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PERSPECTIVAS E DESAFIOS DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR – SESu/MEC

RECIFE – 26/06/03

Secretaria de Educação Superior
Secretário: Prof. Dr. Carlos Roberto Antunes dos Santos 1. DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PARA O ENSINO SUPERIOR - DEPES 2. DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO DO ENSINO SUPERIOR - DESUP 3. DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO SUPERIOR - DEDES 4. DEPARTAMENTO DE PROJETOS ESPECIAIS DE MODERNIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR - DEPEM

Ensino superior brasileiro: jovem, porém de qualidade

EVOLUÇÃO
1808-1891 = favor imperial 1808 = Escola de Cirurgia e Anatomia – Salvador = Escola de Anatomia e Cirurgia – RJ (UFRJ) = Academia da Guarda Marinha – RJ 1810 = Academia Real Militar (UFRJ) 1814 = Curso de Agricultura 1815 = Real Academia de Pintura e Escultura 1827 = Curso de Direito de Olinda = Curso de Direito de São Paulo (USP) Após 1850 = Observatório Nacional = Museu Nacional = Comissão Imperial Geologia

1870

= ESTADOS UNIDOS POSSUÍAM 100 UNIVERSIDADES

1900

= 24 IES, NENHUMA UNIVERSIDADE

1912 = FUNDAÇÃO DA 1ª UNIVERSIDADE – PARANÁ 1922 = UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

1896 – 1918 = 56 NOVAS IES

1930 = 133 IES (86 NA DÉCADA DE 20)

Início da história da Universidade Brasileira 1949 = Fundação da SBPC 1950 = Criação do CNPq e da CAPES 1962 = FAPESP inicia suas atividades .1934 = UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO 1ª IES com características de universidade.

1746 COLUMBIA .J.UNIVERSIDADES AMERICANAS ÉPOCA DE FUNDAÇÃO HARVARD .RURAL R.1920 FED.G.1764 CAROLINA (N) .1912 FED.1794 UNIVERSIDADES BRASILEIRAS ÉPOCA DE FUNDAÇÃO FED.GERAIS .1934 UN. JANEIRO .1789 TENNESSEE .1946 .1636 YALE . R.1944 PUC SP .1927 FED.1754 BROWN .R.1701 PENNSYLVANIA .M. PARANÁ .1740 PRINCETON .DE SÃO PAULO .1940 PUCCAMP .1934 PUC RIO .DO SUL .1941 FED.1789 GEORGETOWN . .

lugar na produção científica mundial .2 MILHÕES DE ALUNOS NA GRADUAÇÃO • 120 MIL ALUNOS NA PÓS-GRADUAÇÃO • 6 MIL DRS/ANO E 20 MIL MS/ANO • 12 mil artigos/ano • 10 mil grupos de pesquisa registrados • GRANDES PROJETOS: Genoma : Embrapa : Portos : Petróleo : Aeroespacial • 17o.SITUAÇÃO ATUAL • 1200 IES • 200 UNIVERSIDADES • 3.

economicamente rica.DESAFIOS BRASILEIROS Completar a República e a abolição e construir uma nação: • • • • • soberana. num mundo global. convivendo com paz e solidariedade ISTO PASSA PELA EDUCAÇÃO . ecologicamente equilibrada. com infra-estrutura científica e tecnológica.

DESAFIOS BRASILEIROS NOSSAS CAMPANHAS: 1.5% . ABOLIR O ANALFABETISMO: = 15 milhões de analfabetos totais = 35 milhões de analfabetos funcionais = 60% analfabetos : mulheres = 62% analfabetos : negros = no nordeste: 22% = no sul: 6.

DESAFIOS BRASILEIROS NOSSAS CAMPANHAS: 2. valorizado e bem remunerado = vasto programa de ensino à distância = rede de bibliotecas . IMPLANTAR UMA ESCOLA IDEAL: = vagas para todas as crianças entre 4 e 14 anos = tempo integral em todo o país = escolas reformadas e equipadas = professor qualificado.

CONSTRUIR UMA UNIVERSIDADE DO SÉCULO XXI .DESAFIOS BRASILEIROS NOSSAS CAMPANHAS: 3.

resultado de pressões (greves) .função cartorial da SESu 3.processos de autorização/reconhecimento . Universidade brasileira remonta aos anos 70 2. Ausência de política nacional para o ensino de graduação . Descontinuidade de políticas governamentais: .decisão pessoal dos dirigentes .diversos governos dentro do mesmo governo .ausência de políticas .DESAFIOS E PERSPECTIVAS 1.relação entre SESu e Universidade brasileira .

DESAFIOS E PERSPECTIVAS “Nós vivemos em uma era onde tudo é possível e nada é certo” …. Vaclav Havel ..

Descompasso entre a sociedade e a Universidade: = produção/ desenvolvimento/ bem estar da população = patentes/propriedade intelectual = compromisso social da C & T . Descompasso entre IES públicas e privadas = diferença na expansão = área preferenciais (as de menor custo) = falta de vagas nas públicas/excesso nas privadas 5.DESAFIOS E PERSPECTIVAS 4.

..DESAFIOS E PERSPECTIVAS Economia do Conhecimento .. os desafios da globalização ...

DESAFIOS E PERSPECTIVAS Problemas da Pesquisa no Brasil • Ausência de Política de C & T no País • Recursos = menos de 1% do PIB JAPÃO/EUA/PAÍSES DESENVOLVIDOS = 2.0% • Descontinuidade (federal e estadual) • Pesquisa Exclusiva em Universidades • Predomínio de Pesquisa Básica • Não há Interação entre Universidade/Sociedade • Pouca Pesquisa nas IES não Públicas • Ausência de Interação entre Universidade/Empresa • Inexistência de Cursos de Graduação Tecnológicos • Divórcio entre a Pesquisa e a Necessidade do País .5 a 3.

conf-reg-D&T&I. 16/08/01 . ppt. Brito Cruz. França Itália Israel Coréa C. Alem. H.DESAFIOS E PERSPECTIVAS Artigos ( Science Citation Index ) e Patentes registradas nos EUA % dos Artigos ou patentes nos EUA 8 % 6 % 4 % 2 % 0 % Brasil Ingl.

A CIÊNCIA E OS CIENTISTAS SERÃO JULGADOS NÃO SOMENTE PELA GERAÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS.NO SÉCULO 21. presidente da Academia de Ciências dos Estados Unidos. MAS TAMBÉM PELA CAPACIDADE DE CONTRIBUIR PARA RESOLVER PROBLEMAS LOCAIS E MUNDIAIS. (BRUCE ALBERTS. 2000) .

htm .uspto.http://www.gov/web/offices/ac/ido/oeip/taf/reports.DESAFIOS E PERSPECTIVAS Patentes nos EUA: Brasil e Coréia 4000 3500 Patentes nos EUA 3000 2500 2000 1500 1000 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 Fonte:USPTO.

A JUSTIFICATIVA ÉTICA DA CIÊNCIA É A SUA CAPACIDADE DE MINIMIZAR O SOFRIMENTO HUMANO B. BRECHT .

ppt. H. Brito Cruz.DESAFIOS E PERSPECTIVAS Investimento Empresarial em P&D e patentes: Brasil e Coréia C. 16/08/01 . conf-reg-D&T&I.

Conhecimento: fator econômico Fonte: OECD – comércio mundial em % High te c hno lo gy 22% R es o urc e ba s ed 11% O the r prima ry pro duc ts 1 3% M is c e llane ous 4% M edium te c hno lo gy 32 % Lo w te c hno lo gy 18% 1976 High technology 11% Medium echnology 22% Resource based 11% 2000 Other primary products 34% Miscellane ous 1% Low technology 21% .

DESAFIOS E PERSPECTIVAS 6. Autonomia 9. Educação compartimentada: = entre níveis = no mesmo nível (ensino/pq/PG) = Ed/Cult/C/T/I = organicidade nos níveis 7. Ausência de Avaliação 8. Ausência de políticas regionais e por áreas de ensino (as mais baratas) .

SÃO TÃO IMPORTANTES QUANTO A BIOLOGIA MOLECULAR. A ANTROPOLOGIA. (GLACI ZANCAN. POR ISSO A SOCIOLOGIA. A CIÊNCIA É UNIVERSAL.O PAÍS DEVE DESCOBRIR A SUA CULTURA. PORÉM A CULTURA E A TECNOLOGIA SÃO LOCAIS. A ENGENHARIA ESPACIAL. A BIOTECNOLOGIA. presidente da SBPC) . ETC.

Ensino à distância 14.DESAFIOS E PERSPECTIVAS 10.ausência de apoio para manutenção = públicas e privadas 11. Acesso estudantil . Revisão e Atualização dos currículos 13. Sucateamento das públicas: equipamentos : biblioteca : informatização = máquinas = softwares c/adm = redes 12. Revitalização. Acesso dos pobres à Universidade .

Implantar um processo de avaliação das universidades 4. Desenvolver o ensino à distância .PROPOSTAS 1. Incentivar o ensino noturno 6. Respeitar a regionalização. Reformular o processo de credenciamento e reconhecimento dos cursos de graduação 3. Propor um novo modelo orgânico para a Universidade 2. áreas através de uma aproximação maior com a sociedade 5.

. Incentivar a patente e a propriedade intelectual 9. Ampliar o financiamento estudantil 12. Estabelecer uma relação transversal entre a graduação e a pós-graduação 10. Rediscutir o sistema de acesso à Universidade 11. Ampliar a relação com o segmento produtivo 8. Dar autonomia às Instituições 13. Estimular a relação da IES com a realidade local. regional e nacional.PROPOSTAS 7.

nacional e internacional e que seja VANGUARDA na: 1. formação de seus alunos 4. construção de um país mais justo e menos excludente. produção do conhecimento 2. . disseminação deste conhecimento 3.universidade do século XXI Construir uma Universidade regional.

SESu DEPES Formula REALIMENTAÇÃO DEDES Gerencia DESUP Institucionaliza DEPEM Executa .

Organograma .DEPEM W D a l d e i r e t o m r i r o R C A e A o c o u y S é r g io r d e n a d o r I m p Cl a o n o t a r dç ãe on a d o o m p a n h a m e n d t oe R e l a ç õ e s v a l i a ç ã o d e P r Go j r e a t do us a ç ã o L r d e C F o e n e l P r d e n Ea I E S o o qd r o ou g a m a P dr oe g r a m r i p a m I e n n f o t o r ms a t M E C / B P N E D T EP B Sr o i b g r aD m i v a i s ãd D l i o tP e o c l a í t s Ci c T r a n s dv d oe i v d i s e ã D o i v d i s e Cã o o o d r e d C e o n o a r ç d C ã e o o n o a r ç d ã e o n oa sn s o P l ir d o a g ç r O aã opm e a r sa F c i ni o a n n a c l d e e i r a o e r S s ai s e i ts e A m ç a õ e s P l a n e ja m e G r d a e d u G a r ça ã d o u a ç ã o a e ç n ã o t o .

Coordenação de Modernização  Programa de Modernização das IFES e HUs • aquisição de equipamentos • manutenção de equipamentos • cadastro de equipamentos • expansão física para instalação de equipamentos  Programa de Atualização de Bibliotecas • compra de acervo • informatização do acervo .

Coordenação de Modernização  Programa de Informatização das IFES • aquisição de equipamentos (máquinas) • desenvolvimento de softwares para as necessidades administrativas e acadêmicas das IFES • desenvolvimento de softwares para o ensino de graduação  Programa de Recuperação de Laboratórios de Ensino  Programa MEC/BNDES para expansão física das IFES públicas e privadas .

Coordenação de Modernização  Programa de Aquisição de Equipamentos e Software para EAD  Programa de Aquisição de Equipamentos para Portadores de Deficiências  Programa de Acompanhamento administrativo do PET .

Coordenação de Apoio Estudantil FIES  Financiamento Estudantil para IFES Privadas • • • • ressarcimento integral estudantes da área de licenciatura estudantes oriundos de escolas públicas bolsa para alunos carentes  Financiamento por Contrapartida da IES  Bolsas para Filhos de Trabalhadores via Sindicato .

Coordenação de Apoio Estudantil FIES  Bolsas para Estudantes de IES Públicas  Apoio a Restaurantes de IES Públicas  Apoio à Moradia Estudantil  Concessão de Seguro/Assistência /Previdência Estudantil .

Coordenação de Relações de Graduação  • • • • • • Ações Relativas à Consolidação do Sistema Nacional de Graduação incentivo à implantação de diretrizes curriculares supervisão da oferta e expansão de vagas reestruturação da residência médica estímulo à integração (E/P/E e G/PG) programa de desenvolvimento da extensão programa universidade da 3a idade .

Coordenação de Relações de Graduação • • • • • programa de intercâmbio inter-universitário parcerias no Programa de Assistência Estudantil – FIES avaliação acadêmica das IFES e dos HUs em relação ao programa de modernização acompanhamento acadêmico do programa de bibliotecas acompanhamento acadêmico do programa de laboratórios .

Coordenação de Relações de Graduação  Programa de Expansão da Formação Docente • Programa de educação profissional continuada • • • • (e os subprogramas decorrentes como requalificação do desemprego) habilitação em educação infantil em todas faculdades de educação novos cursos de administração escolar programa emergencial de formação professores de matemática e ciências habilitação em ensino especial em todas IFES (e mais os subprogramas decorrentes) a as de as .

FINEP. etc . CAPES. BNDES.Coordenação de Relações de Graduação • • • • cursos de EAD de formação de professores de educação básica (e mais os subprogramas decorrentes) formação de professores multiplicadores de informática da educação plano de estímulo à formação de professores indígenas plano de educação continuada para professores e diretores  Relação Transversal entre agências: SESU. CGEE. CNPq.

Coordenação de Relações de Graduação • • • • Relação entre Graduação e Desenvolvimento Nacional engenharias amplificação cultural programa visando convencer a sociedade em relação à interação existente entre conhecimento/soberania/desenvolvimento definição de cursos de graduação por área /região prioridade/ C&T/ inserção expansão de cursos noturnos Programa de acesso seletivo • • • • .

Coordenação de Relações de Graduação  Programa de incentivo às áreas de artes  Programa de estímulo à permanência docente  Programa emergencial de educação profissional na área de Química  Programa de patentes e inovação .