Evaluación de los bosques templados en México: una aplicación en el parque nacional Nevado de Toluca

L o u r d e s Villers ~ u i z ' L a u r a Garcia d e l J o r g e L ó p e z Blanco

v "! a :

Recbido enera 15,1996

Aceptada en versión flna abril 4 1998

Resumen. Con base en un análisis de fotointerpretación y de evaluación botánica de sitios. se propone una metodología expedida que permla conocer las caracteristicas generales de los bosques templadas en México. La rnetodologla fue aplicada en ei parque nacional Nevado de Toluca. Se determinaran tres comunidades de bosque: a) de Pinus harfwegii. b) de 4bies rshgiosa y c) mixto Abies iebgiosa. Alnus jorullensis. P pseudosfrobus y P hamuegii Para cada comunidad se definieron por fotointerpretacign tres tipos de densidad de cobertura relativa. Con la corroboración en campo de 14 sliias. previamente determinados mediante el análisis de fotagrafias aéreas, según tipo de bosque y densidad de cobertura. se encontraron marcadas diferencias en cuanto a aituia. cobertura y número de árboles, en los sitios seleccionados. Del análisis de especies dominantes. subdominantes y porcentajes de cobertura de los slios trabajados en campo. se concluye que existe una mayor riqueza en los bosques de Ables y mixtos, que en los bosques de Pinus~ Existen diferentes grados de perturbación provocada por la acción humana como san: la tala de árboles principalmente en bosques de Abies, e indicios de quemas asoccadas a pastoreo en las bosques de Pinus. Se constató la presencia de Lupriius rnontaous y Pensfemon gentianoides como indicadoras de perturbación.

Palabras clave: Metodologia para la evaluación de bosques templados en México, h e a s Naturaies Protegidas, Nevado de Toluca
Summary, Based on in a photonterpretation and fieldwork analysis a methodologic procedure to characterize the temperate forests in
Mexico is proposed The methodology was applied in the Nevado de Toluca National Park. Three forest communities were determined: c ) mked: Abies ielrgiosa. Alnus ,orulleosrs. P pseudoslrobus and P haflwegii. For each communify three types of covering density were deiineated. Remarkable d i i r e n c e s between number af trees, height and cover. wRh r q a r d to the diiferent density types and the three forest types were found. From dominant species analysis, subdominants species and covering percentage of the fieldwork sarnpling sites suggested more richness in the Abiss and mked forests than in the Pinus forests Several impact levels caused by human activities exist: logging (mainly in Abies forest), in Pious forests deliberately fires for grassinduced. The presence of Lipinus monlanus and Psnsfernon genhanoides can be used as disturbed indicatars.
a) Pinus hamegii. b) Abies religiosa and

Key words: Methadology far Temperate Forests Evaluation in Mexico. Pratected Areas. Nevado de Toluca National Park.

Brasil, C o l o m b i a e I n d o n e s i a . ocupa l o s p r i m e r o s l u g a r e s en c u a n t o a d i v e r s i d a d b i o l ó g i c a m u n d i a l ( M i t t e r m e i e r y Mittermeier. 1 9 9 2 ) . I g u a l m e n t e , t i e n e e l p r i m e r l u g a r e n e l mundo e n d i v e r s i d a d d e reptiles y e s o s e d e b e . e n p a r t e . a la a n t i g ü e d a d y a i s l a m i e n t o de los d e s i e r t o s en d o n d e éstos h a b i t a n . E s t o s a u t o r e s s e ñ a l a n q u e e n cuanto a b o s q u e s de pino-encino. M é x i c o e s t a m b i é n uno d e l o s m á s d i v e r s o s ya q u e c u e n t a con 55 e s p e c i e s d e p i n o s , 85% d e l o s c u a l e s son e n d é m i c o s d e M e x i c o Por esta razón. la c o n s e r v a c i ó n y p r o t e c c i ó n d e l a b i o d i v e r s i d a d d e estos ecosistemas es importante a nivel nacional.

México. j u n f o con

d e e s p e c i e s o el a u m e n t o d e p o b l a c i o n e s d e l a s especies q u e s e v e n f a v o r e c t d a s por ciertas actividades antropicas S e c u e n t a con p o c a s d e s c r i p c i o n e s botanico-forestales e i n c l u s o con menos m o n i t o r e o s e n l o s p a r q u e s n a c i o n a l e s y estatales e n M e x i c o . D e n t r o d e l S i s t e m a Nacional d e Á r e a s P r o t e g i d a s . l o s p a r q u e s n a c i o n a l e s son los q u e s e p r e s e n t a n en m a y o r n u m e r o , e s t o s s o n d e s t i n a d o s p a r a u s o publico. s i e m p r e y cuando s e r e a l i c e n a c t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s con la p r o t e c c i ó n d e sus r e c u r s o s naturales. ei i n c r e m e n t o d e su f l o r a y f a u n a y. e n general, a c t i v i d a d e s o r i e n t a d a s a la p r e s e r v a c : 5 n d e l o s e c o s i s t e m a s q u e a l b e r g a n (INE. sif). b e a q u í l a i m p o r t a n c i a d e c a r a c t e r i z a r y e v a l u a r estas á r e a s d e m a n e r a e x p e d i t a . y a q u e d e s d e su c r e a c i ó n e x i s t e u n a a u s e n c i a d e datos no solo e n cuanto al a s p e c t o d e vegetación o fauna d e l area. sino d e la a c c i o n h u m a n a . q u e e n m u c h o s c a s o s a n t e c e d e a la p r o p i a c r e a c i ó n d e l o s parques.

La d e s a p a r i c i ó n d e l a v e g e t a c i ó n a r b ó r e a e s l a q u e resulta m á s c l a r a d e a p r e c i a r y e v a l u a r como f o r m a d e deterioro d e los e c o s i s t e m a s naturales. y a q u e el paisaje cambia r a d i c a l m e n t e s o b r e e x t e n s a s a r e a s ( V á z q u e z y Orozco. 1 9 8 9 ) : s i n e m b a r g o . e x i s t e n otras e v i d e n c i a s d e l deterioro. como p u e d e n s e r l a d i s m i n u c i ó n d e i n d i v i d u o s d e una p o b l a c i ó n . l a p e r d i d a

...

Autor para correspondencia Instituto de Geagiafia UNAM Circuno Exterior S/N Ciudad Unversbaria C P 04510 Mexico D F e-mai Mllers@seMdor unam rnx Escuela Nacional Preparatoria No 2 lnstduta de Geografia UNAM

carece de un estudio actualizado del estado del bosque y la propuesta se restnnge solo al área del cráter Es evidente que se necesita conocer el área que abarca el parque desde un punto de vista natural y humano Esta informacion podria onentar a los planes de ordenamiento y manejo del parque nacional Nevado de Toluca OBJETIVO GENERAL Hacer una propuesta metodológica para evaluar bosques templados utilizando herramientas de fotointerpretación y caracterización de la vegetación en campo. 1983). por lo que desde esta óptica el parque nacional Nevado de Toluca presenta importancia de estudio. hacia el noroeste del estratovolcárr Existen trabajos de índole forestal en el Nevado. representa un 75% del total del área de los parques del estado y está localizado a 22 km al SW de la ciudad de Toluca (Figura 1) El limite altitudinal inferior del parque fue trazado por el Departamento Forestal y de Caza y Pesca. el Pico del Fraile (4 680 mcnm) y el del Águila (4 550 msnm) En el interior del cráter existen dos cuerpos de agua separados por un domo riolitico (Lagos del Sol y de la Luna). y los de Villers y López (1996) realizados para una cuenca del mismo volcán. slf) Por su amplitud. sin embargo. Los Florístico-Ecológicos de González Tdpaga (1986) se refieren únicamente para la vegetación alpina. La evaluación forestal del parque presenta doble importancia. los de Villers e l a l (1995).8%. aproximadamente 9. Las laderas montariosas del volcán presentan pendientes pronunciadas que tienden a suavizarse en las porciones inferiores del piedemonte.4% es privada (15 000 ha) y 2% no está identificada (1 000 ha). riego y generación de energia eléctrica a las ciudades de Toluca y de México: además de ser un lugar de descanso y recreación para muchos habitantes. El parque nacional Nevado de Toluca puede considerarse en función de su extensión (51 000 ha).8% es propiedad ejidal (30 000 ha). la SARH (1992) senala que 58. con respecto al uso del suelo. son propiedad federal. 3 de noviembre de 1995). siguiendo la curva de nivel de los 3 000 m. 1989). El trabajo de Villalpando (1968) fue realizado en el área de la caldera (cráter). La litologia dominante de las dos estructuras volcánicas al interior del parque corresponde a flujos Iávicos andesiticos del Terciario superior (INEGI.ANTECEDENTES Este estudio forma parte de un programa de trabajo que se desarrolla en el Instituto de Geografia de la UNAM sobre "Uso del suelo e impacto sobre el medio natural en la Cordillera Neovolcánica". En cuanto a tenencia de la tierra. donde se empleó percepción remota. además de ser distintivo de la región mencionada. el mas importante de los 17 parques del Estado de Mexico (CEPANAF. en el documento se hace enfasis principalmente en la parte administrativa y de educación ambiental. complementada con información ortofotográfica y de campo. por medio de la selección de áreas preestablecidas a partir del análisis fotográfico. 1970). La mayoria de los parques de la región central de México se encuentra en las zonas montatiosas. 1993). se reportan los de Sandoval (1987) donde se usaron fotografias aéreas. Estudios parciales. dentro de la cual quedó comprendida la Reserva Forestal Nacional (Código Forestal. 1974). Se considera que el volcán Nevado de Toluca está inactivo desde hace 11 000 arios (Bloornfield y Valastro. . debido a que todos los escurrimientos superficiales que descienden del volcán tributan a las cuencas de los rios Lerma y Balsas y son la fuente de suministro de agua para consumo humano. Las 5 000 ha restantes. aunque excluyen el área del parque (PROTIMBOS. 1972. El limite inferior del parque (3 000 msnm) incluye no solo al volcán Nevado de Toluca sino también a las estructuras volcánicas de los cerros San Antonio y El Calvario. 29. La Subsecretaria Forestal y de Fauna Silvestre publicó un plan de manelo para este parque (SARH. La administración del parque fue transferida al gobierno del Estado de Mexico en noviembre de 1995 (Diario Oficial. La morfologia actual del estratovolcán Nevado de Toluca se caracteriza por dos crestas elevadas.

Figura 1 Localizauon del área en estudio .

3 y 6 Sitios 8 y 12 Sitios 5 y 7 no se estableció Sitios 4 y 13 Sitios 9 y 14 no se estableció 500 2 O00 2 500 Bosque de Abies Denso (A3) Semidenso ( A2) Escaso ( A l ) Denso (AP3) Semidenso ( AP2) Escaso (A P1) Bosque Mixto (Abies. Para localizar en campo los sitios. diferenciándolas de aquéllas que no presentan cobertura arbórea dentro del parque: áreas agrícolas. Para cada uno de estos tres tipos de comunidad se deiinieron tres diferentes categorias de densidad de cobertura ("denso". localidades. La superficie total muestreada fue de 13 000 m2(véase Cuadro 1). Sitios de muestreo según tipo de bosques y densidad de cobertura TIPO DE BOSQUE Bosque de Pino CLASE DE COBERTURA IDENTIFICADOR DE SITIOS RELATIVA IFOTOINTERP. 12 de 1 000 mZ divididos en dos partes de 500 m2 y dos levantamientos de 500 m2 (se realizaron uno o dos cuadrantes de 20 x 50 m. cuerpos de agua. producidas por Instituto Nacional de Estadisitca. patrón y situación topográfica en el modelo estereoscópiw.OBJETIVOS PARTICULARES Hacer la fotointerpretación del área del parque. se buscaron las áreas de vegetación homogéneas en aspectos de vegetación y fisiografía. Con base en la fotointerpretación. con objeto de que dichos puntos quedasen en el interior de áreas uniformes en términos de tono y textura fotográfica (densidad). tono. y considerando la densidad de cobertura relativa por tipo de comunidad vegetal. los levantamientos botanicos de los sitios seleccionados se basaron en el "área mínima". dentro de una superficie de entre una v dos hectáreas. antiguas terrazas agrícolas con vegetación Cuadro 1. realizando una zonificación según el tipo de comunidad vegetal y la densidad de cobertura relativa que presentan. se identificaron tres tipos de comunidades vegetales por tonalidad y textura en las fotografías: bosques de pino. con el fin de fotointerpretar el área total del parque. Sitio 2 Sitios 10 y 11 Sitios 1. Caracterizar los sitios según la estructura. cubriendo un total de cuatro sitios para cada uno de los bosques de Abies y mixtos. Abies y Alnus). y seis sitios para los bosques de pino. Pinus. definida como el área más pequeña en la cual la composición . las cuales estuvieron determinadas por textura. carreteras y caminos. secundaria. abundancia y cobertura de las especies. De las áreas de bosque. "semidenso".) (P3) Semidenso ( P2) Escaso (PI) Densa AREA TOTAL DE MUESTREO (m2\ . Se identificaron las áreas con cobertura boscosa. según el caso). se eligieron los sitios de muestreo en campo. y "escaso"). Por esta razón. Se utilizaron 10 fotografías aéreas pancromáticas del área. TRABAJO DE CAMPO Es importante en los muestreos de campo que las especies de una comunidad estén ampliamente representadas. Realizar levantamientos botanicos en campo con base en la fotointerpretación. Para algunos sitios existieron problemas para delimitar las fronteras entre clases semidenso y escaso. En campo. tanto como sea posible. bosques de Abies y bosques mixtos (Pinus. los sitios de muestreo en campo estuvieron basados en las diferentes clases de cobertura determinadas y en el área que abarcaban. Se realizó un total de 14 levantamientos botánicos. . Geografia e Informática (NEGI) a escala 1:75 000 con fechas de vuelo de diciembre de 1993 y febrero de 1994. Alnus) 2 O00 2000 Los sitios a muestrear en campo fueron seleccionados a partir de la fotointerpretación.

especificamente para las clases semidenso y escaso.6%. del suelo superficial (entre los 7 y 50 cm). Se incluyó una lista de taxa y estratos presentes.. bosque de Abies y bosques mixtos. Resultados globales de la fotointerpretación permiten decir que sólo 71.de especies de la comunidad en cuestión está adecuadamente representada. para vegetación de zonas templadas encontraron los siguientes valores empiriws de muestreo: para bosques (incluyendo estrato arbóreo) de 200 a 500 m2. Datos cuantitativos fueron tomados a los individuos arbóreos cuyo fuste bajo era superior a 0. tirados.15 m. 1988 y Mueller y Ellenberg. exposición y pendiente.. respectivamente. 2. Se tomaron datos ambientales. se establecieron cuatro clases de cobertura (25. . con relación a 500 m'. y porosidad. número de tocones. pH. árboles con algún tipo de parásito y quemados. no se pudieron definir los limites exactos. respectivamente). el eje menor y un eje internedio. altitud. Estos datos. poblados. para muestreos en matorral y pastizal de 100 a 200 m parámetros son importantes para caracterizar las condiciones locales de homogeneidad espacial. En 12 sitios se cuantificó el número de árboles por género en un área de 500 m2 aledaña al primer cuadrante. pastizales inducidos en áreas boscosas. bosque de pino.4% del área del parque corresponde a los diferentes tipos de bosque. zacatonal alpino o áreas sin vegetación aparente. 20.6%. terrazas antiguas con vegetación secundaria. Se consideró que el número de individuos por área se encuentra en relación con el área de wbertura observada en la fotointerpretación. áreas con agricultura. En los últimos dos casos. Los datos tomados en campo. color en seco y en húmedo. También se realizó una estimación del grado de deterioro del bosque cuantificado: árboles resinados. son indicadores del grado de deterioro que presenta cada comunidad vegetal.6% de la superficie total son áreas con agricultura. 75 y 100%. Se midió la altura y cobertura de los árboles. 1974:48. junto con la densidad de wbertura. Según señalan Mueller et al. Se hizo una descripción general del área acampanada de fotos del sitio. 1988:13). como unidad geomorfológica. humedad en suelo. El resultado final de la fotointerpretación se muestra en el mosaico fotográfico presentado en la Figura 2. comprendieron textura. estimando cobertura por estrato en relación con el área levantada (siguiendo el sistema Raunkiaer modificado y presentado por Mueller et al.8%. RESULTADOS Y El levantamiento de vegetación se realizó en un área de 500 m2 (cuadros de 20 x 25 m). áreas de pastizales inducidos. y 1. terrazas antiguas con vegetación secundaria. 3. Para obtener una cuantificación de la cobertura se tomaron las dimensiones del eje mayor. dichos Fotointerpretación A partir de la fotointerpretación general del área del parque (51 000 ha) se identificó un total de ocho clases de información sobre el uso del suelo: páramo de altura o zacatonal alpino. También se evaluó el porcentaje de hojarasca sobre la superficie del sueio. 50.

Figura t. Moss'm fotografrco wn m o Ulases de t r # m á n sobre vef@Wwi y uso del suelo del parque h rWimal Nevado de Totuca. .

Cuadro 2. especies dominantes y subdominantes. 25 Seneno barbajohannis 25 Eopalonum manieti8nom 79 Pinus haihvegi 40 Alnos jaiuliensis Abies relrgiasa Peosfemon gentianoides SITIO 13 Bosque Mixio Bosque cerrado (AP3 denso) heibáceo SITIO 14 Bosque Mixto Bosque abierto (APZ: semidenso) 50 Pinus harfwegd Abies religiosa herbáceo arbustivo 10 Giaminea 2 Sal»< sp ' % estimado en campo en relación a 5m m2 . Se consideró para esta evaluactón un área de 500 m'. descripción fisonómica. reltgiosa. Vegetación y flora de los sitios muestreados DESCR!PCION TIPO DE VEGETACION FlSONOMlCA (Clase de SITIO 1 Bosque de P n o SITIO 2 Bosque de Pino cobertura según la fotointerpretación) Bosque abieito arbóieo ( P1: escasa) herbáceo rasante Bosque cerrado aibóreo (P3: denso) herbáceo Bosque abierto (P1:escasa) Bosque cerrado (AP3 densa) Basque cerrado (A2: semidenso) Bosque abierto ( P I escaso) arbóieo herbáceo arbóiea arbóiea herbáceo aibórea arbustivo arbóieo herbáceo aibóieo arbustivo arbustivo arboiea arbustlw PLANTAS DOMINANTES % D E COBERTURA POR ESTRATO estrato %' especie 51 Phos harfwegi 8 0 Agrostis lolocens!~ 65 Alchem~Ila procumbens 85 Pmos hamfwegir 80 Caiamagrostis folocensis 42 Pinus hamegii 80 Agroslis lalucensis PLANTAS SUBDOMINANTES % D E COBERTURA POR ESTRATO estrato 46 ' especie herbáceo 15 Lupious maofanus 5 Cirs~urn sp 1 Lupinos rnootaous 1 Pensfernan genhanaldes 1 Muhlembergia nigra 1 Aichemilk procumbens herbáceo SITIO 3 Bosque de Pino heibáceo rasante arbustlw herbácea herbácea rasante rasante arbustim SlliO 4 Bosque Mixta 1M Pinus harhvegt Abies religiosa 25 Gramineas 68 Abies rel!giosa 30 Senecia aogostifaiius 10 Bacchans conferia 5 Salvia e*!f!s 4 Pipfochaelium fimbnafum SITIO 5 Bosque de Abies 20 Spthorpia repens 10 musgo M Acaena elognala 30 M 10 10 1 SlTlO 6 SlTlO 7 Bosque de Pina herbácea Bosque de Abies Bosque semabieito (AZ: semidenso) 50 A. dependiendo del estrato que ocupan y del porcentaje de cobertura estimado en campo. P harhuegt 50 Acaena eioganata 50 Bacchatis conferla 70 Abres iel!g!ogiosa Zj Senecio angusl!foiios herbácea rasante Luplnus monlanus Pensfernon genfianoides Tauschia nudicaulis Salwa exils Cerastium cuspidarum SITIO 8 Bosque de Abies Bosque cerrado (A3 denso) Bosque Mixto aibustiw rasante arbustlva M Cestrum nodunim 10 Aichemla procornbens SITIO 9 Bosque semiabietto arbóreo ( A P 2 semidenso) Bosque semiabierto arbóieo (P3: denso) herbáceo Bosque abieito (P2: semidenso) Bosque cerrado ( A 3 denso) aib6reo herbáceo arbóieo arbustiw arbustiw arbóiea arbórea arbórea arbustivo aibóreo 73 P ~ U pS e ~ d o s t r o b ~ s s Alnus jomilensis Abies refigiogiosa 86 h n u s harhttegh 80 Giamineas 25 S a k sp 25 Bacchans canfeira 8 Eupalonum glabratom 1 Pensteman gentianoides SITIO 10 Bosque de Pino herbáceo SITIO 11 Bosque de Plna 58 Pinos h a m e g n 80 Grammear herbáceo herbáceo rasante herbácea 2 Eryoguim proreanoium 1 Lopious monfanos 2 Alchemrila procumbens 1 Salvra eiegans Smilax sp Senecio callosos 8 Grammea 3 Etyngium protaenomrn SITIO 12 Bosque de Abies 89 Abies rehgiosa.Características generales vegetales de las comunidades En el Cuadro 2 se resumen las principales caracteristicas botánicas de los sitios muestreados: tipo de vegetación.

Salk. por ejemplo: un bosque abierto descrito en campo correspondió con cobertura "P1:escasaSen la fotointerpretación (véase columna 3. entre otras (consultar última columna del Cuadro 2). con flujos Iávicos antiguos cubiertos de piroclastos y materiales de depósito. Baccharis. Eupatorium. existió una correspondenda entre la descripción fisonómica en campo. así como valores para los tres tipos de bosque y las tres diferentes densidades de wbertura relativa definidas cualitativamente durante la fotointerpretación. cobertura y diámetro de las árboles medidos para cada sitio. 10YR3i2. las especies subdominantes pertenecen a los géneros: Alchemilla. 9. 10 y 11.En general. y a 1 000 m . tienen la menor wbertura arbórea. además de que presentan también el menor diámetro (promedio de 0. Muhlembergia: véase columna 6 . Cuadro 2) en niveles altitudinales altos (3 980 . Los bosques mixtos aun cuando muestran el mayor número de árboles en las áreas cuantificadas. con pH de 6. Diferencias estructurales de los tres tipos de bosque En el Cuadro 3 se muestra un resumen de los resultados estadisticos realizados sobre los datos de altura. suelo no poroso con pH de 5. Sfevia. En pendientes entre 7 y 12" con suelos principalmente negros o café grisáceo muy oscuros (5YR 2. ' Existen diferencias importantes entre los tres tipos de comunidades en lo referente al número de árboles y la cobertura en los diferentes tipos de bosque: Los árboles de pino se encuentran en menor núrnero. Para los bosques mixtos las subdominantes son Baccharis. La comunidad de Pinus hartwegii en los sitios muestreados se encuentra principalmente asociada de manera codominante a gramineas (Agrostis. principalmente (sitios 4. y con un 75% al 100% de wbertura de hojarasca. Calamagrostis. Tauschia. 10YR312). señalados en la Figura 2. 8 y 12 de la Figura 2 y Cuadro 2). respectivamente (véanse columnas correspondientes en el Cuadro 3). 3. 13 y 14 de la Figura 2). Cuadro 2). con la realizada en la fotointerpretación. Estas comunidades se presentan principalmente en unidades geomorfdógicas del tipo de superficies cumbrales de flujos Iávicos cubiertos de piroclastos. pseudosfrobus con Alnus jorullensis y Abies religiosa. Los bosques de Abies comparten los mayores porcentajes de cobertura con arbustos (Senecio callosus.511. 6 . Estas comunidades se presentan en unidades geomorfológicas del tipo de superficie cumbral. la altitud de los sitios está entre 3 070 y 3 210 msnm (sitios 5. según la clave de colores Munsell Soil Color Charts. con pH de 6 en todos los casos Los porcentajes de hojarasca en el suelo varian de 25 a 50% Los bosques donde el género Pinus y gramineas de los géneros Agrostis y Calamagrostis son dominantes. Eryngium. 7. Sipthorpia. Las pendientes donde se hicieron los levantamientos fluctuaban entre 8 y 12". Las pendientes en estas comunidades son de 11 al 13". primordialmente no porosos. así como en los extremos inferiores de ladera montañosa inclinada como es el caso del sitio 5 del cerro "Las Palomas". pero con mayor cobertura. 1973). los suelos son café muy oscuro o cafe gnsáceo muy oscuro (10YR212. en promedio de 11 m. Abies y Alnus). 2. Para el caso de los bosques de Abies las subdominantes son: Salvia. .3 450 msnm). Salix. Los bosques mixtos formados por Pinus hartwegii o P. o bien en el escarpe frontal de flujos Iávicos cubiertos de piroclastos. Lupinus. asi como también el núrnero de árboles con respecto a 500 m'. Piptochaetium. Los sitios que presentan estas características son: el 1.2 m) y las menores alturas. Cerastium. que aquéllos medidos en los bosques mixtos y de Abies. aunque tambien se encuentran en pendiente de 26" (sitio 12). Estas comunidades se encuentran en unidades geomorfológicas del tipo de piedemonte bajo y laderas montafiosas inclinadas. El suelo en estos sitios presenta una coloración café oscura o café amarillenta muy oscura (IOYR 313 o IOYR 3/4). Penstemon. en promedio 25% de hojarasca en la superficie. Eupatorioum glabratum) o hierbas (Acaena elongada). Los bosques de Pinus y Abies están en promedios de alturas de árboles de 21 y 25 m. esto debido principalmente a la estructura de las especies que componen este bosque (mezcla de Pinus.

15 m en una área de 500 m'.42 DAP (m).44 0. los bosques m~xtos densos (AP3) son los que tienen el mayor número de individuos por área.14 COBERTURA(^^ * O Mediana 28 46 19.41 0.46 0. aunque el número de individuos en las areas cuantificadas no son y dararnente mayores Finalmente. tanto en los muestreos de 500 como en los de 1 000 m'. al igual que los de pino.75 49.31 28.17 31.92 25.52 8.71 30.86 9.71 21.28 21.11 18. DE ARBOLES Mediana Media 500 m2 1 O00 m2 041 O 43 38 66 0.67 20.47 23.44 0.4 0.37 0.71 19. tiene.15 0. el mayor número de individuos en los bosques de Abies se encuentra. es en donde se encuentra el mayor número de individuos con estas En general.43 0.24 21. aunque en general son delgados (promedio de 0. Cobeitura promedio por árbol a partir de las mediciones de los individuos en cada sitio.92 48.13 0.69 9.17 (m) Media 21 23 25.67 15.66 34. le siguen en la categoría inmediata infenor (alturas entre 16 y 24 m) En estos sitios los arboles muestran una wbertura densa (P3) - E '.18 15.17 9 14 15 17 23 13 54 17 22 27 31 48 35 121 * Datos obtenidos de mediciones realizadas en campo a árboles con perímetro superior a 0. los diámetros de los troncos de los pinos densos (P3) son mayores y sus aittms menores can respecto a los pinos escasos (Pl) La comunidad de Abies.56 7.61 20.47 12.65 20.29 11.48 0.13 Media 30 1 24. la diferenwa no es muy marcada Sin embargo.3 29.31 0.31 0.95 17.8 0. de los sitios evaluados tailas Los sitios 10 y 11. considerada como densa (A3) a partir de la fdointerpretaaón.44 18. en la misma Figura. si lo es en cuanto al número de Individuos. NÚM. Análisis de altura de l o s Brboles Con respecto a las alturas de los árboles. según las mediuones de campo.45 0.08 29. se observa que para la comunidad de P~nus h a h e g l i entre una cobertura P1 (escaso) y una P3 (denso). en el rango entre los 24 y 32 m de altura Aunque también hay árboles más altos como es el caso de los presentados en el sitio 12 (en el cerro El Calvano) cuyas alturas se encuentran entre 40 y 48 m .G -DB i621 1 - 104d s6B i m m m da a m a (m) Figura 3 Altura de árboles en bosques de pino.39 0.17 m de diámeiro) y bajos (9 m de altura en promedio) (véase Cuadro 3) En los siguientes apariados se presenta un resumen de los resultados de las estadisticas por variable.28 0.68 20. En relauón mn la wbertura en los diferentes tipos de bosques.38 40 79 0.78 23. se puede deur que el mayor número de individuos en bosques de pino presenta alturas entre 24 y 32 m (Figura 3) El sitio 2 (mostrado en la Figura 2). Abies y rn»cto.Cuadro 3 Descnpwón estadística de los principales parámetros por tipo de bosque TIPO DE BOSQUE Pino Abies Mixto TlPO BOSQUE: DENSIDAD P1: esoaso PZ: semidenso P3: denso AZ: semidenso A3: denso AP2:semidenso AP3: denso ALTURA Mediana 22 07 26.23 67 156 ~ ~ 26. árboles con mayor altura y diametro que la comunidad semidensa (M). respectivamente Además.5 14.

los mayores diametros se encuentran entre los rangos de O 3 y O 6 m (Figura 5) Los sitios 2 y 10 (Figura 2). se mntaron 17 tocones de árboles Igualmente. Por lo que la sobreposicion de las copas. los sitios clasificados wmo "densos". son los que presentan mayor número de individuos w n estas dases diamétncas El diámetro en los árboles de los bosques de Abies presenta un rango más amplio. P3 (sitio 2) y A3 (sltios 8 y 12). aunque el mayor número de individuos se concentra en los diametros entre 0 1 y 0 2 m (los sitios 4 y 13) poseen el mayor número de individuos m n estos rangos). rangos entre 0. localizados en las pornones NW y SW de la Figura 2 Análisis de cobertura de los árboles La cobertura de los árboles. en este caso. INDICIOS DE PERTURBACI~N ANTRÓPICA LOS SITIOS DE MUESTRE0 EN Se evaluó el grado de deterioro en los sitios muestreados mediante la cuantificauón de algunos indicios de perturbación antrópica wmo son: troncos tirados. Abies y mixto Análisis de diámetros de los árboles El último parámetro aiantificado por árbol fue el de Diámetro a la Altura del Pecho (DAP) En los bosques Inveshgoclones G ~ o g r á j c w Boletín. en general. no fueron wnsiderados La wbertura promedio por árbol. sin poder definir claramente si en los diferentes grados de wbertura (P1 o P3) era mayor o menor En el caso de los bosques de Abies. es de 20 a 30 m2 $n el caso de los bosques de Abies es de 10 a 20 m y en los bosques mixtos menor a 10 mZ (Figura 4) El análisis por sitio de los bosques de pinos y de Abies indica que. que es un bosque mixto (predominando Abies). wncentrándose los individuos en wbetturas de entre 10 y 40 mZ Esta amplitud del rango se debe pnncipalmente a la heterogeneidad de la composición del bosque de pinos. "densa".Los árboles de bosques mixtos presentan las alturas más halas de los tres tipos de bosque El mayor número de individuos no sobrepasa la altura de los 16 m Al igual que los casos antenores. los árboles que muestran la categoría 3 de wbertura. los individuos de los sitios 4 y 13. pero wmo en el caso de los bosques de pinos.1998 . indicios de quema y pastoreo. 36. son pocos los individuos que sobrepasan los 0 6 m En este caso. En el caso de los bosques mixtos. árboles resinados. esto es. Pnnapalmente se observaron indiuos de quema y pastoreo en los bosques de pino. más frecuente dentro de 10sárboles de pino. el sitio 12 es el que tiene individuos en las dases más altas. a partir del levantamiento de campo. wnsiderandola corno si fuese un circulo.6 y O 9 m Figura 5 DAP de arboles de pino. Abies y mixto Al igual que en el caso de coberturas. los bosques mixtos muestran un rango más amplio de diámetros hasta de 1 1 m. los rangos de wberiura son mucho mas amplios que los de pino o Abies. son los que presentan mayor numero de individuos w n mayor cobertura. así wmo los espacios entre las ramas. se estimó w m o el área de proyección de la wpa. la periurbauón se debió pnnupalmente a la tala. el mayor número de tronws tirados cuantificados en 500 m fueron 16 (en tigura 4 Cobertura de árboles en bosques de pino. en el sitio 8 se contaron 30 tocones de árboles en 500 m* y en el sitio 13. son los que tienen las mayores tallas.

Por ello. 2 troncos tirados fue de 2. respectivamente. según los valores más altos presentados para los parámetros considerados (altura. Villa y Caballero. Como una alternativa a los problemas mencionados. 1990. En este sentido. Si se considera que en este estudio. 1974. 1996). Para muestreos usados en invenlarios forestales se señala una intensidad de muestre0 de 0. que es un bosque mixto. del conocimiento previo de la zona en estudio.5% de la superficie total a inventariar. 36. también en formato digital (López. sino también para particularizar algunos aspectos ecológicos y de perturbación. 1993). 1995). por supuesto. tanto de las comunidades vegetales como con respecto a la delimitación de áreas con las tres clases de densidad relativa de cobertura. Por otro lado. La clasificación por densidad de cobertura relativa evaluada en la fotointerpretación y su correspondiente caracterización en campo. cobertura y DAP). sobre todo en cañadas y laderas con pendientes fuertes o con sombras. En este caso se sugiere que el muestre0 en lugar de ser dependiente de un porcentaje de la superficie total. es adecuada no solo para caracterizar de manera básica las condiciones forestales del área en estudio. seria importante utilizarlo como una herramienta base en la realización de los ordenamientos y declaratorias para las áreas naturales protegidas del pais.el sitio 12 que corresponde a un bosque de Abies). Por medio del análisis de las fotografias aéreas se determinó la distribución y las caracteristicas de los tres tipos de bosques con las tres diferentes clases de densidad de cobertura. basada fundamentalmente en técnicas de fotointerpretación. se ha comprobado en éste y en otros trabajos. como lo señalan las autoridades ambientales (SEDUE. 1976) y de las contribuciones metodológicas propuestas para zonas forestales (Madrigal. En este caso. El máximo de plántulas de pino que se presentó fue de 81 en el sitio 11 Se considera que la metodologia empleada.~ Geográficas Boletin. el mayor número de tocones en 50 m2 fue de 5 y el mayor número de . También se identificaron otros rasgos importantes en la determinación del uso del suelo. Estas dos condiciones limitaron en gran medida el tener una delimitación exacta de las unidades fotointerpretadas. ya que presentan un 25% de error de omisión (Trejo y Hemández. la clasificación de clases de cobertura a partir del agmpamiento de texturas digitales en fotografías aéreas pancromáticas. la diferenciación floristica de estas asociaciones a nivel espectral no es perceptible. el área de bosque es de 36 400 ha. sin embargo. Un segundo elemento importante es la subjetividad y la experiencia del fotointérprete y. En este caso se debe considerar la calidad tonal de las fotografías impresas en blanco y negro. tanto Para tener una idea clara de los resultados obtenidos en este estudio. proporcionó datos sobre la estmctura y composición de los bosques dentro del área del parque. siendo más claras en la porción oeste del área. de áreas previamente seleccionadas. también se determinó dentro del marco de la muestra. se debe considerar que dichos resultados son dependientes del tipo de material analizado. se tendrían que muestrear 182 sitios de una hectárea cada uno. También se contó el número de renuevos (plántulas) en 500 y 1 000 m2. 1989 y Diario Oficial. involucraria un estudio de varios años para obtener resultados representativos. Esta metodologia es sugerida cuando el tiempo y la mano de obra. los sitios mejor consetvados. 1997a y b). la escala fue de 1:75 000 y las fotos impresas mostraron tonalidades diferentes de grises. dic. En particular. o bien. conjugada con una descripción en campo. asi como la escala de las mismas. en relación con la confiabilidad de la delimitación. sea estratificado por claselcobertura de bosque. El mayor número de plántulas en 1 000 m2 que se cuantificaron fue en los hosques de Abies (sitio 5) con 53 plántulas y el sitio 4. en términos de recursos económicos y humanos. que el uso de la percepción remota para la separación de asouaciones de coniferas conlleva problemas graves de confusión. Investzgacione. 1998 17 . por lo que esta tecnologia es eficiente solamente para actualizar la distribución de grandes grupos vegetales. presentó 57 plántulas en 1 000 m'. Este procedimiento en la selección de sitios difiere de los criterios aleatonos o sistemáticos propuestos por los inventanos forestales realizados con anterioridad (Dirección General del Inventado Forestal. En el caso de los bosques de pino. Es importante señalar que la zona en estudio ha sido trabajada con información digital de imágenes de satélite (VillerS et a l . para poder cumplir con lo sugerido por esa metodologia. Se propone esta rnetodologia para realizar evaluaciones expeditas y confiables en zonas de bosques templados de México. documentos fundamentales de planeación. 1996). se ha considerado la posibilidad de realizar clasificaciones multiespectrales empleando información digital a partir de cámaras de video con alta resolución espacial. así como de tiempo.

Roberto Monroy Ibarra. subdominantes y porcentajes de cobertura. CEPANAF e INEGl en Metepec y Toluca. por lo que existió una sola categoría para estas dos clases de wbertura. cuando no existe pastoreo y quema como se ejemplifica en los resultados presentados para bosque de pino en el sitio 11 En el caso de los bosques de Abies tambien se encontró un numero importante de plántulas Los resultados de la evaluación de este parámetro junto con el de porcentaje de hojarasca en piso. De esta manera la cobertura "den%" en bosques de pino refiere a mayor número de individuos.para el trabajo de campo como para el de laboratorio. por el apoyo en campo y gabinete. indican una mayor riqueza en los bosques de Abies y mixtos. coincide en parte con los reportados por Anaya et al. de Biól. por ofrecemos el apoyo documental sin restricciones. que fue la de "semidenso". y no por especie. no ha sido suficiente para evita?diferentes grados de perturbación provocada por la acción huniana Se destaca la tala de árboles. da una mejor idea de la composición de la comunidad vegetal estudiada. Al Pas. ya que difícilmente se pudieron definir en cuanto a textura y tonalidades de grises en la fotointerpretación. Con los muestreos en campo. Nuestro sincero agradecimiento a los revisores anónimos por sus valiosas observaciones y comentanos para con este trabajo . Por ejemplo. Igualmente la inclusión de parámetros del medio físico para caracterizar las comunidades vegetales fue fundamental dentro del entendimiento del bosque desde un punto de vista del reconocimiento de la heterogeneidad espacial. es necesario establecer las diferencias entre las clases de cobertura "escaso" y "semidenso" en los bosques de Abies y mixtos. pnnwpalmente en los bosques de Abies En los bosques de pino la práctica de pastoreo que va asociada a quemas inducidas. tampoco se pudieron difereociar. con su apoyo en campo. En cambio. fue fundamental para la caracterización de los bosques de Pinus. diámetro de troncos y alturas de los árboles. con objeto de proveer de forraje al ganado. Estado de México. son limitados De este estudio quedó claro que existen áreas en donde se debe intensificar el muestre0 y hacer un trabajo más detallado con fotografías a mayor escala que las utilizadas. la fotointerpretación. diámetros mayores de alturas menores con respecto a una wbertura "escasa". En este caso las estimaciones de cobertura por estrato. La presenwa de Lupfnus montanus y Penstemon gentianoides con porcentajes de cobertura en el estrato herbáceo de 15% y hasta de 30% (sitios 1 y 6) son ejemplo de que estos elementos han sido favorecidos por este tipo de perturbación AGRADECIMIENTOS Se agradece el apoyo financiero brindado a este proyecto por parte del PUMA (Programa Universitario de Medio Ambiente) de la UNAM. Finalmente. que en los bosques de Pinus. se traduce en campo a una combinación del número de individuos. es mas notona El poder regenerativo en estos bosques tambien es grande. Por otro lado. Los sitios caracterizados con respecto a especies dominantes. el hecho de que el área en estudio esté considerada como parque nacional. agradecemos a las siguientes instituuones: PROTIMBOS. Se comprobó que la fotointerpretación realizada sobre densidad relativa de cobertura. (1980) para el caso del volcán Iztaccihuatl.

Gompsn&o de infomandn &re érsas nafurales pmteg1da5. Bablmore Mamand m Bloomfield.tr'wlco íU Vaquez C y A Orozca La debhicubn de la naturai~za Fondo de Cultura EnuiiKniw. Carta geolégi~a. inmrtanm i m e n MSS v fdornaws" MemMls M VI/ 3 m w m Wsiace. 'TeledeteocióI! Mlldeogrdfica Una t m l a g i a aptqiaüa p a n la ohtencth da l n f o m i d n detallada del madio ambme". 124 p caducifolw en el estado de MordQs. Valle de Sraw.1 Vlllers Ruiz. Méuco 1 Ba Lopaz Blanco. Meuco. UNAM Mmm pp 69SZ .d a 0 s ~ n " r n ' c c Seirelar a ne Drsarm.iio.án No 98. bvesiqanones Geograficas Boletín num 31.UNAM. Texas. Internabffinal Union of Biolcglce ScIences suiza 65 p Munsll Soll Color Chart (1973) Maobeth Dinsion of Kollmagen Oorporstlon. Diredan de Reswvas y Areas Naturales Pro(agidas. tssis da Maestría en Clpnchs (Biologia).. olave. Ménw. A y M Caballero d81 ei INEGl (1353). pp WS 3 . 107 p m Direoatún €R SARH (1W)). h c 1 W . Me*. 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