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PMRS Yauli

ambiental
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PMRS

PROYECTO:
“MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS MUNICIPALES,
INSTITUCIONALES DEL BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO
POBLADO DE SACHAPITE DEL DISTRITO DE YAULI -
PROVINCIA DE HUANCAVELICA - DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA”

202
5 PLAN DE MANEJO DE
RESIDUOS SÓLIDOS
Índice General.
Índice General...........................................................................................II
Índice de Figuras.......................................................................................V
Índice de Tablas.......................................................................................VI
Presentación.............................................................................................7
Introducción..............................................................................................8
1. Capítulo I: Aspectos Generales..............................................................9
1.1 Objetivo General................................................................................................ 9
1.2 Objetivos Específicos......................................................................................... 9
1.3 Finalidad............................................................................................................ 9
1.4 Justificación........................................................................................................ 9
1.5 Antecedentes................................................................................................... 10
1.6 Marco Legal y Normativo................................................................................. 10
2. Capítulo II: Datos Generales del titular para la ejecución del proyecto de
inversión.................................................................................................12
2.1 Generales del Titular........................................................................................ 12
2.1.1 Nombre del Proyecto................................................................................. 12
2.1.2 Titular del Proyecto.................................................................................... 12
2.1.3 Representante legal.................................................................................. 12
3. Capítulo III: Ubicación política y Geográfica del proyecto......................13
3.1 Ubicación y localización de la U.P....................................................................13
3.2 Vías de acceso al área de estudio....................................................................13
4. Capítulo IV: Características del proyecto..............................................15
4.1 Certificación Ambiental.................................................................................... 15
4.2 Características Físicas...................................................................................... 15
4.2.1 Clasificación climática............................................................................... 15
4.2.2 Meteorología.............................................................................................. 16
4.2.3 Vientos...................................................................................................... 17
4.2.1 Suelos........................................................................................................ 18
4.2.2 Uso actual de tierra................................................................................... 18
4.2.3 Geología.................................................................................................... 18
4.2.4 Geomorfología........................................................................................... 19
4.2.5 Pendiente.................................................................................................. 19

II
4.3 Características Biológicas................................................................................ 20
4.3.1 Ecorregiones.............................................................................................. 20
4.3.1 Zonas de vida............................................................................................ 20
4.3.1 Cobertura vegetal...................................................................................... 21
4.3.1 Flora.......................................................................................................... 21
4.3.1 Fauna......................................................................................................... 22
4.4 Características sociales.................................................................................... 23
5. Capítulo V Descripción de las actividades de la obra.............................26
5.1 Diagnóstico y descripción del proyecto...........................................................26
5.2 Descripción de actividades..............................................................................26
5.3 Cronograma de ejecución del proyecto...........................................................27
5.4 Recursos humanos........................................................................................... 27
5.5 Recursos Materiales......................................................................................... 28
6. Capítulo VI Identificación de variables ambientales, aspectos e impactos
negativos................................................................................................32
6.1 Identificación y descripción de las variables ambientales relacionadas al
proyecto.................................................................................................................... 32
7. Capítulo VII Medidas de manejo de los residuos sólidos generados por la
construcción y demolición........................................................................33
7.1 Plan de manejo de Residuos Solidos generados por la Obra............................33
7.1.1 Caracterización de Residuos Sólidos.........................................................33
7.1.2 Gestión de residuos sólidos.......................................................................35
7.1.3 Gestion y manejo de material excedente..................................................36
7.1.4 Gestion y manejo de los residuos sólidos no peligrosos............................36
7.1.5 Gestion y manejo de los residuos sólidos de aparatos electricos y
electronicos............................................................................................................ 39
7.1.6 Gestion y manejo de los residuos sólidos no peligrosos............................39
7.1.7 Generación de efluentes............................................................................41
7.2 Medidas de manejo para el cierre de obra.......................................................42
7.3 Manejo en de los Residuos Sólidos en el cierre de Obra..................................42
7.4 Medidas de cierre del componente social........................................................43
7.5 Plan de Relaciones Comunitarias y programa de atencion de quejas y
reclamos.................................................................................................................... 43
7.5.1 Subprograma de Atención de quejas y reclamos.......................................44
7.6 Medidas de manejo de emisiones atmosfericas y ruido...................................45
7.7 Plan contingencias........................................................................................... 46
8. Capítulo VIII Participación Ciudadana …...............................................49
8.1 Participación Ciudadana.................................................................................. 49

III
9. Capítulo IX Cronograma Ambiental.…..................................................51
A continucion se muestra el cronograma de las medidas ambientales del PMRS.....51
10. Capítulo IX Presupuesto Ambiental.…..................................................53
11. Capítulo XI Conclusiones y Recomendaciones.…...................................54
11.1 Conclusiones y recomendaciones....................................................................54
BIBLIOGRAFÍA..........................................................................................55
ANEXOS..................................................................................................57

IV
Índice de Figuras.
Figura 1: Mapa de ubicación y localización..............................................................................13
Figura 2: Mapa de vías de acceso al proyecto.........................................................................14
Figura 3: Clasificación Climática.............................................................................................. 16
Figura 4: Velocidad del viento media anual.............................................................................17
Figura 5: Mapa de geología..................................................................................................... 18
Figura 6: Mapa de geomorfología............................................................................................ 19
Figura 7: Mapa de pendientes................................................................................................. 20
Figura 8: Código de colores de los recipientes de Residuos Sólidos no peligrosos según Norma
Técnica Peruana NTP 900.058 - 2019”......................................................................................39

V
Índice de Tablas.
Tabla 1: Ubicación geográfica de las localidades.....................................................................13
Tabla 2: Clasificación Climática del Área del proyecto....................................................15
Tabla 3: Precipitación histórica mensual...........................................................................16
Tabla 4: Rango de pendientes.................................................................................................. 20
Tabla 5: Flora potencial para el área de influencia del proyecto...................................21
Tabla 6: Lista de Mamíferos y aves potenciales para el área de influencia del proyecto..........22
Tabla 7: Descripción de las actividades del proyecto...............................................................27
Tabla 8: Descripción de las actividades del proyecto...............................................................27
Tabla 9: Recursos humanos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de
las iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca............................................................................28
Tabla 10: Insumos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de las
iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca..................................................................................28
Tabla 11: Instrumentos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de las
iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca..................................................................................29
Tabla 12: Materiales de escritorio para el proceso de restauración del patrimonio
Cultural mueble de las iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca.................................30
Tabla 13: Generacion de residuos solidos por mano de obra...................................................33
Tabla 14: Generacion de residuos solidos no peligrosos..........................................................34
Tabla 15: Generacion de residuos solidos peligrosos...............................................................34
Tabla 16: Cronograma Ambiental de las medidas....................................................................51
Tabla 17: Presupuesto Ambiental de las medidas ambientales en Santa Barbara...................53
Tabla 18: Presupuesto Ambiental de las medidas ambientales en Sacsamarca.......................53

VI
Municipalidad Distrital de Yauli
Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

Presentación.
La deficiente gestión de residuos sólidos municipales y no municipales impacta
negativamente en el ambiente y en la salud de la población. Las ciudades
urbanas disminuyen su capacidad de acogida cuando el entorno se vuelve
insalubre por la basura eliminada al aire libre, ya que tal condición da origen a
la proliferación de insectos y roedores, así como también a malos olores
derivados del proceso de descomposición; ello sin mencionar el deterioro del
paisaje, el cual ejerce una influencia negativa directa en la salud mental por la
sensación de malestar e inseguridad.
El presente Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos (PMRS),
desarrollado para las etapas de ejecución, operación y mantenimiento del
proyecto “MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS MUNICIPALES, INSTITUCIONALES
DEL BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO POBLADO DE SACHAPITE DEL DISTRITO
DE YAULI - PROVINCIA DE HUANCAVELICA - DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA”, ha sido elaborado tomando en cuenta los requisitos
establecidos en la legislación ambiental vigente.
Este documento se presenta como parte de la solución al problema sobre la
gestión de los residuos generados por demolición y construcción de Centros
Culturales que no se encuentran comprendidos dentro del marco del SEIA o
están categorizados como obras menores, tal como se indica en el DECRETO
SUPREMO Nº 002-2022-VIVIENDA, DECRETO SUPREMO QUE APRUEBA
EL REGLAMENTO DE GESTIÓN Y MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS DE LA
CONSTRUCCIÓN Y DEMOLICIÓN; en su Artículo 24.- Plan de Minimización y
Manejo de residuos sólidos no municipales; ítem 24.3 para las actividades en
curso sujetas al SEIA, el Plan de Minimización y Manejo de residuos sólidos no
municipales de los generadores de residuos sólidos de la construcción y
demolición debe ser incorporado al IGA cuando se modifiquen o actualicen
dichos instrumentos ambientales, de acuerdo a las normas correspondientes.
La Gestión de residuos sólidos de actividades de Construcción y Demolición de
los servicios institucionales, que no se encuentran comprendido dentro del
marco del SEIA, no cuentan con un modelo de gestión de residuos sólidos, para
lo cual se desarrollan los procedimientos propuestos para contribuir al
cumplimiento de la normatividad, la elaboración de los procedimientos se
fundamenta en el cumplimiento de los compromisos ambientales de acuerdo a
la normatividad nacional ambiental vigente.

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Municipalidad Distrital de Yauli
Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

Introducción.
El presente Plan se elaboró de acuerdo al D.L. N°1278 Ley Gestión Integral de
Residuos Sólidos y su reglamento el D.S. N°014-2017-MINAM, y su
modificación D.S. N° 001-2022-MINAM, el cual abarcará el manejo de residuos
sólidos no peligrosos y peligrosos, para las diferentes etapas de ejecución de
la obra, en la construcción, cierre de obra, operación y mantenimiento del
proyecto. Todos los desechos sólidos se clasificarán por tipo de material y
naturaleza, según la NTP 900.058.2019. Con el objetivo de facilitar su
reaprovechamiento, tratamiento, comercialización y/o devolución al
proveedor; mediante la separación sanitaria y segura de sus componentes
hasta su disposición final acorde a la ley de residuos sólidos. Para lo cual se
recomienda una recolección y segregación sistemática, para su disposición
final.
Los proyectos de Inversión que no se encuentran comprendidos dentro del
marco del SEIA deberán cumplir la normatividad ambiental vigente, en
consecuencia, se elabora los procedimientos que se detallan para el
cumplimiento de los compromisos ambientales mínimos exigibles por la
normativa ambiental vigente, como parte de la gestión ambiental realizada por
el Gobierno Regional de Huancavelica.
En tal sentido el Gobierno Regional de Huancavelica, como titular del proyecto
se encuentra obligado a cumplir todas las normas generales emitidas para el
MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS, que pudieran corresponder de acuerdo a la
naturaleza del proyecto; para el cumplimiento de sus compromisos derivados
de la generación de impactos y daños ambientales, asimismo se derivó el
Formulario del proyecto al Ministerio del Ambiente para la evaluación
correspondiente.
Los residuos generados por demolición y construcción de instituciones
educativas que no se encuentran comprendidos dentro del marco del SEIA o
están categorizados como obras menores, tal como se indica en el DECRETO
SUPREMO Nº 002-2022- VIVIENDA, DECRETO SUPREMO QUE APRUEBA
EL REGLAMENTO DE GESTIÓN Y MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS DE LA
CONSTRUCCIÓN Y DEMOLICIÓN; en su Artículo 24.- Plan de Minimización y
Manejo de residuos sólidos no municipales; ítem 24.3 para las actividades en
curso sujetas al SEIA, el Plan de Minimización y Manejo de residuos sólidos no
municipales de los generadores de residuos sólidos de la construcción y
demolición debe ser incorporado al IGA cuando se modifiquen o actualicen
dichos instrumentos ambientales, de acuerdo a las normas correspondientes.

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Municipalidad Distrital de Yauli
Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

1. Capítulo I: Aspectos
Generales
1.1 Objetivo General
El objetivo general es realizar la gestión y manejo integral de los residuos
sólidos y establecer las medidas ambientales de control, mitigación y
corrección de la obra: “MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS MUNICIPALES,
INSTITUCIONALES DEL BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO POBLADO DE
SACHAPITE DEL DISTRITO DE YAULI - PROVINCIA DE HUANCAVELICA -
DEPARTAMENTO DE HUANCAVELICA”.
1.2 Objetivos Específicos
- Realizar una adecuada gestión y manejo de residuos sólidos, de
conformidad con la norma vigente, para todas las etapas del proyecto. Así
como, presentar las medidas necesarias para caracterizar, minimizar,
segregar, almacenar y transportar con el mínimo deterioro ambiental los
residuos sólidos provenientes de las diferentes actividades del proyecto.
- Realizar un adecuado manejo responsable de los residuos generadoras, de
tal manera de no causar daño a la salud de los trabajadores y proteger la
calidad ambiental.
- Realizar el control de los impactos ambientales producidos en la ejecución
de proyectos de inversión.
- Proponer y realizar las medidas de control y/o mitigación de impactos
ambientales de los proyectos no comprendidos dentro del listado de los
listados de inclusión considerados en el documento.
- Cumplir con los compromisos ambientales.
1.3 Finalidad
Sustentar la implementación de acciones de manejo integral de residuos
sólidos generados por la obra: “MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS
MUNICIPALES, INSTITUCIONALES DEL BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO
POBLADO DE SACHAPITE DEL DISTRITO DE YAULI - PROVINCIA DE
HUANCAVELICA - DEPARTAMENTO DE HUANCAVELICA’’.
El área de influencia se encuentra dentro del distrito de Yauli, provincia de
Huancavelica, específicamente en la localidad de Sachapite.
1.4 Marco Legal y Normativo
- Ley N° 28611, Ley General del Ambiente, Art.52º establece entre otros,
que los Ministerios de los sectores correspondientes a las actividades que
desarrollan las empresas tienen competencias ambientales.
- Ley N° 28245, Ley Marco del Sistema Nacional de Gestión Ambiental.
- Ley N° 27446, Ley del Sistema Nacional de Evaluación de Impacto
Ambiental, Art.18º, señala que son las autoridades competentes las
autoridades nacionales y sectoriales que poseen competencias
ambientales.

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

- Ley N° 29338, Ley de Recursos Hídricos.


- D.L. N° 1278, Ley de Gestión Integral de Residuos Sólidos.
- Ley N° 26821, Ley Orgánica para el Aprovechamiento Sostenible de los
Recursos Naturales.
- Ley Nº 29325, Ley del Sistema Nacional de Evaluación y Fiscalización
Ambiental.
- Ley N°29664, Ley que crea el Sistema Nacional de Gestión de Riesgo de
Desastres (SINAGERD)
- Decreto Legislativo N° 1083 que promueve el aprovechamiento
eficiente y la conservación de los Recursos Hídricos.
- Decreto Supremo N° 074-2001-PCM, Reglamento de Estándares
Nacionales de Calidad Ambiental del Aire.
- Decreto Supremo Nº 085-2003-PCM, Reglamento de Estándares
Nacionales de Calidad Ambiental para Ruido.
- Decreto Supremo Nº 021-2017, Reglamento del D.L. N° 1278, Ley de
Gestión Integral de Residuos Sólidos.
- Decreto Supremo N°001-2022-MINAM, Decreto Supremo que modifica
el Reglamento del Decreto Legislativo Nº 1278, Decreto Legislativo que
aprueba la Ley de Gestión Integral de Residuos Sólidos, aprobado
mediante Decreto Supremo Nº 014-2017-MINAM, y el Reglamento de la Ley
Nº 29419, Ley que regula la actividad de los recicladores, aprobado
mediante Decreto Supremo Nº 005-2010- MINAM.
- Resolución Ministerial N°257-2020-VIVIENDA, Reglamento de Manejo
de Residuos Sólidos de la Construcción y Demolición.
- Decreto Supremo N°021-2008-MTC, Reglamento Nacional de
Transporte Terrestre de Materiales y Residuos Peligrosos.
- Decreto Supremo N°001-2012-MINAM, Reglamento Nacional para la
Gestión y manejo de los Residuos de Aparatos Eléctricos y Electrónicos.
- Decreto Supremo Nº 008-2005-PCM, Reglamento de la Ley Nº 28245,
Ley Marco del Sistema Nacional de Gestión Ambiental.

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

2. Capítulo II: Datos


Generales del titular para la
ejecución del proyecto de
inversión
2.1 Generales del Titular.
2.1.1 Nombre del Proyecto.

“MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS MUNICIPALES, INSTITUCIONALES DEL


BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO POBLADO DE SACHAPITE DEL DISTRITO DE
YAULI - PROVINCIA DE HUANCAVELICA - DEPARTAMENTO DE HUANCAVELICA”.
2.1.2 Titular del Proyecto.

Municipalidad Distrital de Yauli


2.1.3 Representante legal.

Leoncio Huayllani Taype

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

3. Capítulo III: Ubicación


política y Geográfica del
proyecto.
3.1 Ubicación y localización de la U.P.
El área de estudio se encuentra ubicado (según informe topográfico) en:
Departamento : Huancavelica
Provincia : Huancavelica
Distrito : Yauli
Localidades : Sachapite

Tabla 1: Ubicación geográfica de las localidades

N Nombre Este Norte


° (m) (m)
Distrito de Yauli 516135. 8588318.
1
48 65
C.P. Sachapite - 510254. 8592439.
2 Bellavista 54 02
Fuente: Equipo Técnico
Figura 1: Mapa de ubicación y localización

A NIVEL PROVINCIAL A NIVEL DISTRITAL

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

DISTRITO DE YAULI C.P. SACHAPITE


Fuente: Equipo Técnico.

3.2 Vías de acceso al área de estudio


El ámbito de desarrollo del proyecto está ubicado en el Centro Poblado de
Sachapite del Distrito de Yauli de la Provincia de Huancavelica, Región
Huancavelica. Con respecto al acceso de ingreso desde el departamento de
Huancavelica es por la vía departamental 26B hasta el Centro Poblado de
Sachapite ruta asfaltada, para luego llegar al barrio de Bellavista lugar del
proyecto por carretera asfaltada, haciendo un recorrido de 20 km por carretera
asfaltado, en un tiempo aproximado de 35 minutos.
Figura 2: Mapa de vías de acceso al proyecto

Fuente: Equipo Técnico.

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

4. Capítulo IV:
Características del
proyecto.
4.1 Certificación Ambiental.
La no obligatoriedad de la Certificación Ambiental, no exime a la Municipalidad
de Yauli de la obtención de los permisos, autorizaciones, licencias u otros
requisitos necesarios para la ejecución de los proyectos.
4.2 Características Físicas.
4.2.1 Clasificación climática

El departamento de Huancavelica ubicado en la sierra de Perú, se encuentra


constituido por un territorio interandino ubicado sobre la Cordillera de los
Andes. Esta región posee un potencial agropecuario importante, el cual,
mediante análisis como el presente, puede contribuir a su optimización.
El clima es uno de los principales factores que condicionan las costumbres de
las poblaciones, por sus características de precipitaciones, temperaturas,
humedad, vientos, entre otros factores. El clima de la zona de estudio se
encuentra influenciado principalmente por la cordillera de los Andes que es el
macizo montañoso de gran altitud que recorre longitudinalmente al país,
penetrando profundamente en la capa atmosférica (la tropósfera). Al situarse
en la división de las dos principales masas de aire, las altitudes andinas son la
causa de que la cordillera de los Andes conforme una barrera natural que
impida el paso de las masas de aire húmedo del Atlántico al Pacífico. El tipo
climático en el área de influencia del proyecto se ha determinado en base al
Mapa de Clasificación Climática elaborado por el Servicio Nacional de
Meteorología e Hidrología – SENAMHI en función a los Índices del Sistema de
Warren Thornthwaite.
En el área de influencia del proyecto se pudo identificar según la clasificación
climática desarrollada por Thornthwaite, un tipo de clima B(o,i) C' Zona de
Clima de tipo lluvioso, frío y con otoño e invierno seco.

Tabla 2: Clasificación Climática del Área del proyecto

Símbolo Clasificación Climática

B(o,i) C' Clima de tipo lluvioso, frío y con otoño e invierno seco. Ocupa 10% del área
nacional y se encuentra en los departamentos de la región Andina, a excepción de
Piura, Lambayeque y Cajamarca. En el verano, el tiempo de esta área está
determinado por la Alta de Bolivia, el flujo de humedad del este, el Jet de Bajos
Niveles al Este de los Andes y por factores locales. Mientras que, en invierno, las
DANAs pueden generar precipitaciones sólidas como la nieve en el centro y sur del
país; además, también son frecuentes las heladas en esta temporada debido al
ingreso de vientos secos del oeste en altura. Esta región presenta durante el año,
en promedio, temperaturas máximas de 9°C a 19°C y temperaturas mínimas de -
3°C a 3°C. Además, los acumulados anuales de precipitación de pueden variar

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

desde los 500 mm hasta los 1200 mm aproximadamente.

Fuente: Elaboración Propia.

Ubicación del
Proyecto

Figura 3: Clasificación Climática

4.2.2 Meteorología

Los datos meteorológicos que permitieron caracterizar al área de estudio se


obtuvieron de la estación meteorológica de Ascensión.
a. Precipitación
Los datos meteorológicos de la precipitación que permitieron caracterizar al
área de estudio se obtuvieron de la estación meteorológica de Ascensión. De
acuerdo a los datos de la Estación Meteorológica de Ascensión, Huancavelica,
se registró que la precipitación promedio mensual va descendiendo, mientras
que en el 2017 se registraba un promedio anual de 204.742 mm, al año 2019
solo precipitó 216.525 mm, y en el año 2020 solo precipito un promedio anual
de 56.30 mm. Como se indica en la siguiente tabla.

Tabla 3: Precipitación histórica mensual

PROMEDI
AÑO ENE. FEB. MAR. ABR. MAY. JUN. JUL. AGO. SET. OCT. NOV. DIC.
O
1999 202.8 183.4 136.5 175.5 135 42 58.5 52.5 184.5 94.5 121.5 139.5 127.183
2000 144 173.6 163.5 156 64.5 55.5 94.5 91.5 144 88.5 141 133.5 120.842
2001 145.2 184.8 424.5 132 109.5 0 168 123 168 75 183 160.5 156.125
2002 116.4 305.2 393 141 94.5 87 150 154.5 162 93 216 232.5 178.758
2003 213.6 403.2 456 259.5 82.5 0 111 157.5 183 90 94.5 255 192.150

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

2004 96 205.8 228 141 63 174 160.5 156 168 39 175.5 232.5 153.275
2005 158.4 140 171 178.5 103.5 57 31.5 34.5 163.5 60 150 129 114.742
2006 163.2 196 163.5 189 0 78 0 127.5 102 90 153 178.5 120.058
2007 106.8 212.8 207 141 82.5 0 40.5 54 148.5 64.5 148.5 163.5 114.133
2008 152.4 231 148.5 54 40.5 37.5 88.5 144 114 127.5 123 153 117.825
2009 367.2 305.2 283.5 187.5 87 31.5 168 75 138 99 252 234 185.658
2010 255.6 217 223.5 157.5 57 31.5 0 72 67.5 277.5 364.5 322.5 170.508
2011 298.8 380.8 382.5 181.5 61.5 16.5 117 81 175.5 52.5 367.5 309 202.008
2012 174 439.6 303 382.5 76.5 69 88.5 55.5 385.5 129 357 562.5 251.883
2013 213.6 338.8 561 243 133.5 81 18 190.5 219 147 94.5 345 215.408
2014 217.2 224 186 193.5 250.5 43.5 121.5 76.5 189 151.5 115.5 226.5 166.267
2015 201.6 399 267 187.5 124.5 78 111 202.5 147 204 232.5 451.5 217.175
2016 318 252 249 486 84 34.5 66 66 166.5 286.5 175.5 268.5 204.375
2017 304.8 362.6 472.5 189 109.5 88.5 129 78 144 223.5 217.5 138 204.742
2018 273.6 246.4 292.5 327 567 81 175.5 192 168 109.5 214.5 172.5 234.958
2019 255.6 508.2 385.5 154.5 70.5 28.5 142.5 7.5 84 175.5 309 477 216.525

Fuente: Elaboración Propia.

4.2.3 Vientos

Según información del Ministerio de Energía y Minas, según el Atlas Eólico del
Perú, la zona que es la más cercana al área de riego en cuestión, puede estar
con una velocidad promedio anual entre 7.9 Km/s y 9.8 Km/s.
Figura 4: Velocidad del viento media anual

4.2.1 Suelos

El suelo es un cuerpo natural que comprende a sólidos (minerales y materia


orgánica), líquidos y gases que ocurren en la superficie de las tierras, que
ocupa un espacio y que se caracteriza por uno o ambos de los siguientes:
horizontes o capas que se distinguen del material inicial como resultado de
adiciones, pérdidas, transferencias y transformaciones de energía y materia o

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por la habilidad de soportar plantas en un ambiente natural. El proyecto se


enmarca en suelo formados por Ayamarca – Cordova.
4.2.2 Uso actual de tierra

La evaluación del Uso Actual de Tierras, es parte del estudio donde se analiza
la ocupación actual de tierras, interpretando e identificado el uso de ésta, en
diferentes escenarios Físico - Biológico - Antrópico y en la interrelación entre
los mismos.
El proyecto se enmarca en tierras dominados por Herbazal denso y Áreas de
extracción de minería e hidrocarburos, correspondiente a las áreas donde
antiguamente se fomentaba y realizaba la extracción minera.
4.2.3 Geología

De acuerdo a nuestro mapa geológico del Perú, la zona de influencia del


proyecto se enmarca la unidad estatografica de formacion caudalosa, el cual
esta compuesto por Flujos andesíticos intercalados con brechas andesíticas y
tobas, tal como se presenta en la siguiente Figura 5.
Figura 5: Mapa de geología.

Formación Caudalosa: Se encuentra suprayaciendo en discordancia angular


a los depósitos volcánicos y volcanoclásticos de la Formación Puquio
(Oligoceno Superior- Mioceno Inferior), e infrayace en leve discordancia
angular a los flujos lávicos y piroclásticos de los centrosvolcánicos Jello-Jasay
Concayllo (Mioceno Superior). La litología de la Formación Caudalosa está
compuesta por conglomerados y sedimentos fluvio-lacustres, además de
depósitos piroclásticos y volcanoclásticos, y presenta un espesor aproximado
de 250 m.
4.2.4 Geomorfología

De acuerdo a nuestro mapa geomorfologia del Perú, la zona de influencia del


proyecto se enmarca en suelo de montaña en roca sedimentaria, el área de
estudio presenta la siguiente geomorfología, que se presenta en la siguiente
Figura 8.
Figura 6: Mapa de geomorfología.

Montaña en roca sedimentaria: Litológicamente, está compuesto por


secuencias sedimentarias de las formaciones cretácicas principalmente
(lutitas, areniscas, lutitas carbonosas y, también, secuencias de calizas).
Presenta una morfología moderada hasta suave, muy distribuida en la región.
Se encuentra colindante con zonas de fuerte pendiente y también montañas
con laderas estructurales. Se distribuye principalmente en la parte
suroccidental de la región.
4.2.5 Pendiente

Para determinar la pendiente del terreno, se procedió a generar las


mismas, con información del levantamiento topográfico. Se procesaron los

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puntos del levantamiento en el programa ArcMap para obtener el DEM y


realizar la clasificación de la pendiente, de acuerdo al ámbito del área de
riego. Identificándose terrenos con rangos de pendientes que van desde
terrenos llanos y/o inclinados con pendiente suave hasta terreno con
pendiente muy empinada. Se muestra en la Figura 7.
Tabla 4: Rango de pendientes

Figura 7: Mapa de pendientes.

4.3 Características Biológicas.


4.3.1 Ecorregiones.

De acuerdo al sistema de clasificación de A. Brack, el proyecto está ubicado en


la ecorregión Puna.
4.3.1 Zonas de vida.

De acuerdo al mapa ecológico del Perú INRENA (1994) el entorno del proyecto
se ubica en (02) dos zonas de vida.
Bosque húmedo montano subtropical (bh-MS). Se distribuye en la región
cordillerana, entre 2800 y 3800 msnm. El relieve de esta zona es
dominantemente empinado ya que conforma el borde o parte superior de las
laderas que enmarcan a los valles interandinos. La vegetación natural clímax
prácticamente no existe y se reduce a pequeños relictos y bosques residuales
homogéneos.
Paramo muy humedo Subalpino Subtropical (pmh-sas) Ocupa los Andes
entre los 3900 y 4500 msnm. La configuración topográfica está definida por
áreas bastante extensas, suaves y ligeramente onduladas o colinadas. La
vegetación dominante es una mezcla de gramíneas y otras hierbas de hábitat
perenne.
4.3.1 Cobertura vegetal.

De acuerdo al Mapa Nacional de Cobertura Vegetal (MINAM, 2015) y al Estudio


Temático de Cobertura Vegetal del Gobierno Regional de Huancavelica. El área
de influencia del proyecto está comprendida por (01) unidad de cobertura
vegetal:
Pajonal andino (pj). Este tipo de cobertura vegetal está conformado
mayormente por herbazales ubicado en la porción superior de la cordillera de
los andes, aproximadamente entre 3800 y 4800 m. s. n. m. Se desarrolla sobre

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terrenos que van desde casi planos como en las altiplanicies hasta empinados
o escarpado, en las depresiones y fondo de valles glaciares.
4.3.1 Flora.

Este ítem nos permite conocer la flora en el área del proyecto antes de su
ejecución y tener las herramientas e información necesaria para identificar,
interpretar y comunicar los probables impactos ambientales resultado de la
ejecución del proyecto. La caracterización de Flora Silvestre, se fundamentará
con fuentes secundarias, conforme a la “Guía para la elaboración de Línea
base en el marco del Sistema Nacional de Evaluación del Impacto Ambiental”,
se ha realizado la revisión de información secundaria, considerando las
unidades de vegetación que estarían presentes en relación a la cobertura
vegetal, zonas de vida, ecosistemas y altitud en relación al proyecto.
Cabe aclarar de que, debido a la actividad minera histórica, el suelo presenta
poca cobertura vegetal predominando los pajonales andinos.
En este acápite se describirá la flora potencial del área en estudio, para poder
determinar los posibles impactos ambientales que se pudieran generar con las
actividades productivas y la posible afectación a este componente biológico,
esto se describirá en base a la descripción de la cobertura Vegetal, Estudio
Temático de Cobertura Vegetal del Gobierno Regional de Huancavelica y las
zonas de vida presentes identificadas, las cuales se encuentran descritas a
continuación.

Tabla 5: Flora potencial para el área de influencia del proyecto

Estado de conservación

Nombre Habito de
N° Familia Especie

ENDEMI
común crecimiento

CITES
UICN

SMO
043-
D.S.

Escallonia Chachacom
01 Fabaceae Arbustiva - - - -
resinosa o
Puya Puya
02 Bromeliaceae Herbácea EN EN - -
Raimondi Raimondi
Caesalpinia
03 Fabaceae Tara Arbustiva VU - - -
espinosa
Alnus
04 Betulácea Aliso Arbustiva - - - -
acuminata
Polylepis
05 Rosaceae Quinual Herbácea CR VU - -
racemosa
Agave
06 Asparagaceae Pita Arbustiva - - - -
americana
Spartianthus
07 Fabaceae Retama Arbustiva - - - -
junceus
08 Poaceae Stipa Ichu Ichu Herbácea - - - -
Rosmarinus
09 Lamiaceae Romero Herbácea - - - -
ssp
Baccharis
10 Asteraceae Chilca Arbustiva - - - -
lanceolata
Eucaliptus
11 Myrtaceae Eucalipto Arbustiva - - - -
globulus
12 Anacardiaceae Schinus molle Molle Arbustiva - LC - -

13 Pinaceae Pinus radiata Pino Arbustiva EN EN - -

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4.3.1 Fauna.

La caracterización de la Fauna Silvestre, se fundamentará con fuentes


secundarias, conforme a la “Guía para la elaboración de Línea base en el
marco del Sistema Nacional de Evaluación del Impacto Ambiental”. Siendo el
Perú un país mega diverso el estudio de la fauna presente en cada uno de sus
ecosistemas es de gran importancia, sin embargo, determinar la fauna
presente o potencial en la zona de estudio nos ayudará a establecer medidas
para evitar tener impactos negativos sobre la fauna del lugar. La fauna
silvestre es sin duda el mejor indicador del medio biológico, por ser más
sensible a los efectos adversos de un proyecto o actividad en todas sus fases
de ejecución, así mismo posee buenos bioindicadores de la perturbación y
destrucción de sus hábitats.

Tabla 6: Lista de Mamíferos y aves potenciales para el área de influencia del proyecto

ESTADO DE
CONSERVACIÓN

D.S. Nº 004-2014-

ENDEMISMO
Especie nombre

MINAGRI
N° Orden Familia Nombre común

CITES
científico

UICN
Geranoaetus
01 Accipitriformes Accipitridae Aguilucho común - LC II -
polyosoma
02 Falconidae Falco peregrinus Halcón serrano NT LC - -
Falconiformes
03 Falconidae Falco tinnunculus Cernícalo - LC -
Patagioenas
04 Columbiformes Columbidae Paloma silvestre - LC - -
albipennis
Conirostrum
05 Thraupidae Pájaro Queñual - NT - -
binghami
06 Passeridae Passer domesticus Gorrión - - - -
Passeriformes
07 Fringillidae Spinus spinescens Jilguero - LC - -

08 Turdidae Turdus nigriceps Zorzal - LC - -

09 Columbiformes Columbidae Zenaida meloda Cuculí - LC - -

ESTADO DE CONSERVACIÓN
D.S. Nº 004-2014-

Especie
Nombre
MINAGRI

N° Orden Familia nombre


común
científico UICN CITES ENDEMISMO

01 Artiodactyla Camelidae Lama glama Llama - - - -

02 Artiodactyla Camelidae Vicugna pacos Alpaca - - - -

Ovis orientalis
03 Artiodactyla Bovidae Oveja - - - -
aries

04 Artiodactyla Bovidae Bos taurus Toro - - - -

Lycalopex
05 Canidae Zorro andino - LC II -
culpaeus
Carnivora
06 Felidae Puma concolor Puma andino NT LC II -

Lagidium
07 Rodentia Chinchillidae Vizcacha - LC - -
peruanum
Dasypus
08 Cingulata Dasypodidae Ccarachupa - LC - -
novemcinctus

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4.4 Características sociales


El estudio del componente social permite caracterizar las principales
actividades de la población e identificar los aspectos demográficos,
socioeconómicos culturales y actividades del área de influencia indirecta, con
la finalidad de conocer las necesidades de desarrollo y los posibles beneficios
directos e indirectos durante la operación del proyecto, lo que nos representa
una herramienta importante para poder determinar los posibles efectos
negativos o positivos. Par el análisis se han considerado los aspectos de
población, salud, educación, servicios básicos, actividades económicas.
A. Población. - La población del distrito de Huancavelica según las
estadísticas del último censo del INEI -2017 predomina la población
urbana. El departamento de Huancavelica tiene 347 639 habitantes, la
provincia de Huancavelica tiene 115054 habitantes y el Distrito de
Huancavelica cuenta con una población de 39776 habitantes dentro de su
territorio.
B. Población según sexo. - Según el Censo Nacional del 2017, A nivel
departamento, Huancavelica cuenta con una población mayormente
femenina conformando un 51.43% (178 797) de la población, estos datos
no varían mucho a nivel provincial y distrital, ya que la población femenina
sigue predominando.
C. Tipo de viviendas. - En el distrito de Huancavelica el tipo de viviendas
que predomina en su gran mayoría es el Casa Independiente (73.40%), un
porcentaje es de Vivienda en casa de vecindad (Callejón, solar o corralón)
(15.69%) y otro gran porcentaje de vivienda en quinta (5.66%).
D. Material predominante de las paredes, techos y pisos de las
viviendas. - En el distrito de Huancavelica el material que predomina en
las paredes en su gran mayoría es de ladrillo con (53.93 %); un porcentaje
de (17.75 %) son de adobe; un porcentaje de (20,38 %) son de tapia; un
(0,23 %) de madera; un (2,03%) son de piedra o sillar con cal y cemento;
un (0,43%) son de triplay/calamina /estera; un (0,15%) quincha (caña con
barro).
En el distrito de Huancavelica el material que predomina en los techos de
las viviendas en su gran mayoría es el concreto armado (49.84%), un
porcentaje es de planchas de calamina, fibra de cemento o similares (30%)
y otro gran porcentaje de tejas (17.56%).
Así mismo también tenemos el material de los pisos que predomina en la
construcción, según el Censo Nacional 2017: XII de población, VI de
vivienda y III de comunidades indígenas del INEI, en el departamento de
Huancavelica tienen como material predominante en los pisos de sus
viviendas, la tierra con un 76.71% (79005), a nivel provincial, Huancavelica
cuenta con la misma condición, con un 62,61%; a nivel distrital se cuenta
con un 48.74% de piso de cemento.
E. Tasa de analfabetismo. - En el distrito de Huancavelica, existen
personas con condiciones de alfabetismo y analfabetismo, de las cuales el
76.30% pertenece al grupo de las personas que saben leer y escribir o

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alfabetizadas, mientras que el 23.70% de la población está considerada


como población analfabeta.
F. Acceso a servicios básicos. – Según el censo nacional 2017: XII de
población, VII de vivienda y III de comunidades indígenas del INEI.
Respecto al tipo de abastecimiento de agua dentro de las viviendas, en el
departamento de Huancavelica, el 54.15% (55771) de las viviendas se
abastece a través de la red pública dentro de la vivienda, la misma
condición se da a nivel provincial, ya que, según los datos obtenido, el
61,75% de las viviendas de la provincia de Huancavelica, en el distrito de
Huancavelica se tiene que 70.69% tiene un sistema de red pública dentro
de la vivienda, un porcentaje de 22.28% tiene un sistema de
abastecimiento de agua con Red pública fuera de la vivienda, pero dentro
de la edificación, mientras que un 2.93 % utiliza Pilón o pileta de uso
público. Con respecto a la disposición final, en el departamento de
Huancavelica solo el 29.23% (30110) de las viviendas mayormente cuenta
con Red pública de desagüe dentro de la vivienda, esta misma se
condición se repite en la provincia de Huancavelica con 40,79%. A nivel
distrital el 61.79% cuenta con Red pública de desagüe dentro de la
vivienda, el 20.56% cuenta Red pública de desagüe fuera de la vivienda,
pero dentro de la edificación.
G. Clasificación socioeconómica. - En el distrito de Huancavelica, según el
INEI, el 44,3% de su población se encuentra en la condición de pobreza y
24.1% en pobreza extrema, esto porque los ingresos económicos que
perciben generalmente son ocasionales como: venta de sus productos,
trabajos eventuales.
H. Población estudiantil por niveles. - Según los censos del Instituto
Nacional de Estadística e Informática 2017, señala que, en el distrito de
Huancavelica, indica que el 26.63% del total de personas tienen estudios
de nivel secundarios y 19.58% con estudios de nivel primario; asimismo el
17.07% cuenta con estudio superior universitaria completa y 1.99 % con
estudio posgrado u otro similar y finalmente el 6.57 % No cuentan con
estudios de ningún nivel.
I. Electricidad. - Según el "CENSO NACIONAL 2017 " del Instituto Nacional
de Estadística e Informática 2017, señala que, en el distrito de
Huancavelica, indica que el 91.91% de las viviendas cuenta alumbrado de
electricidad y el 8.09% de los restantes de viviendas no disponen de este
servicio.

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5. Capítulo V Descripción
de las actividades de la
obra.
5.1 Diagnóstico y descripción del proyecto.
Considerando que la recuperación y puesta en valor de una iglesia se refiere a
un proceso integral que busca revitalizar y resaltar tanto la estructura física
como el valor cultural y patrimonial de las iglesias de Santa Bárbara y
Sacsamarca que contempla el proyecto: “MEJORAMIENTO DE LOS SERVICIOS
MUNICIPALES, INSTITUCIONALES DEL BARRIO BELLAVISTA DEL CENTRO
POBLADO DE SACHAPITE DEL DISTRITO DE YAULI - PROVINCIA DE
HUANCAVELICA - DEPARTAMENTO DE HUANCAVELICA”. Esto considerando los
conceptos generales de recuperación, la misma que implicar restaurar, reparar
o rehabilitar la iglesia para devolverle su condición original o para corregir
cualquier daño o deterioro que haya sufrido con el tiempo.
El presente Expediente en líneas generales tiene como objetivo general La
restauración de las iglesias en el ámbito arquitectónico y, patrimonio cultura
del bien mueble, puesto en valor de uso.

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Este proceso incluye la reparación de elementos arquitectónicos, la


restauración de obras de arte o la renovación de instalaciones y la puesta en
valor se refiere a destacar y resaltar los aspectos culturales, históricos y
estéticos de la iglesia. Esto implica reconocer y destacar la importancia de
ambas iglesias como parte del patrimonio cultural, tanto para la comunidad
local como para la sociedad en general
5.2 Descripción de actividades.
El proyecto se dividirá en las siguientes etapas.
Etapa A: IMPLEMENTACIÓN
Etapa B: INTERVENCIÓN PREPARATORIO
Etapa C: INTERVENCIÓN RESTAURATIVA
Etapa D: INTERVENCIÓN DE CONCLUSIVA
Etapa E: REGISTRO
Etapa F: ELBORACIÓN DOCUMENTARIA

Tabla 7: Descripción de las actividades del proyecto.

ETAPAS ACTIVIDADES
Instalación e implementación de logística
A Selección y clasificación de los bines a intervenir
Documentación gráfica y fotográfica
Proceso de limpieza superficial de los bienes a intervenir
Análisis
B Codificación y desmontaje integral de los Altares Retablos
Levantamiento de planos y medidas
Secado y preparación de material
Proceso de restauración y consolidación
C Limpieza y decapado para la policromía
Reintegración de base de preparación (estuco en el caso de los retablos) Reintegración del dorado y policromía
D Protección final
Registro fotográfico
E
Registro documentario
Memoria final y machote
Investigación Bibliográfica.
F
Trabajo de campo de supervisión.
Redacción de informe.
5.3 Cronograma de ejecución del proyecto.
En el siguiente cuadro se describe las actividades del proyecto.

Tabla 8: Descripción de las actividades del proyecto.

MESES
ETAPAS
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
A
B
C

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D
E
F
5.4 Recursos humanos.
El proyecto requerirá de la siguiente cantidad de mano de obra:
Profesionales: (04 profesionales)
Técnicos: (15 técnicos)
Auxiliares: (05 profesionales)

Tabla 9: Recursos humanos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de
las iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca

N° Tipo de Personal Descripción Cantidad Tiempo


Restaurador Coordinador del proyecto 01 personal 04 meses
Museógrafo 01 personal 01 mes
1 Profesional
Promotor cultural 01 personal 02 meses
Historiador del arte 01 personal 02 meses
Técnico restaurador responsable 01 personal 04 meses
Técnico restaurador dorador 06 personales 04 meses
Técnico restaurador en pintura y escultura 04 personales 02 meses
2 Técnico
Técnico restaurador ebanista 02 personales 02 meses
Técnico en computación e informática 01 personal 01 mes
Técnico electricista 01 personal 15 días
Auxiliar restaurador ensamblador 03 personales 04 meses
3 Auxiliar Carpintero 01 personal 02 meses
Asistente de Museografía 01 personal 01 mes
5.5 Recursos Materiales.
El proyecto requerirá de los siguientes recursos para la recuperación y puesta
en valor del proyecto.

Tabla 10: Insumos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de las
iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca

N° Insumos Cantidad Total


1 Cola de conejo 8 kilos
2 Tiza 56 kilos
3 Bol de armenia 10 kilos
4 Lijas 01 paquete
5 Pan de oro 40 libros
6 Cola sintética Forte (tekno) 06 galones
7 Thinner 18 galones
8 Acetona 02 litros
9 Alcohol 09 litros
10 Acuarela winsor 09 unidades
11 Piedra ágata N° 20 06 unidades
12 Piedra ágata N° 22 06 unidades
13 Algodón 18 libras
14 Trementina 5 litros
15 Pigmentos de color Messon Newthon, Rojo bermellón 300 gramos

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Verde Jhonson 300 gramos


Verde vejiga 300 gramos
Negro 300 gramos
Blanco 300 gramos
Crema tostada 300 gramos
Colores:
Ocre-amarillo, 300 gramos
Azul cerillo 300 gramos
Azul ultramar 300 gramos
Azul prusia 300 gramos
Oxido marrón 300 gramos
Rojo 150 gramos
Pigmentos de color Messon Newthon, Rojo brillante 150 gramos
16
Colores: Encarne 150 gramos
Ciena tostada 150 gramos
17 Barniz saturado 5 litros
18 Yeso cerámico 10 kilos
19 Loneta 10 m.
20 Cera de abeja 03 kilos
21 Colofonia 03 kilos
22 Resina elámica 03 kilos
23 Bario saturado 02 litros
24 Bario brillante 01 litros
25 Papel celofán 50 hojas
26 Papel clupak 25 hojas
27 Papel seda 25 hojas
28 Grapas 03 cajas
29 Bencina 03 litros
30 Bencina 03 unidades
31 Harina sin preparar
32 Mobilith 05 litros
33 Paraloid 01 kilos
34 Cal hidratada 03 bolsas
35 Arena gruesa 01 m3
36 Arena fina 1/2 m3
37 Cinta scotch grande 02 unidades
38 Cinta adhesiva grande 02 unidades
39 Masking tape 01 docena
40 Catálogo de colores 01 cuaderno

Tabla 11: Instrumentos para el proceso de restauración del patrimonio Cultural mueble de las
iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca

N° Instrumentos Cantidad Total


1 Pelonesa de 2” 06 unidades
2 Pelonesa de 11/2” 06 unidades
3 Brocha de cerda fina 06 unidades
4 Pincel de cerda fina N° 12 06 unidades
5 Pincel de cerda fina N° 14 06 unidades
6 Pincel de cerda fina N° 20 06 unidades
7 Cuchillo para pan de oro 06 unidades
8 Espátula de pintor 07 juegos
9 Yute 3 m.

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10 Pincel pelo de marta N° 2 24 unidades


11 Pincel pelo de marta N° 4 24 unidades
12 Pincel pelo de marta N° 6 24 unidades
13 Mango de bisturí N° 4 12 unidades
14 Hoja de bisturí N° 4 03 cajas
15 Tazón de porcelana o plástico grande 05 unidades
16 Tazón de porcelana o plástico pequeño 03 unidades
17 Cocina eléctrica 01 unidad
18 Palitos de hisopos 04 paquetes
19 Guantes quirúrgico 06 cajas
20 Mascara protector de polvo 06 cajas
21 Brocha de cerda fina de 21/2” 09 unidades
22 Brocha de cerda fina de 2” 03 unidades
23 Engrapador 01 unidad
24 Bastidor técnico 01 unidad
25 Tensador 01 unidad
26 Armazón de mesa 01 unidades
27 Jeringa hipodérmica de veterinaria 12 unidades
28 Paleta de pintor 03 unidades
29 Aguja de jeringa gruesa 03 unidades
30 Foco cargador 03 unidades
31 Soporte de Cinta scotch 02 unidades
32 Almohadilla para dorar 06 unidades
33 Cuchillo para pan de oro 06 unidades
34 Regla de metal de 30 cm. 03 unidades
35 Regla de metal de 60 cm. 03 unidades
36 Tijeras para papel 04 unidades
37 Tijeras para tela 02 unidades
38 Lupa 04 unidades
39 Flexómetro (wincha) de 5 m. 06 unidades
40 Calibrador 02 unidades
41 Estilete de metal 06 unidades
42 Bombín 03 unidades

Tabla 12: Materiales de escritorio para el proceso de restauración del patrimonio


Cultural mueble de las iglesias de Santa bárbara y Saccsamarca

N° Descripción Cantidad
1 Papel bond A 4, 80g. 04 millares
2 Papel bulky (graphos), A 4 04 millares
3 Bolígrafo, color azul 06 docenas
4 Bolígrafo, color negro 06 docenas
5 Bolígrafo, color rojo 06 docenas
6 Resaltador 01 docena
7 Plumón indeleble mediano 01 docena
8 Plumón indeleble grueso 01 docena
9 Lápiz 03 docenas
10 Folder de manila 01 ciento
11 Sobre de manila 01 ciento
12 Engrapador grande 01 unidad
13 Perforador 01 unidad
14 Grapas 04 cajas

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15 Fastener Artesco 02 cajas


16 Goma de barra 1/2 docena
17 Clips Artesco 04 cajas
18 Corrector líquido 01 docena
19 Borrador de tinta 02 docenas
20 Borrador de lápiz 02 docenas
21 Cuaderno de campo 12 unidades
22 Chinches 04 cajas
23 USB 12 unidades
24 Tablero 02 docenas

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6. Capítulo VI
Identificación de variables
ambientales, aspectos e
impactos negativos.
6.1 Identificación y descripción de las variables ambientales
relacionadas al proyecto
Las variables ambientales relacionadas al proyecto son los siguientes:
AIRE:
Esta variable se identificó debido a las actividades de demolición, traslado de
material excedente, lo que podría generar material particulado y emisiones
gaseosas.
SUELO:
Esta variable no se identificó debido a que en la zona de intervención del
proyecto solamente corresponde al mejoramiento de la infraestructura mueble
e inmueble de los patrimonios culturales de las iglesias.
No obstante, existe la posibilidad de generación de material excedente,
residuos peligrosos y no peligrosos.
AGUA:
Esta variable no se considerará debido a que en la zona de intervención del
proyecto no existe esta variable. En cuanto al uso del agua para el proyecto se
tiene un compromiso al ahorro de este recurso.

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7. Capítulo VII Medidas de


manejo de los residuos
sólidos generados por la
construcción y demolición.
Esta variable se identificó debido a las actividades de demolición, traslado de
material excedente y desmonte, podrían generar material particulado y
emisiones gaseosas.
7.1 Plan de manejo de Residuos Solidos generados por la
Obra.
El presente plan se elabora de acuerdo al D.L. N°1278 Ley Gestión Integral de
Residuos Sólidos y su reglamento el D.S. N°014-2017-MINAM, y su
modificación D.S. N° 001-2022-MINAM, el cual abarcará el manejo de residuos
sólidos no peligrosos y peligrosos, para las diferentes etapas de inicio o
preliminar, de construcción, cierre de obra, operación y mantenimiento del
proyecto. Todos los desechos sólidos se clasificarán por tipo de material y
naturaleza, según la NTP 900.058.2019. Con el objetivo de facilitar su
reaprovechamiento, tratamiento, comercialización y/o devolución al
proveedor; mediante la separación sanitaria y segura de sus componentes
hasta su disposición final acorde a la ley de residuos sólidos. Para lo cual se
recomienda una recolección y segregación sistemática, para su disposición
final.
7.1.1 Caracterización de Residuos Sólidos

En este ítem se identificará los residuos sólidos generados por la actividad de


construcción y demolición, para luego realizar la segregación en la fuente de
acuerdo a normatividad ambiental vigente, así mismo se calculará la cantidad
a generarse por tipo de residuo. Estos tres aspectos de identificación,
clasificación y cuantificación nos ayudaran a realizar los cálculos
presupuestales para su manejo adecuado de los residuos generados de la
actividad de construcción y demolición durante su ejecución. Con el fin de
estimar la cantidad y/o volumen de residuos sólidos se han empleado los datos
contenidos de la generacion per capita en el SIGERSOL 1.

Tabla 13: Generacion de residuos solidos por mano de obra.

Tipo de
N° Cantidad Tiempo GPC Kg/día Kg/mes Kg/Obra Total
Personal
01 personal 04 meses 0.48 13.44 53.76
0.48
1 Profesional 01 personal 01 mes 0.48 13.44 13.44 880.32 Kg/Obra
Kg/día/Hab
01 personal 02 meses 0.48 13.44 26.88

1
https://sites.google.com/minam.gob.pe/dashboard-sigersolmunicipal/inicio
Fuente: Ministerio del Ambiente – MINAM.

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01 personal 02 meses 0.48 13.44 26.88


01 personal 04 meses 0.48 13.44 53.76
06 personales 04 meses 2.88 80.64 322.56
04 personales 02 meses 1.92 53.76 107.52
2 Técnico
02 personales 02 meses 0.96 26.88 53.76
01 personal 01 mes 0.48 13.44 13.44
01 personal 15 días 0.48 13.44 6.72
03 personales 04 meses 1.44 40.32 161.28
3 Auxiliar 01 personal 02 meses 0.48 13.44 26.88
01 personal 01 mes 0.48 13.44 13.44

Tabla 14: Generacion de residuos solidos no peligrosos.

Volumen
Clasificación Color Residuos identificados
estimado (kg)
Recipientes vacíos metálicos, chatarra metálica, clavos, recipientes
vacíos metálicos sin trazas de químicos o lubricantes, potes de metal,
Metálicos Amarrillo 5.9 Kg
alambre, tornillos, material corrugado, calaminas, fierro de
construcción, etc.
Bolsas biodegradables, bolsas, embalajes, envases plásticos sin estar
Plásticos Blanco contaminado. Envases de alimentos y bebidas. Vasos, platos y 3 Kg
cubiertos descartables entre otros.
No Papel de los servicios higiénicos, restos de tinta liquida de impresora,
Reaprovechabl Negro 1.5 Kg
restos de tóner, restos de plásticos contaminados.
es

Papeles, cartones, periódicos, revistas, folletos, catálogos,


Papel y cartón Azul 15.9 Kg
impresiones, fotocopias, sobres, cajas de cartón, guías telefónicas, etc.

Orgánicos. Marrón Restos de alimentos, frutas o verduras. 485.1 Kg

Vidrios. Plomo Restos de botellas de vidrio, restos de vidrios rotos, etc. 22 Kg

Total 533.4 Kg/obra

Tabla 15: Generacion de residuos solidos peligrosos.

Tipo de residuo. Descripción Color Unidad Volumen estimado

Cartuchos de tinta y tóner de impresoras, latas de pinturas, suelos


contaminados con: Productos de derrames de hidrocarburos,
combustible, aceite o productos químicos en el suelo,
desengrasantes, etc., y sus envases y fluorescentes.
Residuos Trapos embebidos en hidrocarburos y otros. Suelo contaminado: Rojo Kg 103.71 Kg/obra
peligrosos Producto de derrames de hidrocarburos, combustible, aceite o
productos químicos en el suelo.
Restos de concreto, maderas, clavos, bolsas de cemento, retazos de
perfiles y fierro, alambrón, brochas. Planchas de metal y Cemento
mezclado utilizado en obras civiles.

a. Residuos sólidos no peligrosos.


Son aquellos residuos domésticos y/o industriales que por su naturaleza y
composición no tiene efectos nocivos sobre la salud de las personas, animales
y/o plantas, puesto que no deterioran la calidad del medio ambiente. Podemos
citar los siguientes residuos: Plásticos, papel, cartón, vidrio, latas, maderas,
etc.

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b. Residuos sólidos peligrosos.


Son aquellos residuos que por sus características físicas, químicas o
infecciosas representa un riesgo o daño inmediato y/o potencial para la salud
de las personas y al medio ambiente. Podemos citar los siguientes residuos:
Pilas, baterías, aceites usados, etc.
Según la EPA define los residuos peligrosos como: elementos, sustancias,
compuesto, residuos o mezclas de ellos que al finalizar su vida útil adquieren
la condición de residuo, independientemente de su estado físico, representa
un riesgo para la salud y el medio ambiente, por sus características corrosivas,
reactivas, explosivas, toxicas, inflamables o biológicas infecciosa.
7.1.2 Gestión de residuos sólidos.

Según la definición de residuos de la construcción y demolición que figura en


el DECRETO SUPREMO Nº 002-2022-VIVIENDA en el Artículo 6.- Residuos
sólidos de la construcción y demolición. Donde menciona que, los residuos
sólidos de la construcción y demolición son materiales o sustancias sólidas o
semisólidas generadas en la ejecución de obras de infraestructura,
habilitaciones urbanas y/o edificaciones, que deben ser gestionados y
manejados priorizando su valorización y en último caso, su disposición final.
Asimismo, se considera residuos sólidos de la construcción y demolición a
aquellos que siendo líquidos se encuentran contenidos en recipientes o
depósitos que van a ser desechados. En estos casos los líquidos deben ser
acondicionados de forma segura para su adecuada disposición final.
 Para la clasificación de residuos sólidos se realiza según el DECRETO
SUPREMO Nº 002-2022-VIVIENDA, Artículo 7. Clasificación de los residuos
sólidos de la construcción y demolición, 7.1 Los residuos sólidos de la
construcción y demolición, de acuerdo al manejo que reciben, pueden
clasificarse en: a) No peligrosos. b) Peligrosos. 7.2 Adicionalmente, durante
el desarrollo de una obra o demolición pueden generarse residuos de
origen orgánico e inorgánico similares a los residuos sólidos municipales,
según se detalla en el Anexo I del presente Reglamento, los cuales son
manejados de acuerdo a sus características. 7.3 Los residuos sólidos de la
construcción y demolición calificados como peligrosos son manejados de
acuerdo a las disposiciones establecidas en la Lgirs y en su Reglamento.
 Para la identificación de residuos sólidos se realiza según el DECRETO
SUPREMO Nº 002-2022-VIVIENDA, Artículo 8. Identificación de los residuos
sólidos peligrosos de la construcción y demolición. 8.1 Son residuos sólidos
peligrosos de la construcción y demolición aquellos que presentan por lo
menos alguna de las características y/o sustancias señaladas en el artículo
30 de la Lgirs y/o en el Anexo III y/o Anexo IV de su Reglamento, según
corresponda. 8.2 En caso de incertidumbre respecto de las características
de peligrosidad de un residuo sólido de la construcción y demolición, el
generador debe solicitar al MINAM la opinión técnica definitoria respectiva,
con la finalidad de garantizar su manejo adecuado. 8.3 Los residuos sólidos
de la construcción y demolición que contengan asbesto deben ser
manejados de acuerdo a la normatividad vigente sobre residuos peligrosos,
y conforme a lo dispuesto en el Reglamento de la Ley Nº 29662, Ley que
prohíbe el asbesto anfíboles y regula el uso del asbesto crisotilo, aprobado

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por el Decreto Supremo Nº 028-2014-SA o la normativa vigente sobre la


materia.
 Para los criterios de clasificación de residuos peligrosos se ha tomado como
referencia las consideraciones manifestadas en el Art. 43-A Residuos
sólidos peligrosos municipales, del DECRETO SUPREMO Nº 001-2022-
MINAM, donde se hace mención que, Los residuos sólidos peligrosos
municipales son aquellos que presentan al menos una de las siguientes
características: autocombustibilidad, explosividad, corrosividad,
reactividad, toxicidad, radioactividad o patogenicidad.
 Para los criterios de clasificación de residuos no peligrosos se ha tomado
como referencia las consideraciones manifestadas, en el Art N°16,
establecido en la modificación del Reglamento de la Ley de Gestión Integral
de Residuos Sólidos DS N° 001-2022-MINAM, y lo dispuesto en la norma
técnica NTP 900.58.2019 (Gestión de residuos – Código de colores para
los dispositivos de almacenamiento de residuos).
7.1.3 Gestion y manejo de material excedente.

Es el material de excavación que se produce de las actividades de reemplazo


de las estructuras y muros de las iglesias, entre otros productos de la
ejecución del proyecto, es de 179.78 m 3 en Sacsamarca y 255.86 m 3 en Santa
Barbara de desmonte limpio. Este desmonte será trasladado y dispuesto en el
Depósito de Material Excedente.
Para la disposición del material excedente que se pueda generar durante las
etapas de construcción, se utilizará un 01 depósito de material excedente.
Cabe precisar que, si el material excedente se encuentre contaminado con
restos provenientes de sustancias y productos químicos, deberán ser tratados
como residuos peligrosos, los mismos que serán almacenados temporalmente
en contenedores establecidos para tal fin y posteriormente ser
traslado a un relleno de seguridad a través de una EO-RS debidamente
autorizada.
7.1.4 Gestion y manejo de los residuos sólidos no peligrosos.

a. Minimización.
Las prácticas para la minimización de residuos sólidos, incluyen la
reducción de fuentes generadoras de residuos sólidos (Oficinas) y la
reutilización de insumos o productos. El propósito de la reducción de
fuentes es evitar el manejo de residuos sólidos o simplemente no
generándolos. Dichas prácticas, incluyen los siguientes aspectos:
 Compra de productos con un mínimo de envolturas. (Ej.: productos
comestibles y papel).
 Utilizar productos de mayor durabilidad y que puedan repararse (Ej.:
herramientas de trabajo y artefactos durables).
 Sustituir los productos desechables de uso único por productos
reutilizables (Ejemplo: botellas vs latas).
 Utilizar menos recursos (Ejemplo fotocopiar y utilizar ambos lados de
papel, etc.).

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 Incrementar el contenido de materiales reciclables de los productos


(por ejemplo, buscar artículos que sean fácilmente aceptados por los
centros locales de reciclaje, botellas, cartones, etc.).
 Establecer acciones para retener en el punto de generación (fuente),
aquellos residuos que sean susceptibles de controlarse.
 Incrementar el contenido de materiales reciclables en los productos a
adquirir, artículos que sean fácilmente aceptados por empresas de
reciclaje, botellas, cartones, etc.
 Los residuos que puedan ser reciclados (plásticos, papeles, cartones,
latas, alambres, clavos, y vidrios) serán recolectados en contenedores
claramente identificados y almacenados para ser transportados a los
centros de reciclaje o Empresas Operadoras de Residuos Sólidos (EO-
RS).
b. Segregación.
La segregación es uno de los procedimientos fundamentales de la
adecuada gestión de residuos. Consiste en la separación en el punto de
generación, de los residuos sólidos, ubicándolos de acuerdo a su tipo, en
un determinado recipiente (almacenamiento temporal).
Es así que en el proyecto se llevará a cabo acciones de segregación, en
todas las etapas del proyecto (preliminar, construcción, cierre constructivo
y operación & mantenimiento) para lo cual utilizarán contenedores de
plástico y/o cilíndricas. La segregación de los residuos sólidos, propuesta
por el presente programa se ha diseñado en base a la codificación por
colores para los contenedores, método que permite el reconocimiento
visual e inmediato de la clasificación de los diferentes contenedores para la
separación de los diferentes residuos generados durante la ejecución de
obra. El contratista deberá utilizar los colores para los dispositivos de
almacenamiento propuestos por la NTP 900.058-2019 con la finalidad de
uniformizar los colores empleados para la segregación dentro del marco de
gestión ambiental del país. El personal verificará al final de su jornada el
correcto segregado de los residuos acondicionados en cada recipiente.
Para llevar a cabo tales procedimientos en lo que respecta a los frentes de
trabajo y/o áreas auxiliares, se entregarán bolsas biodegradables de cada
color adecuado a fin de evitar la diseminación de residuos 2.
Se deberá tener en cuenta la capacitación del personal referente a
las buenas prácticas para el manejo de los residuos sólidos y la
derivación de los mismos en contenedores respectivos.
c. Transporte interno.
El transporte interno corresponde al traslado de los residuos, desde el
punto de generación hasta el almacén temporal. Para realizarlo es
recomendable utilizar rutas y equipos adecuados, así como dispositivos de
seguridad adecuados, debiendo considerar las siguientes medidas:
 Tomar todas las precauciones necesarias para prevenir la posible
reacción de residuos peligrosos, entre ellas la separación de acuerdo a

2
El número de recipientes puede variar, dependiendo de la generación en cada ambiente. Asimismo, se colocará dentro de cada recipiente una bolsa plástica resistente de
tamaño adecuado, para facilitar la recolección de residuos, asimismo estos pequeños recipientes estarán rotulados según la Norma Técnica Peruana NTP 900.058 –
2019.

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su compatibilidad, así como protección frente a cualquier fuente de


riesgo capaz de provocar esta reacción.
 Durante el transporte de los residuos desde su fuente de generación
hasta los puntos de almacenamiento temporal, se deberá realizar con el
personal autorizado, asimismo, durante el transporte de los RR. SS, se
deberá establecer las mejores rutas y equipos que mantengan la
seguridad.
 Se establecerán puntos de almacenamiento temporal de RR. SS en las
respectivos oficinas.
 Para diferenciar el residuo almacenado, se tendrá que colocar en bolsas
de colores que los distingan en peligrosos y no peligrosos.
d. Almacenamiento Temporal de Residuos Sólidos.
Los recipientes deberán distribuirse en los oficinas (en un área determinada
que se encuentre alejada de las maquinarias y equipos), según
caracterización de los residuos sólidos realizado y aprobado por el Especialista
Ambiental, siendo la generación de RR.SS. de tendencia dinámica, ya que
estará en función al desarrollo y cumplimiento del cronograma de actividades
de la creación del camino vecinal, por lo que deberá ser actualizado según el
avance de obra.

 Se adquirirán en un inicio recipientes de residuos sólidos con tapa


 Para el caso de almacenar residuos no peligrosos se deberá
impermeabilizar los cilindros por dentro, aplicando una capa de pintura; no
será necesario para los recipientes que almacenen compuestos derivados
de los insumos que hayan contenido o sean compatibles desde el punto de
vista químico.
 Los cilindros estarán claramente diferenciados durante toda la obra por los
colores propuestos para su correcta segregación, debidamente etiquetados
y con tapa, adicionalmente se colocará una bolsa plástica de color negro
para su fácil recojo. En el caso de agruparse más de dos cilindros en un
mismo lugar, estos deberán estar cercados, señalizados y techados.
 El área deberá de estar correctamente identificada y señalizada.
 El área de almacenamiento deberá de estar entablado y sobre ello se
impermeabilizado con geomembrana para evitar el contacto directo con el
suelo.
 Los cilindros de almacenamiento deberán de ubicarse en forma ordenada
los cuales deberán estar adecuadamente separados con la finalidad de
facilitar la inspección, asimismo, estas deberán contar con su señalización
respectiva.
Figura 8: Código de colores de los recipientes de Residuos Sólidos no peligrosos según Norma
Técnica Peruana NTP 900.058 - 2019”.

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e. Transporte y disposición final de Residuos Sólidos.


 Recolección y Transporte.
La recolección y transporte de los residuos sólidos no peligrosos, para su
disposición final, fuera de las instalaciones, se realizará a través de una
Empresa Operadora de Residuos Sólidos (EO-RS) registrada ante la
autoridad competente, ya sea para su disposición final a un relleno
sanitario debidamente autorizado de acuerdo con la normativa
ambiental vigente o su comercialización.
 Disposición final.
Los residuos no peligrosos, serán dispuestos a un relleno sanitario
debidamente autorizado de acuerdo con la normativa ambiental vigente
a través de una EO-RS autorizada por el MINAM.
7.1.5 Gestion y manejo de los residuos sólidos de aparatos
electricos y electronicos.

Estos se disponen en empresas especializadas (EO-RS); en consideración del


DECRETO SUPREMO Nº 009-2019-MINAM
De la capacitación al personal de obra.
El personal será capacitado y sensibilizado al inicio de obra, a fin de que se
logre conservar la naturaleza física, química y biológica, así como las
características de peligrosidad, incompatibilidad con otros residuos de los
insumos que cada uno de ellos manipulan como parte a la labor que realizan,
se tomará en cuenta todos estos aspectos con la finalidad de evitar riesgos a
la salud y al ambiente.
7.1.6 Gestion y manejo de los residuos sólidos no peligrosos.

Manejo de residuos sólidos peligrosos.


Los residuos sólidos peligrosos son aquellos que por sus características físico
químicas representan un riesgo significativo para la salud y/o al ambiente,
presentando al menos una de las siguientes características:
 Auto combustibilidad, Sustancia o residuos susceptibles de
calentamiento espontáneo en las condiciones normales del transporte, o de
calentamiento en contacto con el aire y que pueden entonces encenderse.

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 Explosividad, Toda sustancia, compuesto o residuo sólido o líquido que


por sí misma es capaz, mediante reacción química, de emitir un gas a una
temperatura, presión y velocidad tales que puedan ocasionar daño a la
zona circundante.
 Corrosividad, Sustancias o residuos que, por acción química, causan
daños graves en los tejidos vivos que están en contacto con ellos; o que, en
caso de fuga, pueden dañar gravemente los contenedores y el medio de
transporte y causar la fuga de otros residuos.
 Toxicidad, Sustancias o residuos que, de ser aspirados, ingeridos o que al
entrar en contacto con la piel pueden provocar efectos retardados o
crónicos en la salud.
El manejo de los residuos sólidos peligrosos se realizará considerando las
etapas de segregación, almacenamiento, recolección, transporte y disposición
final del residuo.
a. Segregación.
Para su segregación, deberá realizarse mediante el uso de contenedores
seguros y sanitarios, los cuales deberán estar ubicado en las unidades
donde generan los residuos peligrosos. Los contenedores utilizados para
almacenar los residuos peligrosos serán inspeccionados diariamente a fin
de detectar cualquier deterioro o falla que esté causando algún derrame.
b. Almacenamiento Temporal.
La empresa contratista deberá implementar en el área del proyecto un
área de almacenamiento temporal de residuos peligrosos la cual deberá
estar a cierta distancia de lado de los residuos sólidos no peligrosos de
donde se procederá a su disposición final. Las áreas de almacenamiento
temporal deberán estar ubicadas lejos de las aguas superficiales y deberán
cumplir con lo establecido en el artículo 54 del Decreto Supremo N° 014-
2017-MINAM.
De acuerdo a la NTP 900.058-2019 el color a utilizar para almacenar los
residuos peligrosos será el color ROJO como se indica en código de colores
para la segregación de residuos sólidos, no obstante, los contenedores se
encontrarán rotulados y diferenciados en base a su categoría de
peligrosidad.
Para la gestión adecuada de los residuos peligrosos, se implementará un
almacén temporal, sobre una superficie de 30 m 2, que contará con
entablado en el piso y con techo de calamina que albergará contenedores
debidamente rotulados para la clasificación final de los residuos peligrosos
proveniente de los almacenamientos primarios mencionados. Se realizarán
chequeos diarios de los recipientes que contienen residuos peligrosos en
las áreas de almacenamiento a fin de detectar posibles fugas y derrames.
En caso de encontrar un derrame, se procederá a la limpieza del área
afectada.
 El área de estar ubicada y acondicionada en un sitio plano sin
pendiente, con piso impermeabilizado mediante una losa de concreto.
 El área del almacenamiento deberá encontrarse cercada o cerrada con
algún dispositivo de seguridad para impedir el ingreso de personal no
autorizado o el ingreso de animales a las instalaciones.

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 La infraestructura de almacenamiento deberá encontrarse techada con


material apropiado, para evitar el ingreso de aguas de lluvia.

c. Transporte y Disposición final.


La recolección y transporte de los residuos sólidos peligrosos, fuera de las
instalaciones, se realizará a través de una Empresa Operadora de Residuos
Sólidos (EO-RS) autorizada por el MINAM y deberá contar con el Registro
Único de Transporte de Materiales y/o Residuos Peligrosos del MTC.
Es preciso señalar que los lineamientos que se adoptarán, previamente al
transporte de los residuos industriales peligrosos, son los siguientes:
 Utilizar contenedores en buenas condiciones (herméticos).
 Los residuos líquidos residuales se almacenarán en tambores cerrados,
dejando un margen de 10 cm al tope del mismo, a fin de evitar rebalses
por inadecuada manipulación.
 Los contenedores estarán identificados mediante rótulos.
Se llevará a cabo un registro del transporte de los contenedores, lo que
debe incluir como mínimo la siguiente información: Información de la
empresa a cargo del transporte, como número de registro de la unidad
vehicular, nombre del conductor, asimismo se debe registrar los siguientes
puntos:
 Fecha y hora del traslado (origen y destino).
 Procedimiento de eliminación.
 Número de contenedores y volúmenes de los residuos.
 Lugar de disposición final (destino)
Se prohíbe el abandono o disposición final de sustancias peligrosas sobre el
suelo, cerca de corrientes de agua, entre la vegetación, en términos
generales se realizará una disposición correcta de los residuos especiales
en cada uno de los frentes. Asimismo, queda prohibido el entierro de los
aceites, grasas o baterías, etc.
La disposición se realizará mediante la EO-RS seleccionada, en un relleno
de seguridad debidamente autorizado.
7.1.7 Generación de efluentes.

Para controlar y manejar adecuadamente los efluentes domésticos generados


por el personal de obra, el proyecto implementará baños portátiles como
mínimo uno cada 20 trabajadores, los baños portátiles estarán a cargo de una
Empresa Operadora de Residuos Sólidos (EO-RS) autorizada por MINAM, la
cual deberá otorgar el certificado de disposición final de los desechos. Se
deberá realizar el mantenimiento constante de los baños portátiles, para
garantizar su funcionamiento adecuado y prevenir molestias de malos olores a
los trabajadores que harán uso de éstos, esta actividad estará a cargo de la
EO-RS. Al culminar la obra se procederá a retirar los baños portátiles, que
estará a cargo de la EO-RS.
Se considero la instalacion de 02 baños portatiles en cada punto. Uno para
Santa Barbara y el otro para Sacsamarca.
7.2 Medidas de manejo para el cierre de obra.

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Una vez finalizada las labores de construcción y ejecución del proyecto se


procederá con el cierre de obra, la cual contiene un conjunto de medidas a
tomar en cuenta. Cabe aclarar que tales medidas se aplican para los
componentes principales y el DME como componente auxiliar principal a
utilizarse.
 Se deberán desmontar, retirar los equipos y materiales y demolerlas
estructuras que no sean necesarias para la operación como son equipos
instalados para la fase constructiva como maquinaria o elementos
asociados a su buen funcionamiento, entre otros.
 El recojo de los residuos sólidos generados se realizará de acuerdo a los
procedimientos de Manejo de Residuos. Éstos estarán a cargo de una EO-
RS.
 Los escombros y material excedente sobrante generados durante esta fase
se dispondrán en escombrera contratada (Huaylacucho).
 Todos los suelos si han sido contaminados por aceite o combustibles,
deberán ser removidos hasta una profundidad de 10 cm por debajo del
nivel inferior de contaminación y ser trasladado por una EO-RS autorizada.
Posterior a ello se deberá nivelar y descompensar el área.
 Debido a que el tipo de suelo es residencial urbano, no se realizará la
revegetación del suelo, no obstante, se removerá 5 cm de suelo afectado
general de toda el área, para su posterior estabilización de taludes.
 Los dispositivos sanitarios (baños portátiles) también serán retirados, y su
manejo y disposición final de sus efluentes estará a cargo de la EO-RS
contratada.
7.3 Manejo en de los Residuos Sólidos en el cierre de Obra.
 El recojo de los residuos sólidos generados se realizará de acuerdo a los
procedimientos de Manejo de Residuos Sólidos y Líquidos.
 Los escombros generados durante esta fase se dispondrán en una
escombrera o un relleno sanitario a través de una EO-RS autorizada ante el
MINAM.
 Los residuos peligrosos serán dispuestos en un relleno de seguridad a
través de una EO-RS autorizada ante el MINAM.
 No se podrán realizar disposición de residuos en cuerpos de agua
superficiales.
 Uso adecuado de los elementos de protección personal EPP.
 Evitar afectar coberturas vegetales contiguas al sitio donde se esté
realizando actividades de desmantelamiento.
7.4 Medidas de cierre del componente social.
 Se verificará los pagos a los trabajadores.
 Se entregará las actas de cierre del proyecto firmado por las autoridades y
junta vecinal del proyecto en conformidad al cierre del proyecto.
 Se apertura la nueva vía en presencia de la población en general y las
autoridades locales.

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7.5 Plan de Relaciones Comunitarias y programa de atencion


de quejas y reclamos.
Este programa está dirijo a fin de facilitar la relación entre la contratista a
cargo de la obra y de la población dentro del área de influencia. Se tendrá en
cuenta a los principales actores sociales identificados (autoridades locales y
representantes de las organizaciones locales). La empresa contratista deberá
realizar reuniones con las autoridades de los dos distritos identificados, a fin
de informar el inicio de la obra y presentar a los Ingenieros responsables de la
ejecución del proyecto.
a. Código de Conducta.
Se elaborará un código de conducta para los trabajadores, operarios,
responsables y subcontratistas de la actividad, para establecer las reglas a
seguir, incluyendo sus respectivas sanciones en caso de incumplimiento. Así
poder minimizar y/o eliminar los impactos negativos asociados con la fuerza
laboral en áreas cercanas al proyecto y el medio ambiente. Estas reglas y
sanciones se darán durante la ejecución del proyecto, a continuación, se
mencionan las reglas de conducta:
 Prohibición de las bebidas alcohólicas, drogas, armas, etc. Queda
determinantemente prohibido tomar bebidas alcohólicas durante el horario
de trabajo, incluyendo no asistir a las labores del proyecto en estado de
ebriedad. Asimismo, no se permitirá el uso y la introducción de armas de
fuego o cualquier otro tipo de armas, a las labores de la obra, el uso del
arma de fuego esta solo autorizado al personal de seguridad, según
acuerdos previamente establecidos; tampoco se permitirá el consumo de
drogas o sustancias similares durante el periodo de contratación.
 Uso obligatorio de los equipos de protección en cualquier actividad del
proyecto. Los trabajadores deberán contar con todos sus EPP para realizar
cualquier acción o labor que demande el proyecto.
 Los trabajadores deberán seguir las indicaciones explicadas por el
Ingeniero de Seguridad, el cual se encarga de capacitar y dictar las charlas
de prevención de accidentes.
 Respeto, responsabilidad, los trabajadores deberán mostrar en todo
momento un comportamiento transparente, apropiado, honesto y un alto
nivel de responsabilidad personal y profesionalismo, tanto dentro como
fuera del área del proyecto, evitando de esta manera generar problemas,
discusiones y conflictos de cualquier índole. La empresa contratista deberá
prohibir el hostigamiento sexual y cualquier tipo de conducta que vulnere la
dignidad y el respeto a la población local, especialmente en el caso de
mujeres. Si algún habitante de las áreas de conservación y explotación, se
acerca a un trabajador, éste lo dirigirá respetuosamente a la persona
designada según el turno y el lugar en que se encuentre.
 Manejo de los desperdicios (residuos sólidos), con el objetivo de evitar la
contaminación del entorno y de evitar conflictos con la población, se
deberá prohibir el desecho de desperdicios y materiales utilizados por los
trabajadores en lugares que no sean los previamente indicados por la
empresa contratista.

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 Los trabajadores no pueden abandonar las labores, en horario de trabajo


sin una justificación sustentada frente al responsable o encargado de la
obra.
 Firma de acta de compromiso por parte de los involucrados, en donde se
aprecie su conformidad con lo establecido previamente. Todos los
trabajadores del proyecto deberán firmar obligatoriamente tal acta,
asumiendo las reglas establecidas.
b. Comunicación entre los pobladores y la empresa contratista.
Servirá fundamentalmente para mantener informada a la población de las
diversas actividades que realizará la empresa contratista. El proceso de
comunicación se dará en todas las etapas del proyecto.
 Se desarrollará reuniones informativas con las autoridades y junta vecinal
de la zona, en donde se explicará, de manera detallada todo el proceso del
proyecto de la carretera, fecha de inicio, así como la fecha probable de
término, entre otros detalles.
 En caso de presentarse algún imprevisto en el desarrollo de la obra
comunicarlos a las autoridades competentes, para que se puedan tomar las
acciones del caso.
 Realización de reuniones mensuales con las autoridades del distrito
(municipalidad provincial) en donde se explique los avances del trabajo
realizado y en donde se entregue un informe de avance.
 Se instalará un programa de atención de quejas y reclamos, ante cualquier
eventualidad suscitada que afecte a los vecinos.
7.5.1 Subprograma de Atención de quejas y reclamos.

La gestión de las quejas y reclamos se llevará a cabo de forma culturalmente


adecuada y será accesible para todas las partes interesadas del proyecto. En
ese sentido, el mecanismo de quejas y reclamos atenderá y dará respuesta de
manera adecuada y oportuna a las quejas, reclamos o consultas presentadas.
El objetivo es canalizar en un solo documento todas las quejas o reclamos que
pudieran generarse en durante la actividad del proyecto de tal manera que el
poblador pueda dar seguimiento a sus observaciones.
A continuación, se presenta el procedimiento a seguir en cuanto a la atención
de quejas y reclamos
1. Recepción del caso
2. Registro del caso
3. Investigación del caso
4. Desarrollo de una respuesta
5. Notificación de la respuesta.
El programa de atención a quejas y reclamos tiene la prioridad de informar y
absolver dudas a la población respecto al proyecto, para lo cual se considerará
como mecanismo, Libro de Quejas y Reclamos, el cual estará debidamente
legalizado, y en custodia del personal encargado.

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 El tiempo de tratamiento para la queja será de 10 días hábiles.


 La realización de la queja o reclamo se deberá realizar durante el horario
de trabajo e incluyendo 48 horas después como máximo, de la
eventualidad suscitada.
 Toda queja o reclamo adjuntado en tal libro, pasará al informe el cual será
presentado frente a las autoridades locales.
7.6 Medidas de manejo de emisiones atmosfericas y ruido.
Medidas para las emisiones de material particulado y combustión.
 La velocidad máxima de tránsito en la obra será en cumplimiento del
Reglamento de Tránsito y las unidades vehiculares estarán en correcto
estado de mantenimiento que garanticen una eficiente combustión y con
silenciadores. Además, para evitar accidentes, se mantendrán encendidas
las luces intermitentes, pese a estar en horas de sol.
 Se controlará las emisiones de partículas humedeciendo el suelo. La
frecuencia de humedecimiento será de 2 veces mínimamente por jornada
de acuerdo a la necesidad.
 El transporte de materiales se realizará con volquetes tapados, con toldos
en el caso de materiales o agregados de construcción.
 Los materiales de agregados de construcción serán humedecidos durante
la ejecución de la obra.
 Utilizar maquinarias y equipos que cuenten con mantenimiento preventivo
para minimizar la emisión de gases contaminantes.
 Se realizará mantenimiento preventivo de maquinarias, equipos y vehículos
que se emplearán en la etapa de construcción.
 Se debe humedecer las tolvas de los vehículos de carga que trasladen los
desmontes y/o material excedente, agregados, etc.
 Evitar la quema de todo tipo de material (maleza o vegetación, residuos
como papeles, maderas, naipes, entre otros)
 Cubrir la tolva de camiones que transporten material de relleno o de
cualquier tipo durante el traslado de materiales hacia su destino, a fin de
evitar la dispersión de partículas durante el transporte.
 A los equipos, maquinarias vehículos que emitan ruidos y vibraciones se
realizará encerramiento del motor, instalación de silenciadores de
admisión, escape y elastómero para absorción de vibraciones de ser
necesario.
Medidas para el manejo de ruido.
 Deberán mantenerse apagados aquellas maquinarias y equipos que no se
estén utilizando.
 Todos los operarios contarán con equipos de protección auditiva y estarán
obligadas a usarlos durante las labores que generan fuerte ruido.
 Se evitará en lo posible, trabajos nocturnos en zonas urbanas a fin de no
generar malestar en la población. Implementar letreros indicando la

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prohibición del uso de bocinas de claxon u otro tipo de fuente de ruido


innecesario proveniente de los vehículos.
7.7 Plan contingencias.
Este programa tiene como objetivo establecer procedimientos y medidas para
prevenir y/o disminuir la ocurrencia de accidentes por eventos naturales y/o
generados por el hombre de manera fortuita a fin de proteger la vida de los
trabajadores y de la población local, a la infraestructura vial y al medio
ambiente.
La implementación de estas medidas y responsabilidad, involucran a todo el
personal que labore en el proyecto, servicios, maquinaria y equipos con que se
contará para hacer frente a una situación de emergencia.
El plan de contingencia se presenta para hacer frente oportunamente a las
contingencias ambientales, que están referidas a la ocurrencia de efectos
adversos sobre el ambiente debido a situaciones de origen natural o producto
de actividades humanas, situaciones no previsibles que están en directa
correlación con el potencial de riesgo y vulnerabilidad del área.
Riesgos identificados.
 Sismos.
 Derrames de Hidrocarburos.
 Incendios.
 Accidentes Laborales.

Recursos.
 Material médico necesario (botiquín, camillas, otros) disponible en cada
frente de trabajo.
 Kit de antiderrame de hidrocarburos.
 Unidades móviles de desplazamiento rápido en buenas condiciones.
 Equipo de comunicaciones los cuales pueden ser radios de largo alcance,
teléfonos satelitales o celulares.
 Equipos contra incendios.
 Capacitaciones y charlas de prevención constantes al personal de la obra.

Para afrontar en forma eficiente los eventos, el titular contará con una “Unidad
de contingencias”, que se encargará de ejecutar las acciones de respuestas
correspondientes al tipo de contingencia. La unidad de contingencias deberá
de contar o realizar lo siguiente para una adecuada función.
 Capacitación de personal:
Todo el personal que trabaje en las obras del proyecto, como los
profesionales, técnicos y obreros, tendrá que estar capacitado respecto a
medida y procedimientos adecuados para afrontar, los diversos riesgos
identificados, el manejo de los equipos y también procedimientos de
primeros auxilios. Por otro lado, se capacitará al personal sobre las medidas
y precauciones a tomar en cuenta, en caso de vertimientos accidentales de
combustibles o materiales peligrosos en áreas adyacentes a la carretera,
incluyendo los efectos y/o riesgos a la salud.
 Reporte de alguna contingencia:

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En caso se presente alguna contingencia, se debe reportar inmediatamente


ante el responsable, se deberá de llenar una ficha que contenga la
siguiente información como mínimo: nombre del informante, lugar de
ocurrencia, características de emergencia, tipo de emergencia,
circunstancias en que se produjo, posibles causas.
 Equipos de primeros auxilios y comunicación:
Se deberá contar con equipos de primeros auxilios como medicamentos
para atención de primeros auxilios (botiquines), camillas, frazadas, así
como equipos de comunicación como radio, megáfonos, materiales
absorbentes (para derrames) y unidades de desplazamiento ante
accidentes moderados y fuertes.
 Equipo contra incendios
Se deberá contar con equipos contra incendios, los cuales, estarán
compuestos principalmente por extintores, estas serán instaladas en todas
las unidades móviles del proyecto, así como en las instalaciones auxiliares.
Los extintores deben ser de PQS de 9 Kg. y estarán ubicados en lugares
fácilmente accesibles. La inspección de los extintores se realizará
mensualmente, se le pondrá a prueba y se realizará su respectivo
mantenimiento. Estos extintores deberán llevar un rótulo con la fecha de
prueba, y con la fecha de caducidad del mismo. Luego de usarse un
extintor, este se volverá a llenar inmediatamente. Adicionalmente se
tendrá disponible arena seca, ante una eventual falla de estos equipos.

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8. Capítulo VIII
Participación Ciudadana …
8.1 Participación Ciudadana
Los mecanismos de participación ciudadana tienen como objetivo poner
a disposición de la población involucrada toda la información
concerniente a las actividades del proyecto, así como promover el
diálogo, conocer las opiniones y puntos de vista respecto a las
actividades, impactos ambientales, y medidas de control ambiental a
implementar. Se convocó la realización del Taller informativo con el
apoyo de las autoridades locales, actores sociales, la participación del
Gobierno Regional de Huancavelica. El plan de participación ciudadana
planea llevar a cabo los siguientes mecanismos de participación, con los
cuales se promoverá la participación de la población.
Actualmente se cuenta con el conocimiento e interés de los pobladores
beneficiados quienes han mostrado interés en contribuir con la
ejecución del proyecto. Adicionalmente al taller, se realizó el
reconocimiento de campo con la entidad para diagnosticar la situación
actual de la Iglesia.
VISITA DE CAMPO
Conjuntamente con el Gobierno Regional se realizó el taller informativo
en coordinación con los representantes de los actores involucrados.
Se convocó a los representantes de las organizaciones, para coordinar la
realización del Taller informativo contando con su completa aceptación.
Se informó a la población involucrada acerca de los posibles impactos
del proyecto, las medidas de prevención, corrección y mitigación a
tomar incluidas en el presente Plan de Manejo Ambiental.
De igual manera se informó a los beneficiarios el requerimiento de la
libre disponibilidad de terreno para la ejecución del proyecto, así como
el compromiso de operación y mantenimiento por parte de las
comunidades beneficiarias, así como también información relacionada a
la ejecución del proyecto, el aporte de contrapartida, formas de
ejecución, tiempo de ejecución e insumos a utilizar.
Se recogió información de las opiniones y sugerencias por parte de los
usuarios a la realización del proyecto.
Buzón de Observaciones y Sugerencias.

Se dispondrá en el Gobierno Regional de Huancavelica, de un ánfora


rotulada bajo en nombre de “Buzón de observaciones y/o sugerencias”.
Una vez realizada la evaluación de riesgos, se determina las medidas de
reducción y control a ser adoptadas y que contribuirán a reducir o
mitigar los riesgos existentes. En nuestro caso, considerando que el
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proyecto se orienta a mejoramiento y ampliación, en el presente informe


se contempla las medidas de reducción y control para le ejecución y
operatividad del proyecto.
La aplicación de medidas preventivas no garantiza una confiabilidad de
100% de no presentar consecuencias, es por ello que el riesgo no se
desaparecerá. Su valor por más mínimo que sea, nunca será nulo, por lo
tanto, siempre existe un límite en donde el riesgo es controlable y a
partir del cual no se justifica aplicar medidas preventivas.

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9. Capítulo IX Cronograma Ambiental.…


A continucion se muestra el cronograma de las medidas ambientales del PMRS.

Tabla 16: Cronograma Ambiental de las medidas.

Etapa de
Etapa de Ejecución Cierre Operación y
Ítem Descripción Mantenimiento.

Mes 03 Mes 04 Mes 05 Mes 06 Mes 07 Mes 08 Mes 09 Mes 10 Mes 11 Mes 12 Mes 13 Mes 14 Año 1 - 10

1.1. Programa de manejo de Residuos Sólidos.

1.1.1. Manejo de residuos sólidos no peligrosos.

Acondicionamiento de almacenamiento no residuos peligrosos. X X

Recipientes de Residuos sólidos no peligrosos. X X X

1.1.2. Manejo de residuos sólidos peligrosos. X

Acondicionamiento de almacenamiento residuos peligrosos. X

Recipientes de Residuos sólidos peligrosos. X X X

1.1.3. Manejo de residuos líquidos y efluentes.

Baños portátiles químicos. X X

1.1.4. Capacitación y Señalización


Instalación de Señalización en Casetas de Contenedores para Segregación de Residuos Generados en
X X X X
Obra.
Capacitación en la segregación, manejo y disposición temporal de RR. SS X X X X

1.2. Plan de Relaciones Comunitarias.


Medidas en relaciones comunitarias medidas para la contratación de mano de obra local no calificada
X X X X
medidas para la participación ciudadana medidas para reuniones informativas
1.3. Plan de Cierre de Obras

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Plan de Manejo Ambiental de Residuos Sólidos

Limpieza, disposición de material excedente y desmantelamiento de las áreas de trabajo X X

1.4. Medidas de manejo de emisiones atmosféricas

Medidas de emisión atmosférica y ruido. X X X X X X

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10. Capítulo IX Presupuesto


Ambiental.…
Tabla 17: Presupuesto Ambiental de las medidas ambientales en Santa Barbara.

Cantidad
Ítem Descripción P. Unitario Parcial S/.
Descripción Unidad
1.1. Programa de manejo de Residuos Sólidos. S/ 85,340.00
1.1.1. Manejo de residuos sólidos no peligrosos. S/ 7,800.00
Acondicionamiento de almacenamiento no residuos peligrosos. 1 6 S/ 1,000.00 S/ 6,000.00
Recipientes de Residuos sólidos no peligrosos. 1 6 S/ 300.00 S/ 1,800.00
1.1.2. Manejo de residuos sólidos peligrosos. S/ 6,300.00
Acondicionamiento de almacenamiento residuos peligrosos. 1 6 S/ 1,000.00 S/ 6,000.00
Recipientes de Residuos sólidos peligrosos. 1 1 S/ 300.00 S/ 300.00
1.1.3. Manejo de residuos líquidos y efluentes. S/ 12,000.00
Baños portátiles químicos. 1 12 S/ 1,000.00 S/ 12,000.00
1.1.4. Capacitación y Señalización S/ 14,000.00
Instalación de Señalización en Casetas de Contenedores para Segregación de Residuos
Generados en Obra.
1 2 S/ 3,000.00 S/ 6,000.00

Capacitación en la segregación, manejo y disposición temporal de RR. SS 4 1 S/ 2,000.00 S/ 8,000.00


1.2. Plan de Relaciones Comunitarias. S/ 2,800.00
Medidas en relaciones comunitarias medidas para la contratación de mano de obra local no
calificada medidas para la participación ciudadana medidas para reuniones informativas
2 2 S/ 700.00 S/ 2,800.00

1.3. Plan de Cierre de Obras S/ 31,940.00


Limpieza, disposición de material excedente y desmantelamiento de las áreas de trabajo 1 1 S/ 31,940.00 S/ 31,940.00
1.4. Medidas de emisión atmosférica y ruido. S/ 10,500.00
Medidas de emisión atmosférica y ruido. 1 3 S/ 3,500.00 S/ 10,500.00

Tabla 18: Presupuesto Ambiental de las medidas ambientales en Sacsamarca.

Cantidad
Ítem Descripción P. Unitario Parcial S/.
Descripción Unidad
1.1. Programa de manejo de Residuos Sólidos. S/ 66,160.00
1.1.1. Manejo de residuos sólidos no peligrosos. S/ 6,800.00
Acondicionamiento de almacenamiento no residuos peligrosos. 1 5 S/ 1,000.00 S/ 5,000.00
Recipientes de Residuos sólidos no peligrosos. 1 6 S/ 300.00 S/ 1,800.00
1.1.2. Manejo de residuos sólidos peligrosos. S/ 3,300.00
Acondicionamiento de almacenamiento residuos peligrosos. 1 3 S/ 1,000.00 S/ 3,000.00
Recipientes de Residuos sólidos peligrosos. 1 1 S/ 300.00 S/ 300.00
1.1.3. Manejo de residuos líquidos y efluentes. S/ 8,000.00
Baños portátiles químicos. 1 8 S/ 1,000.00 S/ 8,000.00
1.1.4. Capacitación y Señalización S/ 12,000.00
Instalación de Señalización en Casetas de Contenedores para Segregación de Residuos
Generados en Obra.
2 6 S/ 500.00 S/ 6,000.00

Capacitación en la segregación, manejo y disposición temporal de RR. SS 3 1 S/ 2,000.00 S/ 6,000.00


1.2. Plan de Relaciones Comunitarias. S/ 2,100.00
Medidas en relaciones comunitarias medidas para la contratación de mano de obra local no
calificada medidas para la participación ciudadana medidas para reuniones informativas
1 3 S/ 700.00 S/ 2,100.00

1.3. Plan de Cierre de Obras S/ 23,460.00

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Limpieza, disposición de material excedente y desmantelamiento de las áreas de trabajo 1 1 S/ 23,460.00 S/ 23,460.00
1.4. Medidas de emisión atmosférica y ruido. S/ 10,500.00
Medidas de emisión atmosférica y ruido. 3 1 S/ 3,500.00 S/ 10,500.00

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11. Capítulo XI Conclusiones


y Recomendaciones.…
11.1 Conclusiones y recomendaciones
- Se recomienda al ejecutor aplicar lo descrito en el Plan de Manejo de
Residuos Sólidos de construcción, para garantizar que la ejecución del
proyecto sea ambientalmente viable tal como se describe en el presente
informe.
- Se recomienda en caso de tomar servicios por subcontrata, esta se hará
cargo de los residuos que genere durante su actividad.
- Se recomienda que el presente instrumento sea implementado por un
profesional en Ingeniería Ambiental, a fin de que sea implementado de
manera eficiente.
- Realizar un correcto mantenimiento de la caseta provisional, puesto que
una instalación desorganizada es una fuente potencial de residuos tales
como excedentes, derrames o productos defectuosos.
- Cumplir los requisitos de almacenamiento de cada material,
particularmente de aquellos más sensibles a inclemencias
meteorológicas. En el caso de materiales contenidos en sacos de papel
(yeso, cemento blanco, adhesivos para piso, etc.), se deben proteger de
la lluvia.
-

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BIBLIOGRAFÍA
Se describe a continuación las referencias utilizadas para la elaboración del presente Estudio ambiental:

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- SENAMHI 2019 – Pisco V.02.

- La normatividad empleada por el estudio de factibilidad para el diseño geométrico de la carretera


fue la Norma Peruana para el Diseño de Carreteras, elaborada por el Ministerio de Transportes y
Comunicaciones, Manual de Diseño Geométrico de Carreteras (DG 2018).

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Ordenamiento Territorial del departamento de Huancavelica. Gerencia Regional de Recursos
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Huancavelica. Proyecto desarrollo de capacidades para el Ordenamiento Territorial del
departamento de Huancavelica. Gerencia Regional de Recursos Naturales y Gestión del Medio
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- INEI, Instituto Nacional de Estadística e Informática, (2007)

- INEI, Instituto Nacional de Estadística e Informática, (1993)

- Desarrollo de capacidades en zonificación ecológica y ordenamiento territorial de la región


Ayacucho – Fauna Silvestre (2012)

- Desarrollo de capacidades en zonificación ecológica y ordenamiento territorial de la región


Ayacucho – Cobertura Vegetal (2012)

- Plataforma Escale https://escale.minedu.gob.pe/padron-de-iiee

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listadoEstablecimientosRegistrados.htm?action=mostrarBuscar#no-back-button

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- INEI – Mapa de Pobreza Provincial y Distrital 2013. PNUD – 2012

ANEXOS

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Foto 1. Ubicación del antiguo pueblo de mina de Santa Bárbara

Foto 2 . Vista aérea de la iglesia de santa bárbara

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Foto 3. Vista aérea posterior de la iglesia de santa bárbara.

Foto 4. Vista aérea lateral derecho de la iglesia de Santa Barbara, se observa antiguo cementerio.

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Foto 5. Vista aérea de la cubierta de la iglesia de Santa Bárbara

Foto 6. Vista aérea de la fachada lateral de la iglesia de Santa Barbara

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Foto 7. Vista área de la cubierta de Santa Barbara

Foto 8. Vista aérea del muro testo de la iglesia de Santa Barbara

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Foto 9. Vista área de iglesia de Santa Barbara, plaza

Foto 10. Fachada de la entrada principal a la iglesia de Santa Barbara

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Foto 11. Portada lateral de la iglesia de Santa Barbara

Foto 12. Portada principal de Santa Barbara

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Foto 13. Torre campanario de la iglesia de Santa Barbaba

Foto 14. Entorno de le iglesia de Santa Barbara, arco entrada

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Foto 15. Vista aérea de la iglesia de Sacsamarca

Foto 16. Plaza - iglesia de Sacsamarca

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Foto 17. Facha – iglesia de Sacsamarca

Foto 18. Portada de la iglesia de Sacsamarca

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Foto 19. Vista aérea lateral izquierdo de la iglesia de Sacsamarca

Foto 20. Vista aérea lateral derecho de la iglesia de Sacsamarca

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