boletin informativo digital edición nº4

Santa Cruz-Bolivia, Abril 2012

CONTENIDO
BOLIVIA:
APORTE AL MANEJO RESPONSABLE DE 1 SOYA Y MAÍZ FEDERAÇÃO UNICAFES PR PROGRAMA AÇÕES PARA O ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS 3 POLÍTICAS PÚBLICAS DE ATER: 1ª CONFERENCIA NACIONAL DE ATER 4

APORTE AL MANEJO RESPONSABLE DE SOYA Y MAÍZ 130.000 hectáreas de Soya y Maíz manejadas con Control Biológico

PA R C E L A S D E M O S T R AT I VA S MANEJADAS CON BIOREGULADORES AGROECOLÓGICOS 7 F I N C A S M O D E LO S D E L Í D E R E S TECNOLÓGICOS 8 SESIONÓ EL CONSEJO DIRECTIVO CON LA PRESENCIA DE LOS 21 MIEMBROS TITULARES Y VARIOS SUPLENTES 9 MARIO BUZZALINO: PRESIDENTE DE CNFR NUEVO 10
443.625 Dosis de Productos Biológicos Transferidos

DISCURSO DEL NUEVO PRESIDENTE DE CNFR 11
ELABORADO POR:

Fundación AGRESTE www.fundacionagreste.org.ar/ Comisión Nacional de Fomento Rural www.cnfr.org.uy/ Sociedad de Estudios Rurales y Cultura Popular www.ser.org.py/ UNICAFES - União Nacional da Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária www.unicafes.org.br Con el apoyo de:

El aporte de PROBIOMA, al manejo responsable de la soya entre el 2005 y el 2011, se ha traducido en casi medio millón de dosis de productos biológicos transferidos, cubriendo cerca de 130.000 hectáreas de cultivos de soya y maíz. De esta manera se ha logrado sustituir más de 60.000 litros de agroquímicos, que no se han aplicado a los cultivos ni al suelo. Proporcionando asistencia técnica a más de 4.100 productoras y productores de soya y maíz.

Otro logro importante en la Segunda fase del Programa ha sido el trabajo con grupos de mujeres productoras, que han sobrepasado las expectativas del Programa. Las mujeres han recibido capacitación en temas productivos, de organización y género, de esta manera han logrado consolidarse en los niveles de decisión en lo referente a la administración de la parcela familiar. Asimismo se han formado 54 promotoras ambientales líderes que representan a 10 comunidades.

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Los criterios de responsabilidad social y ambiental también se han reflejado en la producción de más de 100.000 plantines, que han cubierto más de 42 hectáreas de plantaciones forestales y más de 220 kilómetros de cortinas rompevientos, las mismas que están protegiendo en la actualidad 4.850 hectáreas de cultivos que no sufrirán la erosión eólica y al mismo tiempo evitarán la diseminación de plagas, especialmente de la roya asiática y evitarán las inundaciones.

Observamos entonces que los números son una reflejo objetivo de que la soya manejada bajo criterios de responsabilidad social y ambiental elaborados con los productores de soya, es una realidad que se ha concretizado en Bolivia y que debería ser replicada en los países del Mercosur que hoy son los mayores productores de soya del mundo. Al mismo tiempo, el aporte del control biológico desarrollado en Bolivia, es una muestra clara que con esta alternativa podemos aportar a la seguridad y soberanía alimentaria sin acudir a la manipulación genética y al uso intensivo de agroquímicos. El primer paso esta dado y no se hubiera logrado sin el apoyo de CORDAID. Ahora el reto es multiplicar esta experiencia en los demás países del MERCOSUR, para el beneficio de la salud humana, la conservación de la biodiversidad, la independencia tecnológica y la seguridad y soberanía alimentaria de nuestros países.

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BRASIL:

FEDERAÇÃO UNICAFES PR PROGRAMA AÇÕES PARA O ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS
-Ar ticular parcerias internacionais no fortalecimento das cooperativas; -Construir estratégias de expansão do cooperativismo nas diversas regiões do país, com articulação de unidades estaduais; -Organização de programas de financiamentos acessíveis para inversão de infraestrutura rural e fortalecimento dos mecanismos de comercialização; - Oficina para apresentação de propostas de Lei Ano das Cooperativas; -Liberação de articuladores estaduais do cooperativismo para incentivar e facilitar o estabelecimento e o desenvolvimento de cooperativas, adotando medida de organização para povos que vivem dentro pobreza; - Constituição de bases cooperativistas para fomento as cooperativas, especialmente na gestão, auditoria e técnicas de comercialização; - Desenvolvimento e aplicação de software contábil administrativo; - Aumentar a consciência do público sobre a contribuição das cooperativas na geração de emprego e no desenvolvimento econômico; - Lançamento Amigo das Cooperativas – Kit cooperativo.

Aumentar a consciência pública sobre as cooperativas e suas contribuições para o desenvolvimento socioeconômico. Esta é uma das principais metas da Federação Unicafes PR para 2012, o Ano Internacional das Cooperativas. O tema está sendo considerado no âmbito mundial como de grande importância para as cooperativas. Desta maneira, é importante que as diversas regiões do Brasil vivam este momento com intensidade, consolidando e fortalecendo parcerias e iniciativas locais. Em seu planejamento para este ano, a Unicafes PR programou algumas ações junto as cooperativas filiadas: - Programas e projetos referentes o Ano das Cooperativas; - Busca de apoio de parceiros; - Banco de dados cooperativos; - Mapeamento do potencial cooperativo das regiões do País; - Realização de seminários municipais, regionais e estaduais; - Momentos de interação entre Cooperativas, Parceiros e Governo; - Rodadas de negociação junto aos Ministérios sobre políticas públicas; - Contribuição das cooperativas para erradicação da pobreza extrema;

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BRASIL:

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ATER: 1ª CONFERENCIA NACIONAL DE ATER
sistemas de produção conhecidos à época como “agricultura alternativa”, rompendo com a dependência do uso de insumos externos industriais. Nos últimos oito anos, o debate sobre vida digna no campo e sobre a importância da agricultura para o país ganha força. O Brasil entra em uma nova e promissora fase ainda não experimentada na sua história: crescimento econômico com distribuição de renda. A sociedade civil se fortalece, a democracia se consolida, as ações afirmativas ganham força e o olhar sobre o campo é modificado, rompendo o estereótipo do rural como sinal de atraso. Neste período a ATER passa por um processo de redefinição do seu papel e da orientação técnica e metodológica para a promoção do desenvolvimento rural. A PNATER define como princípios o desenvolvimento rural sustentado, compatível com a utilização adequada dos recursos naturais e com a preservação do meio ambiente, adotando a agroecologia como base tecnológica para atingir este objetivo. A PNATER define ainda a adoção de metodologias participativas, com enfoque multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural, buscando a construção da cidadania e a democratização da gestão da política pública, as dimensões de geração, raça e etnia, a igualdade nas relações de gênero e a contribuição para a segurança e soberania alimentar e nutricional. A Lei de ATER, no essencial, consolidou esta perspectiva.

Com o tema: Ater para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária e o Desenvolvimento Sustentável do Brasil Rural, neste mês de março estão ocorrendo as conferências regionais e estaduais, que fecharão com a 1ª Conferência Nacional de ATER. A história da Extensão Rural permeia o processo de desenvolvimento da agricultura no Brasil. O extensionismo esteve presente em todas as fases do desenvolvimento agrícola e do desenvolvimento rural do país, respondendo às definições político-econômicas dos governos vigentes. Década após década, com diferentes formatos institucionais e abordagens, na medida em que foram estruturados, os serviços de Ater participaram ativamente do processo de desenvolvimento rural. Primeiro, supervisionando crédito e levando conhecimento para a produção agrícola e de economia doméstica, visando o bem estar das famílias. Em seguida, transferindo as técnicas da chamada Revolução Verde (adubos químicos, sementes melhoradas, agrotóxicos) visando modernizar a agricultura e massificando o crédito rural orientado para produção de commodities. Na fase mais recente da evolução dos serviços de ATER definiu-se o “pequeno produtor” como público prioritário, mantendo-se a orientação para a adoção das técnicas da Revolução Verde. De forma embrionária, setores dos ser viços de ATER, sobretudo não governamental, iniciaram experiências com

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Entretanto, a aplicação dos novos princípios contidos na PNATER não se deu automaticamente e os serviços de ATER mantiveram, na sua maioria, os conceitos e a orientação técnica da Revolução Verde, expandindo o uso de insumos químicos e sementes melhoradas, a adoção de monoculturas e ampliando a dependência da agricultura familiar em relação ao crédito rural. Este cenário remete a novos e grandes desafios, tais como: • O aprofundamento e a aceleração da transformação dos ser viços de ATER, substituindo a difusão do uso de insumos químicos e sementes melhoradas pelas práticas da agroecologia; • A universalização dos serviços de Ater, permitindo a mais de 4 milhões de famílias de agricultores, assentados da reforma agrária, indígenas, quilombolas e outros povos tradicionais o acesso a políticas públicas de inclusão produtiva e social;

• O redesenho da sistemática dos serviços de Ater no país, apontando para um modelo de gestão da política de Ater que seja federativo, articulado, integrado, participativo e sustentável, a partir de um sistema único, com papéis e responsabilidades estabelecidos, definindo instrumentos de financiamento dos serviços e qualificação dos já existentes, como a Lei e as Chamadas Públicas, que garantam a continuidade das atividades, a qualificação da gestão e do controle social; • A definição de estratégias de qualificação e ampliação dos quadros técnicos, garantindo a aplicação das práticas da agroecologia e uma abordagem participativa, conforme estabelecido na Pnater, com a percepção das diferenças entre os públicos da agricultura familiar, da reforma agrária, povos e comunidades tradicionais, que contemple a afirmação contínua do papel das mulheres rurais no processo de desenvolvimento rural sustentável, diminuindo as desigualdades e garantindo a sucessão das famílias no campo;

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A Ater pública inaugurou uma nova fase em 2003, a partir da eleição de um governo popular. O Governo Federal recriou o Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – DATER, no Ministério do Desenvolvimento Agrário, dando inicio ao processo de reestruturação destes serviços. Em 2004, criou a Política Nacional de Ater - Pnater, com a participação da Ater governamental e não governamental. Na Reforma Agrária, criou a Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária – ATES, promovendo a retomada destes serviços nos assentamentos. Em 2010, o Governo Federal sancionou a Lei Nº 12.188, a qual consolidou a Pnater e instituiu o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a agricultura familiar e na Reforma Agrária – Pronater, a forma de contratação de serviços por meio de chamada pública, com dispensa de licitação, e a Conferência Nacional de Ater, a cada quatro anos. • A consolidação dos serviços de Ater voltados para formas de produção e meios de vida mais sustentáveis na Agricultura Familiar. Os serviços de ATER vivem um momento de transição, pois se ampliaram a sua abrangência e passaram a incluir serviços dirigidos para setores antes pouco contemplados (mulheres, quilombolas e indígenas) eles ainda necessitam de intensificar as transformações metodológicas e técnicas exigidas pelas definições da PNATER e voltar-se de forma majoritária para a promoção do desenvolvimento agroecológico. Nesta Conferência, teremos a oportunidade de debater sobre o papel e sugerir diretrizes para a Ater no desenvolvimento rural, em um país que cresce com distribuição de renda e que demanda cada vez mais alimentos. Buscando um rural com

gente que possa produzir que mantenha ocupações, gere novos postos de trabalho e proporcione mais qualidade de vida para as famílias que nele vivem e para a sociedade de uma maneira geral. Para apoiar este debate, foram criados Eixos Temáticos: Ater para o Desenvolvimento Rural Sustentável; Ater para a redução da desigualdade social; Políticas Públicas; Gestões, Financiamento, Demanda e Oferta de Serviços de Ater; e Metodologia de Ater - Abordagens de Extensão Rural. Temas esses que foram debatidos nas oficinas, e propostas foram levantadas e aprovadas para a melhoria dos serviços. A participação das instituições desde a pressão para a criação da Lei de Ater e sua implementação, até neste momento que discussão da direção e melhoria da qualidade da Ater no Brasil. Através das lutas dos movimentos sociais organizados, como o CENATER (Central das Cooperativas de Assistência Técnica e Extensão Rural) e UNICAFES, na negociação com o governo, alguns avanços foram alcançados, como a construção de editais para prestação de serviços de Ater a grupos de agricultores. Porém esses chamamentos públicos necessitam de algumas adequações para possibilitar maior flexibilidade das ações de Ater, e proporcione continuidade dos trabalhos. A Conferência Nacional de ATER, ocorrerá no dia 23 à 26 de abril de 2012, em Brasília, estes temas serão debatidos e aprofundados buscando a melhoria desta política pública de ATER, para disponibilizar um serviço de qualidade, com visão sistêmica e diferenciada, ofertando alternativas para os agricultores familiares.

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PARAGUAY:

PA R C E L A S D E M O S T R AT I VA S M A N E J A D A S C O N BIOREGULADORES AGROECOLÓGICOS

En los meses de enero y febrero, los líderes tecnológicos , con sus fincas modelo y sus parcelas demostrativas, estuvieron trabajando en sus respectivos comités en la elaboración de extractos botánicos, caldos sulfocálcicos y biofertiser. Fueron prácticas muy interesantes en las que todos aprendieron. Luego de las prácticas, se procedió a la aplicación de los insumos no sólo en las parcelas de los líderes tecnológicos, sino también en las parcelas de los miembros de los comités, en cultivos de algodón, sésamo, soja, poroto, maíz y mandioca. Los productores experimentaron, en sus fincas, lo que aprendieron en el curso de manejo ecológico de plagas y enfermedades, que se realizó con la cooperación de PROBIOMA. Donde

se trabajó bajo la consigna "Plantas bien alimentadas no son atacadas por las plagas ni por las enfermedades". A esta altura de las prácticas , se tienen evidencias experimentales del mejor desempeño de las plantas ante el grave problema de la sequía y se puede constatar la eficacia del manejo ecológico de plagas y enfermedades.

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PARAGUAY:

FINCAS MODELOS DE LOS LÍDERES TECNOLÓGICOS
la moringa y se está promocionando la plantación de yerba mate en las reservas de bosques familiares. En las comunidades de Abai son productores de soja transgénica, aunque existe un número considerable de productores organizados que con la asistencia técnica agroecológica de SER, están reconvirtiendo nuevamente sus fincas en fincas convencionales, con compromiso para la conversión agroecológica y orgánica. En el 2010, se inició la promoción de la soja convencional, en el 2011 se tuvo una respuesta positiva. Esperamos que en esta gestión podamos tener una estructura productiva con capacidad de acopio y comercialización de la soja familiar responsable (no transgénica) e iniciar el proceso de la transición hacia la producción orgánica.

Se tiene fincas modelos en las comunidades de Aguerito y Yaguareté en el Departamento de San Pedro. También se tiene fincas modelos en las comunidades de Yhu, Vaquería y Caaguazú, en el Departamento de Caaguazú y en el Departamento de Caazapá las encontramos en la comunidad de Abai. Las comunidades de Aguerito y Yaguarete producen sésamo, poroto, maíz y mandioca. Actualmente, están con un grave ataque de moscas blancas en sus mandiocales. En esta región se está introduciendo la producción de la chia, la moringa y yerba mate, en sus reservas de bosques familiares. En las comunidades de Yhu, Vaquería y Caaguazú el algodón, elporoto, el maíz y la mandioca y un poco de sésamo son los productos más comunes. Se está introduciendo la producción de la chia y

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URUGUAY:

SESIONÓ EL CONSEJO DIRECTIVO CON LA PRESENCIA DE LOS 21 MIEMBROS TITULARES Y VARIOS SUPLENTES

El martes 20 se realizó en nuestra sede la última sesión del año del Consejo Directivo, y la primera que se realiza con la nueva integración surgida del acto eleccionario efectuado en la 96ª Asamblea Anual Ordinaria de octubre pasado en Tarariras. Cabe destacar que se contó con la presencia de los 21 consejeros titulares y un importante número de suplentes e integrantes de la Comisión Fiscal. En la reunión, además de la consideración del Acta de la sesión de agosto pasado y del informe de actividades de la Mesa Ejecutiva, se llevó a cabo la distribución de cargos por voto secreto y cargo a cargo, como lo dictaminan los estatutos de CNFR.

En el cierre del acto, se contó con la presencia del Subsecretario de Ganadería, Agricultura y Pesca, Ing. Agr. Daniel Garín; del Presidente del INC, Ing. Agr. Andrés Berterreche, y de los Directores del mismo, Sr. Julio Roquero e Ing. Agr. Nilsa Pérez; el Presidente del IPA, Ing. Agr. Nicolás Shaw; la Directora del BPS, Cra. Elvira Domínguez y su alterno el Sr. Javier Verdino; el Director del Proyecto SNAP, Ing. Agr. Guillermo Scarlato y técnicos de ese proyecto; el Ing. Agr. Alfredo Albín de INIA; y otros allegados a CNFR.

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URUGUAY:

MARIO BUZZALINO: NUEVO PRESIDENTE DE CNFR

El mencionado dirigente, de 55 años de edad y de destacada gestión en el Consejo Directivo y en la Mesa Ejecutiva de CNFR, en la que actuó en los dos últimos períodos como Tesorero, fue electo para ocupar la máxima jerarquía de la Institución. Es un pequeño productor hortícola de la zona del Rincón del Colorado y fue Presidente de la SFR local. El resto de la Mesa Ejecutiva quedó integrada de la siguiente manera:
Primera Vicepresidente: Sra. Macarena Castro (SFR de

largo de su gestión y reiteró su compromiso de seguir aportando su esfuerzo a CNFR desde su puesto de lucha en el Consejo Directivo. Por último, se refirió en forma muy especial al Ing. Agr. Mario Costa —recientemente fallecido— y que lo acompañó como Vicepresidente en los dos ejercicios de su Presidencia. El flamante Presidente, por su parte, agradeció la confianza depositada en su persona, se comprometió a hacer todo lo que esté a su alcance para cumplir con los objetivos institucionales y destacó el apoyo de los integrantes de la Mesa Ejecutiva y de los funcionarios de CNFR. También hizo un reconocimiento al Ing. Agr. Mario Costa por su trayectoria como dirigente y resaltó sus cualidades personales y vocación de servicio.

Masoller)
Secretario General Primer Secretario Tesorero : Sr. Fernando López (CALELCO) : Sr. Amado Ferrari (CALAPIS) : Sr. Mario Colom (SFR Defensa

Agraria)
Segunda Vicepresidente: Sra. María Teresa de los Santos

(SFR Ruta 31 Basalto) Segundo Secretario : Ing. Agr. José Mesa (SFR de Ortiz)
Pro Tesorero : Ing. Agr. Joaquín Mangado (SFR

Piedras de Afilar – PICASO)

En el momento del traspaso de mando, el Sr. Ermes Peyronel hizo un recuento de lo realizado por la Institución en sus cuatro años de gestión como Presidente, destacando los logros y reconociendo que quedaron muchas cosas por hacer. En ese sentido, expresó los mejores augurios para el Sr. Buzzalino y los nuevos integrantes del Consejo Directivo, a la vez que encomendó a todos asumir el compromiso con la responsabilidad requerida por el momento que vive la Producción Familiar de nuestro país. También hizo un reconocimiento especial a los integrantes de la Mesa Ejecutiva y funcionarios que le acompañaron a lo

Mario Buzzalino: nuevo Presidente de CNFR

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URUGUAY:

DISCURSO DEL NUEVO PRESIDENTE DE CNFR
que corresponde a la enorme responsabilidad que Uds. me han confiado, tengan la tranquilidad de que la asumiré con el mayor entusiasmo y dedicación, pero no tengan dudas de que necesitaré del compromiso de todos y cada uno de Uds. Tenemos un buen diálogo con el Sr. Ministro y con las autoridades nacionales, pero será muy difícil reivindicar y obtener los respaldos requeridos por nuestra Producción Familiar, si no cumplimos con la parte que a nosotros nos corresponde. De poco o nada nos servirán los apoyos, si no estamos preparados para gestionarlos y ejecutarlos de manera eficaz y eficiente. Para enfrentar tamaños desafíos, además de la voluntad hace falta el compromiso y fundamentalmente nuestra formación y capacitación. Sin desconocer el grave proceso de emigración rural que nuestro país ha venido padeciendo, felizmente aún quedan varios miles de familias en nuestro medio rural y gran parte de ellas formando parte de nuestro Sistema de Fomento Rural. El futuro de esas familias, por supuesto que depende en primer lugar de lo que sus integrantes hagan; pero no les quepan dudas de que también depende de la gestión que todos nosotros en nuestra CNFR podemos y debemos cumplir, para que se hagan realidad sus sueños de permanecer en el medio rural".
¡¡MUCHAS GRACIAS!! ¡¡Y AL TRABAJO QUE NOS QUEDA MUCHO POR HACER!!

El presidente de CNFR, en su discurso resaltó los logros y el trabajo de la institución en temas de vital interes para los productores y para la sociedad en general, hizo un pequeño análisis de los aspectos negativos con lo que ha lidiado la directiva, pero señaló que seguirá trabajando en ellos con igual dedicación. En la ocasión , exhortó a todos a acompañarlo en el desafio de dirigir la institución, y lo hizo en las siguientes palabras: "Seguimos promoviendo la participación de nuestras entidades de base en las Mesas de Desarrollo Rural y al constatar algunas deficiencias en el funcionamiento de las mismas, realizamos una encuesta a las organizaciones de base, que fue respondida por 44 entidades de los 18 departamentos en los que CNFR tiene presencia institucional. Como verán Sres. Consejeros y fundamentalmente quienes hoy debutan en ese rol, estamos asumiendo enormes desafíos, pero en una coyuntura que será favorable en la medida en que todos asumamos este compromiso con el entusiasmo y dedicación imprescindibles. En lo

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