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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 18

JESUS CRISTO

É UMA

FARSA

Mitologia e Superstição Judaico-cristã

É UMA FARSA Mitologia e Superstição Judaico-cristã “Tudo que se sabe sobre Jesus pertence ao reino

“Tudo que se sabe sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Bruno Bauer, 1841.

JL

Jesus é Deus? Jesus é um mito? y-jesus.org

Jesus é Deus? Jesus é um mito? y-jesus.org 3

Sumário

1 - Introdução

 

6

1 - Um cristianismo falso na Bíblia

6

1 - Jesus Cristo, a fábula mais lucrativa já

8

2 - Enquanto isso, na Índia

9

3 - Jesus, o cavaleiro vencedor do apocalipse

10

2 - Jesus nunca existiu - Apenas uma ideia maluca?

12

1

-

Fato e Fantasia

12

2

- A Inércia da Opção Suave

13

3

-

Um Cenário Defeituoso

14

4

- Salvação pela Racionalidade

15

5

-

Método Histórico-Crítico

16

6

- Os verdadeiros mártires

18

3 - Demolindo o Mito de Jesus

22

1 -

Jesus Cristo desmascarado

22

2 - O que escreveram sobre Jesus em seu tempo

38

3 - Quantos “Jesuses” existiram?

40

4 - A Escala de Raglan

45

4 - Dez personagens para criar o mito de Jesus

49

1 - Entenda o plágio cristão da lenda mítica da

49

2 - Outros mitos semelhantes ao mito de Jesus >>>

51

5 - Proliferação

de salvadores fajutos

72

Os dezesseis salvadores crucificados

73

1 - A “crucificação” de Krishna, Índia - 1.200 AEC

76

2 - A “crucificação” do Buda Sakyamuni - 600

81

3 - Thamuz, da Síria - 1.160 AEC

85

4 - Wittoba - Índia, 552

88

5

-

Iao - Nepal, 622

89

6 - Esus - O Druida Celta, 834

90

7 - Quetzalcóatl - A Serpente Emplumada, México, 587 AEC

91

8 Quirinus - O Salvador Crucificado Romano, 506 AEC

92

9 - Prometeu Acorrentado

ou Crucificado? 547

94

10 - Thulis do Egito - 1.700 AEC

95

11 - Indra do Tibet - 725

96

12 - Alceste (de Eurípedes): Uma mulher crucificada? - 600

98

13 - Atis da Frígia - 1.170

98

14

- Crites da Caldeia - 1.200 AEC

99

15 - Bali de Orissa - 725

99

16 - Mitra da Pérsia - 600

100

17 - A lista não acaba em 16

100

6 - Fabricando Jesus Cristo

104

- Do greco-romano ao judaico-cristianismo: Pilhagem de outras culturas

1

104

2

Jesus Cristo Super-síntese

105

3

- Como introduzir um herói em um império?

105

4

- Como encontrar um rosto para o herói?

106

5

- Como sustituir um messias (semideus) por outro?

109

6

- O messias judaico-cristão, Jesus, assume como deus Sol

110

7

- Necessita de uma auréola?

111

9

- A barba e a solenidade de uma divindade

117

10 - O adivinho greco-romano dos judaico-cristãos

118

11 - O relevo como “o bom pastor”

119

12 - Nascimento com simbolismo estelar

121

13 - De Egito a Judá. Necessitamos uma mãe?

126

7 - Mais bobagens do Cristianismo >>>

131

Mais conteúdo recomendado

132

Livros recomendados

133

Fontes:

142

1 - Introdução

1 - Um cristianismo falso na Bíblia

Apesar do que todo crente pensa, os textos mais antigos do Novo testamento são as cartas de Paulo e não os Evangelhos. Paulo nunca conheceu Jesus, pois em suas cartas não fala uma só palavra sobre um Jesus histórico, mas mítico. O primeiro Jesus que aparece no NT é o Jesus mítico inventado por Paulo, o falso apóstolo, por esta razão ele prega o seu evangelho com o seu Jesus.

O Paulinismo

Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.

Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho; Romanos 2:16 No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho. Romanos 16:25 Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto

Aqui Paulo fala de seu próprio evangelho, não sobre o do Jesus dos evangelhos. Muitos crentes ignorantes usam este versículo

para defender o evangelho de Jesus, mas trata-se do evangelho de Paulo, que contraria frontalmente o de Jesus dos evangelhos.

1 - A competição de mágicas

Atos 13:6 E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam certo judeu mágico, falso profeta, chamado BarJesus,

Aqui Paulo se envolve em uma competição de magia com outro Jesus. Paulo viveu no mesmo tempo e lugar do suposto Jesus e jamais relatou qualquer encontro pessoal com ele e nem mesmo conhecê-lo pessoalmente.

2 - Fllávio Josefo

Flávio Josefo cita mais de uma dúzia de “Jesuses” em suas obras.

3 - Vários cristianismos na Bíblia

Parece que a competição entre jesuses, mágicos, feiticieiros, espíritos e evangelhos era muito acirrada. Ao menos dois Jesuses são claramente visíveis na Bíblia: o dos evangelhos e o das epístolas de Paulo. Mas a leitura atenta nos mostrará, nos evangelhos, pelo menos uma dúzia de Jesuses com suas respectivas filososfias bastante contraditórias entre si.

1 - Jesus Cristo, a fábula mais lucrativa já inventada.

1 - Jesus Cristo, a fábula mais lucrativa já inventada. (Clique na imagem e surpreenda-se) O

(Clique na imagem e surpreenda-se)

O cristianismo é a maior mentira já imposta à humanidade. Escritores e pesquisadores corajosos mostram isso de maneira contundente há séculos. Mas os parasitas religiosos têm uma longa tradição e enorme experiência em manipular idiotas, a grande maioria da humanidade que prefere acreditar em mentiras agradáveis em vez de verdades desagradáveis. Aqui apenas reunimos fragmentos que podem ser pesquisados em milhares de fontes, por quem ainda tiver alguma dúvida sobre as fraudes e mentiras cristãs.

2 - Enquanto isso, na Índia

2 - Enquanto isso, na Índia Os Hindus já esperavam o décimo Avatar de Vishnu ,

Os Hindus já esperavam o décimo Avatar de Vishnu, que virá montado em seu cavalo branco.

Segundo o Bhagavata Purana, Kalki virá no final do kali yuga, a era do demônio Kali (não deve ser confundida com a deusa Kali) - montado em um cavalo branco, empunhando uma espada para matar toda a humanidade (que está completamente degradada) e iniciar uma nova era da verdade com os sábios que permaneceram puros no Himalaia.

3 - Jesus, o cavaleiro vencedor do apocalipse.

3 - Jesus, o cavaleiro vencedor do apocalipse. 10

Apocalipse 19:11 Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.

A Besta tem a seu lado todos os exércitos do mundo contra o próprio Jesus, montado num cavalo branco à frente de um exército celeste com todos os cristãos da história. Jesus dirá a verdade, a verdade é que ele vai destruir a todos.

Apocalipse 19:11-15 1 E eu vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. E o sentado nele chama-se Fiel e Verdadeiro, e ele julga e guerreia em justiça. 12 Seus olhos são chama ardente e na sua cabeça há muitos diademas. Ele tem um nome escrito que ninguém conhece, exceto ele mesmo, 13 e está vestido duma roupa exterior manchada de sangue, e o nome pelo qual é chamado é A Palavra de Deus.

Em religião, todo mundo copia todo mundo.

manchada de sangue, e o nome pelo qual é chamado é A Palavra de Deus. Em

2 - Jesus nunca existiu - Apenas uma ideia maluca?

2 - Jesus nunca existiu - Apenas uma ideia maluca? Em uma cultura baseada no Cristianismo,

Em uma cultura baseada no Cristianismo, a negação da existência de Jesus pode parecer, à primeira vista, absurda ou mesmo estúpida. Afinal, como dizem, os “estudiosos mais respeitados” aceitam que houve um Jesus Histórico, mesmo que não exista nenhum acordo sobre quem realmente ele foi, precisamente quando viveu e o que exatamente fez ou o que ele disse.

1 - Fato e Fantasia

Os atuais estudiosos do Novo Testamento mantêm seu curso entre dois mundos, um em que um Jesus teológico ("divino filho de Deus") está no centro do picadeiro mas este Jesus,

evidentemente, é visto como objeto de fé e outro, o mundo em que há um “Jesus histórico”. Investigações detalhadas, frequentemente meticulosas, da história, cultura e política da Palestina durante o período do Segundo Templo criam um

contexto historicamente plausível. Sobre este pano de fundo, a imagem tênue de um “Jesus” faz sua aparição fantasmagórica. Mas é o próprio contexto histórico que permite a este salvador fantasmagórico “viver”, “morrer” e “ressuscitar” que, portanto, lança sua sombra mentirosa de volta à história. “Temos a certeza de que Jerusalém existiu, também Herodes, fariseus e romanos,

o documentário do Discovery

são sandálias do tipo que Jesus teria usado. Este

é um tipo de árvore sob o qual ele pode ter descansado.”

Channel

por que não um Jesus?”

ecoa

"Estas

2 - A Inércia da Opção Suave

Historiadores profissionais não estão, necessariamente, imbuídos de nenhum interesse particular pela existência de Jesus e estão todos bem informados sobre a natureza controversa do tema. Um estudioso que anuncie que pensa não ter existido nenhum Jesus histórico se arrisca a enfrentar o desprezo, talvez até seja ridicularizado, e não ganhará muito por sua honestidade. Assim, a maioria dos estudiosos, criados e educados em uma cultura cristã, se contentam em supor que Jesus viveu (e concordar com as opiniões de especialistas bíblicos, que são normalmente homens de fé) ou, devido a escassez de fontes sobre muitos outros personagens históricos, prefaciam seus questionamentos com um “provavelmente”. É muito mais seguro para eles aventar a “possibilidade de um homem por trás da lenda”, mesmo enquanto argumentam que camadas e mais camadas de incrustações mitológicas obscurecem o conhecimento de qualquer coisa sobre ele. Esta opção “segura” e covarde mantém,

simultaneamente, a “obscuridade” de um carpinteiro em uma localidade provinciana da Antiguidade (“ausência de evidência não é evidência de ausência”) e um distanciamento acadêmico de “questões de fé” que ergueram um suposto e desconhecido guru a tal posição de fama.

3 - Um Cenário Defeituoso

Ainda assim, poderia uma fé mundial ter surgido de um ninguém que deixou de ser notado por todo mundo, durante sua própria vida? Quão crível é que um rabbi andarilho, que nada escreveu, um mero seguidor em um mundo cheio de faquires, leitores de mentes e exorcistas, ter lançado um feitiço que está repercutindo ainda através das eras? Um Jesus “minimalista” é realmente menos satisfatório que nenhum Jesus porque ele ainda requer a busca em outro lugar pelas raízes da nova religião. E se as raízes devem ser buscadas em outro lugar, qual a utilidade de tal obscuro personagem então?

“É muito duvidoso que a fé cristã pudesse ter sido

que

construída sobre a fundação de um Jesus histórico foi pouco mais que um professor de filosofia prática.”

J. Macquarrie (Uma Teologia Existencial, p23)

Se concordamos que um rabino peripatético radical chamado Jesus, não notado pelo registro histórico, não é implausível, então, pelo mesmo raciocínio, tampouco seria implausível que existissem vários tais Jesuses. Qual deles deveríamos escolher para base da fé cristã na qualidade de “filho unigênito de Deus”? Poderíamos escolher qualquer um, ou nenhum. Ou Jesus Cristo foi uma divindade que escolheu maravilhar multidões, mas não deixar nenhum rastro, que buscou influenciar não ao povo judeu, mas a um mero punhado de desconhecidos seguidores cujos sucessores

rapidamente se dividiram em numerosas facções rivais, ou então Jesus Cristo é uma invenção de mentes humanas, uma construção que se denuncia a cada momento por contradições e omissões.

4 - Salvação pela Racionalidade

Ironicamente foi o trabalho de teólogos liberais, não o de livres- pensadores, que primeiro fraturou a gloriosa farsa de Jesus, Filho de Deus e Salvador do Mundo. A “sabedoria recebida” da Igreja foi pela primeira vez desafiada durante a Reforma, que deu legitimidade à crítica do sistema papal. Tendo aberto as comportas, todas as autoridades religiosas e a própria escritura foram chamadas ao debate e o protestantismo se tornou uma miríade de seitas disparatadas. Mas depois de mil anos de ignorância imposta pela Igreja, os “homens sábios” tinham apenas um pequeno estoque de verdadeiro conhecimento. Como clérigos comissionados, esses sábios lutaram para usar as recém- redescobertas ferramentas da lógica para defender os dogmas da cristandade, fosse o Catolicismo Romano ou a nova e “purificada” variedade. Mas depois de dois séculos, quando o lluminismo apareceu, alguns bravos teólogos começaram a dedicar sua atenção aos erros óbvios e contradições da escritura aceita. Por que, perguntaram, o Novo Testamento é tão silencioso sobre a maior parte da vida de Jesus? Por que Paulo quase não diz nada sobre a vida de Jesus? Durante as Revoluções Francesa e Americana livres pensadores foram muito mais longe, questionando a veracidade de toda a Bíblia e denunciando o Cristianismo como uma superstição grotesca e um instrumento de opressão. Uma nova fé minimalista nasceu, o “deísmo”, na qual o Deus-Criador não tem nenhum papel nos assuntos humanos.

5 - Método Histórico-Crítico

No século que se seguiu, uma minoria radical notavelmente os estudiosos da Escola de Tübingen, na Alemanha de meados do século XIX e Radicais Holandeses da segunda metade do século

XIX

e começo do século XX continuaram a difundir a versão de

que

o Senhor e Salvador do Cristianismo foi uma invenção devota,

sua “vida” inteira, julgamento e crucificação, um pastiche de versos da Escritura judaica. Para muitos que enxergavam além da visão turvada do cristianismo, era aparente que muito do conto de Jesus tinha semelhanças com outras fábulas muito mais antigas, que tinham protagonistas e personagens idênticos, roteiros idênticos e lições de moral também idênticas. O cristianismo, era claro, não havia sido trazido do Céu, mas fora uma produção humana. Ao longo do século XX, o racionalismo, a arqueologia e novas técnicas de investigação científica forçaram um entrincheiramento dos defensores da fé, apesar de episódicas manifestações de fervor religioso. Para conciliar-se com o acúmulo de inegáveis evidências de erro na Bíblia, várias “vidas” de Jesus proliferaram como algas num lago sob o sol. Estudiosos do Novo Testamento ligados ao “mainstream”, muitos deles cristãos fiéis, encontraram novo lar. Um nebuloso “Jesus histórico” foi então sustentado como tendo existido sob as inegáveis camadas de pias fraudes acumuladas. Temerosos de reconhecer que tanto suas vidas como suas carreiras haviam sido construídas sobre um tremendo engano eles especularam com um grande número de ideias fantasiosas. um Jesus rabbi radical, um Jesus camponês do Mediterrâneo, um Jesus com esposa e família, um Jesus que viajara à Inglaterra, Índia ou Japão, um Jesus filósofo, cínico ou estóico; um Jesus para cada estação e para todos os gostos. Uma centena ou mais de possíveis “biografias” para o homem-deus disputavam espaço, cada uma tentando evitar a óbvia verdade, de que nenhuma realidade jazia sob a fábula sagrada.

6 - Fim dos Dias

No século XXI enfrentamos o paradoxo de que, embora o desmascaramento da fraude bíblica tenha ido mais longe do que nunca, a geopolítica global financia e encoraja um vociferante restabelecimento do fundamentalismo e da inerrância, uma torrente de desinformação, cuja imensa quantidade pode ser arrebatadora. A maioria das pessoas não tem nem tempo nem vontade de mergulhar fundo na massa de provas e argumentos. Os apologistas cristãos estão sempre prontos para denunciar cada “mitologista de Cristo” como um excêntrico isolado, um semi- lunático, indigno de ser seriamente ouvido. Mas sua hostilidade estridente esconde o medo de que a queda de seu super-herói possa não estar longe. E o que eles não podem mais negar ou esconder é o fato de que a exposição de “Jesus Cristo”, como a fábula que é, em vez de ser a busca maníaca de malucos, tem sido abraçada e endossada por uma contínua sequência de estudiosos brilhantes de todos os países.

6 - Os verdadeiros mártires

A história testemunha o destino terrível dos bravos pensadores que ousaram questionar os dogmas da Igreja.

pensadores que ousaram questionar os dogmas da Igreja. Etienne Dolet Miguel Servet 1546, Etienne Dolet, impressor
que ousaram questionar os dogmas da Igreja. Etienne Dolet Miguel Servet 1546, Etienne Dolet, impressor e
questionar os dogmas da Igreja. Etienne Dolet Miguel Servet 1546, Etienne Dolet, impressor e livreiro francês,

1546, Etienne Dolet, impressor e livreiro francês, apaixonado defensor da educação, foi aprisionado várias vezes por suas críticas abertas à Igreja. Dolet foi condenado por ateísmo e queimado em Lyon, junto com seus livros, deixando sua família desamparada.

1553, Miguel Servet, o médico espanhol que descobriu a circulação pulmonar do sangue (um avanço em relação a Galeno) fugiu da Inquisição e se achou seguro entre os Protestantes. Grande engano. João Calvino, o puritaníssimo “Papa Protestante” de Genebra, mostrou suas credenciais ao mandar queimar Servet na estaca por heresia. Servet havia criticado a Trindade e o batismo infantil.

1589, Francis Kett, um tutor do colégio Benett (Corpus Christi), em Cambridge, expressou dúvidas de que Jesus Cristo tivesse sido o grande moralista que os cristãos acreditam. Por sua audácia o professor foi queimado até às cinzas.

Francis Kett Giordano Bruno Lucilio Vanini 1600, Giordano Bruno, filósofo italiano que ensinava em Paris e
Francis Kett Giordano Bruno Lucilio Vanini 1600, Giordano Bruno, filósofo italiano que ensinava em Paris e

1600, Giordano Bruno, filósofo italiano que ensinava em Paris e Wittenberg, pagou o maior dos preços por pensar por si. Depois de sofrer por sete anos em uma masmorra da Inquisição, onde foi submetido a repetidas torturas, foi condenado e queimado na estaca. Bruno teve a audácia de sugerir que o universo era infinito e que o sol e os planetas não eram únicos.

1619, Lucilio Vanini (aliás “Giulio Cesare” - “Julius Caesar”). Filósofo, professor e livre- pensador. Em 1616 o ex-monge carmelita imprudentemente publicou seus pensamentos em “De admirandis naturae reginae deaeque mortalium arcanis” (“Dos maravilhosos segredos da rainha e deusa dos mortais, a natureza”). Suas ideias incluíam a possibilidade de evolução do homem a partir de macacos e a negação da alma imortal. Vanini rejeitou o Cristianismo como uma ficção inventada pelos padres e defendeu explicações naturais para os milagres. Como resultado, teve de fugir de lugar para lugar para evitar a perseguição católica. Mas foi capturado em Toulouse, condenado, teve sua língua cortada, foi estrangulado e seu corpo, queimado.

John Allegro Dan Barker Especialista nos Manuscritos do Mar Morto Em 1970 o estudioso bíblico
John Allegro Dan Barker Especialista nos Manuscritos do Mar Morto Em 1970 o estudioso bíblico e
John Allegro Dan Barker Especialista nos Manuscritos do Mar Morto Em 1970 o estudioso bíblico e

Especialista

nos

Manuscritos

do

Mar

Morto

Em 1970 o estudioso bíblico e especialista nos Manuscritos do Mar Morto, John Allegro, propôs a inexistência de Jesus Cristo. A tese de Allegro associou a noção de um deus-homem a visões induzidas por narcóticos. A planta alucinógena em questão era o Amanita Muscaria, o cogumelo fálico, provavelmente usado pelos primeiros cristãos e interpretado como nascido de uma virgem (i.e. sem sementes) e “Deus feito carne.” Allegro foi submetido à fúria impiedosa e relegado ao ostracismo. Morreu em 1988. Ateu Renascido. Evangelista que “jogou fora a água do banho e descobriu que não havia bebê nela”.

“Não há uma só menção histórica contemporânea de Jesus, nem por romanos e nem por judeus, nem por crentes e nem por descrentes, ao longo de toda a sua vida. Isto certamente não refuta sua existência, mas com certeza lança grande dúvida sobre a historicidade do homem que foi supostamente popular e causou um grande impacto no mundo. Alguém devia ter notado.”

– Dan Barker, “Perdendo a Fé na Fé: De Pastor

a Ateu” (1992, p. 360).

“Não apenas a divindade de Cristo foi abandonada, mas a sua existência como homem é cada vez mais questionada seriamente. Alguns dos mais capazes estudiosos do mundo negam que ele sequer tenha vivido. Uma imperiosa literatura referente à investigação, intensa em sua seriedade e profunda e rigorosa em sua pesquisa, está se acumulando em todos os países, espalhando a convicção de que Cristo é um mito. Jesus terá de achar seu lugar entre a multidão de outros semideuses cujas vidas e feitos imaginários constituem a mitologia do mundo.”

imaginários constituem a mitologia do mundo.” Marshall J. Gauvin – ( Jesus Cristo Realmente Viveu? 1922

3 - Demolindo o Mito de Jesus

Apesar dos riscos de ataque físico, ruína profissional e ostracismo, eles duvidaram seriamente da veracidade da saga dos evangelhos, descascaram as camadas de fraude e engano e finalmente desafiaram a própria existência do homem-deus fajuto.

1 - Jesus Cristo desmascarado

1 - Hermann Samuel Reimarus (1694-1768). 1778, “Sobre a Intenção de Jesus e Seu Ensinamento”. Pensador iluminista e professor de línguas orientais do Ginásio de Hamburgo, sua extensa obra - publicada após sua morte - rejeita a “religião revelada” e defende um deísmo naturalista.

Reimarus acusou os escritores dos evangelhos de fraude proposital e inumeráveis contradições.

2 - Francois Marie Arouet (Voltaire) (1694-1778) A mais influente figura do Iluminismo, foi educado num colégio jesuíta e ainda assim concluiu:

“O cristianismo é a religião mais ridícula, absurda e

sangrenta que jamais infectou o mundo

Deus não pode ter sido dado à luz por uma garota, nem sido morto num cadafalso e nem ser comido numa porção de hóstia.”

O verdadeiro

Preso, exilado, seus livros banidos e queimados, a grande popularidade de Voltaire na França assegurou-lhe um descanso

final no Panteão, em Paris. Extremistas religiosos roubaram seus restos mortais e os atiraram numa pilha de lixo. (A VERDADE É FATAL À RELIGIÃO.)

3 - Count Constantine Volney, 1787, “As Ruinas”; ou, “Meditação sobre as revoluções dos impérios” (Ruína dos Impérios).

 

Como pesquisador napoleônico viu com seus próprios olhos evidências de precursores egípcios do cristianismo.

4

-

1792,

“A

Dissonância

dos

Quatro

Evangelistas

Respectivas Autenticidades”.

Geralmente

Recebidos

e

a

Evidência

de

suas

Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas.

5 - Charles François Dupuis, 1794, “Origem de todos os Cultos ou a Religião Universal”. “Interpretação astrológico-mítica do Cristianismo” (e de toda religião).

“Um grande erro é mais facilmente propagado que uma grande verdade, porque é mais fácil crer que raciocinar e porque as pessoas preferem o maravilhoso do romance à simplicidade da História.”

Dupuis destruiu a maior parte de seu próprio trabalho por causa das violentas reações que causou.

6 - Thomas Paine, 1795, “A Idade da Razão”. Panfleteiro que fez

o primeiro apelo à independência dos Estados Unidos (“Bom Senso”, 1776; “Direitos do Homem”, 1791)

Paine derramou sátiras virulentas nas contradições e atrocidades da Bíblia. Como muitos revolucionários americanos, Paine era deísta:

"Eu não creio na fé professada pela igreja judaica, pela

igreja romana, pela igreja grega, pela igreja turca, pela igreja protestante ou por qualquer outra de que tenha

Cada uma destas igrejas acusa a outra de

descrença; e de minha parte eu descreio de todas.” Thomas Paine em A Idade da Razão.

notícia

7 - Robert Taylor, 1828, “Sintagma de Provas da Religião Cristã”; 1829, “Diegesis”. “Os primeiros cristãos entendiam as palavras como nada mais que a personificação do princípio da razão, da bondade, ou daquele princípio, seja qual for, que pode ser mais benéfico à humanidade durante o curso de uma vida.”

Taylor foi aprisionado por afirmar as origens míticas do cristianismo.

8 - Godfrey Higgins (1771-1834). 1836, Anacalipsis Uma

Tentativa de Remover o Véu da Ísis Saíta ou um Inquérito da

Origem das Línguas, Nações e Religiões. Pioneiro inglês da arqueologia e maçom.

9 - Bruno Bauer, 1841, Crítica da História Evangélica dos

Sinóticos. 1877, Cristo e os Césares. A Formação da Cristandade entre os Romanos Helenizados. O iconoclasta original.

Bauer contestou a autenticidade de todas epístolas paulinas (nas quais viu a influência de pensadores estóicos, como Sêneca) e identificou o papel de Fílon no cristianismo emergente. Bauer rejeitou a historicidade do próprio Jesus. "Tudo que se sabe

sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Como resultado, em 1842, Bauer foi ridicularizado e removido de sua cátedra de Novo Testamento em Tubingen.

10 - Ralph Waldo Emerson, 1841, Ensaios. Inicialmente cristão

trinitário e posteriormente ministro unitário, defendeu que Jesus era um “verdadeiro profeta”, mas que o cristianismo institucionalizado era um “despotismo oriental”:

“Nossas escolas dominicais, igrejas e ordens monásticas são jugos sobre nossos pescoços."

11 - Mitchell Logan, 1842, A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.”

12 - Ferdinand Christian Baur, 1845, “Paulo, o Apóstolo de Jesus

Cristo”.

Estudioso alemão que identificou como “falsas” não apenas as epístolas pastorais, mas também Colossenses, Efésios, Filêmon e Filipenses (deixando apenas as quatro principais epístolas paulinas consideradas genuínas). Baur foi o fundador da assim chamada “Escola de Tubingen”.

13 - David Friedrich Strauss, 1860, “A Vida de Jesus Examinada

Criticamente”.

Vigário luterano que se tornou estudioso e expôs magistralmente os milagres evangélicos como mito e, no processo, reduziu Jesus a um homem comum, o que lhe custou sua carreira.

14

- Ernest Renan, 1863, “Vida de Jesus”.

Educado como padre católico, escreveu uma biografia romanceada do homem-deus, sob a influência dos críticos alemães. Custou-lhe seu emprego.

15 - Robert Ingersoll, 1872, Os Deuses. Extraordinário orador

de Illinois, seus discursos atacavam a religião cristã.

“Sempre me pareceu que um ser vindo de outro mundo, com uma mensagem de infinita importância para a humanidade, deveria pelo menos ter escrito tal mensagem de seu próprio punho. Não é admirável que nenhuma palavra foi jamais escrita por Cristo?”

da Humanidade. Quaker da Pensilvânia que viu um fundo pagão através das invenções cristãs, embora raramente citasse fontes para suas conclusões avançadas.

17 - Allard Pierson, 1879, “O Sermão da Montanha e outros Fragmentos Sinóticos”. Historiador de arte, literatura e teologia que identificou o Sermão da Montanha como uma coleção de aforismos da literatura sapiençal judaica. Esta publicação foi o começo da Crítica Radical Holandesa. Não apenas a autenticidade das epístolas paulinas, mas a própria existência histórica de Jesus foi trazida à baila.

18 - Bronson C. Keeler, 1881, Pequena História da Bíblia.

Uma exposição clássica das fraudes cristãs.

19 - Abraham Dirk Loman, 1882, "Quaestiones Paulinae," in

Theologisch Tijdschrift. Professor de teologia em Amsterdã que

declarou que todas as epístolas paulinas datam do segundo século. Loman explicou que o cristianismo era a fusão do pensamento judaico ao helenístico-romano. Ao perder a visão, Loman acabou enxergando através das trevas da história da igreja.

20 - Thomas William Doane, 1882, Os Mitos Bíblicos e seus Paralelos em Outras Religiões. Desatualizado, mas uma revelação clássica dos antecessores pagãos dos mitos e milagres bíblicos.

21 - Samuel Adrianus Naber, 1886, Verisimilia. Laceram conditionem Novi Testamenti exemplis illustrarunt et ab origine repetierunt. Classicista que viu mitos gregos escondidos dentro das escrituras cristãs.

22 - Gerald Massey, 1886, O Jesus Histórico e o Cristo Mítico. 1907, Antigo Egito-A Luz do Mundo. Outro clássico da pena de um inimigo precoce do clero. Esse egiptologista britânico escreveu seis volumes sobre a religião do antigo Egito.

23 - Edwin Johnson, 1887, “Antiqua mater. Um Estudo das Origens Cristãs”.

1. Teólogo radical inglês, identificou os primeiros cristãos como os “crestianos”, seguidores de um bom (Chrestos, em grego) Deus que havia se apossado do mito de Dionísio Eleutério (“Dionísio, o Libertador”) para produzir um homem-deus altruísta que se sacrificou.

2. Denunciou que os doze apóstolos eram uma completa invenção.

24 - Rudolf Steck, 1888, A Epístola aos Gálatas investigada quanto à sua pureza e uma Observação Crítica das Principais Epístolas Paulinas.

Estudioso radical suíço que classificou todas as epístolas paulinas como falsas.

25 - Franz Hartmann, 1889, A Vida de Johoshua: Profeta de

Nazaré.

26 - Willem Christiaan van Manen, 1896, “Paulus”. Professor em Leiden e mais famoso dos Radicais Holandeses, um clérigo que não acreditava na ressurreição física de Jesus Cristo.

Depois de resistir à conclusão por vários anos, van Manen admitiu que nenhuma das epístolas paulinas era genuína e que os Atos dos Apóstolos se baseiam nas obras de Josefo.

27 - Joseph McCabe, 1897, “Porque Deixei a Igreja”. 1907, “A

Bíblia na Europa: Investigação da Contribuição da Religião Cristã à Civilização”. 1914, “As Origens da Moral Evangélica”.

Monge franciscano que se tornou evangélico e depois ateu. McCabe, prolífico autor, destroçou muitas partes da lenda cristã "Não há uma "figura de Jesus" nos Evangelhos. Há uma dúzia de figuras" mas continuou a admitir a plausibilidade de um fundador histórico, apesar disso.

28 - Albert Schweitzer. 1901, “O Mistério do Reino de Deus”.

1906, “A Busca pelo Jesus Histórico”.

1. O famoso teólogo e missionário alemão (35 Anos nos Camarões) ridicularizou o Jesus humanitário dos liberais e teve, ao mesmo tempo, coragem para reconhecer o trabalho dos Radicais Holandeses.

2. Sua conclusão pessimista foi a de que o super-herói foi um fanático apocalíptico que morreu desapontado.

3. Autor da célebre frase: "aqueles que buscam um Jesus histórico apenas encontram um reflexo de si mesmos."

29 - Wilhelm Wrede, 1901, “O Segredo Messiânico”.

Demonstrou como, no evangelho de Marcos, uma falsa história foi criada pelas crenças dos primeiros cristãos.

30 - George Robert Stowe Mead, 1903, Jesus Viveu em 100 a.C.?

Uma discussão das histórias judaicas sobre Yeshu que leva Jesus para uma época mais antiga.

31 - Thomas Whittaker, 1904, Origens da Cristandade. Declarou

que Jesus era um mito.

32 - William Benjamin Smith, 1906, “O Jesus Pré-Cristão”. 1911,

“Os Ensinamentos Pré-Cristãos do Jesus Pagão”. Defende a existência de um culto a um Jesus pré-cristão na ilha de Chipre.

33 - Albert Kalthoff, 1907, “Ascensão do Cristianismo”. Outro radical alemão que identificou o Cristianismo como uma psicose de massas. Cristo era essencialmente o princípio transcedental da comunidade cristã que buscava uma reforma social apocalíptica.

34

- Gerardus Bolland, 1907, “O Josué Evangélico”.

1.

Filósofo em Leiden, identificou a origem do cristianismo no antigo gnosticismo judaico.

2.

O super-astro do Novo Testamento é o “filho de Num” do Velho Testamento, o homem a quem Moisés renomeou como Josué.

3.

A virgem nada mais é que um símbolo do povo de Israel. De Alexandria, os "Netzerim" levaram seu evangelho até a Palestina.

Em 1907, o Papa Pio X condenou os Modernistas que estavam “atuando dentro dos limites da Igreja”. Um juramento anti- Modernista foi introduzido em 1910.

35 - Prosper Alfaric (1886-1955) Professor francês de teologia,

abalado pela posição de Pio X, renunciou à sua fé e deixou a Igreja em 1909 para trabalhar em prol do racionalismo.

Jesus? Ele é um Mito? Perspicaz ministro presbiteriano que enxergou o mito por trás da farsa.

37 - Karl Kautsky, 1909, As Fundações do Cristianismo. Teórico

socialista que interpretou o cristianismo como uma manifestação da luta de classes.

38 - John E. Remsburg, 1909, O Cristo: Uma revisão crítica e análise de Sua existência. Afirmou que os evangelhos estavam cheios de contradições, duvidou que Jesus tivesse existido e afirmou que o Cristo sobrenatural é apenas certamente um dogma cristão.

39

- Arthur Drews, 1910, Die Christusmythe (O Mito de Cristo).

1910, Die Petruslegende (A Lenda de Pedro). 1924, Die Entstehung des Christentums aus dem Gnostizismus (A Emergência do Cristianismo a partir do Gnosticismo). Eminente

filósofo que foi o maior expoente da Alemanha na argumentação em favor do caráter mitológico de Cristo. Segundo Drews, os evangelhos historicizaram um Jesus mítico pré-existente cujo caráter foi derivado dos profetas e da literatura sapiençal judaica. A Paixão foi baseada em especulações de Platão.

40 - John Robertson, 1910, Christianismo e Mitologia. 1911, Cristos Pagãos. Estudos em Hagiografia Comparativa. 1917, O Problema de Jesus. Robertson chamou atenção para a universalidade de muitos dos elementos da biografia de Jesus e para a existência de rituais de crucificação no mundo antigo. Identificou Jesus/Josué com um antigo deus efraimita em forma de cordeiro.

Radicais sobre o Novo Testamento. 1918, Cristandade Pré-Cristã. O surgimento do Evangelho no mundo helenístico. Teólogo e último dos “radicais holandeses” a ter uma cátedra universitária.

42 - Alexander Hislop, 1853, As Duas Babilônias. Exaustiva exposição dos rituais e parafernálias pagãs do Catolicismo Romano.

43 - Edward Carpenter, 1920, Credos Pagãos e Cristãos. Elaborou uma descrição das origens pagãs do Cristianismo.

44 - Rudolf Bultmann, 1921, A História da Tradição Sinótica. 1941,

Novo Testamento e Mitologia. Teólogo luteraon e professor da

Universidade de Marburgo, Bultmann foi o expoente da “crítica formal” e fez muito para desmistificar os evangelhos. Identificou as narrativas sobre Jesus como teologia expressa em linguagem mítica. Observou também que o Novo Testamento não é a história de Jesus, mas o registro da crença dos primeiros cristãos. Argumentou que a busca por um Jesus histórico era infrutífera: “Nós não podemos saber praticamente nada a respeito da vida ou da personalidade de Jesus.” (Jesus e a Palavra, 8)

45 - James Frazer, 1922, O Ramo Dourado. Interpretação

antropológica do progresso do homem a partir da magia, através da religião, até a ciência. O Cristianismo é um fenômeno cultural.

46 - P. L. Couchoud, 1924, O Mistério de Jesus.1939, A Criação de Cristo. Couchoud era adepto da historicidade de Pedro, mas não de Jesus, e defendeu que a Paixão foi modelada a partir da morte de Estêvão.

47 - Georg Brandes, 1926, Jesus Um Mito. Identificou o

Apocalipse como a parte mais antiga do Novo Testamento.

48 - Joseph Wheless, 1926, “Palavra de Deus? Uma Exposição das Fábulas e Mitologia da Bíblia e das Falácias da Teologia” e 1930, “Falsificações no Cristianismo”.

Advogado americano, criado no “Cinturão da Bíblia”, destroçou as fantasias bíblicas.

49 - Henri Delafosse, 1927, As Cartas de Inácio de Antióquia. 1928, "Os Escritos de São Paulo" em Cristianismo. Epístolas de Inácio são denunciadas como falsificações tardias.

50

- L. Gordon Rylands, 1927, A Evolução do Cristianismo. 1935,

Jesus Viveu?

51

- Edouard Dujardin, 1938, Antiga História do Deus Jesus.

52

- John J. Jackson, 1938, Cristianismo Antes de Cristo, Chamou

atenção para precedentes egípcios das crenças cristãs.

53 - Alvin Boyd Kuhn, 1944, Quem É o Rei da Glória? 1970, Renascimento para o Cristianismo. Jesus não foi uma pessoa, mas um símbolo da alma humana que existe em cada ser humano.

54 - Herbert Cutner, 1950, Jesus: Deus, Homem ou Mito? Natureza mítica de Jesus e o sumário do contínuo debate entre os mitologistas e os historicizantes. A hipótese mítica é uma tradição contínua, não nova. Cristo teve origens pagãs.

55

- Georges Las Vergnas, 1956, Porque Deixei a Igreja Romana.

56

- Georges Ory, 1961, Uma Análise das Origens de Cristo.

57

- Guy Fau, 1967, A Fábula de Jesus Cristo.

58

- John Allegro, 1970, O Cogumelo Sagrado e a Cruz. 1979, Os

Manuscritos do Mar Morto e o Mito de Cristo. Jesus não foi mais que um cogumelo mágico e a sua vida, a interpretação alegórica

de um estado alterado de consciência. Não foi preso, mas sofreu descrédito e teve sua carreira arruinada.

59 - George Albert Wells, 1975, Jesus Existiu? 1988, A Evidência

Histórica de Jesus. 1996, A Lenda de Jesus. 1998, Jesus Mito. 2004, Podemos Confiar no Novo Testamento? Considerações sobre a Confiabilidade dos Mais Antigos Testemunhos Cristãos. O Cristianismo surgiu da literatura sapiençal judaica. Em

seus livros mais tardios, admite a possibilidade de influência de um pregador real.

60 - Max Rieser, 1979, O Verdadeiro Fundador do Cristianismo e

a Filosofia Helenística. O Cristianismo começou com os judeus da Diáspora e depois, retroativamente, ambientado na Palestina de antes de 70. O Cristianismo chegou por último à Palestina, e não primeiro eis porque achados arqueológicos cristãos aparecem em Roma, mas não na Judeia, até o século IV.

70 - Abelard Reuchlin, 1979, A Verdadeira Autoria do Novo Testamento. Teoria de Conspiração do melhor tipo: o aristocrata romano Arius Calpurnius Pisus (alias, “Flavius Josephus”) conspirou para ganhar o controle de todo o Império Romano através da invenção de uma religião inteiramente nova.

71 - Hermann Detering, 1992, “Cartas de Paulo sem Paulo?”: As

cartas de Paulo segundo os críticos radicais holandeses. Ministro

religioso holandês adepto da antiga tradição dos radicais. Nem Jesus nem Paulo existiram.

72 - Gary Courtney, 1992, 2004 Et tu, Judas? Então Caiu Jesus!

A Paixão de Cristo é essencialmente a história de César sob um disfarce judaico, mesclada ao culto da

morte/ressurreição de Átis. Fãs judaicos de César assimilaram o “salvador da humanidade” ao “servo sofredor” de Isaías.

73 - Michael Kalopoulos, 1995, “A Grande Mentira”. Historiador

grego que descobriu paralelos notavelmente semelhantes entre os textos bíblicos e a mitologia grega. Denunciou a natureza astuta, mentirosa e autoritária da religião.

74

- Gerd Lüdemann, 1998, A Grande Ilusão: E o que Jesus

Realmente Disse e Fez. 2002, Paulo: O Fundador do Cristianismo. 2004, A Resurreição de Cristo: Uma Investigação Histórica. Depois de 25 anos de estudo, o professor alemão concluiu que

Paulo, não Jesus, iniciou o Cristianismo. Lüdemann foi expulso da faculdade de teologia da Universidade de Göttingen pour ousar dizer que a Ressurreição foi um “pio auto-engano”. Demais para a liberdade acadêmica.

75 - Alvar Ellegard, 1999, Jesus, Cem Anos Antes de Cristo. O

Cristianismo visto como originário da Igreja Essênia de Deus, com Jesus sendo um protótipo do Mestre da Virtude.

76 - D. Murdock (“Acharya S”) 1999, A Conspiração Cristã: A Maior Mentira Que Já Foi Vendida. 2004, Sóis de Deus: Krishna, Buda e Cristo Revelados. Adiciona uma dimensão astro- teológica à demolição do mito cristão. Murdds a astro- theological dimension to christ-myth demolition. Murdock identifica Jesus Cristo como uma divindade composta usada para unificar o Império Romano.

77 - Earl Doherty, 1999, O Enigma de Jesus. O Cristianismo

Primitivo Começou com um Cristo Mítico? Poderosa afirmação de como o Cristianismo começou como uma seita mística judaica, sem necessidade de Jesus!

78 - Timothy Freke, Peter Gandy, 1999, Os Mistérios de Jesus.

2001, Jesus e a Deusa Perdida: Os Ensinamentos Secretos dos

Cristãos Originais. Examina a relação próxima entre a história de Jesus e a de Osíris/Dionísio. Jesus e Maria Madalena são figuras míticas baseadas na dualidade Deus/Deusa do paganismo.

79 - Harold Liedner, 2000, A Criação do Mito Cristão. Anacronismos e erros geográficos dos evangelhos denunciados. O Cristianismo é uma das fraudes mais bem-sucedidas da História.

80 - Robert Price, 2000, Deconstruindo Jesus. 2003 O Incrível

Encolhimento do Filho do Homem: Quão Confiável é a Tradição

Evangélica? Ex-ministro e estudioso reputado, mostra como Jesus é o amálgama de diversos profetas do primeiro século, redentores de cultos de mistério e “aions” gnósticos.

81 - Hal Childs, 2000, O Mito do Jesus Histórico e a Evolução da

Consciência. O ataque de um psicoterapeuta ao deus-homem.

82 - Michael Hoffman, 2000, Filósofo e teórico da “morte do ego”

que descartou a existência de um Jesus histórico.

83 - Burton Mack, 2001, O Mito Cristão: Origens, Lógica e Legado. Formação social da criação do mito.

84 - Luigi Cascioli, 2001, A Fábula de Cristo. Indicia o Papado

por lucrar com uma fraude!

85 - Frank R. Zindler, 2003, O Jesus que os Judeus Nunca Conheceram: Sepher Toldoth Yeshu e a Busca por um Jesus Histórico em Fontes Judaicas. Sem evidências em fontes Judaicas que corroborem o Messias espectral.

86 - Daniel Unterbrink, 2004, Judas, o Galileu. Carne e Sangue de

Jesus. Paralelos entre o líder da revolta fiscal de 6 AD e o fantasma

dos Evangelhos explorados em detalhe. “Judas é Jesus”. Bem, pelo menos em parte, sem dúvida.

87 - Tom Harpur, 2005, O Cristo Pagão: Recuperando a Luz Perdida. Estudioso canadense do Novo Testamento e ex-padre anglicano que reafirma as ideias de Kuhn, Higgins e Massey. Jesus é um mito e as ideias primitivas do Cristianismo se originaram no Egito.

88 - Francesco Carotta, 2005, Jesus Era César: Sobre a Origem

Juliana do Cristianismo. Exaustiva lista de paralelos. Estranhamente afirma que César era Jesus.

89 - Joseph Atwill, 2005, O Messias de César: A Conspiração

Romana para Inventar Jesus. Outra análise das similaridades entre Josefo e os Evangelhos. Atwil argumenta que os conquistadores da Judéia, Vespasiano, Tito e Domiciano, usaram judeus helenizados para manufaturar os textos “Cristãos” para estabelecer uma alternativa pacífica ao judaísmo militante. Jesus foi Tito? Não creio.

90 - Michel Onfray, 2005, Tratado de Ateologia Filósofo francês

que defende o ateísmo positivo, desmistifica a existência histórica de Jesus, entre outras coisas.

91 - Kenneth Humphreys, 2005, Jesus Não Existiu. O livro deste

site. Reúne as mais convincentes exposições sobre o suposto

super-herói messiânico; O autor ambienta sua exegese dentro do contexto sócio-histórico de uma religião maligna em evolução.

92 - Jay Raskin, 2006, A Evolução de Cristo e dos Cristianismos. Acadêmico e ativo cineasta, Raskin olha além da cortina de fumaça oficial de Eusébio e encontra um Cristianismo fragmentário e um Cristo composto a partir de vários personagens históricos e literários. Especula que a camada

mais antiga da criação do mito foi uma peça escrita por uma mulher chamada Maria. Talvez.

93 - Thomas L. Thompson, 2006, O Mito do Messias. Teólogo, deão e historiador da Escola de Compenhague, que concluiu que tanto Jesus como Davi são amálgamas de temas mitológicos do Oriente Médio originados na Idade do Bronze.

Lamento, mas se você acredita em Jesus, é apenas alguém muito mal informado. E é com isso que as igrejas contam desde sempre:

crentes incultos e desinformados que possam ser enganados com facilidade com esses mitos antigos.

2 - O que escreveram sobre Jesus em seu tempo

Cristãos dizem: “Jesus era muito famoso em seu tempo”.

Flávio Josefo

(37-100 d.C)

Nada +2 parágrafos falsos

Filon de Alexandria (10 a.C - 50 d.C)

Nada

Plínio, o Velho (23-79 d.C)

Nada

Arriano (92 - 175 d.C)

Nada

Petrônio (27- 66 d.C)

Nada

Díon Pruseus Paterculus (19 a.C 31 d.C)

Nada

Paterculus (19 a.C 31 d.C)

Nada

Suetônio (69-141 d.C)

Nada

Decimus Iunius Iuvenalis (final 1º Século)

Nada

Marco Valério Marcial (38 103 d.C)

Nada

Aulo Pérsio Flaco (34 62 d.C)

Nada

Plutarco de Queroneia (46 a 126 d.C.)

Nada

Caio Plínio Cecílio, o Moço (62 - 114 d.C)

Nada

Tácito o Pensador (55 - 120 d.C)

Nada +2 parágrafos falsos

Justus de Tiberíades (6670/73)

Nada

Apolônio de Thyana (01-80 d.C)

Nada

M. Fábio Quintiliano (35-96 d.C)

Nada

Marcus Annaeus Lucanus (39-65 d.C)

Nada

Eptectus Hermógenes (55 - 135 d.C)

Nada

Hermògenes de Frígia (25 101 d.C)

Nada

Sílio Itálico (25 101 d.C)

Nada

Publius Papinius Statius (45-96 d.C)

Nada

Cláudio Ptolemeu (90-168 d.C)

Nada

Apiano de Alexandria (95-165 d.C)

Nada

Flégon de Trales (Século I/II)

Nada

Fedro (Macedônia) (30/15 a.C. 44/50 d.C)

Nada

Valério Máximo (Século I/II)

Nada

Luciano (romano) (início Século II)

Nada

Pausânias (geólogo) (115 - 180 d.C.)

Nada

Floro Lúcio de Alexandria (Século I/II)

Nada

Quinto Cúrcio (10 a.C - 54 d.C)

Nada

Aulo Gélio (125 - 180 a.C.)

Nada

Díon Crisóstomo (40 120 d.C)

Nada

Columella (Lucius Moderatus) (04 70 d.C)

Nada

Valério Flaco (Poeta) (Final Século I)

Nada

Dâmis (discípulo de Thyana) (66 d.C)

Nada

Favorino di Arles (80 160 d.C)

Nada

Claudio Lísias (Século I)

Nada

Pompônio Mela (Século I)

Nada

Teão de Smyrna (Século I)

Nada

Estes poderiam ter esbarrado com Jesus no meio da rua:

Paulo, o falso apóstolo*

Nada

Filon de Alexandria (10 a.C - 50 d.C)

Nada

Plínio, o Velho (23-79 d.C)

Nada

Petrônio (27- 66 d.C)

Nada

Paterculus (19 a.C 31 d.C)

Nada

Apolônio de Thyana (01-80 d.C)

Nada

Sílio Itálico (25 101 d.C)

Nada

Quinto Cúrcio (10 a.C - 54 d.C)

Nada

Columella (Lucius Moderatus) (04 70 d.C)

Nada

Jesus devia ser o mais famoso homem invisível de seu tempo.

*Paulo, o falso apóstolo inventado, ladrão e mentiroso confesso, que teria vivido no mesmo tempo e lugar de Jesus, perseguindo cristãos, jamais relatou conhecê-lo pessoalmente ou ter qualquer encontro pessoal com ele.

3 - Quantos “Jesuses” existiram?

Sim caro cristão! Jesus existiu. Eu tenho que admitir. Na verdade, existiram muitos "Jesuses", especialmente no Oriente Médio durante o tempo dos primeiros imperadores romanos. Mas, infelizmente para você, nenhum dos inúmeros “Jesuses” é o Jesus que descreve o Novo Testamento e que você crê e adora com tanto fervor e devoção. É muito provável que você leitor amigo cristão não saiba que o nome "Jesus" vem do arquétipo herói judeu Josué (o sucessor de Moisés), também conhecido como Yeshua ben Nun ("Jesus o pescador").

Dado que o nome Jesus, Yeshua o Yeshu em hebraico, Ioshu em grego, em espanhol Jesus, era originalmente um título que significa "salvador", derivado de "Jeová salva". É bem possível que cada facção da resistência judaica tivesse seu próprio herói com esse apelido. Josefo, historiador judeu do primeiro século

menciona nada menos que 19 Yeshua / Jesii diferentes, cerca de metade deles contemporâneos do suposto Cristo. Em seu "Antiguidades Judaicas", dos 28 sacerdotes que serviram desde o reinado de Herodes o Grande, até a queda do Templo, nada menos que quatro eram chamados de Jesus: Jesus ben Phiabi, Jesus ben Sec, Jesus ben Damneus, e Jesus Ben Gamaliel. Até Paulo menciona um mago rival, "outro Jesus, que pregava" (2 Coríntios

11:4).

2 Corintios 11:4 4 - Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.

1 - A proliferação de antigos “Jesuses” inclui:

Este Jesus, segundo se diz, foi autor do Livro de Sirac ou Sirá, (chamado também Eclesiástico ou Sirácida, ou a Sabedoria de Jesus, o filho de Sirac ou Sirá), parte do Velho Testamento Apócrifo. Ben Sirac, escrevendo em grego por volta de 180 AEC, juntou a “sabedoria judaica” e os heróis de estilo homérico.

Jesus ben Pandira.

Milagreiro durante o reinado de Alexandre Janeu (106-79 AEC), um dos mais cruéis reis Macabeus. Lançou-se imprudentemente EM uma campanha de profecias sobre fim dos tempos, que ofendeu o rei. Encontrou um fim prematuro pendurado em uma árvore - e às vésperas da Páscoa. Os pesquisadores têm especulado se ele teria fundado a seita dos essênios.

Jesus ben Ananías.

A partir de 62 EC, este Jesus causou distúrbios em Jerusalém, com

um repetido mantra de "piedade para a cidade." Vagamente profetizou: "Uma voz do leste, uma voz do oeste, uma voz dos quatro ventos, uma voz contra Jerusalém e a casa sagrada, uma voz contra os desposados, uma voz contra todo o povo." - Flávio

Josefo, Guerras 6.3. Preso e chicoteado pelos romanos, ele foi solto como um louco inofensivo. Morreu durante o cerco de Jerusalém atingido por uma pedra atirada por uma catapulta romana.

Jesus ben Safat.

Durante a revolta de 68 dC que causou estragos na Galiléia, esse Jesus dirigiu aos rebeldes em Tiberíades. Quando a cidade estava caindo sob as legiões de Vespasiano, fugiu para o norte, Taricha no Mar da Galiléia.

A partir de 68/69 dC este Jesus era um líder do “Partido pela Paz”

na guerra civil que dilacerou a Judéia. A partir das muralhas de Jerusalém tinha protestado contra os edomitas sitiantes (liderados por "Tiago e João, filhos de Susa). De nada serviu. Quando os edomitas tomaram os muros, foi assassinado e seus restos jogados aos cães e aves carniceiras.

Jesus ben Thebuth.

Um clérigo que, durante a capitulação final da parte alta da cidade em 69 dC, se salvou por entregar os tesouros do templo, que incluíam dois castiçais sagrados, cálices de ouro puro, cortinas e

hábitos sagrados dos sacerdotes. O espólio foi destaque no triunfo comemorado por Vespasiano e seu filho Tito.

Mas existiu algum Jesus crucificado?

Certamente que sim. Jesus Ben Stada era um agitador judeu que causou dores de cabeça para os romanos no início do século dois. Ele encontrou seu fim na cidade de Lídia (20 quilômetros de Jerusalém), nas mãos de uma equipe de crucificação romana. E dada a escala em que a repressão romana era aplicada por volta do cerco de Jerusalém, mais de quinhentos prisioneiros por dia foram crucificados na frente das muralhas da cidade - heróis mortos com o nome de Jesus - seus corpos deviam acumular-se (literalmente ) no solo. Nenhum deles mereceu atenção especial no curso da história.

E com tantos “Jesuses” não poderia haver um Jesus de Nazaré?

Por exemplo, pela época em que José e Maria grávida viajaram a Belém para um suposto censo Romano, Galiléia (ao contrário da Judéia) não era uma província romana, de modo que “papai e mamãe” realmente não precisariam fazer esta viagem. Mesmo Galiléia tivesse pertencido ao império, a história não registra nenhum 'censo universal “ordenado por Augusto (ou qualquer outro imperador) e os impostos romanos estavam baseados nos bens ou propriedades, e não no número de pessoas. Sabemos também que Nazaré não existia antes do século 2. Não é mencionada no Antigo Testamento, nem por Josefo, que travou uma guerra em todo o território da Galiléia (área quase do tamanho da Grande Londres) e ainda assim Josefo lembra os nomes de dezenas de outras populações. “Na verdade, a maioria das acções da ‘Jesus’”, ocorreu em cidades cuja existência

também é questionável, em aldeias tão pequenas que só os adeptos cristãos conheciam sua existência ( populações pagãs bem conhecidas com ruínas existentes, nunca foram incluídos no itinerário de Jesus). O que deve alertar-nos contra a fraude é que praticamente todos os eventos da vida de Jesus, já estavam registrados na vida de personagens míticos muito mais antigos. Quer falemos de seu nascimento miraculoso, sua juventude prodigiosa, milagres e curas surpreendentes - tudo já pertencia a outros deuses, séculos antes de qualquer homem sagrado judaico. Suas expressões favoritas e sábios ensinamentos eram igualmente bem conhecidos, tanto nas escrituras judaicas, como na filosofia neoplatônica, e nos comentários de sábios das escolas estóica e cínica. “Jesus de Nazaré” supostamente viveu durante o período melhor documentado da história da antiguidade, o primeiro século da era cristã - no entanto, não há nenhuma fonte não cristã que menciona o milagreiro trbalhador vindo do céu. Todas as referências - incluindo as inserções notórias em Josefo são provenientes de fontes incondicionalmente adeptas ao cristianismo (e o mesmo Josefo, tão discutido, não era nem nascido na época da alegada crucificação).

A terrível verdade é que o Jesus Cristão foi feita a partir de material roubado de outras religiões existentes e reprocessado de acordo com as necessidades da religião nascente. Não foi com um ser humano começou o mito de Jesus. É um homem divinizado, mas um Deus humanizado, que lhe foi dado o nome de Yeshua (Jesus). Aqueles 'Jesuses' verdadeiros, que viveram e morreram dentro de parâmetros normais humanos, podem ter deixado histórias e lendas por trás deles, depois canibalizadas por copistas cristãos como fonte de material para seu próprio herói, mas não foi com nenhum rabino de carne e óssea, trabalhador milagreiro, que a história teve um começo. Pelo contrário, sua gênese ocorreu dentro do plano teológico apenas.

É fato notório e comprovado historicamente que o Jesus cristão é um mito totalmente inventado sobre material já existente. Não resta a mais insignificante dúvida quanto a isso. Portanto amigo crente, você adorar Jesus ou o Batman dá no mesmo. O resultado será sempre idêntico: nenhum.

4 - A Escala de Raglan

Como fazer de Jesus um Super-herói.

Em seu livro “O Herói, Raglan faz uma análise dos diversos heróis inventados pela imaginação humana ao longo da história da humanidade e compara uma série de características comuns a todos eles, com as quais criou uma escala chamada de A escala de Raglan”. Segundo esta escala, todos os nossos heróis seguem um modelo, um padrão. Raglan levou em conta 22 características comuns que a maioria dos nossos herois compartilha. Raglan tomou como base o Heroi da obra de Sófocles “Edipo Rey” (quase todo mundo o conhece pelo seu famoso complexo) o qual, reunia todas as características da escala e ocupa o topo da mesma.

Vejamos quais são os 22 parâmetros utilizados para medir os “Heróis”:

1. A mãe do herói é uma virgem de sangue real.

2. Seu pai é um rei.

3. Este rei geralmente é um parente da mãe.

4. As circunstâncias de seu nascimento são incomuns.

5. Se lhe atribui ser filho de um deus.

6. Depois de seu nascimento tentam mata-lo (usualmente por seu

pai, sua mãe ou um avô).

7. Mas é savo dessa tentativa.

8. É criado por pais adotivos em uma terra distante. 9. Não se sabe nada de sua infância.

10. Ao chegar na idade adulta, regressa ou viaja ao seu futuro

reino.

11. Conquista uma vitória sobre um rei, um gigante, um dragão

ou uma besta selvagem e depois 12. Se casa com uma princesa, geralmente

seu

predecessor.

13. Se converte em rei.

14. Por algum tempo reina sem inconvenientes.

15. Dita leis.

16. Perde a proteção dos deuses ou de seus seguidores.

17. É exiliado.

18. Encontra uma morte misteriosa.

19. Usualmente em cima de uma colina.

20. Não tem filhos ou se os tem, estes não o sucedem.

21. Seu corpo não é enterrado, entretanto

22. Tem um ou mais sepulcros sagrados.

a

filha de

Resultados a aplicar a escala de Raglan em alguns exemplos:

Edipo

21

Mitologia grega (Máximo conocido)

Moisés

20

Mitologia judaica, cristã e islâmica (Musa)

Teseu

20

Mitologia grega

Jesus

19

Mitologia cristã e islâmica (Isa)

Dionisio

19

Mitologia grega e romana (Baco)

Rei Artur

19

Literatura inglesa e francesa

Anakin Skywalker

18

Darth Vader em Star Wars

Perseu

18

Mitologia grega

Rômulo

18

Mitologia romana

Hércules

17

Mitologia romana e grega (Héracles)

Llew Llaw Gyffes

17

Mitologia galesa

Belerofonte

16

Mitologia grega

Gilgamesh

15

Mitologia suméria

Jasón

15

Mitologia grega

Zeus

15

Mitologia grega e romana (Júpiter)

Mwindo

14

Mitologia africana

Pélope

13

Mitologia grega

Robin Hood

13

Lenda inglesa

James T. Kirk

13

Capitão da nave estelar Enterprise

Apolo

11

Mitologia grega, romana e etrusca (Apulu)

Sigurd

11

Mitologia germânica

Harry Potter

8

Aluno do Colégio Hogwarts de Magia e Feitiçaria

Chama poderosamente a atenção que Jesus ocupa um lugar bastante alto na lista. Originalmente o autor exclui Jesus do estudo, apesar deste ter a fama de ser filho de um deus e uma virgem, de voltar ao seu reino futuro, de ter uma morte misteriosa em cima de uma colina, não ser enterrado, etc. Raglan mais tarde afirmou que omitiu Jesus para evitar conflitos com seu primeiro editor. Ao revisar a lista de heróis, nos damos conta rapidamente de que todos os integrantes da lista são seres ficticios, que não existiram na vida real e são apenas mitos ou personagens de literatura ou ficção (incluindo Jesus). Afirmar que “Jesus existiu e foi real” equivaleria a dizer que Teseu ou o próprio Édipo foram reais também e, neste caso, Jesus teria muitos concorrentes reais. É curioso que o crente jamais sequer insinuaria que personagens como Harry Potter ou Teseu fossem seres reales, mas não duvida em afirmar e discutir que um ser como Jesus foi. Vemos com assombro que Jesus tem 19 dos 22 parâmetros usados para medir os heróis fictícios, falhou somente em três características:

8. É criado por pais adotivos em uma terra distante.

11. Conquista uma vitória sobre um rei, um gigante, um dragão ou uma besta selvagem.

12. Se casa com uma princesa, geralmente filha de seu predecessor.

Raglan considerou que estas três características não eram aplicáveis a Jesus; mas se analizarmos com mais atenção, poderíam ajustar-se fácilmente a Jesus:

8 Embora não tenha sido criado por pais adotivos, bem que se poderia considerar José como “pai adotivojá que, segundo a Bíblia, não é o verdadeiro pai de Jesus. E embora não saibamos quanto tempo a sagrada familia esteve no Egito, podemos considerar este país como “uma terra distante”.

11 - Quando Jesus vence a Satanás no deserto e não sucumbe às suas tentações e oferecimentos, isto pode facilmente ser interpretado como uma vitória sobre um rei (o Rei do Mal) e se além disso consideramos que a Bíblia em numerosas ocasiões compara Satanás com uma serpente, (dragão) podemos dizer que Jesus cumpre esta premissa também.

12 Embora a Bíblia não afirme (e tampouco o negue), todos conhecemos a possibilidade de que Jesus fosse casado e segundo alguns investigadores, esta mulher pode ter sido Maria Madalena, descendente de uma família real reconhecida. (Ver: As bodas de Canaã. O matrimônio de Jesus?)

Como podemos ver, Jesus pode facilmente se encaixar em quase todas as características que definem um herói de ficção.

Que coicidência que Jesus compartilhe tantas características com personagens inexistentes e de fantasia, não é mesmo?

Se ninguém considera real o resto dos “Heróis, por que se haveria de considerar Jesus como um herói real?

Fontes:

4 - Dez personagens para criar o mito de Jesus.

4 - Dez personagens para criar o mito de Jesus. Jesus é o “superman” dos cristãos.

Jesus é o “superman” dos cristãos.

1

-

Entenda

o

“anunciação”.

plágio

cristão

da

lenda

mítica

da

Histórias de Anunciação às mães de grandes personagens aparecem em todas as culturas antigas do mundo. Por exemplo, na China, são prototípicas as lendas sobre a anunciação à mãe do Imperador Chin-Nung ou a de Siuen-Wuti; a de Sotoktais no Japão, a de Stanta (encarnação do deus Lug) na Irlanda; a do

deus Quetzalcoatl no México; a do deus Vishnu (encarnado do filho de Nabhi) na Índia; a de Apolônio de Tiana (encarnação do deus Proteus) na Grécia; a de Zoroastro ou Zaratustra, reformador religioso do mazdeísmo, na Pérsia; a das mães dos faraós egípcios

(

no templo de Luxor ainda pode ser visto o mensageiro dos

deuses, Thoth, anunciando à Rainha Maud sua futura maternidade

pela graça de deus supremo Amon

)

E

a

lista poderia ser

interminável.

Essas lendas pagãs também foram incorporadas à Bíblia, em histórias como as já mencionadas do nascimento de Sansão, Samuel ou João Batista e culminando com sua adaptação, bastante tardia, à história do nascimento de Jesus. Por regra geral, desde tempos muito antigos, quando o personagem anunciado era de primeira grandeza, sua mãe sempre era fecundada diretamente por Deus mediante algum procedimento milagroso, formando com toda a clareza o mito da concepção virginal, especialmente associado à concepção de um deus-Sol, uma categoria à qual, como mostraremos mais adiante, pertence a figura de Jesus Cristo.

Um exemplo um pouco mais detalhado é o caso dos hieróglifos

tebanos, que relatam a concepção do faraó Amenofis III (

) da seguinte maneira: o deus Thot, como mensageiro

1402-
1402-

1364 AC

dos deuses (

em nível equivalente ao que realizava Mercúrio entre

os gregos ou o arcanjo Gabriel nos Evangelhos

), anuncia à rainha

virgem Mutemuia - esposa do faraó Tutmés IV - que dará a luz um filho que será o futuro faraó Amenofis III; depois, o deus Knef

(

uma representação do deus Amon atuando como força criadora

ou espírito de Deus, equivalente ao Espírito Santo cristão

)

e a

deusa Hator (

representação da natureza e figura que presidia os

processos de magia

) pegam a rainha pelas mãos e depositam

dentro de sua boca o sinal da vida, uma cruz, que animará o futuro

menino; finalmente, o deus Nouf (

outra representação do deus-

carneiro Amon, o Senhor dos Céus, em seu papel de anjo que

penetra na carne da virgem

), adotando o rosto de Tutmés IV

fecundará a Mutemuia e, ainda sob o aspecto de Nouf, modelará

o

futuro faraó e seu ka (

corpo astral ou ponte de comunicação

entre a alma e o corpo físico

) em sua roda de oleiro. Este relato

mítico egípcio, como o resto de seus equivalentes pagãos, é mais barroco que o cristão, mas todo o essencial deste já aparece perfeitamente desenhado naquele.

Fonte:

2 - Outros mitos semelhantes ao mito de Jesus >>>

O cristianismo está fundamentado quase em sua totalidade na suposta figura histórica de Jesus de Nazaré. Muito poucos cristãos duvidariam da existência literal e real de Jesus.

Porém a existência de Jesus de forma histórica e literal está muito questionada; não apenas pelos numerosos problemas que apresentam os evangelhios ou as ações contraditórias e absurdas do próprio Jesus; mas porque é provável (bastante seguro na realidade) que a figura de Jesus seja um simples plágio de personagens mágicos e mitológicos que existiram antes do nascimento do Nazareno.

É compreensível que para um crente cristão cegado pela sua fé é

uma locura. Se não acredita, simplesmente busque um livro sobre história e mitologias antigas e compare alguns destes personagens míticos ancestrais com seu Jesus. É incrível a quantidade de semelhanças que existem entre eles; e claro, ao ser Jesus o mais “Novo” e recente destos personagens, é um sinal

inequívoco que o que está escrito na Bíblia e o que sabemos sobre Jesus, não é outra coisa que uma cópia vulgar e quase exata.

Se não acredita, vamos dar uma olhada em dez (10) personages (poderíamos colocar dezenas ou talvez centenas ou milhares) anteriores a Cristo e dos quais “copiaram” para dar forma ao Jesus que o crente tanto ora e louva a cada dia.

1 - Buda - (566 a 478 AEC)

tanto ora e louva a cada dia. 1 - Buda - (566 a 478 AEC) Ambos

Ambos foram para seus templos com a idade de doze anos e dizem que todo mundo ficou espantado com sua sabedoria.

Ambos supostamente jejuaram em solidão durante muito tempo:

Buda durante quarenta e sete dias e Jesus durante quarenta.

Ambos tinham a mesma idade quando começaram seu ministério público: "Quando ele [Buda] foi de novo ao jardim, viu um

monge que estava calmo, silencioso, seguro de si, sereno e digna.

O príncipe, determinado a se tornar um monge, foi levado a fazer

Jesus, ao

começar o seu ministério, tinha cerca de trinta anos de idade.

a grande renúncia. Na época tinha vinte e nove

".

(Lucas 3:23).

Ambos foram tentados pelo "diabo" no começo de seu ministério:

A Buda lhe dijo: " Não adote uma vida religiosa, mas volte para o

seu reino e em sete dias você se tornará-se imperador do mundo,

viajando através dos quatro continentes. "A Jesus lhe disse:

"Todos estos reinos [do mundo] eu te darei, si te prostras e me adoras" (Mateo 4:9). Buda respondeu ao "diabo": "Afasta-te de

mim". Jesus respondeu: "

Vai-te, Satanás!" (Mateo 4:10).

Ambos se esforçaram por estabelecer um reino dos céus na terra, nenhum conseguiu. Mesmo para deuses, sair dos livros e influenciar a realidade não é tarefa fácil.

céus na terra, nenhum conseguiu. Mesmo para deuses, sair dos livros e influenciar a realidade não

De acordo com a Somadeva (um livro sagrado budista) Buda disse: Se o olho ofende ao asceta Budista, arranca-o e joga-o fora. Jesus disse: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti;” Mateus 5:29.

2 - Krishna - (na tradição hindu nasceu em 3228 AEC)

. 2 - Krishna - (na tradição hindu nasceu em 3228 AEC) Na batalha, com Arjuna.

Na batalha, com Arjuna.

Segundo Bhagavata Purana alguns creem que Krishna nasceu sem uma união sexual, por “transmissão mentalda mente de Vasudeva no útero de Devaki, sua mãe.

Cristo e Krishna se chamam de Deus e filho de Deus. Ambos foram enviados do céu à terra em forma de um homem.

Ambos foram chamados “salvador, e a segunda pessoa de uma trindade. Krishna também teve um pai humano adotivo e foi também um carpinteiro.

Um espírito ou um fantasma foi seu verdadeiro pai. Krishna e Jesus eram de ascendência real.

Ambos foram visitados em seu nascimento por homens sábios e pastores guiados por uma estrela.

em seu nascimento por homens sábios e pastores guiados por uma estrela. Segurando uma montanha com

Segurando uma montanha com o dedo mínimo.

Un anjo em ambos os casos, emitiu uma advertência de que o ditador local planejava matar o bebê e havia emitido um decreto para seu assassinato.

Os pais fugiram.

Tanto Cristo e Krishna se retiraram para o deserto para jejuar quando adultos.

Jesus foi chamado “o leão da tribo de Judá”. Krishna foi chamado “o leão da tribo de Saki.

Ambos disseram: “Eu sou a Ressurreição”.

Ambos viveram sem pecado.

Ambos eram homens-deuses: seres considerados humanos e divinos.

Ambos realizaram milagres, incluindo a cura de enfermidades.

Um dos primeiros milagres de ambos foi curar um leproso . Cada um podia curar

Um dos primeiros milagres de ambos foi curar um leproso.

Cada um podia curar todo tipo de enfermidades”, mas nenhum conseguiu erradicar qualquer enfermidade do mundo.

Ambos espulsaram demônios e ressuscitaram mortos.

Os dois selecionaram discípulos para difundir seus ensinamentos, que não servem para nada hoje.

Ambos eram mansos e misericordiosos. Foram criticados por associar-se com pecadores. Ambos celebraram uma última

Ambos eram mansos e misericordiosos.

Foram criticados por associar-se com pecadores.

Ambos celebraram uma última ceia.

Ambos perdoaram seus inimigos.

Ambos foram crucificados e ressuscitaram livros.

em seus respectivos

3 - Ulisses - (Siglo VI AEC)

3 - Ulisses - (Siglo VI AEC) Os escritos Homéricos de Ulisses destacam sobre sua vida

Os escritos Homéricos de Ulisses destacam sobre sua vida no sofrimento, assim como em Marcos Jesus disse que ele também sofreria grandemente.

Ulisses é um carpinteiro como Jesus; e ele quer voltar para sua casa, da mesma forma que Jesus quer ser acolhido em sua casa natal e mais tarde na casa de Deus em Jerusalém.

Ulisses está rodeado de infiéis e companheiros de pouca educação (Pedro e João eram analfabetos e Judas era ladrão segundo a Bíblia) que mostram defeitos trágicos. Eles estupidamente abrem uma bolsa mágica de vento enquanto Ulisses dorme e liberaram terríveis tempestades que impediram seu regresso para casa. Estes marinheiros são comparáveis aos discípulos patetas de

Jesus, que não acreditavam nele, faziam perguntas idiotas e demonstravam sua ignorância geral sobre tudo.

É surprendente como Ulisses e Jesus sempre conseguem qualquer coisa, levando em conta os companheiros que possuem; isto simplesmente demonstra o poder e a capacidade de liderança que têm para dirigir o povo nas trevas e conduzi-los a um futuro mais brilhante.

4 - Rômulo - (771 AEC - 717 AEC)

um futuro mais brilhante. 4 - Rômulo - (771 AEC - 717 AEC) Rômulo nasceu de

Rômulo nasceu de uma virgem vestal que era uma sacerdotisa de Vesta, que tinha jurado o celibato.

Sua mãe afirma que foi fecundada por um ser divino, mas o rei não acredita.

Rômulo e seu irmão gêmeo, Remo, são jogados no rio e dados como morto. (Uma história que guarda paralelismo com o massacre "dos inocentes" de Mateus 2:13-16).

Rômulo é aclamado como o filho de deus.

É "arrebatado ao céu" num torvelinho (Se supões que os deuses o levaram), e faz aparições post mortem.

Em sua obra “Numa Pompilio” de Plutarco, conta que havia uma escuridão cobrindo a terra antes de sua morte (Assim como houve durante a morte de Jesus, segundo Marcos 15:33).

Também afirma que Rômulo é conhecido depois como “Quirino, um deus que pertencia à Tríade Arcaica (uma divindade "tripla" similar ao conceito da Trindade).

” , um deus que pertencia à Tríade Arcaica (uma divindade "tripla" similar ao conceito da

5 - Dionisios - (Mitologia Grega; de 1000800 AEC em diante)

Dionisios - (Mitologia Grega; de 1000 – 800 AEC em diante) Dionisios nasceu de uma virgem

Dionisios nasceu de uma virgem em 25 de dezembro e como Jesus, foi colocado numa manjedoura.

Ele foi um mestre viajante que fez milagres.

Tinha uma procissão triunfal de pessoas atrás dele”.

Era um rei sagrado morto e devorado em um ritual eucarístico da fertilidade e da purificação. (Similar ao O corpo e o sangue” de cristo que os cristãos comem)

Dionisios se levantou dentre os mortos em 25 de março.

Ele era o Deus da Videira, e transformou água em vinho.

Foi chamado Rei dos reis” e Deus dos deuses”. Foi considerado

o

“Filho Unigênito”, “Salvador, Redentor, “O Ungido” e “o Alfa

e

o Ômega.

Ele se identificava com o Cordeiro.

Por seu sacrifício recibeu o título de “O homem jovem da Árvore” porque foi pendurado em uma árvore ou crucificado.

1 - Jesus e Dionísio

A igreja Católica celebrava o dia do primeiro milagre de Jesus em

6 de Janeiro ou a Epifania. Esta festa celebrava a revelação do poder do Senhor.

. Esta festa celebrava a revelação do poder do Senhor. O curioso disto é que antes

O curioso disto é que antes do surgimento da história de Jesus e seus borrachos, já se comemorava esta data, à qual correspondia a manifestação do poder de outro deus pagão, com seu milagre associado ao vinho: Eram as festas de Dionísio, com seu milagre tradicional de manifestação que consistia em:

Notou

alguma semelhança?

CONVERTER ÁGUA EM VINHO

.

Dionísio fazia com que em seu templo em Elis, no dia de sua festa, frascos vazios se enchessem de vinho e na ilha de Andros

fluia de uma fonte ou no seu templo, vinho em vez de água. O milagre das bodas de Canaã não foi a transformação da água em vinho, mas a transformação do deus cristão em uma espécie de deus do vinho. Como disse o grande teólogo e exegeta evangélico Rudolf Bultmann em seu livro “Evangelho de João”: “

Bultmann em seu livro “ Evangelho de João”: “   Sem dúvida, a história (bodas de
 

Sem

dúvida, a história (bodas de Canaã) foi tomada de uma lenda

pagã e transferida para Jesus.

”.

6 - Heracles (Hércules) - (Mitologia Grega; de 900800 AEC em diante)

pagã e transferida para Jesus. ”. 6 - Heracles (Hércules) - (Mitologia Grega; de 900 –

Heracles é o filho de um deus, Zeus.

É preciso lembrar que Zeus é o pai e por sua vez o tatara-tatara- bisavô de Heracles; assim como Jesus é essencialmente seu própio avô, sendo ambos "A raiz e a linhagem de Davi" (Apocalipse 22:16) já que é parte do Deus uno e trino, que é o pai de Adão e, finalmente de Jesus.

Ambos estão duplamente relacionados com o Deus Supremo.

Diodoro escreve que, No que diz respeito à dimensão das obras que realizava, se afirma que Heracles tornou-se aquele que superou todos os homens desde o início da memória e dos tempos, por isso, é difícil informar cada uma de suas obras de uma forma digna e que esteja a altura de obras tão grandes e a magnitude delas lhe rendeu o prêmio da imortalidade”. De Jesus também se diz que fez um grande número de boas obras. João 21:25 diz que: "Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém."

Hera trata de matar Heracles quando era un bebê mediante o envio de duas serpentes, mas Heracles sobrevive estrangulando- as. Isto é um paralelo com o massacre dos inocentes por parte de Herodes em uma tentativa de matar Jesus (Mateus 2:13-16).

Heracles desce aos infernos e regressa dele com Teseu e Piritoo, assim como Jesus desce ao infernoou Hades.

O corpo de Heracles nunca foi encontrado e se supõe que foi levado pelos deuses: “Depois disto, quando os companheiros de Iolaus chegaram para recolher os osso de Heracles e não encontraram um só osso em lugar algum, davam por certo que,

de acordo com as palavras do oráculo, que ele tinha passado da companhia dos homens à companhia dos deuses”.

7 - Glycon

companhia dos homens à companhia dos d euses”. 7 - Glycon Estátua do século II. Era

Estátua do século II.

Era um deus serpente cujas características nos são passadas principalmente por Luciano de Samosata.

Por volta do ano 100 AD e ao longo da costa sul do Mar Negro, existia Glycon, que era o filho do deus Apolo que: veio à Terra

através de um nascimento milagroso, era a manifestação terrena da divinidade, veio à terra em cumprimento da profecia divina, deu a seus líderes crentes o poder da profecia, deu a seus crentes o poder de falar em línguas, fez milagres, curou os enfermos e ressuscitava os mortos.

8 - Zoroastro - (nasceu entre o princípio do primeiro milênio e o séc. VI AEC)

entre o princípio do primeiro milênio e o séc. VI AEC) Zoroastro nasceu de uma virgem

Zoroastro nasceu de uma virgem imaculada e a concepção foi por um raio da razão divina.

Foi batizado em um rio.

Em sua juventude, os homens letrados se assombraram com sua sabedoria. De Jesus disseram: E os judeus maravilhavam-se, dizendo: Como sabe este letras, não as tendo aprendido?” João

Foi tentado no deserto pelo demônio.

Começou seu ministério aos 30 anos.

Zoroastro foi batizado con água, fogo e vento santo.

Expulsava os demônios e restaurou a visão a um cego.

Ele ensinou sobre o céu e o inferno, revelou os mistérios, incluindo a ressurreição, o juízo, a salvação e o Apocalipse.

Tinha um cálice sagrado ou graal.

Foi assassinado.

Sua religião tinha uma eucaristia.

Ele era o Verbo feito carne”.

Os seguidores de Zoroastro esperam uma segunda vindado salvador, que há de vir em 2341 AD e começar seu ministério aos 30 años, inaugurando uma época dourada.

9 - Attis da Frigia - (Mitologia Grega; de 900800 AEC em

diante)

Frigia - (Mitologia Grega; de 900 – 800 AEC em diante) Atis nasceu em 25 de

Atis nasceu em 25 de dezembro da Virgen Nana.

Era considerado o salvador que foi imolado pela salvação da humanidade.

Seu corpo foi comido como pão por seus adoradores.

Ele era filho o Filhos e o Pai Divino.

Numa “Sexta feira negra” foi crucificado em uma árvore, de onde seu santo sangue correu para redimir a terra.

Desceu aos infernos.

Depois de três dias, Atis foi ressuscitado.

10 - Horus - (Mitologia egipcia, época pre-dinástica. 5500 a

3050 AEC)

Depois de três dias, Atis foi ressuscitado. 10 - Horus - (Mitologia egipcia, época pre-dinástica. 5500

Nasceu de uma virgem, Isis.

O filho unigênito do deus Osiris.

Nascimento anunciado pela estrela Sirius, a estrela da manhã.

Grávida, Isis se esconde de Seth, para quem o menino por nacer é uma ameaça, em um mato de papiro no delta del Nilo. Jesus foge para o Egito com sua mãe.

Os antigos egípcios desfilaram diante de um presépio e do menino no momento do solstício de inverno (ao redor de 21 de dezembro).

Sofreu muitas ameaças de morte durante a infância enquanto fugia com sua mãe Isis.

Pausa na história de sua vida: Não há dados entre as idades de 12 e 30 anos. Foi escondido por sua mãe Isis, aos cuidados de Toth, deus da sabedoria.

Caminhou sobre a água, expulsou demônios, curou enfermos, restaurou a vista aos cegos.

Existem milhares de histórias sobre Horus com muito outros nomes, de acordo com a região onde era cultuado. Mitos semelhantes ao de Jesus e mais antigos, existem aos milhões. Não há a mínima possibilidade do cristianismo ter inventado algo novo, são apenas adaptações de histórias já conhecidas muito antes. Às pessoas que se empenham em crer em fantasmas, há que demostrar-lhes que os fantasmas não existem. Jesus Cristo é um fantasma inspirado em outros.

Adaptado e ampliado de:

5 - Proliferação de salvadores fajutos

Como já vimos, há tantos salvadores na história mitológica da humanidade, que após a nossa morte estaremos diante do dilema de escolher entre centenas ou milhares de paraísos para viver eternamente. A suposta passagem desses supostos salvadores pela Terra, não alterou para melhor um átomo no curso da evolução da humanidade, mas no caso específico do cristianismo alterou imensamente para pior, através da generalização da discriminação religiosa, que levou milhões de vidas em nome de fantasias de loucos e, ainda hoje, causa mortes e crimes insanos. Além de uma infinidade de problemas de toda ordem “por motivos de fé”.

de problemas de toda ordem “por motivos de fé”. Quetzalcoatl, o cristo mexicano carregando sua cruz

Quetzalcoatl, o cristo mexicano carregando sua cruz 500 anos antes de Jesus Cristo.

Os dezesseis salvadores crucificados

Adaptado do capítulo XVI do livro The World's Sixteen Crucified Saviors, de Kersey Graves [1875].

Sixteen Crucified Saviors , de Kersey Graves [1875]. Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem
Sixteen Crucified Saviors , de Kersey Graves [1875]. Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem

Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem asiática. Direita: Um crucificado egípcio: a imagem, encontrada em um antigo templo em Kalabche, tal como a irlandesa, é muito anterior à Era Cristã. A crença na crucificação de Jesus Cristo é um dogma central da Igreja Católica Apostólica Romana e de outras igrejas cristãs [Ortodoxa, Evangélicas]. É uma crença imperativa: está no texto do Credo, a oração que é a declaração de fé dos cristãos seguidores do Vaticano. A crucificação em si é um ponto tão indiscutível quanto à ressurreição. No entanto, há controvérsias; muitos estudiosos põem em dúvida a veracidade histórica da crucificação. Um dos argumentos mais fortes é falta de documentação histórica sobre um fato que, do ponto de vista contemporâneo, deveria, na época, ter sido, de algum modo registrado, fosse por relato de historiadores, que são mínimos e altamente suspeitos de manipulação por parte da igreja; fosse por

registros processuais da burocracia romana. As poucas referências a Jesus, seus seguidores e sua crucificação, são consideradas suspeitas pelos analistas mais céticos. Entre os poucos textos antigos existe um trecho, sempre citado, atribuído ao historiador Flavio Josefo e, mesmo este, tem sua originalidade posta em dúvida. Outro argumento dos que questionam a veracidade da crucificação e até mesmo a existência do próprio

Jesus é o fato do argumento, noético-religioso, ser recorrente na cultura de muitos povos. O crucificado perseguido e/ou injustiçado

que voluntariamente se submete ao sacrifício da própria vida pela

salvação do mundo, este crucificado é o personagem misterioso de uma história que tem sido contada muito antes da Via Crucis ter sido “percorrida” na Judeia. Neste texto, baseado no capitulo

XVI do livro de The World's Sixteen Crucified Saviors de Kersey

Graves [1875], o autor relaciona 16 casos histórico-mitológicos de crucificados salvadores do mundo. É

um fato conhecido dos estudiosos, mas geralmente, desconhecido do público em geral, em cada contexto cultural, de cada país, de cada religião. As religiões locais não fazem nenhuma questão de falar dos salvadores de outros povos, exceto por intolerância e discriminação, sempre taxados automaticamente de falsos, senão como o próprio diabo. No caso do cristianismo católico [do Vaticano], o dogma da crucificação como um sacrifício inédito e exclusivo de Jesus, foi enfatizado desde os primórdios da Igreja, nas epistolas de São Paulo, o falso apóstolo. Tem sido característica de todas as religiões, especialmente as grandes religiões, a estratégia de persuasão através do medo [da punição divina pelos erros, pecados] e da imposição de dogmas inquestionáveis, dogmas que, por sua imperatividade, ou mesmo

por causa dela, contêm algo de mágico. Acreditar no dogma de

uma religião significa rejeitar os dogmas de todas as outras religiões e os líderes das grandes religiões sempre se

empenharam em destruir ou ocultar quaisquer evidências, referências, conhecimento ou ensinamento relacionados a outras religiões. Porque o atributo da Divindade Suprema deveria ser uma espécie de exclusividade, de ineditismo histórico e de ser [ontológico].

O Cristianismo não fugiu a regra, ao contrário. Os primeiros discípulos da religião nascente ocuparam-se em destruir monumentos representativos da crucificação de deuses orientais, pagãos, muito anteriores ao messias judeu. Por isso a insistência do apóstolo Paulo em proclamar o credo em somente um, somente aquele, Jesus crucificado (talvez inventado por ele, ou melhor, pelos que escreveram em seu nome). Entretanto, a memória histórica foi preservada muito antes e muito além dos muros de Roma ou Jerusalém. Para os hindus, o crucificado é Krishna, oitavo avatar de Vishnu, pessoa da Trindade dos brâmanes. Entre os persas, o crucificado é Mitra, o Mediador. Os mexicanos esperam, fervorosamente, o retorno do seu crucificado Quetzocoalt. Entre os caucasianos [no Cáucaso], o povo canta para o Divino Intercessor, que voluntariamente ofereceu a si mesmo em uma cruz para resgatar os pecados da Raça caída. Ao que tudo indica, muitas vezes, em diferentes épocas e lugares, o Filho de Deus, veio ao mundo, nascido de uma virgem e morreu, em uma cruz, pela salvação do Homem. O indiano Krishna é um dos mais antigos destes “crucificados”.

1 - A “crucificação” de Krishna, Índia - 1.200 AEC

Índia - 1.200 AEC Senhor Krishna, 8º Avatar de Vishnu Krishna pode ser considerado o mais

Krishna pode ser considerado o mais importante e o mais exaltado personagem entre os Deuses Salvadores da Humanidade que se submeteram a uma existência em condição humana, sujeitos ao sofrimento e à morte em sacrifício que resgata, anula, os pecados dos Homens. Enquanto outros Filhos de Deus encarnados tinham sua divindade limitada pela condição humana, Krishna, de acordo com as escrituras hindus, compreendia, em si mesmo, a totalidade de Ser Deus.

As evidências da crucificação de Krishna são tão conclusivas quanto de outros Salvadores, ou seja, têm seus indicativos

históricos, documentais, porém, considerados inconclusivos, mantém a saga da Cruz envolta em uma inevitável aura de lenda, fábula, MENTIRA E MANIPULAÇÃO. Moore, um escritor e viajante inglês, produziu uma vasta coleção de desenhos/pinturas representativos de esculturas e monumentos hindus, que juntos são denominados o Panteão Hindu. Uma das peças do acervo mostra uma divindade crucificada, suspensa em uma cruz; é o Deus-Filho de Deus Crucificado Hindu, "Nosso Senhor e Salvador" Krishna. Krishna crucificado tem os pés fixados no madeiro com pregos, inseridos na do mesmo modo como, relatado nos Evangelhos cristãos, aconteceu com Jesus. Existem várias representações deste Krishna crucificado [British Museum] e pouco comentado no ocidente. Ele aparece na mesma posição de Jesus e não raro é contemplado com um halo de glória que vem do céu. Em algumas figuras, aparecem somente as mãos cravadas. Em outras, somente os pés. No peito, em algumas destas imagens, destaca-se o coração do mesmo jeito que é feito nas imagens cristãs e, como outros ornamentos simbólicos, são evocados a pomba e a serpente, que também são emblemas cristãos relacionados à divindade [a pomba o Espírito Santo; a serpente, símbolo complexo da Sabedoria, pode significar a tentação do conhecimento].

1 Vida, Caráter, Religião e Milagres de Krishna

A história de Krishna-Zeus (porque Krishna também é chamado assim, ou Jeseus, como preferem alguns escritores) está contida, principalmente, no Bagavat Gita (Canto do Senhor), no livro da epopeia Mahabaratha. Este livro, o Bagavat, na Índia, é considerado de inspiração divina, tal como o Bíblia católica. Os sábios hindus afirmam que o Bagavat tem seis mil anos de idade. Como Jesus, Krishna teve origem humilde, (cresceu entre

pastores de vacas) e foi perseguido por inimigos injustos. Entretanto, Krishna parece ter tido mais sucesso na propagação de sua doutrina; foi prestigiado por milhares de seguidores. Krishna realizava milagres: curou leprosos, surdos e mudos, ressuscitou mortos; protegeu os fracos, consolou os tristes, elevou os oprimidos, expulsou e matou demônios. Em seu discurso, o Messias hindu dizia que não pretendia destruir a antiga religião; antes, devia purificá-la e pregar a doutrina restaurada.

Será que Jesus se inspirou em Krishna?

Mateus 5:17-18 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. 18 - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.

Muitos dos preceitos doutrinários de Krishna reforçam a identidade entre o Filho de Deus hindu e o Messias cristão nascido na Judéia. Abaixo, alguns destes ensinamentos não deixam dúvida: ou Krishna era cristão, ou Jesus era krishnaísta ou ambos são uma única e mesma manifestação do Filho de Deus. São alguns dos ensinamentos de Krishna:

1. Aquele que não controla suas paixões não pode agir apropriadamente perante os outros.

2. O males infligidos aos outros seguem-nos, tal como sobras seguindo nossos corpos.

3. Os humildes são os amados de Deus.

4. A virtude sustenta o Espírito assim como os músculos sustentam o corpo.

5. Quando um pobre bater à sua porta atenda-o, procure fornecer o que ele precisa, porque os pobres são os escolhidos de Deus.

(ATENÇÃO: No tempo de Krishna não havia tantos "pobres"

golpistas [!]

Meditemos e adaptemos

)

6. Estenda a mão aos desafortunados.

7. Não olhe a mulher com desejos impuros.

8. Evite a inveja, a cobiça, falsidade, mentira, traição, impostura, a blasfêmia, a calúnia e os desejos sexuais.

9. Sobre todas as coisas, cultive o amor ao próximo.

10. Quando você morre, deixa para trás e para sempre a riqueza mundana da sua personalidade limitada; mas suas virtudes e seus vícios seguem

* A lista de preceitos krishnaístas semelhantes à doutrina cristã, especialmente como foi exposta no Sermão da Montanha, alonga-se em 51 tópicos.

2 - Matsya

no Sermão da Montanha, alonga-se em 51 tópicos. 2 - Matsya Inspiração para as histórias dos

Inspiração para as histórias dos diversos gênesis.

Matsya (em sânscrito मतस् य् , peixe) é o primeiro Avatar de Vishnu.

Nessa encarnação, Vishnu assume o aspecto de um peixe. As escrituras nos contam que antes do universo ser criado, os quatro Vedas se encontravam perdidos no fundo do oceano, e eles eram necessários para que Brahma pudesse criar o universo, pois neles estava o conhecimento necessário para isso. E Vishnu era o único responsável de realizar tal tarefa. Quando Brahma dormia, o Asura Hayagriva quis tomar vantagem da circunstância e roubar dele os Vedas. Mas Vishnu pegou ele no ato, e tomou a forma de um peixe (Matsya) para trazer os Vedas à superfície antes que o Demônio pudesse pegá-los. Como a noite de Brahma estava prestes a chegar, era necessário pegar todas as plantas, sementes, ervas e animais para que eles pudessem continuar existindo na próxima criação. Matsya então disse ao Sábio "Satyavrata" para coletar tudo o que fosse necessário. No começo da noite de Brahma, Vishnu derrotou o demônio Hayagriva e devolveu os Vedas à Brahma. Depois um barco pegou o Sábio, os vegetais e os animais e os levou pelas águas até que o novo universo fosse criado. Assim Matsya salvou a espécie humana da destruição.

2 - A “crucificação” do Buda Sakyamuni - 600 AEC.

2 - A “crucificação” do Buda Sakyamuni - 600 AEC. Buda , não é um nome

Buda, não é um nome próprio. Significa "Iluminado". Buda Sakyamuni é um dos Iluminados que viveram na Índia (e possivelmente, um entre os “iluminadosque têm vivido no mundo). Sakyamuni, este sim, é um nome de família que serve para identificar este Buda específico, que viveu nos anos 600 AEC e que é o mundialmente mais famoso dos Budas, entre Budas indianos e chineses. A biografia do Buda Sakyamuni é razoavelmente bem documentada, mas sua crucificação é uma das mais desconhecidas entre as versões sobre a morte deste Mestre. Porém, existe. O Buda Sakyamuni teria sido condenado pelo ato simples de ter colhido uma flor de um jardim. Mais uma vez, a punição injusta e, novamente, "crucificado", em uma árvore cuja forma remete à cruz, é explicada como um resgate dos erros

humanos que somente o próprio deus encarnado poderia oferecer. Ele sofre a punição no lugar nos homens, cumpre seu destino, conforme uma de suas biografias:

“Por misericórdia, ele deixou o Paraíso e desceu à Terra porque estava cheio de compaixão pelos pecados e misérias da raça humana. Ele veio para conduzir os homens por melhores caminhos e tomou seus sofrimentos em si mesmo, pagou por seus crimes e salvou o mundo que, de outra forma, na verdade, não poderia salvar-se por si mesmo”. [Prog. Rel. Ideas, vol. i. p. 86.]

O Buda Sakyamuni também desceu ao Inferno e lá ficou durante três dias, ainda redimindo os pecadores, até a sua ressurreição, no terceiro dia. Depois da ressurreição e antes de ascender aos céus (porque nesta versão o Buda não morre, mas retorna ao reino de Deus, a Terra Búdica ou Terra Pura dos orientais), durante este tempo, o mestre Sakyamuni ainda transmitiu ao mundo preciosos ensinamentos no sentido da elevação do espírito humano.

Segundo um escritor:

“O objeto de sua missão era instruir os que se tinham desviado do Caminho e expiar os pecados dos mortais através de seu sofrimento pessoal. Deste modo, alcançaria, para toda a Humanidade, entrada no Paraíso. Ensinou que todos deveriam seguir seus preceitos e orar em seu nome. Seus seguidores se referiam a ele como o Deus de toda da Eternidade e chamavam-no Salvador do Mundo, Senhor de Misericórdia, o Benevolente, Dispensador da Graça, Fonte de Vida, Luz do Mundo, Luz da Verdade".

“Sua mãe (Maya), era pura, pia e devota; jamais teve qualquer pensamento impuro, jamais foi impura em suas palavras e ações. Ela era muito estimada por suas virtudes. (Na composição desta figura mitológica a mãe de Buda Sakyamuni é representada sempre acompanhada por uma comitiva de donzelas). As árvores inclinavam-se à sua passagem, em meio à floresta; as flores se abriam a cada passo da Mãe de Deus e todos a saudavam como Virgem Santa, Rainha dos Céus” (é absolutamente dispensável comentar a semelhança entre as Escrituras hindus e as Escrituras Judaico-Cristãs, até porque as semelhanças não se limitam à figura de Jesus).

Contam as lendas que quando nasceu, o pequeno Sidarta Gautama (futuro Buda Sakyamuni), pôs-se de pé e proclamou: "Eu colocarei um fim aos sofrimentos e dores do mundo". Imediatamente, uma luz brilhou em torno do jovem Messias. O Buda Sakyamuni passou muito tempo em retiro, isolado, e tal como Cristo tentado 40 dias no deserto, também o Iluminado da Índia foi tentado pelo demônio, que lhe ofereceu todas as riquezas, (prazeres) e honras do mundo.

Como mestre Iluminado, aos 28 anos, começou a pregar seu evangelho (difundir sua mensagem) e a curar os

doentes. Está escrito que"

surdos ouviam, os mudos falavam, os aleijados dançavam, os loucos ficavam sãos; e as pessoas diziam "Ele é a

proclamou "Minha lei é a Lei da

Graça para todos". Sua religião não conhecia raça, sexo, casta nem clero.

encarnação de

cegos enxergavam, os

os

Ele

O budismo, "fala de igualdade entre os homens, da irmandade que reúne toda a raça humana" (Max Muller). "Todos os homens, sem distinção de classe social, nascimento ou nação, todos, de acordo com o budismo, partilham do mesmo sofrimento neste vale de lágrimas e todos devem partilhar os sentimentos de amor, autodomínio, paciência, compaixão, misericórdia" (Dunkar).

Klaproth, (um professor alemão de línguas orientais), diz que o budismo é uma religião orientada para o enobrecimento da raça humana. "É difícil compreender como homens que não foram contemplados pela Revelação puderam alcançar conceitos tão elevados e chegar tão perto da verdade" (M. Leboulay).

Dunkar diz que esse deus oriental "fala de autonegação, castidade, temperança, controle das paixões, tolerância à injustiça e aceitação da morte sem ódio pelos inimigos, solidariedade para o infortúnio alheio e indiferença ao próprio infortúnio". O missionário Spense Hardy escreveu sobre o budismo: "Existem preceitos especiais contra todo o vício, a hipocrisia, ira, orgulho, cobiça, avareza, maledicência e crueldade com animais. Entre as virtudes recomendadas, destacam-se o respeito aos pais, o cuidado com as crianças, a submissão à autoridade e às provações da vida, a gratidão, a moderação em todas as coisas, a capacidade de perdoar e não responder ao mal com o mal".

3 - Thamuz, da Síria - 1.160 AEC

3 - Thamuz, da Síria - 1.160 AEC 85

A história deste Salvador está dispersa em fragmentos de vários

escritores. Uma versão completa deste personagem é, provavelmente, o relato de Ctesias (400 AEC), autor de Persika. Também foi crucificado como sacrifício pela expiação dos pecados

dos homens. Parkhurst, autor cristão, refere-se a Thamuz como um precedente ao advento de Cristo. Sobre este Salvador, diz um texto grego: "Tenham fé, vocês, santos, seu Senhor está restaurado; Tenham fé na elevação do Senhor; e pelas dores que Thamuz sofreu nossa salvação foi alcançada". O Thammuz (*) histórico-mitológico está relacionado entre os deuses sumério- babilônicos regentes do mundo vegetal. Foi parceiro de Ishtar ou Astarté. Segundo a tradição, ele retornou da morte e morre novamente, a cada ano (ENCYCLOPEDIA). Representa o apogeu e

a decadência da vida terrena em seus ciclos naturais. Seu culto floresceu não somente na Mesopotâmia, mas também na Síria,

Fenícia, Palestina. Thammuz é identificado com o egípcio Osíris e

o grego Adônis (HUTCHINSON ENCYCLOPEDIA). Pesquisadores

traçaram uma genealogia de Thammuz; ela está na Bíblia: Noé gerou Ham; Ham gerou Cuch; Cush, legendário fundador do Reino de Babilônia, gerou Nimrod. A partir daí a história ganha ares de primórdios da civilização. Depois da morte do pai, Cush, Nimrod, teria desposado a própria mãe, Semíramis, uma descendente daqueles que sobreviveram ao dilúvio. Uma vela para Baal:

Casado com a mãe, Nimrod tornou-se um rei poderoso. Semelhante a Osiris, Nimrod foi assassinado e seu corpo, cujas partes retalhadas foram dispersas por todo o reino, foram novamente reunidas pela rainha Semíramis. Somente uma parte não foi resgatada: o pênis. A rainha declarou que o rei não mais retornaria ao convívio dos mortais, pois havia ascendido à sua morada celestial, o Sol, daí em diante seria chamado Baal, o deus- Sol. Semíramis proclamou que Baal estaria presente na terra na forma de chama, de toda chama acesa pelos seus devotos, fosse uma lâmpada, fosse uma vela. Thammuz: Thammuz foi o filho

que Semíramis deu à luz depois da morte de Nimrod. Uma versão diz que a concepção foi imaculada; outra, que foi fruto do incesto da rainha com rei e filho Nimrod. De todo modo, a rainha declarou que Thammuz era a reencarnação de Nimrod e que ali estava o Salvador. Porém, logo se estabeleceu um culto à rainha, ela era a Mãe de Deus. A personagem Thammuz, misteriosa e persistente, atravessou tempo e fronteiras. Na Síria, em torno do ano 1160 AEC, viveu um Thammuz que foi crucificado. Sua identidade se perdeu na bruma das Eras, porém, tudo indica que foi um grande mestre, conforme os poucos testemunhos escritos, como o tratado de Julius Firmicius, Errore Profanarum Religionum (350 AEC.), onde é mencionado um Deus que "ressuscitou para a salvação do mundo". Thammuz e os peixes: a palavra Tammuz é considerada composição de duas outras: TAM, significando PERFEITO; e MUZ, relativo a fogo/luz. Portanto LUZ PERFEITA ou LUZ DE PERFEIÇÃO. Muitos escritores antigos encontraram conexão entre Tammuz e o arcaico Bacchus Ichthys, ou seja, Baco Pescador. É uma relação curiosa com o cenário dos evangelhos cristãos onde Cristo escolhe seus primeiros apóstolos entre pescadores, onde se refere a Pedro como Pescador de Homens e realiza milagres como a pesca abundante e a multiplicação dos peixes.

4 - Wittoba - Índia, 552 AEC.

4 - Wittoba - Índia, 552 AEC. Wittoba , Vithoba, Ballaji ou, ainda, Vitthal é outra
4 - Wittoba - Índia, 552 AEC. Wittoba , Vithoba, Ballaji ou, ainda, Vitthal é outra

Wittoba, Vithoba, Ballaji ou, ainda, Vitthal é outra das encarnações de Vishnu. Frequentemente identificado com Krshna, controverso, não se sabe ao certo se antecedeu Krishna ou se veio ao mundo depois de Krishna. Na obra Hindu Pantheon, de Moor, podem ser vistas representações de Wittoba com os pés e as mãos marcados pelos cravos e o peito ornado com um coração, figura semelhante às de Jesus onde aparece o sagrado coração. Esse avatar (Wittoba) possui um

templo esplêndido em sua honra situado em Punderpoor, com mais de mil anos de idade, visitado por milhões de peregrinos (TRUTH BE KNOWN).

O texto de Kersey Graves menciona um relato histórico sobre a crucificação desse avatar; segundo Higgins: "Ele é representado com as chagas dos pregos nas mãos e nas solas dos pés. Os cravos ou pregos, mas também martelos, tenazes (pinças) aparecem frequentemente em seu crucifixo e são objetos de adoração entre seus seguidores. De acordo com a Wikipedia, Vithoba é a forma coloquial de Vitthala, uma das manifestações de Vishnu [Krishna]. Vithoba de Pandharpur é, tradicionalmente, uma das mais importantes divindades nos estados indianos de Maharashtra, Karnataka e Andhra Pradesh onde reúne milhões de devotos.

5 - Iao - Nepal, 622 AEC.

Sobre a crucificação deste antigo Salvador um relato específico

foi crucificado em uma árvore, no Nepal". O

nome deste deus encarnado do Salvador do Oriente aparece frequentemente em livros sagrados de outras nações. Alguns supõem que Iao (pronunciado com Jao) é a raiz do nome do deus dos judeus, Jehovah.

atesta que "

ele

6 - Esus - O Druida Celta, 834 AEC.

6 - Esus - O Druida Celta, 834 AEC. Godfrey Higgins (1772-1833) informa que os druidas

Godfrey Higgins (1772-1833) informa que os druidas celtas representam o deus Hesus sendo crucificado ladeado por um cordeiro e um elefante. Esta representação é anterior à Era Cristã. Na simbologia, o elefante (imagem que, de alguma forma deve ter sido importada da Ásia) corresponde à magnitude dos pecados humanos enquanto o cordeiro, de natureza inocente, é a inocência da vítima oferecida a Deus em sacrifício propiciatório. É o "Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo".

Esus, no Pilar dos Barqueiros

* Conta a tradição que Hesus, um druida celta, foi o introdutor da

religião e da cultura na Britânia. O relato mitológico informa que Hesus foi crucificado em um carvalho, a árvore da vida, mas seu

espírito sobreviveu e o período de sua glória depois da morte foi chamado de Idade do Ouro. Tal como Jesus, Hesus é Filho de Deus

e nasceu de uma virgem chamada Mayence, no século IX AEC

Mayence é representada envolta em luz e usando uma coroa de doze estrelas e tendo aos pés uma serpente. (Audrey Fletcher,

1999)

7 - Quetzalcóatl - A Serpente Emplumada, México, 587 AEC

A autoridade histórica em relação à crucificação deste deus

mexicano (cultura asteca, tolteca e maia), sua execução sobre uma cruz como sacrifício propiciatório para a remissão dos pecados da raça humana, é um fato explícito, inequívoco, indelével. A evidência é tangível, gravada em aço, em placas de metal. Uma dessas placas tem a representação de Quetzalcóatl (cujo nome significa Serpente Emplumada) sendo crucificado em

uma montanha; outra o mostra crucificado no céu. O deus mexicano foi pregado em uma cruz. Mexican Antiquities, (vol. VI,

p 166) diz: "Quetzalcóatl está representado em ilustrações do

Codex Borgia pregado na cruz." Algumas vezes, dois ladrões aparecem, crucificados, um de cada lado. Esse Salvador crucificado mexicano, tal como outros personagens histórico- mitológicos, é muito anterior à Era Cristã.

Quetzalcóatl carregando sua cruz. Quetzalcóatl crucificado.
Quetzalcóatl carregando sua
cruz.
Quetzalcóatl crucificado.

No Codex Borgia, o relato vai além da crucificação; ali estão registrados todos os eventos notáveis da biografia da Serpente Emplumada: a morte, o sepultamento, a descida ao Inferno e a ressurreição no terceiro dia. Outra obra, o Codex Vaticanus B,

contém a história de seu nascimento imaculado, concebido por sua virgem mãe chamada Chimalman.

A trajetória de Quetzalcóatl tem outras similitudes com a vida de

Jesus, o Cristo do Oriente Médio: os quarenta dias no deserto, o jejum e a tentação, sua purificação no templo, o batismo e a regeneração pela água, sua capacidade de perdoar os pecados humanos, a unção com os óleos/unguentos aromáticos pouco

"todas estas coisas e muitas outras

mais encontradas nos relatos sagrados sobre esse deus mexicano

antes da crucificação etc

são mais que curiosas, são misteriosas" (Lord Kingsborough, escritor cristão).

8 Quirinus - O Salvador Crucificado Romano, 506 AEC

A crucificação deste Salvador romano é brevemente noticiada por

Higgins e também apresenta muitos paralelos com a biografia do Salvador judeu, não apenas as circunstâncias relacionadas à crucificação, mas também outras passagens de sua vida.

Como Jesus, Quirinus:

1) Foi concebido por uma virgem; 2) Foi perseguido pelo rei da época e do lugar; 3) Era de sangue real e sua mãe, era irmã do rei [aqui, coincide com a história de Krishna]; 4) Foi injustamente condenado à morte e crucificado; 5) Quando morreu, toda a Terra foi envolta na escuridão, tal como ocorreu na morte de Jesus, Krishna e Prometeu.

O deus Quirinus é uma figura que emerge da mitologia em torno da fundação da cidade de Roma e de seus fundadores, os gêmeos Rômulo e Remo. Os irmãos nasceram de Reia Silvia, uma virgem, princesa tornada vestal pelo irmão, o rei Amulius, que temia a disputa pelo trono. Reia Silvia foi fecundada por um deus, Marte. Quando nasceram, Rômulo e Remo, sequestrados pelo rei, foram abandonados para morrer, em uma cesta, ao sabor das águas do rio Tibre [semelhante à história de Moisés].

Segundo a lenda foram resgatados por uma loba que os amamentou e criou com a matilha até que foram acolhidos por pastores. Adultos, desentenderam-se na fundação de Roma. As narrativas são confusas, mas Rômulo (771 AEC. 717 AEC.) passou à história como assassino do próprio irmão e fundador definitivo e primeiro rei de Roma.

Mais tarde, Rômulo teria morrido de morte injusta, talvez, crucificado; ressuscitado, subiu aos céus e foi divinizado no imaginário popular como Quirinus. A festa dedicada a Quirinus, a Quirinália é no dia 17 de fevereiro.

9 - Prometeu Acorrentado

ou Crucificado? 547 AEC.

Prometeu é um personagem da mitologia grega. Era um Titã, gigante, portanto. Ele roubou o fogo dos deuses e transmitiu os segredos da chama aos homens. Sua punição foi ser acorrentado no Cáucaso submisso à tortura de ter seu fígado devorado por uma águia. O fígado se reconstitui e a águia volta a atacar o herói, assim eternamente. Foi resgatado deste suplício pelo semideus, filho de Zeus, Héracles ou Hércules. Registros de um Prometeu crucificado (e não acorrentado) no Cáucaso (cordilheira, montanhas situadas na Eurásia, fronteira Europa/Ásia, entre os mares Negro e Cáspio) são fornecidos por Sêneca, Hesíodo e outros escritores. Segundo estes relatos Prometeu teve os braços abertos pregados numa trave de madeira para cumprir seu sacrifício. A versão mais popular atualmente, fala de um Prometeu acorrentado a uma rocha por 30 anos, é considerada por Higgins como uma fraude cristã. Escreve Higgins: "Eu tenho a referência dos registros que falam de Prometeu pregado a um madeiro, com cravos e martelo”. Outro escritor, Southwell, complementa: "Ele expôs a si mesmo à ira de Deus para salvar a raça humana". No Lempiere's Classical Dictionary, no Anacalypsis, de Higgins e em outras obras podem ser encontradas as seguintes particularidades sobre os momentos finais, a morte, de Prometeu: Toda a Natureza entrou em convulsão. A Terra tremeu, as rochas se abriram, as sepulturas se abriram e todo o Universo pareceu dissolver-se quando "Nosso Senhor e Salvador", Prometeu, ascendeu em Espírito. Southwell reafirma: "A causa de seu sofrimento foi seu amor pela humanidade". Em sua obra Syntagma, Taylor comenta que toda a história de Prometeu, crucificação, morte, sepultamento e ressurreição era encenada em Atenas cinco séculos antes do advento do Cristo judeu, o que prova a antiguidade do mito.

10 - Thulis do Egito - 1.700 AEC.

Sobre este Salvador egípcio, também chamado Zulius, escreve *Mr.Wilkinson: "Sua história é curiosamente ilustrada em esculturas de 1.700 anos AEC que são encontradas em pequenas câmaras situadas a oeste do adytum dos templos, uma área restrita”.

Matéria Hieroglyphica, John Gardner Wilkinson