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José Guilherme Ribeiro Pinto de Abreu

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Inventário, Historia e Perspectivas de Interpretação

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Dissertação

Mestrado em História da Arte em Portugal

Faculdade de Letras da Universidade do Porto Orientação: Prof. Doutor António Cardoso
VOLUME II

1996

José Guilherme Ribeiro Pinto de Abreu

/ - \ escultura no -j^spaço p^úblico do l-^orto no oéculo / \ / \ Inventário, História e Perspectivas de Interpretação

Dissertação

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Mestrado em História da Arte em Portusal

Faculdade de Letras da Universidade do Porto Orientação: Prof. Doutor António Cardoso
VOLUME I I

1996

Anexos

Base de Dados

Obras Construídas

Lugares de Memória Nível 1 .

Na parte de trás. figura uma alegoria à Navegação Portuguesa composta por uma Glória que sustenta na mão direita a bandeira de Portugal e na esquerda uma folha de palma.Lápides . Henrique. Lápide: Homenagem dos Bombeiros de Portugal aos Marinheiros Mortos na Defesa das Províncias Ultramarinas no 9 0 ° Aniversário dos Bombeiros Voluntários do Porto. cujas plantas podem ser vistas e examinadas na Camará municipal do Porto. sendo o pedestal de mármore portuguez. entre artistas portuguezes. a commissão promotora do monumento julgar conveniente que elle seja modificado. será o projecto definitivamente Lugar de Memória Fin-de-siècle 3 Nível 1 . colocado atrás à sua esquerda.Topo: (1 41 9-1 4 3 2 ) . Inscrição: Assim Fomos Abrindo Aquelles Mares/Que Geração Alguma Não Abriu/ As Novas Ilhas Vendo E Os Novos Ares/Que O Generoso Henrique Descobriu/Luís de Camões-Canto . puxada por dois cavalos marinhos. Na frente. com que o artista julgue a propósito ornamentar o pedestal do seu projecto. Henrique 1893 nauguraçao: 1900 Criação: I 0 Data Escultor: Tomás Costa Arquitecto: Colaboração U Assinatura Arqt° César Janz (Segundo AntónioTeixeira Lopes) I Localização: Praça do Infante Freguesia Tipologia: Dimensão !5.. Abril de 1 9 7 7 .Topo: (1 41 5-1 4 3 1 ) . Henrique no 5 5 0 ° Aniversário do seu Nascimento.1 4 6 0 .. indicando-lhe o sentido delia. Academia Portuguesa de História. Inscrição: A o Infante D. com o braço direito apontando na direcção do oceano e o esquerdo caído sobre um globo terrestre. Homenagem ao Infante no V I centenário do seu nascimento. Henrique vestido de cavaleiro e sem o chapeirão habitual. Lápide: 3 o Encontro Nacional de Graduados/Presente 1 9 5 9 Descrição Estátua pedestre do Infante D.Armada Portuguesa Homenagem à Cidade do Porto. Fachada Poente Topo: (1 41 8-1 4 3 3 ) . soprepujando um torreão em forma de tronco de pirâmide de base quadrada. e o todo de grandeza proporcionada ás dimensões da praça do Infante D. 2 5 / 8 / 1 9 6 5 . convidará o auctor a fazer a modificação. Quando haja algum quadro de relevo.Topo: 1 3 9 4 . Homenagem à cidade do Porto da Academia Portuguesa de História no dia do Infante 4 / 3 / 1 9 8 8 . representando o Infante D. fica aberto concurso perante a commissão directora da celebração do 5 o centenário do Infante D. para o projecto duma estatua pedestre. deverá preferir a alegoria.Baixo Relevo: Azas Eternas/Junho de M C M X X I I . A Cidade do Porto/Fachada Nascente . Henrique. também junto à base. [. Base . junto à base. Henrique Iniciador Dos Descobrimentos Portuguezes O Porto Sua Pátria Dedica. triunfalmente assente sobre a proa de uma embarcação que avança sobre um mar agitado.] Se para a adopção de um projecto. em bronze.Henrique. figura uma alegoria à Fé. Base: A o Infante D. representada por uma virgem alada que empunha um crucifixo Programa: De hoje até às 3 horas da tarde do dia 31 de Dezembro do corrente anno de 1 8 9 3 . Nicolau Monumento Monumental I I Materiais: Bronze e Mármore Fundição: L e Blanc Barbedienne Iniciativa: F undações e Associações Culturais Adjudica çãc) Assunto: Concurso Histórico B& Memória Descritiva Modo de Implantação: Central Outras Implantações: KJ Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Fachada Sul . Encontro do Porto do IV Congresso da Academia de Ciências lbero-Americanas/10/11/1 9 9 4 . e feito isto por modo que satisfaça. sendo o da esquerda guiado por um tritão e o da direita por uma nereide.Nome: Infante D. Fachada Norte .

Conde de Samodães. F. Júlio Moreira. Antonio de Oliveira Monteiro. Eduard Von Hafe. 2 4 d'agosto de 1 8 9 3 .. Malheiro Dias.- Periódicos: A Voz Pública de 3/1/1 9 8 4 . Eduardo Sequeira. A o Correr da Pena Memórias de uma Vida. Primeiro de Janeiro de 1 1/1/1 8 9 4 e dias seguintes Livros: Pereira. José Vitorino Ribeiro. Porto. O presidente. O Século de 2 2 / 1 / 1 8 9 4 . visconde de Barreiros. de Castro Monteiro. António Ribeiro de Costa e Almeida 1 a Comissão Executiva (Março de 1 8 8 2 ) : Joaquim de Vasconcelos. Exec. (1 8 9 3 ) Conselheiro António Ribeiro da Costa e Almeida. A . Eduardo de Sequeira. de 10/1 1/1893. da Camará Municipal do Porto (reunião de Câmara de 1 0 de Janeiro de 1 8 9 4 ) . Firmino. Augusto Luzo da Silva. 2 a C. 1° lugar: Tomás Costa. Correia Barros e Henry Murat. O Centenário do Infante. Diogo de. Pr. n° 2 5 5 . Henrique Carlos de Meirelles Kendall. 3 0 / 1 0 / 1 9 0 0 . Joaquim Antonio Gonçalves. 4 a C.preferido. Augusto Luso da Silva. II Volume. Frutuoso Gouveia. Amélia. António Teixeira. Tito de Noronha. Notas de Arte no Ocidente. Dr. José Augusto Correia de Barros e Henry Murat. Concurso para o monumento aberto em Maio de 1 8 9 3 (sete concorrentes). Paulo Marcelino. 6 a C. eng° José Macedo Júnior. Eduardo Sequeira e Isaac Newton. dr. Inauguração com a presença do rei D. Eduardo von Hafe. da Associação Comercial. prof. Antonio Nicolau dAlmeida. 2 o Fortunato de Almeida). Frutuoso Gouveia. Henrique Kendall. Antonio Soares dos Reis. da Câmara Municipal. Simas Machado. Júri: conde de Samodães. da Academia Portuense de Belas Artes. dr. Adolpho Pimentel. 5a C. XXIII volume. O Occidente. [. da Academia Politécnica. Pr. Marques de Oliveira. (1 8 8 7 ) dr. O Occidente. Francisco José Patricio. Victorino Laranjeira. Diário do Governo. XVII volume. António José da Silva. Lopes. da Camará Municipal do Porto e arq° Joel da Silva Pereira. Carlos e da rainha D. conde de Silva Monteiro.] Porto e Paços do Concelho. Fernando Maia e Francisco José Patricio Observações: Maio de 1 8 9 3 foi aberto concurso para a melhor monografia sobre o Infante ( 1 ° prémio Alfredo Alves.:(1 9 8 4 ) Dr. Exec: (1 8 8 5 ) Dr. António Vieira de Castro. Ayres de Gouveia.. Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. 2 o lugar: Ventura Terra. Fernando Maia. em 1 9 de Outubro de 1 9 0 0 Documentação Bibliografia Decreto de 2 6 de Julho de 1 8 8 2 (fornecimento do bronze). Henrique Carlos de Meirelles Kendall. Março de 1 9 4 7 . dr. Exec. n° 7 7 8 . Exec.(1 8 8 9 ) Dr. Exec. de 1/2/1 8 9 4 . Macedo. Bento de Souza Carqueja. 3 a C. 1 9 6 8 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . eng° João Carlos dAlmeida Machado. 1 8 9 4 .

A o Correr da Pena. Livros: Lopes. existem clichés de Aurélio da Paz dos Reis Documentação Bibliografia Instantâneo da inauguração de Aurélio da Paz dos Reis Periódicos: O Occidente. a legenda Flora exprime a natureza alegórica da representação. António Teixeira. pp. Memórias de uma Vida. Eduardo Sequeira e outros amigos de Marques Loureiro Observações: J M L faleceu em 1 8 9 8 . 3 0 de Agosto de 1 9 0 4 . Sobre o maciço de pedras. Câmara de VNGaia. que introduzem uma contida tensão na composição. n° 9 2 4 .Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Flora. No mesmo maciço. Junto à legenda que lhe dedica o monumento. contrastando a verticalidade da parte direita do corpo. Tratamento naturalista da figura aliado a um certo amaneiramento da forma Programa: Comissão: |Srs. colocada sobre um aglomerado de pedras de granito rodeado de vegetação. também de bronze. representado em baixo relevo. orientado na direcção da Quinta das Virtudes. com as diagonais do lado esquerdo criadas pelo movimento da perna e do braço levemente erguidos. a camponesa segura uma ramagem com flores. Na mão direita. 3 7 9 .3 8 0 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . XXVII. A José Marques Loureiro Estátua em bronze de uma camponesa com um lenço na cabeça junto a um tronco ressequido de uma árvore sem vida. figura o busto de José Marques Loureiro. 1 9 6 8 . Bento Carqueja. José Duarte d'Oliveira. num terreno relvado.

3 9 . F aleceu em Lisboa. Nomeado Inspector Geral. 31 de Outubro de 1 9 0 2 . Lançamento da 1 ° pedra em 2 9 de Março de 1 91 4 . Lado Norte: 5 de Agosto de 1 8 9 4 1 Prermo no torneio de Lyon.Nome: Criação: Escultor: Guilherme Gomes F ernandes Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça de Guilherme Gomes F ernandes Freguesia Tipologia: Monumento-busto Dimensão Adjudicação Assunto: Encomenda Estudos/Esboços Modo de Implantação: [Central Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Lado Sul. Actas da Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 91 3 a 8/1 2/1 V I b). 19 de Agosto de 1 9 0 0 . figura uma cártula de bronze com palma. Ml h 91 4 . 1 9/8/1 9 3 8 Livros: Maria Clementina Q u a r e s m a ^ U e r r t á r i c ^ ^ ^ . pp. em 1 8 7 5 Programa: Comissão: ^ t o r a T ^ o T d ^ t o T E Í ^ ^ Guedes Coelho Observações: ■ Passos. Cártula: Associação dos Bombeiros Voluntários do Porto. Na parte posteior. Alberto da Silva 3 Monumento erigido por subscrição pública entre corporações de bombeiros de todo o país.. fundada por Guilherme Gomes F ernandes em 25 de Agosto de 1 8 7 5 . também de bronze. alusiva à criação da Associação dos Bombeiros V o l u n t á i i o 1 d o j o r t o ^ o L G A e r m e Gomes F ernandes.31 de Dezembro de 1 8 8 5 . Lado Poente. Bibliografia ^ d ^ s T ^ N e T l c ^ c ^ ^ Commercio do Porto. com o auxílio da Câmara municipal do Porto. 1 4/4/1914. 3 0 . R c ^ a ^ o ^ o l T E ^ i c ^ Actas da Comissão de Estética Documentação ( 2 1 / 5 / 1 91 3 a 8/1 2/1 91 6 ) . Lado Nascente: 1 1 de Junho de 1 8 9 3 . Campeonato do Mundo conferido aos Bombeiros Portuenses no torneio de Vincennes. Classificados I o bombeiros no Congresso Internacional de Londres Descrição O busto de Guilherme Gomes F ernandes. 3 8 . trajando com a farda de inspector geral e capacete de g a k assente sobre elevado plinto de granito que contém datas e inscrições alusivas aos prémios internacionais conquistados por Guilherme Gomes F ernandes e pelos Bombeiros Voluntários Portuenses.pp.

D. circunda o plinto. uma inscrição. de caracteres estilizados.Coroação do busto de Camillo em uma das praças da o d a d e _ 1 a Comissão: Jornal de Notícias. O retrato.No seu Centenário". Hernâni Barbosa ( C M P . 1 2 . 1 9 2 4 / 1 9 2 5 1925) Observações: [Modificado em 1 9 3 4 . também em baixo relevo. 26 de Março de 1 9 2 6 . Commercio do Porto.A Águia n° 2 1 . Agosto e Setembro de 1 9 2 4 . Henrique. MarçoAbril 1 9 2 4 .2 a Comissão: Commercio do Porto. de contornos pouco vincados. 7 de Março de 1 9 2 5 . representa o escritor envergando uma capa de estudante lançada vigorosamente para trás sobre o ombro esquerdo. 23 de Abril de 1 9 2 5 . Comissão: 3 1 9 2 4 . O frontal. 1 923. com a construção do pedestal definitivo Documentação Dr.2 2 . Macedo. O Commercio do Porto. Julho.s alto. Junto a base. O Commercio do Porto. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia Pareceres ( 1 9 6 8 . 1 4 . O Commercio do Porto. . Diogo de. 11 de Janeiro de 1 9 2 5 . Junho de 1 9 4 2 . 1 5. 1 7 de Março de 1 9 2 5 . Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . n° 2 5 . Notas de Arte no Ocidente. O Commercio do Porto." Homenagem a Camillo de iniciativa de O Commercio do Porto".1 9 7 2 ) Parecer n° 8 7 / 7 1 .. em contraponto com a gola que estaticamente repousa sobre o ombro direito. 2 6 e 2 7 . 0 Commercio do Porto. 26 e 27 e Março 1 9 2 5 . O Commercio do Porto" Esculptura de Teixeira Lopes". 28 de Janeiro de 1 9 2 5 . "Camillo . João O 1 0 de Março de 1 9 2 5 . formando assim uma composição assimétrica que introduz uma certa dinâmica na representação. O Commercio do Porto. consagra-lhe a memória ." Exposição de Homenagem a Camillo". O Commercio do Porto. F c ^ e m ^ â o r T ^ e p c ^ d e ^ m T p l a c a [palma] de b r o r ^ n o tumulo de c l m i l l o ^ m ^ a T a ^ C o r t e j o ' i L ^ ^ o ^ m ^ n A o a r t i n d o da Praça do Inf.0 Commercio do Porto. Sessão de Arte no Teatro de S.Fundição: Casa Sá Lemos Iniciativa: Adjudicação Assunto t ] Estudos/Esboços Modo de Implantação: |de Topo Encomenda Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lápides Descrição A Camilo Castelo Branco Busto assente sobre elevado plinto de lióz branco formado por dois pilares que se encaixam ortogonalmente. A Águia. O Commercio do Porto. 3 de Março de 1 9 2 5 . Na frente. compensando as diferenças de altura. Voll. sustenta o busto enquanto no transversal repousa uma coroa de louros que posteriormente envolve a base do busto. 3 0 de Janeiro de 1 9 2 5 ." Monumento em Famalicão". 5 de Março de 1 9 2 5 . U Commercio do Porto. um friso em baixo relevo de ornatos vegetalistas. — civico de Programa. . 3. ma.

Maio de 1 9 7 7 (pp. Amigos de Gaia.3 8 ) . 2 1 . n° 1 4.2 4 e pp. Maio de 1 9 8 3 ( p p . n° 2.5 3 ) . 3 6 .6 ) . n° 2 9 . Junho de 1 9 9 0 (pp. 3 3 . Amigos de Gaia. Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo .Bibliografia JAmigos de Gaia. 4 .

9 2 . figuram obuses iguais aos utilizados na guerra. O Commercio do Porto 2 2 / 1 1 / 1 9 2 4 . 1 0 / 4 / 1 9 2 8 . Commercio do Porto. p . Esculpidos na base. ff 11 v-1 2. Commercio do Porto.3 1 v. 4 .1 9 3 1 ). no seu posto de Sentinela. Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 1 2 / 1 1 / 1 9 2 4 .1 9 3 1 ) . Julho. 1 . p . Commercio do Porto. Agosto e Setembro de 1 9 2 4 . Commercio do Porto. ff 3 1 . 1918 Padrão de cerca de 7 metros de altura. que demolido por decisão camarária. 1 9 1 4 . 9 / 4 / 1 9 2 7 . erguido em 11 -11 -1 9 2 4 por iniciativa da Junta Patriótica do Norte e de autoria de José de Oliveira H Ferreira. 1 6 / 4 / 1 9 2 5 . representado um Soldado trajando o capote rasgado pelos joelhos que era usado na Flandres para evitar a lama das trincheiras. 1 . fundida em bronze. de guarda. n° 2 5 . p . Commercio do Porto 8 / 4 / 1 9 2 8 . p.1 9 3 1 ). coroa um baixo relevo onde figura o escudo com as armas nacionais. p. Documentação Fontes Manuscritas: Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . Periódicos: A Águia.2. p . rodeado por grinaldas de flores. 1 / 9 / 1 9 2 7 . 1 . Junto ao pavimento. assente sobre uma base saliente em forma de cruz que na parte anterior serve de peanha a uma estátua de bronze. arranjos florais fundidos em bronze prestam homenagem às principais batalhas travadas pelo Corpo Expedicionário Português na Grande Guerra. p.9 5 .3.Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 1 9 3 1 ). Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 1 . O Commercio do Porto. Commercio do Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . existiu no mesmo local um outro também destinado a homenagear os Mortos da Grande Guerra. p . p. Commercio do Porto. Paris. 1 . p . Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 1 9 3 1 ) . 25/1 0/1 9 2 4 . "afim de se evitar que elle continue a despertar o riso nas pessoas que para tal fim o vão visitar". em 1 5-1 -1 9 2 5 . Commercio do Porto. 2 6 e 2 7 . uma cruz de guerra. 2 3 / 1 / 1 9 2 5 . ff 26v-27v. p . Commercio do Porto. figuram uma coroa de flores e uma lápide fundidas em bronze Programa: Comissão: Observações: Antes da inauguração deste monumento. no Museu Militar do Porto. O Commercio do Porto. Na parte superior do padrão. ff 1 9v-20. p . 1 . Maqueta e gesso da Sentinela do monumento actual. Estruturalmente idêntico ao M M G G de Maisons-Alfort. agora. 1 6 / 1 / 1 9 2 5 .Nome: Criação: Aos Mortos da Grande Guerra 1927 Inauguração: 1928 D Data Escultor: Henrique Moreira Arquitecto: Manuel Marques Colaboração Industrial Marmorista Assinatura ! ! Localização: Praça de Carlos Alberto Freguesia Tipologia: Dimensão Vitória Monumento Grande I I I I Materiais: 3ronze e Mármore Fundição: C asa Sá Lemos Iniciativa: C amara Municipal do Porto Adjudica çãc Assunto: 1 Concurso Histórico D Memória Descritiva Modo de Implantação: de Fundo Outras Implantações: —I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Aos Mortos da Grande Guerra. aos mortos da Grande Guerra. pp. ff 1 6-1 7v. p . Commercio do Porto 2 4 / 9 / 1 9 2 7 . 1 2 / 1 / 1 9 2 6 . Commercio do Porto. Commercio do Porto. A Cidade do Porto.. 1 . Nos flancos e atrás.3. 2 7 / 1 / 1 9 2 8 . 1 . 1 2 / 1 1 / 1 9 2 7 . 1 .

Bibliografia Livros: Comissão dos Padrões da Grande Guerra (1 9 2 1 -1 9 3 6 ) . Commercio do Porto. Relatório Geral.2 4 e pp. 16.5 3 ) . n 2. 6 / 1 / 1 9 3 1 p. n° 2 9 . n° 14. p. Amigos de Gaia. Junhc dÏ 1 9 9 0 (pp. o - ■ ' j-v: Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . Maio de 1 9 8 3 ( p p . Am gos de Gaia. Maio de 1 9 7 7 (pp. 1 9 3 6 . 3 6 . 1 7 2 . 1 7 / 4 / 1 9 2 8 . P.2. Lisboa. 2 1 . 4-6). 3338). Amigos de Gaia.1 . Homenagem de militares e de civis aos Mortos da Pátria.Porto.

Inventário Artístico de Portugal. Diabo n° 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Ocidente. 21 de Julho de 1 9 3 4 . Henrique. XIII. 101 Clichés Fotográficos de Alvão. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Lisboa. Porto. Maria Gabriela Gomes de .333/7O/RU Bibliografia Galvão. 8 . 1 9 3 4 . 1 9 9 8 . n° 3 0 . Parecer n° 8 2 / 7 0 .Pareceres (1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) Parecer n° 7 / 6 8 . Livros Horizonte. Programa: Comi! Observações: ZJ Figurou na Exposição Colonial de Paris de 1931 e posteriormente na Exposição Colonial do Porto de 1 9 3 4 . coifa na cabeça e exibindo na mão direita um castelo enquanto com a esquerda segura contra o corpo uma espada. Album Comemorativo da I Exposição Colonial Portuguesa. 1 9 9 5 . p.Pareceres (1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) . Margarida. 1 9 3 4 . Oliveira. Acciaiuoli.Diogo de Macedo. Joaquim Saial. Maria Clementina Quaresma.Nome: Criação: Afonso de Albuquerque J Estudos/Esboços Modo de implantação: Lateral Outras Implantações: Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Estátua pedestre representando o vice-rei trajando longa capa sobre os ombros. exibindo uma possante musculatura expressionisticamente desenhada e tratada. Outubro de 1 9 4 0 .1 9 4 0 . 2 5 / 5 / 1 9 3 1 . como todo o mais na estátua. transitando para o Largo de D. Porto. 1 9 7 4 . Lugar de Memória Resgate Nível 1 . João III em 1 9 7 0 Documentação Comercio do Porto. p . Informação n° 1. Subsídos para uma Biografia crítica. Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . 28/1 2 / 6 7 . Ofíc 2 7 8 / 7 0 do Conservador do Palácio de Cristal. 1 3 3 . p. Exposições do Estado Novo 1 9 3 4 . 1 9 9 1 . Lisboa. Biblioteca Pública de Gaia. Litografia Nacional. 1 . Litografia Nacional. Vol. Sob o manto que se abre na frente a perna direita avança. VNGaia. República. A N B A .

1 2/6/1 9 3 4 . João Mimoso Moreira.. 1 9/8/1 9 4 5 . a mulher. Em torno do padrão. Gens.1 . 1 / 3 / 1 9 4 3 . p. ff 1 2-1 3. Raul de Souza Ferreira. Durante vários anos manteve-se nos Jardins do Palácio de Cristal. um certo efeito circular reforçado pelo plinto que se larga nos flancos até ao solo em volumetrias cúbicas.1 2 .Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides A o Esforço Colonial Português/Em Comemoração da 1 a Exposição Colonial Portuguesa no Porto de 1 6 de junho a 3 0 de Setembro de 1 9 3 4 Descrição Padrão com as armas de Portugal esculpidas no topo.1 9 5 0 ) . 5/3/1 9 4 3 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2 . 9 8 7 de 28 de Agosto de 1 9 3 3 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . proeminentes seios. Presidente. que personificam a colonização portuguesa. 1 .1 3 . e depois da remodelação deste foi desmantelado. Em cada uma delas um atributo as distingue: o guerreiro. foi assinado um contrato para a sua transposição para granito de S. Capitão Henrique Galvão. a serpente e o galo.o agricultor. o médico.. Domingues de freitas. e com três metros de altura. formado por um esguio pilar sustido com dois altos contrafortes logo reforçados por outros dois mais estreitos que conferem ao monumento.2 9 v . o caduceu. a cruz/ o comerciante. a espada. p.Manuel Caetano de Oliveira e Jorge Viterbo Ferreira Observações: Figurou na Exposição Colonial do Porto de 1 9 3 4 .Ricardo Spratley. António F. Comercio do Porto 3 0 / 9 / 1 9 3 4 . Parecer n° 2 0 / 5 4 . conferem ao monumento uma arrojada feição modernista Programa: Comissão: Organizadora da Exposição Colonial: António Calem. Boletim da Câmara Municipal do Lugar de Memória Resgate Nível 1 .José da Fonseca Menéres. ff 2 8 . em sugestiva alusão ao faseio. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 a 3 1 . 1 6 / 1 0 / 1 9 3 4 . agarrando-se firmemente com as mãos a uma corrente que circunda o conjunto. escalonadas em degraus. Tenente Coronel Júlio Garcês de Lencastre.. p . Após o encerramento da Exposição. 1 . Depuração e ornamental e formal. Comercio do Porto.1 9 5 0 ) .. Comercio do Porto.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . o missionário. obra levada a cabo pelo escultor Sousa Caldas. figuram seis personagens alegóricas de feições mussolinianas. Eng° Francisco Xavier Esteves. até que por iniciativa do Presidente da Câmara Paulo Valada foi recuperado em 1 9 8 4 e implantado na Praça do Império Documentação Decreto N ° 2 2 . ff 1 2 . a espiga. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . construído em materiais perecíveis (estafe).

Pareceres (1 968 a 1 9 7 2 ) . 1 9 9 5 . Litografia Nacional. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Actas da Comissão Administrativa.1 3 0 . 61 0-61 1 . Henrique. Sessão de 1 7/1 1/1 9 5 9 .6 6 7 . 6 0 5 . 2 6 de Dezemb de 1 959. 1 5 de Julho de 1 9 7 2 . Porto. Margarida. 6 5 6 6 5 7 . Maria Clementina Quaresma. 1 4 de Abril de 1 9 5 6 . 1 9 9 8 .Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 101 Clichés F otográficos de Alvão. Parecer n° 1 1/56.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .Actas da Comissão Administrativa.Porto. 1 9 3 4 . Album Comemorativo da I Exposição Colonial Portuguesa. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 1 991 . Bibliografia ' ■ ' ' ■ ■ Lugar de Memória Resgate Nível 1 . Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . Actas da Comissão Administrativa Sessão de 1 8 / 1 / 1 9 7 2 .N ° 1 2 3 7 . XIII. Parecer n° 20/63. Litografia Nacional. Lisboa. pp.. Sessão de 2 0 / 3 / 1 9 5 6 .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Parecer n° 4 7 / 5 9 .. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Livros Horizonte. pp. Galvão. N ° 1 8 9 2 ..Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Exposições do Estado Novo 1 9 3 4 . Lisboa.6 0 6 . Porto. Acciaiuoli. pp. Parecer n° 4 9 / 6 9 .1 9 4 0 . 1 2 9 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. 6 6 6 . A N B A . Vol. Inventário Artístico de Portugal. N ° 1 0 4 4 . Joaquim Saial. 1 9 3 4 .

} A carta regia . designadas pelas suas armas.. Na frente da coluna.. N o lado Nascente e Poente. tenente coronel Christovam Aires de Magalhães Sepúlveda. figuras alegóricas e acontecimentos reais. Junto da base. Silveira. Diário do Governo n° 105 de 11 de Maio de 1 9 0 8 / Decreto de 2 de Maio de 1 9 0 8 .. eram.. Vereações. em representação respectivamente dos exércitos peninsular e napoleónico. dos generais Silveira. dominada por aquele. apresentando pronunciada entase. sobrepujado por um grupo escultórico de bronze composto por um leão e uma águia. o monumento commemorativo a que aquella cidade tem [. em representação do sacrifício. ha um século. vêem-se. envolvendo forças militares e populares. Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . na profusão do bronze. majores João Severo da Cunha e Guilherme Luis dos Santos Ferreira. Ajardinamento da Praça da Boavista: 1 9 0 7 Documentação Legislação Portuguesa. se mesclam. sobre o fuste. destacam-se a figura de uma Vitória que incita à rebelião. sem nela directamente participar. Comissão: Oficial Executiva: Presidente General João Carlos Rodrigues da Costa. numa alusão à tragédia da ponte das barcas. Diário do Governo n° 1 85 de 2 0 de Agosto de 1 9 0 8 / Decreto de 1 9 de Agosto de 1 9 0 8 . Beresford.] e as ordens do dia de Programa: Diário do Governo.. [. Bernardim Freire. Ebben. as figuras. na capital do norte. coronéis Alfredo Pereira Taveira de Magalhães e Maximiliano Eugénio de Azevedo. empunhando a bandeira da Pátria e a espada da insurreição. Champallimaud e Ebben. os alicerces sobre os quaes a posteridade teria de levantar. Manuel II) e inaugurada em 2 7 / 0 5 / 1 9 5 2 . heróis do exército português que dominam..Nome: Criação |Heróis da Guerra Peninsular Espaços Implantação: Praça I nscrições/Lápides Descrição Coluna de granito com capitel dórico. referem-se exclusivamente à 1 a e 2 a invasões. Idem. n° 1 4 6 de 5/7/1 9 0 9 [. onde. e do tenente Adelino Augusto da Fonseca . em impressiva composição. exaltando [. com a presença de D. a luta feroz que se desenvolve nos flancos do pedestal. a Observações: Obra iniciada em 1 9 0 9 (lançamento da 1 Pedra dia 0 5 / 0 7 / 1 9 0 9 . em 1 8 0 9 . capitães José Justino Teixeira Botelho e Amílcar de Castro Abreu e Mota. e a figura de uma mãe chorosa prestes a ser tragada pelas águas. em representação do heroísmo. a data de MDCCCVIII e na parte posterior a de M D C C C I X .] direito. A H M P .] os heróicos trabalhos de Bernardim Freire. ! de 1 3 de maio de 1 8 1 3 .. Victoria e tantos outros. em simbólica oposição. acentuando o carácter local e regional do monumento. Champallimaud.. em baixo relevo. (com a presença do PR).

Lisboa. Porto. A . S . 5 4 5 . Paris. O Occidente. Lisboa. Decreto n° 1 6 .A M S . Livro 1 5 0 . Carta de Alves de Sousa a Da Júlia Lopes Martins. . A H M P . n° 6 2 . O Occidente. Lisboa.. Lisboa. Cidade do Porto. Diário de Notícias de 3 de Novembro de 1 9 3 3 . ( 1 9 1 3 .Quaresma. Carta do General João Leite de Castro da Comissão Oficial Executiva do Centenário da Guerra Peninsular. Seara Nova. . Carvalho. 1 9 6 6 . O Comércio do Porto. S . 1 993. Diário de Notícias de 28 de Outubro de 1 9 3 3 . Paris. Livro 1 5 7 . 1 91 3. Bertrand. Jornal de Notícias. idem. de 2 0 de Julho de 1 9 0 9 . Diário de Notícias de 29 de Outubro de 1 9 3 3 .1 91 2 ) . LIVROS: Comissão Oficial Executiva. JoséAugusto . Inventário Artístico de Portugal. . de 10 de Março de 1 91 0. Comércio do Porto de 0 6 de Setembro de 1 9 3 5 . (1 9 0 8 . Actas Contas e Bibliografia. S .. Maria Clementina de Carvalho. A . de 5 de Dezembro de 1 9 4 6 . M . 1 2 de Fevereiro de 1 909. 21 1 . S . Paris. Diário de Notícias de 9 de Janeiro de 1 9 3 3 . Bibliografii PERIÓDICOS: Primeiro de Janeiro de 2 2 de Maio de 1 9 0 7 . Vereações. 1 9 3 3 . M . Primeiro de Janeiro de 1 de Outubro de 1 9 0 8 . ff.Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 . O Primeiro de Janeiro de 1 1 de Fevereiro de 1 9 4 1 . M . texto policopiado. Saial. A H M P . Volume XXXIII. Primeiro de Janeiro de 5 de Dezembro de 1 9 4 6 .1 9 3 3 ) . Tese de Doutoramento. M . Vereações. França. ff 29-29v.. 1 9 9 5 Lugar de Memória Fin-de-siècle Nível 1 . ff 107. . Imprensa Nacional de Lisboa.idem.. Livro 1 5 0 . Diário de Notícias de 1 3 de Novembro de 1 9 3 3 . Livro 1 4 9 . ff 1 3 8 .Carta de Alves de Sousa a D" Júlia Lopes Martins. O Comércio do Porto de 1 1 de Fevereiro de 1 9 4 1 . 21 de Junho de 1 9 0 9 . 1 9 2 3 . 1 9 9 2 . . Carta de Aves de Sousa a Marques da Silva. A M S . Comissão Oficial Executiva. Fevereiro de 1 91 0. A t e . Carta do Pintor Abel Cardoso a Marques da Silva de 1 6 de Janeiro de 1 9 4 7 . de 5 de Julho de 1 9 0 9 . Diário de Notícias de 1 1 de Maio de 1 9 3 9 . A . de 28 de Fevereiro de 1 9 2 9 .4 6 . Actas Contas e Bibliografia. 7 de Março de 1 91 0 . Diário do Governo n° 1 4 6 . Paris.Livro 47 ff 3 4 . Porto. 10 de Março de 1 9 0 9 .. n° 1 1 2 3 . A H M P .A . Il Vol. Joaquim . ff 4 5 v . Ilustração Portuguesa. António Cardoso Pinheiro de 0 Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal na 1 a Metade do Século XX. . de 23 de Fevereiro de 1 9 1 0.A Arte em Portugal no Século XIX. Bertrand. Volume XXXII.. 1 de Abril de 1 9 0 9 . 1 9v. Carta de Alves de Sousa a Da Júlia Lopes Martins. Papelaria Fernandes. A Palavra de 23 de Fevereiro de 1 9 1 0 . n° 1 1 0 0 . Vereações.

3 7 3 . pp. 315. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . pp. Boletim da Câmara Municipal do Porto.2 7 6 .Boletim da Câmara Municipal do Porto. 2 0 / 3 / 1 9 5 0 . visando o alto.Nome: Criação Almeida Garrett Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descriçi Figura assente sobre elevado plinto prismático de granito. Sessão de 1 7/1/1 9 5 0 . são representadas de forma angulosa e facetada. Boletim da Câmara Municipal do Porto.2 4 9 . imprime movimento à composição. pp. 2 0 de Março de 1 9 5 4 . 8 1 . N ° 9 3 6 . pp. sentado. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31-1 21 9 5 0 ) . representando o poeta. erguido em gesto declamatório. n° 6 8 5 . ff 4 5 . em arrebatado êxtase emocional. 2 3 1 . introduzindo um contraponto mundano. pp. 9 de Junho de 1 9 5 1 . irrompe sobre a massa complexa do tronco envolto numa capa que se decompõe em formas e planos geométricos que sugerem leituras de alguma abstracção e grande tensão dramática. 7 / 1 1 / 1 9 5 3 . n° 7 2 2 . n° 791 . pp. 2 7 2 . Actas da Comissão Administrativa. pp. exprimindo a demanda transcendental e a natureza nefável do poema. N ° 9 2 8 . Despachos da Presidência. 2 1 9 . As pernas afastadas.N ° 9 2 8 . Ordens de Serviço. pp. N ° 9 1 1 . 2 4 8 .4 6 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. N ° 91 7. 2 3 8 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Sessão de 1 0 / 4 / 1 9 5 1 . O rosto. Boletim da Câmara Municipal do Porto. Actas da Comissão Administrativa Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . 2 3 / 1 / 1 9 5 4 . pp. 2 1 / 1 1 / 1 9 5 3 Despachos da Presidência . 3 1 3 . Boletim da Câmara Municipal do Porto.. O braço direito. Parecer n° 1 9 / 5 3 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. pousa sobre o joelho. na composição. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 9 8 . 7/11/1 9 5 3 . enquanto a mão segura um par de luvas. Sessão de 1 3/1 0/1 9 5 3 . n° 6 5 8 . pp. Adjudicações. Actas da Comissão Administrativa. Presidência/Ordens de Serviço. O braço esquerdo.2 4 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto.8 2 .Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . 3 7 2 . a declamar os seus versos. 2 3 / 1 / 1 9 5 4 . 1 4 de Fevereiro de 1 9 5 0 .. A figura globalmente é concebida como um bloco Programa: Comissão: Observações: Documentação Boletim da Câmara Municipal do Porto. 3 3 9 . Actas da Comissão Administrativa. N ° 91 9.

Reunião Ordinária de 2 4 / 8 / 1 9 7 9 . N ° 2 2 5 7 . 2 0 de Julho de 1 9 7 9 . Salles. in Colóquio. Rafael. 6 4 5 . Parecer n° 1 9 / 5 9 . pp. Boletim da Câmara Municipal do Porto. ESBAP. Manuel. 24 de Asosto de 1 9 7 9 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) .Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . 1 2 / 1 1 / 5 4 . Barata Feyo. França.Primeiro de Janeiro.Sessão de 9 / 2 / 1 9 5 4 . N ° 2 2 6 2 . 1 9 6 6 . pp. p . A Estatuária do Porto. Boletim da Câmara Municipal do Porto.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) . José Aususto. Porto.. pp. 3 8 0 . n° 3 4 . Comissão Municipal de Arte e Arqueóloga . 1 7 / 5 / 1 9 3 3 . Comissão Municipal de Arte e Arqueolosia . Parecer n° 1 5 / 5 7 . Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . Parecer n° 7 / 6 2 . 1 . 1 1 0 2 . Mestre Barata Feyo.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Empresa Nacional de Publicidade. A A t e em Portusal no Século XX. Exposição Retrospectiva. Comissão Municipal de Arte e Arqueolosia . 1 9 9 1 . _ _ ^ Mendes. Paes. 1 9 8 1 . Laborde. 1 9 8 7 . Bibliografia Periódicos: Comercio do Porto. Parecer n° 1 3 / 5 4 . Reunião Ordinária de 2 0 / 7 / 1 9 7 9 . 1 9 6 5 . p.5. Comissão Municipal de A t e e Arqueolosia .3 8 1 .

Câmara Municipal do Porto. o direito. ligeiramente erguido fita o alto. em forma de triclinium estilizado Programa: Comissão: Observações: "Grafismo decorativo ideal" (JAF . Alfredo Magalhães que a Câmara desse o nome de Galiza a uma praça em construção situada entre as ruas do Campo Alegre e de Júlio Dinis. Boletim da Câmara Municipal do Porto.Sessão de 2 8 / 6 / 1 9 3 6 .m da .Nome: Criação: Rosalia de Castro 1951 Inauguração: 1954 u Data Escultor: Salvador Barata F eyo Arquitect _: Colaboração: António F erreira (base) u Assinatura I Localização: Praça da Galiza Freguesia Tipologia: Dimensão /*/lassarelos Estátua Média Materiais: <jranito Rosa Fundição: Iniciativa: Ctâmara Municipal do Porto Adjudicaçãc> Assunto: Encomenda Literário I L JMemória Descritiva Estudos/Esboços] Modo de Implantação: Lateral Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Rosália [ igura reclinadas atitude contemplativa. Gala de Murgia de Castro.2 9 . repousa numa almofada que serve de apoio. as sandálias acentuam o pendor classrco da representação reforçado também pe-la configuração da base. Bolet. pp. ora desenvolvem formas que se autonomizam.n° 7 2 2 . Material: gramto Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . Arte em Portugal no séc XX. segundo um esquema de composição de pendor de-co-rativo. cobre-* com uma veste sóbria que se confunde com o pró-prio corpo. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . Nos pés. O rosto. A mão direita segura um livro. José Albino Machado Vaz. pp 1 4 4 .. ff Escultura encomendada a Barata F eyo ainda em tempo de Luís de Pina. n° ■ Actas da Comissão Administrativa. dobrado pelo cotovelo. repousam finos panejamentos que ora se adaptam ao corpo e ao seu apoio. Sob a presidência do dr Luís de Pina resolveu-se erguer um monumento a Rosália de Castro poetisa galega. 8 0 5 . O braço esquerdo. Contrato celebrado a 27/1/50 rosa Documentação Boletim da Câmara Municipal do Porto. repousam finos panejamentos que ora se adaptam ao corpo e ao seu apoio. 231 . em forma de triclinium estilizado. junto a um espelho de água. O tronco. a Comissão Administrativa de C M P deliberou sob proposta do Dr. 2 7 0 ) Em sessão de 2 8 / 0 6 / 3 6 .4 6 . acompanhando o tronco. So-bre as pernas cruzadas. torcido sobre o plano da base. Actas da Comissão Municipal de Arte e Aqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . N ° 4 6 5 . ff 4 5 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Presidente Dr. filha da poetisa. as sandálias acentuam o pendor clássico da representação reforçado também pela configuração da base.um livro. p. pp. Sobre as pernas cruzadas. Inauguração 3 de Agosto de 1 9 5 4 com a presença de D». Nos pés. ora desenvolvem formas que se autonomizam. repousa sobre o regaço. Na cabeça F ressaltam sulcos estilizados representando as ondulações do cabelo. segundo um esquema de composição de pendor decorativo. n° 6 6 9 ..

6 4 .. 1 9 9 1 . n° 5/51 . 1 9 5 5 . Ocidente. XLIX. 1 9 6 5 .N ° 7 8 8 . Mestre Barata F eyo. Boletim da Câmara Municipal do Porto nc 9 6 4 . n° 1 6 / 5 2 . Bibliografia Periódicos: Comercio do Porto. Porto. Lisboa.. ■ ■ ' ' Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. F rança. Álvaro Pinto. N ° 9 4 3 . Exposição Retrospectiva. Barata F eyo. 4 7 . Paes. 1 9 8 7 . 1 37139.46v. 2 a Série. Salles. pp. p. A Arte em Portugal no Século XX. José Augusto.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . N ° 9 5 7 . 6 8 4 . in Colóquio. N° 9 4 2 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Manuel. pp. A Estatuária do Porto. pp. pp. 1 9 6 6 . Rafael. Empresa Nacional de Publicidade. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 3 / 8 / 1 9 3 4 . 1-2.2. Vol. n° 3 4 . 1981. pp. Boletim da Câmara Municipal do Porto. Mendes. ESBAP.Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) .Laborde.

n° 8 / 5 3 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) P. bengala e chapéu na mão e de pernas afastadas.Nome: Criação: Escultor: |Ramalho Ortigão Arquitecto: Colaboração: Serafim da Silva Lopes (plinto) Localização: Jardim de João Chagas Freguesia Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Ramalho Ortigão Estátua pedestre representando o escritor trajando à época com a cabeça destapada. Leopoldo de Almeida. n° 9 6 4 . 1 9 9 8 D Lugar de Memória Compromisso/Contestação Nível 1 . B o l e a d a Câmara Municipal do Porto. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . pp.N ° 9 3 9 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) P n° 5 5 / 6 3 . Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Museu da Cidade. ^ Programa: Comissão: Observações: Documentação Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 5 9 9 . Reunião de 1 0 / 8 / 5 4 . em atitude desabrida frente ao edifício da Cadeia da Relação. 1 0 de Abril de 1 9 5 4 . como metáfora da sua postura irreverente de venado da vida. Boletim da Câmara Municipal do Porto. pp.Pareceres (1 951 a 1 9 6 7 ) P n° 1 4 / 6 6 . Lisboa. Bibliografia I A A W . 1 5 3 .

e introduzindo uma nota de enigmática modernidade Programa: Comissão: Presidente. e Pr. a terceira figura talha as carnes de um boi já despojado das suas vísceras aludindo a oferta de provisões das populações do Porto para a expedição a Ceuta..Prof. do Centro de Estudos Humanísticos do Instituto de Alta Cultura. Doutores Fernando Magano. não o conotando com nenhuma época histórica específica. A seu lado. uma de pé e duas curvadas a trabalhar junto a uma embarcação estilizada sugerida pela Lha de proa que se eleva até formar uma vela. Reitor da Universidade do Porto. Doutor Amândio Joaquim Tavares. A primeira figura (um capitão da frota do Infante?) observa. desbasta a madeira para as embarcações.Vogais: Prof. e Drs Artur de Magalhães Basto. O facto das figuras não exibirem traje confere ao con. e António Cruz. A r q ° Rogério de Azevedo da Câmara Municipal do Porto Desenho do Jardim e espaço envolvente dos Arq° Luís Carvalho Cunha e Vasco Macieira Mendes. Pinto Ferreira e Prof. h. 1 9 5 9 . uma outra figura. Luís de Pina. alusiva aos carpinteiros navais. .Espaços Implantação: |jardim Público Inscrições/Lápides Descrição [Frota do Infante/Ceuta 1 41 5 / À Grei que lhe deu navios e provisões e nela embarcou/Porto 1 9 6 0 Composição integrando três figuras. Observações: Lugar de Memória Renovação Nível 1 .unto um subtil recorte intemporal.rto. a Irnha do horizonte em atitude atenta e expectante. Inaugurado em 27/08/1960 Documentação Bibliografia [Catálogo da VIII Exposição Magna da ESBAP. Na parte posterior.

Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Padrão. Maria da Glória. 1 9 9 1 Lugar de Memória (internacionalização/Individualização Nível 1 .Tipologia: Dimensão Materiais: Iniciativa: Câmara Municipal do Porto Adjudicação Assunto Encomenda Literário Estudos/Esboços! Modo de Implantação Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides Descrição Máscara representando em alongada silhueta o rosto do Poeta. recortado pela altura do cabelo e com o olho direito vazado. de 1 5 8 1 . Porto. emergindo de uma imponente gola tomada do retrato póstumo de Fernão Telles de Meneses. Irene Vilar.

ecçao mund. Prémio Soctip. Programa: | Comissão: Cwia^kThrtemadonal dos Arnigoslele^reira de C a s W ^ e " t e j u ^ c o A n d ^ a d e A l v e s ^ Observações: Documentação Bibliografia Periódicos: Jornal de Notícias. 2 3 / 6 / 1 9 8 7 Livros: José Rodrigues. outra uma figura de mulher e criança que evocam a tragédia humana e a última. a figura de um jovem parece suportar. em parte. grafitti. o bloco pnnapal. figuram múltiplas inscrições.. que contrariam a inclinação da peça. é a de um homem desbravando a natureza e dominando-a. saliente. que e trespassado por duas barras longitudinais de secção cilíndrica. desenhos e formas relevadas. 1 9 9 0 . Os dois elementos que penetram no paralelipípedo simbolizam a pro. passível de se converter em discurso(s). Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . A utilização simultânea de todos estes elementos parece indicar a presença de um exercíao sem.Jornal de Notícias.Nome: Criação: Escultor | A Ferreira de Castro Fundição: Iniciativa: Internacional Adjudicação Assunto: Literário Modo de Implantação: |Lateral Estudos/Esboços Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides A Ferreira de Castro/Sonho de uma humanidade/Homenagem da Associação Internacional dos Amigos de Ferreira de Castro e dos Artistas Luso-Brasileiros/1 8 9 8 1 91 1 1 9 3 0 1 9 7 4 M C M L X X X V I I I No Alto Cume da Consciência do Mundo a Flor da Paz Descrição ^d^ipedTdeTro^elon^eis^rosle^^ graus Ajoelhado junto à base do paralelipípedo. cruzadas.al da obra do escritor. 30/7/1985. .ótco intencional. Porto. donde sobressaem três figuras Uma representa o homem libertado. Nas laces do bloco. .

formam entre si um ângulo lige. Minimalismo Programa: Comissão: Observações: [Monumento comemorativo dos 1 5 0 anos do Cemitério do Prado do Repouso^ Documentação [Serigrafia (datada de 1 9 9 0 ) Bibliografia z\ Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . Sobriedade de linhas e pureza de forma.. ligeiramente flectidos. com uma fresta vertical apontada ao centro que divide o semi-círculo em sectores circulares iguais. 1 7 de Novembro de 1 9 8 9 Descrição . Construção semicircular monumental revestido por placas de Sranito polido negro.ramente superior a 1 8 0 graus. cujos planos. Polimento da pedra cria um efeito de espelhamento que reflecte as imagens que circundam o vasto espaço em que está implantada a obra.Nome: .nação: Escultor: Zulmira de Carvalho Arquitecto: Colaboração: Localização: Cemitério do Prado do Repouso Fre9uesia Tipologia: Dimensão Materiais Fundição: Iniciativa: Câmara Municipal do Porto Adjudicação Assunto Estudos/Esboços Modo de Implantação Encomenda Monumento Espaços Implantação: Cemitério Inscrições/Lápides A Câmara Municipal do Porto honra a Memória dos portuenses ilustres e humildes que desde há 1 5 0 aqui são inumados.

este monumento tem sido sistematicamente ob.ras delimitadas por placas de granito. no local. não o monumento a Willy Brandt «o amigo do Mário Soares» mas sim ao Marechal Gomes da Costa. cuja lace (rontal se d i v i d 7 e n T e s ^ s l o 7 a l c o s que formam outras^antas flore. projectando-se à maneira de uma sombra.Nome: Criação A Willy Brandt Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Eixo Urbano A Willy Brandt (1 91 3-1 9 9 2 ) / Resistente do Nazismo/Chanceler da RFA/Presidente da Internacional Socialista/Lutador pela Liberdade/Amiso de Portugal Descrição F o ^ ã o ^ r n l c ^ T d T p i r â r n i d e truncada. e que servem de pano de fundo a um busto implantado à altura dos ombros sobre duas placas de ferro maciço separadas entre si por uma distância equivalente à largura da cabeça. . Até hoje. De acordo com um depoimento de um dos moradores da zona. no passeio. Documentação Bibliografia Lugar de Memória Internacionalização/Individualização Nível 1 . -—- Programa: Comissão: Observações: Desde o início indesejado dos moradores da zona. as vandalizaçoes nao 3 têm passado de derramamentos de tinta no busto e inscrição de grafittis nos plintos. colhido por nós. que lhe servem de plinto e que se prolongam. unidas. em alusiva simbolização da divisão da Alemanha e da contribuição do homenageado para a sua reunificação.ecto de actos de vandalismo que chegaram a obrigar o destacamento de um agente da PSP para o guardar. enquanto fotografávamos um desses grafittis. Na parte posterior. em expressiva simbiose. Flores e relva contrastam fortemente com a expressão grave da figura humana e com a rudeza e aspereza do metal. naquele local devena hgurar. um maciço relvado ampara e prolonga a parte construída.

Lugares de Memória Nível 2 .

A o Correr da Pena. António Teixeira. Memórias de uma Vida.Nome: Criação: Escultor: Anjo nauguraçao: João Charters de Almeida Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Cemitério de Agramonte Freguesia: Ciclo Cedofeita Assunto: Religioso Lugar de Memória magem Renovação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Soares dos Reis 1901 António Teixeira Lopes Inauguração: 1901 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Fin-de-siècle Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Artístico Lugar de Memória Busto Tratamento: Bibliografia: Lopes. Câmara de VNGaia. 1 9 6 8 .

Nome: Criação: Escultor: Sampaio bruno 1917 Diogo de Macedo Inauguração: 1917 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Biblioteca Municipal do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfir Assunto: Literáric Lugar de Memória iusto Fin-de-siècle Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibl ograna: Oliveira. Biblioteca Pública de Gaia.Diogo de Macedo. Abel Salazar Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Literáric Fin-de-siècle Intenção: <ememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . VNGaia 1 9 7 4 Nome: Criação: Escultor: Júlio Di 1925 João da Silva Inauguração: 1926 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Lugar de Memória Monumento íronze e Granito Localização: Largo do Prof. Subsídos para uma Biografia cri ica. Maria Gabriela Gomes de .

idem. I. Dez. 2 4 3 . Lázaro Freguesia: Ciclo: Fin-de-siècle Intenção: cememorativa Assunto: Artístico Tratamento: Nível 2 Bibliografia : . p. de 1 9 3 9 . 257 Nome: Criação: Escultor: A Marques de Oliveira nauguraçao: Antonio Soares dos Reis Marques da Silva 1929 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Monumento-busto Sronze e Mán Mármore Localização: Jardim de S. p.Nome: Criação: Escultor: António Nobre 1892 Costa Correia da Silva Inauguração: 1927 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Henrique Moreira (motivos decorativos) Lugar de Memória Monumento-busto Bronze e Mármore Localização: Jardim de João Chagas Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Literário Fin-de-siècle Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Macedo. Out. Notas de Arte em O Ocidente. 1 9 3 9 . Vol. Diogo.

Alfredo de Magalhães Nome: Criação: Escultor: A Universidade Inauguração: João da Silva 1948 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Localização: Átrio da Faculdade de Ciências Freguesia : Ciclo Vitória Assunto: Alegórico Fin-de-siècle Intenção: Rememora tiva Tratamento: Bibliografia: .Nome: Criação: A o Dr.

iguraçao: Salvador Barata Feyo 1950 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Bronze e Granito Lugar de Memór Localização: Jardim de S. ESBAP. Leopoldo de Almeida. Lázaro Freguesia : Ciclo: Bonfin Assunto: Artistic Compromisso/Contestação Tratamento: Bibliografia: Nível 2 Intenção: Rememorativa Paes. Mestre Barata Feyo. Barata Feyo.Nome: Criação: Escultor: Silva Porto Inau. Lisboa. Museu da Cidade. Exposição Retrospectiva. 1 9 6 6 . Porto. Salles. 1998 . 1981 Nome: Criação: Escultor: Guilhermina Suggia 1952 Leopoldo de Almeida Inauguração: 1953 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memór susto Bronze e Granito Localização: Jardim do Conservatório de Música Freguesic Ciclo: Cedofeita Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Artístico Tratamento: Bibliografia: A A W . Empresa Nacional de Publicidade.

n° 2. n° 2 9 . Nome: Criação: Escultor: Dr. Maio de 1 9 7 7 (pp.Amigos de Gaia.5 3 ) ..3 8 ) . Antonio de Castro Meireles nauguraçao: Henrique M o 1955 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Rua da Prelada Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Eclesiástico Lugar de Memória Estátua Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia. n° 1 4. 2 1 . Maio de 1 9 8 3 ( p p . 3 3 .2 4 e pp. 4-6). 3 6 . Amigos de Gaia. FBAP. 1 9 9 5 .Nome: Criação Escultor: D. Junho de 1 9 9 0 (pp. João Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Científi Lugar de Memória Estátua Pedestre Compromisso/Contestação Intenção: Rememora tiva Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Eduardo Tavares (1 91 8-1 991 ). Ricardo Jorge Inauguração: Eduardo Tavares 1958 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim do Hospital de S. Porto.

■ ■.-■. . 1959.>^| """--. :.■[ 1 • ■ V ■■ ■ ■:. A^^K^ .Nome: Criação: Escultor: p o ã o Pedro Ribeiro Inauguração: 1961 $ f í \ Gustavo Bastos Rodrigues Lima JBÊ Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: 1 : . . : ' ■ Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Palácio da Justiça Miragaia Compromisso/Contestação Nível 2 Assunto: Histórico MÊÊ i Tratamento: Intenção: Rememorativa Bibliografia: Catálogo da V I I I Exposição Magna da E S B A P . : ' -.'-■■. Nome: Criação: Escultor: João das Regras 1960 nauguraçao: 1961 José F ernandes de Sousa Caldas Rodrigues Lima Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Lugar de Memória Estátua Pedestre Granito Palácio da Justiça Miragaia Resgate Nível 2 Intenção: Rememorativa Assunto: Histórico Tratamento: Bibliografia: . • . . .

5 3 ) . M a i o de 1 9 7 7 ( p p . 1 9 6 0 . Junho de 1 9 9 0 ( p p . M a i o d e 1 9 8 3 ( p p . n° 2 .3 8 ) . 3 6 . n° 1 4 .6 ) . 3 3 . Amigos de G a i a .2 4 e p p . Localização: Jardim de Teófilo Braga Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Filantrópico Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 2 Intenção: ememorativa Tratamento: Bibliografia: Amigos de G a i a . Nome: Criação: Escultor: Ferreira Borges 1960 A n t ó n i o Lagoa Henriques Rodrigues Lima Inauguração: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Histórico Renovação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da IX Exposição Magna da E S B A P . . 2 1 .Nome: Criação: Escultor: Padre A m é r i c o 1959 Henrique Moreira nauguraçao: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória G r u p o Escultórico Br. n° 2 9 . Amigos d e G a i a . 4 .

Empresa Nacional de Publicidade. José A u g u s t o . 3 6 . n° 3 4 . A Estatuária d o Porto. .5 3 ) . M a n u e l .3 8 ) . 1 9 8 1 . Exposição Retrospectiva. Junho d e 1 9 9 0 ( p p . In C o l ó q u i o . 2 1 . 1 9 8 7 . Barata Feyo. n° 2 9 . Porto. M a i o de 1 9 8 3 ( p p .Nome: Criação: Escultor: D. n° 2 . Salles. Laborde. M a i o d e 1 9 7 7 ( p p . França. 1 9 6 6 . Paes. Amigos d e G a i a . 1 9 9 1 . 1 9 6 5 . 3 3 . Mestre Barata Feyo. Rafael. Nome: Criação: Escultor: Raul Brandão nauguraçao: Henrique Moreira 1967 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiaií Lugar de Memória G r u p o Escultórico Bronze e Granito Localização: Jardim d o Passeio Alegre Freguesia: Ciclo: Foz d o Douro Assunto: Literáric Proto-modernismo/Neo-academismo Tratamento: Nível 2 Intenção: Rememorativa Bibliografia: Amigos de Gaia. E S B A P . 4 .2 4 e p p . n° 1 4 . A m i g o s d e G a i a . A A r t e em Portugal no Século XX.6 ) . J o ã o V I 1965 Salvador Barata Feyo Carlos Chambers Ramos Carlos Ramos (Pedestal) Lugar d e Memória Estátua Equestre Bronze e Granito nauguraçao: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça de J o ã o Gonçalves Zarco Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Historie Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: M e n d e s .

Mestre Barata Feyo. Laborde. 1 9 8 7 . Rafael. Barata Feyo. A Estatuária do Porto. Empresa Nacional de Publicidade. 1991 . . Salles. Nome: Criação: Escultor: Garcia de Orta 0 rene Vil Vilar I nauguraçao: 1971 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Má L. Exposição Retrospectiva. Irene Vilar. 1 9 6 6 . Porto. 1 9 8 1 . ocahzaçao: Largo de Tomé Pires Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Historie Renovação Nível 2 Intençã Rememorativa Tratamento: Bibliografia: Padrão. ESBAP. Maria da Glória. Porto.Nome: Criação: Escultor: Vímara Peres nauguraçao: Salvador Barata Feyo 1968 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Equestre Bronze e Granito Localização: Calçada de Vandoma Freguesia: Ciclo: Sé Compromisso/Contestação Nível 2 Intenção: Rememora tiva Assunto: Histórico Tratamento: Bibliografia: Paes.

Maio de 1 9 8 1 . A Arte de Fundir em Bronze. in Amigos de Gaia. Lisboa. 1998 Nome: Criação Escultor: Dr. Leopoldo de Almeida.Nome: Criação: Escultor: Guerra Junqueiro 1970 Leopoldo de Almeida nauguraçao: 1973 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Casa-Museu de Guerra Junqueiro Freguesi Ciclo: Lugar de Memória Estátu Sé Compromisso/Contestação Intenção: Assunto: Literári Tratamento: Nível 2 Bibliografia: cememorativa A A . Maurício Esteves Pereira Pinto 1976 nauguraçao: 1977 Manuel Ventura Teixeira Lopes Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória susto Bronze e Granito Localização: Praça da Corujeira Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Só ocioeconomico Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: David Pedrosa. Museu da Cidade. V V . n° 10.

1 9 7 9 ) . Mestre Barata Feyo. 1981 . 1 9 8 1 . Outubro de 1 9 5 5 . ESBAP. Porto. Mestre Barata Feyo. Porto. Nome: Criação: Escultor: Arqt° Carlos Ramos 1955 Salvador Barata Feyo Al-varo biza Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Cabeça Localização: Faculdade de Arquitectura Freguesia: Ciclo: Ma ele Assunto: Artistic Compromisso/Contestação lntençã> Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da IV Exposição Magna da Escola de Belas Artes do Porto. Exposição Retrospectiva. 2 5 . ESBAP. Exposição Retrospectiva.Nome: Criação: Escultor: Eng° Antonio de Almeida nauguraçao: Salvador Barata Feyo 1979 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardins da Fundação Eng° António de Almeida Freguesia Ciclo: Ramalde Compromisso/Contestação Intenção: Rememorativa Assunto: Sóciocultural Lugar de Memória Estátua Pedestre Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Fundação Eng António de Almeida Dez Anos de Actividades (1 9 6 9 . p.

Vol XXVIII. 1991 . Livros: Fund ição Eng° António de Almeida .Nome: Criação: Escultor: Jacinto de Magalhães 1987 nauguraçao: 1987 Laureano Guedes (Riba Tua) Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedestre Bronze e Granito Localização: Largo de Pedro Nunes Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A G uilhermina auggia 1989 Irene Vilar Inauguração: 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Rua de Tenente Valadim Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Artístico Lugar de Memória Estátu Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Periódicos: Boletim Cultural da Câmara Municipal do Porto. Sinopse de Actividades. Maria da Glória Irene Vilar. 1 9 6 4 PP 2 1 . Porto. Porto. Padrãc . 1 9 8 9 .

António Ferreira Gomes. Porto .Nome: Criação: Escultor: A Sá Carneiro 1990 Gustavo Bastos nauguraçao: 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização Freguesia: Ciclo Lugar de Memória Monumento Bronze e Granito Praça de Francisco Sá Carneiro Paranhos Assunto: Político Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: D. António Ferreira Gomes Inauguração: Arlindo Rocha 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Estátua Pedra de Ançã Localização: Placa ajardinada junto à Torre dos Clérigos Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Eclesiástico Renovação Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: D. Fundação Engenheiro António de Almeida. 1 9 9 1 .

Nome: Criação: Escultor: O Ardi 1991 Manuel Did Inauguração: 1991 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça da Liberdade Freguesia: Ciclo Santo Ildefonso Assunto: Sóciocultural Lugar de Memória Estátua nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Rememora tiva Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A Oliveira Martins Inauguração: José Rodrigues 1995 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Memória Escultura de Fachada Localização: Quinta das Aguas Férreas Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Literário nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Rememorativa Tratamento: Bibliografia: .

Lugares de Memória Nível 3 .

Rua da Constituição Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhc Már: Lugar de Memória Busto Proto-modemismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia . Exposição Retrospectiva. Porto. 1 9 8 1 .Nome: Criação: Escultor: Jurisconsulto João Mendes Inauguração: Salvador Barata Feyo Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfim Granito Lugar de Memória Estátua Pedestre Compromisso/Contestação Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Cultura Bibliografia Mestre Barata Feyo. ESBAP. Nome: Criação: Escultor: João de Deus Inauguração: enrique Moreira Localização: Jardim-Escola João de Deus.

Nome: Criação: Escultc Ruben A Inauguração: Salvador Barata Feyo Localização: Jardim Botânico Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Cabeça Lordelo do Douro Compromisso/Contestação Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Mestre Barata Feyo. Exposição Retrospectiva. 1 9 8 1 . ESBAP. Nome: Criação: Escultor: Condessa do Lobão Inauguração: Henrique Moreira Localização: Hospital de Maria Pia Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Calcário Lugar de Memória Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Edifício Públk Bibliografia . Porto.

Espaços implantação Bibliografia Espaços Implantação Bibliografia .

Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação A o Professor Ferreira da Silva Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: Prof. Alberto. Porto. 1 9 6 5 . Nome: Criação: Escultor: A António Carneiro 1930 António Teixeira Lopes Inauguração: 1931 Localização: Casa-Museu de António Carneiro Freguesia Materiais: Carácter: Lugar de Memória Baixo Relevo Bonfirr Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Lopes. Lugar de Memória Saixo Relevo Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Saavedra. 2 5 / 6 / 6 5 . Vicente José de Carvalho 1927 António de Azevedo nauguraçao: 1927 Localização: Faculdade de Medicina (Edifício Antigo) Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Vitória Br. Araújo e Sobrinho. António Teixeira. Memórias de uma Vida. Palestra na Sociedade de Martins Sarmento. Câmara de VNGaia. 1 9 6 8 . A o Correr da Pena. O Escultor António de Azevedo.

Santa Catarina História de uma Rua. Alexandrino. Porto. .Nome: Criação Escultor: Doutor Gomes Teixeira 1928 António Teixeira Lopes Inauguração: 1937 Localização: Escadaria da Faculdade de Ciências Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Vitória Mármore Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Camões Inauguração: António Cruz 1942 Localização: Rua de St° Catarina Freguesia Materiais: Carácter: Santo Ildefonso Calcário Lugar de Memória Busto Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Brochado. 1 9 9 6 . 8. Livraria Telos Editora. p.

8. Santa Catarina História de uma Rua. Nome: Criação: Escultor: Pe Baltazar Guedes 1951 Inauguração: 1951 José Fernandes de Sousa Caldas Localização: Largo do Pe Baltazar Guedes Freguesia Materiais: Carácter: nfirr Bronze e Granito Lugar de Memória Tipologia: Ciclo: Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa I] Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia . Livraria Telos Editora. Alexandrino.Nome: Criação: Escultor: Dinamene nauguraçao: António Cruz 1943 Localização: Rua de St° Catarina Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Terracota Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Empresa Bibliografia Brochado. p. 1 9 9 6 . Porto.

85 . de Carolina Michaelis Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Proto-modernismo/Neo-academismo Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Lugar de Memória Cedofeita Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Mons. 1 9 9 7 . Virgílio. p.nação: Escultor: 1954 nauguraçao: 1954 José Fernandes de Sousa Caldas Localização: Esc.Carolina Michaelis . ( 1 9 2 7 . Porto. Sec.1 9 9 7 ) . Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Matos Soares nauguraçao: David Moreira da Silv 1964 Localização: Jardim da Igreja de N° Sra da Conceição Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhc Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Seis Dedos.

4 . n° 1 4.Nome: Criação: Escultor: Antero de Figueiredo nauguraçao: Henrique Moreira 1966 Localização: Largo de Antero de Figueiredo Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Foz do Do Bronze e Granito Lugar de Memória susto Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia BPMP. Amigos de Gaia.5 3 ) . n 2 Maio de 1 9 7 7 (pp. ( p p . n (pp. Antero de Figueiredo. Amigos de Gaia.2 4 e pp. Maic de 1 9 8 3 o 2 9 . Porto 1 9 7 3 . 3 6 . Bento 1971 Gustavo Bastos Inauguração: 1971 Localização: Estação de S. Bento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Saixo Kelevo Santo Ildefonso Renovação Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia . No Centenário do seu Nascimento. Junho de 1 9 9 0 .6 ) . 2 1 . 3 3 .3 8 ) . Amigos de Gaia Nome: Criação: Escultor: Aos Obreiros da Estação S.

A Estatuária do Porto. Exposição Retrospectiva. Rafael. Barata Feyo.Nome: [José Moreira da Silva Criação: Esculto Localização: Freguesia Materiais: Carácter: Salvador Barata Feyo Largo Moreira da Silva Santo Ildefonso nauguraçao: 1971 ironze e Mármore . 1 9 6 6 . Porto. 1 9 8 1 .ugar de Me Cab<eça Tipologia: Ciclo: Compromisso/Contestação Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Praceta Bibliografia Paes. Mestre Barata Feyo. Laborde. Empresa Nacional de Publicidade. ESBAP. Nome: Criação: Escultor: A Arnaldo Gama 1969 Rogério d e A z e v e d o Largo d o A c t o r Dias Inauguração: 1971 Localização: Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Sé Bronze e Granito Lugar de Memória Estátu Ciclo: Intenção: Proto-modemismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Largo Bibliografia . Salles. 1 9 8 7 .

Nome: Criação: Escultor: Raul Dória 1926 Ada da Cunha nauguraçao: 1972 Localização: Largo de Tilo Fontes Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo lldefo Sronze e Má Mármore Lugar de Memória Busto Fin-de-siècle Rememora tiva Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia Nome: ^riaçao: Escultor: Henry Dunant 0 Francisco Xavier Costa Alameda de Massarelos Massarelos I nauguraçao: 1978 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Proto-modernismo/Neo-academismo Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .

Nome: Criação: Escultor: Pe. Lugar de Memória Busto Compromisso/Contestação Rememora tiva Intenção: Espaços Implantação nstituições Religiosas Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Leonardo Coimbra Localização: Largo de Pedro Nunes Freguesia Intenção: Espaços Implantação Bibliografia . Luís Rodrigues 1980 Irene Vilar Localização: Jardim da Igreja da Lapa Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Br.

Nome: Criação Américo Barbo: Espaços Implantação Empresa Bibliografia ■ ■ ■■ ■ ■ Nome: Criação A Afonso Costa Ciclo: Intenção Internacionalização/Individualização Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia .

9 2 . J N . Fonseca Soares nauguraçao: rene Vil Vilar Localização: Igreja do Santíssimo Sacramento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Massarelos Br. 3 0 / 0 1 / 9 4 . Abril de 9 1 . Maio 9 2 . 9 1 .anuel bousa Pereira nauguraçao: Localização: Largo de Pereiro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Jornal de Ramalde. Março 9 3 . Lugar de Memória Baixo Relevo Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Nome: Criação: Escultc Rev Pe Diamantino Gomes 1992 M. Maio 9 3 . Fev.Nome: Criação: Escultor: Mons. Fev 9 2 . Dez.

Nome: Criação: Escultor: Cal Brandão nauguraçao: José Rodrigues 1995 Localização: Rua de Rodrigues Sampaio Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Bronze Lugar de Memória Relê Saixo Kelevo Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: -nação: Escultor: A Bernardo Moreira de Sá 1 997 Hélder Carvalho Conservatório de Música do Porto Cedofeita Bronze e Granito Lugar de Memória Busto Inauguração: 1997 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia .

"* ^ ■LNome: Criação Dr. Internacionalização/Individualização Rememorativa Tratamento: Nível 3 yf^jàrij :4&&JBKËP WUHM» Intenção: ^■3w2P^4 Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .ii'i "' 1 Localização: Junto à Ponte Pênsil Freguesia Materiais: Carácter: S. jUlTlua^uEfl & .. • i r fai'h .£-'-< i'| SHWSL^'V "" i Lugar de Memória ' .Nome: Criação: Escultor: A o Duque 1996 José Rodrigues nauguraçao: 1997 'I^Twft./w. Ni< Br. . Domingos Braga da Cruz Espaços Implantação Bibliografia .i Tipologia: Ciclo: Baixo Relevo í ^ ^ ^ f i S i pBfâfâë?.

t > ■>[!! t « l *1!r tN*» >«( . > « . Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Lordelo do Douro Bronze e Granito Lugar de Memória Busto nternacionalizaçã o/Individualização Rememorativa Tratamento: Espaços implantação Eixo Urbano Bibliografia JOSE WÎORW0 M N t ó D mm ■ «TB q* »• * i.Nome: Criação: Esculta posé Vitorino Damásio 1998 Gustavo Bastos Inauguração: Localização: Rua de Diogo Botelho/Rua Aleixo Mota Freguês.

Lugares de Memória Nível 4 .

Nome: Gonçalo Sampaio Localização: Jardim Botânico Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lordelo do Douro Bronze e Granito Lugar de Memória Cabeça Tratamento: Nível 4 "in-de-siècle Assunto: Científico Instituições Culturais Espaços Implantação Nome: Aos Voadores Localização: Átrio da Estação de S. Bento Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Bronze Lugar de Memória Baixo Relevo Tratamento: Nível 4 "in-de-siècle Assunto: Histórico Edifício Público Espaços Implantação .

Nome: A o s Vencidos d o 3 1 d e Janeiro Localização: Rua 3 1 de Janeiro Freguesia Santo Ildefonso Materiais: Carácter: Lugar de Memória Tipologia: Baixo Relevo Tratamento: Ciclo: Internacionalização/Individualização Assunto: Histórico Espaços Implantação Eixo Urbano .

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 1 .

1 . acentuam o expressionismo da composição. Documentação Bibliografia Periódicos: Commercio d o Porto. policopiada. Biblioteca Pública de Gaia. Tese de Doutoramento. A cabeça coberta por um véu que se projecta para lá d o corpo. esq. conferindo grande dramatismo à composição O A m o r : Figura feminina colocada numa métopa em posição frontal. _ _ _ Programa: Observações: A d j u d i c a d o por concurso público a Marques da Silva. Expressão carregada d o rosto. acentuam a expressão terrífica.) Localização: Teatro de S. com as pernas flectidas e a cabeça saliente. com a cabeça voltada para trás. 1991 Elemento de Animação /arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 . as paixões humanas. levemente rodada. em contraposto. O d i o Friso representando.1 9 1 8 ) Freguesia Tipologia: Dimensão Sé Alto Relevo Média Materiais: C imento Fundição: Iniciativa: Sociedades Adjudica çãc Assunto: Encomenda Espectáculo I I Memória na Fachada Descritiva * 3 Estudos/Esboços M o d o de Implantação: Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Instituições Culturais Outras Implantações: Dôr. Commercio d o Porto. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. o A m o r e o O d i o Criação: Esculto 1914 Diogo de M a c e d o Inauguração: 1915 n Data I I Assinatura Arquitecto: José Marques da Silva Colaboração Sousa Caldas ( A Bondade: relevo sup.1 8 . A m o r . relativamente aos joelhos. Cardoso. olhando fixamente por cima d o ombro esquerdo. VNGaia. em 1 9 1 0 . com as pernas flectidas e a cabeça saliente. ornamentada com grinaldas d e flores e linhas coleantes d o cabelo. Maria Gabriela Gomes de . p . o olhar sedutor e o peito desnudado.1 1/1 1 / 1 9 1 9 . o teatro foi construído entre 1 9 1 2 . a boca aberta e as linhas bem vincadas d o semblante. Oliveira.Nome: A Dor. O Ó d i o : Figura feminina colocada numa métopa em prespectiva lateral. 1 . em relação aos joelhos. com as pernas flectidas e t o d o o dorso saliente. Orifícios profundos nos olhos e os dedos das mãos dobrados em forma d e garra exprimem os sentimentos ruins da personagem. levemente rodada. em contraposto.Diogo de Macedo. 3 / 1 1 / 1 9 1 9 . António. O rosto sorridente. João ( 1 9 1 0 . sendo vitoriado em 1 9 1 8 e inaugurado em 7 d e M a r ç o de 1 9 2 0 . Porto. de gosto art-nouveau. em alegoria. A Dor: Figura feminina colocada numa métopa em posição frontal. concebido como uma máscara d e tragédia com o desenho da boca e d o semblante bastante pronunciado. na primeira metade do Século XX. em substituição d o antigo teatro lírico d e Mazzoneschi.. p . Subsídos para uma Biografia Crítica. 1 9 7 4 . destruído por um incêndio em 1 9 0 8 .

6 9 . s/e. Relatório da análise dos materiais do grupo escultórico. exibem como atributos o caduceu e o elmo alado. Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 9 1 3 a 8 / 1 2 / 1 9 1 6 ) . e a espiga de trigo e o ancinho. ^ ____ Bibliografia IVIEIRA. cornucopias e abundante ornamentação vegetalista. Acta n° 4 8 . constituído por duas figuras alegóricas apoiadas lado a lado em posição reclinada. Rafael Laborde. 3 7 . a primeira. Projecto do arqt° municipal Correia da Silva. a segunda. Festões.1 7 . 1 8 / 8 / 1 9 1 6 . 1 . 6 8 . 1 987. p . Construído durante a presidência de Elísio de Melo Documentação __ Manuscritos: Comissão de Estética ( 2 1 / 5 / 1 9 1 3 a 8/1 2/1 91 6 ) . p. Porto Elemento de Animação Arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 . Acta n° 8 8 . A Estatuária do Porto. sobre o Brasão da cidade do Porto que marca o eixo vertical do conjunto. Mercúrio e Flora. e que é sobrepujado por uma concha. Vítor Manuel Lopes e FERREIRA. p. Jornal de Notícias. Programa: Comissão: Observações: Edifício do mercado construído entre 1 91 4 . As duas figuras. 2 9 / 6 / 1 9 1 5 .Nome: Criação: Comércio e Agricultura Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação Edifício Público Bento Cândido da Sva Outras Implantações: D Grupo escultórico colocado no topo da frontaria. acentuam o pendor decorativo da composição. 1 7/6/1 91 4 .

Alexandra Trevisan da Silveira. António. erguendo-se o tronco acima do nível da cornija. na estrutura. 27/1 1/1 9 2 8 . ff 51v.2 2 .ff 72. Tese de Doutoramento. na primeira metade do Século XX. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. Acta n° 2 4 . em que repousam os antebraços das figuras. intercalando-se com mezzanines Programa: Comissão: Observações: Documentação A H M P . A Arquitectura Artes Déco no Porto. o edifício de O Comércio do Porto apresenta oito estátuas de granito. até meia altura. Comissão de Estética (1 9 2 7 . Porto. Dissertação de Mestrado. Cardoso. dispostas no prolongamento dos pilares que terminam numa espécie de taças estilizadas com asas de volutas que suportam arranjos florais. Policopiada. Comissão de Estética (1 9 2 7 .Commercio do Porto 1/6/1930. cuja horizontal por elas é interrompida. Bibliografia Pacheco. 1996..Licença de Obras. Livro 5 2 9 ff 2 1 7 . 1991 Elemento de Animação Arquitectónica Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . e que assentam sobre peanhas que têm na frente um escudo que em baixo relevo exibe os atributos das províncias que cada uma das estátuas representa.Nome: Criação Esculto Comércio do Porto 1930 Henrique Moreira Inauguração: 1933 D Data D Assinatura Arquitecto: Rogério de Azevedo Colaboração: Localização: Avenida dos Aliados Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Escultura de Fachada Grande Materiais: Granito Fundição: Iniciativa: Particular Adjudicação Assunto: Sóciocultural y Memória Descritiva 8fi Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: na Fachada Edifício Público Outras Implantações: Enquanto obra de escultura. que se adossa. p. 1 9 3 1 . Faculdade de Letras. policopiada.3 2 . 7/1/1 929.1 931 ). ocultando-lhes os pés e embeben-do-lhes o corpo..1 9 3 1 ). Acta n° 4 4 .1. Porto.

2 0 / 4 / 1 9 3 4 . p. somente na década de quarenta seriam colocados no seu lugar os grupos de bronze. Obra de modelação e decoração artística: Joaquim Enes Baganha. p.2. Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: na Fachada Edifício Público Outras Implantações: Dois grupos escultóricos semelhantes. simetricamente dispostos nos flancos do torreão central do edifício. p. Documentação Manuscritos: A H M P . ambas as figuras femininas empunham ramos de flores e grinaldas. Comercio do Porto. Lançamento da 1 a pedra: 3 1 / 1 0 / 1 9 2 2 . livro n° 3 9 4 .1 Bibliografia Elemento de Animação Arquitectónica Fin-de-siècle Nível 1 .Nome: Criação: Es culto Banco de Portugal 1918 Inauguração: 1934 D Data José Fernandes de Sousa Caldas D Assinatura Arquitecto: José Teixeira Lopes e Ventura Terra Colaboração: Eng°. Livros de Licenças de Obras Particulares. da autoria também de Sousa Caldas. numa alusão à simbologia do trabalho Programa: Comissão: Observações: No Átrio: Frisos decorativos em bronze de Henrique Moreira. 2 1 / 2 / 1 9 3 2 . Comercio do Porto. Forte influência neoclássica nas vestes e no desenho dos rostos e das cabeças. Figuras do frontão. 2 1 / 5 / 1 9 3 3 . 1 . ff 3 8 4 a 384v Periódicos: Jornal de Notícias. Comercio do Porto. José Abecassis Localização: Praça da Liberdade Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Fundição: Iniciativa: Caixa Filial do Banco de Portugal Adjudicação Assunto: Alegórico Memória Descritiva Santo Ildefonso Grupo Escultórico Grande Br. p . 1 1 / 1 / 1 9 1 8 . Nas suas mãos. Apesar de modelados em 1 9 3 3 .2 . com que parecem querer coroar essas mesmas crianças. sendo cada um deles formado por uma figura feminina trajando uma longa túnica e uma junto aos seus pés duas crianças nuas sentadas sobre a cumeeira.

figura a chegada do peixe ao entreposto do pescado. junto aos vãos das janelas do primeiro piso. 4 / 1 / 1 9 3 5 . p. o puxar das redes.3. Arquitectura do Século XX. 2 0 / 1 / 1 9 3 5 .3. figura o transporte das redes. Ofício n° 2 6 5 da Direcção dos Serviços de Obras e Urbanização. Comercio do Porto. Manuscritos: Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6/1 2/1 941 ). 6/8/1937. de 1 8/11/1 9 3 9 Periódicos: Comercio do Porto. Catálogo da Exposição. 1 7/1 1/1 9 3 9 . as actividades da pesca. 2 3 / 1 1 / 1 9 3 4 . Documentação __ . em sequência narrativa. que reúne sob uma fachada de desenho expressionista uma construção de raiz e o aproveitamento de um edifício adquirido pela câmara que anteriormente havia sido objecto de uma projecto camarário de reconversão. Comercio do Porto. Na primeira série. 2 0 / 1 2/1 9 3 5 . 1 3/11/1 9 3 6 . no terceiro o transporte do peixe. Fidelidade ao tema e ausência de ornamentação traduzem o realismo da composição.Nome: Criação Bolsa do Pescado Espaços Implantação: Edifício Público Inscrições/Lápides Descrição Friso colocado. Comercio do Porto. no primeiro quadro. representando. Bibliografia Portugal. ff 2 4 . em duas séries de três quadros cada. DAM/Prestel. no primeiro quadro. . Comercio do Porto. 1 9 9 8 Elemento de Animação Arquitectónica Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . no segundo a compra e no terceiro a sua saída para venda ambulante. Comercio do Porto.2 5 . sob uma pequena pala protectora. FranWurt-Lisboa. Programa: Comissão: Observações: Edifício notável do modernismo portuense. no segundo. p. Na segunda série.

Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 31 -1 2-1 9 5 0 ) . sendo esta reposta na camponesa. ff 1 8-1 9. Parecer do Ministério da Educação Nacional de 1 5/1 2 / 4 4 . N o plano inferior. uma figura sentada concebida de forma idealizada.Pr. Os Antepassados de Alguns Cinemas do Porto. em alusão ao trabalho. _ _ _ _ Elemento de Animação Arquitectónica Compromisso/Contestação Nível 1 . após 25 de Abril de 1 9 7 4 .. junto a uma árvore da vida e à frente de uma seara. uma camponesa segura com o antebraço um molho de trigo e com a mão direita ergue uma foice. Auto de vistoria de 2 7 / 9 / 4 8 Bibliografia Costa. com figuras femininas e masculinas distribuídas em três alturas. Do lado esquerdo.Alvará de construção. plasticamente integrados pela combinação de classicismo e modernidade. junto a uma construção. representando figuras reais e alegóricas sobre um fundo aqui e além pontuado por estrelas que remetem para o universo do cinema. exibe um livro. Alvará de licença n° 1 53 de 1 7 / 8 / 4 8 . um operário. Ainda neste plano. apresentado por cópia do Governo Civil de 1 8/1 2 / 4 4 . enquanto a mão direita. XIII. num universo etéreo e intemporal. figuram os únicos personagens vestidos e calçados de forma realista. Ofício do Presidente da Câmara ao Ministro do Interior. Nos planos superiores entidades imaginárias de concepção clássica parecem pairar metaforicamente. vol. No centro.Registo n° 1 7 2 6 1 de 3 0 / 9 / 4 4 . característica do neorrealismo. Aditamento de 30/1 2 / 4 4 . constituindo o suporte simbólico de toda a composição. ANBA. de 6 / 3 / 4 8 e de 1 5 / 7 / 4 8 . No exterior. 1995. 1 975. Alexandre Alves. para dar cumprimento ao parecer da Comissão de Estética. em 1 9 4 7 . IPC. antes de ser mutilada. Programa: Modo de Implantação: na Fachada Instituições Culturais Outras Implantações: Encomenda Baixo Relevo J Mutilado por ordem da PIDE. Maria Clementina Quaresma. Requerimento de 2 7 / 1 / 4 5 . Dr Alberto Pinh° Torres 2 3 / 2 / 1 9 4 5 . carrega aos ombros uma grossa corrente de ferro que a mão esquerda sustém. foram retirados ao operário o martelo e à camponesa a foice. por vontade do proprietário. Lisboa. Licença n° 1 48 de 2 1 / 4 / 4 5 . empunhava um martelo. Observações: Documentação Termo de Responsabilidade de 27/9/44.Nome: Criação Cinema Batalha Localização: Praça da Batalha Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Terracota Fundição: Iniciativa: Adjudicação Assunto I—I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Painel colocado sem qualquer tipo de remate sobre o plano liso da parede lateral do edifício. Aditamento de 2 6 / 5 / 4 7 . Inventário Artístico de Portugal. em alusão à criação artística.

1 965. Palestra na Sociedade de Martins Sarmento.Nome: Criação: Figura Decorativa Inauguração: 1947 D Data Escultor: António de Azevedo Arquitecto: Colaboração Localização: Café Aviz Freguesia Tipologia: Dimensão '/itória Estátua Média I ! Assinatura I I Materiais: E ronze Fundição: Iniciativa: P articular Adjudica çãc Assunto: Encomenda Figura Humana i ] Memória Descritiva D Estudos/Esboços Modo de Implantação: de Fundo Outras Implantações: Espaços Implantação: Café Inscrições/Lápides Descrição 1 Nu feminino representado em posição ajoelhada a pequena altura do chão. Elemento de Animação Arquitectónica Resgate Nível 1 . Porto. 25/6/65. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Saavedra. Araújo e Sobrinho. Alberto. O Escultor António de Azevedo. de modelação clássica e expressão de passiva e dócil sensualidade.

As vestes também de recorte clássico moldam-se ao corpo. Lisboa.Álvaro de Brée. alia-se a uma certa rispidez que o comprimento e o anguloso recorte dos dedos e do nariz confirmam. I Volume. Janeiro de 1973. Documentação Bibliografia Existem três esboços em gesso que figuraram na Exposição Retrospectiva de 7 3 . ondulando-se em pregas verticais duramente talhadas que contrastam com a robustez cilíndrica da perna direita ligeiramente avançada. excepto na metade esquerda do corpo da cinta para baixo.Assunto: Estudos/Esboços Modo de Implantação Outras Implantações: Instituto Superior Técnico Lisboa Espaços Implantação: Instituições Culturais Inscrições/Lápides Descrição Estátua pedestre representando uma figura (eminina que exibe na mão direita uma miniatura de um edifício neoclássico muito depurado e na esquerda os instrumentos do arquitecto: a régua e o compasso. Exposição Retrospectiva da Obra do Autor. Livro de Ouro. Quinze Anos de Obras Públicas. coadjuvados por um olhar fixo e inexpressivo Programa: Comissão: Observações: Encomendada para figurar na Exposição Quinze Anos de Obras Públicas do Congresso Nacional de Engenharia e Arquitectura de 1 9 4 8 . no Palácio Foz Comissão Executiva da Exposição de Obras Públicas.. Elemento de Animação Arquitectónica Resgate Nível 1 . 1947. Palácio Foz. Sobriedade formal.

. Lisboa.Nome: Criação: Escultor A Lógica e o Silogismo 1952 Inauguração: Fernando da Silva Fernandes Arquitecto Colaboração: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Tipologia: Dimensão Bonfir Escultu Pequena Materiais: Cimento Fundição: Iniciativa: Escola de Belas Artes Adjudicação Assunto: Alegórico Modo de Implantação: instituições Culturais Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Escultura híbrida que conjuga elementos figurativos e abstractos. Gonçalves. Os traços fisionómicos são esquematicamente assinalados. Publicações Alfa. Arte Portuguesa dos Anos Cinquenta. num gesto de lúdica vitalidade e movimentação. sinuosamente riscadas sobre a superfície do cimento. explorando vazios. Catálogo da Exposição ESBAP/FBAP. a concavidade dos olhos e as linhas do cabelo. Elemento de Animação Arquitectónica Renovação Nível 1 . ICLP. 1992. Lisboa. Documentação Bibliografia Ficha de Inventário do Museu da Faculdade de Belas Artes do Porto. 1986. Catálogo da Exposição. Paulo de 1 9 5 3 . sobressaindo o profundo e longo sulco da boca entreaberta.. Vol. Sob uma base de contornos informalistas.1940-1980. que articula formas côncavas e convexas. Pintura e Escultura em Portugal . Figurou na II Bienal de S. 1 993. 1 3. Biblioteca Municipal de Beja. recortes e perfurações. irrompe uma figura feminina estilizada de braços erguidos e mãos abertas. 1 991 . Rui Mário. Porto 1 995 . Programa: Comissão: Observações: Existe uma cópia fundida em bronze da mesma obra implantada num outro lugar do mesmo jardim. A Arte em Portugal no Século XX. SNBA.

de feição moderna. Sobre os pés da personagem. figura uma massa de volumes arquitectónicos em representação da urbe portuense. vol. A N B A .Figura masculina vista de três quartos. duas linhas ornamentais cruzam-se junto aos pés da figura.A Juzante:"Génio Acolhedor da cidade do Porto" . Em segundo plano. colocada sobre a figura de um Barco Rebelo navegando sobre as ondulações revoltas do Rio Douro. Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. Por trás da figura. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Esboceto em chumbo da figura feminina. simbolizando o cavalo que a encima. erguendo-se sobre três linhas onduladas que representam as águas revoltas do rio e segurando nas mãos duas linhas mais finas que envolvem a figura.Figura masculina colocada em posição frontal. 1 9 9 5 . assim como outros. No plano inferior. C M P . Exploração do interior dos volumes sugere ncorporação de modelos construtivistas. A Montante: "Génio do Rio Douro" . Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. Caldas da Rainha Inauguração da Ponte da Arrábida. com os braços e as pernas afastados. onde sobressai o morro da cividade e alguns dos seus edifícios históricos. p.A Juzante:"0 Homem dominado as águas do Rio Douro" . Gustavo Bastos . Porto.Figura masculina representada com o tronco e a cabeça em posição frontal e as pernas de perfil de braços abertos. confere movimento e tensão ao conjunto. no espólio do escultor Barata Feyo. Dezembro de 1 9 6 4 . Inventário Artístico de Portugal. olha na direcção de quem chega do Sul. cruzando-se e entrelaçando-se com as que representam o rio. Gabinete de História da Cidade. Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. personificando o atravessamento do rio. Maria Clementina Quaresma. com os braços e as pernas afastados.Figura feminina vista de frente. um feixe de linhas dispostas em diagonal e de uma outra. vista em maqueta. uma só linha ondulada em representação do Rio Douro. XIII. o progresso milenário do transporte. 1 9 6 3 . ziguezageando junto aos pés. Exploração do interior dos volumes sugere incorporação de modelos construtivistas. 3 Elemento de Animação Arquitectónica Compromisso/Contestação Nível 1 . mais espessa. A Montante: " A ponte como meio fácil de transpor o Rio Douro" . 7 9 .Nome: Criação: Escultor Ponte da Arrábida Inauguração: Barata Feyo e Gustavo Bastos 1963 D Data lv! Assinatura Arquitecto: Januário Godinho Colaboração Localização: Ponte da Arrábida Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Escultura de Fachada Grande Materiais: Bronze Fundição: Iniciativa: Estado Adjudicação Assunto: Alegórico Modo de Implantação: Lateral Outras Implantações: Memória Descritiva B^l Estudos/Esboços Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lá pides Descrição Barata Feyo .

2 4 1 . Prémio Soctip. Nuno e Mendes. Arquitectura do Século XX. formada por quatro barras de bronze completamente lisas e de patine quase negra. CCB. Manuel. Fundação Calouste Gulbenkian. que colmatam a origem de dois dos quatro ângulos rectos formados pelo pilar. p. 1990. ..Portas. Architecture 1965-1990. Editions du Moniteur. Paris. ficando os outros dois desguarnecidos. Porto. 96-97. José Rodrigues. duas guarnições salientes de aço inoxidável. Lisboa. 1998. Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 . em síntese de monumentalidade e minimalismo. Portugal. Programa: Observações: Documentação Bibliografia D D J Viana de Lima.Nome: Criação: Escultor Obelisco 1964 ose Rodi Kodrigues Viana de Lima Inauguração: 1970 D Data D Assinatura Arquitecto Colaboração: Localização: Faculdade de Economia Freguesia Tipologia: Dimensão Paranho Escultura Abstracta Monumental Materiais: Aço Inox e Bronze Fundição: Iniciativa: Estado Adjudicação Assunto: :ncomenda Sem Te Memória Descritiva Modo de Implantação: Central Instituições Culturais Outras Implantações: 80 Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Jescriçao Coluna metálica de perfil em x. Portugal. Elemento marcante. W . A A . à qual se ligam. p. em toda a extensão vertical. 1992. Ausência total de ornamentação ou de intenção narrativa.

Sílvia. mas que foi deslocada para a actual localização. João Cutileiro. A outra. em virtude dos automobilistas se distraírem ao verem as sensuais meninas Documentação Bibliografia Chico. Manuel. como se sentisse frio. de pé. Portas. mamilos e olhos. 1992. Cabeleira. Nuno e Mendes. de bruços. Editions du Moniteur. 110-111. com duas estátuas de mármore rosa. INCM. conferindo à cena um ambiente onírico de pendor surrealizante. Lisboa. Programa: Comissão: Observações: Obra inicialmente implantada no extremo nascente do espaço ajardinado. Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 . com a água pelos joelhos. p. por causa dos acidentes de trânsito que antes teria causado. Architecture 1965-1 990.. Uma. Portugal. descansa a cabeça sobre uma das mãos como se não se apercebesse da presença da água e dobra para trás a perna direita. aperta os braços contra o peito. representando duas meninas nuas a banhar-se.Nome: Criação: Meninas Inauguração: 1983 Li Data Escultor: João Cutileiro Arquitecto Colaboração: Pulido Valente D Assinatura Localização: Edifício UAP ( A X A SEGUROS). em jeito de brincadeira. R do Campo Alegre Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Grupo Escultórico Média Materiais: Mármore Fundição: Iniciativa: Particular Adjudicação Assunto: Encomenda Figura Humana Modo de Implantação: Lateral Outras Implantações: Memória Descritiva I—I Estudos/Esboços Espaços Implantação: Edifício Público Inscrições/Lápides Descrição Lago de forma circular. toscamente esculpidos em mármore azulado. púbis. 1982. com o corpo quase totalmente dentro de água. reforçado pela descontextualização implícita do próprio tema. contrastam com a sensualidade da representação do corpo. Paris.

os referidos pilares possuem. De secção quadrangular. do centro para as extremidades Programa: Comis Observações: Documentação Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. * ' ■ ■ • • ■ D Memória Modo de Implantação: Lateral Descritiva I Estudos/Esboços . Mercado Ferreira Borges. simetricamente. ■■•mm'*»:*n Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Outras Implantações: Cinco pilares monolíticos talhados em mármore branco de Vila Viçosa e dispostos em hemiciclo junto a uma pedra tumular também de mármore que apresenta uma cruz esculpida em baixo relevo. . que vão aumentando.Nome: Criação: Sem Título W . cada qual. a 3 Nov. como única ornamentação uma abertura rasgada na extremidade superior. 1985 Elemento de Animação Arquitectónica Internacionalização/Individualização Nível 1 . 1985 Inauguração: 1985 D Data Escultor: José Pedro Croît Arquitecto: Colaboração Localização: SEC Freguesia Tipologia: Dimensão Massarelos Escultura Média D Assinatura Materiais: Má Fundição: Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Adjudicação Assunto: Simpósio de escultura Sem Te . . na face superior. 1 8 Out. formando cavidades de tamanho e inclinação diferentes.

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 2 .

Cardoso.3 7 4 .. Porto. 1 9 9 1 . António. Tese de Doutoramento. Lisboa. pp.. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. na primeira metade do Século XX.] Relatório. policopiada.Nome: Criação: Escultor: Café Astronauta nauguraçao: Lino António Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização Freguesia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Br. 1 9 2 5 . 3 6 1 . Rua de Passos Manuel Bonfim Assunto: Ornamentação Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: A Nacional 1920 Inauguração: 1924 José Fernandes de Sousa Caldas José Marques da Silva Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Localização: Edifício A Nacional Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Político Fin-de-siècle Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: A Nacional [.

Nome: Criação: Escultor:

Armazéns Nascimento Inauguração: José Fernandes de Sousa Caldas José Marques da Silva 1927

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Cimento

Localização: R de Sta Catarina/R de Passos Manuel Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Fin-de-siècle Intenção: Decorativa Assunto: >ocioeconomico

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Cardoso, António. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal, na primeira metade do Século XX, Tese de Doutoramento, policopiada, Porto, 1991

Nome: Criação: Escultor:

Platibanda do Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito Inauguração: 1942

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Cimento

Localização: Praça de D. João I Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira , José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto,- Maria Clementina Quaresma, Inventário Artístico de Portugal vol. XIII, A N B A , 1995;

Nome: Criação: Escultor:

| Plateia Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito nauguraçao: 1942

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Gesso Patinado

Localização: Praça D. João Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira, José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto.

Nome: Criação: Escultor:

Átrio do Rivoli 1942 Henrique Moreira Júlio de Brito Inauguração: 1942

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica íaixo Relê Kelevo Gesso Patinado

Localização: Praça D. João I Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Espectáculo

Proto-modemismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Bandeira, José Gomes, Rivoli Teatro Municipal (1 91 31 9 9 8 ) , Afrontamento, C M P , s/d, Porto.

Nome: Criação:

O Pescador

Ciclo: Tratamento Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

S. Cristóvão 1949 Arlindo Rocha Inauguração:

1949

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Cimento

Localização: Rua de Faria Guimarães, 8 8 4 Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Religioso

Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa

Tratamento: Bibliografia:

Rocha, Arlindo, Esculturas de Arlindo, Cadernos das Nove Musas, Porto, 1 9 5 0

Nome: Criação: Escultor:

Habitação José Braga 1949 Júlio Pomar Celestino de Castro Inauguração: 1951

Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais:

Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Alu

Localização: Rua de Santos Pousada, 1 2 4 1 , alçado poente Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto Figura Humana

Compromisso/Contestação Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Arquitectura, Revista de Arte e Construção, 2 a série, n° 5 4 , 1 9 5 5 ; A A . V V . , Catálogo da Exposição Portugal, Arquitectura do Século XX, CCB, 1 9 9 8 , Tostões, Ana, Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 5 0 , 2 a Edição, FAUP, Porto, 1 9 9 7 .

Nome: Criação: Escultor:

Repouso nauguraçao: Gustavo Bastos 1953

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: |Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Cimento

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo Bonfir Assunto: Figura Humana

Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa

Tratamento Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Composição Lírica

1954
António Lagoa Henriques

Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Cimento Pintado

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Figura Humana

Renovação Intenção: Decorativa

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

Catálogo da Exposição ESBAP/FBAP, Porto 1 9 9 5

Nome:

Palácio do Comércio 1947 Henrique Moreira David Moreira da Silva Inauguração:

Criação:
Escultor: Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais:

1955

Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Br<

Localização: Rua de Sá da Bandeira Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: >ocioeconomico

Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica

Tratamento: Nível 2 Bibliografia:

da Praça da Liberdade ao Largo da Trindade". 1 9 1 5 .Nome: Criação: Escultor: Cariatides (lado direito) Inauguração: Henrique Moreira Ce i da Silv 1957 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Granito Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Cia Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Parker."Memórias sobre a projectada avenida . Barry . José Lima de Sousa. Monografia dos Paços do Concelho da Cidade do Porto. Porto Nome: Criação: Escultor: Atlante Inauguração: Henrique Moreira Ce da Silv 1957 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Granito Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Classic Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . Pinto. C M P . 1 9 9 0 . C M P .

1 9 9 0 . XIII."Memórias sobre a projectada avenida . C M P . C M P . 1 9 9 5 . Pinto. José Lima de Sousa. vol. 1 9 1 5 . Inventário Artístico de Portugal. A N B A .Nome: Criação: Escultor: Cariatides (lado esquerdo) Inauguração: José Fernandes de Sousa Caldas i da Silv Cooperativa dos Pedreiros Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Bronze e Granito 1957 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Paços do Concelho: Fachada Sul Freguesia Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Cia Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Parker. . Porto Nome: Criação: Esculto A Justiça 0 Leopoldo de Almeida (Rodrigues Lima Inauguração: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Alegórica Bronze Localização: Palácio da Justiça Freguesia : Ciclo: Miiragaia Assunto: Alego egorico Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma.da Praça da Liberdade ao Largo da Trindade". Barry . Monografia dos Paços do Concelho da Cidade do Porto.

A N B A . XIII.- Nome: Criação: Escultor: Justiça e Juízes nauguraçao: Euclides Vaz Rodrigues Lima 1961 #V>. Inventário Artístico de Portugal. ■ol. 1995.> Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Cív Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma. 1 9 9 5 .Nome: Criação: Esculto As F ontes do Direito 1960 Salvador Barata F eyo Rodrigues Lima nauguraçao: 1961 Arquitecto: Colaboração: Carácter Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de F achada Granito Localização: Palácio da Justiça Freguesia: Ciclo: Miragaia Assunto: Alegórico Compromisso/Contestação Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia Maria Clementina Quaresma. XIII.*. . A N B A . Inventário Artístico de Portugal. vol.

1 9 9 0 . Pedro 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Edifício S. Prémio Soctip. Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX. 1 9 9 8 . Porto. Pedro. Nome: Criação: Escultor: Edifício S. Porto.Nome: Criação: Escultor: O Guardador do Sol 1963 José Rodrigues Inauguração: 1963 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Alego egorico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Alegórica Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da XII Exposição Magna da ESBAP. zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . José Rodrigues. 1 9 6 3 .

Paulo.Nome: Criação: Escultor: Edifício S. Localização: Edifício S. João 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1966 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Bronze Localização: Edifício S. Paulo 1966 João Charters de Almeida Inauguração: 1967 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Br. João. zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo Ramalde Assunto: Religioso Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: |Edifício S. zona Residencial da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Renovação Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: .

1 9 9 0 .Nome: Criação: Escultor: A. Prémio Soctip. Porto. . Localização: Jardim do Hospital de Magalhães Lemos Freguesia: Ciclo: Aldo Assunto: Alego legonco Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Academia Feminina inauguração: José Rodrigues 1972 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Pedestre sronze e Cerâmica Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfir Assunto: Figura Humana Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX.D. 1 9 9 8 . José Rodrigues. Porto.N nauguraçao: José Rodrigues 1970 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Br.

Nome: Criação: Escultor: Torso nauguraçao: Viária Irene Marques da Silva 1972 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia : Materiais: Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfirr Assunto: Figura Humana Elemento de Animação Arquitectónica Renovação Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Bloco fendido nauguraçao: Sião Atribuído Viana de Lima 1975 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Granito Localização: Faculdade de Economia Freguesia: Ciclo: Paranho Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Nome: Criação: Escultor: Abrigo dos Pequeninos Inauguração: Não Atribuído 1980 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Betão e Ferro Localização: Jardim Escola da Sé Freguesia: Ciclo: Sé Assunto: jociocultural Internacionalização/Individualização Intenção: Lúdica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Mulher a correr Inauguração: Jaime Azinheira 1983 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Gesso Patinado Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: igura Humana Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nív Bibliografia: .

1 8 Out. a 3 Nov. 3 e 4 1982 Lídia Vieira Pulido Valente Inauguração: 1983 Arquitecto Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Mosaic Sei> Localização: Edifício U A P ( A X A SEGUROS). a 3 Nov. 2 . R do Campo Alegre Freguesia: Ciclo: Ma ele Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.Nome: Criação: Escultor: Mural 1 . 1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges. 1 8 Out. Mercado Ferreira Borges. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Ne Cardo Inauguração: Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização: CCRN Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

18 Out. Mercado Ferreira Borges.Nome: Criação: Escultor: Escultura 1981 João Charters de Almeida Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Aço Inox Localização: Edifício UAP ( A X A SEGUROS) Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: -nação: Escultor: Pirâmide 1985 Inauguração: 1985 António de Campos Rosado Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Ardósia Localização: SEC Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: Sem Tema Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 1 9 8 5 . a 3 Nov.

18 Out. Mercado Ferreira Borges. 1 8 Out.Nome: Criação: Escultor: Sem Título Inauguração: António de Campos Rosado 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização SEC Freguesia: Ciclo: Massarelos Assunto: Sem Tema Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. 1 9 8 5 . a 3 Nov. Mercado Ferreira Borges. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Vítor Ribeiro Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Mármore Localização: CCRN Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nív Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Pedro Ramos Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Ardo Localização: SEC Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Mercado Ferreira Borges. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Universo Inauguração: Irene Vilar 1987 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Br< Localização: Jardim da Companhia das Aguas Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Alegórico I nternacionalização/l ndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Padrão. Irene Vilar. Asa. Porto. 1 8 Out. 1 9 9 1 . Maria da Glória. a 3 Nov.

Nome: Criação: Escultor: Escultura Edifício PT inauguração: José Rodrigues Bento Lousan Escultor José Grade (segundo arqt° Sérgio Secca ) Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Aço 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Edifício da Telecom Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Tecnológico nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Relevo Edifício PT nauguraçao: José Rodrigues Bento Lousan 1989 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Aço Inox e Bronze Localização: Edifício da Telecom Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Tecnológico Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Tratamento Bibliografia . Prémio Soctip. Porto. 1 9 9 0 .Nome: Criação: Escultor: Anjo 1990 José Rodrigues nauguraçao: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Alegórica Bronze Localização: Mercado Abastecedor Freguesia: Ciclo Campanhã Assunto: nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: José Rodrigues.

Localização: Mercado Abastecedor Freguesia: Ciclo: Campanhã Assunto: Só ocioeconomico Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .Nome: Criação: Escultor: V I Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique Inauguração: Fernando Conduto 1994 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardins da Fundação Eng° António de Almeida Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Histórico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Intenção: Rememorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Camponeses 1994 Gustavo Bastos Inauguração: 1994 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Grupo Escultórico Br.

Nome: Criação: Escultor: Forno Crematório Inauguração: Armando Alves 1995 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta Chapa de Ferro Pintado Localização: Cemitério do Prado Repouso Freguesia: Ciclo: Bonfin Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Alegórica Tratamento: Nív Bibliografia: Nome: Criação: Escultor: Bombeiros Voluntários Portunenses 1994 José Rodrigues Inauguração: 1995 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Animação Arquitectónica Escultu Ferro Localização: Edifício dos BVPortuenses Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Só locioeconomico Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

nação: Escultor: Agricultura e Comércio nauguraçao: Arlindo Rocha (atrib) Praça dos Poveiros nfin Pedra de Ançã Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Renovação Decorativa Edifício Público Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia ..Nome: Criação: Escultc Comércio e Indústria nauguraçao: Não Atribuído Localização: Rua do Carvalhido Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhos Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Compromisso/Contestação Alegórica Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: .

Elementos de Animação Arquitectónica Nível 3 .

Nome: Criação: Escultor: BCG Henrique Moreira (atrib) Localização: Rua da Constituição Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção Paranhos Má Elemento de Animação Arquitectónica Relê Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia .

Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Nome: Criação Café Guarany Bibliografia .

6 0 Freguesii Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de F achada Renovação Decorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Cine Teatro Vale F ormoso Inauguração: Américo Braga (atrib) Rua de S. Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: ■■!. :: . Dinis Paranhos ■s7 :. :v: : ■ Terracota Elemento de Animação Arquitectónica aixo Re Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia .W1 ' : .Nome: Criação: Escultor: Escultura Arlindo Rocha (atrib) Localização: Rua de Ceuta.

Porto. na primeira metade do Século XX. Sé Terracota Elemento de Animação Arquitectónica A l t o Relevo Fin-de-siècle Decorativa Tratamento Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Oliveira.Diogo de Macedo. O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal. 1 9 7 4 . António.Nome: Criação: Escultor: Máscaras. Livraria Telos Editora. Tese de DoMfroramgnro ooli. Fachada lateral Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciei. Maria Gabriela Gomes de . Alexandrino. Santa Catarina História de uma Rua. João. VNGaia. Festões e Frutos 1914 nauguraçao: Joaquim Gonçalves da Silva Localização: Teatro de S.-opiaria Porto—1 9 Q 1 Nome: Criação: Escultor: Café Majestic nauguraçao: Não Atribuído Rua de St" Catarina Santo Ildefonso Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada 1921 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Fin-de-siècle Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Café Bibliografia Brochado. Subsídos para uma Biografia Crítica. Biblioteca Pública de Gaia. Cardoso. 1 9 9 6 .

nação: Escultor: Capela de N a Sra de Fátima Inauguração: Henrique Moreira (atrib) Localização: Rua de N" Sra de Fátima Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Cedofeita Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Relê Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia França.Nome: Cri. José-Augusto. 1 9 9 1 . Lisboa. Nome: Criação: Escultor: Café Imperial Inauguração: Henrique Moreira 1936 Localização: Praça da Liberdade Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: 3 Santo Ildefonso Bronze Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada roto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Café Bibliografia . Bertrand. A Arte em Portugal no Século XX.

Nome: Criação: Escultor: Frigorífico do Bacalhau 1939 Henrique Moreira Alameda de Massarelos Ma Granito Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo nauguraçao: 1940 Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Edifício Rialto nauguraçao: Henrique Moreira (atrib) 1947 Localização: Praça de D. João I Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Saixo Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia .

FBAP. Pr da Galiza Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Massarelos Granito Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Edifício Público Eduardo lavares (1 91 8-1 991 ). Porto. 1 9 9 5 .Nome: Criação: Esculto Hotel Infante de Sagres nauguraçao: Henrique Moreira (atrib) 1950 Localização: Praça de Filipa de Lencastre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Santo Ildefonso Pedra de Ançã Elemento de Animação Arquitectónica R. aixo. Kelevo Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Pátria e Estudo nauguraçao: Eduardo Tavares 1952 Localização: Escola Secundária de Gomes Teixeira.

Nome: Criação: Escultor: Figura Reclinada nauguraçao: António Lagoa Henriques 1956 Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: nfin Calca ric Elemento de Animação Arquitectónica Estátu Renovação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia . XIII. 1 9 9 5 . A N B A . vol. Inventário Artístico de Portugal.Nome: Criação: Escultor: Escola Soares dos Reis nauguraçao: José Fernandes de Sousa Caldas 1955 Localização: Rua de Firmeza Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção Granito Elemento de Animação Arquitectónica aixo Re Resgate Decorativa Tratamento: Nível 3 Espaços Implantação Instituições Cultural Bibliografia Maria Clementina Quaresma.

Nome: Criação: Escultor: Doutrina 1960 Salvador Barata Feyo Inauguração: 1961 Localização: Jardim da Fac. 1 9 9 8 . Escultura e Desenho. 1 9 6 3 . Urbanologia. ESBAP. Catálogo da Exposição A Figura Humana na Escultura Portuguesa do Século XX. de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfim Granito Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Edifício Público Bibliografia Nome: Criação: Esculto Modelo 1962 Eduardo Tavares Inauguração: 1962 Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Pedestre nfir Compromisso/Contestação Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Culturais Bibliografia Boletim das Provas dos Concursos para Professores de Arquitectura. Porto. 1 9 6 2 / 6 3 .

Nome: Criação Estádio Universitário Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Nome: Criação Progresso em Competição .

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Culturais

Bibliografia

Espaços Implantação

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Sem Título 1985 _fdia Vieira Inauguração: 1985

Localização: SEC Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Intenção: Massarelos Mármore e Mosaico Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta

nternacionalizaçã o/Individualização Decorativa Tratamento: Nível 3

Espaços Implantação

Jardim Públio

Bibliografia

Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra, Mercado Ferreira Borges, 18 Out. a 3 Nov. 1 9 8 5

Nome: Criação: Escultor:

Pela Habitação

J. Costa

Localização: Rua da Constituição Freguês i( Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranho Bronze e Granito Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Alegórica

Internacionalização/Individualização Alegórica Eixo Urbano

Intenção:

Espaços Implantação

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

S. João de Deus, S. Dâmaso; S. João de Brito; St° António; St

1992

nauguraçao:

Laureano Guedes (Riba Tua)

Localização: Igreja de St° António das Antas Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Estátua Bonfim

Internacionalização/Individualização Religiosa Tratamento: Nível 3

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Religiosas

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Gaivota

1994
Gustavo Bastos

Inauguração:

Localização: Fundação Cupertino de Miranda Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Nevogilde

Internacionalização/Individualização Decorativa

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Culturais

Bibliografia

Nome: Criação: Escultor:

Escultura nauguraçao: Jorge Ulisses

Localização: Jardim da Faculdade de Belas Artes do Porto Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Bonfin Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Abstracta

Internacionalização/Individualização Decorativa Tratamento:

Intenção:

Espaços Implantação

Instituições Cultura

Bibliografia

Catálogo da Exposição ESBAP/FBAUP, Porto 1 9 9 5

Nome:

Hera

Elementos de Animação Arquitectónica
Nível 4

Nome: Ed.il — W II III ' I ' I I ■ ■ ■ ' ■' Nome: Relevo Abstracto Localização: Rua do Lidador Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Animação Arquitectónica Escultura Tratamento: Nível 4 Ramalde enovaçao Sem Te Habitação Assunto: Espaços Implantação . Cidadela Localização: Rua de Augusto Luso Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Mármore Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Tratamento: Nível 4 Proto-modernismo/Neo-academismo Assunto: Ornamentação Bloco Habitacional Espaços Implantação — ' ■llllllllli.

c:-i■'■":"■'■:''%■ Localização: Rua da Constituição Freguesia nfin Materiais: Faia nça ::..Nome: Relevo Localização Praça d e G o a Freguesia Nevogilde Materiais Terracota Carácter: Elemento de Animação Arquitectónica Tipologia M é d i o relevo Tratamento: Ciclo: Compromisso/Contestação Assunto: nfân Espaços Implantação Habitação Nome: Virgem e M e n i n * ''.. -. . : :.V' ./ V\. ■ " ' ■ ' Carácter: Elemento d e Animação Arquitectónica Tipologia: Relevo Cerâmico Tratamento: Nível 4 Ciclo: Renovação Assunto: Religioso Espaços Implantação Bloco Habitaciona . ■ ..' ...'V: ...

Nome: Virgem e Menino Localização: Praça do Marquês de Pombal Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo lldefo Terracota Elemento de Animação Arquitectónica Escultura de Fachada Tratamento: Renovação Assunto: Religioso Bloco Habitacional Espaços Implantação Nome: Montra Localização: Praça de D. Filipa de Lencastre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Vitória Faiança Elemento de Animação Arquitectónica Relevo Cerâmico Tratamento: Nível 4 Renovação Assunto: Mitológico Loja Espaços Implantação .

Nome: Moradias Geminadas Localização: Rua de Carlos Malheiro Dias Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Relê Sarxo Kelevo Tratamento: Renovação Assunto Ornamentação Habitação Espaços Implantação Nome: Habitação Localização: Rua de 9 de Julho (ao Carvalhido) Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Paranhos Cimento Elemento de Animação Arquitectónica Baixo Relevo Tratamento: Compromisso/Contestação Assunto: Famílií Habitação Espaços Implantação .

Nome: Moradia Localização: Rua do Lidador Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Faiança Elemento de Animação Arquitectónica Relevo Cerâmico Tratamento: Renovação Assunto Figura Humana Habitação Espaços Implantação Nome: Trabalho-Reforma a Localização: Rua N" Sr de Fátima Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Cedofeita Granito Elemento de Animação Arquitectónica Estátu Tratamento: Assunto: Só ocioeconomico Bloco Habitacional Espaços Implantação .

Nome: Relevo Localização: Rua d e Fernandes Tomás Freguesia Santo lldefo Materiais: Cimento Carácter: Elemento d e Animação Arquitectónica Tipologia: Baixo Relevo Tratamento: Ciclo: Renovação Assunto: Figura Humana Espaços Implantação Bloco Habitaciona Nome: Escultura Localização: Rua da Constituição Freguesia nfirt Materiais: Cimento Carácter: Elemento de Animação Arquitectónica Tipologia: Escultura de Fachada Tratamento: Ciclo: Renovação Assunto: Mitológico Espaços Implantação Bloco Habitaciona .

Elementos de Qualificação Urbana Nível 1 .

xe. Ajardinamento da Praça de St° Ovídio proposto por Tito F ontes em 1908 e inaugurado em 1914. 13-4-1898. em 1911. 3a Medalha na Exposição Universal de Paris de 1900. transportando no dorso. Redução em 3esso da estátua o Rapto de Ganimedes.Considerada de certo interesse no sa ao da SNBA de 1902 (n° 1 43 do cat. Encontra-se o grupo assente sobre um pedestal formado pela secção inferior de uma coluna jónica. Programa: Comissão: Observações: benção Honrosa no Salon de 1 898. Paris. Lançamento da 1 a Pedra do Monumento à República do escultor Te. enquanto no seu rosto se estampa uma expressão de espanto e de medo. . Elemento de Qualificação Urbana Fin-de-siècle Nível 1 .100 Bibliografia |Guimarães. 1949. — ■ Documentação Manuscritos: Carta de Denis Puech. um jovem nu.Nome: Criação: Escultor Rapto de Ganimedes Estudos/Esboços Modo de Implantação Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Grupo escultórico formado por uma á3uia a pairar de asas abertas sobre as nuvens. 8/10/1906. Maranus Porto. Notas de Arte por Diogo de Macedo.).. Periódicos:Diabo Júnior. . Na mão direita o jovem seSura uma pequena ânfora de vinho. 17/3/1902. Janeiro de 1942. na FBAP. amparando-o com a cabeça. Jornal de Notícias.ra Lopes. p. O Escultor António F ernandes de Sá. Ocidente. Bertino Daciano. Primeiro de Janeiro 7 de Outubro de 1916. ■ .

Estatuária Portuguesa dos Anos 30. 9. 3/1 2/29. p. Enquadramento harmonioso no eixo urbano da Avenida do Aliados __ Programa: Não se conhece programa do concurso Comissão: Observações: D Documentação Manuscritos: Actas da Comissão de Estética (1927-1931). Jornal de Notícias. cujos pés repousam sobre uma das quatro carrancas de bronze.. n" 29.3. Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 .36-53). 26/2/1 930. 4-6).Estudos/Esboços Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Modo de Implantação: Eixo Urbano Outras Implantações: Fonte constituída por um esteio prismático cuja base parece flutuar sobre a arca de água. p. e de cujas bocas escorre o fio de água que alimenta o reservatório médio e inferior. Maio de 1983 (pp. 4/2/1977. 7/1 2/29. Commercio do Porto. Periódicos: Commercio do Porto. p. Junho de 1990 (pp. 11/5/39. 1/8/1 929. sobrepujado por uma estátua de mármore. que representa uma graciosa mulher nua. sentada. 4/6/1992 Bibliografia Joaquim Saial. ff 62-62v. 6/1/31. p. p. 33-38). 5. Jornal de Notícias.2f Diário de Notícias 1 2/11/29. Amigos de Gaia.Amigos de Gaia. n° 14. Diário de Notícias. 21-24 e pp.4. Amigos de Gaia.. p.Commercio do Porto.2. Commercio do Porto. n° 2. p. que estão colocadas sobre os flancos do esteio central. 1 . Maio de 1977 (pp. Diário de Notícias.

5 3 ) .2° Escudos 2 . D N de 6 Janeiro de 3 1 .2.2. D N 1 2 de Novembro de 1 9 2 9 . Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . concluído e assente no local o motivo que faz objecto d'esté concurso. n° 1 4.2. apresentan-do á Camará a sua proposta para a adjudicação dos prémios assim distribuídos: 1° Execução da maquette ou maquettes cu. p. 2 8 / 2 / 1 9 3 2 . Estatuária Portuguesa dos Anos 3 0 .1 9 3 1 ) . 0 0 0 S 0 0 .1 9 3 1 ) . repetindo exteriormente a divisa ins-cri-ta na maquette e na respectiva memoria e contendo interiormente o nome e a residência do autor ou autores 5 As maquettes serão submetidas á apreciação de um júri.4° Escudos 5 0 0 S 0 0 . Maio de 1 9 7 7 (pp. com especial incidência para as uvas que a extravasam. absoluto e relativo. Comercio do Porto. 8 o A Camará reserva o direito de regeitar asmaquettes que lhe não satisfaçam ou que julgue terem proporções incompatíveis com o fim a que se destinam e local. 2 1 . 3 6 . Maio de 1 9 8 3 ( p p .2 4 e pp. Amigos de Gaia. Comercio do Porto. Periódicos: Commercio do Porto. Comercio do Porto." _ Programa: Comissão: Observações: Concurso anulado por insuficiência artística.6 ) . 3 As maquettes e as memorias descritivas serão assinadas por uma simples divisa e acompanhadas de um envelope fechado e lacrado. Findo esse prazo podem ser retiradas contra a apresentação do respectivo recibo. e sustentada aos ombros de três meninos nús d e tenra idade. Henrique Moreira bateu. p.2. excepto aquelas que a Camará reserve para execução. Amigos de Gaia. 8 / 1 / 1 9 3 2 . no segundo. 5/7/1 9 3 0 . p.Espaços Implantação: Inscrições/ Lápides Descrição Taça com vários frutos. . 1 2 / 2 / 1 9 3 2 . segundo o mérito artístico. N .3. desiSnando a natureza dos materiais a^ empregar e a importância pela qual se propõem executar na escala definitiva. Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 11 de Maio de 3 9 . em cachos. 7 o As maquettes serão expostas ao publico durante dez dias desde as 1 0 horas ás 1 7 . p. assente sobre pedestal hexagonal de pedra calcárea. Comercio do Porto. a nomear oportunamente. devendo todavia as suas proporções quer em altura. Junho de 1 9 9 0 ( p p . n° 2 .4. Ingenuidade e decorativismo "Perante a Camará Municipal do Porto esta aberto concurso para a execução dum motivo decorativo a construir no primeiro 'Parterre' da Avenida das Nações Aliadas e nas condições se3uintes: 1° É dada a todos os concorrentes a liberdade de composição dos assuntos. 1 Joaquim Saial. dispostos em círculo. harmonisarem-se com o local a esse fim destinado. 9/1/1 9 3 1 . 4 . como na superficie da base. ff 7 1 . p. 0 0 0 S 0 0 . 5. Armando Correia cuja maquete "Lusitânia" ficou classificada em 4° lugar Documentação Manuscritos: Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . p. 7 / 1 / 1 9 3 1 . 2° Os concorrentes apresentarão as suas concepções por meio de 'maquette' à escala de dois centímetros por metro acompanhada de memória descritiva. p. 9 e D . p.o custo nao ultrapasse os 4 5 .3 o Escudos 1 . p. n° 2 9 .3 8 ) . Amigos de Gaia. que asclassificará. Comercio do Porto. 3 3 . d e costas voltadas para o eixo central da peça. ff 80-82v. 0 0 0 $ 0 0 .

p. n° 11 32. 1 934.1. p. Relatório e Contas do Homem do Leme. ao leme de uma embarcação que é sugerida pela forma que é dada ao plinto. Fernando Galhano e Alberto Silva Início da construção da Av da Beira-Mar em 1 5/2/33.2. Comercio do Porto. pp. 1 939 Elemento de Qualificação Urbana Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 .Nome: Criação: Homem do Leme 1934 Inauguração: Escultor: Américo Gomes Arquitecto: Manuel Marques Colaboração: Joaquim F erreira da Costa. Ramiro Mourão. dr.4. Porto. Coimbra. Programa: Comissão: s. de granito. Vasco Valente. Realismo da representação que interpreta um repertório corrente na cerâmica popular. p. Almir Braga. Porto. . 1938. mestre pedreiro Localização: Avenida de Montevideu Fresuesia Tipologia: Dimensão Nevogilde Estátua Médií Materiais: Bronze e Granito Fundição José de Castro Guedes Encomenda Adjudicação Iniciativa: Assunto: Alegórico Modo de Implantação: □ Estudos/Esboços Espaços Implantação: Eixo Urbano Inscrições/Lápides Descrição Exposição Colonial de 1 9 3 4 Figura de um piloto trajando capa e chapéu impermeáveis. fustigado pelo vento. Comercio do Porto. 1910.2. 1 8/1 2/1 938. 5/3/1939. 20/10/1934. por proposta inicialmente lançada por Jacinto de Masalhães Documentação O Ocidente.- Observações: Bibliografia Album "O Homem do Leme".-Comercio do Porto. p. Comercio do Porto. Comercio do Porto. O Museu de Ílhavo e a Escultura "O Homem do Leme". p. 22/11/1936. F iSurou na Exposição Colonial do Porto de 1934. F oi passado para bronze por subscrição pública. 28/1/1938. 1 46-147.3.

0 0 0 $ 0 0 3° Esc..§ 2 o A face exterior dos envelopes indicados na alínea c) e d) deverão mencionar o seu conteúdo e levar a se3uinte legenda: «Concurso para a execução dos motivos escultóricos destinados à praça de D. 4 .smo a representação. — Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos.s a empregar na obra definitiva. com S rande poder d e absorção da luz. Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia. Repeuçao. c) Memória descritiva e justificativa donde conste o partido adoptado pelo concorrente d) Elementos de identificação do concorrente. Elemento de Qualificação Urbana Compromisso/Contestação Nível 1 . à escala de 5 centímetros por metro. 5. 0 0 0 $ 0 0 2 o Esc. d o mesmo tema com ressonâncias rodinianas. devidamente pati-na-das. b) Redução das maquettes. 0 0 0 S 0 0 . O júri encarregado da classificação dos projectos terá a seguinte constituição — Vereador da Câmara. João I.m. 7. 8.Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Praça Sobre dois plintos colocados nos flancos da praça D. 3 0 . J o ã o I. Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. É aberto na Câmara Municipal do Porto concurso público para a execução das maquettes de 2 motivos escultóricos destinados a serem colocados nos pedestais existentes na Praça de D. a) Maquettes. não simétrica.t. 2 0 . um jovem tenta dominar um cavalo selvagem. São estabelecidos três prémios com o seguinte valor Esc. incluindo pedestais à escala de 2 0 centímetros por metro. Textura rogosa das superfícies. representado de forma robusta e idealizada. com as cores do matena. em envelope lacrado e fechado § 1 o As maquettes terão por assinatura apenas uma divisa. . confere um certo pr. . O concurso é aberto entre escultores diplomados pelas Escolas Superiores de Belas Artes de Lisboa e Porto 3. .to nomeado. A entrega de elementos a que se refere a base anterior deverá ser feita na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras da Camará Mun. que adquire uma expressão de inacabado. Fica ao livre arbítrio dos concorrentes a escolha do assunto e as dimensões dos motivos escultóricos. _ _ Prosrama: 1 . em face da classificação do júri para esse efe. .cpal do Porto até às 1 7 horas do dia 1 5 de Outubro próximo. Cada concorrente deverá apresentar: .v. 2 . que enfatiza o desenho. 1 0 . como se d e um estudo se tratasse. A atribuição dos prémios será feita pela presidência da Câmara. 6.. João I» e a divisa adoptada pelo concorrente. — Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara. que servirá de Presidente.

referindo-se tal reprodução não só aos aspectos escultóricos como gráficos. 9. 7 5 . pp. ou se as modificações sugeridas não forem julgadas satisfatórias. W . Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos 1 Interpretação da cabeça dos cavalos. IMPRESSOS: Boletim da Câmara Municipal do Porto. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . 2 2 . 6 2 4 . pp. ff 3 5 v . 6 2 1 . em qualquer das fases previstas. 0 0 0 $ 0 0 ) contra a entrega do modelo em gesso. em Lisboa Ob! servaçoes: Em falta: Acta da reunião de apreciação e classificação da maquetas. João I e o seu Palácio Atlântico. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . 5 5 6 . N ° 9 6 2 .Pareceres (1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . o prazo para a apresentação dos modelos indicados na base 1 5. 1 1 . p. a execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a que este concurso se refere. 14 de Abril de 1 9 5 6 . Despachos da Presidência. 2 1 . pp. fí 96. 9 5 4 .. Não faz parte deste contrato a passagem à pedra ou ao bronze dos 2 motivos escultóricos que será levada a efeito a expensas da Câmara. 16. Quaresma. ff 3 4 v . a . A Câmara reserva-se o direito de fazer reproduzir o projecto definitivo quando quiser e conforme entender. a contar da data de encerramento do concurso. 6 3 9 . Noticie da naug j ração Documentação M A N U S C R I T O S : Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto ( 1 3 / 3 / 1 9 3 4 a 1 8/5/1 9 4 0 ) . N ° 4 7 0 . Boletim da Câmara Municipal do Porto.-Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. Segunda prestação.3 6 . Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 9 5 4 . ff 21 v. 1 4 . ff 27v-28v . Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto.. No caso de rescisão por impossibilidade do autor do projecto em executar o modelo final. Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 9 7 2 . 1 9 5 1 . N ° 1 0 4 4 . Parecer 1 7 / 5 5 . 6 / 6 / 5 7 .3 5 . pp. . ff 3 4 v . Boletim da Câmara Municipal do Porto. pp.— Um representante da Secção cio Norte da Academia Nacional de Belas Artes. E fixado em 2 4 0 dias.7 7 .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) .Desenhos. 3 0 de Abril de 1 9 4 9 . Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Compromisso/Contestação Nível 1 . A Câmara satisfará ao primeiro classificado. N ° 6 8 1 . competindo contudo ao autor desses motivos escultóricos a orientação do trabalho e a escolha dos respectivos materiais. N ° 1 0 6 1 . se esses estudos não forem apresentados nos prazos previstos. 1 5. Júri: Um Vereador da Câmara. 1 7. 7 2 . 1 9 9 5 . Nos trinta dias a seguir à entrega da acta pelo júri. pp. 2 8 2 9 . Actas do Conselho de Estética Urbana ( 9 / 2 / 1 9 4 6 a 9 / 1 / 1 9 5 1 ) . p. para todos os efeitos legais. mediante contrato.7 9 .Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . 1 2. a . pp. XIII. Anúncios. Primeiro de Janeiro. pela execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a importância de 2 0 0 . Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . pp. ff 7 8 . Passarão a constituir propriedade da Câmara. Boletim da Câmara Municipal do Porto.6 2 5 . Inventário Artístico de Portugal. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Todas as maquettes apresentadas a este concurso serão expostas ao público durante o prazo mínimo de oito dias. A Exma Câmara reserva-se o direito de rescindir o contrato. Porto.Terceira prestação. N ° 4 4 0 .6 1 0 . Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara.N ° 7 3 0 . com subtis recordaçõe dos grupos decorativos de António Duarte para a Praça do mpério. 605-606.6 2 2 . no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. pp. a liquidar em três prestações pela forma seguinte: Primeira prestação. as maquettes às quais forem concedidas os prémios a que se refere a base 6. 1 3. N ° 6 8 4 . O júri apresentará à Presidência da Câmara a acta contendo a sua decisão no prazo máximo de trinta dias. 19. Despachos. O júri terá a faculdade de excluir do concurso qualquer dos concorrentes ou de deixar de atribuir qual--quer dos prémios 1 0.2 1 2 . esboços.. Maria Clementina de Carvalho. no valor de cinquenta mil escudos (Esc. 0 0 0 $ 0 0 ) no acto da assinatura do contrato. 5 0 . Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia. 2 1 0 . A Praça de D. Imagens das maquetas. 21 1 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. A o concorrente a que for atribuído o primeiro prémio será pela Câmara adjudicada. A rescisão do contrato com os fundamentos indicados na base anterior pode dar o direito de exigir do autor do projecto a restituição de uma ou mais das prestações pagas.pp. poderá a Câmara fazer a entrega do trabalho a outro artista. Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. sem direito ao pagamento de qualquer indemnização ao primeiro premiado deste concurso. 7 5 . 1 8. Da decisão do júri não haverá recurso. que servirá de Presidente. A N B A . seus herdeiros ou sucessores. ff 32v-33v.3 5 . se os estudos apresentados não merecerem a sua aprovação. 2 0 . § único — Todas as importâncias referidas nesta base ficarão reduzidas a metade. Boletim da Câmara Municipal do Porto. 1 . no caso da solução adoptada pelo escultor repetir o mesmo modelo em ambos os pedestais. N ° 2 7 2 . Boletim da Câmara Municipal do Porto. Boletim da Câmara Municipal do Porto. A A . Parecer n° 4/51 . vol. 0 0 0 $ 0 0 ) após a aprovação do modelo em barro. contados a partir da data da escritura.6 1 1 .-Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . 0 0 0 $ 0 0 (duzentos mil escudos).. 41 8. a Câmara fará a entrega dos prémios aos con-cor-ren-tes classificados no concurso. Boletim da Câmara Municipal do Porto..

ANBA. Composição em pirâmide de concepção moderna. Na altura da sua deslocação. foi colocada a carnação que conduz a água até á bola que a foca matem em equilíbrio. Uma das mãos encontrase mutilada . XIII. Suplemento. 1995. Programa: Comissão: Observações: [Constituiu a tese de licenciatura em escultura de Dário Boaventura. 95 Bibliografia [Maria Clementina Quaresma. com apreciável sentido de síntese e de elipse. após a deslocação do grupo O Baptizado. em 1953. equilibra uma bola sobre o nariz.Nome: Criação: A Menina e a Foca 95Í| I Escultor: Dário Boaventura Arquitecto Colaboração: Localização: Jardim do Passeio Alegre Freguesia Tipologia: Dimensão Foz do Douro Grupo Escultórico Médii Materiais Cimento Fundição Adjudicação Iniciativa Assunto C.ro naval. Elemento de Qualificação Urbana Renovação Nível 1 .ompra Câmara Municipal do Porto Alegórico Modo de Implantação Outras Implantações: No centro do lago Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição D Grupo representando uma menina nua montada sobre uma foca que. Colocada no lago por iniciativa da CMP e transposta para o lado. vol. como no circo. Inventário Artístico de Portugal. p. —— — " ' ' Documentação JBoletim da Câmara Municipal do Porto n° 977 de 31/1 2/54. da autoria de um artista popular da Foz Velha. Alberto Pinto do Amorim carpinte.

de configuração aproximadamente cónica. e de superfície muito recortada. participando e exprimindo uma única organização Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Comissão Municipal de Arte e Arqueóloga .Parecera (1951 a 1 967). donde emergem duas figuras cujos corpos se encontram perfeitamente mesclados na profusão amorfa do bronze.- z\ Elemento de Qualificação Urbana ] [Renovação Nível 1 . onde alternam concavidades e convexidades de grande vigor rítmico. Parecer n° 21/64 e Planta anexa.Espaços Implantação: Inscrições/Lápides Descrição Massa informalmente modelada de bronze.

Prémio Soctip. Nas faces. integrados numa estrutura contemporânea de betão e ferro. quatro pombas a que se junta uma outra e representada de asas abertas. Junção do arqueológico com o moderno sugere leituras de pós-modernidade. em equilíbrio instável. esparsas estratificações. Programa: Observações: Documentação Bibliografia Periódicos: Jornal de Notícias. como marcas fossilizadas de um outro tempo. enquanto que pousadas junto ao vértice superior e ao longo da aresta adjacente. e encimada por um cubo de bronze que se eleva sobre o reservatório da água. figuram em relevo. sobre um dos seus vértices. a uma das faces do cubo que está voltada para o rio. 1 990. Porto. agarrada. 3/1/1 984 José Rodrisues. Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 . também em bronze. figuram. Nicolau Escultu Grande Materiais: Bronze e Granito Fundição: Adjudicação Iniciativa Assunto: Câmara Municipal do Porto Sem Te Modo de Implantação: Central Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Fonte construída com três blocos de granito que remontam à época romana e que no mesmo local desempenhavam a mesma função. em pleno vôo.Nome: Criação: Cubo da Ribeira Inauguração: Escultor: José Rodrigues Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça da Ribeira Freguesia Tipologia: Dimensão S.

graças a automatismos surrealizantes. nacional e internacionalmente a qualidade da nova escultura portuguesa e incluir Portugal nos circuitos internacionais de arte.das •sensibilizar os organismos e entidades e o púWico em geral para o excepcional interesse artístico e industrial de uma matéria prima abundante no nosso País e de grandes potencialidades. retomadas sem preocupações de mobilidade. deixadas intactas no colo da figura.Centro de Arte e Comunicação Visual. em escala superior ao natural. com incrustações d e mármore mais escuro nos seios. 1 9 8 5 Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 . acentuam o erotismo da peça. que os sulcos da máquina d e corte. 1 8 O u t .sa Ventura e Francisca Serrão ( A R . aqui. com adelgaçamento d o tórax e proeminente largura das ancas e das coxas. . Sensualidade da formas com conotações d e desenho na pintura d e Ingres e ancestralidade arqueológica d o b l o c o . Eduardo Trigo de Sousa ( A R . Lisboa. C O ) . Manuel Costa Cabral. Elevado grau d e polimento d o c o r p o . o torso feminino p o d e . i. métodos e e processos de cada artista participante através do trabalho realizado lado a lado e de encontros/conferências especializados * divulgar o trabalho art'sitico através da presença do público. Porque não apresenta braços. Secretariado: Maria Manuela Rocha ( C M P ) . Tratamento amaneirado d o c o r p o . organização . contrasta drasticamente com as superfícies deixadas em bruto das zonas d e fractura. Rui Sanches. com reminiscências nas estatuetas votivas d o Paleolítico Superior. Comissão Executiva: Jorge Araújo ( C M P ) e Graça Costa Cabral. dar a conhecer. também ser percepcionado como um falo. manifestando-se na obra. a temática d o inconsciente. C O . através da exposição permanente na cidade do Porto de algumas das esculturas produz. visitas orientadas.A R . Mercado Ferreira Borges. C O ) . sem braços. Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. paradoxalmente. cobertura dos meios de comunicação socai e produção de documentação fotográfica e cinematográfica "promover as rochas ornamentais através de uma iniciativa de prestígio com grande difusão internacional •valorizar o património artístico nacional.Adjudicação Simpósio d e escultura Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Assunto: Estudos/Esboços M o d o de Implantação: d e Fundo Espaços Implantação Inscrições/Lápides Descrição Bloco d e mármore rosa d e V i l a Viçosa apoiado sobre pequena base d o mesmo material. representando um torso feminino. Dconsultor: João Cutileiro. Lu. j i j i j Programa: Objectivos do Simpósio: * proporcionar o intercâmbio das diferentes técnicas.

Eduardo Trigo de Sousa (AR. e não cimentados. Depuração e ancestralidade. Secretariado: Maria Manuela Rocha (CMP).CO. 1 8 Out. Rui Sanches. cobertura dos meios de comunicação social e produção de documentação fotográfica e cinematográfica 'promover as rochas ornamentais através de uma iniciativa de prestígio com grande difusão internacional 'valorizar o património artístico nacional. p. Observações: Documentação JNDomingo.Centro de Arte e Comunicação Visual. 24/7/1988. e fruição estética prejudicadas por arbustos que asfixiam a escultura. Mercado Ferreira Borges.CO) . Luísa Ventura e Francisca Serrão (AR. métodos e e processos de cada artista participante através do trabalho realizado lado a lado e de encontros/conferências especializados divulgar o trabalho art ' sitico através da presença do público. Lisboa.CO) . 1 985 3 Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 .Comissão Executiva: Jorge Araújo (CMP) e Graça Costa Cabral. Comis: Organização . dificultando a leitura. que sugere uma volumetria piramidal. mas apresentado entre ambos uma fresta e formando entre si um ângulo obtuso. 6-7. dar a conhecer. nacional e internacionalmente a qualidade e a originalidade da nova escultura portuguesa e incluir Portugal nos circuitos internacionais de arte. Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Dconsultor: João Cutileiro.. . Manuel Costa Cabral.AR. colocados lado a lado. através da exposição permanente na cidade do Porto de algumas das esculturas produzidas 'sensibilizar os organismos e entidades e o público em geral para o excepcional interesse artístico e industrial de uma matéria prima abundante no nosso País e de grandes potencialidades. Integração paisagística.Nome: Criação: Escultor Pirâmide 1985 Inauguração: Zulmiro de Carvalho Arquitecto Colaboração: Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia Tipologia: Dimensão nfir Escultu Monumental Materiais: Granito Fundição: Adjudicação Simpósio de escultura Iniciativa: Fundações e Associações Culturais Assunto: Sem Te Modo de Implantação: Outras Implantações: D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Estrutura de pedra formada por dois triângulos rectângulos construídos por blocos de granito não aparelhados. a 3 Nov. _____ Programa: Objectivos do Simpósio: proporcionar o intercâmbio das diferentes técnicas. visitas orientadas.

^ Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia [Cataloso da Exposição Esculturas em Pedra. . . 1985 . de forma que a sua secção vai diminuindo à medida que as cotas adquirem maior profundidade. Mercado Ferreira Bor3es.No criação: Sem Título Escultor: Minoru Niizuma Arquitecto: Colaboração: Localização: Praça da Batalha Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Escultura Abstracta Monumental Materiais: Már Fundição: Adjudicação Iniciativa Assunto: Simpósio de escultura Fundações e Associações Culturais Sem T Modo de Implantação Estudos/Esboços Espaços Implantação: Jardim Público Inscrições/Lápides Descrição Coluna cilíndrica de mármore branco assente sobre uma base quadrada do mesmo material que a espaços regulares se sobrepõem verticalmente quatro cubos também de mármore cuja orientação das suas faces alterna segundo desvios angulares de 4 5 ° . 1 8 Out. cada uma das quais estando escavada em profundidade. Elemento de Qualificação Urbana ] [internacionalização/Individualização] [Nível l . a 3 Nov.

Granito e Vidro Fundição Adjudicação Iniciativa: Assunto: Socioeconómico Modo de Implantação: Central Encomenda ' Estudos/Esboços Espaços Implantação: Placa Ajardinada Inscrições/Lápides Descrição Construção assente sobre um espelho de áSua circular. elevando-se o ponto mais alto a 1 8. estabelecem a ligação entre os extremos Sul e Norte.Jornal de Notícias. respectivamente dominados. donde arrancam dois prismas trian3ulares revestidos lateralmente por vidros espelhados. 9/7/1992. onde sobressaem as perfurações das máquinas de corte e desbaste da pedra. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia ai de Notícias.. o primeiro por um repuxo de água com sete metros de altura.e o segundo por uma esfera de mármore maciça. Cruzando o lago. Nos topos. 28/10/1 992 Elemento de Qualificação Urbana I nter nacionalização/I ndividualização Nível 1 . não aparelhado. cortados obliquamente.Nome: Criação: A o Empresário Materiais: Mármore. cortado e separado em dois blocos ligeiramente afastados entre si. figura um revestimento de placas de granito. com três metros e meio de diâmetro e 4 0 toneladas de peso.5 metros. o mais baixo. duas estreitas passerelles.

fisuram alguns espaços de exposição e de informação que acentuam o carácter museológico da instalação. Ponte de madeira e ferro permite o atravessamento do tanque e a tomada de outros pontos de vista sobre a vitrine. N o percurso. de Barcelona Documentação Bibliografia Elemento de Qualificação Urbana Internacionalização/Individualização Nível 1 . a meia-altura. conformando-a a um determinado discurso expositivo Programa: Comissão: Observações: ]Tem certas semelhanças de concepção com o Monumento "Homenaje a Picasso" de Antoni Tàpies.Adjudicação Iniciativa Assunto: Encomenda Tecnológico Modo de Implantação Outras Implantações: Estudos/Esboços Espaços Implantação: Praça Inscrições/Lápides Descrição Campânula de vidro de forma piramidal truncada colocada sobre um tanque de água e contendo no seu interior uma assemblagem de peças e materiais oriundos de máquinas de impressão sráfica.

Elementos de Qualificação Urbana Nível 2 .

5 3 ) . XIII. n° 2 9 . Nome: Cri açao: Escultor: O Pedreiro 1931 Henrique Moreira nauguraçao: 1934 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Estátua Bronze e Granito Localização: Largo de Alexandre Sá Pinto Freguesia: Ciclo: Cedofeita Assunto: Socioeconómico Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia. vol. n° 2. Amigos de Gaia. Maio de 1 9 7 7 (pp.3 8 ) .Amigos de Gaia. 4-6). .2 4 e pp.. n° 1 4. Junho de 1 9 9 0 (pp. 3 6 . A N B A . Inventário Artístico de Portugal. 2 1 . 1 9 9 5 .Nome: Criação: Escultor: Baco 1906 António Teixeira Lopes Inauguração: 1916 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Bronze e Granito Elemento de Qualificação Urbana Localização: Jardim de Teófilo Braga Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Mitológico Fin-de-siècle Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Maria Clementina Quaresma. Maio de 1 9 8 3 ( p p . 3 3 .

2 4 e pp. Maio de 1 9 8 3 ( p p . Amigos de Gaia. 2 1 . n° 2. 3 3 .5 3 ) .Nome: Criação: Escultor: Salva Vidas Inauguração: Henrique Moreira que M 1937 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Estátua Bronze e Granito Localização: Avenida do Brasil Freguesia: Ciclo: Nevogilde Assunto: Alegór Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Alegórica Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Amigos de Gaia.6 ) . n° 2 9 . Maio de 1 9 7 7 (pp. Amigos de Gaia.3 8 ) . 4 . n° 1 4. 3 6 . Nome: Ternura 1956 Inauguração: 1964 Criação: Escultor: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: posé Fernandes de Sousa Caldas Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Localização: Jardim do Palácio de Cristal Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Figura Humana Proto-modernismo/Neo-academismo Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: . Junho de 1 9 9 0 (pp.

Nome: Criação: Escultor: A Família 1971 |João Charters de Almeida Inauguração: 1971 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Br< Localização: Praça 9 de Abril Freguesia: Ciclo Paranho Assunto: Sóciocultural Renovação Nível 2 Intenção: Alegórica Tratamento Bibliografia Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Manolo Paz Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. 1 9 8 5 . 18 Out. Mercado Ferreira Borges.

a 3 Nov.Nome: Criação: Escultor Sem Título 1985 Minoru Niizuma Inauguração: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de F ernão Magalhães Freguesia : Ciclo: Assunto: Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 18 Out. Mercado Ferreira Borges.' i „■ : i \ I A H '■ * * ■--■ .!** . "■ O . 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título s. ■'■■■■■- Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Escultura Abstracta .:.

a 3 Nov. a 3 Nov. Mercado Ferreira Borges. 18 Out. 1 9 8 5 . 18 Out.Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Carlos Marques Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito e Ferro Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: Bonfim Assunto: Sem Te nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 1 9 8 5 Nome: Criaçãc Escultor: Sem Título 1985 Sérgio Taborda Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Mármore Localização: Jardim de S. Mercado Ferreira Borges. Lázaro Freguesia: Ciclo: Bonfim Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

Mercado Ferreira Borges. 1 9 8 5 Nome: Criação Escultor: Sem Titule 1985 Richard Graham Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Mármore Localização: Jardins do Foco Freguesia: Ciclo Ramalde Assunto: Sem Te nternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. Lázan Freguesia: Ciclo: Assunto: nternacionalização/lndividualização Intenção: De Sem Te Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.Nome: Criação: Escultor: Bloco 1985 Zulmiro de Carvalho Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Má Localização: Jardim de S. a 3 Nov. 1 9 8 5 . a 3 Nov. 18 Out. 18 Out. Mercado Ferreira Borges.

18 Out. 1 9 8 5 Nome: Criação: Escultor: Sem Título 1985 Lika Mutai Inauguração: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia : Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Granito Localização: Alameda de Fernão Magalhães Freguesia: Ciclo: nfir Assunto: Sem Te Internacionalização/Individualização Intençãi Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. 1 9 8 5 .Nome: Criação: Escultor: 2 Blocos 1985 Amaral da Cunha nauguraçao: 1985 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultu Granito Localização: Alameda de Fernão de Magalhães Freguesia: Ciclo: Assunto: ternacionalização/lndividualização Intenção: Decorativa Sem Te Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra. a 3 Nov. a 3 Nov. Mercado Ferreira Borges. 18 Out. Mercado Ferreira Borges.

Nome: Criação Escultor Viagens 1993 Rui A n a h o r y nauguraçao: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim d o Palácio d e Cristal Freguesia: Ciclo: Ma Assunto: Sem Te Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Decorativa Tratamento: Bibliografia: Nome: C nação: Escultor: M o n u m e n t o da Amizade Recife/Porto 1991 A l e x M o n t 1 Elbert Inauguração: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Jobson Figueiredo Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Aço Rua da C i d a d e d o Recife Ramalde Assunto: ultural Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Alegórica Tratamento: Bibliografia: .

n° 3 Agosto/Setembro de 1 9 9 3 . Jornal de Ramalde. 7 9 .Nome: Criação: Escultor: Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse 1964 Gustavo Bastos Inauguração: 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Jardim do Passeio das Virtudes Freguesia Ciclo: Miragaia Renovação Intenção: Alegóric Assunto: Mitológico Elemento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Tratamento: Nív Bibliografia: Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. p.SACHE Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Sem Te Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Revista Municipal de Matosinhos. Dezembro de 1 9 6 4 . Nome: Criação: Escultor: Cidade Cooperativa da Prelada Inauguração: Zulmiro de Carvalho 1993 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Cidade Cooperativa da Prelada . Novembro de 93 .

1 9 8 5 . Mercado Ferreira Borges. 1 8 Out. a 3 Nov.Nome: Criação: Escultor: A Anja nauguraçao: José Rodrigues 1996 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Praça de Lisboa Freguesia: Ciclo: Vitória Assunto: Alegórico Elemento de Qualificação Urbana Estátua Alegórica Internacionalização/Individualização Intenção: Decorativa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Nome: As Sete Partidas do Mundo 1985 Graça Costa Cabral nauguraçao: 1998 Criação: Escultor: Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Elemento de Qualificação Urbana Escultura Abstracta Ardósia Localização: Jardim de António Calem Freguesia: Ciclo: Lordelo do Douro Assunto: Alegóric nternacionalização/lndividualização Nível 2 Intenção: Alegóric Tratamento Bibliografia Catálogo da Exposição Esculturas em Pedra.

Elementos de Qualificação Urbana Nível 3 .

Maio de 1 9 7 7 (pp. 4 ..Amigos de Gaia. . n° 2 9 . Maio de 1 9 8 3 (pp.6 ) . Lázaro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Elemento de Qualificação Urbana jrupo Escultor nfirt Proto-modernismo/Neo-academismo Decorativa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia Amigos de Gaia. n° 1 4.Nome: Criação: Escultor: Relevo Henrique Moreira (atrib) Localização: Largo da Escola Norma Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Santo Ildefonso Granito Elemento de Qualificação Urbana Baixo Relevo Proto-modernismc/Neo-academismo Decorativa Intenção: Espaços Implantação Largo Bibliografia A Criança e a Corça Criação: Esculto Henrique Moreira nauguraçao: Localização: Jardim de S. n° 2. Junho de 1 9 9 0 (pp.2 4 e pp. 3 3 . Amigos de Gaia. 2 1 .3 8 ) .36-53).

Lázaro Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: ionfim Granito Elemento de Qualificação Urbana Fragmento Cicio: I R enovaçao Intenção: Decorativa Tratamento: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia Catálogo da XIII Exposição Magna da ESBAP. p. Localização Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Miragaia Intenção: Espaços Implantação Jardim Público Bibliografia .Nome: Criação: Escultor: Fragmento nauguraçao: Marina Mesquita Localização: Jardim de S. Dezembi de 1 9 6 4 . 8 2 .

Intenção: Espaços Implantação Placa Ajardinada Bibliografia .

Elementos de Qualificação Urbana Nível 4 .

■ ' ■ ■ ■' .Nome: O Baptizado Localização: Jardim do Passeio Alegre Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Nevogilde Terracota demento de Qualificação Urbana Grupo Escultórico Tratamento: Nível 4 Ciclo: Assunto: Proto-modernismo/Nco-academismo Religioso Jardim Público Espaços Implantação : " '■■"' ■ ■ ■■ ■ ■ ■.

Lugares de Devoção Nível 1 .

benzendo solenmente esta imagem no dia 8 de Setembro d e 1 9 0 4 . venerando Bispo d o Porto para presidir à festividade em honra de N Sr d o Rosário Dom A n t o n i o Barboza Nascente: Retirado Claustro d o Priorado de Cedofeita em 1 9 3 0 . Atrás (sul): N o quinquagesimo anniversario da definição dogmática 1 8 5 4 .e Orlando da Paróquia de Cedofeita 3 Observações: Revista n° 2 da Direcção dos Edifícios e Monumentos Nacionais Zl Lugar de Devoção Fin-de-siècle Nível 1 .Nome: Criação: Escultor: Immaculada Conceição de M a n a Inauguração: Não Atribuído 1904 D Data D Assinatura Arquitecto: Colaboração: Localização: Á t r i o da Igreja N o v a de Cedofeita Freguesii Tipologia: Cedofeita magem Dimensão Grande Materiais: M á r m o r e Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação mcomenda Assunto: iligioso M o d o de Implantação: D Memória Lateral Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Inscrições/ Lápides Instituições Religiosas Outras Implantações: A n t i g o Claustro d o Priorado da Igreja Frente ( n o r t e ) : A Immaculada Conceição de Maria da freguesia d e Cedofeita e o seu d o m Prior A n t o n i o Maria Corrêa d e Bastos Pina O Exmo Snr. N o estilóbato. comemorações e trasladação da escultura. Foi reintegrado no A d r o da nova Igreja Paroquial em 2 2 d e O u t u b r o d e 1 9 7 2 . coberta por um longo manto que se estende até aos pés e colocada sobre uma coluna neo-coríntia que lhe serve d e plinto. Dom A n t o n i o d e Souza Barroso. construção que por pertencer ao séc XVII fo demolida aquando das campanhas de restauro evadas a cabo pe a Direcção dos Edifícios e M Dnumentos Nacionais em 1 9 3 0 . Descrição Imagem representando a Virgem Maria a rezar. Documentação Bibliografia Depoimento do P. concedeu 5 0 dias de indulgências aos fieis que rezaram diante da mesma uma A v e Maria e uma Salve Rainha. de certa altura.1 9 0 4 Poente: A v e Gratia Plena. figuram inscrições alusivas à consagração. Bispo d e Porto. Em 3 0 / 1 0 / 1 9 2 1 fea a sua entrada nesta Igreja o Exmo Leão. Programa: Comissão: Encontrava-se em depósito e desmontada. desc e que foi ret rada do local de implantação orig nal: o Claust o do Priorado da Igreja Românica de Cedofeita.

p. duas a duas. a que foram suprimidas as faces posteriores e com as anteriores formadas por cinco painéis envolvendo o recinto do orador. Paul Bellot Colaboração Rogério de Azevedo e Carlos Nunes Localização: Igreja de N" Sr da Conceição Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Baixo Relevo Médií Materiais: Pedra de Ançã Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação nda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I ns cr iço es/ Lá pid es Outras Implantações: aescnçao Dois púlpitos constituídos por um ambão de planta em forma de arco abatido facetado. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. (1927-1997). trajando vestes clássicas cujo desenho estilizado dos panejamentos produz um efeito decorativo modernizante. em cujas faces figuram em médio relevo as imagens dos apóstolos. Lugar de Devoção Resgate Nível 1 . agrupadas. Progran Observações: Documentação Bibliografia Seis Dedos. Porto. 86. 85. à maneira de um friso. que a representação. Virgílio. reforça. 1997.Nome: Criação: Escult Apostolado 1945 Henrique Moreira Inauguração: 1946 D Data D Assinatura Arquitecto: D. na frente.

14] Relevo superior direito: a Fuga para o Egipto [ F V T V R V M EST E N I M VT HERODES QVERAT PVERVM A D PERDENDVM E V M . In Basilica Vaticana] Descrição 'rograma: Comis Observações: Documentação Bibliografia Pires. ET HABITAVIT IN NOBIS. Solemini cananizatione in Basilica Vaticana] Relevo inferior direito: D. 2 ] Relevo inferior esquerdo: D. Edições Salesianas. porto. 1 988. Bosco e N a Sr" Auxiliadora [S. 1 . pp. Pe. II. O Culto de N" Sr' Auxiliadora em Portugal. X. Math. 1 3 ] Relevo central direito: a Entrega ao Senhor [ M A R I A O T I M A M PARTEM ELEGIT Q V A E T N O N AVTERETVR A B EA. Luc. 3 8 ] Relevo central esquerdo: o Natal [ET VERBUM C A R O F A C T V M EST.Nome: Criação: Esculto Altar de N" Sra Auxiliadora 1949 Henrique Moreira Inauguração: 1949 0 Data D Assinatura Arquitecto: Rogério de Azevedo Colaboração: Localização: Igreja de St" António dos Congregados Freguesia Tipologia: Dimensão Santo Ildefonso Baixo Relevo Média Materiais: Pedra de Ançã Fundição: Iniciativa: Exlesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: Outras Implantações: I nscrições/Lá pid es Relevo superior esquerdo: a Anunciação [ECCE A N C I L L A D O M I N I FIAT M I H I S E C V N D V M VERBVM T V V M . Moisés. Ex Homilia Pii PPXII. AVXILIATRICIS INSTITVTI C O O P E R A T O R V M PIAE V N I O N I S FVNDATOR. Bosco entre as Crianças [ A N I M A D V E R T E N D V M EST I O A N N E M B O S C O IN PVERORVM I W E N V N Q V E A N I M I S (FINGENDIS EDVCANDIS) FELICÍSSIMOS EDIDISSE FRVCTVS. Q V O D G E R M A N A M E A M VERI N O M I N I S E D V C A T I O N E M ALACRI PERSPICACIQVE A N I M O SVSCEPIT Q V A M C A T H O L I C A ECCLESIATANTOPERE C O M M E N D A T . 1 59-161 Lugar de Devoção Proto-modernismo/Neo-academismo Nível 1 . Luc. IONNES B O S C O SALESIANAE SOCIETATIS FILIARVM M . Joan 1.

António Ferreira Gomes Comercio do Porto.Projecto actual dos Arqt. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . vol. Roteiro do Culto Antoniano na Diocese do Porto. I nventário Artístico de Portugal. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 9 3 7 a 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 ) . Carlos A Moreira. . Igreja benzida por D. 4 7 v .4 9 . 1 9 9 6 . Inauguração ao culto em 1 9 5 5 . 16/1 2/1 9 4 1 . 1 9 9 5 . re-presentado de braços erguidos visando o céu. A N B A . 1 3 / 6 / 1 9 3 6 . Lugar de Devoção Renovação Nível 1 . Bibliografia Azevedo. no fervor místico da invocação à Divindade Progran Zl Observa coes: Documentação Primeiro projecto da Igreja pelo A r q t ° José da Silva Peneda de 1937. Porto. trajando hábito franciscano e estola. Fernando Tudela e Fernando Barbosa 2 0 / 3 / 4 8 . Concurso do Anteprojecto 2 0 / 3 / 4 4 . Maria Clementina Quaresma.Nome: Criação: St António Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descri* escnçao Instituições Religiosas Imagem d o Santo expressivamente talhada em madeira de pau preto. 2 7 / 1 1 / 1 9 4 1 . XIII.. ff 49-50v.

Exposição Retrospectiva. 1 981 Lugar de Devoção Compromisso/Contestação Nível 1 . João de Brito Inauguração: 1966 0 Data Escultor: Salvador Barata Feyo Arquitecto: ARS Colaboração: Localização: Capela de N" Sr" de Fátima freguesia Tipologia: Dimensão Cedofeita Imagem Pequena D Assinatura Materiais: Madeira Policromada Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: Lateral Instituições Religiosas Descritiva 0 Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Outras Implantações: Imagem que represen a o Santo trajando hábito franciscano e vieira na mão. com a cabeça inclinada para o lado c ireito. Porto. Barata Feyo. numa atitude de diálogo místico com o Espírito Santo simbolizado ali por uma pomba desenhada num vitral que banha luz zenital a Figura de Programa: Comissão: Observações: Projecto da Igreja do Arqt° Moraes Soares. 1966. 1936. ESBAP. a visar o alto. Empresa Nacional de Publicidade. Remodelação em 1 966 D Documentação Fotografias do Espólio do Escultor Bibliografia Paes.Nome: Criação: S. Mestre Barata Feyo. Salles.

^ ___ ____ Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . Quetzal. Cerâmica Mural Portuguesa Contemporânea. vol. Programa: Comissão: Observações: Documentação Bibliografia Quaresma. composto por vários segmentos à maneira de um puzzle e acompanhada. 1 9 9 6 . colocadas verticalmente. XIII.. no plano inferior.Nome: Criação: Cristo Ressuscitado 1981 nauguraçao: 1981 0 Data Escultor: Júlio Resende Arquitecto: A g o s t i n h o Ricca Colaboração Igreja de N a Sra da Boavista 0 Assinatura Localização: Freguesia Tipologia: Ramalde Médic Dimensão Grande Materiais: Faiança Fundição: Iniciativa: Adjudicação :ncomenda Assunto: Reliigioso M o d o de Implantação: D Memória Parede Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Instituições Religiosas Outras Implantações: Imagem alongada de Cristo com os braços abertos e uma das mãos erguidas em gesto de saudação. Suraya. Maria Clementina. Lisboa. também de faiança e segmentadas. Inventário Artístico de Portugal. por 1 2 placas rectangulares de recorte irregular.Burlamaqui. A N B A . 1995. representada por um médio relevo colocado directamente sobre uma parede de betão aparente.

Nome: Criação: St Cristo nauguraçao: 1983 0 Data Escultor: Laureano Guedes (Riba Tua) Arquitecto: Fernando Tudela Colaboração Fernando Barbosa D Assinatura Localização: Igreja de St António das Antas Freguesia Tipologia: Dimensão Materiais: Fundição: Iniciativa: Eclesiástica Adjudicação Encomenda magem Monumental Assunto: Religioso D Memória Modo de Implantação: de Fundo Instituições Religiosas Descritiva D Estudos/Esboços Espaços Implantação: I nscrições/Lá pid es Descrição Outras Implantações: Imagem colossal de Cristo crucificado numa frágil cruz colocada obliquamente a considerável altura sobre o altar. tirando partido do elevado pé-direito do recinto da igreja Programa: Comissão: Observações: Documentação Lápide à entrada da Igreja Bibliografia Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 .

textura e ornamentação). na flacidez da anatomia muscular e na inércia do movimento. uma alto propósito. assim. A 'novidade' desta obra despertará natural impacto. constituindo um todo harmonioso. crucificado num lenho de carvalho e representado segundo uma figuração alongada e esquelética. mas. O comprimento do 'staticulum' conduz. apenas sugerindo em certas partes do volume. mas com uma expressão facial desenhada por meio de incisões na madeira que realçam o seu desalento d o martírio. Zulmiro de Carvalho (escultor) Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . procurando. Cristo Crucificado não foi concebido como sinal de Morte. o Cristo 'está'. 2 2 de Maio de 1 9 8 7 a) Júlio Resende (pintor). sem uma precisa definição histórica. impunha-se a imagem da Esperança e da Redenção. como sugerindo que. a expressão da madeira.. Pretendeu-se criar uma imagem extrapolando a regra iconográfica. Mais que o símbolo de sofrimento físico. Os acentos em blha de ouro dizem da transcendência do Acontecimento. escultura policromada de amplas dimensões. Uma aprente rudez expressionista (tendência românica) foi assumida conscientemente. Cristpo tomba a Sua cabeça. serve a ideia da sua génese. intemporal. num sentido vital que se entendeu marcar o tema em questão. propicia a ideia de um movimento ascensional. é que decorridos breves momentos. derradeira manifestação física. portanto. Cristo na Cruz é a única resposta à inquietação. na Figura de Jesus Cristo. Lenitivo ao sofrimento e sinal de Esperança. deixando criteriosamente outras partes a descoberto. a luz. nela reconhecendo o infinito amor de Deus. um Cristo Crucificado. dirigindo um olhar ao Homem. a esse sentido ascensional.Nome: Criaçio: Cristo Crucificado í 1987 nauguraçao: 1987 D Data Escultor: Júlio Resende D Assinatu Arquitecto: Vasco Morais Soares Colaboração: Zulmiro de Carvalho (execução) Localização: Igreja da Senhora do Porto Freguesia Tipologia: Dimensão íamalde Imagem Grande Materiais: Madeira Policromada Fundição: Iniciativa: E clesiástica Adjudicação Encomenda Assunto: Reliqi gloso M o d o de Implantação: 0 Memória Descritiva I—I Estudos/Esboços de Fundo Espaços Implantação: I nscriçoes/Lá pid es Descrição Instituições Religiosas Outras Implantações: Imagem de Cristo rudemente talhada em madeira de carvalho parcialmente policromada d e tons azuis e dourados. Isto é: deliberou-se realizar uma obra criativa. sem coroa de espinhos. uma imagem 'em proposta'. a ela se submetendo a representação da figura de Cristo. Programa: Memória Descritiva do Cristo Crucificado da Igreja de Nossa Senhora do Porto Entendido como o mais transcendente momento para a reflexão da Humanidade. desde as origens. Porto. particularmente ao fundo texturado (granítico). a Ascensão se anuncia. as presenças do Sacrário e do Altar (coloração. afinal. que o alongamento da figura de Cristo (tendência gótica). esse impacto transformar-se-á numa adesão crescente. com a cabeça tombada para a frente e inclinada sobre o lado direito. necessariamente.. nas múltiplas assimilações formais e simbólicas da iconografia reconhecida. matéria. tudo foi concebido tendo em consideração o espaço. É assim. que se ajusta ao espaço arquitectónico. fisicamente. hodierna. Posição. e. para com os homens. tornar evidente o valor simbólico da 'árvore' como lemento da Natureza Cósmica. porém. servindo. naturalmente. O tratamento cromático. simultaaneamente. simultaneamente. uma imagem sem tempo. Aliás. e se quisermos. tão ligada ao Homem. Concluindo. Na concepção presidiu um critério de verdade do material. sem constrangimento. A verdade.

2 0 / 0 9 / 8 7 Lugar de Devoção Internacionalização/Individualização Nível 1 . Arnaldo. O Cristo Crucificado da Senhora do Porto. 6 / 0 8 / 8 7 . XIII. Chamusca. Fé/Cultura. in. vol. 1 9 9 5 . 1 1 4 . in. A N B A . Pinho. Ed Perpétuo Socorro. Porto. (assinada conjuntamente por Júlio Resende e Zulmiro de Carvalho) Biblilograria Livros: Pinho. Paróquia da Senhora do Porto. pp. Bernardino.Ob: servaçoes: Documentação Memória Descritiva. Paróquida Sr" do Porto. O Comércio do Porto. Inventário Artístico de Portugal. Porto. Maria Clementina Quaresma. Arnaldo. Periódicos: Chamusca.1 1 6 . 1987. in. 1 9 9 0 .. Bernardino.Chamusca. 1 9 9 0 . Bernardino.Paróquia da Senhora do Porto. O Cristo Crucificado da Senhora do Porto.. Voz Portucalense. Paróquida Sr' do Porto. Porto.

Lugares de Devoção Nível 2 .

A N B A . Inventário Artístico de Portugal. p. Virgílio. XIII.Nome: Criação: Descida do Espírito Santo Nome: Criação: Escultor: N" Sra da Conceição e Anjos Inauguração: Henrique Moreira 1 D. 1 9 9 7 . Maria Clementina Quaresma. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. 1 9 9 5 . Porto. 8 5 .1 9 9 7 ) . Paul Bellot 1946 1 Arquitect o: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção Imagem Granito a Localização: Igreja de N Sr" da Cone eição Freguesia Santo Ildefonso Resqat gate Intenção: Assunto: Religioso Ciclo: Zl Político-Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Seis Dedos. ( 1 9 2 7 . . vol.

1 9 9 7 ) . Imagens de St° António da Diocese do Porto. A N B A . Paul Bellot 1946 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção magem Granito Localização: Igreja de N a Sr" da Conceição Freguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Religioso Resgate Intenção: Político-Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: fcïïïçïïîf 111 í 4*î*îtf-vi****. Inventário Artístico de Portugal. reguesia: Ciclo: Santo Ildefonso Assunto: Rei igioso Proto-modernismq/Neo-academismo Intenção: ehgiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Azevedo. S. Carlos Alberto de. vol.Nome: Criação: Escultor: St° António. Virgílio. XIII. Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. 8 5 . ( 1 9 2 7 . Nome: Criação Escultor: Altar de St° António 1949 Henrique Moreira Rogério de Azevedo nauguraçao: 1949 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Lugar de Devoção Relê Saixo Kelevo Pedra de Ançã Localização: Igreja de St° António dos Congregados F. 1 9 9 7 . João de Deus. -?>&. Maria Clementina Quaresma. p. 1 9 9 5 . . Beato Nuno Alvares Pereira e S nauguraçao: Henrique Moreira D. Porto. I Seis Dedos. 1 9 9 6 .

1 9 9 5 . A N B A .Nome: Criação: Escultor: Crucifixo 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção magem 'erro e cobre Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Igreja de N" Sra da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religioso Internacionalização/Individualização Intenção: eligiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Quaresma. XIII. Nome: Criação: Escultor: Frontal de Altar 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração: Carácter: Tipologia: Materiais: a a Localização: Igreja de N Sr da Boavista Freguesia: Ciclo: Ramalde Assunto: Religi gtoso nternacionalização/lndividualização Intenção: Religi giosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: Quaresma. 1 9 9 5 . Inventário Artístico de Portugal. . vol. A N B A . Maria Clementina. XIII. Maria Clementina. Inventário Artístico de Portugal. vol.

1995.Nome: Criação: Escultor: Sacrário 1981 Júlio Resende Agostinho Ricca Escultor Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo íronze e Cerân Cerâmica Inauguração: 1981 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Igreja de N a Sr" da Boavista Freguesi Ciclo: Ramalde Assunto: Rei igioso Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Tratamento Reiigiosa Bibliografia Quaresma. 1 9 9 5 . Nome: Criação: Escultor: Sacrário nauguraçao: Júlio Resende Vasco Morais Soares Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Saixo Relê Kelevo íronze e Cerâmica greja da Senhora d o Porto Ramalde Assunto: Religioso 1984 Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Localização: Freguesia: Ciclo: Internacionalização/Individualização Nível 2 Intenção: Religiosa Tratamento: Bibliografia: Quaresma. 1 9 9 0 . A N B A . Inventário Artístico d e Portugal. X I I I . Paróquida Sr d o Porto. v o l . Porto. Chamusca. Bernardino. Maria Clementina. A N B A . Maria Clementina. vol. Paróquia da Senhora d o Porto. X I I I . . Inventário Artístico de Portugal.

_. A N B A .I Quaresma. Maria Clementina. Inventário Artístico de Portugal. Martinho de Aldoa Freguesia: Ciclo: Tratamento: Bibliografia: Quaresma. Paulo do Viso Freguesia: Ciclo: Tratamento: Bibliografia: Nível 2 Intenção: Ramalde Assunto: Religi iigioso li. Porto. Martinho Localização: Igreja de S.S. Inventário Artístico de Portugal. XIII. ã .Nome: Criação: S. Bernardino. A N B A . Paróquida Sra do Porto. Maria Clementina. 1 9 9 5 . Arquitecto: Colaboração Carácter: Tipologia: Materiais: Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção Baixo Relevo Bronze e Esmalte Zl Localização: Igreja de S. 1 9 9 5 .M. Nome: Criação: Escultor: Sacrário 1990 Júlio Resende nauguraçao: 1990 vÇ: . . XIII. vol. 1 9 9 0 . vol.'V *. Paróquia da Senhora do Porto. Chamusca.

Nome: Criação: Escultor: Ascensão de Cristo nauguraçao: Júlio Resende Eugénio Alves de Sousa Zulmiro de Carvalho Lugar de Devoção magem 1997 Arquitecto: Colaboração: Carácter Tipologia: Materiais: Localização: Igreja S. Martinho de Cedofeita Freguesia Ciclo: Cedofeita Assunto: Religioso nternacionalizaçã o/Individualização Intenção: Religiosa Tratamento: Nível 2 Bibliografia: .

Lugares de Devoção Nível 3 .

Chamusca. Porto. A N B A . 1 9 9 5 . 1 9 9 0 . A N B A .Nome: Criação: Es culto Imaculada Conceição nauguraçao: Irene Vilar 1988 Localização: Igreja de S. 1 9 9 5 . Martinho de Aldoar Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Devoção saixo Relê Kelevo Aldoar Internacionalização/Individualização íeligiosa Instituições Religiosas Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Bibliografia Quaresma. Bernardino. vol. Inventário Artístico de Portugal. XIII. . Paróquida Sr do Porto. vol. Maria Clementina. Paulo do Viso Freguesia Materiais: Carácter: Tipologia: Ciclo: Ramalde Madeira Lugar de Devoçãc Imagem Internacionalização/Individualização Religiosa Tratamento: Nível 3 Intenção: Espaços Implantação Instituições Religiosas Bibliografia Quaresma. XIII. Inventário Artístico de Portugal. Maria Clementina. Nome: Criação: Esculto Cristo Inauguração: Hanny Polling 1990 Localização: Igreja de S. Paróquia da Senhora do Porto.

Obras não Existentes .

Nome: Autor: Monumento aos Calafates EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Projecto Notas: [Lançamento da 1 a Pedra em 5 / 1 0 / 1 9 1 1 Documentação: Bibliografia: .

Matosinhos Documentação: CausaDaRemoção Notas: Documentação: Bibliografia: .Nome: Autor Economia Localização EstádioDaObra: DataProjecto Aquisição: Carácter Tipologia: Grupo Escultórico Transladação Ciclo: Causa Notas: Em depósito no Museu da Quinta de Santiago.

1 9 3 1 ).2 6 . 0 0 0 $ 0 0 Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . Acta n° 3 3 . Actas da Comissão de Estética ( 1 9 2 7 . 1 9 / 3 / 1 9 2 9 . Acta n° 1 2. Acta n° 2 8 .1 9 3 1 . Documentação .5 9 . 2 8 / 9 / 1 9 2 7 .Nome: Autor: Monumento a João Chagas José Fernandes de Sousa Caldas [Jardim de João Chasas Projecto Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: 1926 Encomenda DataDalmplantação: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Monumento-busto Fin-de-siècle CausaDaRemoção Notas: Documentação: Actas da Comissão de Estética (1 9 2 7 . 2 0 / 1 2/1 9 2 7 .1 9 3 1 ) . 8 / 1 1 / 1 9 2 7 . ff43-43v. 3 / 7 / 1 9 2 8 .OOO$00. ff 5 8 . Bibliografia: _ _ Nlome: Autor: Paz Fecunda José de Oliveira Ferreira Avenida dos Aliados Projecto Localização: EstádioDaObra DataProjecto: Aquisição Carácter: Tipologia: Ciclo: 1926 Encomenda DataDalmplantação: Lugar de Memória Monumento D Fin-de-siècle CausaDaRemoção Notas: [pieço inicial 55O. Acta n° 2 2 . ff 1 8v-1 9. final 5 0 0 . ff 2 4 v . ff 29v-30v. Bibliografia: Commercio do Porto 1 4 / 5 / 1 9 2 6 . Acta n° 2 2 .

p. ff 59-59v Bibliografia: Documentação: .Nome: Autor: Monumento a António Feijó Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Não chegou a elaborar-se nenhum projecto Lugar de Memória Criação de Uma Comissão DataDalmplantação: J 7! Documentação: Bibliografia: Comercio do Porto. 1 3/1 2 / 1 9 3 2 . 1 3 / 5 / 1 9 3 7 . Nome: Autor: Monumento a Henrique Pousão Américo Gomes Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Projecto D DataDalmplantação: 1936 Encomenda Lugar de Memória Monumento Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas: [Maquette não aprovada Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto (1 3/3/1 9 3 4 a 1 8/5/1 9 4 0 ) .4.

3 2 .ff 59-59v Bibliografia: Documentação: Nome: Autor: Arrancada do 28 de Maio Alberto Ponce de Castro [Avenida do Marechal Gomes da Costa Implantação |1940 >oaçao Lugar de Memória Monumento Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Resgate [Obra destruída pelo temporal de Fevereiro de 1 941 1 CausaDaRemoção Notas: Autorização por «dois meses». Actas do Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ( 8 / 1 1 / 1 937 a 1 6/1 2/1 9 4 1 ).Nome: Autor: Monumento a Silva Porto Américo Gomes Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição Carácter: Tipologia: Ciclo: Projecto I] DataDalmplantação: 1937 Encomenda Lugar de Memória Monumento Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas Maquette não aprovada Actas do Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto (1 3 / 3 / 1 9 3 4 a 1 8 / 5 / 1 9 4 0 ) .1 9/4/1 9 4 0 . p. Julho de 1 9 4 0 . ' Documentação: Bibliografia: Notas de Arte no Ocidente. de 2 4 / 3 / 1 9 4 0 . Comercio do Porto. Execução de Amando Correia (Requerimento n° 7 . Volume I. 3 2 0 . 13/5/1937. 1 7/2/1 941 . ff 2 9 v .. idem. 6 2 4 de Alberto Ponce de Castro.

Nome: Autor: |A Vaga Júlio Vaz Júnior Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Ant° Fernandes de Sá modelou uma escultura homónima em 1 9 0 0 Ofício do escultor Júlio Vaz Júnior de Lisboa. de 1 2 / 2 / 4 1 . Bibliografia: Projecto 1941 ompra DataDalmplantação: Elemento de Qualificação Urbana Documentação: . Actas do Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (8/1 1/1 9 3 7 a 1 6/1 2/1 941 ). ff40v. 3 1 / 7 / 1 9 4 1 .

ff 1 3v14. 3 / 6 / 1 9 4 2 . 2 9 / 5 / 1 9 4 2 . 3 0 4 da Comissão Executiva Pró-Monumento a Delfim de Lima de 3 0 / 3 / 1 9 4 2 .Nome: Autor: Monumento a Delfim de Lima José Fernandes de Sousa Caldas |Praça do Marquês de Pombal Projecto 1942 Encomenda Lugar de Memória Monumento-busto DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: CausaDaRemoção Notas: Aprovado após a introdução de modificações Requerimento registado sob o n° 9 . 1 / 4 / 1 9 4 3 . ff 9-9v . Actas do Comissão Municipal de A t e e Arqueologia (1 6/1 2/1 9 4 1 a 3 1 -1 2-1 9 5 0 ) . idem. ff 4v. idem. idem. Bibliografia: Documentação: . ff 7v-9. 1 6 / 4 / 1 9 4 2 .

6 / 1 1 / 1 9 4 5 .-ff 2829v . de 2 4 / 8 / 1 9 4 5 . 1 8/1 2/1 9 4 5 . Ordem de Serviço da presidência n° 2 6 4 .Nome: Autor: Monumento a Vasco da Gama Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: jPraça do Império Projecto DataDalmplantação: Ene Lugar de Memória Monumento Compromisso/Contestação CausaDaRemoção Notas: Intenção inicial de encomenda a Francisco Franco Ofício n° 2 0 0 0 da Direcção geral dos Serviços Centrais e Culturais. idem.1 2 . Bibliografia: Documentação: . Actas da Comissão Municipal de Arte e Aqueologia ( 1 6 / 1 2 / 1 9 4 1 a 3 1 .1 9 5 0 ) . ff 29v-30v. de 2 0 / 8 / 1 9 4 5 . idem. 19/8/1945. ff 30v.

Parecer n° 2 0 / 6 5 .Nome: Autor: Dr. João Projecto 1965 DataDalmplantação: Lugar de Memória Busto D CausaDaRemoção Notas: Documentação: Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .Pareceres ( 1 9 5 1 a 1 9 6 7 ) . Luiz Pinto da Fonseca 3 Localização: EstádioDaObra: DataProjecto Aquisição: Carácter Tipologia: Ciclo: Jardins do Hospital de S. Bibliografia: .

Idem. Manuel Intenção DataDalmplantação: Lugar de Memória J Sugestão da TAP Memorial de sua Exa o Presidente da Câmara n° 4 5 8 Reg.Idem.-Comissão Municipal de A t e e Arqueologia . n° 2. da Boavista e Rua S. João de Brito Projecto 1969 Compra Elemento de Qualificação Urbana Estátua DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Proto-modernismo/Neo-academismo CausaDaRemoção Notas: Figura de braços erguidos sugerindo uma ideia de libertação. Parecer n° 4 1 / 6 9 Bibliografia: Documentação D Nome: Autor: Monumento a Fernão de Magalhães Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: |Praça de D.. G .Pareceres ( 1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) . Parecer n° 8 3 / 7 0 . Parecer n° 40/69.911/70. CausaDaRemoção Notas: Documentação Bibliografia: .Parecer n° 1 9 / 6 9 . Idem.Nome: Autor: [Figura Rogério de Azevedo Convergência da A v . progre Comissão Municipal de Arte e Arqueologia .Pareceres ( 1 9 6 8 a 1972).

Pareceres ( 1 9 6 8 a 1 9 7 2 ) .Nome: Autor: |Jogos de Agua João Charters de Almeida |Praça de Velasquez Projecto jl972 Compra DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Renovação CausaDaRemoção Notas: Documentação: Comissão Municipal de Arte e Arqueologia . Bibliografia: . Parecer n° 9 / 7 2 .

pp. Reunião Ordinária de 2 0 / 7 / 1 9 7 9 .2 o Concurso 1 ° Prémio José Rodrigues Boletim da Câmara Municipal do Porto. 1 3 5 0 1 3 5 1 . pp. N ° 2 2 2 9 . Reunião Ordinária de 2 4 / 8 / 1 9 7 9 . Comercio do Porto. Avisos. N ° 2265. Idem. pp. Reunião Ordinária de 2 2 / 2 / 1 9 7 8 ( 7 ) . 5 2 3 .. 29 de Dezembro de 1 9 7 8 . N ° 2 2 7 9 ..N ° 2265.2 5 3 3 . N ° 2 2 6 2 .2 5 3 3 .. Avisos... 27 de Julho de 1 9 7 9 . N ° 2 2 3 7 . 1 1 0 2 . 2 0 de Julho de 1 9 7 9 . N ° 2 2 7 9 . Idem. 1 8 4 7 . Idem.Idem. 2 de Novembro de 1 9 7 9 . 6 4 5 . Idem. 2 5 3 2 . 21 de Dezembro de 1 9 7 9 . 1/1 2/1 9 7 9 Documentação: Bibliografia: . 773. pp..1 365. Avisos. 2 4 de Agosto de 1 9 7 9 .1 4 de Setembro de 1 9 7 9 . Idem. Idem. 2 5 3 2 . Idem. pp. N ° 2 2 7 2 .Nome: Autor: Monumento ao General Humberto Delgado José Rodrigues Avenida dos Aliados Projecto 1978-1979 DataDalmplantação: Localização: EstádioDaObra: DataProjecto: Aquisição: Carácter: Tipologia: Ciclo: Lugar de Memória Monumento Internacionalização/Individualização CausaDaRemoção Notas: 1° Concurso anulado. pp. N ° 2 2 3 7 . N° 2 2 5 7 . 2 3 . pp. 1 3 6 4 . pp. 21 de Dezembro de 1 9 7 9 .pp.1 4 de Setembro de 1 9 7 9 . pp. pp. 7 2 . N ° 2 2 2 8 .

Anexo 1 .

rias Busto Café 9 4 4 3 2 2 2 2 1 1 Quadro n° 5 Materiais Bronze e Granito Bronze Bronze e Mármore Mármore Cimento Terracota Granito Escultura de Fachada Monumento-Busto 8 8 4 3 3 2 1 Monumento Grupo Escultórico Estátua Alto Relevo Baixo Relevo Imagem Cabeça . Paris (Cavalier.o de Macedo Bento Cândido da Silva Antó João da Sil Antó orno ooares dos Reis A n t ó n i o A v e s de Sousa A n t ó n i o Fernandes de Sá Rodolfo Pinto d o Couto Joaquim Gonçalves da Silva A d a da Cunha Carlos Leituga N ã o atribuídas Aprendizagem APBA (Soares dos Reis).ANEXO N° l/A . Paris (Faguière.Io Ciclo: Escultura Fin-de-Siècle Quadro n° 1 Escultores A n t ó n i o Teixeira Lopes José F. Paris (Injalbert) EBAP (finalista em 1902) ESBAP (finalista de Escultura em 1957) Chaplan. Mercier e Marqueste EBAP (Teixeira Lopes). Gauthier e BertheQ EBAP (Teixeira Lopes. Jerdelet e Cacheux (Genebra) APBA (Manuel Fonseca Pinto) Paris (Yvon. Carnier e Thomas (Paris). José de Brito e Marques de Oliveira) EBAP (Soares dos Reis). de Sousa Caldas Costa Diop.ão Instituições Culturais Edifício Público Jardim Público Praça Largo Empresas Instituições Religiosas Política 10 7 4 4 2 1 1 1 Socioeconómico Espectáculo Cívico Científico Infância Religião Quadro n°8 Tipolo. Paris (Injalbert) EBAP (Marques de Oliveira). Huizel e Jouffroy) Roma (Monteverde) EBAP (Teixeira Lopes). Barrias. Paris (Falguière ePuech) EBAP (Teixeira Lopes) Paris (Richet) EBAP (Teixeira Lopes) EBAP (Teixeira Lopes) Ferroviário autodidacta N ° de Obras Total Quadro n" 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Concurso Doação 30 Quadro n°6 Carácter 24 3 2 1 Lugar de Memória Elemento de Animação Arquitectónica Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 20 7 2 1 Quadro n° 3 Intenção Rememorativa Decorativa Alegórica Religiosa Quadro n°7 Assunto 20 6 3 1 Literatura Pedagogia História Mitologia Alegoria Arte 4 4 3 3 3 3 2 2 2 1 1 1 1 Quadro n° 4 Espaços de Implanta .

Quadro n° 9 Iniciativa Câmara Municipal do Porto Particular Comissão Universidade Sociedades Fin-de-siècle 8 6 4 4 2 2 1 1 1 1 Estado Faculdade de Medicina Fundações e Associações Culturais Eclesiástica Caixa Filial do Banco de Portugal Quadro n° 10 Inaugurações 1900-1910 1910-1920 1920-1930 1930-1940 1940-1950 Data desconhecida 5 8 9 4 3 1* Atribuível à década de 10-20 Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Última Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média Anual 1948 1900 48 0.6 Quadro n° 12 Dimensão Média Pequena Grande Monumental 14 7 6 3 .

Lagoa Henriques. de Sousa Caldas António de Azevedo Aprendizagem A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Teixeira Lopes. 1 9 5 9 .ANEXO N° l/B . Paris EBAP (António Teixeira Lopes) ESBAL ( 3 anos).6 4 ) Sorbonne. José de Brito e Marques de Oliveira) A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) Paris EBAP ( M Oliveira.-EBAP ( 1 9 3 3 ) Autodidacta N ° de Obras 27 Américo Gomes Rogério de Azevedo David Moreira da Silva Manuel Ventura Teixeira Lopes Francisco Xavier Costa Alberto Pinto Amorim Total Quadro n° 6 Assunto 35 6 3 1 Literatura Socioeconómico Religião Infância Alegórico 45 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Concurso Doação 5 5 5 5 4 3 3 3 3 2 2 Quadro n° 3 Intenção Decorativa Rememorativa Alegórica Religiosa Religiosidade Popular 18 15 8 3 1 Eclesiástico Classicismo Espectáculo Filantrópico Ornamentação Pedagogia História Sociocultural Quadro n°4 Espaços de Implantação Edifício Público Instituições Culturais Largo Eixo Urbano Instituições Religiosas Jardim Público Praça Café Placa Ajardinada Bloco Habitacional 11 7 6 5 5 5 2 2 1 1 Figura Humana Mitologia Etnografia Quadro n" 7 Materiais Bronze e Granito Granito 12 10 Mán Má Pedra de Ançã Gesso patinado Quadro n° 5 Tipologias Baixo Relevo Busto Grupo Escultórico Estátua Escultura de Fachada Monumento Monumento-Busto 16 8 7 6 6 1 1 Cimento Cale Terracota Carácter Elemento de Animação Aquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 18 15 9 3 . Alves Pinto Sousa Caldas) ESBAP. (Eduardo Tavares.2o Ciclo: Proto-Modernismo/Neo-Academismo Quadro n° 1 Escultores Henrique Moreira Henrique Moreira (atribuído) losé F.

8 Quadro n° 12 Dimensão Grande Média Pequena 13 20 12 .Quadro N" 9 Iniciativa 17 15 6 2 2 1 1 1 Particular Eclesiástica Estado Comissão Câmara Municipal do Porto Faculdade de Medicina Associações Recreativas Instituições de Solidariedade Social Quadro n° 10 Inaugurações 1920-1930 1930-1940 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 Data desconhecida 4 8 8 8 5 3 9 Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Última Obra Ano da 1" Obra Número de Anos Média Anual 1978 1925 53 0.

José de Brito e Marques de Oliveira) EBAP (Teixeira Lopes)..3 o Ciclo: Resgate Quadro n° 1 Escultores Henrique Moreira José Fernandes de Sousa Caldas Diojjo de Macedo Avaro de Brée António de Azevedo A b e r t o Ponce de Castro Aprendizagem A P B A (Discípulo de A Teixeira Lopes) A P B A (Teixeira Lopes.ANEXO N° l/C . José de Brito) Paris (1 9 1 1 -1 4) N° de Obras Total Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Concurso Quadro n° 7 Carácter 8 1 Elemento de Animação Aquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção Quadro n° 3 Intenção Rememorativa Político-Religiosa Decorativa Alegórica Religiosa 3 2 2 1 1 Quadro n° 8 Assunto História Religião Classicismo Alegoria Figura Humana 3 3 1 1 1 Quadro n° 4 Espaços de Implantação Instituições Religiosas Praça Instituições Culturais Edifícios Públicos Cafés 3 2 2 1 1 Quadro n° 9 Materiais Granito Pedra de Ançã Bronze 6 2 1 Quadro n° 10 Quadro n° 5 Iniciativa Estado Igreja Particular Sociedades 4 3 1 1 Tipologias Estátua Imagem Baixo Relevo Monumento 4 2 2 1 Quadro n° 6 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano d a l " Obra Número de Anos Média Anual Quando n° 11 Inaugurações 1961 1931 30 0.Despiau) A P B A (Teixeira Lopes. Paris (Injalbert) EBAL (Simões de Almeida Sobrinho) Paris (Niclouse. Bourdelle.3 1930-1940 1940-1950 1950-1960 1960-1970 2 5 1 1 .

Quadro n° 12 Dimensão Grande 4 3 Média Monumental 2 .

4o Ciclo: Compromisso/Contestação Quadro n° 1 Escultores Salvador Barata Feyo Leopoldo de Almeida Eduardo Tavares Gustavo Bastos Euclides Vaz António Duarte João Fragoso t Aprendizagem ESBAL (Simões de Almeida Sob.) 1 9 2 3 . ESBAL ESBAP (Barata Feyo) EBAP ESBAL EBAP Total N° de Obras 15 Vila Américo Braga Júlio Pomar lio P Américo Braga (atribuído) Não atribuído (relevos nível 4 ) 36 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Compra Doação Prova Académica Concurso 28 2 2 2 1 Quadro n" 6 Assunto Histórico Literário Alegórico Artístio Civic Pedagogia Mitologia Intenção Rememorativa Decorativa Alegórica Religiosa 18 10 5 1 Itural bociocultura Figura Humana Socioeconómico Religião Etnografia Ciên Família Espaços de Implantação Instituições Culturais Edifício Público Praça Jardim Público Habitação Eixo Urbano Instituições Desportivas Largo Praceta Instituições Religiosas 10 7 4 3 3 2 2 2 1 Quadro n° 7 Materiais Br< Granito Bronze e Granito Terracota Cimento Calcário 11 1 Quadro n° 5 Carácter Lugares de Memória Elementos de Animação Arquitectónica Elementos de Qualificação Urbana Lugares de Devoção 18 15 1 1 Bronze e Mármore Man Madeiri Alu .4 5 ) . ENS Paris (curso livre para estrangeiros) ESBAP (Barata Feyo) ESBAL (Simões de Almeida Sobrinho) ESBAL. Itália ( I A C ) 1 9 3 3 ESBAL (Simões de Almeida Sob. Paris. Roma ESBAP ( 1 9 3 8 .).ANEXO N° l/D . Simões de Almeida Sobrinho.

Quadro n° 8 Tipologias Estátua Baixo Relevo Busto Escultura de Fachada Cabeça Estátua Equestre Grupo Escultórico Imagem M é d i o Relevo 13 7 4 3 3 2 1 1 1 Quadro n° 9 Iniciativa Estado Câmara Municipal do Porto Particular Escola de Belas Artes Faculdade de Arquitectura Universidade Eclesiástica 12 11 5 3 1 1 1 Quadro n° 10 Inaugurações 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 1980-1990 Data Desconhecida 2 9 11 4 2 7 Quadro n° 11 Intervalo de Anos A n o da Ultima Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média Anual 1985 1947 38 0.9 Quadro n° 12 Dimensão Média Grande Pequena Monumental 13 11 6 5 .

54 (FCG) ESBAP (Escultura . Itália. Grécia. Municipal Estado Igreja Comissão L | do Cent do Inf D Henrique Fundações e Associações Culturais Quadro n° 6 Quadro n° 3 Formas de Aquisição tncomenda Prova Académica Compri Intenção Decorativa 25 25 Rememorativa Religiosa Alegoria Quadro n°4 Espaços de Implantação Bloco Habitacional Instituições Culturais Jardim Público Edifício Público Moradia I nstituições Religiosas Quadro n°7 Assunto Religião Figura Humana Alegórico Histórico Ornamentação Mitologia Eclesiástico Sociocultural Socioeconómico Lúdico Sem Tema 9 7 3 3 3 3 2 1 1 1 1 Cemitério Praceta Placa Ajardinada Café Empresa Loja . Grécia. Egipto ( 1 9 5 4 .. Inglaterra.ANEXO N° l/E . 1 9 5 8 EBAP ( 1 9 5 2 ) ESBAL e EBAP.Itália. 6 0 ESBAP ESBAP ( 1 9 6 4 ) Total 34 Quadro n° 2 Iniciativa Particular Escola Belas Artes Quadro n° 5 Carácter 17 Elemento de Animação Arquitectónica Lugar de Memória Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Devoção 21 Câ M. 1 9 5 3 ( I A C ) Egipto. 1 9 5 3 ( I A C ) Egipto. Egipto ( 1 9 5 4 .6 ) IAC ESBAP ( 1 9 5 9 .5 o Ciclo: Renovação Quadro n° 1 Escultores João Charters de Almeida António Lagoa Henriques Arlindo Rocha Gustavo Bastos Arlindo Rocha (atribuído) Dário Boaventura Fernando Fernandes António Lagoa Henriques (atribuído) Lino António (atribuído) Maria Irene M da Silva (atribuído) Marina Mesquita (atribuído) Não atribuído (relevos nível 4) Aprendizagem ESBAP ( Barata Feyo. Inglaterra. 5 4 (FCG) N° de Obras ESBAP EBAP (1938-45). Bolsa FCG. 1 956-62)..Itália. amara.6 ) IAC EBAP ( 1 9 3 8 .Itália. Grécia.4 5 ) .Brasil ESBAL e EBAP..1 9 valores). Grécia...Londres (Michael Chalenger).

8 Quadro n° 12 Dimensão Pequena Média Grande 14 12 9 .Quadro n°8 Tipologias Escultura de Fachada Grupo Escultórico Baixo Relevo Estátua Relevo Cerâmico Escultura Torso Imagem Fragmento Relevo Inciso 7 5 6 4 4 3 1 1 1 1 Quadro n°9 Materiais Bronze Cimento Faiança Granito Pedra de Ançã Terracota Calcário Madeira Gesso 11 10 4 3 2 1 1 1 1 Quadro n° 10 Inaugurações 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 1980-1990 1990-1999 Data Desconhecida Total 1 5 9 3 1 2 13 34 j P Quadro n° 11 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano d a l a Obra Número de Anos Média anual 1993 1949 44 0.

1973-77 Escola de Arte Layton. Universidade Nacional de Arte de Tóquio Escola de Belas Artes de Bogotá Ofic. Paris ESBAL ( 1 9 7 5 .. Lagos. 1 9 7 9 ) A .Bolseiro da FCG em Paris. Bolseiro da FCG.Bolseiro FCG. ESBAP. 1979 N° de Obras 16 Quadro n° 2 Formas de Aquisição Encomenda Simpósio de Escultura Compra Prova Académica Quadro n°4 Intenção 53 20 5 5 3 Decorativa Rememorativa Religiosa Alegórica 43 24 11 7 1 Doação Lúdica . ESBAP. Costa Hélder Carvalho Hanny Polling Graça Costa Cabral Jaime Azinheira Jorge Uti? Aureliano Lima (atrib) Não Atribuído ESBAL.Co-fundadora da A . C o . Londres (Michael Chalenger). 66/67. Itália (FCG). ESBAP (62-67). A . 1980-83 ESBAL ESBAP Escola de A t e s Decorativas de Soares dos Reis. 1980-83 A . Doc 6 Kassel. França.8 0 ) . Doutorada em Etnologia. Slade School ESBAP ESBAP ( 1 9 6 2 ) . 1979-82 A . Brasil ESBAP ( 1 9 6 4 ) .ANEXO N° l/F . C o . Escultura.Londres (68Esc Soares dos Reis. Ar. FCB) Solihull Colle3e oi Technology. 75 ESBAP (Barata Feyo).. Dórdio Gomes). Escultura. C o . 1978 (João Cutileiro). Joseph Beuys. Londres ( 1 9 6 4 ) ESBAP (Aberto Silva. Milwaukee. Escola de Design de Road Island ESBAP (Curso de A t e s Plásticas. J Barradas e Ant° Duarte (46-52). 74-77. St Martins School. Pintura. . Ciclo Esp. Aprendizagem/Formação ESBAP (Barata Feyo. 1 9 6 3 ) . C o . Suíça e Inglaterra ESBAP (Barata Feyo) ESBAP (1963-68). Arte Religiosa (47-58). Londres ( 1 9 6 4 . de Artes Plásticas. ESBAL (53-55). 65. C o .Co„79. Paris (Duco de la Haix) ESBAP (Barata Feyo). C o ESBAP ESBAP Escola de A t e s e Ofícios. Frequência da ESBAP ESBAP 1982. Total 86 ESBAP A .Pós-Grad na St Martins' School of A t de Londres ESBAP ( 1 9 6 3 ) Aller de Ant° Pedro.6o Ciclo: Internacionalização-Individualização Quadro n° 1 Escultores José Rodrigues Júlio Resende : Vil lar Gustavo Bastos Zulmiro de Carvalho Laureano Guedes (Riba Tua) João Cutileiro Lídia Vieira Armando Aves António de Campos Rosado Niiz Miinoru INnzuma Lika Mutai Aberto Carneiro Carlos Marques João Charters de Amei da Clara Menéres José Pedro Croft Manolo Paz Nelson Cardoso Pedro Ramos Richard Graham Rui Anahory Sérgio Taborda Vítor Ribeiro Fernando Conduto Jorge Patrício Martins iecundino Moreirai da Silv Manuel Dias Amaral da Cunha Manuel Sousa Pereira A e x Mont' Elbert J . Ateliers Szabo.

Granito e Vidro Vidro e Ferro Seixos 30 11 8 7 5 4 4 4 3 3 2 2 2 1 Quadro n° 10 Iniciativa Fundações e Associações Culturais Autarquias Eclesiástica Particular Escola Belas Artes Parceiros Sociais Internacional Empresas Cooperativas 24 17 13 8 6 4 3 2 2 2 2 2 1 Política Figura Humana Sociocultural Tecnologia Literatura Igreja História Cívico Artístico Estado Solidariedade Social e Protecção Civil Agrupamentos Políticos Mitológico Quadro n° 8 Intervalo de Anos Ano da Ultima Obra Ano da 1 a Obra Número de Anos Média anual Comissão 1998 1963 35 2.Quadro n° 5 Espaços de Implantação Jardim Público Instituições Culturais Instituições Religiosas Edifício Público Placa Ajardinada Eixo Urbano Empresa Praça Cemitério Praceta Largo Instituições Políticas Quadro n° 9 24 14 14 12 7 4 3 3 2 1 1 1 Materiais Bronze Mármore Bronze e Granito Granito Ferro Aço Inox e Bronze 22 12 11 9 5 3 3 3 2 2 2 Ardósia Bronze e Cerâmica Aço Betão Madeira Faiança Betão e Ferro Quadro n° 6 Carácter Elemento de Animação Arquitectónica Elemento de Qualificação Urbana Lugar de Memória Lugar de Devoção Bronze e Mármore Cerâmica 35 23 18 10 Ferro e Cobre Ferro Pintado Gesso Patinado Granito e Ferro Mármore e Mosaico Quadro n°7 Assunto Sem Tema Religião Alegórico Socioeconómico Mármore.5 Quadro n° 11 Inaugurações i 1960-1970 1970-1980 1980-1990 1990-1998 Total 1 7 44 34 86 Quadro n° 12 Dimensão Grande Média Monumental Pequena 26 31 12 17 .

Anexo 2 .

por falta de cursos de doutores e sorte na vida para usarem na imprensa de publicidades.. Francisco de Assis. Na Sr8 dos Anjos.] Fernandes Caldas [. as imagens de bispos.. o António Pereira. S. o Américo Gomes. engenhosos no oficio. da Fábrica "Os Santos Antónios." in Notas de Arte no Ocidente. Autênticos artistas. St3 Luzia Sf Inês Ilustrou o jornal católico Petardo Morreu no Brasil Album Fototípico Notas Fernandes Caldas Vila Nova de Gaia Bandeira Rodrigo de Castro Oliveira Vital Estrela Abreu Porto Porto Porto Porto R St0 Ildefonso R St° Ildefonso R do Bonjardim R. tinham os seus cultores de admiradas famas na classe: ... o José França. Outubro de 1940. pp. Diogo.. Macedo. é em sua memória que escrevo estas linhas a propósito dos santeiros nortenhos. o José Barbosa. Bento.o Carvalho. compondo santos em convencionais atitudes [. os São Joões. 341-342 .] foi o primeiro professor de desenho e de escultura que tive. maltratados pelos outros escultores. de monjas e de evangelistas com singela túnica como as dos gregos..Anexo 2 SANTEIROS DO NORTE Nome João de Afonseca Lapa Nascimento Vila Nova de Gaia Oficina Palhacinhas Obras Bom Jesus do Monte Madalena de Ericeira. que. as Madalenas. se apagaram em resignada atrofia dos seus dons. S.

Anexo 3 .

1986 Elogio dei agua. 1989 Elogio dei horizonte IV. 1989 De Música.Anexo 3 Eduardo Chillida MONUMENTOS PÚBLICOS Obra Torso. Sahagún Parque de Bonaval Museum of Art-Museum Garden Unesco World Bank Real Club Golf Edifício Thyssen Plaza dei Rey Po de La Castellana Market Place Ciudad de Teheran Fundación Juan March Iglesia Santa Maria Peine dei Viento Cidade San Sebastian Aranzazu San Sebastian Munster Lausanne Madrid Santiago C. 1966 Alrededor dei vacio V. 1987 ZuhaitzV. 1987 Gure a-itaren etxea X. 1974 G u r u t z l l l . 1975 Peine dei Viento XV (três). 1982 Topos V. 1992 Cadenas de San Cregorio Plaza del Rey Taunus Anlage Creueta del Coll Recinto Histórico Pare Albert Michallon Symphony Hall Cerro de Santa Canlina Po de Ia Concha Porthania Piazza Muelle de Ia Sal . Houston Paris Washington Fuenterrabia Dusseldorf Madrid Madrid Lund Teheran Madrid San Sebastian San Sebastian Vitoria Valladolid Barcelona Frankfurt Barcelona Guernica Grenoble Dálias Gijón San Sebastian Helsinki Sevilla País Espanha Espanha Espanha Alemanha Suíça Espanha Espanha EUA França EUA Espanha Alemanha Espanha Espanha Suécia Irão Espanha Espanha Espanha Espanha Espanha Espanha Alemanha Espanha Espanha França EUA Espanha Espanha Finlândia Espanha Monumento a los Fueros . Dallas X-V. 1993 Abesti gogora V. 1948 Puertas Basílica. 1992 Monumento a la tolerância. 1990 Helsinki.Estela VII. 198 5 La casa de Goethe. 1992 Homenaje a Rodriguez Sahagún. 1992 Lotura. 1969 Estela a Rafael Elósegui. 1976 Lugar Monte Urgull Basílica de Aranzazu Pico dei Loro Rathaus-Innenhof Musée Olympique Parque R. 1966 Estúdio Peine dei Viento VI. 1971 Lugar de Encuentros 11. 1993 Puerta de Música. 1971 Lugar de Encuentros 111. 1972 Campo Espacio de Paz II. 1972 Estela a Pablo Neruda. 1954 Estela a Rafa Alberdi Diálogo-Tolerancia. 1970 Monumento Dusseldorf. 1989 Monumento a Fleming (2a version). 1974 Lugar de Encuentros VI. 1980 Plaza de los Fueros Homenaje a Jorge Guillen 111.

Anexo 4 .

que entendemos ser preferível ao projecto. João I. no qual consta a construção de dois edifícios de grande altura. passando todavia a fazer as observações que se seguem: o edifício de que se trata deve ficar fronteiro a outro de maior área a construir do outro lado da Praça. Um desses pontos consiste no Pórtico formando Galeria de passagem no Rés-do-chão que existirá em ambos os edifícios e que segundo diz a memória do projecto. tem afastamentos iguais ou aproximados. Depois de a Comissão o ponderar superficialmente o Exmo Senhor Presidente propõe que até à próxima reunião o mesmo seja convenientemente estudado pelos senhores vogais. não deverá de qualquer forma ser ultrapassado o número de nadares previstos na última variante do projecto. a-fim-de nos dois prédios a construir ao Norte e ao Sul da Praça do projectado alargamento. debaixo dos seus diversos aspectos. foi presente uma folha de desenhos à escala de 5mm por metro que parece ser uma variante ao conjunto do projecto que a acompanhava. referente ao projecto de prolongamento da Rua de Passos Manuel ífutura Praça de D. no cruzamento das ruas de Passos Manuel e Sá da Bandeira. devendo também prever-se num futuro próximo as possíveis modificações nos agrupamentos dos prédios circunvizinhos de forma—a harmonizá-los do melhor modo com a profunda modificação que se projecta neste núcleo citadino do Porto Comissão Administrativa confirma o alinhamento do prédio a construir no lado Sul da rua de Passos Manuel com a Rua do Bonjardim Comissão Municipal de Arte e Arqueologia aprova o relatório de Marques da Silva: "Parecer acerca do projecto para Maurício de Macedo e Ca a edificar no Largo de D. Desde já nos baseamos nessa variante ao conjunto. visto haver certa transcendência na resolução deste assunto.Praça de D.João I Cronologia dos factos 16/11/39 Comissão Administrativa da Câmara do Porto aprova a variante do projecto de prolongamento da Rua de Passos Manuel. apresenta na Comissão Municipal de Arte e Arqueologia um projecto de arranjo urbanístico da Praça de Passos Manuel. Comissão Municipal de Arte e Arqueologia ratifica por unanimidade o parecer redigido pelo vogal senhor eng° Mário Pacheco. entre as Ruas do Bonjardim e de Sá da Bandeira Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto aprova o projecto dos volumes em que devem integrar-se os prédios situados a Norte e a Sul da Praça compreendida entre as Ruas de Sá da Bandeira e Bonjardim no prolongamento de Passos Manuel Eng° Nogueira Soares Director do Serviço de Obras e Urbanização. João I) de que deve aconselhar-se a sua execução tendo em atenção as alterações propostas no I o projecto.1 /S/1940 19/6/40 25/9/1940 . estando estabelecido deverem os dois edifícios ter pontos de contacto harmónicos. Os pilares que formando os 8/2/40 19/2/40 7. com várias fotografias. Com esta proposta concordaram todos os senhores vogais presentes.

Filipa de Lencastre e Rua de Ramalho Ortigão Comissão Administrativa aprova o projecto da disposição a adoptar para o arranjo da Praça de D. João I. quer em cálculo quer em confirmação. estarem destinados a suportar a enorme massa de construção que os sobrecarrega" 15/11/1940 O arqt° Nogueira Soares apresenta na Comissão Municipal de Arte e Arqueologia o projecto registado sob o n° 12 609 para construção de edifício no Largo de D. apresentando portanto diferenças de volume conforme os diversos pontos de vista o que não parece conveniente para elementos construtivos que garantam. João I. João I. João I que está junto a esta proposta e fica a fazer parte integrante dela Presidente defende a ideia de aproveitar o subsolo da PDTI para estacionamento de automóveis. Publicação do edital do concurso da empreitada de arranjo do Praça 28/5/41 6/10/41 13/7/44 14/12/44 8/3/45 13/6/48 10/5/49 20/2/1950 de D. (alt. Comissão Administrativa aprova o «Plano Parcial de Melhoramentos no Centro da Cidade» constituído pelos projectos de alinhamento e de reconstrução para as Praças de D. não considerando admissível presumir homenagem corredia a tão grandes vultos da nossa História. Presidente por sua vez submete-o a exame dos senhores vogais que se manifestaram..pontos de apoio do pórtico também devem ter igual similitude na sua constituição. O Sr. tendo sido resolvido convidar os seus autores a comparecerem para esclarecerem as dúvidas que surgiram. Comissão Administrativa confirma o alinhamento do passeio e do prédio a construir no lado Sul do prolongamento da rua de Passos Manuel O Conselho de Estética e Urbanização da Cidade do Porto Não aprova em 5 pontos + 1 acrescento de Correia da Silva.Edifício Maurício de Macedo. principalmente o arqt° Marques da Silva e Arménio Losa. porque não se admite . Pr. exagerada). Barreiros Estão já concluídas as obras de construção do prédio que forma o lado Sul da Praça de D. João I. Ant. [. e desaconselha a colocação das estátuas dos progenitores da ínclita Geração nas peanhas criadas 'ad hoc' para 'motivos decorativos'. por imprópria. Devido ao adiantado da hora. apesar da boa intenção dela. Entendem eles que o projecto não esclarece devidamente a Comissão. B. o projecto 17226 . D. Praça de D. João I. Também estavam presentes os arquitectos Cunha Leão e Moraes Soares autores do projecto em discussão. Os que constam da variante não são circulares..] foi resolvido continuar esta reunião amanhã pelas 18 horas.João I Conselho de Estética Urbana aprecia um projecto do "Edifício Atlântico" com sugestões relativas ao arranjo da Praça de D.

respondendo aquele devido à doença do artista.. Despacho da Presidência (]. Machado Vaz) homologa a decisão do júri do concurso. SAKT» enviando-o para o M O P para ratificação. 13/7/54 19/11/54 20/3/56 "" 17/8/56 Adjudicação da fundição dos motivos escultóricos para a PDTI a J o ' s e de Castro Guedes.. N .] 16/3/50 Despacho da Presidência ÍLucínio Gonçalves Preza) aprova o p r o jecto de alteração proposto pela Sociedade «Edifícios Atlânticos. Ld a de V. Eng° Guilherme Bonfim Barreiros. " Vereador B r .000$00 .que. de Gaia. Trahalho do Homem» de Lagoa Henriques. atribuindo o I o prémio à maqueta «Douro» de Joãn Fragoso. Paulo Sarmento interroga o presidente n o sentido de sabgr a razão das esculturas para a PDTI ainda não se encontrarem implantadas. A. o 2 o à maqueta «Triunfo do Trabalho» de Henrique Moreira e o 3 o à maqueta «Cidade. Comissão Administrativa aprova. por 460. as bases do concurso para a execução de 2 motivos escultóricos destinados à PDTI. nos plintos. tais figuras sirvam de ornamento duma Praça sem que elas sejam os principais motivos gne aqui seriam muito secundários Pr.

Quadros e Gráficos .

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Apêndice Documental .

e se ignoram quasi todos os nomes que compõem a já longa lista dos reis portuguezes. Henrique o Navegador. propor que. Henrique. por graça de Deus. Em todos os paizes cultos do globo conhecem o grande Navegador. na mencionada avenida. Firmino. cedem o passo unicamente á imprensa. Porto. e membro d'esté conselho. publicar e correr. todos sabem que ao infante D. Com rubrica e guarda — Antonio Maria de Fontes Pereira de Mello. Pereira. ao conselho scientifico da Sociedade de Instrucção do Porto. . etc. pelo menos em parte. a faça imprimir. Art. Henrique se deve em grande parte o mundo moderno: sabem que sem elle não se conheceria a Africa. — EL-REI. 1894. por subscripção publica. nem Camões. Editores Magalhães e Moniz. Senhores: — Na sessão do dia 12 de fevereiro o conselho scientifico da Sociedade de Instrução do Porto resolveu festejar o centenário d'uni celebre pedagogo alemão. que a cumpram e guardem e façam cumprir e guardar tão inteiramente como n'ella se contem. como depois d'elle se viu. Henrique no Porto. Dada no Paço d'Ajuda aos 26 de julho de 1882. mas porque sem o impulso por elle dado á navegação não teria progredido.. Henrique c) — denominando-se o porto de abrigo que se vae construir: Porto do infante D. Henrique.Lugares de Memória Documento n°l Proposta de Eduard von Hafe. e sem Colombo não se teria formado no novo continente um mundo novo. 8 Documento n° 2 Dom Luiz. Será mister lembrar-vos quem foi o infante D. Senhores. hoje vem perante vós um alemão.°— Que esta sociedade se dirija ás sociedades scientificas. pedindo-lhes a sua cooperação para que se home a memoria do infante D. a navegação e o commercio. á memoria do Infante D. o principio que é a base da sociedade moderna — a egualdade dos homens perante a lei. Luiz: Avenida do infante D. Henrique?. O presidente do conselho de ministros. O Centenário do Infante D. e sobretudo a poderosa republica. — J. a Sociedade de Instrucção. Henrique de um modo condigno. a) _ pelo estabelecimento de uma escola de náutica n'esta cidade b) — denominando-se uma das novas avenidas que vão dar acesso á ponte de ferro de D. 2 o — Fica revogada a legislação em contrario Mandamos portanto a todas as auctoridades a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer. e sobretudo ás sociedades de geographia do paiz. Fazemos saber a todos os nossos súbditos que as cortes geraes decretaram e nós queremos a lei seguinte: Artigo I o — É o governo auctorisado a contribuir com o bronze necessário para a estátua que projecta levantar na cidade do Porto. o infante D. como alavancas da civilização. Henrique 2. 4 de março de 1882. Proponho pois: 1. se pague a divida de honra que este paiz e com elle o mundo inteiro deve ao filho mais illustre d'esta cidade. p. rei de Portugal e dos Algarves. que sem elle não haveria nem Vasco da Gama. Porto.. não porque elle passasse grande parte da vida navegando. ministro e secretario d'estado interino dos negócios da guerra.°— Que esta sociedade convide todas as sociedades de geographia do mundo a contribuírem com os fundos necessários para que se possa levantar um estatua ao grande Navegador. Chamam ao infante D. Eduard Von Hafe in. nem Colombo. afinal. cuja constituição tanto influiu para que na velha Europa se admittisse.

A Sociedade de Instrucção do Porto tomou a louvável iniciativa de erigir. essa iniciativa teve a sanção do parlamento portuguez. meus senhores. O Centenário do Infante D. Henrique no Porto. n° 172. a justiça não são somente qualidades individuais. Firmino. Historiemos. e nos últimos foi nomeada pela dita Sociedade a chamada commissão do monumento. n'esta cidade.Diário do Governo. os monumentos públicos tem alma e voz. e ja agora ficarei até á morte. destruir o ideal no entendimento e na vontade. na sciencia. e a vida não se reduz a uma soffrega negociação de interesses! Não podia deixar de agradecer. Henrique. que construíram ou enalteceram a gloria de Portugal... nenhum mais que este merece que se lhe levante e dedique um monumento. Editores Magalhães e Moniz. 13 Documento n° 3 Discurso do dr. Henrique. Além d'isto. até á morte — é levar uma abstracção contra a natureza aos extremos da agonia intellectual! A consciência retrae-se. O cynismo faz-se philosofia para o negar.. como em certa altura da atmosphère a respiração diminue e cessa a final» in.. de que o respeito. e esped alisando o compromisso publico que sobre esse assunto foi tomado pelo signatário d'estas linhas. Editores Magalhães e Moniz. educam: e quando. Mostraes que o mal da indiferença vos não contaminou ainda. e não apenas a sua utilidade. e não apenas a sua força. no Palácio de Cristal De todos os grandes homens. applaudir e secundar esta elevada inspiração — eu. para vós. [. p. e se já não valem como convite e incitamento a feitos illustres. que fez uma lei concedendo á Sociedade de Instrucção o bronze necessário para a erecção do monumento ao infante D. a gratidão. Pereira. exaltam e consagram uma grande memoria domestica. que vê ao longe a inanidade e a illusão de todas as cousas. podeis servir de exemplo e de lição. 24-28 Documento n" 4 Carta de António d'Oliveira Monteiro. em toda a vida. nos homens o seu caracter... durante os quaes a Sociedade de Instrucção proseguiu com a sua ideia. Henrique. Porto. Henrique no Porto. mas também virtudes e deveres principalissimos na moral dos agrupamentos humanos. a lealdade. um condigno monumento ao infante D. como n'este caso. p. que ameaçam de subverter. 1931. em tudo. ainda podem ser a consolação de muitos espíritos. recusa. na qualidade de presidente da Camará do Porto. Firmino. a historia é alguma coisa mais que uma simples sucessão de factos. e não acordará para receber as tardias homenagens da pátria. apezar d'isso. O Centenário do Infante D. e a jogralidade faz-se arte para o injuriar.] O infante dorme ha séculos o somno da morte no seu tumulo da batalha. É preciso estar prevenido contra certa a deprimente suggestão de certas doutrinas. lembrando que deveria aproveitar-se a presença de el-rei n'esta cidade para se lançar a primeira pedra. um bello acto edificante de patriotismo e dignidade. in. e que.. p. 1894. Decorreram annos. 1894. Pereira. que refujam do mal presente para a amoravel contemplação d'um passado que foi bello. vos praticaes. n'uma espécie de idealismo positivo.. extinguese. Vè-se bem que. que estou ha muito. em que foi incluído o presidente da camará do Porto.. na arte. Presidente da Camará do Porto "Snr redator: Em vários números do seu jornal tem v feito referencias ao monumento a erigir ao infante D. como o fogo! Tirar á nossa espécie a faculdade de criar eternos typos de belleza. e só depois os outros aspectos que possam ter. no Thetro de Gil Vicente. mas procura e estuda. primeiro a intenção. Porto. no equilíbrio e harmonia dos sentimentos. . nos factos a sua lei. [. [. são o prospecto e a imagem da pátria ideal. falam. ensinam. mas elle rompe e brilha atravez de tudo.] Promovendo o levantamento d'uma estatua ao benemérito iniciador dos nossos descobrimentos marítimos. de 3 de Agosto de 1882. António Cândido no Sarau de 3 de Abril de 1889.] e que se convença d'uma vez para sempre. de fácil importação..] Mas é necessário que a nação redima a falta [. que a natureza do tempo tornou impraticáveis. e de os amar sempre.

etc. Henrique. Henrique No dia 10 de Janeiro de 1894 pellas 2 horas da tarde. Porto e Paços do Concelho. 24 d'agosto de 1893. deverá preferir a alegoria. António Ribeiro de Costa e Almeida. 55-56 Documento n" 6 Acta da Câmara Municipal do Porto relativa aos trabalhos do júri de apreciação dos projectos para o Monumento ao Infante D. não se cumpriu este acto fundamental e indispensável A Sociedade de Instrucção. Os projectos para o monumento serão entregues em dias úteis. correspondendo essa divisa á declaração do nome do auctor ou auctores. com que o artista julgue a propósito ornamentar o pedestal do seu projecto. Quando haja algum quadro de relevo. O presidente. acompanhados dos respectivos orçamentos. 25/11/1891 Documento n° 5 Edital do Concurso (24-8-1893) De hoje até às 3 horas da tarde do dia 31 de Dezembro do corrente anno de 1893. será o projecto definitivamente preferido. Pela publicação d'estas linhas. encerrado em um sobrescripto fechado. devem declarar. para que outrem. Henrique no Porto. Até hoje. desenvolvidos. e o todo de grandeza proporcionada ás dimensões da praça do Infante D. 1894. Henrique.Tentou essa commissão reunir-se mais do que uma vez. o abaixo assignado. cujas plantas podem ser vistas e examinadas na Camará municipal do Porto. sendo o pedestal de mármore portuguez. que me conste. e que para esta corporação transferisse todas as auctorisações e concessões que para tal fim haviam sido feitas á Sociedade de Instrucção. em bronze. em esculptura. Henrique.Henrique. representando o Infante D. n° 270. indicando-lhe o sentido delia. se assim o entender a substitua. ficar-lhe-ha muito reconhecido o de v. Se para a adopção de um projecto. —Antonio d'Oliveira Monteiro. e que será aberto só depois do julgamento dos projectos. Pereira. . na secretaria da Camará municipal do Porto. fica aberto concurso perante a commissão directora da celebração do 5 o centenário do Infante D. convidará o auctor a fazer a modificação. entre artistas portuguezes. Firmino: O Centenário do Infante D. por escripto. para o projecto d'uma estatua pedestre. não superiores a 40:000$000 reis. na qual usou da palavra o abaixo assignado. se não pódefazel-o. Cada projecto terá uma divisa especial que será reproduzida no sobrescripto dos orçamentos. Província. que promoveu e realisou a sessão solemne em homenagem á memoria do infante D. Editores Magalhães e Moniz. a commissão promotora do monumento julgar conveniente que elle seja modificado. feita em um cartão. O limitadíssimo numero de membros da commissão do monumento que concorreu á ultima reunião resolveu: que a Sociedade de Instrucção declinasse na camará municipal do Porto a iniciativa de erigir n'esta cidade o monumento ao infante D. filho d'el-rei D. pp. que o faça saber. sempre que foi convocada. e feito isto por modo que satisfaça. Henrique. continua perante o paiz com a nobre iniciativa de erigir um monumento ao infante D." in. Quando o auctor ou auctores do projecto adoptado não tenham habilitações especiaes. Henrique. comparecendo. Henrique. se verificou em uma das salas dos paços do conselho a quarta conferência do jury encarregado de emitir parecer sobre os projectos da construção para o monumento à memoria do glorioso Infante D. o nome do estatuário portuguez a quem fôr commetida a execução dos modelos. João I e natural d'esta cidade do Porto. Porto. durante o referido praso.

que as bellas artes em Portugal se não acham descuradas. e o Invicta dous modelos. Tendo todos os documentos sido examinados pelos membros do jury e havendo todos elles feito repetidas visitas à exposição. finalmente. entendeu que devia abstrair d'essas reminiscências e julgar unicamente os projectos pelo seu mérito relativo e a possível execução d'elles dentro das restrictas prescrições do programma. Todas estas modificações deverão ser combinadas entre o auctor do projecto. os outros foram apresentados em desenhos. mas quanto á estatua e ao vestuário. Passando-se. Lusitânia. Conde de Samodães. a altura que talvez precise de ser acrescentada. por isso que. Utile Dulce. Henrique. assumindo a presidência o Snr. Invicta. para alguns. no segundo. Por mares nunca d'antes navegados. Sagres e Por mares nunca d'antes navegados. embora reconhecesse. não só quanto á cabeça. tendo o 1394-1894 um modelo para a estatua do heroe. Na discussão que houve o jury não se mostrou exigente ao ponto de querer completa originalidade nos projectos.Estiveram todos os vogaes do jury. todavia é o mesmo jury de opinião que este projecto precisa de modificações. já singularmente. tendo dedicados adeptos. e. Quanto ao|s] outros projectos não foi unânime a decisão do jury. de modo que o monumento corresponda pelo melhor modo aos desejos da Commissão promotora. Terminados assim os trabalhos lavrou-se esta acta que vai ser assinada por todos os membros do Jury. Ad Gloriam. E passando-se á apreciação dos projectos por sua ordem reconheceu immediatamente o jury que o denominado Utile Dulce não podia ser admitido porque o seu autor mesmo confessa que elle estava mais adaptado para ser erigido sobre o promontório de Sagres ou para uma praça de grandes dimensões que não aquellas onde tem de ser collocado o monumento. Lamentou este que o programma lhe não permitisse dar merecido galardão aos laboriosos e esclarecidos artistas que n'este concurso mostraram. entre estas menciona: a orientação que deverá ser alterada voltando-se de poente para o Sul. a substituição do ornato da cornija por outro mais acommodado ao carácter do monumento e finalmente um estudo consciencioso e quanto possível em harmonia com [o] que os escriptores nos deixaram dito sobre este príncipe. para este a . ao terceiro e quarto. Ad Gloriam. aos desta cidade que foi berço daquelle grande homem. disse o Exmo presidente que restava n'esta conferência classificar os projectos para se resolver aquelles a quem deveriam ser conferidos os premmios. A estes projectos vinham juntos vários documentos: Ao primeiro. como são sem dúvida as que se encontram n'esta exposição. Por mares nunca d'antes navegados e Lusitânia estão moldados em gesso. as fontes onde os auctores foram buscar elementos para o seu estudo. quando se tratar da construcção e o jury que o apreciou. 13941894. uma memoria descriptiva e orçamento. Lusitânia. á epocha que se pretende commemorar. à exequibilidade dos projectos. o orçamento e algumas cartas. memorias descriptivas. a menor saliência dos rostos. porém. como tem provado em outras occasiões. ao quinto. O fim d'esta reunião era decidir definitivamente a qual dos projectos apresentados se deverá conferir o primeiro e segundo prémio em harmonia com o programma do concurso annunciado nos jornaes com a data de 24 de Agosto de 1893. tendo-se em vista as condições do concurso e attendendo ao ideal do monumento. dizendo o presidente que a ia remetter com um officio ao Exmo Presidente da Câmara Municipal. o escudo que não esta conforme o que a História nos diz ter sido o do Infante D. e discutido entre si o mérito destes trabalhos. à sua adaptação ao local. a mudança das esferas armilares para a Cruz de Cristo como a usava o infante. memoria e orçamento. ao sexto. que trabalham e procuram apresentar obras dignas de merecimento. ao custo provável da construção. pellas linhas geraes. 1394-1894 e Invicta. porém. já colectivamente. que o pensamento era alevantado e que a construção de um pharol por aquelle desenho não seria deslocado para perpetuar este notável centenário. ao carácter do heroe que se celebra e a tudo quanto deve significar monumento de tão elevada importância. por isso que foi [com] rendimentos d'esta Ordem que elle emprehendeu as suas dilatadas navegações. Viu. um orçamento e memoria. com as seguintes indicações: Utile Dulce. e da pátria que lhe deveu o início da sua ephoca de maior gloria. à votação resolveu o jury por maioria que o primeiro premio devia ser conferido ao projecto Invicta. Igualmente deixou de considerar o projecto Ad Gloriam. Sagres. em que diz respeito á mesma estatua e outro ao grupo destinado à base do pedestal. Reconheceu. Os projectos Sagres. Os projectos que se apresentaram foram em número de sete. pelo esboço que apresentou não é possível fazer-se uma apreciação exacta do que elle será quando concluido. que o auctor tivera inspiração e que o seu trabalho não seria sem mérito se fosse convenientemente desenvolvido. um orçamento e ao último.

Os escudos symbolisam a ideia da Pátria dominante em todos os actos do infante. Parece que o primeiro é um retrato mais ou menos exacto do infante. porém. as espheras armillares e as cruzes de Christo. O estylo geral adoptado é o românico. Henrique.Conde de Samodães. IV. em Belém. adoptando o habito militar. Os castellos significam o augmente de força e poderio que dos descobrimentos advieo a Portugal. deveria ficar voltada para oeste. a grande gorra preta e sobretudo a larga fita que d'ella pende e com que o infante apparece n'aqulle retrato são signaes de luto. mas sim mais apropriado ás que tenham feição accentuadamente religiosa Para motivos predominantes da ornamentação escolheram-se as ameias de castellos. 56-58 Documento n° 7 Memoria descriptiva que acompanhava o projecto Invicta (Io prémio) "A estatua pedestre do infante D. um aspecto de vigor na plenitude da idade viril. serão feitas as modificações que forem indicadas. como principalmente a sua qualidade de mestre da Ordem militar de Christo. e portanto a frente da estatua. Oliveira Martins. Por isso. aliás. 24). Com as espheras pretende-se tornar bem frisante a ideia. pois. Se o projecto for adoptado. IV. cap. pelas quaes o monumento deva ter outra orientação. porém. mais ornamental e condizente com um dos motivos principaes do monumento. de pé. e a estatua existente no portico sul do convento dos Jeronymos. . collocado sobre uma base da mesmafigurageométrica. N'este ponto. Para a representação do infante tinha-se que escolher entre o desenho bem conhecido que acompanha a Chronica de Azurara. não só porque assim defrontaria com o edifício mais nobre dos que rodeiam a praça. na qual se reproduz um retrato do condestavel. prestando assim homenagem á terra natal do infante que hoje lhe ergue o monumento. 1894. e commemorar a parte importantíssima que elle teve nos commetimentos guerreiros do seu tempo. como adiante se explicará. É possivel. Jelo da Silva Pereira. aponta aos navegantes portuguezes o caminho na direcção da costa africana. A estatua representa o infante D. arrancando com a mão direita o veu que encobria ao conhecimento dos homens grande parte da terra. Victorino Teixeira Larangeira. As cruzes indicam não só o empenho em propagar o christianismo que tanto actuava no animo do infante. pp. d'esté modo.apresentar à Commissão Promotora. p. approximate da estatueta dos Jeronymos. mostrada por outras partes do monumento. de que este commémora o grande adiantamento feito nas sciencias geographicas por motivo da iniciativa do infante. consoante o estylo da época. Foi encerrada a sessão sendo quatro horas da tarde . do snr. Jão Carlos d'Almeida Machado. bem como o desenvolvimento do seu pretigio militar. Quanto á orientação do monumento parece que a sua face principal. mas ainda porque. como em qualquer outro. os escudos de Portugal. de accordo com o determinado no annuncio do concurso. representado d'esté modo e dando áfigurauma aparência muito nobre. 20). o contorno das terras conhecidas poderá ser desenhado na superficie da esphera por forma que a cidade do Porto fique no zenith. contemporâneo do infante. Mas. o qual. mas ainda por relembrar as palavras de Azurara (cap. Sendo esta. dando-lhe. com a mão esquerda. e até certo ponto corresponde á descripção. e nomeadamente na tomada de Ceuta. quando falia das qualidades militares do infante. o vestido sem insígnias. João Marques de Oliveira. Henrique no Porto. uma circumstancia accidental preferiu-se. completa a ideia do monumento. Henrique assenta sobre um pedestal com forma de um tronco de pyramide de base quadrada. pelos fins a que se destina. Editores Magalhães e Moniz. aliás pouco minuciosa que d'elle faz Azurara (Chronica. seguiram-se as sua indicações. quanto á physionomia. O veu deve encobrir approximadamente o mundo desconhecido antes dos descobrimentos do século XV. o da Bolsa do Commercio. que haja razões preponderantes. Firmino: O Centenário do Infante D. Pereira. tanto a estatua como a grande composição allegorica da base poderia ter posições que só por si indicam factos que o monumento commémora. ao passo que. não só por mais nobre. Porto. segundo diz o Visconde de Santarém na introducção á Chronica. não se empregando o gothico por não parecer caracteristtico para estas construcções. pag. quanto ao vestuário. Ainda ha poucos dias foi publicada a Vida de Nun'Alvares.

o sol desponta sobre os montes de Sagres illuminando com os seus raios a nova empreza e dissipando as trevas causadas pelas nuvens d'onde emerge. distinctivo dos infantes. como ao tempo se usava. Quanto á passagem do Cabo Bojador por Gil Eannes quiz-se principalmente relembrar o primeiro passo definitivo no caminho do desconhecido ao longo da costa africana. e na correspondente as da cidade do Porto. sem guantes nem espada. parece que as barcas ou varineis. que de cima do pedestal domina a obra immensa. ainda que. corresponde e completa a ideia significada pela divisa d'aquelle brazão — Civitas Virginis. o baixo relevo representa-o n'uma praia proximo a Sagres. E ainda que das palavras de Azurara se poderia talvez concluir que Gil Eannes fora áquella jornada em um só navio e este era uma barca. Editores Magalhães e Moniz. tendo na mão direita a cruz que encosta ao peito. um d'elles guiado por um Tritão o outro por uma Nereide. Com relação á chamada eschola de Sagres já anteriormente se procurou explicar o que se entende por essa expressão. e por isso representar-se-ha a passagem com effectuada por meio de uma caravela.Para não imprimir.™ commissão directora da celebração do centenário. 1894. com cota de malha. é apresentado á ex. em cujo delineamento se procurou imprimir toda a feição artística e symbolica. vestindo por cima a loba com as armas de Portugal. Ao mesmo tempo. pag. porém. e na sua frente. pelas suas conquistas ultramarinas. como já ficou explicado. A armadura é singela. Que elle possa merecer a approvação do digno jury é o que mais deseja quem o delineou. desta forma se procurou accentuar ainda mais a commemoração geographica a que este monumento se destina. com que se fizeram as primeiras tentativas de descobrimento. um caracter exclusivamente guerreiro. o infante veste agora o trajo de escholar. pretendeu-se dar ao monumento o característico que elle parece dever ter — a glorificação de Portugal pelos seus descobrimentos marítimos. na parte anterior. 63-65 . mas antes a uma concepção allegorica e ornamental. Henrique foi mestre. As proas dos navios não correspondem designadamente a um typo histórico definido. além d'isso. Porto. 49) lembra a assiduidade do infante nas usa investigações relativas aos descobrimentos. parece. Inspirando-se no trecho em que Azurara (cap. seriam embarcações conjunctamente de vela e remos. Além dos pensamentos representados pela posição dos dois braços. e tendo na mão um postulano onde indica a derrota aos capitães que vão partir. a figura está na attitude de começar a caminhar. o outro a passagem do Cabo Bojador. O baixo relevo que diz para a frente do monumento representa a Eschola de Sagres. Pereira. a estatua representa-se descoberta. representada por uma virgem de aspecto sereno e grave. tendo na parte superior o banco de pinchar. Na parte posterior da base do pedestal colloca-se a figura symbolica da religião christã. VI. as armas do infante. Tal é a descripção summaria do projecto do monumento ao infante D. verdadeiramente symbolica. Para esta ornamentação escolheram-se as proas dos navios e dois baixos relevos. Por este modo se pretendeu significar uma das ideias predominantes do infante no espirito do infante e no de todos os portuguezes da sua epocha. in. Com esta allegoria. avulta a grande composição allegorica — o triumpho da navegação portugueza — Uma estatua de mulher que representa a gloria sustentando na mão direita a bandeira de Portugal e na esquerda uma coroa com que premeia os navegadores. sobre uma fita com a sua bem conhecida divisa. de que D. Firmino: O Centenário do Infante D. esta figura. Henrique no Porto. rodeado de indivíduos de origem diversa. puxado sobre as ondas do mar avassalado por dois cavallos marinhos. ficando colocada superiormente ás armas da cidade do Porto. collocando. pp. cada um da sua especialidade nas artes de navaes. comtudo. sob a divisa Invicta. significando assim o cumprimento d'uma resolução firme previamente tomada. segundo as mais recentes investigações dos nossos archeologos. Henrique que. avança triumphante sobre o castello da proa dum navio. Na base do monumento. por ventura. conveniente dar mais relevo ao quadro. tudo devido á iniciativa do infante. tudo sobre a cruz da ordem de Christo.

os waivum afmwíartfmw^oinoTp^QmeMwfàswes m%¥z^i5PifflMico f f l S i M$ a£9nÍs%z®s Je IMS^&m^mdMSfmmpas W^WmyÊW U m i r a L O T l ^ W e / « l W i g e i W U inWmimundo S n f n i V i m î % I f f i S S finJBFfàróriáPM corVeWMm poMWMMentos gráficos. — o volume respectivo aos costumes e armamento e o mais rico m elementos. Deus lhes perdoefwMQ gHsW^9iWrm WcWWcomo V. apqm&np ptam&smglommmm&áaa ^^am^S'lm!^^^S diSSg fáceis op ]vdio$&wdftm^^sœtaptlM)Jt^ ° aue naquela época era uma e a mesma coisa. voltaram para o pavilhão foi lavrado e assignado o auto do assentamento da pedra. SOJTJ Pereira. BJiungj 3S qre 9nb OBpnmui Bjad ojpq 'sBm -\s^by\®!gmxmpitaKím0i^ ^ ^ critério na -I9q 'oii9^ftii^mfe|^l0A7BasewbOTgtf/-á^ÍH*§uf6preÉiW[ ^ ^ E ^ ' B ^&$kM%$Ù$&ffPel° cabeça. Ex" vê. Ern^ suma. tem o meu fraco mérito E certo que durante^alguns 'anos: muito por mce^Mdaaeyroflssional e algum tanto de preferência. Le Moven Aze et La Renaissance. dignas de a maior os nossos OUE: -UI9X3 MV J^tím^SMSÍ^W^^^Mi^^^^ WbWmPáWWWante . Vamos pois desde já com D. me entreguei a estudos acerç^a^hf^^t^qnj^^rtuguesa. Parece-me que para a representação monumental do Infante se podem admitir três hipóteses: oni9umu -ora O ^ q ^ f V ^ j A ^ f c ^ i J ^ s a p ^ r a ^ ^ B siodgp oonoj 2° O Infante na força da vida.Quando SS. com a faixa do mesmo passada aos ombros e presa à cintura. Er" Bp Braourtm E opéuiisgp jBtfE um EiABqiBnb op 9ju9jj EU 9 opBooijoo irm BiBjd 9p ouojsrpjBj corte ou o w g f S ^ t ^ o j o ^ r ^ B i p ^ © «peruai QyfKimim^^^su^&fiãxilSSk^e0 s s opBuuBdjgfl^e&gèWj&ip.U JTAJ9S uiEumisoo anb 9 lEdprunui BJBUIBO B S9Ui90 -uajjad 'BiBjd ao uiaquiBi 'oipjiEui o 9 Eqjoji B sopBoonoo opis uiBiABq BtEjd ap BAIES Bum uig Ex Colega: ~* ^RejoeM a carta de VL E r i e çonfesso-me deveras penhorado pela efevdaa conta em mie VEx" -uso BTOaarapaaoïdép um e *ópej}s9 opBuoiauaui op onínTgiB OEUI9 UIEJ90S9P W P JAiW -RÇ . o herói da tomSSàfflWfmP BJ0 J UITJ 9SS9 EJBd MD OBqilAEd 9UIB39p UIH.0 O ^ J ^ Sd fjUKSW* K. Firmino: O Centenário do InfantèZfH HeftlfJffiBOiíbJPtJrJ«ptHfles ^dtCnrpjiljaRHlhães e lavKhfiC'KW^^EpiBpiHB'satonSoj ap SE|opuBJiã SESOjaumu JE OE unuiqns OUKUIOUI 9JS9. mas já estou desabituado de rabiscos). cinto ou pretine com a escareia e o bolhão ou punhal. vestindo opa ou balandrau comprido. XHWíflaa3^eFiftp®i£§M)'>8a^ possível.N Documento n° 9 Boqsiq sp iBdpnmiu BJBUIEO Bp 9iu9pis9jd-90iA JUS ojda opBiuassjdB EJOJ gqj anb ojptJBUJ o moo S9Z9A sBnp naiBq jBnb EU 'Bjpad B gjqos JEO ap jgqpo fri%ú3p:BrrÍ8^%^d3^fflfflrB)3 Bp 3iu9piS3id JUS ojad BpEUi9S9jdE IOJ 9qi anb 'Bqi -OJI Bu^)g^d/^f55>3]Al § SBIU0UIIJ33 SBJS9. o eme não dispensa de X W M r o u l « «?« «P <**«» '^E2m^^ base os maneiras (desculpe a torpeza dos bonecos. como V. Buoipg BzgrHui BjpoquEO E JEUSIA EJOJ 'rBiAmj ofoijoo o wvooupm&GiflmpsBaïêxtg v^iapaà^sa^t^^ím^m^ B no§9qo sBJoq f SBp siodap oonoj O primeiro. Grão-Mestre de Christus 3o Q LnJante moço e cheio de valentia efe religiosa. é pouco favorável do ponto de vista monumental eipoderá até parecer grotesco. MM. é filosoficamente a mais própria para o caso. etc. -BA E ã J B p ^ i m j s u o Q ^ B D u ™ S T O g r ^ ^ B A ^ B ^ $ £ l$$$rmWMèÇ4 &&& causara í/e confrontar esses documentos com as estampas da obra de Laisoire (Bibliophile ^Jacob).U JB3tl| UIBJEUIOt BAIJUUOO 9 SOJtSTUUU ' W 3 J D I SS AA A primeira.9 SE^^ffôS^«$^91. isto é.ifá&tíÇJttiável pau °Xmn¥mfo ^ÏÏMiala^fîcfcqf pés (ou 8 0 U 01U31UI130Q . a ser bom critério os documento ilustrativos que consultará lhe darão abundantes pormenores. e AA. llD °* Mwâl^M^^olWMMnmmM^ld^mr^m^ ^WJWoWjm ep mx°. É mais difícil porque os nossos a compatriotas em matérias de Arte.

calças inteiras) sem sapatos. Nos pés os socos ou galochas indispensáveis, pela sujidade e desalinho das ruas, etc., própria daquela época. É uma sola com dois tacões e uma tira para se fixar nos pés. São o soco ou tamanco moderno na sua forma primitiva e ainda há trinta anos mantinham esta forma no Alentejo, e no princípio do século ainda assim eram nas Províncias do Norte, etc. Representei o personagem abrigando a vista do reflexo do Sol (com a mão) como que mirando ao longe para descobrir no horizonte a caravela de Diogo Cão, de Zarco ou qualquer outro. 2a hipótese, o mestre da ordem de Cristo, com o manto da ordem, a pota, um pequeno barrete (espécie de solidéu) calça de camurça aparecendo por debaixo do hábito, que desce pouco acima do tornozelo, e as esporas (ou acicates). Esta é a forma porque estão representados nas estátuas tumulares vários portugueses da época, tais como Gil e Martim de Ocem, que por minha influência foram recolhidos no museu de Santarém. Encontrará V. Ex" aí pelo Norte vários exemplares semelhantes — sem ir mais longe (apenas com ligeira variante no barrete e em ter a barba crescida) o monumento do bailio Coelho, em Leça do Balio. [Intercala-se aqui outro croquis de Manuel de Macedo] 3a hipótese - esta admite uma variante. O Infante guerreiro de Ceuta (é necessário 1er o episódio da conquista da Praça, na jornada de Ceuta, de Eanes de Zurara). Ali se descreve a forma como estava armado e como se bateu. Chapéu de ferro sobre o carnal ou capuz de malha meia couraça com falaras ou lâminas para defender os quadris, vestidas sobre a cota que tem no peito a Cruz da Ordem, por baixo vê-se a fímbria do saio de malha armadura de pernas e braços e guantes, etc. O bolhão ou punhal pende do cinto. Na mão o estoque ou espada de mãos ambas. A variante foi a que escolheu o nosso colega, o escultor Simões, guiando-se pela estátua memorativa do Infante que existe no portal dos Jerónimos. Não tem capuz de malha e tem a cabeça descoberta, a barba longa (o que é sem dúvida um anacronismo), o escultor quinhentista pôs-lhe as longas barbatanas dos homens grandes da época. Veste cota solta, sem cinto, sobre as armas, como se vê no túmulo de D. João I, na Batalha. Prefiro a ter-se de adpotar afigura do príncipe como guerreiro, a interpretação que acima desenhei, baseada em Zurara, que o viu, conheceu e tratou de perto. [Refere-se ao 4o croquis que desenhou] Eis os elementos que posso ministrar-lhe, sentindo que não sejam mais abundantes e valiosos. Em quanto aos livros de consulta, V. Ex" encontrará tudo ou quase tudo na Biblioteca do Porto. Concluo pois subscrevendo-me, de V. Ex" colega e admidor sincero. Manuel de Macedo Coutinho Junto ao primeiro croquis, escreveu à parte o seguinte: "O Infante trajando de saio curto de pregas à francesa, chapéu ou chapeirão, etc. Cabelo à portuguesa, com ainda se encontram exemplos nas Serras e lugares afastados" O papel em que escreveu esta carta tinha o timbre da Academia real de Belas Artes, que riscou, e à pena, emendou para Museu Nacional das Belas Artes, às Janelas Verdes, Lisboa. Manuel de Macedo era muito escrupuloso, indo às minúcias de interesse secundário. Todos os colegas o consultavam, e de sua modéstia colmam sempre prontas e preciosas lições. in, Notas de Arte no Ocidente, II Volume, Março de 1947, p. 64

Documento n° 10
Carta de Tomas Costa à APBA relatando a sua actividade como bolseiro em Paris. "Ulmo Amigo Snr. Thadeo [Furtado] - Estamos aproximadamente na época da minha segunda remessa e o meu desejo era mostrar à Academia que não devia julgar pelos estudos que tenciono remetter, do meu aproveita-mento no decurso de dois annos, pois visava a um emprehendimento maior, não quero dizer com isto que lhes enviarei uma obra prima, mas sim provas que melhor definissem os progressos que tenho feito, os quaes Mr Felguiére repetidas vezes tem observado a ponto de me convidar a trabalhar no seu atelier particular caso eu podesse dispor de tempo. No ultimo concurso de ronde-bosse tive uma menção honrosa com uma figura de mulher,

quase tamanho natural, fil-a em metade do tempo que os meus camaradas trimano, porque tinha passado a outra metade a fazer o concurso definitivo do prix Lauzel, em que só dez alumnos são admitidos, depois de terem feito as provas eliminatórias. Pois essa ronde-bosse se eu dispozesse de recursos tel-a-ia aproveitado para a mandar em vez de a deitar à caixa do barro. Hoje ainda que eu quizesse enviar provas mais serias era-me duplamente impossível, porque dois obstáculos se levantam a impedir-me: Io a condição imposta pela Academia de pagar á minha custa a moldagem dos estudos e até o próprio encaixotamento, o que já é razão bastante para não satisfazer a minha vontade. 2o um encommodo que me veio ultimamente e que ha mez e meio me tem impossibilitado d'ir à escola porque não posso estar de pé. Esse encommodo é uma hydrarfhrose n'um joelho; é d'um tratamento bastante demorado e offerece bastante gravidade. Como esse tratamento é dispendioso a exiguidade dos meus recursos me obrigará, talvez, pela primeira vez a entrar n'um hospital. Tenho sacrificado todo o meu tempo a minha saúde e a maior parte da minha pensão ao estudo, não tenho aplicado improficuamente o meu tempo, nem recreativamente a parte da pensão de que posso dispor por pequena que seja, pois creio que algum direito tenha a certos recreios entre os muitos dos quaes bastantes elementos há, para a educação d'um artista. Nem sempre se vive em um meio tao desenvolvido tão activo e tão progressivo como este, e é por esta razão que a Italia não me chamará tão cedo. Os grand Prix que vão para Roma justificam bem todos os annos a minha opinião. Estou desesperado porque não posso trabalhar, portanto pedia o favor de me conceder um prazo maior até que eu possa trabalhar para fazer a minha remessa. Tenho no Salon um busto d'uma creança que talvez mande. Quis apresentar no Salon d'esté anno um trabalho mais importante, mas a frequência da escola não me permitiu concluil-o. Apezar do meu encommodo não pude deixar d'ir ao Salon. Estive lá a primeira vez no dia do vernissage e mais duas vezes ultimamente. A melhor esculptura este anno é a Diana de Mr Falguière. A medalha d'honra não prova coisa alguma porquanto ella é dada sucessivamente áquelles que ainda a não têm tido. Não há photographias à venda da estatua do meu professor senão ter-lhe-ia mandado uma. Peço favor de me recomendar aos collegas de V. Ex* e sou sempre com toda a consideração e estima. De V. Ex* Thomaz Costa. Paris 7 de Junho de 1887 Arquivo da ESBAP. Correspondência de bolseiros da APBA. ff 46-48, 7 de Junho de 1887, in, Carvalho, António Cardoso Pinheiro de, O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura do Norte de Portugal nos Meados do século XX, Tese de Doutoramento, policopiada, Porto, 1992, p. Documento n" 11 Carta de Manoel Ramos ao Presidente da Comissão Administrativa da CMP. 26-7-1928 Meu Presado Amigo e Camarada. Foi minha primeira ideia dirigir-me a meu irmão, João Crisóstomo para me servir de intermediário no pedido que vou fazer-lhe. Mas pensando melhor acho que entre camaradas as coisas devem tratar-se directamente, mano a mano. Ora eis o caso: O Tomaz Costa está velho, doente e deve ter uma vida difícil. Foi um artista muito delicado, um modelador fino e ocupava um lugar honroso entre os nossos escultores. A sua estatua de "David" não a conheço mas não posso levar a serio o parecer da Comissão de Estética diante de uma estatua nua de um rapaz ainda na puberdade como parecer ser o caso do rei David de Tomaz Costa. De resto o caso teria remédio porque as folhas de parra não se fizeram para outra coisa. Mas a Venus Anadyomène ainda a cheguei a ver e sempre me pareceu uma coisa fina que o Museu do Porto pode e deve adquirir e que, á parte os trabalhos de Soares dos Reis, não tem que recear confrontos. O que eu desejava pois era que o meu amigo por si ou por pessoas idóneas de sua confiança fizesse estudar o caso com brevidade e vissem se sim ou não podiam adquirir uma das suas obras que deixo indicadas. A vereação faria um acto de justiça e não me parece que podesse rasoavelmente ser atacada por este facto. Deixo o caso ao seu alvedrio e espero dever-lhe a finesa de uma resposta. E veja para que pode servir-lhe o velho c inutil amigo e camarada (a) Manoel Ramos, Lisboa 26-7-1928. AHMP - Actas da Comissão de Estética (1927-1931), ff. 45v-46 Documento n" 12 Oficio enviado da Comissão de Estética ao Presidente da Comissão Administrativa da CMP

Ex"10 Senhor Presidente da Comissão Administrativa da Camará Municipal do Porto. No dia quatorze do corrente foi presente a esta Comissão de Estética uma carta do Ex° senhor Manoel Ramos relativa a aquisição de uma estatua de Tomaz Costa, "David" que só nos foi dado conhecer por uma fotografia que em tempos recebemos. Da carta do Ex° senhor Manoel Ramos parece depreender-se que a estatua em questão não foi adquirida pela camará Municipal do Porto por culpa desta Comissão e nela diz sua excelência que não "pode levar a serio o pudor da Comissão de Estética diante da mesma estatua nua dum rapaz ainda na puberdade como parece ser o caso do rei "David". Custa-me muito que um homem da alta categoria mental do Ex° Senhor Manoel Ramos seja tão precipitado na apreciação do critério alheio em assunto sobre que devia ter-se previamente esclarecido para não ser injusto com pessoas que o estimam e tem direito a mesma consideração que lhe tributam. Sua Ex3 ignora neste assunto apenas tudo. Ignora que a Comissão de Estética nada tem com a aquisição de obras de arte para o seu Museu. Ignora que esse Museu tem um Director, o Ex° Senhor Julio Brandão cujas atribuições a Comissão não pode nem deve invadir e que deveria ser o primeiro consultado. Ignora que a Comissão de Estética só poderia ser ouvida para o caso em que a estatua "David" podesse ser adquirida para a praça publica, e que a ser assim não podia incorrer nas responsabilidades da sua aquisição dada não só a exiguidade das suas proporções como a falta de local em que podesse ser aplicada, além de outras razões nas quaes (em obediência á actual universalisação dos decotes nos espirites e nos trajos) nunca sequer se pensou em invocar a do comovente pudor. Ignora sua Ex" que ninguém mais do que a Comissão de Estética gostaria de ser util ao escultor Tomaz Costa, se entre o seu empenho e os seus deveres e responsabilidades se não interposessem motivos que um espirito recto não pode deixar de respeitar. Ignora que a camará do Porto é com lamentável insistência solicitada para a compra de obras de arte por parte de muitos artistas residentes em Lisboa, quando em Lisboa ha também uma Camará Municipal, vários e importantes museus, e estes com dotações e orçamentos que o Porto nunca possui. Ignora finalmente que á Comissão de Estética nunca deixou de ser agradável que que a Camará do Porto abasteça o seu Museu e, sendo assim, se a sua ilustre Comissão Executiva entender que deve adquirir o "David" ou a "Venus Anadyomene" dispõe da autoridade para o fazer, sem a intervenção da Comissão de Estética, que não tem, como fica dito, atribuições para isso. Feito isto, assim como deve ser feito, e com tudo no seu logar, facilmente se dispensa a folha de parra que o Ex° Senhor Manoel Ramos aponta como remédio para este acto municipal. Termino afirmando a Va Excelência os meus melhores desejos de Saúde e Fraternidade. Porto 21 de Agosto de 1928. Pela Comissão de Estética (a) Guedes de Oliveira. AHMP - Actas da Comissão de Estética (1927-1931), ff. 46v-47v

Documento n° 13
Carta de Eduardo Sequeira a António Teixeira Lopes, s/d, (1899?) [...] O Bento encarregou-me de lhe comunicar que a quantia certa com que contamos é de 1.800S000. Tem, pois, que limitar-se a esta reduzida verba. Não temos a certeza que chegue a dois contos. As coisas para o monumento a Garrett parece que vão correndo bem. Mande este seu amigo Obg. Eduardo Sequeira in, Lopes, António Teixeira, Ao Correr da Pena. Memórias de uma Vida, Câmara de VNGaia, 1968, p. 224. Documento n° 14 Carta de Jaime de Magalhães Lima a Teixeira Lopes Querido Amigo: Acordei a pensar na sua linda rapariga do Loureiro. Apetecia-me beijá-la, religiosamente, a ver se aquele barro, aquecido pela minha ansiedade, me confessava os segredos de vida ingénua que lhe adivinho e não sei definir. Beije-a por mim; e um dia me dirá o que ela respondeu. Aqui me tem novamente, nesta sua casa que aguarda a sua visita como um fortuna, e sempre muito grato aos carinhos com que cativa. O seu admirador e sincero A." Jaime de Magalhães Lima in, Lopes, António Teixeira, Ao Correr da Pena. Memórias de uma Vida, Câmara de VNGaia, 1968, pp. 379-380

Documento n° 15
Portaria de 2 de Maio de 1908, nomeando a comissão de oficiais do exército incumbida de estudar e propor o Programa Geral da Comemoração Ministério dos Negócios da Guerra. Repartição do Gabinete Manda Sua Majestade El-Rei, pela Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, que uma commissão composta do general de brigada João Carlos Rodrigues da Costa; dos coronéis do serviço do estado maior Alfredo Pereira Taveira de Magalhães, e do estado maior de artilharia Maximiliano Eugénio de Azevedo, do tenente coronel de cavallaria, adido, Christovam Aires de Magalhães Sepúlveda; do major de engenharia Francisco Maria Esteves Pereira; e dos capitães do estado maior de infantaria Luis Henrique Pacheco Simões, e do estado maior de artilharia José Justino Teixeira Botelho, servindo o primeiro de presidente e o ultimo de secretario, estude a forma de se commemorar condignamente o centésimo aniversario da guerra peninsular, cumprindo-ihe elaborar e propor o programma a executar no país, como indicar a representação que entenda se deverá ter junto do commissões nomeadas em outros países para idêntico fim. Paço, em 2 de maio de 1908. = Sebastião Custodio de Sousa Telles
D. do G. n° 105, de 11 de maio de 1908

in, Legislação Portuguesa de 1908, 2/5/1908, p. 302

Documento n° 16
Programa para a Comemoração da Guerra Peninsular (mandado cumprir por decreto de 19-8-1908) I o . A comemoração centenária da Guerra Peninsular far-se há em diferentes datas do período que decorre de Junho de 1908 a 10 de Abril de 1914, em que se pelejou a última batalha nos campos de Toulouse Parte a realizar em 1908 2°. Comemoração cívica do o levantamento nacional para o restabelecimento da nossa independência. a) Convidar-se hão as municipalidades das povoações do reino que foram focos de sublevação contra o jugo estrangeiro em 1808 a promoverem manifestações festivas, embora muito modestas, no dia em que se completarem cem anos que o levantamento se declarou nos respectivos municípios. Muito especialmente deve este convite ser dirigido à municipalidade do Porto, por ter sido nesta cidade que em 19 de Junho de 1808 se constituiu a Junta Provisional do Supremo Governo do Reino. Aos municípios deve ser deixada toda a inciativa no modo de celebrar o acontecimento que se tem em vista comemorar, prestando-lhes o Govêmo o auxílio que entenda poder e dever conceder-lhes. b) Convidar-se hão igualmente todos os professores das escolas primárias oficiais e particulares a fazerem sentir aos seus juvenis alunos a grandeza do acto que se comemora. Do mesmo modo se procederá a respeito dos professores de instrução secundária, especialmente daqueles que regem as cadeiras de história e língua portuguesa. No Colégio Militar, Escola do Exército, Escola Naval e outras escolas superiores e de ensino especial promover-se hão conferências com o mesmo fim. c) Far-se hão conferências nos quartéis e a bordo dos navios de guerra para que chegue também ao conhecimento de todos os soldados a magnitude do acto, que, nas terras onde não houver data histórica privativa a comemorar, se pode simbolizar no dia 19 de Junho. d) Em Lisboa comemorar-se há o levantamento nacional de 1808, lançando-se, em local e dia que oportunamente se designarão, a primeira pedra para um monumento aos heróis da Guerra Peninsular. Para este acto ter a devida solenidade será acompanhado de uma parada militar. e) O dia 15 de Setembro, em que se completa o primeiro centenário do restabelecimento do govêmo nacional em Lisboa, será este ano considerado de grande gala, fazendo-se as demonstrações do estilo e quaisquer outras que o Governo entender convenientes. 3°. Comemoração da batalha do Vimeiro a) Erguer-se há uma simples lápide comemorativa, ou padrão, rodeado por uma grade, no campo onde se deu a batalha do Vimeiro, fazendo-se a respectiva inauguração no dia 21 de Agosto. Nessa lápide dirse há, em brevíssimas palavras, que o exército inglês, do comando de Sir Arthur Wellesley, depois do seu desembarque na praia de Lavos, e auxiliado por um contingente português, bateu as avançadas do exército francês na Roliça, e depois de ter sido reforçado derrotou, naquele sítio do Vimeiro, o grosso do exército, comandado pelo próprio general em chefe, Junot, obrigando-o a evacuar Portugal. b) Assistirão á cerimónia representantes de todas as armas e serviços do exército e da marinha, bem como os regimentos de artilharia 4, cavalaria 6, infantaria 12, 21 e 24, e do batalhão de caçadores 6, que tomaram parte na aludida batalha. Convidar-se hão também a assistir: os adidos militares estrangeiros; representantes das duas câmaras do Parlamento; as autoridades locais; quaisquer outras

durante os cmco anos de 1910 a 1914 da comemoração do centenáno. lançando-se em local apropriado. e sera levada nas referidas solenidades em cada ano pelo corpo que. Do mesmo modo que para Chaves. e os representantes dos ificiais portugueses que igualmente tomaram parte na batalha. A concessão dessa honra e a consulta respectiva serão publicadas em ordem do exército. na cidade do Porto. será em 1910 feita com a possível pompa. c) Cnar-se há uma bandeira comemorativa do centenário da Guerra Peninsular. pela muita glória que as nossas tropas adquiriram na batalha do Bussaco. a primeira pedra para um monumento consagrado à memória dos heróis mortos pela Pátria e fazendo-se por essa ocasião uma parada militar. pelos seus serviços. na primeira destas duas vilas. c) As disposições para a recepção dos convidados serão pormenorizadas pela comissão que tiver a seu cargo executar este programa. fôr considerado mais digno dessa honra. convidar-se há a municipalidade de Amarante a celebrar o aludido e notável feito da defesa da ponte. representantes da imprensa. desde 20 a 25 de Março de 1809. b) Terminada a missa campal proceder-se há á cenmónia da benção da bandeira a que se refere a alínea seguinte. tendo inscritas com letras de ouro as datas das batalhas mais celebres da Guerra a que assistiram as tropas portuguesas. e) Far-se há em Lisboa. ou suas famílias. em 16 de Fevereiro de 1808 Convidar-se hão as municipalidades de Caminha e Villa Nova de Cerveira a celebrarem embora com muita modéstia. Comemoração da defesa do Minho. o centenáno da intrépida defesa do no Minho. ou nomear-se ha para tal rm uma comissão local de pessoas importantes em que entre o elemento militar. a que assistirão contingentes de todos os corpos do exército e os oficiais que o desejarem. e dedicada ao general Bernardim Freire e a Champalimaud. terá seguro à haste um colar da ordem da Torre e Espada. uma lápide comemorativa do feito celebrado. bem como os convidados das mesmas categonas que foram indicadas para a celebração no Vimeiro. ou no Museu Militar. e pelo seu comportamento colectivo. organizando-se um cortejo cujo programa se promenorizará em ocasião oportuna: ficando. Comemoração da passagem do Douro e restauração do Porto pelo exército anglo-luso em 12 de Maio de 1809. pelos seus progressos em instrução e aptidões militares. Comemoração do sítio e tomada de Chaves. d) Findas as cerimónias religiosas. Convidar-se há a municipalidade da aludida terra a celebrar o centenáno da tomada da praça pelas tropas do general Silveira. Parte a realizar em 1910 8o. 6o. e figurará unicamente nas grandes paradas e solenidades militares sendo. realizar-se há uma visita ao campo de batalha. desde 18 de Abril a 2 de Maio de 1809. Comemorar-se há este glorioso tnunfo das tropas alhadas. fardados com os uniformes daquela época. notabilíssrmo pela extraordinána rapidez com que foi efectuada a passagem do rio em frente do Porto. porém. desde ja assente que se . no dia 27 de Setembro. os oficiais ingleses que pertençam a regimentos que tomaram parte na batalha. Comemoração da defesa da ponte de Amarante. Depois de 1914 a bandeira será guardada no Ministério da Guerra. no domingo seguinte a 27 de Setembro de 1910 ou quando o Governo determinar uma grande comemoração cívico-militar da batalha do Bussaco. confiada aos cinco corpos que maior número de citações alcançaram pelos seus feitos durante a guena. deixando-lhe toda a inciativa. e além delas a histónca legenda camoneana que foi concedida como distintivo de honra aos corpos que mais se distinguiram na batalha de Victona. dingida pelos oficiais do estado maior. Esta bandeira. de que resultou ter o marechal Soult de se retirar precipitadamente para a Galiza. T. ou nomear-se há para esse fim uma comissão local de pessoas importantes em que entre o elemento militar. a) A festividade que anualmente se realiza no sítio do Bussaco. celebrando-se uma missa campal.autoridades que o Governo porventura entenda dever convidar. com as dimensões das actuais bandeiras regimentais. O Governo mandará colocar em sitio apropriado. por ordem o Ministério da Guena e sob proposta de um conselho de generais. Comemoração da batalha do Bussaco. 5o. O Governo mandara colocar em sítio adequado uma lápide comemorativa do notável feito celebrado. Parte a realizar em 1909 4°. tendo por guarda de honra um pelotão formado com praças dos corpos que tomaram parte na batalha do Bussaco.

deve procurar impnmir-lhe um carácter eminentemente nacional, para o que se procurará obter representação de todas as colectividades que queiram prestar culto aos heróis da guerra da Pneínsula, e que nele aparecerá a bandeira comemorativa do centenário, levada por um oficial do corpo a que foi primeiramente entregue, ladeada por oficiais e aspirantes dos outros corpos, e tendo por guarda de honra o mesmo pelotão uniformizado que a acompanhou no Bussaco O cortejo irá desfilar diante do monumento aos heróis da Guerra Peninsular, se ao tempoo estiver concluído, ou diante de qualquer outro monumento nacional, que se julgue mais adequado ás circunstâncias. Parte a realizar em 1911 9o. Comemoração da defesa das praças de Abrantes (9 de Outubro de 1810 a 7 de Março de 1811) e de Campo Maior (12 a 22 de Março de 1811) Proceder-se há a respeito destas comemorações como se disse para Caminha, Vila Nova de Cerveira, Chaves e Amarante. a) O Governo mandará colocar em sítio adequado, na praça de Abrantes, uma lápide comemorativa da heróica defesa que sustentou desde o ataque pelas tropas de Massena, logo depois deste parar em frente das linhas de Torres Vedras, até que foi levantado o cerco, quando o mesmo marechal se viu forçado a retirar para a Espanha. b) Na praça de Campo Maior, a lápide, igualmente mandada colocar pelo Governo, será dedicada á memória do major Talaia e dos defensores do castelo. Parte a realizar em 1914 10°. Abrir-se há um concurso, perante uma comissão para tal fim nomeada para todos os livros e artigos sobre assunto relacionado com a Guerra da Peninsula, escritos durante o período da sua comemoração, concedendo-se um elevado prémio pecuniário ao autor da melhor obra que se apresentar, e distinções honoríficas isentas de direitos de mercê aos autores daquela que se julgarem merecedoras de tal galardão. Os trabalhos serão entregues à Comissão até o dia 31 de Outubro de 1913, e a distribuição do prémio e distinções honoríficas far-se há em sessão solene, para a qual será solicitada a presença de Sua Majestade El-Rei, no dia 10 de Abril de 1914, centésimo aniversário da batalha de Toulouse, remate da Guerra Peninsular. Os pormenores do concurso ulteriormente serão regulados. Parte a realizar em data indeterminada 11°. Além dos factos cuja comemoração acima propomos, outros há, extremamente honrosos para o exército português, e que não podem ficar esquecidos, tais são: a defesa das linhas de Torres Vedras, as batalhas de Talavedra, Fuentes de Honor, Albuera, Salamanca, Victoria, Nivelle, Ortez, sítios de Badajoz, S. Sebastião e Cidade Rodrigo. Para comemorar tais victórias realizar-se hão conferências nos quartéis dos corpos que nelas tiveram parte, ou sessões solenes nas localidades onde eles se acham aquartelados. Outrossim se pode fazer coincidir a realização de algumas das propostas abaixo indicadas com os aniversários das aludidas batalhas, que assim seriam comemoradas com medidas de manifesta utlidade. Estas propostas são as seguintes: 1 Enviar a Londres um general depor no túmulo de lord Welington uma coroa de bronze, fundida no nosso Arsenal, como homenagem do exército português, aproveitando-se para realizar tal acto, se fôr possível, a ocasião em que Inglaterra se façam manifestações á memória do glorioso comandante em chefe dos exércitos aliados

2. Organização de uma exposição no edifício do Museu da Artilharia (que convirá talvez reorganizar) de relíquias, quadros, retratos, uniformes, bandeiras e quaisquer objectos relacionados com a Guerra Peninsular, quer do Estado, quer de particulares, ficando os que pertencem ao estado, depois de terminada a exposição, arrumados permanentemente numa ou mais salas, que se denominarão "Salas da Guerra da Península". 3. Organização de uma exposição, sob a direcção da Biblioteca Nacional de Lisboa, de livros, folhetos, manuscritos, gravuras, etc., relacionados com a Guerra da Península, sendo obrigatório o concurso das outras bibliotecas do país. Serão concedidas menções honrosas aos particulares que concorrerem 4. Reorganização do arquivo do Ministério da Guerra, dando-se-lhe instalação condigna, e procedendo-se a uma catalogação geral dos documentos ali existentes, especialmente dos relativos a esta Guerra, de modo que se torne fácil a sua consulta.

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Publicação por conta do Estado de todos os documentos relativos á Guerra Peninsular, alguns dos quais, já coordenados, correm risco de novamente se confundirem; formando-se com eles volumes, que se vendam por preço ao alcance do público.

6. Visitas de estudo aos locais onde se deram os acontecimentos militares mais notáveis, incluindo praças de guerra e as linhas de Torres Vedras. 7. Restituição das antigas legendas ás bandeiras dos regimentos que com ellas foram contemplados pelo seu valor na guerra da Península. 8. Publicação por conta do Estado dos trabalhos que sobre a Guerra da Península forem apresentados á comissão a que se refere o n° 10, quando o parecer sobre eles emitido fôr favorável. 9. Organização dum inventário dos monumentos militares nacionais, criando-se no Orçamento uma verba especial para a sua conservação. 10 Que o Estado tome a seu cuidado os monumentos funerários erigidos á memória dos militares mortos em campanha, quer nacionais, quer estrangeiros, que existam dispersos pelo país, como são os da Roliça, Elvas, etc. Lisboa, 23 de Maio de 1908 = João Carlos Rodrigues da Costa, General de Brigada, Presidente = Alfredo Pereira Taveira de Magalhães, Coronel do Serviço do Estado Maior = Maximiliano Eugénio de Azevedo, Coronel do Estado Maior de Artilharia = Christóvão Aires de Magalhães Sepúlveda, Tenente Coronel de Cavalaria = Luis Henrique Pacheco Simões, Capitão do Estado Maior de Infantaria = José Justino Teixeira Botelho, Capitão de Artilharia, Secretário e Relator. Comissão Oficial Executiva. Actas, Contas e Bibliografia (1908-1912), Imprensa Nacional, 1913, pp. 13-17

Documento n° 17
Acta da Sessão de 28/4/1909 O Senhor Presidente p r . Nunes da Ponte] [...] Na sua qualidade de membro da commissão encarregada pela Camará para organização dos festejos a realisar n'esta cidade, [...] elaborará o programma que tem de ser enviado ao Presidente da Commissão official para o submetter á approvação do Governo. Este programma foi assim delineado: a) Na praça Mousinho d'Albuquerque será mandado levantar pela Camará Municipal um pavilhão com duas galerias lateraes, a fim de n'elle Sua Magestade El-Rei tomar logar, se se dignar presidir a solemnidade b) No centro da mesma praça sob a direcção da Camará Municipal serão tomadas as disposições convenientes para no alludido local se effectuar a colocação da primeira pedra destmada a ser base do monumento supre referido c) A Camará porá á disposição da Comissão do Centenário todos os objectos necessários á realisação da cerimonia. d) O Pavilhão central será destinado a rielle, depois convenientemente mobilado, se redigir, 1er e assinar o auto descriptivo da solemnidade, do qual auto, o original ficará na base do monumento e os traslados um será entregue á Camará Municipal do Porto, outro ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo e o terceiro á Commissão Official do Centenário e) Junto ao Pavilhão Central, como guarda dtionra, de Sua Magestade achar-se-há o corpo de bombeiros municipaes f) A praça Mousinho dAlbuquerque será devidamente ornamentada a expensas da Camará Municipal. g) Também a expensas da Camará uma banda de musica abrilhantará o acto h) A mesma Camará mandará na mesma noite do dia dose illuminar a fachada dos paços do Concelho. O Senhor Doutor Corrêa Pacheco lembra que o Monumento seja collocado a um dos lados do jardim. Dessa forma não fica interrompido o transito da mais extensa rua que o país possue e pode servir de mcentivo á erecção doutros monumentos nos restantes arrelvados o que tornaria aquella praça digna da atenção dos forasteiros O Senhor Doutor Duarte Leite discorda com a opinião d'aquelle senhor vereador e refere que o monumento é collocado no centro da praça e n'esse ponto não desfeia a esthetica do jardim que tem de ser modificado para maior commodidade dos transeuntes. De resto devido aos diversos trainers em que a avenida foi construída, não ha uma larga perspectiva prejudicada com a collocaçâo do monumento no local proposto o que aliás é vulgar nas grandes capitães, onde, e para evitar a monotoma de extensas vias, sao

collocados arcos ou monumentos. Posto á votação, o programma foi approvado, resolvemdo-se enviál-o ao presidente da Commissão Official. AHMP, Vereações, Livro n° 150 - 1909, ff 107-108

Documento n° 18
Ministério dos Negócios da Guerra. Repartição do Gabinete. Commissão do centenário da guerra peninsular Programma do concurso entre artistas nacionaes para a adjudicação do monumento comemorativo a erigir no Porto em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas. Em virtude do que determina o n° 4 do artigo 2° do decreto de 19 de agosto de 1908 é aberto, perante a Commissão Official Executiva do Centenário, e entre artistas nacionaes, concurso para a adjudicação do monumento comemorativo que, nos termos do programma official da celebração, deve erigir-se no Porto, em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas. O programma e bases d'esse concurso são as seguintes: 1" É aberto entre artistas nacionaes, por espaço de seis meses, a contar d'esta data, para a elaboração do projecto de um monumento a elevar na Praça de Mousinho de Albuquerque, na cidade do Porto, em honra do heroísmo dos povos e tropas do norte contra as invasões francesas.

Os projectos, dando a conhecer o monumento em todas as suas faces, serão em vulto (pleno relevo), na escala de 0,10 por metro, devendo ficar nelles bem definido qual a natureza do material a empregar.

Estes projectos deverão ser acompanhados de memoria descritiva com os esclarecimentos, que os seus autores julguem necessários.

A quantia destinada para a construção do monumento é fixada em 40.0005000 réis, ficando a cargo da commissão do centenário a construcção dos alicerces até ao nivel do solo.

O jury compr-se-ha de um representante da commissão do centenário como presidente, e de quatro artistas dois nomeados pela Academia Portuense de Bellas Artes, e dois pela Sociedade de Bellas Artes do Porto, eleitos pela sua assembleia geral, devendo a escolha recair em um escultor e um architecto por cada um d'aquelles institutos.

O autor ou autores do projecto classificada me primeiro logar terão como recompensa a execução da obra; aos autores dos projectos classificados em segundo e terceiro logar, serão dados respectivamente os prémios pecuniários de 1:000S000 réis e 600X000 réis.

T
Os projectos serão entregues na Academia Portuense de Bellas Artes, sala do museu, no dia 5 de janeiro de 1910 até as quatro horas da tarde. 8a Cada projecto terá uma «divisa», a qual se repetirá exteriormente em um sobrescrito lacrado, contendo o nome do autor ou autores, «divisa» que se repetirá na memoria descritiva, quando a haja, e que deve acompanhar o respectivo projecto. Não serão assinados os projectos Do que se receber será passado recibo especificado á pessoa encarregada de fazer a entrega. 9" Não serão admitidos nem acceites projectos que já tenham sido apresentados em anteriores concursos.
10 a

De 6 a 10 de janeiro de 1910 terão logar as reuniões que o jury julgar necessárias para o exame dos projectos e adjudicação dos prémios, seguindo-se logo durante oito dias a exposição publica.

11 Os projectos premiados terão a respectiva indicação e os nomes dos seus autores. Os não premiados terão apenas a correspondente «divisa», visto ficarem ignorados os nomes dos respectivos artistas. 12a Caso assim o entenda, poderá o jury conferir menções honrosas aos projectos immédiates em classificação aos premiados, dando-se também a publico os nomes dos autores d'esses projectos, quando nao haja, teito pelo interessado, pedido em contrário. 13a Os três projectos mais classificados ficarão pertencendo á commissão do centenário, a qual lhes dará o destino que tiver por mais adequado. 14a Todos os outros projectos serão restituídos quando se annunciar, mediante a apresentação do recibo respectivo. 15a Na execução do monumento só serão admittidos materiaes de longa duração, como o bronze, o granito o lioz ou outras semelhantes. 16a Em aditamente á base Ia d'esté programma e para esclarecimento dos concorrentes, se insere a seguinte nota elucidativa: «O monumento commemorativo, que, em cumprimento do artigo 2", alinéa d), do programma official, deve erigir-se em Lisboa glorifica todo o heroismo e devoção patriótica com que Portugal, pelo seu povo e pelo seu exercito, primeiro só, e depois com o auxilio dos seus alliados, soube lutar e manter a sua independência desde 1808 até 1814. É a apothéose de todo esse glonoso período de sete annos». O monumento que, em virtude do artigo T do mesmo programma official, se destina ao Porto, commémora privativamente a parte, singular e única, que o norte do país e aquella cidade tiveram nas pnmeiras invasões e como contra estas, e só com diminutas tropas portuguesas, alcançaram restaurar patnoticamente, e heroicamente defender a independência da pátria. Deverá ser esse monumento a glorificação especra do patriotismo das províncias do norte, e da abnegação heróica dos generaes e tropas portuguesas durante o período e m que o exercito nacional, desorganizado, mal armado, pobre de quasi todos os meios de guerra, Sube combater, cobnr-se de gloria e até vencer, desajudado do estanho auxilio, que mais tarde, desde abril de 1809 o tornou apto para as grandes batalhas e para as memoráveis victorias. No monumento do Porto ficará a apothéose do levantamento popular no norte em 1808, do restabelecimento do governo nacional pela Junta do Porto nesse anno, e dos serviços do exercito português, quando, isolado, contra as duas primeiras invasões. São com effeito, as provindas do norte as que primeiro se sublevaram, em junho de 1808, contra o invasor 'sublevação que tomando corpo, e propagando-se rapidamente por todo o pais, consegue restabelecer em 19 d'aquelle mês, no Porto o governo nacional, preparar a defesa, e organizar a custa de generosos sacrifícios de todas as classes, o pequeno exercito de Bernardim Freire, que, apoiado pelas columnas de Bacelar e Conde de Castro Marim, desce ao longo da costa, tornando possível o desembarque, ate então impraticável, do exercito bntannico, a victoria do Vimeiro, a expulsão do invasor, e a restauração da independência, que, a despeito de todos os perigos, sempre depois se manteve. Em 1809 quando Napoleão vem á Peninsula, e traça victonosamente o seu plano dominador, quando o auxilio britannico é incerto ainda, o Governo de Lisboa pede um general inglês para organizar e disciplinar o exercito, é directamente contra as provincias e tropas do norte que se effectua a investida de Soult E são aquellas provindas, em milícias e ordenanças, e são aquellas torpas, com apoucados meios de combate que repellem, em Cerveira e Caminha, a passagem do Minho, retomam Chaves, defendem a Ponte de Amarante interceptam as commumcações do invasor, fazem disseminar e enfraquecer o seu exercito, perseguem-nô e acossam-no em guemlhas, batem-se loucamente no Porto, e numa luta sem quartel, que vae de fevereiro a maio de 1809, extenuam e desmoralizam por tal forma as legiões impenaes que o golpe de misericórdia, vibrado por Wellesley, é possível, a ruga de Soult a derradeira esperança, e o mallogro da segunda invasão um facto inolvidável. A carta regia de 13 de maio de 1813, galardoando perpetuamente no escudo das armas do Porto os serviços feitos pelas provindas do norte á causa da independência nacional, e as ordens do dia de Berestord, em 1809 exaltando perante o exercito, os heróicos trabalhos de Bernardim Freire, Silveira, Champallimaud Ebben Victoria e tantos outros, eram, ha um século, os alicerces sobre os quaes a posteridade terra

de levantar, na capital do norte, o monumento commemorativo, a que aquella cidade tem indiscutível direito Lisboa e sede da Commissão do Centenário da Guerra Peninsular no Ministério da Guerra, em 5 de Julho de 1909. = Pela Commissão, o Presidente, J. C. Rodrigues da Costa, general de brigada. = O pnmeiro secretario José Justino Teixeira Botelho, capitão de artinharia. = O segundo secretario, Amílcar de Castro Abreu e Motta, capitão de artilharia e do estado maior. in, Diário do Governo, n° 146, de 5 de Julho de 1909

Documento n° 19
Acta da sessão do júri encarregado de examinar e classificar os projectos apresentados ao concurso do monumento a elevar na Praça Mousinho de Albuquerque na cidade do Porto, em honra do Heroísmo dos Povos e Tropas do Norte contra as Invasões Francesas. Aos 22 dias do mês de Fevereiro de 1910, no Ateneu de D. Pedro, na Academia Portuense de Belas-Artes em presença dos respectivos projectos, e sob a presidência do General João Carlos Rodrigues da Costa, Presidente da Comissão do Centenário da Guerra Peninsular, se reuniram os vogais: Miguel Ventura Terra, arquitecto; João Augusto Ribeiro, pintor; José Veloso Salgado, pintor, e José Alexandre Soares, arquitecto, sendo os dois primeiros delegados por parte da Sociedade de Belas-Artes do Porto e os segundos pela Academia Portuense de Belas-Artes, a fim de darem o seu voto sobre o valor dos trabalhos apresentados ao referido concurso e expostos na galeria do respectivo Ateneu. O Sr. Presidente, ao abrir a sessão, referiu-se à importância do facto histórico que se pretendia comemorar com a construção do monumento, tam honroso para o país e muito principalmente para os povos do norte de Portugal, fazendo sentir o valor do concurso onde tantas e valiosas obras de arte honravam os artistas nacionais, que assim quiseram corresponder tam superiormente aos desejos da Comissão do Centenário. Procedendo-se depois à discussão e votação dos prémios, por se acharem terminados os estudos preparatórios de apreciação e confronto, realizados pelos vogais do júri em sessões havidas anteriormente para tal fim o Sr. Presidente começou por informar o júri que, havendo feito proceder às investigações necessárias para se reconhecer quando havia chegado ao Porto o projecto que tem a divisa «Amarante» e porque não viera a tempo de entrar no presente concurso, dessas investigações resultara reconhecer-se que o referido projecto saíra de Paris pelo Sud-Express no dia 3 de Janeiro, não sendo por isso em algum caso possível que êle desse entrada na Academia Portuense de Belas-Artes até as quatro horas da tarde do dia 4. F.m vista destas informações, o júri decidiu em seguida, por unanimidade de votos, que o projecto que tem por divisa «Amarante» não podia ser admitido ao concurso. Admitidos, porém, nos termos do respectivo programa os outros projectos, cujas divisas eram respectivamente: «Águia ferida», «Amor da Pátria», «Fidelidade e Valor», «Independência e Liberdade», «Labor», «Nome e Renome», «Portus Cale» e «Povo e Tropa», foram todos estes votados por unanimidade em mérito absoluto, com a excepção de «Fidelidade e Valor». Depois desta primeira classificação procedeu-se à escolha em mérito relativo, ficando votados também por unanimidade em primeiro, segundo e terceiro lugar os projectos cujas divisas são «Povo e Tropa», «Nome e Renome» e «Amor da Pátria». Resolveu ainda o júri votar algumas menções honrosas em conformidade com as disposições do programa do concurso, a fim de distinguir o mérito de mais três projectos julgados dignos de prémio e cujas divisas são respectivamente: «Águia ferida», «Labor» e «Independência e Liberdade». O projecto «Povo e Tropa», classificado em primeiro lugar e por esse facto escolhido para ser executado, consta de uma coluna monumental assente sobre o seu pedestal cercado dum reduto em forma de envasamento, sobrepujado de grupos de figuras de bronze constituídas por populares e soldados numa feliz promiscuidade, que se agitam ardentemente numa acção comum para travar a luta heróica em defesa da Pátria contra os seus invasores. A coluna é também ornada de baixos relevos alusivos à campanha, contendo datas e legendas e é coroada por um grupo simbólico, também de bronze, formado por um leão que domina a águia napoleónica. Este projecto intensamente impregnado de verdade hitórica que realiza como superior emoção e técnica é a melhor e a mais plástica composição apresentada ao concurso e a que também mais se coaduna com o local, a vasta praça Mousinho de Albuquerque, projecto ao qual o bronze e o granito em que o monumento vai ser executado imprimirão para seu próprio embelezamento uma brilhante nota decorativa. Notou todavia o júri algumas imperfeições de ordem secundária, que todas elas deverão desaparecer com a execução definitiva do monumento.

Documento 21 Comissão Oficial Executiva. e outros pormenores. os três projectos acima mencionados. o júri exprime nesta acta o seu voto de que seria de toda a justiça adquirir para o Estado. apresentadas pelos adjudicatários do Monumento do Porto. vogais. Actas. Segundo Prémio.] Era esta [reunião] destinada a apreciar as propostas. divisa «Labor» e a Manuel Germano Pereira Sales. Comissão Oficial Executiva. de colaboração com José Pacheco. ser inscritas no fuste da coluna. em vez de o serem no soco do plinto da base da mesma coluna. João Augusto Ribeiro. com reserva expressa do Sr. Contas e Bibliografia (1913-1933). e pedindo urgência na resolução do assunto. divisa «Povo e Tropa» que consta da adjudicação da obra.Finalmente. foi a sessão encerrada. se indicasse aos adjudicatários a conveniência de enviarem á Comissão desenhos-projectos dos troços da coluna. José Alexandre Soares. verificou-se terem obtido o Primeiro Prémio. A comissão deliberou ainda manter o número e forma das legendas. [. e voto favorável dos Fiscais. General José Justino Teixeira Botelho. pelo preço de duzentos mil réis cada um. a Francisco Franco. António Alves de Sousa. Presidente. a fim de que tais projectos tenham a indispensável aprovação dos Fiscais. Que. Actas. Presidente da Comissão do Centenário. escultor e José Marques da Silva. escultor e José Teixeira Lopes. pp. arquitecto. e apenas a colocação das duas datas supramencionadas. de preferência.. e a de «1809». 106-107 Acta n° 2. Contas e Bibliografia (1913-1933). José Veloso Salgado. nem a forma das legendas. escultor. mostrando a disposição das legendas. reuniu na sua sede em sessão extraordinária. verificou-se também terem sido atribuídas a António Fernandes de Sá. na face anterior. Sr.. nem a colocação. escultor. em qualquer museu do mesmo Estado. Tendo sido tam brilhantemente representada a arte portuguesa neste concurso. Discutidas as propostas mencionadas. 63-64 Acta n° 4. Joaquim Gonçalves da Silva. 175-176 Documento 20 Comissão Oficial Executiva. conforme a opinião dos adjudicatários. os srs. António Teixeira Lopes. na face posterior Ambas estas datas devem ser inscritas em caracteres romanos. arquitecto. que igualmente permaneceu na sua opinião. Coronel Cristovam Aires. a de «1808». Contas e Bibliografia (1908-1912). E. lavrando-se dela a presente acta que em seguida foi lida e aprovada pelo júri que a assina. pelas 13 horas. 2. divisa «Independência e Liberdade». pp. relativamente à colocação das legendas e datas. divisa «Amor da Pátria» que consta da soma de seiscentos mil réis. arquitecto. escultor. Terceiro Prémio. divisa «Nome e Renome» que consta da soma dum conto de réis. não havendo mais a tratar. aceito o alvitre dos adjudicatários quanto á transferência das legendas para a coluna. a Comissão Oficial Executiva do Centenário da Guerra Peninsular. sob a presidência do Sr. Actas.] Oficio do adjudicatário do Monumento do Porto. Ventura Terra. escultor. a Comissão resolveu: 1. mas ainda somas importantes. João Carlos Rodrigues da Costa. não aceitando. e no soco do plinto da base da coluna. 26/4/1917 [. procedendo-se à abertura dos sobrescritos lacrados que continham os nomes dos autores e cujas divisas correspondiam às indicadas nos projectos premiados e mencionados. Com respeito às menções honrosas. propondo modificações na colocação das legendas. aprovadas na sessão anterior. no Monumento apenas se coloquem duas datas. divisa «Águia ferida». 1/7/1929 No dia um do mês de Julho de 1929. e havendo os concorrentes dispendido não só tempo. Marques da Silva. os srs. General de Brigada.. destinadas a este Monumento. tendo faltado por doença o Sr. ao sr. a fim de serem colocados juntamente com os que obtiveram os primeiros prémios. Que. tendo de apreciar-se a maneira como as legendas vão ser dispostas na coluna. A proposta principal consistia em indicar que as ditas legendas deviam. . p..

E assim foi resolvido. declarando que se encontra pago ao respectivo empreiteiro toda a despeza da parte construída do Monumento. é manifesto que só por lapso deixou de falar no Monumento. entendendo-se que esta Comissão Executiva fica desde este momento desligada de toda e qualquer obrigação.] O Sr. como um facho. relacionada com a cosntrução do Monumento. E comentou. sor- . Alfredo de Magalhães alvitrou a conveniência de se discutir essa proposta na próxima sessão visto tratar-se de uma questão extremamente delicada e de alto interesse citadino. da quantia de 30. O Grande Mestre da estatuária francesa. E parecía-me interessante ouvir antes de mais nada a sua opinião. — E haverá algum escultor capaz de executar o trabalho que falta. lavrando-se a presente acta. e não terá com isso benefício algum a estética citadina. e acrescentou que desde aquele momento entregava à Câmara Municipal do Porto.. Se tal proposta for aprovada. que se achava presente e ao qual fez os seus cumprimentos em nome da Comissão. General — João Severo da Cunha.000S00 destinada à construção do Monumento. embora o decreto aludido não falasse senão da verba a que acima se alude. sentenciosamente: «Perguntaram um dia ao insigne escultor francês David d'Angers qual o motivo que o brigava a não ir nunca a concursos públicos para a construção de monumentos. da cidade do Porto. em nome da mesma Câmara do monumento e da importância de 30. Coronel raul Peres foi dito que saúda a Comissão Executiva. perder-se-á o dinheiro já gasto. e por isso convidara a assistir a esta sessão. para imediata demolição da parte já construída e abandonada do Monumento Comemorativo da Guerra Peninsular. o qual mandara fazer entrega á Câmara Municipal do Porto. Na sua reunião de ontem a Comissão Administrativa do Município Portuense apreciou uma proposta do vereador sr. Coronel. e que domina a perspectiva duma das mais belas artérias da cidade do Porto. O conhecimento destes factos despertou vivo interesse nos meios artísticos e social desta cidade. alguns importantes problemas da Arte Nacional. no Porto. Eu não. de forma à construção ser mais económica. a sua autorizada opinião sobre o assunto. no ajardinado e amplo recinto da Rotunda da Boavista. Porque a minha idade e o meu cansaço me impossibilitariam do desempenho desse grande encargo. em nome da Câmara do porto. pois se deverá talvez fazer alguma alteração no primitivo projecto. o Sr. Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto. Pelo Sr. bem como a importância de 30. erecto na Praça Mousinho de Albuquerque. Presidente declarou que o fim desta Comissão era dar cumprimento ao decreto n° 16.. Seguidamente. E não havendo mais nada a tratar. Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto — Amílcar de Castro Abreu e Mota.Aberta a sessão. Coronel Documento n" 22 Um Problema de Arte O que pensa Teixeira Lopes sobre o caso de se concluir ou demolir o iniciado Monumento da Guerra Peninsular Porto. disse que. assinada por todas as pessoas presentes.já que se esperou tanto tempo. às vezes..e que desde esta data tomava posse.. (a) José Justino Teixeira Botelho.000S00.." confidenciou-nos. a exigir decisões ponderadas. Será bem melhor esperar . José Menéres. a parte construida do Monumento dedicado ao Povo e aos heróis da Guerra Peninsular. o que resta da verba destinada ao Monumento Comemorativo da Guerra Peninsular.000500 que era o que restava da verba de 40. "— Não compreendo bem qual o motivo invocado para se considerar de conveniência a demolição da parte já construída desse monumento que se ergue. Se morreu o escultor Alves de Sousa. é ainda felizmente vivo o consagrado arquitecto Marques da Silva.que se apresentou no concurso desse monumento com uma "maquette" que tinha por legenda "Não fazem ninho os milhafres na caverna dos leões. dr.000S00 (trinta mil escudos) da qual passa o devido recibo. Coronel Raul Peres. Dr. * Teixeira Lopes . pouco depois. ali representada pelo digno Presidente da sua Comissão Administrativa. não devo nem posso ocultar o meu grande desgosto sempre que sou obrigado a verificar a maneira como são apreciados. General — Raul de Andrade Peres. Mas como artista. 27.545 de 28 de Fevereiro do corrente ano. [. sem prejuízo da perfeição artística do conjunto? — Indiscutivelmente.. o Sr. foi encerrada a sessão.

E o nosso entrevistado conclui: — E. na defesa da Independência de Portugal. Para isso. nenhum escultor português sentiria orgulho em realizar a parte escultórica desse monumento. de acordo com a orientação das doutrinas renovadoras da época em que vivemos. assim. como eu. Concordo plenamente com a criteriosa e autorizada opinião de Mestre Teixeira Lopes — tanto mais respeitável quanto é certo que ele foi um dos «vencidos» nas provas do concurso para a construção daquele monumento. mais elegante e menos dispendiosa.. a cidade do Porto ficaria possuindo um grandioso monumento que. iniciado em 1908. erguer-se-ia altaneira a nobre figura alada da Vitória. Diário de Notícias. sendo de alto interesse citadino. empunhando uma espada flamejante. cujo programa. Cumpre-nos apenas reparar os erros do Passado. pois isso obrigaria qualquer artista a assumir uma grave e delicadíssima responsabilidade moral. Na primitiva "maquette" que pode ser apreciada numa das dependências do Museu Nacional de Soares dos Reis . Na base ficaria o brasão da cidade do Porto. autor de muitos trabalhos notáveis. e sobre o plinto. Demolir a parte já construída desse monumento é sem duvida alguma. no Porto. ilustre director da Escola de Belas Artes do Porto e um dos autores da "maquette" melhor classificada naquele concurso memorável. valorizando o seu estado progressivo. quanda da visita oficial de D. E. respondeu desta maneira: "Mes élèves font des maquettes bien plus jolies que les miennes». envolve também um delicado problema de Arte — ouvimos hoje o consagrado escultor portuense sr. Nada deverá fazer-se no entanto sem se ouvir o parecer do arquitecto Marques da Silva. no acto solene da sua posse. ao qual poderiam concorrer os nossos melhores escultores. Sobre este assunto — que. seria aberto um concurso público. que nos duros combates da Guerra Peninsular soube lutar e sofrer. De acordo com o meu querido amigo Diogo de Macedo — que considero um dos artistas de mais ponderado critério e ampla visão — a parte escultórica desse monumento deverá ser modificada. O monumento comemorativo da Guerra Peninsular. Desse modo.Nos meios artísticos e literários da capital do Norte despertaram vivo interesse as considerações feitas ao "Diário de Notícias" pelo insigne estatuário Teixeira Lopes acerca da projectada demolição da parte já construída do grandioso monumento da Guerra Peninsular.embora alguns artistas pretendam convencer-se de que isso representa apenas um sentimento de condenável defeito". parece-me injusto responsabilizar as actuais gerações por um delito que «outros» cometeram. a construção seria muito mais económica e de acordo com os modernos processos da estatuária. isto é. evocador de uma das paginas mais belas e gloriosas da História de Portugal. Diário de Notícias. 28. Em minha opinião. a comovida gratidão de todos os portuenses e o reconhecimento daqueles que.. heroicamente. E o «Diário de Noticias». que não prestigiando nunca o seu nome. bem merece.. E Mestre Teixeira Lopes concluiu: — Nunca mais esqueci aquelas judiciosas palavras de David d'Angers que traduzem uma verdade inquestionável . 29/10/1933 . construído na cidade do Porto. interessando-se pela discussão deste assunto. sendo assim. de acordo com o autor da sua parte arquitectónica. Eis a sua opinião — como artista e como crítico: "— Não posso nem devo concordar com a proposta apresentada na ultima reunião da comissão administrativa da Camará Municipal. no cimo da qual deveria ficar uma alegoria evocadora do "Leão Lusitano" dominando a "Águia Napoleónica". uma vez mais. Manuel II à cidade do Porto. foi definido como base de uma obra construtiva e não demolidora. in. ambicionam apenas o progresso e o engrandecimento da Arte Nacional. de entre os quais se distingue o belo e grandioso Monumento aos Mortos da Grande Guerra. . serviria também para perpetuar a memoria de um glorioso feito do exercito português. 28/10/1933 Documento n" 23 Um problema de Arte O escultor Henrique Moreira é também de opinião favorável à conclusão do monumento da Guerra Peninsular Porto. Os munícipes portuenses não têm qualquer responsabilidade no abandono a que foi votado esse monumento. a par da bandeira de Portugal. encontra-se construído até ao soco duma coluna gigantesca.esse monumento seria guarnecido por interessantes trabalhos em bronze e em mármore representando em admiráveis atitudes. alguns grupos de soldados e de civis empenhados na defesa da Nacionalidade. in. Henrique Moreira. porém.rindo intencionalmente. inutilizar uma obra util e malbaratar o o valor material e artístico que essa mesma obra representa. poderia talvez compromet-lo na opinião dos seus colegas e da crítica.

estudou a escultura durante cinco anos. 18 de Setembro de 1901. Licenças de Obras. pois que. esse busto de bronze que assenta sobre o simples granito. F. foi já a tal ponto. não só o aperfeiçoamento do humanitário serviço de incêndios. acha-se vago o lugar de professor de escultura pelo falecimento de Soares dos Reis. Exmo Snr. que o admirava e a quem chamava o Mestre. a concurso. Presidente da Camará Municipal do Porto — Vae a commissão promotora entregar á Exma Camará Municipal d'esta cidade. requereu já pelas estações competentes. seria desejo d'esta commissão que esta divida de gratidão attingisse maiores proporções. mas. e ainda de todas as corporações de Bombeiros do Porto.a que o nosso paiz deve.Documento n" 24 O auto lido pelo sr. já por terem ficado sem efeito dois concursos que se abriram. Livro n° 365(296) ff 86-96 Documento n° 27 . onde o eminente extincto era consideradissimo e admirado. onde. Alberto da Silva Guedes Coelho Documento n° 25 Carta de António Fernandes de Sá ao rei D. que se pusesse. representadas quasi todas as corporações de Bombeiros do Paiz que aqui vieram assistir a esta entrega á Exma Camará do monumento do seu saudoso e inolvidável camarada. mas.)] para a construção do seu edifício do angulo da praça da Liberdade e Av. Francisco José Vidal. José de Brito é assim concebido: «Illustre Capitão. considerando-se habilitado. no que modéstia. aquela cadeira. antigo aluno também e regressando há pouco de Paris. O suplicante. Eduardo Pinto Ribeiro. AHMP. Saúde e Fraternidade. mandando-se abrir o concurso para Professor de Escultura na Academia Portuense de Belas Artes. que todos fizemos para o cumprimento d'esta justa homenagem. deseja concorrer a ela com outros artistas que se julguem nos mesmos casos. pensionado pelo governo de Va Majestade. Carlos Senhor: Na Academia Portuense de Belas Artes. A. das Nações Aliadas e desejando substituir o respectivo projecto pelo que tem a honra de apresentar juntamente muito respeitosamente pede á Exma Camará a precisos auctorisação. sobre a boa vontade e sacrifícios. o monumento que foi erigido para perpetuar a memoria do Ilustre e glorioso bombeiro que foi Guilherme Gomes Fernandes. que a ninguém restará duvidas. S. mas ainda a gloria de ter sido honrado nas principaes cidades da Europa. um antigo discípulo da mesma Academia. É bastante modesto esse monumento para o alto valor d'esse grande portuguez. [António Fernandes de Sá] Documento n" 26 Exma Camará Municipal do Porto A Comp" de Seguros "A Nacional" tendo obtido licença [projecto de Oliveira Ferreira.mas os recursos que a crise que atravessamos. Porto. pelo seu muito saber e illustração. como lhe consta que se pretende fazer o provimento por simples nomeação com menosprezo da lei e dos direitos que assistem àqueles. Porto 28 de Abril de 1920 O delegado no Porto Alfredo Meireles dos Santos NB: A licença tem o n° 195 de 21/9/1919 in. em 1889. nos permitiu conseguir.José de Brito. apresenta o preito de gratidão de todos os portuguezes. aprovado em 30/4/1919. Jayme Bernardino Alves Passos. A commissão promotora . Até hoje não foi preenchido esse lugar. Encontram-se n 'este momento. já por não ter aceitado a regência da cadeira. Livro 352(271) pp 475 e segs. rogando-lhes a sua cuidadosa e estimável conservação. muito respeitosamente Pede a Va Majestade a graça de ordenar que se cumpram as disposições legais. novamente.

convicto de que a Junta que a perfilha e vivifica. p. 168.233S87 13. a fim de evitar mais reparos que aquelles que veèm sendo feitos por motivo dessa figura despertar hilaridade em lugar do sentimento de piedade.Sessão Ordinária de 21 de Novembro " O snr Abilio Mourão pergunta á camará se a Commissão de Esthetica foi ouvida acerca do Monumento aos Mortos da Grande Guerra. ." in. Documento n° 29 Senado da Camará Municipal do Porto . Ramiro Guimarães.Relatório. Este ultimo apresentou uma proposta para que de futuro não seja permittida a inauguração de qualquer monumento sem que uma commissão de artistas se pronuncie sobre as condições estheticas do monumento a inaugurar. entendendo que uma commissão nomeada por a camará elabore com toda a brevidade o seu parecer sobre o Monumento da Praça de Carlos Alberto mandando-se imediatamente demolir no caso dessa commissão assim o entender. Ramiro Guimarães que declarou que na verdade essa commissão não foi ouvida. Ainda sobre o assumpto fallou o Sr. Adrião Guerreiro de Sá e Ramiro Guimarães. Contas da Direcção Empreza Artística "Teixeira Lopes". mas altamente significativa. os nomes dos mortos da Grande Guerra'. Pereira da Silva e dr. vai receber imediatamente a adesão de todas as Câmaras e com ela a forma como procurarão efectivá-la no mais curto praso de tempo. Relatório Geral. em cada sede de Concelho. pelo motivo desse monumento ter sido entregue á camará somente depões de inaugurado. que discordam da prompta execução da proposta do sr.172. A Pátria nobilita-se perpetuando os nomes daqueles que. Sobre o assumpto faliam os srs. Augusto Martins que estranha que se não tenha cumprido a lei que manda proceder a um concurso entre todos os artistas para a inauguração de qualquer monumento fazendo-se a escolha do projecto pelas maquettes apresentadas. Comissão dos Padrões da Grande Guerra (1921-1936). fallando ainda os snrs Costa Reis. 1936. respondendo o snr. 24 de abril de 1925. João Gomes de Oliveira. Deixo em toda a sua singeleza à vossa ponderação esta consagração simples. Dr Abilio Mourão dia ser necessário a Camará mandar quanto antes retirar a figura do "Porto" d'esse inesthetico monumento. Capitão AugustoCasimiro de 'fixar em lápide ou outro monumento.500$00 10. p. por ela se bateram e morreram. Sociedade por Acções Arthur Cupertino de Miranda Fundo de reservas Contribuições e Impostos • • • 3. grandes ou humildes. não sendo mesmo das suas atribuições. Lisboa. Commercio do Porto. chamo a vossa atenção para a idéa que à Junta é sugerida pelo Poeta-soldado e grande patriota. parcela mínima da alma portuguesa que aspira à dignificação da Pátria e à sua nobilitação pelo culto dos seus Heróis. 4 Documento n° 28 "Em nome da 'Junta Patriótica do Norte'.733S87 Pequeno Saldo positivo não distribuído pelos sócios Insucesso da introdução da fundição em cera perdida Agradece provas de consideração dos últimos três anos Conselho Fiscal: António Teixeira Lopes Diogo José de Macedo Júnior in. imprimindo-lhe unanimidade.

já que pela esculptura da figura do «Porto». votando portanto a proposta do Sr. in. gabinete da Comissão de Estética. que é ridícula e enorme em relação ao restante apparaux já pelo portuguez empregado nas inscripções. o senhor Presidente mandou abrir os envelopes lacrados que estavam sobre a mesa contendo as memorias descritivas e os nomes dos concorrentes. dignissimo Presidente da Comissão Administrativa da exa camará e estiveram presentes os senhores Henrique António Guedes d'Oliveira. as quais foram apreciadas por todos os membros do júri. Ramiro Guimarães. o que permitiria talves realisar um trabalho de maior explendôr. p. Diogo de Macedo. procedendo-se. tendo uma a divisa "Sentinela" e outra a divisa "Chi-lo-sa?". desde que fosse possível dispor de verbas para o enriquecer de obras artísticas de consagração a homens ou factos dignos de homenagem da cidade. vogaes da Comissão de Estética. sendo então abordada a questão abordada a questão da soma proposta para a realisação da obra. O ilustre presidente do júri consultou então individualmente todos os presentes sobre a escolha da maquette. afim de aquela ilustre corporação resolver o que tiver por conveniente. eles poderiam ser enriquecidos em relação aos materiais a empregar. Incidiu primeiramente a discussão sobre a maquette da legenda "Chi-lo-sa?". sem os alterar quanto á forma. e era possível. De tudo se lavrou a presente acta para ser oportunamente lida e assinada por todos. tanto no seu conjunto como na sua pormenorisação. o júri incumbido de apreciar as maquettes do monumento a erigir aos Mortos da Grande Guerra. depois de cuidadosamente estudados. presidente da Comissão de Estética e Director da Escola de Belas Artes e seu representante João Grave e Julio Brandão. pelas catorse horas. Eram duas as maquettes a julgar. merecendo desde logo a preferência de todos os vogaes do júri quanto ao conjunto. maquettes que foram aceites em concurso previamente anunciado conforme as condições estabelecidas. Pedia licença para lembrar que sendo o Porto tão pobre de monumentos como o era de jardins. respectivamente directores da Biblioteca e do Museu Municipal e engenheiro Monteiro de Andrade e Acácio Lino. Resolvida assim a escolha. . Passando depois a ser apreciada a maquette apresentada sob a divisa "Sentinela". dentro dos recursos propostos. o que não pode fazer-se de momento. que não é correcto. que não lhes permitiriam esperar que este documento fosse redigido. manifestando cada membro do júri a sua opinião. Em relação aos detalhes. Julio Gomes dos Santos dia que é de urgente necessidade a demolição d'esse monumento visto não ter nada que o recomende. terminando o julgamento e discussão dos trabalhos depois de o Ex° senhor Presidente haver indicado a necessidade de dar conta á Ex3 Comissão Administrativa das resoluções tomadas. foi o júri concordante que. O Senhor Presidente disse nesse momento que talves fosse possível duplicar a verba proposta. reuniu no edifício da Ex8 Camará. depois. foi ele minuciosamente analisada. Presidiu o Ex° Senhor Coronel Raul de Andrade Peres. O senhor Guedes d'Oliveira manifestou a sua opinião de que uma soma maior poderia talves permitir um trabalho mais rico. Por fim foi approvado que uma commissão constituída pelo Director da Escola de Bellas Artes e srs. O Comércio do Porto. tão perfeito e belo quanto fosse permitido. desde que aquele que se estava a discutir merecia as simpatias dos dignos membros do júri ali reunidos. Antonio Carneiro e João Augusto Ribeiro elabore o seu parecer acerca do monumento. 22/11/1924. em virtude de serviços urgentes de quasi todos os presentes. Antonio Costa. recaindo a votação unânime na aprovação da que tinha a divisa "Sentinela". Considerou-se seguidamente que tendo esta maquette sido apreciada em mérito absoluto lhe cabia o segundo prémio de dois mil escudos que foi resolvido entregar aos concorrentes. seria preferível empregarem-se essas verbas noutros monumentos. Secretariou o secretário desta comissão senhor Mendes Jorge. o considerou todavia sem condições que no parecer de cada um deveriam dominar* no monumento. tendo em vista o local em que devia ser erigido e a sua concepção geral. que não sendo desfavorável em absoluto aquele trabalho. era problemático porem que a opulência influísse no sentimento e no espirito da obra. introduzir-lhe algumas alterações de pormenor e dar-lhe uma fiscalisação da execução no sentido de o tornar. de harmonia com as suas conclusões á prompta demolição do monumento. verificando-se que era autor da maquette "Sentinela" o escultor senhor Henrique Moreira e da maquette "Chi-lo-sa?" o mesmo senhor Henrique Moreira e o arquitecto senhor Correia da Silva.O Snr Dr. 4 Documento n° 30 Aos catorze dias do mês de Setembro do ano de 1927. de harmonia com as condições do concurso.

. — Serão reformados os passeios á volta do jardim e eliminado tudo quanto possa prejudicar a pespectiva do monumento. em 9 de Abril. ficando esse que tinha no bolso . ff 16-17v. — Não começa mal. agora.. — Então.. Tirei-os hoje e amanhã era duramente bombardeado o local aonde os tinha posto. snr. — Fala em dificuldades!? — Contrariedades —.*leitura hipotética. aos nossos leitores. perto das trincheiras. Desapareceu tudo. suspende.. Actas da Comissão de Estética (1927-1931). — E a promessa será cumprida? — Sim... Commercio do Porto. esse monumento.. aproximadamente. há dias. tomava-se necessário modificá-lo. capote vestido. Para dar cumprimento a essa afirmação feita em publico. no local onde ficará a retrete. o fio da conversa para evocar as horas ansiosas do «front». coronel Raul Peres.] — . coronel Peres. Como se vê na planta mandaremos encrostar nos canteiros alguns bancos... vamos ao resto. Ajuntaremos hoje. 27/1/1928. Como deve recordar-se eu affirmei. a essas declarações.l Documento n° 32 Programa da inauguração do Monumento aos Mortos da Grande Guerra • Inauguração do marco fontenário da rua Alferes Malheiro. a certa altura. deixando unicamente um macisso de verdura na parte posterior do monumento. [. que tem trabalhado afanosamente na execução da sua maquette. n'uma aldeia franceza. sendo adjudicado ao distincte escultor snr. enfim — como sentinela aos mortos da guerra. o que será o jardim de Carlos Alberto. estando a esse tempo o jardim complectamente renovado. E o snr. os operários depararam com uma pedreira. O «Commercio do Porto» — diz o valente militar — possue o único exemplar d'umas fotografias que tirei. — Cá estamos. — Mas o jardim . abriu-se logo concurso. desmanchava o conjunto não se prestando a dar uma boa perspectiva ao monumento — De modo que . ilucida o snr... mas de tal forma que em nada hão-de prejudicar o transito. ao mesmo tempo que no local reservado ao Monumento se encontra um cano cujo desvio se está a fazer rapidamente. alguma coisa acerca da obra que o Municipio vem realisando para elevar esta nobre. a quando do lançamento da primeira pedra do Monumento aos Mortos da Grande Guerra.. por deficiência caligráfica in.05 . ás 9. um soldado — sentinela.. Henrique Moreira. A outra pergunta nossa sobre o todo do jardim.. A figura simbólica será.. — O jardim antiquado. cortado pelo joelho como se fez na Flandres para evitar a lama das trincheiras «cache-col» enrolado.] esperamos inaugurar o Monumento a 9 de Abril.] como segunda capital do paiz. novos pormenores colhidos durante nova conversa com o sr. O caso foi que... Acta n" 20. em 14 de Novembro... laboriosa e ridente cidade ao nivel que lhe corresponde [. presidente da Camará. é melhor. como se sabe. que suportou as noites frigidissimas da Flandres e pisou a lama gelada das trincheiras... por exemplo.14/9/1927.. p. deselegante.] Dissemos. in.. Documento n° 31 Os planos da Camará Municipal [. [.. — E o Monumento como será? — O Monumento terá 7 metros de altura. — . que a Camará teria pronto e inauguraria. apesar das dificuldades. coronel. n'uma entrevista com o sr. presidente da Camará. dando-lhe inetriormente o formato d'uma pequena praça.

3 de Novembro de 1927. Agradecendo e esperando o favor das estimadas ordens de Va Ex" desejo-lhe a mais feliz Saúde e Fraternidade. Ex° Senhor. para apreciação das "maquettes" apresentadas para o concurso da execução de um motivo decorativo para a Avenida das Nações Aliadas e que era composto pelo Ex° senhor Coronel Raul Peres. foi de parecer que a Ex" camará propuzesse ao seu autor a sua execução em escala conveniente e em local e oportunidade a fixar ulteriormente.45 Inauguração da Avenida dos Combatentes da Grande Guerra ás 10.000S00. Documento n° 34 Acta do Júri encarregado de apreciar as maquettes para um motivo decorativo na Avenida das Nações Aliadas Aos seis dias do mês de Junho de Mil Novecentos e Vinte e Nove.20 Inauguração do Monumento aos Mortos da Grande Guerra.25 Inauguração do marco fontenário da rua dr. de Oliveira Ferreira. O júri foi de parecer que a maquette a adoptar é a que tem a divisa "Fonte" devendo por isso ser adjudicada ao respectivo concorrente. reuniu nos paços do Concelho a o Júri nomeado pela Camará Municipal do Porto. com que em seu entender deveria ser premiada.arquitecto Manoel Marques.escultor Sousa Caldas. ás 17 Inauguração da iluminação da Praça de Carlos Alberto Documento n° 33 Carta de José de Oliveira Ferreira Exc Coronel Raul Peres Dig™ Presidente da Camará Municipal do Porto. divisa "A" .10 Inauguração do Posto da Lactação. n° 4 no Largo do Campo do Rou. ou seja dez vezes o tamanho da maquette. AHMP. 550. Em seguida foi lavrada esta acta que vae assinada por todos os membros do júri. ás 15. o júri veria com satisfação a realisação dessa obra em seu entender digna de ser aproveittada. Arqt" Correia da Silva e pintor Acácio Lino. ás 14. ás 16. caso esta proposta convenha ao respectivo concorrente. Foz. J. presidente da Camará. assente sobre pedestal que não incluo neste orçamento mas que deve ser executado com meu acordo. satisfazendo a vontade de Va Exa como me cumpre. ff 62-62v . presidente da Comissão de Estética e dos vogais da mesma comissão Eng° Monteiro de Andrade. Vereador Tenente Alves Roçadas. Actas da Comissão de Estética (1927-1931) Acta n° 28. divisa "Pouca Sorte" . importa em "Quinhentos e cincoenta mil escudos" Esc. Assim. que Vs Exas apreciaram. ás 15.• • • • • • • • • • • • • • • Inauguração do marco fontenário da rua de Camões. ás 9.25 Inauguração do marco fontenário da Travessa dos Arcos. Actas da Comissão de Estética (1927-1931). Henrique António Guedes de Oliveira. São autores das maquettes os seguintes senhores: I o prémio. na Praça de Carlos Alberto. 8/11/1927.50 Inauguração do Largo do Terreinnho. Mas ainda quanto a esta maquette que o júri entendeu não dever adoptar pela desegualdade manifesta entre a sua concepção e as suas proporções. ás 11 horas Inauguração do marco fontenário do Monte Tadeu. in. Foi igualmente considerada de muito apreço a maquette que tem a divisa "A" razão porque foi proposto e aprovado que seja premiada com o segundo prémio. ás 10. informar Va Ex" que o custo desse trabalho executado em bronze em tamanho definitivo. Miramar.45 Missa na Igreja da Trindade. ás 15. O júri considerou ainda digna de atenção a maquette com a divisa "Pouca Sorte" lamentando que nas condições do concurso se não disposesse de um terceiro prémio.escultor Henrique Moreira.40 Lançamento da I a pedra para o Bairro Social (tipo de oito casas em série) no Largo da Feira. ás 14. ás 9.30 Inauguração das escadas do Có de Sal.10 Inauguração do Largo da Presa Velha.25 Idem do marco fontenário do Largo António Calem. Manuel Laranjeira. ás 14. Inauguração do marco fontenário do Largo da Póvoa. 2° prémio. divisa "Fonte" . in. Agradecendo muito reconhecidamente a honra que Va Ex" e demais membros dessa Ex" Camará me deram na visita á minha casa de trabalho com o propósito de adquirir em execução definitiva o meu trabalho com o título "Paz Fecunda" eu venho. ff 24v-26. ás 15.

3o As maquettes e as memorias descritivas serão assinadas por uma simples divisa e acompanhadas de um envelope fechado e lacrado. que as classificará. fica encarregada de estudar o respectivo plano a mesma Comissão que nomeei por Ordem de Serviço n° 295/48.4oEscudos 500$00.3oEscudos 1. (a) Guedes de Oliveira. e que desvanecidamente registamos. já praticamente demonstrada. Com os protestos de nossa alta consideração. designando a natureza dos materiais a empregar e a importância pela qual se propõem executar na escala definitiva.Documento n° 35 Carta do Presidente da Comissão de Estética ao Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto Ex"10 Senhor Presidente da Comissão Administrativa da Camará Municipal do Porto. Findo esse prazo podem ser retiradas contra a apresentação do respectivo recibo. Porto e Paços do Concelho. citaremos com elogio o motivo decorativo inaugurado em 1 de Dezembro na Avenida das Nações Aliadas.000$00 . A Va Ex" e à Exma Comissão Administrativa da sua ilustre presidência deve a cidade do Porto. Documento n° 38 Ordens de Serviço. há necessidade de aproveitar todo o tempo exigido para a sua realisação. a nomear oportunamente. constituiu um êxito de arte que não pode ser esquecido. 71 Documento n° 36 Bases do programa para a execução de um motivo decorativo na Avenida das Nações Aliadas "Perante a Camará Municipal do Porto esta aberto concurso para a execução dum motivo decorativo a construir no primeiro Parterre' da Avenida das Nações Aliadas e nas condições seguintes: Io É dada a todos os concorrentes a liberdade de composição dos assuntos. Actas da Comissão de Estética (1927-1931). concluído e assente no local o motivo que faz objecto d'esté concurso. Como ultimo testemunho dessa orientação. Porto e Comissão de Estética. tão desprovida de elementos construtivos que concorram para a sua beleza estética. como na superfície da base. esta Comissão de Estética tem a liberdade de solicitar de Va Exoia e da ilustre corporação Administrativa a valiosa concordância de todos para que sejam postos a concurso os novos trabalhos que o local exige. absoluto e relativo. f. 11 de Novembro de 1948 . Inicia-se com ele o embelezamento da Avenida que pelo progresso das suas construções está merecendo as maiores simpatias dos portuenses. Va Excia senhor Presidente aceitar os votos de saúde e fraternidade. 8o A Camará reserva o direito de regeitar as maquettes que lhe não satisfaçam ou que julgue terem proporções incompatíveis com o fim a que se destinam e local. Monteiro de Andrade e Acácio Lino. segundo o mérito artístico. Eng° Urbanista deste Município. à qual também pertencerá o Sr. 5o As maquettes serão submetidas á apreciação de um júri. apresentando á Camará a sua proposta para a adjudicação dos prémios assim distribuídos: Io Execução da maquette ou maquettes cujo custo não ultrapasse os 45. N° 296/48 — Tendo sido aprovada em reunião camarária de 10 do corrente a sugestão desta Presidência referente à execução de um monumento a Almeida Garrett. In.000S00 . Actas da Comissão de Estética (1927-1931). uma orientação nova. AHMP. visto que pela natureza desses trabalhos. pela sua concordância com os inalteráveis desejos desta Comissão de Estética no sentido de conseguirmos uma cidade mais bela e melhor. ff 80-82v. ilustre escritor portuense. ousamos afirmalo peremptoriamente. e com o mesmo critério de continuar a orientação seguida. excepto aquelas que a Camará reserve para execução." In AHMP.2oEscudos 2.000S00 . devendo todavia as suas proporções quer em altura. 2o Os concorrentes apresentarão as suas concepções por meio de 'maquette' à escala de dois centímetros por metro acompanhada de memória descritiva. 7o As maquettes serão expostas ao publico durante dez dias desde as 10 horas ás 17. repetindo exteriormente a divisa inscrita na maquette e na respectiva memoria e contendo interiormente o nome e a residência do autor ou autores. Porque assim é. e que. desta data. harmonisarem-se com o local a esse fim destinado.

Dr. isto é. nos Serviços de Obras Municipais e habitações Populares. A visita que a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia fez à oficina do escultor Barata Feyo. em parte. de facto. o político na sua vida pública e parlamentar. Finalmente. encontrou o homem. a figura escultórica que o Professor Barata Feyo esculpiu. p. Manuel da Fonseca Figueiredo in. ainda. Desde sempre julgou a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia que a figura de Garrett . o envolve. se realizará na Sala das Reuniões deste Município.só poderia ser plasticamente interpretada. assim. no seu mais alto significado. a única que de facto merece de si eterna memória e é digna de ser perpetuada em bronze. . e perante a comissão para esse efeito nomeada. Não é o homem na sua vida mundana. Que significado plástico poderia ter um figurino no decorrer dos tempos? As modas e os homens passam: a Poesia e a Arte. pelas narrativas dos seus biógrafos. se fixasse no anedótico da vida do homem. muito menos. Destinado à Praça Pública. o criador de Poesia. figura imortal da literatura portuguesa? Deste ponto de interrogação nasceu o trabalho definitivo do escultor: a figura despida do Homem. capaz de nela se concretizar tudo o que Garrett foi. Pareceres da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (1951 a 1967) Parecer n° 3/51 Documento n° 40 Edital Concurso Público para a arrematação da empreitada de fundição da estátua de Almeida Garrett e sua colocação na Praça do Município Engenheiro José Albino Machado Vaz. surgiu-lhe debaixo dos dedos sem esforço: ao querer dar-lhe significado.tão complexa e tão venerada . neste seu parecer. movimentou-lhe o braço direito e surgiu o orador. antes. é com plena satisfação sua que. sitos nos Novos Paços do Concelho. Presidente da Câmara Municipal do Porto: Faço saber que às 15 horas do dia 18 do mês de Novembro. 20 de Novembro de 1948. Mas seria este o grande o verdadeiro Garrett. E. Pelo que a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia não só dá o seu parecer favorável à figura. naturalmente. mais do que tudo isso que Garrett também foi. da autoria do escultor Barata Feyo. Primeiro desenhou e esculpiu Garrett como os seus biógrafos o descrevem e. Paços do Concelho 5/4/1951 O Presidente da Comissão . pode afirmar que a interpretação escultórica dada àfigurado "maior romântico do Romantismo" está certa e corresponde à plena tradução plástica do símbolo. o Poeta. Havia. não fundamentais mas complementares na lógica evolução do seu trabalho. o dramaturgo nas suas horas de triunfo. assim a do Poeta. tão perto de nós.In. confirmou os princípios em que "a priori" a Comissão se baseara. 315 Documento n° 39 Parecer emitido em sessão de 5/4/1951 à estátua de Almeida Garrett. essas. O "elegante" que ele foi. que se encontram patentes em todos os dias úteis e durante as horas de expediente. origem primogénita de todas as suas outras qualidades. livre de todo o transitório e anedótico mas plenamente humana e enobrecida pelo manto que. é. vivem nos seus criadores e perpetuam-se nas suas obras. o concurso público para a arrematação da empreitada acima designada nos termos do Caderno de Encargos e programa do Concurso. Boletim da Câmara Municipal do Porto. a necessidade de o Escultor dar à figura uma expressão escultórica. não desmentiu. desde que o Artista encarregado desse trabalho se não perdesse em busca das várias expressões literárias da sua obra tão rica e. assim. O figurino que Garrett foi em vida deixara há muito de existir. o escultor Barata Feyo encontrara o que buscava. o escultor Barata Feyo chegou a esta verdade em sucessivos esbocetos. Porto. n° 658. como presta as suas homenagens ao Artista pela forma como a realizou.

e se neste momento não vos dissesse que guardo um perpétuo reconhecimento pelo que vos devo. a tantas atenções. por meio destas linhas. pp. porém. que vos enviarei da minha casa da Corunha as obras completas de Rosalia de Castro e um autógrafo seu. Bem quereria fazê-lo pessoalmente. 3. Boletim da Câmara Municipal do Porto. sem dúvida. formoso e nobilíssimo Porto. anuncio-vos Senhor. É este o único que vos posso oferecer. são estas que impõem a dimensão a dar àquelas. mediante guia passada pela Ia Repartição — Serviços do Notariado — da Direcção dos Serviços Centrais e Culturais. É o caso por exemplo da Avenida dos Aliados ou da Rua de Sá da Bandeira (parte nova) e das de Entreparedes ou de St0 Ildefonso. se uma outra tem bastante trânsito e pouca largura. Sou vossa eterna e agradecida amiga (a) Gala Murguía de Castro Documento n° 43 Parecer emitido na sessão de 20/2/1950 do Conselho de Estética Urbana "O presente projecto na parte relativa à Praça de D. Dignai-vos perdoar-me. unidas aos achaques naturais da minha idade. ao menos em parte. que será efectuado na Caixa Geral de Depósitos. Amanhã partirei no comboio da 1. desde que não queirais considerá-los como um presente pessoal. 23/1/1954. mas as emoções por mim vividas ontem. eu tente exprimir-vos os meus sentimentos. por aquelas causas. que em si reúne todas as virtudes do sereno. se houve satisfação que inteiramente enchesse a minha alma. fidalgo e imorredouro Portugal de meus amores. Crédito e Previdência. consente-se nelas o estacionamento. a fundição da estátua de Almeida Garrett e a sua colocação na Praça do Município. ao pujante. apesar de . fazerme curvar ao peso daquelas emoções. Boletim da Câmara Municipal do Porto. nestas que não têm qualquer interesse estético. não se consente o estacionamento. se por minha parte poucos dias me restam já. seria a alma mais ingrata. se determinadas artérias têm largura excessiva para o movimento. valoroso. p. portanto. única sobre o que este Conselho deve pronunciar-se. As vias públicas são criadas para a satisfação das necessidades do trânsito e. N° 917. me vejo privada de assistir ao banquete de hoje.000$00. e dorme aprova de que a alma do vosso país. comunga espiritualmente com a produção poética daquela que me deu o ser. N° 928. antes. a um tempo de nostalgia e de intima satisfação. compreende 3 assuntos distintos: a modificação dos acessos laterais. 339 Documento n° 41 Adjudicações — a José de Castro Guedes. Suplico-vos outra vez que digneis perdoar-me. proíbe-se nela a paragem de veículos. Assim. Para corresponder. 98 Documento n° 42 Meu generoso e ilustre Senhor: Permiti-me que. não mo permitiram.45 da tarde. 29 de Outubro de 1953 In. pedindo-vos que aceiteis e lhe deis o destino que melhor os acomode. João de Brito e Cunha. Lda.O depósito provisório.750S00 (três mil setecentos e cinquenta escudos) Eu. é de Esc. 7/11/1953 Despachos da Presidência . no acto inaugural do monumento que o Porto dedicou à memória de minha mãe. Engenheiro. sobretudo a primeira. — 11-1-54 in. porque a terra me chama. quero dizer-vos que. Quis o Céu. Director dos Serviços de Urbanização e Obra. prolongamento do meu. por 170. Muito lamento anunciar-vos que. devo-a à nobre e generosa Cidade do Porto. João I. o subscrevi. Porto e Paços do Concelho. Sempre detestei a ingratidão. as dimensões e localização dos refúgios e a aplicação a dar à Praça. aquelas. segundo o que se deduz do despacho do Ex"1" Senhor Director de 20 de Janeiro último.

Falta decidir qual o modo a adoptar na sua iluminação. João I. que servirão para a passagem e segurança dos peões. vão gradualmente abson>endo o espaço que as confinava. Os dois assuntos — sistema ou modo de iluminação e destino dos dois plintos laterais — estão a ser devidamente ponderados.Substituir os parapeitos macissos (sic) por outros transparentes que apenas sirvam de guarda ao trânsito sem compartimentos de visões. integrando o espaço ladeante quanto se possa. A modificação afazer nos acessos laterais à Praça deve ser encarada. É. João I e só algumas. estes. a iluminação da Praça não poderá deixar de obedecer a estes dois pontos essenciais: ser bastante. A própria perspectiva que acompanha o processo é um documento a abonar esta afirmação porquanto se nota o enquadramento da praça apenas na volumosa massa dos edifícios a Norte. a finalidade dos referidos plintos. são problemas que têm de ser resolvidos de harmonia com o fim a dar à Praça. pretende-se saber. Isto tem muita importância porquanto incorre inadvertidamente em «erro de imaginação» todo aquele que. pelos seu aspecto estético. porque a quinze metros temos já a volumosa massa de outro edifício. não se vê. pois que isso depende de uma outra decisão — a que venha a tomar-se quanto ao melhor destino dos dois plintos junto às escadarias laterais. parece-nos que há necessidade. Actas do Conselho de Estética Urbana (9/2/1946 a 9/1/1951). assunto sobre o qual não compete também a este Conselho pronunciar-se. este Conselho emite o seguinte parecer: 'Em primeiro lugar e para subsequente compreensão do que se vai expor. de: Io. Não se admite que tais figuras sirvam de ornamento duma Praça sem que elas sejam os principais motivos que aqui seriam muito secundários. 'ar' que não representa espaço. é apenas ar. no seu conjunto e.Reduzir o escadório inferior para metade do proposto. Do mesmo modo as dimensões e localização dos refúgios. Examinadas as diferentes peças do projecto. Quer dizer. no conjunto o espaço pertencente às ruas ladeantes o que lhe dá virtualmente maior amplitude. 4o. É. não é admissível presumir homenagem corredia a tão grandes vultos da nossa História. com efeito. o mais razas possível. em arranjos de toda a ordem. porém. julga-se útil recordar que a designação de praça dada Ao local. direi. com o qual este Conselho nada tem que ver. Assim.Suprimir as massas volumosas das pontas da tenaz (chamemo-lhe assim) para que essas pontas. estão pejadas de veículos com consentimento das autoridades e sem qualquer protesto. criando os artifícios possíveis para esse efeito. De facto." Itl. Na verdade. em breve se lhes poderá dar solução definitiva. ff 78-79. portanto. Documento n° 44 Depoimento de Lucínio Preza: Solicitam-me algumas palavras sobre a Praça de D. porém. O que. a autorização de estacionamento em determinado local e portanto também na Praça de D. Certamente. portanto. Qualquer que seja. sugere âmbito largo ao contrário do que realmente se dá. para obter escala equilibrada. e visitado cuidadosamente o local. 3o. porém. Resulta da desproporção entre a chamada praça e os edifícios que a ensombram. entre outros. Ora a circunstância de tal recinto vir a ser a base de dois dos mais altos edifícios da cidade exige especiais cuidados para que a monumentalidade que se pretende outorgar não descambe precisamente no oposto ao pretendido. presume lugar espaçoso.marginadas dos melhores edifícios da cidade. o que em boa verdade é pequena réstea. a imperiosa necessidade de obedecer no seu arranjo às boas regras da simplicidade para se não saturar demasiadamente o local com 'redundantes acessórios' que inevitavelmente lhe irão diminuir cada vez mais as suas já tão minguadas proporções. como se concluirá. por imprópria. suficientemente . do próprio Presidente da Câmara. como de peças de estatuária em que se consagre homenagem condigna a grandes figuras da História-Pátria ou se mostre a alegoria.Não encarar a possibilidade de colocar as estátuas dos progenitores da ínclita geração nas peanhas criadas 'ad hoc' para 'motivos decorativos'. a urbanização do recinto. sobre este assunto e só sobre ele que este Conselho julga dever pronunciar-se. incluindo-se. fica a Sul. homenageante também da Indústria e do Comérico desta terra progressiva de gente trabalhadora. decerto. tanto poderão servir como base de sustentação de candeeiros ornamentais. perdoando contudo a boa intenção dela. é apenas um problema de trânsito. — quero dizer. lnfere-se destas observações que há absoluta necessidade de limitar o menos possível o perímetro da Praça. 2o. sem ver o sítio.

É o coração do Porto. é o centro vital da Cidade. grande parque nas traseiras do Edifício Atlântico. em envelope lacrado e fechado § Io As maquettes terão por assinatura apenas uma divisa. Tudo o que já se fez a tal respeito e ainda o que em tempo próximo se faça. Cada concorrente deverá apresentar: a) Maquettes. Presidente da Câmara Municipal do Porto AA. o meu depoimento sobre as perspectivas de acabamento urbanístico desta nova Praça da Cidade. 2.. A Praça de D. carácter definitivo. A Praça. à escala de 5 centímetros por metro. João I. devidamente patinadas. devo ainda dizer. c) Memória descritiva e justificativa donde conste o partido adoptado pelo concorrente d) Elementos de identificação do concorrente. para que os nossos olhos não sofram o choque de uma singelesa (sic) contraditória com os grandiosos edifícios que formam o conjunto.. Fica ao livre arbítrio dos concorrentes a escolha do assunto e as dimensões dos motivos escultóricos. sem que a experiência nos possa esclarecer das vantagens e dos defeitos. É aberto na Câmara Municipal do Porto concurso público para a execução das maquettes de 2 motivos escultóricos destinados a serem colocados nos pedestais existentes na Praça de D. onde é evidente uma certa monumentalidade arquitectónica. entupir. como sítio mais ou menos amplo que não deverá congestionar-se e deixar-se. O concurso é aberto entre escultores diplomados pelas Escolas Superiores de Belas Artes de Lisboa e Porto 3. Lucínio Preza. § 2o A face exterior dos envelopes indicados na alínea c) e d) deverão mencionar o seu conteúdo e levar a seguinte legenda: «Concurso para a execução dos motivos escultóricos destinados à praça de D. não fique entristecido entre densidades de treva permanente. Porto. João I» e a divisa adoptada pelo concorrente.W. além de que. para satisfação das necessidades prementes de dar parque aos automóveis. João I e o seu Palácio Atlântico. Isto iria roubar-lhe o ar aberto que ela exige.intensa para que o local. que não me parece aconselhável que o automobilismo a tome toda. não terá. Entendo.. como lugar de estacionamento. do qual a primeira fase de trabalhos se encontra em vias de conclusão É este. 1951. b) Redução das maquettes. incluindo pedestais à escala de 20 centímetros por metro. a Câmara completará. Documento n° 45 Programa e bases do concurso para a execução de 2 motivos decorativos escultóricos destinados à Praça de D. com as cores do materiais a empregar na obra definitiva. onde corajosamente se ergueram alguns prédios que honram a Cidade do Porto — e é este o ensejo de louvar a iniciativa particular que os fez erguer — bem merece todos os cuidados e atenções. apressadamente escrito. — e corresponder àquela monumentalidade. . digamos. 4. João I 1. dentro do mais curto espaço de tempo possível.

20.000$00 7. Terceira prestação. A atribuição dos prémios será feita pela presidência da Câmara. 75. 14. A Câmara reserva-se o direito de fazer reproduzir o projecto definitivo quando quiser e conforme entender. mediante contrato. pela execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a importância de 200. 8.000$00 2o Esc. 13.000$00) contra a entrega do modelo em gesso. 30. 17. A entrega de elementos a que se refere a base anterior deverá ser feita na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras da Câmara Municipal do Porto até às 17 horas do dia 15 de Outubro próximo. a contar da data de encerramento do concurso. 12. que servirá de Presidente. — Um técnico municipal nomeado pela Presidência da Câmara. — Um representante da Secção do Norte da Academia Nacional de Belas Artes. em face da classificação do júri para esse efeito nomeado. 18. Nos trinta dias a seguir à entrega da acta pelo júri.000$00 (duzentos mil escudos). A Câmara satisfará ao primeiro classificado. — Um representante da Delegação do Norte do Sindicato Nacional dos Arquitectos. 9. O júri encarregado da classificação dos projectos terá a seguinte constituição — Vereador da Câmara. a Câmara fará a entrega dos prémios aos concorrentes classificados no concurso. Ao concorrente a que for atribuído o primeiro prémio será pela Câmara adjudicada. 15. 6. — Um representante da Escola de Belas Artes do Porto. Segunda prestação. Da decisão do júri não haverá recurso. Todas as maquettes apresentadas a este concurso serão expostas ao público durante o prazo mínimo de oito dias. referindo-se tal reprodução não só aos aspectos escultóricos como gráficos. . contados a partir da data da escritura. 11. Presidente da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia. 16.000$00) após a aprovação do modelo em barro. o prazo para a apresentação dos modelos indicados na base 15 a . no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. as maquettes às quais forem concedidas os prémios a que se refere a base 6 a .000$00) no acto da assinatura do contrato. Passarão a constituir propriedade da Câmara.000$00 3 o Esc. O júri terá a faculdade de excluir do concurso qualquer dos concorrentes ou de deixar de atribuir qualquer dos prémios 10. no valor de setenta e cinco mil escudos (Esc. para todos os efeitos legais. no valor de cinquenta mil escudos (Esc. 10.0 júri apresentará à Presidência da Câmara a acta contendo a sua decisão no prazo máximo de trinta dias. no caso da solução adoptada pelo escultor repetir o mesmo modelo em ambos os pedestais.5. 75. E fixado em 240 dias. a execução dos modelos em tamanho definitivo dos motivos escultóricos a que este concurso se refere. § único — Todas as importâncias referidas nesta base ficarão reduzidas a metade. São estabelecidos três prémios com o seguinte valor l°Esc. a liquidar em três prestações pela forma seguinte: Primeira prestação. 50.

se esses estudos não forem apresentados nos prazos previstos. p. um agradecimento ainda. da minha parte. que lhe são devidas. nos termos do Programa e Bases respectivas que se encontram patentes em todos os dias úteis e durante as horas de expediente na Direcção dos Serviços de Urbanização e Obras desta Câmara. 20. pertence. Engenheiro. Boletim da Câmara Municipal do Porto. João de Brito e Cunha. p. Ex" Senhor Presidente há-de permitir que lhe apresente. e de forma definitiva. Documento n° 47 Parecer do arqt0 Arménio Losa sobre a Igreja de St° António das Antas. o que já permitiu a colocação dos dois novos candeeiros — ponto de partida para o estudo da iluminação no seu conjunto. com os meus agradecimentos a amável deferência que teve para comigo. como também não respeita o alinhamento da rua para onde orientou a fachada principal. [. desta cidade. aos meus ilustres Colegas do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Gás e Electricidade. o subscrevi. num futuro relativamente próximo. No caso de rescisão por impossibilidade do autor do projecto em executar o modelo final. Engenheiro electrotécnico e Presidente da Câmara Municipal do Porto. diz: Senhores Vereadores A iniciativa da proposta que acaba de ser lida. * O Vereador Sr. 21. 18/9/1954.. N° 962. poderá a Câmara fazer a entrega do trabalho a outro artista. e cuja autoria me é atribuída. e por que assim é. 14 de Julho de 1954 O Presidente. A Ex1"3 Câmara reserva-se o direito de rescindir o contrato. José Albino Machado Vaz In. João I José Albino Machado Vaz. João I. Intervim nela como colaborador apenas. ao Terreiro da Sé. Eu. sem direito ao pagamento de qualquer indemnização ao primeiro premiado deste concurso. As obras foram já iniciadas tendo-se dispendido trezentos contos segundo se lê na memória descritiva. ou se as modificações sugeridas não forem julgadas satisfatórias. esta fachada fica recuada em relação ao alinhamento dos prédios já construídos naquela via e portanto escondidos atrás deles. de facto. em qualquer das fases previstas. Faço público que até às 17 horas do dia 15 de Outubro próximo se encontra aberto concurso entre escultores diplomados pelas Escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto para a execução de dois motivos escultóricos destinados á Praça de D. Porém a sua implantação no terreno escolhido é ainda mais lamentável. competindo contudo ao autor desses motivos escultóricos a orientação do trabalho e a escolha dos respectivos materiais. Concurso público para a execução de dois motivos escultóricos destinados à Praça de D. pois não somente volta as costas à mais importante artéria que faceja com o terreno. aquelas felicitações. Actas da Comissão Administrativa Sessão de 13 de Julho de 1954. 556. Director dos Serviços de Urbanização e Obras. O projecto que agora apreciamos é uma variante de outro que . 72-77 Documento n° 46 Edital. se os estudos apresentados não merecerem a sua aprovação. à Presidência da Câmara. MANUEL DE FIGUEIREDO. In. A torre é o único motivo que pode apreciar-se a distância não por estar melhor situada que o corpo principal da Igreja mas pela sua grande altura: 43 metros.19. Além disso.. seus herdeiros ou sucessores. Não faz parte deste contrato a passagem à pedra ou ao bronze dos 2 motivos escultóricos que será levada a efeito a expensas da Câmara. V. que junto da Direcção dos mesmos Serviços levantaram o problema da iluminação da Praça. "O que mais desagradavelmente impressiona ao analizar-se o projecto é a defeituosa implantação do edifício. Boletim da Câmara Municipal do Porto n° 954 de 24/7/1954. Porto e Paços do Concelho. A rescisão do contrato com os fundamentos indicados na base anterior pode dar o direito de exigir do autor do projecto a restituição de uma ou mais das prestações pagas.] E como palavra final. 22. merecidas e sinceras. Já é de lamentar não tenha havido o melhor critério na localização da igreja procurando-lhe perspectivas que a valorizasse e colocando-a em sítio onde também contribuísse para o enriquecimento da estética urbana. pedindo a palavra.

na sua escala desmedida por relação com o baixo e multicolor casario vizinho. mesmo mais do que isso. nos agrada verdadeiramente menos. como se sabe. Aplauda-se. Parece-nos no entanto que ainda é tempo de emendar os erros que apontamos voltando a fachada principal para a artéria de maior categoria . esta peça algo intrigante. a coragem de pôr lado a lado um recinto de betão e as famosas pedras de antiquíssima e romana fonte. por Bernardo Pinto de Almeida Ainda não inaugurada oficialmente. pois como apenas se inverte a orientação do edifício aproveitar-se-iam as fuindações e grande parte das paredes já erguidas. durante a ocupação romana da Península. e de arreigados costumes.) Este recinto é segundo o projecto inteiramente vedado com muros e portões. na sua proporção e cor verde. que nomeadamente fez em Cerveira uma notável fonte. Se de um ponto de vista estético a solução de prolongar — ou melhor de integrar — as três peças romanas encontradas numa estrutura de betão é extremamente interessante e. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (16/12/1941 a 31-12-1950) 16/12/1941. In. ff 49-50v Parecer do arqt" Arménio Losa sobre a Igreja de St0 António das Antas. ao que sabemos. partindo em parte de uma concepção semelhante. pois. a Praça da Ribeira — onde se desenvolveu um interessante trabalho de recuperação do casarioribeirinho— conta agora com a presença de um fonte que. local de acontecimentos históricos. emblemático de um Porto muito antigo. In. A torre. Actas da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (8/11/1937 a 16/12/1941) 16/12/1941. na Praça da Ribeira como poderemos «ver» esta peça de José Rodrigues? Dir-se-ia um meteorito de geométrica perfeição ali caído. num local típico. O seu autor é o escultor José Rodrigues. neste caso.) in. O risco de José Rodrigues. As obras executadas não seriam inteiramente perdidas. com que se reconstituiu a antiga fonte romana. conseguindo um resultado pleno. local de cultura em suma. (cont. Intervenção no espaço urbano e.e colocando a torre em posição de maior destaque em relação com as perspectivas que podem criar-se-lhe.a Avenida de Fernão de Magalhães . afastando-se do corpo do edifício para se erguer possivelmente na esquina da rua da Vigorosa. ali foi antes o mesmo. Não tem portanto o carácter dos simpáticos adros de muitas das igrejas e capelas espalhadas pelo país. traria mais vantagem de criar um melhor e mais próprio ambiente ao recinto da Igreja. mas deplore-se também o excesso que resulta do gigantesco cubo. Parece antes ter havido a preocupação de afirmar direitos de propriedade definindo e delimitando o que é do Município e o que pertence à Igreja. 3/1/1984 . A Igreja seria deste modo aproveitada como elemento de valorização urbana com o que muito lucraria a cidade e a própria construção. sem ter em vista a escala e que poderia situar-se a sua intervenção. ff 49-50v Documento n° 48 José Rodrigues e a Fonte da Ribeira. não acertam sempre. Jornal de Notícias. onde logo pousaram gaivotas douradas. é o de ter feito uma intervenção inadequada excessiva. mais do que isso.a Câmara aprovou (Novembro de 1937) e as obras feitas foram executadas nas condições regulamentares. já o gigantesco cubo verde em ruptura com a paisagem local. Os artistas por melhores que sejam. (cont. próxima do que se poderia considerar uma concepção pós-moderna.