Está en la página 1de 10

LISTA A .

PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

ÍNDICE

INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 1

PROGRAMA DE ACÇÃO…………………… ................................................................ 2

PRATICA PROFISSIONAL…………………….............................................................. 2

FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO..................................................................................... 5

COMUNICAÇÃO .......................................................................................................... 6

RELAÇÕES INSTITUCIONAIS .................................................................................... 8

OUTRAS INICIATIVAS ................................................................................................ 9

INTRODUÇÃO

O programa de acção para o biénio 2009/2010 visa 4 grandes pilares de actuação,


basilares para consolidação da profissão de Arquitecto Paisagista, que se definem
como sendo objectivos estratégicos de intervenção, a saber:

• Consolidação da importância da Arquitectura Paisagista em Portugal,


através da conclusão do processo conducente à constituição da Ordem e da
continuidade na colaboração com as mais diversas entidades, recorrendo à
experiência herdada das Direcções anteriores e à experiência de alguns dos
membros da lista.

• Rejuvenescimento da APAP: nos membros da lista; na defesa de novas


actividades; ao nível dos órgãos locais, quer no fomento de novos, quer na
consolidação dos existentes.

1 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

• Aposta na divulgação da actividade nos sectores chave. Divulgação que


possibilite a continua actualização das práticas profissionais (melhoria e
inovação ao nível dos canais de comunicação).

• Aprofundamento das relações: entre associados e entre Instituições e


Associações congéneres, nacionais e internacionais.
No contexto da prossecução dos 4 grandes objectivos estratégicos, destacam-se as
seguintes acções:

PROGRAMA DE ACÇÃO

PRÁTICA PROFISSIONAL

1. Ordem dos Arquitectos Paisagistas (OAP)


É consensual, há já alguns anos, que a primeira prioridade da APAP é a sua
transformação numa Ordem que, na sua qualidade de entidade de direito público
permite exercer funções de regulação e de dignificação da profissão de Arquitecto
Paisagista.
Foi entregue na Assembleia da República, em Julho de 2006, uma proposta de
criação da Ordem dos Arquitectos Paisagistas, e em 11 de Agosto de 2008 foi
entregue nova candidatura, enquadrada com o estatuído na Lei-Quadro das
Associações Públicas Profissionais (Lei n.º6/2008 de 13 de Fevereiro).
Desde Agosto de 2008 o processo “Ordem dos Arquitectos Paisagistas” está
novamente em avaliação na Assembleia da República. Do diálogo com o Governo e
com os diversos Grupos Parlamentares para esclarecimento da proposta da APAP,
tem sortido a possibilidade de se ver clarificado e defendido a real dimensão da
necessidade de constituição de Ordem.

2 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

Consideramos a condução deste dossier um pilar fundamental da nossa candidatura,


propondo-nos a envidar o maior esforço na continuação dos esforços para sua
conclusão.

2. Nova sede para a APAP


Fomentar o diálogo com a C. M. de Oeiras para a disponibilização efectiva de
instalações municipais, para se poder avaliar a proposta e apurar da possibilidade da
mudança das instalações da Sede da APAP.

3. Associações Internacionais (EFLA/IFLA)


Permanência da APAP nas estruturas da EFLA e da IFLA. Continuar a assegurar os
compromissos e o diálogo internacional com associações congéneres da EFLA/IFLA,
promovendo a divulgação do trabalho feito em Portugal e no estrangeiro pelos sócios.
Institucionalização e promoção de um diálogo mais frequente com as outras
Associações europeias e internacionais.
Aproximação aos PALOP no sentido de fomentar a divulgação da profissão de
Arquitectura Paisagista.

4. Apoio à dinamização e criação de Secções Regionais


Continuidade do apoio à dinamização da actividade das Secções Regionais do Norte
e do Algarve, e criação da Comissão de Instalação da Secção Regional do Alentejo.
Face ao elevado número de sócios em regiões específicas do País e como noutras
Associações ou Ordens, as Secções Regionais são, além de importantes e
determinantes para o desenvolvimento do movimento associativo, o elo de
descentralização da actuação da APAP. Pois, promovem e incentivam os sócios à
participação em iniciativas e eventos locais e ainda em estratégias para a promoção
da classe.

3 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

5.Criação de Grupos de Trabalho Temáticos

Continuação do incentivo à criação de grupos de reflexão sobre temas de interesse


para a profissão designadamente Ordenamento do Território, Paisagem Urbana e
Rural, Conservação da Natureza e Biodiversidade, Património e Autarquias Locais.
Estes grupos funcionarão como órgãos consultivos para apoio às posições oficiais da
APAP.

6. Regulamento de concursos
Como forma de contribuir para a divulgação da prática e da qualificação das
intervenções na área da Arquitectura Paisagista, importa assegurar a melhor
condução dos concursos de entidades privadas e que aquela leve à selecção de
propostas pelo seu mérito próprio no sentido da satisfação das necessidades da
entidade promotora. À semelhança da abordagem adoptada pela IFLA, importa
enquadrar estes concursos de um regulamento próprio.
Por outro lado, em consonância com os Estatutos, afigura-se igualmente relevante a
defesa dos interesses da profissão através da regulação da participação da APAP em
concursos para os quais tenha sido convidada. Esta necessidade resulta de
experiências recentes onde se tem verificado a vedação do acesso do Arquitecto
Paisagista à coordenação de equipas, nomeadamente nas áreas de actuação para as
quais está particularmente habilitado a intervir e onde a sua intervenção é o garante
da qualidade final da proposta.

7. Grupo de Trabalho "Jovem Arquitecto Paisagista”


Analisar e auscultar os problemas do jovem licenciado no sentido de serem tomadas
iniciativas de apoio à obtenção do primeiro emprego. Continuação da bolsa de
emprego e divulgação dos CV´s na página da APAP.

8. Defesa dos Sócios pela sua Associação


Continuação da intervenção da Associação em defesa dos seus associados no
desempenho da nossa profissão (Apoio jurídico e tomadas de posição).

4 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

9. Alargamento de regalias aos sócios


Continuação da criação de novas regalias corporativas aos sócios (descontos,
seguros, saúde, ginásios…).

FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO

10. Ensino Superior / Comissão de Avaliação Curricular


Continuação do dialogo com as universidades que ministram licenciaturas em
Arquitectura Paisagista no sentido de monitorizar os resultados da implementação do
processo de Bolonha.
Acompanhamento da aplicação do processo de Bolonha nas novas Licenciaturas e
Mestrados em Arquitectura Paisagista.
Promoção do diálogo com os Associados, e criação de um grupo de trabalho para
adaptação dos estatutos da APAP (criação de proposta) adaptada à nova realidade
do Processo de Bolonha.

Continuação do reconhecimento de Escolas Superiores, se aplicável.

11. Formação Profissional

Porque é importante assegurar uma continua actualização dos conhecimentos para


uma actuação profissional adequada às exigências que se lhe impõem, é necessário
dar início a um Programa de Formação Contínua (legislação, gestão e
administração, área comportamental...). A operacionalização deste Programa passará
pelo estabelecimento de parcerias que permitirão ir ao encontro das necessidades
dos associados e das diferentes Secções Regionais e Delegações Distritais.

12. Património Paisagístico / Jardins Históricos / Cultura


Continuação do estabelecimento de parcerias com outras entidades públicas,
nomeadamente com o IMC, IP, à semelhança dos protocolos estabelecidos com o
IGESPAR, I.P. e com o ICNB, I.P., autarquias locais, etc. no âmbito do Património

5 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

Paisagístico, Jardins Históricos com o intuito de serem valorizadas, implementadas e


divulgadas as intervenções do Arquitecto Paisagista, nesta área de actuação.
Propomo-nos organizar visitas interpretativas a jardins, parques e outras iniciativas
como viagens de estudo temáticas de elevada tradição na arquitectura paisagista.

13. Congresso Nacional


Como previsto nos estatutos propõe-se a realização de um Congresso Nacional da
Arquitectura Paisagista no decurso da legislatura, que permita o encontro e o debate
de ideias onde seja possível avaliar o estado da profissão e do ensino de modo a
partilhar experiências e informação técnica.

14. Prémios Bianuais Arquitecto Paisagista


Criação do Prémio Arquitecto Paisagista e criação do Prémio Carreira Arquitecto
Paisagista.

15. Centro de Documentação


Abertura de um Centro de Documentação acessível a todos os sócios que
disponibilize um arquivo com os Trabalhos de Fim de Curso, bem como Dissertações
de Teses de Mestrado e Doutoramento respectivamente.
Implementação simultânea de um Centro de Documentação online que coloque à
disposição dos associados documentos passíveis de serem facultados desse modo e
de forma adequada aos direitos autorais.

COMUNICAÇÃO

16. Site da APAP (www.apap.pt)


Desenvolvimento do site da APAP, incentivando os associados a colocar informação
para partilha na área privada. Criação de novos serviços on-line. Continuação da
publicação da Newsletter APAP e divulgação da Newsletter da EFLA a todos os
sócios, assim como de todos os eventos relacionados com a profissão a nível
mundial.

6 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

17. Boletim Informativo


A publicação bimensal do Boletim é um meio por excelência de comunicação entre os
sócios e a APAP. Além da divulgação das actividades da associação, eventos,
concursos e legislação, este deverá alargar o seu âmbito a artigos técnicos, de
opinião e entrevistas a Arquitectos Paisagistas. Transformação progressiva para um
formato revista e a sua publicação online.

18. Convenção da Paisagem

A APAP irá continuar a empenhar-se na divulgação da Convenção da Paisagem nos


diversos estabelecimentos de ensino acreditados e entre os sócios. Procurará ainda
tornar-se um interlocutor para os diferentes organismos com competências e
intervenção na paisagem no sentido de alertar para a significativa alteração que se
tem vindo a promover, resultado de políticas sectoriais. Proporemos a apoiaremos a
criação de Observatórios da Paisagem, no âmbito da APAP, para recolha e
tratamento de informação técnica e científica sobre o estado da Paisagem ao nível
regional e monitorizar os resultados da aplicação dos instrumentos de gestão
territorial.

19. Informatização e serviço on-line


No sentido de optimizar a relação entre a APAP e os seus associados, pretende-se
criar um canal de comunicação assente em formato electrónico.
Propõe-se também a criação de Grupos de trabalho on-line como forma de assegurar
um espaço para recolha dos contributos e acompanhamento da evolução dos
trabalhos empreendidos.
Com esta optimização ao nível da correspondência electrónica, pretende-se reduzir
custos, prazos e contribuir para a melhoria do ambiente com a redução da emissão
de papel.

7 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

20. Candidaturas a Financiamentos


Avaliar a possibilidade de potenciais candidaturas a programas de financiamento
(QREN, PRIME, etc.) no sentido de modernizar a associação, assim como permitir
uma maior abertura à sociedade civil através de um conjunto de iniciativas, tais como
seminários, concursos, publicações, etc.

RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

21. Dialogo com Instituições Públicas


A APAP tem sido convidada por diversas instituições públicas como o Ministério do
Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Rural, as CCDR e
ainda por diversas autarquias locais para participar em debates e a elaborar
pareceres de diversos documentos em que se destaca a participação no PNPOT
(Plano Nacional da Politicas de Ordenamento do Território), a Proposta da Ad Urbem
(Qualificação e a responsabilização dos autores dos planos de urbanismo e de
ordenamento do território) e a revisão do DL nº 73/73.
Frequentemente, o parecer da APAP recolhe importantes contributos de associados
com elevada experiência nas matérias em questão, enriquecendo a posição oficial da
Arquitectura Paisagista Portuguesa. Neste sentido, pretende-se através do
incremento da descentralização da APAP coadjuvada com a participação dos sócios
através de uma nova estratégia de comunicação, realçar o resultado do diálogo entre
a Associação e os seus sócios incentivando e ampliando a relação sócio/Associação
na visão última do reforço dos vínculos Associativos e da projecção institucional da
APAP.

22. Reforço do Dialogo da relação Académica com a APAP

Promovendo o diálogo entre o mundo académico e o mundo profissional, tendo como


interlocutor privilegiado a Associação que representa os profissionais portugueses e o
que melhor se passa nas Associações congéneres internacionais.

8 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

Criação de um órgão académico consultivo, de carácter permanente, visando o


acompanhamento técnico-científico no foro da essência da Arquitectura Paisagista.

23. Relação com as outras Ordens Profissionais


A APAP tem participado com outras Organizações de carácter profissional em
debates e tomadas de posição relativamente a assuntos de interesse nacional,
designadamente com a Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Engenheiros.
Propomos alicerçar a intensificação desta relação e de outras, no âmbito do interesse
da profissão de modo a promover o lobbying quer ao nível nacional quer internacional
junto da Comunidade Europeia, na defesa de interesses partilhados.

24. Participação em júris de concursos, prémios (internacionais, nacionais,


locais) e outros eventos
Prossecução da participação no Prémio INH – Instituto Nacional de Habitação.
Assegurar a participação em júris de concursos, prémios ou outros eventos como
jornadas técnicas, congressos, conferencias, etc.

OUTRAS INICIATIVAS

25. Organização de actividades culturais e de lazer

De modo a promover o convívio e o contacto dos associados, propomo-nos organizar


um conjunto de iniciativas e eventos de carácter desportivo e de lazer (caminhadas a
locais de interesse, jogos de aventura e organização de visitas a feiras e eventos de
interesse, por ex. Bienais de Arquitectura Paisagista).

Assim, porque “nem só de trabalho é feita a vida” importa assegurar a realização de


actividades culturais e recreativas criando assim novos lugares de convívio e
encontro, quer entre os associados da APAP, quer com os de outras Associações ou
Ordens Profissionais.

9 I 10
LISTA A . PROGRAMA DE ACÇÃO 2009-2010

26. Dia Nacional da Arquitectura Paisagista


Criação de um Dia Nacional da Arquitectura Paisagista, no sentido de fomentar a
nossa profissão com um conjunto de eventos e iniciativas.

10 I 10