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Albert regressa a casa
Tempo de dizer adeus
Páginas de uma viagem
Serie de libros electrónicos30 títulos

Narrativa

Calificación: 3 de 5 estrellas

3/5

()

Información sobre esta serie

UNA ÉPICA SAGA FAMILIAR, UNA NOVELA SOBRE LA MEMORIA Y LA IDENTIDAD
A medida que avanza la demencia de su madre, Christian Berkel intenta salvar lo que queda de la memoria de su familia. Revisa archivos, lee cartas, encuentra antiguas fotografías y viaja por todo el mundo. Reconstruye un puzle de emociones, y las piezas que faltan se ve obligado a imaginarlas. El resultado es una historia familiar épica que nos lleva a lo largo del siglo xx y nos cuenta una increíble historia de amor que desafía al tiempo, al espacio y al odio.
Berlín 1932. Sala y Otto tienen trece y diecisiete años cuando se enamoran. Él procede de una familia obrera de los bajos fondos berlineses. Ella es judía e hija de una excéntrica familia de intelectuales. En 1938, Sala tiene que abandonar Alemania para refugiarse primero en Madrid, en plena guerra, y luego en París, hasta que los alemanes invaden Francia… mientras Otto va al frente como médico militar. Sala es denunciada e internada en el campo de concentración de Gurs, donde los prisioneros mueren de hambre y de enfermedades, y aquellos que sobreviven son deportados a Auschwitz. Pero Sala tiene suerte al poder esconderse en un tren con destino a Leipzig.
Otto caerá prisionero de los rusos.
Sala emprende una larga odisea para llegar a Buenos Aires, pero, pese a los años transcurridos, jamás se olvidan el uno del otro...
IdiomaEspañol
Fecha de lanzamiento1 abr 2016
Albert regressa a casa
Tempo de dizer adeus
Páginas de uma viagem

Títulos en esta serie (38)

  • Páginas de uma viagem
    Páginas de uma viagem
    Páginas de uma viagem

    Da autora da trilogia Tatiana & Alexander, chega este novo relato épico; esta dilaceradora e apaixonante história sobre um amor perdido e reencontrado que ficará consigo para sempre… Apaixonar-se era a parte fácil… Chloe está a poucas semanas de ir para a universidade quando embarca numa viagem pela Europa com o namorado e os seus dois melhores amigos. O destino é Barcelona, com a sua promessa de romance e mistérios, mas primeiro deverão fazer um périplo pelas históricas cidades da Europa de Leste para saldar uma velha dívida familiar. Enquanto percorrem os desconhecidos enclaves do mundo pós-comunista numa viagem de comboio, Chloe conhece um rapaz que vai para a guerra. Johnny tem uma guitarra, um sorriso contagioso e uma vida inteira de segredos. O trajeto pelo velho continente converte-se numa perigosa viagem pelo lado obscuro do passado da Europa e de Johnny; uma jornada que ameaça destruir os vínculos que unem os quatro amigos de toda a vida. De Riga a Trieste, passando por Treblinka, Chloe vai enfrentar os seus mais profundos desejos quando estes põem em risco o futuro que ela pensou que queria. Para Chloe e Johnny só uma coisa é certa: seja qual for o destino, as suas vidas nunca mais voltarão a ser as mesmas.

  • Albert regressa a casa
    Albert regressa a casa
    Albert regressa a casa

    A grande depressão converteu o sonho americano numa tragédia amarga e é aqui que começa a épica aventura de Elsie e Homer… Uma viagem de quase dois mil quilómetros com um caimão no banco de trás e com John Steinbeck como passageiro. Nos Estados Unidos de 1930, a Grande Depressão encurtou os horizontes e Elsie Lavender encontra-se, mais uma vez, onde começou: numa povoação mineira da Virgínia Ocidental. Resta-lhe apenas uma recordação dos dias felizes passados em Orlando: um caimão bebé chamado Albert. Mas tudo muda no dia em que acaba a proverbial paciência do seu marido e Elsie tem de escolher entre Homer e Albert. Depois de pensar no assunto durante algum tempo, Elsie decide que só há uma coisa a fazer: levar Albert de volta para a Florida, o seu verdadeiro lar. Do autor de best-sellers Homer Hickmam chega-nos este maravilhoso romance sobre um homem, uma mulher e o seu caimão.

  • Tempo de dizer adeus
    Tempo de dizer adeus
    Tempo de dizer adeus

    Como abandonas a pessoa que mais amas? Com seis anos, Ella, a filha de Will Curtis, sabe que o pai nunca a abandonará. Afinal, ele prometera-lho quando a mãe morrera. E fará tudo o que lhe for possível para manter a sua palavra. O que Will não sabe é que a promessa que fez à filha pode ser mais difícil de cumprir do que imaginava. Quando confrontado com uma decisão impossível, Will descobre que a opção mais óbvia pode não ser a correta. Mas o futuro está cheio de surpresas inesperadas. E pai e filha estão prestes a embarcar juntos numa viagem inesquecível ...

  • As cores do céu
    As cores do céu
    As cores do céu

    Mukta, uma menina de dez anos, pertencente à casta Yellamma, chegou à idade de cumprir o seu destino convertendo-se em prostituta do templo. Numa tentativa de fuga deste fado, é levada para Bombaim onde é acolhida por uma família. Aí descobre a amizade de Tara, a filha de oito anos da família de acolhimento, que a ajuda a superar as feridas do passado. Tara introduz Mukta num mundo novo: gelados e doces, poemas e histórias, e uma amizade como nunca antes vivera. Em 1993, Mukta é sequestrada do quarto de Tara. Onze anos depois, Tara ainda se culpa pelo que se passou e embarca numa viagem à procura de Mukta que a levará a descobrir segredos da sua própria família. De uma pequena povoação indiana à agitada Bombaim, Los Angeles e volta atrás, no meio do brutal mundo do tráfico de seres humanos, este é um retrato comovente da amizade, uma história de amor, traição e redenção que resiste à passagem do tempo.

  • Uma viagem inesquecível
    Uma viagem inesquecível
    Uma viagem inesquecível

    Os Robina partilharam uma vida maravilhosa por mais de sessenta anos. Agora, já com oitenta e tal, Ella tem cancro e John sofre de Alzheimer. Na ânsia de viver uma grande aventura, estes "velhotes em apuros" fogem da supervisão dos filhos e dos médicos, que parecem querer controlar-lhes as vidas, deixando para trás a sua casa nos arredores de Detroit, decididos a viver umas férias proibidas e a redescobrir toda uma vida. Com Ella a fazer de atenta copiloto, John conduz a caravana Leisure Seeker de 78 pelas vias esquecidas da Rota 66 até à Disneyland, em busca de um passado muito doloroso de recordar. Mas apesar disso, Ella está decidida a demonstrar que tudo se pode repetir na vida… mesmo que todos digam o contrário.

  • Rosie e os seus maravilhosos óculos coloridos
    Rosie e os seus maravilhosos óculos coloridos
    Rosie e os seus maravilhosos óculos coloridos

    Tal como os opostos se atraem, também podem causar fricção. E ninguém sente mais fricção do que Willow, filha de Rex e Rosie. Rex é um homem sério, pouco emocional e cola listas de tarefas na porta do quarto de Willow. Rosie é cintilante e encantadora e encontra-se com Willow a meio da noite na casa da árvore para fazerem banquetes de doces. Depois do divórcio de Rex e Rosie, Willow vê-se a navegar entre os seus dois mundos tão diferentes. Vive sem sombra de dúvida sob o encantamento da sua emocionante, divertida e amorosa mãe. Mas quando o comportamento de Rosie se torna mais turbulento, são revelados os alicerces mais negros do seu amor maníaco. Há muito que Rex retirou os maravilhosos óculos coloridos de Rosie, mas será que Willow vai fazer o mesmo?

  • O homem que foi para Marte porque queria estar sozinho
    O homem que foi para Marte porque queria estar sozinho
    O homem que foi para Marte porque queria estar sozinho

    Todos conhecemos alguém como Thomas. É aquele vizinho resmungão que se queixa do nosso comportamento à mínima coisa nas reuniões de condomínio. Aquele senhor que se incomoda se nos vir a contar os trocos e tiver de esperar mais um minuto atrás de nós na fila do supermercado. Ou aquele colega que manda um e-mail com conhecimento de toda a empresa quando não reparamos que acabámos com o café... Thomas sente-se absolutamente satisfeito por estar sozinho, longe dos demais e dos seus problemas. Só que debaixo daquela aparência rabugenta esconde-se uma história e uma tristeza dolorosamente familiares. E, por isso, está prestes a ir numa viagem sem retorno para Marte e a conhecer os Ormerod, uma família disfuncional encantadora que mudará a sua visão do mundo... Tudo começa quando a fantástica avó Gladys, que sofre de princípio de demência, atende uma misteriosa chamada telefónica de um número desconhecido...

  • Depois do dilúvio
    Depois do dilúvio
    Depois do dilúvio

    Há pouco mais de um século, o nosso mundo sofreu uma transformação tremenda. Depois de anos em que o mar subiu lentamente de nível, abrindo caminho sobre o continente, a água acabou por apagar do mapa as maiores cidades costeiras dos Estados Unidos da América, seguindo depois para o interior, até só sobrar um arquipélago de cumes montanhosos onde proliferam colónias rodeadas por mar aberto. Myra, uma mulher teimosa e independente, e Pearl, a sua precoce filha de sete anos, pescam com o seu barco, o Pássaro, e só pisam terra para fazer trocas de provisões e de informação nos poucos redutos remanescentes de civilização. Há sete anos que Myra chora a perda da sua filha mais velha, Row, que foi raptada pelo pai depois de um dilúvio monstruoso lhes ter engolido a casa no Nebrasca. Tempos depois, durante um confronto violento com um desconhecido, Myra descobre subitamente que Row foi vista num acampamento distante perto do Círculo Polar Ártico. Ignorando a sua cautela habitual, Myra e Pearl embarcam numa viagem perigosa através dos gélidos mares do norte, agarradas à esperança de que Row ainda lá esteja. Na sua viagem, Myra e Pearl unirão forças a um barco maior, um navío onde Myra surpreendentemente se vê a criar laços com os restantes tripulantes. Mas os segredos, a luxúria e a traição ameaçam-lhes o sonho. Depois de os seus destinos sofrerem uma reviravolta chocante e sangrenta, Myra tem de enfrentar o dilema de perceber se o salvamento de Row justifica colocar Pearl e os seus companheiros de viagem em risco. "Uma história angustiante, às veces brutal, sobre a busca arrepiante que uma mãe empreende à procura da filha num mundo pós-apocalíptico. Cativadora e surpreendente." Liv Constantine, autora do best seller A conspiracão da senhora Parrish "Sem dúvida um relato brilhante sobre o trauma e a dor. Num mundo alagado, Myra não só aprende a sobreviver —e tudo o demais necessário para poder navegar entre saqueadores, vilões, predadores e coisas piores naquilo que antes era a América do Norte —, como também se prepara para conseguir confi ar em si e nos outros. Nós acompanhamo-la durante a viagem. Myra é uma das heroínas mais memoráveis que conhecemos nos últimos anos." Theodore Wheeler, autor de Kings of Broken Things "Com o seu primeiro romance, Montag consegue unir o drama viciante à profundidade emocional e recriação vívida de um mundo onde a sociedade se reconstrói desde o zero e a história se repete." Kirkus

  • Ve y pon un centinela
    Ve y pon un centinela
    Ve y pon un centinela

    Estamos ante uno de los grandes acontecimientos literarios de los últimos tiempos: la publicación de la primera novela de Harper Lee, la admirada autora del bestseller ganador del Premio Pulitzer Matar a un ruiseñor. El libro fue escrito a mediados de los años 50, y fue el primer manuscrito que Harper Lee presentó a sus editores antes de Matar a un ruiseñor. Este manuscrito se dio por perdido hasta que fue descubierto a finales de 2014. Ve y pon un centinela nos presenta a muchos de los personajes de Matar a un ruiseñor, aunque unos veinte años más tarde. Jean Louise Finch —Scout— regresa a su hogar en Maycomb para visitar a su padre, pero tendrá que enfrentarse con problemas personales y políticos que involucran a Atticus, la sociedad y al pequeño pueblo de Alabama que la vio nacer. El libro proyecta una nueva y fascinante luz sobre el clásico de Harper Lee al explorar cómo los personajes de Matar a un ruiseñor se adaptan a los turbulentos acontecimientos que transforman a Estados Unidos a mediados de los años 50. Esta gran autora nos deleita con una historia conmovedora, divertida y convincente. En definitiva, una magnífica novela. Nelle Harper Lee es conocida por haber ganado el premio Pulitzer con su novela Matar a un ruiseñor. En 1999 fue elegida como la mejor novela del siglo a través de una votación de Library Journal. Harper Lee fue galardonada en 2007 con la Medalla Presidencial de la Libertad por su contribución a la literatura. Lee no fue la típica niña femenina y disfrutaba de la compañía de su compañero de escuela Truman Capote. __________ La prensa internacional también se hace eco de este gran evento: Witherspoon dijo a USA Today con referencia al audio-libro que, como sureña, es un honor y un privilegio ponerle voz a los personajes del sur, Scout y Atticus Finch, que despertaron mi amor a la lectura desde la infancia. La estrella ganadora del Oscar añadió: estoy deseando, a través de la excepcional prosa de Harper Lee, poder hacer que los lectores se transporten a un momento crucial en la historia de los Estados Unidos. Revista Time Ve y pon un centinela, una novela absorbente y turbadora, más profunda y menos optimista, más potente y menos nostálgica, más compleja y reivindicativa. NTS!Webzine Harper Lee velve a desplegar una narración extraordinaria, clásica y rica en diversas lecturas. José Alberto Arias Pereira Una Harper Lee más realista, política, combativa, directa, contundente, feminista, audaz y arriesgada. El País Está narrada en tercera persona con un ritmo tranquilo en el que la acción no es muy acusada en favor de la exposición de ideas y argumentos. Son destacables los diálogos. Además Harper Lee sigue narrando con desparpajo y sentido del humor añadiendo alguna anécdota o historia entrañable que nos sacara una sonrisa. Adivina quién lee Me ha resultado muy agradable volver a ese condado de Maycomb, y ver cómo ha crecido y se ha convertido en una joven con las ideas muy claras, que defiende los derechos civiles de todos los ciudadanos en una época convulsa. Anika entre libros

  • El verano de nunca acabar
    El verano de nunca acabar
    El verano de nunca acabar

    "El verano de nunca acabar" es una sátira sobre el frentismo patrio que trata con la misma irreverencia y el mismo afecto a rojos y fachas, carcas y progres. Una novela feroz, hilarante y bienintencionada para lectores de cualquier pelaje. Ochenta años después de la Guerra Civil, una familia de la izquierda caviar y otra de la derecha ultramontana descubren con horror que han heredado una finca a medias. No queda más remedio que entenderse con esos otros. Entre negociaciones fallidas, intentos de estafa, rencores y garrotazos, Chaplin, un okupa amante de las tradiciones y Jimena, una broker con vocación de saltimbanqui, serán la última y disparatada posibilidad de reconciliación de las dos Españas. Aborda desde el humor un tema muy serio: enfrentameinto entre las llamadas dos Españas que parece lejos de superarse. Libros de arena Desde el primer momento (la publicación de sus esquelas en el ABC y El País, respectivamente), el lector encontrará una hilarante sucesión de situaciones y encontronazos plagados de tics propio de las dos ideologías enfrentadas: la caza contra el karma, la religiosidad de misa de nueve contra el laicismo más recalcitrante, el broker contra el okupa, los taurinos contra los anti… Toda una caricatura del frentismo contada a ritmo trepidante que se lee del tirón y sin perder nunca la sonrisa. Paisaje urbano

  • ¡Sorprendente!
    ¡Sorprendente!
    ¡Sorprendente!

    ¡Sorprendente! Es un increíble road trip por Brasil a bordo de un Chevrolet Opala capaz de hacernos llorar y reír en una misma página, en una misma frase. Pedro Diniz es cineasta, tiene 25 años y vive en São Paulo. En la adolescencia fue diagnosticado de una enfermedad degenerativa que lo condenaría a la ceguera. Contrarió la lógica de la medicina cuando su pérdida de visión se detuvo de forma inexplicable por lo que ahora puede dedicarse al cine, su gran pasión. Ahora tiene un reto y un problema por delante. El reto: filmar un magnífico guion capaz de sorprender al público y conquistar el premio más importante del cine brasileño. El problema: no tiene ni idea de cómo hacerlo. Pero la vida es muy distinta a las películas y los problemas no tardan en surgir... Y el joven cineasta descubre que, cuando el destino rehúye al script, nada supera al apoyo de los grandes amigos. ¡Un libro verdaderamente sorprendente! Es una novela llena de aprendizajes de principio a fin, desde el amor, los miedos, los prejuicios, los sueños o las decepciones.

  • El libro de memory
    El libro de memory
    El libro de memory

    "La historia que me has pedido que te cuente no comienza con la conmovedora fealdad de la muerte de Lloyd. Comienza un día de agosto de hace mucho tiempo, cuando el sol me abrasaba la cara y yo tenía nueve años, y mi padre y mi madre me vendieron a un desconocido. Digo mi padre y mi madre, pero en realidad fue mi madre..." La narradora de El libro de Memory es una mujer albina que languidece en la prisión de máxima seguridad de Chikurubi, en Harare, Zimbabue, donde está encarcelada por asesinato. Como parte de su apelación, su abogada le pide a Memory que escriba a una periodista americana interesada en su caso todo lo que sucedió tal y como ella lo recuerda. En su país la pena de muerte es preceptiva en casos de asesinato, y Memory escribe literalmente para salvar su vida. A medida que se despliega la narración de su vida, cuajada de un sorprendente sentido del humor, sabemos que ha sido juzgada y condenada por el asesinato de Lloyd Hendricks, su padre adoptivo. Pero, ¿quién era Lloyd Hendricks? ¿Por qué Memory no siente remordimientos por su muerte? Y, ¿sucedió todo tal y como ella lo recuerda? Moviéndose entre las barriadas de los negros pobres y las zonas residenciales de los blancos ricos, entre pasado y presente, Memory va tejiendo un relato fascinante en el que se entrelazan el amor, la obsesión, la inevitabilidad del destino y las trampas de la memoria. NOVELA FINALISTA DE LOS PREMIOS BAILEYS WOMEN'S PRIZE FOR FICTION Y PRIX FEMINA 2016. Esta primera novela de Petina Gappah ofrece una historia exótica y cargada de simbolismo y emotividad, de lectura sencilla y amena, que permite adentrarse en un contexto social y cultural alejado de nuestra realidad cotidiana, pero con algunas semejanzas en la naturaleza humana que hace que podamos empatizar con la protagonista, su historia y su memoria.

  • Viñetas
    Viñetas
    Viñetas

    Miguel regresa desde la universidad estadounidense en la que trabaja hasta la huerta y casa donde se crio, y que con tanto esfuerzo levantaron sus padres, cerca de una pequeña ciudad de provincias. Lo hace solo temporalmente y a regañadientes, reclamado por su hija Julia para aclarar la situación de esas tierras y esa casa que han pasado a pertenecerle una vez fallecido Antonio, su hermano mayor, de quien llevaba años distanciado. Su intención es romper definitivamente los lazos con el pasado, vendiendo todo aquello. Pero su hija intentará convencerlo del valor único de unos terrenos que, de ser vendidos, serían engullidos por la voracidad inmobiliaria. Y, sobre todo, quiere mediar entre su padre y la memoria del hermano difunto que preservó aquel patrimonio. Para ello intentará reconducirlo hasta los testimonios que Antonio fue atesorando y plasmó en las viñetas donde ha esbozado las historias compartidas. Al hilo de ellas irá rememorando las vivencias infantiles, en las que no faltan los momentos duros, incluso trágicos, de una familia que -como tantas otras en la década de 1950- hubo de emigrar a la ciudad huyendo de los amargos recuerdos de la guerra civil, en busca de una vida mejor. A pesar de su crudeza, y de que le obligan a enfrentarse con el trasfondo más turbio de su adolescencia, esas historias no carecen de humor. Están llenas de vida, de sensaciones a flor de piel y de un seco lirismo. Y le obligan a plantearse si no habrá llegado la hora de reconciliarse con sus orígenes, pasando el testigo a su hija y a un futuro renovado.

  • Albert vuelve a casa
    Albert vuelve a casa
    Albert vuelve a casa

    Big Fish y El diario de Noa se dan cita en esta evocadora historia acerca de un hombre, una mujer y su caimán. Un conmovedor tributo al amor, de la mano del autor de Rocket Boys, la aclamada novela autobiográfica que inspiró la película Cielo de octubre. Elsie Lavender y Homer Hickam (padre del autor) fueron juntos al instituto en la región minera de Virginia Occidental, donde se graduaron al iniciarse la Gran Depresión. Después de que Homer la pidiera sin éxito en matrimonio, Elsie decidió marcharse a Orlando, donde se enamoró de un actor y bailarín llamado Buddy Ebsen (el auténtico Buddy Ebsen). Pero tras la marcha de Buddy a Nueva York, las ilusiones de Elsie de compartir su vida con él se vinieron abajo y, sin saber muy bien cómo, se encontró de nuevo en los asentamientos mineros, casada con Homer. Insatisfecha con su vida de casada, Elsie recordaba cada día sus tiempos de felicidad en Orlando gracias al peculiar regalo de bodas que le envió Buddy: un caimán llamado Albert al que crio en la única bañera de su casa. Después de que Albert le mordiera los pantalones, Homer le dio un ultimátum: ¡O el caimán o yo!. Tras pensárselo un tiempo, Elsie resolvió que solo podía hacer una cosa: llevar a Albert a Florida, su verdadero hogar. Carrying Albert Home es el relato divertido, dulce y a veces trágico de una joven pareja y un extraordinario caimán embarcados en un alocado viaje de casi dos mil kilómetros. Esta divertidísima novela de Homer Hickam es, en definitiva, un testimonio de esa emoción extraña y maravillosa que, a falta de otra palabra, llamamos amor. Homer Hickam es escritor desde sus tiempos escolares, ha sido también minero, militar destinado en Vietnam, instructor de submarinismo, paleontólogo e ingeniero de la NASA. Actualmente, reparte su tiempo entre Alabama y las Islas Vírgenes. ____________ Se tiene que leer… Una aventura divertida y a la vez trágica sobre el viaje en coche de un marido y su mujer a través de Estados Unidos con el caimán Albert detrás. Marie Claire, UK De forma intencionada, esta novela es un improbable viaje bizarro a través del sur de Estados Unidos que a su vez es… una amalgama de Walter Mitty, por la imaginación que evoca, de La vida de Pi, a causa del mortal pero indispensable animal, y de Huckleberry Finn, por la imagen del viaje como la vida misma. BookPage Homer Hickam entrelaza tradición familiar, datos históricos, comedia y un toque de tristeza… Son esas líneas borrosas que existen entre la verdad, la poca fiabilidad de los recuerdos y la forma en la que las historias se estiran y se exageran con el tiempo que le dan a esta novela su encanto. Associated Press Albert vuelve a casa es en una palabra fantástico, por todo su romance, su humor, su acción de capa y espada, su conmovedor afecto y su tristeza lacrimógena. Florida Book Review Nos ha encantado de arriba abajo y nos hemos enamorado de sus protagonistas, especialmente de Homer y Albert. Mezcla de drama, humor y romanticismo, esta gran novela nos hace darnos cuenta, de hasta donde es capaz de llegar y todo lo que es capaz de hacer y de aguantar, una persona realmente enamorada. Un libro diferente que nos ha dejado con muy buen sabor de boca. Entérate de lo último

  • La victoria del perdedor
    La victoria del perdedor
    La victoria del perdedor

    La novela está llena de atractivos y resulta poderosa en su mensaje, bien trabada en la estructura y fiel recreación de todo un mundo y un tiempo que Reigosa narra con oficio y solvencia, haciéndonos creíble esa proeza de un "vengador solitario". Quiero destacar la construcción del personaje central, en el que se transparenta todo un proceso evolutivo de indudable hondura psicovital que lo enfrenta a grandes interrogantes. Armando Requeixo El Ideal Gallego Arcadio Macías, perdedor de una guerra y de una posguerra, prepara su fuga de España. Está convencido de que la lucha ha terminado. Pero la realidad, en forma de una represión que no cesa, pronto le demuestra lo contrario. Esto exacerba su rebeldía y le impide huir. Se convierte así en un combatiente solitario y vengador que cambiará la realidad de un territorio. Un hombre atrapado en un rincón de la Historia que ajusta cuentas con el mundo en que le ha tocado vivir. Carlos G. Reigosa construye con agilidad una acción estremecedora y absorbente que retrata la dialéctica embrutecedora entre la perversión de la victoria y el desvalimiento de la derrota. La crueldad resultante desborda la dimensión política para convertirse en ferocidad y desquite. La victoria del perdedor es la memoria escalofriante y turbadora de un tiempo de posguerra dominado por el terror y la violencia.  

  • El beso azul
    El beso azul
    El beso azul

    "Sierra i Fabra ha demostrado un dominio cada vez más excelente de la profesión con el uso de registros literarios bien diversos y con propuestas cada vez más singulares y efectivas. (…) En los últimos años y en sus últimas obras ha ido dinamitando los encorsetamientos y encasillamientos que se le habían aplicado, y ha terminado siendo reconocido también por la crítica, como antes ya lo fue por su público". Pep Molist, El País Rogelio, al que todos creían muerto en 1936, regresa en junio de 1977 al pueblo donde nació y fue fusilado junto a su padre y su hermano. Son los días de las primeras elecciones democráticas. Cuando la noticia se conoce, los sentimientos de los supervivientes se cruzan y reaparecen tras más de 40 años. Todos dan por hecho que vuelve para vengarse, pero el regreso lo hace con su esposa, veinte años más joven que él, y su hija de 19 años. Rogelio no sabe quién le delató entonces, por qué está vivo, por qué las balas de los que le fusilaron no le alcanzaron. Tras caer a la fosa logró zafarse de ella en la oscuridad antes de que les cubrieran con tierra. Su hermana sabe que está vivo desde hace 20 años, pero lo ha silenciado por miedo. Ahora que Franco ha muerto es la hora del reencuentro.

  • La casa del almendro
    La casa del almendro
    La casa del almendro

    Si pierdes todo lo que amas, ¿cómo sobrevivir y empezar de nuevo? La historia de una familia de refugiados que escapa del conflicto y la guerra en Afganistán en la década de 1990, e inicia un largo viaje en busca de libertad y seguridad. La emotiva novela de Laura McVeigh nos cuenta la historia de Afganistán después de la invasión soviética a través de las experiencias de una familia y de los ojos de una chica joven. McVeigh hace un tributo a la resiliencia de las mujeres afganas a través de la descripción de los horrores que tienen que sobrellevar y la fuerza que encuentran para sobrevivir. Samar, de quince años, la hija mediana, comparte la historia de su increíble viaje en el Expreso Trans-Siberiano, con la ayuda de Napoleón, el revisor, la Anna Karenina de Tolstoi, y sus padres y hermanos. Obligados a salir de Kabul cuando los rusos, y luego los talibanes, ponen su vida del revés, los niños y sus padres se enfrentan a la pérdida de todo su mundo y de su lugar en él. A lo largo de toda la historia, nuestra narradora, Samar, se aferra con valentía a su familia y a la esperanza, aunque muchas veces cualquier tipo de supervivencia parezca imposible. Con la verdadera fortaleza que nace del amor, el conocimiento y la imaginación, Samar revela su extraordinaria capacidad de resistencia y el descubrimiento de que todo es posible, siempre que puedas aferrarte a la esperanza y al amor. Hay viajes que nos gustaría no tener que emprender jamás. Aun así tenemos que partir. Nos vamos porque no tenemos más remedio. Porque es el único modo de sobrevivir. Este es mi viaje, el que nunca quise hacer. Pero tuve que hacerlo. Algunas cosas sobrevivieron. Algunas no. Pero nunca podremos olvidarlas. Viajarán con nosotros hasta el final. El triunfo del amor y la esperanza sobre el mal que reina en nuestro mundo. _____________ Una novela muy dura y emotiva narrada con gran delicadeza y de forma envolvente. Una novela que atrapa y que te deja pegada a su historia. Adivina quién lee Un libro sobre la guerra de Afganistán en 1990, una historia que te desespera y que te conmueve, que te lleva por las vidas íntimas de la víctimas y de los victimarios, que también son víctimas. Un libro que te hace pensar en la simpleza que llega cuando ya no hay nada más y en esa esperanza que nace cuando te han derrotado. En el amor más profundo que surge cuando te encontrás con vos mismo. @antodealva, en Intagram

  • La tentación de ser felices
    La tentación de ser felices
    La tentación de ser felices

    Cesare Annunziata podría definirse sin demasiados miramientos como un viejo y cínico tocapelotas. Con setenta y siete años, viudo desde hace cinco, y padre de dos hijos, Cesare ha decidido pasar de todo y de todos. Los pocos balances que hace de su vida están marcados por una feroz ironía, quizá por miedo a no poder seguir haciéndolos. Su existencia podría seguir su rumbo hasta su previsible y universal final entre vasos de vino con Marino, el viejecito neurótico de la segunda planta; las charlas no deseadas con Eleonora, la loca de los gatos del vecindario; y fogonazos de pasión carnal con Rossana, la enfermera madura que redondea sus ingresos con atenciones de pago a los viudos del barrio. Pero un día llega a su edificio la joven y enigmática Emma, casada con un individuo siniestro con el que no parece tener nada en común. Cesare no tarda en darse cuenta de que en esa pareja hay algo que no funciona, y sin duda no se implicaría si no fuera por la silenciosa llamada de socorro que lanzan los tristes ojos de Emma… Los secretos que Cesare descubre sobre su vecina, pero sobre todo sobre sí mismo, conformarán la trama de esta novela formidable, capaz de dibujar un personaje en el que conviven, en alegre contradicción, el cinismo más feroz y la más profunda humanidad. ___________ Un libro que te toca el corazón (…) maravillosamente honesto, ingenioso, rápido y trágico. Siegener Zeitung Una novela inolvidable ambientada en Nápoles. Un libro cómico y mordaz que nos sumerge en el drama y la ternura. Corriere della Sera La novela debe su éxito en gran parte al maravilloso personaje que Marone ha creado, Cesare Annunziata, y al divertido y paradójico hecho de que nos encontramos ante una excelente una novela de formación con un protagonista de más de setenta años. Il Mattino Un brindis a la felicidad. La Stampa Páginas de intenso drama y un final conmovedor. Corriere del Mezzogiorno Marone nos enseña que nuestra felicidad depende, en primer lugar, de nosotros mismos, y después de los demás. Al acabar el libro dan ganas de comerse la vida a bocados. Il Fatto Quotidiano Cómo envejecer en Nápoles haciendo un brindis a la felicidad: las confesiones de un anciano que no quería serlo y que caerá de bruces en los pequeños y grandes placeres de la vida. Un maravilloso viaje sentimental, impermeable a toda cursilería, hasta el final de nuestros días. La Stampa

  • Los viejos primos de Azov
    Los viejos primos de Azov
    Los viejos primos de Azov

    Después del éxito internacional de La perra de tres patas de la señora Petrovna, nos llega una novela conmovedora acerca de las inesperadas segundas oportunidades que aparecen en el otoño de la vida. Gor tiene una vida muy ocupada. Debe ensayar un espéctaculo de magia, está esperándole una nueva ayudante y necesita urgentemente desbrozar su dacha. Pero se distrae con el vuelo de una mosca. ¿Será cosa de la edad? Tolya ha salido de una larga enfermedad, pero sus recuerdos se han evaporado. Retirado en un sanatorio con la vista de un pino como único entretenimiento, recibe encantado la propuesta del joven doctor Vlad de estudiar su caso. Con un entusiasta oyente a su lado y la ayuda de deliciosos dulces caseros de contrabando, recupera recuerdos de su infancia que van a revelar oscuros secretos… Los viejos primos de Azov es una tierna y maravillosa historia de dos hombres que, en el otoño de sus vidas, tienen la oportunidad de aprender que los recuerdos pueden sanarte, además de perseguirte. Un autor tiene que ser muy ingenioso para hacerte reír y llorar al mismo tiempo. Daily Mail Pintoresco, divertido, excéntrico. The Times

  • Parte de la felicidad que traes
    Parte de la felicidad que traes
    Parte de la felicidad que traes

    ¿Hasta dónde es capaz de llegar el amor de una madre? Una conmovedora historia de solidaridad femenina, de coraje y de supervivencia contra todo pronóstico. Cuatro mujeres coinciden en la UCI pediátrica de un hospital. Cada una de ellas carga en su mochila las alegrías, decepciones, silencios y secretos que forman el lienzo de la vida. Tres de ellas se conocen de otras estancias en el hospital, tienen a su cargo a niños que padecen enfermedades crónicas que les obligan a continuos ingresos hospitalarios, son mamás de la UCI. La cuarta, Carmen, aparece una madrugada en Urgencias. Su hija se encuentra muy grave después de que la haya atropellado un coche cuyo conductor se ha dado a la fuga.  Me siento como una malabarista fracasada: he puesto los platos a girar encima de los palos y durante mucho tiempo he corrido de uno a otro para darles impulso y evitar que cayeran al suelo. Pero tuve un momento de flaqueza, dejé caer uno, y fue el desastre: tras él cayeron los demás, ya no fui capaz de llegar a tiempo a girarlos, se rompieron todos los platos de mi vida y ahora solo piso restos de vajilla al andar, no sé si me entiendes, cómo vas a hacerlo, si no me entiendo ni yo... En la línea de las novelas de John Green, Jojo Moyes o Albert Espinosa llega esta increíble novela de sacrificio, coraje y amor.

  • Quizás me quede mañana
    Quizás me quede mañana
    Quizás me quede mañana

    Llamarse Luce no es nada fácil, sobre todo si tu carácter no es precisamente el más luminoso. Pero peor aún es apellidarse Di Notte, una de las muchas bromas del calamidad de su padre. Si además vives en Nápoles e ir a trabajar en Vespa se convierte cada día en una aventura; si eres abogada, licenciada cum laude, pero en la oficina solo te encargas del papeleo; y si tu familia es un desastre… Es comprensible que, de vez en cuando, se te inflen un poco las narices. Pelo de chico, vaqueros y botas militares, Luce es una joven honesta y luchadora, presa de una realidad compuesta por una madre intolerante e infeliz, su enamoramiento por un Peter Pan capullo, y un trabajo que no le satisface. Como único consuelo le quedan sus paseos con su perro Alleria, su único y verdadero confidente; y las charlas con su viejo vecino don Vittorio, un músico filósofo en silla de ruedas. Hasta que, un día, a Luce le asignan el juicio por la custodia de un menor. De pronto, en su vida aparecen un niño sabio muy especial, un artista callejero y trotamundos, y una golondrina que no parece tener ninguna intención de migrar. El juicio esconde muchas sombras, pero quizá sea la oportunidad para deshacer los nudos del pasado y para poner orden en la cabezota de Luce. Y también para resolver una duda: ¿marcharse, como hicieron su padre, su hermano y cualquiera que haya seguido el impulso de despegar; o quedarse y buscar la felicidad en su pedacito de mundo? Lorenzo Marone refresca la diferencia entre narrador y escritor. En él reina el natural placer de la narración.

  • El secreto del faro
    El secreto del faro
    El secreto del faro

    Aunque la cabeza aún no le falla, los ojos de Elizabeth ya no son lo que eran. Como ya no es capaz de enfrascarse en sus adorados libros ni de contemplar los cuadros que la conmueven, llena ese vacío con música y los recuerdos de su familia, en especial de su amada hermana gemela, Emily. Cuando por azar se descubren los diarios de su padre después de un accidente, el pasado se vuelve omnipresente. Con la ayuda de Morgan, una adolescente problemática que realiza servicios comunitarios en su residencia de ancianos, Elizabeth estudia los diarios, un viaje a través del tiempo que acerca a ambas mujeres. Entrada tras entrada, esta improbable pareja de amigas se va sumergiendo en un mundo que dista mucho del que habitan: la isla Porphyry en el lago Superior, en Canadá, un lugar de naturaleza bellísima pero salvaje e incluso peligrosa, donde el padre de Elizabeth se encargó del faro setenta años atrás y creó su familia. Más que una evocación vívida de un tiempo y un lugar únicos, El secreto del faro es una exploración sensible y conmovedora de la naturaleza de la identidad, la importancia de la familia y las posibilidades de las segundas oportunidades. Heather Young, autora de la novela The Lost Girls, nominada al premio Edgar.

  • El momento de decir adiós
    El momento de decir adiós
    El momento de decir adiós

    ¿Cómo abandonas a la persona que más quieres? A sus seis años, Ella, la hija de Will Curtis, sabe que su padre nunca la abandonará. Al fin y al cabo, él se lo prometió cuando su madre murió. Y hará todo lo posible por cumplir con su palabra. Lo que Will no sabe es que la promesa que le hizo a su hija podría ser más difícil de cumplir de lo que imaginaba. Cuando se enfrenta a una decisión imposible, Will descubre que la opción más evidente podría no ser la correcta. Pero el futuro está lleno de sorpresas inesperadas. Y padre e hija están a punto de embarcarse juntos en un viaje inolvidable… "Una desgarradora historia sobre sobre el lazo especial que se crea entre un padre y una hija, para los fans de la autora Best seller de Yo antes de ti, Joyo Moyes". Una novela muy tierna, que te llegará al corazón. Heima en los libros El momento de decir adiós es una lectura agradable, sincera e impresionante. Un libro que trata un tema bastante duro y emocional, pero de una manera cálida y cautivadora. Hello Friki

  • Annobón
    Annobón
    Annobón

    Annobón es una fascinante mezcla de reportaje periodístico y ficción histórica que retrata la cara menos idílica de la colonización española en África y los mecanismos de la represión franquista en el Madrid de posguerra, y nos adentra en las vidas privadas de los personajes que se vieron atrapados en esos oscuros momentos históricos. La novela arranca con la investigación que un escritor lleva a cabo a raíz del hallazgo de un cadáver de mujer momificado en una localidad de Colliure, en el sur de Francia. A partir de esta noticia el narrador hace la reconstrucción de unos hechos casi desconocidos que ocurrieron en Madrid y Guinea en los años 30 y 40 del siglo pasado: la noche del 14 de noviembre de 1932 Restituto Castilla, sargento de la Guardia Civil, asesinó con una navaja barbera al Gobernador de Guinea cuando visitaba Annobón, una isla de 17 kilómetros cuadrados, a tres días de navegación de la capital, donde Castilla había fundado una comunidad utópica que se regía por los principios de la República. Una vez cumplida la condena, el abogado Pedraza se cruzará en su camino y la vida de ambos entrará en una vertiginosa sucesión de adversidades que afectará a todos los que están a su alrededor. Celos, dignidad, locura, mentiras y obsesiones en un triángulo amoroso en el que el miedo y el amor se confunden con frecuencia.

  • El ladrón de vírgenes
    El ladrón de vírgenes
    El ladrón de vírgenes

    Cómo iba a saber que aquel hombre traía la muerte consigo. Debí darme cuenta por su olor a cebolla rancia. Debí darme cuenta cuando la leche cuajaba a su paso en los cubos de metal. Cuando las palomas morían desplumadas por la tiña, o porque allá por donde pasaba doblaba los racimos y dejaba una pestilencia a plomo de preludios de tormenta de verano. Después de quince años de misteriosa ausencia, Andrés Pajuelo regresa a su casa para proyectar el robo de una serie de valiosas obras de arte religioso. Para ello necesitará la ayuda de sus dos hijos, del melindroso prometido de su hija y de un enigmático gigante experto en teología y en arte sacro. Cuando todo parece estar listo para ejecutar el último y más lucrativo de los robos, es acusado de varios asesinatos. Para sorpresa de toda su familia, Andrés reconocerá al instante su culpa ahorcándose en público. El ladrón de vírgenes es una reflexión sobre las mentiras que encierra toda religión y sobre la importancia de la religiosidad en la condición humana. Un análisis sobre los límites de la traición, la lealtad y la fuerza de las promesas. Un certero homenaje a la tradición oral de contar historias. Es una obra que combina la aventura con la novela histórica y además contiene ligeras pinceladas de misterio e intriga.

  • La tristeza tiene el sueño ligero
    La tristeza tiene el sueño ligero
    La tristeza tiene el sueño ligero

    Entre la esperanza y el arrepentimiento cabe un suspiro. Y en ese suspiro pasamos gran parte de nuestra vida. Erri Gargiulo, el nuevo y sorprendente personaje de Lorenzo Marone, vivo, simpático e intenso como el inolvidable Cesare Annunziata de La tentación de ser felices, protagoniza una extraordinaria novela sobre las familias de hoy y cuenta lo mucho que influyen en nuestra vida las personas que nos rodean, tendiendo a moldear nuestro carácter. Hasta el día en que comprendemos que, si no queremos vivir una vida que no es la nuestra, hay que rebelarse contra quien nos quiere... Erri tiene dos padres, una madre y media, y varios hermanos. Es uno de esos hijos criados un poco aquí y un poco allá, un fin de semana en casa de la madre y otro en la del padre. En el umbral de los cuarenta, es un hombre frágil e irónico, agudo, pero incapaz de elegir y de hacerse valer; tan emotivo y contenido que en su vida, por la que pasa de puntillas, Erri nunca expresa sus emociones, sino que las guarda en el estómago, somatizando todo. Un día, su mujer Matilde, con la cual ha intentado tener un niño durante años, lo deja después de haberle confesado que mantiene una relación con un compañero de trabajo. A partir de ese momento, Erri ya no tendrá excusas para aplazar su cita con la vida. Y decidirá enfrentarse, uno a uno, a los pequeños y grandes desafíos que siempre ha evitado: una casa que sienta realmente suya; un trabajo que le guste; una relación con su verdadero padre, con sus inalcanzables hermanos y con sus imprevisibles hermanas. Aprenderá así que, para estar satisfechos con la vida, tenemos que estar preparados para liberarnos de nuestro pasado, para comprender que no somos aquello que hemos vivido y que no tenemos ninguna obligación de representar eternamente el papel que nos ha sido asignado en nuestra familia. Y cuando su mujer le anuncie que está embarazada, Erri se verá obligado a tomar la decisión más difícil de su vida… _____________ La narración de Marone se parece a una comedia italiana capaz de contar algo con sensibilidad, crudeza y pudor, pero también con sentido del humor. Conchita Sannino, La Repubblica La comedia pequeño burguesa de Lorenzo Marone aporta el aire fresco de un paseo por la ciudad. Bruno Quaranta, La Stampa Lorenzo Marone habla de contradicciones sin caer en simplificaciones. Y lo hace estupendamente". Corriere della Sera

  • Los colores del cielo
    Los colores del cielo
    Los colores del cielo

    La conmovedora historia de la amistad de dos niñas, una luchando por sobrevivir al comercio de personas y la otra intentando salvarla. Dos niñas cuyas vidas tomaron caminos distintos una devastadora noche de 1993. India, 1986: Mukta, una niña de diez años, perteneciente a la casta Yellamma, ha llegado a la edad de tener que cumplir su destino convirtiéndose en prostituta del templo. En un intento de hacerla escapar de este legado, la llevan con una familia que la acoge en Bombay. Allí descubre la amistad de Tara, la hija de ocho años de la familia de acogida que la ayuda a superar las heridas del pasado. Tara introduce a Mukta en un nuevo mundo: helados y dulces, poemas e historias, y una amistad que no había conocido nunca. En 1993, Mukta es secuestrada en la habitación de Tara. Once años después, Tara todavía se culpa de lo que pasó y se embarca en un viaje en busca de Mukta que la llevará a descubrir secretos de su propia familia. Desde un pequeño pueblo de la India a la bulliciosa Bombay, los Ángeles y vuelta atrás, en medio del brutal mundo del tráfico de personas, este es un retrato conmovedor de la amistad, una historia de amor, traición y redención que resiste la prueba del paso del tiempo. Una novela maravillosamente narrada, delicada y emotiva, cuya historia es dura y nos deja personajes a los que no cuesta comprender. Además me encantan la historias que se desarrollan en la India, un país tan exótico y lleno de contrastes. Os la recomiendo por supuesto. Adivina quién lee

  • Nuestro es el cielo
    Nuestro es el cielo
    Nuestro es el cielo

    Todos tenemos que tomar decisiones. Y algunas de ellas nos conducen al desastre. Rob Coates está hundido. Antaño felizmente casado con Anna y padre de Jack, su precioso hijo, se halla ahora sumido en el alcoholismo y a duras penas consigue salir adelante. Dirige una página web de fotografía, We Own the Sky, donde cuelga fotos panorámicas de lugares que visitó con su familia, y lucha por olvidar el pasado. Poco a poco iremos descubriendo de qué huye Rob: de la espantosa enfermedad de Jack, del naufragio de su matrimonio y de su obsesión por salvar a su hijo a toda costa. Obligado a afrontar cómo afectaron sus decisiones a sus seres queridos, Rob habrá de encontrar la manera seguir adelante sin Anna y Jack, de perdonarse a sí mismo y de regresar a la vida. Nuestro es el cielo es una novela desgarradora y vitalista acerca del amor entre marido y mujer y entre padre e hijo. Trata acerca de cómo intentamos dar sentido a lo que no lo tiene y plantea una cuestión central: qué harías tú si tuvieras que enfrentarte a lo inimaginable. ¿Hasta dónde llegarías para salvar a tu hijo? El debut literario de Luke Allnutt emociona e invita a la reflexión, y nos muestra a través del despertar de su protagonista que, cuando todo se ha perdido, lo que queda es el amor. Con talento literario e intensidad dramática, esta historia trágica acerca del amor de un padre que desafía toda razón despega en la primera página y ya no pierde altura.

  • Cómo enamorarte de un hombre que vive debajo de un arbusto
    Cómo enamorarte de un hombre que vive debajo de un arbusto
    Cómo enamorarte de un hombre que vive debajo de un arbusto

    Julia es una chica sueca que vive sola con su gato en Viena. Es demasiado joven para ser una loca de los gatos, pero tal vez demasiado mayor para ser soltera y aferrarse a un tipo de trabajo que no la lleva a ninguna parte. Trabaja como profesora de inglés en una academia de idiomas Berlitz, pero sueña con convertirse en escritora y en entablar amistad con su famosa vecina, Elfriede Jelinek. Evita sorpresas y se conforma con la vida sin contratiempos que lleva. Para matar el tiempo, participa en encuestas de marketing, se hace examinar el oído, va al cine y reorganiza su librería. Tomar copas con su amiga-enemiga Leonore forma también parte de su rutina, así como tener citas con algunos de los hombres menos prometedores de Viena. Un día, mientras está sentada en un banco, empieza a hablar con ella un vagabundo sucio y apestoso. Cuando Julia decide irse, él declara que volverán a verse en el mismo banco a las siete de la tarde del sábado. "Una cita con un vagabundo: ¿es a eso a lo que he llegado? ¿Tan desesperada estoy?", se pregunta Julia, pero, sorprendiéndose a sí misma, el sábado siguiente se presenta en el banco porque le resulta imposible dejar de pensar en aquel hombre. Julia y vagabundo —que se llama Ben— pasan varias horas juntos y ella acaba descubriendo que le gusta. Y mucho. ¿Es posible que el Príncipe Azul sea un vagabundo?

  • Hijas del sur
    Hijas del sur
    Hijas del sur

    Una conmovedora novela protagonizada por tres inolvidables mujeres sureñas en los duros años que precedieron a la Gran Depresión. En la Carolina del Sur de 1924, apenas recuperada de una terrible plaga que ha devastado tanto la tierra como la economía, entre pantanos infestados de caimanes y plantaciones de tabaco, tres mujeres muy distintas unirán sus destinos para luchar contra las injusticias cotidianas que atenazan sus vidas. Gertrude, blanca y pobre, tiene que tomar una decisión trascendental y trágica para no morir a manos de su marido maltratador y salvar a sus hijas del hambre y el paludismo. Retta pertenece a la primera generación de descendientes de esclavos negros nacida libre, pero sigue trabajando para la misma familia, los Cole, que hasta hace poco fue propietaria de sus padres. Annie, la matriarca de los Cole, dueños de inmensas plantaciones y de una fábrica textil, tiene que lidiar con la terrible verdad que ha fragmentado a su familia. Contada a través de sus tres voces, Hijas del Sur es una audaz novela atemporal sobre el poder de la familia, los secretos ocultos y la fiereza de la maternidad, narrada con una gran fuerza lírica y una hondura emocional que cautivará a los fans de Criadas y señoras, El color púrpura o Tomates verdes fritos. "Con una escritura rica y fascinante, el debut de Deb Spera es una mirada poderosa a las vidas de las mujeres del Sur profundo de principios del siglo xx". Booklist "Deb Spera posee un talento increíble y una poderosa voz femenina. Canaliza a las mujeres en esta apasionante novela, Gertrude, Oretta y Annie, como alguien que ha vivido dentro de ellas. No puedo recomendarlo lo suficiente". Mark Bowden, autor Black Hawk derribado Esta es una novela contundente, robusta, profunda y letal con la pereza del lector. Este relato mezcla el amor salvaje de una madre con la brutalidad de los hombres, con el peligro del entorno y el dolor que te lleva a buscar desesperadamente la felicidad. El hambre que mata, el dolor por estar vivo y los fantasmas, forman una amalgama de la que ningún personaje es capaz de escapar."Hijas del sur" es una de las novelas del año; por su intensidad, por su carga emocional y por contener un universo que nos atrae irremediablemente. Gabriel Ramirez, El Correo

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