Mod.AFTEBI.P-080.rev03
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FICHA DE APOIO 1 – PLANEAMENTO |
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CURSO: DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS MULTIMÉDIA |
Ano Lectivo: 2011/2012 |
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Plano Adicional de Formação |
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2º Semestre CET x |
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Disciplina: FERRAMENTAS DE AUTOR MULTIMÉDIA |
Pólo: COVILHÃ |
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Nome do Formador: CLÁUDIA SARAIVA |
Data: |
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1) ESTRUTURAÇÃO DA INFORMAÇÃO
LINEAR
Este tipo de organização é a forma que tradicionalmente tem sido usada, desde as inscrições em pedra, até ao vídeo dos nossos dias.
O hipertexto/hipermedia é intrinsecamente não linear, o que não é sinónimo de incapacidade para suportar a sequencialidade. A
informação linear está organizada de forma a que, para ser recuperada, não necessita referências a si mesma ou outras informações
externas. Só existem duas possibilidades de navegação: para a frente ou para trás. É perfeitamente fiável, mas monotonamente previsível, seguindo a lógica tradicional da transmissão da informação.
HIERÁRQUICA
Este tipo de estrutura é também bastante familiar. Esta estrutura simples é a base da classificação, da organização administrativa
ou das árvores genealógicas. A organização do conteúdo, na base
hipertexto faz-se de forma hierárquica, com a informação mais geral no topo, e a mais detalhada, em níveis mais baixos, submetida à mais geral (fig. 2). Todos os nós descendem de uma raiz comum. De cada nó podem sair múltiplas ligações para outros nós de nível inferior na hierarquia.
A organização hierárquica resultante, ajuda o utilizador a criar um modelo mental coerente da base da informação.
ESTRELA/RADIAL
Estas estruturas caracterizam-se por possuírem um nó central e principal, e um conjunto de nós ligados a este (fig. 3). A passagem de um nó a outro requer sempre o regresso ao "local central". Adapta-se a conteúdos, onde, por exemplo,
existe um tópico principal, do qual fazem parte vários sub-tópicos. Ícones nesse
nó principal, podem estabelecer ligações a conteúdos mais específicos desse
assunto, regressando de novo ao local central para o estabelecimento de uma
nova ligação.
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REDE
A essência do hipertexto reside na liberdade deixada ao utilizador para seguir
as ligações que desejar. Isto é, o utilizador tem um completo controlo sobre o seu caminho a seguir. Esta situação só é possível numa base de informação organizada em rede (fig 4), de navegação totalmente livre, a que Jonassen (1989), chamou de hipertexto não estruturado. Nesta rede, um nó está sempre ligado a todos os outros nós. Tudo pode ser ligado com tudo. Não existe por essa razão nenhuma estrutura conceptual geral. As associações não estão delimitadas por regras estritas como em outras estruturas.
COMPOSTA
O hipertexto/hipermedia em conjuntos de nós,
ficando cada conjunto acessível a outro conjunto (fig.
5). Cada conjunto estará explicitamente organizado para representar em desenho a estrutura da informação. A estrutura geral é constituída por vário modelos conceptuais.
Se a estrutura não tiver uma organização lógica, não é facilmente compreensível, o que consequentemente vai dificultar a formação de modelos mentais de representação da informação.
A navegação livre, potencialmente mais expressiva,
apresenta-se também potencialmente mais confusa. Ao aumentar a autonomia, aumenta também a possibilidade do utilizador se desorientar e sofrer sobrecarga cognitiva. Por outro lado, estruturas muito previsíveis, limitam a iniciativa do utilizador.
Alta
Capacidade
Expressiva
Grade
Rede
Baixa
Capacidade
Expressiva
Previsível
Baixo risco
Imprevisível
Potencialmente confuso
Alto risco
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2) MALHACONSTRUTIVA / WIREFRAME / LAYOUT GERAL
Sistema modular que serve de base para a construção do layut da página.
“[
dos elementos num formato”. (SAMARA, 2007, p.24)
]
consiste num conjunto específico de relações de alinhamento que funcionam como guias para a distribuição
QUAIS SÃO OS ELEMENTOS DE UMA GRELHA?
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QUAIS SÃO OS DIAGRAMAS BÁSICOS?
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Todos as grelhas criam ordem e tudo envolve planeamento e cálculo. Quer o designer esteja a trabalhar em pixels ou milímetros, o segredo para uma ordem racional da grelha é certificar- se de que os números se somem. Beth Tondreau, 2009 Layout Essentials: 100 design principles for using grids
EXEMPLOS DE MALHA ESTRUTURAL / WIREFRAME / LAYOUT GERAL DE UM SITE
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