, implementación y administración de Plan de Seguridad y Salud


durante el trabajo

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DEFINICION
El Plan de Seguridad en Obra tiene por objetivo fundamental reducir el riesgo de los
accidentes laborales en las obras de construcción Civil, hecho que no será realidad hasta
que el trabajador no sea protagonista del cuidado de su propia salud, y conocedor de los
riesgos de su trabajo, mediante una sólida formación e información en materia de
prevención.
El presente Plan de Seguridad en Obra, trata de prevenir los riesgos de accidentes en
obra de los trabajadores, mediante el conocimiento de los riesgos inherentes a su
actividad, con el fin de incrementar el nivel de exigencias de los sistemas de protección
colectiva por parte del trabajador, fomentar la conducta preventiva y lograr una mayor
conciencia sobre la utilización de los equipos de protección.

Identificación y Notificación de Riesgos en el Área de Trabajo:


Podemos definir los “Factores de Riesgo” como aquellas situaciones del trabajo que
puedan afectar negativamente a la salud de los trabajadores.
Todos y cada uno de los trabajadores de una obra, deben comunicar los riesgos que
observen en el desarrollo de su actividad, y en su caso proponer medidas de prevención y
protección; la idea es conocer y actuar sobre los riesgos antes de que se materialicen en
accidentes u otros daños para la salud de los trabajadores.
Si durante el transcurso de los trabajos se observase la existencia de algún riesgo
relacionado con las instalaciones de máquinas, herramientas, o cualquier material de
construcción que se esté utilizando no identificado anteriormente, se pondrá en
conocimiento inmediato al ingeniero Residente de Obra, para que este aplique las
medidas correctivas pertinentes relativas a las protecciones técnicas, acciones formativas
e informativas y sobre la organización y planificación de los trabajos, anteponiendo
siempre la protección colectiva sobre la individual.

Actuación en caso de accidente de obra:


Los accidentes por muy inesperados, sorprendentes o indeseados que sean no surgen por
generación espontánea ni por casualidad; corresponden sin duda a la materialización de
los riesgos con los que convivimos diariamente.
La investigación de accidentes es fundamental en toda acción preventiva desarrollada en
la empresa, puesto que trata de encontrar y analizar las causas generadoras de los
mismos y en consecuencia, adoptar las medidas necesarias que eviten su repetición.

Suceso:

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Accidente de trabajo es todo suceso anormal, no querido ni deseado, que se presenta de


forma inesperada e interrumpe la continuidad del trabajo, pudiendo causar lesiones leves,
graves y mortales a las personas.

Actuación:
Ocurrido el accidente, la primera obligación del Ingeniero Residente de Obra y de la
Institución que ejecuta la obra, es la de prestar los primeros auxilios al accidentado y si el
tipo de lesiones lo requiere organizar el traslado del accidentado con la mayor rapidez al
Centro Hospitalario más próximo a la obra.

Medidas correctivas:
Prestada la asistencia médica o primeros auxilios al accidentado, habrá que proceder a la
investigación del accidente para conocer qué pasó y por qué pasó para obtener las
causas inmediatas y las causas básicas del accidente que nos permitan establecer las
medidas correctivas adecuadas, que una vez aplicadas impidan en el futuro la repetición
del mismo.

Medidas preventivas a tomar en obras de construcción:


 Los Trabajadores deben usar siempre en la obra los implementos de seguridad que se
le asignen tales como los cascos, botas de jebe, guantes de cuero reforzado, lentes
etc.

 El lugar de trabajo debe reunir las condiciones necesarias para garantizar la seguridad
y salud de los trabajadores. Se mantendrá en buen estado y convenientemente
señalizadas, las vías de acceso a todos los lugares de trabajo.

 El empleador será responsable de garantizar en todo momento la disponibilidad de


medios adecuados y de personal de rescate con formación apropiada para prestar
primeros auxilios. Teniendo en consideración las características de la obra, se
dispondrán las facilidades necesarias para garantizar la atención inmediata, y la
evacuación a centros hospitalarios de las personas heridas o súbitamente enfermas.

 En el área asignada para la obra, se dispondrá, en función del número de trabajadores


y de las características de la obra. El suministro de agua potable, servicios higiénicos
para hombres y para mujeres, duchas y lavamanos para hombres y para mujeres. Para
obras ubicadas y fuera del radio urbano, y según sus características, el empleador
establecerá las condiciones para garantizar la alimentación de los trabajadores, tanto
en calidad como higiene.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

 En toda obra se formará el comité de seguridad que estará presidido por el


responsable de la Obra.

Método De Medición
El método de medición será global (GLB).
1.9.2. Equipo de protección colectiva

Para proteger a los trabajadores y público en general de los peligros existentes en las
diferentes áreas de trabajo, entre ellos se debe considerar, sin llegar a ser una limitación:

 Barandas rígidas en bordes de losa y acordonamientos para limitación de áreas de


riesgo.
 Tapas para aberturas en losas de piso.
 Sistema de líneas de vida horizontales y verticales de anclaje.
 Sistemas de malla antiácidas.
 Sistema de entibados.
 Sistema de extracción de aire.
 Sistemas de bloqueo (tarjeta y candado)
 Interruptores diferenciales para tableros eléctricos provisionales.

UNIDAD DE MEDIDA:
La unidad de medida será global (GLB).

FORMA DE MEDICIÓN:
Cumplir lo requerido en el Expediente Técnico de Obra en lo referente a la cantidad de
equipos de protección colectiva para el total de obreros expuestos al peligro, de los
equipos de construcción, de los procedimientos constructivos, en conformidad con el Plan
de Seguridad y Salud en el Trabajo (PSST) y el planeamiento de obra.

1.9.3. Señalización de Seguridad en obra

DEFINICION
Se deberán señalizar los sitios con riesgo de accidentes. Estos sistemas de señalización
(carteles, vallas, balizas, cadenas, sirenas, etc.) se mantendrán, modificarán y adecuarán
según la evolución de los trabajos y sus riesgos emergentes.

La obra se mantendrá constantemente limpia, para la cual se eliminarán periódicamente los


desechos y desperdicios, los que deben ser depositados en zonas específicas señaladas

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Municipalidad Provincial de Fajardo

y/o en recipientes adecuados debidamente rotulados. Las zonas señaladas deben quedar
limpias de cualquier elemento: malezas, desperdicios orgánicos, etc. Para facilitar la
visualización de las señales.

Método De Medición
El método de medición será global (GLB).

1.9.4. Recursos para Respuestas ante Emergencias en Seguridad y Salud durante


el Trabajo

DEFINICIÓN
En caso de emergencia se realizarán servicios de primeros auxilios, incorporando un
botiquín de emergencia el cual se ubicará en lugar visible, además se hará un listado de
teléfonos y direcciones de las Instituciones de auxilio para los casos de emergencia.

Se facilitara a los trabajadores: Información sobre los riesgos de seguridad y salud por
medio de vitrinas de información general, folletos, avisos gráficos, etc. Instrucción para
prevenir y controlar los riesgos de accidentes. Manuales de seguridad que ayuden a
prevenir y controlar los riesgos de accidentes.

Método De Medición
El método de medición será global (GLB).

1.9.5. Capacitación en Seguridad y Salud

DEFINICION
El programa de capacitación deberá incluir a todos los trabajadores de la obra,
profesionales, técnicos y obreros, cualquiera sea su modalidad de contratación. Dicho
programa deberá garantizar la transmisión efectiva de las medidas preventivas generales
y específicas que garanticen el normal desarrollo de las actividades de obra, es decir,
cada trabajador deberá comprender y ser capaz de aplicar los estándares de Seguridad y
Salud y procedimientos de trabajo establecidos para los trabajos que le sean asignados.

Método De Medición
El método de medición será global (GLB).

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Municipalidad Provincial de Fajardo

2. ESTRUCTURAS

2.1. MOVIMIENTOS DE TIERRAS

2.1.1. Nivelación del Terreno

2.1.1.1. Nivelación, Refine y Compactación, compactadora 5.8 HP

Definición
Se debe disponer de equipos necesarios para realizar las labores de nivelación,
escarificación, riego y compactación. El tipo de equipo para las diferentes operaciones,
deberá estar en óptima condiciones y ser sometido a la aprobación de la Supervisión.
Compactar los suelos poco cohesivos donde sea factible, con equipos vibradores tipo
plancha. Excepcionalmente utilizar métodos manuales de compactación tales como el
apisonado de mano.
Donde sea necesario el empleo de entibado de zanja, se debe remover cuidadosamente
conforme cada capa de relleno sea colocado.

Materiales a utilizar
Lampa, pico, yeso y carretilla.

Equipos.
Herramientas manuales y compactadora 5.8 HP.

Modo de ejecución de la partida


Verifican juntamente con la supervisión el total del área del terreno compactado, marcar
áreas sueltas o déficit de compactación con la excavación de un pico o lampa, el
supervisor ordena su pronta corrección.

Controles
a) Control técnico. Pruebas de control de calidad del material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de dimensiones.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ensayo de laboratorio del grado de compactación
óptima.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de compactación libre de material o
desechos que dificulten el manejo del equipo.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El área dispuesta para su


compactación, cubierta en su mayoría.

Medición y Forma De Pago


El método de medición es en metros cúbicos (m3).
El pago se efectuará por la unidad antes definida, previa aprobación del Supervisor de
acuerdo a la calidad del trabajo y el avance obtenido durante el mes.
2.1.1.2. Eliminación de Material Excedente, DP= 30m

Definición
Bajo estas partidas se considera el material en general que requieren ser transportados de
un lugar a otro de la obra.
La eliminación de material excedente se clasifica según el material transportado, y destino
puede ser:

a) Proveniente de excedentes de corte a depósitos de deshechos.

b) Escombros a ser depositados en los lugares de depósitos de desechos.

c) Excedentes de corte transportados para uso en terraplenes y pedraplenes, como


préstamo propio.

Materiales
Los materiales a transportarse son:
(a) Materiales provenientes de la excavación de la explanación
Hacen parte de este grupo los materiales provenientes de excedentes autorizados por el
supervisor.
Incluye, también, los materiales excedentes de la remoción de la capa vegetal y otros
materiales blandos, orgánicos y objetables, provenientes de las áreas en donde se vayan
a realizar las excavaciones de la explanación, terraplenes y pedraplenes transportados,
hasta su disposición final.

(b) Escombros
Este material corresponde a los escombros de demolición de edificaciones, de
pavimentos, estructuras, elementos de drenaje y cualquier otro que no vayan a ser
utilizados en la obra. Estos materiales deben ser trasladados y dispuestos en los depósitos
de deshecho indicados en el proyecto o autorizados por el supervisor.

Equipo
Los vehículos para el transporte de materiales estarán sujetos a la aprobación del
supervisor y deberán ser suficientes para garantizar el cumplimiento de las exigencias de
esta especificación y del programa de trabajo. Deberán estar provistos de los elementos

44
Municipalidad Provincial de Fajardo

necesarios para evitar contaminación o cualquier alteración perjudicial del material


transportado y su caída sobre las vías empleadas para el transporte.
Todos los vehículos para el transporte de materiales deberán cumplir con las
disposiciones legales referentes al control de la contaminación ambiental.
Ningún vehículo de los utilizados por el contratista podrá exceder las dimensiones y las
cargas admisibles por eje y totales fijadas en el Reglamento de Pesos y Dimensión
Vehicular para Circulación en la Red Vial Nacional (D.S. 013-98-MTC).
Cada vehículo deberá, mediante un letrero visible, indicar su capacidad máxima, la cual no
se sobrepasará.
Los vehículos encargados del transporte, en lo posible, evitarán circular por zonas
urbanas. Además, debe reglamentarse su velocidad, a fin de disminuir las emisiones de
polvo al transitar por vías no pavimentadas y disminuir igualmente los riesgos de
accidentalidad y de atropellamiento.
Todos los vehículos, necesariamente tendrán que humedecer su carga (sea piedras o
tierra, arena, etc.) y demás, cubrir la carga transportada para evitar la dispersión de la
misma. La cobertura deberá ser de un material resistente para evitar que se rompa o se
rasgue y estará sujeta a las paredes exteriores del contenedor o tolva, en forma tal que
caiga sobre el mismo por lo menos 30cm a partir del borde superior del contenedor o tolva.
Todos los vehículos tendrán incorporado a su carrocería, los contenedores o tolvas
apropiados, a fin de que la carga depositada en ellos quede contenida en su totalidad en
forma tal que se evite el derrame, pérdida del material húmedo durante el transporte. Esta
tolva estará constituida por una estructura continua que en su contorno no contenga
roturas, perforaciones, ranuras o espacios, así también, deben estar en buen estado de
mantenimiento.
El equipo de construcción y maquinaria pesada operará de tal manera que se evite
deterioro de suelos, vegetación y cursos de agua. De otro lado, cada vehículo, mediante
un letrero visible, indicará su capacidad máxima, la cual no deberá sobrepasarse.
El mantenimiento de los vehículos debe considerar la perfecta combustión de los motores,
el ajuste de los componentes mecánicos, balanceo, y calibración de llantas.
El lavado de los vehículos deberá efectuarse, lejos de las zonas urbanas y de los cursos
de agua.
Los equipos pesados para la carga y descarga tendrán alarmas acústicas y ópticas, para
operaciones en reverso en las cabinas de operación, no viajarán ni permanecerán
personas diferentes al operador.
Se prohíbe la permanencia de personal en la parte inferior de las cargas suspendidas.

Modo de ejecución de la partida

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Para los trabajos en el área urbana, se evitará amontonar los excedentes para no
ocasionar interrupciones del tránsito vehicular y/o peatonal, así como molestias con el
polvo provocado por la remoción, el carguío y el transporte.
Para el caso de la calzada la eliminación del material excedente, se hará con maquinaria,
es decir empleando cargador frontal y volquetes; en cambio para las obras de arte, y
veredas el cargado del material será manual para luego ser trasladado en volquetes.

Controles
a) Control de ejecución

(1) Verificar el estado y funcionamiento de los vehículos de transporte.

(2) Comprobar que las ruedas del equipo de transporte que circule sobre las diferentes
capas granulares se mantengan limpias.

(3) Exigir al contratista la limpieza de la superficie en caso de contaminación atribuible a la


circulación de los vehículos empleados para el transporte de los materiales. Si la limpieza
no fuere suficiente, el contratista removerá la capa correspondiente y reconstruirla de
acuerdo con la respectiva especificación, a su costo.

(4) Determinar la ruta para el transporte al sitio de utilización o desecho de los materiales,
siguiendo el recorrido más corto y seguro posible.

b) Control de geométricos o de terminado.


El supervisor sólo medirá el transporte de materiales autorizados, de acuerdo con esta
especificación, los planos del proyecto y sus aprobaciones. Si el contratista utiliza para el
transporte una ruta diferente y más larga que la aprobada por el supervisor, éste
solamente computará la distancia más conveniente que se haya aprobado previamente.

Medición y forma de pago


Las unidades de medida para la eliminación de material excedente de materiales
provenientes de excavaciones y escombros, serán el metro cubico (m3).

El pago de las cantidades de transporte de materiales determinados en la forma indicada


anteriormente, se hará al precio unitario pactado en el contrato, por unidad de medida,
conforme a lo establecido en esta sección y a las instrucciones del supervisor.
El precio unitario deberá cubrir todos los costos por concepto de mano de obra, equipo,
herramientas, acarreo y, en general, todo costo relacionado para ejecutar correctamente
los trabajos aquí.

2.2. EXCAVACIONES
2.2.1. Excavaciones Simples

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2.2.1.1. Excavación de terreno para Zapatas y falsa Zapata Hasta 2.50 m.

Definición
Comprende la excavación de materiales de relleno, cuya remoción sólo requiere el empleo
de maquinaria y/o mano de obra.
Los materiales provenientes de excavación para la explanación se utilizarán, si reúnen las
calidades exigidas, en la construcción de las obras de acuerdo con los usos fijados en los
documentos del proyecto o determinados por el supervisor. El contratista no podrá
desechar materiales ni retirarlos para fines distintos a los del contrato, sin la autorización
previa del supervisor.
Los materiales provenientes de la excavación que presenten buenas características para
uso en la construcción de la vía, serán reservados para colocarlos posteriormente.
Los materiales de excavación que no sean utilizables deberán ser colocados, donde lo
indique el proyecto o de acuerdo con las instrucciones del supervisor, en zonas aprobadas
por éste.
Los materiales recolectados deberán ser humedecidos adecuadamente, cubiertos con una
lona y protegidos contra los efectos atmosféricos, para evitar que por efecto del material
particulado causen enfermedades respiratorias, alérgicas y oculares al personal de obra,
así como a las poblaciones aledañas.
El depósito temporal de los materiales no deberá interrumpir vías o zonas de acceso de
importancia local.
Los materiales adicionales que se requieran para las obras, se extraerán de las zonas de
préstamo aprobadas por el supervisor y deberán cumplir con las características
establecidas en las especificaciones correspondientes.
Materiales a utilizar
Lampa, pico, carretilla y barreta.

Equipos.
El contratista propondrá, para consideración del supervisor, los equipos más adecuados
en las operaciones por realizar, los cuales no deben producir daños innecesarios ni a
construcciones ni a cultivos. Y deben garantizar el avance físico de ejecución que permita
el desarrollo de las etapas constructivas siguientes, según el programa de trabajo.
Los equipos de excavación deberán disponer de sistemas de silenciadores y la omisión de
éstos deberá tener la autorización del supervisor. Cuando se trabaje cerca a zonas
ambientalmente sensibles, tales como colegios, hospitales, mercados y otros que
considere el supervisor, aunado a los especificados en el estudio de impacto ambiental,
los trabajos se harán manualmente si es que los niveles de ruido sobre- pasan los niveles
máximos recomendados.

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Modo de ejecución de la partida


Antes de iniciar las excavaciones se requiere la aprobación, por parte del supervisor, de
los trabajos de topografía, desbroce, limpieza y demoliciones, así como los de remoción
de especies vegetales, cercas de alambre o piedra y de instalaciones de servicios que
interfieran con los trabajos a ejecutar.
La secuencia de todas las operaciones de excavación debe ser tal, que asegure la
utilización de todos los materiales aptos y necesarios para la construcción de las obras
señaladas en los planos del proyecto o indicadas por el supervisor.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. Trazos marcados verificados por la
supervisión de acuerdo a las dimensiones que dictan los planos.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Las dimensiones de excavación
de zapata correctamente de acuerdo a los planos.

Medición y Forma De Pago


El método de medición será en metros cuadrados (m2) compactados, aprobados por el
Supervisor.
El pago se efectuará de acuerdo al precio unitario del presupuesto, constituyendo dicho
precio y pago, compensación plena por mano de obra, leyes sociales, equipos fletes, etc. y
todos los imprevistos necesarios para completar la partida.

2.2.1.2. Excavación De Zanjas Para Cimiento Corrido.

Definición
Se realizará la excavación dentro de los límites señalados por el replanteo, hasta alcanzar
la sección de la zapata tal como se indica en los planos correspondientes, cuidando las
dimensiones y la verticalidad de los cortes.
Se contempla el uso de herramientas manuales tales como picos, barretas, palas y
carretillas.

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Las excavaciones se refieren al movimiento de todo material de cualquier naturaleza, que


debe ser removida por el ejecutor, para proceder a la construcción de las obras, de
acuerdo con los alineamientos, cotas, taludes y dimensiones previstos en los planos o a
las indicaciones del Supervisor.
Si por razón debidamente justificada, el ejecutor estima conveniente variar las
dimensiones de la excavación, deberá solicitar autorización escrita del Supervisor.
El costo de la excavación en exceso ejecutado por el ejecutor a su sola conveniencia
correrá por cuenta de éste, debiéndose ejecutar el relleno de dicho excedente con
materiales adecuados aprobados por el Supervisor antes de la entrega de la obra, estos
materiales serán suministrados y colocados por cuenta del ejecutor.
Cuando la estabilidad de las paredes de las excavaciones lo requiera, deberán constituirse
defensas (entibados, tablestacados, etc.) necesarias para la ejecución.
Estas labores deberán realizarse bajo el control del Ing. Residente y con autorización del
Ing. Supervisor.
Una vez culminado los trabajos, éstas serán verificadas y aceptadas por el Ing.
Supervisor.

Materiales a utilizar
Lampa, pico, carretilla y barreta.

Equipos.
El contratista propondrá, para consideración del supervisor, los equipos más adecuados
en las operaciones por realizar, los cuales no deben producir daños innecesarios ni a
construcciones ni a cultivos. Y deben garantizar el avance físico de ejecución que permita
el desarrollo de las etapas constructivas siguientes, según el programa de trabajo.
Los equipos de excavación deberán disponer de sistemas de silenciadores y la omisión de
éstos deberá tener la autorización del supervisor. Cuando se trabaje cerca a zonas
ambientalmente sensibles, tales como colegios, hospitales, mercados y otros que
considere el supervisor, aunado a los especificados en el estudio de impacto ambiental,
los trabajos se harán manualmente si es que los niveles de ruido sobre- pasan los niveles
máximos recomendados.

Modo de ejecución de la partida


Antes de iniciar las excavaciones se requiere la aprobación, por parte del supervisor, de
los trabajos de topografía, desbroce, limpieza y demoliciones, así como los de remoción
de especies vegetales, cercas de alambre o piedra y de instalaciones de servicios que
interfieran con los trabajos a ejecutar.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

La secuencia de todas las operaciones de excavación debe ser tal, que asegure la
utilización de todos los materiales aptos y necesarios para la construcción de las obras
señaladas en los planos del proyecto o indicadas por el supervisor.

Controles
a) Control técnico. Ninguno.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. Trazos marcados verificados por la
supervisión de acuerdo a las dimensiones que dictan los planos.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Las dimensiones de excavación
de cimiento correctamente de acuerdo a los planos.

Medición y Forma De Pago


La unidad de medida para el pago será de acuerdo a:
CODIGO PARTIDA U.M.
02.02.04 Excavación de zanjas para cimiento hasta 1.50 m3
m.

La cantidad determinada según la unidad de medición, será pagada al precio unitario y


dicho pago constituirá compensación total por el costo de materiales, equipos, mano de
obra e imprevistos necesarios para completar la partida.

2.2.1.3. Excavación para Viga de Cimentación

Definición
Se realizará la excavación dentro de los límites señalados por el replanteo, hasta alcanzar
la sección como se indica en los planos correspondientes, cuidando las dimensiones y la
verticalidad de los cortes.
Se contempla el uso de herramientas manuales tales como picos, barretas, palas y
carretillas.
Las excavaciones se refieren al movimiento de todo material de cualquier naturaleza, que
debe ser removida por el ejecutor, para proceder a la construcción de las obras, de
acuerdo con los alineamientos, cotas, taludes y dimensiones previstos en los planos o a
las indicaciones del Supervisor.

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Si por razón debidamente justificada, el ejecutor estima conveniente variar las


dimensiones de la excavación, deberá solicitar autorización escrita del Supervisor.
El costo de la excavación en exceso ejecutado por el ejecutor a su sola conveniencia
correrá por cuenta de éste, debiéndose ejecutar el relleno de dicho excedente con
materiales adecuados aprobados por el Supervisor antes de la entrega de la obra, estos
materiales serán suministrados y colocados por cuenta del ejecutor.
Cuando la estabilidad de las paredes de las excavaciones lo requiera, deberán constituirse
defensas (entibados, tablestacados, etc.) necesarias para la ejecución.
Estas labores deberán realizarse bajo el control del Ing. Residente y con autorización del
Ing. Supervisor.
Una vez culminado los trabajos, éstas serán verificadas y aceptadas por el Ing.
Supervisor.

Materiales a utilizar
Lampa, pico, carretilla y barreta.

Equipos.
El contratista propondrá, para consideración del supervisor, los equipos más adecuados
en las operaciones por realizar, los cuales no deben producir daños innecesarios ni a
construcciones ni a cultivos. Y deben garantizar el avance físico de ejecución que permita
el desarrollo de las etapas constructivas siguientes, según el programa de trabajo.
Los equipos de excavación deberán disponer de sistemas de silenciadores y la omisión de
éstos deberá tener la autorización del supervisor. Cuando se trabaje cerca a zonas
ambientalmente sensibles, tales como colegios, hospitales, mercados y otros que
considere el supervisor, aunado a los especificados en el estudio de impacto ambiental,
los trabajos se harán manualmente si es que los niveles de ruido sobre- pasan los niveles
máximos recomendados.

Modo de ejecución de la partida


Antes de iniciar las excavaciones se requiere la aprobación, por parte del supervisor, de
los trabajos de topografía, desbroce, limpieza y demoliciones, así como los de remoción
de especies vegetales, cercas de alambre o piedra y de instalaciones de servicios que
interfieran con los trabajos a ejecutar.
La secuencia de todas las operaciones de excavación debe ser tal, que asegure la
utilización de todos los materiales aptos y necesarios para la construcción de las obras
señaladas en los planos del proyecto o indicadas por el supervisor.

Controles

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a) Control técnico. Ninguno.


b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Ninguno.
b) Basados en el control de Ejecución. Trazos marcados verificados por la
supervisión de acuerdo a las dimensiones que dictan los planos.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Las dimensiones de excavación
de cimiento correctamente de acuerdo a los planos.

Medición y Forma De Pago


La unidad de medida para el pago será de acuerdo a:
CODIGO PARTIDA U.M.
02.02.05 Excavación de zanjas para cimiento hasta 1.50 m3
m.

La cantidad determinada según la unidad de medición, será pagada al precio unitario y


dicho pago constituirá compensación total por el costo de materiales, equipos, mano de
obra e imprevistos necesarios para completar la partida.

2.2.1.4. Acarreo Interno de Mat. Procedente de Exc.

DEFINICION
Comprende la eliminación del material excedente, determinando después de haber
efectuado las partidas de excavaciones, nivelación y rellenos de obra.
Después de haber ejecutado la excavación masiva o si estuviera prevista en los planos,
zanjas para cimientos y/o zapatas, el material extraído si no va a ser utilizado en rellenos
se va acarrear fuera de obra, a una distancia máxima de 50 m, de donde debe ser
eliminado
No se permitirá que se acumulen los sobrantes de mortero, ladrillos rojos, piedras, basura,
deshechos de carpintería, bolsas rotas de cemento, etc., más de 48 horas en obra, todos
los deshechos se juntarán en rumas alojadas del área de la construcción en sitios
accesibles para su despejo y eliminación con los vehículos adecuados, previniendo en el
carguío el polvo excesivo para los cual se dispondrá de un sistema de regado conveniente.
Toda obstrucción hasta 0.30 m. mínimo por encima del nivel de la rasante indicada en los
planos, será eliminada fuera de la obra.
Estas labores deberán realizarse bajo el control del Ing. Residente y con autorización del
Ing. Supervisor debiendo éste definir el lugar donde se acumulará el material excedente.

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Método de Medición
La unidad de medida para el pago es el metro cúbico (m³) de acarreo de material
excedente de acuerdo a los planos y especificaciones técnicas.
Forma de Pago
La cantidad determinada según la unidad de medición, será pagada al precio unitario y
dicho pago constituirá compensación total por el costo de materiales, equipos, mano de
obra e imprevistos necesarios para completar la partida.

2.3. CORTES

2.3.1. Corte De Terreno Con Maquinaria, E=0.40 M

DEFINICION
Consiste en el corte superficial del terreno en un espesor hasta de 0.40 m., conforme a los
respectivos niveles de cada plano, para desproveer al terreno de una posible capa
orgánica o de altibajos para llegar a los niveles determinados. La presente partida deberá
ser aceptada por el Supervisor en caso se justifique. En caso que los niveles de corte sean
mayores o menores se deberá analizar y calcular los volúmenes pertinentes y con las
correspondientes modificaciones del presupuesto.

En correspondencia con la partida a ejecutar de trazo y replanteo, se encontrarán los


niveles determinados de las edificaciones a construir, efectuando el corte del terreno
dejándolo sin abultamientos o cavidades, llano y horizontal. El terreno deberá quedar
limpio, parejo y libre de impurezas objetos material orgánico etc.
La supervisión constatará los aspectos mencionados en el ítem anterior y tomará las
medidas necesarias de haber inconvenientes.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
El método de medición será en metros cuadrados (m3) excavados, aprobados por el
Supervisor.

FORMA DE PAGO:
El pago se efectuará de acuerdo al precio unitario del contrato, constituyendo dicho precio
y pago, compensación plena por mano de obra, leyes sociales, equipos fletes, etc. y todos
los imprevistos necesarios para completar la partida.

2.4. RELLENOS

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2.4.1. Relleno con Material Propio

2.4.1.1. Relleno y Compact. Manual c/mat. Propio

Definición
Se realizará el relleno para obtener los niveles indicados en los planos, y la ejecución de
las partidas secuénciales a esta.
Materiales a utilizar
Lampa, pico, barretas y carretilla.

Equipos.
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Antes de ejecutar el relleno de una zona se limpiará la superficie del terreno eliminando
las plantas, raíces u otras materias orgánicas. El material de relleno estará libre de
material orgánico y de cualquier otro material comprimible.
La compactación se hará en capas sucesivas no mayores de 20 cm. de espesor,
debiendo ser bien compactadas y regadas en forma homogénea, a humedad óptima,
para que material empleado alcance su máxima densidad seca.
Todo esto deberá ser aprobado por el Supervisor de la obra.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.

b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio


ambiente.

c) Control Geométrico o de acabado. Tolerancia de acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. El material libre de material orgánico.
b) Basados en el control de Ejecución. El área de relleno y compactación deberán
estar limpias de cualquier material orgánico y bien delimitadas para su relleno.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Terrenos completamente
húmedos y compactados.

2.4.2. Rellenos con Mat. Préstamo

2.4.2.1. Relleno y Compactación con Material Afirmado E= 10cm en Pisos y Veredas

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Luego de haber efectuado la excavación y nivelación de la subrasante, se procederá a la


colocación de material de préstamo afirmado como un mejoramiento del terreno para
recibir la a los pisos y veredas de concreto.

UNIDAD DE MEDIDA: Metro Cuadrado (M2)


Método de Medición
El trabajo se medirá por metro cuadrado, tomando el largo y el ancho de la zona donde se
ha colocado el afirmado de 4”.

Bases de Pago
El pago de estos trabajos se hará por metro cuadrado. Cuyos precios unitarios se
encuentran definidos en el presupuesto, el supervisor velará porque ella se ejecute durante
el desarrollo de la obra.

2.5. ELIMINACION DE MATERIAL EXCEDENTE

2.5.1. Elim. Mat. Carg. 135 HP/VOLQ. 6m3, D= 5km.

Definición
Bajo estas partidas se considera el material en general que requieren ser transportados de
un lugar a otro de la obra.
La eliminación de material excedente se clasifica según el material transportado, y destino
puede ser:

a) Proveniente de excedentes de corte a depósitos de deshechos.

b) Escombros a ser depositados en los lugares de depósitos de desechos.

c) Excedentes de corte transportados para uso en terraplenes y pedraplenes, como


préstamo propio.

Materiales
Los materiales a transportarse son:

(a) Materiales provenientes de la excavación de la explanación


Hacen parte de este grupo los materiales provenientes de excedentes autorizados por el
supervisor.
Incluye, también, los materiales excedentes de la remoción de la capa vegetal y otros
materiales blandos, orgánicos y objetables, provenientes de las áreas en donde se vayan

55
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a realizar las excavaciones de la explanación, terraplenes y pedraplenes transportados,


hasta su disposición final.

(b) Escombros
Este material corresponde a los escombros de demolición de edificaciones, de
pavimentos, estructuras, elementos de drenaje y cualquier otro que no vayan a ser
utilizados en la obra. Estos materiales deben ser trasladados y dispuestos en los depósitos
de deshecho indicados en el proyecto o autorizados por el supervisor.

Equipo
Los vehículos para el transporte de materiales estarán sujetos a la aprobación del
supervisor y deberán ser suficientes para garantizar el cumplimiento de las exigencias de
esta especificación y del programa de trabajo. Deberán estar provistos de los elementos
necesarios para evitar contaminación o cualquier alteración perjudicial del material
transportado y su caída sobre las vías empleadas para el transporte.
Todos los vehículos para el transporte de materiales deberán cumplir con las
disposiciones legales referentes al control de la contaminación ambiental.
Ningún vehículo de los utilizados por el contratista podrá exceder las dimensiones y las
cargas admisibles por eje y totales fijadas en el Reglamento de Pesos y Dimensión
Vehicular para Circulación en la Red Vial Nacional (D.S. 013-98-MTC).
Cada vehículo deberá, mediante un letrero visible, indicar su capacidad máxima, la cual no
se sobrepasará.
Los vehículos encargados del transporte, en lo posible, evitarán circular por zonas
urbanas. Además, debe reglamentarse su velocidad, a fin de disminuir las emisiones de
polvo al transitar por vías no pavimentadas y disminuir igualmente los riesgos de
accidentalidad y de atropellamiento.
Todos los vehículos, necesariamente tendrán que humedecer su carga (sea piedras o
tierra, arena, etc.) y demás, cubrir la carga transportada para evitar la dispersión de la
misma. La cobertura deberá ser de un material resistente para evitar que se rompa o se
rasgue y estará sujeta a las paredes exteriores del contenedor o tolva, en forma tal que
caiga sobre el mismo por lo menos 30cm a partir del borde superior del contenedor o tolva.
Todos los vehículos tendrán incorporado a su carrocería, los contenedores o tolvas
apropiados, a fin de que la carga depositada en ellos quede contenida en su totalidad en
forma tal que se evite el derrame, pérdida del material húmedo durante el transporte. Esta
tolva estará constituida por una estructura continua que en su contorno no contenga
roturas, perforaciones, ranuras o espacios, así también, deben estar en buen estado de
mantenimiento.

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El equipo de construcción y maquinaria pesada operará de tal manera que se evite


deterioro de suelos, vegetación y cursos de agua. De otro lado, cada vehículo, mediante
un letrero visible, indicará su capacidad máxima, la cual no deberá sobrepasarse.
El mantenimiento de los vehículos debe considerar la perfecta combustión de los motores,
el ajuste de los componentes mecánicos, balanceo, y calibración de llantas.
El lavado de los vehículos deberá efectuarse, lejos de las zonas urbanas y de los cursos
de agua.
Los equipos pesados para la carga y descarga tendrán alarmas acústicas y ópticas, para
operaciones en reverso en las cabinas de operación, no viajarán ni permanecerán
personas diferentes al operador.
Se prohíbe la permanencia de personal en la parte inferior de las cargas suspendidas.

Modo de ejecución de la partida


Para los trabajos en el área urbana, se evitará amontonar los excedentes para no
ocasionar interrupciones del tránsito vehicular y/o peatonal, así como molestias con el
polvo provocado por la remoción, el carguío y el transporte.
Para el caso de la calzada la eliminación del material excedente, se hará con maquinaria,
es decir empleando cargador frontal y volquetes; en cambio para las obras de arte, y
veredas el cargado del material será manual para luego ser trasladado en volquetes.

Controles
a) Control de ejecución

(5) Verificar el estado y funcionamiento de los vehículos de transporte.

(6) Comprobar que las ruedas del equipo de transporte que circule sobre las diferentes
capas granulares se mantengan limpias.

(7) Exigir al contratista la limpieza de la superficie en caso de contaminación atribuible a la


circulación de los vehículos empleados para el transporte de los materiales. Si la limpieza
no fuere suficiente, el contratista removerá la capa correspondiente y reconstruirla de
acuerdo con la respectiva especificación, a su costo.

(8) Determinar la ruta para el transporte al sitio de utilización o desecho de los materiales,
siguiendo el recorrido más corto y seguro posible.

c) Control de geométricos o de terminado.


El supervisor sólo medirá el transporte de materiales autorizados, de acuerdo con esta
especificación, los planos del proyecto y sus aprobaciones. Si el contratista utiliza para el
transporte una ruta diferente y más larga que la aprobada por el supervisor, éste
solamente computará la distancia más conveniente que se haya aprobado previamente.

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Medición y forma de pago


Las unidades de medida para la eliminación de material excedente de materiales
provenientes de excavaciones y escombros, serán el metro cubico (m3).

El pago de las cantidades de transporte de materiales determinados en la forma indicada


anteriormente, se hará al precio unitario pactado en el contrato, por unidad de medida,
conforme a lo establecido en esta sección y a las instrucciones del supervisor.
El precio unitario deberá cubrir todos los costos por concepto de mano de obra, equipo,
herramientas, acarreo y, en general, todo costo relacionado para ejecutar correctamente
los trabajos aquí.

2.6. OBRAS DE CONCRETO SIMPLE

2.6.1. CIMIENTOS CORRIDOS

2.6.1.1. Concreto Cimiento Corrido C: H 1:10 + 30%Pg

Definición
El vaciado del concreto en la zanja de cimentación, se ejecutará previa nivelación en el
fondo de las zanjas, en el que se vaciará el concreto simple, preparado en cantidades
adecuadas sea en equipo mecánico o en forma manual, la misma que será mezclada
hasta formar una pasta uniforme; el cual se vaciará a lo largo de la zanja tendiéndolo
uniformemente de una capa, para luego colocar en forma ordenada piedra grande
máximo de 8” de diámetro, limpia, seguidamente se colocará otra capa de concreto.

Material a utilizar
Piedra grande de 8’’, hormigón y cemento portland Tipo I.

Equipos
Herramientas manuales y mezcladora de concreto.

Modo de ejecución de la partida


Se construirá de las dimensiones y características señaladas en planos, de resistencia
superior a f’c=100 Kg./cm2, con concreto ciclópeo.
Se tendrá especial cuidado en efectuar el vaciado de las zanjas y cajones en una misma
jornada de trabajo; cuando esto no sea materialmente posible, se procederá a cortarlo
en el tercio central, con superficie en retiro y dejando piedras sobresalientes a manera
de llaves con la mezcla posterior.

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La mezcla a utilizar será de cemento – hormigón en proporción de 1:10 más el 30% de


piedra grande. Se prescindirá de encofrar, cuando el terreno lo permita es decir que no
se produzcan derrumbes.
Se tomará muestra de concreto de acuerdo a las normas ASTM C-172.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Control de calidad de dosificación de cemento y
hormigón. El concreto al análisis de resistencia a la compresión f’c = 100 kg/cm2.
b) Basados en el control de Ejecución. Las zanjas limpias de material orgánica.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El vaciado de las zanjas y
cajones deberán realizado en su totalidad en una sola jornada de trabajo.

Método de Medición y forma de pago


El método de medición será en metros cúbicos (m3) trabajados, aprobados por el
Supervisor.
El trabajo será pagado al precio unitario de la partida, entendiéndose que dicho precio y
pago será la compensación total de la mano de obra, equipos herramientas, materiales e
imprevistos necesarios para la culminación satisfactoria de los trabajos.

2.6.2. FALSA ZAPATA

2.6.2.1. Concreto Para Falsa Zapatas (E =0.50M)

Definición
Serán de concreto simple de cemento – hormigón en proporción de 1:8 más el 25% de
piedra mediana, se llenará hasta alcanzar los niveles especificados en el diseño, las que
serán rayadas con clavo para la adherencia con la zapata; deberá cuidarse que las formas
del encofrado sean resistentes a la presión del concreto; luego del encofrado serán
curadas por espacio de siete días.
Material a utilizar
Piedra chancada de ½’’ y ¼’’, arena gruesa y cemento portland Tipo I.

Equipos

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Herramientas manuales, vibradora de concreto de 4HP y mezcladora de concreto.

Modo de ejecución de la partida


Los materiales a usar son el cemento y hormigón con una proporción o dosificación para
tener una resistencia a la compresión de fc=210/cm2 y que deben ser certificada por un
laboratorio de prestigio para usarse en la fabricación de una estructura de concreto y
tenga la resistencia del concreto especificada en planos. La preparación del concreto
puede efectuarse mediante mezcladoras mecánicas o considerando la posibilidad de que
pueda usarse el concreto prefabricado para el vaciado respectivo, logrando con esto mayo
rapidez de llenado de la estructura encofrada. Adicionalmente se le puede agregar piedra
mediana de 3” de tamaño.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Control de calidad de dosificación de cemento y
hormigón. El concreto expuestos a ensayos de resistencia a la compresión f’c = 210
kg/cm2.
b) Basados en el control de Ejecución. Los cajones limpias de material orgánica.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El vaciado de los cajones
deberán estar a la altura referente a los planos y verificados los ensayos de
compresión.

Unidad de medida y forma de pago


La unidad de medición es en metros cúbicos; el cómputo total se obtendrá sumando el
volumen de cada uno de los tramos. El volumen de un tramo es igual al producto del
ancho por la altura y la longitud efectiva.
La cantidad determinada según la unidad de medición, será pagada al precio unitario del
contrato, y dicho pago se constituirá del compensación total por el costo de material,
equipo, mano de obra, e imprevistos necesarios para completar la partida.

2.6.3. SOBRECIMIENTOS

2.6.3.1. Concreto para Sobrecimientos de C: H 1:8 + 25%Pm

Definición

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Municipalidad Provincial de Fajardo

El sobrecimiento corrido son elementos a los que se requiere darle forma y que queden
perfectamente alineado, de espesor constante.

Material a utilizar
Piedra mediana máx. 4’’, hormigón y cemento portland Tipo I.

Equipos
Herramientas manuales, vibradora de concreto de 4HP y mezcladora de concreto.

Modo de ejecución de la partida


Los materiales a usar son el cemento y hormigón con una proporción o dosificación para
tener una resistencia a la compresión de fc=210/cm2 y que deben ser certificada por un
laboratorio de prestigio para usarse en la fabricación de una estructura de concreto y
tenga la resistencia del concreto especificada en planos. La preparación del concreto
puede efectuarse mediante mezcladoras mecánicas o considerando la posibilidad de que
pueda usarse el concreto prefabricado para el vaciado respectivo, logrando con esto mayo
rapidez de llenado de la estructura encofrada. Adicionalmente se le puede agregar piedra
mediana de 3” de tamaño.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad y medio
ambiente.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Control de calidad de dosificación de cemento y
hormigón. El concreto expuestos a ensayos de resistencia a la compresión f’c = 210
kg/cm2.
b) Basados en el control de Ejecución. El trayecto de la zanja limpias de material
orgánica.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El vaciado de las zanjas deberán
estar a la altura referente a los planos, el espesor del vaciado constante en todo el
trayecto y verificados los ensayos de compresión.

Unidad de medida y forma de pago


El método de medición será en metros cúbicos (m3) trabajados, aprobados por el
Supervisor.

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El trabajo será pagado al precio unitario de la partida, entendiéndose que dicho precio y
pago será la compensación total de la mano de obra, equipos herramientas, materiales e
imprevistos necesarios para la culminación satisfactoria de los trabajos.

2.6.3.2. Encofrado y Desencofrado Para Sobrecimientos

Definición
Los detalles, procedimientos constructivos para el encofrado y desencofrado,
manipulación y otros están explicados en la parte correspondiente.
El encofrado a usarse deberá estar en óptimas condiciones garantizándose con estos:
alineamientos idénticos, secciones economía, etc.
Los encofrados podrán sacarse a los dos días de haberse llenado el sobrecimiento. Luego
del fraguado inicial, se curará éste por medio de constantes baños de agua durante 3 días
como mínimo y preferentemente hasta los siete días.

Material a utilizar
Alambre negro recocido N°08, clavos para madera de 3’’ y madera tornillo.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


La madera se encajona a una altura dispuesta por el supervisor en todo el trayecto del
cimiento. Serán aseguradas con estacas y amarradas con el alambre negro recocido N°
08, teniendo un espaciado uniforme usando estanquillones de fe de 3/8’’ en todo el
trayecto. Se dejan piedras de 3’’ – 4’’ para el agarre con el siguiente proceso de
sobrecimiento.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. La madera a utilizar para el encofrado debe ser
tornillo, madera reciente y no antigua.
b) Basados en el control de Ejecución. Cimiento debe estar limpio, incrustadas con
las piedras a medio enterrar en el concreto y mojadas en toda el área del cimiento.

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c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El vaciado del sobrecimiento


tiene mantener un nivel y espesor constante. Los laterales, parte del desencofrado,
sin presentar hoyos o irregularidades que muestren un mal confinamiento.

Unidad de medida y forma de pago


El método de medición será el metro cuadrado (m2) trabajados, aprobados por el
Supervisor.

El trabajo será pagado al precio unitario de la partida, entendiéndose que dicho precio y
pago será la compensación total de la mano de obra, equipos herramientas, materiales e
imprevistos necesarios para la culminación satisfactoria de los trabajos.

2.6.4. FALSO PISO

2.6.4.1. Concreto para Falso Piso E= 4” mezcla 1 :6 C:H

DEFINICION
Llevarán falso piso todos los ambientes en contacto con el terreno, serán de 4” de
espesor, se utilizará concreto 1:8 cemento – hormigón.

El concreto será vaciado sobre el terreno humedecido, sobre nivelado y compactado a


máxima densidad, a humedad óptima, se utilizará cintas de mortero pobre o reglas de
madera para controlar el nivel del acabado final será frotachado, utilizando paleta de
madera y cuidando que este quede a nivel. Luego del transcurrido de 10 a 12 días serán
curadas con agua debiendo permanecer húmeda por espacio de siete días.

Se utilizará concreto de f’c=120 Kg/cm2 mínimo y 10 cm. de espesor, mientras no está


especificado en los planos condiciones diferentes, su superficie terminada será curada
conforme a los requerimientos del caso.

Los falsos pisos serán construidos luego de haber realizado las instalaciones y servicios
que se encuentran ubicadas bajo ello que deben quedar empotrados.

La superficie a obtener deberá ser plana rugosa y compacta, capaz de poder ser receptora
de acabados de piso que se especifique en planos el agregado máximo a utilizar tendrá
como tamaño máximo 1 1/2". El falso piso deberá presentar una superficie uniforme.

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El llenado del falso piso deberá hacerse por paños alternados, la dimensión máxima del
paño no deberá exceder de 6m salvo lleve armadura, así como la separación de las reglas
de un mismo paño no excederá los 4m la madera de las reglas no podrá utilizarse en
bruto.
Una vez vaciada la mezcla sobre el área del trabajo, la regla de madera deberá trabajar y
apisonar (dos hombres) logrando así una superficie plana rugosa y compacta. El terreno
deberá ser previamente compactado, esto garantizará la eficiencia del falso piso.

Método de Medición
La cuantificación métrica del concreto simple para el falso piso será por metro cuadrado
vaciado en sitio, en conformidad al precio unitario del ítem.

Bases de Pago
El precio a pagarse por este ítem, será de acuerdo al precio unitario de la propuesta
aceptada, que incluye la compensación total por todos los materiales, herramientas, mano
de obra y equipo empleado en las actividades necesarias para la ejecución de este trabajo.

2.6.4.2. Falso Piso, Encofrado y Desencofrado

Ver Especificaciones Técnicas Ítem a la partida 2.6.3.2

2.7. OBRA DE CONCRETO ARMADO

2.7.1. ZAPATAS

2.7.1.1. Concreto Para Zapatas F'c=210 Kg/Cm2

Definición
Esta sección contiene las prescripciones técnicas requeridas para todas las
construcciones de concreto incorporadas a la obra, Requisitos del Concreto Los trabajos
de concreto se ejecutarán conforme las Especificaciones Técnicas del Proyecto y
cumplirán con los códigos y normas que se detallan continuación: ACI 318. Building Code
Requirementos, Concrete Manual Bureau of Reclamation (Octava Edición), ASTM y
Reglamento Nacional de Construcciones La calidad del concreto, cumplirá los requisitos
de resistencia a la rotura a los 28 días especificada en los planos de diseño y durabilidad
expresada por la relación agua/cemento. La resistencia especificada a la rotura
por compresión en kg/cm2, se determinará por medio de ensayos de cilindrosstandard de
15 x 30 cm, fabricados y ensayados de acuerdo a la
norma ASTM C39, siendo los resultados de rotura interpretados según lasrecomendacione
s del ACI 214, a los 28 días de edad. El número de muestras deberá ser como mínimo de

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dos (02) probetas en la edad de control de la resistencia a la rotura (f'c).c) Diseño y


proporción de Mezcla El contenido de cemento requerido y las proporciones más
adecuadas deagregado fino y grueso para la mezcla, con el fin de lograr la resistencia,
impermeabilidad y otras propiedades requeridas por el diseño serán determinados por
pruebas de laboratorio, durante las cuales se prestará especial atención al requisito que la
masa de concreto sea uniforme y de fácil trabajabilidad. El Residente diseñará las mezclas
de concreto por peso, sobre la base de las siguientes consideraciones:

F’c=kg/cm2 Relacion Slump Tamaño de Uso


a/c (pulg) agregado
100 0.70 3” 1½ SOLADO
210 0-60 3” ½ ZAPATAS
210 0.50 3” ½ COLUMNAS
210 0.50 3” 1/2 VIGAS

Los ensayos se harán con suficiente anticipación con el fin de disponer de resultados
completos y confiables antes de comenzar la construcción de las obras de concreto. Las
proporciones de mezcla pueden ser alteradas de acuerdo a los requerimientos de la
calidad de la obra y en función a los resultados de resistencia obtenidos) Curado El
concreto recién colocado, será protegido de un secado prematuro y de temperaturas
excesivamente calientes, debiendo observarse una pérdida mínima de humedad a una
temperatura relativamente constante durante el período requerido para su hidratación y
endurecimiento. El inicio del curado debe seguir inmediatamente al vaciado, por un
período continuo mínimo de7 días, con especial cuidado en las primeras 48 horas. E)
Materiales) Cemento Será tipo Portland, despachado en sacos o bolsas selladas de
marca. La calidad del cemento será equivalente a las Especificaciones ASTM C-
150 AASHTO M-85, Clase I, el cual será aceptado solamente con aprobaciónexpresa del
Supervisor, basado en los certificados de ensayo emanados de Laboratorios reconocidos)
Agregados finos El agregado fino para el concreto deberá satisfacer los requisitos
del AASHTO M-6. Consistirá de arena u otro material inerte con características similares,
sujeto a aprobación del Supervisor, limpio, libre de impurezas, sales y sustancias
orgánicas) Agregados Gruesos El agregado grueso para el concreto deberá satisfacer los
requisitos de AASHTO M-80, compuesto por grava zarandeada o triturada, químicamente
estable, durable, sin materias extrañas y orgánicas adheridas a su superficie. El tamaño
máximo del agregado grueso será 3/4“ para el concreto armado, se podrá disminuir el
tamaño máximo siempre que se cumpla con los requisitos de SLUMP y resistencia) Agua
El agua para preparar y curar concreto deberá ser previamente sometida a la aprobación
del Supervisor quién lo someterá a las pruebas de los

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Requerimientos de AASHTO T-26. No deberá contener sales como cloruro de sodio en


exceso de tres (3) partes por millón, ni sulfatos de sodio en exceso de dos (2) partes por
millón. El agua para curado del concreto no deberá tener un ph menor de 5 ni contener
impurezas que puedan producir una disminución de la resistenciadel concreto.f) Unidad de
Medida La unidad de medida es el metro cúbico (m3) de concreto colocado, medido de
acuerdo a planos. El precio incluye el suministro de equipo, materiales yla mano de obra
necesaria para la dosificación, mezclado, transporte, colocación y curado del concreto.
2.7.1.2. ACERO FY=4200 KG/CM2: EN ZAPATAS, VIGAS DE CIMENTACION,

COLUMNAS, SOBRECIMIENTOS ARMADOS, VIGAS Y DINTELES,

LOSASALIGERADAS Y MESA DE CONCRETO.

a) Descripción Esta sección comprende el suministro, corte, doblado y colocación de las


varillas de acero para refuerzo de las estructuras de concreto armado, de acuerdo con las
especificaciones siguientes y en conformidad con los planos correspondientes. b)
Materiales Todas las varillas de refuerzo, se ceñirán a los requisitos de la especificación
ASTM A-615 para varillas de acero Grado 60 y límite de fluencia de 4,200 Kg./cm2. Las
varillas de acero de refuerzo serán habilitadas en el taller. El Constructor será el único
responsable del detalle, suministro, doblado y colocación de todo el acero de refuerzo)
Protección de los Materiales Antes de efectuar la colocación de las varillas,
la superficie de las mismas será limpiada de todos los óxidos, escamas, suciedad, grasa y
cualquier otra sustancia ajena que en la opinión de la Supervisión sea rechazable)
Doblado Todos los detalles y habilitación, serán efectuados de acuerdo a la Especificación
ACI-315 "Manual de Prácticas Normales para Detallar Estructuras de Concreto”. Todas las
varillas de refuerzo que requieran doblado deberán ser dobladas en frío y de acuerdo con
los procedimientos de ACI (Instituto Americano de Concreto). Serán colocadas con
precisión y firmemente aseguradas en suposición definitiva, de modo que no sean
desplazadas durante el vaciado del concreto. Los anclajes y traslapes de las varillas,
satisfarán los requisitos de la Especificación ACI-318 "Requisitos del Código de Edificación
para Concreto Armado". e) Tolerancia Las tolerancias de fabricación para acero de
refuerzo serán los siguientes:

 Las varillas utilizadas para refuerzo de concreto cumplirán los


siguientesrequisitos:- Longitud de corte : ± 1"- Estribo, espirales y soportes : ± 1 1/2"- 
Dobleces : ± 1 1/2"
 Las varillas serán colocadas siguiendo las siguientes
tolerancias:- Cobertura de concreto a la superficie : ± 1/4"- Espaciamiento mínimo ent
re varillas : ± 1/4"- Varillas superiores en losas y vigas

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Miembros de 8" profundidad o menos : ± 1/4"Miembros de más de 8" pero inferiores


a 24" de profundidad : ± 1/2"Miembros de más de 24" profundidad : ± 1"
 Las varillas pueden moverse según sea necesario para evitar la interferencia con
otras varillas de refuerzo de acero, conductos o materiales empotrados. Si las varillas
se mueven más de 2 diámetros o lo suficiente para exceder esta tolerancia, entonces
la ubicación de las varillas se sujetará a la aprobación del Supervisor.

Agregados:
Para el almacenamiento de los agregados se debe contar con un espacio suficientemente
extenso de tal forma que en él se dé cabida a los diferentes tipos de agregados sin que se
produzca mezcla entre ellos de modo preferente debe ser en una losa de concreto, con lo
que se evita que los agregados se mezclen con tierra y otros elementos que son nocivos
al preparado del concreto y debe ser accesible para su traslado al sitio en el que funciona
la mezcladora.
Cemento:
El lugar para almacenar este material, de forma preferente debe estar construido por una
losa de concreto un poco más elevado del nivel del terreno natural con el objeto de evitar
la humedad del terreno que perjudica notablemente sus componentes. Debe apilarse en
rumas de no más de 10 bolsas lo que facilita su control y fácil manejo. Se irá usando el
cemento en el orden de llegada a la obra. Las bolsas deben ser decepcionadas con sus
coberturas sanas, no se aceptarán bolsas que lleguen rotas y las que presenten
endurecimiento en la superficie. Deben contener un peso de 42.5kg. De cemento cada
una. En el caso de usarse cemento a granel su almacenamiento debe ser hecho en sitios
cerrados y en la boca de descarga debe tener dispositivos especiales de pasaje de tal
suerte que cada vez que se accione este dispositivo entregue sólo 42.5kg de cemento con
+- 1% de tolerancia. El almacenamiento del cemento debe ser cubierto esto es que debe
ser techado en toda su área.
Del Acero:
Todo elemento de acero a usarse en obra debe ser almacenado en depósito cerrado y no
debe apoyarse directamente en el piso, para ello debe construirse parihuelas de madera
de por lo menos 30cm de alto. El acero debe almacenarse de acuerdo con los diámetros
de tal forma que se pueda disponer en cualquier momento de un determinado diámetro sin
tener necesidad de remover ni ejecutar trabajos excesivos en la selección, debe
mantenerse libre de polvo, los depósitos de grasa, aceites aditivos, deben de estar
alejados del acero.

Del Agua:
Es preferible el uso del agua en forma directa de la tubería la que debe ser del diámetro
adecuado.

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Tuberías embebidas en el concreto 
Las tuberías y conductos empotrados en el concreto cumplirán con las recomendaciones
del Art. 703 del Reglamento Nacional de Construcciones, el Contratista deberá cumplir con
lo especificado en los planos en cuanto a dimensiones, calidad y posición de tuberías para
no debilitar la resistencia en los elementos estructurales, las tuberías deberán ser
ensayadas en conjunto para localizar escapes. Antes de colocar el concreto, la presión
máxima de ensayo será 50% más que la presión máxima de trabajo de las tuberías, y la
mínima presión será10 kg/cm, Sobre la presión atmosférica la presión de ensayo se
mantendrá durante 4 horas sin variaciones, excepto la que pueda ser causada por la
temperatura del ambiente. Las tuberías destinadas al transporte del líquido, gas se
ensayarán nuevamente después que el concreto haya endurecido. El recubrimiento
mínimo de concreto en la tubería y accesorios será de 2.5cm.
 
Juntas de Construcción 
Las juntas de Construcción cumplirán con el Art. 704 del Reglamento Nacional de
Construcciones, las juntas no indicadas en los planos serán sometidas a la aprobación del
Ingeniero Supervisor y se ubicarán de tal modo que no disminuyen significativamente la
resistencia de la estructura. d) Unidad de Medida La unidad de medida para el pago es el
kilogramo (Kg) de acero de refuerzo estructural de resistencia f'y =4,200 Kg./cm2
colocado, de acuerdo a los planos de armadura para obras de arte. El precio incluye
soportes, alambres de amarre y desperdicios, así mismo el transporte hasta la obra, mano
de obra ú otro factor necesario para la ejecución de la partida) Forma de pago. El pago
se efectuará multiplicando la cantidad ejecutada por el precio unitario establecido,
tomando como unidad el (kg)

Material a utilizar
Piedra chancada de ½’’ y ¾’’, arena gruesa y cemento portland Tipo I.

Equipos
Herramientas manuales, vibradora de concreto de 4HP y mezcladora de concreto.

Modo de ejecución de la partida


Los materiales a usar son el cemento, piedra chancada de ¾’’ y arena gruesa con una
proporción o dosificación para tener una resistencia a la compresión de fc=210/cm2 y que
deben ser certificada por un laboratorio de prestigio para usarse en la fabricación de una
estructura de concreto y tenga la resistencia del concreto especificada en planos. La
preparación del concreto puede efectuarse mediante mezcladoras mecánicas o

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considerando la posibilidad de que pueda usarse el concreto prefabricado para el vaciado


respectivo, logrando con esto mayo rapidez de llenado de la estructura encofrada.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales, de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. Control de calidad de dosificación de cemento,
piedra chancada y arena gruesa. El concreto expuestos a ensayos deben alcanzar
una resistencia a la compresión f’c = 210 kg/cm2.
b) Basados en el control de Ejecución. Los cajones limpias de material orgánica.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado. El vaciado de los cajones
deberán estar a la altura referente a los planos y verificados los ensayos de compresión.

Unidad de medida y forma de pago


El método de medición será el metro cuadrado (m3) trabajados, aprobados por el
Supervisor.
El trabajo será pagado al precio unitario de la partida, entendiéndose que dicho precio y
pago será la compensación total de la mano de obra, equipos herramientas, materiales e
imprevistos necesarios para la culminación satisfactoria de los trabajos.

2.7.1.3. Encofrado Y Desencofrado Para Zapatas

Ver Especificaciones Técnicas Ítem a la partida 2.6.3.2.

2.7.1.4. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2

Definición
Este trabajo consiste en el suministro, transportes, almacenamiento, corte, doblamiento y
colocación de las barras de acero dentro de las diferentes estructuras permanentes de
concreto, de acuerdo con los planos del proyecto.
Materiales
Los materiales que se proporcionen a la obra contarán con certificación de calidad del
fabricante y de preferencia contar con Certificación ISO 9000.
(a) Barras de refuerzo
Deberán cumplir con la más apropiada de las siguientes normas, según se establezca en
los planos del proyecto: AASHTO M-31 y ASTM A-706.

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(b) Alambre y mallas de alambre


Deberán cumplir con las siguientes normas AASHTO, según corresponda: M-32, M-55, M-
221 y M-225.

(c) Pesos teóricos de las barras de refuerzo


Para efectos de pago de las barras, se considerarán los pesos unitarios que se indican en
la tabla 615B-1.

Tabla 1 615B-1: Peso de las barras por unidad de longitud

Barra N° Diámetro nominal en mm (pulg) Peso kg/m

2 6,4 (¼”) 0,25


3 9,5 (3 /8”) 0,56
4 12,7 (½”) 1,00
5 15,7 ( 5 /8”) 1,55
6 19,1 (¾”) 2,24
7 22,2 ( 7 /8”) 3,04
8 25,4 (1”) 3,97
9 28,7 (1 1 /8”) 5,06
10 32,3 (1 ¼”) 6,41
11 35,8 (1 3 /8”) 7,91
14 43,0 (1 ¾ ”) 11,38
18 57,3 (2 ¼”) 20,24

Material a utilizar
Alambre negro recocido N°16 y acero corrugado fy = 4200 kg/cm2

Equipos
Se requiere equipo idóneo para el corte y doblado de las barras de re- fuerzo. Si se
autoriza el empleo de soldadura, el contratista dispondrá del equipo apropiado para dicha
labor.
Se requieren, además, elementos que permitan asegurar correctamente el refuerzo en su
posición, así como herramientas menores.
Al utilizar el acero de refuerzo, los operarios deben utilizar guantes de protección.
Los equipos idóneos para el corte y doblado de las barras de refuerzo, no producirán
ruidos por encima de los permisibles o que afecten a la tranquilidad del personal de obra y
las poblaciones aledañas. El empleo de los equipos requiere la autorización del
supervisor.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Modo de ejecución de la partida


Antes de cortar el material a los tamaños indicados en los planos, el contratista verificará
las listas de despiece y los diagramas de doblado.
Si los planos no muestran las listas y diagramas, éstos serán preparados por el contratista
para la aprobación del supervisor, lo cual no lo exime de su responsabilidad por la
exactitud de los mismos. En este caso, el contratista contemplará el costo de la
elaboración de las listas y diagramas mencionados en los precios de su oferta.
Todo envío de acero de refuerzo que llegue al sitio de la obra o al lugar donde vaya a ser
doblado, estará identificado con etiquetas en las cuales se indiquen la fábrica, el grado del
acero y el lote correspondiente.
El acero será almacenado en forma ordenada por encima del nivel del terreno, sobre
plataformas, largueros u otros soportes de material adecuado y será protegido, hasta
donde sea posible contra daños mecánicos y deterioro superficial, incluyendo los efectos
de la intemperie y ambientes corrosivos.
Se protegerá el acero de refuerzo de los fenómenos atmosféricos, principalmente en
zonas con alta precipitación pluvial. En el caso del almacenamiento temporal, se evitará
dañar, en la medida de lo posible, la vegetación existente en el lugar ya que su
desprotección podría originar procesos erosivos del suelo.

Doblamiento
Las barras de refuerzo serán dobladas en frío, de acuerdo con las listas de despiece
aprobadas por el supervisor. Los diámetros mínimos de doblamiento, medidos en el
interior de la barra, con excepción de flejes y estribos, serán los indicados en la tabla
615B-2.

Tabla 2 615B-2: Diámetro Mínimo de Doblamiento

Numero de Barra Diámetro mínimo

2a8 6 diámetros de barra

9 a 11 6 diámetros de barra

14 a 18 6 diámetros de barra

El diámetro mínimo de doblamiento para flejes u otros elementos similares de amarre, no


será menor que cuatro (4) diámetros de la barra, para barras N° 5 o menores. Las barras
mayores se doblarán de acuerdo con lo que establece la tabla 615B-2.

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Colocación y Amarre
Al ser colocado en la obra y antes de producir el concreto, todo el acero de refuerzo estará
libre de polvo, óxido en escamas, rebabas, pintura, aceite o cualquier otro material extraño
que pueda afectar adversamente la adherencia. Todo el mortero seco será quitado del
acero.
Las varillas serán colocadas con exactitud, de acuerdo con las indicaciones de los planos,
y deberán ser aseguradas firmemente en las posiciones señaladas, de manera que no
sufran desplazamientos durante la colocación y fraguado del concreto. La posición del
refuerzo dentro de los encofrados se mantendrá por medio de tirantes, bloques, soportes
de metal, espaciadores o cualquier otro soporte aprobado. Los bloques serán de mortero
de cemento prefabricado, de calidad, forma y dimensiones aprobadas. Los soportes de
metal que entren en contacto con el concreto, se galvanizarán. No se permitirá el uso de
guijarros, fragmentos de piedra o ladrillos quebrantados, tubería de metal o bloques de
madera.
Las barras se atarán con alambre en todas las intersecciones, excepto en el caso de
espaciamientos menores de treinta centímetros (0,30 m), en el cual se amarrarán
alternadamente. El alambre usado para el amarre tendrá un diámetro equivalente de
1.5875 ó 2.032 mm, o calibre equivalente. No se permitirá la soldadura de las
intersecciones de las barras de refuerzo.
Además, se obtendrán los recubrimientos mínimos especificados en la última edición del
código ACI-318.
Si el refuerzo de malla se suministra en rollos para uso en superficies planas, la malla será
enderezada en láminas planas, antes de su colocación.
El supervisor revisará y aprobará el refuerzo de todas las partes de las estructuras, antes
de que el contratista inicie la colocación del concreto.

Traslapes y Uniones
Los traslapes de las barras de refuerzo se efectuarán en los sitios mostrados en los
planos, debiendo ser localizados de acuerdo con las juntas del concreto.
El contratista podrá introducir traslapes y uniones adicionales en sitios diferentes a los
mostrados en los planos, siempre y cuando dichas modificaciones sean aprobadas por el
supervisor, los traslapes y uniones en barras adyacentes queden alternados, según lo
exija éste, y el costo del refuerzo adicional requerido sea asumido por el contratista.
En los traslapes, las barras quedarán colocadas en contacto entre sí, amarrándose con
alambre, de tal manera, que mantengan la alineación y su espaciamiento, dentro de las
distancias libres mínimas especificadas, en relación a las demás varillas y a las superficies
del concreto.
El contratista podrá reemplazar las uniones traslapadas por uniones soldadas empleando
soldadura que cumpla las normas de la American Welding Society, AWS D1.4. En tal

72
Municipalidad Provincial de Fajardo

caso, los soldadores y los procedimientos serán precalificados por el supervisor de


acuerdo con los requisitos de la AWS y las juntas soldadas serán revisadas
radiográficamente o por otro método no destructivo que esté sancionado por la práctica. El
costo de este reemplazo y el de las pruebas de revisión del trabajo así ejecutado, correrán
por cuenta del contratista.
Las láminas de malla o parrillas de varillas se deberán traslapar entre sí suficientemente,
para mantener una resistencia uniforme y se asegurarán en los extremos y bordes. El
traslape de borde será, como mínimo, igual a un (1) espaciamiento en ancho.
Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. El acero debe ser una marca reconocida y conocida.

Calidad del acero


Las barras y mallas de refuerzo serán ensayadas en la fábrica y sus resultados deberán
satisfacer los requerimientos de las normas respectivas de la AASHTO o ASTM
correspondientes.
El contratista suministrará al supervisor una copia certificada de los resultados de los
análisis químicos y pruebas físicas realizadas por el fabricante para el lote correspondiente
a cada envío de refuerzo a la obra.
En caso de que el contratista no cumpla este requisito, el supervisor ordenará, a expensas
de aquel, la ejecución de todos los ensayos que considere necesarios sobre el refuerzo,
antes de aceptar su utilización.
Cuando se autorice el empleo de soldadura para las uniones, su calidad y la del trabajo
ejecutado se verificarán de acuerdo con lo indicado en la subsección 615B.07.
Las varillas que tengan fisuras o hendiduras en los puntos de flexión, serán rechazadas.

b) Basados en el control de Ejecución.


Durante la ejecución de los trabajos, el supervisor efectuará los siguientes controles
principales:

 Verificar el estado y funcionamiento del equipo empleado por el contratista.

 Solicitar al contratista copia certificada de los análisis químicos y pruebas físicas


realizadas por el fabricante a muestras representativas de cada suministro de barras de
acero.

73
Municipalidad Provincial de Fajardo

 Comprobar que los materiales por utilizar cumplan con los requisitos de calidad
exigidos por la presente especificación.

 Verificar que el corte, doblado y colocación del refuerzo se efectúen de acuerdo con los
planos, esta especificación y sus instrucciones.

 Vigilar la regularidad del suministro del acero durante el período de ejecución de los
trabajos.

 Verificar que cuando se sustituya el refuerzo indicado en los planos, se utilice acero de
área y perímetro iguales o superiores a los de diseño.

 Efectuar las medidas correspondientes para el pago del acero de refuerzo


correctamente suministrado y colocado.

c) Basados en el control Geométrico o de acabado.


Se aceptarán las siguientes tolerancias en la colocación del acero de refuerzo:

(1) Desviación en el espesor de recubrimiento

• Con recubrimiento menor o igual a cinco centímetros (<= 5 cm) 5 mm.


• Con recubrimiento superior a cinco centímetros (> 5 cm) 10 mm.

No se permitirá la colocación de acero con áreas y perímetros inferiores a los de diseño.


Todo defecto de calidad o de instalación que exceda las tolerancias de esta
especificación, será corregido por el contratista, a su costo, de acuerdo con
procedimientos aceptados por el supervisor y a plena satisfacción de éste.

Unidad de medida y forma de pago


La unidad de medida será el kilogramo (kg), aproximado al décimo de kilogramo, para
calcular el acero de refuerzo para estructuras de concreto realmente suministrado,
colocado en obra y debidamente aceptado por el supervisor.
La medida no incluye el peso de soportes separados, soportes de alambre o elementos
similares utilizados para mantener el refuerzo en su sitio, ni los empalmes adicionales a
los indicados en los planos.
Tampoco se medirá el acero específicamente estipulado para pago en otros renglones del
contrato.
Si se sustituyen barras a solicitud del contratista y como resultado de ello se usa más
acero del que se ha especificado, no se medirá la cantidad adicional.
La medida para barras se basará en el peso computado para los tamaños y longitudes de
barras utilizadas, usando los pesos unitarios indicados en la tabla 615B-1.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

La medida para malla de alambre será el producto del área en metros cuadrados de la
malla efectivamente incorporada y aceptada en la obra, por su peso real en kilogramos por
metro cuadrado.
No se medirán cantidades en exceso de las indicadas en los planos del proyecto.

Forma de Pago
El pago se hará al precio unitario del contrato por toda obra ejecutada, de acuerdo con
esta especificación y aceptada por el supervisor.
El precio unitario cubrirá todos los costos por concepto de suministro, ensayos, transporte,
almacenamiento, corte, desperdicios, doblamiento, limpieza, colocación y fijación del
refuerzo necesario para terminar correctamente el trabajo, de acuerdo con los planos, esta
especificación.
Unidad de
CODIGO PARTIDA DE PAGO
Pago.
ZAPATAS, ACERO DE REFUERZO FY=4200 Kilogramo(k
01.05.01.01
KG/CM2 g)
COLUMNAS, ACERO DE REFUERZO Kilogramo(k
01.05.02.01
FY=4200 KG/CM2 g)
VIGAS, ACERO DE REFUERZO FY=4200 Kilogramo(k
01.05.03.01
KG/CM2 g)
LOSA MACIZA, ACERO DE REFUERZO Kilogramo(k
01.05.04.01
FY=4200 KG/CM2 g)
LOSA ALIGERADAS, ACERO DE REFUERZO Kilogramo(k
01.05.05.04
FY=4200 KG/CM2 g)
ESCALERA, ACERO DE REFUERZO FY=4200 Kilogramo(k
01.05.08.01
KG/CM2 g)
COLUMNETAS, VIGUETAS DE AMARRE, Kilogramo(k
01.05.09.01
ACERO DE REFUERZO FY=4200 KG/CM2 g)
01.05.10.03.0 Kilogramo(k
ACERO GRADO 60 - GRADAS
1 g)

2.7.1.5. Curado de Concreto

Esta partida comprende los trabajos de curado de las obras de concreto. El curado es la
de mayor importancia para asegurar su resistencia, un descuido de esta etapa puede
hacer que el concreto pierda hasta un 50% de su resistencia. El curado debe iniciarse al
momento de terminar las obras de concreto. Las diferentes maneras de curar el concreto
son:

 Con una lámina de agua

75
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 Con arena o paja humedecida


 Con membranas de curado
Excepto el curado con membranas, los otros tipos de curado deberán mantenerse cuando
menos durante 7 días.
Método de Medición
La medición de esta partida será por metro cuadrado (M2), de concreto vaciado,
aprobados por el Supervisor.

Bases de Pago
El pago de estos trabajos será según la unidad de medición, cuyos precios unitarios se
encuentran definidos en el presupuesto. El Supervisor velará porque ella se ejecute
durante el desarrollo de la obra.

2.7.2. VIGAS DE CIMENTACION

2.7.2.1. Solado para viga de Cimentación F’C=140 KG/cm2

2.7.2.2. Concreto para Viga de Cimentación F'c=210 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.1.

2.7.2.3. Encofrado y Desencofrado Normal, Viga de Cimentación


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.2.4. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.3.

2.7.2.5. Curado de Concreto


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.4

2.7.3. COLUMNAS

2.7.3.1. Concreto para Columnas F'c=210 Kg/Cm2


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.1.

2.7.3.2. Encofrado y Desencofrado Normal, columnas


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.3.3. Acero de refuerzo fy=4200 kg/cm2


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.3.

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2.7.3.4. Curado de Concreto


Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.4.

2.7.4. PLACAS

2.7.4.1. Concreto en Placas F'c=210 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.1.

2.7.4.2. Encofrado y Desencofrado en Placas

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.4.3. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.3.

2.7.4.4. Curado de Concreto

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.4.

2.7.5. VIGAS

2.7.5.1. Concreto en Vigas F'c=210 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.1.

2.7.5.2. Encofrado Y Desencofrado para Vigas

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.5.3. Acero de Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.3.

2.7.5.4. Curado de Concreto

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.4.

2.7.6. LOSAS ALIGERADAS

2.7.6.1. Conccreto F’c=210 Kg/M2, Para Losas Aligeradas

Definición
Esta actividad se refiere a la ejecución de placas ó losas aéreas en concreto premezclado de
3.500 PSI (24.5 MPa), Tipo Bombeable, aligeradas con casetón de polipropileno NO
recuperable, el cual quedara embebido dentro de la estructura y con un espesor de 0.50 mts.,
se construirá de acuerdo con los planos estructurales en los cuales se indicara la resistencia y
tipo de concreto, cantidad y posición del refuerzo y del aligerante, dimensiones de la estructura
a construir. Incluye obra falsa, formaleteada, colocación, curado, desencofrado, retiro de obra

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falsa. Se deben cumplir todas las recomendaciones sobre concreto a la vista. Esta actividad
incluye el sobre ancho de las placas. Este concreto será bombeado. Los acabados para los
bordes y corta goteras se construirán conforme a los detalles que se muestran en los planos, y
su costo será incluido en el valor por metro cuadrado (m2) de la losa; por lo tanto no habrá
lugar a pago adicional por este concepto. Esta actividad en su valoración no incluye el refuerzo.

Materiales a utilizar
Piedra chancada ½’’ y ¾’’, arena gruesa y cemento portland TIPO I.

Equipos
Herramientas manuales, Wincha eléctrico 3.6 HP de dos baldes, vibrador de concreto 4 HP
1.25’’ y mezcladora de concreto 11 p3 (23 HP).

Modo de ejecución de la partida


Estudiar y definir formaletas a emplear. Preparar formaleta en súper T y aplicar desmoldantes.
Nivelar y sellar formaletas. Replantear elementos estructurales sobre la formaleta. Colocar
testeros de borde. Instalar aligeramiento. Colocar refuerzo de acero (actividad pagada en ítem
aparte). Verificar refuerzos, traslapos y recubrimientos. Realizar pases de instalaciones
técnicas. Verificar dimensiones, niveles y bordes de losa. Vaciar concreto vigas y viguetas.
Vaciar concreto de torta superior y verificar espesor. Vibrar concreto. Curar Concreto.
Desencofrar losas. Verificar niveles, alineamientos y plomos para aceptación.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico.
Una muestra de agregado seco de peso conocido se separará a través de una serie de
cedazos de aberturas progresivamente menores para determinar la distribución de los
tamaños de las partículas. APARATOS: - Balanza (deberá permitir lecturas con apreciación
de 0,5 g) - Horno: (de tamaño adecuado y capaz de mantener una temp. De 110 ºC) La
muestra de agregado se humedecerá previamente para disminuir la segregación y la pérdida
de polvo. A continuación se obtendrá una muestra representativa del material; seque la
muestra en el horno hasta peso constante a una temperatura de 110+/-5 º C. Ensamble los
cedazos en orden de tamaño de aberturas decrecientes, desde arriba hacia abajo y coloque
la muestra en el cedazo superior. Agite los cedazos a mano o por medio mecánicos durante
un período de tiempo suficiente. Continúe el cernido hasta que durante un minuto no pase

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más de 1% en peso del residuo por ningún cedazo y determine el peso del material retenido
en cada cedazo. El informe incluirá: El porcentaje de material retenido en cada cedazo y el
porcentaje total de material que pasa por cada cedazo. Los porcentajes se anotarán
redondeando el entero más cercano, a excepción del porcentaje que pasa por el cedazo #
200, el cual se indicará con aproximación de 0,1 %.
b) Basados en el control de Ejecución.
Durante la ejecución de los trabajos, el supervisor efectuará los siguientes controles
principales:

 Verificar el estado y funcionamiento del equipo empleado por el contratista.

 Comprobar que los materiales por utilizar cumplan con los requisitos de calidad exigidos
por la presente especificación.

 Vigilar la regularidad del suministro del concreto durante el período de ejecución de los
trabajos.

 Efectuar las medidas correspondientes para el pago del concreto correctamente


suministrado y colocado.

c) Basados en el control Geométrico o de acabado.


Tolerancias elementos en concreto. Tiempos mínimos de remoción de encofrados. Verificación
de niveles y pendientes especificados en planos arquitectónicos y estructurales. 10.
MATERIALES Distanciadores. Concreto de 3.500 PSI premezclado Tipo Bombeable, aprobado
por la interventoría, Casetón de poliestireno expandido recubierto por polietileno. No
recuperable. 20% virgen y 80% reciclado Clavo común 3”. ACPM Parafina. Tacos metálicos.
Cerchas. Teleras. Arriostramientos. Canes 11. EQUIPOS Y HERRAMIENTAS Equipo para
transporte horizontal y vertical del concreto. Equipo para vibrado del concreto. Equipo para
vaciado del concreto (Bomba). Tacos metálicos, canes, cerchas. Entre otros.

Medida y forma de pago


Se medirá y pagará por metro cuadrado (m2) de losa en concreto premezclado de f'c = 3.500
PSI (24.5 MPa), debidamente ejecutados y recibidos a satisfacción por la Interventoría. Incluirá
el valor del suministro, transporte y colocación de concretos para vigas, viguetas y
recubrimientos y en general todos los costos directos e indirectos necesarios para la correcta
ejecución y entrega de las obras a satisfacción. El valor será el precio unitario estipulado dentro
del contrato e incluye: Diseño de mezclas del concreto. Ensayos de laboratorio y presentación
de los respectivos resultados descritos en el numeral 8. Materiales descritos en el numeral 10.
Equipos descritos en el numeral 11. Mano de obra. Suministro, transporte, colocación y retiro
de las formaletas; incluyendo el tratamiento de superficies, conservación en el sitio durante el
tiempo requerido y el retiro de las mismas. Obra falsa. Costos por preparación de la superficie o

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el sitio de vaciado. Curado. Transportes dentro y fuera de la obra. El valor del refuerzo se
pagara en los ítems correspondientes

2.7.6.2. Ladrillo Hueco de Arcilla .15x.30x.30 cm para Techo Aligerado

Definición
El Techo Aligerado Unidireccional – Sistema Isolforg es un sistema de construcción de techos
aligerados de concreto armado cuya particularidad consiste en utilizar bloques continuos de
poliestireno expandido que sustituyen a los ladrillos huecos de arcilla del techo aligerado
convencional. Estos bloques, adecuadamente apuntalados sirven también como encofrado
perdido de las viguetas de concreto.

Materiales a utilizar
Ladrillo de techo 0.30 x 0.30 x 0.15 m.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Una vez que el entablado del techo se ha terminado, y que el fi erro de las vigas ya esté
ubicado, se procederá a la colocación de los ladrillos y luego a la del fi erro en las viguetas y la
losa de techo. Cuando se coloquen los ladrillos de techo, éstos deberán estar alineados uno
detrás de otro, sin que queden espacios vacíos entre ellos para evitar que se filtre el concreto
durante el vaciado. Se deberá verificar que estos ladrillos no estén rajados ni partidos.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. El ladrillo de techo de buena calidad, garantizada por el
proveedor.
b) Basados en el control de Ejecución.
Durante la ejecución de los trabajos, el supervisor efectuará los siguientes controles
principales:

 Verificar el estado de los ladrillos, sin roturas y fisuras.

 El área de instalación limpia y tomando medidas de seguridad para el inicio del trabajo.

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 Vigilar constante de la instalación de los ladrillos, mostrando una distribución lineal


durante toda la instalación.

c) Basados en el control Geométrico o de acabado. Ladrillos de techo correctamente


distribuido en forma lineal uniforme, espaciamiento simétrico y presencia del material en
buen estado, sin presencia de roturas.

Medida y forma de pago


El trabajo ejecutado será medido en forma global M2

Forma De Pago
El pago se hará efectivo hasta el 50% del monto ofertado por esta partida siempre y cuando los
equipos se encuentren operando en la obra. El 50% restante se abonará al término de los
trabajos, cuando los equipos sean retirados de la obra, con autorización del Supervisor.

2.7.6.3. Encofrado Y Desencofrado en Losas Aligeradas

Definición
Se entiende por encofrado las formas volumétricas que se confeccionan para dar la
configuración final del concreto, que sea capaz de soportar con total seguridad todas las cargas
verticales, los esfuerzos horizontales y la ejecución de vertido y vibrado del hormigón, con el fin
de amoldarlo a la forma prevista y conseguir una estructura que cumpla con la resistencia,
función, formas, líneas y dimensiones de los elementos especificados en planos y detalles del
proyecto.
Materiales mínimos: tableros de madera (contrachapada de 15 mm. de espesor tipo “B” , de
Contrachapada para encofrado o de duelas de eucalipto: según la apariencia final y detalles
determinados en planos), alfajías de madera, tiras de madera, duela cepillada y
machihembrada de 18 mm. de espesor, clavos, alambre galvanizado, pernos, tol, suelda,
puntales de madera, los que cumplirán con el capítulo de especificaciones técnicas para
materiales. Equipo mínimo: Herramienta menor, puntales y vigas metálicos, soldadora,
andamios, sierra eléctrica. Mano de obra mínima calificada: Categorías I, III y V.

Materiales a utilizar
Alambre negro recocido N° 8, clavos para madera con cabeza de 2 ½’’ y madera tornillo.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida

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Posteriormente, cuando el techo aligerado está encofrado y las vigas y viguetas armadas, se
procede a colocar los frisos en todo el contorno del techo aligerado.
Los frisos deben ser de madera de 1 1/2” de espesor y la altura de éstos se define de acuerdo
al tipo de ladrillo que se utiliza. Se considerará 5 cm más que la altura del ladrillo utilizado, de
esta manera el vaciado de losa llegará a este nivel como límite. Esto quiere decir que si
utilizamos ladrillos de 20 cm de altura, la altura de los frisos será de 25 cm y los listones de
refuerzo se colocarán a cada 90 cm.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico.
Siempre hay que usar el tornillo adecuado para cada aplicación. Si usa un tornillo con
demasiada resistencia de tensión (dureza) que no está ajustado al valor de diseño, podría
romperse, como se rompe un cristal, por ser demasiado duro. Esto es porque los tornillos de
alta tensión tienen menor resistencia a la fatiga (tenacidad) que los tornillos con un valor de
tensión más bajo. Un tornillo compuesto por una aleación más blanda se podría deformar, pero
sin llegar a partirse, con lo cual quizá no podría desmontarse pero seguiría cumpliendo su
misión de unión.

El estándar ISO se marca con dos números sobre la cabeza del tornillo, por ejemplo "8. 8". El
primer número indica la resistencia de tensión (la dureza del material); el segundo número
significa la resistencia a punto cedente, es decir la tenacidad del material. Si un tornillo está
marcado como 8. 8, tiene una dureza (resistencia de tensión) de 800 MPa (megapascales), y
una tenacidad (resistencia de tensión) del 80 %. Una marca de 10. 9 indica un valor de tensión
de 1000 MPa con una resistencia a punto cedente de 900 MPa, 90 % de resistencia de tensión.

Los tornillos pueden soportar hasta un mayor peso o tracción, pero rebasada su capacidad se
rajarán, pudiendo quebrarse. Los tornillos fabricados con aleaciones más duras pueden
soportar un mayor peso o tracción, pero tienen igualmente un límite y menor tenacidad que los
tornillos fabricados en aleaciones más blandas. Si usa un tornillo que ha sido sobre ajustado,
sea cual sea su dureza, puede quebrarse con facilidad ya que su resistencia de tensión
(tenacidad) es muy baja.

b) Basados en el control de Ejecución.

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Cuando el techo aligerado está encofrado y las vigas y viguetas armadas. Verificando la
instalación de ladrillos y sanitarias, se procede a colocar los frisos en todo el contorno del techo
aligerado para su posterior vaciado.
c) Basados en el control Geométrico o de acabado.
Deberá verificarse que el acero inferior de las viguetas esté 2 cm por encima del encofrado, así
se garantiza que el acero inferior tenga el adecuado recubrimiento de concreto. Durante todos
estos trabajos, hay que tener mucho cuidado al pararse sobre los ladrillos de techo, ya que
estos son muy frágiles. Por esta razón es recomendable poner tablones para poder pisar sobre
ellos y evitar posibles accidentes.

Medida y forma de pago


El trabajo ejecutado será medido en forma global M2

Forma De Pago
El pago se hará efectivo hasta el 50% del monto ofertado por esta partida siempre y cuando los
equipos se encuentren operando en la obra. El 50% restante se abonará al término de los
trabajos, cuando los equipos sean retirados de la obra, con autorización del Supervisor.

2.7.6.4. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2

Definición
El acero de refuerzo está especificado en los planos por su esfuerzo de fluencia (fy) y deberá
ceñirse además a las normas indicadas.

Materiales a utilizar
Alambre negro N° 16 y acero corrugado fy = 4200 kg grado 60.
Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


El fierro de viguetas se coloca entre las filas de ladrillo de techo y se enganchan en el fierro de
las vigas de confinamiento que van sobre los muros de ladrillo.
El fierro de la losa, llamado también fierro de temperatura, se coloca sobre los ladrillos y en
sentido perpendicular a las viguetas, apoyados sobre dados de concreto de 2
cm. de espesor, que se colocan encima de los ladrillos de techo.
El fierro de temperatura tiene como función evitar el agrietamiento de la losa. Generalmente, se
utiliza varillas de 6 mm ó 4.7 mm. Estas varillas se amarran a los bastones de las viguetas y a
las vigas de amarre cada 25 cm de distancia.

Controles

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a) Control técnico. Calidad de material.


b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.
Aceptación de los trabajos
a) Basados en el control técnico.
Item 2.7.1.3

b) Basados en el control de Ejecución.


Item 2.7.1.3

c) Basados en el control Geométrico o de acabado.


Se deberán respetar los diámetros de todos los aceros estructurales especificados en los
planos, cuyo peso y diámetro deberá ser de acuerdo a las Normas.
Gancho Estándar
a) En barras longitudinales:
- Doblez de 180º más una extensión mínima de 4 db, pero no menor de 6.5 cm. al extremo
libre de la barra
- Doblez de 90º más una extensión mínima de 12 db al extremo libre de la barra.

b) En Estribos:
- Doblez de 135º más una extensión mínima de 10 db al extremo libre de la barra. En
elementos que no resisten acciones sísmicas, cuando los estribos no se requieran por
confinamiento, el doblez podrá ser de 90º o 135º más una extensión de 6 db.

Diámetros Mínimos De Doblado


a) En barras longitudinales:
- El diámetro de doblez medido a la cara interior de la barra no deberá ser menor a:
Barras O 3/8” a O 1” 6 db
Barras O 1 1/8” a O 1 3/8” 8 db
b) En Estribos:
- El diámetro de doblez medido a la cara interior de la barra no deberá ser menor a:
Estribos O 3/8” a O 5/8” 4 db
Estribos O 3/4” O mayores 6 db

Doblado Del Refuerzo


Todo el refuerzo deberá doblarse en frío. El refuerzo parcialmente embebido dentro del
concreto no debe doblarse, excepto cuando así se indique en los planos de diseño o lo autorice
el Ingeniero Proyectista.
No se permitirá el redoblado del refuerzo.

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Colocación Del Refuerzo


El refuerzo se colocará respetando los recubrimientos especificados en los planos. El refuerzo
deberá asegurarse de manera que durante el vaciado no se produzcan desplazamientos que
sobrepasen las tolerancias permisibles. La posición de las varillas de refuerzo, tanto
longitudinal como transversal no deberá diferir en más de 1cm respecto a lo indicado en planos.

Limites Para El Espaciamiento Del Refuerzo


El espaciamiento libre entre barras paralelas de una capa deberá ser mayor o igual a su
diámetro, 2.5 cm. o 1.3 veces el tamaño máximo nominal del agregado grueso.
En las columnas, la distancia libre entre barras longitudinales será mayor o igual a 1.5 su
diámetro, 4 cm. o 1.3 veces el tamaño máximo nominal del agregado.
El refuerzo por contracción y temperatura deberá colocarse a una separación menor o igual a 5
veces el espesor de la losa, sin exceder de 45 cm.

Empalmes Del Refuerzo


Los refuerzos se deberán empalmar preferentemente en zonas de esfuerzos bajos, las barras
longitudinales de columnas se empalmarán de preferencia dentro de los 2/3 centrales de la
altura del elemento.
Los empalmes deberán hacerse sólo como lo requieran o permitan los planos de diseño o
como lo autorice el Supervisor.
Las barras empalmadas por medio de traslapes sin contacto en elementos sujetos a flexión, no
deberán separarse transversalmente más de 1/5 de la longitud de traslape requerida, ni más de
15 cm.
La longitud mínima del traslape en los empalmes traslapados en tracción será conforme a los
requisitos de los empalmes pero nunca menor a 30 cm.
Los empalmes en zonas de esfuerzos altos deben preferentemente evitarse; sin embargo, si
fuera estrictamente necesario y si se empalma menos o más de la mitad de las barras dentro
de una longitud requerida de traslape se deberá usar los empalmes indicados en el punto
8.11.1 de la norma E-060 Concreto Armado del RNC.
En general se debe respetar lo especificado por el Reglamento Nacional de Construcciones.

Medida y forma de pago


La medición de esta partida será por kilogramo (kg) y su pago constituirá compensación
completa por los trabajos descritos anteriormente incluyendo mano de obra, leyes sociales,
materiales, equipos, herramientas, imprevistos y en general todo lo necesario para completar la
partida correctamente.

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2.7.6.5. Curado de Concreto

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.4.


2.7.7 ESCALERAS

2.7.7.1. Concreto en Escaleras F'c=210 Kg/Cm2

Definición
Esta especificación se refiere al concreto usado como material estructural y normado, su
producción, manipuleo, transporte, colocación, curado, protección y pruebas de resistencia. El
Contratista se ceñirá estrictamente a lo indicado en los planos del proyecto, en la presente
especificación y en las normas vigentes, respectivamente.

Materiales a utilizar
Cemento Pórtland tipo I, agregado fino, agregado grueso, agua, aditivos y hormigón para
concreto ciclópeo gruesa, 1 buggy de piedra chancada y la cantidad de agua necesaria para
obtener una mezcla pastosa que permita un buen trabajo, tal como se ve en la sección 1.12 de
este manual.

Equipos
Herramientas manuales, winche eléctrico 3.6 HP de dos baldes, vibrador de concreto 4 HP
1.25’’ y mezcladora de concreto 11 p3 (23 HP).

Modo de ejecución de la partida


El concreto a usarse deberá ser de la misma calidad que el de las columnas y el de los techos.
La proporción recomendable es de una bolsa de cemento por 1 buggy de arena gruesa, 1
buggy de piedra chancada y la cantidad de agua necesaria para obtener una mezcla pastosa
que permita un buen trabajo, tal como se ve en la sección 1.12 de este manual.

Controles
a) Control técnico. Calidad de material.
b) Control de Ejecución. Controles de condiciones iniciales y de seguridad.
c) Control Geométrico o de acabado. Control de terminado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnico. El control de calidad de los materiales a usar se deberá
tener en cuenta lo siguiente.

Cemento
Se usará Cemento Pórtland Tipo I normal, salvo en donde se especifique la adopción de otro

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tipo que puede ser Cemento tipo II indicado para suelos con moderada presencia de sulfatos
y Cemento tipo V para suelos agresivos, o Cemento tipo Puzolánico u otro, debido a alguna
consideración especial determinada por el Especialista de Suelos la misma que se indica en
los planos y presupuesto correspondiente y es válida para los elementos de concreto en
contacto con el suelo.
El Cemento a usar deberá cumplir con las Especificaciones y Normas para Cemento Pórtland
del Perú.

En términos generales no deberá tener grumos, por lo que deberá protegerse en bolsas o en
silos en forma que no sea afectado por la humedad ya sea del medio o de cualquier agente
externo.
Se controlará la calidad del mismo, según la norma ASTM C-150 y se enviarán muestras al
laboratorio especializado en forma periódica a fin de que lo estipulado en las normas
garantice la buena calidad del mismo.

Agregado fino
Será arena natural, limpia, que tenga granos duros y resistentes, libre de cantidades
perjudiciales de polvo, terrones, partículas blandas o escamosas, esquistos, álcalis, ácidos,
cloruros, materia orgánica, greda u otras sustancias dañinas al concreto.

La cantidad de material que pase la malla N° 200 no excederá del 5% del peso total y en
general deberá estar de acuerdo con la norma para agregado ASTM C-33.

Agregado grueso
Será grava o piedra en estado natural, triturada o partida, de grano compacto y de calidad
dura. Debe estar limpio, libre de cantidades perjudiciales de polvo, materia orgánica, cloruros,
greda u otras sustancias perjudiciales al concreto, ni contendrá mica, piedra desintegrada ni
cal libre.

La graduación será uniforme desde la malla estándar ASTM ¼” hasta el tamaño máximo
indicado en el Cuadro N° 01.

Agua
El agua será fresca, limpia y bebible. Se podrá usar agua no bebible solo cuando, mediante
pruebas previas a su uso, se establezca que los cubos de concreto sin agregado grueso
hechos con ella, den resistencias iguales o mayores al 90% de la resistencia de los cubos
similares con agua potable,

El contenido de cloruros en el agua deberá controlarse de manera tal que el contenido de

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Municipalidad Provincial de Fajardo

cloruros total en la mezcla no exceda los máximos permitidos por la norma ACI 318. En
general el agua debe cumplir con el artículo 3.3 de la Norma E.060 Concreto Armado del
Reglamento Nacional de Edificaciones.

Aditivos
No se ha previsto el uso de aditivos en el presente proyecto. Sin embargo en caso de
considerarse necesario y con la previa aprobación de la Supervisión podrá utilizarse aditivos
aceleradores de fragua, plastificantes o impermeabilizantes.

Los aditivos se usarán siguiendo estrictamente las instrucciones del fabricante. No se


aceptarán aditivos que contengan cloruros o nitratos. Su almacenamiento se hará de tal
manera de evitar la contaminación, evaporación o mezcla con cualquier otro material.

Hormigón
Es una mezcla natural de agregado fino y agregado grueso. Deberá ser bien graduado entre
las mallas estándar ASTM 100 y la malla 2”. Debe estar libre de cantidades perjudiciales de
polvo, sales, álcalis, materia orgánica u otras sustancias dañinas para el concreto. En lo que
sea aplicable, se seguirán para el hormigón las recomendaciones indicadas para los
agregados fino y grueso.

Almacenamiento de materiales
Se cuidará que el cemento almacenado en bolsas no esté en contacto con el suelo o el agua
libre que pueda correr por el mismo. Se recomienda que el cemento se almacene en un lugar
techado fresco, libre de humedad y contaminación. El cemento se almacenará en pilas de
hasta 10 bolsas y se cubrirá con material plástico u otros medios de protección. El cemento a
granel se almacenará en silos metálicos u otros elementos similares aprobados por la
Inspección, aislándolo de una posible humedad o contaminación.

Los agregados se almacenarán en forma tal que se prevenga una segregación (separación
de las partes gruesas de las finas) o contaminación excesiva con otros materiales o
agregados de otras dimensiones. El control de estas condiciones lo hará el Ingeniero
Supervisor, mediante muestreos periódicos para comprobar la granulometría y limpieza del
material.

Producción del concreto


La dosificación, mezcla de componentes, transporte y colocación del concreto se ceñirán a la
norma ACI-304. Cuando el concreto se coloque con bomba o faja transportadora, se aplicarán
adicionalmente las normas ACI-304-2R o ACI-304-4R. Cuando el concreto provisto a la obra
sea premezclado se aplicará adicionalmente la norma ASTM C94.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

En el cuadro N° 01 se muestran las clases de concreto de acuerdo a su uso y resistencia a la


compresión f´c, medida en cilindros estándar ASTM a los 28 días. Para la evaluación de la
resistencia f´c se usará la norma ACI-124.

CUADRO N° 01 - CLASES DE CONCRETO

Resistencia a la Tamaño Relación Slump


rotura a la máximo agua cemento (revenimiento
CLASE

compresión a los del máxima (litros ) máximo en


Uso
28 días en agregado / saco de pulgadas
cilindros estándar (pulgada cemento)
ASTM f´c (kg/cm2) s)
Zapatas, Vigas Cim.
1 175 1 1/2" 25.5 4" Muros de contención

2 210 1" 24.5 4" Columnas y vigas

3 210 3/4" 24.5 4" Losas

En los planos el concreto se encuentra especificado por su resistencia a la compresión a los


28 días en cilindros estándar ASTM, (f´c).
Un saco de cemento es la cantidad de cemento contenida en un envase original de fábrica,
sin averías, con un peso de 42.5 Kg, o una cantidad de cemento a granel que pese 42.5 Kg
En ningún caso se aceptará un concreto que tenga más de 11.5 bolsas de cemento por m3
de concreto.
Previamente a la producción del concreto para la construcción definitiva de los elementos
estructurales, el Contratista someterá a la aprobación de la Supervisión la dosificación de
cada clase de concreto. Para tal efecto deberá presentar la información siguiente:

 Calidad del cemento


 Granulometría de los agregados
 Proporciones de la mezcla
 Resultados de las pruebas de testigos
La mezcla de cada clase de concreto deberá ser evaluada por lo menos por seis testigos
probados a la misma edad, obtenidos de mezclas de pruebas con los materiales que se
propone usar. La aprobación de la dosificación no exime al Contratista de su total
responsabilidad por la calidad del concreto.
b) Basados en el control de Ejecución.
Antes de iniciar el vaciado, se deberá humedecer con agua el encofrado, esto evitará que la
madera seca absorba el agua del concreto.

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El transporte del concreto se efectuará mediante latas, que deberán estar limpias para evitar
cualquier contaminación de la mezcla.
El concreto se debe empezar a vaciar por la parte más baja y debe terminarse por la parte
superior. Si lo hacemos en sentido contrario, el concreto resbalará por la rampa de la escalera,
produciéndose una separación de la piedra de la mezcla.
El vaciado debe hacerse de manera continua hasta terminar toda la escalera. Durante este
proceso debe compactarse el concreto con una vibradora. En caso de no contar con una, se
chuzará* con una varilla de acero.
El desencofrado debe hacerse después de 7 días, tiempo durante el cual debemos mojar el
concreto con bastante agua para evitar rajaduras y garantizar el buen desarrollo de la
resistencia.

c) Basados en el control Geométrico o de acabado.


El concreto debe mostrar una naturalidad en el color, muestra que representa una resistencia
descrita en los planos, estos aprobados por el supervisor mediante ensayos en laboratorios.

Medida y forma de pago


La medición de la partida de concreto será por metro cúbico (m3) colocado

Forma De Pago
Su pago constituirá compensación completa por los trabajos descritos anteriormente incluyendo
mano de obra, leyes sociales, materiales, equipos, herramientas, imprevistos y en general todo
lo necesario para completar la partida correctamente.

2.7.7.2. Encofrado y Desencofrado en escaleras.

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.7.3. Acero de Refuerzo FY=4200 KG/CM2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.6.4.

2.7.8. COLUMNETAS

2.7.8.1. Concreto en Columnetas F'c=175 Kg/Cm2

Definición
Son elementos arquitectónicos construidas en jardines, losas deportivas, veredas peatonales
con adoquines de concreto, etc. De una altura de 40 cm.,
Rigen las Especificaciones indicada en las partidas correspondientes a 01.05 CONCRETO
ARMADO

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Materiales a utilizar
Para el concreto f’c= 175 kg/cm2 de base se usara cemento Pórtland, arena, piedra con
dimensiones de ½” a ¾” que cumplan las especificaciones técnicas, la cual tendrá un espesor
de 11 cm de concreto, una segunda capa de revestimiento con mortero 1:2 de 1.5 cms. de
espesor, acabado frotachado y bruñado cada 10 cm para evitar el deslizamiento de los
usuarios.

Equipos
Herramientas manuales, winche eléctrico 3.6 HP de dos baldes, vibrador de concreto 4 HP
1.25’’ y mezcladora de concreto de 11 p3 (23 HP)

Método de construcción
Para construir las rampas regirán las mismas especificaciones anotadas para pisos de
concreto. En términos generales antes de proceder al vaciado se mejorara el suelo de acuerdo
a los estudios de suelos, apisonándolo y nivelando el terreno. Se mojará abundantemente el
terreno y sobre él se construirá la losa de acuerdo a lo descrito en el plano correspondiente.
Nivelación.- Se ejecutará de acuerdo con la terraza indicada en el plano de ejes y terrazas y
con la pendiente indicada en la planta general del proyecto.
El revestimiento a la superficie terminada se dividirá con bruñas cada 10 cm. en orden
horizontal y perpendicular al desarrollo de la rampa, asi mismo cada paño de rampa tendrá una
dimensión máxima de 3 m, existiendo juntas de separación entre éstas rellenas con mortero
asfáltico.

Controles
a) Controles técnico.
Pruebas control de calidad de material, ensayos de laboratorio.
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados

Controles
a) Controles técnico.
Por lo general, al igual que en las vigas y columnas, para una construcción de obra civil, esta
resistencia a compresión del concreto es de 175 kg/cm2. Esto quiere decir, que sobre una
superficie cuadrada de concreto de 1 cm de lado, se puede aplicar una carga de 175 kg antes
de que se rompa.

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La proporción recomendable para obtener esta resistencia, es de una bolsa de cemento, con 1
buggy de arena gruesa, 1 buggy de piedra chancada y la cantidad de agua necesaria para
obtener una mezcla pastosa que permita un buen trabajo.
La cantidad de agua varía de acuerdo al estado de humedad en que se encuentre la arena y la
piedra. Si éstas se encuentran totalmente secas, la cantidad de agua para una bolsa de
cemento podrá ser de 40 litros; pero si están totalmente mojadas, bastará con unos 20 litros.

b) Controles de ejecución.
Durante el vaciado se debe llenar primero las vigas y viguetas, y luego la losa superior hasta
cubrir una altura de 5 cm. Para una buena compactación del concreto, se debe usar un vibrador
mecánico o chucear la mezcla con una barra de construcción. Hay que tener cuidado de no
vibrar en exceso, porque de lo contrario, los componentes del concreto se pueden separar.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Es importante tener en cuenta que el proceso de vaciado es continuo. Eso quiere decir, que no
se debe postergar el trabajo cuando ya se inició. La única posibilidad de parar para descansar
(y aprovechar el refrigerio) es después de vaciar el concreto en todas las vigas y viguetas,
tiempo en el cual se dejará asentar la mezcla. Luego de los minutos de descanso.

Método De Medición
Unidad de Medida: Metro cubico (m3.)

Forma De Pago
Las cantidades medidas en la forma arriba descrita serán pagadas al precio unitario
correspondiente. Dicho pago constituirá compensación total por la mano de obra, materiales,
equipos y herramientas, por el suministro y transporte, almacenaje y manipuleo, y todos los
imprevistos surgidos para la ejecución de los trabajos descritos.

2.7.8.2. Encofrado Y Desencofrado en Columnetas

Ídem a la partida 2.7.1.2.

2.7.8.3. Acero De Refuerzo Fy=4200 Kg/Cm2

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 2.7.1.3.

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2.8. FLETE TERRESTRE

2.8.1. FLETE TERRESTRE

Definición
Todos los materiales transportados a obra o generado durante el proceso constructivo tienen
que ser manejados en tal forma que conserven su calidad para el trabajo. Los agregados tienen
que ser transportados del lugar de almacenaje o de producción hasta la obra en vehículos
cubiertos y asegurados a la carrocería, de tal modo que eviten la pérdida o segregación de los
materiales después de haber sido medidos y cargados.
El transporte de los materiales debe sujetarse a las medidas de seguridad según las normas
vigentes y estar bajo responsabilidad de personas competentes y autorizadas. Los medios
empleados para el transporte de materiales deben ser adecuados a la naturaleza, tamaño,
peso, frecuencia de manejo del material y distancia de traslado para evitar lesiones físicas en el
personal encargado del traslado de los materiales y reducir el riesgo de accidentes durante el
proceso de traslado.
Los equipos y vehículos de transporte de materiales deberán ser operados por personal
autorizado y debidamente capacitado para ello.
Cualquier daño producido por los vehículos de obra en las vías por donde transitan deberá ser
corregido por el contratista a su costo.

Materiales a utilizar
Flete de terrestre de huamanga.

Equipos
Ninguna.

Modo de ejecución
El traslado de las herramientas y todo el equipo ligero (mezcladoras, planchas compactadoras,
mezcladoras, vibrador, etc.) se efectuara por vía terrestre mediante el empleo de equipos
livianos como volquetes y camiones.
El Contratista no podrá retirar equipo alguno de la obra sin consentimiento escrito del
Supervisor. La desmovilización del equipo sólo podrá realizarse cuando haya cumplido su labor
para el cual fue requerido y con el consentimiento del Supervisor.

Controles
a) Controles técnico.
Ninguna
b) Controles de ejecución.

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Condiciones iniciales y de seguridad.


c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Ninguna.

b) Controles de ejecución.
El traslado de material, el equipo de transporte debe contar con todas las revisiones
técnicas aceptables. El transporte se tendrá en mente las normas y estándares de
seguridad, cumpliendo a cabalidad.

c) Controles de geométricos o de terminado.


El material o equipo que haya sido trasladado debe estar en situ ordenado y aprobado de
supervisión deberán estar en buenas condiciones.

Método de medición
El trabajo ejecutado será medido en forma global (glb).

Forma de pago
El pago se hará efectivo hasta el 50% del monto ofertado por esta partida siempre y cuando los
equipos se encuentren operando en la obra. El 50% restante se abonará al término de los
trabajos, cuando los equipos sean retirados de la obra, con autorización del Supervisor.

3. ARQUITECTURA

3.1. MUROS Y TABIQUES DE ALBAÑILERÍA

3.1.1. MURO DE LADRILLO K.K. DE ARCILLA DE CABEZA, MEZCLA 1:5

Definición
La obra de albañilería comprende la construcción de muros, tabiques y parapetos en
mampostería de ladrillo de arcilla, de concreto o sílico calcáreos Tipo IV según consta en
planos.
De usarse ladrillo de arcilla el muro deberá ser caravista barnizado o tarrajeado pintado
siempre y cuando los planos lo especifiquen.
De usarse ladrillo de concreto o sílico calcáreo el muro deberá ser tarrajeado y pintado siempre
y cuando los planos o especifiquen.

Unidad de albañilería
La unidad de albañilería no tendrá materias extrañas en sus superficies o en su interior.

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La unidad de albañilería de arcilla deberá ser elaborada a máquina, en piezas enteras y sin
defectos físicos de presentación, cocido uniforme, acabado y dimensiones exactas, tendrá un
color uniforme y no presentará vitrificaciones. Al ser golpeada con un martillo u objeto similar
producirá un sonido metálico.

La unidad de albañilería no tendrá resquebrajaduras, fracturas, hendiduras o grietas u otros


defectos similares que degraden su durabilidad y/o resistencia.
La unidad de albañilería no tendrá manchas o vetas blanquecinas de origen salitroso o de otro
tipo.

En el caso de unidades de albañilería de concreto éstas tendrán una edad mínima de 28 días
antes de poder ser asentadas.
La unidad de albañilería deberá tener las siguientes características:

Dimensiones: 0.24 x 0.13 x 0.09 m en promedio.


Resistencia: Mínima a la compresión 130 kg/cm2 (f'b).
Sección: Sólido o macizo, con perforaciones máximo hasta un 30%.
Superficie: Homogéneo de grano uniforme con superficie de asiento rugoso y áspero.
Coloración: Rojizo amarillento uniforme e inalterable, para el ladrillo de arcilla, gris para el de
concreto y blanco para el sílico calcáreo.
La resistencia a la compresión de la albañilería (f'm) será de 45 kg/cm2, de acuerdo a lo
indicado en los planos.
La resistencia a la compresión de la unidad de albañilería (f'b) se obtiene dividiendo la carga de
rotura entre el área neta para unidades de albañilería huecas y entre el área bruta para
unidades de albañilería sólidas.
Deberá usarse unidades de albañilería que cumplan con el tipo IV de la Norma Peruana de
Albañilería (E-070).
La calidad de las unidades de albañilería a adquirirse, deberá verificarse siguiendo las pautas
de muestreo y ensayo indicadas en las Normas ITINTEC pertinentes.
Cualquier tipo de ladrillo usado deberá ser aprobado por el Ingeniero Supervisor antes de ser
colocado en obra.

Materiales a utilizar
Clavos para madera con cabeza de 3’’, arena gruesa, cemento portland TIPO I, ladrillo KK
TIPO IV 23x13x09 cm y madera tornillo.

Equipos
Herramientas manuales.

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Modo de ejecución
Cuando el muro se construye a partir del sobrecimiento, debe revisarse primero que la
superficie de éste se encuentre limpia y nivelada. Cualquier imperfección deberá ser rellenada
con mortero. Luego, se procede a replantear el diseño del sobrecimiento, revisando sus
dimensiones y marcando todas las referencias que delimitan la zona donde se va a levantar el
muro, así como la posición de las puertas. Para ello es necesario contar con plomada, nivel y
cordel.
Cuando el muro se construye a partir de una losa de techo, también se deben marcar los ejes
donde se van a construir los muros ayudado de un tiralíneas.

Controles
a) Controles técnico.
Pruebas control de calidad de material, ensayos de laboratorio.
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos

a) Controles técnico.
La calidad del mortero debe conciliar una mezcla de cemento y arena. Esta mezcla se
coloca en una batea donde se agrega agua suficiente hasta que sea trabajable. Se debe
considerar una proporción de una bolsa de cemento por 1 1/2 buggies de arena gruesa.

b) Controles de ejecución.
Cuando el muro se construye el lugar del sobrecimiento, debe revisarse primero que la
superficie de éste se encuentre limpia y nivelada.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Se controlará la verticalidad del muro mediante el uso de la plomada o de un nivel de mano
en varios puntos del muro. No se permitirá un desplome mayor de 4 mm en toda la altura
del muro.
Igualmente se deberá verificar que las hiladas queden horizontales, colocando una regla
sobre la última hilada instalada, y sobre la regla, el nivel de burbuja (ver fi gura 99).
La altura máxima del muro en una jornada de trabajo debe ser de 1.3 m, equivalente a 12 ó
13 hiladas. El resto se completará al día siguiente, de lo contrario las hiladas superiores
comprimirán a las inferiores adelgazando las juntas horizontales

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Además, un muro con mortero fresco de más de 1.3 m de altura es muy inestable y
peligroso.
En el asentado del ladrillo hasta 1.3 m, se debe dejar en la última hilada, las juntas
verticales rellenas hasta la mitad, para que al día siguiente la otra mitad del muro engrape
mejor.

Método De Medición
La medición de estos trabajos se hará por metro cuadrado (m2).

Forma De Pago
El pago de estos trabajos se hará por metro cuadrado (m2), cuyos precios unitarios se
encuentran definidos en el presupuesto. El Supervisor velará por que esta partida se ejecute
correctamente hasta su culminación.

3.1.2. MUROS DE LADRILLO K.K. DE ARCILLA DE SOGA, MEZCLA 1:5

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.1.1.

3.2. REVOQUES ENLUCIDOS Y MOLDURAS

3.2.1. TARRAJEO PRIMARIO, MORTERO 1:5 C:A

Definición
El tarrajeo es un procedimiento que se da casi al final de la construcción para recubrir los
muros interiores, exteriores, columnas, vigas y derrames para poderlos pintar.

Materiales
Clavos para madera de 3’’, regla de aluminio 1’’x4’’x10’, arena fina, cemento portland TIPO I y
madera tornillo

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución
Se empleará mortero de cemento y arena en proporción 1:5
Antes de iniciar los trabajos se humedecerá convenientemente la superficie que va ha recibir el
revoque y se llenarán todos los vacíos y grietas.
El acabado del tarrajeo será plano y derecho, sin ondulaciones ni defectos. Para ello harán
previamente cintas de mortero pobre para conseguir superficies planas y derechas. Serán de
mezcla de cemento arena en proporción 1:5, espaciadas cada 1.50m como máximo,
comenzando lo más cerca de las esquinas. Se controlará el perfecto plomo de las cintas

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empleando plomada de albañil: las cintas sobresaldrán el espesor máximo del tarrajeo. Se
emplearán reglas de madera bien perfiladas que se correrán sobre las cintas, que harán las
veces de guía, comprimiendo la mezcla contra el paramento a fin de aumentar su
compactación, deberá lograrse una superficie plana y pareja sin perjuicio de presionar la paleta
en el momento de allanar la mezcla del tarrajeo.
En ningún caso el espesor de los revoques será mayor de 1.5 cm. El tarrajeo se aplicará
directamente al muro o elemento estructural en dos etapas, primero el “pañeteo” y luego el
asentado final debidamente nivelado.
Durante el proceso y para obtener superficies con buen acabado, se tomara en cuenta:

Superficie de Aplicación
Deberá procurarse que las superficies que van a ser tarareadas tengan la suficiente aspereza
para que exista buena adherencia del mortero.
Se mojará o humedecerá la superficie o paño de tarrajeo, previa a la colocación de la primera
etapa o pañeteo.
Todos los ambientes que lleven tarrajeo acabado deberán ser entregados listos para recibir
directamente la pintura.

Durante la construcción deberá tenerse especial cuidado para no causar daño a los revoques
terminados, tomándose todas las precauciones necesarias. El maestreo de obra cuidará y será
responsable de todo maltrato que ocurra en el acabado de los revoques, siendo de su cuenta el
efectuar los resanes necesarios hasta la entrega de la obra.

Compatibilización de los Planos


Previamente a la ejecución de pañeteo deberán haber sido instalados las redes, cajas para
interruptores, tomacorrientes, pases y/o tableros; las válvulas, los insertos para sostener
tuberías y equipos especiales o cualquier otro elemento que deba quedar empotrada en el
muro, para lo cual deberá revisarse los planos respectivos.

Igualmente deberán haber sido probadas las instalaciones sanitarias, mecánicas y cualquier
otro trabajo que indiquen los planos. Estas instalaciones deberán estar debidamente
aseguradas y protegidas para evitar el ingreso de agua o mortero dentro de ellas.

Pañeteo
Las superficies de los elementos estructurales que no garanticen una buena adherencia del
tarrajeo recibirán previamente en toda su extensión un pañeteo con mortero de cemento y
arena gruesa en proporción 1:3, que será arrojado con fuerza para asegurar un buen agarre,
dejando el acabado rugoso para recibir el tarrajeo final.

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Curado
Se hará con agua. El humedecimiento se comenzará tan pronto como el tarrajeo haya
endurecido lo suficiente para no sufrir deterioros, aplicándose el agua en forma de
pulverización fina, en la cantidad justa para que sea absorbida.

Mezcla
La mezcla del tarrajeo final se preparará en la proporción de 1 parte de cemento y 5 partes de
arena fina.
En el caso de que se disponga de cal apropiada la mezcla será proporcionada en volumen
seco de la parte de cemento, 1/2 parte de cal y 5 partes de arena fina, a la que se añadirá la
cantidad necesaria de agua que mantenga la trabajabilidad y docilidad del mortero.
Se preparará cada vez una cantidad de mezcla que pueda ser empleada en el lapso máximo
de 1 hora.

Espesor
El espesor mínimo del enlucido será:
- Sobre muros de ladrillo 1.00 cm.
- Sobre concreto 1.00 cm.
En los ambientes en que vayan zócalos de mayólicas, el revoque de parámetro se rayará una
vez terminado el enlucido. Ello con la finalidad de conseguir mayor adherencia al colocar las
unidades con cemento puro.
Para el caso de los derrames de puertas y ventanas, estos se perfilarán nítidamente corriendo
hasta el marco correspondiente, las aristas visibles de vigas y columnas deberán mostrarse
también, perfectamente delineadas. Los derrames se efectuarán al mismo tiempo que los
revoques.

Controles
a) Controles técnico.
Pruebas control de calidad de material, ensayos de laboratorio.
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
La calidad del material de tarrajeo debe conciliar una mezcla de cemento y arena fina.
Esta mezcla se coloca en una batea donde se agrega agua suficiente hasta que sea
trabajable. Se debe considerar una proporción de una bolsa de cemento por 1 1/2 buggies
de arena fina.

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b) Controles de ejecución.
Primero que los muros se encuentren limpia y nivelada. Con los clavos demarcar el nivel
en las superficies del muro. Cuando se inicie con el tarrajeo, los muros tendrán que estar
húmedos.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Se controlará la verticalidad del acabado mediante el uso de la plomada o de la plancha
de aluminio en varios puntos del muro tarrajeado. No se permitirá un desplome mayor de 4
mm en toda la altura del muro.

Unidad De Medida
En superficies se medirá por metro cuadrado (m2), de acuerdo a las partidas, Se computarán
todas las áreas netas a vestir o revocar. Por consiguiente, se descontarán los vanos o
aberturas y otros elementos distintos al revoque, como molduras, cornisas y demás salientes
que deberán considerarse en partidas independientes.
En vestiduras y derrames se medirá por metro lineal (ml), para lo cual se medirá y sumara las
aristas o bordes perfilados para obtener un total, deberán considerarse en partidas
independientes.

Forma De Pago
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades medidas señaladas
en el párrafo anterior, y de acuerdo a los precios unitarios del presupuesto aprobado.

3.2.2. Tarrajeo en Muro Interio, Mortero 1:5 C:A

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.2.1.

3.2.3. Tarrajeo en Muro Exterior, Mortero 1:5 C:A

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.2.1.

3.2.4. Tarrajeo en Columnas, Mortero 1:5 C: A

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.2.1.

3.2.5. Tarrajeo en Vigas, Mortero 1:5 C: A

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.2.1.

3.2.6. Tarrajeo de friso

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.2.1.

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3.2.7. Vestidura de Derrames 1:5 C:A

DEFINICION
Previo al inicio del tarrajeo la superficie donde se aplicara la mezcla se limpiará y
humedecerán, recibirán un tarrajeo frotachado con una mezcla que será una proporción en
volumen de 1 parte de cemento y 5 partes de arena, consiguiendo que las caras a plomo,
formen un ángulo de 90 grados, cuya esquina será matada.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medición de estas partidas será metro lineal (m)

FORMA DE PAGO:
El pago se efectuara con los precios unitarios que se encuentran definidos en el presupuesto y
constituirá compensación completa por los trabajos descritos incluyendo mano de obra, leyes
sociales, materiales, equipo, imprevistos y en general todo lo necesario para completar la
partida.

3.1.7. Bruñas Según Detalle 1x1 cm

Definición
Son canales de poca profundidad y espesor efectuados en al tarrajeo o revoque, tienen la
finalidad de señalar paños, servir de elementos de control de dilatación de los paños de
tarrajeos, elementos de decoración etc.

Materiales
Balde, trazador y bruña

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución
Se realiza en el revoque final del paramento en que se solicita, se procede cuando el mortero
aún no ha sido fraguado con la ayuda de un aparejo especial tipo plancha, en el que se ha
adherido en alto relieve una cinta con las dimensiones de la bruña y utilizando una regla para
conservar la horizontalidad, se frota dicho aparejo empujando en el tarrajeo de manera tal que
se perfile muy nítidamente el canal.
Si fuera necesario, se realizarán los resanes, de manera de obtener una muy bien delineada
bruña, dados los detalles usando bruñas del proyecto.

Unidad De Medida

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La unidad de medida será el metro lineal (m), el metrado se determinará sumando la longitudes
parciales de las bruñas.

Forma De Pago
El pago se efectuará al precio unitario del ml, aprobado en el presupuesto y en base al metrado
valorizado.

3.3. CIELO RASO

3.3.1. CIELO RASO CON MEZCLA C:A 1:5

DEFINICION
El tratamiento del cielorraso será de dos clases:
En las áreas exteriores voladizos del aligerado se aplicará una mezcla en proporción 1:5
cemento-arena, igualmente en las áreas interiores, con el sistema de cinta.
En caso que se produzcan encuentros con otros planos ya sean estructurales o de albañilería
con el cielorraso, se colocarán bruñas de 1 x 1 cm., esta bruña se ejecutará con "palo de corte"
que corra apoyándose sobre reglas.

Con el fin de evitar ondulaciones será preciso aplicar la pasta de inmejorables condiciones de
trabajabilidad. Para el tratamiento de estas superficies se encuentran indicaciones en el Cuadro
de Acabados.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medición de estas partidas será metro cuadrado (m2).

FORMA DE PAGO:
El pago se efectuara con los precios unitarios que se encuentran definidos en el presupuesto y
constituirá compensación completa por los trabajos descritos incluyendo mano de obra, leyes
sociales, materiales, equipo, imprevistos y en general todo lo necesario para completar la
partida.

El Supervisor velará por la correcta ejecución de la partida.

3.3.2. FALSO CIELORASO CON BALDOSA ACUSTICA 0.60X0.60 M DE FIBRA MINERAL

DEFINICION
La instalación del falso Cieloraso con baldosa acústica consiste básicamente en un entramado
de perfiles metálicos a manera de cuadrícula, suspendido del techo mediante alambre
galvanizado y anclajes; entramado sobre el cual se colocan las baldosas acústicas.

MATERIALES

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Municipalidad Provincial de Fajardo

 Para instalar un cielo raso, se necesitará:


 Tijera para cortar perfiles metálicos delgados
 Nivel manguera o nivel laser Tiralíneas
 Guantes de hilo Cuchilla o cutter
 Taladro o atornillador eléctrico

MODO DE EJECUCION DE LA PARTIDA


 Verificar las medidas de los ambientes y la modulación del cielo raso.
 Definir la altura deseada entre la losa y el cielo raso. Se recomienda que la altura no
sea menor a 20cm.
 Trazar con un tiralíneas en los muros y todo el perímetro. Utilizar manguera nivel o
nivel láser.
 Colocar el ala superior del ángulo perimetral al trazo marcado en el muro.
 Fijar los perfiles perimetrales al muro con clavos de disparo cada 0.30m como máximo
 Marcar la posición de los perfiles principales en la losa cada 1.22m.
 Tensar los alambres suspensores con un taladro fijando el otro extremo a un punto fijo,
este alambre debe ser de calibre N° 12, de preferencia. Cortar los alambres tensados
(como varillas) a la medida del espacio entre la losa y el cielo raso, considerando
0.30m adicionales para el atortolamiento.
 Atortolar el alambre tensado al clavo tipo clip y disparar a los puntos marcados en los
ejes de los perfiles principales. El distanciamiento puede ser de 0.90m hasta 1.20m
como máximo, dependiendo del peso de la baldosa a colocarse.
 Instalar los perfiles principales cada 1.22 m con su correspondiente anclaje al techo
mediante el alambre N° 12 tensado con un nudo de 3 vueltas y colocado en forma
vertical.
 Instalar perfiles secundarios cada 0.61 m entre los perfiles principales. Para instalar
baldosas de 0.61m x 0.61m instale los perfiles terciarios de 0.61m entre los perfiles
secundarios de 1.22m obteniendo espacios de 0.61m x 0.61m.
 Para colocar correctamente las baldosas debemos levantarlas en forma inclinada entre
los perfiles cuidando de no dañar los bordes. Una vez introducida la baldosa
acomodarla para que esta descanse sin dificultad entre los perfiles metálicos.
Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metros cuadrados (m2).

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto
3.3.3. VESTIDURA EN FONDO DE ESCALERA Y RAMPA

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Municipalidad Provincial de Fajardo

DEFINICION
Previo al inicio del tarrajeo la superficie donde se aplicara la mezcla se limpiará y
humedecerán, recibirán un tarrajeo frotachado con una mezcla que será una proporción en
volumen de 1 parte de cemento y 5 partes de arena, consiguiendo que las caras a plomo,
formen un ángulo de 90 grados, cuya esquina será matada.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medición de estas partidas será metro lineal (m)

FORMA DE PAGO:
El pago se efectuara con los precios unitarios que se encuentran definidos en el presupuesto y
constituirá compensación completa por los trabajos descritos incluyendo mano de obra, leyes
sociales, materiales, equipo, imprevistos y en general todo lo necesario para completar la
partida.

3.4. PISOS Y PAVIMENTOS

3.4.1. CONTRAPISO DE 40MM

Definición
Este sub piso se construirá en los ambientes en que se vaya a colocar pisos de madera
machihembrada, piso de cemento pulido o cerámico.
El contrapiso, efectuado antes del piso final sirve de apoyo y base para alcanzar el nivel
requerido, proporcionando la superficie regular y plana que se necesita especialmente para
pisos pegados u otros.
El contrapiso es una capa conformada por la mezcla de cemento con arena en 1:5 y de un
espesor de 4.8 cm. los materiales tendrán las siguientes características:
Cemento
Deberá satisfacer las normas ITINTEC 334-009-71 para cementos Pórtland del Perú y/o las
Normas ASTM C-150, Tipo 1.

Arena Gruesa
Deberá ser arena limpia, lavada, de granos duros, resistentes y lustrosos, libre de cantidades
perjudiciales de polvo, terrones, partículas suaves y escamosas, esquistos o pizarras, micas o
cal libre, álcalis, ácidos y materias orgánicas. En general, deberá estar de acuerdo con las
Normas ASTM C-33-0 T.

Piedra Partida

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Será la proveniente de la trituración artificial de cantos rodados formados por sílice, cuarzo,
granitos sanos, andesita o basaltos, que no contengan piritas de fierro ni micas en proporción
excesiva. El tamaño máximo será de 1/4". Debe satisfacer la Norma STM C-33-55 T.

Hormigón Fino o Confitillo


En sustitución de la piedra triturada podrá emplearse hormigón natural de río o confitillo,
formado por arena y cantos rodados.

Agua
Será potable y limpia; que no contenga sustancias químicas en disolución u otros agregados
que puedan ser perjudiciales al fraguado, resistencia y durabilidad de las mezclas.

Impermeabilizante
Se utilizará impermeabilizante hidrófugo, donde el contrapiso lo especifique.

Materiales a utilizar
Regla de aluminio 1’’x4’’x10’, arena gruesa y cemento portland TIPO I.

Equipos
Herramientas manuales y mezcladora de concreto 11P3

Modo de ejecución de la partida


Se tendrá en cuenta:
- La superficie del falso piso, se limpiará y regará con agua.
- Este sub piso se colocará sobre la superficie perfectamente limpia y humedecida del falso
piso o de la losa del concreto. La nivelación debe ser precisa, para lo cual será indispensable
colocar reglas adecuadas, a fin de asegurar un acabado plano por medio de cintas
debidamente alineadas y controladas respecto al nivel general de los pisos.
- El término será rugoso, a fin de obtener una buena adherencia con la segunda capa, la cual
se colocará inmediatamente después de la primera y será igualmente seca.
- La ejecución debe efectuarse después de terminados los cielorrasos y tarrajeos, debiendo
quedar perfectamente planos, con la superficie adecuada para posteriormente proceder a la
colocación de los pisos definitivos,

En los ambientes donde el Cuadro de Acabados especifique pisos de madera machihembrada


se ejecutará un contra - piso rayado, se procederá según lo indicado anteriormente, pero antes
de que comience la fragua se rayarán, la superficie con peine metálico u otra herramienta
apropiada.

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Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metros cuadrados (m2) de contrapiso ejecutado

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

3.4.2. PISO DE MADERA MACHIMBRADA 1/2"X4" CEDRO+A715

Definición
El piso se colocara sobre durmientes de madera tornillo de 2”x3”, que a su vez se fijan en el
contrapiso de 48 mm del ambiente respectivo, el piso machihembrado será elaborado en
listones de 1/2”x4” de madera tornillo que cumplirá con las especificaciones generales en
madera de este documento en la elaboración, propiedades y acabados que se mencionen, la
unión entre los listones del piso se harán mediante el sistema denominado “machihembrado”
en la forma y dimensión indicada en los planos de detalle respectivo.

Su superficie terminada será lisa, uniforme, firme, plana y nivelada por lo que deberá
comprobarse constantemente con reglas de madera, además carecerá de astillas y fisuras que
afecten la integridad física del usuario.

Materiales a utilizar
Brea, clavos para madera con cabeza de 2’’, rebajo para machihembrado, madera cedro y cinta
para machihembrado.

Equipos
Herramientas manuales y equipo de lija.

Medición
La unidad de medida será el m2.

Forma De Pago
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades medidas señaladas
en el párrafo anterior.

3.4.3. PISO DE PORCELANATO NATURAL 60X60 CM, ANTIDESLIZANTE

Definición
Este trabajo consiste en colocar sobre el contrapisolosetas cerámicas de dimensiones 60cm x
60 cm. Las unidades cerámicas se obtienen por moldeo y cocción de pastas de arcilla

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seleccionadas y en su parte superior se les proporciona una película endurecedora. Tienen


gran duración y son impermeables e higiénicos, se pueden lavar y encerar.
Este piso se colocara según lo indicado en los planos.

Materiales a utilizar
Cruzetas PVC P/cerámico, porcelana, pegamento para porcelanato y cerámico porcelanato.

Equipos
Herramienta manual y cortadora de porcelanato.

Modo de ejecución de la partida


El procedimiento de colocación en obra es mediante el “asentado” de pieza por pieza sobre el
pegamento en polvo 4mm perfectamente nivelados. El procedimiento consta de varios pasos:
trazado, asentado y fraguado. El trazado consiste en definir los alineamientos de las juntas de
los mosaicos en relación con las paredes, ingresos, etc., definiendo las escuadras principales y
los cartabones de ser necesarios. Se colocan puntos de referencia del que ha de ser el nivel
del piso terminado. Se tendrá cuidado de definir los niveles con relación a otros pisos
terminados, previendo los desniveles necesarios para que el agua escurra hacia los sumideros.
Antes de aplicar la mezcla de pegado, es preciso eliminar del contrapiso todas las materias
extrañas que hubiera y luego ha que mojarlo, espolvoreando cemento para conseguir mayor
adherencia. Durante el asentado el albañil se debe auxiliar las losetas de referencia
denominadas maestras, cordeles y reglas, asentando pieza por pieza, golpeando hacia abajo
con el mango de un martillo ligero buscando la posición correcta y presionando las losetas
sobre el mortero de pegado. Antes del asentado debe humedecerse suficientemente los
mosaicos para evitar que la capa de soporte absorba el agua de la mezcla disminuyendo su
adherencia al contrapiso. Al día siguiente de asentado el piso de debe proceder al fraguado,
rellenando las juntas con pasta preparada con cemento u otro material destinado para esta
operación (por ejemplo porcelana). Luego del fraguado se debe mantener el piso húmedo
durante el día. No debe transitarse sobre la superficie hasta dos o tres días después del
fraguado para evitar el hundimiento de las piezas

Unidad de Medida
Los trabajos se medirán en metros cuadrados (m2) de piso ejecutado

Forma de Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

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3.4.4. PISO TAPIZON DE ALTO TRANSITO COLOR BEIGE

Definición
Comprende la colocación de una capa de afirmado de 15 cm. como base para la colocación
posterior del concreto en la vereda perimetral o falso piso de los ambientes a proyectar. El
material seleccionado para la base y/o sub – base se colocará en una capa de 0.15 m
procediéndose luego a la compactación con plancha vibratoria.
El porcentaje de compactación para este fin no será menor de 95% de la máxima densidad
seca del Proctor modificado ASTMD 698 ó AASHTO T 180.

Este material de afirmado base debe cumplir las siguientes características técnicas:

Materiales a utilizar en la partida


El material para la capa base granular consistirá en partículas duras y durables, o fragmentos
de piedra o grava y un rellenado de arena u otro material partido en tamiz Nº 4, será llamado
agregado grueso y aquella porción que pasa por el tamiz Nº 40, será llamado fino. El material
de tamaño excesivo que se hay encontrado en depósitos de los cuales se obtienen el material
para la capa de base de grava, será retirado por tamizado o será triturado hasta obtener el
tamaño requerido, según elija el contratista. El material compuesto para la capa de base debe
estar libre de material vegetal y terrenos o bolas de tierra.

Graduación
El material llenará los requisitos de granulometría dados en la tabla Nº 1, empleando los
métodos T-11 y T-27 de la AASHO.

TAMAÑO DE LA MALLA PORCENTAJE EN PESO QUE


(ABERTURA CUADRADA) PASA LAS SIGUIENTES MALLAS
2 pulg. 100
1 pulg. 75 – 95
3/9 pulg. 40 – 75
Nº 4 30 – 60
Nº 10 (2,00 mm) 20 – 45
Nº 40 (0,420 mm) 15 – 30
Nº 200 (0,074 mm) 5 – 15

Aquella porción del fino que pase por la malla Nº 40 deberá tener un índice de plasticidad de no
más de 6, determinado según el método T-91, AASHO el límite líquido determinado según
AASHO, T-89 no deberá ser mayor de 25.
Equipos
Ninguno.

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Modo de ejecución de la partida


Todo material de la capa de base será colocado y esparcido en una capa uniforme y sin
segregación de tamaño hasta tal espesor suelto, que después de ser compactada será del
espesor requerido. Se efectuara el extendido con equipo mecánico apropiado, o desde
vehículos en movimiento, equipados de manera que sea esparcido en hileras, si el equipo lo
requiere. Cuando se necesite más de una capa, se aplicará para cada una de ellas el
procedimiento de construcción apropiado.

Unidad De Medida
El trabajo ejecutado se medirá en metros cuadrados (m2), medidos sobre el terreno

Forma De Pago
El pago se hará por metro cuadrado (m2) de acuerdo a los metrados valorizados y los costos
unitarios del presupuesto.

3.4.5. PISO DE CERÁMICO SERIE GRANILLA COLOR BEIGE 30X30CM,

ANTIDESLIZANTE

Definición
Este trabajo consiste en colocar sobre el contrapisolosetas cerámicas de dimensiones 30cm x
30 cm. Las unidades cerámicas se obtienen por moldeo y cocción de pastas de arcilla
seleccionadas y en su parte superior se les proporciona una película endurecedora. Tienen
gran duración y son impermeables e higiénicos, se pueden lavar y encerar.
Este piso se colocara según lo indicado en los planos.

Materiales a utilizar en la partida


Crucetas PVC P/cerámicos, pegamento para cerámico, gres cerámico y fragua.

Equipos
Herramienta manual y cortadora de cerámico.

Modo de ejecución de la partida


El procedimiento de colocación en obra es mediante el “asentado” de pieza por pieza sobre el
pegamento en polvo 4mm perfectamente nivelados. El procedimiento consta de varios pasos:
trazado, asentado y fraguado. El trazado consiste en definir los alineamientos de las juntas de
los mosaicos en relación con las paredes, ingresos, etc., definiendo las escuadras principales y
los cartabones de ser necesarios. Se colocan puntos de referencia del que ha de ser el nivel
del piso terminado. Se tendrá cuidado de definir los niveles con relación a otros pisos

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terminados, previendo los desniveles necesarios para que el agua escurra hacia los sumideros.
Antes de aplicar la mezcla de pegado, es preciso eliminar del contrapiso todas las materias
extrañas que hubiera y luego ha que mojarlo, espolvoreando cemento para conseguir mayor
adherencia. Durante el asentado el albañil se debe auxiliar las losetas de referencia
denominadas maestras, cordeles y reglas, asentando pieza por pieza, golpeando hacia abajo
con el mango de un martillo ligero buscando la posición correcta y presionando las losetas
sobre el mortero de pegado. Antes del asentado debe humedecerse suficientemente los
mosaicos para evitar que la capa de soporte absorba el agua de la mezcla disminuyendo su
adherencia al contrapiso. Al día siguiente de asentado el piso de debe proceder al fraguado,
rellenando las juntas con pasta preparada con cemento u otro material destinado para esta
operación (por ejemplo porcelana). Luego del fraguado se debe mantener el piso húmedo
durante el día. No debe transitarse sobre la superficie hasta dos o tres días después del
fraguado para evitar el hundimiento de las piezas

Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metros cuadrados (m2) de piso ejecutado

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto

3.4.6. PISO DE CONCRETO ESTAMPADO

Ver Especificaciones Técnicas Ídem a la partida 3.6.1.

3.4.7. PISO DE CEMENTO BRUÑADO 1X1 CM

Definición
Se aplica sobre los pisos de acabado de cemento semipulido, según lo indican los planos, solo
está referido al acabado final que tendrán dichos pisos.

Materiales a utilizar en la partida


Regla de alumnio 1’’x4’’x10’, piedra chancada ½’’ – ¾’’, arena fina, arena gruesa y cemento
portland TIPO I.

Equipos
Herramientas manuales y mezcladora de concreto.

Modo de ejecución de la partida

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Una vez terminado el contrapiso se procederá a realizar el cavado semipulido solo en los
ambientes donde se especifique piso con cemento semipulido.

El acabado tendrá un espesor mínimo de 1.0 cm, usará mortero cemento-arena en proporción
1:2
Durante este proceso se tendrá en cuenta:

 Antes de proceder al acabado de este piso se deberá quitar del contrapisotodas las
materias extrañas y mezclas que pudieran haber caído de los tarrajeos. Una vez limpia
la superficie se deberá espolvorear con cemento gris puro, para conseguir una mayor
adherencia.
 Se colocarán puntos de control coincidente con el nivel del piso terminado y su
correspondiente pendiente tal cual lo indique la experiencia para el fluido correcto y
normal de las aguas.

 El mortero se aplicará pasada la hora de vaciada la base. Se asentará con paleta de


madera. Se trazarán bruñas según se indica en los planos.
 Antes de planchar la superficie, se dejará reposar al mortero ya aplicado, por un tiempo
no mayor de 30 minutos. Se obtiene un enlucido más perfecto con plancha de acero o
metal

 Terminado ya el piso, las dos capas se someterán a un curado de agua constantemente,


durante 05 días. Este tiempo no será menor en ningún caso y se empezara a contar
después de su vaciado.

 Después de los 05 días de curado, en los que se tomaran medidas adecuadas para su
perfecta conservación, serian cubiertos con papel especial para protegerlos así
debidamente contra las manchas de pintura y otros daños, hasta la terminación de todo
el trabajo.
En todo caso es recomendable, que la ejecución de estos pisos sea posterior a todo otro
trabajo y se entiende que el Inspector estará obligado a entregar los pisos en óptimo estado

Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metros cuadrados (m2) de piso ejecutado

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

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3.5.7 CONTRAZOCALOS

3.5.1. CONTRAZOCALO DE MADERA CEDRO DE ¾” X 4”

Definición
Su función es la de aislar el muro o tabique de la superficie del piso para evitar el deterioro de
sus acabados.

Consistirá en un listón de madera de 10 cm. de alto con 3/4” de espesor en madera tornillo o
similar, que cumplirá con las especificaciones generales de madera de este documento, sus
detalles y ubicación se describen en el plano respectivo. Se incluirá Rodón de ¾”.

Materiales a utilizar en la partida


Clavos para cemento de 1 ½’’ y contrazocalo de madera cedro.

Equipos.
Herramientas manuales

Unidad De Medición
La unidad de medición de esta partida será metro lineal (m)

Forma De Pago
El pago de estos trabajos se hará al precio que figura en el presupuesto, previa aprobación del
Supervisor.

3.5.2. CONTRAZOCALO DE PORCELANATO 10X40

DEFINICION
Este Ítem se refiere a la provisión y colocación de contrazocalo de porcelanato importado,
similar o superior, que serán ejecutados de acuerdo a lo especificado en los planos de
arquitectura y/o instrucciones del Supervisor de Obra.

MATERIALES, HERRAMIENTAS Y EQUIPO


Este ítem comprende el colocado de contrazocalo de porcelanato.
Bajo ningún motivo se aceptará que el porcelanato venga con defecto de fábrica.
Las baldosas deberán ser previamente aprobadas por el Supervisor de Obra. Con relación a la
calidad, color y dimensiones exigidas, para lo cual y si así lo dispone el Supervisor de obra, se
someterá a pruebas de laboratorio a fin de determinar su capacidad portante y su resistencia al

112
Municipalidad Provincial de Fajardo

desgaste, los colores serán definidos por el Supervisor de Obra en relación con los elegidos
para el piso de porcelanato.
El mortero para la fijación de las piezas de porcelanato será preparado con cemento y arena,
materiales que deberán cumplir con los requisitos de calidad exigidos. La proporción será 1:3
(una parte de cemento y tres partes de arena), o cemento pegamento, según indicaciones del
Supervisor de Obra Las juntas del porcelanato serán las mínimas posibles. Las juntas de la
cerámica antiácida se rellenarán con sella juntas del mismo color. Además de utilizar silicona
para las juntas de dilatación de estructuras de hormigón.

PROCEDIMIENTO PARA SU EJECUCIÓN


Si la superficie lo requiriere o se indicara expresamente, se le darán pendientes del orden del
0.5 al 1 %, hacia el piso y hacia las rejillas de evacuación de aguas u otros puntos indicados en
los planos o según instrucciones del Supervisor de Obra.
Sobre la superficie limpia y húmeda de la pared o tabique, se colocaran a nivel las baldosas
cortadas o a la medida indicada, asentándolas con mortero de cemento y arena en proporción
1: 3 o cemento pegamento, cuyo espesor no será inferior a 1.5 cm.
Una vez colocadas se rellenaran las juntas entre pieza y pieza con lechada de cemento puro,
blanco o gris, de acuerdo al color del piso.
El Contratista deberá tomar las precauciones necesarias para evitar la manipulación de las
baldosas recién colocadas, durante por lo menos tres días de su acabado. Debido a la variedad
existente y denominación de los diferentes materiales de porcelanato para pisos, de acuerdo a
las regiones, el Contratista deberá considerar esto y ponerlo a consideración del Supervisor de
Obra.
El sellador de silicona se utilizara en las juntas de dilatación de la estructura para evitar el
desprendimiento o rajaduras en las uniones entre baldosas.

MEDICIÓN
La unidad de medida será el metro lineal.

FORMA DE PAGO
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades medidas señaladas
en el párrafo anterior.

3.5.3. CONTRAZOCALO DE CONCRETO ESTAMPADO

3.5.4. CONTRAZOCALO DE CEMENO PULIDO h=0.30m.

DEFINICION

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Consistirá en un revoque de acabado frotachado o pulido, efectuado con mortero de cemento -


arena en proporción 1:2 aplicado sobre tarrajeo corriente rayado, ajustándose a los perfiles,
acabado y dimensiones indicados en los planos, tendrán un recorte superior ligeramente
boleado para evitar resquebrajaduras, fracturas, de los filos.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medición de esta partida será metro (m).

FORMA DE PAGO:
El pago de estos trabajos se hará al precio que figura en el presupuesto, previa aprobación del
Supervisor.

3.5.5. CONTRAZOCALO CERAMICO 30X30 h=0.10 cm.

DEFINICION
Se entiende como contrazócalo, el remate inferior de un paramento vertical como elemento de
protección contra la humedad y posibles golpes. En forma convencional se considera
contrazócalo todo zócalo cuya altura es inferior a 50 cm.

MATERIALES A UTILIZAR EN LA PARTIDA


Agua potable, cemento Portland, Loseta Cerámica Color 30 X 30 cm, madera, porcelana para
fraguado, arena fina.

EQUIPOS
Se contempla el uso de herramientas como, cortadora de mayólica, crucetas y otros a fin de
garantizar una correcta preparación de los elementos a colocar.

MODO DE EJECUCIÓN DE LA PARTIDA


Las mayólicas se sumergirán en agua 12 horas antes de su colocación en obra a fin de que
adquieran humedad y no afecte el fraguado del cemento, el colocado se hará con crucetas de 4
mm y con una pasta de cemento.
Terminado el proceso de colocación se procederá a fraguarla antes de colocar la porcelana. La
ejecución de ésta partida se hará verificando los niveles verticales y horizontales. La
separación entre el zócalo y el tarrajeo terminado de muros se hará mediante una bruña de 2.5
cm.

CONTROLES
Estas labores deberán realizarse bajo el control del Ingº. Residente y con autorización del Ingº.
Supervisor.

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Se debe controlar que la colocación sea cuidadosa y que los cortes de la mayólica sean
precisos incluyendo los agujeros para la salida de los accesorios.

ACEPTACIÓN DE LOS TRABAJOS


Una vez culminado los trabajos, éstas serán verificadas y aceptadas por el Ingº. Supervisor.

MEDICIÓN Y FORMA DE PAGO

La unidad de medida para el pago es el metro (m) para el contrazócalo de acuerdo a los planos
y especificaciones técnicas. La cantidad determinada según la unidad de medición, será
pagada al precio unitario y dicho pago constituirá compensación total por el costo de
materiales, equipos, mano de obra e imprevistos necesarios para completar la partida.

3.6. ZOCALOS

3.6.1. ZÓCALO DE BALDOSA CERÁMICO SERIE AMERICA 30X30

Definición
Comprende el enchape de superficies que de acuerdo al diseño requieran protección, facilidad
de limpieza o decoración, los materiales de aplique son elementos modulares de arcilla con una
capa vitrificada de color, de primera calidad, de superficie plana, de textura uniforme, sin fallas,
picaduras, ondulaciones, aristas perfectamente rectas, sin bordes quiñados o
resquebrajaduras.
Antes de efectuar la compra de mayólicas de un color y acabado específicos, el Contratista
deberá presentar muestras para su aprobación por la Supervisión de obra.

Materiales a utilizar en la partida


Cruzetas PVC 3mm P/cerámico, porcelana blanca, pegamento para cerámico, gres cerámico y
rotoplast 6 mm.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Para su asentamiento se seguirán las siguientes instrucciones:
 Revisar que la superficie a revestir se encuentre limpia y libre de filtraciones de agua y
con el tarrajeo debidamente rayado, así mismo revisar la verticalidad del muro, con la
ayuda de la plomada. Marcar el nivel horizontal a 1mt. del nivel de piso terminado.

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 Emplear una regla de madera horizontal colocada como base de la mayólica y que
deberá coincidir en su parte superior con el nivel del piso terminado.
 Colocar puntos de referencia que indiquen el aplomo del muro y que en las esquinas den
la escuadra de la habitación. Saturación previa de la mayólica para su colocación (vía
húmeda).
 Se colocarán la mayólica con pasta de cemento aplicada directamente sobre el tarrajeo
rayado, conservando las líneas verticales y horizontales.
 Para obtener una separación entre mayólicas que sea uniforme, se empleará un cordel
como punta de separación. No se usarán astillas de madera, alambre negro u otros ya
que estos elementos producen desniveles tanto a la hora de colocarlos como al sacarlos.
Si la pasta de cementos es demasiado gruesa se usará mortero de cemento-arena
gruesa y fina en la proporción 1:1.
 La mayólica terminará enrasada con el tarrajeo y separada mediante una bruña de 1.00
cm.
 Para el fraguado, verificar que todos los espacios a rellenar se encuentren limpios y
libres de todo elemento extraño, incluyendo separadores.
 Llenar las juntas con pasta fluida usando una espátula de caucho, esparciendo la fragua
uniformemente sobre la superficie de pared o piso, luego limpie los excesos de fragua
cuando está fresca con una esponja húmeda, en forma diagonal para evitar sacar la
fragua.

Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metros lineales (m) de cerámico colocado

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

3.6.7 CUBIERTAS

3.7.1. COBERTURA DE POLICARBONATO EN GRADERIAS

Definición
Esta partida está referida a la construcción de la estructura metálica de soporte así como de la
cobertura de policarbonato, se deberá seguir lo indicado en los planos, comprende el
suministro e instalación de todos los materiales necesarios para la construcción de la cobertura,
los elementos metálicos deberán llevar una capa de pintura anticorrosiva y dos capas de
esmalte sintético del color que autorice la supervisión.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Materiales a utilizar en la partida


Suministro e instalación de cobertura de policarbonato.

Equipo
Ninguno.

Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en metro cuadrado (m2.).

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

3.7.2. PARANTES TUBO CIRCULAR FºGº D=4” (INC. SUMINISTRO, COLOCACION Y

PINTURA)

Definición
Son tubos electro soldados de sección redonda, fabricados de acuerdo a los diámetros
exteriores de la norma ISO 65, producidos con acero laminado en caliente en diversos
espesores y diámetros.
Son adecuados para aplicaciones diversas en estructuras u propósitos mecánicos de bajos
requerimientos.

Materiales a Utilizar
Tubos circulares
Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la Partida


Los tubos pueden suministrarse como tubo negro (sin galvaniza y aceitados) o galvanizados
con recubrimiento de 490 gr/m2 como mínimo. Por efecto del corte con cuchilla algunas
medidas presentan un acabado conocido como corte tipo “manzana”.
Los tubos deben de estar libres de defectos superficiales, como exfoliaciones, empalmes de
soldadura, abolladura, etc.

Forma de Pago
La obra ejecutada se pagará aplicando el costo unitario correspondiente
delpresupuesto, entendiéndose que dicho precio y pago constituirán compensación total por

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mano de obra, leyes sociales, equipo, herramientas, impuestos y cualquier otro insumo o
suministro que se requiere para la ejecución del trabajo
TUBO RECTANGULAR DE ALUMINIO INC. SUM. INSTAL. Y PINTURA

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.7.2.

3.7.3. CLARABOYA METALICA C/CUBIERTA DE POLICARBONATO S/DISEÑO

Definición
La Claraboya es un aparato practicable destinado al acceso a cubierta y a la iluminación
cenital. Su apertura de 50º, 60º o 110º es únicamente manual. Se utiliza en cubiertas con
impermeabilización para todo tipo de edificaciones. Disponible también en versión zócalo
adaptable para colocar sobre otro tipo de soporte, sea de obra o prefabricado.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la Partida


La Claraboya se puede instalar sobre estructuras metálicas, de madera u hormigón. Pendiente
de la cubierta: 25º como máximo. El acabado bituminoso del aislante térmico del zócalo
garantiza una buena adherencia con los remates verticales de la impermeabilización

Forma de Pago
La obra ejecutada se pagará aplicando el costo unitario correspondiente del
presupuesto, entendiéndose que dicho precio y pago constituirán compensación total por mano
de obra, leyes sociales, equipo, herramientas, impuestos y cualquier otro insumo o suministro
que se requiere para la ejecución del trabajo.

3.7.4. COBERTURA CON TEJA ANDINA

Definición
Compuesta por dos piezas articuladas: Superior e Inferior, se adapta cualquier inclinación de
techo. Por sus características, dimensiones y de peso, determinan ahorro de mano de obra en
su instalación y en la estructura de apoyo Las piezas que servirán como cumbrera de teja
andina tendrán dimensiones de 0.72x0.35, las cuales serán distribuidos de acuerdo a los
planos. Se está adjuntando en los anexos un Manual de Instalación con Teja Andina Eternit.

Materiales a utilizar en la partida


Clavo galvanizado con arandela de jebe

Equipos
Herramientas manuales

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Método de medición.
Es el metro lineal (ml), el metrado se obtendrá teniendo en cuenta la longitud total del techo,
según como indica las planillas de metrados.

Forma de Pago
La obra ejecutada se pagará aplicando el costo unitario correspondiente del
presupuesto, entendiéndose que dicho precio y pago constituirán compensación total por mano
de obra, leyes sociales, equipo, herramientas, impuestos y cualquier otro insumo o suministro
que se requiere para la ejecución del trabajo.

3.8. CARPINTERIA DE MADERA

3.8.1. PUERTA MADERA TIPO CONTRA PLACADA

Definición
Serán construidas, en cada caso, de acuerdo a los planos de arquitectura, los marcos tendrán
sobreluz.
Consistirán en un cerco formado por cuatro piezas de las dimensiones indicadas, debidamente
ensambladas con uniones encoladas.
El relleno consistirá en un entramado de piezas del mismo espesor del cerco, unas junto a
otras debidamente unidas por medio de cola.
El revestimiento por ambas caras se hará con planchas de Triplay Lupuna del tipo B-B y
espesor 6mm indicado en planos, encoladas al cerco y al relleno y sometidas luego a presión
en prensa mecánica.
Adicionalmente se les instalara tiradores de acero inoxidable para las puertas de baño.

Marcos De Madera P/Puertas

Serán construidos, en cada caso, de acuerdo a los planos de arquitectura, la superficie de los
elementos se entregará limpia, plana con uniones ensamblados nítidamente, lijados y listos
para recibir el acabado.
Se asegurarán con tarugos de madera en orificios abiertos con taladros, mediante tornillos con
cabeza perdida en huecos cilíndricos del mismo diámetro, que serán después rellenados con
tarugos encolados, con la fibra en el sentido del marco a fin de que se pierdan de vista.
Si en los planos no se indica los elementos con medidas de sección nominal, para determinar
la sección efectiva después del maquinado, se usará la siguiente tabla:

Sección Nominal Sección Efectiva Empleo

½” 12.70 mm 10.00 mm

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¾” 19.10 mm 15.00 mm

1” 25.40 mm 20.00 mm

1 ½” 38.10 mm 35.00 mm

2” 50.80 mm 45.00 mm

3” 76.20 mm 70.00 mm

4” 101.60 mm 90.00 mm

La carpintería deberá ser entregada en blanco perfectamente pulida y lijada para recibir el
acabado.
Se fijará a los muros mediante (tarugos) o tacos según se especifica en los planos de detalle.
Los marcos de las puertas se fijarán a la albañilería por intermedio de clavos a los tacos de
madera alquitranado los que deben de haber quedado convenientemente asegurados en el
momento de ejecución de los muros.
La madera empleada deberá ser nueva, de calidad adecuada y sin estar afectada por insectos
xilófagos.

Materiales a utilizar en la partida

Clavos para madera con cabeza de 2 ½’’, 3’’, 4’’, cola sintética, madera cedro, triplay de
1.20x2.40x9 mm, lija para madera, pintura esmalte, pintura anticorrisiva, tarugo de 1 ½’’ x ½’’ y
tornillo de fijación 3 ½’’ x ¼’’.

Equipos

Herramientas manuales, sierra circular, sierra caladora y sierra de banda

Método de medición:

Esta partida se medirá en metros cuadrados (M2).

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

3.8.2. PUERTA CEDRO TIPO APANALADO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem a la partida 3.8.1.

3.8.3. MARCOS DE MADERA PUERTA CEDRO 53 MM X 155 MM

Dimensiones
De acuerdo a los vanos existentes en las puertas, los espesores de las puertas serán del

120
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espesor, de acuerdo a la dimensión propuesta en los planos de detalle.


Longitud reunida (Largo + Ancho)

Marcos
Los marcos de las puertas serán de madera

MÉTODO DE MEDICIÓN:
El método de medición es por metro cuadrado (m2).

FORMA DE PAGO:
La forma de medición y la base de pago de la partida serán por metro Cuadrado ejecutado y
colocado según las indicaciones y medidas consignadas en los planos, y se pagará al precio
unitario señalado en el presupuesto.

3.9. CARPINTERIA METALICA

3.9.1. BARANDA METALICA EN ESCALERA

Definición
Se refiere al suministro e instalación de los pasamanos para las escaleras, se fabricarán según
diseño con tubo de diámetro 2”.
Se fijarán al piso mediante dos pernos y se cubrirán con una canopla.
Los elementos metálicos llevarán 2 manos de pintura zincromato epóxico como base y el
acabado será con pintura esmalte sintético. La tonalidad de la pintura se definirá en obra en
coordinación con la supervisión.

Materiales a utilizar en la partida


Lija para fierro, pintura esmalte, pintura anticorrosiva, thiner, tubería de fierro galvanizado de 1
½’’, soporte p/tubería.

Equipos
Herramientas manuales y soldadura

Método de Medición:
Esta partida se medirá por metro lineal (ML).

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

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3.10. CARPINTERIA DE ALUMINIO Y VIDRIOS

3.10.1. MURO CORTINA A BASE DE ESTRUCTURA DE ALUMINIO PFK Y CRISTAL

TEMPLADO DE 8MM TEMPLEX PRIVABLUE

Definición
Se describen aquí los trabajos a realizar en la ejecución de Muro Cortina sobre Carpintería de
Aluminio como también los controles en la ejecución y en los materiales empleados. Del mismo
modo se incluyen los ensayos necesarios, colocación de estructura de aluminio en est Se
define como Muro Cortina al cerramiento formado por una estructura auxiliar situada por delante
de la estructura del edificio sobre la que se instalan elementos ligeros de cerramiento.

Anclajes
La estructura principal cuenta con bases de fijación previstas para efectuar
los anclajes necesarios de la estructura auxiliar.

Estanqueidad
El muro cortina debe estar constituido por elementos que garanticen su estanqueidad (térmica,
acústica) aunque esta función también puede cumplirla un trasdosado de obra tradicional.

Condensación
En la estructura auxiliar y en los elementos de cerramiento debe preverse un sistema de
evacuación de agua en el caso posible de condensación; por ello, el montante de la estructura
auxiliar debe contar con un sistema de rotura de puente térmico.

Tareas Previas
Mientras se ejecutan los forjados de la estructura primaria se reciben las bases para anclajes
de la estructura de aluminio, empotrándolas, cuidando que queden aplomadas y a nivel.
Antes de comenzar con los trabajos se comprueba que las plantas estén limpias, retirando
restos de materiales o encofrados que hubieran quedado.
Antes de colocar los acristalamientos se comprueba que los perfiles estén perfectamente
limpios y se verifican que las dimensiones de panelería y cristales coincidan con las
especificadas en los planos de proyecto.

Materiales a utilizar en la partida


Suministro e instalación, ventana sistema corrediza puente escondido, vidrio privablue de 6mm,
accesorios de alumnio PFK.

Equipos
Herramientas manuales.

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Método de Medición
Esta partida se medirá por metro lineal (ML).

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

3.10.2. Ventana Sistema Corrediza Puente Escondido Con Vidrio Privablue De 6mm Y

Accesorio de Aluminio Pfk

Definición
Sistema que por su diseño y accesorios, brindan una imagen moderna dando una sensación de
amplitud.

 Sistema Batiente: Opciones que permiten la versatilidad de movimiento y control en su


apertura.
 Sistema Corredizo: Variedad de soluciones adaptables a diferentes áreas y distancias.
 Sistema Plegadizo: Diseño elegante con herrajes de óptima calidad que permiten un
fácil y amplio desplazamiento de cada uno de los paneles integrados.
 Sistema Fijo: Ideal para dividir ambientes de forma estática y permanente.

Material a utilizar en la partida


Ventana sistema corridiza, vidrio privablue de 6mm y accesorios de aluminio PFK.
Equipos
Ninguno

Método de Medición
Esta partida se medirá por metro cuadrado (m2).

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

3.10.3. PUERTA Y TABIQUERÍA DE MELANINA SEGÚN DISEÑO

Definición
Puerta de melamina hueca, compuesta por un recercado de madera maciza y el interior
formado por un enrejado de nido de abeja de cartón .Formada por 2 tableros de 3 mm.
recubiertos de melamina igual como los cantos.

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Materiales a utilizar en la partida


Suministro e instalación, puerta y tabiquería de melamine según diseño.

Equipos
Ninguna

Método de Medición:
Esta partida se medirá por metro cuadrado (m2)

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

3.10.4. CANTONERA DE ALUMINIO EN PASOS DE ESCALERA

Definición
Perfil de aluminio especial para proteger escaleras de microcemento.
Cantonera de Aluminio que se coloca en las esquinas de las paredes y los bordes de las
escaleras y de emplea para proteger y decorar, evitando así roturas y desgastes.

Material a utilizar en la partida


Los elementos a utilizarse serán perfiles de aluminio, cuyas dimensiones están especificadas
en los planos respectivos Serán rectos, lisos, sin dobladuras, abolladuras ni oxidaciones, de
formas geométricas bien definidas. La ejecución de la carpintería debe ser prolija, evitando las
juntas con defectos de corte entre otros.

Soldaduras
La soldadura a emplearse estará de acuerdo con las especificaciones dadas por el fabricante,
tanto con profundidad, forma y longitud de aplicación. Una vez ejecutada esta, debe ser
esmerilada para que presente un acabado de superficie uniforme. En el caso de trabajos con
plancha delgada podrá usarse soldadura eléctrica del tipo de "punto".

Trabajos Comprendidos
El Contratista deberá ejecutar todos los trabajos de carpintería de fierro que se encuentran
indicados y/o detallados en los planos, así como todos los trabajos que sean necesarios para
completar el proyecto
Fabricación
La carpintería de fierro será ejecutada por operarios expertos, en un taller provisto de las
mejores herramientas y equipos para cortar, doblar, soldar, esmerilar, arenar, pulir, etc. que

124
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aseguren un perfecto acabado de acuerdo a la mejor práctica industrial de actualidad, con


encuentros y ensambles exactos, todo con los detalles indicados en los planos.

Anclajes
Los planos muestran por lo general solamente los requerimientos arquitectónicos, siendo de
responsabilidad del Contratista de proveer la colocación de anclajes y platinas empotradas en
la albañilería, cuando no se indican en los planos destinados a soldar los marcos, así como
cualquier otro elemento de sujeción para garantizar la perfecta estabilidad y seguridad de las
piezas que se monten.

Esmerilado
Los encuentros hechos con soldadura serán cuidadosamente esmerilados para recuperar una
superficie lisa y perfecta en el empalme.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El perfil de aluminio se fija al escalón con una primera capa de microcemento base, y sobre esa
capa de Microbase colocar un recorte de Builtex (malla de Fibra de Vidrio) cubriendo la
cantonera. Con las siguientes capas de microcemento, se alcanzará el nivel de la cantonera de
3 y 4 milímetros.

Método de Medición:
Esta partida se medirá por metro cuadrado (m2)

Forma De Pago
Se hará por metro cuadrado, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano,
previa aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

3.11. CERRAJERIA

3.11.1. BISAGRAS CAPUCHINA ALUMINIZADA DE 4" PESADA EN PUERTA

Definición
Comprenden los trabajos necesarios para el suministro y colocación de bisagras de 4”, estas
serán capuchinas del tipo pesado, acero aluminizado de primera calidad.
Materiales a utilizar en la partida
Bisagra capuchina aluminizada 4’’

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Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Se colocarán por cada hoja de puerta tres unidades de bisagras, salvo en las hojas de las
puertas que tengan más de 1.20 m,

Unidad De Medida
Se medirá por piezas (pza), contándose el número de piezas iguales en dimensiones y
características, agrupándose partidas diferentes.

Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

3.11.2 CERRADURA PARA PUERTAS PRINCIPALES PESADA

Definición
Las cerraduras son para instalar en un hueco redondo en los frentes y bordes de las puertas,
se debe proveer toda la gama de cerrajería e instalarla en las mejores condiciones posibles
para dar la suficiente seguridad a las puertas, se colocara en las puertas de ingreso principal, y
a 1.00 metro del nivel de piso terminado. Serán de tres golpes, semejantea las de un solo
cuerpo.

Materiales a utilizar en la partida


Cerradura 2 golpes tipo forte c/tirador

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Los materiales que forman todas las partes de la cerradura serán de acero inoxidable, satinado
y resistente a cualquier condición atmosférica, la Supervisión, se reserva el derecho de aprobar
la marca y forma de cerraduras.
Las cerraduras serán de sobreponer con su respectiva manija exterior y llevara accionamiento
de llave por ambos lados.
Unidad De Medida
Se medirá por unidad de elemento colocado (und), de cerradura habilitada y colocada en las
puertas correspondientes.

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Forma De Pago
El pago se efectuará de acuerdo a los precios unitarios de la partida respectiva señalada en el
presupuesto.

3.11.3. CERRADURA TIPO BOLA EN PUERTA

Ver Especificaciones Tecnicas Ítem a la partida 3.11.2.

3.11.4. MANIJA DE BRONCE 4" P/PUERTAS

DESCRIPCIÓN

En puertas exteriores de una sola hoja, se deberán instalar las cerraduras nacional pesada de

sobreponer de dos golpes; además llevaran manija tirador exterior de 4" de bronce.

Los tornillos de los retenes irán sellados o masillados. En puertas interiores se usarán

cerraduras de perilla y pestillos nacionales. En las ventanas irá un picaporte en medio de cada

hoja, además de los detalles de platina que se indica en los planos. Antes de su colocación irán

engrasadas interiormente.

Protección de Material

Al entregar la obra se deberá tener especial cuidado en que las puertas estén bien niveladas,

para garantizar el buen funcionamiento.

Después de la instalación y antes de comenzar el trabajo de pintura, se procederá a defender

todas las orillas y otros elementos visibles de cerrajería tales como escudos, rosetas y otras,

con tiras de tela debidamente colocadas o papel especial que no afecte el acabado.

Antes de entregar la obra se removerá las protecciones y se hará una revisión general del

funcionamiento de todas las cerrajerías.

Todas las cerraduras a ser empleadas deberán presentar certificación ISO 9001, garantía no

menor a 5 años, y deberán ser aprobadas previamente por la Supervisión.

MÉTODO DE MEDICIÓn

La unidad de medición es Pieza (Pza). Se contabilizará las piezas correctamente colocadas de

acuerdo con los planos de arquitectura y a las cerraduras correspondientes.

FORMA DE PAGO:

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Esta partida se pagará, previa autorización del Supervisor, por pieza (Pza), ejecutada de

acuerdo a las especificaciones antes descritas. La partida será pagada de acuerdo al precio

unitario del contrato, el cual contempla todos los costos de mano de obra, materiales,

herramientas, transporte, y demás insumos e imprevistos necesarios para la ejecución de la

partida

3.11.5. CANDADO TIPO FORTE 60MM

Definición

 En puertas exteriores de una sola hoja se deberán instalar cerraduras de embutir de


tambor con la llave sin perilla, dos tiradores de aluminio acabado anodinado.

 Por unidad de puerta tal como se indica en el plano respectivo los tiradores ira a ambos
de la puerta. Los tornillos irán sellados o mancillados.

 En puertas interiores se usaran cerraduras de perilla y pestillo.

 En la ventana ira un picaporte en medio de cada hoja; además de los detalles de platino
y armella que se indica en los planos cada ventana llevara dos de estas unidades.

Los materiales que forman todas las partes de la cerradura serán en acero inoxidable pulido,
satinado y resistente a condición atmosférica. Todas las piezas serán elaboradas con el
material más adecuado, conforme a las funciones y esfuerzos a que estarán sometidas.
Las llaves de todas las cerraduras serán entregadas en un tablero, identificándose cada una de
ellas con anillos que lleven el nombre o le número del ambiente al pertenecen.
Todas las cerraduras serán amaestradas de acuerdo a las indicaciones que proporciones el
supervisor, se suministrarán 3 llaves maestras.
Materiales a utilizar en la partida
Candado de bronce 60 mm tipo pesado

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


Los materiales que forman todas las partes del candado forte serán de acero inoxidable,
satinado y resistente a cualquier condición atmosférica, la Supervisión, se reserva el derecho
de aprobar la marca y forma de cerraduras.
Los candados serán de sobreponer con su respectiva manija exterior de las puertas y llevara
accionamiento de llave.
Medición

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La unidad de medida, es por (pza.)

Forma De Pago
El pago se efectuara con los precios unitarios que se encuentran definidos en el presupuesto y
constituirá compensación completa por los trabajos descritos incluyendo mano de obra, leyes
sociales, materiales, equipo, imprevistos y en general todo lo necesario para completar la
partida.
El Supervisor velará por la correcta ejecución de la partida.

CODIGO PARTIDA DE PAGO U.M.


01.10.03 MANIJA DE BRONCE 4" P/PUERTAS pza
Unida
01.10.04 PICAPORTE DE 8"
d
01.10.05 CANDADO TIPO FORTE 60MM pza

3.11.6. PUERTA METALICA P-01

Definición.
Comprende el suministro e instalación de puertas para acceso restringido al personal no
autorizado, contará con una ventanilla de inspección. Se fabricará con un marco interior con
tubos electro soldados de 3”x1.5” y bastidores de 1.5”x1.5”, revestida con plancha metálica de
espesor 1/16”, con acabado de pintura al duco.
Los elementos metálicos llevarán 2 manos de pintura zincromato epóxico como base y el
acabado será con pintura esmalte sintético. La tonalidad de la pintura se definirá en obra en
coordinación con la supervisión.
Materiales a utilizar en la partida
Puerta metálica SC.

Equipos
Subcontrata

Método de medición:
Esta partida se medirá por unidad de puerta (UND)

Forma de pago
Subcontrata

3.12. PINTURAS

3.12.1. PINTURA LATEX 2 MANOS EN CIELO RASO

DEFINICION

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Esta especificación comprende la pintura de todos los muros, cielo raso, carpintería en general,
etc., que se indican en el Cuadro de Acabados; así como para todos aquellos elementos en
que no se indica un acabado determinado.

Todos los materiales para ejecutar los trabajos de pintura deberán ser llevados a la obra en sus
respectivos envases originales. Los materiales que necesiten ser mezclados, los serán en la
misma obra.

Aquellos que se adquieran listos para ser usados, deberán emplearse sin alteraciones y de
conformidad con las instrucciones que los fabricantes hagan al respecto.

La pintura es el producto formado por una o varios pigmentos, con o sin carga y otros aditivos
dispersos homogéneamente, que se convierte una película sólida después de su aplicación en
capas delgadas y que cumple con una función de objetivos del clima y el tiempo; un medio de
higiene que permite lograr superficies lisas, limpias y luminosas, de propiedad asépticas, un
medio de ornato de primera importancia y un medio de señalización e identificación de las
cosas y servicios.

Requisitos para Pinturas:

 La pintura al ser aplicada deberá extenderse fácilmente con la brocha, poseer


cualidades de rozamiento y no mostrar tendencias al escurrimiento o a correrse al ser
aplicada en las superficies verticales y lisas.
 La pintura deberá secar dejando un acabado liso y uniforme, exento de asperezas,
granos angulosos, partes disparejas y otras imperfecciones de la superficie.
 La Unidad ejecutora propondrá las marcas de pintura a emplearse, reservándose el
ingeniero Supervisor el derecho de aprobarlas o de rechazarlas.
 Los colores serán determinados por el Cuadro de Colores o el Arquitecto o Ingeniero
Inspector de Obra.
 La Unidad ejecutora será responsable de los desperfectos o defectos que pudieran
presentarse hasta (60) días después de la recepción de las obras quedando obligado a
subsanarlas a entera satisfacción del Ingeniero Inspector.

Calidades
En las superficies nuevas él número de manos que corresponda es de 02 manos. Con relación
a la calidad de las pinturas látex estas deberán ser a partir de látex acrílico o sintético con
pigmentos de alta calidad, con un rendimiento de 40 a 45 m2/gln 01 mano, % sólidos en
volumen en un promedio de 30 a 34, viscosidad (ku a 25°C) de 100 a 110, tiempo de secado al
tacto máximo 1 hora, de acabado mate satinado.

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El sellador para muros basado en látex acrílico.


Las superficies que llevaran pintura al óleo, se les imprimirá un sellador a base de solución de
caucho sintético resistentes a superficies alcalinas como el concreto cemento o yeso, así
mismo deberá ser resistente a la saponificación que es un reacción química entre la superficie
del concreto altamente alcalina y los ácidos grasos de aceites modificantes en los esmaltes
óleo alquídicos.

La pintura óleo a utilizar deberá ser de acabado mate, formulado a base de resinas alquidicas
de excelente adherencia al lavado con un porcentaje de sólidos en volumen de 25 a 35, color
transparente.

El barniz para madera deberá ser formulado a partir de resinas alquímicas sintéticas de alta
calidad, de secado rápido y acabado brillante, % de sólidos en volumen de 25 a 35, color
transparente.

El anticorrosivo y esmalte a usar en la carpintería metálica deberá ser del tipo convencional
alquímico, con un % sólidos en volumen de 42 a 46 aplicado en dos capas de diferente color
cada una y luego el esmalte sintético a partir de resinas alquímicas con pigmentos de gran
estabilidad con un % de sólidos en volumen de 24 a 30 aplicado en dos capas, de acabado
brillante.

Para efectos de mantenimiento llegarán a la obra en sus envases originales e intactos, se


deberá evitar asentamiento por medio en un batido previo a la aplicación y así garantizar
uniformidad en el color.

Será ejecutado por operarios calificados y el inicio de la misma de ser posterior a la aprobación
del Ingeniero supervisor.
No se iniciará la segunda mano hasta que la primera haya secado. La operación podrá hacerse
con brocha, pulverizantes o rodillos. El trabajo concluirá cuando las superficies queden
perfectas.

Las imprimantes para muros llamados también selladores, se emplean para emporar
superficies nuevas de paredes de (mortero o yeso), disminuyendo la porosidad y
proporcionando una base para la aplicación de la pintura de acabado.
Como su nombre lo indica son apropiados para carpintería de madera. De acuerdo a la
composición básica de fabricación, existen diversos grados de protección anticorrosiva como el
cromato de zinc, azar con líquido.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Se diluyen con aguarrás mineral, debe observarse estrictamente las recomendaciones de los
fabricantes, pues algunos de ellos no se pueden aplicar con pistola por su contenido de tóxico.

Tipo de recubrimiento transparente para superficies de madera. Existen diversas calidades,


entre ellas, el denominado barniz marino que se especifica para carpintería de madera.

Proporcionan efectiva protección a la intemperie, sol, lluvia, humedad.


Para las pizarras, sobre el muro frotachado va la pasta mural, luego el sellador blanco para
muros y por último se aplicara la pintura verde para pizarra, la misma que se aplicara de
acuerdo a las especificaciones del fabricante.

Preparación de las Superficies:


 Las superficies deberán estar limpias y secas antes del pintado. En general se pintaran
todas las superficies interiores de albañilería, carpintería de madera y carpintería de
metal (malla metálica).
 Las superficies con imperfecciones serán resanadas con un mayor grado de
enronquecimiento del material. Antes de ser pintado de cualquier ambiente todo trabajo
terminado en el será protegido contra salpicaduras y manchas.
 A las superficies que llevaran pinturas de agua se les imprimirán agua jabonosa o agua
de cola y se dejara sacar un tiempo prudencial.
 A las superficies que llevaran pintura al óleo se les imprimirá con agua acidulado y
cuando muestren sales o manchas blanquecinas se les dará una solución de agua de
cristales sulfato de Nilo.
 Los elementos de madera serán cepillados y lijados con distintas graduaciones, según
la calidad de la madera los nudos y contrafibras se recubrirán con una mano de goma o
laca y se emparejaran con aceite de linaza los elementos metálicos estarán exentos de
óxido resanado sin la pintura anticorrosiva antes de darle el acabado definitivo.
 Se deberá tomar las precauciones para evitar perjuicios después de concluida la obra
respecto a lluvias.
 El almacenaje de las pinturas deberá hacerse en lugares secos y ventilados.

PROCESO DE PINTADO
Antes de comenzar la pintura será necesario efectuar resanes y / o masillado y lijado de todas
las superficies, las cuales llevarán una base de imprimantes de calidad, debiendo ser éste de
marca conocida.

En superficies de paredes nuevas: se aplicará una mano de imprimantes con brocha y una
segunda mano de imprimantes (puro) con espátula metálica, el objeto es obtener una superficie

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Municipalidad Provincial de Fajardo

tersa e impecable; posteriormente se ligará utilizándose lija muy fina (lija de agua); necesitando
la aprobación para la primera capa de pintura.

Posteriormente se aplicarán dos manos de pintura, de acuerdo al cuadro de acabados. Sobre


la primera mano de muros y cielo rasos, se harán los resanes y masillados necesarios antes de
la segunda definitiva. No se aceptarán desmanches sino más bien otra mano de pintura del
plano.

Todas las superficies a las que se debe aplicar pintura, deben estar secas y deberán dejarse
tiempo suficiente entre las manos o capas sucesivas de pintura, a fin de permitir que ésta
seque convenientemente.

Ningún pintado exterior deberá efectuarse durante horas de lluvia por menuda que ésta sea.

Paredes interiores
Posterior al imprimante se aplicará 2 manos con pintura a base de resinas de caucho sintético.
En todas las superficies exteriores por pintar, se aplicarán 2 manos de imprimante y 2 manos
de pintura formulada especialmente para resistir las adversas condiciones climáticas.

La unidad de medición de esta partida será de acuerdo a las partidas siguientes


Pintura látex 2 manos en cielo raso ………………………………………...m2
Pintura oleo 2 manos en muros, vigas y columnas ………………………m2

FORMA DE PAGO
El pago se efectuará con los precios unitarios que se encuentran definidos en el presupuesto y
constituirá compensación completa por los trabajos descritos incluyendo mano de obra, leyes
sociales, materiales, equipo, imprevistos.

3.12.2. PINTURA OLEO 2 MANOS EN VIGAS

Definición
La pintura a utilizar será el tipo óleo, de primera calidad en el mercado de marcas de
reconocido prestigio nacional o internacional; todos los materiales deberán ser llevados a la
obra en sus respectivos envases originales.
Su principal componente a base de una emulsión acrílica y pigmentos de alta calidad le
proporcionan alta resistencia a la luz, gran lavabilidad y apariencia satinada.
SECADO AL TACTO: 30 a 60 minutos 25°c
DILUCIÓN : agua potable
BROCHA O RODILLO: 1ra mano - 6 partes de pintura por 1 de diluyente
2da mano - 8 partes de pintura por 1 de diluyente

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Los materiales que necesiten ser mezclados, lo serán en la misma obra.


Aquellos que se adquieran listos para ser usados, deberán emplearse sin alteraciones y de
conformidad con las instrucciones de los fabricantes. No se permitirá el empleo de
imprimaciones.
Color
La selección será hecha oportunamente por el Consultor en coordinación con la Entidad
Contratante y las muestras deberán presentarse por el ejecutor, al pie del sitio que va a
pintarse y a la luz del propio ambiente en una superficie de 0.50 x 0.50 m., tantas veces como
sea necesario hasta lograr conformidad.

Materiales a utilizar de la partida


Lija para pared, pintura latex y sellador blanco para muros.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Preparación de las superficies
Las superficies deberán estar limpias y secas antes del pintado, si presentan imperfecciones
serán resanadas con un mayor grado de enriquecimiento del material.
Antes del pintado de cualquier ambiente, todo trabajo terminado será protegido contra las
salpicaduras y manchas.
Las superficies que llevarán Pintura satinado, se les aplicará previamente Sellador para
paredes Blanco (Gin), para imprimar la superficie nueva (sin pintura) o previamente pintadas,
antes del acabado final.
Los elementos estructurales se tratarán según planos.
Se aplicarán dos manos de pintura. Sobre la primera mano de muros y derrames, se harán
resanes y masillados necesarios antes de la segunda mano definitiva.
Todas las superficies a las que se debe aplicar pintura, debe estar secas y deberán dejarse
tiempos suficientes entre las manos o capas sucesivas de pintura, a fin de permitir que ésta
seque convenientemente.
Ningún pintado exterior deberá efectuarse durante horas de lluvia, por menuda que ésta fuera.
Las superficies que no puedan ser terminadas satisfactoriamente con el número de manos de
pintura especificadas, deberán llevar manos adicionales según requieran para producir un
resultado satisfactorio sin costo adicional alguno para el propietario.
Sellador
Es una pasta basada en látex a ser utilizado como imprimante. El Sellador a utilizar deberá ser
de la misma calidad de la pintura látex a aplicar.

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Deberá ser un producto consistente al que se le pueda agregar agua para darle una viscosidad
adecuada para aplicarla fácilmente.
Al secarse deberá dejar una capa dura, lisa y resistente a la humedad, permitiendo la
reparación de cualquier grieta, rajadura, porosidad y asperezas. Será aplicada con brocha.
La pintura entre otras características, debe ser resistente a los álcalis del cemento, resistente a
la luz y a las inclemencias del tiempo. Se aplicará en los ambientes indicados en los planos
respectivos.
Debe soportar el lavado con agua y jabón sin sufrir alteraciones en su acabado.

Aplicación en muros nuevos


En muros nuevos se aplicará 02 manos de sellador y 2 manos de pintura.

Aplicación en muros antiguos


Antes de la aplicación de la pintura de acabado se procederá a realizar los trabajos de
mantenimiento consistentes en:
Rasqueteo: Se realizará evaluando las condiciones de la pintura en cada paño específico, en
los lugares donde sea necesario se eliminará totalmente la pintura que esté en mal estado. En
la mayoría de los casos servirá para eliminar impurezas gruesas u otro tipo de alteraciones en
el muro. En el caso de la eliminación total de pintura, se deberá necesariamente aplicar
sellador antes de la aplicación de la pintura.
Lijado: Se realizará inmediatamente luego del rasqueteo, en la totalidad del paño a pintar, sin
eliminar la pintura, servirá para eliminar impurezas finas, grasa, polvo, sellar poros, etc. y se
realizará en dos etapas, teniendo cuidado en limpiar el paño después de la primera pasada de
lija.
Limpieza: Se realizará después de cada lijada del paño con elementos secos y limpios dejando
el paño liso y limpio para proceder a la aplicación directamente de las 02 manos de látex.

Método De Medición
Unidad de Medida metro cuadrado (m2)

Forma De Pago
El precio incluye el pago por material, mano de obra, equipo, herramientas y cualquier
imprevisto necesario para su buen acabado y de acuerdo a la unidad de medida del precio
unitario, es decir por m2. El pago de estos trabajos se hará previa aprobación del Supervisor.

3.12.3. PINTURA OLEO 2 MANOS EN MUROS INTERIORES

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.12.2

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Municipalidad Provincial de Fajardo

3.12.4. PINTURA OLEO 2 MANOS EN MUROS EXTERIORES

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.12.2

3.12.5. PINTURA OLEO 2 MANOS EN COLUMNAS

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.12.2

3.12.6. TABIQUE DE DRYWALL

Definición
Drywall es la denominación que se le asigna al sistema constructivo conformado por materiales
que no requieren mezclas húmedas. El ''Muro seco'', está compuesto fundamentalmente por
estructuras de acero galvanizado y placas de yeso.
Incluye el empastado y pintado del tabique.

Componentes del Sistema


Los componentes son básicamente los perfiles metálicos que forman una estructura que puede
ser portante o no, las placas de yeso y/o de fibrocemento, los elementos complementarios de
fijación y de acabado y un opcional fieltro de lana de vidrio utilizado como elemento aislante
termo-acústico.

Placa de Yeso
Las placas de yeso son un producto constituido por un núcleo de yeso hidratado, recubierto en
ambas caras por láminas de papel especial de celulosa multicapas de alta resistencia, que
unida en forma de amalgama al núcleo del yeso le confiere a la placa especiales
características.

La construcción de los tabiques se realizará mediante la colocación de una estructura metálica


compuesta por parantes y rieles de acero galvanizado de 0.45mm x 0.89mm, a las que se
atornillarán las placas de yeso de 1/2”.

Perfiles Metálicos
El componente estructural del sistema Drywall es constituido por los perfiles metálicos, que son
fabricados de lámina galvanizada de acero, de calidad estructural ASTM A653, Gradi 33
(Fy=2.320 Kg/cm2), mediante proceso continuo de perfilado de rodillos conocido como
''rollforming'' (rolado en frío) formando diferentes tipos de secciones.

Se presentan en variadas dimensiones espesores de acuerdo al uso, siendo los más utilizados
los denominados rieles y parantes, base del sistema de construcción en seco.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Rieles.- Son perfiles tipo canal ''U'' que a modo de solera horizontal se ubican en la parte
superior e inferior del muro o tabique. Las principales funciones de los rieles son:
1. Permiten anclar la estructura del muro o tabique a la estructura de piso y/o cimentación.
2. Permiten alojar a los parantes, a los que se conectan mediante tornillos.
3. Constituyen el puente de conexión a la estructura de techo o entrepiso de la edificación.

Parantes.- son perfiles tipo canal ''C'' usados en forma vertical que cumplen un papel
fundamental en la capacidad estructural del sistema. Son ubicados cada 0.405 cm., 0.488 cm.
ó 0.61 cm. (según la aplicación) sirven de soporte a las placas de yeso de recubrimiento tanto
en tabiques como en cielorrasos. Poseen aperturas para el paso de instalaciones eléctricas,
cañerías y secciones transversales que se encuentran repetidamente en el perfil.

El espesor de estos perfiles puede ser de 0.45 mm. para tabiques, cielorrasos o elementos que
no cumplan ninguna función estructural y de 0.90 mm. y 1.20 mm. para muros estructurales,
cerramientos exteriores, entre otros. Adicionalmente, se cuenta con una serie de perfiles
complementarios para diversos usos como son los utilizados en recubrimientos, cielorrasos o
correas en coberturas livianas; esquineras, para proteger los cantos abiertos entre tabiques o
cielorrasos y los perfiles de ajuste, para proteger los cantos vivos de las placas.

MÉTODO DE MEDICIÓN
Unidad de Medida : Metro cuadrado (M2)

FORMA DE PAGO
El precio incluye el pago por material, mano de obra, equipo, herramientas y cualquier
imprevisto necesario para su buen acabado y de acuerdo a la unidad de medida del precio
unitario, es decir por m2. El pago de estos trabajos se hará previa aprobación del Supervisor.

3.12.7. PINTURA BARNIZ 2 MANOS EN CARP. MADERA

DEFINICION
Se refiere a la aplicación de barniz transparente en las puertas y ventanas. Estos serán
acabados en barniz sobre la madera previamente tratada mediante la eliminación de
asperezas, totalmente pulida y lijada, libre de polvo, grasa o manchas de cualquier tipo.
MATERIALES
Se utilizará Barniz para madera, deberá ser formulado a base de resinas sintéticas de alta
calidad, de secado rápido y acabado brillante, % de sólidos en volumen de 25 a 35, color
transparente.

137
Municipalidad Provincial de Fajardo

Se usará pintura esmalte de primera calidad en el mercado y de marca de reconocido prestigio,


del color indicado en planos.

Para efectos de mantenimiento llegarán a la obra en sus envases originales e intactos, se


deberán evitar asentamiento por medio de un batido previo a la aplicación y así garantizar
uniformidad en el color.

MÉTODO DE EJECUCIÓN
a) Lijado: Se realizará, en la totalidad de los elementos y en dos etapas. La primera con lija
de base de papel para madera de grano 60 con la finalidad de eliminar las protuberancias. La
segunda pasada se realizará con lija de grano 100.

b) Limpieza: Se realizará después del lijado de los elementos para dejar limpio el área a
pintar. La pintura deberá aplicarse inmediatamente después del proceso de limpieza de los
elementos.

c) Sellado: Se aplicará una mano de líquido sellador para madera.

c) Pintura: Consistirá en la aplicación de 02 manos de barniz transparente sobre los paneles,


marcos y hojas de las carpinterías. Los elementos a pintarse se limpiarán bien, eliminando los
restos de polvo.

MÉTODO DE MEDICIÓN
Unidad de Medida : Metro cuadrado (M2)

FORMA DE PAGO
El precio incluye el pago por material, mano de obra, equipo, herramientas y cualquier
imprevisto necesario para su buen acabado y de acuerdo a la unidad de medida del precio
unitario, es decir por m2. El pago de estos trabajos se hará previa aprobación del Supervisor.

3.13. VARIOS

3.13.1. JUNTA VERTICALES E=1”.

3.13.2. JUNTA HORIZONTALES E=1”.

Definición
Se deberá construir juntas con mortero asfáltico de espesor e=1”, en las veredas y en el muro
de contención para absorber los efectos de dilatación o contracción de estos elementos,
evitando su agrietamiento por este fenómeno físico.

138
Municipalidad Provincial de Fajardo

Materiales a utilizar en la partida.


Tecnopor de 1.20x2.40mx1’’
Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El mortero asfáltico está compuesto por la combinación de arena fina y asfalto líquido RC-
250, rellenándose según los detalles del plano respectivo.

Unidad De Medición
La unidad de medida es el metro lineal (m).

Forma De Pago
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades señaladas en el
párrafo anterior y de acuerdo a la unidad de medida indicada y su norma de medición. El precio
unitario incluye el pago por material, mano de obra, equipo y herramientas a utilizar.

3.13.3. JUNTA DILATACIÓN RELLENO CON MORTERO ASFALTICO E=1"

3.13.4. JUNTA ENTRE CONSTRUCCIONES

Definición
Se deberá construir juntas con mortero asfáltico de espesor e=1”, en las veredas y en el muro
de contención para absorber los efectos de dilatación o contracción de estos elementos,
evitando su agrietamiento por este fenómeno físico.

Materiales a utilizar en la partida


Asfalto liquido RC-250 y arena fina.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida

El mortero asfáltico está compuesto por la combinación de arena fina y asfalto líquido RC-
250, rellenándose según los detalles del plano respectivo.

Unidad De Medición
La unidad de medida es el metro lineal (m).

139
Municipalidad Provincial de Fajardo

Forma De Pago
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades señaladas en el
párrafo anterior y de acuerdo a la unidad de medida indicada y su norma de medición. El precio
unitario incluye el pago por material, mano de obra, equipo y herramientas a utilizar.

3.13.5. MESAS DE Cº Aº SEGÚN DISEÑO REVEST. C/CERAMICO 30X30 – LAVADERO Y

COCINA

Ver Especificaciones Técnicas Ítem a la partida 3.1.1

3.13.6. TABIQUE DE DRYWALL INTERIORES

Ver Especificaciones Ítem a la partida 3.12.6.

3.14. ACABADO DE FACHADA PRINCIPAL

3.14.1. ACABADO EN GRANIPLAST – EN MURO EXTERIOR

Definición
Es un compuesto de grano de mármol con resinas acrílicas de alta adherencia y larga vida.
Este acabado aporta color y textura de manera elegante y dinámica, pero además por su
compuesto acrílico sirve como impermeabilizante de paredes.
El graniplast permite remodelar y decorar un ambiente con un estilo delicado y moderno.
 Variedad infinita de colores y combinaciones.
 Fácil lavado y mantenimiento.
 Mayor vida útil del revestimiento frente a la pintura

Materiales a utilizar
 GRANALLAS Se empleara granalla fuerte y durable, con dureza abrasiva no menor de
11, las que después de machacadas (aplastadas) deberán pasar la criba de 1/8, un
50% deberá pasar la de 1/16 y el total deberá quedar detenido por la de 1/32. El color
de la granalla será definido por los proyectistas de arquitectura.
 RESIPLAST Resina formulada para secado rápido y resistencia para adherir
rápidamente el material a la superficie.
 PIGMENTOS Se usara pigmento origen mineral, según se requiera para llegar a un
color específico.

Equipos

Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la Partida

El cliente debe entregar una pared tarrajeada con base imprimante de ser nueva. También se
puede realizar el acabado sobre pared pintada, sin embargo esta no deberá presentar

140
Municipalidad Provincial de Fajardo

filtraciones o daños graves por humedad. Para lograr un acabado uniforme se requiere que la
pared también este nivelada. No se puede usar el Graniplast como elemento de nivelación.

Es recomendable fondear el muro cuando se aplica piedra de colores oscuros o intensos para
evitar que trasluzca el color del muro por lo pequeños poros de acabado.
Se aplica mediante empaste la piedra granalla Nº 0 con resina acrílica acuosa, en la proporción
de colores preferida.

Para colores especiales, fuera de los 6 colores base de la piedra, deberá haber un proceso de
tinturación. Se deja secar por lo menos 12 luego de la aplicación.

Forma De Pago
Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades señaladas en el
párrafo anterior y de acuerdo a la unidad de medida indicada y su norma de medición. El precio
unitario incluye el pago por material, mano de obra, equipo y herramientas a utilizar.

3.14.2. ACABADO EN CONCRETO ESTAMPADO EN PISO DE INGRESO PRINCIPAL

Definición
Este tipo de piso consiste en usar moldes para estampar concreto los cuales son fabricados a
base de polímeros y catalizadores de poliuretano, los cuales imprimen texturas similares a
piedras, lajas, ladrillos, etc.

Materiales a Utilizar
Moldes de polímeros

Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la Partida


 Se recomienda utilizar un pisón liso sin esquinas puntiagudas para la impresión en el
concreto. Después de utilizar los moldes se deben limpiar con agua y jabón para
eliminar el resto de desmoldante, es importante señalar que deben enjuagarse
completamente para eliminar el exceso de jabón.
 No exponerlos directamente a los rayos del sol.
 Almacenarlos bajo techo en un lugar seco y fresco.

Forma De Pago

141
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los trabajos descritos en esta partida serán pagados, según las cantidades señaladas en el
párrafo anterior y de acuerdo a la unidad de medida indicada y su norma de medición. El precio
unitario incluye el pago por material, mano de obra, equipo y herramientas a utilizar.

3.14.3. ACABADO EN GRANIPLAST – EN COLUMNAS EXTERIORES

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.14.1.

3.14.4. ACABADO EN GRANIPLAST – EN VIGAS TIPO ARCO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 3.14.1.

4. INSTALACIONES SANITARIAS

4.1. APARATOS SANITARIOS Y ACCESORIOS

4.1.1. INODORO TANQUE BAJO DE LOSA 1RA CALIDAD ADULTO

Definición
Esta partida comprende el suministro de aparatos sanitarios y su respectiva instalación,
incluyendo las griferías de reconocida marca.

Aparatos sanitarios
Las piezas a usarse serán extraídas de sus envases originales y se emplearán sin adulteración
alguna, procediendo en todo momento de acuerdo a las especificaciones de los fabricantes de
los productos a emplearse.
Esta partida incluye:

Inodoros
Serán de losa vitrificada blanca, tipo TREBOL modelo Rapid Jet Flux o similar con asiento, tapa
y accesorios.

Urinarios
Los urinarios serán de loza vitrificada blanca, tipo TREBOL modelo Cadet o similar, siendo sus
dimensiones y demás detalles constructivos los que se muestran en el plano de detalle
respectivo.

Lavatorios
Serán de losa vitrificada blanca, tipo TREBOL modelo Ovalin Sonet o similar, de primera,
incluye una llave cromada de 1/2" tipo VAINSA línea ECO, cadena y tapón trampa "p" que será
cromada de 1 1/2" de diámetro.

Materiales a utilizar en la partida

142
Municipalidad Provincial de Fajardo

Pegamento para tubería PVC, silicona, tubo de abasto aluminio trenzado ½’’x7/8’’, perno de
anclaje para inodoro, anillo de cera para inodoro, inodoro sifón jet blanco standard (taza,
estanque, tapa), desague p/lavat. Blanco 1 ¼’’ PVC, llave p/lavad ½’’ cromo, lavatorio ovalin
ceralux blanco standard, trampa PVC SAL de 2’’, tubo de abasto aluminio trenzado ½’’ x ½’’ y
urinario CADET blanco standard inc. Grifería.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Inodoros
Se coloca la taza en el lugar donde va a ser instalada y se marcan los huecos en los que irán
alojados los pernos de sujeción. Estos huecos tendrán una profundidad no menor de 2” y
dentro de ellos irán los tarugos de madera. La tubería PVC deberá sobresalir del nivel del piso
terminado lo suficiente para que embone en la ranura del aparato.
Luego se asegura el aparato mediante un anillo de masilla que cubra toda la ranura en forma
tal que quede un sello hermético. Colocada la taza en un sitio, se atornilla los pernos que
aseguran la taza al piso.
Los pernos llevarán empaquetadoras de jebe a ambos lados de la taza, aparte de las arandelas
metálicas correspondientes. Los tubos de abasto de los serán flexibles y cromados.

Lavatorios y urinarios
Se colocarán perfectamente nivelados, siendo la altura del aparato la que se indica en los
planos. El respaldo del lavatorio se fraguará con cemento blanco a la mayólica del muro, en el
empalme de la trampa se empleará masilla.
Los soportes para lavatorios serán a base de escuadras de fierro fundido, o uñas de acero con
aberturas para colocar 3 pernos en cada una, en ambos casos el lavatorio no deberá quedar
inclinado hacia delante.
Los tubos de abasto de los lavatorios serán cromados y flexibles.

Duchas
Las duchas serán de canastilla cromada y rejilla de bronce.
El brazo de fierro galvanizado irá conectado a la salida de agua, debiendo llegar en este punto
una arandela que cubra la salida. La llave cromada se engrasará antes de entrar la ducha en
servicio.
Prueba de los Aparatos Sanitarios
Terminado los trabajos de instalación de los aparatos sanitarios se procederá a efectuar la
prueba de los mismos y de sus accesorios de agua y desagüe, de manera individual. Deberá
observarse un funcionamiento satisfactorio.

143
Municipalidad Provincial de Fajardo

Controles
a) Controles técnicos.
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabado
Aceptación de los trabajos
a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.

b) Basados en ejecución
El área de trabajo debe encontrarse en óptimas condiciones de orden y limpieza.

c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones sanitarias deben encontrarse
estables y en correcto funcionamiento.
Medición y forma de pago
La unidad de medida a utilizar es (pza).

El pago de estos trabajos se hará por pieza y precio que figura en el presupuesto, previa
aprobación del Supervisor.

4.1.2. LAVATORIO NACIONAL BLANCO.

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.1.3. LAVADERO DE ACERO INOXIDABLE UNA POZA CON ESCURRIDERO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.1.4. LAVATORIO FONTANA BLANCO STANDARD


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.1.5. URINARIO CADET BLANCO STANDARD TREBOL


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.2. ACCESORIOS SANITARIOS

144
Municipalidad Provincial de Fajardo

4.2.1. JABONERA SIMPLE 15X15 DE LOSA BLANCA


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.2.2. TOALLERO DE LOSA BLANCO


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.2.3. PAPELERA LOSA BLANCO


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.3. INSTALACIONES DE APARATOS SANITARIAS


4.3.1. INSTALACION DE APARATOS SANITARIOS

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.3.2. INSTALACION DE ACCESORIOS SANITARIOS

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.1.1.

4.4. SISTEMA DE DESAGUE Y VENTIACION

4.4.1. SALIDAS DE DESAGUE

4.4.4.1. Salida Desagüe De Pvc Sal 4"

Definición
Se refiere a los puntos de salida donde se instalarán los aparatos sanitarios, como inodoros,
lavatorios.

Materiales a utilizar en la partida


Tubería PVC-SAP 4’’ x 3m, codo PVC-SAP 4’’ x 90°, YEE PVC SAP 4’’ x 4’’ y pegamento para
tubería.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Se instalarán todas las salidas de desagüe indicadas en el plano, debiendo rematar las mismas
en una unión o cabeza enrasada con el plomo bruto de la pared o piso.

Controles
a) Controles técnicos.
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución

145
Municipalidad Provincial de Fajardo

Condiciones iniciales y de seguridad


c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabado

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.
b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.
c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.
Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones, que deberán encontrarse
estables y en correcto funcionamiento.

Método de medición:
La cantidad por la que se pagará, será por punto (Pto) en su posición final.

Forma de pago:
Los trabajos que denoten la ejecución de esta partida, se cancelarán de acuerdo al precio
unitario del contrato, constituirá compensación completa, mano de obra, herramientas,
reposición de material e imprevistos necesarios para la ejecución del trabajo descrito.

UNIDAD DE
CODIGO PARTIDA DE PAGO
PAGO
01.02.01 SALIDA DESAGUE DE PVC SAL 2" Punto (pto)
01.02.02 SALIDA DESAGUE DE PVC SAL 4" Punto (pto)

4.4.1.2. Salida Desagüe De Pvc Sal 4"


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.2.1.

4.4.2. SALIDAS DE VENTILACION

4.4.2.1. Salida Para Ventilación PVC-Sal 2”

Definición
Se refiere a los puntos de salida donde se instalará las salidas de la ventilación de la red de
desagüe.

Materiales a utilizar en la partida

146
Municipalidad Provincial de Fajardo

Tubería PVC-SAP 2’’ x 3m, codo PVC-SAP 2’’ x 90°, sombrero de ventilación PVC-SAL de 2’’ y
pegamento para tubería PVC.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


La ventilación que llegue hasta el techo de la edificación se prolongará 30 centímetros sobre el
nivel de la cobertura, rematando en un sombrero de ventilación del mismo material.
En el caso se instale tramos horizontales de la tubería de ventilación esta tubería deberá
quedar a una altura no menor de 0.15 m por encima de la línea de rebose del aparato sanitario
más alto al cual ventilan, y para el caso en que la ventilación no llegue y salga por el techo,
esta saldrá en forma horizontal terminando en una rejilla de bronce según diseño constructivo
del proyecto.

Controles
a) Controles técnicos.
Control de calidad de los materiales.

b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabado
Aceptación de los trabajos
a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.

b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.
c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.
Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones, deberán encontrarse estables y
en correcto funcionamiento.

Método de medición:
La cantidad por la que se pagará, será por punto (Pto) en su posición final.

147
Municipalidad Provincial de Fajardo

Forma de pago:
Los trabajos que denoten la ejecución de esta partida, se cancelarán de acuerdo al precio
unitario del contrato y con cargo a la partida 01.02.03 SALIDA PARA VENTILACION, constituirá
compensación completa mano de obra, herramientas, reposición de material e imprevistos
necesaria para la ejecución del trabajo descrito.

4.4.3. REDES DE DERIVACION

4.4.3.1. Tuberia de pvc sal 2"

Definición
Se refiere a la tubería que forma parte de la red de distribución del desagüe y que no está
incluido en los puntos de salida de las partidas antes descritas.
Las tuberías y conexiones para desagüe de PVC (Poli Cloruro de Vinilo) no plastificado, en el
Standard Americano Pesado (SAP), deberán cumplir con las normas técnicas nacional
lTINTEC vigente.

Materiales a utilizar en la partida


Tubería PVC-SAP 2’’ x 3 m y pegamento para tubería PVC

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Los trabajos se ejecutan en coordinación con las partidas de cimentación de la estructura,
dejando pases en los lugares establecidos, de esta manera no se tiene que picar el concreto ya
vaciado.
Los trabajos de instalación de la tubería, se realiza antes de colocar el falso piso y previa
verificación que la tubería se encuentre en perfecto estado, sin fugas.
La tubería a emplearse en las redes interiores de desagüe de plástico PVC del tipo pesado
(SAP) con accesorios del mismo material y uniones espigas, campanas selladas con
pegamento especial. La tubería de ventilación será del mismo material que el desagüé. La
tubería y accesorios que se usan en la obra no deberán presentar rajaduras, quiñadura y
cualquier otro defecto visible. Antes de las tuberías, deben éstas ser revisadas interiormente,
así como también los accesorios a fin de eliminar cualquier material extraño adherida a sus
paredes.
Salvo específicamente anotadas en el plano, las tuberías irán empotradas en las losas del piso,
debiendo realizarse pruebas hidráulicas antes del vaciado de la losa. En instalaciones visibles
se usarán tubería FoFo.

148
Municipalidad Provincial de Fajardo

La instalación de muros deberá hacerse dejando vacíos o canaletas en la albañilería de ladrillo,


no debiendo por ningún motivo romperse el muro para colocar la tubería codos mediante el
calentamiento de los elementos.

En la Red Exterior
En la instalación de tuberías de plástico P.V.C. bajo tierra deberá tenerse especial cuidado del
apoyo de la tubería sobre terreno firme y en su relleno compactado por capas, regado de modo
que se asegure la estabilidad de la superficie y la indeformabilidad del tubo por el efecto del
relleno.
La excavación de zanjas sólo podrá efectuarse después que se haya hecho el replanteo
general en el terreno y se tenga la certeza de que las tuberías podrán tener las pendientes y
profundidades especificadas en los planos y además tener en obra la tubería necesaria.
Las zanjas podrán hacerse con las paredes verticales siempre que el terreno lo permita o se les
dará taludes adecuados a la naturaleza del mismo.
El ancho de la zanja en el fondo deberá ser tal que exista un juego de 0.15 m., como mínimo y
0.30 m., como máximo entre la cara exterior de las cabezas y las paredes de la zanja.
El fondo de la zanja se nivelará cuidadosamente conformándose exactamente a la rasante
correspondiente del Proyecto, aumentada en el espesor del tubo respectivo. Las tuberías
deberán quedar apoyadas en toda su longitud y en no menos del 25 % de superficie exterior,
en un fondo bien compactado. Colocados los tubos en las zanjas, se enchufarán
convenientemente debiéndose mirar las campanas agua arriba, centrándolas perfectamente y
alineándolas. Antes de proceder al montaje de las uniones se examinará las partes de dichas
uniones asegurándose la limpieza perfecta del tubo y las uniones.
El relleno de las zanjas se hará después de haberse efectuado la prueba hidráulica en la
tubería instalada.
El relleno se hará en capas de 0.15m. con el material extraído, libre de piedras, raíces y
terrones grandes y apisonados hasta alcanzar una altura de 0.30 m., sobre la tubería. Se
complementará el relleno vaciando el material de excavación en capas sucesivas de 0.15m, de
espesor máximo, regadas, apisonadas y bien compactadas, hasta alcanzar como mínimo el
90% del Proctor Modificado.

Pendientes y Diámetro de la Tubería


Serán las que se indique en los planos respectivos.
En caso de no figurar se asumirán las siguientes pendientes:
 Para tubería 04" 1.0% como mínimo.
 Para tubería 03" 1.5% como mínimo.
 Para tubería 02" 2.0% como mínimo.

149
Municipalidad Provincial de Fajardo

Prueba de la Tubería
Una vez terminado un trazo y antes de efectuar el relleno de la zanja, se realizará la prueba
hidráulica de la tubería y de sus uniones. Esta prueba se hará por tramos comprendidos entre
buzones o cajas consecutivas.
La prueba se realizará después de haber llenado el tramo con agua, siendo la carga de agua
para la prueba, la producida por el buzón o caja aguas arriba completamente lleno hasta el
nivel del techo, debiendo permanecer 24 horas sin que en este tiempo se note descenso en el
punto más alto.
Se recorrerá íntegramente el tramo en prueba, constatando las fallas, fugas y excavaciones
que pudieran presentarse en las tuberías y sus uniones, marcándolas y anotándolas para
disponer su corrección a fin de someter el tramo a una nueva prueba.
El humedecimiento sin pérdida de agua, no se considera como falla. Solamente una vez
constatado el correcto resultado de las pruebas de las tuberías podrá ordenarse el relleno de la
zanja, las pruebas de tuberías podrán efectuarse parcialmente a medida que el trabajo vaya
avanzando, debiendo efectuarse al final una prueba general con la zanja tapada.
Controles
a) Controles técnicos
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado
Acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.

b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.

c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con los aspectos
técnicos designados, teniendo en cuenta las pendientes y dimensiones de excavación.

Método de medición:
La cantidad por la que se pagará, será por metro lineal (ML) en su posición final.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Forma de pago:
Los trabajos que denoten la ejecución de esta partida, se cancelarán de acuerdo al precio
unitario del contrato, constituirá compensación completa mano de obra, herramientas,
reposición de material e imprevistos necesaria para la ejecución del trabajo descrito.

UNIDAD DE
CODIGO PARTIDA DE PAGO
PAGO
01.02.04 TUBERIA DE PVC SAP 2" Metro (m)
01.02.05 TUBERIA DE PVC SAP 4" Metro (m)

4.4.3.2. Tubería de pvc sal 3"

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1.

4.4.3.3. Tubería De PVC – Sal 4”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1.

4.4.3.4. Tubería De PVC –Sal 6”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.3.1.

4.4.4. ACCESORIOS DE DESAGUE

4.4.4.1. Codo PVC Sal 2” x 45º

DEFINICION
Todos estos materiales serán de PVC y para su utilización deberán estar limpias de residuos
con el fin de obtener una superficie uniforme y para que el pegamento haga una capa selladora
a lo largo de su perímetro.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medida será por "PIEZA" (pza).

FORMA DE PAGO:
El pago se hará por unidad " pza " y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en obra.

4.4.4.2. Codo PVC Sal 2” x 90º


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

4.4.4.3. Codo PVC Sal 4” x 45º


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.4.4. Codo PVC Sal 4” x 90º


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.4.5. Codo PVC Sal 3” x 90º


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.4.6. Tee PVC Sal 2”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.4.7. Tee PVC Sal 3”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.4.8. Tee PVC Sal 4”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.4.1.

4.4.5. ADITAMIENTOS VARIOS

4.4.5.1. Sumidero de Bronce 2”

Definición
Esta partida comprende el suministro e instalación de los registros de bronce según el diámetro
correspondiente, incluyendo todos los accesorios necesarios. En los lugares señalados por los
planos, se colocaran registros para la inspección de la tubería de desagüe.
Estos registros serán de cuerpo de bronce y tapa roscada herméticamente.
Se instalaran al ras del piso terminado, en sitio accesible para poder registrar.

Materiales a utilizar en la partida


Tubería PVC-SAP 2’’ x 3m, codo PVC-SAP 2’’ x 90°, trampa “P” PVC SAL de 2’’, pegamento
para tubería PVC y sumidero cromado roscado de 2’’.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Serán de bronce para colocarse en los tubos o conexiones con tapa roscada e irán al ras de los
pisos acabados, cuando las instalaciones serán empotradas y se indiquen en el plano registro

152
Municipalidad Provincial de Fajardo

de piso. Para tuberías expuestas, los registros serán de bronce con tapa roscada “con dado
“para ser accionado con una herramienta.

Controles
a) Controles técnicos
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado
Acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.

b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.

c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con las
especificaciones designados.

Unidad De Medición
La unidad de medida del registro de bronce será la unidad (UND)

Forma De Pago
El pago se hará por unidad de medida y precio unitario definido en el presupuesto, y previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

4.4.5.2. Sumidero de Bronce 3”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.5.1.

4.4.5.3. Registro de Bronce Roscado de Piso 4”


Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.5.1.

4.4.5.4. Sombrero de Ventilación 2”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.2.1.

153
Municipalidad Provincial de Fajardo

4.4.6. CAJAS Y BUZONES DE REGISTRO

4.4.6.1. Caja de Registro 12”x24”, Albañilería, Tapa de Concreto

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.6.2.

4.4.6.2. Caja Ciega 10”x20”

Descripción.
Se entiende así a la construcción de cajas de registro según los planos de diseño constructivo y
en lugares indicados en los planos del proyecto.

Materiales a utilizar en la partida


Concreto f’c = 140 Kg/cm2, concreto f’c = 175 Kg/cm2, buzón y acero grado 60.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Las cajas de registro serán de concreto simple y llevaran tapa de concreto según los planos de
diseño del proyecto.
Las paredes y el fondo de las cajas serán tartajeadas con mortero 1:3 cemento-arena en un
espesor 1/2'" y el fondo quedara a nivel del ingreso de la trampa "P" para posteriormente
instalar la rejilla de bronce según planos de diseño del proyecto.

Controles
a) Controles técnicos
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado
Acabado.
Aceptación de los trabajos
a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.

b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.

154
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c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con las
especificaciones designados.

Cajas de registro de concreto


Para la inspección de la tubería de desagüe y/o drenaje pluvial, serán construidas en los
lugares indicados en los planos, serán de concreto simple y llevarán tapa de concreto armado
fc=175kg/cm2 según indicación en los planos de diseño constructivo del proyecto.
Las paredes y el fondo de las cajas serán de concreto simple fc=175kg/cm2, y de 0.15 y 0.20m
de espesor respectivamente, así mismo serán tarrajeadas con mortero 1:3 cemento-arena en
un espesor de 1/2" y el fondo tendrá una media caña del diámetro de las tuberías respectivas y
luego pulido.
Las dimensiones de las cajas serán las que se muestren en los planos respectivos del
proyecto. Las paredes de las cajas podrán ser de albañilería cuando los planos así lo indiquen.

Cajas de registro de albañilería


Para la inspección de la tubería de desagüe y/o drenaje pluvial, serán construidas en los
lugares indicados en el plano. Sobre terreno convenientemente compactado se ejecutará un
solado de concreto en proporción de cemento hormigón 1:8 de 0.10 m. de espesor; sobre el
cual se construirá con ladrillo King Kong en amarre de soga, la estructura de la caja con mezcla
1:4 y de ser íntegramente tarrajeada y planchada con arena fina y proporción 1:3 los interiores
deben ser cóncavos, en el fondo llevarán una media caña convenientemente conformada, con
el diámetro de las tuberías concurrentes y con bermas inclinadas en proporción 1:4.
Las tapas de las cajas de registro serán de concreto armado F~= 175 kg/cm2 según diseño
indicado en los planos. Así mismo deberá llevar dos agarraderas con varillas de 3/8" de
diámetro las que quedaran enrasadas en la cara superior de la tapa, la que será frotachada y
con bordes boleadas en un radio de 0.50 cm.
Las cajas de registro cuya ubicación este• en ambientes cubiertos podrán ser con marco y tapa
con perfiles metálicos rellenados con el mismo material de los pisos adyacentes,
convenientemente fraguadas, de forma que sea una sola piel, el perfil de la tapa con su relleno.
La unidad de medida será por Unidad (und).

Forma de pago:
El pago de "caja de registro" se hará por Unidad (und) y precio unitario definido en el
presupuesto y previa aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en obra.

4.4.6.3. Conexión a Red de Desagüe

Definición

155
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Consiste en la instalación de la red de desagüe del proyecto, a la red de desagüe de la Ciudad


Universitaria, de acuerdo a los planos.

Materiales a utilizar en la partida


Tubería PVC norma ISO 4435 DN=160 mm, anillo de jebe p/tub ISO 4435 dn=160 mm,
cachimba PVC norma ISO 4435 DN=160 mm x 160 mm, codo PVC norma ISO 4435 DN=160,
45°, lubricante para PVC y lija # 80.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Una vez realizado y aprobado las pruebas en la red, se procederá a la instalación de una
cachimba; de 160mmX200mm UF; las cuales deberán ser aseguradas con soldadura PVC;
mientras ésta fragua se colocará abrazaderas y/o alambre para fijar la silla.
La unidad de medida será por Unidad (und).

Controles
a) Controles técnicos
Control de calidad de los materiales.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado
Acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.
b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.
c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.
Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con las
especificaciones designados.

Medición y forma de pago

156
Municipalidad Provincial de Fajardo

El pago se hará por Unidad (und) y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién aprobara con visto bueno.

4.5. SISTEMA DE AGUA FRIA Y CONTRA INCENDIO

4.5.1. SALIDAS DE AGUA FRIA

4.5.1.1. Salida De Agua Fría Tubería PVC ½”

DEFINICION
Se entiende así al suministro e instalación (trazo y replanteo, excavación, pruebas hidráulicas,
relleno y compactación, y otros trabajos complementarios) de tubería con sus accesorios (tees,
codos, etc.) de cada punto de agua, destinada a abastecer un artefacto sanitario, grifo o salida
especial, hasta el límite establecido por los muros que contiene el ambiente (baño, cocina,
lavandería, etc.) y/o hasta el empalme con los alimentadores o red troncal se instalará todas las
salidas para la alimentación de los aparatos sanitarios previstos en los planos.
Las tuberías del punto de agua será de PVC SAP, del tipo roscado, Clase 10 para una presión
de trabajo de 150 Ib/pulg2, siendo preferentemente de fabricación nacional y de reconocida
calidad.
Las salidas quedarán enrasadas en el plomo bruto de la pared y rematarán en un nipleó unión
roscada.

Las alturas en las salidas a los aparatos sanitarios son las siguientes:

Lavatorio 65 cm. sobre N.P.T.

WC Tanque bajo 30 cm. sobre N.P.T.

Duchas 200 cm. sobre N.P.T.

WC Tanque alto 190 cm. sobre N.P.T.

Estas medidas no rigen si los planos respectivos indican otras.


Los grifos de jardín serán según diseño indicado en los planos.

Tapones provisionales
Se colocarán tapones roscados en todas las salidas, inmediatamente después de instalar
éstos, debiendo permanecer colocados hasta el momento de instalar los aparatos sanitarios,
estando prohibida la fabricación de tapones con trozos de madera o papel prensado para el
caso de construcciones prefabricadas.
Cuando una tubería atraviese la plancha de la tabiquería, como es la salida de agua, esta
deberá fijarse firmemente antes de la salida, en una abrazadera metálica, dicho riel estará

157
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sujeto horizontalmente entre parante y parante de acuerdo a lo especificado en el ítem "Red


Interior (instalación)- Tubería PVC SAP CLASE 10".

Así mismo, los orificios que se hagan en la plancha de tabiquería para realizar las conexiones
deberán ser hechas con un sacabocados o serrucho de punta.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medida será por "Pto" (punto).

FORMA DE PAGO:
El pago de "salida de agua" se hará por "Pto" y precio unitario definido en el presupuesto y
previa aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación y ejecución en obra.

4.5.2. REDES DE DISTRIBUCION

4.5.2.1. Tubería PVC clase 10 – ½”

DEFINICION
Esta especificación cubre los requerimientos técnicos para la fabricación, pruebas y suministro
de Tuberías y accesorios de PVC para el cableado de alimentadores y circuitos Los trabajos
incluirán el diseño, detalles de fabricación y pruebas de la Tubería y accesorios de PVC listos
para ser instalados y entrar en servicio conforme a esta especificación. NORMAS El suministro
deberá cumplir con la edición vigente, en la fecha de la Licitación, de las siguientes Normas:
Código Nacional de Electricidad. Norma ITINTEC 399.006, 399.07

TUBERIA
La tubería y los accesorios para el cableado de alimentadores y circuitos derivados, será
fabricada a base de la resina termoplástico de Policloruro de vinilo “PVC” rígido, clase o tipo
pesado “P” no plastificado rígido, resistente al calor, resistente al fuego autoextinguible, con
una resistencia de aislamiento mayor de 100 MΩ, resistente a la humedad y a los ambientes
químicos, resistentes al impacto, al aplastamiento y a las deformaciones provocadas por el
calor en las condiciones normales de servicio y, además resistentes a las bajas temperaturas,
de acuerdo a la norma ITINTEC Nº 399.006 y 399.007, de 3 m de largo incluida una campana
en un extremo. La Tubería deberá estar marcada en forma indeleble indicándose el nombre del
fabricante o marca de fábrica, clase o tipo de tubería “P” si es pesada y diámetro nominal en
milímetros. El diámetro mínimo de tubería a emplease será de 20 mm Las tuberías tendrán las
siguientes características técnicas: Peso específico 1.44 kg / cm² Resistencia a la tracción 500
kg / cm² Resistencia a la flexión 700 / 900 kg / cm² Resistencia a la compresión 600 / 700 kg /
cm² Proceso de instalación En general, las tuberías por las que corren los conductores
eléctricos considerados dentro del presente Proyecto, serán instaladas en forma empotrada,

158
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apoyada o adosada y alineada a la pared o techo, fijadas con abrazaderas metálicas


galvanizadas pesadas con dos orificios mediante tornillos Hilti. En el proceso de instalación
deberá satisfacer los siguientes requisitos básicos:

A) Deberán formar un sistema unido mecánicamente de caja a caja, o de accesorio a


accesorio, estableciendo una adecuada continuidad en la red del entubado.
B) No se permitirá la formación de trampas o bolsas para evitar la acumulación de humedad.
C) Las tuberías deben estar completamente libres de contacto con tuberías de otros tipos de
instalaciones y no se permitirá su instalación a menos de 15 cm. De distancia de las tuberías
de agua fría y desagüe.
D) No se permitirá instalar más de 4 curvas de 90° entre caja y caja, debiendo colocarse una
caja intermedia.
E) El diámetro mínimo permitido para la tubería pesada será de 20 mm
F) Las tuberías enterradas directamente en el terreno deberán ser colocadas a 0.60 m de
profundidad respecto al n.p.t. y protegidas con un dado de concreto de 50 mm de espesor en
todo su contorno y longitud.
G) Las tuberías que sean instaladas en forma adosada, serán fijadas mediante abrazaderas
metálicas de plancha de acero galvanizado de 1.588 mm (1/16 “) de espesor con dos orificios
con tornillos Hilti, distribuidas a 1.50 m como máximo en tramos rectos horizontales y en curvas
a 0.10 m del inicio y final.

ACCESORIOS PARA TUBERÍAS PVC-P


Los accesorios serán del mismo material Coplas plásticas o “Unión tubo a tubo” La unión entre
tubos se realizará en general por medio de la campana a presión propia de cada tubo, pero en
la unión de tramos de tubos sin campana se usarán coplas plásticas a presión del tipo pesado,
con una campana a cada lado para cada tramo de tubo por unir. Queda absolutamente
prohibida la fabricación de campanas en obra.

CONEXIONES A CAJA
Para unir las tuberías con las cajas metálicas galvanizadas, se utilizará dos piezas de PVC tipo
pesado “P” originales de fábrica: a) Una copla “Unión tubo a tubo” en donde se embutirá la
tubería que se conecta a la caja metálica. B) Una conexión a caja o “Campana” que se instalará
en la entrada precortada “KO” de la caja de fierro galvanizado y se enchufará en el otro
extremo de la copla descrita en “a”.

CURVAS
Las curvas de 90° serán originales del mismo fabricante de la tubería. Queda terminantemente
prohibida la elaboración de curvas de 90° en la obra. Para los casos de curvas especiales
mayores de 90° deberá emplearse máquinas hidráulicas dobladoras especiales siguiendo el

159
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proceso recomendado por los fabricantes, en todo caso el radio de las mismas no deberá ser
menor de 10 veces el diámetro de la tubería a curvarse. Se desecharán las curvas con
deformaciones. – Pegamento En todas las uniones a presión se usará pegamento del tipo
recomendado por el fabricante de tubería para garantizar la hermeticidad de las mismas. –
Juntas de dilatación Las tuberías que crucen juntas de dilatación estructural, deberán
efectuarse mediante tuberías metálica flexible, forradas con PVC, con sus respectivos
conectores a cajas de paso en ambos lados de la junta estructural.

PRUEBAS
Las Tuberías deberán ser sometidas a las pruebas de acuerdo con los procedimientos
indicados en las normas aplicables listadas anteriormente. El fabricante o proveedor, deberá
ejecutar todas las pruebas de rutina indicadas en las normas, así como, cualquier otra prueba
necesaria para asegurar la conformidad con estas especificaciones. El fabricante o proveedor
deberá proporcionar junto con su oferta un listado de las pruebas a realizar. El método de
prueba deberá ser especificado haciendo referencia a la norma aplicable o dando una
descripción del método de prueba. Protocolos y Reporte de Pruebas Después de efectuadas
las pruebas, el fabricante o proveedor deberá proporcionar tres (3) copias de cada uno de los
Protocolos y Reportes de pruebas firmado por el Ingeniero Especialista y responsable del
trabajo, como constancia del cumplimiento con los requerimientos de pruebas señaladas en
estas especificaciones.

GARANTÍA
El fabricante o proveedor garantizará que tanto los materiales como la mano de obra
empleados bajo estas Especificaciones y que los resultados de las pruebas han sido
conformes, cumplen con los requerimientos indicados en esta especificación. Adicionalmente,
certificará su conformidad a reemplazar cualquiera de los materiales encontrados defectuosos,
durante los trabajos de instalación o que falle durante el normal y apropiado uso.

MÉTODO DE EJECUCIÓN:
Al instalar las tuberías se dejarán tramos curvos entre las cajas a fin de absorber las
contracciones del material sin que se desconecten de las respectivas cajas. No se aceptarán
más de dos curvas de 90 o su equivalente entre cajas. 29 Para unir las tuberías se emplearán
empalmes a presión y pegamentos recomendados por los fabricantes. Los tubos se unirán a
las cajas mediante conectores tubos-caja de PVC de una o dos piezas, constituyendo una
unión mecánica segura y que no dificulte el alambrado.

UNIDAD DE MEDIDA:
La unidad de medida estará dada por metro lineal (m) NORMA DE MEDICIÓN: Se medirá la
longitud efectiva de cada tipo de tubería, según su diámetro.

160
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CONDICIÓN DE PAGO:
El pago se hará por METRO instalado al precio unitario definido en el presupuesto, y previa
aprobación del supervisor quien velará por su correcta ejecución en obra, el precio incluye el
pago por materiales, mano de obra, equipos, herramientas y cualquier imprevisto necesario
para la correcta instalación.

4.5.2.2. Tubería PVC clase 10 – ¾”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.5.2.1.

4.5.3. ACCESORIOS DE REDES

4.5.3.1. Unión Universal Pvc P/Agua Fría D= ¾ ”

DEFINICION
Todos estos materiales serán de PVC y para su utilización deberán estar limpias de residuos
con el fin de obtener una superficie uniforme y para que el pegamento haga una capa selladora
a lo largo de su perímetro.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medida será por "UNIDAD" (und).

FORMA DE PAGO:
El pago se hará por unidad "und" y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en obra.

4.5.3.2. Unión Universal Pvc P/Agua Fría D= ½ ”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.3. Unión Simple Roscado Pvc P/Agua D=1/2”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.4. Unión Simple Roscado Pvc P/Agua D=3/4”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.


4.5.3.5. Unión Simple Presión D=1/2” Para Agua

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.6. Unión Simple Presión D=3/4” Para Agua

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.7. Codo PVC C-10 D=1/2”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

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4.5.3.8. Codo PVC C-10 D=3/4”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.9. Tee PVC Agua C-10 ½”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.3.10. Tee PVC Agua C-10 ¾”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.4. LLAVES, VALVULAS

4.5.4.1. Válvula Compuerta De Bronce ½”

Definición
Se entiende así al suministro e instalación de válvulas compuertas (interrupción) del tipo
esférica de bronce pesada dé % de vuelta con tope, con sus uniones universales. La válvulas
son instaladas en nichos (recubiertos con madera o mayólica), cajas prefabricadas de concreto
y caja de válvulas (bypass).
Las Válvulas de compuertas (interrupción) serán del tipo de esférica de bronce pesada de % de
vuelta con tope, con uniones rascadas, de 150 Ibs/pul2 de presión de trabajo, con marca de
fábrica y presión estampadas en bajo o alto relieve en el cuerpo de la válvula. Las roscas de las
válvulas serán de acuerdo a 8S21 (ISO 7) o ANSI 81.20.1.
En general, las válvulas de interrupción se instalarán en la entrada de todos los baños,
servicios generales; en todos los lugares de acuerdo con los planos y se ubicaran a 0.30 m
sobre el nivel del piso terminado.
Las válvulas de interrupción de entrada a los baños serán instaladas en cajas nicho revestida
con madera y tapa o revestida con mayólica, en ambos caso los nichos quedaran al ras del
muro y entre dos (2) uniones universales, las cajas tendrán por dimensión 0.20xO.20m según
los planos de diseño de detalles del proyecto.
Toda válvula que tenga que instalarse en el piso, será alojada en caja de albañilería, concreto o
concreto prefabricado con marco y tapa de Fierro Fundido o marco y tapa de concreto y
acondicionada con el mismo material que el piso, cuando este es loseta o similar.
Para el caso de válvulas de interrupción de equipos de bombeo las válvulas serán de tipo
compuerta respetando las especificaciones técnicas antes expresadas.
Las válvulas deben ser de reconocida calidad y fabricadas de acuerdo a las Normas Técnicas
vigentes.

Válvulas Globo, se aplican las mismas especificaciones de las válvulas de interrupción.


Válvulas de retención o check, se aplican las mismas especificaciones de las válvulas de
interrupción. Estas válvulas permiten un solo sentido del flujo de agua en la red.

162
Municipalidad Provincial de Fajardo

Las uniones universales serán de fierro galvanizado y se instalarán dos uniones universales
por cada válvula en piso o pared.
Válvulas flotadoras, serán de bronce, uniones roscadas de trabajo regulable con varillas de
bronce y flotadores de espuma plástica o similar.
Válvulas de Pie, se colocarán válvulas de pie de bronce en las líneas de succión señaladas en
los planos.
Válvulas para gas, son válvulas de corte y serán de tipo esféricas (válvula globo) de ¼” de
vuelta con tope y deberán ser aprobadas para el manejo de gas, serán de bronce y deberán
soportar una presión mínima 150lbs/pulg2 (150psi).

Materiales a utilizar en la partida


Pintura base zincromato, tubería de fierro galvanizado de 2’’, unión de fierro galvanizado de 2’’
y codo de fierro galvanizado de 2’’
Cinta teflón, niple de fierro galvanizado de ½’’ x 1 ½’’, unión universal de fierro galvanizado de
½’’, válvula compuerta de bronce ½’’, unión universal de fierro galvanizado de 1 ½’’, unión
universal de fierro galvanizado de 2’’, válvula compuerta de bronce de 2’’.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Esta partida consiste en el suministro y colocación de tubería de fierro galvanizado a lo largo de
la red del sistema de agua potable, en los lugares, con los diámetros y con la capacidad de
resistir las presiones que se indican en las memorias de cálculo.
Los materiales a emplearse serán en todos los casos de mejor calidad dentro de la respectiva
clase y de marca reconocida y aceptada por la Supervisión, provistos de sello de garantía.
Siendo el Contratista el único responsable por la calidad de los mismos.
Las válvulas de compuerta serán de fierro fundido dúctil ya sea bridada o de unión campana,
según se indique en los planos respectivos, el resto de accesorios, tees, cruces, codos hasta
los 110 mm serán de PVC y los accesorios de mayor diámetro serán de fierro fundido dúctil
bridado salvo se indique lo contrario y sea aprobado por el Ingeniero Supervisor y de clase
especificada en los planos respectivos.

Controles
a) Controles técnicos
Control de calidad y pruebas de la instalación.
b) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Acabado.

Aceptación de los trabajos


a) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad. La instalación se somete a prueba de carga.

b) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.

c) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con las
especificaciones designadas incluidos las camas de material requerido para la instalación
de tubería.
Las válvulas deben encontrarse instaladas en los lugares designados en los planos de la
construcción, mostrando una efectiva instalación y un correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago:


El pago se hará por metros lineal "m" y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en obra.

El pago de "válvula" se hará por unidad "und" y precio unitario definido en el presupuesto y
previa aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en obra.

UNIDAD DE
CODIGO PARTIDA DE PAGO
PAGO
VALVULA COMPUERTA DE BRONCE
01.03.07 und
1/2"
VALVULA COMPUERTA DE BRONCE
01.03.08 und
1"
VALVULA COMPUERTA DE BRONCE
01.03.09 und
1"
01.03.01
VALVULA CHECK DE BRONCE DE 2” umd
0

4.5.4.2. Válvula Compuerta De Bronce ¾”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.2.1.

4.5.4.3. Válvula Check de Bronce ¾ ”

164
Municipalidad Provincial de Fajardo

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.2.1.

4.5.4.4. Válvula Flotadora de ½”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.2.1.

4.5.4.5. Válvula Flotadora de 3/4”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.2.1.

4.5.5. PIEZAS VARIAS

4.5.5.1. Caja Prefabricada

Descripción.
Las cajas donde se instalan las válvulas, estas son espacios reducidos ubicadas en los
ambientes como baños, cocina y lavandería. Comúnmente son utilizados de emergencia o para
un mejor manejo de la conducción del agua

Materiales a utilizar en la partida


Arena fina, cemento portland TIPO I, porcelana blanca y mayólica de color azulejo o blanco.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Se realiza espacios reducidos de tipo nicho revestido con mayólica o madera de medidas
internas de 0.08x0.20x0.20m (según planos de detalles de diseño del proyecto) instalado en
muro de los servicios higiénicos o en otro lugar donde sea pertinente y se indique su ubicación
en los planos. Las cajas de madera prefabricadas o nichos revestidos con madera contaran con
tapa y los nichos revestidos con mayólica no tendrán tapa ambos nichos quedaran al ras de
muro. Así mismo, la caja revestida con mayólica (sin tapa) para la válvula globo para gas será
de medidas internas 0.08x0.20x0.20m (según planos de detalles de diseño del proyecto).
La caja de válvulas o caja bypass de agua potable serán de concreto fc=175kg/cm2 y tendrán
por medidas internas 0.30x0.60m, se construirán según planos de detalles de diseño del
proyecto y en lugares que se indiquen. Las paredes y el fondo de esta caja serán tartajeadas
con mortero 1:3 cemento-arena en un espesor 1/2”.

Medición y forma de pago


La unidad de medida será por “und” (unidad).
El pago de “caja” se hará por unidad “und” y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién velará por la correcta construcción e instalación en obra.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

UNIDAD DE
CODIGO PARTIDA DE PAGO
PAGO
CAJA EN NICHO DE MAYOLICA PARA
01.03.13 und
VALVULA
01.03.14 CAJA BYPASS DE CONCRETO und

4.5.5.2. Gabinete 80x60x18 cm C/Mang. Nitrilo 1 ½”x30 m

Descripción
Son gabinetes equipados con Válvulas de 1 1/2” y están destinados para el uso de los
ocupantes o para el uso de los bomberos y personal entrenado en incendios de pequeña y
mediana magnitud.

Materiales a utilizar en la partida


Los accesorios a incluirse en el gabinete son: hacha, barreta, llaves de ajuste mangueras.
El Gabinete será metálico para equipos contra incendio fabricado en lámina calibre 20,
procesado en pintura base anticorrosiva de color rojo. Provisto con marco en lámina, chapa
universal. Acorde a la Norma NTC.
Manguera de 1 ½” x 100 pies (30 metros) chaqueta individual tipo industrial, elaborada en
caucho sintético y resistente. Viene con acoplamientos de aluminio.
Incluye 01 pitón para manguera de 1 ½”.

Equipos
Herramientas manuales

Medición y forma de pago:


La unidad de medida es (und)
El pago se hará por unidad “und” y precio unitario definido en el presupuesto y previa
aprobación del supervisor quién velará por la correcta construcción e instalación en obra.

4.5.6. ALMACENAMIENTO DE AGUA Y OTRAS INSTALACIONES

4.5.6.1. Cisterna – Accesorios 1”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.2. Cisterna – Accesorios 1 1/4”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.3. Cisterna – Accesorios 1 1/2”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

166
Municipalidad Provincial de Fajardo

4.5.6.4. Cisterna – Accesorios 2”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.5. Tanques Eternit 1.0 m3

Definición:
Consiste en la provisión, instalación y puesta en marcha de 03 electro bomba de 3 HP, con
marca de fábrica y presión estampadas en bajo o alto relieve en el cuerpo de la electrobomba
distribuidos de la siguiente forma:
02 Electrobombas que se ubican en el primer nivel contiguo al tanque cisterna, cumple la
función de succionar el agua desde el tanque cisterna e impulsarlo hasta el tanque elevado
según los planos. Mencionando que la electrobomba trabaja con el tablero alternador
01 Electrobomba ubicado debajo del tanque elevado en el tercer nivel de los servicios
higiénicos contiguo al Módulo 2, cuya finalidad es la de elevar la presión de servicio de agua
potable a todo el sistema de distribución.
La electrobomba debe ser de reconocida calidad y fabricada de acuerdo a las Normas Técnicas
vigentes y su instalación estará a cargo de personal especializado de preferencia de la
empresa proveedora.
Incluye todo los accesorios como codos, adaptadores, reducciones, válvulas y otros necesarios
para su funcionamiento

Material a utilizar en la partida


Abrazadera de fierro galvanizado 2’’, sistema de llenado y control de agua, unión flexible de 2’’,
tapón cerrado 2’’, cinta teflón, tubería de fierro galvanizado de 2’’, tubería de fierro galvanizado
de 1 ½’’, codo de fierro galvanizado de 1 ½’’ x 90°, codo fierro galvanizado de 2’’ x 90°, codo
fierro galvanizado de 2’’ x 45°, tee de fierro galvanizado de 2’’ x 2’’, unión universal de fierro
galvanizado de 1 ½’’, unión universal de fierro galvanizado de 2’’, tapón hembra de fierro
galvanizado de 2’’, válvula flotadora de 2’’, válvula compuerta de bronce 1 ½’’, válvula
compuerta de bronce 2’’ y válvula check de bronce 2’’

Equipos
Herramientas manuales, electrobomba 3 HP y tablero de control para bomba aletrina de 3 HP.

Modo de ejecución
Los tanques de agua se instalaran en lugar mostrado en los planos con la evaluación previa del
supervisor. Primeramente se tendrá verifica los accesorios del tanque, el traslado del material
debe ser con mucho cuidado y brindado seguridad tanto al personal como del material. El lugar
debe estar señalizado, marcado para poder realizar la instalación.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Controles
a) Controles técnico.
Control de calidad.
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
El material deberá contar con certificación que garantice el ISO 9001.

b) Controles de ejecución.
El área de trabajo señalizado, la excavación debe contar con las dimensiones como ordena
los planos.

c) Controles de geométricos o de terminado.


La instalación no deberá presentar fugas, debe satisfacer las expectativas que se planteó.
Todo esto con la fiscalización y aprobación de la parte técnica.

Medición:
La unidad de medida será de manera Global

Forma De Pago
El pago se hará por Unidad y precio unitario definido en el presupuesto.

4.5.6.6. Tanques-Accesorios ½”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.7. Tanques-Accesorios ¾”
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.8. Tanques-Accesorios 1”
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.9. Tanques-Accesorios 1 ¼”
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.5.6.10. Tanques-Accesorios 1 ½”
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

168
Municipalidad Provincial de Fajardo

4.5.6.11. Tanques-Accesorios 2”
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.6.1.1.

4.6. SISTEMA DE AGUA DE LLUVIA

4.6.1. TUBERIA DE PVC SAL 3” P/LLUVIAS

Descripción.
Según indique los planos se empleará tuberías de Policloruro de Vinilo (PVC), para una presión
de trabajo de 150 libras por pulgada cuadrada y uniones roscadas.
Los accesorios en redes exteriores o interiores serán de PVC tipo roscado Clase 10 con
uniones rascadas, salvo en las tuberías expuestas que serán de fierro galvanizado donde los
accesorios serán de fierro galvanizado.
La unión entre tubos y accesorios roscados será empleando como impermeabilizante la cinta
teflón, no admitiéndose el uso de pintura en la unión, ni el uso de pabilo y ni el empleo de
ningún tipo de pegamento.
Las tuberías y accesorios de PVC SAP para las instalaciones sanitarias de abastecimiento de
agua deberán cumplir las Normas Técnicas Nacional vigente.

Material a utilizar en la partida


Tubería PVC-SAP 4’’ x 3 m, reducción PVC desagüe SAP de 4’’ a 2’’ y pegamento para tubería

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución
La Red de Tubería debe ser colocada en línea recta llevando una mínima pendiente, evitando
que sea instalada siguiendo la topografía del terreno si éste es accidentado o variable.
La tubería debe ser instalada teniendo en cuenta el sentido del flujo del agua, debiendo ser
siempre la campana opuesta al sentido de circulación del agua taludes de la zanja, debiendo
cuidar esto con una sobrecama de arena gruesa o material seleccionado, dejando libres solo
las uniones de la tubería.

Controles
a) Controles técnico.
Control de calidad.
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.

169
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c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Pruebas de nivelación y alineamiento
Las pruebas se efectuarán empleando instrumentos topográficos de preferencia nivel.
Se considera pruebas no satisfactorias de nivelación de un tramo cuando:
a. Para pendiente superior a 10 o/oo, el error máximo permisible no será mayor que la suma
algebraica ± 10 mm medido entre 2 (dos) o más puntos.
b. Para pendiente menor a 10 o/oo, el error máximo permisible no será mayor que la suma
algebraica de ± la pendiente, medida entre 2 (dos) o más puntos.
Pruebas hidráulicas
No se autorizará realizar la prueba hidráulica con relleno compactado, mientras que el tramo
de desagüe no haya cumplido satisfactoriamente la prueba a zanja abierta.
Estas pruebas serán de dos tipos: la filtración cuando la tubería haya sido instalada en
terrenos secos sin presencia de agua freática y, la de infiltración para terrenos con agua
freática.

b) Controles de ejecución.
El área de trabajo señalizado, la excavación debe contar con las dimensiones como ordena
los planos.

c) Controles de geométricos o de terminado.


La instalación no deberá presentar fugas, la pendiente y la excavación del terreno debe
contemplar lo expuesto en los planos. La supervisión verifica y aprueba los trabajos
concluidos.
Medición y forma de pago:
El pago de "tubería con sus accesorios" se hará por metros lineal "m" y precio unitario definido
en el presupuesto y previa aprobación del supervisor quién velará por la correcta instalación en
obra.

4.6.2. SUMIDERO DE BRONCE ROSCADO 3”

Definición
Esta partida comprende el suministro e instalación de los registros de bronce según el diámetro
correspondiente, incluyendo todos los accesorios necesarios. En los lugares señalados por los
planos, se colocaran registros para la inspección de la tubería de desagüe.
Estos registros serán de cuerpo de bronce y tapa roscada herméticamente.

170
Municipalidad Provincial de Fajardo

Se instalaran al ras del piso terminado, en sitio accesible para poder registrar.

Materiales a utilizar en la partida


Tubería PVC-SAP 4’’ x 3m, codo PVC-SAP 4’’ x 90°, trampa “P” PVC SAL de 4’’, pegamento
para tubería PVC y sumidero cromado roscado de 4’’.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Serán de bronce para colocarse en los tubos o conexiones con tapa roscada e irán al ras de los
pisos acabados, cuando las instalaciones serán empotradas y se indiquen en el plano registro
de piso. Para tuberías expuestas, los registros serán de bronce con tapa roscada “con dado
“para ser accionado con una herramienta.

Controles
d) Controles técnicos
Control de calidad de los materiales.
e) Controles de ejecución
Condiciones iniciales y de seguridad.
f) Controles de geométricos o de terminado
Acabado.

Aceptación de los trabajos


d) Basados en el control técnicos.
Los materiales serán verificados por el personal técnicos, que deberán ser de marcas
certificadas que garanticen la calidad.
e) Basados en ejecución
El área de instalación debe encontrarse limpias y contar con los aspectos técnicos
requeridos.

f) Controles en los controles de geométricos o de terminado.


Serán verificadas por el supervisor, todas las instalaciones deben cumplir con las
especificaciones designados.
Unidad De Medición
La unidad de medida del registro de bronce será la unidad (UND)

Forma De Pago

171
Municipalidad Provincial de Fajardo

El pago se hará por unidad de medida y precio unitario definido en el presupuesto, y previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra

4.6.3. SALIDA DESAGUE DE PVC SAP3”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.6.4.

4.6.4. REGISTRO DE BRONCE ROSCADO DE PISO 3”

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.6.2.

4.6.5. CODO PVC SAL 3”X90

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.4.6.2.

4.7. VARIOS
4.7.1. EXCAVACIÓN MANUAL

Definición:
Entiéndase como material suelto, cuya remoción sólo requiere el empleo de mano de obra. La
excavación manual comprende el corte del terreno marcado, para fines competentes a la obra.

Materiales a utilizar en la partida

Pico, lampa, carretilla y yeso.

Equipos

Herramientas manuales

Modo de ejecución
Comprende los trabajos de corte en forma manual en material suelto de ancho de 0.70m. y una
altura promedio de 3.00 m.
El corte se realizará hasta alcanzar las profundidades indicadas en los planos, hasta encontrar
material adecuado y considerando para dichos fines el estudio de mecánica de suelos.
Los materiales provenientes de la excavación que presenten buenas características para uso
en la construcción, serán reservados para colocarlos posteriormente.
Los materiales de excavación que no sean utilizables deberán ser colocados, donde lo indique
el proyecto o de acuerdo con las instrucciones del supervisor, en zonas aprobadas por éste.

172
Municipalidad Provincial de Fajardo

No es conveniente efectuar la apertura de zanjas con mucha anticipación al tendido de la


tubería, para evitar posibles inundaciones, reducir la posible necesidad de entibar los taludes
de zanja así como evitar accidentes.

 Es importante tener en cuenta que la dirección de la instalación de un sistema de


alcantarillado debe ser precisa y estar de acuerdo a los planos del proyecto, teniendo
en cuenta la rugosidad necesaria que se debe tener en el alineamiento y la nivelación.

 La inclinación de los taludes de la zanja deben estar en función de la estabilidad de los


suelos (Niveles freáticos altos, presencia de lluvias, profundidad de excavaciones y el
ángulo de reposo del material) y su densidad a fin de concretar la adecuada
instalación.

Controles
a) Controles técnico.
Ninguno
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Ninguno.
b) Controles de ejecución.
El área de trabajo señalizado. Los trazos marcadas en la superficie de los terrenos claros y
visibles.
c) Controles de geométricos o de terminado.
La supervisión encargada verificara las dimensiones y el perfilado de la excavación.

Medición y forma de pago


El volumen total de corte se obtiene sumando todos los cortes realizados. Este volumen se
obtendrá multiplicando largo por ancho por altura de corte o la geometría que le corresponda.
Se computarán en partidas separadas aquellos cortes que exijan un trabajo especial debido a
la calidad y condiciones del terreno, así como los que tuviesen problemas de presencia de
aguas subterráneas o de alguna otra índole que no permitan la ejecución normal de esta
partida
La unidad de medida es en metros cúbicos (m3).

Forma de Pago

173
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los trabajos ejecutados se medirán en metros cúbicos (m3), aplicando el precio unitario
respectivo, entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total (mano de
obra, herramientas, leyes sociales, impuestos y cualquier otro insumo o suministro que sea
necesario para la ejecución del trabajo).

4.7.2. RELLENO Y COMPACT. MANUAL C/MAT. ZARANDEADO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 2.4.2.

4.7.3. RELLENO Y COMPACT. MANUAL C/MAT. PROPIO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 2.4.1.

5. INTALACIONES ELÉCTRICAS

5.1. SALIDAS PARA ALUMBRADO

5.1.1. Salida para centros de luz c/cableL SOH 2X2.5mm2 (14) + pvc sel

Definición
Se refiere a la instalación del interruptor unipolar simple de control de alumbrado en la
ubicación mostrada en el plano.

Materiales a utilizar en la partida

 Cable TW 4mm²

 Placa de aluminio anodizado de una abertura.

 Dado pesado interruptor 15A – 220V.

 Caja rectangular pesado 100x55x50mm de FoGo.

 Pegamento para tubería PVC.

 Cinta aislante.

 Tubería PVC SAP 20mm,3 M

 Curva PVC SAP ELECT. DE 20 mm

 Conector a caja PVC SAP ELECT. DE 20 mm

 Unión simple PVC SAP ELECT. DE 20 mm

Equipos

174
Municipalidad Provincial de Fajardo

Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared, al cual se le
adicionará el ensamble del interruptor unipolar con placa metálica.
Todo el trabajo deberá ser de primera clase y de acuerdo con la mejor práctica, empleándose
equipos y herramientas adecuados de primer uso y de la mejor calidad.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.

175
Municipalidad Provincial de Fajardo

Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna


especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición y forma de pago


La unidad de medida será por punto (pto)

El pago de estos trabajos se hará por punto, cuyos precios unitarios se encuentran definidos en
el presupuesto. El Supervisor velará permanentemente durante el desarrollo de la obra, hasta
su culminación por la calidad de los materiales y de los trabajos realizados.

5.1.2. Salida para Tomacorriente con Pozo a Tierra

Definición
Para construcción del pozo de tierra del Tipo P2 cuya resistencia sea menor de 5 Ohmios, se
requiere de los siguientes materiales:

 01 Electrodo de cobre de 19mm~ x 2.40metros


 02conectores de cobre para fijar cable de interconexión con tablero general con el
electrodo de cobre y el espiral de cobre.
 01 caja de registro de concreto con tapa (la misma que debe llevar la simbología de
puesta a tierra y pintado de color amarillo).
 03 m3 de tierra vegetal o tierra de cultivo debidamente cernido. 15 m cable desnudo de
50 mm2.
 02 Sales Químicas similar a THOR-GEL.

En referencia a las Sales Químicas, se caracteriza por tener una naturaleza coloidal, que forma
una malla tridimensional micelar, en cuyo espacio vacío puede ser atravesados por ciertas
moléculas, pero no por otras, esto lo convierte en una especie de reservorio acuífero. Las sales
llenan los espacios intersticiales dentro del pozo, constituyendo una excelente conexión
eléctrica entre el terreno de cultivo reemplazado y el electrodo, asegurando una conductividad
permanente. Esta condición se ira perdiendo con el tiempo (4 años), siendo posible reactivar el
pozo a tierra, adicionando por disolución nuevamente los compuestos químicos que vienen en
una dosis.

La dosis química reduce el Ph del terreno y contiene sustancias anticorrosivos por lo que la
vida media de la puesta a tierra será de 20 años, manteniéndola cada 04 años, en donde su
reactivación exige un reemplazo total de su componente lo que significaría hacer un nuevo
pozo.

176
Municipalidad Provincial de Fajardo

Para la elaboración del pozo a tierra se excavará un hoyo de 2.80m de profundidad por 1.0m
de diámetro. Luego se elabora un espiral (elaborado con cable de 50 mm2 y un radio de 15 cm)
y se instala el electrodo de puesta a tierra en el centro por medio de los conectores.; el conjunto
se instalara en medio del pozo y se rellenará con tierra vegetal cernida y compactada cada
30cm, al llegar a la mitad del pozo se aplicará el primer tratamiento con dos dosis de sales
minerales THORGEL o similar, la segunda dosis se aplicará al final de la construcción del pozo,
de tal manera que se obtenga una resistencia inferior a 5 Ohmios, en caso de no obtenerse la
medida, se aplicará más dosis de las sales químicas hasta un máximo de 03 dosis por m3. En
caso de no obtenerse la medida se construirá otro pozo a tierra, a fin de obtenerse la medida
solicitada.

MÉTODO DE MEDICIÓN:
La unidad de medida será por unidad (und)

FORMA DE PAGO:
El pago de estos trabajos se hará por unidad, cuyos precios unitarios se encuentran definidos
en el presupuesto. El Supervisor velará permanentemente durante el desarrollo de la obra,
hasta su culminación por la calidad de los materiales y de los trabajos realizados.

5.1.3. CAJAS DE PASE DE 300X300X100MM

Definición
Se refiere a la instalación de las cajas rectangulares de fierro galvanizado que se muestran en
el plano.

Materiales a utilizar en la partida


Caja de pase galvanizada pesada de 300x300x100mm.
El contratista suministrará e instalará la caja de FoGo empotrada en el muro de acuerdo a las
Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos indicados en el Expediente.
El trabajo se ejecutará utilizando las herramientas y los equipos adecuados.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared.

177
Municipalidad Provincial de Fajardo

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.
Unidad de Medida y forma de pago
Unidad de Medida: Pieza (PZA.).
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de cajas mostradas en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación
5.1.4. Salida Para Interruptor Simple

178
Municipalidad Provincial de Fajardo

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.1.5.

5.1.5. Salida Para Interruptor Doble

Definición
Se refiere a la instalación del interruptor doble de control de alumbrado en la ubicación
mostrada en el plano.

Materiales a utilizar en la partida

 Cable TW 4mm²

 Placa de aluminio anodizado de dos aberturas

 Dado interruptor unipolar.

 Caja rectangular pesado de FoGo.100x55x50mm

 Pegamento para tubería PVC.

 Cinta aislante.

 Tubería PVC SAP p/ inst. elect. de 15 mm,3 M

 Curva PVC SAP p/ inst. elect. de 15 mm

 Conector a caja PVC SAP p/ inst. elect. de 15 mm

 Unión simple PVC SAP elect. de 20 mm

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos

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Municipalidad Provincial de Fajardo

a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición
La unidad de medida será por punto (pto)

Forma de pago:
El pago de estos trabajos se hará por punto, cuyos precios unitarios se encuentran definidos en
el presupuesto. El Supervisor velará permanentemente durante el desarrollo de la obra, hasta
su culminación por la calidad de los materiales y de los trabajos realizados.
5.1.6. Salida Para Interruptor Triple
Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.1.5.

5.1.7. Salida para Interruptor de Conmutación

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.1.5.

5.2. SALIDA PARA COMUNICACIONES Y SEÑALES.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

5.2.1. Salida Para Timbre.

Definición
Se refiere a la instalación del interruptor unipolar simple de control de alumbrado en la
ubicación mostrada en el plano.

Materiales a utilizar en la partida


Alambre negro N°16, tubería PVC-SEL ¾’’, curvas PVC-SEL ¾’’, uniones PVC-SEL ¾’’,
conexiones PVC-SEL ¾’’, timbre zumbador, interruptor pulsador timbre, placa ciega modus,
caja rectangular fierro galvanizado y alambre TW 2.5 mm2.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared.
Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

181
Municipalidad Provincial de Fajardo

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Unidad De Medida
Unidad de Medida: Punto (PTO.).
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de puntos considerados en el plano.

Condiciones De Pago
El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación. Se pagará de acuerdo
al precio unitario indicado en el contrato.

5.1.4. Salida Para Internet.

Definición
Se refiere a la instalación del interruptor unipolar simple de control de alumbrado en la
ubicación mostrada en el plano.

Materiales a utilizar en la partida

 Cable TW 4mm².

 Placa de aluminio anodizado de una abertura.

 Dado pesado interruptor 15A – 220V.

 Caja rectangular pesado 100x55x50mm de FoGo.

 Pegamento para tubería PVC.

 Cinta aislante.

 Tubería PVC SAP 20mm, 3 M.

 Curva PVC SAP ELECT. DE 20 mm

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Municipalidad Provincial de Fajardo

 Conector a caja PVC SAP ELECT. DE 20 mm

 Unión simple PVC SAP ELECT. DE 20 mm.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros

183
Municipalidad Provincial de Fajardo

contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de


acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición
La unidad de medida será por punto (pto).

Forma de pago:
El pago de estos trabajos se hará por punto, cuyos precios unitarios se encuentran definidos en
el presupuesto. El Supervisor velará permanentemente durante el desarrollo de la obra, hasta
su culminación por la calidad de los materiales y de los trabajos realizados.

5.3. ALIMENTADORES Y CABLES

5.3.1. Alimentador Cable N2xy 3-1x95 Mm2

Definición
Se refiere a la instalación del alimentador cable de control en la ubicación mostrada en el plano.

Materiales a utilizar en la partida


Cinta señalizadora color amarillo y cable N2xy 3-1x95 mm2.

Equipos
Herramientas manuales.

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos, cableando los conductores de
cobre en el conjunto de tuberías PVC SAP y caja metálica empotrado en pared.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

184
Municipalidad Provincial de Fajardo

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición y forma de pago


Unidad de Medida: metros (m)
El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación. Se pagará de acuerdo
al precio unitario indicado en el contrato.

5.1.4. Alimentador Cable Nyy 3-1x4mm2+Cable Tw 1x4 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.5. Alimentador Cable Nyy 3-1x6mm2+Cable Tw 1x4 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.6. Alimentador Cable Nyy 3x10mm2+Cable Tw 1x6 mm2

185
Municipalidad Provincial de Fajardo

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.7. Alimentador Cable Nyy 3-1x10mm2+Cable Tw 1x6 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.8. Alimentador Cable Nyy 2-1x4mm2+Cable Tw 1x4 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.9. Alimentador Cable Nyy 2-1x6mm2+Cable Tw 1x6 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.10. Alimentador Cable LSOH 2x2.5mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.1.11. Alimentador Cable LSOH 2x4mm2+Cable Tw 1x4 mm2

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.4. CANALIZACION Y/O TUBERIAS

5.4.1. Tubería Pvc-Sap C-10 D=48MM

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.4.2.

5.4.2. Tubería Pvc-Sap C-10 D=33MM

Definición
Se refiere a la instalación de las tuberías por donde irán los cables de acuerdo a la distribución
mostrada en el plano.

Materiales

 Tubería PVC SAP E/C 20mm,3 M

 Curva PVC SAP P/INST.ELECT. de 20 mm

 Unión simple PVC SAP P/INST.ELECT. de 15 mm

 Pegamento para PVC

Ver especificación técnica de materiales en Anexo 1

186
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Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos (ver Anexo 2), El conjunto de
tuberías PVC-P indicados en los planos, serán instaladas empotradas o adosadas según se
especifique de acuerdo al recorrido indicado en el plano.

Las tuberías que vayan directamente enterrados en el suelo, serán protegidas con un dado de
concreto pobre.

Las tuberías adosadas irán con grapas de doble oreja ó colgadores respectivos.
Todo el trabajo deberá ser de primera clase y de acuerdo con la mejor práctica, empleándose
equipos y herramientas adecuados, de primer uso y de la mejor calidad.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
En este punto se refiere a la provisión e instalación de la red de energía eléctrica desde el
punto de toma hasta los receptáculos de aprovechamiento, según las características
especiales del proyecto indicadas en los planos correspondientes.
Las especificaciones técnicas generales establecen el uso de las normas de construcción
vigentes en todo el contexto nacional.

187
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c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros
contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de
acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición y forma de pago


Unidad de Medida: Metro lineal (M.)
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de metros lineales considerados en
el plano.
El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación. Se pagará de acuerdo
al precio unitario indicado en el contrato.

5.4.3. Tubería PVC SEL D=20mm

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.4.2.

5.5. TABLEROS

5.5.1. Tablero General

Definición
Este ítem se refiere al colocado, conexión y puesta en funcionamiento de tableros metálicos
herméticos de control y sus respectivos disyuntores termo magnéticos para su correcto
funcionamiento, ubicado en los distintos niveles de ambos bloques de la edificación.

Materiales
Interruptor termomagnético 2x20 A., 3x20 A, 2x32 A, 2x15 Amp, interruptor diferencial 2x20-
30mA y tablero gabinete metal barra bronce 12 polos.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida

188
Municipalidad Provincial de Fajardo

El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos (ver Anexo 2), El conjunto de
tuberías PVC-P indicados en los planos, serán instaladas empotradas o adosadas según se
especifique de acuerdo al recorrido indicado en el plano.
Las tuberías que vayan directamente enterrados en el suelo, serán protegidas con un dado de
concreto pobre.
Las tuberías adosadas irán con grapas de doble oreja ó colgadores respectivos.
Todo el trabajo deberá ser de primera clase y de acuerdo con la mejor práctica, empleándose
equipos y herramientas adecuados, de primer uso y de la mejor calidad.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.

Los tableros de distribución eléctrica y sus componentes, deberán ser diseñados,


fabricados, ensamblados, instalados y probados, de conformidad con las especificaciones
técnicas descritas en esta sección.

Todos los materiales que se usen en la construcción de los tableros y sus componentes,
deberán ser nuevos y libres de defectos.

Todos los tableros que el proveedor suministre, instale y deje en operación en el


Datacenter, deberán de quedar cableados a su capacidad final.

El oferente debe incluir en la oferta, un documento de características garantizadas para


cada uno de los puntos especificados en estas especificaciones, donde se indique
claramente si cumple o no con cada una de las características solicitadas. La no inclusión
de este documento, equivale a la descalificación del proceso de evaluación y adjudicación.

189
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Cumplimiento De Normas Y Estándares De Referencia

El diseño, fabricación, pruebas e instalación de los tableros y sus componentes, deberán


de cumplir con la última edición de los códigos y normas que se indican a continuación:

Tableros Switchgear:

 ANSI-C37.20.
 ANSI-C37.13.
 ANSI-C37.17.
 ANSI C37.90.1.
 NEMA SG-5.
 NEMA SG-3.
 ANSI/IEEE C62.41.
 Estándar UL-1283.

Tableros Switchboard:

 Estándar UL-891.
 Estándar UL-1332.
 Estándar UL-1449.
 Estándar NEMA PB-2.
 ANSI/IEEE C62.41.
 Norma ASTM B 117.
 NFPA 70 (Código Eléctrico Nacional).

Tableros livianos e industriales:

 Estándar UL-50 (gabinetes para equipo eléctrico).


 Estándar UL-67 (tableros de distribución).
 NEMA PB1.
 Federal Specification W-P-115B, tipo I clase I (interruptores para tableros de
distribución).
 NFPA 70 (Código Eléctrico Nacional).

c) Controles de geométricos o de terminado.


Las especificaciones técnicas generales serán inspeccionadas al finalizar la instalación, por
el supervisor de acuerdo a lo que se establecen en las normas de construcción vigentes.
Estas especificaciones se refieren fundamentalmente a las exigencias y normas de
instalación requeridas en esta aplicación, las cuales se complementarán con los cuadros

190
Municipalidad Provincial de Fajardo

contenidos en la descripción de los cálculos técnicos de las instalaciones eléctricas, de


acuerdo al Reglamento de instalaciones eléctricas.
Queda expresamente establecido que a la falta o la necesidad de creación de alguna
especificación para un ítem, este será redactado por el Supervisor de obra, debiendo el
Contratista obligarse a su absoluto cumplimiento.

Medición y forma de pago


Unidad de Medida: Metro lineal (M.)
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de metros lineales considerados
en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación. Se pagará de acuerdo
al precio unitario indicado en el contrato.

5.5.2. Tablero de Distribución Caja Metálica 8 Polos

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.5.1.

5.5.3. CONEXIONE AL SERVICIO PÚBLICO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.3.1.

5.6. Artefactos

5.6.1. Artefacto Fluorescente 2x36 W Incluye Equipo Y Pantalla

Definición
Artefacto rectangular para adosar con dos lámparas fluorescentes modelo NVR 2/36w de Josfel
o similar, con lámpara fluorescente de alta eficiencia de 36 w.

Materiales a utilizar en la partida


Artefacto Modelo NVR-A2TL36W DE JOSFEL p/ adosar.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


El contratista suministrará, instalará y ejecutará la conexión eléctrica del artefacto de
iluminación de acuerdo los procedimientos indicados en el Anexo2, para luego dejar en
funcionamiento a satisfacción del propietario
El trabajo se ejecutará utilizando las herramientas y los equipos adecuados.

191
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Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los artefactos se encuentran en buenas condiciones y correcto funcionamiento.
Medición y forma de pagar
Unidad de Medida: Pieza (PZA.).
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de artefactos mostrados en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación.

5.6.2. Artefacto Tipo Circular

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.6.1.

5.7. SISTEMA DE PUESTA A TIERRA

5.7.1. Pozo de Protección A Tierra

Definición
Es un pozo ejecutado en el suelo de dimensiones descritas por la parte técnica.

Materiales a utilizar en la partida

192
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Cinta aislante, alambre galvanizado N°16 y agregados de requerimiento en la instalación de un


poza a tierra.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución en la partida


El trabajo se ejecutará utilizando las herramientas y los equipos adecuados.
El contratista suministrará e instalará todos los materiales utilizados en esta partida de acuerdo
a las Especificaciones Técnicas de Procesos Constructivos.
Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los artefactos se encuentran en buenas condiciones y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Unidad de Medida: Unidad (UND.).
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de pozos indicados en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación.

193
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5.8. PRUEBAS ELECTRICAS

5.8.1. Pruebas de Aislamiento Y Resistividad


Definición
Se refiere a las pruebas de aislamiento y resistividad a realizar en las instalaciones eléctricas
luego de su ejecución antes de ser entregada la obra.

Materiales
Probador eléctrico y cinta aislante.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de ejecución de la partida


Por la característica de la partida a ejecutar, no se requiere el uso de materiales.

a) Pruebas de las medidas de protección contra Contactos Indirectos.


En las instalaciones con conductor de protección se verificará que dicho conductor y el de
puesta a tierra tengan por lo menos la sección exigida, sean correctamente instalados y
conectados en forma segura y que no estén conectados a las partes activas.
Que el conductor de protección esté correctamente conectado al tablero y tomacorrientes con
puesta a tierra. Que el conductor de protección no tenga algún elemento que interrumpa su
continuidad. Que los dispositivos de protección hayan sido correctamente instalados y
funcionen como se tiene previsto.

b) Medida de la Resistencia de Aislamiento


Antes de la colocación de los artefactos de alumbrado, tomacorrientes y demás equipos se
efectuarán pruebas de resistencia de aislamiento en la instalación involucrada. Valores de
aislamiento aceptables.-La resistencia, medida con Megohmetro y basada en la capacidad de
corriente permitida para cada conductor debe ser por lo menos:
Para circuitos de conductores de sección hasta 4 mm2: 1’000,000 de ohmios.
Para circuitos de conductores de secciones mayores de 4 mm2 de acuerdo a la siguiente tabla:

21 a 50 Amp. Inclusive 250,000 ohmios.

Los valores indicados se determinarán con todos los tableros de distribución, portafusibles,
interruptores y dispositivos de seguridad en su sitio

194
Municipalidad Provincial de Fajardo

Cuando estén conectados todos los portafusibles, receptáculos, artefactos, utensilios, la


resistencia mínima para los circuitos derivados que dan abastecimiento a estos equipos
deberán ser por lo menos la mitad de los valores indicados anteriormente.
Todo el trabajo deberá ser de primera clase y de acuerdo con la mejor práctica, empleándose
equipos (instrumentos de medición como el megohmetro y el multímetro) y herramientas
adecuados, de primer uso y de la mejor calidad.

Medición y forma de pago


Unidad de Medida: Global (GLB.).
Norma de Medición: El global comprende todas las herramientas, instrumentos para realizar las
pruebas de acuerdo a las instalaciones efectuadas, los sistemas y tableros involucrados que se
indican en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación.

5.9. SISTEMA DE LUZ DE EMERGENCIA

5.9.1. Artefacto de Iluminación de Emergencia a Batería

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 05.06.01

5.10. EQUIPOS ELECTRICOS Y MECANICOS

5.10.1. Instalaciones Mecánicas

5.10.1.1. Salida Para Elevadores

Definición

Hay elevadores de minusválidos para escaleras, donde se instalan al lado de la pared del
edificio, por lo que hay un espacio especial para poner una silla para poder subir al
minusválido, y la otra parte de la escalera deja un espacio libre para poder subir a pie.

Los elevadores de sillas de ruedas son una gran ayuda para los discapacitados, ya que ayudan
a evitar escaleras y son muy fáciles de instalar.

Además estas sillas vienen con sistemas de protección para mayor seguridad, aunque es un
sistema muy seguro. Este es uno de los tipos de elevadores para minusválidos y se pueden
instalar en cualquier sitio.

Materiales
Sistema del elevador y accesorio.

195
Municipalidad Provincial de Fajardo

Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del raíl por donde se va a desplazar la silla, puede instalarse en la pared o en los
peldaños de la escalera.

Si se fijan en los peldaños, se utilizaran un tipo de material u otro, dependiendo si son de


madera, granito, etc, para que sea más resistente.

También se pueden instalar en los exteriores de una vivienda este modelo de sillas
salvaescaleras, aunque son modelos diferentes, ya que resisten la lluvia y otros factores
climáticos.

No requieren de mantenimiento, aunque si usted lo desea puede consultarlo con la empresa


instaladora, que pasen cada cierto tiempo a revisar la instalación.

Si en su vivienda sus escaleras son en forma de curva, no se preocupe porque también se


pueden instalar una silla salvaescaleras, ya que existen raíles para adaptarse a este modelo de
escaleras.

En algunos modelos las sillas son giratorias, por lo que es más fácil para el usuario sentarse o
levantarse de ella, sólo tiene que pedírselo a la empresa instaladora.

No dude en preguntar cualquier cuestión sobre este tipo de instalaciones, para que todo quede
como usted quiera, como tiempo de instalación, precio, tipos de sillas salvaescaleras o
cualquier otra consulta que usted quiera hacerles.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a

196
Municipalidad Provincial de Fajardo

emplear.

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los artefactos se encuentran en buenas condiciones y correcto funcionamiento

Medición y forma de pago


Unidad de medida.- Unidad (Unid)

Previa inspección del correcto desarrollo de los trabajos descritos, se procederá a valorizar la
cantidad de piezas instaladas para poder así realizar los pagos correspondientes a esta partida.

5.10.1.2. Pararrayos

Definición
Pararrayo no radiactivo PDC (modelo Ingesco PDC 6.3 o superior) con dispositivo de cebado
no electrónico, con radio de protección (Nivel IV) no menor a 60 m (h=8m) normalizado según
la norma UNE 21.186 con certificado de funcionamiento.

Materiales
Sistema de pararrayos y accesorio.

Equipos
Herramientas manuales

Modo de Ejecución de la partida

 Se instalará en la parte más alta del edificio, Donde se realizara el izado mástil de 6m
de FºG con su respectiva base de acero, donde se colocará el pararrayo con su
respectivo aislador en la punta

 Se realizara la conexión del conductor desnudo de 50 mm2 con sus respectivos


aisladores distanciador para luego ser entubado desde 3 m sobre del nivel del piso en
tubo FºGª 3”Ø hasta el piso para luego ser conectado a su respectivo pozo a tierra

Controles
d) Controles técnico.
Calidad del material

197
Municipalidad Provincial de Fajardo

e) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
f) Controles de geométricos o de terminado. Acabados.

Aceptación de los trabajos


d) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en la instalación eléctrica deberán ser de primera calidad
y antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de artefactos y accesorios a
emplear.

e) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad.

f) Controles de geométricos o de terminado.


Los artefactos se encuentran en buenas condiciones y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Unidad de medida.- Unidad (Unid)
Previa inspección del correcto desarrollo de los trabajos descritos, se procederá a valorizar la
cantidad de piezas instaladas para poder así realizar los pagos correspondientes a esta partida.

5.12. MOVIMIENTO DE TIERRAS

5.12.1. Excavación Manual

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 4.9.1.

5.12.2. Relleno y Compact. Manual c/mat. Propio

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 5.12.2

5.12.3. Acarreo Interno de Mat. Procedente de Exc.

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 1.3.1.

198
Municipalidad Provincial de Fajardo

6. QUIPAMIENTO

6.1. ACUMULADOR DE ENERGÍA UPS

Definición
Gracias a sus baterías u otros elementos almacenadores de energía, puede
proporcionar energía eléctrica por un tiempo limitado y durante un apagón eléctrico a todos los
dispositivos que tenga conectados. Otras de las funciones que se pueden adicionar a estos
equipos es la de mejorar la calidad de la energía eléctrica que llega a las cargas, filtrando
subidas y bajadas de tensión y eliminando armónicos de la red en el caso de usar corriente
alterna.
Materiales
UPS APC Smart-UPS 1500va

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la

199
Municipalidad Provincial de Fajardo

presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.2. REPETIDOR WIRELESS 300MB

Definición
El extensor de cobertura inalámbrico N a 300 Mb/s TL-WA830RE de TP-LINK está diseñado
para ampliar la cobertura y mejorar el nivel de señal de una red inalámbrica existente,
eliminando las zonas muertas sin señal. El TL-WA830RE combina las tecnologías inalámbricas
N más avanzadas con un alto nivel de seguridad y una amplia compatibilidad. El TL-WA830RE
le permite mantener intacta su actual red inalámbrica al mejorar considerablemente la cobertura
de ésta. De este modo, podrá disfrutar de la libertad de acceder a Internet en todo momento
desde cualquier punto de su hogar, un hotel o una pequeña oficina sin tener que preocuparse
por problemas de cobertura.

Materiales a utilizar en la partida


Adaptador TP-LINK powerline 300 mbps TI-WPA 4220 KIT

200
Municipalidad Provincial de Fajardo

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
b) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.3. RECEPTORAS DE SEÑAL INALÁMBRICA

Definición
La antena A2 por su lado recibe la señal wifi de A1 y la expande a su alrededor, por ejemplo  la
antena A1 podría estar en un edificio y la antena A2 en otro, a varios kilómetros de distancia,

201
Municipalidad Provincial de Fajardo

compartiendo los 2 edificios la misma conexión a Internet.La antena A2 también podría estar en
una zona exterior, como un jardín, un estadio, una carpa… para dotar de Internet al espacio
externo aprovechando la conexión ADSL o fibra que viene del router, que podría estar en el
interior de un edificio.
En ambos lados del puente o bridge, es así como se llama al enlace punto a punto, se
necesitan dos routers a los que conectar las antenas A1 y A2, que serán encargados de repartir
la conexión a Internet a los dispositivos, en la siguiente imagen puedes ver todos los aparatos

que necesitas:
Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos

a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.

202
Municipalidad Provincial de Fajardo

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.4. SWITCH D-LINK DGS-1024D

Definición
Los Switches DGS-1016D /1024D de sobremesa Gigabit le ofrecen una solución económica
para sus grupos de trabajo para que usted pueda aprovecharse de los beneficios y la
productividad.

Disponga en su oficina de una red Gigabit por un coste menor del que se imagina. Empiece por
este conmutador de 16 puertos 10/100/1000 y facilite a sus compañeros la conectividad
Gigabit.

Dependiendo del número de empleados y para poder estructurar sus departamentos de la


mejor manera, apueste por estos conmutadores que le ofrecen hasta 24 puertos Gigabit (DGS-
1024D).

203
Municipalidad Provincial de Fajardo

El Switch D-Link DGS-1024D, un switch de sobremesa con 24 puertos 10/100/1000Mbps que


ofrece un elevado rendimiento en un dispositivo que nos permite ahorrar espacio y dinero. Otra
característica en este switch es que todos los puertos negocian automáticamente el ajuste del
modo MDI/MDIX (Up-Link), evitando la necesidad de crear cables de par cruzado.

El Switch DGS-1024D, en modo Full-Dúplex, permite proteger a los usuarios frente a posibles
pérdidas de datos durante la transmisión en la red. Cuando están conectados a una tarjeta LAN
(en un servidor o PC) que soporte control de flujo, y cuando el buffer de datos está por llenarse,
el switch envía una señal al PC indicando tal situación. Luego, el PC demora la transmisión
hasta que el buffer se haya liberado y sea posible el envío de más información.

Tecnologías de ahorro energético D-Link Green Incorpora nuevas tecnologías de ahorro de


energía. Al detectar si los dispositivos conectados están encendidos o apagados y al estimar la
longitud del cable, el switch es capaz de ajustar su consumo energético, lo que supone un
ahorro de hasta el 73 %.

Materiales
TP-LINK SWITCH de 24 puertos 10/100Mbps
Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos

a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.

204
Municipalidad Provincial de Fajardo

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.5. CAMARA FOTOGRAFICA DIGITAL CIBER SHOT

Definición:
Cyber-shot es una línea de cámaras digitales creadas por Sony. La gama de la Cyber-shot es
conocida por su batería InfoLithium. La marca Carl Zeiss es el principal proveedor de lentes y
diseños generales en modelos elegidos; aunque en modelos recientes se utilizan también
lentes Sony G (Por ejemplo las HX7V y HX9V entre otras). Todas las cámaras Cyber-shot usan
memorias Memoria Stick or Memory Stick PRO Duo, propiedad de Sonyy Flash memory.
Algunos modelos de alta gama también soportan CompactFlash. Todos los modelos de Cyber-
shot tienen como prefijo en el nombre de la foto "DSC", ejemplo: "DSC-número de la foto.JPG",
acrónimo de "Digital Still Camera" (Cámara Digital Fija). Se refiere a imágenes fijas
fotográficas, no de video.

205
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Cámara digital SONY CYBER-SHOT DSC-Rx100.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.
Aceptación de los trabajos
a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.6. Plotter

Definición

206
Municipalidad Provincial de Fajardo

Plotter se traduce básicamente como entramador, traducido de mejor manera como trazador
gráfico, haciendo referencia a la capacidad de generar grandes impresiones línea por línea.  Es
un dispositivo electromecánico de gran formato, que tiene la función de recibir información
digital procedente de la computadora; para por medio de tinta líquida, plasmar la información en
un medio físico grande (generalmente mantas ó papel bond de 60 cm X 90 cm). Generalmente
utiliza un cartucho con tinta negra y otro con 3 colores integrados: cian, magenta y amarillo;
aunque actualmente la tendencia es que cada color sea independiente. El Plotter crea los
colores a partir de la mezcla de los 4 colores anteriores.

Material a utilizar en la partida


Plotter multifuncional design jet T2500

Equipos
Ninguno

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

207
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.7. ESTACION TOTAL

Definición
Tanto si necesita replantear en una obra como si necesita medidas de precisión en un túnel o
un puente; tanto si quiere determinar el área de una parcela como si necesita posicionar una
torre eléctrica o levantar objetos para cartografía, usted necesita de datos fiables y precisos.
Leica Viva combina un amplio abanico de productos diseñados para las necesidades diarias y
los trabajos de posicionamiento. El poderoso y versátil hardware y el innovador software Leica
Viva están redefiniendo los conceptos de tecnología para proporcionar la máxima funcionalidad
y productividad. Leica Viva le proporcionará inspiración para afrontar los proyectos más
ambiciosos.

Material a utilizar en la partida


Estación total TOPCON ES 105

Equipos
Ninguno

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

208
Municipalidad Provincial de Fajardo

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.8. ESTABILIZADOR DE 1000V

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 6.9.

6.9. ESTABILIZADOR DE 3000V

Definición

Protege su pc, accesorios y equipos de picos de tensión, descargas atmosféricas e impurezas


que puedan ocasionar un mal funcionamiento estabilizador tensión 1000 – 3000 va y así poder
obtener un buen rendimiento de trabajo.

Material a utilizar en la partida


Estabilizador omega TRONIC SOLIDO REAL de 1000 V

Equipos
Ninguno.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.12. FOTOCOPIADORA MONOCROMATICA

Definición
Una impresora monocromática es lo mismo que una impresora láser, excepto que utiliza sólo
un cartucho de tinta, y éste alberga sólo tinta de color negro. Las personas y empresas que
imprimen únicamente documentos de texto y documentos en blanco y negro usan impresoras
monocromáticas. Las empresas que imprimen miles de copias al mes suelen utilizar impresoras
monocromáticas

209
Municipalidad Provincial de Fajardo

Características
Las impresoras monocromáticas ofrecen una impresión limpia y nítida en una copia de alta
resolución. La resolución de estas impresoras está entre 600x600 puntos por pulgada (dpi, por
su sigla en inglés) y 1200x1200 dpi. La impresión se realiza mediante el movimiento de un haz
de láser de alta tecnología.

Beneficios Las impresoras monocromáticas requieren sólo un cartucho de tinta, y éste dura
mucho más tiempo que los cartuchos de impresoras láser o de inyección de tinta regulares.
Esto puede resultar en un ahorro considerable. Las impresoras monocromáticas también
imprimen las páginas más rápido que la mayoría de las impresoras.

Material a utilizar en la partida


Fotocopiadora KYOCERA LASER FS-1060 DN - Monocromático.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.

210
Municipalidad Provincial de Fajardo

c) Controles de geométricos o de terminado.


Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.13. IMPRESORA MULTIFUNCIONAL

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 6.12.

6.14. IMPRESORA LASER JET P1006

Definición
Para la impresión
wireless direct, el
dispositivo móvil
puede requerir una
aplicación o un software de impresión. El
rendimiento inalámbrico depende del entorno

211
Municipalidad Provincial de Fajardo

físico y la distancia desde la impresora. Tenga en cuenta que mientras su dispositivo móvil está
conectado directamente a la impresora, es posible que el acceso al contenido que requiere
soporte de Internet (como páginas web o documentos almacenados en la nube) no sea
admitido mientras se encuentra en el modo HP wireless direct.

Material a utilizar en la partida


Impresora HP LASERJET P1006.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).

212
Municipalidad Provincial de Fajardo

Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.15. MICROFONO INALAMBRICO


Definición
Tecnología inalámbrica de máxima calidad. El sistema de micrófonía inalámbrica Shure UHF-
R® es capaz de gestionar sin problemas las condiciones extremas y la alta presión en
cualquier gira de gran tamaño o instalación fija compleja, ofreciendo el legendario sonido Shure
sin fisuras. Con un diseño resistente, los últimos avances tecnológicos y un rendimiento RF
incomparable, estos sistemas ofrecen a los profesionales del sonido todas las funciones y la
flexibilidad necesarias para controlar sin problemas hasta 108 sistemas.

Material a utilizar en la partida


Micrófono SHURE inalámbrico PG28.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.
Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.

b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.

213
Municipalidad Provincial de Fajardo

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago.


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.16. MOTOCICLETA LINEAL CHACARERA

Definición
Cada milímetro de la CTX200 ha sido diseñado para enfrentarse al riguroso trabajo agrícola. El
compacto motor de 4 tiempos desarrolla una gran potencia y torque. Cuenta con llantas Pirelli
de la mejor calidad y una generosa altura al suelo que hace de este modelo, el ideal para las
condiciones rudas de los caminos afirmados.

Material a utilizar en la partida


Motocicleta lineal YAMAHA AG200F CHACARERA R.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.

214
Municipalidad Provincial de Fajardo

Condiciones iniciales y de seguridad.


c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano.

6.17. CAMIONETA HILUX 4x4

Definición
Camioneta Doble Cabina, Tracción 4x4 (Cero Kilómetros – No deberá exceder un rango
máximo de 70 Km.) 2 REQUERIMIENTOS DE LOS VEHÍCULOS Los vehículos a ofertarse bajo
estas especificaciones, será utilizado para trabajos de la entidad, a una altura aproximada de
2000 -4.000 metros sobre el nivel del mar.

Generalidades
Los vehículos deben ser provistos por el mismo fabricante y no tendrán partes o sistemas
reacondicionados. Año de Fabricación: 2015 en adelante. MARCA Se deberá especificar la
marca del vehículo ofertado 5 MODELO Se deberá especificar el modelo del vehículo ofertado
6 AÑO DE FABRICACIÓN La fabricación del vehículo debe ser del año 2013 adelante, no se
aceptaran vehículos con años de fabricación anteriores 7 ORIGEN DE FABRICACIÓN Se
deberá especificar el origen de fabricación de los vehículos ofertados

Especificaciones Técnicas

215
Municipalidad Provincial de Fajardo

CAPACIDAD Y DIMENSIONES a) Capacidad de carga útil: 1.000 Kg. o superior b) Peso Bruto
Vehicular (Kg.): Indicar c) Distancia entre ejes: Indicar d) Distancia libre al suelo mínimo 200
mm MOTOR a) A Gasolina de 4 tiempos b) Inyección electrónica con doble árbol de levas c)
Cilindrada: 2.350 c.c., o superior d) Potencia: 140 H.P. mínimo, de 16 válvulas. e) Torque
Máximo: Indicar f) Número de Cilindros: Cuatro cilindros g) Purificador de aire: seco h)
Lubricación: Forzada con filtro de aceite reemplazable. i) Sistema de Refrigeración: por agua 10
SISTEMA ELECTRICO a) Sistema eléctrico 12 V; Alternador; arranque directo b) Batería de 12
V – 45 Ah, mínimo. c) Luces de carretera: Alta, Media y Baja. d) Luces de emergencia:
Delanteras y traseras. e) Luces direccionales: Delanteras y traseras. f) Luces traseras de freno.

Material a utilizar en la partida


Camioneta HILUX 4x4 2015.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.
Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.

216
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas


brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Unidad De Medida
Los trabajos se medirán en unidad (und.).

Forma De Pago
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto

6.18. MONITOR DE 20" LED

Definición
La función Ahorro ecológico facilita el manejo del ahorro de energía. Ajusta el brillo del monitor
LED de Samsung según la cantidad de energía que deseas ahorrar. Cuenta con tres modos de
ahorro de energía (50%, 25% y Desactivado), para que utilices el monitor según tus
necesidades específicas. El compromiso de Samsung con el ahorro de energía te ayuda a ti y
al planeta, ya que te permite ahorrar hasta un 50% en el consumo y cambiar positivamente tu
huella medioambiental. Optimiza fácilmente el consumo de energía y toma el control con
Ahorro ecológico.

Material a utilizar en la partida


Monitor SANSUNG LCD cristal líquido de 20’’.

Equipos
Ninguno.

217
Municipalidad Provincial de Fajardo

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto

218
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.19. PARLANTE BUFER

Definición
Se refiere a la instalación de las cajas octogonales que se muestran en el plano.

Material a utilizar en la partida


Parlante PIONNER de 600W. PENTAXIALES TS – A6995S A, caja octogonal pesado de FoGo
100x50mm, tapa ciega octogonal de FoGo 100x50mm

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material
b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.

219
Municipalidad Provincial de Fajardo

Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y


antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.
c) Controles de geométricos o de terminado.
Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición de forma de pago


Unidad de Medida: Punto (PTO.).
Norma de Medición: Se realizará de acuerdo a la cantidad de puntos considerados en el plano.

El precio unitario incluye el pago los materiales utilizados en esta partida, mano de obra,
herramientas y cualquier imprevisto necesario para su buena instalación. Se pagará de acuerdo
al precio unitario indicado en el contrato.

6.20. RELOJ DE PARED

Definición
Se denomina reloj al instrumento capaz de medir el tiempo natural (días, años, fases lunares,
etc.) en unidades convencionales (horas, minutos o segundos). Fundamentalmente permite
conocer la hora actual, aunque puede tener otras funciones, como medir la duración de un
suceso o activar una señal en cierta hora específica.

Medición y forma de pago


Reloj de pared péndulo SEIKO antiguo CITIZEN

Los trabajos se medirán en unidad (und.).


Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto

220
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.21. TECLADO

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 6.22.

6.22. UPS-MODELO DH6 1WW

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 6.22.

6.23. COMPUTADORA INTEL CORE I7-4770

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 6.22.

6.24. COMPUTADORA PENTIUM I4

Definición
Esta partida consiste en adquisición de una Computadora con las siguientes características:

Computadora
Procesador : Intel Core I7 (3.2 Ghz/4MB) – Pentium I4
Memoria : 8 GB DDR 3
Monitor : LED DE 20”
Teclado y Mouse : Genius

221
Municipalidad Provincial de Fajardo

Disco Duro : 750Gb SATA


Adicionales : Lector de Memorias, DVD write, Windows 7

Impresora Multifuncional
Multifuncional de tinta continua original, imprime/escanea/copia, WiFi/USB 2.0. Imprime 33
ppm/15 ppm a 5760x1440 dpi, escaner de 1200 dpi, bandeja de entrada 100 hojas / 10 sobres,
bandeja de salida 30 hojas.

Material a utilizar en la partida


Teclado Ultra Slim inalámbrico, computadora Intel y UPS-modelo DH6.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Controles
a) Controles técnico.
Calidad del material

b) Controles de ejecución.
Condiciones iniciales y de seguridad.

c) Controles de geométricos o de terminado.


Acabados.

Aceptación de los trabajos


a) Controles técnico.
Todos los materiales empleados en el equipamiento deberán ser de primera calidad y
antes de proceder a su instalación deben ser aprobados por el Supervisor. En la
presentación de propuestas se deberá especificar el tipo de equipo y accesorios a emplear.
b) Controles de ejecución.
Las instalaciones se realizan con suma responsabilidad cumpliendo las normas y
estándares de seguridad. Posteriormente al final de la instalación, los desperdicios como
envolturas, cartones, etc que vengan acompañados a estos, se tendrá que almacenar en
lugares autorizados por la supervisión.

222
Municipalidad Provincial de Fajardo

c) Controles de geométricos o de terminado.


Los equipos in situ deberán corresponder de acuerdo a las especificaciones de propuestas
brindadas, mostrando condiciones buenas y correcto funcionamiento.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en global (Glb.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

6.25. LAPTOP INTEL CORE I7

Definición
Esta partida consiste en adquisición de una Computadora con las siguientes características:

Computadora
Procesador : I7
Memoria : 8 GB DDR 3
Monitor : LED DE 17”
Disco Duro : 1 tera
Adicionales : Lector de Memorias, DVD write, Windows 7

Impresora Multifuncional
Multifuncional de tinta continua original, imprime/escanea/copia, WiFi/USB 2.0. Imprime 33
ppm/15 ppm a 5760x1440 dpi, escaner de 1200 dpi, bandeja de entrada 100 hojas / 10 sobres,
bandeja de salida 30 hojas.

Materiales a utilizar en la partida


Laptop TOSHIBA CORE i7 INTEL 4ta generación

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en global (Und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

223
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.26. PROYECTOR EPSON POWERLITE 98

Definición
Artefacto que complementa al sistema de cómputo, para la proyección de imagen para el uso
diverso de capacitaciones, reuniones, etc.

Características.
 Proyector
 Control remoto y pilas (dos pilas AA alcalinas)
 Cable de alimentación
 Cable VGA para computadora
 Tapa del módulo LAN inalámbrico
 CD con la documentación del proyector
 CD del software del proyector

Material a utilizar en la partida


Proyector EPSON POWERLITE 98, 3000 LUMENES

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en global (Und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

224
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.27. ECRAN DESPLEGABLE 4x3m

Definición
Pantalla de proyección de 72" ideal para colgar en cualquier pared y desplegar
manualmente (sistema retráctil).  La superficie de la pantalla es ideal para proyectar por su
material y textura, obteniendo colores nítidos, brillantes y definidos. El área visual es de 171
cm x 128 cm. 

Características
 Diseño: manual desplegable (sistema retráctil) para colgar en pared
 Área visual: 171 cm x 128 cm (ancho x altura)
 Dimensiones totales: 177 cm x 134 cm (ancho x altura)
 Material: tela sintética especial, blanco mate
 Bordes y parte posterior: color negro
 Aplicaciones: aulas, salas de reuniones, livings, dormitorios (para colgar en pared)
 Peso: 7.3 Kg

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en global (Und.).
Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

225
Municipalidad Provincial de Fajardo

6.28. REPRODUCTOR DVD MULTIMEDIA

Definición.

Reproduce películas, música y fotos almacenadas en USB


Puedes reproducir contenido directamente desde un lápiz USB y ver películas, escuchar
música y ver fotos o presentaciones de diapositivas.
Reproduce una gran variedad de formatos
Puede reproducir CD-R/RW, DVD+RW/+R/+R DL, DVD-RW/-R/-R DL (incluidos DVD de 8 cm),
JPEG, mp3, MPEG-4, WMA, AAC y PCM lineal.
Elige entre reproducción rápida y lenta con sonido
Reproduce películas con sonido además de imagen a una velocidad aproximadamente 1,5
veces más rápida. También puedes ralentizarlos para disfrutar de los deportes y la acción al
detalle.
Retoma el punto de partida en hasta seis DVD
Continúa exactamente por donde te quedaste. Este reproductor puede memorizar y reanudar
en hasta seis discos que ya hayan sido reproducidos.
Crea tus propias presentaciones de diapositivas con banda sonora
Puedes ver tus imágenes en una presentación de diapositivas con la música de fondo que
quieras.
Controla el reproductor y el televisor con el mismo mando a distancia
Puedes ajustar la configuración de tu reproductor o televisor, incluido el encendido y apagado,
el canal y el volumen, con el mando del DVD.
Diseño compacto
Con tan sólo 270 mm, este reproductor integra una enorme cantidad de funciones en un único
sistema compacto y elegante.

Material a utilizar en la partida


Reproductor de DVD

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago

226
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los trabajos se medirán en global (Und.).


Se hará por monto global, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7. MOBILIARIO.

07.01. ARMARIO METALICO DE 5 PISOS

Definición
Armario metálico de 02 puertas, construido íntegramente en plancha de acero laminado en frío
de 1/32” de espesor, puertas metálicas, cada una reforzada a todo lo largo por dos almas
interiores en forma de “u” 102 x 12.7 x 0.8 mm, de espesor, cerradura de un golpe con manija,
incluyendo dos llaves (puerta derecha).
Cuatro tableros contraplacados, regulables de 19 mm, espesor, dos cajas de seguridad
interiores ubicados en la parte superior del armario, con chapa de seguridad y llave. La base
llevará una banda plástica de protección firmemente adherida de
100 mm, de altura el tratamiento a seguir para las superficies metálicas será el siguiente:
Aprestamiento.- Esta técnica considera el desengrase, desoxidado, fosfatizado y
cromatizado del metal, este lavado del metal debe realizarse entre 90°c a 100°c de temperatura
con detergentes sin contenido de productos contaminantes procesada, productos alcalinos que
contaminan los baños siguientes. Así mismo debe servir para retirar las últimas partículas de
grasa adheridas en la pieza procesada.

Dimensiones aproximadas
 Largo: 900 mm.
 Ancho: 460 mm.
 Altura: 1820 mm.

Chapas de seguridad con llave, cerraduras tipo yale de golpe, con tambor de bronce cromado,
con pines, con dos llaves y claves distintas.

227
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Armario GORILLA rack 5 niveles

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.
Medición y forma de pago.
Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

07.02. ARMARIO DE MELAMINE DE 5 PISOS

Definición
Armario en Melanina 1.50 m. Cuenta con 5 compartimientos distribuidos proporcionalmente. En
la parte exterior cuenta con 2 puertas externas; con chapa en la una puerta de un solo golpe
que asegura la segunda.
Los mobiliarios no descritos, para adquisición deberán de ser aprobados por el supervisor de
obra teniendo compatibilidad con los planos y el presupuesto de obra asignado para tal insumo.

228
Municipalidad Provincial de Fajardo

Se tomara como referencia la imagen adjunta.

Material a utilizar en la partida


Armario de melamine 5 niveles

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

07.03. ARMARIO DE MADERA DE 5 PISOS

Definición

229
Municipalidad Provincial de Fajardo

Armario en Madera tornillo de 1.20 m. Cuenta con 5 compartimientos distribuidos


proporcionalmente. En la parte interior cuenta con 2 puertas externas
Los mobiliarios no descritos, para adquisición deberán de ser aprobados por el supervisor de
obra teniendo compatibilidad con los planos y el presupuesto de obra asignado para tal insumo.
Se tomara como referencia la imagen adjunta.

Material a utilizar en la partida


Armario de madera

Equipos
Ninguno.
Modo de Ejecución de la partida
La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

07.04. BANCA METÁLICA DE 3 CUERPOS

Definición

230
Municipalidad Provincial de Fajardo

Estructura fabricados con tubo cuadrado laf de 2" x 1,5 mm de espesor.


Travesaño de longitudinal hecho a base tubo cuadrado 2" x 1,5 mm de espesor
La estructura se soporte de asiento es construido a base de ángulo de 1" x 1/8 mm va
empotrado en la base de la banca mediante soldadura todas las uniones son soldadas
mediante soldadura tipo.
El asiento está fabricado a base de fibra de vidrio y va empernado en al ángulo de 1" x 1/8 mm
se apoya mediante niveladores de naylon para una mayor estabilidad del producto
Dimensiones aproximadas:
Largo : 1650 mm
Altura del asiento : 450 mm
Altura total : 850 mm
Color a definir de acuerdo el cliente o catálogo. Aplicación de pintura epóxica en polvo
electrostático en las partes metálicas; secado al horno en 200º c. previo proceso de
desengrase y de fosfatado en caliente

Material a utilizar en la partida


Banco espera 3 cuerpos

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago

231
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los trabajos se medirán en unidad (Und.).


Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

07.05. CASILLERO METALICO

Definición
Casillero metálico de 6 puertas cortas, con falleba para candado.

Medidas: Frente: 0,70m - Profundidad: 0,48 m - Altura: 1,80m.


Colores: marrón y beige

Material a utilizar en la partida


Casillero metálico

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago

232
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los trabajos se medirán en unidad (Und.).


Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7.6. ESCRITORIO DE METAL DE 5 GAVETAS

Definición
Dimensiones principales: Altura total 80 cm, frente 110 a 120 cm, profundidad 75 cm. Espesor
mínimo de la chapa 0,7 mm. Panel superior de 4 a 4,5 cm de espesor, con bordes redondeados
con radio aproximado de 10 mm. Superficie de trabajo constituida por vidrio plano de 6 mm de
espesor mínimo, con bordes biselados y esmerilados, de 107 a 117x72 cm (Según medidas del
panel superior), fijado con esquineros cromados y tornillos con la cabeza embutida. Patas en
forma de paneles prismáticos laterales de 6 a 7 cm de espesor con 4 regatones para
nivelación. Con tres cajones laterales a la derecha y 2 cajones laterales a la izquierda, cierre de
traba con cerradura en el primer cajón de ambos lados.

Material a utilizar en la partida


Escritorio de metal 5 cajones
Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

233
Municipalidad Provincial de Fajardo

7.6. ESCRITORIO DE MELAMINA DE 4 GAVETAS

Definición
El escritorio de melanina que consta de 4 cajones con corredoras telescopicas pesado, uno de
los cuales posee una chapa de seguridad en la parte izquierda, y un cajon con jaladores
acrílicos tipo econo, el escritorio será de tablero de Melamina de 18 mm, incluye CPU movil,
presenta teclado con sistema corredizo, modelo en L, con medida de 1.60 x 0.80 x 0.75m, de
color cedro, tornillos de sujecion autoperforante de ½” con tapacantos gruesos, de tablero de
partículas de madera de prensado plano; con bordes redondeados y de superficie lisa al tacto.
La colocación del tapacanto, deberá cumplir lo establecido en las especificaciones
correspondientes.

Material a utilizar en la partida


Escritorio de melamine y vidrio templado.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7.8. ESTANTE METALICA DE 5 PISOS

Definición

234
Municipalidad Provincial de Fajardo

Estante de 200 cm de alto, 92 cm. de ancho y 30 cm de fondo, con 6 entrepaños graduables.


Fabricado en lámina cold rolled: parales en calibre 18, entrepaños en calibre 24 
Acabado en pintura electrostática 
color gris Cruz.

Material a utilizar en la partida


Estante metálico

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7.9. ESTANTE DE MELAMINE DE 5 PISOS

Definición

235
Municipalidad Provincial de Fajardo

Estante en Melanina 1.20 m. Cuenta con 3 repisas y 4 compartimientos distribuidos


proporcionalmente. En la parte interior cuenta con 2 puertas externas
Los mobiliarios no descritos, para adquisición deberán de ser aprobados por el supervisor de
obra teniendo compatibilidad con los planos y el presupuesto de obra asignado para tal insumo.
Se tomara como referencia la imagen adjunta.

Material a utilizar en la partida


Estante de melamine

Equipos
Ninguno.
Modo de Ejecución de la partida
La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7.10. MODULO DE COMPUTO PERSONAL

Definición

236
Municipalidad Provincial de Fajardo

Módulo de computo unipersonal de 1.20 m. De melanina que cuenta con un porta teclado
deslizante. En la parte inferior cuenta con 1 repisa donde descansa el CPU.
Los mobiliarios no descritos, para adquisición deberán de ser aprobados por el supervisor de
obra teniendo compatibilidad con los planos y el presupuesto de obra asignado para tal insumo.
Se tomara como referencia la imagen adjunta.

Material a utilizar en la partida


Escritorio y modulo para computadora

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.
Medición y forma de pago
Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

7.11. MESA DE MADERA

Definición
La estructura, patas, lazos y tirante de las mesas serán de madera sólida
En los módulos de 3º y 6º grados y de profesor, los tableros de las mesas podrán ser de
madera tableada con dos uniones como mínimo o de madera aglomerada recubierta con una
película resistente al uso en acabado soft (melamine) con un espesor aproximado total de 19

237
Municipalidad Provincial de Fajardo

MM, los tableros deben estar rodeados por un tapacantos de madera de 10 MM de espesro
visible.
La unión entre el tapacanto de madera y el tablero aglomerado podrán ser con unión tipo
machihembrado estando el canal o “hembra” en el tablero aglomerado o con unión tipo junta.
Los materiales adhesivos deben ser en el caso de la unión con machihembrado colas
específicas para tableros aglomerados y en caso de la unión tipo junta debe ser adhesivo
térmico
Todas las piezas de madera que conforman la estructura de las mesas serán de la misma
especie, laqueado o barnizado deberán cumplir lo establecido en las especificaciones
correspondientes.

Dimensiones:
Las dimensiones finales de las superficies de las mesas y sillas, se indican en los planos
respectivos.
Las dimensiones del mobiliario deben regirse estrictamente a las establecidas en los planos
correspondientes. La tolerancia para las dimensiones establecidas será de +/- 2..

Especificaciones del Material a Usar

Madera:
- La especie de la madera es :

NOMBRE COMÚN NOMBRE CIENTÍFICO DENSIDAD BÁSICA


Tornillo Cedrelinga cateniformis 0.45

Grado de calidad de la madera


En el mobiliario de madera y/o partes de la madera acabada de un mobiliario se considerará
para su aprobación los defectos siguientes:

Defectos tolerables con buen sellado


1- Perforaciones pequeñas. Agujeros de insectos inactivos de 1 mm hasta 3 mm. De diámetro
producidos por insectos de tipo ambriosa que sumados a sus diámetros den como máximo 6
mm y cuya cantidad no sea mayor de 5 agujeros por 100 cm2 no alineados ni pasantes.
2- Perforaciones grandes. Agujeros de insectos inactivos con diámetros mayores de 3 mm
producidos por insectos inactivos o larvas perforadas tipo brocas de los domicilios
Bostrychidae. Se permiten en elementos no estructurales cuando su distribución es moderada
y superficial máximo 3 agujeros por metro lineal. Ni alineados ni pasantes.

238
Municipalidad Provincial de Fajardo

3- Grietas (aberturas que no atraviesan el espesor de la pieza de madera) hasta de 2 cm de


largo. ½ de mayor que la tercera parte del espesor de la pieza y un número tal que no
perjudiquen la solidez de ésta.

4- Presencia de mancha azul – Hongo que no afecte la resistencia de la madera.

5- La inclinación del grado deberá ser máximo de 10 grados.

6- Fallas de compresión en piezas no estructurales que no perjudiquen la solidez de estas.

7- Defectos de secado no apreciables a simple vista

8- En los tableros de los asientos y respaldares solo se permitirán nodos firmes y sanos en
tamaños de 25 mm de diámetro en las piezas estructurales del mobiliario de madera tales
como: Costados, carteras, patas de mesa, patas de sillas quijadas de asientos lazos inferiores,
etc. Se permitirán nudos firmes y sanos en tamaños menores de 10 mm de diámetro, en ambos
casos que no se encuentren en los cantos y que no afecten el comportamiento estructural de
los muebles.

Defectos intolerables
 Perforaciones o agujeros de insectos inactivos dispersos que exceden la tolerancia
indicada.
 Rajaduras y grietas que exceden la tolerancia indicada.
 Fallas de compresión en piezas estructurales que afecten el comportamiento
estructural del mobiliario.
 Inclinación del grado que exceden la tolerancia indicada.
 Maderas con signos de presencia de insectos activos.
 Putrefacción

Secado
 La madera empleada debe tener humedad homogénea. El contenido de humedad
 Requerido es de 13 % con una tolerancia máxima de +/- 2%.
 El fabricante deberá contar con el apoyo de un hidrómetro para la verificación de la
 Humedad en el proceso de fabricación.

Preservación. Es imprescindible usar preservantes no tóxicos al hombre de marca


garantizada.

239
Municipalidad Provincial de Fajardo

Laca: Previamente se aplicará como agente protector contra termitas y otros. Se empleará
laca transparente para añadir dos capas como mínimo en todas las superficies.

Melanina:
El material Melamina deberá ser de preferencia Marca Maciza, con acabado soft en ambas
caras.
Los tapacantos de los tableros serán de madera y/o de material sintético. En el caso de
madera la unión será tipo machihembrado estando el canal o hembra en el tablero melamina o
con unión tipo junta, tendrá un espesor de 10 mm y la superficie será boleada. Y en el caso de
tapacanto sintético la unión será a través de un adhesivo térmico. Tendrá un espesor de 3 mm.

Características Físico – Mecánicas


El material a utilizar deberá ajustarse a las siguientes propiedades físico – mecánicas

Espesor Densidad Peso Flexión Tracción Suj. Torn.


(mm) (Kg/m3) (Kg/m2) (Kg/cm2) (Kg/cm2) Canto (N)

9 750 6.8 180 +/- 25 5.0 +/- 1.2 -


15 670 10.1 180 +/- 25 5.0 +/- 1.2 min. 600
18 650 11.7 170 +/- 25 5.0 +/- 1.5 min. 600
24 610 14.64 160 +/- 25 4.5 +/- 1.5 min. 600

ENSAYOS:
Para la evaluación de las propuestas los módulos que se presentan deberán tener la
certificación de un laboratorio de ensayos acreditado por INDECOPI. Que certifique el
cumplimiento de las especificaciones técnicas así como de haber resistido las pruebas de
estabilidad y resistencia mecánica de acuerdo a lo siguiente:

Estabilidad de la mesa (norma itintec 260.005)


- Estabilidad con fuerza vertical

Con una carga sobre la mesa de 750 N las patas del lado opuesto no deberán levantarse.
- ESTABILIDAD VERTICAL Y HORIZONTAL

Con una fuerza vertical de 750 N y una fuerza horizontal de 100 N las patas del lado opuesto
no deberán levantarse.

Resistencia mecánica de la silla (norma itintec 260.005)


- Carga vertical estatica

240
Municipalidad Provincial de Fajardo

Con una fuerza vertical de 750 N aplicada sobre la silla la deformación máxima deberá ser de 3
mm.
- Carga Horizontal Estatica

Con una fuerza de 300 N aplicada sobre la mesa no deberá presentarse ninguna deformación
permanente y el desplazamiento será máximo de 15 mm por cada
100 mm de altura.
- Caida

Con una altura de 150 mm por 10° la mesa no deberá presentar ningún desenconamiento de
uniones.
- Apariencia

Después de sometidas las mesas a los ensayos de estabilidad y resistencia mecánica no


deberá presentar fracturas o grietas, aflojamiento de las uniones o cualquier deformación que
afecte su funcionamiento o apariencia.

Material a utilizar en la partida


Mesa de madera

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


Los trabajos se medirán en unidad (Und.).
Se hará por unidad, de acuerdo a los precios indicados en el presupuesto y plano, previa
aprobación del Supervisor quien velará por la correcta instalación en obra.

241
Municipalidad Provincial de Fajardo

7.12. MESITA METAL

Definición
Soporte principal de tubo de acero inoxidable de 25.4 MM (1”) x 0.80MM de espesor. En su
parte superior lleva una perilla de ajuste de acero inoxidable cromado.
Armadura inferior de tubo de acero cuadrado protegido con plancha de acero inoxidable 0.63
MM (1/40”) con dos (02) garruchas de 76.2MM (3”) de diámetro
Doble rodamiento de villas, eje central de la rueda será de tipo roscado colocados en los
extremos libres y con dos (02) regatones de jebe duro en la zona de apoyo.
Tablero fabricado en plancha de acero laminado al frio de 0.8 MM de espesor con doble
refuerzo, recubierto con plancha de acero inoxidable de 0.8 MM (e) bordeado con filete de
pestaña alta de un (01) centímetro del mismo material sin dejar interorificios , costuras ni
remaches .

La varilla va sujeta con botón de acero inoxidable y/o cromado de ajuste de 11/2” ø desde el
soporte principal de 1” ø

Dimensiones aproximadas:
Largo del tablero (bandeja) : 520MM
Ancho del tablero (bandeja) : 400MM
Altura mínima : 800MM
Altura máxima : 1,300MM

Material a utilizar en la partida


Mesa de metal

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und).

242
Municipalidad Provincial de Fajardo

El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

7.13. BUTACAS PARA AUDITORIO

Definición

 Estructura plástica con pintura electrostática

 En los extremos de las patas posee protecciones anti golpes plásticos y patines
regulables en altura

 Asiento y respaldo en polipropileno

Material a utilizar en la partida


Banco 5 cuerpos met. Cromado acolchada.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und).
El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

243
Municipalidad Provincial de Fajardo

7.14. MESA CON ESTRUCTURA METÁLICA Y TABLERO DE MELANINA

Definición

De estructura metálica soldada, fabricada con patas de tubo cuadrado de 40 x 40 y con un


marco perimetral de 30 x 30 mm pintado epoxi (color a elegir).

Mesas Pata Redonda= Mesas para diversas funciones. De 4 patas de tubo cilíndrico, laminado
en frio de 60 mm, de diámetro, pintado epoxi (a elegir). En ambos modelos y en ambas caras,
tableros de partículas de aglomerado de 25 mm, de espesor, con papel decorativo. Canteado
en PVC de 2 mm, de espesor.

Dimensiones Estandar= (altura 740 mm) Disponemos de tres anchos de 800 - 700 y 600 mm
y desde 1000 a 1800 mm de largo. También mesas cuadradas; y todos los modelos con
posibilidad de incorporar ruedas. Consultar precios indicando las dimensiones que necesite. 

7.15. MESA DE REUNIONES

Definición

 Dimensiones: 1.20 m de ancho, 4.00 m de largo y 0.65 m de altura.


 Estructura a base de madera.
 Tablero enchapado en melamina de 22 mm de espesor, barnizado.

244
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Mesa de reuniones

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und).
El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

7.16. PODIO

Definición
Podio para conferencias de madera, fabricado en madera en su totalidad, color cedro. Mesa
plana de gran capacidad, de 1.02 m de altura y una sección de 0.60X0.56 m.

245
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Podio de auditorio

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en el aula magna.
El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

7.17. PIZARRA ACRÍLICA de 3.16 x 1.20

Definición
La adquisición y colocación de una pizarra de 4.20m x 1.20m de estructura de madera de
tornillo y triplay de 6mm de espesor forrado con formica blanca.
La estructura de la pizarra contemplara de una base ubicada en la parte inferior izquierdo para
la colocación de plumones y mota.
Se tomara como referencia la imagen adjunta.

246
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Pizarra acrílica 120x160 cm

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en el aula magna.
El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

7.18. REPOSTERO ALTOS Y BAJOS

Definición
Esta referido a la provisión, colocación y acabado de los muebles proyectados en la Cocineta.
Mobiliario para ser colocado empotrado en los nichos bajo mostradores de la mesa de concreto
y empotrado en la parte alta.

Materiales
Cuerpo y estantes con melamina de 18 mm.

247
Municipalidad Provincial de Fajardo

Puerta superior e inferior con melamina de 18 mm


Tapacantos con PVC de 0.45 mm

Material a utilizar en la partida


Reposteros altos y bajos

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El método de medición será global (glb).
Las cantidades medidas en la forma arriba descrita serán pagadas al precio unitario
correspondiente, establecido en el contrato. Dicho pago constituirá compensación total por la
mano de obra, materiales, equipos y herramientas, por el suministro y transporte, almacenaje y
manipuleo, y todos los imprevistos surgidos para la ejecución de los trabajos descritos.

7.19. TABURETE

Definición
Asiento de madera triplay de ½’’ de espesor con cuatro perforaciones para salida de aire,
revestido con espuma indeformable dura de poliuretano de 2’’ de espesor, densidad superior a

248
Municipalidad Provincial de Fajardo

18 Kg/m3, tapizado en KORAFAN de nbuena calidad, resistente al desgaste montado sobre


una plancha de acero de 0.8mm (1/32’’) de espesor y cruceta de platinas de 1’’x1/4’’.
Base compuesta por cuatro brazos de tubo redondo de acero inoxidable de 1’’ (25.4mm) de
diámetro de 1.2 mm de espesor.
Bordeado por un aro posapie de 420 mm de diámetro, tubo de las mismas características que
los brazos.
Con mecanismo que permita desplazar la platina hacia adentro o hacia afuera.
Dimensiones aproximadas
 Diámetro del asiento : 360 mm
 Altura del asiento : 450 mm
 Altura final del asiento : 600 mm

Material a utilizar en la partida


Taburete

Equipos
Ninguno.
Modo de Ejecución de la partida
La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en el aula magna.
El pago se efectuara al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos para el trabajo realizado.

249
Municipalidad Provincial de Fajardo

7.20. SILLA GIRATORIA GERENCIAL

Definición
Respaldo : Altura: 50 a 65 cm
Ancho de 45 a 50 cm
Asiento : Ancho de 45 a 50 cm
Profundidad de 45 a 50 cm.
 Asiento y Respaldo en cuerina.

 Estructura: Asiento construido con un soporte y respaldo reforzado de polipropileno.

 Brazos fijos fabricados en polipropileno.

 Mecanismo sincronizado con regulación automática de peso.

 Regulación básica de altura de asiento.

Material a utilizar en la partida


Silla gerencial cuero marca HELTAL COD. 10117c

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

250
Municipalidad Provincial de Fajardo

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en los diferentes ambientes proyectados
según los planos del proyecto.
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

7.21. SILLAS DE METAL TAPIZADO

Definición
Respaldo ergonómico, ancho 46 cm y alto 34 cm, y tapizado en tela.
Asiento profundidad 40 cm y ancho de 49 cm.
Consta de 4 patas, estructura metálica y con accesorios integrados para anclar como butaca.
La espuma será moldeada con 4 cm de espesor.
Color vino.

Material a utilizar en la partida


Silla metal tapizado

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago

251
Municipalidad Provincial de Fajardo

El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en los diferentes ambientes proyectados


según los planos del proyecto.
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

7.22. SILLAS DE RECEPCIÓN DE 3 CUERPOS

Ver Especificaciones Técnicas Ítem 7.4.

7.23. SILLAS DE METAL DE RECEPCIÓN

Definición
Respaldo : Altura: 40 a 55 cm
Ancho de 45 a 50 cm
Asiento : Ancho de 45 a 50 cm
Profundidad de 45 a 50 cm.
 Asiento y Respaldo acabado Marroquín plano color negro.

 Estructura: Asiento construido con un soporte y respaldo reforzado de polipropileno.

 Brazos fijos fabricados en polipropileno.

252
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Silla de espera 3 cuerpos

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


La instalación del equipo será realizado por el personal técnico capacitado, bajo la supervisión
del residente y asistente.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en los diferentes ambientes proyectados
según los planos del proyecto.
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

7.24. VITRINA DE ALUMINIO

Definición
Estructura
Vitrina en aluminio con torre de vidrio de 4 mm.
6 entrepaños
Medidas 38x60x176.
Con rodachines

253
Municipalidad Provincial de Fajardo

Material a utilizar en la partida


Vitrina de vidrio.

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


El proveedor entregara instalado y en perfecto estado y en los sitios definidos por la
Supervisión.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und) Instalada en los diferentes ambientes proyectados
según los planos del proyecto.
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

7.25. TACHO METÁLICO DE PEDESTAL 0.2X0.575

Definición
Diámetro 0.20 m

254
Municipalidad Provincial de Fajardo

Altura 0.575 m
 Papelera de forma cilíndrica tipo pedestal, construido íntegramente en acero inoxidable,
pulido, de 1/40” de espesor.

 Abertura ovalada en la parte frontal, de 156 x 102 mm., para introducir los desechos, con
bordes pulidos para matar las aristas.

 Parte superior con plato cóncavo, desmontable para fácil su limpieza.

 Base de la papelera sólida de material resistente con ribete de plástico duro antideslizante

Material a utilizar en la partida


Tacho metálico

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


El proveedor entregara instalado y en perfecto estado y en los sitios definidos por la
Supervisión.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und).
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

7.26. TACHO METALICO EN EXTERIORES

Definición
Serán empleados elementos de fierro.

255
Municipalidad Provincial de Fajardo

Los elementos a utilizarse serán perfiles, barras, tubos, platinas y serán rectos, lisos, sin
dobladuras, abolladuras ni oxidaciones, de formas geométricas bien definidas. La ejecución de
la carpintería debe ser prolija, evitando las juntas con defectos de corte entre otros.

Método De Construcción
La soldadura a emplearse estará de acuerdo con las especificaciones dadas por el fabricante,
tanto con profundidad, forma y longitud de aplicación. Una vez ejecutada esta, debe ser
esmerilada para que presente un acabado de superficie uniforme. En el caso de trabajos con
plancha delgada podrá usarse soldadura eléctrica del tipo de "punto".
La carpintería de fierro será ejecutada por operarios expertos, en un taller provisto de las
mejores herramientas y equipos para cortar, doblar, soldar, esmerilar, arenar, pulir, etc. que
aseguren un perfecto acabado de acuerdo a la mejor práctica industrial de actualidad, con
encuentros y ensambles exactos, todo con los detalles indicados en los planos.

Anclajes
Los planos muestran por lo general solamente los requerimientos arquitectónicos, siendo de
responsabilidad del Contratista de proveer la colocación de anclajes y platinas empotradas en
la albañilería, cuando no se indican en los planos destinados a soldar los marcos, así como
cualquier otro elemento de sujeción para garantizar la perfecta estabilidad y seguridad de las
piezas que se monten.

Esmerilado
Los encuentros hechos con soldadura serán cuidadosamente esmerilados para recuperar una
superficie lisa y perfecta en el empalme.
Transporte y Almacenamiento
El transporte de las piezas ensambladas a la obra, su manipuleo y posterior traslado al sitio en
que serán colocadas, deberá hacerse con toda clase de precauciones.
El almacenamiento temporal dentro de la obra deberá realizarse en un sitio seco, protegido del
tránsito de personas y equipos, levantando las piezas sobre el piso por medio de cuartones de
madera, para evitar las consecuencias de eventuales aniegos.

Capacidad
Módulo de 2 papeleras, poste doble, llave de seguridad y etiqueta de identificación.
Capacidad de 30 lts cada uno
Largo 38 cm c/u
Ancho 35 cm c/u
Altura 77 cm c/u

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Material a utilizar en la partida


Tacho de caucho

Equipos
Ninguno.

Modo de Ejecución de la partida


El proveedor entregara instalado y en perfecto estado y en los sitios definidos por la
Supervisión.

Medición y forma de pago


El metrado, se realizará en Unidad (Und).
El pago se efectuará al precio unitario del presupuesto por Unidad (Und.) Instalada,
entendiéndose que dicho precio y pago constituirá compensación total por el equipo e
imprevistos por el trabajo realizado.

8. CAPACITACION CON TALLERES

8.1. CAPACITACION A PERSONAL DEL MUNICIPIO


Definición
Las capacitaciones se llevaran a cabo dentro del periodo de ejecución de obra a los padres de
familia, en los siguientes aspectos:
Se realizaran talleres de capacitación independientes para los padres de familia
TEMAS:
 La educación inicial y su Importancia
 Psicología del niño, como educar a los hijos
 Capacitación en nutrición infantil.

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 Capacitación en higiene personal.


Se deberá de entregar a cada padre de familia una cartilla a color con toda la información
impartida en cada tema correspondiente a la capacitación.
Las charlas se impartirán un tema por día, con una duración mínima de 03 horas.

Medición y forma de pago


Se realizará por el global de la partida ejecutada. Global (glb)
Se valorizará y pagará de acuerdo al global, de acuerdo al precio global contratado, siendo el
precio y su pago.

9. PLAN MANEJO AMBIENTAL

9.1. PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL

Ver Especificación Técnica Ítem 9.2.

9.2. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL

Las especificaciones técnicas de estas partidas se desarrollan en el Estudio de Impacto


Ambiental del Proyecto.
Estos trabajos consisten en la recuperación de las condiciones originales de las áreas que han
sido afectadas por la construcción de la infraestructura, dentro de los límites posibles. Entre
estas se tienen:

 Las áreas de canteras.

 Los campamentos y almacenes.

 Los patios de máquinas.

 Los plantas de zarandeo y de trituración.

 Las vías provisionales (accesos y desvíos).

 El derecho de vía.

 Otras instalaciones en que las actividades constructivas hayan alterado el entorno


ambiental.

Asimismo, se deberán recuperar aquellas áreas donde provisionalmente se han depositado


elementos contaminantes.
El contratista tomara en consideración todas las previsiones del caso de manera que su trabajo
no afecte el paisaje alrededor de la obra. Dentro de esa condición, tomará todos los recaudos
de manera que el proceso de revegetación que se realice logre la recuperación, restauración e
integración paisajística de las áreas afectadas por la obra en su entorno, y, mejore el impacto
visual de la obra vial.

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Requerimientos de Construcción
Cuando las obras hayan concluido parcial o totalmente, el contratista estará obligado a la
recuperación ambiental de todas las áreas afectadas por la construcción y el supervisor a su
control y verificación.

Topografía
Las áreas afectadas correspondientes a las canteras, plantas de zarandeo y de trituración y
campamentos deben ser materia de levantamientos topográficos antes y después de la
explotación. Asimismo, se deberá efectuar otro levantamiento topográfico después de haberse
efectuado los trabajos de readecuación para verificación y contraste de las condiciones iniciales
y finales de los trabajos.
Los planos topográficos deben incluir información sobre los volúmenes extraídos, los
volúmenes de relleno para la readecuación ambiental, tipo de vegetación utilizada.
Para las vías de acceso y desvíos no se requerirá levantamientos topográficos.

Adecuación de Canteras
Para cada cantera se diseñará un adecuado sistema y programa de aprovechamiento del
material, de manera de producir el menor daño al ambiente. Será diferente si se trata de
explotar un lecho de río o quebrada, un promontorio elevado (cerros), una ladera o extraer
material del subsuelo. Depende, también, del volumen que se va a extraer de la cantera y el
uso que se le va a dar al material, pudiendo requerirse antes una previa selección del mismo, lo
que origina desechos que luego es necesario eliminar.
Aquellas canteras que no van a ser posteriormente utilizadas para la conservación de la
carretera, deben ser sometidas a un proceso de reacondicionamiento, tratando en lo posible de
adecuar el área intervenida a la morfología del área circundante.
Dependiendo del sistema de explotación adoptado, las acciones que deben efectuarse son las
siguientes:

 Nivelación de los lechos de quebradas o ríos afectados.

 Eliminación de las rampas de carga.

 Peinado y alisado o redondeado de taludes para suavizar la topografía y evitar posteriores


deslizamientos.

 Eliminación del material descartado en la selección (utilizarlo para rellenos).

 Revegetación total del área intervenida, utilizando el suelo orgánico retirado al inicio de la
explotación y que debe haber sido guardado convenientemente.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Se deberá evitar dejar zonas en que se pueda acumular agua y de ser posible se establecerá
un drenaje natural.
En las canteras que van a ser posteriormente utilizadas solo hay que efectuar un trabajo menor
para evitar posibles derrumbes cuando se explotan laderas, trabajo que muchas veces se hace
paralelamente con la extracción del material. En el caso, de haber usado el lecho de un río o
quebrada, dependiendo del volumen extraído, puede bastar una rápida nivelación del cauce y
luego adoptar una explotación superficial del lecho en un área más extensa.

Campamentos
La rehabilitación del área intervenida debe ejecutarse luego del desmantelamiento del
campamento. Las principales acciones a llevar a cabo son:

 Eliminación de desechos.

 Clausura de silos y rellenos sanitarios.

 Eliminación de pisos de concreto u otro material utilizado.

 Recuperación de la morfología del área y revegetación, si fuera el caso.

En algunos casos, puede existir la posibilidad de aparición de asentamientos humanos


precarios alrededor de los campamentos. En tal sentido, se requiere la aplicación de medidas
para evitar dichos desarrollos poblacionales. En este caso, se efectuarán las coordinaciones
necesarias con la población y con las autoridades de gobierno para impedir su localización en
áreas aledañas a las que fueron previamente seleccionadas como campamentos para evitar el
desarrollo probable de asentamientos poblacionales precarios en base a la localización de
dichos campamentos.

Patios De Maquinaria
El reacondicionamiento del área intervenida, será efectuado teniendo en consideración:

 Eliminación de suelos contaminados y su tratamiento específico, antes de ser dispuestos


en el depósito de materiales excedentes.

 Limpieza de residuos sólidos.

 Eliminación de pisos.

 Recuperación de la morfología del área y revegetación, de ser el caso.

 Almacenamiento de los desechos de aceite en bidones para trasladarlos a lugares


seleccionados en las localidades cercanas para su disposición final.

Debe tenerse presente que por ningún motivo estos desechos de aceites deben ser vertidos en
el suelo o en cuerpos de agua.

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Protección de restos arqueológicos


Definición
Este trabajo consiste en la protección del patrimonio arqueológico y cultural de la Nación,
respecto a la construcción de obras viales.
La conservación del patrimonio cultural de la Nación está considerada en la Ley Nº 28296, del
21-07-2004 que declara de interés social y necesidad pública la protección, la
imprescriptibilidad de derechos y el cumplimiento de las políticas nacionales de defensa,
protección, promoción, propiedad y régimen legal y el destino de los bienes que constituyen el
Patrimonio Cultural de la Nación.
En el artículo 22º de la mencionada ley, se establece que toda obra pública o privada de
edificación nueva, remodelación, restauración, ampliación, refacción, acondicionamiento,
demolición, puesta en valor o cualquier otra que involucre un bien inmueble integrante del
Patrimonio Cultural de la Nación, requiere para su ejecución de la autorización previa del
Instituto Nacional de Cultura (INC).
En consecuencia, la obra vial que involucre bienes inmuebles integrantes del Patrimonio
Cultural de la Nación, debe contar para su ejecución de la autorización previa del Instituto de
Cultura o la certificación que descarte la condición de bien cultural. En todo caso, tendrá el
certificado de inafectación o de inexistencia de restos arqueológicos. Estas autorizaciones
deben estar incluidas en los alcances del proyecto y su gestión es de competencia de la
entidad.
El contratista, a través de su especialista ambiental, es el encargado de la aplicación y
seguimiento de las medidas de manejo ambiental contenidas en el programa de seguimiento
y/o vigilancia ambiental, así como de las medidas de manejo ambiental contenidas en los
demás programas que conforman el plan de manejo socioambiental del estudio de impacto
ambiental del proyecto.

Requerimientos
El contratista estará obligado a la protección de restos arqueológicos ubicados en la zona de
servidumbre y áreas aledañas. En tal sentido, no promoverá ni realizará excavaciones en sitios
arqueológicos o cementerios, ni alterará bienes inmuebles integrantes del patrimonio cultural de
la Nación. En caso contrario, el contratista estará sujeto a las multas, incautaciones y
decomisos a cargo del INC, sin perjuicio de las penas que imponga el Código Penal por delitos
cometidos en ese campo.
El contratista y todo su personal, deben tener una visión clara de lo que es un sitio
arqueológico, lo que representa y al valor que posee cada objeto hallado, llegado el caso de
encontrar alguno, comunicar de inmediato a la supervisión, para que el objeto sea entregado al
INC.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

En caso de que se detecte la presencia de yacimientos arqueológicos en la zona de


servidumbre y áreas aledañas en la zona de construcción, se suspenderán de inmediato los
trabajos y se dispondrá de vigilancia para luego dar aviso al supervisor, la entidad y a las
autoridades del INC.
En el caso que el contratista tenga que ocupar algún espacio diferente a los establecidos en el
plan de manejo ambiental del proyecto para establecer nuevas áreas auxiliares (campamentos,
patio de máquinas, depósitos de material excedente, canteras), será indispensable ubicar los
puntos con coordenadas UTM, para efectuar una evaluación con un arqueólogo acreditado por
el INC no sólo superficial sino con un corte arqueológico. Ello que permitirá descartar la
existencia de sitios arqueológicos o cementerios. En este caso, la gestión hasta obtener la
respectiva autorización del INC y el certificado de inexistencia de restos arqueológicos, es de
competencia y responsabilidad del contratista.
Este programa se aplicará durante todo el tiempo que demande la construcción de la obra
proyectada y será el contratista el responsable de su aplicación y el supervisor de su control y
seguimiento.

Medición y forma de pago


El programa para la protección de restos arqueológicos no será materia de medición directa,
pero se evidenciará con los informes de avance mensual del programa, elaborado por el
especialista ambiental. En esos documentos se definirán las acciones de aplicación del
programa que pudieran haberse presentado en el mes. El indicado informe será aprobado por
el supervisor y se incluirá en el respaldo de avances de la valorización mensual de obra.
Pago
No se efectuará pago directo por la aplicación del programa especificado de protección de
restos arqueológicos. El contratista deberá incluir los costos que demande la protección de
restos arqueológicos en sus costos indirectos, constituyendo compensación total para cumplir
los alcances establecidos en la presente especificación.

Control de contingencias
Definición
Este trabajo consiste en la aplicación del programa de contingencias con el fin de prevenir y
controlar eventualidades naturales y accidentes laborales que pudieran ocurrir en el área de
influencia de la obra vial en ejecución, de modo tal, que permita contrarrestar los efectos
generados por la ocurrencia de emergencias, producidas por alguna falla de las instalaciones
de seguridad o errores involuntarios en la operación y mantenimiento de los equipos.
Para tal efecto, el contratista tendrá en sus instalaciones equipos contra incendios (extintores),
equipo de comunicaciones y equipo de emergencias, los cuales serán utilizados ante
eventuales contingencias que puedan ocurrir durante el desarrollo del proceso constructivo de
la obra vial.

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Municipalidad Provincial de Fajardo

Requerimientos
Durante la etapa de construcción, el contratista está obligado a la aplicación del programa de
contingencias, el mismo que contiene acciones que deben implementarse si ocurriesen
contingencias que no puedan ser controladas con simples medidas de mitigación.
Según las características de todo proyecto y del área de su emplazamiento, las contingencias
más frecuentes que ocurren son los accidentes laborales. Para ello se deberá contar con las
siguientes medidas:

 Antes del inicio de la obra, se comunicará a los centros de salud de las localidades más
cercanas para que estos estén preparados frente a cualquier accidente que pudiera
ocurrir.

 El contratista deberá instalar un sistema de alerta y mensajes para auxiliar al personal o


poblador que pueda ser afectado.

El programa de contingencias debe proteger a todo el ámbito de influencia directa del proyecto.

Personal y Equipamiento Necesarios

(a) Unidad de Contingencia deberá contar con lo siguiente:

 Personal capacitado en primeros auxilios.

 Unidad móvil de desplazamiento rápido.

 Equipo de telecomunicaciones.

 Equipo de auxilios paramédicos.

 Equipo contra incendios.

 Disponibilidad de las unidades para movimiento de tierras.

(b) Implantación del programa de contingencias que se instalará desde el inicio de las
actividades de construcción de la obra, cumpliendo con lo siguiente:

 Capacitación del personal: Todo personal que trabaje en la obra será ca- pacitado
para afrontar cualquier caso de riesgo identificado. En cada grupo de trabajo se
designará a un encargado del programa de contingencias que estará a cargo de las
labores iniciales de rescate o auxilio e informará a la central del tipo y magnitud del
desastre.

 Unidad móvil de desplazamiento rápido: El contratista designará entre sus unidades


uno o dos vehículos que integrarán el equipo de contingencias, los mismos que
además de cumplir sus actividades normales, estarán en condiciones de acudir
inmediatamente al llamado de auxilio del personal y/o de los equipos de trabajo.
Estos vehículos estarán inscritos como tales, debiendo estar en condiciones

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Municipalidad Provincial de Fajardo

adecuadas de funcionamiento. En el caso de que alguna unidad móvil sufriera


algún desperfecto, será reemplazada por otro vehículo en buen estado.

 El sistema de comunicación de auxilios debe ser un sistema de alerta en tiempo


real, es decir, los grupos de trabajo deben contar con unidades móviles de
comunicación que estarán conectadas con la unidad central de contingencias y
esta, a su vez, con las unidades de auxilio.

 Equipo de auxilios paramédicos: Este equipo tendrá personal preparado en brindar


atención de primeros auxilios, camillas, balones de oxígeno y medicinas.

 Equipo contra incendios: Estará compuesto por extintores de polvo quí- mico y
estarán implementados en todas las unidades móviles de la obra. Además las
instalaciones auxiliares (campamento y patio de maquinarias) tendrán extintores y
cajas de arena.

Este programa se aplicará durante todo el tiempo que demande la construcción de la obra
proyectada y será el contratista el responsable de su aplicación y el supervisor de su control y
seguimiento.
Medición y forma de pago
El Programa de Control de Contingencias no será materia de medición directa, pero se
evidenciará con los informes de avance mensual del Programa, elaborado por el Especialista
Ambiental, donde se definirán las unidades de contingencia, acciones de implantación y
acciones de aplicación que pudieran haberse presentado en el mes. El indicado informe será
aprobado por el supervisor y se incluirá en el respaldo de avances de la valorización mensual
de obra.
Pago
No se efectuará pago directo por la aplicación del Programa de Control de Contingencias. El
contratista deberá incluir los costos que demande este programa en sus costos indirectos,
constituyendo compensación total para cumplir los alcances establecidos en la presente
especificación.

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