Proyecto

de
Cableado Estructurado para
el CENTRO CIVICO LAS GALLETAS
T. M. de Arona
Excmo. Ayuntamiento de Arona
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado nº3637
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Técnicos de Telecomunicación
Centro Cívico Las Galletas
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Proyecto de
Sistema de Cableado Estructurado para el Centro Cívico de Las
Galletas, T. M. de Arona.
I NDI CE
I. MEMORIA
I.1 Antecedentes
I.1.1. Informe de Diagnóstico
I.1.2. Alcance y Objeto del Proyecto
I.1.3. Caracterización física del inmueble
I.1.4. Introducción a los Sistemas de Cableado Estructurado
I.2 Estudio de alternativas y justificación de la solución adoptada
I.2.1. Área de puesto de trabajo
I.2.2. Subsistema Horizontal
I.2.3. Subsistema Troncal de Edificio o Vertical
I.2.4. Subsistema de Campus
I.3 Anexos a la Memoria
I.3.1. Puntos críticos y cálculos específicos
I.3.2. Toma de Tierra para datos
I.3.2.1. Generalidades
I.3.2.2. Instalación de Puesta a Tierra
I.3.2.2. Verificación de la red de Tierra
I.3.3. Normativa referenciada
I.3.3.1. Normativa aplicable al Cableado Estructurado
I.3.3.2. Normativa de Seguridad Contra-Incendios
I.3.3.3. Normativa de Compatibilidad Electromagnética
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I.3.3.4. Otras Normativas
I.3.3.4.1. Genéricas de Tipo Técnico
I.3.3.4.2. Reglamento de Prevención de Riesgos Laborales
I.3.3.4.3. Secreto de las Comunicaciones
II. PLANOS
III. PLIEGO DE CONDICIONES
III.1 Condiciones Generales
III.1.1. Obras que se contratan
III.1.2. Ejecución de Obras
III.1.3. Admisión, reconocimiento y retirada de materiales
III.1.4. Materiales de las Instalaciones
III.1.5. Normas generales de montaje
III.1.6. Acabado y remates finales
III.1.7. Puesta en marcha de la Instalación
III.1.8. Pruebas de recepción
III.1.9. Mantenimiento
III.2 Prescripciones Técnicas
III.2.1. Cableado de Cobre
III.2.2. Cableado de Fibra
III.2.3. Canalizaciones y Registros
III.2.3.1. Tubos y conductos
III.2.3.2. Canales, bandejas y sus accesorios
III.2.3.3. Registros de paso, terminación y tomas
III.2.4. Armarios y Electrónica de Red
III.2.4.1. Armarios/Racks
III.2.4.2. Electrónica de Red
III.2.5. Hardware de Conexión
III.2.5.1. Para cable balanceado
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III.2.5.1.1. Generalidades
III.2.5.1.2. Marcado de prestaciones
III.2.5.1.3. Características mecánicas
III.2.5.1.4. Características eléctricas
III.2.5.1.5. Requisitos de las tomas de telecomunicaciones
III.2.5.2. Para Fibra Óptica
III.2.5.2.1. Requisitos generales
III.2.5.2.2. Marcado y código de colores
III.2.5.2.3. Características mecánicas y ópticas
III.2.5.2.4. Requisitos de las tomas de telecomunicaciones
III.2.5.2.5. Requisitos para otras áreas
III.3 Condiciones de Ejecución
III.3.1. Diagrama de tareas y fases de ejecución
III.3.2. Dirección de obras y ejecución material
III.3.3. Condiciones de obra civil para sistema de cableado estructurado
III.3.3.1. Requerimientos de seguridad
III.3.3.2. Tendidos de cables
III.3.3.3. Tendidos en pasillos
III.3.3.4. Tendidos en aulas, laboratorios ó despachos
III.3.3.5. Locales o recintos de distribución
III.3.4. Procedimientos de ejecución
III.3.4.1. Condiciones para el tendido y tracción
III.3.4.2. Tendidos horizontales
III.3.4.3. Tendidos verticales
III.3.5. Procedimientos de rotulación
III.3.6. Cualificación de contratistas
III.4 Condiciones de Certificación
III.4.1. Generalidades
III.4.2. Parámetros y medidas a realizar. Condiciones de medida
III.4.3. Formato de Certificación
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IV. MEDICIONES Y PRESUPUESTO
V. ANEXOS AL PROYECTO
ANEXO I : Estudio de Seguridad y Salud
ANEXO II : Pliego de Contratación
ANEXO III : Formato tipo para Certificación
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Proyecto de
Sistema de Cableado Estructurado para el Centro Cívico de Las
Galletas, T. M. de Arona.
I. MEMORIA
I.1. Antecedentes
El Presente proyecto se realiza a petición del Excmo. Ayuntamiento de Arona
con el fin de definir la infraestructura de canalizaciones y el diseño del Sistema
de Cableado Estructurado para dotar de los Servicios de Voz y Datos al futuro
inmueble destinado como Centro Cívico en Las Galletas.
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Página 7
El Centro Cívico se encuentra ubicado en la Calle Central números 23 y 25,
justo entre las calles Luís Álvarez de la Cruz y la Arena, en las Galletas, Término
Municipal de Arona.
Este diseño se lleva a cabo teniendo en cuenta las necesidades de los usuarios
en este tipo de Centros, dotándolo de las tecnologías más avanzadas y
adecuadas, teniendo en cuenta siempre en dejar la infraestructura en previsión
necesaria para que dicho Centro pueda actualizarse conforme a necesidades
presentes y futuras. El documento contempla las sugerencias aportadas por los
técnicos municipales responsables de este tipo de instalaciones.
I.1.1. Informe de Diagnóstico: conclusiones aplicables al proyecto
Las conclusiones obtenidas del informe de diagnóstico que son de aplicación
inmediata a la obra que nos ocupa es el siguiente:
El inmueble cuenta con 4 Niveles, en los cuales podemos encontrar salas y
despachos destinados a diferentes actividades. La demanda de servicios en
cada estancia dependerá de la actividad que en ella se lleve, aunque tenemos
que contemplar la posibilidad de un uso polivalente. Incluso, la infraestructura
de canalizaciones deberá proyectarse de manera que permita transformar una
estancia con un uso inicial determinado en otra completamente diferente.
Entendemos que un centro de estas características debe responder y adaptarse
a las necesidades que cada época determina y la polivalencia facilita esta
posibilidad a la vez que reduce los costes de transformación.
Despachos/Oficinas: el Centro destina en Planta Primera y Segunda una
estancia dedicada a despacho que constituyen puestos directivos del Centro. El
equipamiento previsto es de dos conjuntos múltiples con tomas de voz y datos;
uno de ellos próximo a la mesa de trabajo y el otro opuesto para posibles
equipos del tipo periféricos.
Los puestos de trabajo se encuentran equipados por bases de acceso terminal
para todos los servicios, en cantidad suficiente para que en un momento dado
puedan incorporarse equipos auxiliares como Impresoras, Faxes, Teléfonos IP,
etc.
Aulas Polivalentes: las tenemos igualmente en Planta Primera (una) y en
Planta Segunda (cuatro). Incluso una de ellas, la número 1 situada en planta
segunda es susceptible de dividirse en dos para adaptarse a las necesidades.
Estas salas cuentan con todos los servicios de voz y datos, incluyendo puntos
WiFi para la utilización de unidades portátiles. Las Aulas polivalentes deben
disponer de canalizaciones de reserva que lleguen al techo y desde donde se
pueda instalar un proyector multimedia controlable desde la mesa del profesor
o ponente. También cuentan con un número importante de conjuntos de voz y
datos distribuidos estratégicamente para satisfacer las necesidades en
cualquier combinación.
Aulas-Talleres: estas dependencias las podemos encontrar en los niveles
Primero y Segundo. Se trata de estancias más especializadas y con una mayor
dotación de puestos de trabajo. Tal es el caso como el Aula de Informática,
Mediateca, pudiendo incluir en este grupo al Aula Taller.
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Salón de Actos y Sala de Exposiciones: en planta baja se encuentra la sala
mayor del centro que está destinada a Salón de Actos y una Sala de
Exposiciones anexa. Estas salas debe estar equipada además de los accesos a
Voz y Datos y puntos de acceso WiFi, de los sistemas audiovisuales
correspondientes.
Para finalizar, el inmueble cuenta con otras dependencias como una Sala de
Baile, Local de Ensayo y Sala de Reuniones que se encuentran igualmente
equipadas aunque la actividad telemática en las mismas tenga menor
incidencia. Quedan igualmente equipadas para mantener cierto uso polivalente.
Cabe destacar que en Planta Segunda se encuentra un puesto de control que
igualmente debe equiparse por un conjunto de puntos que permitan instalar,
además de terminales, periféricos de uso compartido por las diferentes salas:
impresoras, escaners, fax, etc.
I.1.2. Alcance del Proyecto
El alcance de este documento comprende:
□ El diseño del sistema de cableado estructurado para el inmueble de
referencia como soporte físico de la red de área local.
□ Dicho diseño incluye las prescripciones técnicas de los materiales
utilizados, los procedimientos de ejecución material según la normativa,
la dirección de obra y condiciones de certificación, con el objeto de
solicitar los presupuestos de instalación y adquisición de materiales
asegurando unas garantías de calidad derivadas de la aplicación de la
Normativa vigente
Dentro del proyecto se especificarán las definiciones que corresponden a:
 Cables de datos
 Fibra Óptica cuando proceda
 Elementos de interconexión
 Canalizaciones
 Condiciones de ejecución
 Condiciones de certificación
El proyecto contempla la electrónica de red que permita implementar la
topología prevista en esta red de área local, de manera acorde con los
estándares y normativas que son de aplicación.
I.1.3. Caracterización física del inmueble
El inmueble que nos ocupa consta de 4 plantas o niveles (Sótano, Baja, Primera
y Segunda) a las cuales se accede por una caja de escaleras en una de las
esquinas del edificio. El acceso se produce por planta baja, directamente sobre
un área de 82 m que tiene un uso previsto como Sala de Exposiciones.
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El edificio cuenta con un cuarto específico destinado a telecomunicaciones, que
constituye el RIT (Recinto de Instalaciones de Telecomunicación) del inmueble y
está localizado en la planta sótano.
La comunicación entre planta se realiza mediante un patinillo de instalaciones
construido aprovechando uno de los laterales de la caja de ascensores, y puede
registrarse en cada una de las plantas. Dado que este patinillo es común a
todos los servicios, la parte reservada para las instalaciones que nos ocupan
permite exclusivamente el bajante mediante canal, sin posibilidad de ubicar
dispositivos de reparto y distribución.
La distribución de Dependencias afectadas por el proyecto según niveles es la
siguiente:
NIVEL DEPENDENCIA AREA
Planta Segunda
Estancia #01 Puesto de Control 12,09 m
Estancia #02 Aula Polivalente 1 64,71 m
Estancia #03 Aula Polivalente 2 30,14 m
Estancia #04 Aula Polivalente 3 30,23 m
Estancia #05 Aula Polivalente 4 31,21 m
Estancia #06 Aula Informática 40,65 m
Estancia #07 Aula Taller 2 60,53 m
Estancia #08 Despacho 2 21,55 m
Planta Primera
Estancia #09 Espacio Infantil 42,40 m
Estancia #10 Sala Polivalente 5 40,63 m
Estancia #11 Aula Taller 1 29,76 m
Estancia #12 Mediateca 40,67 m
Estancia #13 Sala de Reunión 20,29 m
Estancia #14 Despacho 1 19,77 m
Estancia #15 Sala de Baile 2 63,00 m
Planta Baja
Estancia #16 Sala de Exposiciones 82,75 m
Estancia #17 Salón de Actos 244,34 m
Planta Sótano
Estancia #18 Cuarto de Telecomunicaciones 10,99 m
Estancia #19 Sala de Baile 1 57,17 m
Estancia #20 Local de Ensayo 65,66 m
La instalación se desarrolla básicamente por falso techo, haciendo uso de una
bandeja suspendida al mismo y paralela a la destinada a Baja Tensión de
dimensiones 300 x 70 mm, del tipo poliéster perforada. El acceso a las tomas
se realiza mediante tubería de PVC flexible reforzada de diámetro 25 mm
(MT25) desde la bandeja a la caja múltiple de tomas que corresponda,
practicando una roza desde el comienzo del falso techo hasta la ubicación de la
caja. La conexión entre el tubo y la bandeja se realiza utilizando siempre los
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correspondientes prensaestopas instalados lo más próximos a los bordes de la
bandeja.
La distribución de bandeja mantiene una estructura en anillo, de manera que
pueda acceder con comodidad a cualquier conjunto de tomas. Además, esta
topología permite incorporar en un futuro nuevas tomas con mayor facilidad
que en caso de instalaciones empotradas. Este es el caso de otras estancias no
contempladas en la tabla anterior y que en cualquier momento pueden
necesitar que se doten de algún punto para voz y/o datos.
Ya comentamos que el RIT se encuentra en planta sótano y su conexión con el
resto de plantas se realiza derivando una bandeja desde el anillo de planta
hasta el patinillo de instalaciones.
La cubierta del inmueble es del tipo no transitable. Las únicas instalaciones
previstas en dicha cubierta es la instalación de una torre de telecomunicaciones
con una altura media de unos 7 metros sobre el nivel de la misma. Su misión es
la de soportar el árbol de antenas que se destina para la recepción de Televisión
y Radiodifusión analógica y digital, tanto terrestre como desde satélite y algún
otro tipo de antena como las utilizadas por los Acces Point (Wifi), algún
radioenlace, etc.
I.1.4. Introducción a los Sistemas de Cableado Estructurado
Dado que la ejecución de este proyecto, en el caso particular que nos ocupa,
no se realiza de manera aislada sino asociada a una obra de mayor
envergadura como es la construcción del propio inmueble, es interesante
recoger en este punto los aspectos más significativos de la importancia que
supone esta instalación en dicho inmueble y la necesidad de una ejecución
esmerada, impecable, ejecutada por profesionales especialistas en este tipo de
redes para conseguir los resultados previstos.
Creemos que no está de más una breve exposición sobre este tipo de
instalaciones a modo de introducción, encaminada a que la empresa
adjudicataria del proyecto global disponga de unos conocimientos elementales
encaminados a llevar a cabo una mejor valoración y posterior subcontratación
de esta parte del proyecto.
El concepto de Sistema de Cableado Estructurado hace referencia al soporte
físico de un sistema de comunicaciones o telemático cuya infraestructura de
cableado permite:
 Disponer de tomas o bases de acceso terminal estandarizadas tanto para
voz como para datos o bien para cualquier otra necesidad telemática.
 Distribuye dichas tomas en los diferentes departamentos de acuerdo a
las necesidades y mantiene cierto número en lugares de posible uso
futuro.
 La distribución de esta red se lleva a cabo en una planta, en un edificio o
bien en un campus o conjunto de edificios.
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 La gestión y administración de la red se realiza desde unos puntos en los
cuales se instalan distribuidores, repartidores o concentradores en los
cuales confluyen las diferentes líneas de cable o fibra óptica.
 Todo este despliegue se realiza atendiendo a unas reglas de
normalización que controla un mismo estándar para todos los elementos
que integran la red, conectores, cables, fibras, etc.
Con todo lo expuesto, se pretende que el sistema a ejecutar aporte
simplificación en la gestión de redes, flexibilidad y facilidad a la hora de llevar a
cabo cambios de configuración. Permite una modularidad que supone crecer de
acuerdo con las necesidades, evolucionando paralelamente a la propia
tecnología creciente como puede ser el ancho de banda. Un aspecto importante
es la integración en esta red de múltiples servicios que de otro modo
requerirían todo un conjunto de redes independientes; conseguimos que, bajo
un mismo soporte, mantenemos toda una serie de servicios simplificando
tremendamente todos los procedimientos y obteniendo altos niveles de calidad
y eficacia.
Otro aspecto importante que debemos destacar es que la vida útil de los
sistemas de cableado estructurado es muy superior a la del resto de los equipos
que se emplean para la prestación de servicios. Por tanto, teniendo en cuenta
esta premisa, es necesaria una cuidadosa planificación y ejecución para
asegurar que la inversión realizada garantice que la misma es capaz de dar
soporte a las necesidades presentes y permita la flexibilidad suficiente para
otras en un futuro. Finalmente, una de las herramientas fundamentales es que
todo el proyecto (diseño y ejecución) se realice conforme a unos estándares
específicos para este tipo de redes.
Por último, para finalizar este apartado introductorio a los SCE, conviene
resumir los objetivos que estos sistemas deben satisfacer, con independencia
de la dimensión de la red de que se trate:
□ Proporcionar una Infraestructura Física capaz de dar soporte a cualquier
configuración lógica del siguiente nivel, considerando las aplicaciones que
se tengan previsto implementar o al menos las más habituales.
□ Posibilidad de Integrar los servicios informáticos y telemáticos instalados,
en vías de instalación o especificación, del edificio, así como otros
servicios futuros, independientemente de la tecnología y sistema de
procesado de señales, que puedan aparecer, de acuerdo a los estándares
para transmisión de datos, voz e información general.
□ Permitir la Gestión y Administración Centralizada de todos los usuarios
del sistema.
□ El diseño del cableado debe ser tal que permita la independencia, en lo
posible, de la tecnología y naturaleza de los sistemas a conectar, así
como de la topología empleada en cada caso, y, por supuesto, de los
fabricantes de los distintos componentes.
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□ Contar con la adecuada Flexibilidad y Modularidad ante futuras
modificaciones y ampliaciones.
□ Cumplir una normativa reconocida que garantice unos niveles de Calidad
de materiales e instalación, evitando las ambigüedades en la
homologación y aceptación del sistema de cableado.
A través de un sistema de cableado estructurado correctamente diseñado y
ejecutado es posible suministrar diversos servicios de telecomunicación,
proporcionando al usuario final la solución técnica adaptada a sus necesidades,
integrando aplicaciones, independientemente de toda la infraestructura
necesaria y atendiendo a las normativas vigentes en cada caso sobre:
 Transmisión de Datos: redes Ethernet, Token Ring, ATM, etc.
 Transmisión de Voz: red telefónica básica, RDSI, etc.
 Transmisión de Imágenes: en banda base, compresión de imágenes, etc.
Los requerimientos de ancho de banda necesarios en un sistema que permita
esta versatilidad son, generalmente, muy exigentes. Por otro lado, la
digitalización de las señales de voz e imagen permite alcanzar, en algunos
casos, una homogeneización total en el transporte de la información a través de
la plataforma física instalada, a costa, eso sí, de aumentar aún más los
requerimientos de ancho de banda. En nuestro caso, nos plantearemos
transmitir señales de 1 Gb/s sobre par trenzado de cobre y valores mucho
mayores haciendo uso de Fibra Óptica.
I.2 Estudio de alternativas y justificación de la solución adoptada
Teniendo en cuenta que la red de Cableado Estructurado pertenece a un Centro
Publico y en él se pretenden dar, entre otro tipo de actividades, clases
relacionadas con la especialidad de Informática o que demanden medios
tecnológicos, es recomendable que los subsistemas que componen dicha red se
basen en cableado de pares balanceados.
Dado que esta red contará con una topología debidamente proyectada y con
una ejecución controlada, que la infraestructura de canalizaciones necesaria
será de nueva construcción, proyectada conjuntamente con las
correspondientes a Baja Tensión, la solución adoptada para el cableado es la de
tipo “no apantallado” considerando por tanto que las posibles inducciones
incontroladas y que puedan afectar la red, en el caso que nos ocupa, no son de
aplicación.
Los tendidos realizados con cable UTP Categoría 6 de 4 pares serán los
necesarios para satisfacer las necesidades y la electrónica de red prevista
deberá cumplir en todo momento la posibilidad de disponer en la base de
acceso terminal de cada punto una conexión de 1 Gb.
El inmueble no tiene entidad ni requiere la implantación de un Centro de
Proceso de Datos, lo que significa que esta función puede ser desempeñada
perfectamente por el Recinto de Instalaciones de Telecomunicación localizado
en planta Primera.
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La localización de este punto y desde el cual se distribuye en estrella hacia
todas las bases de acceso terminal de los diferentes servicios, permite tener
distancias controladas cuyas longitudes, para el caso de la red telemática,
nunca sobrepasarán los 90 metros que impone la norma.
Las dimensiones de la Red y, como consecuencia, el número de puntos
resultante, permite dotar al inmueble con una Central de Telefonía para Voz IP,
con un costo relativamente bajo, lo que supone un avance tecnológico
importante y lo sitúa en primera línea respecto de otros Centros similares.
La solución del sistema de reparto en estrella para red telemática será la
adoptada con las restantes instalaciones, ya sea Televisión como Seguridad y
Vigilancia. En el caso del sonido, tenemos una centralización en cuanto a
fuentes musicales se refiere y un control por zonas para actuar a voluntad
sobre esta red.
I.2.1. Área de puesto de trabajo
El área de puesto de trabajo deberá incluir todos los elementos necesarios para
la conexión de un equipo terminal a la red de cableado estructurado. La
conexión a la misma se realizará en las tomas de telecomunicación dispuestas
en las diferentes áreas de trabajo mediante latiguillos de conexión tipo STP
categoría 6 no apantallado.
El número de tomas de telecomunicación de cada zona de trabajo depende de
la naturaleza, uso o clasificación del mismo. La tabla anterior que nos relaciona
las estancias por planta no presenta una superficie útil de cada estancia de la
cual podemos determinar un número razonable de puestos de trabajo o cajas
múltiples.
Las tomas de telecomunicación RJ45 irán alojadas en cajas del tipo CIMABOX
de 3 módulos empotradas en despachos, salas, aulas, etc. No se descarta la
posibilidad de instalar modelos de tipo sobrepuesto en algún punto determinado
que se pudiera presentar en obra como única solución. Las cajas empotradas se
conectan con la red general de distribución por bandeja mediante tubo flexible
corrugado reforzado empotrado en pared y conectado igualmente con la
bandeja de distribución general.
 Conexión con bandeja: tubo PVC flexible reforzado Ø25 mm
La toma o roseta propiamente dicha es un conector hembra RJ45 de 8
contactos, categoría 6 tipo UTP (sin pantalla) insertado en placa doble con
guardapolvo. El conector utilizado como referencia es el SIMON CONNECT
modelo 6J645U dotado de 8 contactos IDC110 y que requiere de la herramienta
CH99 para la inserción de cables. Los conectores se suministran con la placa
doble con guardapolvo que en nuestro caso será de color blanca.
Este tipo de conector tiene la particularidad de poder utilizar en los mismos
machos RJ45 y RJ12 indistintamente. Aunque el caso que nos ocupa el uso es
íntegramente con RJ45, esta posibilidad puede ser interesante en determinados
casos puntuales.
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Balance Resumen de Puntos de Acceso RJ45
PLANTA DEPENDENCIA CAJAS VOZ DATOS TOTAL
2ª Puesto de Control 2 4 4 8
Aula Polivalente 1 5 10 10 20
Aula Polivalente 2 4 8 8 16
Aula Polivalente 3 4 8 8 16
Aula Polivalente 4 4 8 8 16
Aula Informática 14 28 28 56
Aula Taller 2 4 8 8 16
Despacho 2 2 4 4 8
Punto Wifi -- 1 1
Previsión Almacén -- 1 - 1
Total de Puntos RJ45 estimados 39 79 79 158
1ª Espacio Infantil 2 4 4 8
Sala Polivalente 5 5 10 10 20
Aula Taller 1 3 6 6 12
Mediateca 7 14 14 28
Sala de Reunión 1 2 2 4
Despacho 1 2 4 4 8
Sala de Baile 2 3 6 6 12
Punto Wifi -- 1 1
Total de Puntos RJ45 estimados 23 46 47 93
Baja Sala de Exposiciones 2 4 4 8
Salón de Actos 9 18 18 36
Punto Wifi -- 1 1
Total de Puntos RJ45 estimados 11 20 21 45
Sótano Cuarto de Telecomunicaciones 1 2 2 4
Sala de Baile 1 4 8 8 16
Local de Ensayo 4 8 8 16
Previsiones Camerinos -- 2 2
Previsiones Cuartos Instalaciones -- 2 2
Previsiones Almacenes -- 2 2
Total de Puntos RJ45 estimados 9 22 20 42
BALANCE TOTAL DE UNIDADES … 82 169 169 338
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Página 15
Con el fin de tener relacionado los elementos integrantes de las cajas que, bien
sobrepuestas o empotradas, forman el puesto de trabajo, se ha elaborado una
tabla de inventario en cada caso.
PUESTO DE TRABAJO DOBLE
Referencia Descripción Cantidad
SBM350 Cajetín empotrar CIMA Pro de 3 módulos 1 ud.
SBM302/9 Marco CIMA Pro de 3 módulos color blanco 1 ud.
S96BU/9 Placa plana con guardapolvo y 2 x RJ45 UTP Cat. 6 2 ud.
S1/9 Base CIMA doble schuko monocolor blanca 1 ud.
S1/6 Base CIMA doble schuko monocolor roja 1 ud.
Aunque consideramos que todos los puestos de trabajo conviene que estén
unificados en cuanto a capacidad y características, pues se trata de un centro
que puede experimentar cambios debido a la demanda o necesidades de una
época determinada, no descartamos que durante la ejecución de la obra se
deba reducir o dotar estancias no contempladas con una configuración mínima.
Hasta ahora, todas las cajas disponían de:
 Tomas predestinadas a VOZ : 2 x RJ45
 Tomas Predestinadas a DATOS : 2 x RJ45
En los casos de configuraciones reducidas, tendríamos como dotación mínima:
 Tomas predestinadas a VOZ : 1 x RJ45
 Tomas Predestinadas a DATOS : 1 x RJ45
PUESTO DE TRABAJO SIMPLES
Referencia Descripción Cantidad
SBM350 Cajetín empotrar CIMA Pro de 3 módulos 1 ud.
SBM302/9 Marco CIMA Pro de 3 módulos color blanco 1 ud.
S96BU/9 Placa plana con guardapolvo y 2 x RJ45 UTP Cat. 6 1 ud.
S1/9 Base CIMA doble schuko monocolor blanca 1 ud.
S1/6 Base CIMA doble schuko monocolor roja 1 ud.
Los puestos de trabajo empotrados se comunican mediante 2 tubos de PVC
flexibles reforzados de diámetro 25 mm (MT25), uno para cada grupo de 2
tomas RJ45. Estos conductos utilizan su propia roza en pared y conducen hasta
la bandeja general de distribución que nos lleva al punto de interconexión. Las
canalizaciones correspondientes a la red de baja tensión, necesarias en las
cajas tanto para corriente de red ordinaria como para red respaldada por
sistemas SAI, son descritas y detalladas en el proyecto de BT correspondiente.
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Página 16
Citamos las bases schuko por formar parte del puesto y evaluar el
equipamiento.
Hay que tener en cuenta que las bases de corriente son dobles en una misma
pieza y vienen dotadas de un piloto de neón color rojo en su parte superior.
Como vemos en el listado, un grupo de 2 bases proporciona alimentación 220
VAC@50Hz normal mientras que el segundo grupo de 2 bases color rojo
suministran esta misma tensión pero desde una fuente de alimentación
ininterrumpida o sistema SAI/UPS.
Cabe destacar que la conexión entre el equipo y la roseta debe realizarse
mediante latiguillo UTP categoría 6 de similares características y atendiendo a
las longitudes normalizadas. Como referencia, el siguiente cuadro nos muestra
la relación de longitudes normalizadas con el correspondiente código:
LATIGUILLOS DE INTERCONEXION RJ45 UTP CAT. 6
Referencia Descripción Longitud
CL60U Latiguillo SIMON CONNECT RJ45-RJ45 UTP 0,50 m.
CL61U Latiguillo SIMON CONNECT RJ45-RJ45 UTP 1,0 m.
CL62U Latiguillo SIMON CONNECT RJ45-RJ45 UTP 2,0 m.
CL63U Latiguillo SIMON CONNECT RJ45-RJ45 UTP 3,0 m.
CL65U Latiguillo SIMON CONNECT RJ45-RJ45 UTP 5,0 m.
Es importante tener en cuenta al proporcionar latiguillos que estos se
suministren, una vez determinada la longitud necesaria, en condiciones
adecuadas como:
 Deben venir embolsados individualmente.
 Deben suministrarse certificados uno a uno en su categoría.
Cualquier otra condición de entrega deberá ser rechazada.
I.2.2. Subsistema Horizontal
El Subsistema Horizontal se extiende desde el repartidor de planta (RP) hasta la
toma de telecomunicaciones o las tomas de telecomunicaciones conectadas al
mismo. Por tanto, la composición de este subsistema estaría formada por:
 Los cables horizontales.
 La terminación mecánica del cableado horizontal incluyendo las
conexiones (por ejemplo las interconexiones o conexiones cruzadas)
tanto en la toma de telecomunicaciones (TT) como en el repartidor de
planta (RP) junto con los latiguillos de parcheo y/o puentes en el RP.
 Un punto de consolidación (PdC) cuando proceda,
 Las tomas de telecomunicaciones (TT).
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Página 17
Es importante tener en cuenta que los cables de horizontal deben ser continuos
desde el repartidor de planta hasta la toma de telecomunicaciones, salvo que se
instale un punto de consolidación (PdC).
En el caso que nos ocupa, el subsistema horizontal se ejecuta con cable
balanceado de 4 pares del tipo UTP apto para categoría 6. Este cableado tiene
su origen en el panel de parcheo del armario de distribución PRINCIPAL
localizado en el RIT o bien el Armario de Planta instalado para minimizar el
tendido de cable, para finalizar en la caja que forma el puesto de trabajo.
Dado que se trata de un inmueble de nueva construcción, el cableado horizontal
dispone de su propia infraestructura, basada esta en una bandeja portante
sujeta a techo, de tipo PVC perforada, con un recorrido estudiado para conducir
estas líneas desde el punto de distribución hasta la base de acceso terminal o
roseta RJ45 de usuario. Se ha respetado la distancia frente a otros servicios,
principalmente los de baja tensión, lo que garantiza inmunidad frente a
cualquier tipo de interferencia inducida.
Cuando las centralizaciones de tomas sean de tipo sobrepuestas (solo en caso
de que se decida por alguna circunstancia durante la fase de dirección de obras)
las canalizaciones que conectan con esta bandeja puede hacer uso de canal de
PVC con tabiques de separación sujeta a pared y con su correspondiente tapa
con cierre ajustado.
En cualquier caso, el dimensionamiento de la infraestructura garantiza siempre
radios de curvatura superiores a 5 cm en el punto más desfavorable de la red.
Por otra parte, el trazado permite que los cables recuperen su forma natural
una vez pasada la fase de extrusionado.
I.2.3. Subsistema Troncal de edificio o Vertical
Salvo en Planta Segunda, los tendidos verticales son una prolongación del
tendido horizontal, debido a que no existen armarios de parcheo de paso. Los
patinillos serán los trépanos que se realicen en el forjado para interconectar las
bandejas o bien para hacer llegar estas hasta el Recinto de Instalaciones de
Telecomunicación.
Tal como mencionamos anteriormente, la implantación de esta topología nos
permite mantener todas las longitudes físicas de las líneas en valores inferiores
a los 90 metros, lo que hace posible posteriormente el uso de latiguillos de
conexión de longitud casi ilimitada ( 5, 10 incluso 15 metros).
Tal como mencionamos, la topología de distribución vertical adoptada en
nuestro caso puede ser la representada en el esquema a continuación, con un
Punto de Interconexión en el RIT y un Punto de Distribución localizado en el
Puesto de Control de Planta Segunda.
Desde el Punto de Interconexión partirán líneas UTP Cat.6 directas hasta cada
base de acceso terminal RJ45 de las plantas Sótano a Primera. Desde este
mismo punto hasta el Repartidor de Planta Segunda puede tenderse una
manguera de Fibra Optica multimodo, lo que garantiza la misma velocidad de
tráfico para todos los puntos.
El esquema sería el siguiente:
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Página 18
SOTANO
SEGUNDA
PRIMERA
BAJA
Armario/Sub-rack de
Distribución en Planta
Manguera 6 x F.O. Multimodo
CUARTO DE TELECOMUNICACIONES
Armario Principal de Distribución y Parcheo
Mangueras UTP Cat. 6 de Panel a Toma RJ45
Puestos de Trabajo con tomas RJ45
Mangueras UTP Cat. 6 de Panel a Toma RJ45
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Página 19
Como puede verse en el esquema anterior, la topología prevista para la red
mantiene todos los puntos con distancias inferiores a los 90 metros.
En caso de que surgiese algún punto principalmente en planta Primera, que por
el recorrido particular derivado de la influencia de otras instalaciones resultase
estar muy próximo a los 90 metros, es posible que dicho punto se derive del
armario de distribución de planta Segunda.
Debe evitarse en lo posible nuevas segregaciones de puntos que no sean del
Armario Principal para evitar tener que aumentar las dimensiones del armario
de planta pues el puesto de Control donde debe ser ubicado carece de
dimensiones suficientes para la instalación de armarios superiores a 30U que ya
requieren una instalación sobre piso.
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Página 20
Ejemplo de configuración básica para el Armario Sub-Rack de Distribución para
la red en Planta Segunda.
Altura en U Armario SUB-RACK - 30U Composición
1 U 30 Panel ciego altura 1U
1 U 29 Panel guía-cables altura 1U
1 U 28 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 27 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 26 Panel guía-cables altura 1U
1 U 25 Panel guía-cables altura 1U
1 U 24 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 23 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 22 Panel guía-cables altura 1U
1 U 21 Panel guía-cables altura 1U
1 U 20 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 19 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 18 Panel guía-cables altura 1U
1 U 17 Panel guía-cables altura 1U
1 U 16 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 15 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 14 Panel guía-cables altura 1U
1 U 13 Panel ciego altura 1U
1 U 12 Electrónica: switch 24 puertos, nº1
1 U 11 Electrónica: switch 24 puertos, nº2
1 U 10 Electrónica: switch 24 puertos, nº3
1 U 9 Electrónica: switch 24 puertos, nº4
8 Reserva
7 Reserva
6 Reserva
5 Reserva
4 Reserva
1 U 3 Bandeja Fibra Optica
1 U 2 Bandeja Fibra Optica
1 U 1 Regleta de electrificación
A continuación, haremos la misma operación para el Armario Rack principal que
estará localizado en el Cuarto de Instalaciones de Telecomunicación de la Planta
Sótano.
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Página 21
Altura en U Armario RACK - 42U Composición
1 U 42 Panel ciego altura 1U
1 U 41 Panel guía-cables altura 1U
1 U 40 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 39 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 38 Panel guía-cables altura 1U
1 U 37 Panel guía-cables altura 1U
1 U 36 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 35 Panel 24 puertos RJ45 - DATOS
1 U 34 Panel guía-cables altura 1U
1 U 33 Panel guía-cables altura 1U
1 U 32 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 31 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 30 Panel guía-cables altura 1U
1 U 29 Panel guía-cables altura 1U
1 U 28 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 27 Panel 24 puertos RJ45 - VOZ
1 U 26 Panel guía-cables altura 1U
1 U 25 Panel ciego altura 1U
1 U 24 Electrónica: switch 24 puertos, nº1
1 U 23 Electrónica: switch 24 puertos, nº2
1 U 22 Electrónica: switch 24 puertos, nº3
1 U 21 Electrónica: switch 24 puertos, nº4
20 Reserva
19 Reserva
18 Reserva
17 Reserva
16 Reserva
15 Reserva
14 Reserva
13 Reserva
12 Reserva
11 Reserva
10 Reserva
9 Reserva
8 Reserva
7 Reserva
6 Reserva
5 Reserva
4 Reserva
1 U 3 Bandeja Fibra Optica
1 U 2 Bandeja Fibra Optica
1 U 1 Regleta de electrificación
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I.2.4. Subsistema de campus
El Subsistema Campus es, por definición, la parte de la red que se extiende
desde el distribuidor de campus hasta el distribuidor o distribuidores de edificio
que existan en el sistema. Este subsistema puede o no existir, dependiendo de
la naturaleza y dimensiones del sistema de cableado que pretendamos
implementar. Cuando este sistema existe, los elementos que podemos
considerar integrantes del mismo son:
 Los cables de troncal de campus, incluyendo cualquier componente de
cableado de la instalación de la acometida del edificio.
 La terminación mecánica de los cables de troncal de campus incluyendo
las conexiones (por ejemplo, las interconexiones o conexiones cruzadas)
tanto en el repartidor de campus como en el repartidor del edificio junto
con los latiguillos de parcheo y/o puentes en el RC.
En el caso de coexistir repartidor de edificio, el subsistema de cableado de
troncal de campus se extiende desde el repartidor de campus hasta el
repartidor de planta de edificio.
Vista la definición y conceptos anteriores, podemos decir que el Subsistema
Campus no es objeto del estudio en este proyecto. Por otra parte, no se
requiere del mismo salvo que la propiedad precise en un momento dado
ampliar su capacidad tanto de las líneas troncales como de los sistemas
mecánicos en cada extremo.
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I.3. Anexos a la Memoria
I.3.1. Puntos críticos y cálculos específicos
Uno de los aspectos más importantes que debemos tener en cuenta es que toda
la infraestructura de canalizaciones y el diseño en sí del Subsistema Horizontal
con el hardware de conexión correspondiente se ha diseñado para mantener las
distancias desde el panel de parcheo a toma de telecomunicación inferior a 90
metros. Esto supone que en cada punto tengamos el rendimiento esperado con
la posibilidad de trabajar con velocidades elevadas (Gigabit Ethernet).
Teniendo en cuenta lo anterior, el replanteo de canalizaciones cobra vital
importancia máxime cuando existen otras muchas instalaciones de otros
servicios que deben compartir pasillos. En esta ocasión, la preferencia en el
marcado de trazados y rutas debe tenerla el cableado estructurado pues, de lo
contrario, las previsiones no será posible cumplirlas.
A modo orientativo, tenemos un cuadro con distancia a puntos desde el Centro
de Conexión situado en el RITU. Si consideramos uno de los casos más
desfavorables, nos situamos en el parcheo que se encuentra en el nivel 2. Por lo
tanto, las distancias más desfavorables las tendríamos en la planta Nivel 0, en
la última toma del Salón de Actos (Mesa Presidencial)
Podemos comprobar que no existen puntos cuya distancia supere los sesenta
metros.
Es importante considerar el componente “latiguillo” que por norma general, sus
prestaciones, por la necesidad de ser un cable más fino, son ligeramente
inferiores que el cable utilizado en el tendido horizontal. Por lo tanto, el
latiguillo de propósito general debería tener una longitud máxima de 3 metros,
con independencia de mantenernos siempre por debajo de los 90 metros
lineales.
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I.3.2. Toma de Tierra para datos
I.3.2.1. Generalidades
Uno de los mayores inconvenientes que hay que salvar son las perturbaciones
electromagnéticas. Los equipos que pueden resultar afectados son cada vez
más sensibles debido al uso de electrónica digital que utiliza grandes
velocidades de transmisión y una alta escala de integración de todos sus
dispositivos.
Los equipos causantes de perturbación son cada vez más numerosos y el
incremento se produce día a día con las ampliaciones propias de la red. Por lo
tanto, a la hora de ejecutar el cableado se debe elaborar un análisis del entorno
electromagnético que puede afectar la instalación. Puede utilizarse la norma
EN50174 como base para llevar a cabo estos estudios iniciales, pues dicha
norma dedica un capítulo completo al fenómeno de la Compatibilidad
Electromagnética en los sistemas de cableado estructurado. Los tipos de
perturbaciones que pueden ponerse de manifiesto para, una vez identificadas,
probar soluciones para mejorar la inmunidad, son los siguiente:
 Tubos fluorescentes y alimentación por corte, los cuales generan
corrientes armónicas.
 Motores de ascensores que generan corrientes transitorias.
 Redes eléctricas compartidas por todos los equipos, que pueden llevar las
perturbaciones de una unidad a otra.
 Descarga de electricidad estática.
 Walkie-talkies, teléfonos móviles y cualquier otro dispositivo que emita
ondas radioeléctricas.
 El timbre de teléfonos analógicos.
Esta relación corresponde a las fuentes de perturbación que podemos
clasificarlas como internas, dentro del propio edificio. Por otro lado tenemos las
fuentes de perturbación externas, dentro de las cuales podemos citar:
 Tormentas, que generan fuertes diferencias de energía en la tierra y
producen fuertes campos magnéticos.
 Emisores de radio y televisión.
 Equipos de radar de aeropuertos.
 Cables de alto voltaje.
Identificados los posibles elementos de perturbación, la utilización de cables y
equipos blindados, bajo un buen diseño de distribución y una red de tierra
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adecuada, puede llegar a minimizarse cualquier efecto sobre el funcionamiento
del sistema.
I.3.2.2. Instalación de Puesta a Tierra
Mediante una red de tierra adecuada, podemos conseguir:
 Seguridad personal en caso de fallos eléctricos.
 Protección de los equipos eléctricos y electrónicos contra perturbaciones
de tipo electromagnéticas.
Gracias a su baja impedancia, la red de tierra proporciona una
equipotencialidad de referencia, común a todos los equipos. Además, drena las
corrientes perturbadoras en todas las frecuencias, evitando que se desplacen
por los cables de transmisión de datos y penetren en los equipos electrónicos
deteriorándolos.
La estructura de más baja impedancia es el plano de tierra. Un estructura
mallada tal como se indica en la norma EN70174 es la más cercana al plano de
tierra y permite los enlaces de puesta a tierra más cortos entre las unidades de
los equipos.
En cada planta del edificio debe crearse una red mallada que permita la unión
de todos los elementos metálicos como bandejas, canaletas, bastidores,
pantallas, blindajes de cables, etc. Estas redes de planta, pueden estar unidas a
otras mediante bus.
Los enlaces con otros edificios del campus, dado que disponen de sus puestas a
tierra particulares, deben efectuarse mediante fibra para asegurar una
independencia total y evitar circulaciones de corrientes de tierras no deseadas.
Como norma fundamental, la red de tierra deberá estar conectada a un único
punto de puesta a tierra.
I.3.2.3. Verificación de la Red de Tierra.
Se realizará una comprobación visual de toda la red de tierra dado que la falta
de continuidad en algún tramo de la red, puede ocasionar fallos en el
funcionamiento general del sistema.
Utilizar un miliohmímetro para medir la resistencia entre dos puntos
cualesquiera de la red de tierra.
 Valor máximo de resistencia : 50 mΩ
Este valor es aplicable cuando se incluyen los puntos de acceso. Esto significa
que cualquier punto de conexión tiene que tener una resistencia de contacto
inferior a 5 mΩ.
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I.3.3. Normativa referenciada
Tal como hemos mencionado en puntos anteriores, el Sistema de Cableado
Estructurado se proyecta y ejecuta en el marco de un conjunto de normas las
cuales, de manera clasificada, se citan a continuación.
□ Normativa de Cableado Estructurado
□ Normativa de Seguridad Contra-Incendios
□ Normativa de Compatibilidad Electromagnética
□ Otras Normativas
Los Sistemas de Cableado Estructurado parten de una norma base que es la
CEN EN_50173, también conocida como ISO_11801 y que son de aplicación al
proyecto que nos ocupa. Dado que trabajaremos con un Sistema Abierto,
entendiéndose como tal todo aquel sistema que basándose en estándares,
permiten la utilización, en un mismo Tratamiento de la Información, de equipos
suministrados por diferentes fabricantes.
Independientemente de la gran ventaja que, por su propia naturaleza, supone
la utilización de esta clase de sistemas, en Europa existe la obligatoriedad de su
utilización en las contrataciones públicas, referenciando la normativa existente
sobre los mismos, como viene perfectamente reflejado en el Manual Europeo
para Compras Públicas de Sistemas Abiertos, Fase 2 (EPHOS 2). Para facilitar la
aplicación y siguiendo la clasificación dada inicialmente, tenemos lo siguiente:
I.3.3.1. Normativa aplicable al Cableado Estructurado
El estándar CEN/CENELEC a nivel europeo para el cableado de
telecomunicaciones en edificios está publicado en la norma EN 50173
(Performance requirements of generic cabling schemes) sobre cadenas de
enlace (o conjunto de elementos que constituyen un subsistema: toma de
pares, cables de distribución horizontal y latiguillos de parcheo).
Esta especificación recoge la reglamentación ISO/IEC 11801 (Generic Cabling
for Customer Premises) excepto en aspectos relacionados con el
apantallamiento de diferentes elementos del sistema y la norma de
Compatibilidad Electromagnética. El objetivo de este estándar es proporcionar
un sistema de cableado normalizado de obligado cumplimiento que soporte
entornos de productos y proveedor múltiple.
□ ISO/IEC 11801, basada en el contenido de las normas americanas
EIA/TIA-568 (Estándar de cableado para edificios comerciales)
desarrolladas por la Electronics Industry Association (EIA) y la
Telecommunications Industry Association (TIA).
□ EIA/TIA-568 se completa con los boletines TSB-36 (Especificaciones
adicionales para cables UTP) y TSB-40 (Especificaciones adicionales de
transmisión para la conexión de cables UTP), en dichos documentos se
dan las diferentes especificaciones divididas por "Categorías" de cable
UTP así como los elementos de interconexión correspondientes (módulos,
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conectores, etc). También se describen las técnicas empleadas para
medir dichas especificaciones.
□ ANSI/EIA/TIA-569, "Norma de construcción comercial para vías y
espacios de telecomunicaciones", que proporciona directrices para
conformar ubicaciones, áreas, y vías a través de las cuales se instalan los
equipos y medios de telecomunicaciones. También detalla algunas
consideraciones a seguir cuando se diseñan y construyen edificios que
incluyan sistemas de telecomunicaciones.
□ ANSI/TIA/EIA-606, "Norma de administración para la infraestructura
de telecomunicaciones en edificios comerciales". Proporciona normas
para la codificación de colores, etiquetado, y documentación de un
sistema de cableado instalado. Seguir esta norma, permite una mejor
administración de una red, creando un método de seguimiento de los
traslados, cambios y adiciones. Facilita además la localización de fallas,
detallando cada cable tendido por características tales como tipo, función,
aplicación, usuario, y disposición.
□ ANSI/TIA/EIA-607, "Requisitos de aterrizado y protección para
telecomunicaciones en edificios comerciales", que dicta prácticas para
instalar sistemas de aterrizado que aseguren un nivel confiable de
referencia a tierra eléctrica, para todos los equipos de
telecomunicaciones subsecuentemente instalados.
I.3.3.2. Normativa de Seguridad Contra-Incendios
Los siguientes estándares internacionales hacen referencia a la utilización de
cables con cubierta retardante del fuego y escasa emisión de humos no tóxicos
y libres de halógenos:
□ IEC 332: relativa a la propagación de incendios.
□ IEC 754: relativa a la emisión de gases tóxicos.
□ IEC 1034: sobre emisión de humo.
I.3.3.3. Normativa de Compatibilidad Electromagnética
A partir de 1996 es de obligado cumplimiento la Directiva de Compatibilidad
Electromagnética 89/336/EEC reflejada en el Real Decreto 444/1994 donde se
establecen los procedimientos de evaluación de la conformidad y los requisitos
de protección relativos a Compatibilidad Electromagnética de los equipos,
sistemas e instalaciones.
La compatibilidad electromagnética persigue el doble objetivo de reducir, por un
lado, la perturbación que genera un equipo (emisión electromagnética) y, por
otro, aumentar su protección frente a perturbaciones ajenas presentes en el
medio (inmunidad). Para lograr estos objetivos se han publicado las siguientes
normas españolas y europeas:
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□ UNE-EN_50081 (1994): Norma genérica de emisión sobre
compatibilidad electromagnética. La Parte 1 es de aplicación a comercial
e industria ligera. La Parte 2 exclusivamente al entorno industrial.
□ UNE-EN_50082-1 (1994): Norma genérica de inmunidad sobre
compatibilidad electromagnética. La Parte 1 hace referencia a entornos
residenciales, comerciales e industria ligera.
□ UNE_20-726-91 (EN_55022): Límites y Métodos de medida de las
características relativas a las perturbaciones radioeléctricas de los
equipos de tecnologías de la información.
□ EN_55024 Norma de producto sobre inmunidad ante perturbación
electromagnética en equipos de Tecnologías de la Información.
Conviene tener en cuenta como normativa complementaria y que afecta a la
certificación de equipos las que a continuación se citan:
 Real Decreto 1890/2000, de 20 de noviembre (BOE de 2/12/2000).
 Real Decreto 444/1994, de 11 de marzo (BOE de 1/4/1994).
 Real Decreto 1950/1995, de 1 de diciembre (BOE 28/12/1995).
 Orden del MOPTMA, de 26 de marzo de 1996 (BOE de 3/4/1996).
 Real Decreto 1787/1996, de 19 de julio de 1996 (BOE de 29/8/1996).
 Manual de compatibilidad electromagnética, AENOR 1994.
I.3.3.4. Otras Normativas
I.3.3.4.1. Genéricas de tipo Técnico
 Ley 38/1999, de 5 de noviembre (B.O.E. 6-11-1999), de Ordenación de
la Edificación.
 Ley 32/2003, de 3 de noviembre (BOE 04.11.2003), General de
Telecomunicaciones.
 Pliego de Condiciones Técnicas de la Dirección General de Arquitectura.
 Real Decreto 2413 de 20-09-73, Reglamento Electrotécnico para Baja
Tensión.
 Normas Tecnológicas de la Edificación.
I.3.3.4.2. Reglamento de Prevención de Riesgos Laborales.
 Directiva 92/67 CEE de 24 de julio (DO: 26/8/92): Disposiciones mínimas
de Seguridad y Salud que deben aplicarse en las obras de construcción.
 R.D. 1627/1977 de 24 de Octubre (B.O.E. 25/10/97): Disposiciones
mínimas de Seguridad y Salud en las obras de construcción.
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 Ley 31/1995 de 8 de noviembre (B.O.E.): Ley de Prevención de Riesgos
Laborales y Disposiciones para su desarrollo:
 R.D. 39/1997 de 17 de Enero (B.O.E. 31/01/97): Reglamento de
los servicios de Prevención.
 R.D. 485/1997 de 14 de Abril (B.O.E. 23/04/97): Disposiciones
mínimas en materia de señalización de seguridad y salud laboral.
 R.D.486/1997 de 14 de Abril (B.O.E.) 23/04/97): Disposiciones
mínimas de Seguridad y Salud en los lugares de trabajo.
 R.D. 487/1997 de 14 de Abril (B.O.E. 23/04/97): Disposiciones
mínimas de Seguridad y Salud relativas a la manipulación manual
de cargas que entrañe riesgos, en particular dorsolumbares para
los trabajadores.
 R.D. 685/1997 de 12 de Mayo (B.O.E. 24/05/97): Protección de los
trabajadores contra riesgos relacionados con la exposición a
agentes cancerígenos durante el trabajo.
 R.D. 773/1997 de 30 de Mayo (B.O.E. 12/06/97): Disposiciones
mínimas de Seguridad y Salud relativas a la utilización por los
trabajadores de equipos de protección individual.
 O. M. De 20 de Mayo de 1952 (B.O.E. 15/06/52): Reglamento de
Seguridad e Higiene en el Trabajo en la Industria y la Construcción.
Modificaciones:
 O. De 10 de Diciembre de 1953 (B.O.E. 22/12/53)
 O. de 23 de Septiembre de 1996 (B.O.E. 22/12/53)
 O. de 20 de Enero de 1956
 Reglamento Electrotécnico para baja tensión. (R.D. 842 del 2 Agosto),
BOE 224 del 18/9/2002.
 Reglamento de líneas aéreas de alta tensión. (O.M. 28/11/68)
 Reglamento de aparatos a presión. (R.D. 1244/97)
 R.D. 1316/89 Sobre el Ruido.
I.3.3.4.3. Secreto de las Comunicaciones
 Arts. 3 e) y 33 de la Ley 32/2003, de 3 de Noviembre, General de
Telecomunicaciones (BOE 04.11.03)
 Ley Orgánica 18/1994, de 23 de Diciembre, por la que se modifica el
Código Penal en lo referente al Secreto de las Comunicaciones.
Todos los registros, armarios y envolventes en general donde se registren
líneas de comunicación estarán dotadas de cerradura y llave específica que
evita el acceso a los mismos por parte de personal no autorizado. Los
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Recintos de Instalaciones de Telecomunicación tienen su acceso restringido
al igual que los Registros Principales ubicados en su interior los cuales
albergan lo repartidores principales de telefonía que constituyen los puntos
de interconexión de la red.
Todas estas cajas disponen igualmente de cerraduras específicas para limitar
el acceso y la manipulación indebida de los mismos.
Además en general, serán también de aplicación cuantas normas, reglamentos,
instrucciones o pliegos oficiales vigentes guarden relación con las obras que nos
ocupan, con sus instrucciones complementarias y con los trabajos necesarios
para realizarlos.
Santa Cruz de Tenerife, 09 de Octubre de 2010
El Ingeniero Técnico de Telecomunicación
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Colegiado nº 3637
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Proyecto de
Sistema de Cableado Estructurado para el Centro Cívico de Las
Galletas, T. M. de Arona.
II. PLANOS
Nº 0 : SITUACIÓN
Nº 1 : INSTALACIONES DE VOZ Y DATOS PTA. SOTANO
Nº 2 : INSTALACIONES DE VOZ Y DATOS PTA. BAJA
Nº 3 : INSTALACIONES DE VOZ Y DATOS PTA. PRIMERA
Nº 4 : INSTALACIONES DE VOZ Y DATOS PTA. SEGUNDA
Nº 5 : ESQUEMA DE LA RED DE VOZ Y DATOS
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Escala:
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SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife
DIRECCIÓN:
Sept. 2010
S/E
Plano de Situación
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
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Colegio Oficial de Ingenieros
Técnicos de Telecomunicación
Camerino 1
Almacén 1 de
Salón de Actos
Camerino 2
Aseo 3
Aseo 4
Cuartos de
instalaciones
Aljibe
contraincendios
18 m³
Sala de
grupo presión
contraincendios
Aljibe abasto
18 m³
Sala de
grupo presión
abasto-fluxores
C
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Almacén 2 de
Salón de Actos
Aseo 1
Aseo 2
Vestíbulo 2
Vestíbulo 1
Escalera 1
Escalera 2
V.I. 1
V.I. 2
P
Bandeja de 200x70cm
Bandeja de 300x70cm
4
Ø
2
5
4
Ø
2
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4Ø25
4Ø25
4Ø25
4Ø25
4Ø25
4Ø25
P
P
P
P
P
4Ø25
Ø25
Ø25
Ø
2
5
Ø
2
5
Ø25
Ø25
Toma RJ45 Cat. 6 (Voz/Datos)
Toma de Red, 220VAC
Toma de UPS, 220VAC
A
C
B
D
Bandeja perforada, unión de
tramo de bandeja
Escala:
1
SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife DIRECCIÓN:
Sept. 2010
1/75
Instalaciones en Planta Sótano
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
1028314-00 25/10/2010
VISADO
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Colegio Oficial de Ingenieros
Técnicos de Telecomunicación
Salon de Actos
Escenario
Sala de Exposición
Aseo masculino
Aseo femenino
Escalera 1
Vestíbulo
Aseo
adaptado
Cuadros
eléctricos
Conexión
a tierra
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Punto Wi-fi
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4Ø25
4Ø25
4Ø25
4Ø25
4
Ø
2
5
Toma RJ45 Cat. 6 (Voz/Datos)
Toma de Red, 220VAC
Toma de UPS, 220VAC
A
C
B
D
Bandeja perforada, unión de
tramo de bandeja
Escala:
2
SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife DIRECCIÓN:
Sept. 2010
1/75
Instalaciones en Planta Baja
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
1028314-00 25/10/2010
VISADO
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Colegio Oficial de Ingenieros
Técnicos de Telecomunicación
Vestíbulo
Escalera 1
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Toma RJ45 Cat. 6 (Voz/Datos)
Toma de Red, 220VAC
Toma de UPS, 220VAC
A
C
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D
Bandeja perforada, unión de
tramo de bandeja
Escala:
3
SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife DIRECCIÓN:
Sept. 2010
1/75
Instalaciones en Planta Primera
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
1028314-00 25/10/2010
VISADO
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Colegio Oficial de Ingenieros
Técnicos de Telecomunicación
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Ø25
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Toma RJ45 Cat. 6 (Voz/Datos)
Toma de Red, 220VAC
Toma de UPS, 220VAC
A
C
B
D
Bandeja perforada, unión de
tramo de bandeja
Escala:
4
SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife DIRECCIÓN:
Sept. 2010
1/75
Instalaciones en Planta Segunda
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
1028314-00 25/10/2010
VISADO
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Colegio Oficial de Ingenieros
Técnicos de Telecomunicación
ELECTRÓNICA
Mediateca
Planta Sótano
Planta Baja
Planta 1
Planta 2
Sala de Exposición
108xUTP Cat. 6 49xUTP Cat. 6
65xUTP Cat. 6 28xUTP Cat. 6
37xUTP Cat. 6 8xUTP Cat. 6
36xUTP Cat. 6
2
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i-
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Aula Informática Aula Polivalente 4
Despacho 2 Aula Polivalente 1
Espacio Infantil Sala de Reunión
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Control
Aula Polivalente 3 Aula Polivalente 2
Aula Taller 2
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Aula Taller 1
Sala de Baile 2 Despacho 1 Aula Polivalente 5
Salón de Actos
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Aula Polivalente 4 Aula Polivalente 4
Cuarto de Telecomunicaciones
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Armario Rack
Altura 42U
Armario Rack
Altura 30U
Toma RJ45 Cat. 6 (Voz/Datos)
Toma de Red, 220VAC
Toma de UPS, 220VAC
A
C
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Escala:
5
SITUACIÓN:
PROMOTOR:
PLANO:
Fecha:
PROYECTO:
SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO PARA CENTRO CÍVICO
Ayuntamiento de Arona
Calle Central, nº 23-25 - Las Galletas.
Subida al Mayorazgo, 13; 38110 - Santa Cruz de Tenerife DIRECCIÓN:
Sept. 2010
S/E
Esquema de Voz y Datos
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Ingeniero Técnico de Telecomunicaciones
Colegiado Nº 3637
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Proyecto de
Sistema de Cableado Estructurado para el Centro Cívico de Las
Galletas, T. M. de Arona.
III. PLIEGO DE CONDICIONES
III.1. Condiciones Generales
III.1.1. Obras que se Contratan
Las obras que comprende la Contrata del presente Proyecto son las que se
especifican en los documentos adjuntos de Memoria, Planos y Presupuesto.
En las obras mencionadas, el Contratista deberá ejecutar las siguientes labores:
 Todos los transportes necesarios.
 Los suministros de material que se precisen.
 Ejecución de todos los trabajos de montaje de las instalaciones,
dejándolas en perfecto estado de funcionamiento y apariencia.
 La elaboración de todo tipo de ajustes, medidas y tomas de datos que a
juicio de la Dirección Facultativa se estimen oportunas durante las tareas
de ejecución de la instalación, puesta en marcha y las previas para la
recepción definitiva de la instalación.
 Obras complementarias y tareas auxiliares no definidas específicamente
pero necesarias para la correcta ejecución de las instalaciones
proyectadas.
 Medidas de señalización y seguridad necesarias previniendo cualquier
peligro o accidente.
III.1.2. Ejecución de Obras
El Contratista estará obligado a facilitar el personal debidamente cualificado, el
equipamiento e instrumentación de medida calibrada así como el material
auxiliar necesario para la perfecta ejecución de las obras.
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El Contratista adjudicatario de la obra deberá cumplir los requisitos
contemplados en el Artículo 14 del Capítulo III contenido en el Real Decreto
279/1999 de 22 de febrero referente a Requisitos para ser Instalador de
Telecomunicación, así como el Artículo 15 del mismo documento y capítulo,
relacionado con el Registro de Instaladores de Telecomunicación.
Las instalaciones se ajustarán a las condiciones establecidas en la Memoria, en
los Reglamentos y Normas especificadas anteriormente y, en general, con
arreglo a las normas sancionadas por la práctica para la completa y perfecta
construcción, montaje y, en particular, las que dicte la Dirección de Obra.
Todo el equipo debe estar colocado en los espacios asignados en el proyecto y
se dejará un espacio razonable de acceso para su entretenimiento y reparación.
El Contratista, guiado por la buena práctica, debe verificar el espacio requerido
para todo el equipo propuesto, tanto en el caso de que dicho espacio haya sido
especificado o no.
Por lo demás, el Director de Obra deberá fijar el orden en que deban llevarse a
cabo las obras de manera que puedan ser coordinadas y ejecutadas,
compatibilizándolas con el resto de tareas que se encuentren en fase de
ejecución en obra. El Contratista se verá obligado a cumplir exactamente
cuanto se disponga sobre este particular.
III.1.3. Admisión, Reconocimiento y Retirada de Materiales
Todos los materiales empleados serán de primera calidad, desechándose los
que a juicio del Director de Obra no lo sean o no se ajusten a las
especificaciones generales contenidas en el proyecto.
Una vez adjudicada la obra definitivamente, y antes de ejecutarse, el
Contratista presentará, si procede, al Director Técnico de la Obra los catálogos,
cartas, muestras, etcétera, que estén relacionados con la recepción de los
distintos materiales.
No podrán emplearse otros materiales sin que previamente hayan sido
aceptados por la Dirección de Obra. Este control no constituye recepción
definitiva, pudiendo ser rechazados por la Dirección Técnica aún después de
colocados, si no cumpliesen con las características y condiciones exigidas en
este Pliego de Condiciones, debiendo ser reemplazados por cuenta y cargo del
Contratista por aquellos otros que sí cumplan las condiciones exigidas.
En caso de que el Contratista no se mostrase conforme con los resultados del
ensayo, análisis o pruebas, podrán repetirse las mismas en un Laboratorio
Oficial, corriendo a cuenta del Contratista si se llega a la conclusión de que los
referidos materiales son rechazables, y por cuenta de la Propiedad en caso
contrario.
III.1.4. Materiales de las Instalaciones
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Serán los especificados en el apartado III.2 donde se indican las condiciones
que deben cumplir los distintos materiales empleados en la ejecución del
Proyecto. Cualquier otro material o componente no contemplado en dicho
apartado, deberá contar con la aprobación escrita de la Dirección Facultativa
previamente aportando la documentación relativa a catálogo y/o
especificaciones técnicas de dicho producto.
III.1.5. Normas Generales de Montaje
Las instalaciones se realizarán siguiendo las prácticas normales para obtener un
buen funcionamiento, por lo que se respetarán las especificaciones e
instrucciones de las empresas suministradoras.
El montaje de la instalación se realizará ajustándose a las indicaciones, planos y
esquemas contenidos en el proyecto.
Cuando en la obra sea necesario hacer modificaciones en estos planos o
condiciones previstas o sustituir por otros los aparatos aprobados, se solicitará
permiso a la Dirección Facultativa.
En todos los equipos se dispondrán las protecciones pertinentes para evitar
accidentes.
Durante el proceso de instalación se protegerán debidamente todos los
aparatos, colocándose tapones o cubiertas en las tuberías que vayan a quedar
abiertas durante algún tiempo. Se cubrirán las cajas, mecanismos, conectores,
extremos de conductores y otros elementos para evitar daños producidos por
otras tareas en obra como pintura, enfoscados, enlucidos, etc.
Una vez finalizado el montaje se procederá a la limpieza total de los tubos tanto
exterior como interiormente. Se revisaran los mecanismos verificando
principalmente que los conectores de las Bases de Acceso Terminal para los
servicios de aplicación incluso Tomas de Corriente, etc. se encuentran en
perfecto estado de funcionamiento y de puesta en marcha.
Todos los elementos de la instalación como Arquetas, Registros de Enlace,
Registros Principales y Secundarios, Cajas de Paso, y cualquier Control o
Dispositivo se montará de forma que sea fácilmente accesible para su revisión,
mantenimiento, reparación o sustitución.
III.1.6. Acabado y Remates Finales
El instalador efectuará a su cargo todos los remates finales para la perfecta
terminación de las instalaciones objeto del proyecto según pliego de condiciones
y juicio de la Dirección Facultativa de la obra, comprendiendo este trabajo en
general:
 La reconstrucción total o parcial de los componentes pasivos o activos,
soportes, canalizaciones, conductos y cualquier otro elemento
deteriorados durante el montaje.
 Repaso parcial o total de pintura en los elementos estropeados, por su
causa o por causa ajena.
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 Limpieza total o pintura de canalizaciones, luces, cuadros, controles, etc.
 Protección contra posibles oxidaciones en puntos críticos.
 Reposición de elementos de sujeción sueltos o deteriorados.
 Ajuste de equipos y automatismos en general.
 Letreros, placas y demás elementos aclaratorios de funcionamiento.
 Reposición de suelos y/o pavimentos con motivo de aperturas de zanjas
y conexiones con las redes de suministro, construcción de arquetas y
elaboración de pasamuros de acometidas hacia o desde los puntos de
conexión con compañías suministradores.
Estos remates afectan a toda la instalación, es decir, la base de proyecto más
las posibles ampliaciones, modificaciones y cambios que se realicen a lo largo
de la obra.
III.1.7. Puesta en Marcha de la Instalación
Las instalaciones descritas en el Proyecto Técnico se entenderán terminadas
cuando se haya puesto en marcha y probada cada una de las redes en
condiciones reales de carga. El instalador, con independencia de las pruebas y
ajustes que haya efectuado durante la fase de montaje ejecutará, además del
programa incluido en las Condiciones de Certificación de este pliego, cualquier
programa de medidas siguiendo las directrices del Ingeniero Técnico Director de
obra considere complementario para verificar el correcto funcionamiento de
cada una de las instalaciones contempladas en el proyecto, principalmente
cuando las instalaciones contempladas en el proyecto deban conectarse o
compatibilizarse con otras ya existentes o bien a redes de empresas
proveedoras de servicios.
III.1.8. Pruebas de Recepción
El coste de todas las pruebas necesarias para satisfacer requerimientos de los
organismos oficiales, compañías suministradoras o que necesite el instalador
para sus propios fines será satisfecho por el instalador a su cargo.
A la terminación de la obra, antes de la aceptación final, se efectuarán por el
instalador a cargo y en presencia de la Dirección de Obra, pruebas finales de
transmisión y/o recepción de señales, voz, datos; calidades de imagen,
aislamiento, continuidad de circuitos, resistencia, niveles de señal y
atenuaciones en los puntos más desfavorables, tomas de tierra y
funcionamiento en general de toda la instalación, en la forma que establezca la
Dirección de Obra, la cual será avisada para ello, con al menos una semana de
anticipación sobre la fecha en que puedan efectuarse tales ensayos.
III.1.9. Mantenimiento
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El instalador reunirá todas y cada una de las instrucciones de servicio y
mantenimiento de cada fabricante de los equipos y materiales instalados,
debiendo entregar dos ejemplares de cada uno al finalizar la obra. Asimismo,
preparar planos y esquemas que le sean de su competencia y unas
instrucciones de servicio y funcionamiento del conjunto del que deberá entregar
también dos ejemplares.
III.2. Prescripciones Técnicas
III.2.1. Cableado de Cobre
Los requisitos que a continuación se establecen son los mínimos de aplicación
para:
 Cables instalados en los subsistemas de cableado horizontal y troncal
especificados es la memoria.
 Cables balanceados o elementos de cable utilizados como puentes.
 Cables flexibles balanceados que formen parte de latiguillos.
La normativa EN50173 establece que los cables balanceados pueden ser de dos
tipos:
 Cables de pares trenzados.
 Cables de cuadretes.
Debido al estado del arte actual los hilos conductores de dichos cables son de
cobre, pero podrían ser de cualquier otro metal conductor que cumpliera con las
características físicas y eléctricas especificadas en dicha norma.
Cable BELDEN Cat. 6, 8 hilos, libre de halógenos
Se denomina Categoría del cable al grado de calidad en cuanto a prestaciones
para la transmisión, siendo este concepto igualmente aplicable a fibra óptica,
paneles, conectores, etc. Aplicado a cables balanceados tenemos:
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□ Categoría 5: se aplica a los cables balanceados de 100 y 120 ohmios y
los elementos hardware de conexión asociados cuyas características de
transmisión están especificadas hasta los 100 MHz.
□ Categoría 6: se aplica a los canales de clase E y a los elementos
hardware de conexión asociados cuyas características de transmisión
están especificadas hasta los 250 MHz.
□ Categoría 7: se aplica a los canales de clase F y a los elementos
hardware de conexión asociados cuyas características de transmisión
están especificadas hasta los 600 MHz.
La relación entre las Categorías anteriores y Clases se detallan en el cuadro
siguiente incluyendo la normativa que le es de aplicación.
NORMATIVA APLICABLE PARA
CATEGORIA
CLASE
CANAL
FRECUENCIA
MAXIMA
CABLE FIJO CABLE FLEXIBLE CONECTORES
EN50288-2-1 A1 EN50288-2-2 A1 EN60603-7-2
5
D 100 MHz
EN50288-3-1 A1 EN50288-3-2 A1 EN60603-7-3
EN50288-5-1 A1 EN50288-5-2 A1 EN60603-7-4
6 E 250 MHz
EN50288-6-1 A1 EN50288-6-2 A1 EN60603-7-5
7 F 600 MHz EN50288-4-1 A1 EN50288-4-2 A1 EN60603-7-7
Normativa de categorías de cable balanceado
Hay que tener en cuenta que los conectores utilizados deberán mantener la
compatibilidad hacia atrás con las categorías inferiores.
Se ha seleccionado un cable de aplicación específica para tendidos horizontales
y constitución del backbone. Además de cumplir las especificaciones requeridas
en el proyecto de Categoría 6, tiene un campo de aplicación que se extiende
desde 10 Base-T hasta 1000 Base-T (Gigabit Ethernet), además de aplicaciones
FDDI, ATM, etc.
Es evidente que de igual forma cumple lo establecido en la norma EN50173 (2ª
edición 2001), equivalente a la ISO/IEC 11801 (2ª edición 2002).
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Cable UTP balanceado de 4 pares Categoría 6
Fabricante : Belden Wire & Cable B.V.
Modelo : 7965ENH, p/n 46013
Construcción y Dimensiones
Construcción : 4 pares trenzados no apantallados
Tipo de conductor : hilo de cobre
Diámetro del conductor : AWG 23 (0,57 mm)
Material del aislante del conductor : poliolefina
Diámetro con el aislante : 1,01 mm
Tipo de cubierta : FRNC compound
Diámetro total exterior : 6,20 mm
Características Eléctricas a 20ºC
Capacidad mutua nominal @ 1 kHz : 50 nF/km
Resistencia máxima del conductor : 70 Ohm/km
NPV – Velocidad Nominal de Propagación : 0,70 c
SKEW – Retardo de propagación (100 MHz) : Tipico ≤ 15 ns/100m
Impedancia característica 4-100 MHz : 100 ± 5 Ohm
Características Generales y Ambientales
Rango de temperaturas de Operación : -20ºC hasta +60ºC
Rango de Temperaturas de Instalación : +0ºC hasta +50ºC
Radio de curvatura mínimo de operación : 25 mm
Radio de curvatura mínimo de instalación : 50 mm
Tensión de tracción máxima : 80 N
Retardo de inflamación : IEC 332-1
Poder calorífico : 480 kJ/m
Peso aproximado : 43,9 kg/km
Voltaje máximo de operación : 48 V rms
Corriente continua máxima por conductor : 1.4 Amp.
Código de Colores de acuerdo con
IEC 60304
Par 1 Blanco – Azul/Azul
Par 2 Blanco – Naranja/Naranja
Par 3 Blanco – Verde/Verde
Par 4 Blanco – Marrón/Marrón
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Características Eléctricas (a 20ºC)
Atenuación
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Máx - 4.0 6.0 7.6 8.5 10.8 15.5 19.9 25.3 29.2 33.0 dB/100 m
Típica [1.7] 3.5 5.6 7.1 8.0 10.1 14.4 18.6 23.6 27.0 30.7 dB/100 m
NEXT (Near end Crosstalk)
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 66 60 57 56 53 48 45 42 41 39 dB/100 m
Típica [76] 73 66 64 63 56 55 52 49 48 45 dB/100 m
Power sum NEXT
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 63 57 54 53 50 45 42 39 38 36 dB/100 m
Típica [74] 71 64 62 61 54 53 50 47 46 43 dB/100 m
Power sum ELFEXT
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 53 45 41 39 35 29 25 21 19 17 dB/100 m
Típica [70] 64 57 51 49 45 39 35 31 29 27 dB/100 m
ACR
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 62.0 54.0 49.4 47.5 42.2 32.5 25.1 16.7 11.8 6.0 dB/100 m
Típica [74] 70 60 57 55 46 41 33 25 21 14 dB/100 m
Power sum ACR
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 59.0 51.0 46.4 44.5 39.2 29.5 22.1 13.7 8.8 3.0 dB/100 m
Típica [72] 68 58 55 53 44 39 31 23 19 12 dB/100 m
Return Loss
Frecuencia 1 4 10 16 20 31,2 62,5 100 155 200 250 MHz
Esp. Mín - 23.0 25.0 25.0 25.0 23.6 21.5 20.1 18.8 18.8 17.3 dB/100 m
Típica [33] 36 44 42 40 38 36 31 27 25 24 dB/100 m
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III.2.2. Cableado de Fibra
La fibra óptica seleccionada es del tipo MONOMODO, la cual debe cumplir con la
especificación B1 de fibra de la Norma EN60793-2-50 edición 2002.
Al igual en el apartado anterior relativo a cables balanceados, la fibra óptica, en
cualquiera de sus modalidades, debe cumplir con una serie de categorías
perfectamente especificadas en la Norma y que a continuación se detalla:
Categoría
Clase
Canal
Tipo de fibra
Normas
específicas
Normas
Genéricas
Multimodo 62,5/125 EN 188202-A1-b
OM1
OF-300
OF-500
OF-2000
Multimodo 50/125 EN 188201-A1-a
EN 187000
EN 187100
IEC 60794-2
Multimodo 62,5/125 EN 188202-A1-b
OM2
OF-300
OF-500
OF-2000 Multimodo 50/125 EN 188201-A1-a
EN 187000
EN 187100
IEC 60794-2
Multimodo 62,5/125 EN 188202-A1-b
OM3
OF-300
OF-500
OF-2000 Multimodo 50/125 EN 188201-A1-a
EN 187000
EN 187100
IEC 60794-2
EN 188100-B1
OS1
OF-300
OF-500
OF-2000
Monomodo
EN 188101
EN 187000
EN 187100
IEC 60794-2
Normativa de categorías de cable de fibra óptica
En el caso de CONECTORES, no hay una especificación de categorías, pero se
recomienda el uso del conector dúplex SC (SC-D) en la toma de usuario,
dejando la posibilidad de usar otros conectores en otros interfaces del sistema
con el fin de optimizar el espacio cuando hay altas densidades de conectores.
Conviene también utilizar conectores coloreados para diferenciar las fibras
monomodo de las Multimodo.
Tipo de Conector Color Conector Normas para Conector SC-D
Multimodo Beige
Monomodo recto Azul
Monomodo angulado Verde
IEC 60874-19-1
EN 60825-2
IEC 61300
IEC 60794
IEC 61073
Normativa para conectores de fibra óptica
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Página 43
Con la utilización de cables monomodo, cada fibra óptica del mismo debe
cumplir con la atenuación como se define en la tabla siguiente, la cual recoge
los requisitos de prestaciones de cable de fibra óptica monomodo (Categoría
OS1)
Longitud de
onda
Atenuación
máxima
1310 nm 1,0 dB/km
1550 nm 1,0 dB/km
Requisitos para fibra monomodo en categoría OS1
Se debe tener en cuenta las siguientes consideraciones:
 La atenuación se debe medir de acuerdo con la Norma EN 60793-1-40.
 La longitud de onda de corte de los cables de fibra óptica monomodo debe
ser menor de 1260 nm cuando se mida de acuerdo con la Norma EN 60793-
1-44.
 Los requisitos mecánicos y ambientales para cables de fibra óptica de
interior y exterior están definidos de acuerdo con las Normas EN 60794-1-1,
EN 60794-1-2, EN 60794-2 y EN 60794-3.
 Retardo de Propagación: como retardo de propagación unitario puede
usarse un valor de conversión conservador de 5,00 ns/m (0,667 c) para
todas las categorías de fibra definidas en las tablas anteriores. Este valor se
puede utilizar para calcular el retardo del canal sin verificarlo.
 Etiquetado de Cubierta: la categoría de la fibra óptica del interior del
cable debe aparecer perfectamente identificado en la cubierta del mismo.
Se ha seleccionado un cable de un fabricante que cumple perfectamente con la
Norma base utilizada en el proyecto y con las necesidades de cableado en el
mismo.
Para cumplir con las exigencias estipuladas en proyecto, el cable de fibra óptica
debe contener un total de 24 fibras para permitir mantener un porcentaje de las
mismas de reserva. Las especificaciones de esta fibra es la siguiente:
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Cable de Fibra Óptica MONOMODO, Categoría OS1
 Fabricante : Belden Wire & Cable B.V.
 Tipo : 9/125-OS1
 Modelo : GUSB924
 Observaciones
El tipo de construcción de este cable y la tecnología del fabricante permite disponer
de mangueras compactas de 24 fibras con costes muy reducidos. Una de las
características fundamentales es su constitución libre de halógenos (FRNC y LSNH) y
su protección anti-roedores. La vida media de este cable supera los 30 años.
Aplicaciones
 Cableados estructurados interiores y/o exteriores para topologías Campus y
Backbone.
 Redes de cable en interior y exterior para aplicaciones con redes de cable
para distribución de Televisión y Broadcast.
 De fácil instalación en conductos, túneles, bandejas portantes, haciendo uso
para su extrusionado de sistemas de aire comprimido ó métodos de tracción
directa..
 Factible para instalaciones enterradas siempre que soporte presiones
inferiores a los 150 N/cm.
Características Mecánicas, Físicas y Ambientales
 Rango de temperatura acorde con IEC 60794-1-2-F1
- Transporte y/o almacenamiento : -30 a +70 ºC
- Instalación : -5 a +50 ºC
- Operación : -30 a +70 ºC
 Tracción máxima acorde con IEC 60794-1-2-E1
- Instalación/operación : >25 mm
 Libre de halógenos acorde con IEC 60754-2 (HD 602)
- Corrosividad : pH ≥ 3.5 - µS/cm ≤ 100
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 Modelo con protección estándar anti-roedores
- Número de fibras : 24 para el modelo GUSB924
- Diámetro tubo central : 4.2 mm
- Diámetro nominal/máximo : 8.7/9.0 mm
- Peso : 72 kg/km
Características Ópticas
Fibra
tipo
Talla
(µm)
Longitud
de onda
Atenuación
med/max
(dB/km)
Dispersión
[Ps/(nm.km)]
PMD
(Ps/√km)
Indice
Refracción
9/125
OS1
9.2±0.4
125±1
1310 nm
1550 nm
0.33/0.38
0.20/0.25
≤ 3.5
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III.2.3. Canalizaciones y Registros
III.2.3.1. Tubos y conductos
Serán de material plástico no propagador de la llama, salvo en canalizaciones
de enlace, en la que podrán ser también metálicos resistentes a la corrosión.
Todos los tubos vacantes estarán provistos de guía para facilitar el tendido de
cables de los servicios futuros de telecomunicaciones. Dicha guía será de
alambre de acero galvanizado de 2 mm de diámetro o cuerda plástica de 5 mm
de diámetro, sobresaldrá 200 mm en los extremos de cada tubo y deberá
permanecer aún cuando se produzca la primera ocupación de la canalización.
Las características mínimas que deben reunir los tubos son las siguientes:
TIPO DE TUBOS
Característica
Montaje superficie Montaje empotrado Montaje enterrado
Resistencia a la
compresión
≥1250 N ≥ 320 N ≥ 450 N
TIPO DE TUBOS
Característica
Montaje superficie Montaje empotrado Montaje enterrado
Resistencia al impacto ≥2 Joules
≥1 Joule para
R = 320 N
≥2 Joules para
R > 320 N
≥15 Joules
Temperatura de
instalación y servicio
-5ºC ≤ T ≤ 60ºC -5ºC ≤ T ≤ 60ºC -5ºC ≤ T ≤ 60ºC
Resistencia ala corrosión
de los tubos metálicos
Protección interior y
exterior media
Protección interior y
exterior media
Protección interior y
exterior media
Propiedades Eléctricas Aislante - -
Resistencia a la
propagación de la llama
No propagador No propagador -
Se presumirán conformes con las características anteriores los tubos que
cumplan la serie de normas UNE EN 50086.
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III.2.3.2. Canales, bandejas y sus accesorios
Estos sistemas de conducción de cables tendrán como características mínimas,
para aplicaciones generales, las indicadas en la tabla siguiente:
Canales y Bandejas
Característica Especificación
Resistencia al impacto Media / 2 Joules
Temperatura de instalación y servicio -5ºC ≤ T ≤ 60ºC
Continuidad eléctrica Aislante
Resistencia a la corrosión
Protección interior y
exterior media
Resistencia a la propagación de llama No propagador
Se presumirán conformes con las características anteriores las canales que
cumplan la Norma UNE EN 50085 y las bandejas que cumplan la norma UNE EN
61537. Hemos seleccionado del mercado referencias comerciales que cumplen
perfectamente con las necesidades y son los siguientes:
Canal de Instalación Perimetral
o Fabricante : UNEX Aparellaje Eléctrico, S.L.
o Modelo : Canales 73
o Referencia : U23X 73088-2
o Dimensión : 60 x 230 mm
o Color : blanco nieve
o Fabricación : PVC
o Mecánica : protección contra impactos IK08, impactos fuertes
o Eléctrica : material aislante
: IP4X montada sobre pared
o Ante el fuego : Hilo incandescente a 960ºC
: No propagador de llama
: reacción al fuego clase M1 s/UNE 23727
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Canal en pared: Montaje de ángulo interior
Canal en pared: Montaje de ángulo exterior
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Página 49
Canal en pared: Montaje de Caja de Tomas
Canal en pared: Derivación Vertical
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Bandeja de Instalación Suspendida a Techo
o Fabricante : UNEX Aparellaje Eléctrico, S.L.
o Modelo : Bandejas 66
o Referencia : U23X
o Tipo : PVC Perforada
o Dimensión 1 : 100 x 400 mm, Referencia 66420
o Dimensión 2 : 100 x 200 mm, Referencia 66220
o Color : Gris RAL 7030
o Fabricación : PVC
o Longitud tramo : 3 metros
o Mecánica : protección contra impactos 20 J, s/ EN 61537
o Carga : 77,2 kg/m para modelo de 100x400 mm
: 37,6 kg/m para modelo de 100x200 mm
o Temp. Servicio : -20ºC a +60ºC
o Eléctrica : material aislante
o Ante el fuego : Hilo incandescente a 960ºC
: No propagador de llama
: Reacción al fuego clase M1 s/UNE 23727
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Condiciones Generales
 El montaje se hará según las instrucciones del fabricante.
 Las piezas de soporte han de ser las indicadas para el tipo de colocación. La
distancia entre soportes ha de ser < 1,5 m, con un mínimo de dos por
bandeja, fijadas al paramento con tacos metálicos y tornillos.
 En instalaciones con temperaturas de servicio superiores a 40°C se deberá
reducir la distancia entre soportes a < 1 m.
 Las uniones de los tramos rectos, derivaciones, esquinas, etc., de las
bandejas se harán mediante una pieza de unión fijada con tornillos.
 Se evitará la manipulación del material cuando existan piezas específicas del
fabricante para resolver la instalación.
 En instalaciones con cambios de temperatura elevados (por ejemplo,
instalaciones exteriores), deberá garantizarse la absorción de dilataciones
mediante:
o El montaje con pernos de las piezas de unión de los tramos rectos
o Una separación "L" entre tramos de bandejas consecutivos, donde
la longitud L = l x ∆T x 0,07
- l es la longitud del tramo (m)
- ∆T , es la variación de temperatura (°C)
- 0,07 (mm/m°C), es el coeficiente de dilatación lineal del PVC
 Los finales de canalización estarán cubiertos siempre con una tapa de final
de tramo.
 Tolerancias de instalación:
Nivel o aplomado : <= 2 mm/metro
: <= 15 mm/total
 La fijación de la bandeja al soporte vertical estará hecha con tornillos de
acero inoxidable.
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III.2.3.3. Registros de paso, terminación y toma
Estos registros se materializan principalmente con cajas, las cuales se
considerarán conformes aquellos productos de características equivalentes a los
clasificados a continuación, que cumplan con la UNE 20451.
Para el caso de los Registros de paso también se considerarán conformes las
que cumplan con la UNE EN 50298. Deberán tener un grado de protección IP33,
según EN 60529, y un grado IK.5, según Norma UNE EN 50102. En todos los
casos estarán provistos de tapa de material plástico o metálico sujeta con al
menos 4 tornillos.
III.2.4. Armarios y Electrónica de Red
III.2.4.1. Armarios/Racks
La red proyectada hace uso de 3 Recintos de Instalaciones en los cuales se
concentra diferentes zonas de cableados, lo que requiere el uso de armarios o
racks dotados de bastidores en los cuales se pueda instalar además de los
paneles de parcheo como elementos terminadores de cable, la electrónica de
red necesaria para la gestión de todos esos puntos.
Las características genéricas que deben cumplir deberán ser similares a las
especificadas a continuación y que corresponden a un modelo comercial elegido
como referencia y que cumple con las necesidades previstas:
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Página 53
ARMARIO RACK de formato 800 x 800 y 42U de altura
 Fabricante : MEDER
 Modelo : RM4288C
 Altura : 42U
 Formato : 800 x 800 mm
 Características :
- Puerta frontal de cristal templado en una hoja con cerradura.
- Puerta trasera en una hoja metálica con cerradura.
- Juego de llaves comunes para puertas.
- Laterales metálicos con ranuras de aireación.
- Fácil desmontaje por sistema de click.
- Patas niveladoras de serie.
- Montantes de cableado lateral multifunción.
- Largueros interiores de 19" delanteros para tuerca enjaulada.
- Largueros interiores de 19" traseros para tuerca enjaulada.
- Posibilidad de retranqueo de los mismos por pasos normalizados.
- Posibilidad de elevación de techos para mayor aireación.
- Refuerzos en zócalo para fijación a suelo ó colocación de ruedas.
- Tomas de tierra.
- Techo ranurado para aireación.
- Fabricación del conjunto en acero.
- Acabado Pintado en Epoxi. Gris tipo grafito. RAL 7016 texturizado fino.
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Armarios de 800x800 mm y 42U de altura
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III.2.4.2. Electrónica de Red
El presente proyecto no recoge los requisitos sobre adaptadores de medios de
transmisión o de otros dispositivos con circuitos electrónicos pasivos o activos
(por ejemplo transformadores de adaptación de impedancia, resistencias de
carga, equipos LAN, filtros y dispositivos de protección) cuyo propósito principal
sea servir a una aplicación específica o garantizar el cumplimiento de otras
normas y regulaciones. Cuando se necesitan, estos dispositivos no se
consideran parte del cableado y pueden tener efectos que degraden las
prestaciones de la red. Por lo tanto, es importante que se considere, antes de
su utilización, su compatibilidad con el sistema de cableado y equipos activos.
III.2.5. Hardware de Conexión
Se entiende por Hardware de Conexión (denominado a veces “conexión”) a un
dispositivo o una combinación de dispositivos empleados para conectar cables
o elementos de un cable. Salvo que se especifique lo contrario, esta norma
especifica las prestaciones mínimas del hardware de conexión acoplados como
parte de un enlace permanente o de un canal. Estos requisitos se aplican a
conectores individuales incluyendo tomas de telecomunicaciones, paneles de
parcheo, hardware de conexión de puntos de consolidación, empalmes y
conexiones cruzadas. Los requisitos de prestaciones no incluyen los efectos de
los puentes de las conexiones cruzadas o los latiguillos.
Las prestaciones del hardware de conexión deben mantenerse en el rango de
temperaturas que va desde lo 10ºC hasta los 60ºC.
Otro aspecto importante es el Marcado y Código de Colores. Para mantener
conexiones punto a punto consistentes y correctas, se deben establecer los
medios para asegurar que las terminaciones están correctamente localizadas
con respecto a las posiciones del conector y a sus correspondientes elementos
de cable. Tales medios pueden incluir el uso de colores, identificadores
alfanuméricos u otros medios diseñados para asegurar que los cables están
conectados de forma consistente en todo el sistema.
III.2.5.1. Para Cable Balanceado
III.2.5.1.1. Generalidades
Los siguientes requisitos son de aplicación a todo el hardware de conexión
utilizado para proporcionar conexiones eléctricas con los cables balanceados
descritos en el apartado anterior. Cuando un conector utilizado para terminar
directamente elementos de cable es del tipo conexión sin soldadura, como por
ejemplo la conexión por desplazamiento de aislante (IDC), el conector debe
cumplir los requisitos de la serie de Normas EN 60352. Además de los requisitos
de este apartado, el hardware de conexión utilizado con cableado apantallado
debe estar completamente de acuerdo con los requisitos aplicables de la serie
de Normas EN 50174.
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CARACTERISTICA REQUISITO REFERENCIA
a) Compatibilidad de la terminación del cable
Diámetro nominal del conductor : 0,5 mm hasta 0,65 mm
a
Tipo de conductor : Sólido EN 50288-X-2 Ó EN 50288-X-1
Tipo de conductor : Multifilar EN 50288-X-2
Diámetro nominal del aislante del conductor : EN 60811-1-1:1995, (Ap. 8.1)
Categoría 5 y Categoría 6 : 0,7 mm hasta 1.4 mm
b, c
Categoría 7 : 0.7 mm hasta 1.6 mm
Número de conductores TT : 8 Inspección visual
Número de conductores (otros) : ≥ 2xn (n=1,2,3, …)
Diámetro exterior del cable EN 60811-1-1:1995, (Ap. 8.2)
Toma : ≤ 20 mm
Conector macho : ≤ 9 mm
b
Conectar el apantallamiento : Norma EN 50174-2
e
b) Operación mecánica (durabilidad)
Terminación de cable
IDC no reutilizable : 1 EN 60352-3 y EN 60352-4
IDC reutilizable : ≥ 20 EN 60352-3 y EN 60352-4
IPC no reutilizable : 1 EN 60352-6
Terminación de puentes (ciclos) : ≥ 200
f
EN 60352-3 y EN 60352-4
Interfaz tipo toma TT (ciclos) : ≥ 750 (nivel PL1, EN 60603-7)
g
EN 60603-7:1996, Cap. 6 y 7
Otras interfaces (ciclos) : ≥ 200 EN 60352-6
a Los diámetros nominales del conductor descrito en la Norma EN 50288-X-Y permiten diámetros del
conductor que van a partir de 0,4 mm hasta 0,8 mm; el hardware de conexión descrito en este
apartado está limitado a un rango de 0,4 mm a 0,55 mm para los conectores macho y de 0,5 mm
hasta 0,65 mm para los conectores hembra o las regletas.
b La utilización de conectores modulares especificados en la Norma EN 60603-7-X se limita típicamente a
cables con diámetros de aislante en el margen de 0,8 mm hasta 1,0 mm.
c Debido a que no se requiere que el hardware de conexión sea compatible con los cables fuera de este
rango, se debe tener especial cuidado en asegurar la compatibilidad entre cables con diámetros de
aislante tan grandes como 1,6 mm (si se utilizan) y el hardware de conexión con el que se utilizan.
d La utilización de conectores modulares macho especificados en la Norma EN 60603-7-X se limita
típicamente a cables con diámetros exteriores en el margen de 5 mm a 8 mm. Los cables
planos/ovalados con área de sección transversal equivalente son aceptables.
e Si se pretende utilizar cableado apantallado, se debería tener cuidado de que la conexión cruzada esté
correctamente diseñada para terminar el apantallamiento. Hay que tomar nota de que puede haber una
diferencia entre los dispositivos de conexión cruzada diseñados para terminar solamente los cables
balanceados con pantalla global y los destinados a cables que disponen de elementos individualmente
apantallados además de la pantalla global.
f Este requisito de durabilidad solo se aplica a conexiones diseñadas para más de una única operación de
terminación.
g La conexión y desconexión bajo carga queda para estudio posterior.
Tabla 1: Características mecánicas del Hardware de Conexión utilizado con cableado balanceado
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III.2.5.1.2. Marcado de prestaciones
El hardware de conexión destinado a su utilización con cableado balanceado se
debería marcar designando sus prestaciones de transmisión a discreción del
fabricante. El marcado, si o hay, debe ser visible durante la instalación.
Se debería solicitar de los proveedores garantías de que las combinaciones de
componentes que realizan en el hardware de conexión cumplen con los
requisitos eléctricos y mecánicos de este apartado.
III.2.5.1.3. Características mecánicas
El hardware de conexión concebido para su uso con cableado balanceado debe
cumplir con los requisitos de la tabla 1 de características mecánicas del
hardware de conexión destinado a utilizarse con cableado balanceado.
III.2.5.1.4. Características Eléctricas
a) Generalidades
El hardware de conexión para cableado balanceado debe cumplir los requisitos
de prestaciones que se detallan a continuación. El hardware de conexión se
debe verificar con cada impedancia de cable que se pretenda que soporte.
Cuando se utilizan conectores que cumplen con los requisitos mecánicos de la
Norma EN 60603-7, los conectores deben cumplir con todos los requisitos de
las partes pertinentes de la Norma EN 60603-7 para la categoría corres
pendiente.
Los conectores macho y hembra interconectables deben ser compatibles con
aquellas categorías de prestaciones inferiores. La compatibilidad con la base
instalada significa que las conexiones acopladas de machos y hembras de
distintas categorías deben cumplir con todos los requisitos del componente de
Categoría más baja.
b) Pérdidas de Retorno
Las pérdidas de retorno del hardware de conexión deben cumplir los límites
calculados, hasta un decimal de precisión, utilizando las fórmulas indicadas en
la tabla 2. Los límites que se muestran en la Tabla 3 se calculan con las
fórmulas únicamente para las frecuencias clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
Pérdidas de Retorno Mínimas
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 60 – 20xlog f, máx. 30,0
6 1 ≤ f ≤ 250 64 – 20xlog f, máx. 30,0
7 1 ≤ f ≤ 600 68 – 20xlog f, máx. 30,0
Tabla 2: Fórmulas para las pérdidas de retorno en hardware de conexión
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Pérdidas de Retorno Mínimas (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 30,0 30,0 30,0 EN 60512-25-5
16,0 30,0 30,0 30,0
100,0 20,0 24,0 24,0
250,0 N/A 16,0 16,0
600,0 N/A N/A 12,4
Tabla 3: Pérdidas de Retorno Mínimas
c) Atenuación/Pérdidas de Inserción
La atenuación del hardware de conexión medida como pérdidas de inserción no
debe exceder los límites calculados, hasta dos decimales de precisión, utilizando
las fórmulas de la tabla 4. Los límites mostrados en la tabla 5 se calculan con
las fórmulas únicamente a frecuencias clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
Pérdidas de Retorno Mínimas
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 0,04 x √f, mín. 0,10
6 1 ≤ f ≤ 250 0,02 x √f, mín. 0,10
7 1 ≤ f ≤ 600 0,02 x √f, mín. 0,10
Tabla 4: Fórmulas para los límites de la atenuación del hardware de conexión
Atenuación Máxima
(pérdidas de inserción en dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 0,10 0,10 0,10 EN 60512-25-2
16,0 0,16 0,10 0,10
100,0 0,40 0,20 0,20
250,0 N/A 0,32 0,32
600,0 N/A N/A 0,49
Tabla 5: Atenuación Máxima (Pérdidas de Inserción)
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Página 59
d) Paradiafonía (NEXT)
El NEXT o paradiafonía del conector debe cumplir los límites calculados, hasta
un decimal de precisión, utilizando las fórmulas de la tabla 6. Los límites
mostrados en la tabla 7 se calculan con las fórmulas únicamente a frecuencias
clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
NEXT Mínimo
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 83 – 20xlog f, máx. 80,0
6 1 ≤ f ≤ 250 94 – 20xlog f, máx. 80,0
7 1 ≤ f ≤ 600 102,4 – 15xlog f, máx. 80,0
Tabla 6: Fórmulas para los límites del NEXT del hardware de conexión
Paradiafonía (NEXT) mínimo (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 80,0 80,0 80,0 EN 60512-25-1
16,0 58,9 69,9 80,0
100,0 43,0 54,0 72,4
250,0 N/A 46,0 66,4
600,0 N/A N/A 60,8
Tabla 7: NEXT mínimo
e) PSNEXT
El PSNEXT del conector debe cumplir los límites calculados, hasta un decimal de
precisión, utilizando las fórmulas de la tabla 8. Los límites mostrados en la tabla
9 se calculan con las fórmulas únicamente a frecuencias clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
PSNEXT mínimo
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 80 – 20xlog f, máx. 77,0
6 1 ≤ f ≤ 250 90 – 20xlog f, máx. 77,0
7 1 ≤ f ≤ 600 99,4 – 15xlog f, máx. 77,0
Tabla 8: Fórmulas para los límites de PSNEXT del hardware de conexión
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Página 60
PSNEXT mínimo (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 75,9 77,0 77,0 EN 60512-25-1
16,0 55,9 65,9 77,0
100,0 40,0 50,0 69,4
250,0 N/A 42,0 63,4
600,0 N/A N/A 57,8
Tabla 9: PSNEXT mínimo
f) FEXT
El FEXT del hardware del conector debe cumplir los límites calculados, hasta un
decimal de precisión, utilizando las fórmulas de la tabla 10. Los límites
mostrados en la tabla 11 se calculan con las fórmulas únicamente a frecuencias
clave.
Nota: para los conectores, la diferencia entre el FEXT y el ELFEXT es mínima. Por
consiguiente, los requisitos de FEXT del conector se utilizan para modelar las
prestaciones del ELFEXT en canales.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
FEXT mínimo
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 75,1 – 20xlog f, máx. 65,0
6 1 ≤ f ≤ 250 83,1 – 20xlog f, máx. 65,0
7 1 ≤ f ≤ 600 90 – 15xlog f, máx. 65,0
Tabla 10: Fórmulas para los límites de FEXT del hardware de conexión
FEXT mínimo (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 65,0 65,0 65,0 EN 60512-25-1
16,0 51,0 59,0 65,0
100,0 35,1 43,1 60,0
250,0 N/A 35,1 54,0
600,0 N/A N/A 48,3
Tabla 11: FEXT mínimo
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g) PSFEXT
El PSFEXT del hardware del conexión debe cumplir los límites calculados, hasta
un decimal de precisión, utilizando las fórmulas de la tabla 12. Los límites
mostrados en la tabla 13 se calculan con las fórmulas únicamente a frecuencias
clave.
Nota: para los conectores, la diferencia entre el PSFEXT y el PSELFEXT es mínima. Por
consiguiente, los requisitos de PSFEXT del conector se utilizan para modelar las
prestaciones del PSELFEXT en canales.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
FEXT mínimo
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 72,1 – 20xlog f, máx. 62,0
6 1 ≤ f ≤ 250 80,1 – 20xlog f, máx. 62,0
7 1 ≤ f ≤ 600 87,0 – 15xlog f, máx. 62,0
Tabla 12: Fórmulas para los límites de PSFEXT del hardware de conexión
FEXT mínimo (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 62,0 62,0 62,0 EN 60512-25-1
16,0 48,0 56,0 62,0
100,0 32,1 40,1 57,0
250,0 N/A 32,1 51,0
600,0 N/A N/A 45,3
Tabla 13: PSFEXT mínimo
h) Retardo de Propagación
El retardo de propagación del hardware del conexión debe cumplir los límites de
la tabla 14.
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Categoría
Frecuencia
(MHz)
Máximo retardo de
propagación
Norma de
componente o test
5 1 ≤ f ≤ 100 0,0025 μs
6 1 ≤ f ≤ 250 0,0025 μs
7 1 ≤ f ≤ 600 0,0025 μs
EN 60512-25-4
Tabla 14: Límites para el retardo de propagación del hardware de conexión
i) Retardo Diferencial
El retardo diferencial del hardware del conexión debe cumplir los límites de la
tabla 15.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
Máximo retardo
diferencial
Norma de
componente o test
5 1 ≤ f ≤ 100 0,00125 μs
6 1 ≤ f ≤ 250 0,00125 μs
7 1 ≤ f ≤ 600 0,00125 μs
EN 60512-25-4
Tabla 15: Límites para el retardo diferencial del hardware de conexión
j) Resistencia de Entrada a Salida
La resistencia de entrada a salida es una medida separada de las medidas de
resistencia de contacto requerida en la Norma EN 60603-7. La resistencia de
entrada a salida se mide desde el extremo del cable hasta la terminación del
mismo a la salida del conector, lo que nos permite evaluar la capacidad de este
último de transmitir señales en corriente continua y a baja frecuencia. Las
medidas de resistencia del contacto se utilizan para determinar la fiabilidad y la
estabilidad de las conexiones eléctricas individuales. Estos requisitos son
aplicables a cada conductor y a los apantallamientos si existen.
La resistencia de entrada/salida del hardware de conexión no debe exceder los
límites de la tabla 16.
Máxima resistencia de entrada a salida
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
C.C. 200 MΩ 200 MΩ 200 MΩ EN 60512-2-1
Tabla 16: Máxima resistencia de entrada a salida
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Página 63
k) Resistencia de Entrada a Salida no Balanceada
La resistencia de entrada/salida no balanceada del hardware de conexión no
debe exceder los límites de la tabla 17.
Máxima resistencia de entrada a salida
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
C.C. 50 MΩ 50 MΩ 50 MΩ EN 60512-2-1
Tabla 17: Máxima resistencia de entrada a salida no balanceada
l) Capacidad de transporte de corriente
La capacidad de corriente portadora del hardware de conexión debe cumplir con
los límites de la tabla 18. Los requisitos son aplicables a cada conductor
incluyendo la pantalla, si existiese, y para una temperatura ambiente de 60ºC.
se debe preparar la muestra según lo especificado en la Norma EN 60603-7.
Mínima capacidad de transporte de
corriente por conductor
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
C.C. 0,75 A 0,75 A 0,75 A EN 60512-5-2
Tabla 18: Mínima capacidad de transporte de corriente
m) Impedancia de transferencia
La impedancia de transferencia del hardware de conexión debe cumplir los
límites calculados, con dos decimales, usando las fórmulas de la tabla 19. Los
límites mostrados en la tabla 20 se calculan con las fórmulas únicamente a
frecuencias clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
Máxima Impedancia de transferencia
(Ω)
1 ≤ f ≤ 10 0,10 x f
0,3
5
10 ≤ f ≤ 30 0,02 x f
1 ≤ f ≤ 10 0,1 x f
0,3
6
10 ≤ f ≤ 30 0,02 x f
1 ≤ f ≤ 10 0,05 x f
0,3
7
10 ≤ f ≤ 30 0,01 x f
Tabla 19: Fórmulas para impedancia de entrada del hardware de conexión
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Máxima impedancia de transferencia (Ω)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 0,10 0,10 0,05 EN 60512-25-5
16,0 0,32 0,32 0,16
30,0 0,60 0,60 0,30
100,0 N/A N/A N/A
250,0 N/A N/A N/A
600,0 N/A N/A N/A
Tabla 20: Máxima impedancia de transferencia
n) Atenuación no balanceada
Atenuación no balanceada en extremo cercano, (TCL) debe cumplir los límites
calculados, hasta dos decimales de precisión, usando las fórmulas de la tabla
21. Los límites mostrados en la tabla 22 se calculan con las fórmulas
únicamente a las frecuencias clave.
Categoría
Frecuencia
(MHz)
TLC Mínimo
(dB)
5 1 ≤ f ≤ 100 66 – 20 x log f, máx. 60,0
6 1 ≤ f ≤ 250 66 – 20 x log f, máx. 60,0
7 1 ≤ f ≤ 600 66 – 20 x log f, máx. 60,0
Tabla 21: Fórmulas para los límites de Pérdidas de Conversión Transversal (TLC)
Balanceado mínimo (dB)
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
1,0 60,0 60,0 60,0
16,0 41,9 41,9 41,9
100,0 26,0 26,0 26,0
250,0 N/A 18,0 18,0
600,0 N/A N/A 10,4
Anexo K
de la
Norma
EN 60603-7-7:2002
Tabla 22: Mínima TLC
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Página 65
o) Resistencia de Aislamiento
La resistencia de aislamiento del hardware de conexión debe exceder los límites
de la tabla 23.
Mínima Resistencia de Aislamiento
Frecuencia
MHz
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
C.C. 500 MΩ 500 MΩ 500 MΩ
Método A
de la EN 60512-2-1:2002
a 100V c.c.
(conexión acoplada)
Tabla 23: Mínima resistencia de aislamiento
p) Tensión de Prueba
La tensión de prueba del hardware de conexión debe exceder los límites de la
tabla 24.
Mínima tensión de prueba en c.c. (V)
Característica
Categoría 5 Categoría 6 Categoría 7
Norma de
componente
ó test
Conductor a conductor 1000 V 1000 V 1000 V
Conductor a panel de test 1500 V 1500 V 1500 V
EN 60512-4-1
Tabla 24: Mínima tensión de prueba en c.c.
III.2.5.1.5. Requisitos de las tomas de telecomunicaciones
Las asignaciones de los pines y grupos de pares deben realizarse como se indica
a continuación:
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Página 66
Asignación de pines en conector de ocho posiciones
La reasignación de pares en la toma de telecomunicaciones no debe implicar la
modificación de las terminaciones del cableado horizontal. Si se realizan
reasignaciones de pares en la toma de telecomunicaciones, la configuración de
las terminaciones de las tomas debe estar claramente identificada.
Asignación de códigos de colores
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III.2.5.2. Para Fibra Óptica
III.2.5.2.1. Requisitos Generales
Los requisitos expuestos a continuación se aplican a todo el hardware de
conexión utilizado para proporcionar conexiones entre cables de fibra óptica
descritos en este capítulo de Prestaciones Técnicas. Estos requisitos se aplican
al hardware de conexión tanto para el cableado horizontal como para el
cableado troncal. Adicionalmente, todos los puertos ópticos deben cumplir con
los requisitos de la Norma EN 60825-2.
III.2.5.2.2. Marcado y Código de Colores
Para evitar conexiones accidentales de diferentes tipos de fibra (es decir,
monomodo, multimodo de 50/125 µm o multimodo de 62,5/125 µm) y/o
categorías de fibra, debería emplearse una codificación de adaptadores y
conectores, por ejemplo diferenciados por colores. Se debe mantener una
polaridad correcta de las conexiones dúplex de fibra óptica a través del sistema
de cableado por medio de enchavetado físico, administración (es decir,
etiquetado) o ambos. Se puede usar también el enchavetado y la identificación
de las posiciones de las fibras para asegurar que se mantiene una polaridad
correcta en los enlaces dúplex.
El siguiente código de colores se aplica a los conectores SC dúplex de la Norma
IEC 60874-19-1 SC:
 Multimodo : beige o negro
 Monomodo (contacto físico, PC) : azul
 Monomodo (contacto físico en ángulo, APC) : verde
Estos marcados son adicionales y no sustituyen a otros identificadores
especificados en la Norma EN 50174-1 o aquellos requeridos por códigos o
legislaciones locales.
III.2.5.2.3. Características Mecánicas y Ópticas
Los conectores de fibra óptica deben cumplir los requisitos de la tabla 12.
III.2.5.2.4. Requisitos de las tomas de telecomunicaciones
Los cables de fibra óptica en el área de trabajo deben conectarse al cableado
horizontal con un conector SC dúplex (SC-D), que cumpla los requisitos
detallados en la Norma IEC 60874-19-1. Los conectores de fibra óptica deben
cumplir los requisitos del apartado anterior.
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III.2.5.2.5. Requisitos para otras áreas que no sean la toma de teleco-
municación
Los conectores de fibra óptica utilizados deben cumplir con los requisitos de la
tabla 12 con excepción de las dimensiones físicas como se describe en el
apartado b1 de dicha tabla.
En áreas diferentes al puesto de trabajo, la elección de los conectores está
abierta a todos los tipos de conectores de fibra óptica normalizados por IEC.
Cuando la alta densidad es una consideración importante para el Repartidor de
Campus (RC), Repartidor de Edificio (RE), Repartidor de Planta (RP), ó Punto de
Consolidación (PdC), entonces se recomiendan los conectores SFF que
acomodan al menos dos fibras en el mismo espacio que un conector de la
Norma EN 60603-7.
Sin embargo, cuando no existan las especificaciones detalladas por IEC o
CENELEC de acuerdo con los requisitos de la tabla 12, apartado a), entonces
debería pedirse a los suministradores que aseguren que la combinación de
componentes del hardware de conexión cumple los requisitos ópticos y
mecánicos de este apartado.
Toma de Telecomunicaciones SC-Dúplex para Fibra Óptica
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CARACTERISTICA REQUISITO REFERENCIA
a) Características de prestaciones ópticas
Conectores : 0,5 dB para un 95% de
acoplamientos
0,75 dB para un 100% de
acoplamientos
EN 61300-3-34
Atenuación
Máxima
Empalmes : 0,3 dB EN 61073-1
Multimodo : 20 dB EN 61300-3-6:1997, Método A
Pérdidas de
retorno mínimo
Monomodo : 35 dB EN 61300-3-6:1997, Mét. A y B
b) Características físicas
b1) Dimensiones físicas
(solo en las tomas de telecomu-
nicaciones para fibras ópticas
multimodo)
Dimensiones del acoplamiento y
medida
IEC 60874-19-1 (SC-D)
Compatibilidad terminación cable
Diámetro nominal revestimiento : 125 µm IEC 60793-1:1998
Diámetro nominal del buffer : -- IEC 60794-2:1989
b2)
Diámetro exterior del cable : -- IEC 60794-2:1989
c) Características mecánicas
Resistencia mecánica ciclos : ≥ 500 (véase Nota 1) EN 61300-2-2
Fuerza mecan. acoplamiento : 40 N 1 min (véase NOTA 1) EN 61300-2-6
Tracción del cable : 50 N 1 min (véase NOTA 2) EN 61300-2-4
Tracción en el conector : 5 N 1 min (véase NOTA 1) EN 61300-2-42
d) Requisitos operativos medioambientales
Frío : -10ºC, 96 h (véase Nota 1) EN 61300-2-17
Calor seco : 60ºC, 96 h (véase NOTA 1) EN 61300-2-18
Calor húmedo (estado estac.) : 40ºC,93%HR,96 h (NOTA 1) EN 61300-2-19
Caída : 1,5 m, 5 veces (NOTA 3) EN 61300-2-12
Vibración :
10 Hz a 55 Hz, 0,75 mm
30 min en cada una de las 3
direcciones (NOTA 1)
EN 61300-2-1
Test de cambio de temperatura :
+60ºC/-10ºC, vel descenso
1º/min, 30 min en extremos
(NOTA 1)
EN 61300-2-22
Nota 1: máximo cambio durante el test ‹0,2 dB, atenuación inicial y final.
Nota 2: Atenuación inicial y final <0,75 dB
Nota 3: Máximo cambio durante el test <0,5 dB, atenuación Inicial y final < 0,75 dB
Tabla 12: Características ópticas y mecánicas del Hardware de Conexión de fibra óptica
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Ejemplo de Conector SC Thread-Lock para
Fibra Óptica Monomodo de 9/125
Ejemplo de Conector ST Thread-Lock para
Fibra Óptica Monomodo de 9/125
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III.3. Condiciones de Ejecución
III.3.1. Diagrama de tareas y fases de ejecución
Dado que la obra de cableado se encuentra integrada en la obra civil de
construcción de la Fase 2 del inmueble, para llevar a cabo la ejecución de las
instalaciones es preciso que el edificio se encuentre en un estado de ejecución
avanzado. Por lo tanto, la empresa adjudicataria, una vez elaborado el plan de
ejecución de obra civil, entregará un plan específico con la secuencia de tareas
para llevar a cabo la ejecución material del proyecto que nos ocupa.
No obstante, hay que tener en cuenta una serie de consideraciones importante
a modo de fases generales del proyecto:
 Replanteo de instalaciones con marcado físico de canalizaciones y puntos
para apertura de rozas cuando proceda.
 Instalación de bandejas portantes principales tanto en pasillos como
patinillos.
 Canalizaciones empotradas y conexión con bandejas portantes.
 Canales empotradas y conexión con bandejas portantes. Registros de
enlace.
 Cableado de red correspondiente a Subsistema Horizontal.
 Mecanizado de tomas de telecomunicación.
 Instalación de armarios y hardware de conexión.
 Certificaciones del Subsistema Horizontal.
 Cableado del Subsistema Troncal.
 Mecanización del hardware de conexión troncal.
 Certificación Subsistema Troncal.
 Pruebas conjuntas y Certificación Final.
Los apartados anteriores constituyen solo una guía de referencia. Cabe recordar
que una fase previa consiste en la presentación de las muestras de material con
sus correspondientes especificaciones técnicas, así como la relación de equipos
e instrumentos de medida necesarios para la ejecución, verificación y
certificación de la instalación.
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III.3.2. Dirección de obras y ejecución material
La Dirección de Obra se encargará de dirigir, controlar y supervisar toda la
ejecución material de la instalación del sistema de cableado según lo previsto
en el Pliego de Condiciones, realizando las modificaciones necesarias para
subsanar los imprevistos que durante la instalación puedan aparecer, de
acuerdo con el responsable del proyecto y siempre manteniendo la fidelidad al
mismo y a las normativas vigentes.
Las principales funciones del Director de Obra serán las siguientes:
 Desarrollo de los procedimientos de ejecuciones definidos en el apartado
correspondiente dentro del Pliego de Condiciones.
 Elaboración de Planes y Ordenes de trabajo. Secuenciamiento de
operaciones.
 Puesta en marcha y pruebas iniciales.
 Seguimiento de los trabajos y recepción de la obra.
 Control del cumplimiento de la Normativa sobre Seguridad y Salud
durante los trabajos.
 Aceptación o denegación de las partes terminadas de la instalación.
 Pruebas finales antes de certificación.
III.3.3. Condiciones de obra civil para el sistema de cableado
III.3.3.1. Requerimientos de Seguridad
Hay que tener en cuenta que la ejecución de esta obra se realiza
simultáneamente con el desarrollo de obra civil de construcción del edificio en
su Fase 2. Esto supone un incremento importante en el riesgo de accidentes
debido a que en un mismo lugar suceden tareas de diferente índole y en un
momento dado se puede producir cualquier tipo de accidente.
El personal técnico destinado a la ejecución del proyecto deberá repasar con
detalle el Anexo relativo al Plan de Seguridad y Salud que se adjunta y es
específico en materia de telecomunicación. De igual forma, deberá tener en
cuenta las medidas de Seguridad y Salud contenidas en el Proyecto específico
de Seguridad y Salud redactado por un técnico competente en la matera para la
obra en cuestión. Conviene destacar, a modo general, los siguientes aspectos
fundamentales:
Antes de comenzar cualquier tarea de ejecución, se recomienda la lectura
detallada del Proyecto técnico de la instalación con el fin que llevar a cabo una
ejecución ordenada y controlada, siguiendo las fases y tomando como
referencia y guía toda la documentación aportada. Tener un conocimiento
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exacto de cada una de las tareas a ejecutar minimiza ciertos riesgos
involuntarios en obra.
Posteriormente, el personal deberá repasar todos los aspectos del Plan de
Seguridad e Higiene, tanto los generales como los específicos de cada proyecto.
Tener en cuenta que la ejecución de las instalaciones correspondientes a la Fase
2 implica interactuar en las ya ejecutadas de la Fase 1. Uno de los factores
principales a tener en cuenta es la manipulación de instalaciones que puedan
estar sometidas a tensión, posibles descargas eléctricas, etc.
De igual forma, hay que poner especial énfasis a riesgos derivados de posible
fuego o productos químicos, gases de cualquier tipo y posibles riesgos
derivados de la propia fibra óptica.
Finalmente, insistir en el uso de los EPIs mientras se permanece en obra y el
empleo del utillaje y herramienta adecuada para cada una de las tareas.
III.3.3.2. Tendido de cables
El tendido de cables es uno de los mayores problemas de la instalación, con
carácter especial, en los tendidos horizontales, y una buena parte depende del
entorno en el que se realice la instalación.
Con carácter general, para reducir el riesgo de perturbaciones
electromagnéticas, debemos tener en cuenta lo siguiente en las rutas o
canalizaciones de cables:
 Las rutas de cables deberán instalarse al menos a 2 metros de distancia
de los ascensores. Esto se hace extensivo a las columnas de subida para
corrientes débiles y locales de distribución.
 Las rutas de cables deben estar al menos 30 cm de distancia de las luces
fluorescentes.
 Hay que instalar rutas separadas para cables de corriente fuerte y
corriente débil.
En nuestro caso, se ha previsto que las rutas de cable se lleven a cabo
mediante bandeja mallada o escalerilla metálica que a su vez, forma parte de la
red de tierra del edificio. La fijación se realiza al hormigón de paredes y techos
mediante tuercas y garantizando siempre la continuidad eléctrica de la misma.
Para ello, se deberá retirar la posible pintura o recubrimiento aislante que
impida continuidad.
III.3.3.3. Tendidos en pasillos.
La ruta o tendido del cable de corriente débil debe estar al menos a 30 cm de
la del cable de corriente fuerte. En caso de cruce, este debe realizarse en
ángulo recto para reducir el factor de acoplamiento. La colocación de los cables
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en soportes metálicos, tal como se mencioné en el punto anterior, reduce
cualquier efecto de acoplamiento.
III.3.3.4. Tendidos en aulas, laboratorios o despachos.
Tomando como base la distribución en pasillos tenemos que tener en cuenta
que el enrutado paralelo de las corrientes débiles y fuertes es ahora más corto
y que los dos tipos de corriente acaban en el mismo sitio denominado punto de
acceso. La distancia permitida es ahora menor. Como norma tenemos:
 Separación mínima de 2 cm para enrutado paralelo inferior a 2.5 m.
 Separación mínima de 4 cm para enrutado paralelo inferior a 10 m.
Cuando la distribución a los puestos de trabajo se realiza mediante canaletas,
como es el caso de laboratorios y salas de ordenadores, es recomendable la
utilización de tabiques separadores, lo que permite que el flujo de cables se
reparta en compartimentos. Se aconseja lo siguiente:
 Un compartimiento para corrientes débiles.
 Un compartimiento para corrientes fuertes.
 El compartimiento central que sirve de separador de dos corrientes y
como zona de conexión de diversas tomas de instalación como de Red,
RJ45, etc.
La colocación de cables está condicionada al radio mínimo de curvatura del
cable y prever las rutas de los cables en consecuencia. Los cables no deben
estar sujetos a esfuerzos mecánicos que puedan alterar sus características
eléctricas.
III.3.3.5. Locales o Recintos de Distribución.
Estos locales o recintos deben organizarse de forma que puedan alojar todos los
equipos necesarios previstos en la red a corto y medio plazo. El equipamiento
base es siempre uno (o varios):
 Armarios Rack de 19” con altura de 42U.
 Panel de parcheo 24/32/48 x RJ45 blindados.
Además de este equipamiento, que concentra los puntos de acceso de la zona a
la que proveen, debe quedar espacio libre para la instalación de equipos tales
como:
 Concentradores.
 Unidades HUB.
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 Unidades de control en racimo.
 Accesos u otros equipos.
 Productos de videocomunicación activos.
 Unidades de alimentación.
 Repartidores telefónicos o de fibras, etc.
Cuando existen unidades terminadoras de fibra, debe reservarse espacio
suficiente para la instalación de los soportes que sujetan las cabezas de cable o
cajones.
Mantener siempre libre una distancia mínima de 120 cm frente a los armarios
para poder montar una mesa de trabajo provisional en determinadas
situaciones y efectuar todo tipo de tareas, conexionados, etc.
Un aspecto importante es la ventilación de la sala. Las puertas deben estar
equipadas con rejillas de ventilación para favorecer la circulación de aire.
Dependiendo de la disipación generada por el equipamiento finalmente
instalado, deberá dotarse la sala con un sistema de extracción forzada y,
llegado el caso, equipos de aire acondicionado. De forma orientativa, tenemos
la siguiente información:
Las salas deben disponer del correspondiente anillo de tierra y cuadro eléctrico
de BT con las correspondientes protecciones, siguiendo lo dispuesto para tal
efecto en el Reglamento Electrotécnico de Baja Tensión.
III.3.4. Procedimientos de ejecución
III.3.4.1. Condiciones para el tendido y tracción
Antes de tender el cable, con el fin de determinar responsabilidades en el caso
de posibles fallos, hay que realizar una prueba de retorno en cada fibra,
siempre con los conectores acoplados. Esta prueba permite determinar la
longitud y la atenuación lineal de cada fibra, confirmando el perfecto estado del
cable. Durante el tendido del cable, está expuesto a esfuerzos mecánicos como:
 Tracción.
 Aplastamiento.
 Torsión.
 Pliegue.
 Choque.
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Las tensiones de aplastamiento, torsión, tracción y choque requieren una mayor
dureza de los revestimientos de protección. Sin embargo, el margen para
vibraciones y un radio de curvatura mayor exigen un envoltorio del cable mucho
más flexible.
Los revestimientos de PVC o poliuretano son los mejor adaptados para
combinar dureza y flexibilidad. De su estructura compacta obtiene flexibilidad
suficiente y su resistencia de compresión viene dada por un grueso
revestimiento de PVC.
Para solucionar problemas de tracción, los cables de estructura libre permiten
cierto movimiento de la fibra dentro del revestimiento de protección individual.
Por razones de seguridad, se recomienda instalar cables extra con rutas
separadas para un total de eficacia. En caso de una ruta única, los dos cables
no deben circular paralelos.
III.3.4.2. Tendidos horizontales
Los cables pueden ir sin protección especial:
 en rutas de cables.
 a través del suelo.
 a través de falsos techos.
Pueden circular paralelos a cualquier tipo de cable, incluyendo cables de
alimentación. Hay que tomar precauciones para evitar esfuerzos mecánicos
demasiado elevados (tensión, aplastamiento, etc.) por su proximidad. En
cualquier caso, no pueden ir encajados dentro de la obra de albañilería sin un
revestimiento protector suplementario. Se suelen utilizar conductos de
protección de PVC con sección suficiente.
Se recomienda asegurar los cables a lo largo de su ruta, incluso los tendidos a
través de techos o suelo falso. Utilizar fijaciones de plástico tipo anillo de al
menos 5 mm. No se recomienda la utilización de anillos o grapas metálicas.
Para los giros y esquinas, hay que respetar la forma de un radio de curvatura
mínimo de 200 mm y7 evitar las torsiones. Cuando se desenrolle el cable en el
momento del tendido, es necesario acumular una cierta longitud de cable y este
debe colocarse sobre el suelo enrollado en forma de 8 como mínimo 3 metros
para evitar cualquier torsión cuando se reinicie la instalación.
III.3.4.3. Tendidos verticales
Los cables recomendados, de estructura compacta, está bien adaptado para el
tendido vertical en cableado de edificios tipo torre. No es necesario la utilización
de rollos de compensación.
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En la mayoría de los casos, el cable pasa por canaletas accesibles, sobre rutas
de cables metálicas con anillos de fijación. En esta situación no hay límites para
el cableado vertical.
Sin embargo, si el cabe pasa por espacios no accesibles, la distancia entre los
puntos de fijación no debe ser superior a 50 metros. En todos los casos, al
colocar el cable verticalmente y antes de fijarlo, hay que mantenerlo
suspendido para no dañar la fibra en el punto de curvatura.
III.3.5. Procedimientos de rotulación
La correcta rotulación de rosetas, paneles, cables y canalizaciones revierten de
manera fundamental en las tareas de utilización, mantenimiento y gestión del
sistema de cableado, hasta el punto de que un sistema sin rotular, o mal
rotulado es prácticamente inservible en la práctica.
La norma de calidad en la instalación de un cableado estructurado EN_50174-1
Recomienda que la ubicación de las rosetas de puesto en los paneles
distribuidores se haga atendiendo a sub-zonas dentro del área horizontal
cubierta. Esto asegura una presentación lógica en el panel armonizada con la
distribución física de las tomas de telecomunicaciones en las áreas de trabajo,
facilitando no solo la instalación, sino también la administración y reparaciones.
Para el caso que nos ocupa, hemos empleado una rotulación o, mejor dicho,
una nomenclatura para tomas válida exclusivamente en la fase de ejecución de
obra por la sencilla razón de que esta distribución puede verse alterada tanto
en número como en localización.
Debemos tener en cuenta que cualquier instalación puede sufrir, en el caso más
favorable, ligeras modificaciones propias y que son las que justifican siempre un
buen replanteo de obra. Emplearemos una nomenclatura sencilla que nos
permite llevar básicamente el control de la ejecución de la instalación.
Posteriormente, la rotulación de tomas se realizará utilizando preferiblemente
una máquina específica de rotular con etiqueta adhesiva que, de acuerdo a un
listado previamente cotejado, se procederá al marcado de todas y cada una de
las tomas. Esta rotulación será pues la definitiva y la que identifique cada punto
con su medida de certificación en el informe final de comprobación.
Para la rotulación definitiva tengamos en cuenta que ya existe una primera
organización derivada de los colores típicos de las tomas pertenecientes a cada
una de las zonas. Recordando este aspecto, tenemos:
PRIMERA CLASIFICACION DE ROSETAS
Tomas en Planta Segunda
Tomas en Planta Primera
Tomas en Planta Baja
Tomas en Sótano
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Sobre la etiqueta de color que la define ser de una zona u otra, lo mismo que
los paneles de parcheo irán con etiquetas de color para indicarnos, de entrada,
las tomas de con las que dicho panel conecta.
Si sobre esta etiqueta, rotulamos una serie alfanumérica elaborada bajo una
regla técnica que nos ayuda a localizarla en su punto, llegamos a la rotulación
que cumple la misión de tal.
Emplearemos la siguiente regla:
 Color : Indicación de zona o planta
 Primer carácter : Nº de Estancia donde se encuentra (2 dígitos)
 Segundo carácter : Nº de toma en dicha estancia correlativa (2 dígitos)
 Tercer carácter : Indica con una letra A o B, si es Voz o Datos.
Ejemplo:
 Color : Verde
 Rotulación : 02-15-A
 Significado : se trata de una toma en estancia nº2 de planta primera
: con y la letra A nos indica que esa toma será de voz.
III.3.6. Cualificación de contratistas
La contratación de las obras derivadas del presente documento, con
independencia de cualquier procedimiento exigido por las Administraciones
Públicas, precisa de unas pautas técnicas que toda empresa que licite las obra
deberá cumplir para acreditar su capacitación, experiencia y solvencia técnica
para la realización de la instalación. Se establecen, por tanto, los siguientes
criterios:
 Requisitos generales de contratación con Administraciones Públicas.
 Requisitos particulares que para esta obra requiera la Administración.
 Ser empresa instaladora Registrada en la Secretaría de Estado.
 Experiencia en instalaciones similares.
 Conocimiento de la normativa que afecta a este tipo de instalaciones.
 Grado de cualificación de los técnicos instaladores.
 Equipos e instrumentos de medida especializados propios.
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Como Anexo a este documento se adjunta los requisitos que la Secretaría de
Estado requiere para ser empresa Instaladora de Telecomunicación en las
diferentes especialidades, documento que tendrá que confirmar la empresa
adjudicataria responsabilizándose de mantener esta acreditación actualizada al
día de la fecha.
III.4. Condiciones de Certificación
III.4.1. Generalidades
Una vez terminada por completo la instalación (bien de todo el sistema o de
alguno de los subsistemas) de las rosetas, cables y paneles, y cuando el
Director de Obra haya realizado las oportunas comprobaciones previas, se debe
realizar la certificación. Esta puede ser realizada por un profesional o empresa
ajena a la instalación y Dirección de Obra, por lo que las condiciones de
certificación deben estar perfectamente especificadas en este documento.
Finalizada la instalación, la empresa instaladora entregará a la Propiedad un
juego de planos con la ubicación definitiva de cada uno de los puntos (rosetas)
debidamente identificados con la nomenclatura acordada, repitiendo la
operación con cables, paneles y canalizaciones.
Con esta documentación, unida al propio proyecto se procederá a realizar la
certificación. Dicho proceso comenzará con la verificación de que todos los
materiales instalados: rosetas, cables, paneles, armarios y canalizaciones,
están correctamente rotulados y codificados, y se ajustan en cantidad y
distribución a las especificaciones dadas en la memoria, planos y pliego de
condiciones del proyecto.
A continuación se procederá a verificar el 100% de los enlaces y canales con un
equipo de comprobación, certificador, debidamente homologado para la
categoría y condiciones señaladas en el proyecto. El Director de Obra
seleccionará el equipo de medida que será comunicado a la Propiedad. Se exige
la obligatoriedad del Certificado de Calibración del equipo de comprobación a
utilizar cuya copia de dicho certificado deberá obrar en manos de la Dirección
de Obra. Se realizarán tres tipos de Certificaciones:
1) Certificación de Subsistema Horizontal
 Medidas de todos los enlaces y canales que componen un subsistema de
planta.
 La Dirección de Obra verificará los resultados de esta certificación.
Cualquier anomalía encontrada en la instalación deberá corregirse de
forma inmediata por el instalador antes de proceder con el resto de
subsistemas.
2) Certificación de Back-Bone
 Medidas de todos los enlaces y canales entre subsistemas horizontales.
 La Dirección de Obra verificará los resultados de esta certificación.
Cualquier anomalía encontrada en el sistema vertical o troncal (back-
bone) deberá corregirse de forma inmediata por el instalador.
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3) Certificación Final
 Parámetros globales de toda la instalación con indicación de los puntos
críticos.
 Se realizará una vez concluida toda la instalación por la empresa o
profesional designado por la Propiedad.
Una vez realizadas las mediciones, se entregará a la propiedad copia en soporte
electrónico y en papel con los valores numéricos de las medidas realizadas en
todos y cada uno de los enlaces, y en las que aparecerá indicado, entre otros
datos del enlace o canal, el resultado de la certificación de la forma: PASA/NO
PASA.
III.4.2. Parámetros y medidas a realizar. Condiciones de medida
Las tareas a realizar en concepto de certificación abarcan, tras la realización de
una comprobación minuciosa de la instalación, la verificación de todos los
parámetros descritos en la Memoria y según el Pliego de Prescripciones
Técnicas (Norma EN 50173-1:2002 y recomendaciones EPHOS 2).
Así mismo se indicará la instrumentación utilizada, la metodología y condiciones
de medida. Los resultados se presentarán en un formato tabular con todos los
puntos o tomas, así como aquellos intermedios o de interconexión que se
consideren representativos.
Las medidas a realizar para cada enlace/canal son las siguientes:
Parámetros Primarios
 Longitudes (ecometría)
 Atenuación
 Paradiafonía (NEXT y PSNEXT)
 Relación Atenuación/Paradiafonía (ACR)
 Relación Atenuación/Telediafonía (ELFEXT y PSELFEXT)
Parámetros Secundarios
 Impedancia característica
 Pérdidas de retorno
 Resistencia óhmica en continua
 Nivel de ruido en el cable
 Continuidad de hilos de pares
 Continuidad de masa
Otros Parámetros
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 Capacidad por unidad de longitud (pF/m)
 Retardo de propagación
 Diferencia de retardo
 Pérdidas de conversión “modo común-modo diferencial”
III.4.3. Formato de Certificación
Tal como se indicó anteriormente, los resultados de la certificación han de
presentarse en formato tabular similar al expuesto al final de este documento
como ANEXO.
Dicho formato es orientativo y puede contemplar más niveles con diferentes
clasificaciones para documentar de manera clara y con mayor rigor las medidas.
Santa Cruz de Tenerife, 09 de Octubre de 2010
El Ingeniero T. de Telecomunicación
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Colegiado nº 3637
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Sistema de Cableado Estructurado para el Centro Cívico de Las
Galletas, T. M. de Arona.
PRESUPUESTO DE EJECUCION MATERIAL
Partida Descripción Cantidad Precio Total
CAP. I SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO
I.01 Armario rack 19” de 42U de altura y fondo 800 mm 1,00 1.450,00 1.450,00
I.02 Armario rack 19” de 30U de altura y fondo 800 mm 1,00 950,00 950,00
I.03 Panel de 24 Puertos RJ45, UTP, categoría 6 16,00 280,00 4.480,00
I.04 Panel guía-cables altura 1U 16,00 18,00 288,00
I.05 Panel ciego 1U 4,00 12,00 48,00
I.06 Regleta 1U con 6 bases schuko 2,00 62,00 124,00
I.07 Toma RJ45 categoría 6, UTP 334,00 12,50 4.175,00
I.08 Tapa con guardapolvo para 4 tomas RJ45 82,00 6,50 533,00
I.09 Ml. Cable UTP BELDEN de 4 pares Cat.6 13.360,00 0,95 12.692,00
I.10 Ml. Manguera BELDEN 6 F.O. Multimodo 62.5/125 100,00 3,75 375,00
I.11 Bandeja F.O. para rack de 24 puertos 2,00 120,00 240,00
CAP. II RED DE TELEVISION TERRESTRE
II.01 Antena UHF canales 21 al 69, 16 dB 1,00 95.00 95,00
II.02 Antena FM circular 0 dB 1,00 35,00 35,00
II.03 Antena DAB 3 elementos 1,00 45,00 45,00
II.04 Mástil carraqueado de 40x3000x2,5 mm 1,00 32,00 32,00
II.05 Tramo superior torreta de 3 metros 1,00 250,00 250,00
II.06 Tramo intermedio torreta 3 metros 1,00 195,00 195,00
II.07 Placa base rígida para torretas 180 1,00 54,00 54,00
II.08 Ml. Cable coaxial tipo T100 cubierta Poliéster 200,00 1,20 240,00
II.09 Ml. Cable coaxial tipo T100 cubierta PVC 400,00 1,20 480,00
II.10 Centralita programable 1,00 520,00 520,00
II.11 Amplificador y diplexor FI 1,00 150,00 150,00
II.12 Repartidor inductivo de 8 salidas 4,00 30,00 120,00
II.13 Repartidor Inductivo de 4 salidas 1,00 25,00 25,00
II.14 Base TV/SAT tipo final 32,00 15,00 480,00
II.15 Conector recto macho tipo “F” 12,00 1,10 13,20
CAP. III TELEVISION POR SATELITE
III.01 Pié soporte para antena 120 cm 1,00 95,00 95,00
III.02 Disco offset 120 cm 1,00 250,00 250,00
III.03 Unidad externa LNB Universal 1,00 75,00 75,00
III.04 Ml. Cable coaxial T100 cubierta Poliéster 100,00 1,20 120,00
III.05 Conector recto macho tipo “F” 4,00 1,10 4,40
CAP. IV CANALIZACIONES
IV.01 Arqueta tipo “H” 1,00 260,00 260,00
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IV.02 Ml. Tubo flexible doble capa Ø63 mm 100,00 2,30 230,00
IV.03 Ml. Tubo flexible reforzado Ø40 mm 300,00 0,90 270,00
IV.04 Ml. Tubo flexible reforzado Ø32 mm 50,00 0,55 27,50
IV.05 Ml. Tubo flexible reforzado Ø25 mm 5.010,00 0,35 1.753,50
IV.06 Caja empotrable enlazable de 62x62x45 mm 7,00 1,75 12,25
IV.07 Bandeja UNEX de poliéster perforada de 300x70 mm 125,00 31,00 3.875,00
IV.08 Bandeja UNEX de poliéster perforada de 200x70 mm 25,00 23,00 575,00
IV.09 Registro Secundario equipo TV de 100x60x15 cm 1,00 180,00 180,00
Importe total partidas … 35.816,85
Impuestos (5%) … 1.790,84
TOTAL PRESUPUESTO DE EJECUCION MATERIAL … 37.607,69
 IMPORTANTE: todas las partidas detalladas en este presupuesto se consideran instaladas, ajustadas y
en condiciones de funcionamiento siguiendo lo contenido en proyecto o instrucciones particulares de la
Dirección Facultativa de Obras.
RESUMEN POR CAPITULOS
CAPITULO DESCRIPCION IMPORTE
CAP. I RED DE CABLEADO ESTRUCTURADO 25.355,00 €
CAP. II RES DE TELEVISION TERRESTRE 2.734,20 €
CAP. III RED DE TELEVISION POR SATELITE 544,40 €
CAP. IV CANALIZACIONES 7.183,25 €
En Santa Cruz de Tenerife, 9 de Octubre de 2010
El Ingeniero Técnico de Telecomunicación
Fdo.: Pedro Fco. Rodríguez Peña
Colegiado nº3637
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Anexo Seguridad y Salud
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ANEXO I
Estudio Básico de Seguridad y Salud
CONTENIDO
1. Introducción
2. Descripción y Localización de Trabajos
3. Propietario y/o Promotor
4. Identificación de Riesgos
4.1 Accidentes “in itínere”.
4.2 Construcción de canalizaciones y arquetas
4.3 Trabajos en arquetas y galerías de servicio
4.4 Trabajos en azoteas, tejados y fachadas
4.5 Trabajos en postes y líneas aéreas
4.6 Trabajos en recintos de Instalaciones de Telecomunicación
4.7 Trabajos en interior de edificios
4.8 Daños a terceros
5. Medidas de Prevención y Protección
5.1 Medidas de protección colectiva
5.2 Medidas/equipos de protección individual
5.3 Medidas de protección a terceros
6. Primeros Auxilios
7. Legislación y Normativa
8. Puntos Singulares de Riesgo en los trabajos a realizar
IMPORTANTE
Esta información no exime de la adopción por parte del personal de obra de
todas las medidas, precauciones y requerimientos necesarios para la realización
de los trabajos con las mayores garantías de seguridad, tanto para ellos como
para terceros que puedan verse afectados.
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Estudio Básico de Seguridad y Salud
1. Introducción
El presente Estudio Básico de Seguridad y Salud establece las previsiones
respecto a prevención de riesgos de accidentes profesionales y de daños a
terceros, que pudieran derivarse de las unidades de obra previstas para la
ejecución de este proyecto; todo ello en virtud del Real Decreto 1627/1997 de
fecha 24-10-97.
En este Estudio Básico de Seguridad y Salud no sólo se identifican las
situaciones potenciales de riesgo más típicas de las obras de ICT
(Infraestructuras para la Dotación de Telecomunicaciones y otros Servicios)
para edificios, sino también aquellas otras en que por su singularidad deberían
extremarse las medidas de prevención.
La Empresa Constructora no está exenta de llevar a cabo sus obligaciones en el
campo de la prevención de riesgos laborales, pues en virtud del citado Real
Decreto está obligada a elaborar un Plan de Seguridad y Salud en el Trabajo, en
el que analicen, estudien, desarrollen y complementen las previsiones
contenidas en el presente Estudio Básico de Seguridad y Salud en función de su
propio sistema de ejecución de obra.
En dicha Plan se incluirán, las propuestas de medidas alternativas de
prevención de riesgos que el Contratista proponga con la correspondiente
justificación técnica, que no podrán implicar disminución de los niveles de
protección previstos en el referido Estudio.
2. Descripción y localización de los trabajos
Los trabajos a que se refiere este Estudio, consisten en la ejecución de las
diferentes fases de obra para Dotación de una Infraestructura de
Telecomunicaciones, posibles instalaciones Audiovisuales e Instalaciones
Especiales, canalizada y aérea, que permita la captación, adaptación y
distribución de las señales de radiodifusión sonora y televisión terrenal, la
distribución de las señales de televisión y radiodifusión sonora por satélite, así
como el acceso al servicio telefónico básico, redes de Voz y Datos, Sistema de
vigilancia CCTV y Megafonía mediante cable, fibra y sistema inalámbrico,
mediante la conexión de las distintas dependencias y apartamentos del
inmueble a las redes de los operadores habilitados.
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En dichos trabajos se citan, detallan y localizan en el proyecto de obra al cual
se ha anexado este Estudio y sus fases de ejecución antes citadas, pueden
resumirse:
 Construcción de la Canalización Externa de acceso.
 Construcción de la Canalización Interior del conjunto de viviendas y
locales que componen el inmueble.
 Instalación de los elementos captadores de las señales de radiodifusión y
televisión (antenas).
 Instalación de los equipos adaptadores y amplificadores necesarios (en
cabecera e intermedios)
 Tendido e instalación de los cables y elementos necesarios para la
distribución de las señales de radiodifusión y TV hasta los puntos de toma
de usuario.
 Tendido e instalación de los cables y elementos necesarios para la
conexión de las distintas viviendas y locales a las redes de telefonía y
servicios de telecomunicaciones por cable de los operadores habilitados.
El inmueble objeto de la Infraestructura de Telecomunicaciones se ubica en la
Calle Central nº23-25 de Las Galletas, T.M. de Arona.
3. Propietario y/o Promotor de la Obra
El Promotor de la obra es el Excmo. Ayuntamiento de Arona.
4. Identificación y descripción de los Riesgos
Sin perjuicio de las disposiciones mínimas de Seguridad y Salud aplicables a la
obra, establecidas en el anexo IV del Real Decreto 1627/1997, se enumeran a
continuación los riesgos particulares de los diferentes trabajos derivados de las
distintas unidades de obra recogidas en proyecto.
Se habrá de prestar especial atención a los riesgos más usuales de las obras
como son las caídas, cortes, quemaduras, erosiones y golpes, debiéndose
adoptar en cada momento la postura más adecuada según el trabajo que se
realice.
En la lista siguiente se relacionan las situaciones tipificadas de riesgo potencial
derivado de los trabajos de ejecución de las distintas unidades de obra del
proyecto:
 Accidentes “in itínere”
 Construcción de canalizaciones, y arquetas
 Trabajos en arquetas y galerías de servicio
 Trabajos en azoteas, tejados y fachadas
 Trabajos en postes y líneas aéreas
 Trabajos en Recintos de Instalaciones de Telecomunicación
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 Trabajos en interior de edificios.
 Daños a terceros.
A continuación se relacionan los riesgos derivados de las situaciones de riesgo
potencial que se han indicado en el listado anterior como inherentes a los
trabajos de la Instalación de Telecomunicación.
4.1. Accidentes “in itínere”
 Prisas.
 Distracción.
 Caídas, tropiezos.
 Desconocimiento del Código de Circulación.
 Conducción temeraria.
 Ingestión de alcohol.
 Ingestión de medicamentos.
 Ingestión de sustancias alucinógenas.
 Medios de locomoción en malas condiciones.
 Fumar durante la conducción.
 No utilización del cinturón de seguridad.
 No utilización del casco protector en motocicletas.
4.2. Construcción de canalizaciones y arquetas
 Utilización de herramientas.
 Utilización de maquinaria.
 Riesgo derivado del funcionamiento de las grúas.
 Caída de escalera o plataformas.
 Atención a la extensión de escaleras.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Soportes de fijación deteriorados o poco sólidos.
 Caídas de puntos altos.
 Caída de la carga transportada.
 Caídas de material y rebotes.
 Proyección de partículas.
 Golpes, tropiezos.
 Atropellos, choques con otros vehículos.
 Quemaduras.
 Cortes, pinchazos.
 Picaduras de insectos, arácnidos, reptiles, etc.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Malas condiciones meteorológicas.
 Ambiente excesivamente ruidoso.
 Generación excesiva de polvo.
 Incendios y explosiones.
 Gases tóxicos.
 Líquidos inflamables.
 Aguas residuales.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc.).
 Tráfico.
 Cruces con arroyos, ríos y ferrocarriles.
 Paredes de fijación deterioradas o poco sólidas.
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 Desplome y/o caída de maquinaria y/o herramientas.
 Apertura de hoyos.
 Caídas de personas al mismo o distinto nivel.
 Desprendimiento y corrimiento de tierras.
 Desplome y/o caída de las paredes de contención en pozos y zanjas.
 Desplome y/o caída de edificaciones vecinas.
 Fallos de encofrados.
 Fallos de apuntalamiento.
 Vuelco de pilas de material.
 Contactos eléctricos directos o indirectos.
 Sobretensiones de origen atmosférico. Días de tormenta.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
4.3. Trabajos en arquetas y galerías de servicio.
 Utilización de herramientas.
 Utilización de maquinaria.
 Riesgo derivado del funcionamiento de las grúas.
 Caída de escalera o plataformas.
 Atención a la extensión de escaleras.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Soportes de fijación deteriorados o poco sólidos.
 Caídas de puntos altos.
 Caída de la carga transportada.
 Caídas de material y rebotes.
 Proyección de partículas.
 Golpes, tropiezos.
 Atropellos, choques con otros vehículos.
 Quemaduras.
 Cortes, pinchazos.
 Picaduras de insectos, arácnidos, reptiles, etc.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Malas condiciones meteorológicas.
 Incendios y explosiones.
 Gases tóxicos.
 Líquidos inflamables.
 Aguas residuales.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc.).
 Tráfico.
 Paredes de fijación deterioradas o poco sólidas.
 Tensiones de tendido.
 Contactos eléctricos directos o indirectos.
 Sobretensiones de origen atmosférico. Días de tormenta.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
4.4. Trabajos en azoteas, tejados y fachadas.
 Utilización de herramientas.
 Caídas de escalera o plataformas.
 Atención a la extensión de escaleras.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Soportes de fijación deteriorados o poco sólidos.
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Anexo Seguridad y Salud
Página 91
 Altura de la instalación.
 Altura de la instalación en los cruces con vías de servicio (calles,
caminos, carreteras, etc.).
 Caídas de puntos altos.
 Caída de la carga transportada.
 Caídas de material y rebotes.
 Caídas de herramientas.
 Proyección de partículas.
 Golpes, tropiezos.
 Atropellos, choques con otros vehículos.
 Quemaduras.
 Cortes o pinchazos.
 Picaduras de insectos, arácnidos, reptiles, etc.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Malas condiciones meteorológicas.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc).
 Tráfico.
 Paredes de fijación deterioradas o poco sólidas.
 Empalmes en pasos aéreos.
 Contactos eléctricos directos o indirectos.
 Sobretensiones de origen atmosférico. Días de tormenta.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
4.5. Trabajos en postes y líneas aéreas.
 Utilización de herramientas.
 Utilización de maquinaria.
 Riesgo derivado del funcionamiento de las grúas.
 Caída de escalera o plataformas.
 Atención a la extensión de escaleras.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Estribos de poste en mal estado.
 Soportes de fijación deteriorados o poco sólidos.
 Caídas de puntos altos.
 Caída de la carga transportada.
 Caídas de herramientas.
 Proyección de partículas.
 Golpes, tropiezos.
 Atropellos, choques.
 Quemaduras.
 Cortes, pinchazos.
 Picaduras de insectos, arácnidos, reptiles, etc.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Malas condiciones meteorológicas.
 Incendios y explosiones.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc.).
 Tráfico.
 Cruces con arroyos, ríos y ferrocarriles.
 Desplome y/o caída de maquinaria y/o herramientas.
 Estructura no revisada de una línea de postes.
 Tensiones de tendido.
 Apertura de hoyos.
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Anexo Seguridad y Salud
Página 92
 Contactos eléctricos directos o indirectos.
 Sobretensiones de origen atmosférico. Días de tormenta.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
4.6. Trabajos en Recintos de Instalaciones de Telecomunicación
 Utilización de herramientas.
 Caída de escalera o plataformas.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Caídas de puntos altos.
 Caídas de material y rebotes.
 Golpes, tropiezos.
 Quemaduras.
 Cortes, pinchazos.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Incendios y explosiones.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc.).
4.7. Trabajos en interior de edificios
 Utilización de herramientas.
 Caída de escalera o plataformas.
 Atención a la extensión de escaleras.
 Peldaños de escalera defectuosos.
 Soportes de fijación deteriorados o poco sólidos.
 Caídas de puntos altos.
 Caída de la carga transportada.
 Caídas de material y rebotes.
 Proyección de partículas.
 Golpes, tropiezos.
 Quemaduras.
 Cortes, pinchazos.
 Picaduras de insectos, arácnidos, reptiles, etc.
 Sobre esfuerzos por posturas incorrectas.
 Ambiente excesivamente ruidoso.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
 Generación excesiva de polvo.
 Incendios y explosiones.
 Gases tóxicos.
 Líquidos inflamables.
 Proximidad con otros servicios (gas, agua, electricidad, etc.).
 Paredes de fijación deterioradas o poco sólidas.
 Fallos de entubación o apuntalamiento..
 Contactos eléctricos directos o indirectos.
 Sobretensiones de origen atmosférico. Días de tormenta.
 Tensión de paso y tensión de contacto.
4.8. Daños a terceros.
 Caídas al mismo nivel
 Atropellos.
 Golpes producidos por caídas de herramientas.
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Anexo Seguridad y Salud
Página 93
5. MEDIDAS DE PREVENCIÓN Y PROTECCIÓN.
Como criterio general primaría las protecciones colectivas frente a las
individuales. Además, tendrán que mantenerse en buen estado de conservación
los medios auxiliares, la maquinaria y las herramientas de trabajo. Por otro
lado, los medios de protección deberán estar homologados según la normativa
vigente.
Las medidas relacionadas también deberán tenerse en cuenta para los
previsibles trabajos posteriores (reparación, mantenimiento, etc.)
5.1. Medidas de protección colectiva.
 Organización de los trabajos para evitar interferencias entre los distintos
trabajos y circulaciones de la obra.
 Señalización de las zanjas de peligro.
 Prever el sistema de circulación de vehículos y su señalización, tanto en
el interior de la obra como con relación a los niveles exteriores.
 Dejar una zona libre alrededor de la zona excavada para el paso de
maquinaria.
 Inmovilización de camiones mediante cuñas y/o topes durante las tareas
de carga y descarga..
 Respetar las distancias de seguridad con las instalaciones existentes.
 Los elementos de las instalaciones eléctricas deberán tener protecciones
aislantes.
 Revisión periódica y mantenimiento de herramientas, maquinaria y
equipos de obra.
 Comprobación de la adecuación de las soluciones de ejecución al estado
real de los elementos (subsuelo, edificaciones vecinas.)
 Comprobación de apuntalamientos, condiciones de entibado y pantallas
de protección de zanjas.
 Utilización de pavimentos antideslizantes.
 Colocación de barandillas de protección en lugares con peligro de caída.
 Colocación de mallazos en agujeros horizontales.
 Protectores de goma.
 Baranda de protección en pozos y registros subterráneos.
 Tienda de lona para registros subterráneos.
 Explosímetros.
 Extintores.
 Ventiladores eléctricos.
 Motobombas y electrobombas.
 Grupos electrógenos.
 Gancho para levantar tapas de cámaras de registro y arquetas.
 Vallas y Banderolas de señalización.
5.2 Medidas/equipos de protección individual (EPIS)
 Afecciones en la piel por dermatitis de contacto, cortes y pinchazos.
- Guantes de protección frente a abrasión, cortes y pinchazos.
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Anexo Seguridad y Salud
Página 94
- Guantes de protección frente a agentes químicos.
- Mono de faena.
 Quemaduras físicas y químicas.
- Guantes de protección frente a abrasión
- Guantes de protección frente a agentes químicos.
- Guantes de protección frente a calor
- Sombreros de paja (aconsejables contra riesgo de insolación)
 Proyecciones de objetos y/o fragmentos.
- Calzado con protección contra golpes mecánicos.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
- Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas
sólidas)
- Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado
al casco.
 Ambiente pulvígeno.
- Mascarillas y/o equipos de protección de las vías respiratorias con filtro
mecánico.
- Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas
sólidas)
- Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado
al casco.
 Aplastamientos.
- Calzado con protección contra golpes mecánicos.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
 Atmósferas tóxicas, irritantes.
- Equipo de respiración autónomo, revisado y cargado.
- Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas
sólidas)
- Impermeables, trajes de agua.
- Mascarilla respiratoria de filtro para humos de soldadura.
- Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado
al casco.
 Atrapamientos.
- Calzado con protección contra golpes mecánicos.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
- Guantes de protección frente a abrasión.
 Caída de objetos y/o de máquinas.
- Bolsa portaherramientas.
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Página 95
- Calzados con protección contra golpes mecánicos.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
 Caída ó colapso de andamios y postes.
- Cinturón de seguridad anticaídas
- Cinturón de seguridad clase para trabajos de poda y postes.
 Caída de personal a distinto nivel.
- Cinturón de seguridad anticaídas
- Cinturón de seguridad clase para trabajos de poda y postes.
 Caídas de personal al mismo nivel.
- Bolsa porta herramientas.
- Calzado de protección sin suela antiperforante.
 Caídas desde escalera.
- Uso de zapatillas antideslizantes en escalera.
 Contactos eléctricos directos.
- Calzado con protección contra descargas eléctricas.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos eléctricos.
- Gafas de seguridad contra arco eléctrico.
- Guantes dieléctricos homologados para evitar el riesgo eléctrico.
 Contactos eléctricos indirectos.
- Botas de agua.
 Cuerpos extraños en ojos.
- Gafas de seguridad contra proyección de líquidos.
- Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas
sólidas)
- Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado
al casco.
 Deflagraciones.
 Derrumbamientos.
 Desprendimientos.
 Presencia de gases en registro subterráneo.
- Explosímetros.
- Medidores de oxígeno.
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Página 96
- Ventiladores eléctricos
 Golpe por rotura de cable.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
- Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas
sólidas)
- Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado
al casco.
 Golpe y/o cortes con objetos y/o maquinaria.
- Bolsa porta herramientas.
- Calzado con protección contra golpes mecánicos.
- Casco protector de la cabeza contra riesgos mecánicos.
- Chaleco reflectante para señalistas y estrobadores
- Guantes de protección frente a abrasión.
 Pisada sobre objetos punzantes.
- Bolsa portaherramientas.
- Calzado de protección con suela antiperforante.
 Hundimientos.
 Incendios.
- Equipo de respiración autónomo revisado y cargado.
 Inhalación de sustancias tóxicas.
- Equipo de respiración autónomo revisado y cargado.
 Inundaciones.
- Botas de agua.
- Impermeables, trajes de agua.
 Vibraciones.
- Cinturón de protección lumbar.
 Sobreesfuerzos.
- Cinturón de protección lumbar.
 Ruido.
- Protectores auditivos.
 Vuelco de máquinas y/o camiones.
 Caída de personas de altura.
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- Cinturón de seguridad anticaídas.
5.3 Medidas de Protección a terceros.
- Vallado, señalización y alumbrado de la obra. En el caso de que el vallado
invada la calzada debe preverse un paso protegido para la circulación de
peatones.
- Prever el sistema de circulación de vehículos tanto en el interior de la obra
como en relación con los viales exteriores.
- Inmovilización de camiones mediante cuñas y/o topes durante la tarea de
carga y descarga.
- Comprobación de la adecuación de las soluciones de ejecución al estado real
de los elementos (subsuelo, edificaciones vecinas).
- Protección de los huecos para evitar la caída de objetos (redes, lonas).
6. PRIMEROS AUXILIOS.
Se dispondrá de un botiquín cuyo contenido será el necesario para la cura de
pequeñas heridas y primeros auxilios de acuerdo con la normativa en vigor.
Al inicio de la obra se deberá informar de la situación de los distintos centros a
los que se deba trasladar a las posibles accidentados. Es conveniente disponer
en al obra, y en un lugar bien visible, de la lista de teléfonos y direcciones de
los centros asignados para urgencias, ambulancias, taxis, etc. Para garantizar
del rápido traslado de los posibles accidentados.
7. LEGISLACION Y NORMATIVA.
- Directiva 92/67 CEE de 24 de julio (DO: 26/8/92): Disposiciones mínimas de
Seguridad y Salud que deben aplicarse en las obras de construcción.
- R.D. 1627/1977 de 24 de Octubre (B.O.E. 25/10/97): Disposiciones mínimas
de Seguridad y Salud en las obras de construcción.
- Ley 31/1995 de 8 de noviembre (B.O.E.): Ley de Prevención de Riesgos
Laborales y Disposiciones para su desarrollo:
R.D. 39/1997 de 17 de Enero (B.O.E. 31/01/97): Reglamento de los
servicios de Prevención.
R.D. 485/1997 de 14 de Abril (B.O.E. 23/04/97): Disposiciones mínimas
en materia de señalización de seguridad y salud laboral.
R.D.486/1997 de 14 de Abril (B.O.E.) 23/04/97): Disposiciones mínimas
de Seguridad y Salud en los lugares de trabajo.
R.D. 487/1997 de 14 de Abril (B.O.E. 23/04/97): Disposiciones mínimas
de Seguridad y Salud relativas a la manipulación manual de cargas que
entrañe riesgos, en particular dorsolumbares para los trabajadores.
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R.D. 685/1997 de 12 de Mayo (B.O.E. 24/05/97): Protección de los
trabajadores contra riesgos relacionados con la exposición a agentes
cancerígenos durante el trabajo.
R.D. 773/1997 de 30 de Mayo (B.O.E. 12/06/97): Disposiciones
mínimas de Seguridad y Salud relativas a la utilización por los
trabajadores de equipos de protección individual.
- O.M. De 20 de Mayo de 1952 (B.O.E. 15/06/52): Reglamento de Seguridad
e Higiene en el Trabajo en la Industria y la Construcción.
Modificaciones:
O. de 10 de Diciembre de 1953 (B.O.E. 22/12/53).
O. de 23 de Septiembre de 1996 (B.O.E. 22/12/53).
O. de 20 de Enero de 1956.
- Reglamento Electrotécnico para baja tensión. (R.D. 2413 de 20/09/71)
- Reglamento de líneas aéreas de alta tensión. (O.M. 28/11/68)
- Reglamento de aparatos a presión. (R.D. 1244/97)
- R.D. 1316/89 Sobre el Ruido.
8. PUNTOS SINGULARES DE RIESGO EN TRABAJOS A REALIZAR.
Punto Singular nº1
 Situación: Plano de canalizaciones en plantas elevadas
 Posibles riesgos: Los propios de los trabajos en azoteas tejados y fachadas y
especialmente:
- Caídas de puntos altos.
- Caída de carga transportada
- Caída de herramienta.
- Soportes de fijación pocos sólidos
- Contactos eléctricos directos e indirectos.
 Medidas de Protección y Prevención: Las propias de protección colectiva y de
daños a terceros y especialmente el uso del equipo individual de protección
correspondiente, especialmente:
□ Colocación de barandillas de protección.
□ Comprobación de que las instalaciones eléctricas próximas disponen de
protección aislante.
□ Disponer de bolsa portaherramientas.
□ Usar cinturón de seguridad anticaída
□ Asegurarse de que los elementos de anclaje y las paredes de fijación están en
buenas condiciones.
□ Usar calzado antideslizante.
□ Usar casco protector.
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Punto Singular nº 2
 Situación: Plano de Canalizaciones en planta para el Tendido de líneas y
mecanización de cajas.
 Posibles riesgos: caídas de escalera, contactos eléctricos directos e
indirectos, cuerpos extraños en ojos.
□ Uso de zapatillas antideslizantes en escalera.
□ Calzado con protección contra descargas eléctricas.
□ Casco protector de la cabeza contra riesgos eléctricos.
□ Gafas de seguridad contra arco eléctrico.
□ Guantes dieléctricos homologados para evitar el riesgo eléctrico.
□ Botas de agua.
□ Gafas de seguridad contra proyección de líquidos.
□ Gafas de seguridad para uso básico (choque o impacto con partículas sólidas)
□ Pantalla facial abatible con visor de rejilla metálica, con atalaje adaptado al
casco.
□ Señalización adecuada.
□ Uso de casco protector.
Santa Cruz de Tenerife, 9 de Octubre de 2010
El Ingeniero Técnico de Telecomunicación
Pedro Fco. Rodríguez Peña
Colegiado nº 3637
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ANEXO II
Pliego de Contratación
REAL DECRETO 401/2003, de 4 de abril, por el que se aprueba el Reglamento regulador de las
infraestructuras comunes de telecomunicaciones para el acceso a los servicios de
telecomunicación en el interior de los edificios y de la actividad de instalación de equipos y
sistemas de telecomunicaciones.
Artículo 13. Concepto de empresa instaladora.
A los efectos de este reglamento, tendrán la consideración de empresas instaladoras de
telecomunicación las personas físicas o entidades que realicen la instalación o el
mantenimiento de equipos o sistemas de telecomunicación y que cumplan los requisitos
en él establecidos.
Artículo 14. Requisitos para ser empresa instaladora.
Las empresas instaladoras deberán cumplir los siguientes requisitos:
1.- Tener contratado un seguro de responsabilidad civil subsidiaria o de la
responsabilidad civil que pueda corresponder, aval u otra garantía financiera
contratada con entidad debidamente autorizada, cuya cobertura mínima sea de
300.506,05 euros por siniestro, que cubra los posibles daños que pudieran causar
a las redes públicas de telecomunicaciones o al dominio público radioeléctrico por
defectos de instalación o mantenimiento de los equipos o sistemas de
telecomunicación que instalen o mantengan, así como por la instalación de
equipos no destinados a ser conectados a las redes públicas de telecomunicación.
2.- Disponer de los medios técnicos apropiados que, por orden ministerial, se
determinen.
3.- Tener la cualificación técnica adecuada. A tales efectos, se reputará como
cualificación técnica adecuada ser titulado competente o contar entre el personal
laboral contratado con uno o varios titulados competentes con una dedicación
mínima de cuatro horas al día ó 20 horas semanales de trabajo efectivo. A estos
efectos, sin perjuicio de lo previsto en la legislación sobre competencias
profesionales, se entenderá que son, en todo caso, titulados competentes las
personas que cuenten con alguna de las siguientes titulaciones:
a) Ingeniero de Telecomunicación
b) Ingeniero Técnico de Telecomunicación
c) Técnico Superior en Instalaciones Electrotécnicas o título equivalente.
d) Técnico Superior en Sistemas de Telecomunicación e Informáticos o título
equivalente.
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4.- Haber realizado el pago de la tasa para la gestión precisa para la inscripción en el
Registro de empresas instaladoras de telecomunicación, prevista en el artículo 74
de la Ley General de Telecomunicaciones.
5.- Cuando proceda, estar dados de alta en el Impuesto de Actividades Económicas,
en los epígrafes adecuados.
6.- Estar al corriente de sus obligaciones tributarias.
7.- Estar al corriente de sus obligaciones para con la Seguridad Social.
8.- En el caso de entidades, estar constituidas legalmente.
-- 0 --
ORDEN de por la que se desarrolla el Reglamento regulador de las infraestructuras comunes de
telecomunicaciones para el acceso a los servicios de telecomunicación en el interior de los
edificios y la actividad de instalación de equipos y sistemas de telecomunicaciones, aprobado por
el Real Decreto 401/2003, de 4 de abril.
ARTÍCULO 7. Medios técnicos de las empresas instaladoras de
telecomunicación.
Para fijar los medios técnicos mínimos de que han de disponer las empresas
instaladoras para su inscripción en el Registro de Empresas Instaladoras de
Telecomunicación de la Secretaría de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad
de la Información, se establecen los siguientes tipos de instalaciones:
1. Tipo A: Infraestructuras de telecomunicación en edificios o conjuntos de
edificaciones.
Definición.- Instalaciones destinadas a la captación y distribución de señales de
radiodifusión sonora y televisión, la distribución de señales de telefonía disponible
al público, la distribución de señales de telecomunicaciones por cable, sistemas de
videoportería o sistemas de control de accesos, todos ellos realizados en edificios
o conjunto de edificaciones. Si se tratara de infraestructuras comunes de
telecomunicaciones, se ejecutarán de acuerdo con lo dispuesto en el Real Decreto
401/2003, de 4 de abril.
Equipamiento.- Las empresas instaladoras que trabajen este tipo de instalaciones
deberán disponer, como mínimo, de los equipos de rango de medida y precisión
adecuados que incorporen las funcionalidades de medida incluidas en los
siguientes aparatos: Multímetro, Medidor de tierra, Medidor de aislamiento,
Medidor de intensidad de campo con pantalla y posibilidad de realizar análisis
espectral y medidas de tasa de error sobre señales digitales QPSK y COFDM, y
Simulador de frecuencia intermedia (950 - 2150 MHz).
2. Tipo B: Instalaciones de sistemas de telecomunicaciones.
Definición.- Instalaciones públicas o privadas de sistemas de telecomunicaciones
tales como centrales telefónicas, sistemas y cableados en redes de voz, datos o
estaciones VSAT.
Equipamiento.- Las empresas instaladoras que trabajen este tipo de instalaciones
deberán disponer, como mínimo, de los equipos de rango de medida y precisión
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adecuados, que incorporen las funcionalidades de medida incluidas en los
siguientes aparatos: Multímetro, Medidor de tierra, Medidor de aislamiento y
Analizador/Certificador de redes de telecomunicación si se trabajan redes de datos
o Comprobador de enlaces si se trabajan centralitas privadas de abonado.
3. Tipo C: Instalaciones de sistemas audiovisuales.
Definición.- Instalaciones públicas o privadas de sistemas de megafonía,
microfonía y sonorización, así como sistemas de circuito cerrado de TV y montaje
de estudios de producción audiovisual.
Equipamiento.- Las empresas instaladoras que trabajen este tipo de instalaciones
deberán disponer, como mínimo, de los equipos de rango de medida y precisión
adecuados, que incorporen las funcionalidades de medida incluidas en los
siguientes aparatos: Sonómetro, Multímetro, Medidor de aislamiento, Medidor de
tierra y Medidor de impedancias en audiofrecuencia.
4. Tipo D: Instalaciones de centros emisores de radiocomunicaciones.
Definición.- Instalaciones en centros emisores y remisores de radiodifusión sonora
y televisión, enlaces de datos vía radio, excepto estaciones VSAT y emisoras de
radiocomunicaciones en general.
Equipamiento.- Las empresas instaladoras que trabajen este tipo de instalaciones
deberán disponer, como mínimo, de los equipos de rango de medida y precisión
adecuados, que incorporen las funcionalidades de medida incluidas en los
siguientes aparatos: Frecuencímetro, Watímetro, Multímetro, Medidor de tierra,
Analizador de espectro, Carga artificial y Analizador de radiocomunicaciones.
5. Tipo E: Instalaciones de telecomunicación en vehículos móviles.
Definición.- Instalaciones de telecomunicación a bordo de vehículos terrestres,
marítimos o aéreos realizadas por personal no perteneciente a la firma
constructora de dichos vehículos.
Equipamiento.- Las empresas instaladoras que trabajen este tipo de instalaciones
deberán disponer, como mínimo, de los equipos de rango y precisión de medidas
adecuados, que incorporen las funcionalidades de medida de los aparatos
señaladas en los tipos anteriores, dependiendo de la instalación y la clase de
vehículo en el que se efectúe ésta, con excepción del medidor de aislamiento.
Al efectuar la solicitud de inscripción, para cada uno de los tipos de instalación
descritos, el interesado adjuntará una relación de instalaciones realizadas, o que
pretende realizar, con indicación expresa de la marca, modelo y número de serie de los
equipos de medida utilizados, o que pretende utilizar.
ARTÍCULO 8. Obligaciones de la empresa instaladora de
telecomunicación.
Será obligación de cada empresa instaladora de telecomunicación:
1. Ejecutar, modificar, ampliar, mantener o reparar las instalaciones de
telecomunicación que les sean encomendadas, de conformidad con la normativa
vigente y con el contenido e instrucciones del Proyecto Técnico aplicable en los
casos en que éste exista, utilizando, en su caso, materiales y equipos que sean
conformes a la legislación que les sea aplicable.
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Anexo Seguridad y Salud
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2. Realizar las operaciones de revisión y mantenimiento de las instalaciones de
telecomunicación que tengan encomendadas en la forma y plazos previstos.
3. Cumplir las disposiciones legales aplicables en materia de protección e información
a consumidores y usuarios.
4. Mantener los requisitos que dieron lugar a su acreditación como empresa
instaladora de telecomunicación, e informar a la Secretaría de Estado de
Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información de cualquier
modificación de los mismos en el plazo máximo de un mes de conformidad con lo
dispuesto en el artículo 15.5 del Real Decreto 401/2003, de 4 de abril, mediante
una solicitud cuyo modelo se incluye en el Anexo VII de esta Orden, acompañada
de la documentación que acredite fehacientemente dicha modificación.
5. Cumplimentar y firmar el correspondiente Boletín de Instalación, protocolo de
pruebas, si procede, y documentación que lo acompañen, haciendo entrega del
mismo al titular de la propiedad, o su representación legal, de la instalación.
6. Asistir y colaborar con las inspecciones realizadas por la Secretaría de Estado de
Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información cuando fueren
requeridos para ello.
7. Mantener en perfecto estado de operación el equipamiento de medida de que
disponga, verificando periódicamente la precisión de las lecturas obtenidas con los
mismos. Dicho equipamiento será calibrado al menos una vez cada tres años,
debiéndose conservar la documentación relativa a la última calibración realizada
sobre los equipos de medida, así como la documentación relativa a las
verificaciones realizadas sobre los mismos desde la última calibración. Se
establece un período máximo entre dos verificaciones sucesivas de un año y si el
resultado de dichas verificaciones estableciera que el equipo se encuentra fuera de
especificaciones, será obligatorio proceder a su calibración en un centro
autorizado. Asimismo, deberá mantener la documentación y manuales de
funcionamiento de los citados equipos de medida.
8. Conservar, durante el período de garantía y mantenimiento concertados para la
instalación, la documentación y manuales de instalación y mantenimiento de los
equipos y materiales utilizados en la realización de las mismas, así como entregar
al titular de la propiedad, o su representación legal, las pertinentes instrucciones
de uso de las instalaciones realizadas.
9. Disponer de una documentación actualizada que recoja los textos legales
aplicables a la actividad que realicen.
10. Mantener al día un registro de las instalaciones ejecutadas y mantenidas, a
disposición de la Secretaría de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad
de la Información, al menos, durante los tres años inmediatos posteriores a la
finalización de los mismos.
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Anexo Seguridad y Salud
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ANEXO III
Formato tipo para Certificación
1. EMPLAZAMIENTO
 Datos del emplazamiento y situación de la instalación
2. PROMOTOR
 Datos del Promotor de la obra
3. INSTALADOR
 Datos completos del instalador de la instalación
4. CERTIFICADOR
 Datos de la empresa o persona que ejecuta la instalación, indicando
titulación, etc.
5. CARACTERISTICAS TECNICAS DEL SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO
 Indicar tipología del cableado, modelos, fabricantes de los distinto
elementos finalmente instalados, número de tomas, ubicaciones y todos
los datos que permitan caracterizar el sistema.
6. ESQUEMA SINOPTICO DEL CABLEADO ESTRUCTURADO
7. RESUMEN DE LA NORMATIVA TECNICA DE OBLIGADO CUMPLIMIENTO
 Normativa sobre cableado, sobre compatibilidad electromagnética, sobre
protección contra incendios y otras normativas aplicables.
8. PEOCEDIMIENTOS DE MEDIDA Y EQUIPOS UTILIZADOS
 Datos del equipo certificador indicando marca, modelo, nº de certificado
de calibración, variables comprobadas, relación de parámetros, etc.
9. INCIDENCIAS DETECTADAS EN LA INSTALACION
 Incluir todas las incidencias detectadas en la instalación que puedan ser
destacables y los resultados finales. Indicar la situación de elementos,
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Anexo Seguridad y Salud
Página105
seguridad física y eléctrica, disposición de elementos, enumerar las
incidencias aparecidas durante el proceso de certificación de los
parámetros de transmisión.
10. REULTADO DE LA CERTIFICACION
 Comprobada la instalación del cableado estructurado correspondiente a
los emplazamientos indicados al comienzo de este documento, se
concluye, según el protocolo de pruebas expuesto….
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