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PROVAS ANTERIORES FCC INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS

(B) ao próprio princípio da legalidade e se identifica com a moral aceita pelo homo medius. (C) à economia interna da Administração, excluída sua apreciação pelo Poder Judiciário. (D) à desonestidade e, portanto, se subordina ao interesse público ou finalidade do ato. (E))) ao conjunto de regras de conduta tiradas da disciplina interior da Administração 4. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - Em relação aos princípios básicos da Administração Pública, é INCORRETO afirmar que o da (A) razoabilidade significa que a Administração deve agir com bom senso e de modo proporcional. (B) especialidade aplica-se mais às autarquias, de modo que estas, de regra, não podem ter outras funções diversas daquelas para as quais foram criadas. (C) indisponibilidade consiste no poder da Administração de revogar ou anular seus atos irregulares, inoportunos ou ilegais. (D) impessoalidade significa que a Administração deve servir a todos, sem preferências ou aversões pessoais ou partidárias. (E) hierarquia refere-se ao fato de que os órgãos e agentes de nível superior podem rever, delegar ou avocar atos e atribuições.

1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) Dentre os princípios de observância obrigatória pela administração pública, expressamente previstos na Constituição Federal, está o da (A) proporcionalidade. (B) autotutela. (C) eficiência. (D) razoabilidade. (E) hierarquia. 2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - É INCORRETO afirmar que o princípio da moralidade administrativa (A) considera, também, o conteúdo ético do trabalho administrativo, com base na indisponibilidade do interesse maior da sociedade. (B) é denunciado pela adequação de meios e fins. coerente

(C) significa, também, não se desviar da finalidade constante da lei (interesse público). (D) determina que o ato administrativo deve ser atribuído à entidade ou ao órgão que o titula, não ao agente que o pratica. (E) não diz respeito à moral comum, mas à moral jurídica e tem primazia sobre os outros princípios constitucionalmente formulados. 3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) O princípio da moralidade administrativa diz respeito (A) à moral paralela, que, embora ilegítima, deve ser acatada, porque é lícita.

5. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - É uma decorrência possível do princípio da impessoalidade aplicado à Administração Pública (A) serem os atos praticados pelos agentes públicos imputados à entidade da Administração em nome da qual eles agem. (B) ser vedado à autoridade que pratica um ato administrativo identificar-se pessoalmente. (C) não serem os agentes públicos pessoalmente responsáveis pelos atos que praticam em nome da Administração. (D) não poder a Administração praticar atos que gerem conseqüências para pessoas nominalmente identificadas. (E) não possuir a Administração responsabilidade civil pelos atos praticados por seus agentes, nas hipóteses em que estejam exercendo competência privativa. 6. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - No que tange ao princípio da legalidade, a Administração Pública (A)))é limitada em face dos direitos subjetivos, vinculando-se à lei como medida de exercício do poder. (B) deverá, desde que presente o interesse coletivo, atuar praeter legem. (C) poderá, desde que presente o interesse público, atuar contra legem. (D) fica restrita à fiscalização e ao controle jurisdicional de sua atuação. (E) deverá revogar os atos ilegais que praticar, desde que o particular seja indenizado.

7. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Municipal passou a exibir nas placas de todas as obras públicas a indicação "GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim agindo, o governante ofendeu o princípio da administração pública conhecido como (A) moralidade. (B) impessoalidade. (C) autotutela. (D) razoabilidade. (E) publicidade. 8. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - É expressão do princípio da legalidade, relativamente à atuação da Administração Pública, a (A) obrigação de o Administrador praticar apenas os atos que a lei expressamente determinar. (B) vinculação do Administrador aos textos normativos infralegais, oriundos de autoridades superiores. (C) possibilidade de o Administrador praticar quaisquer atos que não sejam expressamente vedados pela lei. (D) necessidade de os atos administrativos com força de lei estarem em conformidade com as disposições constitucionais. (E) permissão para a prática de atos administrativos que sejam expressamente autorizados pela lei, ainda que mediante simples atribuição de competência.

9. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Como possível corolário do princípio da impessoalidade, pode-se afirmar que (A) é vedado à autoridade administrativa identificar-se pessoalmente na prática de qualquer ato. (B) a nomeação e o provimento em cargo em comissão não poderão levar em consideração as características pessoais do nomeado. (C))) deverá a Administração Pública evitar tratar desigualmente os administrados, na medida do possível, em razão de circunstâncias pessoais de cada um deles. (D) a Administração Pública não poderá identificar-se como tal na divulgação de obras e serviços públicos. (E) fica vedada a publicidade dos atos praticados pela Administração Pública. 10. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - As afirmações abaixo estão relacionadas à obrigatoriedade de obediência dos princípios constitucionais pela administração pública. I . Os princípios devem ser obedecidos pela administração de quaisquer Poderes. II . A obrigatoriedade de obediência destina-se à administração direta, não alcançando as empresas públicas. III . Todas as entidades estatais (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem obediência àqueles princípios. Está correto APENAS o que se afirma em (A) II e III . (B))I e III . (C) I e II . (D) II . (E) I .

11. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) Considere as afirmações relativas ao regime jurídico. I . A administração pública pode submeter-se a regime jurídico de direito público ou a regime jurídico de direito privado. II . A administração pública submete-se ao regime jurídico de direito privado nas suas relações com os particulares. III . Cabe à administração a prerrogativa de escolha entre o regime de direito público ou o de direito privado, valendo-se da discricionariedade. Está correto APENAS o que se afirma em (A))I . (B) II . (C) III . (D) I e II . (E) I e III .

12. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Considere o que segue: I.A imposição ao administrador público de uma ação planejada e transparente, com o fito de prevenir riscos e corrigir desvios suscetíveis de afetar o equilíbrio das contas públicas. II. Os atos praticados pela Administração Pública devem ser abstratamente genéricos e isonômicos, sem consagrar privilégios ou situações restritivas injustificadas. III. A autolimitação do Estado em face dos direitos subjetivos e a vinculação de toda atividade administrativa à lei, como medida de exercício do poder. Tais disposições dizem respeito, respectivamente, aos princípios da (A) publicidade, moralidade. (B) eficiência, legalidade. legalidade impessoalidade publicidade eficiência impessoalidade e e e e e

14. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) É uma decorrência possível do princípio da impessoalidade aplicado à Administração Pública (A)))serem os atos praticados pelos agentes públicos imputados à entidade da Administração em nome da qual eles agem. (B) ser vedado à autoridade que pratica um ato administrativo identificar-se pessoalmente. (C) não serem os agentes públicos pessoalmente responsáveis pelos atos que praticam em nome da Administração. (D) não poder a Administração praticar atos que gerem conseqüências para pessoas nominalmente identificadas. (E) não possuir a Administração responsabilidade civil pelos atos praticados por seus agentes, nas hipóteses em que estejam exercendo competência privativa. 15. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - A motivação dos atos administrativos é apontada pela doutrina como elemento fundamental para o controle de sua legalidade. A Constituição Federal, por sua vez, previu expressamente a motivação (A) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública. (B) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Direta, não se referindo à Indireta. (C) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Indireta, não se referindo à Direta. (D))) como necessária em todas as decisões administrativas dos Tribunais. (E) como necessária em todas as decisões políticas do Congresso Nacional.

(C) impessoalidade, legalidade. (D) legalidade, impessoalidade. (E) moralidade, eficiência.

13. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Municipal passou a exibir nas placas de todas as obras públicas a indicação "GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim agindo, o governante ofendeu o princípio da administração pública conhecido como (A) moralidade. (B))impessoalidade. (C) autotutela. (D) razoabilidade. (E) publicidade.

é INCORRETO afirmar que (A) está a referida função administrativa sob regime prevalente de direito público. de regra. 17.16. Nesse sentido. (B) promover pessoalmente autoridades ou servidores públicos.Podese afirmar que uma empresa contratada pela Administração Pública para executar uma obra não pode. na publicidade das obras e serviços públicos. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) A expressão Administração Pública em sentido objetivo. informativo ou de orientação social. /09/03 . obras e serviços dos órgãos públicos deverá (A) ter caráter educativo. como também e principalmente. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . (E) impessoalidade. respectivamente. em razão de deficiência física. . (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) .A publicidade de atos. bem como outras pessoas jurídicas. (D)))os atos praticados pela Administração Pública comportam revisão pelo Judiciário e pelo Legislativo que. (E) seguir o programa políticopartidário da autoridade responsável. (E) considerar inconstitucionais os critérios de títulos em concursos para provimento de cargos públicos. (D) impedir que determinadas pessoas recebam tratamento favorecido em concursos públicos. (C) conter nomes. e este não possui responsabilidade.13:44 18.Uma das possíveis aplicações do princípio da impessoalidade é (A) considerar que o servidor age em nome da Administração. a Administração Pública é a própria função administrativa. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades. de atos individuais. poderão sempre revogá-los com efeitos ex nunc ou ex tunc. a exemplo das concessionários de serviço público. (E) é ela exercida por meio de atos e comportamentos controláveis internamente e externamente pelo Legislativo. em suas funções típicas. símbolos e imagens que identifiquem as autoridades responsáveis. de modo que a Administração se responsabiliza pelos atos do servidor. 19. Têm-se aí o princípio da (A) razoabilidade. (C) está contida nessa função administrativa a possibilidade da edição de atos gerais. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . (C) impedir que servidores públicos se identifiquem pessoalmente como autores dos atos administrativos que praticam. tais como os decretos regulamentadores. nomes. (B))) proibir que constem. quando a isso esteja autorizado por lei. (D) ser divulgada apenas por veículo oficial de rádio ou televisão. (D))continuidade. órgãos e agentes públicos. designa a natureza da atividade exercida pelas pessoas jurídicas. material ou funcional. programas. porque o ente público também pratica atos de direito privado. (C) autotutela. (B) finalidade. interromper sua execução e alegar falta de pagamento. contando-se com o auxílio dos Tribunais de Contas. (B) está presente a possibilidade de Legislativo e Judiciário também praticarem função administrativa atipicamente. Portanto.

A Constituição brasileira prevê. em certos casos. exigindo-se que sejam sempre motivadas (D) administrativa. devendo ser tomadas pela maioria absoluta de seus membros se de conteúdo disciplinar (E) administrativa. ao suprir a ausência de lei nos casos de mandado de injunção e ação direta de inconstitucionalidade por omissão. não se sujeitando. (C) jurisdicional. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. aos princípios previstos constitucionalmente para a Administração Pública. ao qual está vinculada a Administração Pública. por delegação do Congresso Nacional. (C) jurisdicional pelo Poder Legislativo. que os Poderes do Estado exerçam atipicamente funções que não lhes são próprias. (A) jurisdicional. Exemplo disso é o exercício de função (A) legislativa pelo Poder Executivo. . todavia. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . (E) negação do caráter intuitu personae dos contratos administrativos em geral. nos casos de edição de medidas provisórias e leis delegadas. quando decreta a perda dos direitos políticos dos servidores públicos por atos de improbidade administrativa.As decisões administrativas de um tribunal caracterizam exercício de função. em relação à qual tenha competência privativa.20. programas e campanhas de órgãos públicos. (D) impossibilidade de tratamento favorecido de pessoas. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . quando. sendo a decisão atribuída ao órgão público ao qual pertença a autoridade. a (A) impossibilidade de responsabilização pessoal de servidor público por ato que corresponda ao exercício de sua função. vinculando todos os órgãos a ele subordinados. (Gestor do MARE/1999) . pelo critério de condições físicas. quando o Senado Federal processa e julga os Ministérios do Supremo Tribunal Federal. mas não formando coisa julgada. 21. (B) vedação da identificação nominal da autoridade responsável pela decisão de processos administrativos disciplinares.10:08 22. 08/02 . para fins de ingresso nas carreiras públicas. podendo formar coisa julgada. julga as contas do Presidente a República. (B) jurisdicional. (E) jurisdicional pelo Poder Legislativo. (D) legislativa pelo Poder Judiciário. (C)) proibição de que constem da publicidade de atos.Decorre do princípio da impessoalidade. por intermédio do Tribunal de Contas. (B) jurisdicional pelo Poder Executivo. nos crimes de responsabilidade.

24. ainda. (A) Os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica. a idéia de que os poderes atribuídos finalizam-se ao interesse de toda a coletividade. b) Existe exclusivamente no seio do Poder Executivo. (C)) Os atos praticados culposamente por agentes administrativos. desse modo. o administrador passou a ter a disponibilidade sobre os interesses públicos confiados à sua guarda e realização. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) O princípio da impessoalidade. único apto a editar atos administrativos. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . ou da supremacia do interesse público. (D) A Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações. d) Tem como pressuposto a satisfação do bem comum. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma adequada compreensão do princípio da impessoalidade. mas ao órgão ou entidade administrativa em nome do qual age o funcionário. c) O administrador público. condicionando a atuação do legislador. de 4/6/98. e) Na sua abrangência não se incluem as atividades de fomento. 25. portanto a resultados desconectados de razões pessoais. não acarretando responsabilidade pessoal do agente. introduzido na Constituição Federal pela Emenda Constitucional n. está presente no momento da elaboração da lei. próprio do Direito Administrativo.Sobre a função administrativa é correto assinalar: a) Caracteriza-se por prover de maneira imediata e concreta às exigências individuais ou coletivas para a satisfação dos interesses públicos. como ocorre com os concessionários e permissionários de serviços públicos. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . b) O regime jurídico administrativo é composto por prerrogativas e sujeições. (E) Busca-se. que predomine o sentido de função. e) A Administração Pública pode se submeter a regime jurídico de direito privado ou a regime jurídico de direito público. benéficas ou detrimentosas. também está presente em atos do Poder Judiciário e do Poder Legislativo. mas compatíveis e complementares. 19. podendo. (B) O administrador fica impedido buscar outro objetivo que não atendimento do interesse público. . no exercício de sua função. de o de de c) O princípio da finalidade. ou praticar atos no interesse próprio ou terceiros. no exercício da função administrativa. isto é.23. É imparcial. o princípio em causa não é senão o próprio princípio da igualdade ou isonomia. na medida em que não dispõe da iniciativa para dar à lei contornos concretos. só deve atuar quando provocado. relativizando o princípio da legalidade.Assinale a alternativa que contém uma afirmação incorreta: a) A noção de interesse público encerra conceito jurídico indeterminado. Além de ser exercida pelo Poder Executivo. materializar-se por meio de atos praticados por terceiros autorizados a agir em nome do Estado. bem como no momento da sua execução em concreto pela Administração Pública. geram responsabilidade à Administração. d) Em nome do princípio da eficiência. é concebido pelos doutrinadores brasileiros por pontos de vista diversos. concreta e subordinada.

B) Pode ser considerado em relação à lei.TREPE/2004) .26. ao exigir licitação para as compras. é certo que o princípio da (A) publicidade é absoluto. em situações especiais.TREPE/2004) . ao funcionário que os (D) moralidade impõe expressamente à Administração Pública a obrigação de realizar suas atribuições com perfeição. em suma. alienações. 28. (C) a ampla defesa.A Administração Pública obedecerá. temse por obrigação dotar da maior eficácia possível todas as ações do Estado. sofrendo restrições apenas quando se tratar de promoções e propaganda pessoal do agente público. (E) eficiência é também boa administração. embora não sendo relevantes. que se apresentam como fundamentos elementares desse princípio. a liberdade de reunião e a informação dos órgãos públicos. (C) impessoalidade nada tem a ver com os princípios da igualdade ou da finalidade. porque os atos administrativos são sempre imputáveis pratica. (B) o devido processo legal. da Constituição Federal. (E) a presunção de inocência.Assinale a alternativa que contém afirmação inverídica acerca do princípio da razoabilidade: A) É conceito que está implícito na Constituição Federal. que tem como manifestações principais (A) o contraditório. que se constituem em elementos de supino relevo para dar significado eficiente ao supra referido princípio. ficando excluídas as funções atípicas da esfera legislativa e da atividade jurisdicional. quando se confunde com o princípio da proporcionalidade. 27. ao da segurança jurídica. C) O princípio da razoabilidade pode ser encontrado no artigo 37. sustentam sociologicamente o princípio acima aludido. inciso XXI. ofício ou profissão. que se encontra na base do Direito. a liberdade de associação e a retroatividade que. ser invocado como justificativa para a Administração Pública deixar de cumprir preceito legal. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. a liberdade de locomoção e a livre manifestação do pensamento. hipótese em que está intimamente relacionado com os princípios da isonomia e do devido processo legal substantivo e pode ser tomado em relação aos atos da Administração. dentre outros princípios. . obras e serviços somente admite exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. (Analista Judiciário – Adm . D) Pode.No que tange aos princípios constitucionais em relação ao Direito Administrativo. tendo importância relativa. pois deve-se sopesar a relação de custo-benefício. que. que. a liberdade de crença e de trabalho. rapidez e rendimento. encontram-se na base do Direito e da sociedade. (B) legalidade incide somente sobre a atividade administrativa. (Analista Judiciário – Adm . (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . E) Serve de limite à discricionariedade do administrador público. buscar a otimização de recursos. que resultam no fundamento jurídico do supra mencionado princípio. (D) o direito adquirido.

Adm – TRT 23ª R/2004) . mas o admitiu sob a denominação de princípio da (A) impessoalidade. das relações jurídicas e da administração pública. seu fundamento repousa nos critérios denominados.Adm – TRT 2ª R/2004) .A Constituição Federal não se referiu expressamente ao princípio da finalidade. diz respeito ao princípio da (A) razoabilidade. respectivamente. do serviço público e do Poder Executivo. da atividade jurídica ou social do Estado e teleológico. restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público. sob a feição de da decorrente (C) finalidade. vedada a imposição de obrigações. somada à segurança jurídica. (D) legalidade. Esta situação. (A) das relações jurídicas.A adequação entre meios e fins. (Técnico Judiciário – Adm .O conjunto de princípios que regem a Administração Pública. (D) da administração pública. (B) negativo ou residual.TREPE/2004) . (E) segurança legalidade. aquele concernente à idéia de descentralização administrativa. (D) finalidade pública. que se apresenta como impessoalidade. (Analista Judiciário . (D) ampla defesa. e a observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados. (B) motivação.O conjunto de normas que regem as relações entre a Administração e os administrados. (Analista Judiciário – Jud .Tendo em vista o entrelaçamento dos princípios básicos da Administração Pública. proporcionalidade. (E) teleológico. III. da administração pública e da atividade jurídica ou social do Estado. (E) moralidade. 32. (C) especialidade. a exemplo da criação de pessoa jurídica administrativa.29. 30. do Poder Executivo e residual ou negativo. (Técnico Judiciário .Se o Direito Administrativo for conceituado como: I.TREPE/2004) . decorre. (E) proporcionalidade. observa-se que dos princípios da legalidade e da supremacia do interesse público e da indisponibilidade desse interesse.O sistema dos princípios jurídicos que regulam a atividade do Estado para o cumprimento de seus fins. (B) continuidade do serviço público. dizem respeito ao princípio da (A) razoabilidade. dentre outros. 31. entre outras. (C) do serviço público. jurídica atrelada à . (C) presunção de legitimidade. (B) publicidade. formalidade. II.

em sentido jurídico. (C) o princípio da impessoalidade obriga a Administração Pública a agir de modo imparcial em relação aos administrados. 35. além de obedecer à lei jurídica. (Auditor – TC-PI/2005) . quando eivados de vícios que os tornem ilegais. (B) a busca pelo aperfeiçoamento na prestação de ser. . exigindo do administrador resultados positivos que atendam às necessidades da comunidade e seus membros. (B) ausência de subordinação hierárquica. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . é INCORRETO afirmar que (A) o princípio da moralidade impõe ao administrador o dever de. pelo regime da CLT e independentemente de concurso público. dos empregados integrantes de seus quadros. respectiva. O princípio básico da Administração Pública que está consagrado nas respectivas súmulas é o princípio da (A) supremacia do interesse público. independentemente da existência de lei prévia. (D) os princípios administrativos previstos constitucionalmente representam uma relação meramente exemplificativa de dogmas que deverão ser obrigatoriamente observados pelo administrador público. 34.Adm – TRT 23ª R/2004) . que a administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos e que a administração pode anular os seus próprios atos. caracteriza o princípio da eficiência.Uma nota característica do regime jurídico comum às entidades de direito privado integrantes da Administração indireta brasileira é a (A) não submissão de seus dirigentes às normas da Lei de Improbidade Administrativa. (C) presunção de veracidade. (Técnico Judiciário . entre seus dirigentes e o chefe do Poder Executivo. respeitados os direitos adquiridos. (E) o Poder Público pode criar obrigações ou impor vedações aos administrados. posto que nem tudo o que é legal é honesto. (D) ausência de sujeição de suas contas ao controle externo exercido pelo Poder Legislativo. ou revogá-los.33. por motivo de conveniência ou oportunidade. regrar suas condutas funcionais de acordo com a lei ética e em consonância com regras tiradas da disciplina interior da Administração. bem como proíbe a promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos sobre suas realizações. (E) autotutela. (E) possibilidade de contratação. (D) moralidade administrativa. e ressalvada.As súmulas 346 e 473 do STF estabelecem. em todos os casos. (C) desnecessidade de licitação para celebrar contratos que caracterizem atos regulares de gestão.mente. porque deles não se originam direitos.viços públicos. (B) especialidade.No que concerne aos princípios administrativos. a apreciação judicial.

(E) se tanto a primeira como a segunda forem proposições incorretas. podendo ser decretada pela própria Administração ou pelo Poder Judiciário. deixar de observar norma posta em decreto regulamentar. (B) lei estabelece os limites da atuação administrativa.A imoralidade administrativa acarreta a invalidade do ato administrativo. (C) situação de fato. como princípio da Administração Pública.A legalidade e a supremacia do interesse público sobre o particular informam todos os ramos do Direito Público. mas a segunda não for uma justificativa correta da primeira.A impessoalidade. exigir observância dos princípios constitucionais da moralidade e da eficiência. no exercício da função administrativa. (E) medida administrativa a ser adotada implicar o estabelecimento de relação de subordinação entre as diversas categorias de servidores públicos. a ensejar a atuação administrativa. (D) I.Evidencia-se a desigualdade jurídica entre a Administração e os administrados e a presunção de legitimidade dos atos da Administração. III e IV. (A) se as duas asserções forem verdadeiras e a segunda for uma justificativa correta da primeira.A Administração Pública. Estão corretas SOMENTE as afirmações (A) I e II.A Administração não pode. II. (C) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a segunda uma proposição incorreta. está obrigada à atuação regrada ou vinculada quando a (A) lei estabelece uma única solução possível a ser adotada no caso concreto. na edição de ato administrativo concreto. IV. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . relacionar-se com o poder disciplinar da Administração. III e IV. sob pena de ofensa ao princípio da legalidade e da isonomia. (D) situação de fato. .36. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . na folha de respostas. (E) II. que deverão ser atendidos. a ser observada nas situações concretas que nela se enquadrem. restringe a ampla nomeação de cargos de confiança e em comissão. (D) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a segunda uma proposição verdadeira. PORQUE a Administração Pública está submetida ao direito e o decreto contém norma geral. sob pena de ilegalidade. (B) I e III. exceto se motivada a adoção de outro procedimento não legalmente prescrito. 38. (C) I.Em face dos princípios informadores do Direito Administrativo. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . Para responder a questão assinale. considere as seguintes afirmações: I. II e III. (B) se as duas asserções forem verdadeiras. a ensejar a medida administrativa. 37. III. não sendo específicos do Direito Administrativo. A sentença acima possui duas asserções.

discutiam temas pertinentes à Administração Pública daquele Estado. pois há equivalência. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . (E) indisponibilidade público. (C) II e V. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª R/2004) . (C) probidade administrativa. que realizou atos incompatíveis com a função do cargo em que se encontrava investido. (E) III e IV.Na Administração Pública é lícito fazer tudo o que a lei não proíbe. devendo a resposta correta recair sobre o princípio da (A) impessoalidade. com o (B) II e III. público há II. III. (E) publicidade. IV. (Analista Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) Após constatar a morosidade no serviço de . de interesse I.Na Administração Pública não liberdade nem vontade pessoal. notadamente sobre os princípios que devem nortear as correspondentes atividades. pois há equivalência princípio da moralidade. servidores públicos do Poder Judiciário do Estado do Piauí. (B) requisito da publicidade. (D) eficiência. (C) impessoalidade. Em determinado momento. após ter sido apurado.É possível afirmar que a finalidade. em avaliação especial de desempenho realizada por comissão instituída para essa finalidade.No exercício de sua atividade funcional. analise: 43. respectivamente. pois há. no (A) elemento da impessoalidade. que corresponde ao princípio da eficiência. sujeito aos mandamentos da lei. (D) III. com os princípios da autotutela e da presunção de veracidade. respectivamente. Adelaide inquiriu Luís Antônio sobre qual desses princípios caracteriza o Estado Democrático de Direito. correlação com os princípios da impessoalidade e da publicidade.Luís Antônio e Adelaide. (B)legalidade. o servidor em estágio probatório foi dispensado por não convir à Administração a sua permanência.O administrador público está. Referida dispensa está embasada.Em matéria de princípios básicos e norteadores das atividades do administrador público. (E) requisito veracidade. de presunção de 41.Depois de ingressar nos quadros do executivo federal mediante concurso público. É correto o que consta APENAS em (A) I. 40. aos princípios da impessoalidade e da legalidade. correspondendo.A lei para o administrador significa “pode fazer assim”. como condição de validade do ato administrativo. respectivamente. (D) presunção de legitimidade.39. em toda a sua atividade funcional. assegurada a ampla defesa. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . (D) princípio da imperatividade. o administrador público não está sujeito às exigências do bem comum. 42. relaciona-se e decorre da observância pelo Poder Público do princípio fundamental da (A) moralidade. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . (B) legalidade. (C) princípio da eficiência. V. precipuamente.

nessa região. (C) tipicidade. C 10. Gabarito: 1. E 23. diversos imóveis serão desapropriados. A 7. E . restou preterido o princípio da Administração Pública denominado (A))publicidade. C 24. B 14. (D) eficiência. Tendo em vista referido fato. E 9. (B) imperatividade. D 22. (D) impessoalidade. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª R/2004) . D 17. será construída uma nova linha do metrô e. A 6.peitado o princípio da (A) eficiência. A 20. Com tal atitude. B 8. (E)publicidade. objetivando adquirir determinado imóvel no bairro X. B 13. Em virtude da iniciativa acima descrita. A 12. C 5. conseqüentemente. pede informações à Companhia do Metrô. 44. (E) eficiência.sembléia Legislativa de seu Estado. por meio de amigos. D 16. 45. que. oportunidade em que lhe foi negado o direito de obter certidões que esclarecessem tal fato. D 18. A 15.João. que se recusa a fornecê-las. D 3. B 19. fica sabendo. o Prefeito da cidade de Campo Largo informatizou referidos órgãos e contratou a empresa DataSoftware Municipal Ltda. B 11. (B) impessoalidade. O princípio da Administração Pública observado no caso em tela denominase: (A) imperatividade. foi desres. o cidadão José da Silva diligenciou junto ao referido órgão. D 26. (C) supremacia do interesse público. D 25. restou patente a melhoria no atendimento aos munícipes. (B) publicidade. (D) motivação. por meio de regular processo licitatório. para ensinar aos servidores noções de informática. C 2.atendimento ao público em diversos órgãos do executivo municipal. (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) .Após tomar ciência de irregularidades praticadas pela As. Com essa recusa. * 21. (E) motivação. E 4. D 27. (C) tipicidade.

(D) dotados de um único centro de competências ou atri-buições ou aqueles integrados por outros órgãos públi-cos. com ampla capacidade administrativa.28. D 29.Dizse que os órgãos públicos autônomos são aqueles (A) que têm origem na Constituição. financeira e política. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) . todos com capacidade administrativa e técnica. E 45. decisão e comando em assuntos da respectiva competência. B 40. C 43. tendo ampla capacidade administrativa. colocados no ápice da pirâmide organizacional. D 44. com capacidade política e administrativa. sem qualquer subordinação hierárquica ou funcional. (B) de direção. A 33. tendo funções técnicas e de planejamento na área de suas correspondentes atribuições. B 36. (E) que decidem e agem pela manifestação de um só agente público. A 37. C 41. controle. E 30. todos com capacidade administrativa e estrutural. E 35. financeira e técnica. PROVAS ANTERIORES FCC ÓRGÃOS E AGENTES PÚBLICOS . C 32. A 1. C 42. (C)) situados no alto da estrutura organizacional da Administração Pública logo abaixo dos independentes e a estes subordinados. E 39. no qual estão embutidos outros órgãos menores. A 31. E 34. que é seu titular ou que decidem e agem pela manifestação de vontade da maioria de seus membros. A 38.

Diz-se que os . quanto à posição estatal são considerados. independentes. à estrutura. (D) pode ser.Na classificação dos órgãos públicos adotada pela doutrina. 4. (E) políticos. delegados. órgãos (A) superiores. por tempo determinado à Administração Pública para o atendimento de necessidades de excepcional interesse público. respectivamente. sob um regime de depen-dência e mediante uma relação de trabalho.Os Tribunais Regionais Federais. por requisição ou com sua concordância. autônomos. 7.Dentre as formas de classificação dos órgãos públicos. a Advocacia-Geral da União e as Coordenadorias. (B) superiores. (B) detêm os cargos de elevada hierarquia da organização da Administração Pública. respectivamente. autárquica ou fundacional pública. administrativos e delegados. (C) políticos. (E)) autônomos. ou seja. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) .2. sob regime de dependência à Administração Pública direta. delegados e (E) constitui pessoa jurídica de direito público interno. (C) constitui centro de competência administrativa. fenômeno da independentes independentes superiores (E) independentes. políticos e (B) possui funções. os jurados e os leiloeiros pertencem. cargos e agentes. (C) independentes. sob vínculo celetista. não eventual ou avulso. (E)) prestam serviços à Administração por conta própria. à espécie ou categoria dos agentes (A) delegados. superiores. sob relação de trabalho profissional transitório ou definitivo.Os membros do Poder Judiciário. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . (C) autônomos. 3. os Ministérios são considerados (A) colegiados. (D) se ligam. exercendo função pública. diz-se que são compostos aqueles que 5 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . autônomos. autônomos autônomos e e e e e agentes públicos de colaboração são as pessoas que (A) prestam serviços. 6. mas não ocupando cargo ou emprego público. (C) se ligam. credenciados e honoríficos. que ocupam cargos que compõem a cúpula da estrutura constitucional. quanto simples ou composto. superiores. administrativos. (B) independentes. (D) superiores. contratualmente às empresas paraestatais da Administração indireta.(Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 4ª Região/2001) . (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . EXCETO: (A) decorre do desconcentração. (D) subalternos. credenciados. (B) administrativos.O órgão administrativo possui as características a seguir. honoríficos e (D) credenciados.

controle. C 5. C 2. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . D PROVAS ANTERIORES FCC PODERES E DEVERES ADMINISTRATIVOS 1. E 6.A ocorrência de desvio de finalidade manifesta-se quando o ato administrativo é praticado (A)) com objetivo diverso daquele explicitado na motivação. que é o seu representante. (E) sem a observância das regras aplicáveis de competência.fim de maneira desconcentrada. (B) sem observância dos requisitos de legalidade quanto à matéria de mérito. com função principal idêntica. realizando a atividade. ou previsto na lei.(A) são constituídos por um só centro de competência. (D))reúnem em sua estrutura outros órgãos menores. regulamento ou outro ato normativo. E 3. (C) têm a sua atuação e decisão sempre decorrentes da manifestação conjunta e majoritária da vontade de seus membros. . (B) se identificam sempre como unipessoais. (E) detêm poderes de direção.mando dos assuntos de sua competência específica. cuja atuação e decisão é atribuída a um único agente. decisão e co. E 7. ou com excesso de poder. (D) de modo que seu resultado importa em violação de lei. (C) a despeito de terem sido verificados inexistentes os fatos que ensejaram sua edição. Gabarito: 1. B 4. os quais podem ser identificados com o cargo de seu agente.

Está correto APENAS o que se afirma em (A) I. como nas administrativas. 3. V. . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . quando expedido nos termos da Constituição Federal. somente poderá ser considerado ato administrativo propriamente dito quando tiver efeito concreto.O decreto I. III e V. (E) uma instrução normativa. que é manifes-tação expressa da legitimidade de seu poder-dever de iniciativa legislativa. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . para fiel execução da lei. (E) III. geral. 5. inominado é ato normativo originário quando com-parado à lei.O poder hierárquico (A) permite a avaliação subjetiva da legalidade de ordens emanadas do superior.A fim de explicar o modo de execução de uma lei. (C)) impõe o cumprimento de ordem superior. tanto nas funções constitucionais. II e III. III e IV. (B) I. (D) confunde-se com o poder disciplinar. que é ordem escrita. (D)) um decreto. II. é a forma de que se revestem os atos individuais ou gerais emanados dos chefes dos Poderes Executivo. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . II e IV. IV e V. (E) o poder será vinculado quando o Administrador pode optar dentro de um juízo de conveniência e oportunidade. 4. III. Legislativo e Judiciário. salvo se manifestamente ilegal. (E) aplica-se também às funções próprias do Poder Judiciário e do Poder Legislativo. IV.(D) II.será autônomo quando produza efeitos gerais e discipline matéria não regulamentada em lei. (C) uma circular. oriunda do poder disciplinar e determinadora do modo pelo qual a lei será aplicada. (B) o termo polícia judiciária tem o mesmo significado de polícia administrativa. enquanto que o decreto geral é ato normativo. (C)) I. 2. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) . do qual é de-corrência. o Chefe do Poder Executivo deve expedir (A) uma resolução. que é ato administrativo do poder normativo ao qual os administrados devem obediência e que não depende de aprovação de outro órgão. (D) o poder discricionário não se confunde com a arbitrariedade. que produzir efeitos gerais será regulamentar. (C) o poder disciplinar confunde-se com o poder hierárquico. que é ato administrativo geral e norma-tivo e manifestação expressa de seu poder regulamentar. (B) um projeto de lei sobre a matéria. (B) determina o cumprimento de todas as ordens ex-pressas emanadas do superior.No que se refere aos poderes administrativos. que é ato administrativo interno e geral baseado no poder hierárquico e que explica o necessário para a aplicação da lei. é certo que (A) não há hierarquia nos Poderes Judiciário e Legislativo.

por agentes administrativos. praticados por seus (C) resolver conflitos de competências entre seus subordinados. (C) o policiamento ostensivo realizado nas ruas pela polícia militar. 10. (B) vinculado. à realização de uma passeata nas vias públicas. (B) o ato for omisso em relação a formalidades indispensáveis à sua existência. (E) anulação de um ato administrativo pelo próprio agente que o praticou. pratica ato (A)) discricionário.Quando a Administração pode escolher entre duas ou mais opções.Ocorre desvio de finalidade na prática do ato administrativo.É exemplo de atividade própria do poder de polícia. em contrato administrativo. (E) regulamentar. o poder de (A) dar ordens aos seus subordinados. entendido como polícia administrativa. (B)) a restrição imposta. (D)) hierárquico. (E) aplicar penalidades aos seus subordinados. 8. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . pela Administração ao particular contratado. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) .A revisão dos atos subordinados configura uma das faculdades do poder (A) discricionário. 31/03/03 . (C) arbitrário. (B) rever atos subordinados. (C) a matéria de fato que fundamenta o ato é juridicamente inadequada ao resultado obtido. (A) a aplicação de multa contratual. (C)) revogação de um ato administrativo pela autoridade superior ao agente administrativo que o praticou. no caso concreto. (D) a atividade investigativa realizada pela polícia civil em um inquérito policial. (B) de polícia. regulamento ou outro ato normativo. (D) anulação de um ato administrativo pelo Poder Judiciário. (B) aplicação de uma sanção contratual pela Administração em um contrato Administrativo. observadas as garantias processuais. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . 9. .09:58 11. segundo critérios de oportunidade e conveniência. quando (A) o ato não se incluir nas atribuições legais do agente que o praticou. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) É exemplo de exercício do poder hierárquico da Administração a (A) aplicação de uma multa de trânsito. (C) disciplinar. (E) a prisão em flagrante de um criminoso por qualquer do povo. (D)) delegar competência para seus subordinados editarem atos de caráter normativo. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) NÃO é conseqüência do poder hierárquico de uma autoridade administrativa federal. 7. (D)) o agente pratica o ato visando a objetivo diverso do estabelecido na regra de competência. (E) o resultado do ato importa em violação de lei.6.

importar aumento de despesas. o que é matéria de reserva legal. ainda que não amparado expressamente por nenhum de seus dispositivos. in-clusive para entidades externas à Administração Pública. observados os limites legais. extinguindo. tais como licenças e autorizações.No exercício de seu poder normativo. . é correto afirmar que o poder de polícia (A) é atividade estritamente vinculada. por extinguir os cargos em questão. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . (C) pode ser objeto de delegação de competência. 78 do Código Tribu-tário Nacional. (E) imperativo. (E) está de acordo com a Constituição. cargos públicos ocupados por servidores cuja remuneração elevava os índices de despesa com pessoal para além dos limites fixados pela Lei de Responsabilidade Fiscal. que exerçam o poder de polícia por delegação. (C) está de acordo com a Constituição. o Presidente da República. que estão imunes à atuação do Poder Executivo.. 13. (B)) violou o ordenamento constitucional. o que contraria disposição expressa da Constituição Federal. por decreto. aliás. (D) restringe-se à materiais pela prática de atos Admi-nistração. pois se enquadra genericamente na com-petência do Presidente da República para editar decretos autônomos.(D) jurisdicional. sem. limitando ou disciplinando direito. que não admite discricionariedade por parte da Administração. 14. (D) está de acordo com a Constituição. com isso. (B)) compreende a faculdade de editar regulamentos disciplinadores dos direitos individuais. condicionadores de direitos. uma vez que compete à Administração definir as razões de interesse público ensejadoras de sua instituição. disciplina aspectos do funcionamento da Administração Pública federal. 12. que prevê ex-pressamente essa medida em defesa da respon-sabilidade fiscal. regula a prática de ato ou abstenção de fato. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . que devem ser aprovados pelo Congresso Nacional para produzir efeitos.)”.As limitações ao direito de propriedade decorrentes do poder de polícia da Administração (A) independem de lei. pois se enquadra genericamente na competência do Presidente da República para editar decretos autônomos. (E) independem de um fundamento de interesse público. (B)) dependem de um fundamento de interesse público e devem se restringir ao estritamente necessário ao seu atendimento. pois subordinam-se às razões de conveniência e oportunidade do órgão competente. em razão de interesse público (.“Considera-se poder de polícia a atividade da adminis-tração pública que. que possuem eficácia imediata. interesse ou liberdade. (Defensor Público – Maranhão/2003) . A partir da definição constante do art.. O decreto em questão (A) violou o ordenamento constitucional. por disciplinar o funcionamento da Administração. ainda que não amparado expressamente por nenhum de seus dis-positivos. (D) podem ser instituídas por entidades privadas. (E) não pode ter por objeto direitos e liberdades indi-viduais garantidos pela Constituição. (C) são ilegais em razão do caráter absoluto do direito de propriedade.

(D)) apenas na relação mencionada no item II. c) criação de cargos públicos. formula consulta a parecerista que apresenta. a a) criação de Ministérios. 17. O Prefeito de um Município e o Presidente de uma autarquia desse Município. Sendo assim. (B) apenas a (ii) está de acordo com a Constituição Federal.Considere um dispositivo constitucional que crie obrigação aos indivíduos. passível de sanção no âmbito administrativo. 16. (C) apenas nas relações mencionadas nos itens II e III. Conforme a doutrina administrativista. tratando-se de autoridade competente. o Presidente da República. independentemente de lei. (iii) os decretos regulamentares. como regra geral. e o dispositivo. não são passíveis de controle pelo Poder Legislativo. III.Determinada autoridade administrativa presencia a prática de um ato ilícito por parte de um cidadão. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . posto que o Direito brasileiro. (E) apenas na relação mencionada no item III. Suponha que ainda não exista lei a respeito dessa matéria. (D) todas estão de acordo com a Constituição Federal. dos efetivos das Forças e) definição da organização administrativa dos Territórios. há vínculos de hierarquia (A) nas relações mencionadas nos itens I. fundamentando-se na autoexecutoriedade dos atos administrativos. submetendo-se apenas ao controle judicial de constitucionalidade. (B) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. 18. Numa situação hipotética. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) .Considere as relações jurídicas estabelecidas entre: I. por serem atos de competência privativa do Presidente da República. (ii) a competência do Presidente da República para expedir decretos regulamentares pode. (E)) nenhuma está de acordo com a Constituição Federal. as seguintes conclusões: (i) o Presidente da República pode diretamente regulamentar a matéria por decreto. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . Das conclusões acima (A) apenas a (i) está de acordo com a Constituição Federal. (B) apenas nas relações mencionadas nos itens I e II. Tal procedimento (A) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. II e III. b) extinção de cargos públicos vagos. pretendendo ver aplicado tal . passou a acolher o regulamento autônomo. decide aplicar-lhe e executar diretamente a pena. por decreto. com a Emenda Constitucional no 32/01. entre outras. O Presidente da Republica Prefeito de um Município. ser delegada aos Ministros. O Prefeito de um Município e um Secretário desse Município. configura hipótese de atuação do poder normativo do Poder Executivo. d) fixação Armadas. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) De acordo com a Constituição Federal.15. II. mas cuja aplicação dependa de disciplina legal. (C) apenas a (iii) está de acordo com a Constituição Federal.

22. atividades e direitos individuais. para a prática de atos administrativos com liberdade na escolha de sua qualidade. Poder discricionário é o que o Direito concede à Administração. também aplicáveis no âmbito administrativo. competência e finalidade. no qual. no qual pode ser dispensada a manifestação do autor do ilícito. II. em matéria de atos administrativos. de contratos ilícito administrativo por um subordinado seu. (E)) viola as disposições constitucionais acerca do devido processo legal. (E) aplicação de sanções disciplinares. 21. de modo explicito ou implícito. (C) ainda assim depende de processo administrativo.fundamentando-se na auto-tutela dos atos administrativos. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . (D) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. Poder discricionário é aquele que o Direito concede à Administração. (C) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. a aplicação da penalidade ao autor do ilícito (A) não depende de processo administrativo. (B) não depende de processo administrativo. 19. Poder vinculado é aquele que o Direito Positivo confere à Administração Pública para a prática de ato de sua competência. Poder regrado é aquele que a lei confere à Administração Pública para a prática de ato de sua competência. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . no qual devem ser assegurados ao autor do ilícito o contraditório e a ampla defesa. IV. com o objetivo de ordenar a atuação dos órgãos subordinados. (B) forma. (D) expedição de atos normativos. III. 20. incidindo a regra da "verdade sabida". configura vício relativo ao elemento (A) agente. de modo implícito. porém. Nesse caso. fundamentando-se na imperatividade dos atos administrativos. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) Observe o que segue: I. (E)) ainda assim depende de processo administrativo. a critério da autoridade. (D) ainda assim depende de processo administrativo. incidindo o princípio da autotutela administrativa. desde que não sejam da competência exclusiva do órgão subordinado. mediante livre valoração quanto à conveniência. incidindo a regra da "verdade sabida".O desvio de poder. (C) objeto. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Constitui manifestação do poder de polícia administrativa: (A) rescisão unilateral administrativos. determinando os elementos e requisitos à sua formalização. para a prática de atos administrativos com (B) avocação de atribuições. (C) edição de atos visando a disciplinar a restringir o uso e gozo de bens. (D) motivo.Determinada autoridade presencia a prática de um . fundamentando-se na presunção de legalidade dos atos administrativos. não será admitido recurso. (E)) finalidade.

podendo ser avocada qualquer atribuição. cabe ao chefe do Poder Executivo federal (A) sancionar leis cujos projetos foram aprovados pelo Congresso Nacional.liberdade de escolha de sua conveniência. (E) decretar e executar a intervenção federal. d) Atividade de fomento.A atividade do Estado consistente em limitar o exercício dos direitos individuais em benefício do interesse público é chamada de: a) Poder hierárquico. oportunidade e conteúdo.No que tange aos poderes administrativos. e) Poder regulamentar. não podendo ser avocada atribuição que a lei expressamente confere a determinado órgão ou agente. (Advogado – DESENBAHIA/2002) A avocação de um ato decorre do poder (A) de polícia. Em matéria de poderes administrativos. 28/11/02 25. quando houver motivos que levem o administrador público a limitar qualquer atividade privada ou estatal. (C)) ser editado pela Administração Pública ou por quem lhe faça as vezes. V. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . (D) ser essencialmente repressivo. APENAS são corretas as assertivas (A) I e II (B) I e V (C) II e III (D)) III e IV (E) IV e V 23. 24. (Advogado – DESENBAHIA/2002) O ato de polícia administrativa tem como características. conseqüências dessa (D) vinculado. ainda que conferida a determinado órgão ou agente. (E) comportar sanções desde estejam previstas em decretos. (E)) hierárquico. (B) submeter-se apenas ao controle judicial por ser sempre vinculado. (B) discricionário. c) Serviço público. por ser o exercício desse poder um dos fatos geradores da taxa. e convenções todas as substituição. dentre outras. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . em que se substitui a competência inferior pela superior. Poder vinculado consiste naquele concedido implicitamente pelo Direito à Administração. (A) incidir nas pessoas e em todos os setores da sociedade. (C) regulamentar. (C) celebrar tratados internacionais.TREPE/2004) . não cabendo em caráter preventivo. 28/11/02 – que (D)) expedir decretos para a execução das leis. é INCORRETO afirmar que (A) o conceito legal de poder de polícia encontra-se no Código Tributário Nacional. (Analista Judiciário – Jud . 27. mas que não desonera o inferior de toda a responsabilidade pelo ato avocado pelo superior. (B) decretar o estado de defesa e o estado de sítio. para a prática de atos administrativos mediante certo grau de liberdade quanto à conveniência e oportunidade. com 26. b) Poder de polícia.No exercício de seu poder regulamentar. .

(Analista Judiciário – Jud . embora não absoluta. (C) podem ser auto-executórias. corresponde ao poder disciplinar.O poder regulamentar autoriza os Chefes dos Poderes Executivos a explicar a lei para sua correta e fiel execução. (E) limitar ou disciplinar direito.No que tange aos poderes administrativos. (D) investigar irregularidades e aplicar penas aos servi. III. 29. sendo que a polícia administrativa é privativa de corporações especializadas como a polícia civil e a militar.(B) a principal diferença. mesmo aqueles não sujeitos à disciplina interna da Administração Pública. (B) instaurar inquérito administrativo. IV. em razão do interesse público. a autoexecutoriedade e a coercibilidade. III e IV. 28. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . frenar o uso e gozo de bens. 30. (D) II e III. conteúdo e forma. de regra. da primeira e no repressivo da segunda. processar e aplicar penalidades apenas aos servidores públicos que infringem os respectivos estatutos. de acordo com a decisão arbitrária da autoridade administrativa. (C))apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos e demais pessoas sujeitas à disciplina administrativa a exemplo das pessoas que com ela contratam. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . considere as seguintes proposições: I.O poder disciplinar na Administração Pública é cabível para (A) regulamentar lei ou ato normativo de forma independente ou autônoma. (B) podem ser apenas implementadas mediante prévia autorização judicial. (E) II. III e IV. além do fato de corresponder a uma atividade negativa.A prerrogativa de que dispõe o Executivo para ordenar e rever a atuação de seus agentes. inovando a ordem jurídica por estabelecer normas ainda não disciplinadas em lei. estabelecendo uma relação de subordinação.A discricionariedade permite que o administrador público pratique o ato com liberdade na escolha de sua conveniência.TREPE/2004) . (B) I e III. que dispensa a Administração de recorrer ao Poder Judiciário para executá-las. . entre as polícias administrativa e a judiciária está no caráter preventivo.As medidas de polícia administrativa (A)são marcadas pelo atributo da exigibilidade. Estão corretas APENAS as afirmações (A) I e II. com o objetivo de regular a prática de ato ou abstenção de fato. (C) I. em prol da coletividade ou do próprio Estado. oportunidade. por não serem auto-executórias. (D))o poder de polícia é exercido pelo Estado nas áreas administrativa e judiciária. atividade e direitos individuais. (C) os meios de atuação do poder de polícia são os atos normativos em geral e os atos administrativos e operações materiais de aplicação da lei ao caso concreto. (E) são atributos do poder de polícia a discricionariedade. interesse ou liberdade.O poder de polícia autoriza a Administração a condicionar.dores públicos e particulares. II.

que pode gerar a revogação do ato administrativo praticado. (D) o desvio de função do agente. órgãos legislativos e colegiados administrativos. cuja produção é desenvolvida em nível nacional. (B) é inconstitucional. ou das do órgão ou pessoa jurídica a que pertence. D . C 4. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . que gera a nulidade do ato administrativo praticado. D 5. (Analista Judiciário – Jud – TRT 8ª R/2004) . tal Decreto. (A) é constitucional desde que se refira a tributo de competência da pessoa política cujo chefe do Poder Executivo restringiu a aplicação do benefício. (E) tipificam hipótese de indevida coação administrativa. fora de suas atribuições legais. (D) é inconstitucional.A edição de um Decreto. quando autoexecutadas pelo administrador sem autorização legal. C 6. (C) a ocorrência do vício de incompetência do agente.A prática de ato administrativo por agente. que pode gerar a revogação do ato administrativo. se necessárias para a defesa urgente do interesse público. (D) regulamentos. a determinada categoria de produtos. cuja titularidade é exercida pelo Chefe do Poder Executivo. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . (B) a ocorrência do vício de incapacidade do agente. que delimite área geográfica abrangida por isenção tributária concedida de forma geral. (E) regimentos. na medida em que Decretos Regulamentares dependem de aprovação do Congresso Nacional.des outras que não os Chefes do Poder Executivo. evidencia (A) a ocorrência dos vícios de incompetência e de incapacidade do agente. por meio de lei. 31. sendo manifestação legítima do Poder Normativo Administrativo. e pode tal Decreto ser sustado pelo Congresso Nacional. pelo Chefe do Poder Executivo. (E) é inconstitucional porque exorbita o poder regulamentar e pode ser. 33. sustado pelo Congresso Nacional. (C) decretos. para disciplinar matéria de suas competências específicas. denominamse (A) deliberações.(D) são auto-executórias.Os atos administrativos normativos emanados de autorida. B 8. mas não se submete a controle concentrado constitucionalidade pelo Judiciário. a exemplo dos Presidentes de Tribunais. bem como pode ser declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. (E) o excesso de poder do agente. D 7. de Poder (C) é constitucional. 32. Gabarito: 1. D 3. (B) resoluções. que pode gerar a nulidade do ato administrativo praticado. A 2.

D 24. C 26. E 19. comerciais. D 21.Ao definir a organização da Administração Federal. A 12. B 14. compras e alienações. D 16. instituída autorização (E) sujeita-se à execução de suas dívidas mediante o sistema de precatórios. D 23. C 22. serviços. trabalhistas e tributários. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) .9. E 25. da PROVAS ANTERIORES FCC ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1. D 28. Uma empresa como essa (A) pode criar suas independentemente de legislativa. (C)) está sujeita à regra da licitação para suas contratações de obras. (Analista Judiciário – Área Administrativa . 3. subsidiárias autorização (B) está dispensada da realização de concurso público para contratação de seu pessoal. NÃO é exemplo desse princípio de descentralização (A) a concessão de atividades Administração para entes privados. C 29. D 30. C 32. D 11. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . B 15. (C) as empresas públicas sociedades de economia mista. B 17. uma empresa pública que explore atividade econômica deve se sujeitar ao regime jurídico próprio das empresas privadas. B 27. indiretas de 2. E 33. D 31.TRE BA/2003) Incluem-se entre as entidades estatais (A) os Estados e as Autarquias. B 13. B (B)) a União e os Municípios. (D) pode ser independentemente de legislativa.Nos termos da Constituição Federal. o Decreto-Lei n o 200/67 determina que a execução das atividades da Administração deverá ser amplamente descen-tralizada e que tal descentralização ocorra em alguns planos. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. C 20. C 10. e as (D) as fundações públicas e o Distrito Federal. (E) as administrações qualquer dos Poderes. . E 18.

(E)) as autarquias e as sociedades de economia mista. tendo personalidade jurídica de direito público. as segundas.(B) a distinção entre o nível de execução e o nível de direção. os segundos. no plano federal. (E) a descentralização de atividades da Administração para a órbita privada mediante contratos. Nesses dois casos. as primeiras. (C)) enquadra-se na definição legal de empresa pública. com personalidade jurídica de direito privado. (C) a descentralização mediante convênio das atividades da Administração Federal para a Administração das entidades federadas. (D)) a transferência. quanto ao aspecto funcional ou operacional. com personalidade jurídica de direito público. (A) as fundações públicas e os ministérios. também. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . com personalidade jurídica de direito privado e. as segun-das. com personalidade jurídica de direito público. (C) as fundações públicas e as organizações sociais. as primeiras. com personalidade jurídica de direito privado e. Distrito Federal e Municípios. as primeiras. 4.A administração pública pode ser efetivada. sendo o restante de seu capital de propriedade de um Estado. tendo personalidade jurídica de direito privado. (B)) um ministério. dentro dos quadros da Administração.De acordo com o ensinamento predominante na doutrina brasileira.TRF 5ª Região/2003) . através de seus próprios órgãos. (D) as empresas públicas e as organizações da socie-dade civil de interesse público. com 70% de seu capital votante nas mãos da União. (A) enquadra-se na definição legal de empresa pública. (B) enquadra-se na definição legal de sociedade de economia mista. como fruto da desconcentração. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Integram a Administração Indireta Federal. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) . nos termos do Decreto-Lei n o 200/67. estamos nos referindo. Pode. mediante lei ordinária. (B) os ministérios e as autarquias. (B)) direta e indireta. 7. imedia-tamente pela União.Uma empresa que exerça atividade econômica. 6. com personalidade jurídica de direito público e. respectivamente. como de direito privado. os primeiros e as segundas com personalidade jurídica de direito público. (D) indireta e terceirizada. tendo personalidade jurídica de direito público. ser realizada mediatamente por meio de entes (personalizados) a ela vinculados. as primeiras e as segundas podendo possuir tanto personalidade jurídica de direito público. 5. . à administração (A) indireta e direta. (E) uma agência reguladora. (C) contratada e direta. (E) terceirizada e contratada. (A) uma fundação pública. de competências constitucionais da União para os Estados. pode-se identificar na organização adminis-trativa pátria. (C) uma autarquia qualificada como agência executiva. (D) uma sociedade de economia mista.

(B)) um Ministério e uma empresa pública.A repartição de funções entre os vários órgãos (despersonalizados) de uma mesma Administração. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002 . sem quebra de hierarquia. serviços. na folha de respostas. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) Uma sociedade de economia mista. c) se as duas asserções forem verdadeiras e a Segunda for uma justificativa correta da primeira.adaptada) . c) submete-se ao mesmo regime jurídico trabalhista das pessoas jurídicas de direito público. que age por outorga do serviço (mas sempre em nome próprio). independentemente de lei. (C) descentralização e delegação de serviço público. respectivamente. a) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a Segunda uma preposição verdadeira. pública e uma 11. (E) não se enquadra em nenhuma definição legal quanto às entidades da Administração indireta. à (A) descentralização e desconcentração administrativa. (C) as Fundações de direito público. (C) uma autarquia e uma sociedade de economia mista. distinta da do Estado. (D) delegação de serviço público e execução direta. 10. b) se tanto a primeira como a Segunda forem proposições incorretas. São exemplos de 12. b) não está sujeita à falência.São entidades estatais (A) as Empresas Públicas. . a) não se submete ao regime de licitação para contratação de obras. (B) as Autarquias. (E) os Territórios Federais. mesmo regime das empresas 9. compras e alienações. respectivamente. 8. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) A organização da Administração Pública federal distingue a Administração direta da indireta. Para respondê-las assinale. referem-se.A sentença abaixo é composta por duas asserções. (Técnico Judiciário – Área Administrativa .(D) enquadra-se na definição legal de sociedade de economia mista. (D)) os Municípios. (E) uma fundação fundação privada.TRE BA/2003) . tendo personalidade jurídica de direito privado. em que a prestação de serviços é direta e imediata. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . (A) a Presidência da República e um Ministério. (B)) desconcentração administrativa e descentralização. e integrantes da Administração direta e da indireta. (D) uma autarquia e uma empresa privada concessionária de serviço público. e) submete-se ao jurídico tributário privadas. e a atribuição de Poderes da Administração a outrem. que explore atividade econômica. d) pode ser instituída por decisão do poder Executivo. (E) execução indireta desconcentração administrativa.

a característica diferencial entre atividades econômicas e serviços públicos está no fato de estes últimos deverem ser prestados exclusiva e diretamente pelo Poder Público PORQUE a Constituição estabelece que.d) se as duas assertivas forem verdadeiras. Não houve. integrante da Administração Direta. (B)) é compatível com a Constituição Federal. 13. (D) contraria a Constituição Federal. já tendo até mesmo o Supremo Tribunal Federal decidido nesse sentido. (E)) não integrará a Administração Direta.Determinado Município adquire. como entidade sui generis. mas a Segunda não for uma justificativa correta da primeira. Senac etc.Suponha o seguinte trecho de uma ementa de acórdão: “Dispensa-se de autorização legislativa a criação de empresas públicas subsidiárias. (E) contraria a Constituição Federal. sendo essa matéria de decisão discricionária do Presidente da República. sujeita ao regime jurídico geral de direito privado. autônomos . a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo. (C) contraria a Constituição Federal. passando a exercer o respectivo controle. Nessa hipótese. no mercado de bolsa de valores. lei específica aprovada pela Câmara Municipal. (B) apenas passará a integrar a Administração Indireta se se transformar em empresa pública. pois é constitucionalmente vedada a criação de subsidiárias de empresa pública ou sociedade de economia mista. No regime constitucional vigente. sendo apenas uma companhia sob controle municipal.). 15. integrante da Administração Indireta. pois é desnecessária a autorização legislativa para a criação de subsidiárias de empresa pública ou sociedade de economia mista. a sociedade anônima em tela (A) passará a ser considerada sociedade de economia mista municipal. desde que haja previsão para esse fim na própria lei que instituiu a empresa de economia mista matriz. ressalvados dos casos nela previstos. (C) passará a ser considerada empresa pública municipal. 14. ações representativas de 60% (sessenta por cen-to) do capital votante de uma sociedade anônima. A lei criadora é a própria medida autorizadora. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Integram a Administração Pública indireta (A) os serviços sociais (Senai. e) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a Segunda uma proposição incorreta. pois empresas públicas e sociedades de economia mista não têm sua instituição dependente de autorização legislativa. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . pois é necessária a edição de lei autorizativa para a criação de cada subsidiária de empresa pública ou sociedade de economia mista. nem a Indireta. autorizando a operação. na forma da legislação aplicável. (D) integrará a Administração Indireta. porém.” Esse texto (A) contraria a Constituição Federal.

há relação de hierarquia entre (A) um Ministro do Supremo Tribunal Federal e um Ministro do Tribunal de Contas da União.16: 19. e esta pretende se ressarcir junto ao empregado. a responsabilidade civil da sociedade e a do empregado são. (Subprocurador Contas do Estado – Tribunal de de Sergipe – . O terceiro pretende cobrar os prejuízos da sociedade. 16. (D) subjetiva e inexistente. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . Nessa situação. por meio de um empregado seu que agiu com negligência ao desenvolver o serviço. (C) o regime de pessoal legislação trabalhista. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . transferindo a titularidade e a execução de determinado serviço público à pessoa jurídica de direito público.NÃO se ajusta ao regime jurídico das empresas estatais: (A) a empresa pública poderá ser constituída sob qualquer forma admitida em direito. (C)) objetiva e subjetiva. transferindo a titularidade e execução de determinado serviço público à pessoa jurídica de direito privado. (C) ato bilateral e precário. (D) ato unilateral. (A) objetiva e objetiva.Uma sociedade de economia mista. Senador e um Deputado (D) a sociedade de economia mista não poderá usufruir de privilégios fiscais não extensíveis às empresas da iniciativa privada. transferindo a execução de determinado serviço público à pessoa jurídica de direito privado. (C) as concessionárias público em geral. (E) as organizações sociais. (B) subjetiva e subjetiva. (B) um Federal. (B) ato administrativo unilateral. (E) um Presidente de Assembléia Legislativa e um Presidente do Tribunal de Justiça do mesmo Estado. 02/01/02 . (B) a criação de subsidiárias das sociedades de economia mista depende de autorização legislativa. 17.(B) os partidos políticos. transferindo a execução de determinado serviço público à pessoa física ou jurídica. prestadora de serviço público. (E) ato bilateral e discricionário. causa danos a um terceiro. (E) inexistente e subjetiva. respectivamente. conservando o poder público a titularidade. (C) um Governador de Estado e um Prefeito Municipal. discricionário e precário. de serviço (D) as fundações instituídas pelo Poder Público. 20. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . transferindo a titularidade de determinado serviço público à pessoa jurídica de direito público. é o da 18. (D)) o Presidente da República e um Ministro de Estado. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . com natureza jurídica de direito público. (E) a empresa pública depende de prévia autorização legislativa para alienação de bem imóvel.Considerando-se a organização administrativa brasileira.A descentralização dos serviços públicos por colaboração ocorre mediante (A)) contrato ou ato administrativo unilateral.

lei. e) faculdade legal de celebração de contratos de prestação de serviços relativos a atividades materiais acessórias. Sua interposição pressupõe a existência de vinculação hierárquica. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . para reexame da questão. nem por analogia. de (C)) sujeição ao regime próprio das empresas privadas quanto aos direitos e obrigações civis. c) Têm plena capacidade de autoadministração.Assinale a alternativa que contém uma afirmação incorreta. Sua interposição é sempre possível. (D) possibilidade de gozo de privilégios fiscais não extensíveis ao setor privado. a) Não existe poder de tutela entre a entidade descentralizada e a pessoa jurídica que a instituiu sem expressa previsão legal. e) Recurso hierárquico impróprio é aquele dirigido a autoridade de órgão diverso daquele que proferiu a decisão atacada. ela se constitui de uma soma de competências particulares atribuídas explicitamente por lei. de direito público. d) atribuição de personalidade jurídica própria. (B) não sujeição ao Tribunal de Contas. (E) não incidência da obrigatoriedade de realização de concurso público para contratação de seus empregados. assinale a afirmação correta: a) Só podem ser criadas por podendo assumir personalidade direito público ou privado. Existe apenas uma vinculação para fins de controle. d) O recurso hierárquico é dirigido a autoridade superior àquela que proferiu a decisão atacada. 26/12/01 21. o que lhes confere poder para criar o próprio direito. comerciais e trabalhistas. independente de expressa previsão legal. com capacidade administrativa genérica. sendo decorrência do princípio do contraditório e da ampla defesa. c) a transferência por lei da titularidade e da execução de determinado serviço público para pessoa jurídica de direito público ou privado. a uma entidade local. geograficamente delimitada. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . 23. controle pelo 22.Sobre as autarquias. conservando o poder público a titularidade do serviço. na medida em que o poder de controle não pode invadir a liberdade de auto-administração atribuída ao ente descentralizado. como . b) A tutela não se presume. (Procurador Grande do Descentralização colaboração é: do Estado do Norte/2001) administrativa Rio por a) a transferência por meio de contrato ou ato administrativo unilateral da execução de determinado serviço público a pessoa jurídica de direito privado.É regra própria do regime constitucional de uma sociedade de economia mista que exerça atividade econômica a (A) não incidência da obrigatoriedade de licitação para contratar obras. d) Podem ser conceituadas serviço público descentralizado. serviços.Janeiro/2002) . b) a transferência por meio de contrato ou ato administrativo unilateral da execução e da titularidade de determinado serviço público a pessoa jurídica de direito privado. compras e alienações. que não podem ser acrescidas. b) Contra seus atos cabe mandado de segurança mas não ação popular. c) Entes descentralizados não estão hierarquicamente subordinados à Administração Direta.

sendo que os Ministérios e Secretarias integram a administração indireta. no valor de R$ 12. posto que. reconsiderar a decisão de seu subordinado. entre outras. posto que a noção de hierarquia apenas se aplica aos órgãos militares da Administração Pública. 26.00. 25. (E) também as fundações. a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício. (Analista Judiciário . (D) está harmônica com a regra consagrada pela dou. posto que o Presidente da República é a autoridade de máxima hierarquia da Administração do País. (Analista Judiciário – Jud .Segundo expressamente dispõe a Constituição brasileira. (Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder à questão: Para contratar.TREPE/2004) .000. do Distrito Federal e dos Municípios. (B) os serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e na dos Ministérios.00. Judiciário e Tribunal de Contas. Posteriormente. Todavia. as concessionárias e permissionárias de serviço público. posto que se trata do Presidente da República e de sociedade de economia mista federal. posto que a relação hierárquica se estabelece entre um Ministro e as autoridades da Administração indireta vinculadas ao respectivo Ministério. empresas públicas e sociedades de economia mista vinculadas aos Ministérios. 24. invocando nulidade nos contratos assim celebrados.Jud – TRT 3ª R/2004) . assim como os serviços administrativos que estão a cargo do Legislativo. dos Estados. a compra de materiais de escritório. uma sociedade de economia mista federal decide pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. (D) todos os órgãos e entidades como as autarquias. segundo esta. essa noção (A))conflita com a regra consagrada pela doutrina. assim como as agências executivas e reguladoras. (B) conflita com a regra consagrada pela doutrina.Jud – TRT 3ª R/2004) .000. alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação. pelo regime da Lei no 8. (C) todas as entidades e serviços vinculados à Presidência da República.trina. poderia.Quanto à afirmação de ser o Presidente da República autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista. tal autoridade não o motiva. (C) conflita com a regra consagrada pela doutrina. a administração pública direta e . as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que. sendo autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista. e uma obra no valor de R$ 20. (Técnico Judiciário . (E) está harmônica com a regra consagrada pela doutrina. em nome da imperatividade dos atos administrativos. não há relação de hierarquia entre autoridades da Administração direta e autoridades da Administração indireta.e) Não se sujeitam à lei de licitações. entre outras.666/93. independentemente de se cogitar de sociedade de economia mista federal. visto que estes integram a administração indireta. estadual ou municipal.É certo que na organização administrativa da União a administração direta compreende (A) os órgãos públicos da Presidência da República. Em sua defesa. à exceção dos Ministérios.

(D) natureza da atividade a ser desempenhada e forma de organização. publicidade e eficiência. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . (D) proporcionalidade. . inclusive quanto a limites de valor. impessoalidade. ser considerados 30. eficácia. 29. (Procurador – TC-PI/2005) . do interesse social. eficiência. à qual aplica-se integralmente o regime jurídico de (E) possuem o mesmo regime jurídico aplicável aos bens das autarquias. ainda que qualificadas como agências executivas. beneficiamento e comercialização de minerais do país. (B) legalidade. (Procurador – TC-PI/2005) . como conseqüência de sua autonomia. lavra. (C) são considerados bens públicos. (B) são inalienáveis e impenhoráveis por natureza. (E) composição do personalidade jurídica. (D) não podem impenhoráveis. Os bens dessa sociedade (A) podem ser revestidos da característica de impenhorabilidade. (C) personalidade jurídica e natureza da atividade a ser desempenhada. é correto afirmar que (A) as autarquias de regime especial. os principais traços diferenciadores entre as empresas públicas e as sociedades de economia mista são os relativos à (A))composição do capital e forma de organização. interesse (D) para garantia do poder hierárquico do Ministro de Estado sobre a administração indireta. (B)a qualificação de agência executiva autoriza dispensa de licitação para contratações de valor superior à regra geral. 27. do contraditório e do devido processo legal. eficácia. deve observar os princípios da (A) legalidade. (E) moralidade razoabilidade e pública. 28. (B) como forma de recurso hierárquico das decisões de seus órgãos superiores. moralidade.666/93. público e motivação. (C) para a aplicação de sanções disciplinares a seus servidores. se declarada na lei de sua criação. publicidade. para decidir qualquer processo administrativo. independentemente de sua personalidade jurídica ser de direito privado ou de direito público. (C) a autarquia é pessoa jurídica de direito público. (B) forma de criação e personalidade jurídica.Em relação às entidades que integram a Administração Indireta. ainda que o contrato de gestão que confere aquela qualidade à pessoa jurídica em questão tenha sido celebrado com fundação ou autarquia preexistentes. capital e (C) moralidade. necessariamente submetem-se às regras gerais de dispensa de licitação estabelecidas pela Lei no 8.indireta. (E) apenas por solicitação dos dirigentes dos órgãos supervisionados. igualdade e dignidade da pessoa humana. (Procurador do Município de São Paulo/2004) .A forma de controle denominada supervisão ministerial aplica-se aos órgãos da administração indireta (A) que extrapolem dos objetivos para os quais foram criados.A União Federal deseja criar sociedade de economia mista destinada ao exercício da atividade de pesquisa.No direito brasileiro.

pois desenvolve atividade privativa do Estado. já que tem a forma de Sociedade Anônima. E 5. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª R/2004) . D 20. pois capital integralmente público. (E) as autarquias ditas agências reguladoras assim se denominam em razão da impossibilidade de revisão judicial de suas decisões acerca de conflitos entre aqueles que se submetem à sua gestão. (B) empresa pública. D 4. na forma de sociedade anônima. portanto. B 15. não se submete a controle da Administração. A entidade em questão caracteriza-se como . B 7. destinada à prestação de serviço público de saneamento básico. (E) agência reguladora. D 16. B 2. E 17. pessoa pública política e administrativa. E 14.direito público. uma que presta serviços públicos. tem capital integralmente público. C 8. o chefe do executivo da cidade de Campo Verde obteve autorização para instituir pessoa jurídica de direito privado. B 9. (D) fundação pública. B 11. vez tem Gabarito: 1. o Prefeito de Campo Verde criou pessoa jurídica de direito privado. 31. constituída mediante capital público e privado. A 13. (E) Organização Social Saneamento Básico Campo Verde. (C) autarquia municipal. (D) a autarquia submete-se integralmente ao regime jurídico público. (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) Após autorização legislativa. A 19. (D) Empresa Pública de Saneamento Básico Campo Verde.Por meio de lei específica. C 3. C 32. destinada à prestação de serviço de limpeza pública com recursos exclusivos do Município. B 6. pois. (C) Fundação de Saneamento Básico Campo Verde. de (A) sociedade de economia mista. independentemente da forma. E 18. E 12. sendo. (B) Autarquia de Saneamento Básico Campo Verde. D 10. mas como possui poder de auto-administração. a qual deverá observar a seguinte denominação: (A) Saneamento Básico Campo Verde S/A. somente do Poder Judiciário.

as primeiras. as primeiras e as segundas podendo possuir tanto personalidade jurídica de direito público. com personalidade jurídica de direito privado. (E) as empresas públicas e as organizações da socie-dade civil de interesse público. (D) as fundações públicas e as organizações sociais. (A)) as autarquias e as sociedades de economia mista.Integram a Administração Indireta Federal. com personalidade jurídica de direito privado e.Uma autarquia federal. B 31. com personalidade jurídica de direito público. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . b) possuir personalidade jurídica de direito privado. A 29. (C) os ministérios e as autarquias. passa a ter como um ponto diferencial de seu regime jurídico a) ter reduzida sua autonomia de gestão.As organizações sociais são (A) órgãos pertencentes á Administração direta. as segun-das. 3. (B) as fundações públicas e os ministérios.666/93. D 28. A 26.21. c) não se submeter à fiscalização financeira e orçamentária do Tribunal de Contas da União. A 30. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . com personalidade jurídica de direito público e. as segundas. B 25. com dispensa de licitação. 2. B e. nos termos do Decreto-Lei n o 200/67. A 22. mas apenas a fiscalização direta do Congresso Nacional. tendo por objeto o desenvolvimento de atividades PROVAS ANTERIORES FCC NOVAS FIGURAS ADMINISTRATIVAS E TERCEIRO SETOR 1. D 24. as primeiras. E 23. passando a vincular-se hierarquicamente ao Ministério supervisor. obras e serviços. os primeiros e as segundas com personalidade jurídica de direito público. como de direito privado. e) estar dispensada da celebração de contrato de gestão com o respectivo ministério supervisor. A 32. com personalidade jurídica de direito privado . as primeiras. com personalidade jurídica de direito público. A 27. d) poder contratar compras. qualificada como agência executiva. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . os segundos. em valores que representem até o dobro do limite de dispensa previsto na Lei nº 8.

previsão de mandato de seus dirigentes. político-partidárias e assemelhadas. (E) pelo Estado (Poder Público). previsão de mandato dos dirigentes. (D) fundações de direito público. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . seus cargos de concurso educacionais. (B) autarquias. (C) sociedades de economia mista. sindicais. 5. sem fins lucrativos. associações civis e fundações com finalidades estabelecidas em lei. com a colaboração do Mercado em geral. . (A) proibição de cumprimento de "quarentena". diz-se que o Terceiro Setor é composto (A) por entidades privadas. votadas ao desenvolvimento de atividades soais previstas na lei ou decreto que as cria. implantação de mecanismos de autonomia de gestão econômicofinanceira. à proteção e à preservação da meia ambiente.A ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações.relacionadas ao ensino. ao desenvolvimento tecnológico. (B) existência da "quarentena". administradas por conselho do qual participam representantes do poder público. preenchendo os requisitos legais. especialmente as autarquias. (B) por todos os órgãos que representam a Administração Pública indireta. (C) atribuição de poder discricionariedade técnica. participação do Legislativo na escolha dos dirigentes. á pesquisa científica. sociedades de economia mista. (Procurador do Estado de Paulo/2002) . das sociedades. (C) pelas agências reguladores e executivas em parce-ria com as empresas privatizadas de determinado grupo. sujeitas à fiscalização do Poder Público. (D) é dispensada da realização de licitação para contratar obras e serviços e para alienar bens móveis. 6. cujo patrimônio é formado parcialmente com recursos públicos. empresas e fundações públicas. 4. não submissão das atividades-meio ao controle pelo Tribunal de Contas. inexistência Legislativo. (C)) tem dirigentes com mandato fixo e estabilidade. comerciais. de controle político pelo participação popular na dos atos regulatórios. podem celebrar contratos de gestão com o poder público para a formação de parceria na fomento e execução de determinadas atividades. (D)) por organizações de natureza privada. sendo autarquia de regime especial. instituição de mecanismos de autonomia de gestão administrativa e patrimonial. (E) pessoas jurídicas de direto privado que. normativo.São características agências reguladoras criadas direito brasileiro: São das no (A) pode prover independentemente público. criadas por lei ou decreto. (E) não se submete à fiscalização pelo Tribunal de Contas da União.Dentre outros aspectos. dedicadas à consecução de objetivos sociais ou públicos. com finalidades (D) discricionariedade técnica. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . com ou sem intuito de lucro. elaboração (B) é subordinada hierarquicamente ao Ministério das Comunicações. embora não seja integrante da Administração Pública. declaradas entidades de interesse social e utilidade pública pana todos os efeitos legais. sem objetivo de lucro. à cultura e à saúde.

que se submetem a regime jurídico de direito público ou privado. disciplinadas pela Lei no 9. (C) representam forma de regulação das atividades da iniciativa privada. atribuição de poder de polícia. podendo tanto integrar a Administração Direta quanto assumir a forma de autarquias de regime especial. será feita por meio de (A) investigação sumária. 8.637/98 na esfera federal são aquelas assim declaradas como pessoas jurídicas de direito (A) privado. que se submetem integralmente ao regime de direito público. (C) público ou privado. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER BA/2003) A apuração de irregularidade no serviço público. portanto. com ou sem fins lucrativos. (B) devem firmar contratos de gestão com o setor público e as contratações por elas realizadas submetem-se ao procedimento licitatório previsto na Lei no 8.As organizações sociais (A) compõem o aparelho do Estado. 3. adoção do regime celetista para os servidores.(E) vitaliciedade dos dirigentes. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . (D) foram criadas no direito brasileiro como integrantes do setor público não-estatal. 2. que desempenham serviços públicos não exclusivos do Estado e submetemse a regime jurídico de direito privado. Gabarito: 1.666/93. (B) público ou privado. respectivamente. prestadoras de serviço público. . A D E C D B D A PROVAS ANTERIORES FCC SERVIDORES PÚBLICOS 1. devam ou não licitar. sem fins lucrativos. para atuação em áreas específicas apontadas pelo legislador. que recebem incentivos materiais e financeiros do Poder Público para desenvolvimento de atividade social e que. 6. 7. da qual possa resultar ao servidor a imposição de pena de demissão. 4. que celebram contrato de gestão com o Poder Público para obtenção de recursos orçamentários e desenvolvem serviços sociais não exclusivos do Estado.As organizações sociais. (E) integram a Administração Indireta do Estado. conforme. (D) privado. 8. submetem-se integralmente à obrigação legal de licitar no decorrer de suas atividades. (E) privado. com fins lucrativos. destinatárias de fomento do Poder Público para desenvolvimento de serviços públicos ou atividades sociais. 5. 7. podendo estar dispensadas de licitar no decorrer do exercício de suas atividades.

não ficará afastado do cargo ou função. (E) distrital. (D) advertência verbal e demissão.João Victor.O servidor público investido em mandato eletivo está sujeito a várias disposições. em nenhuma hipótese. com base em 1/3 por dia de vencimento. respectivamente. (E)) processo administrativo disciplinar. (E) multa. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . (B) para prefeito. que for exonerado. (D)) a posse. ficará afastado de seu cargo ou função e com prejuízo de vencimentos. Nesse caso. não será afastado do cargo ou função e terá a remuneração desse cargo político. (C) penhora administrativa de bens do servidor. (B)) suspensão de até advertência por escrito. e destituição do cargo em comissão. 3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Conforme regra da Lei n o 8. mas poderá optar pela sua remuneração.(B) sindicância. (B)) inscrição do débito em dívida ativa.O inquérito administrativo é (A) a investigação prévia ao processo administrativo disciplinar. será afastado do cargo e terá a remuneração desse cargo político. técnico judiciário. (D) estadual. (D)) fase do processo administrativo disciplinar. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . (D) processo judicial. (E) meio de imposição de suspensão de até 30 dias. Tratando-se de mandato (A)) federal. (C) para vereador. 5. não será afastado do cargo. (B) a nomeação. (C) inquérito administrativo. 15 dias e (C) advertência por escrito e suspensão de até 30 dias. 4. A mesma Diretora mantém sua irmã Rozana sob sua chefia imediata. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER BA/2003) A investidura em cargo público ocorrerá com (A) o provimento. 2. João Victor e Luiza estão sujeitos. em cargo de confiança. (C) meio de imposição de penalidade de advertência. (C) o aproveitamento. 6.se a ser submetido à inspeção médica determinada por Luiza. terá o prazo de 60 dias para quitar o débito. (E) a aprovação em concurso. (D) abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor. injustificadamente recu-sou.112/90. às penas de (A) suspensão de até 30 dias e multa com base em 1/3 por dia de vencimento. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) . visando à conversão da exoneração em demissão. (E) anulação da exoneração. A não quitação do débito nesse prazo implicará (A) revogação da exoneração. mantendo a remuneração deste. Diretora de sua unidade. . (B) a fase inicial da sindicância. o servidor em débito com o erário.

a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. por decreto do Presidente da República. 11. não (A)) é possível reintegração. a conseqüência prevista é (A) anular-se a classificação do servidor no respectivo concurso. (B)) inscrição do débito em dívida ativa. 8. . (E) anulação da exoneração. e se chama (B) não é possível. (E)) tornar-se sem efeito o ato de provimento. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Conforme regra da Lei n o 8. (C) correto o critério de julgamento do concurso. (D) a disponibilidade do servidor. A não quitação do débito nesse prazo implicará (A) revogação da exoneração. cujo edital prevê prazo de validade de dois anos. (C) correto o critério de julgamento do concurso. (C) não é possível. Caso a posse não ocorra nesse prazo. sem possibilidade de prorrogação.” Nesse caso.Nos termos da Lei n o 8. (C) a exoneração do servidor. 9.16:31 10. por decreto do Presidente da República.112/90. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa. cujo edital prevê prazo de validade de dois anos. é aberto concurso público de títulos. (C) penhora administrativa de bens do servidor. devendo a reinvestidura se dar em outro cargo que estiver vago. cria 30 novos cargos públicos. é aberto concurso público de títulos. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Considere o seguinte caso prático: “Numa situação de urgência. está (A)) correta a previsão de prorrogação do prazo de validade.112/90.No regime da Lei n o 8. sem possibilidade de prorrogação. (E) é possível e se chama reversão. pois tal invalidação depende de decisão judicial. pois tal de novo (D) não é possível. Para o preenchimento desses cargos. (B) correta a forma de criação dos cargos em situação de urgência.112/90. 18/08/03 . (B) a demissão do servidor. a União. terá o prazo de 60 dias para quitar o débito. não (B) correta a forma de criação dos cargos em situação de urgência. (E) incorreto o prazo de validade do concurso. Para o preenchimento desses cargos. o servidor em débito com o erário. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . a União. está (A)) correta a previsão de prorrogação do prazo de validade. cria 30 novos cargos públicos. (D) abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor. visando à conversão da exoneração em demissão. a posse de um servidor público federal ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento.” Nesse caso.7. reinvestidura depende concurso público. que for exonerado. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Considere o seguinte caso prático: “Numa situação de urgência. (D) incorreta a realização do concurso em lugar de procedimento licitatório.

constituem penas (B) não é possível.No regime da Lei n o 8. (E)) tornar-se sem efeito o ato de provimento.112/90. (E) depende de prévia aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado mediante regular processo administrativo.112/90. 12. devendo a reinvestidura se dar em outro cargo que estiver vago. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER . empregos e funções públicas. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa. a posse de um servidor público federal ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento. (B) vige a regra da permissividade da acumulação de cargos. 15.Nos termos da Lei n o 8. (C) independe de aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado pela Administração Pública mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. (A)) é possível reintegração. sempre e livremente. a conseqüência prevista é (A) anular-se a classificação do servidor no respectivo concurso. (C) a exoneração do servidor. (D) independe de aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado pela Administração Pública antes de adquirir estabilidade. a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. (B) a demissão do servidor. e se chama livremente exonerado Administração Pública. 18/08/03 . (E) incorreto o prazo de validade do concurso. sendo exceção a proibição. Caso a posse não ocorra nesse prazo. (E) é possível e se chama reversão. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . 16. (C) não é possível. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) . acumular provento e remuneração decorrente do exercício de cargo titularizado após a aposentadoria. 13. (D) a disponibilidade do servidor. pois tal invalidação depende de decisão judicial. (D) não será necessário atender à compatibilidade de horários.(D) incorreta a realização do concurso em lugar de procedimento licitatório.Em matéria de acumulação de cargo. pela (B)) independe de aprovação em concurso público e o servidor pode ser livremente exonerado pela Administração Pública a qualquer tempo. pois tal de novo (D) não é possível. é certo que (A) os princípios que regem essa acumulação não se aplicam aos empregos e funções nas empresas paraestatais.CE/2002) . empregos e funções públicas. reinvestidura depende concurso público. sendo exceção a acumulação. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) Dentre outras. (C)) vige a regra da não-acumulação de cargos. (E) o aposentado pode.16:31 14. quando a acumulação for de cargo em comissão ou de caráter temporário.A nomeação para cargo em comissão (A) depende de prévia aprovação em concurso público e o servidor pode ser .

disciplinares aplicáveis aos servidores públicos, a (A) repreensão e férias obrigatórias sem abono. (B) cassação de aposentadoria e a exoneração. (C) advertência verbal e licença para fins militares. (D) destituição de cargo em comissão e o afastamento para outros órgãos. (E)) destituição de função comissionada e a cassação de disponibilidade. 17. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) Abelardo é titular do cargo de médico em hospital mantido por autarquia estadual, no qual trabalha de segunda a quarta-feira, toda semana. Paralelamente, ocupa cargo semelhante em hospital mantido pela Administração direta municipal, no qual trabalha às quintas e sextas-feiras. A acumulação de cargos, nessa hipótese, é (A)) permitida, por se tratar de dois cargos de profissional da área da saúde. (B) permitida, por se tratar de hospitais mantidos por diferentes entes federativos. (C) permitida, pois a proibição de acumulação não se estende a cargos da Administração indireta. (D) proibida, pois a acumulação somente é permitida para cargos de professor. (E) proibida, pois não acumular cargos públicos. se podem

(B) deve ser precedida processo administrativo.

de

regular

(C) depende da verificação de hipótese prevista taxativamente na lei. (D) é sanção aplicável aos casos de falta grave no exercício da função. (E)) é ato administrativo discricionário. 19. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) NÃO é proibição aplicável ao servidor público: (A) aceitar emprego ou comissão de Estado estrangeiro. (B) valer-se do cargo para obter proveito pessoal, em detrimento da dignidade da função pública. (C) delegar funções a pessoas estranhas à repartição, fora dos casos previstos em lei. (D)) ser membro do Conselho Administração de sociedade economia mista federal. de de

(E) retardar injustificadamente a tramitação de processo administrativo. 20. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) – Determinado servidor ausenta-se do serviço, sem causa justificada, pelo período de 45 dias alternados, no prazo de 4 meses. Posteriormente, o servidor retoma normal-mente suas atividades. Em razão desse fato, é instaurado processo administrativo disciplinar, que poderá culminar com a aplicação da pena de (A) demissão habitual. por inassiduidade por

18. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) A exoneração de servidor que ocupa cargo em comissão, por decisão da autoridade superior, (A) depende servidor. da oitiva prévia do

(B) advertência ou suspensão, inassiduidade habitual.

(C) demissão por abandono de cargo. (D) advertência, sem prejuízo da posterior demissão caso o servidor falte mais 15 dias nos próximos 12 meses.

(E)) advertência, sem prejuízo da posterior demissão caso o servidor falte mais 15 dias nos próximos 8 meses. 22/05/03 - 15:52 21. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) A revisão de processo administrativo disciplinar pode ser realizada a qualquer tempo, (A) de ofício ou a requerimento do interessado, sem necessidade de alegação de novos elementos para o julgamento. (B) apenas a requerimento do interessado, sem neces-sidade de alegação de novos elementos para o julgamento. (C)) de ofício ou a requerimento do interessado, havendo alegação de novos elementos para o julgamento. (D) apenas de ofício, havendo alegação de novos elementos para o julgamento. (E) apenas a requerimento do interessado, havendo alegação de novos elementos para o julgamento. 22. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - É elemento compatível com o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, traçado pela Lei nº 8.112/90, (A) a criação de cargos públicos sem denominação própria. (B) a impossibilidade de provimento em comissão em se tratando de cargos públicos. (C)) a prestação de serviços gratuitos, desde que prevista em lei. (D) a criação de cargos públicos por ato administrativo. (E) o pagamento dos vencimentos decorrentes de cargo público com verbas da iniciativa privada. 23. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A Lei nº

8.112/90 oferece um rol de atos dos quais decorre a vacância do cargo público. É estranha a esse rol a (A) promoção. (B) aposentadoria. (C) exoneração. (D)) reintegração. (E) readaptação. 24. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A vantagem paga ao servidor público federal, destinada a compensar suas despesas de instalação quando, no interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente, chama-se (A) adicional pela prestação de serviço extraordinário. (B) adicional de atividades penosas. (C) diária. (D) indenização de transporte. (E)) ajuda de custo. 04/07/02 - 13:45 25. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) Carreira profissional é (A) uma seqüência de instruções que podem ser utilizadas ao longo da vida. (B) uma combinação de objetivos e resultados ocorridos no decorrer de uma vida. (C) o conjunto de aptidões, temperamento e qualidades de um indivíduo dentro da organização. (D) o conjunto de habilidades, interesses, necessidades e valores relacionados ao trabalho. (E)) a seqüência de cargos ocupados por uma pessoa durante o curso de sua vida. 26. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Um

servidor, ocupante de cargo efetivo, recebe “licença por motivo de doença em pessoa da família”, justificada por doença de seu padrasto, devidamente comprovada por junta médica oficial. Essa licença é deferida, sem prejuízo da remuneração, por 30 dias, prorrogável por até 30 dias, e, excedidos esses prazos, por mais 22 meses, mas, nesse último caso, sem remuneração. Está errado o deferimento dessa licença, pois (A) o período da segunda prorrogação se dá com pagamento de remuneração proporcional ao tempo de serviço. (B) doença de padrasto não é motivo que o justifique. (C) essa licença, desde o início, se dá com prejuízo da remuneração. (D)) o período da segunda prorrogação é de até 90 dias. (E) essa licença não é prorrogável. 27. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Antônio é aprovado em concurso público, para provimento de cargo efetivo. O resultado do concurso é divulgado no dia 1º de março e a nomeação de Antônio é publicada no dia 20 de março. No dia 30 de abril do mesmo ano, Antônio ainda não compareceu para tomar posse. Nessa situação, considerando-se a regra geral da Lei, o prazo para Antônio tomar posse (A)) já se esgotou, devendo o ato de provimento de Antônio ser tornado sem efeito. (B) é ainda de 1 dia. (C) é ainda de 5 dias. (D) é ainda de 20 dias. (E) já se esgotou, devendo Antônio ser exonerado. 28. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A investidura de um servidor em cargo de

atribuições e responsabilidades compatíveis com limitação que tenha sofrido em sua capacidade física, verificada em inspeção médica, (A) é admitida recondução. na Lei e se diz

(B) não é admitida na Lei, salvo por novo concurso, restando ao servidor a opção da aposentadoria por invalidez. (C))) é admitida readaptação. (E) é admitida reintegração. na Lei e se diz

(D) é admitida na Lei e se diz reversão. na Lei e se diz

29. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) Considere que no mês atual, em que o salário mínimo é de R$ 200,00, um servidor público federal recebeu vencimento de R$ 180,00, acrescido de ajuda de custo de R$ 70,00, que se incorporou ao vencimento. A situação assim descrita (A) contraria o disposto na Lei, pois ajuda de custo não pode ser acrescida ao vencimento. (B) não contraria o disposto na Lei. (C) contraria o disposto na Lei, pois o vencimento não pode ser inferior ao salário mínimo, mesmo que haja a incorporação da ajuda de custo. (D) contraria o disposto na Lei, pois nela não há previsão de pagamento de ajuda de custo. (E))) contraria o disposto na Lei, pois o vencimento não pode ser inferior ao salário mínimo e a ajuda de custo, sendo indenização, não se incorpora ao vencimento. 30. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Um servidor público, punido com penalidade de suspensão, que tenha, depois disso, passado por 5 anos de

efetivo exercício sem infração disciplinar,

praticar

nova

(A) não terá direito a benefício em relação à penalidade aplicada. (B) terá direito à anulação penalidade de suspensão. (C) terá direito à revogação penalidade de suspensão. da da

(D) a sanção penal exclui a aplicação da sanção civil e da administrativa, mas estas são cumuláveis entre si. (E) a sanção civil exclui a aplicação da sanção penal e da administrativa, mas estas são cumuláveis entre si. 33. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) Considerando o cargo público, é INCORRETO afirmar que sua posse (A) poderá dar-se mediante procuração específica. (B) só ocorrerá nos casos em que o provimento for por nomeação. (C)) depende de prévia inspeção médica para o cargo efetivo, dispensada esta para o cargo em comissão. (D) terá seu prazo também contado do término da licença para capacitação. (E) ocorrerá, de regra, no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento. 34. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) Dentre outras proibições impostas aos servidor público, observa-se que não poderá, em nenhuma hipótese, (A) opor resistência ao andamento de processo. (B) receber propina, presente vantagem de qualquer espécie. (C) exercer o comércio. (D) cometer a outro servidor atribuição estranha ao cargo que ocupa. (E)) manter sob sua chefia imediata em função de confiança o parente até o segundo grau civil. 35. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Na revisão do processo administrativo disciplinar, diz-se que ou

(D)) terá direito a ter o registro da penalidade de suspensão cancelado. (E) terá direito a ter a penalidade de suspensão convertida em advertência. 31. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A apuração do tempo de serviço será feita em (A)) dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 365 dias. (B) meses, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 12 meses. (C) dias, que serão convertidos em meses, considerado o mês como de 31 dias. (D) dias, que serão convertidos em meses, considerado o mês como de 30 dias. (E) dias, que serão convertidos em semanas, consi-derada a semana como de 7 dias. 32. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Em matéria de responsabilidade do servidor público, ocorrendo a prática de um mesmo fato delituoso, (A) a aplicação de uma sanção, seja civil, penal ou administrativa, exclui a aplicação das demais. (B)) as sanções civil, penal administrativa poderão cumular-se. e

(C) a sanção administrativa exclui a aplicação da sanção penal e da civil, mas estas são cumuláveis entre si.

falta punível com demissão ou suspensão de cento e vinte dias. (B)) não constitui fundamento do pedido a simples alegação de injustiça da penalidade. salvo no caso de prestação alimentícia judicial.(A) o ônus da prova cabe ao Poder Público competente. falta punível com . pelo prazo de até (A) noventa dias. desde que justificado pelo surgimento de fato novo. ainda que por mandado judicial. (D) o pedido pode ser feito pelo respectivo tutor. no processo administrativo disciplinar. mas podem perder o cargo mediante processo administrativo em que lhes seja assegurada ampla defesa.Os servidores nomeados para cargos de provimento efetivo em virtude de concurso público adquirem estabilidade após o efetivo exercício de (A) dois anos. (D) sessenta dias. mas podem perder o cargo mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. observa-se que (A) não poderão ser objeto de penhora. improrrogável. prorrogável conclusão do processo. (C) sessenta dias. prorrogável por igual prazo. 37. (C) atividade. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) . (D) três anos. (C) três anos. de 38. resultante de decisão (B) não poderão sofrer desconto. prorrogável por igual prazo. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) .É certo que. na (A) inatividade. (C) o pedido. até a (E) trinta dias. o afastamento preventivo do exercício do cargo. a critério da autoridade administrativa. poderá ser imposto ao servidor. (B) noventa dias. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. 36. improrrogável. 39. (E) atividade. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) No que tange à remuneração e ao provento do servidor. demissão. (E))) três anos. (E) poderá resultar no agravamento da penalidade. mas podem perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado. (C) poderão ser objeto de seqüestro em qualquer hipótese. (B) dois anos. falta punível com demissão. correrá em autos apartados do processo originário. (D) inatividade ou atividade. (E) não poderão ser objeto arresto em qualquer hipótese. que sempre depende de caução. mas podem perder o cargo mediante processo administrativo em que lhes seja assegurada ampla defesa. mas só podem perder o cargo mediante sentença judicial transitada em julgado. se o requerente estiver mentalmente insano. falta punível com demissão ou suspensão de sessenta a noventa dias. (B) atividade. falta punível com demissão ou suspensão de sessenta a noventa dias. (D) não poderão sofrer consignação em folha de pagamento a favor de terceiros.

caso de servidor público federal. (D) pode ainda.40. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . acumular um cargo público de médico ou de professor na esfera federal. (C) pode ainda.TRF 5ª Região/2003) . em desemprego involuntário. acumular um emprego público de médico ou de professor. São instaurados processos distintos para apurar as duas ordens de responsabilidade. ao mesmo tempo. remuneradamente. I e IV. um cargo público de professor junto a uma autarquia federal. conforme a Constituição Federal. desde que na esfera estadual ou na municipal.Um servidor público federal comete um ato que supostamente configura.Irredutibilidade do salário. Na situação acima. acumular um emprego público de médico ou de professor em qualquer das esferas da federação.Seguro-desemprego. (C) federal. I e III. acumulando. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) O "tempo de contribuição" (A) não é base para efeito de aposentadoria por invalidez do servidor público. (E) pode ainda. com a absolvição do servidor pela negativa da existência do fato. (B) fictício. pois seus proventos serão proporcionais ao "tempo de serviço".Remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. criado em lei federal especial. remuneradamente. em nenhuma das esferas da Federação. o servidor foi automaticamente absolvido na esfera administrativa. (B) pode ainda. o processo penal deveria ter restado sobrestado até a decisão do processo administrativo. desde que na esfera estadual ou na municipal. estadual ou municipal identifica-se a "tempo de serviço". (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) Considere os seguintes direitos sociais: I. Assim sendo. remuneradamente. (Analista Judiciário – Execução de Mandados .TRF 5ª Região/2003) . São aplicáveis aos ocupantes de cargos públicos APENAS (A) (B) (C) (D) (E) III e IV. pois isso caracteriza o chamado bis in idem.Décimo terceiro salário. pode ser contado para efeito de aposentadoria ou de disponibilidade. II e IV. que exerça remuneradamente cargo público de médico junto à Administração Direta. (A)) não pode acumular. mas o processo penal encerra-se primeiro. (E) federal. remuneradamente. II. (B) está correta a instauração simultânea dos dois processos. III. acumular um cargo público de médico ou de professor. remuneradamente. de modo também remunerado. ilícito penal e administrativo. IV. com base na remuneração integral.Um . e o "tempo de serviço" é a base para aposentadoria dos servidores públicos. (A) está errada a instauração simultânea dos dois processos. todavia. 41. estadual ou municipal deve ser contado para 42. I e II. mais nenhum cargo ou emprego público. 43. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. (D) é a base para aposentadoria dos trabalhadores urbanos e rurais.

sem prejuí-zo do cargo que ocupa. (D) com a posse em outro cargo.A vacância do cargo público poderá acontecer (A) sob a forma de exoneração. respectivamente. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) "Y". e com a remuneração acrescida de vinte por cento. 47. pois deveria ter sido instaurado apenas um. que é uma forma derivada de provimento. afastarse da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. fará jus à passagens e (A) indenização extraordinário. a exemplo da aposentadoria e da readaptação. (B) ajuda de custo. 46. perante a autoridade judicial. (D)) assumirá automática e cumulativamente. (D) indenização especial. (B) sofreu transposição ex officio. "Y" (A) assume isolada ou cumulativamente. mas sua remuneração original não pode ser alterada.O servidor público que. que consiste no desligamento do servidor da Administração. (E) também na qualidade de reversão. Nesse caso. judicial. que está regularmente afastado de sua função de dirigente de unidade. o exercício do cargo de "Z". sem caráter punitivo. devendo optar pela remuneração de um deles. servidor público do Tribunal Regional do Trabalho foi designado para substituir "Z". com ou sem prejuízo do cargo que ocupa. devendo optar pela remuneração de um deles. com prejuízo do cargo que ocupa. 45. que é uma forma derivada de provimento. (B) não poderá assumir o exercício do cargo de "Z". competente para apreciar as duas ordens de ilícitos. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Quando o servidor público passa a ocupar cargo ou emprego público de maior grau de responsabilidade e maior complexidade de atribuição. pois uma conduta que não configura ilícito penal ainda assim pode configurar ilícito administrativo. 44. a exemplo do desliga-mento do servidor da Administração com caráter punitivo. o exercício do cargo de "Z". (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . caracterizando a transferência como forma de provimento.(C)) foi corretamente absolvido o servidor na esfera administrativa. (E) gratificação de moradia. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . (C) como espécie de demissão. a serviço. em face da decisão penal que negou a existência do fato. diz-se que ele (A)) recebeu uma promoção. porque a unidade está organizada em nível de as-sessoria. (E) está errada a instauração simultânea dos dois processos. o exercício do cargo de "Z". (B)) com ou sem extinção do vínculo. de serviço . (C) deve assumir isoladamente. (E) pode assumir o exercício isolado do cargo de "Z". (D) a absolvição do servidor no processo administrativo não poderia ter sido automática. reintregração ou recondução do servidor em outro cargo. porque essa unidade administrativa está organizada em nível de assessoria. não acumulável. (C)) diárias.

48.A Lei n o 8. visto que se presume a desistência voluntária do decurso do prazo para entrar em exercício. (E)) o prazo máximo de ausência não excederá a quatro anos. (C) Theobaldo foi demitido após o devido processo legal e Theodomiro foi exonerado de ofício. servidor público. Já Theobaldo entrou em exercício. que lhe reco-nhece capacidade superior à posição anteriormente ocupada. por igual período.(C) passou por investidura inicial. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Um conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. (D) Theodomiro foi demitido após o devido processo legal e Theobaldo foi exonerado de ofício. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . (C) 3 anos.Os irmãos Theodomiro e Theobaldo foram aprovados em concurso e foram nomeados para certo cargo público. mas Theodomiro não entrou em exercício no prazo de lei.112/90 prevê a incidência de seu regime jurídico para. conclui-se que (A) Theobaldo foi demitido e Theodomiro foi exonerado a pedido. (D) 2 anos. quanto ao ato de cassação de aposentadoria. Foi-lhe deferido o requerimento de afastamento para realizar esse estudo. o direito de requerer. (E) do exercício. (D) da investidura. foi convidado a cursar pós-graduação no exterior. (C) jamais lhe será concedida exoneração antes de decorrido. (E) 1 ano. permitida uma prorrogação. Ambos tomaram posse. (B) uma futura ausência do país só será possível se decorrido um ano de seu retorno. (B) ambos foram demitidos após o devido processo legal que a Administração lhes moveu. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Theodósio. (D) foi beneficiado com o aproveitamento. prescreve em (A)) 5 anos. 49. 50. Nesse caso.11:49 51. (B) 4 anos. não satisfez as condições do estágio probatório. período igual ao do afastamento. (E) mereceu readaptação à sua real capacidade pessoal. (E)) ambos foram exonerados de ofício pela Administração. . entre outros. uma vez que a dificuldade de exercício do novo cargo é originária. 04/08/03 . um dos modos legais de provimento. (A) os vencimentos serão suspensos. decorrido o necessário prazo. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) . visto que o afastamento é concedido para tratar de interesse particular. (B) da estabilidade. (C)) do cargo público. Trata-se (A) do provimento. Como não mais trabalham em cargo público. após o retorno. (D) essa ausência terá prazo de até três anos. mas. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Em se tratando do direito de petição. 52.

acumulando a remuneração de ambos. por meio do instituto da reintegração. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) .(A) servidor público que venha a ingressar em cargo efetivo em fundação pública de um Estado. que tenha sido demitido. . permanen-temente. a transformação do cargo. à exoneração de servidor público ocupante de cargo efetivo (A)) ocorre. conseqüen-temente. (C) empregado público que venha a ingressar em emprego na Administração Direta da União. percebendo. o servidor (A) poderá retornar ao serviço público. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . 55. (B) servidor público que venha a ingressar em cargo efetivo na Administração Direta do Distrito Federal. salvo por novo concurso. optando pela remuneração de um deles. interinamente. sem prejuízo das atribuições desse cargo. Nessa situação. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. 54. (C) não está acolhida pela Lei. por exemplo. anulando-se. conseqüen-temente. (D) poderá ser nomeado para ter exercício. 53. (C) poderá ser nomeado para ter exercício. em outro cargo de confiança.Um servidor ocupante de cargo em comissão. permanen-temente. a transformação do cargo. em outro cargo de confiança. consiga anular judicialmente sua demissão. a média da remuneração dos cargos acumulados. em outro cargo de confiança. por meio do instituto da recondução. (E) não poderá ser nomeado para ter exercício. (E) não poderá retornar ao serviço público.A hipótese de a Administração proceder. anulando-se. (B)) poderá ser nomeado para ter exercício. (B) poderá retornar ao serviço público. sendo reinvestido no cargo anteriormente ocupado. havendo apenas a previsão da exoneração a pedido do servidor. quando. em outro cargo de confiança. por meio do instituto da recondução. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Considere que um servidor público. mesmo já gozando de estabilidade. sendo reinvestido no cargo decorrente da transformação do anteriormente ocupado. de ofício. como conseqüência da prática de infração de natureza grave pelo servidor. (C) poderá retornar ao serviço público. (A) poderá ser nomeado para ter exercício. (E)) servidor público que venha a ingressar em cargo em comissão em autarquia federal. por meio do instituto da reversão. acumulando a remuneração de ambos. (D)) poderá retornar ao serviço público. por exemplo. (B) ocorre. de modo interino ou permanente. sendo reinvestido no cargo decorrente da transformação do anteriormente ocupado. devendo a situação resolver-se em indenização. (D) empregado público que venha a ingressar em emprego em sociedade de economia mista federal. sendo reinvestido no cargo anteriormente ocupado. interina-mente. Considere ainda que o cargo anteriormente ocupado por esse servidor tenha sido transformado. como remuneração. em outro cargo de confiança. tendo tomado posse.

(B) função pública. 59. pois não pode sofrer dois processos em relação ao mesmo ato. por exemplo. (C)) R$ 1 100. (E) cargo ou função pública.00.00.A aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos é conditio sine qua non para investidura em qualquer (A) cargo público. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Determinado servidor praticou um ato passível de configurar. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . (B) R$ 1 000. ao longo de um ano. (C)) emprego público. pois a absolvição penal acarreta a absolvição no processo administrativo. (E) deverá ser igualmente absolvido no processo administrativo. (D) ilegal quanto ao prazo de duração a partir do registro da candidatura. (D) deverá ser igualmente absolvido no processo administrativo. 56. contou 10 meses e 15 dias de exercício. pois o processo penal é prejudicial em relação ao processo administrativo. (B)) legal. 57. (E) R$ 400. ilícito penal e administrativo. Nessa situação. com os vencimentos do cargo efetivo assegurados pelo período de 3 meses.00. tendo sido nomeado. (C) ilegal quanto à ausência de remuneração até a véspera do registro da candidatura. o servidor não for nomeado no prazo estabelecido.se o servidor por não corresponder o ato em questão a nenhum tipo penal. como candidato a cargo eletivo. o deferimento da licença foi (A) ilegal por ser a atividade política incompatível com a ocupação de cargo público. A partir do registro da candidatura. nesse ano. O processo penal encerrou-se primeiro. até o 10 o dia seguinte ao da eleição. durante o período que mediava entre a sua escolha em convenção partidária. quando. tal servidor terá direito. pois a sanção administrativa é acessória à sanção penal.00. (D) R$ 1 200. . a licença foi deferida. absol-vendo. (D) emprego público ou função pública. o servidor (A)) poderá ser condenado no processo administrativo. ao mesmo tempo. a uma gratificação natalina no valor de (A) R$ 1 600. (B) deverá ser igualmente absolvido no processo administrativo.(D) ocorre. (E) ilegal quanto ao caráter remunerado a partir do registro da candidatura.00. (E) ocorre. tendo sido aprovado em concurso público. o servidor não tomar posse no prazo estabelecido. Tal licença foi deferida. por exemplo. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Determinado servidor público pediu e obteve licença para atividade política. tendo sido instaurados processos distintos nesses dois âmbitos. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . sem remuneração. Sabendo-se que a remuneração a que tal servidor faz jus no mês de dezembro desse ano é R$ 1 200.Um servidor. Nessa situação.00. 58. e a véspera do registro de sua candidatura perante a justiça eleitoral. quando. (C) deverá ser igualmente absolvido no processo administrativo.

(Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) . devendo optar pela remuneração de um deles. Nesse caso. Nesse caso. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . (C) passou por investidura inicial.O servidor público que. (B) não poderá assumir o exercício do cargo de "Z".O servidor público praticou.13/10/03 . (D) indenização especial. um dos modos legais de provimento. (D) foi beneficiado com o aproveitamento. (C) deve assumir isoladamente. (E) gratificação de moradia. sem prejuí-zo do cargo que ocupa. (B)) a responsabilidade administrativa do servidor fica afastada. a sentença não tem nenhum reflexo na esfera administrativa. uma vez que a dificuldade de exercício do novo cargo é originária. porque a unidade está organizada em nível de as-sessoria. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. o exercício do cargo de "Z". portanto. que lhe reco-nhece capacidade superior à posição anteriormente ocupada. fato do qual pode ocorrer sua responsabilização civil. no exercício de função. penal e administrativa."Y". que é uma forma derivada de provimento. diz-se que ele (A)) recebeu uma promoção. com prejuízo do cargo que ocupa. 62. que está regularmente afastado de sua função de dirigente de unidade. o exercício do cargo de "Z". mas sua remuneração original não pode ser alterada.Quando o servidor público passa a ocupar cargo ou emprego público de maior grau de responsabilidade e maior complexidade de atribuição. (D) o processo prossegue normalmente negativa de existência sentença penal prosseguimento. (A) a autoria pode vir a ser provada no processo administrativo e no processo civil. (E) pode assumir o exercício isolado do cargo de "Z". de serviço (E) o processo administrativo prossegue normalmente porque só a negativa de autoria do fato em sentença civil impede o prosseguimento.14:29 60. com ou sem prejuízo do cargo que ocupa. o exercício do cargo de "Z". (C)) diárias. porque essa unidade administrativa está organizada em nível de assessoria. O processo criminal encerrou-se com sentença de absolvição que negou a autoria. devendo optar pela remuneração de um deles. (C) a responsabilização administrativa é independente da penal e. 63. (B) sofreu transposição ex officio. . administrativo porque só a do fato em impede o (D)) assumirá automática e cumulativamente. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . (E) mereceu readaptação à sua real capacidade pessoal. a serviço. (B) ajuda de custo. 61. que é uma forma derivada de provimento. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . "Y" (A) assume isolada ou cumulativamente. e com a remuneração acrescida de vinte por cento. servidor público do Tribunal Regional do Trabalho foi designado para substituir "Z". fará jus à passagens e (A) indenização extraordinário.

(B) mais antigo do órgão ou entidade. por expressa previsão legal. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) .No regime da Lei n o 8. indevida-mente ou não. (E) sentença civil ou criminal que reconheça. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa. prescreve em (A)) 5 anos. penais e administrativas podem cumular-se. o direito de requerer. (E) abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor. visando à conversão da exoneração em demissão. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) . (C) 3 anos. e se chama (C) não é possível. (E) que vier a ser nomeado obrigatoriamente dentre os três mais idosos. (A) é possível e se chama reversão. (C) sentença civil que reconheça a inexistência de prova da culpa do servidor. (D) 2 anos. escolhido sempre entre os três mais antigos do órgão ou entidade.112/90. reinvestidura depende concurso público. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . ele será substituído pelo servidor (A) mais idoso da repartição onde trabalhava. 68. o servidor em débito com o erário. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) Em se tratando de responsabilidade. A não quitação do débito nesse prazo implicará (A) anulação da exoneração. a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado.O servidor público Theobaldo morreu. (B) decisão criminal que reconheça a falta de provas da autoria. (B) 4 anos. Todavia. (C)) previamente designado pelo dirigente máximo do órgão ou entidade.112/90. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) Em se tratando do direito de petição. pois tal invalidação depende de decisão judicial.64. sendo independentes entre si.Conforme regra da Lei n o 8. (C)) inscrição do débito em dívida ativa. a prescrição 66. que for exonerado. devendo a reinvestidura se dar em outro cargo que estiver vago. terá o prazo de 60 dias para quitar o débito. quanto ao ato de cassação de aposentadoria. 67. (B) revogação da exoneração. (D)) absolvição criminal que negue a autoria. a responsabili-dade administrativa do servidor será afastada no caso de (A) decisão civil que reconheça a falta de provas da autoria. (D) que vier a ser designado. (D) penhora administrativa de bens do servidor.Considere o seguinte caso prático: . conforme preceitua a jurisprudência majoritária. (D) não é possível. 65. Sabendo-se que o regimento interno não dispõe a respeito. (E) 1 ano. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . pois tal de novo (E) não é possível. 69. sendo certo que estava investido em cargo de direção. diz-se que as sanções civis. (B)) é possível reintegração.

(C) pode ainda. (B) está correta a instauração simultânea dos dois processos. (A) está errada a instauração simultânea dos dois processos. a União. a conseqüência prevista é (A)) tornar-se sem efeito o ato de provimento. Um servidor público federal comete um ato que supostamente configura. o processo penal deveria ter restado sobrestado até a decisão do processo administrativo. em face da decisão penal que negou a existência do fato. remuneradamente. (C) a demissão do servidor. (D) a exoneração do servidor. sem possibilidade de prorrogação. (B) pode ainda. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . está (A) incorreto o prazo de validade do concurso. 70. pois isso caracteriza o chamado bis in idem. (A)) não pode acumular. pois uma conduta que não configura ilícito penal ainda assim pode configurar ilícito administrativo. acumular um emprego público de médico ou de professor. (E) a disponibilidade do servidor.112/90. ao mesmo tempo. em nenhuma das esferas da Federação. a posse de um servidor público federal ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento. desde que na esfera estadual ou na municipal. (D) pode ainda. (D) correto o critério de julgamento do concurso. São instaurados processos distintos para apurar as duas ordens de responsabilidade. o servidor foi automaticamente absolvido na esfera administrativa. acumular um cargo público de médico ou de professor. Para o preenchimento desses cargos. com a absolvição do servidor pela negativa da existência do fato. acumular um cargo público de médico ou de professor na esfera federal. ilícito penal e administrativo. 72. remuneradamente. todavia.” Nesse caso. Caso a posse não ocorra nesse prazo. acumular um emprego público de médico ou de professor em qualquer das esferas da federação. por decreto do Presidente da República. cria 30 novos cargos públicos. (B)) correta a previsão de prorrogação do prazo de validade. desde que na esfera estadual ou na municipal. mais nenhum cargo . (B) anular-se a classificação do servidor no respectivo concurso. (C)) foi corretamente absolvido o servidor na esfera administrativa. (D) a absolvição do servidor no processo administrativo não poderia ter sido automática. (E) incorreta a realização do concurso em lugar de procedimento licitatório. 71. remuneradamente. Assim sendo. cujo edital prevê prazo de validade de dois anos.A Um servidor público federal. (C) correta a forma de criação dos cargos em situação de urgência. remuneradamente. de modo também remunerado. é aberto concurso público de títulos.Nos termos da Lei n o 8. remuneradamente. um cargo público de professor junto a uma autarquia federal. acumulando. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) . Na situação acima. mas o processo penal encerra-se primeiro. (E) pode ainda. não ou emprego público. que exerça remuneradamente cargo público de médico junto à Administração Direta.“Numa situação de urgência.

dentro de uma mesma região metropolitana. fizeram deslocamentos para fora da sede. (C)) nomeação. (B) promoção. nos termos de rol fixado na Lei. o tempo de exercício de João (A)) não é interrompido ou suspenso com a promoção. no novo posicionamento na carreira. sendo contado. a (A) demissão. no novo posicionamento na carreira. (B) é considerado interrompido em 3 de março de 2002. Em 3 de março de 2002. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . ocupante de cargo efetivo. sendo contado. (C) ambos têm direito a indenização de transporte. um cargo de carreira. João tomou posse nesse cargo em 27 de dezembro de 1997 e entrou em exercício em 2 de janeiro de 1998. em caráter efetivo.Um servidor. por até 3 anos. 27/12/02 . (A) ambos não têm direito a nenhuma das espécies de indenização fixadas na Lei. (B) ambos têm direito a diárias. O deslocamento de José ocorreu entre Municípios limítrofes. 74. servidores. (D) readaptação. Nesse caso. sem remuneração. no novo posicionamento na carreira. a partir de 3 de março de 2002. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . com pernoite fora da sede.(E) está errada a instauração simultânea dos dois processos. 73. é publicado um ato de promoção de João. (E) exoneração. (D) Pedro tem direito a indenização de transporte e José tem direito a diária. (E) essa licença é remunerada. . (D) não é interrompido ou suspenso com a promoção. Nessa situação. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) NÃO constitui causa de vacância do cargo público. pois deveria ter sido instaurado apenas um. (C)) o servidor probatório.Pedro e José.NÃO é considerado como de efetivo exercício o afastamento em virtude de (A)) licença por motivo de doença em pessoa da família. pois (A) não há previsão dessa licença na Lei. 75. O deferimento dessa licença está errado. competente para apreciar as duas ordens de ilícitos. a partir de 27 de dezembro de 1997. (C) é considerado suspenso em 3 de março de 2002. sendo contado. está em estágio (D) o prazo máximo dessa licença é de 2 anos. O deslocamento de Pedro ocorreu entre Municípios distantes e decorreu de exigência permanente de seu cargo. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . Ambos usaram meio de locomoção da Administração. (E) não é interrompido ou suspenso com a promoção. perante a autoridade judicial. 77. (B) o servidor é ocupante de cargo efetivo. a partir de 2 de janeiro de 1998. no segundo ano do estágio probatório. (E)) Pedro não tem direito a nenhuma das espécies de indenização fixadas na Lei e José tem direito a diária.João ocupa. pede e tem deferida licença para tratar de interesses particulares.13:59 76.

(E) a impossibilidade de provimento em comissão em se tratando de cargos públicos.112/90. até o limite do valor da herança. fé a documentos (C) suspensão e prisão. (D) promoção. integralmente. no inte-resse do serviço. 78.Em matéria de responsabilidade civil do servidor público. integralmente. (B)) multa aposentadoria. . (E) aposentadoria. tendo o servidor agido com culpa ou com dolo. tendo o servidor agido com culpa ou com dolo. (B) a criação de cargos públicos por ato administrativo. (A) recusar públicos. (E) serviço em organismo internacional de que o Brasil participe. (D) exoneração e suspensão. (D)) se estende aos sucessores. desde que prevista em lei. (C) participação em júri. e cassação de (C) o pagamento dos vencimentos decorrentes de cargo público com verbas da iniciativa privada. (B)) reintegração.112/90 oferece um rol de atos dos quais decorre a vacância do cargo público. (B) cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa.São penalidades administrativas aplicáveis aos servidores públicos.(B) férias. traçado pela Lei nº 8. (C) se estende aos sucessores. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) .É elemento compatível com o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) A Lei nº 8. apenas se o servidor tiver agido com dolo. (B) indenização de transporte. 79. com mudança de domicílio em caráter permanente. (A)) a prestação de serviços gratuitos. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . apenas se o servidor tiver agido com dolo. 80. (A) exoneração e multa. chama-se (A) diária. até o limite do valor da herança. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . passar a ter exercício em nova sede. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . (E) se estende aos sucessores. entre outros casos. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . É estranha a esse rol a (A) exoneração. (C)) ajuda de custo. 82. (D) doença profissional. destinada a compensar suas despesas de instalação quando. (D) adicional pela prestação de serviço extraordinário. (E) adicional de atividades penosas. dentre outras. (D) a criação de cargos públicos sem denominação própria. 83.É sempre vedado ao servidor público. a obrigação de reparar o dano (A) se estende aos sucessores. (B) não se estende aos sucessores.A vantagem paga ao servidor público federal. (E) prisão e cassação de aposentadoria . 81. (C) readaptação.

na base de 20% ao dia da remuneração bruta. (D) a exoneração do cargo efetivo pode decorrer de pedido do servidor ou de ofício. desde que o fato narrado não configure ilícito penal. é (A) a exoneração do cargo em comissão poderá dar-se também a pedido do próprio servidor.É certo que. (E) esta poderá decorrer também da posse em outro cargo inacumulável. 85. magistério. ainda que em disponibilidade. por qualquer período de tempo. a penalidade de suspensão (A) deverá ser convertida em repreensão por escrito. (B)) a demissão do servidor também ocorrerá quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. 84.(C) cometer a pessoa estranha à repartição o desem-penho de suas atribuições funcionais. (C) esta poderá decorrer também dos institutos da promoção ou readaptação.Dentre outras proibições impostas ao servidor público. pode decorrer. dentre outras situações. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . caráter científico. (B) manter sob sua chefia imediata. observa-se que também não poderá (A)) recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. caráter técnico. salvo uma de (A) (B) (C) (D) (E) caráter político-partidário. (D) poderá ser convertida em multa. em cargo efetivo. parente até o terceiro grau. outro cargo ou função. (B) a aplicação da pena de suspensão. na base de 30% ao dia de vencimento. devendo o servidor continuar no exercício de suas funções. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . (C) a prisão temporária do servidor pelo período de até dez dias.No caso em que houver conveniência para o serviço. (C) poderá ser convertida em multa. sem prejuízo de permanecer no serviço. na base de 50% por dia de vencimento ou remuneração. (E) deverá ser convertida em multa. (E) opor resistência ao andamento de documento ou processo. (A) o seu arquivamento. (D) retirar. (D) atuar como procurador junto às repartições públicas. de uma sindicância. 86. em nenhum caso. ficando o servidor desobrigado de permanecer no serviço. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . médico. ficando o servidor obrigado a permanecer no serviço. (E) ausentar-se do serviço durante o expediente. (C) recusar fé a documento público ou particular. de imediato. qualquer documento ou objeto da repartição.Aos juízes é vedado exercer. em nenhuma hipótese. vacância do cargo INCORRETO afirmar que público.Em relação à . 87. 88. devendo o servidor continuar no exercício de suas atribuições. (B) poderá ser convertida em advertência por escrito. ao servidor.

A (C) é permitido levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . assegura aos servi-dores ocupantes de cargo público. até por o I . mesmo havendo compatibilidade de horários. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . IV . É vedada a acumulação remunerada de um cargo de professor com outro técnico. (B) que o servidor esteja no exercício do cargo efetivo ou em comissão por no mínimo 5 (cinco) anos. vedado qualquer período de prorrogação. (Técnico Judiciário – administrativa TRE Acre/2003) Área . 91. (B) a proibição de distinção entre trabalho manual. II e III (D) I . se ocupante de cargo de direção. III . (C) ser obrigatória para o servidor. Diante disso. (E)) que o servidor seja ocupante de cargo efetivo.(D)) a instauração de um processo administrativo disciplinar contra o servidor. (C)) a proibição de diferença de salário. pelo prazo de até 4 (quatro) anos. É vedada a vinculação ou equiparação de quais-quer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (D) não haverá necessidade de carência para o primeiro período aquisitivo. A proibição de acumular estende-se também às funções e abrange as fundações. 90. 93. (B) podem ser acumuladas máximo de três períodos.Tendo em vista as disposições que regem a Administração Pública. 89. observa-se que (A)) podem ser interrompidas motivo de serviço eleitoral. com prejuízo de sua remuneração. desde que não esteja em estágio probatório. (D) ser atribuída ao servidor. Os acréscimos pecuniários percebidos pelos servidores públicos serão computados para fim de concessão de acréscimos ulteriores. de exercício de funções e de critérios de admissão por motivo de sexo ou idade. (E) não podem ser gozadas em parcelas por ser medida de higidez. II e IV (E) I . (E) aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. dentre outras garantias.É peculiaridade da concessão de licença para tratar de assuntos particulares. chefia ou assessoramento. sendo no mínimo de 15 (quinze) dias.No que se refere às férias do servidor público. APENAS são corretas (A) II e III (B)) I e IV (C) I . considere: . II . dentre outras. (A) que no primeiro ano do benefício o servidor tenha direito à metade de sua remuneração. (E) o afastamento preventivo do servidor. téc-nico e intelectual ou entre profissionais respectivos. (D) a proteção em face da automação.O sistema constitucional brasileiro. (A) o reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho junto à Justiça do Trabalho. III e IV 92. após o exercício efetivo de dois anos ininterruptos.

mas o servidor está obrigado a depor. que tem outro objetivo. extinguem-se os seus direitos e obrigações.investidura em cargo público está sujeita a alguns requisitos básicos. não o fazendo. com ampla liberdade de provas e de defesa. (B) extingue-se com a morte da servidora. valendo a certidão do débito como título executivo. não podendo passar da pessoa do responsável. Nesse caso. empregos e funções públicas da esfera federal de governo devem ser ocupados somente por brasileiros. (C) todos os cargos das instituições de pesquisa tecnológica devem ser ocupados por brasileiros. (D) ao servidor é facultado representar e a apreciação será por qualquer autoridade superior àquela contra a qual é formulada. com o fim da personalidade civil. Nesse caso. portanto. (C)) é seu dever representar e a representação será apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada. até o pagamento integral do débito. Todavia. mas está em débito com o erário. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (C) estende-se aos sucessores da servidora e contra eles será executada. (E) só poderá ser cobrado pela via ordinária. 94. Essa obrigação de reparar o dano (A) classifica-se como funcional e não se estende aos sucessores da servidora. ato do qual resultou prejuízo ao erário e. originária ou derivada. ele (A) sofrerá apenas a inclusão de seu nome no CADIN –Cadastro dos Devedores Inadimplentes. se for chamado. . 95. o ajuizamento de uma ação de cobrança. em trinta dias. que só se obrigarão ao pagamento se quiserem. (D) considera-se personalíssima. (E) a interpretação do fato e a representação contra o abuso de poder são assuntos da esfera íntima do próprio servidor. natos ou naturalizados. portanto. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (D) sofrerá. exaurido. valendo destacar que (A) não há exigência de nacionalidade.16:40 96. com professores estrangeiros. ontem ela morreu. (A) o dever de representar só ocorre se mais dois servidores também foram testemunhas presenciais do fato. (D) os cargos. ficando o débito.O servidor público foi demitido. para se ocupar qualquer cargo público. segundo normas específicas. (B)) terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito e. (C) se sujeitará a ter seu débito imediatamente inscrito em dívida ativa. visto que.Por ter presenciado o fato. um servidor público tomou conhecimento de abuso de poder praticado por um colega de trabalho. (B) não se configura o dever de representar. (E)) uma universidade federal pode prover seus cargos. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (B) somente brasileiros natos podem ser contratados por instituições de pesquisa científica federal.A servidora pública Têmis praticou. dolosamente. o fato implicará sua inscrição em dívida ativa. (E)) estende-se aos sucessores da servidora e contra eles será executada. 10/10/03 . tem obrigação de reparar o dano.

(B)) II e III . em razão de ter sido requisitado. 99. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . Nesse caso. (D) próprio decida. do valor da herança (D)) será obrigatória a instauração de processo administrativo disciplinar para apuração do fato e imposição da pena.A autoridade teve ciência de irregularidade no serviço público e promoveu a sua apuração mediante sindicância. (E) III . à escolha da Administração. é vedada a percepção de mais de uma aposen-tadoria à conta do regime de previdência de caráter contributivo. 98.TRE BA/2003) . podem exceder a remu-neração do respectivo servidor. II .até o limite recebida. se quer se afastar de um ou dos dois cargos efetivos.Para retomar o efetivo desempenho das atribuições do cargo. (C) o procedimento é nulo porque nenhuma apuração de irregularidade no serviço público pode ser feita mediante sindicância. sendo. (D) II . solitariamente. a regra é que ele (A)) deva ficar afastado dos cargos efetivos que acumulava. (C) não possa aceitar a nomeação. (E) delibere de qual dos cargos efetivos abre mão. o servidor que deva ter exercício em outro municí-pio. III .Em relação aos servidores públicos civis: I . Dessa sindicância resultou provado o fato ilícito praticado por servidor. . o que dá ensejo à imposição da penalidade de destituição de cargo em comissão. 100. então. terá prazo de 97. (E) o servidor sindicado deve ser exonerado em razão da verdade sabida porque o cargo é de livre provimento e nomeação. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . dele exonerado. Nesse caso. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . É vedada a adoção de requisitos e critérios diferen-ciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de previdência de caráter contributivo. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição Fede-ral. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (A) a autoridade que presidiu a sindicância deve representar à autoridade superior para que esta imponha a pena indicada. (B) a destituição do cargo em comissão será imposta desde logo pela autoridade que presidiu a apuração.TRE BA/2003) . visto que já acumula dois cargos públicos. ressalvando-se existência de exceção. Os proventos de aposentadoria e as pensões. por ocasião de sua concessão. no cargo efetivo em que se der a aposentadoria ou que serviu de refe-rência para a concessão da pensão. (C) I . (B) acumule o cargo em comissão com apenas um dos cargos efetivos.Um servidor acumulava licitamente dois cargos públicos efetivos e foi nomeado para cargo de provimento em comissão. ressalvados os casos de atividades exercidas exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I e II .

TRE BA/2003) .Ao servidor em estágio probatório é vedada a licença (A) para o serviço militar.Ao servidor é proibido praticar usura.José. (B) não pode ser afastado do cargo. em qualquer hipótese. (B)) demissão. Instaurado o processo administrativo disciplinar. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . por até 60 dias. 105. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (Técnico Judiciário – Área Administrativa . sendo o afastamento prorrogável por igual prazo. no mínimo. (D) apenas a ausência em razão da morte do irmão será considerada como de efetivo exercício. Assim sendo. depois por 8 dias conse-cutivos em razão de seu casamento e finalmente por mais 8 dias consecutivos em razão da morte de um irmão. e 60 dias. desempenho de mandato 103. . (D) 30 dias. ausentou-se por um dia do serviço para doação de sangue. (C) fica suspenso automaticamente pelo prazo de 60 dias. em qualquer hipótese. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (D) suspensão de até 15 dias. sob qualquer de suas formas. prorrogável por mais 30 dias. o servidor (A) fica suspenso automaticamente pelo prazo de 30 dias. e 30 dias. devendo permane-cer em exercício em funções internas. (D) aproveitamento. (B) 15 dias. e 40 dias.NÃO é mais considerada forma de provimento de cargo público: (A)) ascensão. (E)) pode ser afastado do exercício. (B) por motivo de doença em pessoa da família. (E) para atividade política. improrrogáveis.TRE BA/2003) . (D) pode ser afastado do exercício.TRE BA/2003) . (B) reversão. (B) apenas a ausência em razão do casamento será considerada como de efetivo exercício. (A) nenhuma das ausências será considerada como de efetivo exercício. (C) censura por escrito. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . (C) apenas a ausência para doação de sangue será considerada de efetivo exercício. 106. no máximo. (C)) para classista. servidor público federal.Um dos modos de ocorrer a vacância éa (D) por motivo de afastamento do cônjuge ou compa-nheiro. 104. (E) 30 dias. conforme dispuser seu chefe imediato. 101. (E) recondução.(A)) 10 dias. 102. (C) 20 dias. (E) suspensão de até 30 dias. no mínimo. se no mesmo Estado. Essa transgressão é punida com (A) advertência. (E)) todas essas ausências serão consideradas como de efetivo exercício. prorrogável por igual prazo. por até 30 dias. no máximo. (C) reintegração. se em Estado diverso.

(C) o vencimento do cargo efetivo. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . seja para a superior. o servidor público (A)) pode requerer reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a decisão. (D) Se apenas as alternativas II e IV estiverem cor-retas. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. 107. é INCORRETO afirmar que (A) vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. exceto compulsoriamente concedida. (B) transferência do servidor para outro cargo. quando (C) o pagamento da remuneração das férias será efetuado até cinco dias antes do início do respectivo período.O pedido de reconsideração insere-se no direito constitucional de petição e. salvo necessidade pública premente que determine o acúmulo de um terceiro.(A) demissão. (B) Se apenas as alternativas I e III estiverem cor-retas. (E) aposentadoria. (A) Se apenas as alternativas I e II estiverem cor-retas. mas a autoridade competente deve despachar em dez e decidir em trinta dias. e de interesse da administração pública. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) Quanto ao vencimento e à remuneração do servidor público. doze meses de exercício. é irredutível. salvo fundamentado interesse da administração pública em concedê-las antecipadamente. (B) tem a faculdade de pedir reconsideração de decisão proferida. Instruções: Para responder às questões de números 110 e 111 considere a chave abaixo.Quanto às férias do servidor público. (E) deve saber que a interposição do pedido nunca interrompe a prescrição. é correto afirmar que (A) o servidor fará jus a trinta dias anuais. para o primeiro período. dos quais deverão ser descontadas as faltas ao serviço. seja para a mesma autoridade. . (B) remuneração é o vencimento do cargo efetivo. (D) deve saber que o provimento do pedido de reconsideração gera efeitos a partir da data da decisão. (D) serão exigidos. desde que assim requeridas pelo servidor. 109. 108. (D) nenhum servidor receberá. (C) Se apenas as alternativas II e III estiverem cor-retas. (C)) exoneração de cargo em comissão a pedido do próprio servidor. importância inferior ao salário mínimo. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . acrescido das vantagens de caráter permanente. (B)) as férias poderão ser parceladas em até três etapas. (E)) a menor remuneração atribuída aos cargos de carreira não será inferior a 1/30 (um trinta avos) do chamado teto de remuneração. (E) as férias poderão ser acumuladas até dois períodos. podendo renová-la. que se dará de ofício ou a pedido do próprio servidor. no seu uso. com valor fixado em lei. (C) não tem prazo para formular o pedido de reconsi-deração. (D) ascensão a cargo de classe superior na carreira. a título de vencimento.

mas não abrange as empresas públicas e as sociedades de economia mista. II. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. em razão da qualidade do agente. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Considere que João. empregos e funções em autarquias. portanto. (E)) cargos. empre-sas públicas e sociedades Estados. como procurador ou intermediário. (D) 90 dias.É INCORRETO afirmar que a proibição de acumulação remunerada de cargos públicos estende-se a (A) cargos e empregos em autarquias. mas não de omissão. II. empresas públicas e sociedades de economia mista dos Municípios. (C) civil. as ordens superiores. 111. (B) penal não abrange os ilícitos leves. Representar contra ilegalidade. sem exceção. e a administrativa. (C) empregos e funções em fundações públicas.São práticas proibidas ao servidor público: I. IV. Cumprir.(E) Se apenas as alternativas III e IV estiverem cor-retas. empregos e funções em autarquias e fundações públicas. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . empre-sas públicas e sociedades de economia mista da União. e a administrativa. 113. (B) cargos. 114. omissão ou abuso de poder. fundações públi-cas. são interdepen-dentes. Aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . IV. Jamais cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. Retirar. são independentes entre si e. documento ou objeto da repartição. de economia mista dos (D) empregos e funções em empresas públicas e sociedades de economia mista dos Territórios. junto a repartições públicas.A ação disciplinar contra o servidor público para apurar infração punível com advertência prescreve em (A) 2 anos. (E) administrativa resulta de ação praticada no desem-penho do cargo ou função. a penal. não se cumulam. Recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. 110. (C)) 180 dias. como as contravenções imputadas ao servidor. Atuar. é certo que a (A) civil. Zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) Quanto à responsabilidade do servidor público. em nenhuma hipótese. (D)) civil decorre de ato omissivo ou comissivo. III. a penal. 115. (E) 30 dias. (B) 1 ano.São deveres do servidor público: I. doloso ou culposo. 112. com 69 anos de idade e 35 anos de contribuição à . nessa qualidade. III.

(D) é possível mediante recondução. por sua vez. (B) é possível mediante readaptação. mas não o direito de greve. João tem conhecimento de que o cargo que ocupava ainda está vago e pretende voltar à atividade. (B) correta quanto ao término do período sujeito ao adicional noturno. Passado um ano e meio. (E) João deve ser exonerado.112/90. Aplicandose as regras da Lei n o 8. (D)) correta quanto ao cômputo das horas em período sujeito ao adicional noturno. terá o valor-hora acrescido de 50%. 116. (B) à livre associação sindical. toma posse. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . este desde que autorizado previamente pelo Poder Judiciário. . 118. (E) incorreta ao estabelecer que o servidor público federal tenha direito ao adicional noturno. computando-se cada hora como 52 minutos e 30 segundos. apenas nãocomputando tempo de serviço para nenhum efeito. (E)) não é possível. mas não o direito à livre associação sindical nem o direito de greve. essa afirmação está (A) incorreta quanto ao início do período sujeito ao adicional noturno. após regular aprovação em concurso para preenchimento de cargos públicos efetivos. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Considere a seguinte afirmação: “O serviço noturno. (A) ambos devem ser exonerados. Nessa situação. Antônio. (D)) à livre associação sindical e o direito de greve. (D) Antônio deve ter sua nomeação tornada sem efeito e João deve ser exonerado.previdência. (C) é possível mediante reintegração. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . 117. (B)) é possível e chama-se reversão. quando junta médica declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. este nos termos e nos limites definidos em lei específica. (C) correta quanto ao percentual de acréscimo relativo ao adicional noturno.O servidor público civil tem assegurado constitucionalmente o direito (A) de livre manifestação. (B) ambos devem ter sua nomeação tornada sem efeito. João não comparece para tomar posse no prazo legal.João e Antônio.112/90. pede sua aposentadoria voluntariamente. (A) é possível e chama-se readaptação. são nomeados. porém não entra em exercício no prazo legal. mas não o direito à livre associação sindical. a pretensão de João (A) é possível mediante reversão da aposentadoria. prestado em horário compreendido entre 22 horas de um dia e 6 horas do dia seguinte. (E) de greve. Todavia. mas Antônio poderá entrar em exercício a qualquer tempo. (C) à livre associação sindical e o direito de greve. (C)) João deve ter sua nomeação tornada sem efeito e Antônio deve ser exonerado. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) .O retorno à atividade do servidor aposentado por invalidez. nos termos e nos limites definidos em lei específica. sem sofrer sanção pela inobservância do prazo.” Nos termos da Lei n o 8. 119.

121. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . independentemente do valor do vencimento. (B) vantagens permanentes. o servidor (A) terá direito a proporção de 3/12. (D) terá direito a proporção de 10/12. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . (C) a promoção. e se chama readaptação. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . sendo remunerado por ambos os cargos. (E) vantagens pecuniárias permanentes. (D) a nomeação. (C) não é legalmente possível. individualmente. (A)) é possível sem novo concurso. percebê-la percebê-la percebê-la percebê-la na na na na 123. (C) terá direito a proporção de 9/12. em hipóteses previstas na Lei. 122. (D) somente pode ocorrer por meio de novo concurso público. (B) é possível sem novo concurso. pecuniárias não pecuniárias consideradas (E)) não terá direito a percebê-la. (D) exoneração.(C) é possível e chama-se reintegração.NÃO é forma de provimento do cargo público (A) a recondução.É penalidade administrativa disciplinar aplicável aos servidores públicos: (A) prisão administrativa. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . . (D) remuneração. (B)) a exoneração. Nessa situação. (C)) vencimento. (D) é possível e chama-se recondução. (B) perdimento de bens. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) .O retorno à atividade de um servidor aposentado. um servidor é exonerado. (E) é possível sem novo concurso. em hipóteses previstas na Lei.10:37 125. consideradas em sua soma. 27/12/02 . (C) confisco de bens. 120. e se chama reversão. (B) terá direito a proporção de 4/12. 124. e que remuneração é o vencimento acrescido das vantagens pecuniárias permanentes.Um servidor que já seja médico de um hospital público estadual e professor de uma escola pública municipal. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) Sabe-se que vencimento é a remuneração pecuniária pelo exercício de cargo público. e se chama reintegração.Após 9 meses e 15 dias de ter entrado em exercício em cargo público. (E) não é possível. devendo a situação resolver-se em indenização. A Lei assegura que nenhum servidor receberá importância inferior ao salário mínimo a título de (A) vantagens permanentes. em relação à indenização relativa ao período de férias. (E)) multa. (E) o aproveitamento. em hipóteses previstas na Lei. que ocupava cargo efetivo.

(B) em desacordo com a Lei porque não existe a possibilidade de pedido administrativo de revisão do processo. é certo que (A) esta não decorrerá da posse em outro cargo inacumulável.A Para que o servidor público. 127. 126. (C)) a exoneração do cargo efetivo poderá dar-se de ofício. se houver compatibilidade de horários. (E) esta só pode decorrer de aposentadoria. que tenha ingressado em cargo efetivo. o servidor pediu a revisão do processo. (D) contado da nomeação.Um servidor público foi submetido a um processo administrativo disciplinar e recebeu a pena de advertência. se houver compatibilidade de horários. (B)) não poderá ocupar remuneradamente mais nenhum cargo público. (C) que se inicia com a aprovação no concurso público. alegando fatos novos. ocupar um cargo remunerado de professor em escola estadual. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . ocupar um cargo remunerado de médico em hospital federal.No que se refere à vacância de cargo público. 128. adquira direito a férias. ocupar um cargo remunerado de médico em hospital municipal. estadual ou municipal. seja federal. (C) poderá ainda. (E) cujo termo inicial é a posse. (C) a posse é o efetivo desempenho das atribuições do cargo ou função. A situação assim descrita está (A) em desacordo com a Lei porque não é possível que se aleguem fatos novos no pedido de revisão. se houver compatibilidade de horários. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . (B) a contar do término do estágio probatório. (E) poderá ainda. (D)) em desacordo com a Lei porque a penalidade foi modificada de advertência para suspensão. (C) de acordo com a Lei. (D) poderá ainda. deve observar um período de 12 meses (A)) de exercício. (E) em desacordo com a Lei no que diz respeito ao prazo do pedido de revisão. (B) a demissão de cargo em comissão é obrigatória quatro anos após o provimento. (D) a exoneração do cargo em comissão só é possível a pedido. Passados dois anos. se houver compatibilidade de horários. . falecimento e demissão. forma de de cargo (B) a investidura no cargo ocorre somente após o exercício pelo servidor. e a demissão a juízo da autoridade. ocupar um cargo remunerado de professor em universidade federal. O processo foi revisto e a penalidade modificada para suspensão. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) Em matéria de cargo público observa-se que (A)) a readaptação é provimento e vacância público. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) .(A) poderá ainda. é destinada cargos em (E) este é criado obrigatoriamente por decreto do Chefe do Executivo. mesmo que haja compatibilidade de horários. 129. (D) a nomeação exclusivamente aos comissão.

(Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) . (B) quinze dias. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . no regime da Lei nº 8. nos termos da Lei nº 8. . de regra. (D) advertência.NÃO configura penalidade disciplinar aplicável ao servidor. (D) vinte e cinco dias.130. por tempo de serviço e de férias. em decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. não tome posse no prazo legalmente fixado. de chefia e assessoramento. (C) 12 meses a contar da posse.112/90. (E) 12 meses a contar da posse ou 14 meses a contar da nomeação. de local e da natureza do trabalho. como primeiro período aquisitivo. transporte. (B) reintegração. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) Constituem indenizações que podem ser pagas ao servidor: (A) auxílios reclusão. (C) aproveitamento. indivíduo deverá ser (D) esse indivíduo deverá ser demitido. (C) gratificações natalina. (B) demissão.112/90. óbito e (B) esse indivíduo deverá ser suspenso. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . (D) retribuições pelo exercício de função. de (A) dez dias. diz-se (A)) recondução. (A) 14 meses de exercício.16:49 134. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) .O prazo para o julgamento da revisão do processo disciplinar será. (B)) demissão. natalidade.O retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado. (C)) vinte dias. (E)) ajuda-de-custo. (E) trinta dias. a (A) suspensão. 136. (C)) exoneração. (A)) o ato de provimento deverá ser tornado sem efeito. (C) advertência por escrito. 135.Caso um indivíduo. que tenha sido nomeado para cargo de provimento efetivo. 133. (C) esse exonerado. sujeito à Lei nº 8.Nos termos da Lei nº 8. (D) suspensão de até trinta dias. (E) cassação de aposentadoria. (D) 14 meses a contar da nomeação. (B)) 12 meses de exercício. (B) adicionais noturno. diárias e 131. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . para que o servidor ingressante faça jus a férias terá de observar. (D) reversão.112/90. (E) multa de cinqüenta por cento dos vencimentos. o que ocorrer primeiro.112/90. 132. (E) readaptação. 03/07/02 . (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) A inassiduidade habitual do servidor público sujeita-o à aplicação da pena de (A) disponibilidade. (E) o cargo deverá ser extinto.

A investidura em cargo público ocorrerá com (A) o ato de nomeação. (B) o vencimento do servidor pode. mesmo com motivo justificado. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa . com mudança de domicílio em caráter permanente. e para a compensação de despesas de instalação do servidor que. tendo tomado posse. e a indenização de (B) a ajuda-de-custo e as diárias. (C) o servidor perderá a remuneração do dia que faltar ao serviço. (E) poderá exercer qualquer cargo de provimento em comissão na entidade de lotação. passa a ter exercício em nova sede.15:46 139. (E)) a remuneração do servidor é o vencimento do cargo efetivo. (A) o vencimento do cargo efetivo do servidor. (B) o exercício. (D) a aprovação no concurso público. (B) demitido a bem do serviço público. caso não seja aprovado no referido estágio. em qualquer caso. 02/05/02 .É INCORRETO afirmar que o servidor em estágio probatório (A) terá direito. às licenças por motivo de afastamento do companheiro e para atividade política. excluído das vantagens. poderá ser reduzido nos casos previstos em lei. não entrar em exercício no prazo estabelecido. (D) o servidor. (E)) as diárias e a ajuda-de-custo. 138. (E) posto em disponibilidade. correspondem. (E) a criação do cargo público. dentre outros. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa . chefia ou assessoramento no órgão de lotação. seqüestro ou penhora. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa .TRE Piauí/2002) Dentre outros.TRE Piauí/2002) .Se o servidor público. (D) a indenização de transporte e a ajuda-de-custo. é dever do servidor público . (C) será exonerado se não satisfizer as condições exigíveis para o referido estágio. (A) as diárias transporte.TRE Piauí/2002) .TRE Piauí/2002) .TRE Piauí/2002) . será (A) removido para outro órgão. (C) readaptado para outra função. respectivamente. em casos excepcionais. ou se estável. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa .TRE Piauí/2002) . (D) será exonerado.137. 141. reconduzido ao cargo anteriormente ocupado. ser objeto de arresto. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa . no interesse do serviço.Ao servidor que se afastar da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. (C) a indenização de transporte e as diárias. poderá receber a título de vencimento importância inferior ao salário-mínimo. (Técnico Judiciário – Àrea Administrativa . (D)) exonerado de ofício. (B)) não poderá exercer qualquer função de direção.No que se refere aos direitos. 142. 140. (C)) a posse.

os cargos. Este processo poderá resultar na (A) demissão do servidor dos cargos de que é titular nas autarquias municipais. a seu atribuições do cargo. (C) prévia aprovação dos respectivos órgãos de pessoal. (D) absolvição do servidor. (D) o aproveitamento. em cidades do interior.(A)) atender com presteza às requisições para a defesa da Fazenda Pública. (E) ou naturalizados e aos estrangeiros. (C) mas. (E) redução dos proporcionalmente às trabalho. correspondentes vencimentos. estando os estrangeiros impedidos de ocupá-los. (B) ou naturalizados. (Defensor Público – Maranhão/2003) Determinado servidor público. em razão de a proibição de acumulação de cargos não se estender a pessoas políticas diferentes. em certas circunstâncias e em igualdade. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) . jornadas de 145. (C) absolvição do servidor.Preenchidos outros requisitos. visto que não se pode fazer nenhuma restrição quanto à nacionalidade. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) A acumulação remunerada de cargos públicos. (A) a disponibilidade. (D) cumprir todas as ordens superiores. (E)) demissão do servidor do cargo de que é titular na administração estadual. (D) redução das jornadas de trabalho. (B) guardar assunto. ainda que lícita. (E) exercer. as 143. descobre-se a acumulação de cargos e instaura-se processo administrativo. passado o estágio probatório. (E) a interinidade. Posteriormente. sigilo sobre qualquer (A) enquanto que os naturalizados e os estrangeiros estão impedidos de ocupálos. dolosamente omite a informação de que já é titular de dois cargos de médico em duas autarquias municipais distintas. no âmbito da administração estadual. (Defensor Público – Maranhão/2003) . (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) . ao ser empossado em cargo de provimento efetivo de médico na Secretaria Estadual de Saúde do Maranhão.É forma de provimento de cargos públicos. fica condicionada à (A) autorização das chefias imediatas. tanto os naturalizados como os estrangeiros podem ocupá-los. 147. (C) representar em relação à legalidade ou exercício regular da função. (B) a readmissão. em razão de a Constituição Federal permitir a acumulação de cargos de médico. dentre outras. 146. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros natos .A responsabilidade civil dos servidores públicos. (B) comprovação da compatibilidade de horários. 144. (C) o acesso. na forma da lei. (D) ou naturalizados e aos estrangeiros. para a apuração de responsabilidade. (B) determinação de que o servidor opte por dois dos três cargos. critério. por atos praticados no exercício de suas funções.

(C)] não poderá ser adquirida pelos estrangeiros que. (E) deve ser apurada judicialmente em conjunto com a eventual responsabilidade da pessoa pública a que forem vinculados. IV) também o vereador será necessariamente afastado. e) nenhuma é verdadeira. podendo optar pela remuneração do cargo. d) todas são verdadeiras.Quanto à remuneração do servidor público. 148. possam ter acesso aos cargos públicos. emprego ou função. emprego ou função no caso de exercer mandato eletivo federal. d) assegura-se a revisão geral anual da remuneração. sem distinção de índices entre as diversas carreiras. inclusive para a promoção por merecimento. (B) configura-se apenas nos atos tipificados igualmente como infração penal. na atividade. por iniciativa da pessoa pública a que forem vinculados. a estabilidade no serviço público (A) gera para o direito a disponibilidade. c) a remuneração dos servidores públicos somente pode ser fixada por lei específica. por expressa determinação constitucional.(A) independe de culpa. no caso cargo. servidor estável o permanecer em com remuneração de extinção do seu aproveitamento em da administração direta autárquica e fundacional: I) o servidor ficará afastado do cargo. (D) somente poderá ser adquirida pelos integrantes das carreiras consideradas essenciais à administração da Justiça. 150. (B) é adquirida após 3 anos de efetivo exercício. c) II e IV são verdadeiras. (E) não impede a perda do cargo do servidor estável. na forma da lei. 149. (Juiz do Trabalho – TRT 14ª Região/2003) . II) durante o afastamento o tempo de serviço será contado para todos os efeitos. (D)) pode ser apurada judicialmente por via regressiva.As assertivas abaixo tratam da situação do servidor público . b) não será admitida a percepção simultânea de proventos de aposentadoria e remuneração. emprego ou função. ou não. (Gestor do MARE/1999) Nos termos em que atualmente a Constituição disciplina a matéria. (Juiz do trabalho – 14ª Região/2003) . na hipótese de verificar-se excesso de despesa com pessoal ativo em relação aos limites estabelecidos em lei complementar. b) I. pela remuneração do cargo. III) o exercente de mandato de prefeito será afastado. mesmo em relação aos cargos acumuláveis. pelos servidores concursados nomeados para cargos de provimento efetivo ou em comissão. estadual ou distrital. II e III são verdadeiras. (C) depende da prévia condenação do servidor em processo administrativo disciplinar. optando. assinale a alternativa falsa: a) poderá haver a percepção simultânea de proventos de aposentadoria e vencimentos de cargo comissionado. até seu outro. a) I e III são verdadeiras. integral.

outro cargo público estadual. acumular remuneradamente um cargo de professor na Administração direta federal. (E) o direito á futura aposentadoria segundo as regras constitucionais vigentes na época da aprovação.É direito constitucionalmente assegurado aos servidores públicos civis a (A) acumulação de aposentadorias. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . remuneradamente. ainda. acumular remuneradamente um cargo de professor na Administração direta do mesmo Estado. um cargo público de professor em universidade federal constituída sob forma de autarquia e outro cargo público de médico junto à Administração direta de um Estado. 151. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . e) poderá. 153. acumular remuneradamente um emprego de médico em uma autarquia municipal. (C) a não preterição do aprovado. esse servidor (A) poderá ainda ocupar remuneradamente um emprego público qualquer em uma sociedade de economia mista municipal. (C) estabilidade após 3 anos contados de sua posse em cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (B) poderá ainda ocupar remuneradamente um cargo público de médico junto à Administração direta de um Município. (B) percepção de proventos integrais na hipótese de aposentadoria compulsória aos 70 anos de idade. acumular remuneradamente um emprego de médico em uma fundação pública do mesmo Estado. ainda. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) .Um servidor público estadual que exerça remuneradamente cargo público de professor e já acumule. 152. Considerando que haja compatibilidade de horários. b) poderá. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. 154. (E) disponibilidade. de caráter científico. na hipótese de perda do cargo em decorrência de processo de avaliação de desempenho. segundo a ordem de classificação. ainda. d) poderá. acrescido de eventuais abonos e gratificações previstos em lei. . (D) a indenização do aprovado caso sua nomeação não ocorra no prazo constitucionalmente previsto. ainda. remuneradamente. no regime de previdência de caráter contributivo.É conseqüência necessária da aprovação em concurso público para ingresso no serviço pública em cargo de provimento efetivo (A) a nomeação do aprovado para o cargo em questão. no momento da nomeação. c) poderá. a) não poderá acumular remuneradamente mais nenhum cargo ou emprego. em nenhum nível da federação. seja na Administração direta ou indireta. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . (D) percepção de subsídio. havendo compatibilidade de horários.Um servidor público já ocupa.e) a lei poderá estabelecer relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. (B) a aquisição de estabilidade pelo aprovado no prazo constitucionalmente previsto. decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição.

(Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . (B) o empregado de pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviços públicos. . seja junto à Administração direta.A disponibilidade do servidor público (A) dar-se-á somente quando o cargo for extinto ou declarada a sua desnecessidade. em órgão público. mas com remuneração proporcional. 155. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo.(C) poderá ainda ocupar remuneradamente um emprego público qualquer em uma empresa subsidiária de uma empresa pública federal. (B)) ocorre nos casos em que for extinto o cargo. mas tendo direito a remuneração proporcional. (D) poderá ainda ocupar remuneradamente um cargo público de professor junto à Administração direta de um Município. b) a lei reservará os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. de qualquer nível da Federação. 157. um gênero de penalidade. contratada por órgão da Administração Direta para execução de serviços não compreendidos em sua atividade-fim. é permitida a cumulação remunerada de cargos públicos. (D) o particular convocado pelo Tribunal Regional Elei-toral para o exercício de funções auxiliares em eleições. em caráter voluntário e informal. d) havendo compatibilidade de horários. (D) é considerada uma forma inespecífica de aposentadoria. devendo receber a mesma remuneração percebida na atividade. e em certos casos. nos termos da Constituição Federal. 156. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) .112/90. mas sempre com remuneração integral. reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência. (E) o empregado de empresa terceirizada. declarada sua desnecessidade. (C) o estagiário que exerce funções. em órgão da Administração Direta. público é considerado servidor (A)) o titular de cargo público de provimento efetivo. definindo ela própria os critérios de sua admissão. (Juiz Substituto – TJ PI/2001) Quanto ao regime jurídico do servidor público civil. investido com observância dos requisitos legais. suas subsidiárias ou sociedades controladas pelo Poder Público. c) a Administração Pública. ou for invalidada por sentença judicial a demissão de servidor estável. é correto afirmar que a) a investidura em cargo público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. caso em que receberá a remuneração integral. e) a remuneração do servidor público será revista a qualquer tempo. na forma que for estabelecida pela Administração Pública. sempre a critério da Administração Pública.De acordo com a Lei nº 8. (E)) não poderá ocupar remuneradamente nenhum outro cargo ou emprego público. (E) dar-se-á somente quando for invalidada por sentença judicial a demissão de servidor estável. (C) acarreta seu desligamento definitivo do cargo. seja junto às entidades da administração indireta. vedado seu reaproveitamento.

motivada por insuficiência de desempenho ou para observância do limite constitucional para despesas com pessoal. com remuneração integral. NÃO se inscreve dentre os modos de vacância do cargo público: (A) relotação. (E) ficará em disponibilidade remunerada. (B) o servidor público pode integrar qualquer associa-ção. descobre-se a acumulação de cargos e instaura-se processo administrativo. dentre eles. dolosamente omite a informação de que já é titular de dois cargos de médico em duas autarquias municipais distintas. (E)) a participação de uma empresa pública em empresa privada depende de autorização legislativa. o de que (A) a proibição de acumular vencimentos aplica-se tão-somente à Administração direta e às suas autarquias. quando invalidada por sentença judicial a demissão.TRE BA/2003) . (B) poderá ser exonerado por iniciativa da Administração. em razão de a proibição de acumulação de cargos não se estender a pessoas políticas diferentes. 161. (D) exoneração ex officio. (D) será permitida a vinculação dos vencimentos para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. 162. (D) não poderá acumular um cargo público de médico com um de professor. (C) aposentadoria. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . (C) só perderá o cargo em razão de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo disciplinar em que lhe seja assegurada ampla defesa.0 159.158. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . (E)) demissão do servidor do cargo de que é titular na administração estadual. (D) absolvição do servidor. hipótese em que será aproveitado em outro cargo de igual hierarquia. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . para a apuração de responsabilidade. (B) determinação de que o servidor opte por dois dos três cargos. passado o estágio probatório. em razão de a Constituição Federal permitir a acumulação de cargos de médico. mas não pode assumir a direção das associa-ções sindicais. (B) demissão. Posteriormente. Este processo poderá resultar na (A) demissão do servidor dos cargos de que é titular nas autarquias municipais. em cidades do interior. se extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade.A Administração Pública deve observar certos princípios constitucionais.O servidor público estável (A) terá direito a reintegrar-se no mesmo cargo. sob critério e responsabilidade do Administrador contratante. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Assinale a alternativa correta dentre as alinhadas a seguir: . (C) absolvição do servidor. ao ser empossado em cargo de provimento efetivo de médico na Secretaria Estadual de Saúde do Maranhão. (C) a contratação de pessoal por tempo determinado pode ser feita em qualquer situação.Determinado servidor público. 160. salvo se ocupado. (E) promoção. no âmbito da administração estadual.

estabelecer aposentadoria especial para os servidores que exerçam atividade prejudicial à saúde. As hipóteses em que o servidor efetivo poderá perder o cargo foram ampliadas no texto constitucional. os proventos serão sempre proporcionais ao tempo de serviço. em qualquer caso. prêmio. (B) Os Estados poderão. admitindo-se. independentemente do Poder a que pertençam. acumular proventos.Em matéria de estabilidade do servidor público é correto afirmar: a) Uma das alterações introduzidas pela Emenda Constitucional n. sem qualquer formalidade. c) Foi relativizada pela EC n. 19/98. (C)) ser este fixado em parcela única. vedado o acréscimo de qualquer gratificação. (E) ser este fixado ou alterado por decreto. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . desde que submetidos a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. O servidor público passou a ser demissível também mediante procedimento administrativo de avaliação de desempenho e se não for cumprido o limite de gastos com pessoal estabelecido em lei complementar. 19/98 diz respeito à "flexibilização" da estabilidade do servidor público vitalício. para efeito de aposentadoria. cumprido o estágio probatório de três anos. (D) só é cabível entre funções de confiança.(A) O servidor não poderá. 26/12/01 164. b) Restou fortalecida pela EC n. 19/98. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . verba de representação ou outra espécie remuneratória.A vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público (A)) é vedada constitucionalmente. (C) O tempo de serviço em atividade privada não é computável para fins de obtenção de aposentadoria no serviço público. (C) só é cabível entre cargos de provimento efetivo. (D) sua adoção ser optativa por parte do agente público. 165. adicional. (B) só é cabível entre funções iguais ou assemelhadas de Poderes diversos.É característica do regime estabelecido pela Constituição Federal para a remuneração por subsídio (A) sua não sujeição ao teto remuneratório que tem por parâmetro o subsídio mensal em espécie dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. mediante lei ordinária. . 163. (B) ser a forma remuneratória própria dos ocupantes de cargos de provimento em comissão. (E) A lei não poderá estabelecer forma de contagem de tempo de contribuição ficto. que passou a ser demissível mediante processo administrativo. independentemente do Poder a que pertençam. (E) só é cabível dentro da estrutura de um mesmo Poder. d) Passou a ser adquirida após três anos de efetivo exercício. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . (D) Na aposentadoria por invalidez permanente. a demissão ad nutum do servidor público sempre que o limite de gastos com pessoal superar os limites fixados em lei complementar. e) A estabilidade beneficia os servidores ocupantes de cargos e empregos públicos. abono.

conforme se dispuser em regulamento. (D) carreira dedicada ao atendimento de necessidades sociais. (Analista Judiciário – Adm .166. vedada qualquer procuração. (Analista Judiciário – Adm . (E) quaisquer carreiras definidas em lei como científicas. hipóteses 170. (C) adicional. 167. (E) ajuda-de-custo.A que corresponde a 1/12 (um doze ávos) da remuneração a que o servidor fizer jus ao mês de dezembro. indenização e (B) depende também de declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo. improrrogáveis. . contados da homologação do concurso. denominada 13o salário. 168. (C) independerá de previa inspeção médica. III. (D)indenização. (D)) é obrigatório sempre que se tiver um servidor acusado de infração. sob pena de decadência. (C) tem como fundamento exclusivo as constituições em todos os níveis de governo. será citado para apresentar defesa escrita. de regra. indenização. (Advogado – DESENBAHIA/2002) O processo administrativo disciplinar (A) terá sempre por objeto e finalidade uma sanção e uma pena disciplinar a ser imposta ao acusado.Tipificada a infração disciplinar. com (E) ocorrerá no prazo de (30) trinta dias. no prazo de (A) 30 (trinta) dias. 169. (B) gratificação. radioativas ou com risco de vida. adicional. adicional. desde que haja compatibilidade de horários. (Analista Judiciário – Jud . por força de atribuições próprias do cargo.A concedida ao servidor que realizar despesa com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos.TREPE/2004) .TREPE/2004) . profissões regulamentadas. cuja realização é feita antes do seu exercício. II. (D) haverá em quaisquer de provimento de cargos.A posse do servidor público (A) é personalíssima. ainda que dependa de alguma diligência. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Uma emenda constitucional ampliou os casos de permissão de acumulação remunerada de cargos públicos. (B) é facultativo quando for o caso de infrações de menor potencial danoso. passando também a abranger dois empregos privativos de (A)) profissionais de saúde. adicional indenização gratificação e e e (B) quaisquer carreiras definidas em lei como técnicas.Considere as vantagens que seguem: I. (C) profissionais da segurança pública. emprego ou função pública. no prazo de dois anos.As concedidas aos servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas. Posteriormente. portanto. (E) está sujeito à revisão que deverá ser requerida. indenização. uma vez que pode ser cumprida oportunamente. São denominadas respectivamente de (A) ajuda-de-custo. será formulada a indiciação do servidor público. gratificação e adicional. e. por mês de exercício no respectivo ano.TREPE/2004) .

para o atendimento de necessidades de excepcional interesse público. ou sua anulação. para diligências reputadas indispensáveis. se o servidor empossado em cargo público não entrar em exercício no prazo de quinze dias. implicará a não realização daquele ato.A não apresentação da declaração de bens com a indicação da fonte de renda. será (A) revogado o ato de sua nomeação ou tornada insubsistente a designação para função de confiança. ou sua revogação. se celebrado sem esse requisito essencial. implicará a não realização daquele ato.TREPE/2004) . desempenhando função. podendo existir na Administração Pública direta ou na indireta.Servidores governamentais são as pessoas que. (Técnico Judiciário – Adm . se celebrado sem esse requisito essencial. ou sua revogação. II e III. (D) I e III. III. (E))exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança. (E) 20 (vinte) dias. 171. por exclusivo interesse público. (C) demitido a bem do serviço público.(B) 5 (cinco) dias. consoante definida em lei.na data da entrada em exercício. (Analista Judiciário – Jud . implicará a não realização daquele ato. contados da data da posse.Ressalvados os casos previstos em lei específica. (D) 15 (quinze) dias.TREPE/2004) . (D) anulado o ato de sua nomeação ou tornada sem efeito a designação para função de confiança. (E) II e IV. (C) 10 (dez) dias.minado.Servidores públicos estatutários são os que se vinculam à Administração Pública direta e indireta mediante um liame de natureza contratual. 173. (C) I. implicará a não realização daquele ato. I. (B) demitido da função de confiança ou tornado sem efeito o ato de sua nomeação. exercendo. se celebrado sem esse requisito essencial.dentro de 24 horas anteriores à posse. ligam-se estatutariamente às sociedades de economia mista. III e IV. admitida a prorrogação por mais 10 (dez) dias.no momento da entrada em exercício de função. portanto. . perante uma relação de trabalho de natureza eventual ou temporária.Considere: I.Agentes temporários são agentes públicos que se ligam à Administração Pública. II. 172. (Técnico Judiciário – Adm . IV. admitida a prorrogação por mais 10 (dias). IV. no caso de comprovada necessidade. se celebrado sem esse requisito essencial. sob um regime de dependência. III. podendo ser prorrogado pelo dobro. podendo ser prorrogado pelo dobro.Agentes de colaboração são pessoas físicas que prestam serviços à Administração Pública por vontade própria. III e IV. empresas públicas e fundações. e impedido de prestar novo concurso público e de ser designado para função de confiança. por requisição ou com sua concordância. II. ou sua anulação. Está correto APENAS o que se afirma em (A) II. função pública.TREPE/2004) . (B) I.na data da posse em cargo público. por tempo deter. a critério do Presidente da Comissão Processante.

é certo que (A) a reposição ou indenização ao erário será feita em até três parcelas. (B) II e IV. por escrito ou verbalmente. deverá ser (A) com prejuízo das atribuições do cargo que está ocupando. (B) com prejuízo das atribuições do cargo que está ocupando. contados de data da referida cassação. posteriormente cassada. Nesse caso. devendo optar pela remuneração de um deles. quando constatado pagamento indevido no mês anterior ao processamento da folha. foi nomeado para ter exercício. nessa qualidade. ou que tiver sua aposentadoria cassada. (C) decorre de crimes. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) . em outro cargo de confiança.É correto afirmar que a responsabilidade penal do servidor público (A) abrange os crimes e as contravenções imputadas ao servidor. na hipótese. cabendo à Administração escolher a remuneração do cargo de origem ou do novo cargo. (C) sem prejuízo das atribuições do cargo que atualmente vem ocupando. (D))sem prejuízo das atribuições do cargo que atualmente ocupa. sendo que. 174. deverá receber a remuneração do cargo em confiança somente durante os seis primeiros meses de interinidade. mas a administrativa não fica afastada. sendo que o servidor deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade. na hipótese. em razão de decisão liminar.Está correto o que se afirma APENAS em (A) III e IV. em qualquer hipótese. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) . (C) II e III. (C) nenhum desconto. (B) o servidor em débito com o erário e que for demitido. sendo que.Cláudio. acrescido de dez por cento enquanto durar a interinidade. 176. mas resulta em responsabilidade administrativa com pena de suspensão. deverá manter a remuneração do cargo originário enquanto estiver no período de exercício interino. (E) I e III. interinamente. durante o período de exercício interino. poderá incidir sobre a remuneração ou provento. mesmo no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato. (E) os valores recebidos pelo servidor. que será acrescida de vinte e cinco por cento.No que diz respeito aos direitos do servidor público federal. salvo se o servidor autorizar. terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito. exonerado. deverão ser repostos no prazo de noventa dias. (D)I e IV. (D) a não-quitação do débito do servidor no prazo previsto não implica sua inscrição na dívida ativa. (E) com as mesmas atribuições do cargo atual. sendo servidor público ocupante de cargo de natureza especial. (B) e a civil resultam sempre de ato comissivo praticado dentro ou fora do exercício do cargo ou função. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) . . 175. (D) e a civil só decorrem de ato omissivo ou comissivo dolosos. ainda que por ato normativo ou mandado judicial. mas que resultem prejuízos ao erário.

(E) serviço eleitoral. (B) calamidade pública. envolveu-se em caso de incontinência pública nas dependências do Tribunal. respectivamente. (Técnico Judiciário . reiterou seu procedimento. os servidores Júlia e Renato. nos prazos de (A) 2 e 8 dias.Wanessa. por sua vez. dirigido à autoridade competente. e poderá perder o cargo em virtude de processo administrativo ou de procedimento de avaliação periódica. 179. entre outras hipóteses. assegurada ampla defesa.Jud – TRT 3ª R/2004) . (D)solicitação relevante da servidora. após três anos de efetivo exercício. 180. 178. às penas disciplinares de (A) multa estatuária e exoneração. assegurada sempre ampla defesa. técnico judiciário. estarão sujeitos. (D) suspensão por 30 (trinta) dias e demissão. titular de cargo de provimento efetivo. mediante concurso público. durante o expediente.O servidor público da administração direta estadual.do. foi advertida por escrito por ter se ausentado do serviço. para o cargo de técnico judiciário. na forma de lei complementar estadual. (E) 10 e 25 dias. mas não as contravenções. analista judiciária. seu chefe imediato. tem direito à (A) vitaliciedade. (Técnico Judiciário . após dez anos de efetivo exercício.(E) atinge os crimes contra a Administração Pública imputados ao servidor em exercício.Renato. técnico judiciário da área administrativa do Tribunal Regional do Trabalho. (C) 5 e 30 dias. tomou posse no Tribunal Regional do Trabalho em dezembro de 2002. .Considere os fatos que seguem: I. (B) estabilidade. e só poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado. por quem de direito. (B)3 e 10 dias. na forma de lei complementar. (C) comoção interna. (D) 8 e 15 dias. (B) demissão e multa estatutária. por motivo de (A) convocação para júri. no local onde exerce suas atribuições. (Técnico Judiciário . ingressou com um requerimento. (D) vitaliciedade. Nesse caso. (C) estabilidade. Apesar da advertência. (E) repreensão e suspensão por 60 (sessenta) dias. após dois anos de efetivo exercício.Júlia. Nessas hipóteses. Entrou em exercício no mesmo dia. (C) exoneração e repreensão. Nesse caso. após cinco anos de efetivo exercício. O início de seu gozo de 30 (trinta) dias de férias ocorreu em 05/01/04. através dos meios legais.Adm – TRT 2ª R/2004) . o aludido requerimento deverá ser despachado e decidi. sentindo-se ameaçado em seus direitos de servidor público. assegurada ampla defesa. e poderá perder o cargo em virtude de procedimento de avaliação periódica.Adm – TRT 2ª R/2004) .Rodrigo.Adm – TRT 2ª R/2004) . 177. II. sem a prévia autorização de Raul. aprovada em concurso público. (Técnico Judiciário . e poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial e processo administrativo. é INCORRETO afirmar que as férias poderão ser interrompidas. respectivamente.

(B) poderá ser afastado para estudo no exterior. mas estará resguardado o direito de afastamento para exercício de mandato eletivo. em decorrência de (A) crime contra a administração pública e ofensa física. a particular. III  do retorno ao cargo anterior por inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. Afrodite Costa de Lima. no dia 13 de fevereiro de 2003. mas terá direito à licença para o serviço militar. respectivamente. (Analista Judiciário . (E) aplicação irregular de dinheiros públicos e lesão aos cofres públicos. (E))não terá direito à licença para desempenho de mandato classista. (C))reversão.Adm – TRT 23ª R/2004) . processo administrativo ou procedimento de avaliação periódica. e posterior justificativa. transposição.mente. por estar cumprindo o período do estágio probatório (A) não terá direito ao afastamento para servir em or. mas o direito ao afastamento para missão no exterior estará resguardado. para fins de contagem de tempo de serviço. II  de limitação sofrida em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. readaptação readaptação (D) aproveitamento. na forma de lei complementar. mas não poderá obter o afastamento para servir em outra entidade. fé a documento público que lhe foi encaminhado.A investidura do servidor público estável em decorrência: I  do retorno à atividade do servidor aposentado por invalidez. no dia 20 de janeiro de 2004. 182. (C) corrupção e incontinência pública.Zeus Chaves.Adm – TRT 23ª R/2004) . 184. (B) revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo e insubordinação grave em serviço. em serviço.É vedado o retorno ao serviço público federal do servidor demitido ou destituído do cargo em comissão.sional.À servidora do Poder Judiciário Federal. exceto em legítima defesa própria. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . corresponde. pelo fato de ter recusado. . após três anos de efetivo exercício. recondução. sem prévia autorização do seu chefe imediato. (C) não poderá obter licença para desempenhar ativi. reversão e readmissão. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. nomeado para o cargo de Analista Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 23a Região. foi aplicada a pena de advertência por escrito. 183. mas não terá o direito à licença por motivo de doença em pessoa da família. ausentou-se do serviço no decorrer do horário de (B) readaptação. recondução.dade política. (D) terá direito à licença para fins de capacitação profis. (Analista Judiciário . redistribuição. 181. a (A) readmissão.ganismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere.(E) estabilidade. aproveitamento reversão e e e e (D) dilapidação do patrimônio nacional e abandono do cargo. Posterior. por outro servidor. e poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado. (E) recondução. assegurada sempre ampla defesa. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) .

A pena de suspensão de Zeus Júnior. III. a qual deverá ocorrer no mesmo cargo antes ocupado. poderá requerer administrativa ou judicialmente a sua reinvestidura mediante I. ocupante do cargo de analista judiciário.Diante dos preceitos constantes no diploma legal que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. (B) I e III. desde que com direito à indenização as vantagens.Não será vedada a acumulação pelo recebimento de salário decorrente de emprego em fundações públicas com proventos pela inatividade no Poder Legislativo dos Municípios. à servidora será aplicada a pena de (A) destituição do cargo.recondução no cargo anteriormente.Configura-se acumulação vedada. 187. seja ou não estável. . Em decorrência desses fatos. (E) IV. considere: I. pelo prazo de 15 dias. com o conseqüente ressarcimento de todas as vantagens. 185. vedando. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. (D) II.reintegração no cargo anteriormente ocupado. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . até prova em contrário.Descaracteriza-se a acumulação proibida. (C) II e III. (C) II e III. foi demitido por decisão administrativa. seja ele estável ou não.mento decorrente de emprego público em sociedade de economia mista da União com proventos da inatividade.expediente. a acumulação remunerada de cargos públicos. como um dos requisitos intrínsecos do ato. ausência essa que perdurou por 4 horas. receber venci. (B) nova advertência por escrito. Inconformado com essa decisão.O servidor público do Tribunal Regional do Trabalho da 3a Região. II.A acumulação será ilegal quando ocorrer o recebimento de remuneração em razão de emprego em empresa pública dos Estados com proventos da aposentadoria obtida perante o Poder Judiciário da União. (A) por ser auto-executável. IV.reversão no cargo antes ocupado ou resultante da transformação. na base de 25% por dia de remuneração. (C) multa.readaptação. II. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . após ter sido observado o contraditório e a ampla defesa. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. (D) III e IV. convertida em multa. de todas IV. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . a percepção de vencimento de emprego público efetivo com proventos decorrentes da aposentadoria. 186. não estável. sem direito à indenização. Zeus dos Prazeres. será tida como legítima. III. desde que seja estável. (E) III e IV. (D) suspensão de até 90 dias. servidor público do Tribunal Superior do Trabalho. em regra. ocupado estável. (E) exoneração de ofício. (B) II.

(E) exoneração. (E) destituição de cargo em comissão e suspensão.Adm – TRT 23ª R/2004) .Prescreverão em 5 e 2 anos. que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. (B) cassação advertência.(B) por ser ou não o correspondente ato portador do elemento denominado motivo. (Técnico Judiciário . (B) transferência. (C) exoneração de ofício para ambos os casos. (D) reversão. as ações disciplinares decorrentes das infrações de (A) cassação repreensão. disponibilidade. (D) as férias não poderão ser interrompidas. 192. desde que assim requeridas pelo servidor. e recondução. como um dos elementos do ato. (B) o servidor fará jus a quarenta dias de férias. (E) desde que corresponda a figuras definidas previa. tendo tomado posse. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. serviço militar ou eleitoral. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. e alterações pos teriores. mesmo ocorrendo convocação para júri. (E) o servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 30 dias consecutivos de férias. 189. a (A) ascensão. respectivamente. (Técnico Judiciário . (D) disponibilidade respectivamente.O provimento (C) suspensão convertida em multa e repreensão. (D)em decorrência do atributo denominado presunção de legitimidade. até o máximo de dois períodos.mente pela lei. e e transposição.Adm – TRT 23ª R/2004) . e no interesse da Administração Pública. (B) demissão para ambos os casos. . 188. acarretarão a vacância do cargo público mediante ato de (A) transposição respectivamente. (C) em face de ter observado a forma como atributo do ato. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . que podem ser acumuladas.112/90.112/90. (E) recondução respectivamente. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica.Tendo em vista a Lei no 8. (C) para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 6 meses de exercício. (D) disponibilidade e suspensão. no caso de necessidade do serviço. é forma de provimento de cargo público.Os fatos de não sendo satisfeitas pelo servidor público as condições do estágio probatório e.TRT 23ª R/2004) . de de aposentadoria readmissão e e 190. 191. dentre outras. por semestre de atividade profissional. (Analista Judiciário – Jud . permitida em qualquer hipótese a acumulação.Conforme a Lei no 8. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . é correto afirmar que (A))as férias poderão ser parceladas em até três etapas. (C) aposentadoria. não sendo permitido levar à conta de férias qualquer falta ao serviço.

derivado de cargo público compreende. sem prévia anuência da autoridade competente.Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão. insubordinação grave em serviço. nos casos de violação da proibição de (A) retirar. em detrimento da dignidade da função pública. (D) ascenção e a readaptação. a servidor ou a particular. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . (C) ofensa física. (C) arquivamento do processo. receber propina.A destituição de cargo em comissão ou a demissão incompatibiliza o exservidor para nova investidura em cargo público federal.A demissão ou a destituição de cargo em comissão implica a indisponibilidade dos bens e em ressarci. qualquer documento ou objeto da repartição e . e lesão aos cofres públicos ou dilapidação do patrimônio nacional. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) A pena de advertência será aplicada por escrito. (D) aplicação das penalidades de suspensão de até 90 dias ou de demissão e instauração do inquérito administrativo.Da sindicância poderá resultar (A) sustação do andamento do inquérito administrativo. Essas conseqüências respectivamente. participar de gerência de empresa privada. e acumulação ilegal de cargos. analise: I. presente ou vantagem de qualquer espécie. (E) corrupção. aplicação das penalidades de suspensão de até sessenta dias e de demissão. aceitar comissão.tre outras formas. (E) reversão ex officio e a reintegração. valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. e revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo.mento ao erário. das condutas: resultam. (B) transposição e o aproveitamento. dentre outras situações. (B) arquivamento do processo administrativo disciplinar. 195. III. empregos ou funções públicas. em razão de suas atribuições. 194. seguintes (A) aplicação irregular de dinheiro público. II. (B) incontinência pública e conduta escandalosa na repartição.Quanto às penalidades passíveis de serem aplicadas ao servidor público civil da União. sem prejuízo da ação penal cabível. comissão. aplicação da penalidade de suspensão convertida em multa e destituição de cargo público. e improbidade administrativa. aplicação da penalidade de advertência e instauração do processo administrativo disciplinar. pelo prazo de cinco anos. em serviço. den. a (A) promoção e a readmissão. (D) utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. (C) ascensão e a transferência. (E) desarquivamento do processo administrativo disciplinar para instauração do inquérito administrativo e aplicação das penalidades de advertência e suspensão de até trinta dias. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . 193. emprego ou pensão de estado estrangeiro. coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a partido político.

Com relação ao processo disciplinar instaurado para apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. mas o cancela. (E) cinco anos de efetivo exercício. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) .ticar nova infração nesse período. em cargo ou função de confiança. ou proceder de forma desidiosa para com suas atribuições legais.mento surtirá efeitos somente quanto à advertência.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em atividades particulares. no caso do servidor não pra. mas o respectivo cancelamento não terá efeito retroativo. (E) achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. após o decurso de (A) um e dois anos de efetivo exercício. a partir da data da aplicação da penalidade. (B) o prazo improrrogável para a conclusão do processo disciplinar é de até 60 (sessenta) dias. o processo administrativo será suspenso por até 2 (dois) anos. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. respectivamente. 198. desde que nesse período o servidor não pratique nova infração disciplinar da mesma espécie. é vedado o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. também. (C) três e cinco anos de efetivo exercício. (C) recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.mente. (D) aceitar comissão. a partir da publicação do ato punitivo. se o servidor não houver. (E) opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo e praticar usura sob qualquer de suas formas. sendo que o respectivo cancelamento não surtirá efeitos retroativos. cônjuge. respectiva. emprego ou pensão de estado estrangeiro e promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. contados da data da aplicação da penalidade. é correto afirmar: (A) o servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido ou aposentado voluntariamente. 196. retroagindo os efeitos do cancelamento à data do respectivo fato. é correto afirmar que (A) dar-se-á a revisão. . sendo que o correspondente cancelamento acarretará a supressão das anotações no prontuário do servidor. quando houver simples alegação de injustiça da penalidade aplicada. não se admitindo a citação por edital. 197. companheiro ou parente até o segundo grau civil. sem prévia autorização do chefe imediato ou manter sob sua chefia imediata. (B) a revisão somente pode ser instaurada a pedido do servidor punido. pra. (B) três anos de exercício. acaso aplicada.ticado nova infração disciplinar.As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. (Técnico Judiciário – JudAdm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . (D) extinta a punibilidade pela prescrição. (C) o julgamento que exceder o prazo legal fixado na lei implica nulidade insanável do processo disciplinar. nesse período. (D) cinco anos de exercício. (B) ausentar-se do serviço durante o expediente. ou que tenham relação com as atribuições do cargo em que se encontra investido. (Técnico Judiciário – JudAdm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) Quanto à revisão do processo administrativo disciplinar.

dos quais os 30 primeiros efetivamente foram nomeados. constata a prática de irregularidade no órgão em que está lotado. 199. apenas se a convocação se der ao longo do prazo de 5 anos a contar do termo inicial de validade do concurso em questão. os 10 aprovados remanescentes (A)serão convocados com prioridade sobre novos concursados. (D) a inadequação da penalidade aplicada ao servidor pode ser revista a qualquer tempo.(C) a revisão pode resultar no agravamento da penali. Isso significa que. (E) terão perdido a prioridade. (D) serão convocados com prioridade sobre novos concursados. (C) o processamento do processo administrativo disciplinar perante uma comissão. contudo. tornando-se passível de advertência por escrito. devendo ser obrigatoriamente punido com demissão. (C) violou dever inerente ao cargo. (D) violou dever inerente ao cargo. independentemente do prazo original do concurso em questão. (E) violou dever inerente ao cargo. de levar essa informação ao conhecimento de seu superior hierárquico. apenas se a convocação se der ao longo do prazo de 4 anos a contar do termo inicial de validade do concurso em questão. Tal concurso fora convocado com o prazo máximo de validade permitido na Constituição. devendo ser obrigatoriamente punido com advertência. Ao assim proceder. . (Auditor – TC-PI/2005) . (D) a inexistência de contraditório e ampla defesa na sindicância punitiva. se não se justificar penalidade mais grave. pode-se citar (A) a aplicação da sindicância punitiva a casos mais graves. (Procurador – TC-PI/2005) Servidor público do Estado do Piauí. quando esta consistir em demissão ou cassação de aposentadoria. admitida a prorrogação também pelo máximo constitucionalmente permitido.dade quando restar caracterizado o interesse público. (B) violou dever inerente ao cargo. (Procurador – TC-PI/2005) Dentre as diferenças existentes entre a sindicância punitiva e o processo administrativo disciplinar no Estado do Piauí. 201. o servidor (A) não violou dever inerente ao cargo. 200. apenas se a convocação se der ao longo do prazo de 6 anos a contar do termo inicial de validade do concurso em questão. devendo ser obrigatoriamente punido com suspensão. (B) serão convocados com prioridade sobre novos concursados. apenas se a convocação se der ao longo do prazo de 2 anos a contar do termo inicial de validade do concurso em questão. (C) serão convocados com prioridade sobre novos concursados. pois o exercício do direito de petição é facultativo.Um concurso público para preenchimento de 30 cargos públicos teve 40 aprovados. Deixa. caso novas 10 vagas sejam abertas. (B) o prazo de 30 (trinta) dias para o encerramento da sindicância punitiva. prorrogável por igual período. dado que as 30 vagas postas em concurso foram todas preenchidas. (E) o ônus da prova cabe à autoridade que impôs a pena disciplinar. no exercício de suas atribuições.

(E) caducidade do concurso público 204.Em janeiro de 1996 foi instaurado processo administrativo disciplinar para apurar falta cometida em dezembro de 1995 por servidor efetivo do Estado. 203. (C))é possível para preenchimento de empregos públicos. A conseqüência dessa omissão é a (A) exoneração do servidor.A contratação de servidores públicos pelo regime da CLT (A) é inconstitucional porque implica terceirização de mão-de-obra. Referido servidor foi demitido do serviço público em dezembro de 1999. (B) o aviso prévio tempo de serviço. (E) a garantia de não recebimento de vencimentos inferiores ao salário mínimo. de da de 205. o Poder Judiciário reconheceu a nulidade do processo disciplinar por falhas constatadas na Portaria inicial. (E) homologação e ratificação declaração de inexigibilidade licitação. que teria se ausentado do serviço sem autorização de seu superior hierárquico. a Administração deve (A) reiniciar o processo disciplinar.(E) o fato de o processo administrativo disciplinar precisar ser antecedido por um inquérito. podendo a Administração Pública prover o preenchimento de cargos públicos com servidores contratados nesse regime.mento efetivo no Estado do Piauí. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . Convocada para tomar posse do cargo. Por decisão que transitou em julgado em março de 2001.NÃO é direito constitucionalmente assegurado aos servidores públicos (A) o recebimento de décimo-terceiro salário. Em vista disso. 202. (E) admite a normas da CLT estadual e municipal. sem justificativa razoável. (Procurador – TC-PI/2005) Determinada pessoa foi nomeada para cargo de provi. (C) demissão do servidor. (C) a quarenta jornada e quatro proporcional ao Administração Pública. deixa passar mais de 30 (trinta) dias e não comparece.É ato administrativo privativo do Governador do Estado do Piauí a (A) aplicação. no âmbito da execução de contrato administrativo. (D) é constitucional forma de flexibilização da mão-de. (D) contratação de empregado sociedade de economia mista. (D) a proteção do meio ambiente do trabalho. (Procurador – TC-PI/2005) . derrogação das pela legislação máxima de horas mensais. (B) aplicação. (B) é inconstitucional porque pelo regime jurídico único todos os servidores públicos submetem-se ao regime estatutário. (Procurador – TC-PI/2005) . da demissão. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . da pena disciplinar de cassação da aposentadoria. a Legislativo.obra no setor público. a servidor de autarquia estadual. após aprovação em concurso público. (D) nulidade do termo de posse. servidor do Poder pena disciplinar de 206. requerendo em juízo a concessão de (C) aplicação de sanção de inidoneidade para contratação com a . (B)ineficácia da nomeação.

Um funcionário público aposentado por tempo de serviço com proventos integrais é posteriormente nomeado para exercício de cargo efetivo dentro da mesma pessoa política à qual estava subordinado. a acumulação dos proventos da inatividade com os vencimentos da atividade (A) não é possível. (E) expulsão. não podem sê-lo na inatividade. na reincidência. (B) cassação de vencimentos por prazo determinado e. para só aí. demiti-lo. titular do cargo de Analista Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. por motivo de estudo no exterior. após a nova apuração. se for o caso.O Procurador do Estado de Pernambuco que se valer do cargo para obtenção de vantagem ilícita comete ato de improbidade. (C) expulsão. (C) não é possível. (C) reintegrar o servidor e imediatamente refazer o Processo administrativo disciplinar. vez que a proibição constitucional refere. 208. Em decorrência do afastamento daquela Diretora.se à acumulação de cargos. Jorgina .liminar para que o servidor continue afastado durante a apuração.Jorgina Maria. mediante instauração de processo administrativo disciplinar. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . por ato da autoridade competente. (D) é possível. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . nada dispondo sobre acumulação de remuneração. de acordo com entendimento do Supremo Tribunal Federal. para tanto. garantindo ao acusado o direito de defesa. processo judicial. refazer imediatamente o Processo administrativo disciplinar. posto que a vedação constitucional refere-se apenas à acumulação de cargo com emprego ou função. portanto. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . (E) é possível. bem como conceder liminarmente ordem para que o servidor continue afastado do serviço durante a apuração. foi designada. mediante instauração de processo administrativo disciplinar sumário. na medida em que não está configurada a prescrição na espécie. (B) sem reintegrar o servidor. (D) requerer que o Judiciário apure a falta disciplinar. (D) demissão. devendo apenas ser respeitado o teto máximo salarial em vigor para a categoria. para desempenho das mesmas atividades. 207. porque os cargos não eram acumuláveis na ativa e. (B) é possível. porque não se pode falar em prescrição da falta disciplinar enquanto pendente a apreciação judicial. não devendo reiniciar o processo disciplinar por já estar prescrita a falta. Nesta situação. observados os princípios do contraditório e da ampla defesa. porque a aposentadoria não se deu com base nos vencimentos proporcionais e sim integrais. 209. mediante instauração de sindicância. expulsão por meio de processo administrativo disciplinar sumário. para substituir Ana Maria. punível com pena de (A) demissão. (E) reintegrar o servidor. garantindo ao acusado o direito de defesa. Diretora dos Serviços Gerais daquela Corte. sendo necessário. observados os princípios do contraditório e da ampla defesa. pois a vedação de acumulação de cargos efetivos restringe-se à ativa.

(B) poderá assumir aquela Diretoria mediante autorização do seu superior. a serem comprovados no prazo de 15 (quinze) dias contados da publicação do ato de provimento. função ou mediante delegação. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . devendo receber a remuneração correspondente ao cargo efetivo. por ocasião do exercício. de 11 de dezembro de 1990. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . servidor é a pessoa física ou jurídica legalmente investida em cargo público. haja vista que a sua designação somente poderá operar efeitos nos casos de licenças e impedimentos de ordem legal. com prejuízo parcial das funções do seu cargo efetivo. (E) deverá assumir a Diretoria tão logo ocorra a libe. (C) (1) Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. com prejuízo das funções do cargo que ocupa. (D) assumirá automática e cumulativamente aquela Diretoria. com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos. para provimento em caráter efetivo ou em comissão. dentre as alternativas a seguir. (2) Cargo público corresponde ao conjunto de . aquela que contém. ficando automaticamente afastada das funções inerentes ao cargo de Analista Judiciário e passará a receber a diferença da remuneração entre o cargo efetivo e o de direção. (B) aptidão física e mental e nível de escolaridade compatível com as atribuições do cargo. que deverá ocorrer no prazo de 30 (trinta) dias contados do ato de posse.Em conformidade com a Lei Federal no 8. dentre os quais podem ser destacados: (A) a nacionalidade brasileira. (2) Os cargos públicos são criados por lei ou decreto regulamentar.(A) não poderá substituir aquela Diretora. requisitos devem ser satisfeitos pelos interessados. respectivamente.Para o provimento dos cargos públicos de técnico judiciário. sem prejuízo do cargo efetivo. a quitação com as obrigações militares e idade mínima de dezoito anos. acrescida de 10% (dez por cento) de gratificação. (2) Para efeitos do diploma legal supracitado. (B) (1) Cargo público corresponde ao conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. (C) o gozo dos direitos políticos e a regularidade com as obrigações eleitorais. até (cinco) dias após a posse e antes do efetivo desempenho das atribuições do cargo. para fins da investidura. emprego. para provimento em caráter efetivo ou em comissão. (E) idade mínima de dezoito anos e nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo.ração formal do seu superior. (C) passará a exercer o cargo de direção imediata. a título de verba de representação. no ato em que o servidor for iniciar o exercício.mente. são criados por lei. acessíveis a todos os brasileiros. uma afirmação INCORRETA (1) e outra CORRETA (2): (A) (1) Os cargos públicos.112. devendo optar pela remuneração correspondente a um desses cargos durante o período de substituição. passando a receber a remuneração do cargo de Diretora. (D) a apresentação da declaração de bens e valores que constituem o respectivo patrimônio. indique. e suas posteriores alterações. 211. acrescida de 20% (vinte por cento). 210.

Como a Câmara Municipal se reúne apenas 2 (duas) vezes por semana. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . exclusive os da administração indireta. (2) O mesmo diploma legal instituiu o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . (A) apenas receberá as vantagens do cargo eletivo. (D) somente receberá as vantagens inerentes ao cargo ocupado na autarquia. de competência exclusiva dos Chefes dos Poderes Executivo. à (A) recondução e à reversão. que passou. Aristóteles Mendes. Em virtude desse fato. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . foi demitido do cargo de técnico administrativo. (E) reintegração e à recondução. (E) (1) O citado diploma legal dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União e das autarquias federais. podendo essa regra ser excepcionada por lei. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . 213. Aristóteles foi reinvestido no cargo de técnico administrativo e Hércules retornou ao cargo anterior. poderes e deveres estabelecidos mediante ato normativo individual. (C) reversão e à reintegração. (B) o julgamento fora do prazo legal implica nulidade do processo.responsabilidades. (B) terá que optar por uma das duas remunerações. (C) perceberá as vantagens correspondentes aos dois cargos. pode-se afirmar que (A) apenas o cônjuge do indiciado não poderá participar da comissão de inquérito.Com a nomeação de Agenor para o cargo de Analista Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. uma vez que havia compatibilidade de horários. excluídas aquelas sob regime especial e as fundações públicas federais e distritais.Após regular processo disciplinar. por 214. Legislativo e Judiciário. (D) a revisão do resultar no penalidade. então. (2) Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. (B) readaptação e à recondução. (D) reintegração e à readaptação. decisão administrativa invalidou a penalidade de demissão acima mencionada. 212. processo poderá agravamento da (E) a comissão tem prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias para concluir o processo disciplinar. Em virtude desse fato. a ser ocupado por Hércules Júnior. servidor estável. Posteriormente. no período da noite. também detentor de estabilidade.Em relação ao processo administrativo disciplinar regulado pela Lei no 8. pode-se asseverar que o correspondente ato constitui forma de . (C) o processo disciplinar é considerado instaurado com a publicação do ato de constituição da comissão de inquérito. respectivamente.112/90. (D) (1) O diploma legal supracitado veda a prestação de serviços gratuitos. 215.Servidor público de autarquia federal foi investido no cargo de vereador da cidade de Vento Forte. Essas duas formas de provimento descritas correspondem. o servidor passou a exercer ambos os cargos. (E) perceberá 50% (cinqüenta cento) de cada remuneração.

demissão e suspensão de até 60 (sessenta) dias.da em multa. ficando a investidura na dependência da posse e exercício.(A) provimento originário a esse cargo público.A conduta de Djanir no sentido de proceder. 218. (B) investidura originária no citado cargo público. no mesmo Estado. o seu superior hierárquico. exercem as suas funções na cidade de Casóspolis do Alto. de forma desidiosa no exercício das suas funções. ao passo que a investidura ocorre com a nomeação. Deodatoclessiano receberá a correspondente ajuda de custo. e advertência. no mesmo ato. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . advertência e demissão. Esses comportamentos são passíveis. No mesmo mês. (B) suspensão de até 60 (sessenta) dias convertida em multa. a correspondente ajuda de custo. (D) o segundo pagamento será devido somente após o estágio probatório na nova sede. por estar vedado o duplo pagamento de indenização. III. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . (D) demissão. podendo ocorrer o provimento com o exercício. suspensão de até 30 (trinta) dias e advertência. definitivamente.A inassiduidade habitual de Jurandir. (E) provimento desse cargo público. No entanto. requerendo. o notebook pertencente àquele Ministério. (A) Amandaliceia não terá direito à ajuda de custo. sendo que a investidura ocorrerá com a posse. (B) deverá ocorrer o segundo pagamento. (E) advertência. respectivamente.do o pedido para passar a ter exercício no mesmo município de seu companheiro.Analise os comportamentos dos servidores públicos do Ministério da Justiça a seguir descritos: I.rendo o provimento com o exercício. desde que esses servidores mantenham a união estável há pelo menos cinco anos. suspensão de 15 (quinze) dias. é correto afirmar: (A) A revisão do processo administrativo disciplinar somente pode ser realizada a pedido do . suspensão de até 90 (noventa) dias e demissão. Nessa hipótese. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . sem prévia autorização da autoridade competente. (C) advertência. Em razão da instalação em nova sede. (C) ascensão ao referido cargo público. reiteradamente. 217. objetivando acompanhar Deodatoclessiano. converti. 216. II. Amandaliceia teve deferi.Com relação ao processo administrativo disciplinar. (C) Amandaliceia receberá o valor correspondente a cinqüenta por cento daquela recebida pelo seu companheiro.O ato de Paulo levar para a sua residência.Amandaliceia e seu companheiro Deodatoclessiano. Deodatoclessiano solicitou e obteve deferido o pedido para passar. das seguintes penalidades: (A) suspensão de até 20 (vinte) dias. (D) investidura derivada ao respectivo cargo público. servidores do Ministério da Fazenda. ocor. a ter exercício no Município de Colômbia. desde que tenha cumprido o prazo do estágio probatório na sede anterior. (E) a servidora terá o direito a receber a indenização pleiteada. para fim de realizar trabalho da Faculdade.

(B) O inquérito administrativo possui caráter inquisitivo. sem apresentar nenhuma justificativa. mas ela recusouse. deverá observar que (A) não poderá ter participação no conselho fiscal de empresa em que a União. Nesse caso. pela União. em especial quanto ao vencimento e à remuneração do servidor. (D) A vacância do cargo público decorrerá. (C) Servidor público federal foi aprovado em concurso público para cargo diverso daquele que atualmente exerce. (C) A autoridade que tiver ciência de irregularidades no serviço público deve verificar a conveniência e oportunidade de sua apuração mediante sindicância. independentemente de compensação de horário. das Autarquias e das Fundações Públicas. a servidora será punida com suspensão de até 15 (quinze) dias. (B) O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 3 (três) anos de efetivo exercício. (B) poderá tomar parte administração de sociedade civil.servidor punido. nos termos da Lei no 8. (Analista Judiciário – Jud – TRT 8ª R/2004) . dentre outras hipóteses. (E) Considera-se instaurado o processo administrativo disciplinar com a publicação do ato que constitui a comissão de inquérito. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª R/2004) . (E) será proibida a sua participação na gerência de empresa privada. é INCORRETO afirmar: (A) Autoridade competente determinou à servidora pública que se submetesse à inspeção médica. . pertencente a órgão estadual. até 5 (cinco) anos de sua conclusão.Em conformidade com o diploma legal que instituiu o regi. na (C) não poderá exercer o comércio na condição de cotista. 220. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.me jurídico dos servidores públicos civis da União. (D) O prazo improrrogável para a conclusão do processo administrativo disciplinar é de 60 (sessenta) dias. 219. ou posse em outro cargo inacumulável. seja detentora do capital social. filho ou dependente portador de deficiência física. Na data da publicação do ato de provimento para o novo cargo. indiretamente.112/90 e suas alterações.Adm – TRT 8ª R/2004) . 221. devendo a autoridade responsável por sua instauração guardar o sigilo sobre suas informações. (D) será vedada a participação em conselho de administração de entidades controladas. ou readaptação.Tendo em vista o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União.Com referência aos servidores públicos. Dimostecleciano. de falecimento. terá a remuneração relativa a esse cargo paga pelo órgão cessionário. está afastado para servir em organismo internacional de que o Brasil participa. diretamente. (Técnico Judiciário . é INCORRETO afirmar: (A) O servidor público federal investido em cargo público em comissão. Nesse caso. analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 8a Região. (E) É cabível a concessão de horário especial ao servidor que tenha cônjuge. a posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de provimento.

que está em débito com o erário e tem a aposentadoria cassada. salvo quando os cargos dos quais decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. (C) seus provimentos. respectivamente. (D) O servidor público aposentado.Dentre outras. (B) a transferência deste para o exterior e a licença será com ou sem remuneração. e a juízo da autoridade. mas.Adm – TRT 8ª R/2004) . (E) O vencimento. a remuneração do cargo que voltar a exercer. exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial.É certo afirmar que. (E) suas circulares.(B) O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá. poderá obter autorização para adimplimento em até 10 parcelas. (B) seus regulamentos. (D) a transferência deste para outro órgão público no mesmo Estado e a licença será com remuneração. 223. (A) o deslocamento deste para o exercício de qualquer mandato eletivo e a licença será por prazo determinado. e desde que tenha decorrido 2 (dois) anos da posse. poderão se dar. terá o prazo de 30 (trinta) dias para quitar o débito. (C) quando não entrar imediatamente em exercício. e em decorrência da designação para função técnica. (A) a juízo da autoridade competente. (C) o deslocamento deste para o exterior e a licença será com remuneração. se Vera Maria estiver no efetivo desempenho das atribuições . a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. (E) por deliberação dos integrantes do respectivo órgão público. 224. (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . em não sendo possível. (D) quando não satisfeitas as condições do estágio pro. (C) Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade.batório.A exoneração do servidor de cargo em comissão e de cargo efetivo. obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. são características da licença por motivo de afastamento do cônjuge. seqüestro ou penhora. 225. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria.A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. e a pedido da chefia imediata. em substituição aos proventos da aposentadoria. (D) seus decretos. (B) após o decurso de 20 (vinte) anos de exercício. e de ofício. (E)o deslocamento deste para outro ponto do território nacional e a licença será por prazo indeterminado. conforme dispuser o ato concessivo. (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . (Técnico Judiciário . 222. outros serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e (A) suas portarias. (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . Além desses requisitos.

e opor resistência ao andamento de documento ou processo. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . (E) demissão e repreensão grave. não podendo ser relevada pela administração.No que se refere ao direito de petição. é correta a afirmação de que (A) para o exercício desse direito. 227. entretanto. . Nesse caso. no prazo de 15 (E) integralmente. é considerado dever. e promover manifestações de apreço no recinto da repartição. recebeu as diárias a que tinha direito. e ausentar-se do serviço durante o expediente. (C) é facultada à Administração rever seus atos no prazo legal. dentro do prazo de 20 (vinte) dias. (D) à recondução. no primeiro caso. (B) à investidura. e atrasar a atualização de seus dados cadastrais. privativamente ao advogado constituído pelo servidor. Luís José deverá restituir as diárias recebidas (A) singelamente. dentro do prazo de 10 (dez) dias.do cargo público ou da função de confiança. no prazo de 3 (três) dias. no segundo caso. a pena disciplinar de destituição de cargo em comissão será aplicada no caso de infração sujeita às penalidades de (A) cassação de função e suspensão. é assegurada vista do processo. Nesse caso. no prazo de 5 (E))a prescrição do direito de requerer é de ordem pública. (D) prestar. em qualquer situação. 226. ao público. dentre outras situações: (A) cumprir todas as ordens superiores. pela sua natureza. (E) ao aproveitamento. respectivamente. (E)representar apenas contra a omissão ou abuso de poder. (D) o pedido de reconsideração e o recurso. quaisquer informações requeri. quando eivados de ilegalidade. (B) integralmente. (C) atender com presteza às requisições para a defesa da Fazenda Pública. (D) parcialmente. não se afastou da sede.Para o servidor público. tal situação diz respeito (A)ao exercício. servidor público federal.Luís José. e é caracterizada uma proibição. (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . 228. (B) são sempre fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos para assegurar esse direito. (cinco) dias. por motivo de saúde. e cometer a outro servidor. 229. mas não é ocupante de cargo efetivo. não têm força interruptiva da prescrição. (C) à nomeação. (D) exoneração e multa.Walter exerce cargo em comissão na Administração Pública Federal. atribuição estranha ao cargo que ocupa. (B) levar ao conhecimento da autoridade quaisquer irregularidades. (quinze) dias. (C)suspensão e demissão. (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . (B) multa e repreensão grave. (C) proporcionalmente.das.

a passar por inspeção médica determinada pela autoridade competente. o servidor (A) deverá advertência. IV. Em virtude de mencionada recusa e após ser observado o contraditório e a ampla defesa. posto que essa pessoa jurídica de direito privado integra a Administração Direta da União. injustificadamente. (C) I e III.Exercendo as funções inerentes ao cargo em comissão de Diretor de Departamento perante a Administração Direta da União.Como o Conselho de Administração constitui órgão pertencente a uma sociedade de economia mista. APENAS (E) não será concedida ao servidor que se afastar do cargo. sofrer a pena de (B) ficará em licença saúde até a data em que comparecer ao Departamento Médico para submeter-se à inspeção médica. é certo que essa modalidade de indenização (A) é calculada sobre o vencimento do servidor. mesmo que se verifique a incompatibilidade de horários. àquele que não for servidor da União. em virtude de mandato eletivo. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . . (D) deverá ser restituída servidor apenas quando não apresentar na nova sede prazo de 60 (sessenta) dias.Determinado servidor público federal.Tendo a referida empresa a natureza jurídica de empresa pública. Reinaldo Júnior também participa como membro do Conselho de Administração de uma empresa com personalidade jurídica de direito privado. está correto o que consta em (A) I. a acumulação remunerada de cargos públicos estará caracterizada. II. uma vez que a empresa pública em questão integra a administração direta da União. eis que a lei que institui o regime jurídico dos servidores públicos civis da União admite o recebimento de 232. titular do cargo de técnico judiciário. (C) será punido com a suspensão de até 15 (quinze) dias. (B) II. (Analista Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . Dentre estas proposições. ainda que nomeado para cargo em comissão. (E) III. constituída por capital público e privado.230. (C) destina-se a ressarcir as despesas do servidor que utilizar de meios próprios de locomoção para a execução de serviços externos. (D) II e IV.dendo exceder a importância correspondente a 2 (dois) meses. (B) é vedada. ou assumilo.Estará configurada a acumulação remunerada de cargos públicos. (Técnico Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . (D) poderá sofrer a pena de suspensão de até 30 (trinta) dias. a acumulação remunerada de cargos públicos restará descaracterizada. negou-se. pelo se no remuneração Conselho. 231.Não estará configurada a acumulação remunerada de cargos públicos.No que se refere à ajuda de custo. no qual exerce as correspondentes atribuições. em qualquer hipótese. independentemente da compatibilidade de horários. por participação nesse III. (E) deverá cumprir o período de até 60 (sessenta) dias de disponibilidade não remunerada. não po. No caso em tela: I.

(B) reversão. A 18.233. sendo contado pela metade o prazo de afastamento para fins de estágio probatório. sem remuneração. A 10. cumprir novo em (A) sem prejuízo do prazo para fins de estágio probatório. (B) sem prejuízo da remuneração durante os primeiros 6 (seis) meses. B 7. C (D) será readaptado para cargo compatível com sua capacidade laboral. B 11. solicitou e recebeu o deferimento da autoridade competente para servir em organismo internacional do qual o Brasil participa. estágio Gabarito: 1. B 5. E 9. (B) poderá ser colocado disponibilidade.No decorrer do estágio probatório. O provimento derivado em questão denomina-se (A) readaptação. (E) com perda total da remuneração. (Técnico Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . B 15. A 14. (C) deverá probatório. A 6. (D) recondução. A 12. E 21. mas sem prejuízo da contagem do prazo para fins de estágio probatório. o afastamento dar-se-á . D 20. E 19. sendo inabilitado no estágio probatório. E 13. D 4. E 17.João Augusto é submetido à junta médica oficial que declara insubsistentes os motivos de sua aposentadoria por invalidez. mas sem prejuízo do prazo de afastamento para fins de estágio probatório. (A) será exonerado de ofício. até o máximo de 50% (cinqüenta por cento). acarretando a vacância do citado cargo. ficando suspenso o estágio probatório durante o período de afastamento. E 2. (E) poderá ser reintegrado em outro cargo de atribuições e vencimentos compatíveis. A 8. Antunes Fiori. reassume o cargo anteriormente ocupado de técnico judiciário. (Técnico Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . mas com perda de 10% (dez por cento) da remuneração por mês de afastamento. 235. aprovado e nomeado para o cargo de técnico judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. (Técnico Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . (E) aproveitamento. (C) reintegração. Em virtude de tal fato.José Caetano. D 3. a critério da Administração. 234. Nessa hipótese. técnico judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região. (C) com perda de até 50% (cinqüenta por cento) da remuneração. C 16. (D) com perda total da remuneração após os primeiros 6 (seis) meses.

59. 45. D 89. 58. E 90. B 104. 39. 56. 74. C 119. 66. A . 61. 46. 72. E 116. B 95. 49. 62. 73. B 92. E 109. 32. C 77. 64. B 82. A 110. 36. 30. 35. B 100. 23. A 98. 29. B 87. 44. 51. 31. A 81. 42. 48. 68. E 121. 50. C 93. 41. D 111. 71. C 107. D 127. 55. C 102. B 123. C 115. E 122. A 78. 24. C 124. A 125. C D E E D A C E D A B C E B E A C E A E A C B D C A E C E A E B D A C B A C B D C A C D A B C B A A C A C 75. B 126. D 99. 33. B 108. 28. B 120. 25. 69. E 97. C 83. A 88. 38. 26. 37. E 94. 43. 63. D 79. D 114. 54. E 105.22. 60. A 91. D 117. 40. A 101. B 112. E 113. 53. 70. D 118. 65. 34. B 80. E 76. E 103. 27. D 86. A 106. 57. 52. 67. C 96. 47. A 84. D 85.

165. 149. 150. 198. 216. A C E B C A A B C E C D B E A D B E E D B A B A A C E B A B E E A B E C A C A D B D C E E D D B A C D D E 181. 179. 193. 217. 225. 157. 215. 230. 137. 207. 197. 214. 154. 233. 231. 131. 159. 203. 136. 173. 211.128. 151. 163. 152. 144. 206. 142. 133. 138. 176. 186. 227. 180. 175. 188. 174. 210. 184. 166. 161. 153. 218. 223. 205. 178. 167. 160. C E E D C A D E C D A E C A B C A D A E B B B A C E A C D A E E C C E E A E E E D B A E A B E C C E B C B . 171. 155. 132. 209. 191. 199. 156. 183. 219. 158. 134. 182. 169. 129. 189. 145. 202. 221. 224. 130. 141. 228. 208. 212. 200. 164. 139. 185. 194. 135. 201. 195. 162. 213. 140. 170. 177. 146. 147. 220. 229. 172. 187. 190. 192. 222. 148. 226. 168. 232. 196. 204. 143.

considere o que segue: I. simulação ou fraude são causas de revogação. autorização. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . referem-se. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . pode-se dizer que (A) as competências são derrogáveis e não podem ser objeto de avocação. o objeto é o efeito mediato.234. (B) basta apenas sua capacidade.No que tange à anulação e à revogação dos atos adminis-trativos. seja o sujeito agente político ou pessoa pública. dispensa e aprovação. (D) o objeto será sempre lícito e moral.O Secretário de Estado procedimento licitatório.Na matéria sobre os elementos do ato administrativo. (D) dispensa. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) Considere os seguintes atos administrativos: I. O Senado Federal decide a respeito da destituição do Procurador Geral da República.Os vícios resultantes de erro. homologação e (E) licença. A Administração Municipal faculta a proprietário de terreno a construção de edifício. PROVAS ANTERIORES FCC ATOS ADMINISTRATIVOS 1. Esses atos respectivamente. (C) admissão. homologação aprovação e e (B))) homologação. 2. 3. dispensa e permissão. certo ou incerto. concessão. mas cabível ou não. aprova o II. II. à (A) aprovação. dolo. E (C))) a competência decorre sempre da lei. III. . licença. A 235. III.A incompetência relativa do agente ou a incapacidade relativa do contratante são causas de anulação. (E) a finalidade é o efeito jurídico imediato que o ato produz. mas no âmbito federal pode ser definida por decreto. O recurso ex officio interposto pela autoridade que houver praticado o ato pode resultar na revogação.

(E) punitivo e seus efeitos podem ser a interdição de atividade ou a imposição de multa. (B) ao Judiciário cabe revogar ou anular o ato. enquanto Administração apenas sua anulação. desapropriou um imóvel para construir uma escola no local. podendo ser interno ou externo.No Direito brasileiro. quanto aos efeitos. (C) de gestão. 5. e ao Judiciário somente anulá-lo. (B) objeto do ato. (E) revestimento imprescindível ao ato. Esse ato administrativo pode ser classificado como ato (A) de expediente. V.IV. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo. (D) à Administração cabe somente a revogação do ato. (E) III. (D) complexo. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) Uma resolução é um ato administrativo que pode ser classificado como (A) permissivo. pelo Poder Judiciário. podendo ser vinculado ou não. efeitos são (C)) normativo. que é nulo na sua ausência. O pedido de reconsideração feito pela parte pode resultar na revogação. que deve coincidir sempre com a vontade da lei. a à 8. interposto pela parte a quem tiver prejudicado o ato. visto que deixa visível sua finalidade para ser aferida pelos administrados. O recurso voluntário. . e à Administração somente anulá-lo. 7. (B) ordinatório e seus internos à Administração. II e IV. podendo ser interno ou externo. enquanto que ao Judiciário apenas sua anulação. III e V.O motivo. (D) II. conforme a extensão de sua eficácia. (D) enunciativo. pode ser conceituado como o (A) fim público último ao qual se subordina o ato da Administração. (B) vinculado. (E) ao Judiciário cabe somente revogação do ato.No que tange a invalidação do ato administrativo é certo que (A)) à Administração cabe revogar ou anular o ato. (C) cabe tanto à Administração como ao Judiciário revogar ou anular o ato. II e V. um dos requisitos do ato administrativo. IV e V. (C) conteúdo intransferível e improrrogável que torna possível a ação do Administrador. a anulação. (B) I. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . quanto aos efeitos. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) . cumprindo todas as formalidades. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) .O Prefeito Totonho Filho. (E)) de império. III e IV. 6. são causas de anulação. e a avocação. 4. (C) I. (D)) pressuposto de fato e de direito em virtude do qual a Administração age. Está correto APENAS o que se afirma em (A)) I.

(B)) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade. (D) apenas é possível por provocação da Administração. não se referindo à Direta. (C) elemento da finalidade. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . de natureza abstrata ou concreta.A imposição. configurando abuso de autoridade. (E) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Indireta. (B) tipo da forma. previu expressamente a motivação (A)) como necessária em todas as decisões administrativas dos Tribunais. retroativos. correspondendo ao atributo dos atos (C) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. de modo unilateral pela Administração. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade. (D) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. A Constituição Federal. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) . por sua vez. (E) atributo do sujeito. 9. (E)) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade.A circunstância de fato ou de direito que autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao (A) conceito do objeto. (D)) requisito do motivo. independentemente da concordância destes. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . a doutrina usa (B)) é possível. se ambos de boa-fé. 13. (D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros. (C) não é possível. (C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública. (B) como necessária em todas as decisões políticas do Congresso Nacional.(A) apenas é possível com concordância da Admi-nistração. 11.A motivação dos atos administrativos é apontada pela doutrina como elemento fundamental para o controle de sua legalidade. independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração. a administrativos que chamar auto-tutela. configurando exercício arbitrário das próprias razões. (E) apenas é possível por provocação do destinatário do ato. (D) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Direta. 10. (E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) . (C) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública. (B) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) .A . não se referindo à Indireta. ou seja. de um ato administrativo a terceiros. 12. em tese (A) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro.É INCORRETO afirmar que a anulação do ato administrativo (A) produz efeitos ex tunc.

(B) a discricionariedade é sempre relativa ou parcial. pode-se afirmar que (A) discricionários são os meios e modos de administrar. ao passo que a revogação é efetuada por motivos de conveniência e oportunidade. 16. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) No que tange ao ato discricionário. II. quase que por completo. (D)) exigibilidade. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) É INCORRETO afirmar que o conceito de ilegalidade ou ilegitimidade. que somente pode ser realizada no prazo prescricional de 5 (cinco) anos a contar da edição do ato. . (E) as imposições legais absorvem. refere-se ao atributo da (A) tipicidade. (D)) diz respeito a razões de legalidade do ato administrativo. a liberdade do administrador. (E) razoabilidade. a autoridade está subordinada ao que a lei dispõe. I é correta. diante da peculiaridade inerente à sua essência.A qualidade do ato administrativo que impele o destinatário à obediência das obrigações por ele impostas. 17. 15. sem necessidade de qualquer apoio judicial. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) . (C) imperatividade. II é correta. ao contrário da revogação. I e II são corretas. (B) diz respeito apenas a atos vinculados. porque a ação deste está adstrita à norma legal.O Poder Executivo ao vetar um projeto de lei pratica um ato político. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) Considere as proposições que se seguem: I. para fins de invalidação do ato administrativo. ao passo que o ato revogado perde seus efeitos desde a origem. III é correta. por exemplo. Conclui-se que APENAS (A) (B) (C) (D) (E) II e III são corretas. (B) auto-executoriedade. (C) o ato resultante de poder discricionário da Administração pode prescindir dos requisitos da forma e da competência.anulação de um ato administrativo diferencia-se de sua revogação porque (A) conduz à perda da eficácia do ato anulado desde o momento da anulação. (D) ele é prescindível ao normal desempenho das funções administrativas. (C) é providência que pode ser tomada facultativamente pela Administração. (E) pode ser efetuada a qualquer tempo. enquanto a revogação é obrigatória.O Poder Judiciário ao escolher um advogado ou membro de Ministério Público para compor o quinto constitucional pratica um simples ato administrativo. ao passo que a revogação diz respeito apenas a atos discricionários. III. 14. porque quanto à finalidade do ato. assim como os fins a atingir.O Poder Legislativo ao elaborar o regimento interno disciplinando o funcionamento do Plenário pratica um ato interna corporis.

se à lei. (D)) não é possível. (B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . (C) produz efeitos administrativos mediatos. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) Um dos efeitos decorrente da presunção de veracidade do ato administrativo é o de que (A) haverá imposição a terceiros em determinados atos. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . a revogação. (B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) Para definir o ato administrativo é necessário considerar.TRF 5ª Região/2003) NÃO é conseqüência do poder hierárquico de uma autoridade administrativa federal. independentemente de sua concordância ou aquies-cência. ao regime jurídico civil. na regra de competência. observadas as garantias processuais. (E)) desvio de finalidade.(A) compreende à relegação princípios gerais de direito. de um ato administrativo discricionário praticado por autoridade do Poder Executivo (A) é amplamente possível. 21. no Brasil. (C) é possível desde que se trate de ato motivado.TRF 5ª Região/2003) . passível de controle (B) abrange o abuso por excesso de poder. cabendo à Administração Pública demonstrar sua legitimidade.TRF 5ª Região/2003) Segundo ensInamento doutrinário. . dos 20. dentre outros dados. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . explícita ou implicitamente. (C) se estende ao abuso por desvio de poder. asseme-lhando. 18. (B) rever atos subordinados. o poder de (A) dar ordens aos seus subordinados. (D) se restringe somente à violação frontal da lei. (B) é manifestação exclusiva do Poder Executivo. 22. (D)) produz efeitos jurídicos imediatos.Se um agente público praticar um ato visando a fim diverso daquele previsto. (E) sujeita-se de regra. (D) inexistência de motivos. (C) ilegalidade do objeto. que (A) é sempre privado. tal ato estará maculado pelo vício de (A) incompetência do agente. (E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva. praticados por seus (C) resolver conflitos de competências entre seus subordinados. (D)) delegar competência para seus subordinados editarem atos de caráter normativo. pelo Poder Judiciário. (B) forma. (E) aplicar penalidades aos seus subordinados. 19. (E) envolve o abuso de poder e respectivas espécies.

a revogação gera efeito ex nunc. II. (B) II. 25. enquanto que anulação produz efeito ex tunc. à instrução e ao aviso. I. A vinculação está presente APENAS em (A) I. Quando dizemos que a Administração. tomando conhecimento de ilícito administrativo. referem-se. IV. enquanto não decretada sua invalidade pela própria Administração ou pelo Judiciário. (B) I. (D)) I e II. II. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial. II.(C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato. IV e V. III e IV. Esses atos respectivamente. 23. (D)) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido. (C) II. à portaria e à resolução. 24. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I. (E) o destinatário será impelido à obediência das obriga-ções por ele (ato) impostas. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Um dos atributos do ato administrativo éa (A)) ao alvará. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) Considere as espécies de ato administrativo: I. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) Considere as afirmativas abaixo: I. III. estamos nos referindo à atuação vinculada. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial. II e III. V. sob pena de condescendência crimino-sa. (B) à resolução. 26. sua revogação é ato da própria Administração. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial. tendo em vista o interesse público relevante. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) Em relação ao ato administrativo. IV e V. se o fizer dentro do prazo legal para tanto.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática. . (E) I e III. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal. (D) à ordem de serviço. (C) III. (E) ao alvará.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições para mandatos políticos. sem necessidade de qualquer outro apoio. III e V. (D) II. à circular e à instrução. III. (E)) III. ao aviso e à portaria. está obrigada a apurá-lo. III. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial. à resolução e à circular. (C) ao alvará. O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas integradas do Nordeste.

somente mediante recurso. (E) "competência é o modo pelo qual o ato se exterioriza ou deve ser feito". (E) não poderá anular nem revogar o ato administrativo. 30. mas poderá revogar o ato administrativo. . por discordar dos motivos de conveniência e oportunidade invoca-dos pelo Administrador.A assessoria jurídica. se necessário. o juiz (A) não poderá anular. com imediatidade. que são válidas. o Prefeito escolheu a solução que mais lhe agradou e praticou o ato. Dentre as alternativas possíveis. até que se faça prova em contrário. pois lhe é vedado agir de ofício. (E) homologatório. segundo a qual. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) . pois não cabe ao Judiciário analisar ato discri-cionário. a ser (D) "fim é o efeito jurídico imediato que o ato produz". desde que dentro da legalidade. informou aoM Prefeito Totonho Filho que ele poderia praticar certo ato com integral liberdade de atuação. (B) imperatividade. até com o uso da força.Quanto aos elementos do ato administrativo. ante a inafas-tabilidade da jurisdição.A competência para a revogação do ato administrativo é (A) de seu autor e do Poder Judiciário. um juiz percebe que seus requisitos legais estão presentes. devendo apenas observar os limites traçados pela legalidade. segundo a qual o fato alegado pela Administração é considerado absolutamente verdadeiro. conforme à lei. conforme a conveniência e oportunidade. 29. verifica que a medida tomada pelo Administrador viola o princípio da proporcionalidade e que o mesmo efeito poderá ser obtido mediante medida menos gravosa para o particular. ou as medidas excessivas desproporcionais. 28. segundo a qual a Administra-ção impõe suas determinações. que se tratava de um ato (A) de império. (E) presunção de veracidade. é legítimo. (C) do superior hierárquico. (D)) poderá anular o ato administrativo. (B)) discricionário. (D) auto-executoriedade. Nessa hipótese. (C)) presunção de legitimidade. (C) enunciativo. segundo a qual a Administração executa unilateralmente suas determinações. em razão de vício de forma. ante a inafastabilidade da jurisdição. chamada a opinar. (B)) "motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato".Ao analisar a validade de um ato administrativo discricionário. (B) do superior hierárquico e do Poder Judiciário. sabe-se. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . 27. com certeza. por ser discricionário. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . Contudo. Pelas indicações dadas. segundo a qual a Administração faz cumprir suas determinações. (C) poderá revogar o ato administrativo.(A) exigibilidade. o ato da Administração. (C) "objeto é a finalidade alcançada pelo ato". (B) poderá anular o ato administrativo. podese afirmar que (A) "sujeito é aquele a quem o ato se destina ou sobre quem ele versa". (D) de mero expediente.

(C) anulação. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . inclusive apreciando os aspectos de conveniên-cia e oportunidade. (E) ao alvará. (B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova.13:14 31. (E)) o Poder Judiciário pode examinar o ato discricioná-rio. (D) invalidação. (D) à ordem de serviço. é INCORRETO afirmar que (A) não há um ato inteiramente discricionário.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições para mandatos políticos. 35. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . (C) ao alvará. à instrução e ao aviso. representando a sede de poder discricionário. independentemente de sua concordância ou aquies-cência. 32. (E) repristinação. ao aviso e à portaria. referem-se. à circular e à instrução. à resolução e à circular. (D) mérito é a indagação da oportunidade e da conve-niência do ato administrativo. (E) de seu autor. cabendo à Administração Pública demonstrar sua legitimidade. (C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . (B) está presente o juízo subjetivo do administrador quando da escolha da conveniência e da oportuni-dade. III. Esses atos respectivamente. desde que agindo de ofício. pelo menos no que respeite ao fim e à competência. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial. (B) nulidade. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . (A)) ao alvará. apenas na hipótese de ato vinculado. dado que todo ato administrativo está vinculado à lei. à portaria e à resolução. . (B) à resolução.No que diz respeito à discricionariedade. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . 11/09/03 . enquanto não decretada sua invalidade pela própria Administração ou pelo Judiciário.Da apreciação da conveniência e oportunidade do ato administrativo pode resultar a (A)) revogação. sem necessidade de qualquer outro apoio. (D)) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido. (C) a oportunidade e a conveniência do ato administra-tivo compõem o binômio denominado pela doutrina de mérito. (E) o destinatário será impelido à obediência das obriga-ções por ele (ato) impostas. tendo em vista o interesse público relevante. 34.Um dos efeitos decorrente da presunção de veracidade do ato administrativo é o de que (A) haverá imposição a terceiros em determinados atos.Considere as espécies de ato administrativo: I. II.(D)) de seu autor ou de quem tenha poderes para conhecer de ofício ou por recurso. O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas integradas do Nordeste.Em relação ao ato administrativo. 33.

(B)) o interesse particular sobrepõe-se ao interesse públi-co e apresenta falta de motivação. Nesse caso. é correto afirmar que (A) o ato vinculado. . 01/09/03 . 36. (E) o ato é legal porque o Secretário era competente. estamos nos referindo à atuação vinculada. IV. (E)) III. Quando dizemos que a Administração. ainda que implementada a condição legal. II. não tendo aplicabilidade aos demais poderes. porque era competente para a prática do ato.Considere as afirmativas abaixo. A vinculação está presente APENAS em (A) I. (E) ela se confunde com a discricionariedade do ato administrativo. Secretário Municipal de Habitação. (C) II. enquanto que anulação produz efeito ex tunc. 38. (C) o Secretário Municipal não agiu com desvio de finali-dade ou de poder. V. se o fizer dentro do prazo legal para tanto. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) . (D) II. preenchidos os requisitos.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática. (D) o interesse particular confunde-se com o interesse público em razão da "notória urgência" para o interes-se municipal. III e IV.I. ocorrendo desvio de finalidade. a revogação gera efeito ex nunc. (B) a Administração pode negar o benefício. beneficiandose da valorização decorrente da agregação de área. está obrigada a apurá-lo. I.No que tange à vinculação. IV e V. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . tem o direito subjetivo de exigir a edição do ato. (C)) o particular."X". III e V. sendo irrelevante a distinção. sua revogação é ato da própria Administração. na mesma oportunidade. adotou as providências necessárias para a venda de lotes no Município. II e III. não está sujeito a qualquer controle. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial. III. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial. por ser decorrente do poder. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . IV e V. sob pena de condescendência crimino-sa. II. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal. adquirindo um deles. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial. estava presente a adequação do ato ao seu fim legal e o objeto era possível. (A) o interesse público sobrepõe-se ao particular em razão da valorização da área e a motivação é sufi-ciente. III.13:25 37. O ato foi justificado com a singela menção de um dispositivo legal e a expressão "notória urgência". (D) é prerrogativa do Poder Executivo e seus órgãos. (B) I. contíguo ao seu. tomando conhecimento de ilícito administrativo.

(C)) é possível. pela ser . após dois anos de sua edição. (C) todo ato administrativo deve conter motivo. (D) inexistência de motivos. (B) demissão estável. tal ato estará maculado pelo vício de (A) incompetência do agente. sendo sim caso de revogação. (E) os motivos alegados Administração não podem apreciados pelo Poder Judiciário. (D) não é possível por se tratar de ato privativo do Presidente da República. (B) não é possível. uma ilegalidade em um ato administrativo discricionário. Estados ou Municípios. (B) todo ato administrativo deve conter motivação.(Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . (A)) os motivos alegados pela Administração integram a validade do ato e vinculam o agente. na regra de competência. (E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva. no Brasil. 43. (E)) desvio de finalidade. a revogação. (D)) não é possível. (C) III. (E) não é possível por se tratar de ato discricionário. (D) os objetivos perseguidos pelo ato não precisam decorrer dos motivos alegados. praticado privativamente pelo Presidente da República. de de de servidor público sanções pela contratos (D)) cobrança da dívida ativa da União. de um ato administrativo discricionário praticado por autoridade do Poder Executivo (A) é amplamente possível. (B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . 39. (C) aplicação inexecução administrativos. (C) é possível desde que se trate de ato motivado. em tese. pelo Poder Judiciário. (D)) I e II. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) .(B) II. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) . 40. (B) forma. explícita ou implicitamente. sua anulação pelo Poder Judiciário (A) não é possível em face do tempo decorrido desde sua edição. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) Segundo ensinamento doutrinário.Caso se detecte.Se um agente público praticar um ato visando a fim diverso daquele previsto. (C) ilegalidade do objeto.É matéria que se encontra excluída da regra geral de auto-executoriedade dos atos administrativos a (A) aplicação de multas pelo descumprimento de posturas edilícias. (E) tomada de medidas preventivas de polícia administrativa. 42.Pela teoria dos motivos determinantes. (E) I e III. 41.

correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela. (C) não pode Administração. segundo o qual a Administração Pública outorga a alguém. configurando abuso de autoridade. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade. (D) apenas é possível com concordância da Admi-nistração. (C) concessão. configurando exercício arbitrário das próprias razões. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) .O ato administrativo. 45. pelo Poder Judiciário. que para isso se interesse.A imposição. (C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . (E)) é possível. (A) não é possível. (D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros. em caráter privativo.44. É coerente com essa posição afirmar que uma licença (A)) envolve direito subjetivo do interessado ao exercício da atividade licenciada. um bem público. vinculado ou discricionário. (B) apenas é possível por provocação da Administração. sob argumentos de conveniência e oportunidade.No Direito brasileiro. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . (B) produz efeitos ex tunc. (E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (C) apenas é possível por provocação do destinatário do ato. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade. caracteriza-se como (A) licença. (B) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (D) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (E) homologação. de modo unilateral pela Administração. (B) autorização. 48. a aponta a licença como exemplo de ato administrativo vinculado. de um ato administrativo a terceiros. independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração. ser ser cassada pelo pela Poder revogada (E) pode ter sua concessão negada. (D) pode Judiciário. de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . independentemente da concordância destes. (B) não pode ter sua concessão sujeita ao controle juris-dicional. (C)) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. se ambos de boa-fé. ou seja. em tese (A) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro.A doutrina . (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . a juízo da Administra-ção.É INCORRETO afirmar que a anulação do ato administrativo (A)) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade. retroativos. 47. a anulação. (D)) permissão. 46. o direito de prestar um serviço público ou usar.

(D)) requisito do motivo. (D) revogação do ato administrativo é facultativa tanto pela Administração quanto pelo Judiciário.TRT 21ª Região/2003) . Esses resultados dizem respeito ao requisito . (B) auto-executoriedade e à legalidade. mediante provocação. e do motivo. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . de natureza abstrata ou concreta. (C) revogação do ato administrativo é obrigatória pela própria Administração. estabelecendo que diante de determinados requisitos a Administração deve agir de tal ou qual forma. (B)) o particular tem. (D) legalidade legitimidade.TRT 21ª Região/2003) . direito à edição do ato administrativo. é correto afirmar que a (A) anulação é ato privativo do Judiciário enquanto que a Administração só pode revogar o ato adminis-trativo. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (B) anulação pode ser feita pela própria Administração. e pela própria Administração indepen-dente de provocação. mediante provocação. à dizem respeito. (B) tipo da forma. diante de um poder vinculado.(E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz. e pelo Judiciário quando houver razões de ilegalidade. (D)) da finalidade para ambos os casos. independentemente de sua concordância. seja por ilegalidade ou por interesse público. (E)) anulação pode ser feita pelo Judiciário. (Técnico Judiciário – Área Administrativa .TRT 21ª Região/2003) . (B) do motivo para ambos os casos. (A)) imperatividade e à tipicidade. Esses atributos respectivamente. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . sujeitando-se a autoridade omissa à correção judicial.Tendo em vista a invalidação do ato administrativo. 53. e da finalidade. 50. (A) da forma respectivamente. 51.TRT 21ª Região/2003) .Considere os seguintes atributos do ato administrativo: I. 49. (C) exigibilidade e à legalidade. (C) do objeto para ambos os casos. colocando a primeira entre os atos punitivos e a segunda para atender a necessidade do serviço público.A demissão e a remoção ex officio foram definidos pela lei.A circunstância de fato ou de direito que autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao (A) conceito do objeto.Quanto à discricionariedade e à vinculação é correto afirmar que (A) o ato administrativo é discricionário quando a lei não deixa opções. O ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas Na produzir determinados resultados. e à presunção de (E) tipicidade e à imperatividade. (E) do sujeito respectivamente. 52. II. Determinados atos administrativos que se impõem a terceiros. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (E) atributo do sujeito. (C) elemento da finalidade. e pelo Judiciário independen-te de provocação.

(B) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito presunção de veracidade. desde que provocada pela própria Administração. por violar a garantia de acesso ao Judiciário. (E) é possível se se tratar de ato vinculado. (D) incompatível com o regime constitucional brasileiro. nem para ato vinculado. revela sempre uma das formas de arbitrariedade. (C) vinculado. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) A Administração Pública executar seus próprios atos. como para ato discricionário. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) .Quando a lei deixa certa margem para atividade pessoal do administrador na escolha da oportunidade ou da conveniência do ato. (B) é possível. tanto para ato vinculado. mesmo nos limites traçados pela lei. pelo Poder Judiciário. desde que dentro da legalidade. consistente na prerrogativa da Administração Pública de impor unilateralmente as suas determinações. (C) não é possível. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . 58. (D) a discricionariedade. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário. está presente o ato administrativo (A) de gestão. implicando em liberdade de atuação. porque os primeiros são editados por razões de conveniência e oportunidade e os segundos por força de ato normativo. (E) presunção de legitimidade. mas não se se tratar de ato vinculado. a exemplo da determinação de mão única ou mão dupla de trânsito numa via pública. por violar o princípio da igualdade. como para ato discricionário. é conhecido por (A) exigibilidade. (E) os atos regrados diferenciam-se dos vinculados. (C) auto-executoriedade.A possibilidade de a Administração pôr em execução seus próprios atos. (D) tipicidade. mas não se se tratar de ato discricionário. (D)) discricionário. (B) arbitrário. da legalidade de um ato administrativo (A) é possível se se tratar de ato discricionário. tanto para ato vinculado. 55. 56.A apreciação. (C) incompatível com o regime constitucional brasileiro. é (A)) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito auto-executoriedade. (E) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito imperatividade. sem . 54. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) .(C) o ato é vinculado quando a lei deixa certa margem de liberdade de decisão diante do caso concreto. (B)) imperatividade. de tal modo que a autoridade poderá optar por uma dentre várias soluções possíveis. 57. (D)) é possível. nem para ato discricionário. válidas. (E) atípico. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) O atributo do ato administrativo.

(C) objeto. impessoalidade. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade. de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo (A) só é possível se não afetar direitos adquiridos. 63. (E)) não é possível. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . modificação ou comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas. configurando violação do princípio da separa-ção de Poderes. presunção de legitimidade. (E) finalidade. coisas ou atividades sujeitas à ação do Poder Público. a revogação. (C) só é possível se o ato não houver exaurido seus efeitos. (B) não é compatível com o Direito Administrativo bra-sileiro. (E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. 59. (D) só é possível para atos de caráter normativo. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade.Os pressupostos de fato e de direito que servem de fundamento ao ato administrativo correspondem ao seu requisito dito (A) agente. (D)) motivo.necessidade de intervenção do Poder Judiciário (A) não é compatível com o Direito Administrativo bra-sileiro. (B) forma. objeto. a criação. correspondem ao requisito denominado (A) (B) (C) (D) (E) finalidade motivo. razoabilidade. 61. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) Em matéria de atos administrativos. auto-executoriedade. mesmo que argüidos de vícios ou defeitos que os levem à invalidade. (C) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (D)) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro.No Direito brasileiro. (B) só é possível após esgotada a via administrativa. diz respeito ao atributo da (A) (B) (C) (D) (E) imperatividade. pelo Poder Judiciário. 62. tipicidade. 60. configurando exercício arbitrário das próprias razões. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . indisponibilidade. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) A imediata execução ou operatividade dos atos administrativos. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) Os atos de império podem ser conceituados como sendo todos aqueles que .

O primeiro não continha motivação. (C)) vício finalidade. sen-do ato vinculado. sen-do ato discricionário. 66. posto que a licença. (B) inexistência incompetência. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. posto que a licença. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. (Defensor Público – Maranhão/2003) . fundamentando-se na auto-tutela dos atos administrativos. são. (Defensor Público – Maranhão/2003) Dois atos administrativos foram praticados com vícios. posto que a licença. (E) decorrem da parcial conveniência e oportunidade. (Defensor Público – Maranhão/2003) Determinada autoridade administrativa presencia a prática de um ato ilícito por parte de um cidadão. (C) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. (D) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. (C) se destinam a dar andamento aos processos e papéis que tramitam nas repartições públicas. (B) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. passível de san-ção no âmbito administrativo. podendo utilizá-la apenas sobre o servidor. explícita ou implicitamente. Sendo assim. (D) a lei estabelece os requisitos e condições de sua realização. (D) regra conceitualmente adequada. Os vícios acima caracterizados. (B) a Administração pratica sem usar de sua supremacia sobre os destinatários.Suponha que uma lei preveja a possibilidade de revogação de uma licença para construir. (A) ilegalidade de objeto e vício de forma. mas de livre escolha pelo administrador. fundamentando-se na imperatividade dos atos administrativos. fundamentando-se na auto-executoriedade dos atos administrativos. sendo ato vinculado. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. posto que a licen-ça. pode ser livremente des-feita por motivos de conveniência e oportunidade. O segundo foi praticado tendo seu agente visado a fim diverso daquele previsto. do objeto e 65. (E) ilegalidade incompetência.(A) a Administração pratica usando de sua supremacia sobre o administrado ou servidor e lhes impõe obrigatório atendimento. mediante livre conveniência do administrador. fundamentando-se na presunção de legalidade dos atos administrativos. Essa lei seria vista doutrinariamente como contendo uma . tratando-se de autoridade competente. na regra de competência. forma (D) inexistência de motivos e desvio de finalidade. decide aplicar-lhe e executar diretamente a pena. 64. conforme definição do Direito brasileiro. (C) impropriedade conceitual. (B) regra conceitualmente adequada. sendo ato vinculado. Tal procedimento (A) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. posto que a licença. não pode ser livremente des-feita por motivos de conveniência e oportunidade. respectivamente. sendo ato discrionário. (E)) impropriedade conceitual. de dos e motivos desvio e de (A) regra conceitualmente adequada. em que pese fosse legalmente exigida.

d) ilegalidade do objeto. b) se tanto a primeira como a Segunda forem proposições incorretas. a) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a Segunda uma preposição verdadeira.(E)) viola as disposições constitucionais acerca do devido processo legal. concedendo férias aos Juízes. 67. b) incompetência. (C) do Tribunal de Contas. . c) inexistência dos motivos. nada obsta que um ato administrativo. mas a Segunda não for uma justificativa correta da primeira. d) se as duas assertivas forem verdadeiras. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . e) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a Segunda uma proposição incorreta. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . (D) do Senado Federal.717/65 classifica os vícios dos atos administrativos conforme as alternativas abaixo.a Lei nº 4. na folha de respostas.Como regra. Para respondê-la assinale. (B) dos Presidentes dos Tribunais do Poder Judiciário. (Gestor do MARE/1999) NÃO constitui ato administrativo a decisão (A) da Câmara dos Deputados. Instruções: A questão de números 69 apresenta uma sentença com duas asserções. (E) do Presidente da República exonerando o Ministro de Estado. e) vício de forma. ainda que outros motivos de fato existam para justifica-lo (C) os motivos invocados para a prática do ato administrativo fazem parte do mérito da ato e não podem ser apreciados judicialmente (D) a finalidade de interesse público a que visa o agente com a prática do ato administrativo pare sanar eventual vício de forma do ato ou de competência relativa do agente (E) o desatendimento ao interesse público pode ser invocado pelo Poder Judiciário para a anulação do ato administrativo. A falta de motivação de um ato que devesse ser motivado é corretamente enquadrada na hipótese de a) desvio de finalidade. aprovando as contas dos responsáveis por valores públicos. 69. seja revogado pela Administração por razões de conveniência e oportunidade PORQUE a revogação dos atos administrativos opera efeitos extunc. também aplicáveis no âmbito administrativo. decretando o "impeachment" do Presidente da República. que já tenha exaurindo seus efeitos. 68. c) se as duas asserções forem verdadeiras e a Segunda for uma justificativa correta da primeira. (A) todo ato administrativo deve ter sua motivação expressamente prevista na lei (B) a inexistência dos motivos explicitados pelo agente para a prática do ato administrativo invalida o ato. 70. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) Segundo a teoria dos motivos determinantes. aprovando seu regimento interno.

(D) se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira. disso. Diante assinale a assertiva correta. por motivo de conveniência ou oportunidade. (A) se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira. devesse ser motivado. sendo o ato de revogação excluído da apreciação judicial PORQUE não há direitos adquiridos em face de atos administrativos discricionários. e a prática de ato administrativo visando-se a fim diverso daquele previsto explicitamente na . (D) pode ocorrer apenas em razão de desvio de finalidade. só produz efeitos a partir de sua publicação. em respeito ao poder discricionário. c) A revogação. 74. e) Da sentença proferida em ação popular e que declara procedente a nulidade de ato administrativo lesivo ao patrimônio público. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . (C) quais os meios a serem utilizados para a prática do ato. b) A declaração de nulidade não pode retroagir para atingir direito adquirido. Assinale. se as duas são falsas. d) A declaração de nulidade.A ausência de motivação em um ato administrativo que. 73.A revogação de um ato administrativo discricionário pelo Poder Judiciário (A) pode ocorrer apenas em razão de vicio de forma (B) pode ocorrer apenas em razão de vicio de competência do agente. ato deverá ou não ser (B) o momento da prática do ato. por expressa previsão legal. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) Os atos administrativos discricionários podem ser revogados pela Administração. 75. não necessita de motivação. (E) se estão presentes os motivos de conveniência e oportunidade para a prática do ato. na folha de respostas.Exclui-se das possíveis manifestações da discricionarie-dade administrativa a competência para o agente público decidir (A) se o praticado. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . (Juiz Substituto – TJ PI/2001) . (C) se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa. (B) se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira. cabe reexame necessário. (C) pode ocorrer apenas em razão de ilegalidade do abjeta. (E) não pode ocorrer Instruções: A questão de número 72 contém duas afirmações.71. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . (D)) se os requisitos legais para a prática do ato serão ou não observados. a) O mandado de segurança é o recurso processual cabível para atacar a revogação do ato administrativo desde que presente o direito líquido e certo da parte impetrante. quando proclamada pela própria Administração Pública. (E) 72. a qualquer tempo.A revogação e a nulidade do ato administrativo são temas sempre presentes no controle jurisdicional da Administração Pública. embora típica manifestação de vontade administrativa.

(D) resoluções permissivas e ablatórias. Atribuição de diplomas. e forma (E) inexistência dos motivos e desvio de finalidade. de dos e motivos desvio e de (A) aos correios eletrônicos (e-mail) oficiais. III. os seguintes atos administrativos: I. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . existem fórmulas I. 76. (B) ilegalidade do objeto e inexistência dos motivos. mas não revogar o primeiro. com que os agentes públicos procedem as neces-sárias comunicações de caráter administrativo ou social. III. segundo as quais os chefes do Poder Executivo veiculam atos administrativos de suas respectivas competências.Analise. de que se colegiados para valem os órgãos manifestar suas No que se refere à tipologia procedimental esses atos denominamse. (B) regulamentos declaratórios e concessivos. os vícios ditos (A) desvio incompetência. respectivamente. às medidas provisórias e às instruções normativas. (C) às notificações. e pode revogar. concessivos e autorizatórios. (E) pode anular. urbanística para funcionamento de bancos. constitutivas. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . segundo a classificação do direito positivo brasileiro. II. que já tenha exaurido seus efeitos. aos decretos e às resoluções.regra de competência. punitivos. nem revogálos. ablatórios e permissivos. (E)) aos ofícios. autorizatórias e constitutivas. 78. (D) aos avisos. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . II.Considere dois atos administrativos: um. de finalidade e deliberações em assuntos da respectiva competência ou para dispor sobre seu funcionamento. respectivamente. outro.Licença ambiental. às circulares e às súmulas. medalhas. (D) não pode anulá-los. títulos honoríficos e subsídios a fundo perdido. aos regimentos e aos regulamentos. (B) às intimações. 79. caracterizam. (C)) provimentos ablatórios. 77. (B) não pode revogá-los. É usual a doutrina afirmar que a própria Administração (A)) não pode revogá-los. Cassação da carteira de habilitação para dirigir e desapropriação de imóvel. (C) inexistência incompetência. (A) decretos restritivos. (E) deliberações constritivas. . (D)) vício finalidade. anulá-los. dizem respeito.Em matéria de vinculação e discricionariedade a doutrina entende que. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) Considerando a exteriorização dos atos administrativos. mas pode (C) pode anulá-los e revogá-los. mas pode anulá-los. Esses casos. mas não anular o segundo. às portarias e aos decretos legislativos. que tenha sido praticado de modo vinculado. no tocante ao seu conteúdo. respectivamente.

(Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (B) na discricionariedade a administração está colocada diante de conceitos unissignificativos ou teoréticos. atributos aplicáveis tanto a atos discricionários. revogando igualmente os efeitos por eles já produzidos. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . a (A) auto-executoriedade e a auto-tutela dos atos administrativos.Um dos traços mais característicos da Administração Pública é (A)) a prevalência do interesse público sobre o interesse privado. (B) auto-tutela e a auto-executoriedade dos atos administrativos. (C) a reserva constitucional de isonomia entre os interesses públicos e os privados. pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. o que não ocorre quanto a vinculação.(A)) no que diz respeito à finalidade do ato. pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. 83. este é sempre discricionário. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . como a vinculados. (D)) a possibilidade de anular seus próprios atos. (B) o monopólio da prática dos atos administrativos pelo Poder Executivo. em sentido restrito. existe vinculação. (C) a imprescindibilidade da licitação para a celebração de contratos. 81. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. 80. Prevê ainda que tais atos possam ser postos em execução pela própria Administração. e em sentido amplo há discricionariedade.impondo-os a terceiros independentemente da concordância destes últimos. a discriciona-riedade dispensa a interpretação e a subsunção. mas contém impropriedade. mas contém impropriedade. (D) diante de conceitos indeterminados. 82. (E) o direito de revogar seus próprios atos. discricionariamente.Compreende-se entre as prerrogativas da Administração Pública (A) o foro privilegiado para discutir a legalidade de seus atos. Essa lei exprime. certos atos administrativos. quando ilegais. como vinculados. (B) a faculdade de requerer ao Poder Judiciário a auto-executoriedade de seus atos. (E) auto-tutela e imperatividade dos atos administrativos. (D)) imperatividade e a autoexecutoriedade dos atos administrativos. respectivamente.Determinada lei prevê que autoridade do Poder Executivo possa editar. (E) a possibilidade de o Poder Judiciário rever qualquer ato administrativo. (C) imperatividade e a auto-tutela dos atos administrativos. (E) os atos vinculados são praticados quando esteja o administrador diante de conceitos plurissignificativos ou pragmáticos. o Supremo Tribunal Federal fixou o entendimento de que a Administração . (D) o uso legal da arbitrariedade pelo Administrador na prática do ato administrativo. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário.Na Súmula no 473. (C) em relação ao sujeito do ato. atributos aplicáveis tanto a atos discricionários. porque aquele tem ampla liberdade de decisão. mas contém impropriedade.

(C) o destinatário do ato anulado nunca fará jus a indenização. (E) é possível socorrer-se do Poder Judiciário para a anulação ou revogação de um ato administrativo antes mesmo de esgotada a via administrativa. Essa lei seria vista doutrinariamente como contendo uma (A) regra conceitualmente adequada. forma (D) inexistência de motivos e desvio de finalidade. . O segundo foi praticado tendo seu agente visado a fim diverso daquele previsto. por motivo de conveniência ou oportunidade.Suponha que uma lei preveja a possibilidade de revogação de uma licença para construir. são. posto que a licença. 84. igualmente está adstrito à observância dos direitos adquiridos. respeitados os direitos adquiridos. porque deles não se originam direitos. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Assinale a afirmativa INCORRETA. sendo ato vinculado. em que pese fosse legalmente exigida. (B) O objeto é elemento sempre vinculado do ato administrativo. posto que a licença. por parte da Administração. como reflexo da anulação. sendo ato vinculado. respectivamente. (A) ilegalidade de objeto e vício de forma. (A) O ato administrativo pode ser anulado pela própria Administração. (E)) impropriedade conceitual. 86. (C) A revogação do ato administrativo produz efeitos ex nunc (D) A validade do ato está vinculada aos motivos indicados no fundamento. em todos os casos.Dois atos administrativos foram praticados com vícios. posto que a licença. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. ainda que a lei não exija motivação. conforme definição do Direito brasileiro.pode anular seus próprios atos. posto que a licença. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . (B) o Poder Judiciário. e ressalvada. O primeiro não continha motivação. (B) inexistência incompetência. sendo ato discricionário. (B) regra conceitualmente adequada. posto que a licença. a apreciação judicial. na regra de competência. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. sendo ato vinculado. sendo ato discricionário. É harmônico com esse entendimento afirmar-se que (A)) a revogação de um ato administrativo está ligada ao poder discricionário da Administração. ao decidir pela revogação de um ato administrativo. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. Os vícios acima caracterizados. quando eivados de vícios que os tornem ilegais. do objeto e 85. (C) impropriedade conceitual. de dos e motivos desvio e de (E) ilegalidade incompetência. ou revoga-los. (D) nenhuma lei poderá fixar prazo para que a Administração anule seus atos. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . (C)) vício finalidade. (D) regra conceitualmente adequada. explícita ou implicitamente. (E) Os atos administrativos ordinários emanam d poder hierárquico. pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade.

87. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - Em relação à competência para a prática de atos administrativos, e INCORRETO dizer que (A) pode ser sempre delegada. (B) pode ser avocada, autorizada por lei. (C) decorre sempre de lei. (D) é inderrogável pela vontade da Administração. (E) é improrrogável pela vontade dos interessados. 88. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - Analise as assertivas a seguir: I. Os atos discricionários são controle judicial. administrativos insuscetíveis de desde que

motivo não corresponda à realidade, o ato de exoneração deverá ser (A)) invalidado, mesmo que a autoridade possa voltar a praticá-lo independentemente do motivo apontado. (B) mantido, sendo considerado lícito, já que um servidor ocupante de cargo em comissão pode ser exonerado livremente pela autoridade competente. (C) invalidado, mantidos todavia seus efeitos, os quais poderiam ter sido produzidos independentemente do motivo apontado. (D) mantido, respondendo porém a autoridade que o praticou por ilícito administrativo. (E) mantido, respondendo porém a autoridade que o praticou, na esfera cível, por danos morais. 90. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - A revogação de um ato administrativo de caráter normativo geral (A) não é possível. (B)) só pode ser feita pela própria Administração, de ofício ou mediante a provocação de qualquer interessado. (C) só pode ser feita pelo Poder Judiciário, mediante a provocação de qualquer interessado. (D) só pode ser feita pelo Poder Judiciário, mediante a provocação da própria Administração. (E) pode ser feita pela própria Administração, de ofício ou mediante a provocação de qualquer interessado, ou pelo Poder Judiciário, mediante a provocação de qualquer interessado. 91. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) Dentre os componentes necessários à formação do ato administrativo, (A)) o requisito "motivo" corresponde à situação de direito ou de fato que

II. O controle interno exercido pela Administração decorre do poder de autotutela. III. O controle judicial dos atos da Administração está condicionado à exaustão das vias administrativa. Com relação às afirmações verifica-se que APENAS a (A) I e II estão corretas. (B) II e III estão corretas. (C) I está correta. (D) II está correta . (E) III está correta. 89. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - Suponha que uma autoridade administrativa resolva exonerar um servidor ocupante de cargo em comissão. No ato de exoneração, a autoridade, mesmo que não fosse obrigada a tanto, indica como motivo de sua decisão a prática de atos de improbidade pelo servidor. Caso tal acima,

determina ou autoriza a realização do ato. (B) o atributo "objeto" diz respeito à criação, modificação ou comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas ou coisas. (C) o requisito "imperatividade" impõe a coercibilidade para o cumprimento ou execução do ato. (D) o atributo "finalidade" corresponde ao objetivo de interesse público a ser atingido. (E) o requisito "auto-executoriedade" consiste na possibilidade de imediata execução, sem necessidade de prévia apreciação judicial. 92. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - No que diz respeito à invalidação dos atos administrativos, a (A) anulação pode ser feita pela Administração Pública, sendo a revogação privativa do Poder Judiciário. (B)) revogação e a anulação são da competência da Administração Pública, cabendo ao Poder Judiciário apenas a anulação. (C) anulação e a revogação podem ser realizadas pelo Poder Judiciário, sendo reservada à Administração Pública a competência para a rescisão. (D) anulação pode ser feita pela Administração Pública, sendo reservada ao Poder Judiciário a competência para a rescisão. (E) revogação, anulação e rescisão são da competência comum da Administração Pública e do Poder Judiciário. 93. (Subprocurador – Tribunal Contas do Estado de Sergipe Janeiro/2002) - O desfazimento de ato administrativo discricionário, razão da constatação de desvio finalidade, caracteriza-se como de – um em de

(A) anulação, de competência exclusiva do Poder Judiciário. (B) revogação, de competência exclusiva da Administração. (D) anulação, de competência exclusiva da Administração. (D) revogação, de competência tanto do Poder Judiciário, como da Administração. (E)) anulação, de competência tanto do Poder Judiciário, como da Administração. 94. (Procurador do Estado Grande do Norte/2001) administrativo complexo é: do Rio Ato

a) aquele que versa sobre questões de difícil alcance. b) aquele que resulta da manifestação de dois ou mais órgãos, em que a vontade de um é instrumental em relação a de outro, que edita o ato principal. c) aquele que depende da manifestação de vontade de um órgão colegiado. d) aquele que depende da manifestação de vontade de um ou mais órgãos colegiados. e) aquele que resulta da manifestação de dois ou mais órgãos, sejam eles singulares ou colegiados, cuja vontade se funde para formar um ato único. 95. (Procurador do Estado Grande do Norte/2001) administrativo inexistente é: a) ato administrativo praticado. que do Rio Ato não foi

b) ato administrativo que entrar no mundo jurídico um elemento essencial conseqüência, não é convalidação. c) ato padeça

não chega a por falta de e que, em passível de

administrativo que embora de graves vícios na sua

formação é passível de ser objeto de convalidação. d) ato praticado com defeito de forma. e) ato praticado com defeito de competência, podendo ser ratificado pela autoridade superior. 96. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Dentre outros, são atos administrativos de hierarquia interna, negociais e normativos, respectivamente, (A) os punitivos, as instruções e as resoluções. (B)) os despachos, as dispensas e as deliberações. (C) as licenças, as renúncias administrativas e os regimentos. (D) as permissões, os ofícios e as decisões padronizadas. (E) as autorizações, as portarias e as homologações. 97. (Analista Judiciário – Adm - TREPE/2004) - Considere os seguintes atos administrativos: I.Ato que permite a contratação do vencedor da licitação, ainda que ele não tenha promovido a competente garantia. II.Ato que permite a nomeação de um funcionário para cargo de provimento efetivo para os serviços da Câmara Municipal, sem o prévio concurso, depois do recesso parlamentar. Os atos administrativos I e II são, respectivamente, (A))perfeito, válido e ineficaz; perfeito, inválido e ineficaz. (B) imperfeito, válido e ineficaz; perfeito, válido e eficaz. (C) perfeito, inválido e eficaz; perfeito, inválido e eficaz. (D) imperfeito, válido imperfeito, válido e eficaz. e eficaz;

(E) perfeito, inválido e ineficaz; imperfeito, inválido e ineficaz. 98. (Analista Judiciário – Jud - TREPE/2004) - Dentre outras, são causas determinantes da extinção dos atos administrativos eficazes e ineficazes, respectiva- mente, a (A) recusa do beneficiário e cumprimento dos efeitos do ato. o

(B))renúncia do beneficiário e a recusa do beneficiário. (C) recusa do beneficiário e a renúncia do beneficiário. (D) mera retirada do ato e o desaparecimento do objeto da relação jurídica. (E) retirada do ato por caducidade e a renúncia do beneficiário. 99. (Analista Judiciário – Jud - TREPE/2004) Considere: O ato administrativo unilateral I.discricionário pelo qual se exerce o controle, a priori ou a posteriori, do ato administrativo caracteriza a homologação. II.e vinculado pelo qual a Administração Pública, sempre a posteriori, reconhece a legalidade de um ato administrativo diz respeito à aprovação. III.pelo qual a autoridade competente atesta a legitimidade formal de outro ato jurídico, não significando concordância com o seu conteúdo, caracteriza o visto. IV.e vinculado pelo qual a Administração reconhece ao particular, que preenche os requisitos legais, o direito à prestação de um serviço público diz respeito à admissão. Nesses casos, são corretos APENAS os itens (A) III e IV.

(B) I e III. (C) I e IV. (D) I, II e IV. (E) II, III e IV. 100. (Técnico Judiciário – Adm - TREPE/2004) - Considere as ações abaixo. I.Revogar seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais. II.Anular seus próprios atos, quando portadores de vícios que os tornem ilegais. III.Anular seus próprios atos por questão de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos. IV.Revogar seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos. V.Revogar seus próprios atos, quando portadores de vícios, mesmo que sanáveis. A respeito do controle administrativo a Administração Pública pode APENAS (A) I e III. (B))II e IV. (C) II e V. (D) III e IV. (E) IV e V. 101. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) - O ato administrativo, tão logo perfeito, desencadeia a obrigatoriedade de respeito por todos. A isso a doutrina denomina de (A) auto-executoriedade, que pode ser utilizada a critério do administrador, sem necessidade de qualquer ato normativo ou reclamo administrativo. (B) exigibilidade, sendo que esse atributo está presente em todas as modalidades de ato.

(C))poder extroverso, mas essa possibilidade não aparece nos atos ampliativos de direito e também nos atos certificatórios. (D) poder de polícia administrativa, abrangendo as polícias judiciária e legislativa, no sentido de limitar a ocorrência do abuso de direito. (E) presunção juris tantum, que não se inverte mesmo quando contestado em juízo ou fora dele, inclusive na esfera administrativa. 102. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) Em matéria de discricionariedade e vinculação, considere as assertivas: I.O ato discricionário pode existir diante de conceitos teoréticos ou unissignificativos. II.O ato vinculado não pode ser praticado quando esteja o administrador diante de conceitos unissignificativos, de conceitos teoréticos. III.A discricionariedade está alojada nos conceitos pragmáticos, conceitos empíricos e, portanto, que não prescindem de valoração. IV.Os conceitos teoréticos, conceitos unissignificativos proporcionariam vinculação completa, enquanto os pragmáticos poderiam levar à discricionariedade. Conclui-se serem corretas APENAS (A) I e II. (B) I, II e IV. (C) I, III e IV. (D) II e III. (E) III e IV. 103. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) - No que se refere à invalidação do ato administrativo, é INCORRETO afirmar que

em princípio. (A) configura-se hipótese em que a dispensada. invocando nulidade nos contratos assim celebrados. sob pena de nulidade. (C) o Judiciário pode revogar atos administrativos desafinados com o Direito. embora com efeito declaratório. não alcançando efeitos já consumados. mas com efeito declaratório. a revogação. posto que todo ato administrativo deve ser motivado. (C) equivoca-se a autoridade. em nome da imperatividade dos atos administrativos. no valor de R$ 12. poderia. e uma obra no valor de R$ 20.000. pelo regime da Lei no 8. (E) embora existente ato inválido. (E) tanto o Judiciário como a Administração podem anular e revogar atos administrativos. mas com efeito condenatório.Jud – TRT 3ª R/2004) . tendo a sentença função declaratória. a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício. de atos surgidos como viciados. 104.000. dado discricionário do ato. 105. se tal ato não tiver contaminado novas relações jurídicas surgidas. uma sociedade de economia mista federal decide pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. (B) o Judiciário pode anular atos administrativos com vício de ilegalidade. posto que todo ato administrativo deve ser motivado. sendo autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista. embora com efeito constitutivo. Todavia. ou seja.00. mas com efeito suspensivo. propriamente motivação é o caráter (B) equivoca-se a autoridade.666/93. fica a invalidação obstada. é certo que (A) a Administração pode anular atos administrativos inconvenientes e inoportunos. tendo a decisão função constitutiva. porque quando se trata de atos inválidos está presente outra categoria. as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que. (Analista Judiciário . alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação. (D) equivoca-se a autoridade. . tendo a sentença função condenatória. Posteriormente. (C) há hipóteses em que situações passadas não podem ser reconstituídas por obstáculos de outras normas jurídicas. pois a desnecessidade de motivação não decorre necessariamente da natureza discricionária do ato.Em matéria de anulação e revogação dos atos administrativos.Adm – TRT 2ª R/2004) . a compra de materiais de escritório. (B) a invalidação deve ocorrer. Em sua defesa.Quanto à ausência de motivação do ato em questão.00. tal autoridade não o motiva. à invalidação não se deve proceder. tendo a decisão função constitutiva. reconsiderar a decisão de seu subordinado. (D) havendo consolidação pelo decurso do tempo.(A) o ato anulatório só atinge atos válidos. (Técnico Judiciário . (D) a Administração pode revogar atos administrativos com vício de ilegalidade. (Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder às duas próximas questões:Para contratar. sob pena de ser considerado anulável. sempre que haja vício no ato administrativo. tendo a decisão função constitutiva.

(B) motivação legitimidade. sendo a presunção de legalidade o mecanismo que melhor se aplica à situação. (C) imperatividade e à presunção de legitimidade.Quando o destinatário descumprir condições que deveriam permanecer atendidas a fim de poder continuar desfrutando da situação jurídica. (D) inadequadamente invocada. que posteriormente converteu-se em casa de jogos clandestinos. respectivamente. e à presunção de 109.No que diz respeito à extinção dos atos administrativos.O atributo pelo qual os atos administrativos devem corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptos a produzirem resultados.Quanto ao emprego da noção de imperatividade dos atos administrativos na situação proposta. sendo a autotutela o mecanismo que melhor se aplica à situação. a exemplo da licença para funcionamento de um restaurante. (C) anulação e contraposição. e o atributo que diz respeito à conformidade do ato com a lei. e o atributo pelo qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública. (B) contraposição e revogação.O atributo do ato administrativos que impõe. com relação a terceiros. (E) presunção exigibilidade. (B) auto-executoriedade e à tipicidade. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . Estas situações que acarretam a extinção do ato administrativo mediante retirada. considere: I. (Técnico Judiciário . (C))inadequadamente invocada. correspondem.Adm – TRT 23ª R/2004) . II.(E) equivoca-se a autoridade pois apenas os atos vinculados dispensam motivação. e e à à presunção presunção de de (C) exigibilidade e à imperatividade. respectivamente. sendo a presunção de veracidade o mecanismo que melhor se aplica à situação. correspondem. tal noção foi (A) adequadamente invocada. (E) inadequadamente invocada. (D) tipicidade e à auto-executoriedade. o atendimento ao comando do ato. dizem respeito. à (A) finalidade e à forma. 108. (D) caducidade e cassação. (Analista Judiciário . respectivamente. 107. (E) tipicidade legitimidade. (Analista Judiciário .Jud – TRT 3ª R/2004) . (E) invalidação e cassação. à (A) convalidação e renúncia. tornou-se incompatível com aquele tipo de uso. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário. (B) inadequadamente invocada. à (A) tipicidade legitimidade. independentemente de sua concordância. o ato de permissão de uso de bem público imóvel destinado à exploração de parque de diversões. sendo a auto-executoriedade o mecanismo que melhor se aplica à situação. (D) presunção de veracidade e à forma. de veracidade e à .Adm – TRT 23ª R/2004) .Em decorrência da nova lei de zoneamento do Município de Caldeira do Alto. 106.

o administrador pode adotar uma ou outra solução. (E) a situação de direito ou de fato. (B) auto-executoriedade. (B) somente poderá ser livremente exercido pelo administrador quanto ao mérito e a forma.Ao praticar os atos discricionários. o poder de ação administrativa. próprios da autoridade. (C) a discricionariedade não se manifesta no ato em si. a (A) imperatividade. mas no poder de a Administração praticá-lo pela maneira e nas condições que repute mais conveniente ao interesse público.110. quando a lei utilizar noções precisas. como requisito do ato. (B) não há por parte da Administração. tendo em vista o bem comum. embora discricionário. porque. corresponde ao atributo denominado motivo.Adm – TRT 23ª R/2004) .No que diz respeito aos atos administrativos. não podendo a Administração decidir sobre a conveniência de sua prática. possibilita a execução deste. nem o seu destinatário. independentemente de determinação judicial. conveniência. (D) quando a lei descrevê-lo mediante vocábulos unissignificativos. (E) o poder discricionário da Administração não alcança a liberdade de escolha. segundo critérios de oportunidade. tratando-se de atos vinculados praticados de acordo com as exigências e requisitos previstos em lei. No entanto. possibilita ao administrador uma apreciação subjetiva. 111. quando se tratar de ato vinculado. justiça. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . sob os aspectos da competência e final (INCOMPLETO – PROCURAR NA PROVA). equidade. impõe ao particular o fiel cumprimento deste. (E) não é totalmente livre. (C) tipicidade segundo o corresponder é requisito do ato qual este deve a figuras definidas previamente pela lei. requisito de validade do ato. (A) não dá margem a qualquer apreciação subjetiva. 113. mesmo que atue nos claros da lei ou do regulamento e não desatenda as regras que bitolam sua prática. o dever de motivá-los. porque não definidos pelo legislador. apenas quanto aos requisitos da imperatividade e do motivo. mas não permite que o poder Público sujeite o administrado à execução forçada. nem escolher a melhor oportunidade.A respeito da discricionariedade e vinculação dos atos administrativos. (Técnico Judiciário . 112. é correto afirmar que (A) a Administração Pública não tem qualquer liberdade de atuação. permite a imediata execução do ato. como seu atributo. que determina ou autoriza a realização do ato. é correto afirmar que (A) a revogação é ato discricionário pelo qual a Administração extingue .A respeito dos instrumentos de invalidação dos atos administrativos. conteúdo ou o modo de realização do ato administrativo. haja vista que a finalidade deverá atender apenas ao interesse público secundário. (C) será parcialmente liberado ao administrador. (D) os atos vinculados são automáticos. em decorrência do princípio da publicidade. (D) presunção de legitimidade. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) .

A imperatividade corresponde ao (A) atributo pertinente ao objeto ou conteúdo que proporciona a produção de efeito jurídico imediato do ato administrativo.um ato válido. a apreciação judicial. é materialmente inexistente ou juridicamente inadequada ao resultado obtido. (E) objeto. a anulação será declarada por decisão judicial. quando presentes questões de justiça e interesse público. (E) atributo pelo qual os atos administrativos se impõem a terceiros. por razões de conveniência e oportunidade. promovendo. (E) a revogação pelo Judiciário é ato vinculado. a anulação do ato administrativo somente poderá ser efetuada pela Administração. ao tratar da declaração de nulidade dos contratos administrativos. por sua vez. já a anulação pela Administração Pública constitui forma de invalidação em decorrência de excesso do poder. (D) forma. (B) requisito ou elemento mediante o qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela Administração. (Técnico Judiciário – JudAdm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . quando eivados de vícios que os tornam ilegais. gerando efeitos retroativos. quando presentes razões de conveniência e justiça. independentemente de sua concordância. ou revogá-los.” Já o parágrafo único do art. tendo em vista razões de conveniência e oportunidade. da Lei no 8.666/93. praticado apenas pela Administração. (Auditor – TC-PI/2005) . 116. (C) motivo. já a anulação decorre de ilegalidade. 115.responder a figuras definidas previamente pela lei.vados. (D) requisito pelo qual o ato administrativo deve cor. podendo ser feita pela Administração como também pelo Poder Judiciário. respeitados os direitos adquiridos e ressalvada. assim dispõe: “A nulidade não exonera a Administração do dever de indenizar o contratado pelo que este houver executado até a data em que ela for declarada e por outros prejuízos regularmente compro. 59. em todos os casos. a anulação é da competência exclusiva do Poder Judiciário. (B) a revogação é ato vinculado. (B) competência. 114. (C) a revogação somente poderá ser praticada pela Administração em decorrência de vício por ilegalidade. por motivo de conveniência ou oportunidade. ocorre a não observância do requisito de validade do ato administrativo denominado (A) finalidade.A Súmula no 473 do Supremo Tribunal Federal é assim enunciada: “A Administração pode anular seus próprios atos. contanto que não lhe seja imputável. (C) elemento pelo qual o ato administrativo se amolda à situação de fato que impõe a sua prática. (Técnico Judiciário – JudAdm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) Quando a matéria de fato ou de direito. porque deles não se originam direitos. em que se fundamenta o ato. em contrapartida.se a responsabilidade de quem lhe deu . (D) a revogação deverá ser praticada pela Administração quando presentes razões pertinentes ao desvio da finalidade. por sua vez.

por inexistência de motivos. que visa a anular o ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. (C) é possível que a Administração. o agente público competente praticou ato administrativo. Entretanto. 117. explícita ou implicitamente. tendo em vista os fins visados. em razão da inafastabilidade do controle jurisdicional. imperatividade e auto-executoriedade. (Procurador – TC-PI/2005) Alegando a ocorrência de determinado fato. a Administração terá de revogar o contrato eivado de nulidade. o agente público foi induzido a erro e o fato alegado. motivação. forma e e e (C) finalidade. legais estão haver sido autoridade (D) se a motivação é deficiente. por ter ocorrido o vício de vontade denominado erro. hierarquia e presunção de veracidade. não ocorreu. 118.São atributos do ato administrativo: (A) formalidade. (D) nulo. imperatividade presunção de executoriedade. de ofício. (B) quando os pressupostos autorizadores do ato não presentes. à moralidade . (E) quando a medida tomada é desproporcionalmente gravosa. (D) legalidade. por desvio de finalidade. 119.666/93 é inconstitucional. economicidade. ainda que não haja desvio de finalidade. competência. o que enseja (A) nulidade. a lei não autorizaria a prática do ato. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. 120. (Procurador – TC-PI/2005) Entende-se que o Poder Judiciário pode analisar o mérito de ato administrativo discricionário (A) sempre que o desejar. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) .” Interpretando-se esses textos. (C) nulo. moralidade (E) presunção de legitimidade.causa.666/93 revogou parcialmente a Súmula no 473. Na ausência desse fato. (B) nulidade por desvio de finalidade. (E) a declaração de nulidade de um contrato administrativo. por falta de motivação. que gere indenização ao contratado. e ainda assim tenha de indenizar o contratado.Determinado ato administrativo foi editado visando a fim diverso daquele previsto. desde que o ato tenha sido lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. (B) finalidade. na regra de competência. à moralidade administrativa. conclui-se que (A) a Lei no 8. Esse ato é (A) anulável. deve ser feita por via judicial. que pode ser invocada em Ação Popular. (D) para que o contratado receba indenização pelo que houver executado. (B) anulável. declare a nulidade de um contrato administrativo. por ter ocorrido o vício de vontade denominado dolo. no tocante a direitos originários de atos nulos. (C) na hipótese de praticado por incompetente. (B) esse dispositivo da Lei no 8. insuficiente para esclarecer os reais motivos de conveniência e oportunidade. (E) nulo. na verdade. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) .

(B) nada poderá fazer.No dia 13 de agosto de 2004. Publicada no Diário Oficial a penalidade. vinculado e precário. não concordando em cumprir a penalidade aplicada. sem que a Administração tenha dado qualquer destinação ao bem em questão. estarão sendo INOBSERVADOS os seguintes atributos do correspondente ato administrativo: (A) coercibilidade e finalidade. uma vez que a autorização é ato administrativo bilateral. a Administração Pública concedeu autorização a Elisabete para utilizar privativamente determinado bem público. Elisabete (A) terá que acatar a decisão da Administração Pública. à moralidade administrativa. (D) poderá pleitear a invalidação da revogação. fatos esses que sequer foram alegados e nem mesmo provados no decorrer do processo administrativo instaurado para apurar aquelas faltas. (E) poderá requerer. revogou referido ato administrativo. (C) somente poderá pleitear indenização. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. em razão do instituto da “Verdade Sabida”. que um estabelecimento estava . No dia seguinte. 122. autorizou Marcos Sobrinho a utilizá-lo privativamente.cial. levaram o seu superior imediato a aplicar-lhe a pena de suspensão de 15 (quinze) dias. passível de convalidação do ato pela retificação do mesmo. mesmo que tenha havido lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. para tanto. pelos prejuízos porventura suportados. não afetando a validade do ato em si. analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. ainda que não tenha havido lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. Conseqüentemente. 123.tude da teoria dos motivos determinantes. em ação judi. 121. em vir. em visita de rotina. à moralidade administrativa. no dia 15 de agosto do mesmo ano. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . à moralidade administrativa. (E) nulidade somente no que concerne às conseqüências do desvio de poder. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. (E) tipicidade e vinculação. junto à Administração Pública. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . já que a autorização é ato unilateral. quais sejam lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. (C) imperatividade legitimidade. (D) nulidade. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . Posteriormente. e presunção de (D) veracidade e motivo.se a cumprir aquela sanção. cuja declaração pode ser pleiteada por meio de Ação Popular. a invalidação da revogação. discricionário e precário. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. a ser ajuizada pelo Ministério Público.administrativa.As constantes ausências imotivadas de Manoel Tadeu ao serviço. alegando. sob a argumentação de que a maioria das ausências foi motivada por problemas de saúde de sua mãe. (B) motivo e auto-executoriedade. Manoel recusou. Diante do fato narrado. a necessidade de utilização pública do bem. por meio de Alvará. Referida atitude comprovou que os pressupostos fáticos da revogação eram inexistentes. (C) nulidade.O órgão da prefeitura responsável pela fiscalização de bares e restaurantes verificou.

razões pelas quais existirá sempre uma diminuta margem de liberdade. compulsoriamente. sob o regime de direito público e não se sujeita ao controle judicial.Tanto a discricionariedade como a vinculação são parciais quanto à motivação. (C) conjugação de vontades do Estado. passível de apreciação de ofício pelo Poder Judiciário. a autoridade administrativa está subordinada ao que a lei dispõe.rou. objetivando determinar.A discricionariedade é sempre relativa e parcial. obtida a partir do conjunto principiológico constante na Constituição Federal. respectivamente. correspondem. III. a observância a direitos e obrigações pelo administrado. porque. (C) imperatividade. 125. podendo sofrer o controle judicial quanto à discricionariedade e ao mérito. não possibilitando a mínima liberdade de atuação do administrador. sujeita apenas à apreciação judicial quanto ao mérito. II. ou de quem lhe faça as vezes. (E) regra ditada unilateral ou bilateralmente pelo Estado. de livre nomeação e exoneração. posto que o motivo. aplicável. modificar. e de Josimar para o cargo de Assistente do Diretor Geral. mesmo quando parcialmente subordinado à lei. considere as seguintes situações: I. também. como requisitos do ato. ou por quem o represente. sem a necessidade de intervenção judicial. confiscou imediatamente referidos produtos e os incine. quanto à competência.A conceituação de ato administrativo em face do Estado Democrático de Direito. que tem por finalidade criar. (D) auto-executoriedade.servindo a seus clientes alimentos com data de validade expirada. ou de quem a represente. que constituem requisitos do ato. à forma e à finalidade. e do administrado. tendo como finalidade criar ou extinguir direitos e obrigações. deverão ser valorados pelo administrador público. (B) eficiência. extinguir ou declarar relações jurídicas entre o Estado e o administrado. denomina-se (A) legalidade. a finalidade e o objeto. mediante plena observância da lei para que produza os correspondentes efeitos. como requisitos ou elementos do ato. produzindo efeitos jurídicos imediatos. objetivando criar. modificar ou declarar as correspondentes relações jurídicas. (B) manifestação bilateral da vontade da Administração Pública. emanada do Estado. corresponde à (A) norma concreta.A vinculação poderá ser parcial ou total. Tendo em vista tal fato. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . suscetível de ser contrastada pelo Poder Judiciário. (D) manifestação unilateral da vontade da Administração Pública. . como para qualquer ato vinculado. lotados no Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. ou por quem esteja no exercício da função administrativa. finalidade e imperatividade. O atributo do ato administrativo que possibilitou a apreensão dos gêneros alimentícios em questão pela Administração Pública. Diante disso. sob o regime de direito público e privado. (E) presunção de veracidade. para o ato discricionário. à vinculação e à discricionariedade do ato administrativo. 124.Os atos de nomeações de Márcio para cargo de Analista Judiciário por aprovação em concurso público. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) .

asseverar: é INCORRETO (A) não podem ser revogados os atos que exauriram os seus efeitos. 128. votos. se o interessado recorreu de um ato administrativo e este esteja sob apreciação de autoridade superior. (B) os atos vinculados podem ser revogados.Para a realização dos atos administrativos vinculados. unis. instruções e circulares. (E) a Administração pode revogar seus próprios atos por motivo de conveniência e oportunidade. e também poderá apreciá-los posteriormente.Com relação aos atos administrativos. (D) II e III. (B) decretos.significativos. serviço. às seguintes espécies: (A) instruções. (B) I e III.Em matéria de revogação dos atos . emanados do Diretor Geral do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. ofícios e circulares.tências específicas. como a revogação opera efeitos para o futuro. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . considere: I.É correto o que se contém APENAS em (A) I. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . que não admitem (C) despachos. impedindo que o ato continue a produzir efeitos. como forma de atos gerais ou individuais. (C) II. (C) teotéricos. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . a exemplo das certidões. II. respectivamente. respeitados os direitos adquiridos e ressalvada. 127. III. se o ato já exauriu. a fim de prescreverem o modo pelo qual seus subordinados deverão dar andamento aos seus serviços.Atos emanados de autoridades outras que não o Chefe do Executivo. (E) III.mente porque neles se apresentam os aspectos pertinentes à conveniência e oportunidade. a apreciação judicial. inclusive do Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. em todos os casos. ou seja. aquela que praticou o ato não terá competência para revogá-lo. (D) pareceres.Atos que se revestem como fórmula de expedição de normas gerais de orientação interna. tendo como objetivo disciplinar matéria de suas compe. Os atos administrativos referidos em I. solução única. 126. II e III correspondem.Atos expedidos pela Diretoria de Material e Patrimônio do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. haja vista que os efeitos deles decorrentes são estabelecidos pela lei. alvarás e avisos. (D) a revogação não pode alcançar os intitulados meros atos administrativos. objetivando transmitir ordens uniformes aos seus subordinados. não haverá razão para a revogação. (E) resoluções. e a administração tem a liberdade para apreciar esses aspectos no momento da edição do ato. portarias e ofícios. (B))que admitem uma única solução. é correto afirmar que o administrador estará diante de conceitos jurídicos (A) que possibilitam soluções diversas ou plurissignificativos. avisos e ordens de administrativos. precisa. atestados. (C) a revogação não pode ser praticada quando estiver exaurida a competência relativamente ao objeto do ato.

(Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . quando provocado. é certo afirmar que . (B) Consideram-se atos perfeitos aqueles que ainda não exauriram os seus efeitos.Sobre a classificação dos atos administrativos. 131. (C) convalidação. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . destaca-se o da presunção de legitimidade.Um ato administrativo perfeito pode ser extinto.Dentre os atributos do ato administrativo.(D) portadores de decisões indiferentes ou unissignificativos. Essa afirmação contém conceito relacionado com a (A) revogação. (E) não se permite que a Administração possa anular o ato. (C) a sua imediata execução é autorizada. 132. cabendo prova em contrário. do ato produzida 129. (D)incumbe exclusivamente à Administração Pública a revogação do (B) existe a presunção de que os fatos afirmados pela Administração efetivamente ocorreram.No que se refere à revogação e à anulação do ato administrativo. (E) plurissignificativos ou admitem mais de uma solução. a Administração Pública lança mão de sua supremacia sobre os interesses dos particulares. (E) São denominados atos compostos aqueles que necessitam da manifestação de vontade de um único órgão. (D) conversão.Adm – TRT 8ª R/2004) . que ato administrativo legal e eficaz. é correto afirmar que (A) a revogação pressupõe sempre a existência de um ato ilegal e ineficaz. (B) anulação. segundo o qual (A) a irreversibilidade administrativo é judicialmente.Adm – TRT 8ª R/2004) . embora tenham completado o ciclo de formação. 133. é correto afirmar: (A) Denominam-se atos complexos aqueles que resultam da manifestação de dois ou mais órgãos. a cargo do interessado. (C) Nos denominados atos de gestão. (C) a revogação pode ser declarada tanto pela Administração Pública quanto pelo Poder Judiciário. 130. (D) a prova do vício formal ou do controle quanto ao mérito não é admitida. mas sempre dependem de apreciação judicial para tornarem-se exeqüíveis. (D) São considerados atos imperfeitos aqueles inaptos a produzir efeitos jurídicos. (Técnico Judiciário . o que produzirá efeito ex tunc. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª R/2004) . pois há presunção de que o ato foi praticado conforme a lei.No que se refere aos requisitos ou elementos do ato administrativo. (Técnico Judiciário . (E) o ato administrativo só pode ser anulado por ação judicial. pois lhe é vedado o controle da legalidade. (B) incumbe exclusivamente à Administração Pública a revogação do ato administrativo legal e eficaz. o que produzirá efeito ex nunc. cujas vontades se unem para formar um ato único. sendo vedado à Administração Pública fazê-lo diretamente. (E) invalidação. por motivo de conveniência e oportunidade.

(D) motivo. D 5. ao exonerar o Assessor Especial do Governador.O novo Chefe do Poder Executivo Estadual. A 8. (E) o motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato administrativo. sendo vedado o emprego da força. (B) finalidade. como as penalidades administrativas. (E) objeto. (D))discricionário e ex officio. B . E 6. (C) o motivo e a motivação se confundem porque têm os mesmos significados e efeitos. estará praticando ato administrativo (A) de império e enunciativo. C 7. a de terceiros. por ser da própria natureza da execução desses atos pela Administração Pública.É certo afirmar que no Direito Administrativo a auto-executoriedade (A) é um requisito do ato administrativo em que a Administração se utiliza de meios indiretos de coerção. e obrigatória para os outros atos. Gabarito: 1. analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região. após cinco dias da posse. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . sua 135. B 3.(A) o motivo é o resultado que a Administração Pública quer alcançar com a prática do ato. 136. (B) existe em todos os atos administrativos. não importando a sua espécie. (C) competência. possa causar prejuízo maior para o interesse público. nomeado em comissão há mais de 10 (dez) anos. (C) complexo e regulamentar. caso não adotada de imediato. (D) a motivação é sempre desnecessária para os atos vinculados e discricionários.José Augusto. (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) . 134. (C) confere à Administração a prerrogativa de tomar uma decisão executória sem necessitar da intervenção do Judiciário. (B) a ausência do motivo ou a indicação de um motivo simulado não bastam para invalidar o ato administrativo. preteriu o requisito do ato administrativo denominado (A) forma. (B) vinculado e composto. (E) de gestão e constitutivo. A 4. (D) só é possível quando expressamente prevista em lei e se trata de medida urgente que. inclusive afastando o controle judicial a posteriori. ao praticar ato que não se inclui nas suas atribuições legais. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª R/2004) . (E) é uma prerrogativa da Administração Pública pela qual os atos administrativos impõem obrigações independentemente concordância. C 2.

E 78. D 68. D 60. E 67. E 25. D 50. D 81. E 53. D 26. B 17. A 10. A 80. C 45. C 37. B 71. E 69. A 55. D 59. D 57. D 19. A 32. E 62. B 30. B 38. A 64. E 20. D 14. D 43. D 39. D 21. D 42. A 24. A 35. D 34. C 79. B 70. D 76. D 13. A 77. D 18. B 54. C 63. D 52. E 72. D 83. E 61. D 56. E 11. D 31. C 65. C 27. A 82. E 36. A 84. E 33. C . C 74. D 48. E 41. B 28. A 49.9. D 29. E 73. B 58. E3 66. A 47. A 51. A 44. C 40. D 75. D 23. D 15. E 46. A 16. B 12. D 22.

A 126. C 132. B 121. C 107. D 108. A 114. B 105. B 128. B 106. A 133.85. E 113. C 116. E 134. A 104. C 109. C 111. B 87. A 130. B 118. B 97. B 91. E 120. E 94. A 98. C . B 96. B 101. E 95. C 102. E 86. A 125. D 123. E 103. C 122. B 99. B 129. D 124. D 131. D 89. C 117. E 119. A 100. A 92. D 112. D 136. D 110. E 115. A 90. A 88. B 93. E 127. D 135.

tratando-se de teoria largamente aceita. . (E) II e III . da a 1. O fato do príncipe caracteriza-se pela alteração unilateral do contrato pela administração pública. ante o princípio da legalidade. (B)) na tomada de preços. serviço ou fornecimento à administração pública. (B) não depende de previsão no instrumento convocatório e a modalidade é escolhida pela administração. (B) caução em dinheiro. por acordo das partes. assim como em todas as hipóteses de inexigibilidade de licitação. II . (D) caução em títulos da dívida pública. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) A garantia para assegurar o cumprimento dos contratos administrativos (A) depende de previsão no instrumento convocatório e a modalidade não depende de opção por estar expressamente prevista em lei. (C) é exigida apenas na fase habilitação. (B) II . (D) I e II . quando apurada qualificação econômico-financeira. (D) é imposta unilateralmente pela administração. III . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) Considere as afirmações relativas aos contratos da administração. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I . 4.NÃO é modalidade de garantia na contratação de obras. assim como em algumas hipóteses de inexigibilidade de licitação. (E)) depende de previsão no instrumento convocatório. dentre outros casos. PROVAS ANTERIORES FCC CONTRATOS ADMINISTRATIVOS 3. (E) fiança bancária. (A) no convite e pregão. cabendo ao interessado a opção por uma das modalidades previstas em lei. I .2. A imprevisão não encontra amparo na lei que instituiu normas para licitações e contratos na administração pública. serviços e compras pela administração: (A))) hipoteca. (C))) III . ensejar a alteração dos contratos pertinentes a obra. (C) seguro-garantia. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) O instrumento de contrato administrativo é obrigatório. Tanto a teoria da imprevisão quanto o fato do príncipe podem. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) .

que comprometem a solidez e segurança da obra.O contrato administrativo pode ser rescindido amigavelmente. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . salvo se (A) resultantes de licitação efetuada sob a modalidade de convite. pois o objeto do contrato fora objeto de vistoria. por acordo entre as partes. (E) deverá providenciar os reparos às suas próprias expensas e voltar-se regressivamente contra o servidor que recebeu o objeto do contrato. .Minha empresa foi vencedora na licitação cujo objeto era realizar. assim como em todas as dispensas de licitação. definitivamente recebido em 13 de março de 2002. 8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) A Administração contrata com determinada sociedade de prestação de serviços de engenharia a execução da obra de um edifício. (B)) destinados a compras de pequeno valor e pronto pagamento. (B) tenha havido comprovado prejuízo por três meses consecutivos para o contratado. (D) houver autorização expressa da autoridade superior. (B) pode rescindir o contrato e executar a respectiva garantia. o prédio ainda não está pronto e o local não me foi entregue para os trabalhos. assim como em todas as hipóteses de dispensa e inexigibilidade de licitação. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . Nessa hipótese. assim como em algumas dis-pensas de licitação. (C) destinados a compras e serviços de valor para o qual é dispensada a licitação. (D) as cláusulas contratuais estejam tendo insatisfatório cumprimento. Nesse caso. percebe-se que o edifício apresenta rachaduras e vícios estruturais. (C) caso fortuito. (D) nada pode fazer. a condição sine qua non exigida é que (A) os pagamentos devidos pela Administração estejam atrasados há mais de 90 dias. 7. (D) força maior. 6. a Administração (A)) pode exigir do prestador de serviços o pagamento da indenização correspondente. (E) ocorra alteração social da empresa contratada que prejudique a execução do contrato. (E) no pregão e concurso. para a (E) interferência imprevista. (E) essa exigência não constar do edital da respectiva licitação. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) Os contratos administrativos devem adotar a forma escrita. (B) fato do príncipe. (D) no concurso. dentro do prazo de garantia previsto pela legislação civil. o cabeamento lógico e energético para os computadores em novo prédio do Tribunal. 5. Em 30 de maio de 2003. em 60 dias. recebendo do prestador de serviços o respectivo preço. não tenho culpa em razão de (A)) fato da Administração. previamente ao recebimento definitivo. Todavia.(C) na tomada de preços e no leilão. passados mais de 90 dias da assinatura do contrato. (C) pode devolver o prédio. Nesse caso. (C)) haja conveniência Administração. devendo ser reduzido a termo no processo da licitação.

666/93. (C) são nulas de pleno direito por conferirem ao particu-lar posição dominante. (C) unilateralmente pela Administração. (D) os critérios. (B)) conferem à Administração poderes especiais de alteração e rescisão do contrato.O descumprimento de um contrato administrativo pode sujeitar o particular às seguintes sanções administrativas. (C)) o prazo de vigência do contrato. 10. (B) de comum acordo entre a Administração e o particular. sem restrições. se verificada necessidade de aumentar ou diminuir o objeto do contrato. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . e 13. (E) multa. se verificada necessidade de aumentar ou diminuir o objeto do contrato. e que não podem ser objeto de discussão entre as partes. 12.A alteração das cláusulas de um contrato administrativo pode ser efetuada (A)) unilateralmente pela Administração. contrária ao interesse público.A . disposto tanto pela lei quanto pelo respectivo edital. seja ele determinado ou indeterminado. NÃO inclui cláusula que preveja (A) o crédito pelo qual correrá a despesa. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . unilateralmente ou por mútuo consentimento entre as partes. com o objetivo de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do contrato. (B)) advertência. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) Entendem-se por cláusulas exorbitantes dos contratos administrativos aquelas que (A) são resultado de alterações efetuadas no contrato. tanto do particular quanto da Administração. dentro dos limites legais. (D) de comum acordo entre a Administração e o particular.9. dentre outras: (A) suspensão temporária ou definitiva de participação em licitação e interdição temporária de estabelecimento.O rol de cláusulas necessárias em todo contrato. prestação pecuniária lacração de estabe-lecimento. que não são aplicáveis aos contratos no direito privado. (C) advertência. sem observância de limites. (E) os casos de rescisão. sempre que constatada a existência de circunstância de interesse público que o justifique. (B) a vinculação ao instrumento convocatório da licita-ção ou ao termo que a dispensou ou a inexigiu e à proposta do licitante vencedor. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . (D) perda de licença de funcionamento. data-base periodicidade de reajusta-mento preços. suspensão temporária de participação em licitação e interdição temporária de estabele-cimento. após a sua celebração. (E) unilateralmente pelo particular. (E) decorrem do conteúdo mínimo do contrato. com a indicação da classificação funcional programática e da categoria econômica. (D) não se compreendem no objeto principal da contra-tação e dizem respeito a obrigações acessórias. multa e suspensão temporária de participação em licitação. previsto na Lei nº 8. restrição de direitos e declaração de inidoneidade para contratar com a Administração. e de 11.

quando for conveniente a substituição da garantia de execução. 14. sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis pelo juiz e a responsabilização do particular por perdas e danos. pretende alterar o contrato para diminuição quantitativa de vinte por cento do objeto do contrato. (B) rescisão unilateral do contrato pela Administração. no local da obra. caso em que o particular estará necessariamente isento da aplicação de sanções ou do pagamento de indenização. (C) contém a obrigação de o contratado manter preposto. (B) solicitar e obter a diminuição pretendida. do contrato determina a liberdade de cancelar qualquer parcela do contrato a cumprir. (C) a indenização do contratado pelos prejuízos comprovados. é INCORRETO afirmar que ele (A) gera. (B) pode ser alterado unilateralmente pela Administração. decorrentes da rescisão. (E) fazê-lo unilateralmente. Tendo refeito os cálculos de suas necessidades. pelo particular. porque a diminuição pretendida está dentro do percentual legalmente previsto. (D) a extinção administrativo. NÃO ensejará (A) o pagamento ao contratado das quantias que lhe sejam devidas pelos serviços prestados até a data da rescisão. por razão de interesse público e sem culpa do contratado. (D) pode ser alterado por acordo das partes. mas deverá indenizar a contratada mesmo que esta não tenha efetuado gastos para cumprimento do contrato.rescisão unilateral de contrato de prestação de serviços à Administração. para melhor adequação técnica aos seus objetivos. 15. pelos encargos previdenciários resultantes da sua execução. aceito pela Administração. (D) aplicação de sanções ao particular pela Administração. que vem sendo executado normalmente.Quanto ao contrato administrativo. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) .A Administração Pública e a empresa vencedora da concorrência pública assinaram um contrato para fornecimento de bens. (C) fazê-lo. obrigação solidária ao contratado. de um contrato de prestação de serviços à Administração poderá ensejar a (A) rescisão amigável do contrato administrativo. o que somente ocorrerá se houver acordo com a contratada. não sendo o caso (E) o pagamento ao contratado do custo de desmobilização. (D)) fazê-lo unilateralmente. quando houver modificação do projeto. para representá-lo na execução do contrato. a Administração Pública. (C) rescisão do contrato administrativo. para a Administração Pública. porque a prevalência do interesse público . a Administração poderá (A) alegar a cláusula rebus sic stantibus e obter. vedadas a aplicação de sanções ao particular e sua responsabilização por perdas e danos. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . a diminuição pretendida.A inexecução parcial. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . (B)) o pagamento ao contratado das quantias que lhe seriam devidas até o termo final original do contrato. apenas pela via judicial. (E)) deve sempre ser realizado por escrito e formalizado com as assinaturas das partes. com a devida justificação. 16. Nesse caso. que se operará necessariamente pela via judicial.

supressões dos serviços e compras. e impedimento participação em e de (E) advertência e apreensão de bens e equipamentos do contratado. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . por verificação técnica da inaplicabilidade dos termos contratuais originais. (E) se pretender antecipar o pagamento ao contratado. (C) os casos de rescisão. da (B) necessária a modificação do modo de fornecimento do serviço. a Adminis-tração Pública poderá. (D) o crédito pelo qual correrá a despesa. 19. para melhor adequação técnica aos seus objetivos. (C)) houver modificação do projeto. a critério da Administração. garantida a prévia defesa. seja ele determi-nado ou indeterminado. (B) os critérios. com a indicação da classificação funcional programática e da categoria econômica. entre outras situações: I. e aos acréscimos. (D) necessária a modificação da forma de pagamento. aplicar ao contratado. e multa.de rescisão do contrato. (C) declaração de inidoneidade. desde que para licitar. (E)) rescisão unilateral do contrato pela Administração.É possível a alteração unilateral do contrato administrativo pela Administração. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) O rol de cláusulas necessárias em todo contrato. 17. (Técnico Judiciário – Área Administrativa .acréscimos no caso reforma de edifícios. nas mesmas condições contratuais. dentre outras.666/93.Nos contratos administrativos podem ocorrer. quando (A) conveniente a substituição garantia de execução. particular de O contratado sujeita-se-á às supressões. 18. antes do término da execução do serviço ou obra. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . que apenas se aplicaria na hipótese de inexecução total. (B)) suspensão temporária de participação em licitações e multa prevista no contrato. . considerando o valor inicial atualizado do contrato. (E) a vinculação ao instrumento convocatório da licita-ção ou ao termo que a dispensou ou a inexigiu e à proposta do licitante vencedor. NÃO inclui cláusula que preveja (A)) o prazo de vigência do contrato. data-base periodicidade de reajusta-mento preços. previsto na Lei nº 8. sem prejuízo da aplicação de sanções ao particular e sua responsabilização por perdas e danos. respeitados os limites de até (A) 15% e 30% (B) 20% e 40% (C)) 25% e 50% (D) 30% e 15% (E) 50% e 25% 20. (D) suspensão definitivos de licitações. II. em decorrência de circunstâncias posteriores à contratação. de qualquer valor.TRT 21ª Região/2003) .TRT 21ª Região/2003) . as sanções de (A) multa e impedimento definitivo de contratar com a Administração.Pela inexecução total ou parcial do contrato.

22." Segundo essa Lei. no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento. não considerados de engenharia. 25. mediante inexigibilidade de licitação. que poderá ser pessoa física ou jurídica. deve ser celebrado com os particulares. até o limite de 50% para os seus acréscimos. mediante licitação.000. (D) salvo os acréscimos ou supressões resultantes de acordo das partes. e.00. (Defensor Público – Maranhão/2003) . no valor de R$ 700. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) NÃO cabe à Administração. objeto do direito privado. (D) em razão de suas peculiaridades. (iii) de prestação de serviços técnicos especializados. os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras. da qual não resultam obrigações futuras. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) O contrato verbal com a Administração é (A) válido se precedido por licitação na modalidade tomada de preços. mediante licitação.00. (E) salvo os acréscimos ou supressões resultantes do poder de alteração unilateral dos contratos próprio da Administração. (D) rescindi-los unilateralmente. ele deve observar. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) Em matéria de contrato administrativo é INCORRETO afirmar que. (B)) confiscar bens do contratado. A substituição contrato por do instrumento de outros instrumentos . (A)) em face de sua natureza. nas mesmas condi-ções contratuais. no caso de sua inexecução total. 65. até 25% do valor inicial atualizado do contrato.666/93. (E) diante de sua substância. em tudo.A Lei nº 8. estabelece a seguinte regra em seu art. de R$ (ii) de compra. 24.000. (E)) válido para pequenas compras de pronto pagamento. (C) alterá-los unilateralmente. deve ser rigorosamente observada equação econômico-financeira do ajuste.000. o uso de bem público ou a prestação de serviços públicos. (C) nulo em qualquer hipótese. com entrega imediata dos bens. (A) aplicar sanções por sua inexecução total ou parcial. nenhum acréscimo ou supressão poderá exceder os limites estabelecidos nessa regra.600. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) .Suponha que a Administração pretenda realizar três contratações: (i) de prestação de serviços engenharia no valor de 1. o regime jurídico das leis civis. (B)) salvo as supressões resultantes de acordo das partes.00. (B) válido se precedido por licitação na modalidade convite. (A) sem exceção. (B) faz parte dele a presença das denominadas cláusulas exorbitantes. 23. no valor de R$ 800. (E) fiscalizar-lhes a execução. (D) válido se realizado nos casos de inexigibilidade de licitação. § 1º: "O contratado fica obrigado a aceitar. ao disciplinar os contratos administrati-vos. dentre outros. nos contratos administrativos. (C) salvo os acréscimos resultantes de acordo das partes.21. (C) seu objeto pode ser. serviços ou compras.

pois a anulação de um contrato já em execução opera efeitos ex tunc. dentre as previstas em lei. tais como a suspensão injustificada da execução do contrato. tais como a não liberação. c) é possível em hipóteses excepcionais. (D) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de pagamento de obrigação contratual. (Defensor Público – Maranhão/2003) “No caso de anulação de um contrato administrativo. (C)) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de indenização. (B) no caso (iii). escolher a mais conveniente. na hipótese de boa-fé do contratado. tais como o atraso injustificado dos pagamentos devidos pela Administração. (E) nos casos (ii) e (iii). 28. tais como carta-contrato. 27. os contratos administrativos (A) descumpridos pelo contratado podem acarretar-lhe. em cada caso. pois a anu-lação de um contrato desconstitui os efeitos já produzidos. nota de empenho de despesa.666/93. é possível apenas (A)) no caso (ii).Nos termos da Lei nº 8. por prazo superior a 120 dias. b) é possível ante qualquer descumprimento contratual imputável à Administração contratante. 26. em que não é admitida a anulação de um contrato já em execução.hábeis. após. d) é possível em hipótese excepcionais. a) não é possível. (B) formalizam-se por instrumento público. por parte da . (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . que. o contratado receberá valor relativo à parcela do objeto que já tenha sido executada até a data da anulação. cabendo à Administração. pois a anulação de um contrato já em execução opera efeitos ex nunc. (C) nos casos (i) e (ii). deverá ressarcir os prejuízos do contratado. (D) nos casos (i) e (iii).” Essa afirmação é (A) incompatível com o Direito brasileiro. autorização de compra ou ordem de execução de serviço. lavrado em Cartório de Notas e. arquivados nas repartições interessadas. a rescisão unilateral de um contrato administrativo. (E) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de pagamento de obrigação contratual. (D) podem conter exigência de garantias do contratado. pois a anulação dos contratos administrativos opera efeitos ex tunc. (Gestor do MARE/1999) Nos termos do regime jurídico que lhes é próprio. (C) podem adotar a forma escrita ou a verbal. por prazo superior a 90 dias. a suspensão temporária ou definitiva do exercício de atividades no âmbito territorial da Administração contratante. em qualquer caso. por parte do particular contratado. (B) incompatível com o Direito brasileiro. conforme hipóteses previstas em lei. por ordem escrita da Administração. afastando qualquer recebimento de valor pelo contratado. por ilegalidade não imputável ao contratado. e) é possível em hipótese excepcionais. (E) podem ser rescindidos unilateralmente pela Administração. até o limite dos recursos orçamentários previstos no contrato. conforme o caso.

(A) imediatamente. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) Certa empresa particular. (Juiz Substituto – TJ PI/2001) . que tinha. para substituição da garantia de execução (D) ato unilateral da Administração. 31. invocando como motivo o total somado de 180 dias de suspensão da execução. (C) tem base jurídica para pleitear a rescisão do contrato. nem em face da primeira ordem de suspensão.666/93). (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . em razão da supremacia do Código Civil em relação às demais leis do ordenamento jurídico. (E) decaiu do direito de pleitear a rescisão do contrato. por acordo das partes e desde que haja a devida justificação. sobrevém nova ordem. sendo que não tem esse direito em face da segunda ordem. (D) tem base jurídica para pleitear a rescisão do contrato. para o acréscimo de 50% do valor contatado para prestação de serviços. invocando como motivo a primeira ordem de suspensão. . 90 dos quais em período de calamidade pública. de pleitear a rescisão do contrato. 32. Um ano após ter sido retomada a execução do contrato. de acordo com a legislação que lhes é concernente (Lei nº 8. b) necessária a modificação do valor contratual em decorrência de acréscimos efetuados e desde que respeitados os limites da lei. c) ocorrer descumprimento de cláusulas contratuais. 30. (C) ato unilateral da Administração. agora verbal. para a acréscimo de 50% do valor contratado para reforma de edifício (E) ato unilateral da Administração. por (A) acordo das partes.O contrato administrativo pode ser alterado. mesmo somados os seus períodos. para suspensão da execução. pode ser aplicado aos contratos administrativos. nem em face da segunda.666/93. local ou objeto para execução do contrato. previsto no art. (B)) não tem base jurídica para pleitear a rescisão do contrato.Administração. para a supressão de 50% do valor contratado para compra. para substituição do particular contratado (B) acorda das partes.“A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato”. por mais 70 dias. Tal empresa particular (A) decaiu do direito. 421 do Código Civil. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . que é parte em contrato administrativo regido pela Lei no 8. de área. consoante previsão da Lei das Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 8. excluídos os 90 dias de calamidade pública. 29. mas pode invocar esse direito em face da segunda ordem. invocando como motivo a primeira ordem de suspensão. recebe ordem escrita da Administração para suspender a execução do contrato por 110 dias. O dispositivo acima transcrito.666/93). invocando como motivo os 90 dias somados de suspensão da execução. d) houver subcontratação total de seu objeto e) conveniente a substituição da garantia dada para sua execução.É passível a alteração de um contrato administrativo. quando a) houver modificação do projeto para melhor adequação técnica aos seus objetivos.

pois não cabe a aplicação de princípios para regular contratos administrativos. realizados em regime de adiantamento. Dentre as cláusulas desse convênio destacam-se três: I.00. serem direito (C) o segundo e o terceiro são válidos.666/93. O segundo. em razão da necessidade de se regular o exercício da liberdade do Poder Público de contratar. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . estranho à vontade das partes. 34. devem ser aplicados. (B)) teoria da imprevisão. em cadernetas de poupança. (C)) supletivamente. (D) fato do príncipe. 36.(B) imediatamente. prazo e o contratante (D) imediatamente. de compra de materiais de construção para futura obra na sede da repartição. (E) apenas o segundo é válido. de prestação de serviços de segurança no valor de R$ 2. (C)) o exaurimento do desaparecimento do particular. sendo nulo o segundo. ou operação de mercado aberto lastreada em títulos da divida pública. . II e III são ilegais. sendo nulo o primeiro. para os contratos celebrados após a edição do Código Civil. (C) álea empresarial. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . (A) os três contratos são válidos.000.A ocorrência de um acontecimento externo a um contrato administrativo. (E)) apenas a cláusula III é ilegal. 27/06/03 . (D) a rescisão contratual de qualquer espécie e o cumprimento do objeto.00.Dentre outros. (D) apenas a cláusula II é ilegal. II. II e III são legais.A Administração Pública celebra verbalmente três contra-tos. 33.10:34 35. O primeiro. enquanto não utilizados. (B) as rescisões contratuais de ordem administrativa.Determinado Estado celebra um convênio com um de seus Municípios.00. após aplicados os preceitos de público. são fatos jurídicos que podem extinguir os contratos administrativos. desequilibrando-o e tornando a execução excessivamente onerosa para o contratado. é caracterizada pela doutrina brasileira como (A) fato da Administração. de compra de material de escritório. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . A que estabelece que os saldos de convênio. inevitável. (E) álea ordinária. jurídica e consensual. A que prevê repasses financeiros do Estado para o Município. para os anteriores.000. O terceiro. no valor de R$ 6. (B) o primeiro e o terceiro são válidos. ou em fundo de aplicação financeira de curto prazo. (C) apenas a cláusula I é ilegal. Considerando-se o regime da Lei nº 8. A que determina que as receitas financeiras dessas aplicações possam ser computadas pelo Município como receita própria. Considerando-se o regime da Lei nº 8. e supletivamente. (A) as cláusulas I. III.000. no valor de R$ 1. (A) o desaparecimento do objeto e a rescisão contratual de qualquer modalidade. imprevisível quanto à ocorrência ou às conseqüências. (E) excepcionalmente.666/93. desvinculada do convênio. (D)) apenas o primeiro é válido. conforme o caso. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . (B) as cláusulas I.

” Essa afirmação é (A) incompatível com o Direito brasileiro. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . afastando qualquer recebimento de valor pelo contratado. (B) incompatível com o Direito brasileiro.NÃO constitui motivo para a rescisão (ii) de compra.(E) a ocorrência da exceptio non adimpleti contractus e a rescisão decretada pelo Judiciário. (B) sempre exigíveis. (E)) exigíveis apenas quando determinado pela Administração. autorização de . com entrega imediata dos bens. mediante inexigibilidade de licitação. mediante licitação.600. de 39.00. da qual não resultam obrigações futuras. cabendo ao particular optar pela forma de sua prestação dentre aquelas previstas pela lei. (E) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de pagamento de obrigação contratual. (B) no caso (iii). de R$ compra ou ordem de execução serviço. é correto afirmar que são (A) sempre exigíveis. a quem compete também definir sua forma. (C) nos casos (i) e (ii). no valor de R$ 800. pois a anulação de um contrato desconstitui os efeitos já produzidos. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . A substituição do instrumento de contrato por outros instrumentos hábeis. (D) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de pagamento de obrigação contratual. (C)) compatível com o Direito brasileiro e o recebimento do valor em questão tem natureza de indenização. (iii) de prestação de serviços técnicos especializados.000. 37.00. (D) exigíveis apenas quando determinado pela Administração. no valor de R$ 700. (C) exigíveis apenas quando determinado pela Administração. que as escolherá de comum acordo com o particular. mediante licitação.Suponha que a Administração pretenda realizar três contratações: (i) de prestação de serviços engenharia no valor de 1. pois a anulação dos contratos administrativos opera efeitos ex tunc. pois a anulação de um contrato já em execução opera efeitos ex nunc. o contratado receberá valor relativo à parcela do objeto que já tenha sido executada até a data da anulação. pois a anulação de um contrato já em execução opera efeitos ex tunc. tais como carta-contrato. por ilegalidade não imputável ao contratado. é possível apenas (A)) no caso (ii). (E) nos casos (ii) e (iii). na hipótese de boa-fé do contratado.“No caso de anulação de um contrato administrativo. (D) nos casos (i) e (iii). cabendo ao particular optar pela forma de sua prestação dentre aquelas previstas pela lei.000.000. 38. nota de empenho de despesa. em que não é admitida a anulação de um contrato já em execução. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) .00. na forma determinada pela Administração. 40. não considerados de engenharia.Com relação às garantias do contrato administrativo. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) .

serviços ou compras. (E) a dissolução da sociedade. (D) a supressão. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) .666/93.unilateral do contrato pela Administração: administrativo (A) atraso injustificado no início da obra ou do serviço. as regras gerais da Lei no 8. no que couber. (A)) não é possível. (E) obediência à finalidade pública. é possível (A) a supressão. (D) permitida desde que se trate de ente da Administração autárquica. (D) Ter como objeto uma determinada prestação de interesse público. (C) é possível no caso de suspensão injustificada da execução do contrato. não incidindo a Lei no 8. não incidindo a Lei no 8. (D) é possível no caso de alteração unilateral do contrato.A participação do Poder Público em um contrato que seja regido predominantemente por normas de direito privado é (A) vedada pela Lei no 8. em um contrato de serviço. (E) permitida desde que se trate de ente da Administração fundacional. (C) permitida desde que se trate de ente da Administração direta. (B) razões de interesse público. por parte da Administração. em um contrato de compra. aplicando-se. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Constitui traço distintivo do contrato administrativo: (A) ser consensual e firmado intuitu personae (B) conter cláusulas exorbitantes do direito comum. em um contrato de reforma de edifício. (C) ter como parte contratante uma entidade da Administração Pública. de alta relevância e amplo conhecimento. 43. 44. não incidindo a Lei no 8. promovendo acréscimos ou supressões em seu objeto. de obras. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . independentemente do ente da Administração envolvido. além do limite legal. (E) a supressão. 41. (C)) o acréscimo.A rescisão unilateral.666/93. por parte da (D) a supressão. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . do contrato administrativo pelo particular contratado. (B) é possível no caso de atraso injustificado dos pagamentos pela Administração por mais de 90 dias. (B)) permitida.666/93.666/93. nos termos da Lei no 8.Sabe-se que em certas hipóteses a Administração pode alterar unilateralmente um contrato administrativo. no percentual de 45%. independentemente do ente da Administração envolvido. no percentual de 35%. irregular de especificações.666/93. (B) o acréscimo. dentro de determinado percentual em relação ao valor inicial atualizado do contrato. no percentual de 50%. de pleno direito. no percentual de 40%. (C) o cumprimento cláusulas contratuais. por mais de 120 dias. . Nesse sentido. acarretando modificação do valor inicial do contrato. no percentual de 30%. em um contrato de reforma de equipamento. por ordem escrita da Administração.666/93. projetos e prazos. forma em lei e 42. em um contrato de obra.

É ilegal uma cláusula.666/93. no caso de alteração do projeto pela Administração. (E)) nova licitação. gerando a incidência das sanções administrativas previstas na Lei no 8. . a conduta do contratado configura (A) ilícito exclusivamente administrativo. estabelecendo (A) que cabe ao contratado a opção por uma das modalidades de garantia arroladas na lei.Determinado contrato administrativo foi prorrogado. podendo ser dispensada a aplicação de sanções por decisão da autoridade administrativa superior. mantidos o equilíbrio econômico-financeiro e as demais cláusulas. (C) a obrigação do contratado de manter. (D) a possibilidade de prorrogação dos prazos de início de etapas de execução. punível com detenção e multa. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . mantidos o equilíbrio econômicofinanceiro e as demais cláusulas. por parte da Administração. (C) termo de reti-ratificação ao contrato original. 13/05/02 . (B) a possibilidade de prorrogação dos prazos de conclusão.14 45. afetando o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. todas as condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação. 46. (D) ilícito exclusivamente administrativo. durante toda a execução do contrato. em compatibilidade com as obrigações por ele assumidas. (B)) crime. como o contratado que concorreu para a prorrogação e dela se beneficiou injustamente. a sua renovação operar-se-á mediante (A) o correspondente instrumento de rescisão. (E)) que o foro competente para dirimir qualquer questão contratual é o da sede do contratado. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . (B) o prolongamento da vigência do prazo inicial. independentemente do local da sede da Administração. nos prazos contratuais. do local de execução de obra. 48. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) O recebimento definitivo do objeto de um contrato pela Administração (A)) não exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança no caso de obra ou serviço. Sabe-se que tanto o agente público que deu causa à prorrogação. (D) termo aditivo de acréscimo de valor.No que tange aos contratos administrativos. no próprio contrato e nem no edital da respectiva licitação. (E) mera irregularidade. sem que houvesse a correspondente autorização em lei. no caso de impedimento de execução do contrato por fato ou ato de terceiro reconhecido pela Administração em documento contemporâneo à sua ocorrência. (E) é possível no caso de não liberação. sanável por decisão da autoridade administrativa superior. 47. tinham plena consciência das circunstâncias em que a prorrogação ocorreu. em regra. (C) mera irregularidade. em um contrato administrativo para a realização de obra. acarretando a anulabilidade do contrato. Nessa situação.Administração.

devendo ser utilizados preferencialmente aos contratos.(B) exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança no caso de obra. nos termos traçados pela Lei n. Podem ser firmados pelo poder público com entidades públicas ou privadas. podendo ser indistintamente adotados pela Administração Pública quando desejar associar-se a outras entidades públicas ou privadas. (E) apenas exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança. interesse público c) Admitida apenas e exclusivamente se a Administração impuser encargos adicionais ao particular contratado. podendo assumir direitos e obrigações em nome próprio. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . com natureza contratual. é hipótese: a) Não admitida.Em matéria de contratos e convênios é correto afirmar: a) os convênios representam um acordo de vontades.666/93. mas não no de obra. e) os convênios firmados pelo poder público com outros órgãos ou entidades públicas adquirem personalidade jurídica. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . d) os convênios representam um acordo de vontades. abdicando da sua posição de supremacia. (D) exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança no caso de obra ou serviço. c) os convênios apenas podem ser firmados com entidades públicas.A alteração unilateral de contrato administrativo pela Administração Pública consubstancia expressão prática da aplicação de que princípio? a) moralidade b) supremacia do sobre o particular c) hierarquia d) eficiência e) motivação 50. não inicialmente previstos no instrumento convocatório. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . admitindo-se apenas o reajuste de valores conforme assinalado no instrumento convocatório da licitação. envolvendo interesses recíprocos para consecução de fim comum. 49. se tiver sido precedido por recebimento provisório. 51. e) Admitida em caráter excepcional. ainda que a causa do descompasso seja anterior à apresentação da proposta. (C) exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança no caso de serviço. b) Não admitida por força da aplicação do princípio pacta sunt servanda. mas não no de serviço. em face da predominância dos princípios da vinculação ao instrumento convocatório e da supremacia do interesse público sobre o particular.A alteração do contrato administrativo para restabelecimento da equação econômico-financeira inicialmente pactuada. d) Admitida sempre que o contratado demonstrar que os preços constantes de sua proposta não refletem os valores de mercado na data da prestação. sempre que a Administração Pública pretender celebrar ajustes em condição de igualdade com o particular. 8. desde que presente álea econômica extraordinária e extracontratual. . no caso de obra ou serviço. b) não existe diferença substancial entre eles. O contrato deve ser executado nos exatos valores constantes da proposta vencedora.

e que não haja dolo do contratado ou má gestão do contrato. (A) provisoriamente. do engenheiro ou profissional da área.tratado.É certo que. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Considere as proposições abaixo: I. assinado pelas partes em até quinze dias da comunicação escrita ao contratado. (B) definitivamente. através do qual a Administração Pública adquire. por compra. pelo responsável por seu acompanhamento e fiscalização. O ajuste administrativo celebrado por pessoas públicas da mesma espécie. anormal. para a consecução de objetivos de interesse comum dos partícipes. e estranha a qualquer comportamento doloso ou culposo do prejudicado. mas de conseqüências incalculáveis. 54. anormal. ocorra comporta.TREPE/2004) . 55.TREPE/2004) . diz respeito ao contrato de gestão. (C) provisoriamente. (Analista Judiciário – Adm . (Analista Judiciário – Adm .Em matéria de contratos . mas esse recebimento poderá ser sempre dispensado a critério da autoridade. São corretas APENAS (A)) I. mediante documento assinado pelo contratado até dez dias da comunicação do término do serviço. irregular. para efeito de se realizar posterior vistoria ou avaliação daconformidade com os projetos básico e executivo. irregular. coisas móveis ou empréstimo em dinheiro de certo particular.52. refere-se ao contrato de fornecimento. III. II. pela solidez e segurança da obra ou do serviço. II e IV (C) II. mediante termo circunstanciado. por qualquer servidor do órgão contratante. casos em que fica excluída a responsabilidade civil deste. III e IV (D) I e IV (E) II e III 53.TREPE/2004) . indireta. (C) previsível. e que esteja sempre presente o fato do príncipe e a má gestão do contrato. para lhes ampliar a autonomia gerencial. caracteriza o convênio. em se tratando de obras e serviços. (D)precariamente. mediante recibo singelo. mediante termo assinado pelo con. executado o contrato administrativo o seu objeto será recebido. (E)definitivamente.mento sentido estrito por contratado. (E) imprevisível. (Analista Judiciário – Adm . O ajuste. orçamentária e financeira ou para lhes prestar variados auxílios e lhes fixar metas de desempenho na consecução de seus objetivos. com quem celebra o ajuste. IV. e inexistência de culpa em sentido estrito por parte do prejudicado. (D))imprevisível ou previsível. O ajuste administrativo celebrado por pessoas públicas de qualquer espécie ou realizado por essas pessoas e outras de natureza privada para a consecução de objetivos dos respectivos interesses comuns. e que não culposo em parte do (B) imprevisível. formalizado por um simples termo. O ajuste celebrado pelo Poder Público com órgãos e entidades da Administração direta. II e III (B) I.A doutrina costuma exigir como pressupostos únicos da aplicabilidade da teoria da imprevisão que a interferência seja (A)previsível. entidades privadas qualificadas como organizações sociais. e irregular. sem ocorrência do fato do príncipe. configura um consórcio.

reconsiderar a decisão de seu subordinado. (Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder à questão: Para contratar.000. a exemplo da (A) diminuição das quantidades inicialmente previstas no contrato. alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação.000. poderia. uma sociedade de economia mista federal decide pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. mantidas as demais cláusulas do contrato e assegurada a manutenção de seu equilíbrio econômico-financeiro. inclusive na hipótese de rescisão contratual. (C) alteração do projeto ou especificações. Posteriormente. sendo autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista.666/93. nos casos previstos em lei. de conclusão e de entrega admitem prorrogação. em nome da imperatividade dos atos administrativos. tal autoridade não o motiva. (D) o cumprimento especificações e prazos. 56. para adequar às finalidades do interesse público. pelo regime da Lei no 8. (C) o falecimento do contratado. a situação narrada contém impropriedade. unilateralmente. (D) interrupção da execução do contrato por ordem e no interesse da Administração.Dentre outros. cisão ou incorporação vedadas no edital. (Técnico Judiciário .TREPE/2004) . e dentro dos limites permitidos em lei. bens móveis e imóveis. NÃO constitui motivo para a rescisão do contrato administrativo (A) a instauração de insolvência civil. as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que. unilateralmente. (E) alterar as cláusulas econômicofinanceiras e monetárias desses contratos. os prazos de início de etapas de execução. Em sua defesa. (Analista Judiciário – Jud . no valor de R$ 12. irregular de (E) a fusão. Todavia. dentre outros. (E) diminuição do ritmo de trabalho por determinação e no interesse da Administração. (B) omissão ou atraso de providências a cargo da Administração Pública.administrativos. 58. é INCORRETO afirmar que a referida prorrogação só poderá ocorrer por força de algum motivo. a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício.Quanto à revogação dos contratos em questão.Adm – TRT 2ª R/2004) . (B) modificá-los. invocando nulidade nos contratos assim celebrados. (Analista Judiciário . pela Administração. sem a concordância do contratado. devidamente autuado em processo. (B) a paralisação da obra. e uma obra no valor de R$ 20.Em relação aos contratos regidos pela Lei das Licitações. nos casos de serviços essenciais. provisoriamente. pois . do serviço ou do fornecimento. é INCORRETO afirmar que o regime jurídico a eles aplicados confere à Administração Pública a prerrogativa de (A) ocupar. Nesses casos. 57. (D) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste. a compra de materiais de escritório.Jud – TRT 3ª R/2004) .00.00. (C) rescindi-los. respeitados os direitos do contratado.

instituídos pela Lei no 8. 60.Adm – TRT 23ª R/2004) . devendo os preços unitários ser definidos por ato unilateral do contratado privado. (D) é permitido ao contratado subcontratar parte da obra ou do serviço até o limite admitido no edital pela Administração. para melhor adequação às finalidades de interesse público.O regime jurídico dos contratos administrativos. impedindo os efeitos jurídicos que ele. (Auditor – TC-PI/2005) .É cláusula desnecessária. (E) III. (D) uma sociedade de economia mista não tem a prerrogativa de agir de ofício. (D) II. devendo os preços unitários ser fixados por ato unilateral da Administração. (C) a publicação resumida do instrumento do contrato é condição indispensável para sua eficácia.666/93. é INCORRETO afirmar que (A) constitui ilegalidade a alteração das especificações inerentes ao objeto contratual. para redução ou ampliação do objeto. a que estabeleça o crédito pelo qual correrá a despesa. (E) é permitido à Administração Pública modificar. (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . para melhor adequação às finalidades de interesse público. além de desconstituir os já produzidos.(A) um contrato administrativo.No que tange aos contratos administrativos. III.Em matéria de contratos administrativos regidos pela Lei no 8. exceto quando ao correspondente objeto for a execução de obra.666/93. em contrato administrativo regido pela Lei no 8. deveria produzir. (B) é possível. .A declaração de nulidade do contrato administrativo opera retroativamente. (C) o motivo consistente em nulidade dos contratos não é próprio para sua revogação. (C) II e III. devendo os preços unitários ser fixados mediante acordo das partes. ordinariamente. depois de celebrado. 59. em relação a eles. em um contrato de obra. (Técnico Judiciário . previsão de preços unitários. Está correto o que se afirma APENAS em (A))I e II. (D) é possível. (B) I e III. (C) é possível. devendo os preços unitários ser definidos por nova licitação. (E) a revogação desses contratos teria de ser decidida pelo Poder Judiciário. nos limites legais. (E) não é possível. caso não haja. as cláusulas econômico-financeiras dos contratos administrativos. (B) uma sociedade de economia mista não tem a prerrogativa da revogação de seus contratos.666/93. respeitados os direitos do contratado. (B) é vedado o contrato com prazo de vigência indeterminado. confere à Administração. a alteração contratual. a prerrogativa de modificá-los. unilateralmente.Considere as afirmativas: I. independentemente de condições supervenientes. 61. não pode ser revogado unilateralmente. II. com a indicação da classificação funcional programática e da categoria econômica. (A) é possível. unilateralmente.

(D) a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa. (C) a dissolução da sociedade ou o falecimento do contratado. (E) protocolo de intenções. enquanto permanecerem vigentes os motivos da sanção. (E) impedir o inadimplente de contratar com a Administração Pública. para a realização de obra ou serviço de interesse comum. (Procurador do Município de São Paulo/2004) “Declaração de inidoneidade”. para realização de objetivos de interesse comum.62. de obras. não admitida no edital e no contrato. (A) o cumprimento irregular de cláusulas contratuais.O instrumento adequado. da ou do dos (B) dar publicidade às Administrações Públicas do inadimplemento contratual do contratante. relativa ao dano causado ao Erário com o inadimplemento contratual. 65. (B) a subcontratação parcial do objeto contratual. acarretando modificação valor inicial do contrato além limites legais. em face de sua inidoneidade. (C) propiciar a responsabilização civil do inadimplente. (B) contrato firmado entre o Poder Público e entidades públicas ou privadas para realização de obras públicas de interesse dos partícipes. para a realização de objetivos de interesse comum. e sem a criação de obrigações de parte a parte. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) Determinada empresa contratada. relativa aos contratos administrativos não cumpridos pelo contratado. especificações. (C))ajuste firmado entre o Poder Público e entidades públicas ou privadas. (B) contrato de gestão. por parte Administração. previsto na legislação.Entende-se por convênio administrativo o (A) contrato administrativo de que se utiliza a Administração Pública para a realização de obras públicas com a administração indireta. para fornecimento de medicamentos ao Estado vê-se inopinadamente prejudicada 63. serviços compras. dando continuidade ao contrato firmado. projetos e prazos pelo contratado. é o (A) contrato administrativo.666/93. (E) a supressão. (Procurador – TC-PI/2005) . para a instrumentalização de acordo entre dois entes políticos diferentes. que prejudique a execução do contrato. . (Procurador do Município de São Paulo/2004) . 64. representa sanção de natureza administrativa imposta ao inadimplente. como medida preventiva para futuras contratações. (E) ajuste firmado entre o Poder Público e entidades privadas. (D) termo de parceria. para a realização de obras públicas com a administração indireta. objetivando (A) suspensão definitiva de participação em licitação ou em contratos com a Administração Pública. (C) convênio.No regime da Lei no 8. (D) contrato firmado entre autarquias e empresas públicas. (D) permitir que a Administração contratante substitua o contratado inadimplente. 66. NÃO constitui motivo para a rescisão unilateral de um contrato administrativo pela Administração. (Auditor – TC-PI/2005) . mediante processo licitatório.

que atuam na área de educação e cultura. A situação narrada cor. esta que elevou o custo de um componente do medicamento para valor superior ao preço individual contratado pelo fornecimento. cedendo bibliotecas às associações de bairro. 67. afastando a teoria da imprevisão para o presente caso.financeiramente por desvalorização cambial de grande monta. . (B) firmarão consórcio. mas inevitável. Para tanto. (D) a possibilidade de revisão deste contrato administrativo é poder exclusivo da Administração. após regular processo licitatório.responde à causa justificadora da inexecução do contrato denominada (A) força maior. sendo que o contratado não pode interromper o fornecimento. disciplinando a execução do plano de fomento da educação mediante mútua colaboração das partes. (E) celebrarão contrato de permissão de uso. objetivando a aquisição de um gerador de energia. (E) ocorre a rescisão contratual. (B)há possibilidade de revisão do contrato pelas partes. que culminou com a revisão contratual. por meio do qual se promove a transferência do acervo literário e se disciplina a utilização da mão-de-obra já existente. o que afetou o equilíbrio econômico-financeiro inicialmente pactuado. mediante realização de licitação com as diversas associações existentes em cada bairro. sem fins lucrativos. (C) interferências imprevistas. Ocorre que. Considerando-se este caso concreto é correto afirmar que (A) há possibilidade de revisão do contrato. (C) não há possibilidade da revisão contratual. mas somente quando da renovação. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . ainda que a desvalorização cambial seja tida como ato previsível. Poder Público e associação (A) providenciarão a transformação da associação em questão em fundação pública. (B) fato da administração. tendo em vista que a desvalorização cambial é evento previsível. o governo federal elevou substancialmente o imposto de importação. Tal fato deu causa a uma álea administrativa extraordinária e extracontratual. 68. (D) firmarão convênio para mútua colaboração.A Secretaria Estadual de Cultura pretende incentivar o hábito da leitura junto às populações carentes. (C) celebrarão contrato administrativo para prestação de serviços. com dispensa de licitação. (D) caso fortuito. quando da importação de referidos componentes pela empresa Y. desprovidas de condições financeiras para aquisição de livros. vez que a revisão dos valores sob o fundamento de desequilíbrio econômico exigiria nova realização de certame. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . a fim de que seja autorizado o repasse de verbas. posto que suas conseqüências eram imprevisíveis. regular e legalmente constituídas. intolerável e impeditiva da execução do ajuste.A autarquia federal celebrou contrato administrativo com a empresa Y. (E)fato do príncipe. que não tem interesse na revisão da avença porque foi beneficiada pelo preço ajustado. O projeto faz parte do plano de governo para fomento da educação. cujo rotor e enrolamentos eram fabricados no exterior.

(D) o procedimento legal. A 18. alegando a causa justificadora da inexecução do contrato denominada: (A) Força maior. A 3. A 26.A inexecução do contrato administrativo poderá acarretar. ainda que ausente do edital ou contrato. 71. B 13. não se aplicando à Administração Pública em razão da supremacia do Poder Público. esteja a hipótese prevista ou não na lei. B 19. C 20. E 16. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . e a presença da Administração Pública como Poder Público. Como conseqüência desse fato.69. D 15. E 23.Dentre outras. e a presença de cláusulas exorbitantes. (E) Caso fortuito. o contratado pleiteou judicial. A 24. e a natureza intuitu personae. C 6. e a natureza de um contrato de adesão. (B) Fato da administração. E 17. B 8. e a natureza de um contrato paritário. (D) conseqüências de natureza civil. C 11. (E) a finalidade pública. A 12. dentre outras situações. NÃO se consideram peculiaridades administrativos dos contratos (A) a obediência à forma prescrita em lei. obrigatório para a celebração de contratos. E 4. C 21. (C) a penalização da Administração Pública. edital ou contrato. em juízo ou fora dele. B 10. A 9. consistente em advertência e suspensão temporária de licitar e contratar. a empresa X não pode dar início ao pactuado em virtude da não entrega do local da obra por parte do Poder contratante. A 7.Após celebrar contrato com a Administração Pública objetivando a construção de um hospital. (B) a responsabilidade contratual do inadimplente quando este for o particular. (C) Interferência imprevista. C 2. administrativa e contratual para o inadimplente se este for o particular. (E) a responsabilidade civil. B 14. (C) a mutabilidade decorrente de cláusulas exorbitantes. própria de todos os contratos.mente a rescisão do ajuste. C . B 25. Gabarito: 1. (D) Fato do príncipe. ainda que regidos pelo direito privado. B 5. (A) a aplicação de penalidade administrativa contra a Administração Pública. administrativa e penal só se o inadimplente for a Administração Pública. 70. B 22. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . (B) a subcontratação.

53. 54. (C) o registro do inscrito pode ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo. 40. 48. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . E A D B E C B D E C E A C D B B C C E E E A B E A A A D E A B C A *E A E C E C B D E B D D PROVAS ANTERIORES FCC LICITAÇÕES 1. (B) aos inscritos será fornecido certificado e. 51. 45. 56. 65. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . 49. 44. 29. 30. 68. não estará sujeito à renovação. 55. 60. serão válidos por. 52. 2. 41. 42. (D) as unidades administrativas não podem utilizar os registros cadastrais de outros órgãos da Administra-ção Pública. 63. 34. 67. 59. 36. é certo que (A) o chamamento público para o ingresso de novos interessados a cada dois anos é facultado à Administração Pública. mesmo depois de utilizados os critérios legais de preferência. de 02/06/1993.666. 69. dois licitantes restaram empatados em primeiro lugar. 32. 70. a classificação . 33. 50. 66. em qualquer hipótese. 71. 39. 62. 43. 28. 31.Em certame licitatório. 61. 64. no máximo. 35. que dispõe sobre as Licitações e os Contratos administrativos. 57. 47. 58. a critério da administração. Nesse caso. um ano. (E)) os referidos registros cadastrais.27. 37. 38. para efeito de ha-bilitação. 46.No que diz respeito aos registros cadastrais para fins da Lei Nº 8.

(C) não poderá ser feita. (C) concorrência entre quaisquer interessados que comprovarem os requisitos técnicos exigidos no edital. (D) se fará por acordo entre os vencedores.O Prefeito Totonho Filho pretende construir um Teatro público em seu Município.000.A União Federal pretende realizar licitações para a contratação de uma obra no valor de R$ 180. (D) leilão do direito de projetar o Teatro. pão e outros gêneros perecíveis. cadastrados ou não no Município. 04/08/03 . (C) convite e tomada de preços. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . no tempo necessário para a realização dos processos licitatórios correspondentes. mediante instituição de prêmio ao vencedor.(A) será definida pelo órgão licitante. nas modalidades (A)) concorrência e concorrência. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) Considerando a fase de qualificação ou habilitação nas licitações. em razão dos princípios da prioridade e da precedência. e.00. houver (E) havendo necessidade de a União intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento.TRE CE/2002) Considerado o regime da Lei n o 8. (B) um caso havido durante guerra ou grave perturbação da ordem. (D) convite e concorrência. 5. Tais licitações. no mínimo três. (Analista Judiciário – Área Administrativa . poderão ocorrer. 3. artística e tecnicamente. respectivamente. entende estar obrigado a licitá-lo.000.00 e uma compra no valor de R$ 700. sob pena de livre escolha pelo órgão licitante. (B) convites aos profissionais afetos à área e nela tecnicamente habilitados.666/93. Precisa escolher um bom projeto. 6. em ato público. por livre escolha apenas dentre os dois licitantes empatados.666/93. não tendo na Prefeitura um profissional de gabarito para tanto. (Analista Judiciário – Área Administrativa– TRE CE/2002) . realizadas diretamente com base no preço do dia. (B)) se fará. para o qual todos os licitantes serão convocados. no prazo de 24 horas.11:51 4. observa-se . obrigatoriamente. Nesse caso. por sorteio. não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração. (B) tomada de preços e convite. embora não saiba quando será possível construí-lo. justificadamente. aberto a qualquer interessado que tenha a habilitação técnica exigida no edital. declarando-se frustrada a licitação e abrindo-se uma nova para o mesmo objeto. (E) tomada de preços entre quaisquer profissionais habilitados na fase preliminar e que tenham o gabarito exigido no edital. (E) beneficiará o licitante que primeiro protocolou sua proposta. segundo as regras gerais da Lei n o 8. (D)) uma situação em que inviabilidade de competição. NÃO está configurada hipótese de dispensa de licitação em (A) um caso de compras de hortifrutigranjeiros. (C) uma situação em que não acudiram interessados à licitação anterior e esta. o adequado é a licitação do projeto mediante (A)) concurso entre quaisquer interessados que atendam aos critérios constantes do edital. (E) tomada de preços e tomada de preços.

vantajosamente. 8. sempre que possível. (E) qualificação financeira. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas posterior à abertura dos envelopes de habilitação. (C) qualificação profissional. ao instrumento (D) imparcialidade ou impessoalidade. e a data do recebimento das propostas deverá ser. de (A) 5 (cinco) dias. da norma constitucional que proíbe em determinadas circunstâncias o trabalho dos menores de 18 anos. (E) por qualquer cidadão. (C) relativo ao cumprimento. refere-se à (A) qualificação técnica. no prazo de 5 (cinco) dias anterior à abertura dos envelopes de habilitação. (B) competitividade. (D) de inscrição do licitante pessoa física no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda. da licitação por 10. (B)) habilitação jurídica. (E) fiscalização terceiros.Nas licitações. no mínimo. Esse princípio é conhecido como da (A)) padronização. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) . (B) apenas pelos participantes da licitação. deve ser atendido o princípio pelo qual à entidade compradora cumpre observar as regras que levam à adoção de um standard que. 9.666/93.NÃO figura entre os documentos exigíveis para a fase de habilitação em uma licitação. (C) 15 (quinze) dias. possa satisfazer às necessidades que estão a seu cargo. (C) vinculação convocatório. (C)) por qualquer cidadão. 7. em que usado o critério de julgamento de menor preço. com responsabilidade absoluta ou relativa por seus atos. pelo licitante. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas anterior à abertura dos envelopes contendo as propostas comerciais.que a aptidão efetiva para exercer direitos e contrair obrigações. (D) apenas pelos participantes da licitação. previstos pela Lei n º 8. (B) 10 (dez) dias. (B) que comprove a prestação. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) Publicado o edital de concorrência pública. pelo licitante. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) O prazo que deverá mediar a publicação de aviso de edital de concorrência para compra. (E) 45 (quarenta e cinco) dias. (D) habilitação econômica. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . (E) consistente em certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede do licitante pessoa jurídica. no prazo de 5 (cinco) dias anterior à abertura dos envelopes de habilitação. de garantia. . (D)) 30 (trinta) dias. no prazo de 5 (cinco) dias posterior à abertura dos envelopes de habilitação. poderá ele ser impugnado (A) apenas pelos participantes da licitação. sob uma das formas previstas na lei e respeitado o limite legal. documento (A)) que comprove possuir o licitante sede ou filial no local em que se realiza a licitação.

Na sessão de abertura desses envelopes. a inexigibilidade da (B) será obrigatória. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) .Em regra. (E) aptidão profissional para realização da obra objeto da licitação 13. ficando a critério do Administrador. uma vez que seu autor declarou-se na ocasião interessado em particular da concorrência. devendo repetir o procedimento desde o início. (C) é dispensável.O edital de determinada concorrência pública foi impug-nado por um particular. (C)) acolha a impugnação. fiscalizadora do exercício profissional. mesmo que o seu autor não participe da licitação. porém é imprescindível a natureza singular do serviço. (B) desacolha a impugnação. potencial licitante. caberá ao poder licitante (A) reconhecer licitação. no curso de um processo licitatório. a fim de que seja assegurada a observância do princípio constitucional da isonomia.11. como condição para a habilitação em licitação para realização de obra pública. (C) regularidade fiscal. (D) será dispensada. (E) contratar diretamente qualquer um dos particulares que participaram do procedimento. (D) anular a licitação. Posteriormente. à sua livre escolha. desde que o profissional ou sua empresa sejam de notória especialização. que poderá utilizar-se das modalidades de convite ou de concurso. (B)) que o particular não possui títulos protestados. a impugnação ainda não havia sido julgada. a comissão de licitação verificou que era ela procedente e que as condições do edital poderiam levar à anulação do certame. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . com a licitação ainda em andamento e analisando as razões da impugnação. a Administração está proibida de exigir do particular.Se. a comprovação de (A) registro na entidade de classe respectiva. desde que o profissional seja de notória especialização e o serviço de natureza singular. (D) que o particular não está cumprindo concordata preventiva. no segundo dia anterior à data designada para a abertura dos envelopes de habilitação. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) Para a contratação de serviços relativos ao patrimônio ou defesa de causas judiciais ou administrativas. a licitação (A) é facultativa. 12. que corrijam os vícios anteriormente constatados. . espera-se que a comissão de licitação (A) acolha a impugnação porque regularmente apre-sentada. todos os partici-pantes forem desclassificados. o que permitirá a contratação direta por dispensa de licitação. (E)) é inexigível. invocando a possibilidade de a Administração anular ex-officio os seus atos ilegais. 14. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . pois o não compare-cimento do particular à sessão de abertura dos envelopes automaticamente torna a irresignação intempestiva. (C)) assinalar prazo para a entrega de novas propostas. mas o particular não apresentou envelopes. (B) declarar a licitação deserta. Face a essa situação.

(Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) NÃO pode ensejar a dispensa de licitação (A) a intervenção da União no domínio econômico. tempesti-vamente pois pelo (E) desacolha a impugnação. 01/04/03 . (D)) a impossibilidade competição. conduzindo à contratação direta do outro licitante. (B) a possibilidade de comprometimento da segurança nacional. desde que comunique essa intenção antecedência mínima de 15 dias. previamente qualifica-das. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) Em uma concorrência pública pela melhor técnica. conduzida sob a modalidade de concorrência. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . sob pena de ser considerado inadimplente e sofrer as sanções correspondentes. pois não é possível conduzir licitação apenas com um licitante. podendo a Administração pleitear judicialmente a execução específica da obrigação de fazer correspondente. Como conseqüência.Em uma licitação. pois o não compare-cimento do particular à sessão de abertura dos envelopes equivale à desistência tácita. Abertos os envelopes contendo as propostas . nem decorrer de fato superveniente. (C) o pequeno valor de seu objeto. (B) deverá o licitante faltoso ser considerado inabilitado e a licitação ser considerada deserta.09:06 16. com (D) não poderá ele recusar-se a assinar o contrato. (C) poderá ele recusar-se a assinar o contrato. (E) a ocorrência públicas. a impugnação. um dos licitantes argumentou que a qualificação técnica do outro não fora suficientemente comprovada. facultando-se aos participantes apresentar nova documentação. "Jaune" e "Vert". sem ônus. (A) poderá ele recusar-se a assinar o contrato. apresentaram suas propostas. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Uma vez encerrada a licitação e adjudicado o seu objeto ao vencedor do certame. por dúvida quanto ao teor de um atestado apresentado. participavam dois licitantes. e a abertura dos envelopes contendo as propostas comerciais. em razão de já terem sido abertos os envelopes com as propostas comerciais e de o motivo da suposta inabilitação não ter sido ocultado. (A) a licitação poderá ser revogada. as empresas "Bleu". a pedido do licitante faltoso. para que tenha oportunidade de apresentar nova documentação comprobatória da qualificação técnica. 17. (B) poderá ele recusar-se a assinar o contrato. Após ambos terem sido declarados habilitados. (E)) a licitação deverá prosseguir. de absoluta de calamidades 18. 15. hipótese em que a Administração deverá revogar a licitação. por impossibilidade de competição. (E)) não poderá ele recusar-se a assinar o contrato. (C) deverá o licitante faltoso ser considerado desclas-sificado.(D) acolha apresentada particular. (D) a Comissão de Licitação poderá anular os atos praticados a partir da entrega dos envelopes de habilitação.

"B" e "C" participarão em consórcio. (C) autorizar a divulgação. ante o princípio cogente da publicidade.O jornal X. visto que melhor técnica e melhor preço não foram propostos pela mesma empresa. subscrito pelos consorciados.Na licitação objetivando a construção de dependência para a instalação de Junta de Conciliação e Julgamento. que propôs a melhor técnica. e não houve coincidência de melhor técnica e melhor preço pela mesma empresa. 21. (D) submeter a questão à autoridade responsável pela homologação. (B)) negar a divulgação. Nesse caso. Um quarto cadastrado. através de mais de um consórcio ou isoladamente.técnicas. (C) a possibilidade de participação da empresa consor-ciada. Abertos os envelopes contendo as propostas de preço. (B) que a responsabilidade será exclusiva da empresa a que coube a liderança pelos atos praticados em consórcio. (A) "Jaune" deverá ser contratada. visto que foi formulado por quem não é parte no certame e não tem legítimo interesse jurídico. na mesma especialidade. manifestou interesse a 48 horas da data da apresentação das propostas. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . (C) dar-se-á a contratação de "Vert". "Bleu" ficou em primeiro "Vert" em terceiro. 20. embora perdedor. "Vert" foi classificada em primeiro lugar e "Bleu" em terceiro. O Presidente deve (A) rejeitar o pedido. postula do Presidente da Comissão o imediato conhecimento do teor das propostas. (D) "Bleu" será contratada porque ofereceu melhor preço. Nesse caso. tendo como base o preço oferecido por "Bleu". uma vez que seu preço. na mesma licitação. dentre dever-se-á observar outras normas. única com atribuição para quebrar o sigilo das propostas. inclusive por uma empresa estrangeira. . alegando ter recebido informações que comprometem a lisura de uma licitação. preservando a imagem dos demais. na fase de licitação. Nesse caso. (B) deverá ser feita nova licitação. a liderança será exercida por livre escolha. desde que de todas as propostas. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) A Administração Pública expediu cartasconvite para três interessados do ramo pertinente ao objeto da licitação. porque esse é o limite máximo de participantes nessa modalidade de licitação. (A)) a comprovação de compromisso público ou particu-lar de constituição do consórcio. 19. cuja fase de habilitação dos licitantes está em curso. visto que sua técnica e seu preço são razoáveis e atendem ao edital. as empresas "A". e invocando o princípio da publicidade. (E) que a liderança será exercida pela empresa que possuir maior tempo de funcionamento e valor patri-monial. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . (A) tão-só os três primeiros cadastrados poderão participar. (E) autorizar a divulgação apenas da proposta ofertada pelo licitante envolvido na denúncia. está dentro do previsto no edital. preservando o sigilo do conteúdo das propostas que é igualmente assegurado. (D) que. no consórcio de empresa brasileira e estran-geira. melhor classificada. pelo princípio do in medio virtus. (E)) passar-se-á à negociação do preço com "Vert".

000. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) Em se tratando de licitação. sem embargo de terem diversos outros traços distintivos. 22. (B) não há possibilidade de competição.000.Considerado o regime da Lei n o 8. (C) tomada de preços e convite. (D) a proposta do quarto interessado só poderá ser aceita em caso de desistência de um dos três anteriores.00. assim como ocorre na licitação inexigível. no tempo necessário para a realização dos processos licitatórios correspondentes. Nesses casos. (E) para evitar ofensa ao direito adquirido.666/93. (D) não há possibilidade de competição. (C) um caso havido durante guerra ou grave perturbação da ordem. houver 25.A União Federal pretende realizar licitações para a contratação de uma obra no valor de R$ 180. em face da perda do prazo legal.666/93. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . (D) uma situação em que não acudiram interessados à licitação anterior e esta. (D) convite e tomada de preços. poderão ocorrer. superveniente ao início do procedimento. (E)) uma situação em que inviabilidade de competição. (E) a lei equipara. a licitação dispensável com a dispensada e com a inexigível. a proposta do quarto interessado só será aberta se houver concordância dos outros licitantes. respectivamente. NÃO está configurada hipótese de dispensa de licitação em (A) havendo necessidade de a União intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. razão pela qual a lei arrola os casos em que a licitação não pode ser realizada. em razão do interesse público em aumentar o rol dos licitantes. (B)) concorrência e concorrência. realizadas diretamente com base no preço do dia.(B) o quarto interessado só poderá participar de futura licitação. de (C) verificar a ocorrência de ilegalidade em um ou mais atos do procedimento.00 e uma compra no valor de R$ 700. (E) convite e concorrência. 23. Tais licitações. (C) a lei defere a licitação à discricionariedade do admi-nistrador e o rol legal é meramente exemplificativo. por motivos conveniência e oportunidade. (C)) o quarto interessado poderá participar da licitação. a lei considera dispensável o certame em certos casos. nas modalidades (A) tomada de preços e tomada de preços. justificadamente. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . quanto aos efeitos e ao procedimento. (D)) constatar. para tanto. (B) um caso de compras de hortifrutigranjeiros. . motivo de interesse público. a lei defere a realização da licitação à discricionariedade do administrador.Faculta-se à Administração Pública revogar uma licitação em curso sempre que (A) verificar a ocorrência de ilegalidade no instrumento convocatório. pão e outros gêneros perecíveis. não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração. segundo as regras gerais da Lei n o 8. 24. (A)) embora haja possibilidade de competição. (B) lhe convier.

26. da norma constitucional que proíbe em determinadas circuns-tâncias o trabalho dos menores de 18 anos. (E)) representação. pelo licitante. comprove vínculo trabalhista anterior com o futuro licitante ou executor da obra. (E) intervenção no domínio econômico pela União Federal. o autor do projeto.666/93. podendo a convocação ser efetuada por meio de instrumentos informais. (C) não se aplica caso o autor do projeto. para normalização do abastecimento.13:59 27.(E) verificar o descumprimento das condições do edital pela maioria dos participantes da licitação. (D) compra de bens em caso de guerra ou calamidade pública. (D) não se aplica caso o autor do projeto seja pessoa jurídica.666/93. Desacolhida a impugnação e desejando submeter a questão à autoridade administrativa superior. 30. que considerou abusiva. 27/12/02 . (C) recurso. 29. 28. móveis e imóveis.Em determinada licitação. (B)) exclusividade do fornecimento dos produtos objeto de licitação. (D) mandado de segurança. documento (A) relativo ao cumprimento. básico ou executivo. (B) pedido de reconsideração. (D) ser considerado vencedor aquele participante que oferecer a proposta de melhor preço ou melhor técnica. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . (C) exigir condições mínimas para habilitação dos potenciais participantes. (B)) poder ser aplicável em qualquer caso. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) Conforme previsão da Lei nº 8. conforme o critério de julgamento. O disposto nessa regra (A) impede que a Administração contrate o autor do projeto para prestar-lhe o serviço de gerenciar a execução da obra. independen-temente do valor envolvido. (B)) não impede a licitação ou contratação de obra que inclua a elaboração de projeto executivo como encargo do contratado. um participante impugnou previamente determinada exigência do instrumento convocatório. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) A concorrência distingue-se da tomada de preços pelo fato de (A) dispensar a publicação de editais. . (E) ser obrigatória para a alienação de bens públicos. preste serviços de consultoria técnica ao futuro licitante ou executor da obra. (C) locação de imóvel para instalação de escola pública. previstos pela Lei nº 8. pessoa jurídica. pessoa física. não poderá participar. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . com uma de suas subsidiárias. direta ou indiretamente.NÃO figura entre os documentos exigíveis para a fase de habilitação em uma licitação. deverá interpor a medida denominada (A) agravo de instrumento. da licitação ou da execução da respectiva obra. (E) não impede que o autor do projeto.NÃO é hipótese de dispensa de licitação a (A) contratação de prestação de serviços por sociedade de economia mista. em localização privilegiada. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) .

(B) competitividade.00. dentro do prazo de validade das propostas. com admissão de recurso aos perdedores insatisfeitos. oferecendo o preço de R$ 30 000. Ante a recusa definitiva de A em contratar por R$ 30 000. (C) consistente em certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede do licitante pessoa jurídica.000. Licitações (D) com justificação sobre a proposta vencedora. (E) que comprove a prestação. a Administração poderá contratar (A) B por R$ 35 000.00. de garan-tia.TRE BA/2003) Embora determinando a estrita obediência a vários princí-pios básicos. vantajosamente. e considerando que no caso não houve necessidade de atualização monetária dos preços. (B) legalidade. A recusa-se a assinar o termo de contrato por R$ 30. (B) A por R$ 34 000.00. Regularmente convocado. ao instrumento (D) imparcialidade ou impessoalidade. (C) pela Comissão de designada previamen-te.00. pois alega ter errado em seus cálculos e ser seu preço correto R$ 34. com preço de R$ 40 000. quando se fala em princípio do julgamento objetivo.00.666/93.Nas licitações. O licitante A foi classificado em primeiro lugar. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . possa satisfazer às necessidades que estão a seu cargo.000. 32. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) Em uma licitação do tipo menor preço.00. ainda assim menor do que o de B. a Lei de Licitações dá especial relevância a um deles.00. dispondo que a licitação destina-se a garantir a observância do princípio da (A) probidade administrativa. desde que aceite o preço de R$ 30 000.00. compareceram três licitantes.00. (E)) B. (C) C por R$ 33 000. (E) fiscalização terceiros. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (B)) segundo os critérios fixados no edital. desde que B não aceite esse preço.00. . 34. da licitação por 33. Esse princípio é conhecido como da (A)) padronização. 31.00.00. pelo licitante.(B) de inscrição do licitante pessoa física no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda.Em matéria de licitação. o licitante C. e em terceiro. Em segundo lugar foi classificado o licitante B. com preço de R$ 35 000. regida pela Lei nº 8. independentemente de ouvir B. têmse em mente que o julgamento será feito (A) sempre pelo critério do menor preço oferecido. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . sempre que possível. (E) de modo transparente. sob uma das formas previstas na lei e respeitado o limite legal. Nesse momento. deve ser atendido o princípio pelo qual à entidade compradora cumpre observar as regras que levam à adoção de um standard que. (D)) que comprove possuir o licitante sede ou filial no local em que se realiza a licitação. (D) C por R$ 33 000. C informa à Administração estar disposto modificar seu preço para R$ 33 000. (C) vinculação convocatório.

38. (E) a concorrência. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) A União Federal pretende realizar a contratação de uma obra no valor de R$ 10. ou concorrência. (C) restauração histórico. considerando-se deserta. tendo por objeto o remanescente de uma obra. considerando-se fracassada.Para os fins da Lei nº 8. a licitação (A) é inexigível.00. o trabalho relativo a (A) projetos básicos e executivos. (C) a tomada de preços. (A)) a Administração poderá conceder prazo a todos os licitantes para que apresentem nova documentação. a modalidade de licitação adequada é (A) o pregão. considerando-se deserta.000. (A) poderá contratar mediante dispensa de licitação. (C) essa licitação deverá ser revogada pela Administração. (C) terá de realizar nova licitação.TRT 21ª Região/2003) . 39. entre outros. (E) moralidade. (B)) o leilão. 35. 36. (C) terá de ocorrer na modalidade tomada de preços. (D) essa licitação deverá ser anulada pela Administração. em conseqüência da rescisão de contrato anterior. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Quando todos os licitantes forem inabilitados em uma licitação.Para venda de bens móveis inservíveis à administração.(C) publicidade. (E)) poderá ocorrer na modalidade convite. . de 21/06/93 (Lei de Licita-ções e Contratos Administrativos). (Técnico Judiciário – Área Administrativa . (B)) poderá contratar mediante dispensa de licitação. habilitando os licitantes. (D) o convite. material princípio 37. escolhendo a seu critério empresa que preencha os requisitos da anterior licitação. de bens de valor com da (D) terá de ocorrer na modalidade concorrência. (E) avaliações em geral. respeitando a ordem de classificação da anterior licitação e observando as mesmas condições do contrato rescindido. (B) terá de ocorrer na modalidade convite. (B) a Administração poderá afastar algumas exigências do edital que não tenham sido atendidas. ou tomada de preços. (E) essa licitação deverá ser revogada pela Administração.TRE BA/2003) .666.666/93. Para essa contratação. NÃO é considerado serviço técnico profissional especializado. (D)) isonomia. (B) fiscalização de obras e serviços. considerando o valor total do contrato para definir a modalidade de licitação. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . observando as mesmas condições do contrato rescindido. nos termos da Lei n o 8.Para a Administração celebrar contrato. (D)) aquisição de observância ao padronização.

(Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . (C) terá de considerar a licitação como deserta e iniciar nova licitação.00 poderão ocorrer. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) . (B) convite e tomada de preços. os contratos de vulto médio e a participação de interessados previamente cadastrados. que manifestarem interesse com . (C)) concorrência e concorrência. tomada de preços e convite. (C) convite.(D) terá de realizar nova licitação.São próprios da concorrência pública. a venda de produtos legalmente apreendidos ou penhorados deve ser feita por licitação. sob as modalidades (A) convite e concorrência. 43. julgamento. julgando suas propostas comerciais. Na tomada de preços. (B) concurso. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) . é destinado a contratos de pequeno vulto e a facultar a participação de cadastrados. sendo incabível para os particulares. (E)) deverá seguir as fases de abertura.Quanto à noção geral de licitação. I. que levaram às inabilitações. (E) terá de contratar diretamente. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) Considere as proposições que seguem. pode-se dizer que (A) deverá atender exclusivamente aos princípios da vinculação ao edital. (E) tomada de preços. (E) concorrência e tomada de preços. considerando todos os licitantes habilitados. (C) é obrigatória para a administração direta e facultativa para a indireta. 44. respectivamente. considerando o valor do remanescente para definir a modalidade de licitação. (D)) leilão.As licitações para a contratação de uma obra orçada em R$ 300 000. (D) terá de considerar a licitação como fracassada e iniciar nova licitação. habilitação.De acordo com a Lei. clas-sificação. III. (D) em razão do peculiar interesse público não pode ser dispensada ou considerada inexigível. homologação e adjudicação. (B) suas modalidades se restringem à concorrência. (D) tomada de preços e tomada de preços. (B) poderá alterar as exigências do edital. 41.00 e de uma compra orçada em R$ 800 000. entre outros. II. na modalidade de (A) concorrência. entre outros requisitos. todos os licitantes forem inabilitados. da publicidade e da probidade administrativa dos licitantes. em uma concorrência. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . por inexigibilidade de licitação. 40.Se. O convite. a Administração (A) poderá imediatamente passar todos os licitantes à próxima fase da licitação. é permitida a participação de qualquer interessado e a presença de contratos de grande vulto. 42. a respeito das licitações. entre outras características. (E)) poderá conceder mais prazo para que todos os licitantes apresentem nova documentação.

(Gestor do MARE/1999) O princípio da igualdade. diz-se (A) convite. a Administração (A) deverá revogar o procedimento. de observância obrigatória nas licitações realizadas pelo Poder Público.Nas concorrências sujeitas à Lei nº 8. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) Quando há impossibilidade jurídica de competição entre contratantes. constituídas sob as leis brasileiras e com sua sede e administração no País. dentre as propostas. (E) consulta. inexeqüível. (B) seja dada preferência aos serviços prestados por empresas de pequeno porte.Para a contratação de remanescente de uma obra. (D) pregão.A modalidade de licitação. não impede que (A) os órgãos públicos restrinjam às empresas.antecedência de até 24 horas apresentação das propostas. prevista na Lei nº 8.666/93. quando todas as propostas forem desclassificadas. quer pela natureza específica do negócio. (C) se exclua a participação de empresas estrangeiras nas concorrências para fornecimento de material bélico destinado às Forças Armadas. a Administração . em conseqüência de rescisão contratual. científico ou artístico. vedada. 49. (C) poderá escolher. (E)) poderá conceder prazo a todos os licitantes para sanar os vícios que levaram à desclassificação. a que mais condições tem de atender ao interesse público. da Está correto SOMENTE o que se afirma em (A) I (B) II (C)) III (D) I e II (E) II e III 45. (B) leilão. diz-se que a licitação é (A) (B) (C) (D) (E) ineficaz dispensável. a participação em tomadas de preços para fornecimento de bens. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . (C)) concurso. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . sob regime de concessão. (D) poderá realizar sorteio para definir a proposta vencedora. 46. mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores. inexigível. (E) as empresas públicas e sociedades de economia mista sejam dispensadas de licitar para a prestação de serviços públicos. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . como critério de desempate. devidamente inscritas nos respectivos registros cadastrais. 47. 48. entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico.666/93. (D) se restrinja às empresas sediadas no local da prestação dos serviços a participação nas licitações. (B) deverá anular o procedimento. quer pelos objetivos sociais visados pela Administração. classificando-a.

Empresa B: R$ 57. a tomada de preços. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . c) o licitante em questão não pode ser desclassificado com base em tal fato. c) terá de realizar nova licitação. (A) exclusivamente concorrência.a) estará em face hipótese de dispensa de licitação.000. b) terá de realizar nova licitação. a modalidade (B) além da modalidade concorrência. que levaria à inabilitação de um dos licitantes. d) estará em face de hipótese de dispensa de licitação. Considerando-se apenas a fórmula de cálculo prevista na Lei nº 8. respeitadas as faixas de valor legalmente previstas. vem ao conhecimento da comissão de licitação um fato superveniente. deve anular o nem mesmo judicialmente. 52. .00. desde que atendida a ordem de classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor. desde que se empregue o sistema de registro de preços. 51. a modalidade b) o licitante em questão pode ser desclassificado com base em tal fato. (C) além da modalidade concorrência. tendo e) a Administração deve revogar o processo de licitação.Em uma licitação de obra. Empresa D: R$ 41. desde que não haja fornecedor do bem ou serviço no País. estando livre para escolher a empresa a ser contratada. desde que apresente a razão da escolha e justificativa do preço. desde que não haja fornecedor do bem ou serviço no Pais. e) estará em face de hipótese de inexigibilidade de licitação.666/93. Empresa C: R$ 55. na modalidade correspondente ao valor do remanescente da obra. a tomada de preços. o valor orçado pela Administração foi de R$ 85.000. (E) exclusivamente. e o convite. d) o licitante em questão não pode ser desclassificado com base em tal fato. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) Para licitações internacionais é admissível. desde que se empregue o sistema de registro de preços. Nessa licitação.00. na modalidade correspondente ao valor da obra integral. sem prejuízo para a validade do processo. (A)) nenhuma das Empresas apresentou proposta mani-festamente inexeqüível. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) .000.500. apenas a tomada de preços. foram apresentadas as seguintes propostas comerciais: Empresa A: R$ 60.666/93.00. 50. desde que o órgão licitante disponha de cadastro internacional de fornecedores.Em uma concorrência regida pela Lei nº 8. e o convite. (D) além da modalidade concorrência.000. desde que atendida a ordem de classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor. a) a Administração processo de licitação. tomada de preços. operado a preclusão.00. respeitadas as faixas de valor legalmente previstas. pelo critério de menor preço. devendo a Administração valer-se da tutela jurisdicional para eliminá-lo do certame.00. respeitadas as faixas de valor legalmente previstas. já ultrapassa a fase de habilitação e abertos os envelopes de proposta dos licitantes. Nessa situação.

Em matéria de licitações públicas. (A) a Administração poderá prorrogá-lo uma vez. é certo que (A) a circunstância de fato encontrada na pessoa com quem se quer contratar. direta ou indiretamente. caracteriza a licitação denominada dispensável. para assinar o respectivo termo de contrato no prazo regu-larmente estabelecido. 53. (B) não impede que o autor do projeto. para fazê-lo em igual prazo e nas condições propostas por cada qual. dentro das hipóteses cabíveis. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . (E)) terá decaído o direito de contratar do primeiro classificado. podendo a Administração convocar os licitantes remanescentes. quando se tratar de licitação considerada dispensada. (D) à Administração Pública cabe ajuizar. (D) apenas as Empresas D. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . nem se manifesta. não poderá participar. por igual período. nos termos da Lei nº 8. têm o mesmo significado e procedimento. da licitação ou da execução da respectiva obra. o autor do projeto. (B) a licitação. preste serviços de consultoria técnica ao futuro licitante ou executor da obra. (D)) não impede a licitação ou contratação de obra que inclua a elaboração de projeto executivo como encargo do contratado. dispensável e inexigível. cuja hipótese recebe as denominações de dispensada. (D) terá decaído o direito de contratar do primeiro classificado. na ordem de classificação.(B) apenas a Empresa D apresentou proposta manifes-tamente inexeqüível. C e B apresentaram propostas manifestamente inexeqüíveis. O disposto nessa regra (A) não se aplica caso o autor do projeto seja pessoa jurídica. devendo a Administração anular a licitação. comprove vínculo . (C) terá decaído o direito de contratar do primeiro clas-sificado. a exclusão da obrigação de licitar exige um prévio ato da Administração Pública.Conforme previsão da Lei nº 8. (C) impede que a Administração contrate o autor do projeto para prestar-lhe o serviço de gerenciar a execução da obra. (E) todas as Empresas apresentaram propostas mani-festamente inexeqüíveis. Encerrado o prazo. (B) terá decaído o direito de contratar do primeiro clas-sificado. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . produzindo os mesmos efeitos. (C) a desnecessidade de ato prévio da Administração Pública para licitar caracteriza a licitação inexigível. devendo a Administração revogar a lici-tação. 54. da conveniência e oportunidade da dispensa. (C) apenas as Empresas D e C apresentaram propostas manifestamente inexeqüíveis.Convocado o primeiro classificado de uma licitação. desde que ocorra motivo justificado. este não comparece. na ordem de classificação. (E) não se aplica caso o autor do projeto. (E)) na licitação dispensável ou na inexigível. para fazê-lo em igual prazo e nas mesmas condições propostas pelo primeiro classificado. que impede o certame. podendo a Administração convocar os licitantes remanescentes. porque a obrigação de licitar vem excluída por força de lei. pessoa jurídica. a cada caso. básico ou executivo.666/93. 55. pessoa física.666/93.

(D) tem razão apenas no primeiro e no último caso. quanto na de execução do contrato. o somatório dos quantitativos de cada consorciado. em relação às normas gerais de licitação editadas pela União. posto referir-se modalidade de licitação incompatível com o sistema de registro de preços.Suponha que determinada Lei estadual venha estabelecer regra pela qual o Estado pode adotar a modalidade de pregão. posto que apenas a União pode valer-se do pregão. (B) será invalidada. 59. (B) conflitante. conforme regulamento específico. O primeiro caso envolvia a compra de gêneros perecíveis. Tal regra. uma obra no valor de R$ 100. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . quando efetuadas pelo sistema de registro de preços. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . concluiu que nos três casos poderia ser dispensado o recebimento provisório do objeto contratual. o concurso e o pregão. (E)) compatível. (C) o leilão é a modalidade própria para venda de produtos legalmente apreendidos.666/93. (iii) fica admitida. tanto na fase de licitação. Considerando-se o regime da Lei no 8. entre outras. (E) nenhuma das questão é legal. caso compareça um único licitante.trabalhista anterior com o licitante ou executor da obra. três regras em 56. (D) são modalidades dela concorrência. para efeito de qualificação técnica. (D) apenas as regras (ii) e (iii) são legais. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . apenas nos dois 58. (ii) os atos praticados em consórcio. acarretarão responsabilidade solidária para todos os integrantes do consórcio. (D) conflitante. (C) conflitante. (E) a competência para legislar sobre a matéria é privativa da União. . (B)) tem razão primeiros casos. posto que não é possível a compra de bens por pregão. 57. serviços profissionais. Considerando-se o regime da Lei no 8. na qual admite-se a participação de empresas em consórcio.000. posto que apenas a União pode valer-se do sistema de registro de preços. analisando três minutas de contratos administrativos. o Procurador (A) tem razão nos três casos. para compras de bens comuns.No edital de uma licitação. (B) apenas as regras (i) e (ii) são legais. a (C) tem razão apenas nos dois últimos casos. futuro (C) apenas as regras (i) e (iii) são legais. O segundo caso. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . (E) não tem razão em nenhum dos três casos. constavam. E o terceiro. (A)) as três regras em questão são legais. as seguintes regras: (i) é vedado a uma empresa consorciada participar na presente licitação através de mais de um consórcio ou isoladamente.666/93. é (A) conflitante.Em relação à licitação NÃO se pode afirmar que (A) é imprescindível para concessão ou permissão de serviços públicos.Um Procurador do Estado.00.

para aplicar o sistema de registro de preços.666/93 apenas no tocante ao prazo de validade do registro.Determinado órgão da Administração Pública Federal. de material de uso pessoal e administrativo pelas Forças Armadas. ficando a empresa B em segundo lugar e a empresa A em terceiro. e informando que o registro terá validade de 2 anos. conforme regra estabelecida na Lei no 8. (D) desrespeitou a Lei no 8. atendida a ordem de classificação da licitação anterior e respeitada a oferta então realizada pela empresa a ser contratada. para a prestação de serviços para a Administração. no valor de R$ 110. . em periodicidade regular. nos termos da Lei no 8.Configura hipótese de dispensa de licitação. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . com ou sem fins lucrativos.60.000.666/93. (E) a contratação de remanescente de obra. (E)) desrespeitou a Lei no 8. independentemente do preço ou valor envolvidos.Quando cabível. realiza seleção mediante tomada de preços.666/93 apenas no tocante à modalidade de licitação empregada. Nesse processo.13:2 61.666/93.666/93. (A)) a necessidade de a União intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. R$ 90. (D) tomada de preços. inclusive preferência por fabricante e marca. (D) a contratação realizada por empresa pública com subsidiária sua. 10/05/02 .00 e R$ 50. deve ocorrer na modalidade (A) correspondente ao valor do bem cujo uso está sendo concedido.000. (D)) B. (B) a aquisição. (C)) concorrência. em conseqüência de rescisão contratual. a empresa que deve ser considerada vencedora é a (A) A.000. do tipo menor preço. Nessa situação o órgão público (A) atendeu às exigências da Lei no 8. a licitação para a concessão de direito real de uso de bem imóvel pela Administração a particular. compareceram apenas as empresas A. sendo as empresas A e C desclassificadas. (B) desrespeitou a Lei no 8.666/93 apenas no tocante à descrição dos bens a serem adquiridos. (B) convite. (E) pregão. (C) C.00. (C) a contratação de associação de portadores de deficiência física. 63. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) Em determinado processo de licitação. Considerando os preços oferecidos e considerando que nenhuma das empresas licitantes possui situação que justifique composição de custos diversa da do mercado.000. 62.666/93 no tocante aos três aspectos mencionados. para prestação de serviços.00. sem fixação de preço máximo. o valor orçado pela Administração foi de R$ 109. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . sendo as empresas B e C desclassificadas.00. comunicando aos interessados a especificação completa dos bens a serem adquiridos. respectivamente. que foram habilitadas e ofereceram propostas. para a contratação de serviços de engenharia. (B) B. (C) desrespeitou a Lei no 8. ficando a empresa A em segundo lugar e sendo a empresa C desclassificada. B e C.

observado o prazo de 45 (quarenta e cinco) dias da sessão pública de julgamento das propostas. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) .A situação de emergência (A) ou de calamidade pública constituem motivos para a inexigibilidade do certame licitatório. sendo que após decorridos 120 (cento e vinte) dias da data da habilitação. aquisições. enquanto a grave perturbação da ordem deve ser por dispensabilidade desse certame. (A) por período livremente estabelecido pela Administração.Nos termos da Lei no 8. em uma licitação sob a modalidade convite.(E) C. ficam os licitantes liberados dos compromissos assumidos. ficando a empresa B em segundo lugar e sendo a empresa A desclassificada. sem convocação para a contratação. sendo a calamidade pública justificadora da dispensabilidade de licitação.O fato de. (B) vedada. (B) por distinto ou igual período. sem convocação para a contratação. os licitantes ficam liberados dos compromissos assumidos. eis que decorrido esse prazo sem convocação para a contratação. no objeto da licitação. 65. exceto no caso de (C) vedada. (D)) vedada. pois decorrido esse prazo sem convocação para ser celebrado o contrato. observado o prazo de 90 (noventa) dias da data da adjudicação para ser formalizado. (E) vedada. (B) constitui motivo para a dispensabilidade da licitação.666/93. pois decorrido referido prazo sem convocação para a contratação. (E) deve ser equacionada mediante inexigibilidade da licitação. 66. os licitantes remanescentes ficam liberados apenas dos valores propostos. sem exceções. 67. . (D)) ou de calamidade pública. sendo que decorridos 60 (sessenta) dias da data da entrega das propostas. de recursos financeiros para sua execução é (A) permitida. (E) por período que vier a ser estabelecido. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . podem ensejar a dispensabilidade de licitação. acudir apenas 1 (um) interessado (A)) não impede a seqüência regular do procedimento. os licitantes ficam liberados dos valores ofertados. (D) por igual ou distinto período. observado o prazo de 15 (quinze) dias da data da homologação. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . exceto no caso de reformas executadas sob o regime de empreitada por preço global. (C) é causa para a inexigibilidade do certame licitatório. (C)) por igual período. a inclusão.O prazo de convocação para o adjudicatário assinar o termo de contrato poderá ser prorrogado uma vez. sendo que a grave perturbação da ordem caracteriza inexigibilidade desse certame. 64. operar-se-á a liberação dos licitantes dos compromissos assumidos no certame. exceto no caso de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão. respeitado o limite legal.

d) Não há distinção.666/93. obriqam o administrador a. ao elaborar seu registro cadastral. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . sendo opção discricionária do administrador a não realização do certame licitatório. (E) a torna deserta. mas não enseja a dispensa de licitação para contratar. estabelece que sua validade é de 2 (dois) anos. sendo as situações de dispensa de licitação apenas exemplificativamente discriminadas. (C) há irregularidade na periodicidade de atualização. e) As hipóteses de dispensa elencadas na lei. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) Um órgão da Administração Pública. possível nas e tomada de (E)) é compatível com a modalidade concorrência. devendo ser atualizado no mínimo anualmente através de chamamento público. pela sua própria natureza. a pré-qualificação dos licitantes (A) não é possível. (C) a torna fracassada. (C) somente é possível na modalidade tomada de preços. (B)) há irregularidade no prazo de validade.Nos termos da Lei no 8. (D) a torna deserta. mas não enseja a dispensa de licitação para contratar. 71. b) Na dispensa de licitação existe possibilidade de competição. Nesse caso. Na inexigibilidade de licitação a inviabilidade de competição faculta ao administrador a não realização do procedimento licitatório.Assinale a alternativa correta sobre a distinção entre dispensa e inexigibilidade de licitação: a) As hipóteses de inexigibilidade de licitação estão taxativamente fixadas na lei. 70.O patrocínio direto ou indireto de interesse (A) público ou privado perante a Administração Pública. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . Nas hipóteses de dispensa de licitação é impossível realizar-se o procedimento licitatório. (E) há irregularidades em todos os aspectos apontados. A licitação deixa de ocorrer por opção discricionária do administrador. (B) somente é possível na modalidade convite. c) Na inexigibilidade de licitação a competição é perfeitamente possível. deixar de realizar o procedimento licitatório. Na inexigibilidade a competição é inviável. (D) há irregularidade na previsão de utilização de registros de outros órgãos. ensejando a contratação mediante dispensa de licitação. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . porque apenas uma pessoa ou um único objeto satisfazem as necessidades da Administração. O administrador pode optar livremente por uma ou outra alternativa. prevê ainda a possibilidade de utilização de registros cadastrais de outros órgãos da Administração Pública. (A) não há irregularidades nos aspectos apontados. ensejando a contratação mediante dispensa de licitação. 68. diante da situação fática nelas abstratamente descrita. (D) somente é modalidades convite preços. objetivando a . embora evidenciem a possibilidade de competição.(B) a torna fracassada. 69.

(B)) privado perante a Administração. e multa. desde que consagrado pela opinião pública. (E) a contratação de profissional de qualquer setor artístico. (C) público perante a Administração. proporcionando a celebração de contrato mediante inexigibilidade de licitação. ou multa. e multa. está sujeito à pena de detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. 72. inclusive os de uso pessoal e administrativo. sejam ou não vantajosas as condições ofertadas ao Poder Público. mesmo sem necessidade de manter a padronização. (D) privado perante a Administração Pública. posteriormente anulado pelo Poder Judiciário. também sob o regime de tarefa. vedado a qualquer outro cidadão acompanhar o seu desenvolvimento. (C) execução indireta a que o órgão ou entidade contrata com terceiros. (B)a aquisição de obras de arte e objetos históricos de autenticidade certificada.É dispensável a licitação. para (A) a aquisição de bens nos termos de acordo internacional genérico aprovado pelo Presidente da República. (Analista Judiciário – Jud .666/93. (C) compras de quaisquer espécies de materiais para as Forças Armadas. desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade. cuja invalidação for decretada pela entidade realizadora do certame. 74. está sujeito à pena de reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos. que dispõe sobre Licitações e Contratos da Administração Pública. está sujeito à pena de detenção de 6 (seis) meses a 1 (um) ano. sendo cabível a preferência de marca.666/93. causando a realização de certame licitatório. (D) empreitada por preço unitário quando se contrata a execução de obra ou serviço por preço certo ou estimado e total ou parcial. estabelece que (A) todos os participantes das licitações têm direito público subjetivo à observância do procedimento licitatório. sob o regime de empreitada integral. para os fins da Lei no 8. com o propósito de dispensar a licitação. (Analista Judiciário – Adm .celebração de contrato.É correta a afirmação de que. (B) o procedimento licitatório caracteriza ato administrativo material quando praticado na esfera da . 73. dando causa à instauração de licitação. cuja anulação for decretada pelo Poder Judiciário. cuja invalidação vier a ser decretada pelo Poder Judiciário. considera-se (A) empreitada por preço global quando se contrata a execução de obra ou serviço por preço certo ou estimado de unidades determinadas. (D) a aquisição de materiais ou equipamentos que só possam ser fornecidos por produtor ou empresa exclusivos.TREPE/2004) . dentre outras situações. diretamente ou através de empresário exclusivo.TREPE/2004) .A Lei no 8. posteriormente invalidado pela entidade realizadora do certame. (B) execução direta a que o órgão público ajusta com particulares. está sujeito à pena de detenção de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.TREPE/2004) . (E) alienação toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou parceladamente. (E) privado ou público perante a Administração. (Analista Judiciário – Adm . está sujeito à pena de reclusão de 3 (três) meses a 1 (um) ano.

da presunção de (C) atributo imperatividade.Adm – TRT 2ª R/2004) . entre outros. a licitação (A) é inexigível. 78. (E) ao leilão e ao pregão. alienações e serviços. (D) as licitações não serão sigilosas. o julgamento será feito (A) por uma comissão especial integrada por pessoas de reputação ilibada e reconhecido conhecimento da matéria em exame. não sendo imprescindível ter conhecimento completo da matéria.Administração estadual. II.Licitação entre interessados devidamente cadastra. (C) ao pregão e ao convite. dizem respeito. (E) atributo da impessoalidade.No caso de licitação na modalidade de concurso. (D) ao convite e ao leilão. do ensino ou do . (Técnico Judiciário . (B) princípio legitimidade. independentemente de registro cadastral na Administração que a realiza ou em qualquer outro órgão público. (B) por um colegiado permanente. (A))ao concurso e à tomada de preços. desde que a contratada detenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos. salvo os de publicidade. 75.Considere: I. (E))ficam subordinados a seu regime.A possibilidade que se oferece à participação de quais. compras. em qualquer hipótese. (C) pela mais elevada autoridade do órgão público. observada a necessária qualificação. sendo que os integrantes avaliadores devem ser servidores públicos. (Técnico Judiciário – Adm . 77. (Técnico Judiciário – Adm .TREPE/2004) . desenvolvimento institucional. os fundos especiais e demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo Distrito Federal.TREPE/2004) . Essas modalidades respectivamente. (C))é dispensável.quer interessados na concorrência.Na contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa. conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de quarenta e cinco dias.TREPE/2004) . servidores públicos ou não. mas sempre públicas e acessíveis ao público. (B) é considerada dispensada. corresponde ao (A) princípio da indisponibilidade. 76. denominado (D) princípio da universalidade.dos ou que atenderem todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior ao do recebimento das propostas. (E) será vedada. mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores. científico ou artístico. composto de pessoas da área específica dos licitantes. (B) à tomada de preços e ao concurso. (Técnico Judiciário – Adm .Licitação entre quaisquer interessados para a escolha de trabalho técnico. ou de instituição dedicada à recuperação social do preso. de todos os atos de seu procedimento. Pública federal e (C) as normas são específicas quando tratar de licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. (D) será por concurso.

pelo regime da Lei no 8. (E) o motivo invocado não justifica inexigibilidade. Todavia. alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação. poderão ser alienados por ato da autoridade competente.Jud – TRT 3ª R/2004) . sob a modalidade de (A) leilão ou convite e consulta pública sobre a viabilidade. II.Os bens imóveis da Administração Pública. invocando nulidade nos contratos assim celebrados. em nome da imperatividade dos atos administrativos. (E) por uma comissão designada pela autoridade competente. a qual poderia se processar na modalidade convite. sendo exigida licitação para ambos os contratos. mas que tenha conhecimento da matéria em exame e esteja na Administração há mais de dois anos. reconsiderar a decisão de seu subordinado. Posteriormente.mas devendo efetivo. cabendo sim dispensa de licitação por motivo de valor. Em sua defesa. a qual poderia se processar na modalidade convite.00. e não inexigibilidade por motivo de valor. (Analista Judiciário .Adm – TRT 2ª R/2004) . a qual poderia se processar na modalidade convite. uma sociedade de economia mista federal decide pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. e uma obra no valor de R$ 20.000. (D) convite ou pregão e vantagens imobiliárias para a Administração.Quanto ao procedimento seguido para a contratação. 79. (B) tomada de preços ou concorrência e preço razoável do imóvel. a de adoção de procedimento licitatório. tal autoridade não o motiva. (Técnico Judiciário . a Administração poderá realizar convite. 81. (Analista Judiciário .Adm – TRT 23ª R/2004) . (D) está correta a caracterização da inexigibilidade de licitação por motivo de valor para a compra.Quando for pertinente a modalidade de tomada de preços destinada à contratação de serviços. (C) pregão ou tomada de preços e interesse da Administração. poderia. observadas. a Administração poderá utilizar a tomada de preços. dentre outras regras. integrada somente por particulares e que atuem na área em exame há mais de cinco anos. (Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder à questão: Para contratar. mas para a compra seria exigida licitação.00. (E) concorrência ou leilão e avaliação dos bens alienáveis. a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício. cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento. no valor de R$ 12. sendo autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista.No que se refere às modalidades de licitações. a compra de materiais de escritório.Nos casos em que couber convite.666/93.000. para a obra. 80. observe: I. . (A) está correta a caracterização da inexigibilidade de licitação por motivo de valor. ser titular de cargo (D) por qualquer diretor ou assessor qualificado do órgão público interessado. mas para a obra seria exigida licitação. as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que. (C) está incorreta a contratação direta. (B) caberia dispensa de licitação.

a Administração (A) poderá conceder àqueles que manifestarem. (B) 3 e 5 dias.Ocorrendo a inabilitação de todos os licitantes. na modalidade de pregão. na modalidade de pregão. e.turas das correspondentes atas. e. V.Adm – TRT 23ª R/2004) . na modalidade de pregão. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I e IV. (Analista Judiciário . contado da lavratura da ata da sessão pública de abertura dos envelopes contendo as propostas. (E))poderá fixar aos licitantes o prazo de 8 dias úteis para a apresentação de nova documentação. II e V. a Administração poderá utilizar a tomada de preços mas não a concorrência. e.Nas licitações nas modalidades concorrência e tomada de preços. (D) estará obrigada a conceder o prazo de 48 horas para os licitantes substituírem a documentação e as propostas. (C) I. e. quando couber concorrência a Administração poderá valer-se da tomada de preços ou do pregão. ou da publicação do respectivo ato. contados da lavratura da correspondente ata. (D) II e III. a intenção de recorrer. (B) deverá conceder aos licitantes o prazo de 5 dias para apresentação de novas propostas que atendam às exigências editalícias. escoimada das causas que motivaram aquele ato. mediante o protocolo de suas razões. e.Quando couber convite ou tomada de preços.Para a contratação de serviços de natureza comum. 82. da intimação do ato ou da lavratura da ata. respectivamente.Adm – TRT 23ª R/2004) . o licitante deverá apresentar as razões do recurso na mesma sessão pública designada para a abertura dos envelopes contendo as propostas. o licitante poderá manifestar. (C) 3 e 5 úteis. na modalidade de pregão. IV. (B)I e III. o prazo para recorrer em face dos atos de habilitação ou inabilitação do licitante ou de julgamento das propostas é de (A) 3 dias. (D) 5 dias úteis. quando lhe será concedido o prazo de 3 dias para apresentação das razões do recurso. o prazo de 3 dias úteis daquela data. 84.III.Quando o licitante . na modalidade de pregão. a Administração poderá utilizar a concorrência.Objetivando a contratação de serviços comuns. a intenção de apresentarem novas propostas. imediata e motivadamente na sessão pública de abertura dos envelopes. 83. (Analista Judiciário . no ato da correspondente sessão. contados da lavratura do correspondente ato. (Analista Judiciário . o licitante deverá recorrer no prazo de 5 dias úteis. (C) ficará com a faculdade de estabelecer o prazo de 2 dias úteis para apresentação de nova documentação e propostas que atendam às condições do edital. apresentando as suas razões. contados da publicação do ato de entrega dos envelopes contendo as propostas. respectivamente. contados das lavra.Adm – TRT 23ª R/2004) . o licitante deverá recorrer até o 3º dia consecutivo ao da apresentação das propostas. (E) 8 dias úteis. o licitante poderá recorrer até o 1º dia útil subseqüente ao da sessão pública de abertura dos envelopes. (E) III e V.

vencedor for convocado e deixar de assinar o termo de contrato no prazo e condições estabelecidos. (A) é facultado à Administração convocar os licitantes remanescentes. para celebrar o respectivo contrato no prazo fixado e nas mesmas condições propostas pelo primeiro. sendo vedada a carta convite. limitado a 3 lances. desde que observadas as demais condições oferecidas pelo primeiro. (E) leilão. (D) a Administração deverá convidar os licitantes remanescentes. no curso da sessão pública designada para recebimento e abertura dos envelopes contendo as propostas. observada a ordem de classificação. (C) concorrência. para celebrar o respectivo contrato em igual prazo e nas mesmas condições propostas pelo primeiro classificado. 87. vedada a convocação dos licitantes remanescentes. poderá utilizar a concorrência. será legítima a licitação realizada mediante pregão. para a contratação de serviço de natureza singular. quando couber (A) tomada de preços. poderá utilizar o convite. a Administração constatou a necessidade de alterar algumas características do objeto da licitação. para a escolha de trabalho artístico. desde que nenhum dos 3 licitantes que ofereceram os menores preços. aceite celebrar o contrato nas condições oferecidas pelo vencedor. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . Como já tinha conhecimento das empresas que retiraram o edital para formulação das propostas. tendo como objeto a prestação de serviços. (B) convite. 85. (E) poderá ser reaberta a sessão pública de julgamento das propostas. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . inclusive quanto aos preços atualizados de conformidade com o ato convocatório. (B) a Administração deverá anular a licitação.Em matéria de modalidades de licitações. (C) a licitação deverá ser revogada para preservar o interesse público. (D) que não ultrapassem a 80% do valor estimado pela Administração para o correspondente contrato. independentemente da ordem de classificação. 86. será válido utilizar o leilão. (E) não superiores à média aritmética dos valores das propostas iguais ou superiores a 90% do valor orçado pela Administração.Durante a fase externa da licitação na modalidade de pregão. poderá valer-se da tomada de preços. destinada à contratação de fornecimento de bens comuns. sob pena de acarretar vício no procedimento. a Administração. para a prestação de serviços contínuos. no máximo. até a proclamação do vencedor. (C) superiores. a 40% em relação à de menor preço. objetivando que os licitantes remanescentes apresentem novas propostas. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . em face da existência da listagem dessas empresas com os nomes e . observado como valor máximo aquele orçado pela Administração. o autor da oferta de valor mais baixo e aqueles que apresentaram propostas com preços (A) até 10% superiores àquela. poderão formular novos lances verbais e sucessivos.No dia imediatamente anterior à data designada para recebimento das propostas. (B) inferiores a 20% àquela. (D) pregão.

00  Comércio de Materiais Floriano Ltda..... até a data designada para julgamento do certame..... .. de 10 000 pacotes de papel sulfite modelo A4.. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . novamente. por não ter acatado as determinações emanadas do princípio da impessoalidade.... no decorrer de 12 meses.00 Diante desses fatos..Ao ser aberta a sessão pública da licitação na modalidade pregão. reabrindo o prazo inicialmente estabelecido.... a Administração deverá (A) anular a licitação em face do interesse público a ser preservado... o prazo mínimo de 30 dias. na medida de 210 × 297 mm.... como condição de pagamento..00  Campo Grande Materiais e Serviços MER$ 90 600. 88.... (C) conceder às licitantes o prazo de 8 dias úteis. tendo como objeto o fornecimento parcelado.. . o prazo mínimo de 15 dias e máximo de 30 dias.... às empresas que retiraram o edital.. poderão fazer novos lances verbais e sucessivos SOMENTE as empresas (A) Distribuidora ABC Ltda. para que amoldem suas propostas às novas características do objeto da licitação.. por não observar o julgamento objetivo do edital.... (E) divulgar as alterações pela mesma forma que se deu o texto original.. (B) desclassificada. e Santos & Santos Distribuição. pelo critério de menor preço.. e Dinalecta Atacado e Varejo Ltda. (B) Dinalecta Atacado e Varejo Ltda. por não ter observado o princípio da vinculação ao edital.. Comércio de Materiais Floriano Ltda. para que estas sejam amoldadas às novas características do objeto licitado.. contado a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da prestação dos serviços....00  Dinorah e Souza Ltda. em decorrência da não observância aos ditames correspondentes aos princípios da eficiência e indisponibilidade do interesse público.. 89.. o edital estabeleceu para pagamento. essa licitante deverá ser (A) inabilitada. foram apresentadas as seguintes propostas:  Distribuidora ABC Ltda... publicando. contado da sessão pública de recebimento das propostas.. Como uma das licitantes apresentou em sua proposta..... contado a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da prestação dos serviços. (E) desabilitada. (B) comunicar. R$ 83 000..Nas condições a serem observadas para a elaboração das propostas de preços numa licitação. (D) desqualificada.00  Dinalecta Atacado e Varejo Ltda.. R$ 91 850. na modalidade de concorrência... (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . R$ 92 500.. contendo 500 folhas cada....... ... por escrito.00  Santos & Santos Distribuição ... . ..assinaturas dos seus representantes. (C) punida com impedimento de participar de licitação pelo prazo de até 1 ano..... por infringir as determinações pertinentes aos princípios da legalidade e impessoalidade.. o corresponde edital com as novas características daquele objeto. (D) permitir que as licitantes complementem as suas propostas em face das reais características do objeto da licitação... R$ 89 500.. Comércio de Materiais Floriano Ltda... R$ 91 200...

(A) a contratação de fornecimento ou suprimento de energia elétrica e gás natural com concessionário.Considere as afirmações que se seguem: I. desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade. diretamente ou através de empresário exclusivo.666/93 prevê. Em decorrência desse fato. 92. (C) a contratação de profissional de qualquer setor artístico. no tempo necessário para a realização dos processos licitatórios correspondentes. (D) promover a celebração do contrato.. a autoridade competente não observou o prazo de 5 dias úteis para recurso em face do ato de julgamento das propostas. (E) Santos & Santos Distribuição. de autenticidade certificada. Dinorah e Souza Ltda. produzindo o ato de invalidação efeitos para o futuro. 90. permissionário ou autorizado. e Santos & Santos Distribuição. (E) designar os componentes da equipe de apoio. (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . (E) as compras de hortifrutigranjeiros. homologando-o.555/2000. mediante provocação do interessado. (E) poderá ser revogado pela Administração ou pelo Poder Judiciário. o ato de homologação (A) deverá ser anulado pela Administração. (Técnico Judiciário .É dispensável a licitação quando não acudirem interessados ao certame . produzindo o correspondente ato de invalidação efeito retroativo. Dinorah e Souza Ltda.Adm – TRT 23ª R/2004) . Dinalecta Atacado e Varejo Ltda. mas também poderá ser anulado pelo Poder Judiciário.. segundo as normas da legislação específica.A Lei no 8. (B) a celebração de contratos de prestação de serviços com as organizações sociais qualificadas no âmbito das respectivas esferas de governo. sendo que essa invalidação acarretará efeitos para o futuro. (D) Comércio de Materiais Floriano Ltda. (C) homologar o resultado da licitação. (C) somente poderá ser anulado pelo Poder Judiciário. (D) poderá ser anulado pela Administração ou pelo Tribunal de Contas competente. desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública. disciplina. (D) a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos. Dinalecta Atacado e Varejo Ltda.(C) Comércio de Materiais Floriano Ltda.. (B) poderá ser revogado pela Administração como também pelo Poder Judiciário. 93. (Técnico Judiciário . pão e outros gêneros perecíveis. 91. realizadas diretamente com base no preço do dia. gerando sempre essa invalidação efeito retroativo à origem do vício. para atividades contempladas no contrato de gestão. cujos efeitos da invalidação nunca retroagem. e Campo Grande Materiais e Serviços ME. como hipótese de inexigibilidade de licitação.Ao ser realizado o procedimento licitatório. (B) credenciar os interessados. e Campo Grande Materiais e Serviços ME. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . dentre as atribuições do pregoeiro.A licitação na modalidade pregão. (A) determinar a realização de licitação. regulamentada pelo Decreto no 3.Adm – TRT 23ª R/2004) .

II. (Auditor – TC-PI/2005) . (Auditor – TC-PI/2005) . (E) I. licitações nas modalidades (A) concorrência.000. independentemente dos preços praticados.000. Suponha ainda que. todas as condições preestabelecidas. convite e convite.00. a essa parte principal.O pregão. (D) convite. aprovado pelo Congresso Nacional.Suponha que uma obra a ser contratada por um Município seja avaliada. em R$ 110. nos termos da Lei no 8. não puder ser repetido sem prejuízo para a Administração. é destinado à aquisição de bens e serviços comuns.666/93. contratação (A) nos casos de guerra grave perturbação da ordem.A experiência das Administrações. convite e tomada de de 95. apenas. a firmalíder representa juridicamente as demais integrantes do consórcio. em processos de licitação. respectivamente no valor de R$ 20. tomada preços e tomada de preços.00. II. preços. IV.Quando permitida a participação de empresas em consórcio. III e IV. (D) para a aquisição de bens ou serviços nos termos de acordo internacional específico.NÃO configura hipótese de dispensa de licitação. (E) para a aquisição de bens destinados exclusivamente à pesquisa científica e tecnológica com recursos concedidos pela CAPES. (C) realizada por pessoa jurídica de direito público interno. (D) II e III. que tenha sido criada para esse fim específico. III e IV. posto que este possui personalidade própria. devem ser feitas. de concorrência preços. respectivamente. sem abrir-se mão da legalidade.000.A modalidade de licitação denominada convite somente admite a participação de interessados previamente cadastrados no órgão competente. (Auditor – TC-PI/2005) . III. modalidade de licitação. (E) convite. justificada. É elemento que concorre para explicar esse fato a . devam se somar mais duas parcelas de natureza específica. ou (B) quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. apenas. em sua parte principal. É correto o que se afirma em (A) I e II. apenas.00 e R$ 35. CNPq ou outras instituições de fomento a pesquisas credenciadas no CNPq para esse fim específico. concorrência. de serviços prestados por entidade da Administração indireta. considerando-se a necessidade de maior agilidade para a contratação. (B) tomada convite. (C) I. 96. convite e e (C) tomada de preços. que possam ser executadas por pessoas ou empresas de especialidade diversa. (B))I e IV. FINEP. mantidas. 94.mente. quando as condições ofertadas forem manifestamente vantajosas para o Poder Público. tem demonstrado que o uso da modalidade pregão gera significativa economia para os cofres públicos. neste caso.anterior e este. Nessa hipótese. apenas.

embora todos os contratos.É característica peculiar da modalidade de licitação denominada pregão. dividindo amigavelmente suas atribuições. assegurando a cobertura da melhor oferta. (Procurador – TC-PI/2005) . (C) possibilidade de. três contratos com dispensa de licitação em razão do valor. (E) possibilidade de os licitantes. judicial. (D) todos os contratos. para execução conjunta do serviço. (B) por quaisquer motivos conveniência e oportunidade. 97. assim. (Procurador – TC-PI/2005) Determinada Secretaria de Estado resolve efetuar licitação para a execução de serviços de reforma estrutural em seu edifício sede. (C) quando presente público. (B) ausência da previsão de recursos administrativos das decisões tomadas no curso do processo de licitação na modalidade pregão.A revogação de licitação é possível (A) no caso de deserção. os contratos com as empresas A e B estão acima do limite de dispensa em razão do valor. com a empresa B no valor de R$ 9. no pregão. o contrato com a empresa A está acima do limite de dispensa em razão do valor. não poderia ter sido dispensada porque (A) o fracionamento do serviço é irregular e. (E) o fracionamento do serviço é irregular e.000. individualmente. ainda. encontram-se acima do limite de dispensa em razão do valor. (B) possibilidade de o licitante que se considerar prejudicado apresentar recurso contra decisões do agente público responsável pela licitação. .000. procedendo-se ex officio. Celebrou. ainda. encontram-se acima do limite de dispensa em razão do fracionamento valor. A licitação.00. (C) possibilidade de aplicação de sanções contra o lici. de julgamento da habilitação do licitante. os licitantes apresentarem propostas com preços condicionados aos dos concorrentes.(A) desnecessidade de comprovação dos requisitos de habilitação na modalidade pregão. com a conseqüente redução do valor contratual.000. individualmente.tante vencedor que se recusar a assinar o contrato. nos limites legais. (Procurador – TC-PI/2005) . com valor orçado em R$ 30. embora o fracionamento do serviço seja regular. (B) os contratos com as empresas A e B. individual. (D) possibilidade de a Administração reduzir quantitativamente os objetos contratados a partir de pregão. Para tanto.00 (trinta mil reais). no respectivo procedimento. a (A) existência de uma fase.00 e com a empresa C no valor de R$ 5. que a diferencia das demais. com a empresa A no valor de R$ 16. mediante qualquer dos 99. embora o do serviço seja regular.mente.00. realiza uma cotação informal de preços com três empresas de engenharia e chega à conclusão que todas elas podem ser contratadas. contudo. estejam abaixo do limite de dispensa em razão do valor. 98. (C) o fracionamento do serviço é irregular.000. (E) por decisão provocação de interessados. ou parte deles. alterarem o valor de suas propostas após a abertura dos respectivos envelopes. decorrente superveniente. o de interesse de fato (D) quando constatada ilegalidade no curso do processo.

por meio de edital ou de carta-convite.(D) utilização do critério de menor preço para julgamento das propostas. porque a Administração não pode incluir no instrumento convocatório da licitação condições que restrinjam a competitividade do certame. . deverá anular a licitação por ilegalidade. poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado.Poderá anular a licitação por razões de conveniência e oportunidade. 101. é correto afirmar: (A) Há viabilidade legal de dispensa de licitação para a contratação de instituição estrangeira de pesquisa. Essa exigência é (A) ilegal. pertinente e suficiente para justificar tal conduta. a Administração deveria realizar procedimento de préqualificação dos licitantes. em face da discricionariedade. referida autoridade estará apta a adotar as seguintes providências: I. decorrente de fato superveniente devidamente motivado. porque na hipótese em questão. IV. III. em decorrência da vinculação. porque a Administração não pode impor cláusulas que provoquem a desigualdade entre os licitantes. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) .Em matéria de licitação. (B) Se verificada a obrigatoriedade de certame licitatório. e necessitando adquirir combustíveis para abastecimento de sua frota de veículos. em face de sua ilegalidade. a Administração realizou procedimento licitatório. sempre mediante ato de ofício e prévio parecer escrito e aprovado pela autoridade imediatamente superior. os interessados são convidados a participar da licitação. (D) ilegal. com previsão de abastecimento dos veículos no estabelecimento do fornecedor. (D) Instaura-se o procedimento licitatório com a abertura das propostas dos licitantes. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . produzindo efeitos ex tunc. (E) possibilidade de os licitantes apresentarem. desde que pertinentes e relevantes para o específico objeto do contrato. mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.Sendo o Diretor do Serviço de Material e Patrimônio do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. propostas melhores do que a originalmente apresentada. porque se cuida de mera exigência de qualificação técnica. de ofício ou por provocação de terceiros. (E) legal.Em face da vinculação. verbal e sucessivamente. (B) inconstitucional. 102.Por não possuir local próprio para estocagem. 100. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . competente para aprovar o procedimento licitatório.Deverá revogar a licitação por razões de ilegalidade. desde que tenha reconhecida reputação ética e profissional. II. porque a Administração pode impor condições restritivas à participação no certame. o administrador não pode optar pelas várias modalidades.Por força da discricionariedade. Do instrumento convocatório da licitação constou a exigência de que os licitantes deveriam manter postos de abastecimento num raio máximo de 5 quilômetros da sede da repartição. (C) A licitação pode ser decretada nula pelo Poder Judiciário. (E) Na modalidade tomada de preço. (C) legal.

aquela municipalidade poderá adotar. posto que. a legitimidade desses acréscimos está limitada a 50% (cinqüenta por cento). mediante licitação dispensável. realizar nova licitação para contratar os serviços necessários à reparação da estrutura daquela edificação. sob o regime de empreitada por preço global. (C) II e III.É correto o que se contém APENAS em (A) I e II. sendo que o valor correspondente à parte remanescente da reforma deverá ser objeto de nova licitação. mantidas todas as condições constantes do instrumento convocatório. (B) I e III. da execução daquele contrato. o executivo municipal da cidade de Monte Angelino abriu processo licitatório. o citado acréscimo. em face dos novos e elevados gastos. foi constatada. a necessidade de acrescer a importância correspondente a 36. (A) a licitação será dispensada em virtude da inviabilidade de competição. em razão do objeto daquele ajuste. em conformidade com a Lei de Licitações e Contratos Administrativos. . ato contínuo. desde que justificada a impossibilidade de nova licitação. nova licitação. a seguinte solução: (A) anular a licitação em decorrência de vício no dimensionamento do objeto da licitação. o contratado estará obrigado a aceitar. 104. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) . e. (E) III e IV. a Prefeitura Municipal “D” contratou. podendo celebrar novo contrato com o mesmo contratado ou outra empresa. Em virtude dos fatos narrados. No decorrer da execução contratual. nas mesmas condições contratuais. (E) revogar a licitação para preservar o interesse público e a legalidade. desde que demonstrada a inviabilidade de competição e a aquisição dos bens móveis ainda seja necessária. (D) determinar a suspensão. incluindo o fornecimento de materiais. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . Analisando o ocorrido. (B) mediante acordo a ser celebrado com o contratado. podendo os bens móveis serem adquiridos diretamente mediante autorização legislativa. (D)II e IV. por ser considerada fracassada a licitação anterior. relacionados com a estrutura daquela edificação. (C) mediante ato unilateral daquela Administração. promovendo. os serviços de reforma do seu edifício sede. haja vista que o diploma legal citado não autoriza acréscimos correspondentes ao percentual detectado. (C) restará inexigível a licitação. (D) o objeto da licitação fracassada somente poderá ser adquirido no exercício financeiro seguinte.Mediante prévia licitação. Diante dessa situação fática. 103. em decorrência de fatos supervenientes. até o limite de 25% (vinte e cinco por cento). Nenhum interessado apresentou-se para participar do certame. (B) o objeto da licitação deserta poderá ser contratado diretamente. o prefeito constatou que a realização de nova licitação seria prejudicial ao município. autorizar o acréscimo e o correspondente reajuste de preços.Objetivando a aquisição de determinados bens móveis.5% (trinta e seis e meio por cento) do valor inicial do contrato. ato contínuo. por até 120 (cento e vinte) dias.

Dentre as hipóteses que excepcionam a obrigatoriedade de realização de certame licitatório. desde que a contratação seja com profissional ou empresa de notória especialização e os serviços sejam de natureza singular. a modalidade de licitação utilizada pela empresa pública federal denomina-se (A)tomada de preços.(E) a licitação deverá ser suspensa até que o município reúna os recursos necessários para a sua continuação. Por ser de menor preço o tipo da licitação. licitação vedada em decorrência da situação de fato que estará diretamente relacionada com a reforma do edifício sede desse Tribunal.000. essa foi a proposta vencedora.A locação de imóvel na Capital Federal para ser ocupado pelo Superior Tribunal do Trabalho durante o prazo necessário para a reforma do seu edifício sede. considere: I. II.Empresa pública federal abriu licitação com a finalidade de aquisição de refrigeradores. (C) licitação dispensável. apresentou a documentação exigida para seu cadastramento no quinto dia anterior à data do recebimento das propostas. A empresa DD Comércio e Representações Ltda. independentemente da natureza dos serviços e do conceito do profissional ou da empresa no campo de sua especialidade. (B) obrigatoriedade de ser realizado o correspondente procedimento licitatório. (D) concorrência. (B) convite. as comportam. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . de qualquer esfera de governo. (E) licitação vedada. obrigatoriedade de licitação em face da localização do imóvel não constitui requisito para excepcionar a necessidade de realização do certame licitatório. licitação dispensável para imóvel cuja localização seja a condicionante de sua escolha. localizado na Praça dos Tribunais Superiores. 107. para a qual diversos licitantes previamente cadastrados apresentaram suas propostas. Na presente situação. licitação dispensada. Brasília.A imperiosa necessidade de o Tribunal Superior do Trabalho contratar a prestação dos serviços para elaboração de projeto básico referente à reforma do seu edifício sede. inexigibilidade de licitação em decorrência da localização do imóvel a ser locado. 106.00 (duzentos e quinze mil reais). em face da ausência de hipótese legal excepcionando a licitação. desde que o imóvel pertença a outro órgão ou entidade da Administração Pública. (E) leilão. soluções: II. Bloco “D”. 105. (D)inexigibilidade de licitação. observado o valor de mercado. As contratações destinadas à satisfação das necessidades descritas em I e respectivamente. devendo o preço ser compatível com o valor de mercado. desde que a contratação seja celebrada com entidade que tenha sido criada para esse fim específico em data anterior.Em matéria de licitações e contratos administrativos. seguintes (A) inviabilidade de competição por não constituir o projeto básico objeto a ser contratado mediante prévio certame licitatório. Distrito Federal. (C) concurso. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . além de ter ofertado o objeto da licitação pelo montante de R$ 215. é . (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) .

(B) representante comercial exclusivo. a Administração Pública não pode. para a prestação de serviços de consultoria técnica. para a contratação de (A) serviços prestados com exclusividade pela pessoa jurídica. (C) 5 (cinco) dias. concluído o procedi. (D) profissional de notória especialização. a administração poderá fixar aos licitantes o prazo de oito dias úteis para a apresentação de outras propostas. observada ou não a ordem de classificação da licitação anterior. . desde que consagrado pela opinião pública. (B) 5 (cinco) dias. em conseqüência de rescisão contratual.A decisão das propostas há de ser feita de acordo com o critério fixado no edital. não se conformando com a revogação do procedimento licitatório. poderá ingressar com recurso administrativo no prazo de (A) 10 (dez) dias. a contar da intimação do ato. (D) O concurso é modalidade de licitação cabível para escolha de trabalhos técnicos. II. desde que preenchidos os requisitos previstosno edital.tório é dirigido tanto à Administração Pública.A empresa “Formosura do Agreste”. (C) Quando todas as propostas forem desclassificadas. (E) instituição brasileira incumbida regimentalmente da pesquisa. de autenticidade certificada. como aos licitantes.Adm – TRT 8ª R/2004) . não cabe desistência de proposta. para o fornecimento de materiais ou equipamentos.O princípio da vinculação ao instrumento convoca.mento. em especial e observadas determinadas condições. de natureza singular. considere: I. 110. e de profissional de qualquer setor artístico. salvo por motivo justo decorrente de fato superveniente e aceito pela Comissão. sendo certo que qualquer indivíduo pode participar. diretamente. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª R/2004) .Quanto à licitação. (E) 2 (dois) dias. nos casos de guerra e de calamidade pública. adotando-se o princípio do julgamento subjetivo. desde que caracterizada a urgência de atendimento a situação que possa comprometer a segurança de pessoas.No que diz respeito aos princípios da licitação. intimação do ato. e quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços. a contar da intimação do ato. (Técnico Judiciário . a contar da decisão da Administração. III. desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade. e na contratação de remanescente de obra.Pelo princípio da adjudicação compulsória. e para a aquisição ou restauração de obras de arte. é INCORRETO afirmar: (A) A licitação é inexigível quando houver inviabilidade de competição. (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . respectivamente. nos casos de calamidade pública. a contar da decisão da Administração.dispensável e inexigível a licitação. científicos ou artísticos. (B) Após a fase de habilitação. a contar da (D) 3 (três) dias. (E) É dispensável a licitação para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos. e quando houver inviabilidade de competição. participante de licitação na modalidade convite. 108. 109. (C) pessoas físicas ou jurídicas.

B 27. E 32. a Gabarito: 1. E 30. E 16. E 2. D 26.A participação de interessados previamente cadastrados ou que preencham os requisitos para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas é peculiaridade da tomada de preços. E 14. A 5. E 28. B 7.No que tange às modalidades de licitação. C 12. Nesses casos. está correto SOMENTE o que se contém em (A)I e II. A 33. D 8. B 3. B 24. (D) II e IV. B 13. (C) II e III. III. A 21. E 19. B 20. (E) III e IV. 111. (D) II e IV. considere: I. cadastrados ou não. (B) I e III. B 29. D 6. Nesses casos. convocados pela unidade administrativa refere-se ao concurso. (E) III e IV. .O princípio da ampla defesa não é cabível no procedimento licitatório em razão do relevante interesse público sobre o particular. três interessados do ramo pertinente a seu objeto. C 15. D 31. D IV. A 23.A licitação entre quaisquer interessados para a venda de móveis inservíveis para a Administração ou de produtos legalmente apreendidos justifica o pregão. no mínimo. A 4. (B) I e III. (C) I e IV. E 25. A 9. B 34. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . C 11.A ampla universalidade concorrência.A licitação entre. D 18. A 10. E 17. C 22.atribuir o objeto da licitação outrem que não seja o vencedor. IV. publicidade e a são características da II. está correto SOMENTE o que se contém em (A) I e II.

C 46.35. A 106. D 103. E 59. E 88. E 60. D 50. A 58. C 90. E 75. B 82. C . D 37. A 98. B 89. D 107. D 41. C 101. B 52. D 78. D 84. B 72. B 36. E 81. E 55. D 67. B 71. E 47. A 64. C 61. A 85. A 79. A 109. E 108. B 93. C 99. D 48. D 95. C 42. C 73. B 86. B 40. C 77. E 43. E 54. D 65. C 96. B 74. B 94. C 66. E 80. C 49. B 105. E 70. E 97. D 56. B 63. A 39. A 68. B 69. C 92. C 104. C 45. A 91. A 53. E 100. B 51. E 110. C 102. E 62. E 83. A 76. A 87. B 57. E 38. E 44.

A (A) concorrência. seja necessário que se realize uma desapropriação. conforme previsto no contrato. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) .111. PROVAS ANTERIORES FCC SERVIÇOS PÚBLICOS 1. (C)) licitação. sujeito ao regime geral da Lei nº 8. tal . exceto dispensável ou inexigível. quem tem competência para expedir a declaração expropriatória é a) a concessionária ou o Estado. tendo o Estado competência exclusiva para promover a desapropriação. devendo o contrato definir quem terá competência para promover a desapropriação. se julgar possível a competição. dispensada pela lei.Na concessão de serviço público vige a regra no sentido de que deve ser feita d) a concessionária ou o Estado. exceto nos casos legais de inexigência. c) o Estado. indispensável. fundamentadamente. exclusivamente. exclusivamente. a qual também tem competência exclusiva para promover a desapropriação. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . conforme previsto no contrato. o qual também tem competência exclusiva para promover a desapropriação. e) a concessionária. tendo como poder concedente um Estado e como concessionária uma empresa privada. tendo a concessionária competência para promover a desapropriação.16:30 2. exclusivamente.A permissão de serviços públicas. sempre que. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . desde que previsto no contrato.987/95.Suponha um contrato de concessão de um serviço público. b) o Estado. (E) licitação. 3. para a execução desse contrato. exceto quando (B) licitação. Caso. 18/08/03 . que é seu requisito quando (D) licitação.

da mesmo modo que a concessão de serviços públicos. exigindo-se de quem (A)) durante o prazo da concessão. denominam-se gerais e também divisíveis. Instruções: A questão de número 05 contém duas afirmações. 4. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . A retomada do serviço. (E) se as duas são falsas. Assinale. mediante lei autorizativa específica e independentemente de pagamento de indenização. (D) durante o prazo da concessão. na folha de respostas. 05. (B) se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.O princípio que obriga a Administração Pública a oferecer aos usuários de seus serviços um bom tratamento. pela União. caracteriza a encampação. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . sem objetivar usuários determinados. mediante decisão administrativa e após pagamento de indenização. diferentemente da concessão de serviços públicos. mediante decisão administrativa e independentemente de pagamento de indenização. (C) durante o prazo da concessão. (D) se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.Em sede de serviços públicos. diferentemente da concessão de serviços públicos. mediante lei autorizativa específica e após pagamento de indenização. 06. do mesmo moda que a concessão de serviços públicos. que de ser estabelecida por contrato administrativo.Em matéria de concessão de serviços públicos federais.como prevista na Lei nº 8. III.987/95. de empresa privada para a realização da atividade de pesquisa e lavra das jazidas de petróleo é incompatível com o regime constitucionalmente estabelecido para essa atividade PORQUE a Constituição Federal prevê que a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo constituem monopólio da União. que deve ser estabelecida por lei especifica. (B) decreto. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . (E) após encerrado o prazo da concessão. (C) contrato administrativa. em decorrência de rescisão unila-teral do contrato. que deve ser estabelecida por contrato administrativo (E) ato administrativo unilateral. (D) contrato de direito privado.A contratação. (A) se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira. . diferentemente da concessão de serviços públicos. considere as proposições abaixo: I. Os serviços públicos que atendem toda a população administrada. (C) se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa. é formalizada por meio de (A) lei especifica. (B) após encerrado o prazo da concessão. mediante decisão administrativa e após pagamento de indenização. II. antes de concluído o prazo da concessão. considera-se encampação a retomada do serviço pelo poder concedente. por motivo de interesse público.

(B) a navegação aeroespacial. (C)) o ensino. (B) ato administrativo unilateral e opera a transferência da titularidade do . Diante disso. (A) o aproveitamento energético dos cursos de água. mantendo-se a sua titularidade com o poder concedente. 8. (D) prescinde de contrato escrito. (B) II. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) .A concessão de serviços públicos (A) depende de prévia licitação apenas nas hipóteses em que a lei o determinar. APENAS são corretos os itens (A) I. podendo ser efetuada mediante acordo informal entre o poder concedente e o concessionário. ser efetuada em caráter independentemente de serviço público do Poder Público para o concessionário. sem o desdém daquele que o oferece. 7. NÃO é exemplo de atividade que se enquadre nesse regime jurídico. IV. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . (D) admitida. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) A Constituição Federal estabelece. 10. é conhecido por modicidade.987/95. A incorporação dos bens da concessionária ao patrimônio do concedente. (E) implica a transferência ao concessionário de todos os ônus a eles inerentes. (C) admitida. restando o poder concedente isento de encargos. (B)) admitida nos termos previstos no contrato de concessão. a subconcessão é (A) vedada. que os serviços públicos podem ser executados por particulares mediante concessão ou permissão. II e III. diz respeito à reversão. como regra. (C) contrato e opera a transferência da titularidade do serviço público do Poder Público para o concessionário. licitação. em matéria de concessão de serviços públicos. nos termos previstos no contrato de concessão. desde que expressamente autorizada pelo poder concedente e precedida de concorrência. (D) o transporte ferroviário. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . (D)) contrato e opera a transferência da execução do serviço público do Poder Público para o concessionário. III e IV. independentemente de licitação.Nos termos da Lei no 8. mas exigindo-se autorização legislativa específica.A concessão de serviço público se dá por meio de (A) lei e opera a transferência da titularidade do serviço público do Poder Público para o concessionário. (E) o transporte aquaviário entre portos brasileiros. (E) I e IV.presta esse serviço a urbanidade. no plano constitucional. (B)) transfere ao concessionário a execução do serviço. seja qual for a hipótese de extinção. (E) ato administrativo unilateral e opera a transferência da execução do serviço público do Poder Público para o concessionário. (C) I e III. (D)) II e IV. (C) pode precário. ao cabo da concessão. 9.

(E) admitida. (A)) zelar pela integridade dos bens vinculados à prestação do serviço.independentemente de autorização pelo poder concedente e de licitação. (C) uma função. (B) a atividade desempenhada por alguém (Poder Público ou seus delegados) sob regras exorbitantes do Direito Comum. equivalendo.No que se refere ao conceito de serviço público. independentemente de nova licitação. (B) estimular a formação de associações de usuários para defesa de interesses relativos ao serviço. d) gerir os recursos financeiros necessários à prestação do serviço. vinculados à normas de Direito Público ou Privado. bem como segurá-los adequadamente. agentes e recursos da Administração Pública. a possibilidade (A) de o Poder Concedente intervir na concessão. (D) receber e solucionar queixas e reclamações dos usuários. 12. como sendo (A) uma atividade pública elevada a essa categoria por um ato administrativo. (E) estimular o aumento da qualidade e da produtividade. É a submissão de certa atividade a um regime de Direito Público.987/95. (E) a atuação política-administrativa. representando nesta hipótese o sentido legal. independentemente de previsão contratual e de licitação. e) captar os recursos financeiros para prestação do serviço. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . (D) o complexo de órgãos. dentre outros.Entre as prerrogativas atribuídas ao particular por força do contrato de concessão não se encontra a de: a) promover desapropriação. (B) de haver subconcessão. b) zelar pelos bens prestação do serviço. sem necessariamente com esse ato acarretar a extinção da concessão. c) alterar as normas de organização do serviço. destinada a satisfazer necessidades de interesse geral ou particular. nos termos da Lei no 8. por ato da autoridade que seja a responsável pelo contrato. por parte do poder concedente. uma tarefa. uma atividade da Administração Pública. pois. sem prévia anuência do Poder Concedente. com observância das .É elemento característico do regime jurídico das concessões de serviços públicos. nos diversos níveis da sociedade com exclusão das atividades de oferecimento de comodidades materiais e jurídicas aos administrados. 13. quando for o caso. (C) extinguir a concessão. 14. desde que autorizada pelo poder concedente. (C) da transferência do controle acionário da concessionária. hipótese essa que representa o sentido orgânico ou subjetivo. a um organismo ou parte do aparelho estatal ou privado. que no caso se apresenta como sentido formal. 11. caso em que caracteriza o sentido material ou objetivo. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Na concessão de serviço público NÃO é encargo. (Auditor – TC-PI/2005) . desde que mantidas as condições de habilitação e classificação que haviam sido exigidas na licitação. é certo que a locução em apreço comporta vários sentidos.TREPE/2004) . (Analista Judiciário – Jud . entre outros. que no caso se apresenta como sentido convencional.

De acordo com a legislação pertinente. A concessionária teria ainda a obrigação de expandir essa rede. considere a situação abaixo descrita. retomando o serviço durante o prazo da concessão. 17. ainda que possa ser justificada pelo que doutrinariamente é chamado de “culpa do serviço público”. declarando de utilidade pública os bens necessários à execução do serviço. (E) não se configura em razão de inexistir responsabilidade civil por omissão.(D) de a concessionária promover desapropriações. (B) anulação.Na hipótese de extinção do contrato de concessão. o Poder Concedente resolve extinguir a concessão. (Procurador – TC-PI/2005) . O governo de determinado Estado outorgou mediante concessão. responsabilizandose por sua manutenção. (A) é objetiva e decorre da efetiva comprovação de culpa da concessionária na manutenção da rede. e se remuneraria pelo recebimento das tarifas pagas pelos usuários (cujo valor foi o critério determinante para o sucesso na licitação). O ato de extinção tem como motivação expressa o descumprimento das cláusulas de desempenho do contrato. 15. 16. a concessionária utilizaria rede de distribuição de gás pertencente ao Poder Concedente. A rede acrescida pela concessionária seria revertida ao Poder Concedente após o término da concessão. (Procurador – TC-PI/2005) Alegando que o serviço público concedido vem sendo prestado deficientemente. por motivo de interesse público. em sua totalidade. (D) é subjetiva e pode ser justificada pelo que doutrinariamente é chamado de “culpa do serviço público”. o fornecimento de gás canalizado aos usuários de determinado bairro foi constantemente interrompido. pressupondo a inexistência de legislação estadual específica quanto à matéria. (C) é subjetiva e decorre da efetiva comprovação de culpa da concessionária na manutenção da rede. a execução do serviço público de gás canalizado. desde que mediante lei autorizativa específica e com prévio pagamento de indenização nos termos da lei. (B) é objetiva. a pessoa jurídica de direito privado não integrante da Administração Pública. a concessionária cláusulas (A) tem direito de reaver os investimentos efetuados na ampliação da rede. (C) revogação. (E) de o Poder Concedente promover a encampação. mediante aporte de recursos próprios. em níveis acima dos tolerados pelo contrato de concessão. por descumprimento das contratuais.A responsabilidade civil da concessionária no caso. Atenção: Para as questões 26 a 29. este ato denomina-se (A) rescisão. por causa disso. (Procurador – TC-PI/2005) . (E) distrato. a concessionária deixou de prestar a devida manutenção da rede pertencente ao Poder Concedente e. podendo continuar a exploração do . De acordo com o contrato de concessão. No exercício da atividade. (D) declaração de caducidade. de serviços públicos.

19. efetuados na ampliação da rede. observada a preferência legal entre os mesmos. podendo continuar a exploração do serviço até o recebimento da indenização. (B) não é possível.serviço até indenização. 20. o recebimento da alteração unilateral administrativo. O aumento (A) não é possível. se comprovado fato superveniente alheio à vontade das partes que tenha ocasionado o desequilíbrio econômico-financeiro do contrato. (Procurador – TC-PI/2005) Suponha que. por violar o princípio da imutabilidade do contrato administrativo (pacta sunt servanda). (D) tem direito de obter do Poder Concedente indenização equivalente aos lucros cessantes que auferiria até o advento do termo contratual. (C))é possível. afirma que com o atual nível tarifário. (B) é contrato de direito privado firmado pela Administração Pública.A concessão de serviço público. (B) continuidade da prestação do serviço público. retornando o serviço concedido ao Poder Concedente imediatamente. o Poder Concedente exija da concessionária a adequação dos serviços prestados. por um dos credores da massa falida. do contrato (B) tem direito de reaver os investimentos não amortizados. desde que possível materialmente. não será possível efetuar a correta manutenção da rede de gás canalizado e pleiteia um aumento das tarifas. em resposta. (C) extinção da concessão e a adjudicação do objeto da licitação ao segundo colocado no certame. (E) é contrato em que o concessionário executa o serviço em nome da Administração Pública. desde que ambas as partes estejam de acordo e o contrato preveja a possibilidade de sua própria alteração pela vontade das partes. 18.A falência de empresa concessionária de serviço público acarreta a (A) extinção da concessão e a arrecadação dos bens afetados pela massa falida. (D) é possível. (C) implica a transferência titularidade do serviço público. considerando-se a tarifa praticada no momento da extinção. (C) não tem direito de receber indenização alguma. . (Procurador do Estado de São Paulo/2002) . (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . (E) tem direito de reaver os investimentos não amortizados. conforme definido em seu texto. por violar o princípio da vinculação ao instrumento convocatório. efetuados na ampliação da rede. (A) é contrato por meio do qual é delegada a prestação de serviço público. A concessionária. no caso. regida pelo artigo 175 da Constituição Federal. com anuência do Poder Público. em face da prevalência do juízo universal da falência. deduzidos de eventual multa contratual. uma vez que o realinhamento tarifário é razão de interesse público que justifica a (E) é possível. da (D) configura forma contratual em que a Administração Pública pode alterar unilateralmente as cláusulas regulamentares e econômicas da prestação. assumindo os riscos do empreendimento. excluídos os quirografários.

B 8. E 15. integrando a massa falida somente os bens remanescentes. dar. D 7. E 18. A 9. C 2. (Analista Judiciário – Jud – TRT 8ª R/2004) .A aquisição pelo legítimo possuidor direto de imóvel residencial construído em núcleo urbano anexo à usina hidrelétrica. 3. D 21. C 4. D 17. B 16. 21. C PROVAS ANTERIORES FCC RESPONSABILIDADE . (C) não sendo considerado bem público de uso comum do povo ao término da concessão. considerado dispensável na fase de operação dessa unidade geradora. (B) pertencente à categoria de bem público desafetado. (D) sendo irreversível com a caducidade da concessão. A 20. A 13.independentemente do tempo decorrido desde a sua realização. (D) extinção da concessão e a reversão dos bens afetados ao poder concedente. C 10. C 19. A 5. será realizada mediante inexigibilidade de licitação. A Gabarito: 1. poderá ser precedida de licitação na modalidade de convite. em face do princípio da continuidade do serviço público. (E) não sendo passível de afetação quando da extinção da concessão. dar-se-á sem licitação por inviabilidade de competição. D 6. B 14.se-á mediante licitação dispensada. deverá ser realizada mediante licitação dispensável. B 11. (E) extinção da concessão somente se a massa falida não tiver condições de prosseguir com a prestação do serviço. (A))não integrante da categoria de bem reversível ao final da concessão. C 12.

negligência ou imperícia. exceto em se tratando de caso fortuito. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . 2. a responsabili-dade administrativa do servidor será afastada no caso de (A) decisão civil que reconheça a falta de provas da autoria. (B) decisão criminal que reconheça a falta de provas da autoria. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. (B) o servidor público atua com dolo quando age com imprudência. penais e administrativas podem cumular-se. (C) o servidor público age com culpa quando conscientemente pratica um ato contrário ao direito. (C) sentença civil que reconheça a inexistência de prova da culpa do servidor. poderá cobrar do servidor esse prejuízo via ação regressiva. sendo independentes entre si. (D)) absolvição criminal que negue a autoria. 4. 3. (D) o processo prossegue normalmente negativa de existência sentença penal prosseguimento. Todavia. (E) sentença civil ou criminal que reconheça. (D) apenas nos casos em que o servidor tiver agido intencionalmente. 5.O servidor público praticou. em razão de dano causado por servidor público. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . (A) a autoria pode vir a ser provada no processo administrativo e no processo civil. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Em se tratando de responsabilidade. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. diz-se que as sanções civis. portanto. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) .1. (E) em qualquer caso. O processo criminal encerrou-se com sentença de absolvição que negou a autoria. administrativo porque só a do fato em impede o (E) o processo administrativo prossegue normalmente porque só a negativa de autoria do fato em sentença civil impede o prosseguimento. (B) em qualquer caso. Nesse caso. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. a prescrição. no exercício de função.No que se refere à responsabilidade civil. indevida-mente ou não. (C) a responsabilização administrativa é independente da penal e. a sentença não tem nenhum reflexo na esfera administrativa. (A) em qualquer caso. penal e administrativa. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) Em se . (E)) as ações de ressarcimento contra o servidor público são imprescritíveis. dada a responsabilidade subjetiva do servidor público. é certo que (A) esta se caracteriza como espécie de responsabilidade objetiva do servidor público. (D) ela sempre depende das responsabilidades administrativa e criminal do servidor público. (C)) apenas nos casos em que o servidor tiver agido com culpa ou dolo. dada a responsabilidade subjetiva estrita do servidor público. fato do qual pode ocorrer sua responsabilização civil. exceto em se tratando de caso de força maior. (B)) a responsabilidade administrativa do servidor fica afastada.Caso o Estado seja responsabilizado a indenizar um ter-ceiro.

nos respectivos processos adminis-trativos. penais e administrativas podem cumular-se. o processo penal deveria ter restado sobrestado até a decisão do processo administrativo. Todavia. 8. (C) sentença civil que reconheça a inexistência de prova da culpa do servidor. (E) sentença civil ou criminal que reconheça. indevida-mente ou não. (B) em qualquer caso. em face da decisão penal que negou a existência do fato. (C) em qualquer caso. Na situação acima. o servidor foi automaticamente absolvido na esfera administrativa. . o segundo servidor. (D)) absolvição criminal que negue a autoria. dada a responsabilidade subjetiva do servidor público. a responsabili-dade administrativa do servidor será afastada no caso de (A) decisão civil que reconheça a falta de provas da autoria. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. (B) decisão criminal que reconheça a falta de provas da autoria. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) Três servidores públicos federais são réus em processos penais. Um servidor público federal comete um ato que supostamente configura. (A) em qualquer caso. pois uma conduta que não configura ilícito penal ainda assim pode configurar ilícito administrativo. a prescrição 6. ilícito penal e administrativo. mas o processo penal encerra-se primeiro. ao mesmo tempo.Caso o Estado seja responsabilizado a indenizar um terceiro. poderá cobrar do servidor esse prejuízo via ação regressiva. exceto em se tratando de caso de força maior. (B) está correta a instauração simultânea dos dois processos. pois deveria ter sido instaurado apenas um. acusados da prática de atos que configuram. sendo independentes entre si. ao mesmo tempo. ilícitos penais e administrativos. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . competente para apreciar as duas ordens de ilícitos. por negativa de autoria e o terceiro servidor. Assim sendo. (E) apenas nos casos em que o servidor tiver agido intencionalmente. perante a autoridade judicial. São instaurados processos distintos para apurar as duas ordens de responsabilidade.tratando de responsabilidade. exceto em se tratando de caso fortuito. (E) está errada a instauração simultânea dos dois processos. Os três acabam absolvidos em seus processos penais. diz-se que as sanções civis. (C)) foi corretamente absolvido o servidor na esfera administrativa. (A) está errada a instauração simultânea dos dois processos. por negativa do fato. (D)) apenas nos casos em que o servidor tiver agido com culpa ou dolo. em razão de dano causado por servidor público. (D) a absolvição do servidor no processo administrativo não poderia ter sido automática. dada a responsabilidade subjetiva estrita do servidor público. com a absolvição do servidor pela negativa da existência do fato. Nesse caso. pois isso caracteriza o chamado bis in idem. 7. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. dada a responsabilidade objetiva do servidor público. sendo o primeiro servidor por falta de provas. todavia.

negligência ou imperícia. (E) João. . portanto. deverão ser (B) o terceiro servidor poderá ser condenado. é certo que a (A) civil. mas João terá necessariamente de ser absolvido. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) . concessionária de serviço público. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) Quanto à responsabilidade do servidor público. (E) os três servidores poderão ser condenados. (E)) as ações de ressarcimento contra o servidor público são imprescritíveis. (C) o servidor público age com culpa quando conscientemente pratica um ato contrário ao direito. e Antônio é absolvido por negativa de sua autoria. cometem. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) Suponha que um empregado de uma empresa privada. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. (C) Antônio e Pedro ainda assim poderão vir a ser condenados. mas não de omissão. (D) ela sempre depende das responsabilidades administrativa e criminal do servidor público. mas Antônio terá necessariamente de ser absolvido. ainda assim (C) civil. mas o pri-meiro e o segundo servidores deverão ser absolvidos. ao mesmo tempo. mas o se-gundo e o terceiro servidores deverão ser absolvidos. Pedro é absolvido por negativa da existência do fato.112/90. (B) João e Pedro ainda assim poderão vir a ser condenados. Pedro e Antônio – sujeitos à Lei n o 8. como as contravenções imputadas ao servidor. e a administrativa. sendo apurados em distintos processos penais e administrativos.No que se refere à responsabilidade civil. mas Pedro e Antônio terão necessariamente de ser absolvidos. (D) o segundo servidor poderá ser condenado. Pedro e Antônio terão necessariamente de ser absolvidos. (E) administrativa resulta de ação praticada no desem-penho do cargo ou função. (D)) civil decorre de ato omissivo ou comissivo. (B) o servidor público atua com dolo quando age com imprudência. mas o primeiro e o terceiro servidores deverão ser absolvidos. a penal. ao prestar o serviço 9. 11. (C)) o primeiro servidor poderá ser condenado.(A) os três servidores absolvidos. nos processos administrativos ainda em andamento. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE PI/2002) . e a administrativa. em razão da qualidade do agente. 12. não se cumulam. com os seguintes resultados: João é absolvido por falta de provas.Três servidores públicos federais – João. são interdepen-dentes. nessa qualidade. (B) penal não abrange os ilícitos leves. isoladamente. são independentes entre si e. Nessa situação. 10. Pedro e Antônio ainda assim poderão vir a ser condenados. (D)) João ainda assim poderá vir a ser condenado. Suponha que os processos penais se encerrem antes. configuram ilícitos penais e administrativos. a penal. doloso ou culposo. (A) João. é certo que (A) esta se caracteriza como espécie de responsabilidade objetiva do servidor público. infrações que.

cause intencionalmente dano a um particular. Nesse caso, quem responde por esses danos, indenizando o particular lesado, é (A)) a concessionária, que tem responsabilidade objetiva e que poderá, depois, cobrar o prejuízo ao empregado que causou o dano. (B) a concessionária, que tem responsabilidade subjetiva e que poderá, depois, cobrar o prejuízo ao empregado que causou o dano. (C) a concessionária, que tem responsabilidade objetiva, não podendo, no entanto, cobrar depois o prejuízo ao empregado que causou o dano. (D) a concessionária, que tem responsabilidade subjetiva, não podendo, no entanto, cobrar depois o prejuízo ao empregado que causou o dano. (E) exclusivamente o empregado, que agiu intencionalmente. 13. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) – Suponha que um servidor público pratique um ato ao mesmo tempo caracterizado como ilícito penal, civil e administrativo. Nessa situação, se o servidor for condenado no âmbito penal, (A)) poderá sofrer ainda as demais sanções, pois as sanções das três esferas são cumuláveis entre si. (B) não poderá sofrer as demais sanções, que não são cumuláveis com a sanção penal. (C) poderá sofrer ainda apenas a sanção civil, pois a sanção administrativa não é cumulável com a penal. (D) poderá sofrer ainda apenas a sanção administrativa, pois a sanção civil não é cumulável com a penal. (E) poderá sofrer apenas uma das demais sanções, pois a sanção penal

apenas pode ser cumulada com mais uma, seja a civil, seja a administrativa. 14. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) Uma concessionária privada de serviço público que, prestando o serviço, cause danos a terceiros deverá, pelos prejuízos causados, responder (A) objetivamente, assegurado seu direto de regresso contra o Estada, que nesse caso responderá subjetivamente. (B)objetivamente, assegurado seu direito de regresso contra seu empregada que tenha efetivamente causado o dano, o qual nesse caso responderá subjetivamente. (C) objetivamente, assegurado seu direito de regresso contra o Estado, que nesse caso responderá objetivamente. (D) subjetivamente, assegurado seu direito de regresso contra seu empregado que tenha efetivamente causado o dano, o qual nesse caso responderá subjetivamente (E) subjetivamente, assegurado seu direita de regresso contra o Estado, que nesse caso responderá subjetivamente. 15. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) - Durante a execução de obra pública, um particular contrata-do para a realização da construção provoca danos a pré-dio vizinho, de propriedade do próprio Poder contratante. Nessa hipótese, a responsabilidade civil do particular (A) é objetiva, pois a atividade prestada é equiparada a serviço público. (B)) depende da comprovação de seu dolo ou culpa. (C) apenas se caracteriza se não for comprovada omissão na fiscalização da obra, pelo Poder Público. (D) não se configura, cabendo ao Poder Público executar as garantias contratuais.

(E) depende da constatação de vícios que comprome-tam a solidez e segurança da edificação. 16. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) - Medida Provisória convertida em lei, dentro de tempo hábil pelo Congresso Nacional, acarretou ato lesivo a terceiros. As hipóteses situações: referem-se a duas

as providências cabíveis; a responsabilidade é do Estado e também do Chefe do Executivo desde que este tenha agido dolosamente. (E)) existe a responsabilidade objetiva do Estado, com dolo ou culpa do Poder Legislativo; a responsabilidade objetiva é do Estado, porém a subjetiva (dolo ou culpa) queda-se com o Chefe do Executivo, a ser apurada em ação regressiva. 17. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) A responsabilidade civil dos servidores públicos, por atos praticados no exercício de suas funções, (A) independe de culpa, por expressa determinação constitucional. (B) configura-se apenas nos atos tipificados igualmente como infração penal. (C) depende da prévia condenação do servidor em processo administrativo disciplinar. (D)) pode ser apurada judicialmente por via regressiva, por iniciativa da pessoa pública a que forem vinculados. (E) deve ser apurada judicialmente em conjunto com a eventual responsabilidade da pessoa pública a que forem vinculados. 18. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - Acerca da responsabilidade civil do Estado por danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, mostra-se razoável afirmar que (A) as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público submetem-se à responsabilidade civil, sob modalidade do risco administrativo. (B) as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público submetem-se à responsabilidade civil

I. poderia ter sido expedida dentro dos pressupostos constitucionais e, todavia, o Congresso Nacional não a converteu em lei; e II. ser editada sem fundamento constitucional porque a matéria não seria daquelas a possibilitar a legislação anômala do Poder Executivo. É certo que, na primeira e segunda hipóteses, respectivamente, (A) está presente a responsabilidade objetiva do Estado, desde que ocorra dolo do Poder Legislativo; a responsabilidade objetiva é do Estado, e o Chefe do Executivo se limita a responder por ato de improbidade administrativa. (B) não haverá responsabilidade objetiva do Estado por qualquer modalidade de culpa porque o Poder Legislativo exerceu sua função constitucional; a responsabilidade objetiva também não será do Estado, mas do Chefe do Executivo, a ser apurada em ação ordinária constitucional. (C) existe a responsabilidade subjetiva do Estado inde-pendente de qualquer conduta do Poder Legislativo; a responsabilidade objetiva não pode ser atribuída ao Chefe do Executivo, a qualquer título tendo em vista a presença da relevância e urgência da medida. (D) não caberá responsabilidade objetiva do Estado, porém a subjetiva quedar-se-á com o Presidente da mesa do Congresso Nacional, que não tomou

objetiva, sob a modalidade do risco administrativo. (C) inexiste obrigação de indenizar, quando indemonstrada culpa do agente. (D) as sociedades de economia mista e empresas públicas, independente dos seus objetivos sociais, respondem objetivamente pelos danos causados por seus agentes. (E) a culpa exclusiva da vítima e o caso fortuito não são causas excludentes da responsabilidade objetiva do Estado. 19. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - A responsabilidade civil da Administração Pública, identificada no tronco comum da responsabilidade (A) pela ineficiência do serviço, fundada na teoria subjetivista, poderá culminar com a obrigação de indenizar o prejuízo sofrido pela vítima por ato da Administração, em decorrência apenas dos serviços levados à coletividade. (B) subjetiva, baseada na teoria do risco integral, acarreta a obrigação de indenizar o dano causado à vítima pela Administração, desde que resultante de culpa ou dolo do agente público. (C) pela falta do serviço, alicerçada na teoria da culpa civilista, acarreta a obrigação de indenizar o dano causado à vítima pelo agente da Administração, quando resultante até mesmo de culpa da vítima. (D) civilista do Estado, baseada na teoria da insuficiência do serviço, acarreta a obrigação de indenizar o dano causado à vítima pela Administração, quando resultante de ação dolosa do agente público. (E)) objetiva, tendo como base a teoria do risco administrativo, acarreta a obrigação de indenizar o dano em decorrência apenas do ato lesivo e injusto causado à vítima pela Administração, sem o concurso do lesado.

20. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - Uma empresa pública que preste serviço público, uma sociedade de economia mista que exerça atividade econômica e uma empresa privada que preste serviço público, por danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, terão responsabilidade, respectivamente, (A) objetiva, objetiva e objetiva. (B) subjetiva, subjetiva e subjetiva. (C) objetiva, subjetiva e subjetiva. (D)) objetiva, subjetiva e objetiva. (E) subjetiva, objetiva e subjetiva. 21. (Técnico Judiciário – Adm - TREPE/2004) - Considere as afirmações abaixo. I.Enquanto ao Estado aplica-se a responsabilidade objetiva, ao funcionário causador do dano ao particular deve ser observada a responsabilidade subjetiva. II.A responsabilidade do Estado é subjetiva, alicerçada na teoria do risco integral, e do funcionário causador do dano ao particular é sem culpa, com base no risco do administrativo. III.Tanto ao Estado como ao funcionário causador do dano ao particular, aplica-se a responsabilidade objetiva, com base na teoria da falta do serviço. IV.Ao Estado aplica-se a responsabilidade objetiva, com base na teoria do risco administrativo, e ao funcionário causador do dano ao particular, deve ser observada a responsabilidade civilista. No que se refere à responsabilidade civil do Estado estão corretas APENAS (A) I e III. (B)I e IV.

(C) II e III. (D) II e IV. (E) III e IV. 22. (Analista Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - Caso um servidor público de uma autarquia cause dano a terceiros, no exercício de suas atribuições, o servidor estará submetido ao regime da responsabilidade civil (A) objetiva, assim como a autarquia a que pertence. (B) subjetiva, assim como a autarquia a que pertence. (C) objetiva, enquanto a autarquia a que pertence, estará sujeita ao regime da responsabilidade civil subjetiva. (D) objetiva ou subjetiva, conforme respectivamente a autarquia preste serviço público ou não, valendo a mesma regra para a definição do regime da responsabilidade civil da autarquia. (E))subjetiva, enquanto a autarquia a que pertence, estará sujeita ao regime da responsabilidade civil objetiva. 23. (Auditor – TC-PI/2005) - Em matéria de danos causados a terceiros, em decorrência da prestação de serviços públicos, considere duas hipóteses distintas: serviços prestados pela Administração direta e serviços prestados por concessionário privado. Nessas hipóteses, tem-se que a responsabilidade civil da Administração, de seu servidor causador do dano, da empresa concessionária e do empregado desta causador do dano é, respectivamente, (A) objetiva, subjetiva. (B))objetiva, subjetiva. (C) objetiva, subjetiva. objetiva, subjetiva, subjetiva, subjetiva, objetiva, subjetiva,

(D) objetiva, subjetiva. (E) objetiva, objetiva.

objetiva, objetiva,

objetiva, objetiva,

24. (Procurador – TC-PI/2005) Servidor público do Estado do Piauí foi condenado a indenizar o Estado, regressivamente, por danos que dolosamente causou a administrados. O ressarcimento ao Estado (A) deverá necessariamente executado judicial- mente. ser

(B) poderá ser integralmente descontado em folha de pagamento. (C) poderá ser descontado em folha de pagamento, em montante não superior a 10% (dez por cento) da remuneração do servidor. (D) poderá ser descontado das gratificações ou adicionais que o servidor receber, mas não de seu vencimento básico. (E) deverá ser fixado de comum acordo entre o servidor e a Administração. 25. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) Viatura policial envolveu-se em acidente de trânsito com automóvel dirigido por particular que trafegava na mão contrária de direção. No acidente, o motorista do automóvel particular sofreu lesão de caráter permanente, perdendo a mobilidade de um dos membros superiores. Nesse caso, (A) existe responsabilidade objetiva do Estado em decorrência da prática de ato ilícito, na medida em que há nexo causal entre o dano sofrido pelo particular e a conduta do agente público. (B) não há o dever de indenizar se restar configurada a culpa exclusiva da vítima, excludente da responsabilidade do Estado. (C) não se cogita de responsabilidade objetiva do Estado porque não há falha

(Procurador do Município de São Paulo/2004) Infere-se da independência das instâncias administrativas. 28. causadores do dano. (C) o Município. no entanto. (E) a Prefeitura.Considerando a teoria da responsabilidade civil do Estado. (B) o Prefeito Municipal. (E) independentemente da existência de culpa. pelo dano causado. . 27.A prática de ato. quem deverá figurar no pólo passivo é (A) a Câmara Municipal.Um veículo foi furtado do estacionamento da Câmara Municipal. este responde. (B) absolvição criminal por insuficiência de provas tem repercussão direta no processo administrativo. A indenização do particular. não tendo qualquer influência o resultado de uma esfera em outra. com trâmite regular até edição do relatório.do serviço. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . A indenização deverá ser pleiteada pelo particular diretamente em face do motorista da viatura policial. por funcionário público. (C) punição do funcionário poderá ocorrer em qualquer das instâncias. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . ficando somente a decisão daquele condicionada à solução proferida na esfera criminal. (B) dependendo da caracterização de culpa do servidor ou dos agentes públicos. causadores do dano. (E) absolvição criminal afasta a responsabilização administrativa quando ficar comprovada a inexistência do fato ou a não-autoria imputada ao funcionário. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . decorre da aplicação da teoria do risco administrativo. que configure ilícito penal e infração administrativa punível com demissão enseja processo administrativo disciplinar (A) instaurado em apartado do inquérito e ação penal correspondente. (E) a responsabilidade do Estado. ficará restrita aos danos materiais. na espécie. (D) o Presidente da Câmara Municipal. sob o aspecto patrimonial. (D) independentemente da existência de culpa e desde que se verifique o nexo de causalidade entre o ato ou omissão imputável ao Estado. (B) instaurado nos mesmos autos com o inquérito para apuração do ilícito penal. 26. na medida em que o Estado não responde por danos morais. razão pela qual aquele processo adere ao rigoroso formalismo do processo judicial criminal. (C) independentemente da existência de culpa e da verificação do nexo de causalidade entre o ato ou omissão imputável ao Estado. civil e criminal que a (A) absolvição criminal não afasta a responsabilização administrativa. Em ação de indenização. (D) existe responsabilidade objetiva do Estado. porém desde que haja a verificação de dolo do servidor ou dos agentes públicos. 29. (A) dependendo da existência de culpa e independentemente do nexo de causalidade entre o ato ou omissão imputável ao Estado. mesmo se forem comprovadas a inexistência do fato e a não-autoria imputada ao funcionário. (D) absolvição criminal por inexistência de provas somente terá repercussão na esfera civil.

D 21. B 5. D 12. D 18. A 14. (Analista Judiciário – Adm – TRT 9ª R/2004) . C 27. * 17. (A) poderá responder perante a Fazenda Pública ou Carlos da Silva. D 28. (B) somente responderá diretamente perante Carlos da Silva. 30. E 29.112/90. D 4. B 16. (C) responderá perante a Pública. C 2. Em decorrência dos danos de grande monta causados nesse veículo. nos termos da Lei 8. (E) será isento de responsabilidade. E 10. o servidor. D 7. posto que a Fazenda Pública sempre deverá arcar com os danos causados por seus agentes. (E) que tramita em separado da ação penal. em ação regressiva. B 15. C 9.(C) que somente pode ser instaurado após recebimento da denúncia no processo criminal. E 23. B 22. D 6. (D) que é imediatamente arquivado caso ocorra a prescrição da pretensão punitiva na esfera criminal. por não atender a placa sinalizadora de “pare” colocada antes do cruzamento da via secundária pela qual transitava. A 13. D 11. colidiu com um automóvel de propriedade de Carlos da Silva. C 25. E 20. E 30. esta que influi na esfera administrativa em determinados casos. C (D) somente responderá perante a Fazenda Pública se ficar comprovado o dolo do motorista na ação promovida por Carlos da Silva contra a Fazenda Pública.O motorista da Assembléia Legislativa da cidade de Montes Verdes. A 19. B 24. a critério deste último e desde que fique caracterizada a culpa do servidor. conduzindo veículo oficial a serviço. Fazenda 1. como na hipótese de negativa de autoria do fato que também tenha configurado infração administrativa. E 3. B 26. C 8. Gabarito: . haja vista que o evento decorreu de culpa do motorista.

3. ainda que decor-rente de vaga existente naquele ente da Federação. (Analista Judiciário – Área Administrativa .TRE BA/2003) É vedado ao ente. exceto na hipótese de serviços cuja interrupção possa causar prejuízo ao interesse público. II. estando ambos em situação funcional equivalente. a pedido. III. (E) estimativa do crédito genérico. quando solicitado para efeito de união de cônjuges. (E) a admissão de pessoal para cargos vagos colocados em concurso público. com a memória de cálculo utilizada para a estimativa. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER BA/2003) A criação. não poderá exceder ao percentual da receita corrente líquida de 60% para a União. A despesa total com pessoal. a pedido. o recebimento de transferências voluntárias entendidas como . As despesas com pessoal. (D) o preenchimento de vaga. Na verificação do atendimento dos limites referen-tes às despesas de pessoal não serão computadas as despesas relativas à demissão voluntária. A repartição dos limites globais. (B) a alocação de pessoal. auxílio ou assistência financeira. salvo os cargos de direção e assessoramento superior (DAS). salvo se os interessados ocuparem outros cargos públicos e pertencerem ao mesmo ente e Poder. (C) declaração do ordenador de despesa no sentido de que há dotação orçamentária específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias. (B)) estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes. referentes aos percentuais e à receita corrente líquida. exceto no caso de exercício de cargo especial em região de fronteira. salvo por determinação constitucional ou legal. decorrentes de senten-ças judiciais referentes ao período anterior da apu- PROVAS ANTERIORES FCC CONTROLE 1. cujas despesas totais com pessoal excederem aos limites previstos na lei e não alcançarem a redução no prazo determinado por ela. ou se destinados ao Sistema Único de Saúde. com as premissas e a metodologia de cálculo utilizadas. (D) previsão da receita corrente líquida para os dois anos subseqüentes. além de outras exigências. serão acompanhados de (A) demonstração da receita corrente líquida atual. a título de cooperação.(A)) a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) Para os fins da Lei de Responsabilidade Fiscal: I. 2. no interesse do servidor. (C) a permuta. em cada período de apuração. entre titulares de cargos públicos. a expansão ou o aperfeiçoamento de ação governamental que acarretem aumento da despesa. não pode exceder a 6% para o Judiciário. IV. a ser necessaria-mente contemplado no próximo plano plurianual.

pelos Estados e Municípios. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I e II. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) .14:02 4. 5. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . (C) ao refinanciamento da dívida imobiliária e à assunção ou confissão de dívidas. (A)) 6% e 2.ração. inclusive sob os aspectos da oportunidade e da conveniência. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . com auxílio do Tribunal de Contas. 28/08/03 . (E))) à dívida pública mobiliária e à concessão de garantia. (E) é de natureza política e pode ser exercida amplamente sobre todos os atos do Poder Executivo. como controle legislativo. dizem respeito. garantia e à (E) 2% e 1% 6. (C) de obrigatório. ela recebe o nome de despesa (A) permanente com pessoal. a apreciação de decisões administrativas. visto que implica ingerência indébita de um Poder em outro.Quando a despesa corrente derivada de lei fixa para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios. ora o mérito. (B)) obrigatória de caráter continuado. (D) ao financiamento da dívida imobiliária e à dívida pública fundada. (B) não deve jamais ser aceita. devem ser incluídas no limite do respectivo Poder ou órgão. respectivamente.5% (C) 4% e 2% (D) 3% e 1. (A) é inconstitucional. 8. II e IV.Segundo a organização constitucional brasileira. controle por orçamentário permanência (D) continuada orçamentária. a dívida pública representada por títulos emitidos pela União. (D))) é de natureza política e abrange ora a legalidade. os limites globais de receita devem ser repartidos sem que excedam. na esfera federal. (E) II. (A) à concessão de operação de crédito.A partir da Lei de Responsabilidade Fiscal. (D)) II e III. para o Poder Judiciário e para o Poder Legislativo. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . (C) é apenas de natureza financeira. e o compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada. III e IV. visto que somente a Administração pode rever seus atos e o Poder Judiciário analisálos sob a ótica da legalidade. (C) I e IV. já que esta é a única permissão constitucional. (E) de obrigação orçamentária fundada.5% (B) 5% e 2. 7. (B) I.As receitas provenientes da conversão em espécie de bens e direitos são receitas (B) à dívida pública consolidada e à operação de crédito. respectivamente.No que se refere à dívida e ao endividamento.5% . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) .

II. Está correto o que se afirma SOMENTE em (A)) I (B) II (C) III (D) I e II (E) I e III 11. (E) comprovar a legalidade e avaliar os resultados. por meio de . a ser mantido pelos Poderes Legislativo. (D) correntes.O habeas data. a reclamação administrativa e o pedido de reconsideração são meios de controle administrativo. (C) apoiar o controle externo do exercício de sua missão institucional. assim como o superávit do orçamento corrente. O Congresso Nacional tem a prerrogativa de sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar. legislativo e interna corporis. quanto à eficácia e eficiência da gestão orçamentária. (E) de capital. pela sua própria natureza está sujeito ao controle comum do Judiciário. (C) ação injunção. 1/10/01 . (E) ação civil pública e ação popular. assim como a receita proveniente da realização de recursos financeiros oriundos da constituição de dívidas. ao consumidor e os demais interesses difusos ou coletivos.É finalidade estranha ao sistema de controle interno. bem como dos direitos e haveres da União. (B) mandado de segurança coletivo e mandado de segurança individual.TRF 5ª Região/2003) Exercendo o controle de atos da Administração. assim como a receita industrial. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . assim como a receita tributária. (D) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) O instrumento posto à disposição de qualquer pessoa para reprimir ou impedir danos ao meio ambiente.(A)) de capital. respectivamente. 9. Executivo e Judiciário da União (A) exercer o controle das operações de crédito. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . (A) mandado de injunção e medida cautelar específica. III. o Poder Legislativo pode. bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. financeira e patrimonial dos órgãos e entidades da administração federal. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) .10:42 10. O ato político. avais e garantias. a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União. são meios processuais de controle judicial denominados. (B)) apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. assim como a receita patrimonial. (C) de capital. e o instrumento posto à disposição do cidadão para obter a anulação de atos ou contratos lesivos ao patrimônio público. observe o que se segue: I.Em relação ao controle da Administração Pública. mediante parecer prévio. popular e mandado específica de e (D) medida cautelar ação civil pública. 12. (B) correntes.

dar início ao processo de julgamento do Presidente da República. sem eficácia de título executivo extrajudicial.(A) uma comissão parlamentar de inquérito. (D) uma comissão parlamentar de inquérito. (C) terão o valor de parecer normativo contrário às contas examinadas. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . (B)) uma comissão permanente. a cargo do Congresso Nacional. com todas suas características. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) Determinada associação civil sem fins lucrativos requereu a expedição de certidão negativa de tributos municipais para defesa de direito da própria entidade. (Analista Judiciário –Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . já que essa sanção não pode ser cumulada com sanção de natureza penal. junto ao Supremo Tribunal Federal. A certidão lhe foi negada por ato abusivo da autoridade municipal. Diante disso. (A)) terão. de qualquer autoridade ou cidadão. visto que não há poder para executá-las. proferir decisões com força de decisões judiciais. a ressarcir o erário em razão da prática de atos de improbidade administrativa. desejando eleger-se Deputado Federal. 14. (D)) não poderá eleger-se enquanto perdurar a suspen-são de seus direitos políticos.15:58 13.O controle externo das contas públicas. As decisões desse Tribunal. (C) qualquer parlamentar. A mesma sentença ainda determinou a suspensão de seus direitos políticos. (B) serão equivalentes a uma conclusão técnico-jurídica. determinada na ação civil. determinar o depoimento. a associação . sem representar um julgado. (E) terão apenas eficácia moral. (E) não poderá eleger-se no período de suspensão de seus direitos políticos apenas na hipótese de também vir a ser condenado em sentença penal pela prática do ato de improbidade. sem prejuízo de eventual condenação na ação penal que corria paralelamente perante o juízo competente. (D) terão a natureza de decisão declaratória. o que motivou o desejo da associação de ingressar em juízo para obter o referido documento. será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União. (C) poderá eleger-se uma vez que a sentença que determinou a suspensão de seus direitos políticos é nula de pleno direito. cassar mandatos de autoridades que tenham sido eleitas pelo voto popular. (B) poderá eleger-se uma vez que a sentença que determinou a suspensão de seus direitos políticos é nula de pleno direito. Esse mesmo servidor. por crime de responsabilidade. por se tratar de hipótese expressamente admitida na Constituição Federal. convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. 22/05/03 . 15. entre outras sanções. de que resultem imputação de débito ou multa. em Plenário. já que a Constituição Federal veda expressamente a cassação de direitos políticos. eficácia de um título executivo. deverá ser informado de que (A) poderá eleger-se uma vez que a sentença que determina a suspensão de seus direitos políticos é ineficaz. (E) qualquer parlamentar.TRF 5ª Região/2003) Determinado servidor público federal foi condenado. já que essa restrição somente poderia decorrer de sentença penal condenatória transitada em julgado. por sentença transitada em julgado.

por meio de (A) uma comissão parlamentar de inquérito. Deverão conter a identificação e o endereço do denunciante. (B) habeas data. (E) qualquer parlamentar. .Considere as afirmações abaixo. III . a revogação gera efeitos ex nunc. de qualquer autoridade ou cidadão. (C) qualquer parlamentar. (E)) legítimo e eficaz. utenticidade confirmada. (D) ação popular. I . convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. proferir decisões com força de decisões judiciais. em Plenário. dar início ao processo de julgamento do Presidente da República. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) . 16. e ex tunc. o Poder Legislativo pode. São corretos APENAS (A)) I e III (B) I e IV (C) II (D) III e IV (E) IV 17. no primeiro caso. a revogação gera efeitos ex tunc.Exercendo o controle de atos da Administração.Em matéria de controle administrativo. mas com a eficácia inerente a todo ato administrativo. é denominada. (B)) uma comissão permanente. 18. (C)) mandado de segurança individual. quanto às denúncias sobre irregularidades praticadas por servidor público e seus requisitos para merecer apuração pela Administração Pública. IV . desde que o fato narrado configure infração disciplinar ou penal. determinar o depoimento. o ato revogando deve ser (A) legítimo e eficaz ou ilegítimo e ineficaz. junto ao Supremo Tribunal Federal.17:02 19. (C) ilegítimo e ineficaz. (A) mandado de segurança coletivo. reclamação administrativa. queixa administrativa criminal. a revogação gera efeitos ex nunc. a revogação gera efeitos ex nunc.poderá propor. (D) uma comissão parlamentar de inquérito. tecnicamente.O controle interno da Administração é realizado por ela também quando revoga o ato administrativo por motivo de conveniência ou oportunidade. feitas por quem quer que seja à autoridade competente para conhecer e coibir a ilegalidade apontada. Nesse caso. II . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . por crime de responsabilidade. 21/05/03 . (D) ilegítimo. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) . cassar mandatos de autoridades que tenham sido eleitas pelo voto popular. Serão apuradas mesmo quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou penal. no segundo. a denúncia formal e assinada de irregularidades internas ou de abuso de poder na prática de atos da Administração. como (A) (B) (C) direito de reconsideração. Deverão escrito. mas ineficaz. Poderão ser anônimas. (E) ação civil pública. a revogação gera efeitos ex tunc. com a ser formuladas por (B) legítimo. para a defesa de seu direito.

sem o que não poderia estar sendo feita. (D) I e II são corretos.Uma unidade administrativa do Poder Judiciário Federal está sofrendo auditoria orçamentária por parte do Tribunal de Contas da União. (B)) representar ao poder competente sobre a irregularidade apurada. em favor de seus cooperados. desde que praticados na Administração direta. com autoria certa. 22. para que este tome as medidas cabíveis. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . (C) somente pode ter sido determinada pelo Congresso Nacional. somente quando constituída há mais de dois anos. (B) deve ter sido autorizada pelo Poder Judiciário. Diante disso.A Comissão Parlamentar de Inquérito objetiva a apuração de fatos indeterminados. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) Se apurada irregularidade em contrato celebrado por órgão da Administração pública federal.(D) (E) recurso hierárquico. (E) depende de requisição do Poder Judiciário ao Tribunal de Contas. (C) determinar a sustação do contrato e solicitar ao Poder Executivo a tomada das medidas cabíveis. (E) cooperativa. (Defensor Público – Maranhão/2003) Considere as seguintes regras: (i) possibilidade de o Ministério Público ajuizar a ação ou 20. deverá o Tribunal de Contas (A) encaminhar relatório circunstanciado ao Poder Judiciário. SOMENTE (A) I é correto. 21. I. 24. (B) partido político. (C)) III é correto. ou não. 23. exclusivamente em defesa de interesse de seus filiados. III. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . escapando-lhe o exame do mérito do ato ou dessa atividade. representação.Um mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por (A) partido político. O direito de petição. Essa auditoria (A) pode estar sendo realizada por iniciativa própria desse Tribunal de Contas. o mandado de injunção e o recurso administrativo são instrumentos de controle judiciário. (E) promover a responsabilização cível e criminal. ao exame da legalidade do ato ou da atividade administrativa. (D) é privativa do Tribunal de Contas. (E) II e III são corretos. nos casos concretos. perante o Poder Judiciário. (C) entidade sindical. daqueles que celebraram o contrato. (D) anular o contrato e imputar multa aos que julgar responsáveis pela irregularidade. considere o que segue: . (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) . mas só pode ser realizada a pedido do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados. em favor de seus membros. (B) II é correto. desde que tenha representação no Congresso Nacional. somente quando constituída há mais de dois anos. II. (D) associação educacional. O controle jurisdicional limita-se.No que tange ao controle da Administração Pública. qualquer que seja o tempo de funcionamento.

(D)) apenas as regras (ii) e (iii) estão presentes. ante a aprovação.Considere dois mandados de segurança: um ajuizado. posto que combatendo atos normativos discricionários de competência privativa do Presidente da República.16:59 26. (B) apenas as regras (i) e (ii) estão presentes. (C) apenas o primeiro teria sido impropriamente ajui-zado. (C) apenas as regras (i) e (iii) estão presentes. (ii) citação da pessoa jurídica estatal para integrar o pólo passivo da ação.429/92. por referir-se a ato administrativo normativo passível de causar lesão a direito líquido e certo. (iii) possibilidade do uso da ação para defesa do meio ambiente e da moralidade administrativa. sem com isso importar reconhecimento da procedência do pedido. pelo Tribunal de Contas competente. Consoante jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. nos termos da Lei nº 8. sem aplicação de sanção. sendo-lhe facultado. das três regras está constitucionalidade de ato equivalente a lei. (D)) pode acarretar a aplicação de sanções indepen-dentemente da efetiva . posto que combatendo ato administrativo normativo equiparado a “lei em tese”. outro ajuizado em face de medida provisória. ainda que gerais e abstratas. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . (E) ao Ministério da Justiça. sendo adequado o primeiro. (A) ambos teriam sido impropriamente ajuizados. posto que combatendo atos normativos considerados “lei em tese”. por referirse a ato considerado formalmente administrativo passível de lesão a direito líquido e certo. (E) nenhuma presente. atuar ao lado do autor. sob alegação de ilegalidade. (A) ao Congresso Nacional. exclusiva do 25.A ação judicial para apuração da prática de ato de improbidade administrativa. (D) ao Tribunal de Contas da União. 27. (Defensor Público – Maranhão/2003) . (Juiz Substituto – TJ RN/1999) Caso o Poder Executivo exorbite no exercício de seu poder regulamentar. (B) ao Senado Federal (C) á Câmara dos Deputados. (D) apenas o primeiro teria sido impropriamente ajuizado. sendo adequado o segundo como instrumento de controle principal da (A) é de iniciativa Ministério Público. todavia. (B) comporta transação. das contas do administrador responsável pelo ato impugnado. posto que combatendo ato administrativo normativo considerado “lei em tese”. (B)) apenas o segundo teria sido impropriamente ajuizado.promover seu prosseguimento no caso de desistência pelo autor. (E) ambos teriam sido impropriamente ajuizados. a sustação do ato normativo exorbitante compete. 04/09/03 . contra decreto presidencial que declara área de utilidade pública para fim de desapropriação. (C) deve ser extinta. desde que haja concordância expressa da pessoa jurídica interessada e ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público. posto que combatendo ato normativo considerado “lei em tese”. sob alegação da inconstitucionalidade de suas disposições. No regime da ação popular (A) essas três regras estão presentes. sendo adequado o segundo.

devendo as contas do Município ficar disponíveis a qualquer contribuinte. editada em 2002. abrangidas nesses limites. entre outras. as despesas de decisões judiciais referentes ao período anterior e ao de apuração. cabendo-lhe corrigir a atuação da sociedade por meio de decreto legislativo. em sede de repre-sentação. em todos seus 30. com auxilio de Tribunal de Contas do Município. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . 60% e 50%. não computadas nesses limites. entre outras. (E) inconstitucional aspectos.ocorrência público. mediante solicitação de qualquer acionista. entre outras. por meio da supervisão ministerial.” Essa norma é (B) inconstitucional apenas pelos aspectos da indicação do Poder Legislativo Municipal como responsável pelo controle externo e do prazo para acesso aos contribuintes. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . 50% e 50%. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) Determinada Lei Orgânica de Município. (C)) Ministro de Estado da pasta a que estiver subor-dinada a sociedade. Estados e Municípios. o controle desses atos pode ser efetuado pelo (A) Presidente da República. a seguir discriminados para a União.Em relação à matéria de finanças públicas voltadas para a responsabilidade fiscal. sendolhe facultado decretar intervenção. 29. em cada período de apuração e em cada ente da federação. (D) Conselho de Administração da sociedade. abrangidas nesses limites. não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida. entre . (C) 60%. em todos seus é imprescritível.Determinada sociedade de economia mista federal pratica atos incompatíveis com as finalidades para as quais foi constituída e que não se encontram compreendidos pelo seu objeto social. 28. (E) de dano ao patrimônio (A) constitucional aspectos. anualmente. sendo-lhe facultado decretar a substituição dos Diretores da sociedade. (E)) 50%. entre outras. (B) Tribunal de Contas da União. 50% e 60%. visando à anula-ção dos atos. respectivamente: (A) 50%. mediante solicitação de qual-quer de seus membros. que nesse ato é criado. (D) 50%. as despesas de indenizações por demissão de servidores. para exame e apreciação. as despesas de convocação extraordinária dos órgãos legislativos. Neste caso. (C)) inconstitucional apenas pelos aspectos da criação do Tribunal de Contas do Município e do prazo para acesso aos contribuintes. (D) inconstitucional apenas pelos aspectos da indicação do Poder Legislativo Municipal como responsável pelo controle externo e da criação do Tribunal de Contas do Município. (B) 60%. 60% e 50%. a despesa total com o pessoal ativo e inativo. (E) Congresso Nacional. não abrangidas nesses limites. de acordo com a legislação aplicável. estabelece que “a fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal. por meio de recurso hierár-quico com objetivo de anular os atos em questão. computadas 60% e 60%. as despesas com inativos custeadas com quaisquer recursos. durante 30 dias. mediante controle externo. não nesses limites.

outras, as despesas de incentivo a demissão voluntária. 31. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) - Considere três empresas estatais, controladas por um Estado. A primeira recebe do Estado recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal. A segunda recebe do Estado recursos financeiros para pagamento de despesas de custeio em geral. A terceira, que não recebe do Estado recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral, todavia os recebe para aumento de participação acionária. Nos termos da Lei Complementar no 101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal), (A)) apenas a primeira e a segunda são consideradas empresas estatais dependentes. (B) apenas a primeira é considerada empresa estatal dependente. (C) as três são consideradas empresas estatais dependentes. (D) apenas a segunda é considerada empresa estatal dependente. (E) apenas a segunda e a terceira são consideradas empresas estatais dependentes. 04/09/03 - 16: 32. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) A Lei Complementar no 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal – estabeleceu uma série de vedações quanto a operações de crédito. Tais vedações não incluem (A) a captação de recursos a título de antecipação de receita de tributo ou contribuição cujo fato gerador ainda não tenha ocorrido. (B) o recebimento antecipado de valores de empresa em que o Poder Público detenha, direta ou indiretamente, a maioria do capital

social com direito a voto, salvo lucros e dividendos. (C) a assunção direta de compromisso, confissão de dívida ou operação assemelhada, com fornecedor de bens, mercadorias ou serviços, mediante emissão, aceite ou aval de título de crédito. (D)) a aquisição no mercado, por instituição financeira controlada por ente da Federação, de títulos da dívida pública para atender investimento de seus clientes. (E) a assunção de obrigação, sem autorização orçamentária, com fornecedores para pagamento a posteriori de bens e serviços. 33. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) - Considere as seguintes regras: (i) possibilidade de o Ministério Público ajuizar a ação ou promover seu prosseguimento no caso de desistência pelo autor; (ii) citação da pessoa jurídica estatal para integrar o pólo passivo da ação, sendo-lhe facultado, todavia, atuar ao lado do autor, sem com isso importar reconhecimento da procedência do pedido; (iii) possibilidade do uso da ação para defesa do meio ambiente e da moralidade administrativa. No regime da ação popular (A) essas três regras estão presentes. (B) apenas as regras (i) e (ii) estão presentes. (C) apenas as regras (i) e (iii) estão presentes. (D)) apenas as regras (ii) e (iii) estão presentes. (E) nenhuma presente. das três regras está

34. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) - Considere dois

mandados de segurança: um ajuizado, sob alegação de ilegalidade, contra decreto presidencial que declara área de utilidade pública para fim de desapropriação; outro ajuizado em face de medida provisória, sob alegação da inconstitucionalidade de suas disposições, ainda que gerais e abstratas. Consoante jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, (A) ambos teriam sido impropriamente ajuizados, posto que combatendo atos normativos considerados “lei em tese”. (B)) apenas o segundo teria sido impropriamente ajuizado, posto que combatendo ato normativo considerado “lei em tese”, sendo adequado o primeiro, por referir-se a ato administrativo normativo passível de causar lesão a direito líquido e certo. (C) apenas o primeiro teria sido impropriamente ajuizado, posto que combatendo ato administrativo normativo equiparado a “lei em tese”, sendo adequado o segundo como instrumento de controle principal da constitucionalidade de ato equivalente a lei. (D) apenas o primeiro teria sido impropriamente ajuizado, posto que combatendo ato administrativo normativo considerado “lei em tese”, sendo adequado o segundo, por referirse a ato considerado formalmente administrativo passível de lesão a direito líquido e certo. (E) ambos teriam sido impropriamente ajuizados, posto que combatendo atos normativos discricionários de competência privativa do Presidente da República. 04/09/03 - 16:5 35. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - O Tribunal de Contas do Estado está apreciando as contas de um Município, não tendo emitido parecer. Entrementes, um cidadão propôs ação popular visando a anular ato lesivo ao

patrimônio público constante daquelas contas. O juiz julgou a ação improcedente, reconhecendo provada a má-fé do autor. Nesse caso, (A)) o autor da ação não está isento do pagamento das custas judiciais e dos ônus da sucumbência. (B) a decisão judicial obsta a que o Tribunal de Contas aprecie a eventual lesividade ao patrimônio público. (C) sendo a ação popular um direito constitucional do cidadão, a eventual má-fé não gera conseqüências para o autor. (D) o Tribunal de Contas pode julgar livremente as contas, inclusive as acusadas de lesividade, se o fizer antes do trânsito em julgado. (E) o autor da ação popular ainda pode se habilitar como assistente processual no processo de julgamento junto ao Tribunal de Contas. 36. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - Na composição do Tribunal de Contas do Estado, três dos Conselheiros são escolhidos (A) livremente Estado. (B) livremente Legislativa. pelo Governador do

pela

Assembléia

(C) alternativamente dentre Auditores e Procuradores do Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas. (D)) pelo Governador do Estado, com aprovação da Assembléia Legislativa. (E) livremente pelo Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas, alternando-se entre Auditores e Procuradores. 37. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - As decisões finais do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe que importarem imposição de débito ou multa

(A)) terão eficácia de título executivo, independentemente de inscrição na dívida pública. (B) serão submetidas à aprovação da mesa da Assembléia Legislativa. (C) somente terão eficácia depois de aprovadas pela Assembléia Legislativa. (D) equivalerão a título quando aprovadas pela Assembléia Legislativa. executório, mesa da

(B) terão apenas eficácia recomendação ao Poder Legislativo. (C) terão apenas eficácia recomendação ao Poder Executivo.

de de

(D) poderão ser executadas somente após sua aprovação pelo chefe do Poder Executivo. (E) poderão ser executadas somente após sua aprovação pelo órgão do Poder Judiciário competente em cada caso. 40. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - É de competência do Tribunal de Contas apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal na Administração. Configuram exceção a essa regra as (A) contratações de empregados pelas fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. (B)) nomeações para provimento em comissão. cargo de

(E) serão desde logo válidas, mas sua eficácia executiva ficará condicionada ao referendo da Assembléia Legislativa. 38. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - Conforme norma da Constituição Federal, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno. É finalidade estranha a esse controle interno (A) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. (B)) rever os atos praticados pelo órgão incumbido do controle externo. (C) avaliar a execução dos programas de governo e dos orçamentos. (D) comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da Administração. (E) comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. 39. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) Quanto à sua exeqüibilidade, as decisões do Tribunal de Contas de que resulte imputação de débito ou multa (A)) terão eficácia de título executivo.

(C) contratações de empregados pelas sociedades de economia mista. (D) contratações de empregados pelas empresas públicas. (E) nomeações para cargo de provimento efetivo em autarquias de regime especial. 41. (Advogado – DESENBAHIA/2002) As informações de bancos de dados, a que se refere o habeas data, são aquelas mantidas pelas entidades governamentais ou de caráter público. Para esse fim, são exemplos de entidade governamental e entidade de caráter público, respectivamente, (A) uma empresa pública e uma divulgadora profissional de dados pessoais, como as empresas de fornecimento de malas-diretas. (B) um órgão da administração direta e uma autarquia.

(C) uma pessoa jurídica privada permissionária de serviço público e uma instituição de cadastramento de dados pessoais para proteção do crédito. (D)) um órgão da administração indireta e uma pessoa jurídica privada concessionária de serviço público. (E) um titular de delegação de serviço público e um órgão da administração direta ou indireta. 42. (Advogado – DESENBAHIA/2002) O controle exógeno do legislativo é exercido mediante atuação do respectivo Tribunal de Contas que, (A) quando evidenciar qualquer fato de natureza formal, deve julgar as contas irregulares mesmo que não resulte dano ao erário. (B) proferindo uma decisão definitiva, terá esta a qualidade de uma sentença judicial, mas com efeito inter partes. (C) deliberando com soberania e em conformidade com a Constituição, afasta a apreciação do Judiciário. (D) ao julgar as contas, atua de forma a apreciar e concluir, implicando também no julgamento do agente público que as determinou. (E)) dentre outras matérias, julga o ato administrativo relacionado a contratos, ajustes, acordos e renúncia de receitas. 43. (Analista Judiciário – Adm - TREPE/2004) É certo que, em conformidade com a Lei no 4.320/64, a Lei de Orçamento deve (A) consignar sempre as dotações globais destinadas a atender indiferentemente as despesas de pessoal, material e serviços de terceiros. (B) conter a discriminação da receita e despesa, de forma a evidenciar um programa de trabalho do governo, bastando observar unicamente o princípio da anualidade.

(C) observar, dentre outras disposições, que todas as receitas e despesas constem dessa lei (orçamentária), pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções. (D) compreender todas as receitas, salvo as de operações de créditos, ainda que previstas em lei, observando-se o princípio da formalidade. (E) compreender todas as despesas da administração direta e indireta, ainda que sem observância dos princípios da unidade e da universalidade. 44. (Analista Judiciário – Adm - TREPE/2004) - No que se refere à Lei de Responsabilidade Fiscal (L.C. no 101/2000), considere as afirmações: I.A empresa estatal dependente é aquela controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária. II.A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze (11) anteriores, excluídas as duplicidades. III.Nas referências, União, aos Estados, dessa lei, à

ao Distrito Federal (DF) e aos Municípios, estão compreendidos apenas as administrações diretas, os fundos, as autarquias, as fundações e as empresas estatais dependentes. IV.Empresa controlada é a sociedade cuja minoria do capital social, e portanto, sem direito a voto, pertença direta e obrigatoriamente à União ou aos Estados-membros. Está correto APENAS o que se afirma em

(D) II.(A)I e II. de pessoa física ou jurídica. perderá a função pública e estará proibido de contratar com o Poder Público pelo prazo de três anos. mas auxiliares dos Legislativos e colaboradores dos Executivos. ressarcirá integral. (Técnico Judiciário – Adm . dos Estados. (Técnico Judiciário .Jud – TRT 3ª R/2004) . na forma gradação previstas em lei. (B) I. perda da respectiva função pública e indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário. integralmente o dano e função pública. II e III. 46. dos dos (E) independentes. (B) administração fundacional.TREPE/2004) . (C) suspensão dos direitos políticos. 47.Os atos de improbidade administrativa praticados por servidor público da administração direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. de bens referentes à (A) sociedade de economia mista. será suspenso dos direitos políticos de três a cinco anos e pagará a multa civil de até cem vezes o valor percebido.Em conformidade com a lei de responsabilidade fiscal.TREPE/2004) . 48. (E) perda temporária dos direitos políticos. se houver. (Analista Judiciário . III e IV. na verificação do atendimento dos limites de despesa total com pessoal. (Técnico Judiciário – Adm . em cada período de apuração e em cada ente da Federação. como órgãos (A) independentes e auxiliares Judiciários e colaboradores Legislativos.mente o dano. (C) administração direta. serão computadas as despesas . que será suspenso temporariamente de sua função pública. o agente público.Dentre outras sanções. ressarcirá perderá a (E) empresa incorporada ao patrimônio público. será suspenso dos direitos políticos de cinco a oito anos e pagará a multa civil de até duas vezes o valor do dano.Adm – TRT 23ª R/2004) . (E) III e IV. (D) dependentes e auxiliares Poderes Legislativo e Judiciário. por facilitar para a incorporação ao patrimônio particular. independentemente do ressarcimento ao erário pelos danos causados ao patrimônio público. (B) cassação de direitos políticos e a conseqüente perda da função pública do servidor. 45. a indisponibilidade dos bens do servidor mas não acarretarão a perda da função pública. (D) administração indireta.No controle externo da administração financeira e orçamentária é que se inserem as principais atribuições dos nossos Tribunais de Contas. suspenso dos direitos políticos será pelo (D) perda temporária da função pública enquanto durarem os efeitos da condenação e a conseqüente cassação dos direitos políticos. terá cassados seus direitos políticos de oito a dez anos e pagará a multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial. dos dos prazo de três anos. (C) independentes e auxiliares Poderes Executivo e Judiciário. do Distrito Federal e dos Municípios importarão a (A) indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário pelo servidor. a a o e (B) dependentes do Poder Judiciário e auxiliares do Poder Executivo. (C) I e IV.

aproveitando das atribuições dos respectivos cargos. (C) 5 a 8 anos e de 3 a 5 anos. cometeram atos de improbidade administrativa pelos seguintes fatos: Zeus utilizou veículo que se encontrava à disposição daquele tribunal. . esses servidores estão passíveis de sofrerem. 50.proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. (C) correspondentes à remuneração de ocupantes de cargos em comissão.(A) decorrentes de demissão voluntária. às seguintes cominações: I. (D) originárias de indenização demissão de servi.Dois servidores públicos do Tribunal Regional do Trabalho da 23a Região. dentre outras.proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. pelo prazo de três anos.perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio. ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.ressarcimento integral do dano. Conseqüentemente. III. Zeus e Afrodite. (E) 8 a 10 anos e de 5 a 8 anos. (D) Está correto o que se afirma apenas em II e IV. pelo prazo de dez anos. independentemente das sanções penais. suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos.Em conformidade com a lei de improbidade administrativa. dentre outras sanções. se houver. (Adaptada) Instruções: Para responder à próxima questão utilize a chave abaixo. ainda que por intermédio de fundo específico. (B) de indenizações por demissão de empregados. (B) 5 anos e de 3 a 5 anos. perda da função pública. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . por (E) com inativos. ressarcimento integral do dano. pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente. direta ou indiretamente. (D) 8 e de 10 anos. (C) Está correto o que se afirma apenas em I e III. indevidamente. suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos. pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial. está sujeito. IV. civis e administrativas. (E) Está correto o que se afirma apenas em III e IV. para transportar material de construção destinado à reforma em sua residência. respectivamente. permitiu que este utilizasse o supracitado veículo para os fins descritos na conduta do primeiro nomeado. ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário. a suspensão dos direitos políticos.dores. o agente público que retardar ou deixar de praticar. perda da função pública. Afrodite. 49. ato de ofício. superior imediata de Zeus. previstas na legislação específica. quando houver. (A) Está correto o que se afirma apenas em I. pelos prazos de (A) 3 a 5 anos e de 10 anos. incentivo à (B) Está correto o que se afirma apenas em I e II. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . direta ou indiretamente. custeadas por recursos provenientes da arrecadação de contribuições dos segurados. II.

Na hipótese em que a motivação seja . devendo ser apreciada pela autoridade hierarquicamente superior àquela que proferiu o ato. IV. permitida a renovação com novos elementos. II. 54. (C) sucessivo. habeas de segurança e (B) habeas data. aos controles (A) hierárquico. correspondem. do Legislativo. podendo ser renovado uma única vez. sendo que a renovação fica a critério dessa autoridade. habeas data.51. do resultado. (E) discricionário. Essas hipóteses correspondem. habeas data e habeas corpus. (Auditor – TC-PI/2005) . por intermédio da que praticou o ato impugnado. preventivo e de mérito. (E) quando praticado mediante delegação. (D) habeas corpus. 53.O que antecede a conclusão ou operatividade do ato.quando qualquer pessoa sofrer lesão ou ameaça de lesão a direito líquido e certo. ao (A) mandado de corpus. orienta. não podendo ser renovado. mandado de injunção e mandado de segurança.a retificação de dados quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. analise: I. mandado habeas data. III. habeas corpus. (C) mandado de segurança. habeas corpus e mandado de injunção. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) .Pedido de reconsideração é aquele pelo qual o interessado requer o reexame do ato (A) por intermédio da autoridade mediatamente superior àquela que expediu o ato impugnado. por ilegalidade. (B))à própria autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. respectivamente. sendo da competência da Administração. II. analise as seguintes assertivas: I. sucessivo e vinculado. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . avoca e aprova os atos praticados pelos subalternos. habeas data e mandado de injunção. (D) à autoridade superior.Em matéria de controle judicial da Administração. 52. como regra. como requisito para sua eficácia. (B))hierárquico. revê.sempre que o indivíduo sofrer ou se achar em iminente perigo de sofrer violência. mandado de segurança. admitida a renovação apenas quando a decisão reformar parcialmente o referido ato. (E) mandado de injunção. prévio ou preventivo e de mérito. injunção. (C) mediante pedido à autoridade imediatamente superior àquela que proferiu a decisão. e.Todo aquele que visa a comprovação da eficiência.Em matéria de controle da administração. da conveniência ou oportunidade do ato controlado. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . (D) sucessivo.a falta de norma regulamentadora tornar inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais. mandado de segurança. III.A autoridade controladora acompanha. a necessidade de motivação dos atos administrativos. Essas hipóteses respectivamente. em casos excepcionais expressos na Constituição Federal. prévio e corretivo. judicial ou administrativo. operativo e vinculado.A doutrina administrativista afirma.

com enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo para o Erário. (B) previsto em lei. (C) ilegalidade do objeto.devida. (C) previsto em lei. estando excluídas. com enriquecimento ilícito para o sujeito ativo. que (A) independe de provocação e deverá ser exercido sem invasão nos aspectos reservados à apreciação subjetiva da Administração Pública. as autarquias e as empresas públicas. podendo estar ou não previsto em lei. o vício de (A) incompetência. (A))acarretam. (B))depende de provocação e deverá ser exercido sem invasão nos aspectos relativos à conveniência e à oportunidade da Administração Pública.O ato de improbidade administrativa. (Procurador – TC-PI/2005) . (C) o pagamento de multa de caráter penal. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . (C) admitem transação. com enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo para o Erário. (E) desvio de finalidade. (C) depende de provocação e deverá restringir-se aos aspectos de competência e formalidade do ato administrativo. 58. (B) devem ser propostas pelo Ministério Público. prejuízo para o Erário ou (D) instauram juízo universal. (E) dependem representação competente. (B) a perda de bens. (E) a proibição de contratar com o Poder Público. (Auditor – TC-PI/2005) . seja qual for a espécie de ato de improbidade praticado. como sujeitos passivos do ato.O controle pelo Poder Judiciário do ato administrativo praticado no exercício de competência discricionária do administrador público . exclusivamente de de autoridade 57. (D) independe de deverá ser restrito legalidade do ato. (D) a perda da função pública. em caso de procedência. 56. desde homologada judicialmente. caracteriza-se como ato danoso (A) contra a Administração. independentemente da presença dos elementos subjetivos do dolo ou da culpa do sujeito causador do ato. provocação e aos aspectos de (E) é cabível com relação aos aspectos de legalidade e de mérito do ato administrativo. sua ausência caracteriza. suspensão dos direitos políticos do administrador ímprobo. pelo critério da Lei no 4. (D) inexistência dos motivos. (D))previsto em lei. ensejador das medidas sancionatórias previstas no ordenamento constitucional federal. contra a Administração. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . independentemente da presença dos elementos subjetivos do dolo e da culpa. com enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo para o Erário.717/65. atraindo todas as ações penais e civis com o mesmo objeto. (B) forma.NÃO figura no rol de sanções legalmente previstas para a prática de ato de improbidade administrativa (A) a suspensão de direitos políticos. contra a Administração. 55.As ações de improbidade administrativa.

de forma que. (D) as licenças urbanísticas. 60. com enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo para o Erário. Nesta situação os produtores dos derivados cuja comercialização foi proibida (A) possuem direito líquido e certo de comercializar os derivados de leite de vaca. 37. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . contudo. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . é correto afirmar que (A) o caráter discricionário no momento da outorga é um dos princípios informadores das licenças urbanísticas. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . (C) a revogação da licença urbanística pela Administração não gera a obrigação de indenizar o titular da licença revogada. em razão da licitude e imperiosidade da medida. (B) podem recorrer à via da ação direta de inconstitucionalidade em relação ao ato normativo que veiculou a proibição em questão.atentado contra os Administração Pública. (C)têm direito a receber indenização do Estado. pois é dever constitucional do Estado zelar pela saúde pública. (B) as licenças representam instrumentos de controle urbanístico prévio. o que afasta a aplicação da norma do art. 59. com fundamento no art. para tanto. de uma toxina patológica causada pela ingestão de um medicamento ministrado nos animais. §6º. desde que demonstrem a ocorrência de danos concretos. pelo prazo de 2 (dois) meses.Um professor de escola estadual de determinada categoria impetrou mandado de segurança contra ato do Dirigente de Ensino que lhe indeferiu requerimento administrativo por meio do qual pleiteava o reconhe cimento do direito ao recebimento de gratificação concedida por Resolução da Secretaria da Educação para professores integrantes de outra categoria. (E) às pessoas de direito público é opcional a obtenção da licença urbanística para a execução de construções de interesse público. podendo. impetrar mandado de segurança. §6º. podendo estar ou não previsto em lei. no leite.Por ato de autoridade competente foi proibida a comercialização. (E) não têm direito ao recebimento de qualquer indenização. estando excluídas. de modo a evitar que apenas alguns particulares suportem os prejuízos ocorridos em função de medida tomada no interesse comum. devidamente autorizada pelos órgãos estatais competentes. é legal o sacrifício dos interesses dos particulares. 37. em função da constatação da presença. em face da natureza difusa do interesse tutelado. da Constituição Federal. cuja produção foi devidamente autorizada pelos órgãos competentes. em observância ao princípio da supremacia do interesse público. 61.Em matéria de controle urbanístico. princípios da (E) contra a Administração. as autarquias e as empresas públicas. da Constituição Federal. trazem em seu bojo a presunção de precariedade. em especial para edificar. como sujeitos passivos do ato. sendo descabida indenização. (D) não têm direito ao recebimento de qualquer indenização. No mandado de segurança foi formulado pedido de desfazimento do ato de indeferimento e. de produtos derivados de leite de vaca que tivessem sido produzidos em uma cidade do Estado de Pernambuco. prática que estava. em .

imiscuirse na análise de ato administrativo discricionário. (E) o recebimento dos valores devidos. (B) é cabível a concessão de liminar para deferir desde logo a gratificação. sendo que a concessão da segurança autoriza execução nos próprios autos das verbas posteriores ao ajuizamento. exceto a adequação de remuneração a qualquer título. sucumbir. inclusive a reposição decorrente de aposentadoria de servidores no âmbito dos Poderes Judiciário.O diploma legal que estatui as normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. requerendo sua modificação. Nesta hipótese da (B)pedido de reconsideração. em cada período de apuração.missão. mesmo os decorrentes de decisão judicial. mesmo que não implique aumento de despesa. O meio de controle administrativo em questão denomina-se (A) recurso hierárquico impróprio. sob pena de ofensa à Independência dos Poderes. este peticionou à autoridade responsável por referido ato. nos termos da Lei no 5. o que é vedado pela súmula 266 do Supremo Tribunal Federal. evitando prejuízos ao impetrante. Legislativo e Executivo. sendo que a repartição deste limite não poderá exceder a 6% para o Judiciário. (E) reclamação administrativa. em verdade. a despesa total com pessoal no âmbito da União. (C) são vedadas a concessão de vantagens e a criação de função. não poderá exceder a 50% da corrente líquida. ao final. (E) são vedadas as admissões ou contratações de pessoal a qualquer título. exige o ajuizamento de outra ação ou de pedido administrativo. concessão gratificação. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . (B) é vedada a criação de emprego. vez que a sentença do mandado de segurança tem natureza mandamental. dos Municípios e do Distrito Federal. a concessão de liminar em virtude de tratar-se de extensão de vantagem a servidor. 64. 63. (D) recurso hierárquico próprio. (D) são vedadas a concessão de reajuste ou revisão de vencimentos. independentemente da prévia concessão de medida liminar. contudo.rança porque. vedada. dos Estados.021/66. que poderá devolver a verba se. Na hipótese da despesa de pessoal exceder a 95% do percentual destinado ao Poder Judiciário. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) . 62. (A) são vedadas a criação e a extinção de cargo público. estar-se-ia impugnando lei em tese. (C) revisão administrativa. (C) é cabível mandado de segurança.conseqüência. dispõe que a dívida flutuante (A) não é cabível mandado de segurança porque não é permitido ao Poder Judiciário. .A Administração Pública expediu ato administrativo que prejudicou legítimo interesse de servidor público. permitida a criação apenas de cargo em co. (D) não é cabível a impetração de mandado de segu. Inconformado. oportunidade em que apresentou novos argumentos. admitida a alteração da estrutura de carreira.Nos termos da lei de responsabilidade fiscal. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . exceto o reajuste derivado de determinação legal ou contratual. ainda que referentes a período posterior ao ajuizamento da demanda e.

Em conformidade com a lei que trata da improbidade administrativa (Lei no 8. qualquer ação ou omissão. (E) revele fato de que tem ciência em razão de suas atribuições. ainda que supere o valor da herança. poderá atuar facultativamente. (E) o sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público estará sujeito ao ressarcimento do dano. (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . (D) compreende os restos a pagar. (E) engloba os serviços da dívida e os restos a pagar.Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da Administração Pública. 67. entre outras. que fixem para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios. (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . como espécie de ato de gestão. (B) exclui os depósitos e inclui os serviços da dívida. quando for caso de enriquecimento ilícito. exceto os serviços da dívida. (E) ato administrativo unilateral. (D) a aplicação das sanções previstas nesta lei independe de efetiva ocorrência de dano ao patrimônio público. (C) deixe de prestar quaisquer hipóteses. considera obrigatória e de caráter continuado a despesa corrente derivada de (A) decreto regulamentar ou de execução. o dever de execução por um período não superior a um exercício. (C))lei.(A) exclui os depósitos e os débitos de tesouraria. 65. que disponha para as entidades da administração direta e indireta a faculdade da correspondente execução por período igual ou superior a dezoito meses. a obrigação de sua execução por período igual ou inferior a três exercícios. como fiscal da lei. que estabeleçam para as entidades da administração descentralizada. a publicidade de atos (B) retarde ou deixe de praticar ato de ofício. com exclusividade. (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) .É certo que as ações destinadas a levar a efeito as .O diploma legal que estabelece normas de finanças públicas. subsidiariamente. editada. que (A) permita oficiais. discricionário e composto. (B) o agente público perderá. os bens acrescidos ao seu patrimônio. mas não o terceiro beneficiário. é correto afirmar que (A) o Ministério Público. medida provisória ou ato administrativo normativo. se não intervier no processo como parte. estabelecendo para as entidades da Federação a faculdade de execução por prazo não superior a doze meses. para estabelecer à entidade descentralizada. (C) a representação para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade é exclusiva do Ministério Público. (B) lei complementar ou ato administrativo negocial. 68. voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. (C) engloba os débitos de tesouraria e exclui os restos a pagar. contas em (D))viole o dever de imparcialidade às instituições. (D) medida provisória. 66.429/92). (Analista Judiciário – Jud – TRT 8ª R/2004) .

D 34.Vera Lúcia. B 10. D 4. a partir da data da falta administrativa pelo ocupante de função em confiança. A 11. A 3. E 20. proibição de contratar com o Poder Público e suspensão dos direitos políticos pelo prazo de 3 (três) a 6 (seis) anos.sanções previstas pela prática de ato de improbidade administrativa podem ser propostas (A) até 2 (dois) anos. B 35. C 30. A 17. após o término do exercício de cargo em comissão. A . suspensão da função pública e proibição de receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de 4 (quatro) anos. B 24. B 2. (A) à perda da função pública. E 5. C 16. após a rescisão do contrato de trabalho referente a emprego público. A 22. permitiu e facilitou a aquisição de impressos para o referido Tribunal. (B)até 5 (cinco) anos. (E) a qualquer tempo. a partir da consumação do fato lesivo pelo ocupante de cargo efetivo. A 9. E 12. 69. A 27. A 15. Gabarito: 1. suspensão da função pública e proibição de receber incentivos creditícios pelo prazo de 3 (três) anos. D 28. ressarcimento proporcional do dano e proibição de receber incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de 5 (cinco) a 10 (dez) anos. B 21. B 19. D 14. (D)pagamento de multa civil de até 3 (três) vezes o valor do dano. B 7. B 26. Vera Lúcia estará sujeita. por preço superior ao do mercado. (B) ao pagamento de multa civil de até 5 (cinco) vezes o valor do dano. especialmente em razão do interesse público. (C) dentro de 10 (dez) anos. D 33. A 32. (C) perda dos direitos políticos. E 18. E 31. (E) perda dos direitos políticos. servidora do Tribunal Regional do Trabalho. suspensão dos direitos políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de 5 (cinco) anos. B 13. D 25. Nesse caso. A 6. C 23. C 29. (D) dentro de 10 (dez) anos. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . D 8. por serem as infrações imprescritíveis. dentre outras cominações.

63. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . 52. 39. antes da decisão do pedido. pode-se abrir período de consulta pública para manifestação (A) de entidades e associações legalmente organizadas. 61. D A B A B D E C A E E C C E D B B B B C A B D B C C B C D C D D B A PROVAS ANTERIORES FCC PROCESSO ADMINISTRATIVO 1. 47. 62. 60. 49. 58. 44. 65. 57. 53. 69. desde que no início do procedimento e antes do recebimento do pedido. no âmbito da Administração Federal. . 42. 50. 55. 59. 56. 51.No caso da matéria do processo administrativo. 41. (B) das partes e de um representante do Poder Legisla-tivo. 54. envolver assunto de interesse geral. 48. 68. mesmo que implique prejuízo para a parte interessada. 38. 46. 67. 40.36. 43. 66. 45. 37. 64.

ser delegada e. em certos casos. prorrogável por igual período. . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . o prazo para interposição do recurso é de (A) 15 dias. mas pode ser dilatado até o dobro. (C))) seja considerado sem interesse na matéria objeto do processo. 2. mesmo que implique prejuízo para a parte interessada. e. deve ser dirigido à autoridade que proferiu a decisão. antes da decisão do pedido. e a decisão superior deve ser prolatada no prazo improrrogável de 30 dias. (D) esteja litigando judicialmente com o cônjuge do interessado. excepcionalmente.11:51 5.A lei que regula os processos administrativos no âmbito federal prevê que a competência é (A) irrenunciável e nunca pode ser delegada nem sofrer avocação. desde que este não tenha transitado em julgado. salvo exigência legal. dilatado. Nesse caso. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) . seja nos de avocação. seja nos de substituição de um órgão por outro.Em um processo administrativo. mas pode. (B) venha testemunha. dilatado. (B) 10 dias. o administrado deve praticar um ato para o qual não há disposição específica quanto ao prazo. (D) renunciável apenas nos casos de livre delegação. mas pode ser dilatado até o dobro. suas razões são de legalidade e de mérito. igual ao prazo para reconsideração do prolator. que nunca pode ser (C) 10 dias. sofrer avocação temporária. (D)) de terceiros. independe de caução.NÃO está impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que (A) tenha participado como perito ou representante. segundo a lei que regula os processos administrativos no âmbito federal. pois a avocação não implica renúncia por ser originária de hierarquia superior. (B)) irrenunciável. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . se não houver prejuízo para a parte interessada. presumese que o prazo é de (A) 15 dias. suas razões são de legalidade e de mérito. (C) renunciável apenas nas hipóteses de delegação e de avocação. para as quais é dispensada qualquer justificação. (B) 15 dias. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . até o trânsito em julgado da decisão do pedido. (D) 5 dias. e a decisão superior deve ser prolatada no prazo de 30 dias. (D)) 10 dias. antes ou após a decisão do pedido. que nunca pode ser (E)) 5 dias. mas pode ser dilatado até o dobro. suas razões são de legalidade e de mérito. (E) renunciável. 04/08/03 . litigando a compa- 3. (E) do Ministério Público.O recurso cabível das decisões administrativas.(C) popular. e sempre depende de caução. (C) 10 dias. a participar como 4. (E) esteja administrativamente com nheira do interessado. Nesse caso. seja nos casos de livre delegação.

(Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . o processo administrativo de (A)) expediente é próprio do pedido de permissão de uso de bem público. (C) 2 de março. atos total (D) atuação segundo padrões éticos de probidade. (D) poderão ser objeto de delegação a decisão de recurso administrativo e a edição de atos de caráter normativo. (E) observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . 6. (D) polícia está relacionado ao requerimento de alvará de pesquisa e lavra de jazida. (B)) inexistindo competência legal específica. (C)) divulgação oficial dos administrativos com transparência.Um prazo em um processo administrativo sujeito à Lei nº 9. quando desempenhar função administrativa.784/99. (B) 3 de março. (B) controle é exemplo daquele em que se verifica uma prestação de contas. 10. é INCORRETA a afirmação de que.Sou . (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . 9. (E) para o ato de delegação basta ser especificada a matéria. os poderes transferidos e os limites da atuação do delegado. quando estes não lhe sejam hierarquicamente subordinados. Considerando-se que o ano em questão não é bissexto. sendo certo que o Poder Judiciário da União. vedado o sigilo. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) Tendo em vista o objeto a que cada processo se destina. o processo administrativo deverá ser iniciado perante a autoridade de menor grau hierárquico para decidir. tem como seu dia do início 31 de janeiro. o dia do vencimento será (A) 4 de março. igual ao prazo para reconsideração do prolator. fixado em lei como de “um mês”.No âmbito da Administração Federal direta e indireta. os processos administrativos deverão observar diversos critérios. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE PI/2002) No âmbito da Administração Pública federal. em qualquer hipótese. sem prejuízo da atuação dos interessados. (C) outorga refere-se à postulação de uma concessão de serviço público. de ofício. É INCORRETO afirmar que um desses critérios é a (A) indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão. entre outras regras. (C) é vedado ao órgão administrativo e seu titular delegar parte de sua competência a outros órgãos ou titulares. (B) impulsão. (E) punição é voltado à aplicação de pena disciplinar ao servidor ou penalidade ao administrado.99. e a decisão superior deve ser prolatada no prazo improrrogável de 30 dias. a avocação temporária de competência atribuída a órgão hierarquicamente inferior. (D) 1º de março. em conformidade com a Lei nº 9. deverá ser observada.(E) 10 dias. que (A) não será permitida. 7. de 29. decoro e boa-fé. quanto à competência. 8.01. do processo administrativo. (E)) 28 de fevereiro. está obrigado a essa observância.784.

para atuar. prorrogáveis pelo dobro. Na situação acima descrita. (B) 8 dias. juntando-se cópia do mandado aos autos. 11. (D) tenho a faculdade de atuar ou não.784/99. foi iniciado de ofício pela Administração.A comunicação dos atos do processo administrativo será feita. assim como o Legislativo e o Judiciário da União. (C)) respeitada. ao ao (E) desrespeitada no tocante anulação dos atos referidos. recebi um processo administrativo de interesse de meu sobrinho. quando no desempenho de suas funções.784/99 foi (A) desrespeitada no tocante modo de se conduzir a instrução. (B) citação. 24 horas antes da prática do ato. o Distrito Federal e os Municípios quando atuam no aspecto políticoadministrativo.Determinado processo administrativo. sujeito à Lei no 9. alguns atos administrativos.TRE BA/2003) . (C)) devo comunicar o fato à autoridade competente e abster-me de atuar. no mínimo. feita por meio de oficial de justiça. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . (B) não há impedimento legal e devo atuar normalmen-te. Nesse caso. os atos do órgão ou autoridade responsável pelo processo devem ser praticados no prazo de (A) 10 dias. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . dilatáveis até o dobro. (E) devo atuar.13:44 12. a Lei nº 9.servidor público e. de regra. 10/09/03 . para controle. (Analista Judiciário – Jud . com antecedência mínima de 10 dias. (E) 48 horas. que regulamenta o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. teve a produção de algumas provas determinada de ofício pelo órgão responsável por sua impulsão e foi decidido em 25 dias a contar do encerramento da instrução. (C)) 5 dias. no tocante ao à (D) desrespeitada prazo de decisão. feita por meio de oficial de justiça.Para os fins da Lei no 9. (D) 3 dias. por via pos-tal com aviso de recebimento e por telegrama. (B) desrespeitada no tocante modo de se iniciar o processo. quando o interessado não for encontrado pelo oficial de justiça. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . publicada no Diário Oficial da União. segundo meu exclusivo critério.No processo administrativo. prorrogáveis por mais 3 dias. Além disso. improrrogáveis. foram anulados pela Administração passados 4 anos de sua prática.TRE BA/2003) . mas sou obrigado a comunicar o fato. os Estados.784/99. 13. (D) citação. . à autoridade competente. publicada no Diário Oficial da União. dilatáveis até mais 10 dias. considera-se órgão (A) superior a União.TREPE/2004) . (A) posso atuar somente se ninguém alegar que ocorre a suspeição. (B) o Executivo. 14. praticados no seio desse processo e dos quais decorriam efeitos favoráveis aos destinatários. salvo disposição em contrário. (C) intimação. por (A)) intimação mediante ciência no processo. sempre com antecedência mínima de 5 dias. (E) intimação.

refere-se ao (A) segurança jurídica. (B) Está correto o que se afirma apenas em I e II. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) . . (E) Está correto o que se afirma apenas em III e IV. (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) . se indeferida. que deve ser apontado pela autoridade superior do órgão público em questão. o princípio da motivação. (B) é típica de impedimento. cujo deferimento ou não caracteriza ato discricionário da autoridade superior. portanto.declarem a exigibilidade de licitação. a qual.O diploma legal de regência do processo administrativo. III. nem de suspeição. Destarte. (D))a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da Administração indireta.decorram de reexame de ofício. 15. a situação em que a autoridade responsável pelo processo seja amigo íntimo de parente de terceiro grau de algum dos interessados. é passível de recurso sem efeito suspensivo. (C) eficiência. (D) Está correto o que se afirma apenas em II e IV. II. público. (E) não se caracteriza como hipótese nem de impedi. irrecorrível. (Adaptada) Instruções: Para responder à próxima questão utilize a chave abaixo. de ato IV. (C) Está correto o que se afirma apenas em I e III. ao impor que seja observado. (Auditor – TC-PI/2005) .(C) a unidade de atuação dotada de personalidade jurídica própria e vinculada à Administração direta e indireta. 18. que deve ser argüido pela parte interessada. restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse princípio da (B) moralidade. (D))razoabilidade.É nota peculiar do processo administrativo a (A) ampla incidência do princípio da oficialidade.O diploma legal de regência do processo administrativo dispõe que a Administração Pública deverá observar.aplicam jurisprudência firmada sobre a questão. sujeito à Lei no 9.ção dos fatos e dos fundamentos jurídicos dos atos administrativos. (C) é típica de argüição de suspeição. (D) é típica de argüição de suspeição.Jud – TRT 3ª R/2004) Em um processo administrativo.mento. essa motivação é indispensável nos atos administrativos quando: I. (E) qualquer entidade de direito público ou privado com personalidade jurídica e dotada de poder de decisão na área administrativa. (A) é típica de impedimento. dentre outros.784/99. (E) finalidade. no âmbito da Administração Pública Federal. mediante a indica. entre outros. 16. o critério de adequação entre meios e fins.importem convalidação administrativo. (Analista Judiciário . 17. (A) Está correto o que se afirma apenas em I. vedando a imposição de obrigações.

(Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) .da decisão administrativa. salvo disposição legal específica. adotada em caráter uniforme para toda a Administração. (B) impessoalidade.A lei que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal dispõe que a competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria. em caráter normativo. Em virtude desse fato. (B) I e III. 20. (D) ausência da defesa técnica. o qual no entanto poderá prosseguir se o interesse público assim o justificar. se não a reconsiderar no prazo de 5 (cinco) dias.Servidor público federal. que já se encontrava consolidada na vigência da anterior orientação. o Poder Público modificou referida interpretação. (E) não previsão de tipicidade e de prazos recursais. o encaminhará à autoridade superior. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . (B) pode desistir do processo. (E) apenas poderá desistir do processo se obtiver autorização judicial. afetando a situação de Aristóteles.(B) ocorrência apenas da coisa julgada material. IV.784/99.O prazo para interposição de recurso. A situação narrada afrontou o princípio denominado (A) eficiência. No entanto. III. (E) III e IV.O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão. não sendo admitida quando o objeto for a edição de atos de admissão. II. (A) incluindo dos presidentes dos órgãos colegiados aos demais membros. desde que não ocorrida a preclusão administrativa. visando melhor atendimento de sua finalidade. Posteriormente. 22. apresentou recurso regulado pela Lei no 9. (D) razoabilidade. gerando necessariamente sua extinção. II e III. (Procurador – TC-PI/2005) . (D)pode desistir do processo. a qual.O particular que requereu a instauração de processo administrativo (A) não pode desistir do processo. 19.Aristóteles Júnior teve reconhecido determinado direito com base em interpretação de certa norma administrativa. por seu livre convencimento.O recurso interposto fora do prazo não impede a Administração de rever de ofício o ato ilegal. considere as proposições abaixo: I. (E) segurança jurídica. . (C) publicidade. competindo à autoridade processante a faculdade discricionária de aceitar a desistência ou não.O recurso sempre suspende efeitos da decisão impugnada. (A) I e II. (D) II e IV. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . de forma retroativa. o mesmo diploma legal ressalva os casos de delegação legalmente admitidos. (C) pode desistir do processo. objetivando impugnar determina. (C) I. os É correto o que se contém APENAS em 21. é de 15 (quinze) dias. (C) ausência do contraditório.

(E) III e IV. (C) especialmente dos dirigentes dos órgãos de direção aos seus substitutos interinos. D 17. o recurso deverá ser decidido no prazo máximo de 30 (trinta) dias. (Analista Judiciário – Jud – TRT 8ª R/2004) . contados a partir da ciência ou divulgação da decisão recorrida e. A 19. C 12. desistir total ou parcialmente do pedido formulado e. E 22. A 21. nessa hipótese. exceto após cinco anos da data em que forem praticados. E 4. 24. podendo ser objeto de delegação a edição de atos de caráter normativo.O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão. D 16. extinguir o processo administrativo. dispensada a publicação no meio oficial. D 6. (C) os licitantes não prescreve enquanto não ficar comprovada a boa-fé dos destinatários. mas o órgão ou autoridade competente poderá delegá-la. considere: I. 23. nos casos previstos em lei. ao órgão ou à autoridade competente caberá. não cabendo reconsideração.(B) exclusive dos órgãos colegiados aos seus membros.O prazo para interposição de recurso administrativo é.A competência é irrenunciável. salvo comprovada má-fé. (D))os destinatários decai em cinco anos. (D))inclusive dos órgãos colegiados aos respectivos presidentes. contados da data em que forem publicados. C 3. contados da data em que forem praticados. (Analista Judiciário – Jud/ Exec Mand – TRT 8ª R/2004) . exceto se ficar comprovada a má-fé do agente público que praticou o ato. contados da data em que forem praticados. sendo vedada a delegação apenas das matérias de competência exclusiva da autoridade.O interessado poderá. em regra.O diploma legal. mediante manifestação escrita. II. C 14. C 9. C 11. os decretos regulamentares ou de execução. É correto o que se contém APENAS em (A) I e III. também. salvo comprovada boa-fé do agente público que praticou o ato. tãosomente. A 13. B 5. E 8. (D) II e IV. D PROVAS ANTERIORES FCC . (C) II e III. D 2. a qual deverá. Gabarito: 1. D 20. encaminhá-lo à autoridade hierarquicamente superior. no prazo máximo de 05 (cinco) dias. A 7. não havendo disposição legal em contrário. (E) abrangendo. (E) os adjudicatários em certames licitatórios prescreve em doze meses. III. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. de 10 (dez) dias. D 15. C 18. B 24. (B) I e IV. IV.Com relação às normas que regulam o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta. D 23. (B) uma de suas entidades prescreve em dois anos. dispõe que o direito da Administração de anular os atos administrativos dos quais decorram efeitos favoráveis para (A) a coletividade decai em três anos da publicação. não podendo ser objeto de delegação a decisão de recursos administrativos. B 10.

(E) sujeita-se exclusivamente à usucapião coletiva de interesse social. (E) corretamente e a Autarquia não. visto que o imóvel doado deveria retornar ao patrimônio da pessoa jurídica doadora. mas dependia de anuência do Prefeito e autorização legislativa. visto que a licitação não poderia ser dispensada. cumpridos os requisitos legais. alienáveis nos termos da lei e suscetíveis de usucapião. . nem mesmo para doação à Autarquia.Sobre o regime jurídico dos bens públicos é correto afirmar: a) são imprescritíveis e impenhoráveis e não podem ser alienados. agiu corretamente. um imóvel público rural (A) sujeita-se exclusivamente usucapião pro labore. sobraram pequenas porções de terrenos. que. (B) sujeita-se exclusivamente usucapião pró-moradia. A alienação. 3. visto que o imóvel integrava seu patrimônio e ela goza de autonomia jurídica. nem mesmo para doação à Autarquia. inaproveitáveis pelo Poder Público. (D) permuta. visto que a licitação não poderia ser dispensada. Nesse caso. doou imóvel do Município para que a Autarquia de Águas e Esgotos dele fizesse uso. (Juiz do trabalho – 14ª Região/2003) . (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . (D) sujeita-se exclusivamente à usucapião para fins de reforma agrária. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) . (C)) corretamente e a Autarquia não. a Autarquia. de sua parte. a qual também agiu incorretamente. Tempos depois.000. Realizada a obra. visto que. 4. 2. à margem da nova via. para alienar o imóvel. (E)) investidura. considerando que os remanescentes foram avaliados por menos de R$ 10. alienou-o. (C) doação.O Prefeito Totonho Filho realizou desapropriações para abertura de uma nova avenida em sua cidade. pretende aliená-los. c) são alienáveis nos termos da lei. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . (B) dação em pagamento. inalienáveis em qualquer hipótese e impenhoráveis. alegando não mais necessitar do imóvel.Segundo a Constituição Federal. visto que o imóvel integrava seu patrimônio e ela goza de autonomia jurídica. b) são impenhoráveis. ela não estava sujeita à licitação.O Prefeito Totonho Filho. alienáveis nos termos da lei e imprescritíveis. à à (C)) não se sujeita a nenhuma espécie de usucapião. d) são penhoráveis nas execuções dos créditos de natureza alimentícia.00 cada um. impenhoráveis e imprescritíveis. e) são suscetíveis de usucapião. O Prefeito. o Prefeito agiu (A) corretamente e o mesmo ocorreu com a Autarquia.BENS PÚBLICOS 1. em nenhuma hipótese. será feita por (A) concessão do direito real de uso. (B) incorretamente. visto que o imóvel deveria retornar ao patrimônio da pessoa jurídica doadora. (D) incorretamente. alegando dispensa de licitação e interesse público.

insuscetíveis de uso privativo por particular. (C) depende. (D) depende.5. da desafetação do bem. que pode. sendo lícita a previsão contratual de sua transferência a terceiros por ato inter vivos. (D) pode ser concedido pela União a um particular. 6. por meio de lei.No ordenamento jurídico vigente. b) da União. (E) a legitimação de posse em terra públicas não seja possível no Direito brasileiro. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . (C) pode ser outorgado pela União a um particular. vedada sua transferência a terceiros. vedada sua transferência a terceiros. por meio de decreto.A imprescritibilidade dos bens públicos implica que (A) o Estado não possa adquirir bens por usucapião. exceto em se tratando de tenras devolutas. desde que não afetados a nenhum uso especial. 8. sendo abrangidos pela imprescritibilidade e passíveis de uso privativo por particular via aforamento. (D) bens originalmente considerados de uso comum do povo não possam ser alienados. por ato administrativo unilateral e precário. sendo admissível sua transferência a terceiros exclusivamente por sucessão legítima ou testamentária. e da utilização do procedimento do leilão. (C) não haja prescrição para o processo discriminatório judicial de terras devolutas. além de outros requisitos. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . além de outros requisitos. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . da desafetação do bem. definir o uso que lhes será dado. d) dos Estados. e da utilização do procedimento da concorrência. (E) não pode ser outorgado ou concedido a particular. os terrenos de marinha são bens públicos de propriedade a) da União. exclusivamente por lei. caracterizando-se como bens de uso comum do povo. além de outros requisitos. . (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . e) dos Estados. (B) o Estado não possa perder bens par usucapião. por meio de lei. (E)) depende. sendo sua posse transferida à Marinha. da desafetação do bem. admitindo restrição de acesso em nome da preservação da segurança nacional. nem por ele adquirido a nenhum título. por meio de decreto. vedado o uso privativo por particular. nos casos definidos pela Marinha. em cada caso.O direito real de uso de um terreno público federal (A) pode ser adquirido por usucapião por um particular que tenha sobre ele posse mansa e pacífica por 20 anos. ou por sucessão legítima ou testamentária. 7. e da utilização do proce-dimento do leilão. pelo Município. e da utilização do procedimento da concorrência. C) da União. de área de terreno onde atualmente se localiza uma praça (A) não é possível por se tratar de bem de uso comum do povo por natureza. usucapíveis ante posse mansa e pacífica superior a 20 anos. sendo considerados terras devolutas. da desafetação do bem. (B) depende. (B))pode ser contratualmente concedido pela União a um particular. além de outros requisitos.A venda a particulares.

natural ou artificialmente. (B) a afetação. (D) podem. (E) adjudicação sentença. estando sujeito ao poder de polícia estadual (B) de mangue. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . (C) de fronteira. ato administrativo ou lei. para o lado do mar ou dos rios e lagos. (C) as operações de afetação e desafetação são de competência concorrente. (D) bens dos Estados.9. pode decorrer de fato jurídico. constituir objeto de penhora. (C) bens dos Estados. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) NÃO constitui forma de aquisição de bens públicos a (A) doação. 02/01/02 . (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . como a desafetação. (D) dação em pagamento. (B) permuta. em tudo. sendo que as suas edificações devem obedecer a legislação municipal. cabe afirmar (A) os bens dominicais são comportam alienação por institutos de direito privado (B) não podem ser objeto de utilização exclusiva por particular. ao poder de polícia federal (D)) acrescidos. desde que previamente desafetados. (C) os de uso especial são alienáveis. podendo ser adquiridas por ocupação.As terras devolutas não compreendidas entre as da União são (A) res nullius. mas possível a servidão pública. em seguimento aos terrenos de marinha são chamados terrenos (A) reservados. diz-se que (A)) a desconsagração ou desafetação. (E) podem ser objeto de usucapião pra labare 12.Em relação aos bens públicos. em relação aos bens públicos. se adquiridos sem qualquer finalidade. podendo ser expropriados ou objeto de servidão. estando suas edifica- ções sujeitas a legislação estadual e municipal.Diz-se que. que não podem ser expropriados e nem objeto de servidão.16:35 13. estando sujeitos. em nenhuma hipótese poderão ficar afetados ou consagrados. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . também pode re-sultar de atos ou comportamentos dos administrados. (D) quando se tratar de alienação dos bens de uso especial é dispensada a prévia desafetação. (E) devolutos. (C)) investidura. (B) res nullius. podendo ser desapropriados. podendo ser adquiridas por ocupação. imprescritibilidade. estando sujeitos ao poder de polícia federal e estadual. em certos casos. não podendo ser desapropriados e nem objetos de servidão. (E)) bens dos Estados. permitindo sempre a interferência da entidade maior na menor. sujeitas à em execução de . (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . (E) os bens dominicais. 10. excepcionalmente. podendo ser adquiridas por usucapião. que não podem ser desapropriados. federal 11. podendo ser adquiridas por usucapião. as áreas que se formaram.Em relação aos bens públicos.

Uma delas é (A) a possibilidade de os imóveis públicos serem adquiridos por essa via. (D)) seu deferimento ao homem ou à mulher. (D) assim como os potenciais de energia hidráulica.Assinale a alternativa correta. ou a ambos. 17. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Os recursos minerais constituem propriedade distinta da do solo e pertencem à União. 16. mediante procedimento licitatório na modalidade de concorrência. por três anos. ininterrupta e sem oposição. mediante autorização legislativa. (A) mas. todos dependentes de concessão para serem explorados.14. (B) não possa haver litígio judicial quanto à propriedade de bens registrados como públicos. ser (D) terceiros não possam adquirir a propriedade de bens públicos pelo transcurso de tempo em sua posse. A dispensa de licitação só é admitida nas hipóteses previstas na lei. o concessionário pode transferir livremente seu contrato a quem lhe aprouver. e desde que submetidos a prévia avaliação.porta que (A) a Administração Pública não possa adquirir bens por usucapião.A afirmação da imprescritibilidade dos bens públicos im. sejam os bens móveis ou imóveis. e desde que realizado procedimento licitatório. (B) razão pela qual o concessionário da exploração tem a posse mas não a propriedade do produto da lavra. A alienação de bens imóveis sujeita-se apenas à prévia avaliação e realização de procedimento licitatório. quando concedida a exploração.Relativamente aos instrumentos jurídicos de outorga de . (C)) mas o proprietário do solo tem sua participação assegurada nos resultados da lavra. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . (C) a posse do imóvel. (C) bens públicos não possam objeto de desapropriação. mesmo os de capacidade reduzida. (E) mas os potenciais de energia hidráulica pertencem a quem detiver a propriedade do solo e dos recursos hídricos. 15. (E) bens públicos não sejam alienáveis. (E) o limite máximo da área usucapienda em duzentos metros quadrados. Os bens públicos: a) podem ser alienados a partir de exame de conveniência e oportunidade pelo administrador. 18. (B) a possibilidade do reconhecimento desse direito ao mesmo possuidor mais de uma vez. (Auditor – TC-PI/2005) . d) apenas os bens públicos de uso especial podem ser alienados. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . independentemente do estado civil. se imóveis. c) não podem ser alienados por força do princípio da indisponibilidade do interesse público. b) apenas os bens públicos dominicais podem ser alienados. desde que haja razão de interesse público mediante prévia avaliação e autorização legislativa. e) a autorização legislativa para alienação de bens públicos é sempre exigida. se imóveis. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Muitas são as regras constitucionais existentes para o deferimento do usucapião de área urbana para fim de moradia.

E 2. vez que o permissionário obrigou-se à utilização do bem para fim predeterminado. em virtude do desvio de destinação do bem. D 18. E 14. para fins de exibição de um coral natalino formado por 30 (trinta) crianças carentes. discricionário e precário. Gabarito: 1. D 11. discricionário e precário. que facultou a interdição de uma via pública.mento das obrigações contraídas pelo permissionário. o que atrairia cerca de 2. o poder público municipal da cidade de Vento Forte expediu. que dispensa formalização intuitu personae e procedimento licitatório. sendo ato unilateral.uso de bens públicos. C 3. (D) cessão de uso. (C) obrigar a associação a manter a exibição do coral. sinalagmático. E 9. C 4. (D) contrato de concessão de uso. mais compatível. oriundo da celebração do contrato. C 12. mantidas pela entidade. Posteriormente. para que o exerça de acordo com sua destinação. 19. B 15. D 17. C 5. pessoa jurídica de direito priva. porque precária. (B) autorização de uso. C 7. (E) concessão de direito real de uso. C 16. (B))concessão de uso é o contrato administrativo pelo qual a Administração Pública faculta ao particular o uso privativo de bem público. porque o permissionário tem direito subjetivo à realização do evento. (E) ajuizar medida cautelar para obtenção da revogação da permissão concedida. ato administrativo unilateral. (C) permissão de uso. C 6. (B) transferir o evento marcado para outro local. no interesse privado do utente. B 19. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) Determinada associação. em face das obrigações decorrentes da permissão anteriormente concedida. a autorização de uso e a permissão de uso prescindem de autorização legislativa e de procedimento licitatório. (D) revogar a permissão concedida. devido ao descumpri.Para a realização de uma tradicional festa de rua. B . soubese que a finalidade do evento havia sido alterada para exibição de bandas de rock. C 13. O instituto que possibilitou o uso do bem público denomina-se (A) concessão de uso. (E) concessão de uso é o contrato de direito público. Em relação ao bem público em questão a Administração deve (A) rescindir o contrato de permissão. solicitou à Administração a permissão de uso de uma praça localizada em um bairro estritamente residencial. A 10.000 (duas mil) pessoas ao local. pelo prazo de 2 (dois) dias. oneroso ou gratuito. para abrigar o evento. é correto afirmar que (A) a autorização de uso implica a utilização de bem público exclusivamente para fins de interesse coletivo. (C) a permissão de uso outorga a faculdade de uso no interesse particular do permissionário. podendo recair sobre bens públicos de qualquer espécie. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . B 8. 20.do. D 20.

com qualquer fundamento. (E) deverá respeitar as regras impostas pela União. situadas às margens de reservatórios de água artificiais. caso algum Estado deseje legislar sobre o mesmo assunto. assegurada ao proprietário indenização ulterior. (A) está correta. Transcorridos 7 (sete) anos. (D) o dever conservá-la. sem prévia comunicação ao proprietário. que lhe são hierarquicamente superiores. do proprietário de (E) a sujeição à fiscalização do órgão público com-petente. (A) estará impedido.Decretada a utilidade pública de um imóvel. (B) não pode entrar em propriedade particular.PROVAS ANTERIORES FCC INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE PRIVADA 3. pois o imóvel não mais poderá ser desapropriado. (D) poderá fazê-lo livremente. é pessoalmente responsável pelo custo do uso. o poder executivo permanece inerte. independentemente de certeza da entrega. 04/09/03 . (D) não pode ser realizada antes de transcorrido 1 (um) ano da edição de novo decreto desapropriatório. derrogando a legislação federal no que com ela for incompatível. para fins de sua desapropriação. sem o consentimento do proprietário. (Defensor Público – Maranhão/2003) . Posteriormente. (B) estará impedido. (Defensor Público – Maranhão/2003) . (B) a proibição de sua derrubada. (B)depende da edição de novo decreto desapropria-tório. (C))a inalienabilidade do imóvel em que construída. (E) pode fazer uso de propriedade particular. e dela fazer uso. pois conforme as regras de competência aplicáveis os Estados apenas poderiam legislar se a lei federal fosse omissa a respeito. (Defensor Público – Maranhão/2003) . resolve enfim mover o processo judicial correspondente. 2.NÃO é efeito do tombamento de edificação urbana (A) a proibição de construções no entorno que preju-diquem sua visibilidade.Lei federal fictícia determina a proibição de corte raso de vegetação arbórea em todas as propriedades imobiliárias no país. pois a competência legislativa na matéria é privativa da União. A propositura da ação de desapropriação. (C) depende da edição de decreto desapropriatório com fundamento diferente do anterior. . que pode ter fundamento idêntico ao anterior. (D) pode usar de propriedade particular. mesmo que não decorra dano. assegurada ao proprietário indenização posterior por desapropriação indireta. a autoridade competente (A) que usar de propriedade particular. a ser feito por qualquer meio. se houver dano. nessa hipótese. (C))deverá respeitar a competência da União para esta-belecer normas gerais e restringir-se ao que lhe é específico. (E) é impossível. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) Em caso de iminente perigo público. (C) deve indenizar o proprietário da propriedade particular que for usada.16:59 4. 1.

ao qual será transmitida sua propriedade. (D) pode ser objeto de reivindicação. d) a obrigação quanto à realização de tais obras recairá sobre o Município em que se situa a coisa. caso o proprietário de uma coisa tombada junto ao Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico nacional não disponha de recursos para proceder às obras de conservação e reparação necessárias. devendo a situação resolver-se em perdas e danos.Nos termos da legislação pertinente. levando tal fato ao conhecimento daquele Serviço. (C) são ilegais em razão do caráter absoluto do direito de propriedade. veiculada por decreto do chefe do Poder Executivo. desde que fundada em título constituído há mais de vinte anos. que exerçam o poder de polícia por delegação. 8. (D) podem ser instituídas por entidades privadas. (E) independem de um fundamento de interesse público. b) o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional mandará executar as obras às expensas da União. indenização (C) a possibilidade de registro provisório do domínio público junto à matricula do imóvel no respectivo Cartório. desde que fundada em previsão de preferência legal para aquisição do bem. (D) o inicio da contagem do prazo decadencial de cinco anos para efetivarse a desapropriação por utilidade pública ou interesse social. a) a obrigação quanto à realização de tais obras recairá sobre o Estado em que se situa a coisa. (A) a missão expropriante. (E) a autorização às autoridades administrativas para penetrar nos imóveis compreendidos na declaração. pois subordinam-se às razões de conveniência e oportunidade do órgão competente. 6. desde que fundada em nulidade do título pelo qual o expropriado era considerado proprietário do bem. se necessário com o auxilio de força policial. uma vez incorporado à Fazenda Pública (A))não pode ser objeto de reivindicação. (C) pode ser objeto de reivindicação. ou deverá ser feita a desapropriação da coisa. . (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . uma vez que compete à Administração definir as razões de interesse público ensejadoras de sua instituição.É efeito direto e imediato da declaração expropriatória.Nos termos da legislação vigente no Brasil. e) a coisa será transferida ao patrimônio público federal. correspondente a 50% do valor das obras a serem executadas. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . ao qual será transmitida sua propriedade. na posse pelo (B) o pagamento de provisória ao expropriado. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . (Defensor Público – Maranhão/2003) As limitações ao direito de propriedade decorrentes do poder de polícia da Administração (A) independem de lei. c) o proprietário fará jus a indenização. (B))dependem de um fundamento de interesse público e devem se restringir ao estritamente necessário ao seu atendimento. por parte da União. (B) pode ser objeto de reivindicação.5. independentemente de indenização. 7. um bem expropriado.

b) a União pode desapropriar bens do Estado. sendo veiculada por ato legislativo da esfera competente. (B) II. Essas limitações inclusive a liberdade. (E) Será de utilidade pública sempre que o Estado. A ocupação temporária de imóvel tem regime idêntico da requisição e quanto ao poder oriundo do domínio aproxima-se da servidão administrativa. III e V. e ainda para prestigiar certas são . (Juiz Substituto – TJ PI/2001) .365/41. e) O bem hipotecado. opera a transferência do domínio. por decreto. é correto afirmar que a) da sentença que fixar o preço da indenização caberá apelação nos efeitos suspensivo e devolutivo. configurar-se-á o caso de expropriação indireta. não pode ser objeto de desapropriação. por se tratar de garantia real. 11. sempre que inconciliáveis. quando interposta pelo expropriado. II. consubstanciado na supremacia do interesse público sobre o interesse particular. (E) I. A requisição deverá ser expressa. bens de particulares. abstratas e atingem ou podem atingir a todos. (D) A declaração de necessidade ou utilidade pública se apresenta como um ato administrativo vinculado. observe o que segue: I. III. desde que fundada em nulidade do processo de desapropriação. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . quando a utilização da propriedade é conveniente e vantajosa ao interesse público. são gerais. (C) Ocorre a retrocessão quando não for observado todo o procedimento expropriatório.A desapropriação é uma das formas de intervenção do Estado na propriedade privada. SOMENTE INCORRETOS os itens (A) II. Se o bem tombado ficar com sua utilização parcialmente reduzida. IV.(E) pode ser objeto de reivindicação. Nesses casos. V. Diante disso. entrando o Poder Público na posse do bem. 10. ou a determinadas categorias. (B)) Entre seus fundamentos.Com respeito à desapropriação é correto afirmar: (A) Na necessidade pública.A servidão administrativa pode ser efetivada mediante acordo. 9. c) a sentença que condenar a Fazenda Pública em processo desapropriatório. fica sujeita ao duplo grau de jurisdição. para impor um melhor aproveitamento da terra urbana ou rural. tomando-se por base o Decreto-Lei nº 3. ou seja. (D) IV e V. III e IV. o Prefeito Municipal é a autoridade competente para desapropriar. e por força da anormalidade da situação não está sujeita a indenização. qualquer que seja o valor. precedido de ato declaratório de utilidade pública da servidão. (C)) II e IV. III e V. e o principiológico relacionado às atividades finalísticas do Estado. independentemente de autorização legislativa. adquirindo o domínio e o uso de bens de outrem. d) no âmbito do Município. e priva o proprietário do imóvel de seus direitos dominiais. a desapropriação é feita pelo Estado para atender as situações normais. passando a agir como fosse seu proprietário. implicando o denominado apossamento administrativo. encontram-se o político. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) No que tange as limitações administrativas à propriedade.

(Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . (A) estará impedido. (C) não pode ser considerado servidão administrativa. que lhe são hierarquicamente superiores. (B) estará impedido. (A) está correta. pois esta caracteriza-se pela retirada do caráter exclusivo da propriedade. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . (C)) a inalienabilidade do imóvel em que construída. (D) não pode ser considerado servidão administrativa. pois não houve a transferência da propriedade dos imóveis ao Poder Público. Transcorridos 7 (sete) anos. por seus terrenos. de construções no prejudiquem sua 14. de cabos de transmissão de energia elétrica. o poder executivo permanece inerte. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . (D) poderá fazê-lo livremente.Determinada lei municipal impôs aos proprietários de imóveis de áreas específicas o ônus de suportar a passagem. (C)) deverá respeitar a competência da União para estabelecer normas gerais e restringir-se ao que lhe é específico. implicando sua utilização também pelo Poder Público.NÃO é efeito do tombamento de edificação urbana (A) a proibição entorno que visibilidade. (D) o dever conservá-la. derrogando a legislação federal no que com ela for incompatível. nessa hipótese. A propositura da ação de desapropriação. (E) deverá respeitar as regras impostas pela União. 04/09/03 .Lei federal fictícia determina a proibição de corte raso de vegetação arbórea em todas as propriedades imobiliárias no país. pois a competência legislativa na matéria é privativa da União. pois conforme as regras de competência aplicáveis os Estados apenas poderiam legislar se a lei federal fosse omissa a respeito. adquire a propriedade de alguém e a trespassa a terceiro. (E) não pode ser considerado servidão administrativa.Decretada a utilidade pública de um imóvel. que pode ter fundamento idêntico ao anterior. caso algum Estado deseje legislar sobre o mesmo assunto. (B) pode ser considerado servidão administrativa. 13.categorias. (C) depende da edição de decreto desapropriatório com fundamento diferente do anterior.16 15. situadas às margens de reservatórios de água artificiais. resolve enfim mover o processo judicial correspondente. (D) não pode ser realizada antes de transcorrido 1 (um) ano da edição de novo decreto desapropriatório. com qualquer fundamento. pois instituído por meio de lei. para fins de sua desapropriação. Posteriormente. do proprietário de (E) a sujeição à fiscalização do órgão público competente. 12. (B)) depende da edição de novo decreto desapropriatório. (B) a proibição de sua derrubada. pois o imóvel não mais poderá ser desapropriado. pois não atende a uma finalidade de interesse público. destinados ao abastecimento municipal. . pois esta caracteriza-se por retirar do proprietário a plena disponibilidade de seu imóvel. Semelhante ônus (A)) pode ser considerado servidão administrativa. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . quando as servidões apenas são instituídas por decreto. (E) é impossível.

(D) utilização coativa de bens ou serviços particulares. (C) limitação administrativa incidente parcialmente sobre o imóvel.A servidão administrativa constitui (A) ocupação provisória de imóvel particular. em benefício da coletividade. (E) direito real de gozo instituído sobre imóvel privado. (B) submeter o bem expropriatória do Estado. 20. (E) conferir ao Poder Público o direito de penetrar no bem objeto da declaração. (C) A desapropriação destina-se à aquisição da propriedade. a requisição pode ser indenizada a posteriori ou mesmo não comportar indenização. objetivando a atender necessidades coletivas urgentes e inadiáveis. (B) medida de restrição. 18. pois subordinam-se às razões de conveniência e oportunidade do órgão competente. a requisição ao uso dela. em favor de um serviço público ou de um bem afetado a fim de utilidade pública. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . imposta a propriedades indeterminadas. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) A Administração Estadual desapropriou (C) desobrigar o expropriante de indenizar as benfeitorias úteis. 17.As limitações ao direito de propriedade decorrentes do poder de polícia da Administração (A) independem de lei. quando feitas sem sua autorização. (E) A desapropriação exige prévia e justa indenização. (D) fixar o termo inicial do prazo de caducidade de cinco anos da declaração. para fins de mediação e avaliação. objetivando preservar a sua expressão cultural e histórica. (B)) dependem de um fundamento de interesse público e devem se restringir ao estritamente necessário ao seu atendimento. a legislação sobre requisição é da competência concorrente da União e Estados. (E) independem de um fundamento de interesse público. para fins de interesse público. uma vez que compete à Administração definir as razões de interesse público ensejadoras de sua instituição. a requisição pode alcançar bens e serviços. geral e abstrata. desapropriação e da (A) A desapropriação alcança sempre bens. (C) são ilegais em razão do caráter absoluto do direito de propriedade. a requisição é auto-executória. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . depende de acordo ou de ação judicial. (D) podem ser instituídas por entidades privadas. (D) A desapropriação. que exerçam o poder de polícia por delegação. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) Assinale a alternativa que NÃO contém elementos distintivos válidos dos . (B) A legislação de regência da desapropriação é privativa da União. 19. à força institutos da requisição. para se efetivar.16.NÃO constitui efeito imediato da declaração expropriatória: (A) impedir a normal utilização do bem ou sua disponibilidade.

(Procurador do Estado do Grande do Norte/2001) Desapropriação extensiva é: Rio - a) modalidade de desapropriação por utilidade pública. b) Ainda que não se cuide de hipótese de desvio de poder. o loteamento de terrenos edificados ou não para sua melhor utilização econômica. a uma série de requisitos. (E) a observância das disposições que regulam as relações de trabalho. em parte da área. e) Na doutrina e na jurisprudência é pacífico o entendimento de que não tem o primitivo proprietário o direito de reaver o próprio imóvel desapropriado. exercesse o direito de preempção nas condições previstas pelo artigo 1. oferecer essa parte da área ao antigo proprietário para que ele.365. o antigo proprietário da área terá pleno êxito se pleitear judicialmente a retrocessão porque a Administração não pode alterar a destinação apontada no decreto expropriatório. incidente sobre terras onde se cultivem plantas psicotrópicas. Dentre eles NÃO se inclui (A) o aproveitamento adequado. A parte remanescente não aproveitada na ampliação. c) Não há direito à retrocessão. na medida em que a norma do Código Civil foi revogada pelo artigo 35 do Decreto-lei n. (B)) o incentivo tecnologia. poderia o administrador público. podendo readquirir a área pelo mesmo montante expropriado. O particular teria direito. higiênica ou estética. . Passados dez anos a escola teve de ser inteiramente demolida para dar lugar. desde que igualmente atendido o interesse público. no entanto. se assim o desejasse. 21. d) Não há direito à retrocessão. nos termos do artigo 1. porque a destinação atual do bem é diversa da apontada no decreto expropriatório. b) modalidade de desapropriação destinada a implementar planos de urbanização. Avaliando discricionariamente a situação fática. caracterizada por abranger a área contígua necessária ao desenvolvimento da obra a que se destina e as zonas que se valorizarem extraordinariamente em conseqüência da realização do serviço. assinale a alternativa correta: a) O particular desapropriado tem direito à retrocessão da área. Em decorrência.terreno urbano para fins de utilidade pública com intuito de edificar escola. c) modalidade de desapropriação destinada a garantir o abastecimento regular de meios de subsistência aos centros populacionais. em vez de implantar o posto de saúde. 3. A dinâmica da vida social admite que a Administração dê ao bem destino diverso do inicialmente previsto. de 21 de junho de 1941. foi transformada em posto de saúde. apenas. para não ficar ociosa. de pleitear perdas e danos. Cuida-se de hipótese de desvio de poder. sem qualquer atualização do valor pago pelo Poder Público. à racional e e à pesquisa (C) a preservação do meio ambiente. isto é. a ampliação da rodovia. d) modalidade de desapropriação realizada a título punitivo.150 do Código Civil.150 do Código Civil. 22. simultaneamente. (Advogado – DESENBAHIA/2002) A função social é cumprida quando a propriedade rural atende. (D) a exploração favorecedora do bemestar do proprietário e dos trabalhadores. e) o mesmo que desapropriação por interesse social.

(B)) ministerio legis. (C) indireta é de empresas paraestatais. diz respeito à prática de cartel. arqueológico ou artístico. 24. de natureza pública. aos usos institucionais. tão logo ocorra o registro. sejam eles públicos. para conservação de bens imóveis. Ambas as situações significam formas de aquisição de bens públicos decorrentes de (A) desapropriação. (Procurador do Município de São Paulo/2004) . (E) admite a posse precária bastando a urgência justificada. (D) confisco. as áreas destinadas. (C) investidura. serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento de colonos. nesses loteamentos. caracterizam a prática de truste. instituído pelo Poder Público . cuja conservação seja de interesse público. Distrito Federal e Municípios na atividade econômica é ampla. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Diz-se que a desapropriação (A)) admite a retrocessão. a exemplo do preço e da margem de lucro. para conservação que atenda ao interesse público. para cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos. (D) a composição voluntária dos concorrentes sobre um ou mais aspectos do negócio que exploram. 25. (E) a fiscalização efetuada pelos Estados. na quantidade de produção e na obrigatoriedade de produzir certo bem. (B) é irrenunciável e não admite a desistência pelo expropriante. entre outras situações. (D) procedimento administrativo de desapropriação de bem imóvel para fim de preservação. é certo que (A) a pressão das grandes empresas sobre suas concorrentes menores com o fito de afastá-las do mercado ou para que concordem com sua política de preços. iniciativa das (D) não é cabível quanto aos bens dos Estados e Municípios. (E) direito real de gozo. que.23. (C) ato administrativo por meio do qual a Administração Pública ocupa temporariamente o imóvel. Os espaços livres de loteamentos. (E) requisição. (C)) o controle do abastecimento pode incidir permanentemente sobre determinado setor da economia particular ou esporadicamente sobre produtos em falta para o consumo ou em excesso no mercado interno ou internacional. em virtude de seu excepcional valor cultural. (B) instrumento utilizado pela Administração Pública em situação excepcional de emergência e em prejuízo da propriedade particular. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Considerando a intervenção do Estado no domínio econômico. (B) as tarifas fixadas pelo Poder Público competente são consideradas formas de controle ou tabelamento de preços. que é um direito de natureza real. (Advogado – DESENBAHIA/2002) Considere as hipóteses abaixo: I. incorporam-se ao patrimônio público. assegurado ao proprietário indenização pertinente. II.Tombamento é (A) procedimento administrativo por meio do qual o Poder Público sujeita alguns bens a restrições. 26. semi-privados ou privados. devendo ser feita. As glebas de qualquer região do país onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas.

de o desenvolvimento particulares. E 8. B 17. D 10. B 24. pretendendo a inclusão dos 50 m2 remanescentes na área expropriada. vez que. onde funcionava um posto de gasolina foi desapropriado para alargamento de uma estrada. (E) submete-se ao regime-jurídicoadministrativo. questionando cabimento da medida. da atividade por (C) assim como a prestação de serviços públicos. arqueológico ou artístico. C 11. A (E) poderá invocar. restando ao proprietário área de 50 m2 beirando o acostamento da rodovia. A 27. A 18. B 7. B 19. buscando indenização pela área remanescente de 50 m2. E 20. B 12. B 23. (C) deverá ajuizar ação de desapropriação indireta. C 16. não havendo fundamento legal para questionar judicialmente os motivos da desapropriação. em virtude de seu excepcional valor cultural. 28. que restou inutilizável. vez que pode ser desenvolvido por particulares. B 15. C 25. A 22. remanescendo com a propriedade da mesma. mas só pode ser prestada pelo Estado na ausência do . D 21. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . não há como pretender discutir a dimensão da área desapropriada. (D) poderá contestar a ação desapropriação. (B) submete-se ao regime jurídico predominantemente de direito privado. direito de extensão. Gabarito: 1. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . (D) também constitui prestação de serviço público de caráter não exclusivo do Estado. A 13. pois trata-se de manifestação do poder de polícia do Estado. D 2. O proprietário (A) poderá pleitear a inclusão da área de 50 m2 no preço da indenização. em contestação.A exploração de atividade econômica pelo Estado (A) submete-se ao regime jurídico próprio das empresas privadas e configura-se intervenção do Estado no domínio econômico.Um imóvel. 27. E 28. C 14. A 9. porque a área restou economicamente inaproveitável. (B) não terá êxito em eventual demanda judicial proposta. vez que este regime aplica-se sempre que o Estado for o titular da prestação. B 4. C 3. submete-se ao regime-jurídico-administrativo.sobre imóvel particular. C 5. A 26. B 6. excepcional mas constitucionalmente permitida. de 500 m2.