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Escola de Design Unisinos Especialização em Design Gráfico Design de Hipermídia

Escola de Design Unisinos

Especialização em Design Gráfico

Design de Hipermídia

O QUE ACONTECEU PARA ESTARMOS TRATANDO DE DESIGN DE HIPERMÍDIA?

O QUE ACONTECEU PARA ESTARMOS TRATANDO DE DESIGN DE HIPERMÍDIA?

O QUE ACONTECEU PARA ESTARMOS TRATANDO DE DESIGN DE HIPERMÍDIA?
Hipermídia e interfaces

Hipermídia e interfaces

Web e softwares que usam a internet para “trabalhar”

Web e softwares que usam a

internet para “trabalhar”

Processos de projeto

Processos de projeto

Tendências

Tendências

Computadores calculam e

armazenam.

Computadores contém dados.

Computadores são organizáveis

em redes.

Internet conecta redes de

computadores.

Digitalização  Dos meios de produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint, excel, photoshop,

Digitalização

Dos meios de produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint,

excel, photoshop, web)

Dos suportes (“lugares onde guardamos o conteúdo produzido”): pendrives,

DVDs, HDs, CDs, discos virtuais,

disquetes

Dos processos: (“executamos tarefas

com o auxílio de”): cartões eletrônicos,

home-banking, celular, microondas, etc.

 Comunicação Mediada por Computadores (CMC)  Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs)

Comunicação Mediada por Computadores (CMC)

Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs)

A evolução da computação está ligada ao cálculo e armazenamento.
A evolução da computação está ligada ao cálculo e armazenamento.
A evolução da computação está ligada ao cálculo e armazenamento.

A evolução da

computação está ligada ao cálculo e armazenamento.

O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental
O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental
O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental

O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental para pensarmos a Internet.

Professor at the Visual Arts Department, University of California - San Diego (UCSD). 2008 2001

Professor at the Visual Arts Department, University of California - San Diego (UCSD).

Professor at the Visual Arts Department, University of California - San Diego (UCSD). 2008 2001

2008

2001

 Examinando a interface, começando pela idéia de “tela”.

Examinando a interface, começando pela idéia de “tela”.

 A tela é uma tecnologia muito anterior às possibilidades recentes (VR) que tomamos contato

A tela é uma tecnologia muito

anterior às possibilidades recentes (VR) que tomamos contato hoje, da Renascença ao cinema do século XX.

 As soluções de Virtual Reality eram muito comentadas à época.

As soluções de Virtual Reality eram muito comentadas à época.

 Como o computador apresenta continuidades e desafios em relação à tradição da tela? 

Como o computador apresenta

continuidades e desafios em

relação à tradição da tela?

McLuhan e Remidiation.

Genealogia da tela.  Classical Screen  A cultura visual do período moderno é caracterizada

Genealogia da tela.

Classical Screen

A cultura visual do período moderno é

caracterizada por um intrigante fenômeno a

existência de um outro espaço virtual, um outro mundo tridimensional fechado por uma moldura e situado dentro do nosso espaço normal.

 A moldura (frame) separa dois espaços absolutamente diferentes que de alguma forma coexistem.

A moldura (frame) separa dois espaços absolutamente diferentes que de alguma

forma coexistem.

 Herança da pintura: pensar nas proporções e nas nomenclaturas portrait e landscape usadas hoje.

Herança da pintura: pensar nas proporções e nas nomenclaturas portrait e landscape usadas hoje.

 Herança da pintura: pensar nas proporções e nas nomenclaturas portrait e landscape usadas hoje.
 Dynamic screen  A tela que disponibiliza uma imagem que muda no tempo. A

Dynamic screen

A tela que disponibiliza uma imagem que muda

no tempo. A tela do cinema, tv, vídeo.

Impõe uma outro protoloco de visulização (viewing regime)

entre a imagem e o

espectador.

 Já aparecia na tela clássica, mas agora aumenta a noção de “preenchimento completo da

Já aparecia na tela clássica, mas agora

aumenta a noção de “preenchimento

completo da tela pela imagem”, descarte do espaço

“ao redor” da tela pelo foco que a mesma requisita. Imersão.

A tela é agressiva. Ela filtra o entorno.
A tela é agressiva. Ela filtra o entorno.
A tela é agressiva.
Ela filtra o entorno.
 Esta relação-protocolo de visualização (tela quer sua atenção total) é desafiada com a chegada

Esta relação-protocolo de visualização (tela quer sua atenção total) é desafiada

com a chegada da tela do computador.

 A tela do cinema resulta de uma evolução de dispositivos do século 18 e

A tela do cinema resulta de uma evolução de

dispositivos do século 18 e 19.

A tela do computador tem origem no radar.

Inovação ligada a tecnologias de controle, espionagem, mapeamento, segurança (militares):

monitor de vídeo, tela de computador, controles.

radar  Ao contrário da fotografia e do cinema (imagens estáticas, ou imagens estáticas em

radar

Ao contrário da fotografia

e do cinema (imagens estáticas, ou imagens estáticas em seqüência), vemos pela 1ª vez uma

tela cuja imagem pode

mudar em tempo real, mostrando mudanças no referente (posição de

objeto, live vídeo ou

mudança nos dados do computador).

em tempo real, mostrando mudanças no referente (posição de objeto, live vídeo ou mudança nos dados
 A tela de tempo real é o terceiro tipo de tela, inaugurada pelo radar.

A tela de tempo real é o terceiro tipo de tela, inaugurada pelo radar.

 Janelas coexistentes no lugar de uma única imagem, princípio da Graphical User Interface (GUI).

Janelas coexistentes no lugar de uma única imagem, princípio da Graphical User Interface (GUI).

 A concentração da visualização deixa de ser em apenas uma imagem. Blocos de dados

A concentração da visualização deixa de ser em apenas uma imagem. Blocos de dados de

texto, imagem, vídeo sugerem que a tela do

computador tem mais a ver com design gráfico e janelas.

Tela interativa  A informação processada passa a ser representada na tela de tempo real:

Tela interativa

A informação processada passa a ser

representada na tela de tempo real: lugar de inserir e retirar informação de um computador.

 Ao mudar algo na tela, mudamos algo na memória do computador

Ao mudar algo na tela,

mudamos algo

na memória do

computador

 Ao mudar algo na tela, mudamos algo na memória do computador
 Clássica Dinâmica – Real time – Interativa

Clássica

Dinâmica

– Real time –
– Real time –
Interativa
Interativa
 Clássica Dinâmica – Real time – Interativa
A tela e o corpo  A tela representa uma relação entre o espaço do

A tela e o corpo

A tela representa uma relação entre o espaço do espectador e o espaço da representação.

Com isso, o sujeito estaria existindo nesses dois espaços simultaneamente, princípio que

nasce do “corte” promovido pela tela.

 As formas de representação ocidental pedem que o sujeito fique parado.

As formas de representação ocidental pedem que o sujeito fique parado.

 Um ponto de vista, “descolado” do corpo.

Um ponto de vista, “descolado” do corpo.

 A invenção da perspectiva radicaliza ainda mais essa relação: o ponto de vista está

A invenção da perspectiva radicaliza ainda mais essa relação: o ponto de vista está pronto.

A tela funcionaria como um cofre em uma parede, no qual o “visível” foi depositado.
A tela funcionaria como um cofre em uma parede, no qual o
“visível” foi depositado.
 Os aparatos que lidam com a luz e projeção conduziriam depois ao cinema requisita

Os aparatos que lidam com a luz e projeção conduziriam depois ao cinema requisita que o

espectador se “aprisione” para - imóvel -

assistir à imagens.

 Nesse sentido, também passamos de um mundo estável e estático (fotografias iniciais) para a

Nesse sentido, também passamos de um mundo estável e estático (fotografias iniciais)

para a “aventura da viagem”com a imagem

em movimento, ainda que aprisionados.

 Salas de cinema: prisões, caverna de Platão. Representação confundida com perpcepção.

Salas de cinema: prisões, caverna de Platão. Representação confundida com perpcepção.

 A realidade virtual leva a câmera para a cabeça do usuário. Para olhar no

A realidade virtual leva a câmera para a cabeça do usuário. Para olhar no espaço

virtual é preciso olhar no espaço físico. O

usuário precisa “trabalhar” (jogar?) para ver (lembrando o funcionário de Flusser).

 Continuamos grudados à máquina, mas agora precisamos nos mexer.

Continuamos grudados à máquina, mas agora precisamos nos mexer.

 A VR continuaria a tradição da simulação. Teríamos na tela a mudança da representação

A VR continuaria a tradição da simulação. Teríamos na tela a mudança da

representação para a simulação.

 Pinturas de mosaicos, afrescos, nas paredes fundiam- se com a arquitetura e o “real”

Pinturas de mosaicos, afrescos, nas paredes fundiam-se com a arquitetura e o “real”

enquanto as telas da pintura em diante

reforçavam a representação (e pediam a mobilidade do espectador). A tradição da

simulação, portanto, é anterior às telas

digitais (museus de cera, naturalismo, realismo, etc).

 O próximo passo (então) é carregar as telas que nos aprisionam conosco: a retina

O próximo passo (então) é carregar as telas que nos aprisionam conosco: a retina e tela

vão se fundir. Mas ainda vivemos na

sociedade da tela achatada, retangular que participa do nosso espaço como uma janela

para outro lugar, a sociedade da tela.

REMIDIAÇÃO

REMIDIAÇÃO

REMIDIAÇÃO
REMIDIAÇÃO
Jay Bolter  Jay David Bolter (born August 17 , 1951 ) is the Wesley

Jay Bolter

Jay Bolter  Jay David Bolter (born August 17 , 1951 ) is the Wesley Chair

Jay David Bolter (born August 17, 1951) is the

Wesley Chair of New

Media and a professor in the School of Literature,

Communication and

Richard Grusin http://premediation.blogspot.com/  Richard Grusin is a Professor of English at Wayne State University,

Richard Grusin

Richard Grusin http://premediation.blogspot.com/  Richard Grusin is a Professor of English at Wayne State University,

http://premediation.blogspot.com/

Richard Grusin is a Professor of English

at Wayne State

University, where he teaches courses in

film and media

studies, new media theory, and American

Studies.

Conceitos associados  Mídia  Mediação  Interface  Experiência

Conceitos associados

Mídia

Mediação Interface

Experiência

Premissa básica>  Haveria o seguinte contraditório (paradoxo): nossa cultura teria um simultâneo desejo por

Premissa básica>

Haveria o seguinte contraditório (paradoxo):

nossa cultura teria um simultâneo desejo por

imedação e hipermediação, a dupla lógica da

remidiação.

Ou seja>  Nossa cultura desejaria simultaneamente multiplicar seus mídias e apagar todos os traços

Ou seja>

Nossa cultura desejaria simultaneamente multiplicar seus mídias e apagar todos os

traços de mídia. O ato de multiplicar visaria o

apagamento, idealmente.

Imediação:  o meio desapareceria para nos deixarmos na presença da “coisa representada”. Mas a

Imediação:

o meio desapareceria para nos deixarmos na presença da “coisa representada”. Mas a

imediação dependeria da hipermediação

(além de coexistir).

Imediação:  A experiência da imediação é hipermediada pela INTERFACE (simuladores).

Imediação:

A experiência da imediação é hipermediada pela INTERFACE (simuladores).

Imediação>  A origem aponta para a trajetória da representação visual ocidental: a busca permanente

Imediação>

A origem aponta para a trajetória da representação visual ocidental: a busca

permanente por atingir a imediação

implicaria em colocar o espectador no mesmo lugar dos objetos visualizados.

A hipermediação tem ligação histórica com a fascinação pela “presença do meio”. Ícones e letras

A hipermediação tem ligação histórica com a fascinação pela “presença do meio”. Ícones e letras integram-se desde os manuscritos medievais.

 As mídias visuais digitais podem ser melhor compreendidas pelas formas pelas quais homenageiam, rivalizam

As mídias visuais digitais podem ser melhor compreendidas pelas formas pelas quais

homenageiam, rivalizam e revisam a

pintura em perspectiva, fotografia, filme, televisão e impresso. O que é novo sobre as

“novas mídias” seria a forma particular com

que estes aspectos são tratados entre as mídias novas e antigas.

Opacidade e transparência  As novas mídias sempre andariam entre a opacidade e a transparência

Opacidade e transparência

As novas mídias sempre andariam entre a opacidade e a transparência na remidiação

que fazem das mídias anteriores.

Ao ver as formas de representação do passado, destaca-se as preocupações de transparecer-se para chegar ao real e o encantamento com a opacidade do próprio meio.

Discutindo mídia>  As tecnologias da mídia envolvem relações que podem ser expressas em termos

Discutindo mídia>

As tecnologias da mídia envolvem relações que podem ser expressas em termos físicos,

sociais, estéticos e econômicos.

Software + Usos + remodelagem = mídia

Imediação>  O valor estético da “transparência” visando a imediação foi trabalhado pelas mídias

Imediação>

O valor estético da “transparência” visando a imediação foi trabalhado pelas mídias antigas

nas técnicas de perspectiva,

apagamento e

automaticidade.

Imediação>  Perspectiva: ver através, matematizar o espaço.

Imediação>

Perspectiva: ver através, matematizar o espaço.

Imediação>  Apagamento: trabalhar a superfície para apagar as pinceladas.  Tromp L´ oeil: exemplo

Imediação>

Apagamento: trabalhar a superfície para apagar as pinceladas.

Tromp L´oeil: exemplo de buscar “enganar” o

olho que acaba reforçando a qualidade do artista que aparece pelo apuro técnico.

Imediação>  Automaticidade: tecnologias fotográficas, cinema e depois televisão. A fotografia se tornou o

Imediação>

Automaticidade: tecnologias fotográficas, cinema e depois televisão. A fotografia se

tornou o aperfeiçoamento da perspectiva

linear. A remoção do artista que ficava entre o espectador e a realidade da imagem.

Imediação>  Mais tarde, a computação gráfica herda o cartesianismo e a matematização do espaço

Imediação>

Mais tarde, a computação gráfica herda o cartesianismo e a matematização do espaço

convocado pela perspectiva. Aí, é o

programador que é “apagado” da experiência do software, ele não

“transparece” através da interface (todos

os software são “iguais”).

Mediação da mediação  Não se media a experiência externa ,mas sim outros mídias. Toda

Mediação da mediação

Não se media a experiência externa ,mas sim outros mídias. Toda nova tecnologia se define

em relação com formas anteriores de

representação.

(isso eles aprenderam com McLuhan)

Horizonte da imediação>  Imediação: o autor se retira mais e o leitor seria mais

Horizonte da imediação>

Imediação: o autor se retira mais e o leitor

seria mais envolvido.

Porém  A imediação proposta pelos meios seduz as percepções, mas de fato está amparada

Porém

A imediação proposta pelos meios seduz as percepções, mas de fato está amparada em

atos de mediação contínuos (hipermediação).

Hipermediação  Hipermediação: fascinação pelos mídias (meios).  Processo e performance são maiores que o

Hipermediação

Hipermediação: fascinação pelos mídias (meios).

Processo e performance são maiores que o

resultado. Espaço heterogêno, janelizado, múltiplos atos de representação.

Hipermediação  Hipermídia: múltiplas mídias + acesso randômico.  A interface do desktop não se

Hipermediação

Hipermídia: múltiplas mídias + acesso randômico.

A interface do desktop não se apaga. Mídia

(conteúdo) e software inclusive conversam.

Hipermediação  A hipermediação já se apresentava em portas e cabines dos séculos XVI e

Hipermediação

A hipermediação já se apresentava em portas e cabines dos séculos XVI e XVII.

Hipermediação  Tecnologias mecânicas de reprodução que também traziam a hipermediação:  Diorama,

Hipermediação

Tecnologias mecânicas de reprodução que também traziam a hipermediação:

Diorama, phenakistoscope, stereoscope:

internalizavam a transparência da “imagem em movimento” dentro da estrutura

hipermediada. Mas a vitória foi da maior transparência (ou ilusão de) dada pela fotografia.

Diorama

Diorama

Diorama
phenakistoscope

phenakistoscope

phenakistoscope
phenakistoscope
Stereoscope

Stereoscope

Stereoscope
Stereoscope
Hipermediação>  A fotomontagem teria rompido com esse entendimento.

Hipermediação>

A fotomontagem teria rompido com esse entendimento.

 Colagem, mash-up, DJ.
 Colagem, mash-up, DJ.

Colagem, mash-up, DJ.

Hipermediação  Quando a tecnologia se torna uma segunda natureza, a experiência hipermediada torna- se

Hipermediação

Quando a tecnologia se torna uma segunda natureza, a experiência hipermediada torna-

se igualmente autêntica.

Hipermediação>  A lógica da hipermediação expressa a tensão entre o espaço visual como mediado

Hipermediação>

A lógica da hipermediação expressa a tensão entre o espaço visual como mediado e como

um espaço “real” que fica “além” da

mediação.

Olhar para uma coisa, olhar através da coisa.

Imediaçao/Hipermediação  A arte explora o sentido da interface, faz com que ela surja aos

Imediaçao/Hipermediação

A arte explora o sentido da interface, faz com que ela surja aos olhos do usuário, enquanto a

“engenharia” aperfeiçoa a tecnologia para

que ela desapareça.

Imediação / Hipermediação >>>> Remidiação  a representação de um meio em outro.

Imediação / Hipermediação

>>>> Remidiação

a representação de um meio em outro. Característica definidora das novas mídias.

Remidiação>  Atos de remidiação:  empréstimo, arquivamento, remodelagem, absorção.

Remidiação>

Atos de remidiação:

empréstimo, arquivamento, remodelagem,

absorção.

Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces

Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces

Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
Dependência, contexto, reforma Imediação e hipermediação nas interfaces
 Sistema que faz a mediação de um usuário solicitante com um sistema pré- programado

Sistema que faz a mediação de um usuário solicitante com um sistema pré- programado que busca atendar as

demandas do primeiro.

Duas áreas gostam de lidar muito com a interface: Design + estudos de HCI (Human-computer Interface)

Quando temos o Windows e cia, falamos

de interfaces gráficas digitais.

 Criada em 1991 por Tim-Berners Lee Lee propôs a criação de um espaço hipertextual

Criada em 1991 por Tim-Berners Lee

Lee propôs a criação de um espaço hipertextual global e aberto, no qual qualquer informação pudesse ser acessada através de um único

Universal Document Identifier (Identificador

Universal de Documentos).

Nem tudo que é Internet, é web.

A web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador, tornou a interface “amigável”.

Os softwares chamados navegadores, permitem que se acesse os documentos HTML que universalizam a forma

Os softwares chamados navegadores, permitem que se

acesse os documentos HTML

que universalizam a forma de “recepção” do conteúdo que se desejasse fazer circular pela

Internet. Textos, imagens, sons, vídeos começam a aparecer nas interfaces gráficas

digitais da web.

O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que a disponibilize.

gráficas digitais da web. O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que
 Heterogeneidade  Metamorfose  Potencialidade  Complexidade  Conectividade  Cartografia

Heterogeneidade

Metamorfose

Potencialidade

Complexidade

Conectividade

Cartografia

Heterogeneidade  o hipertexto é composto de diferentes nós que podem ser acessados por diferentes

Heterogeneidade

o hipertexto é composto de diferentes nós que

podem ser acessados por diferentes caminhos.

Todos os caminhos podem levar à sua marca.

Metamorfose  O hipertexto está em constante transformação  Desde a “cor” do link visitado

Metamorfose

O hipertexto está em constante transformação

Desde a “cor” do link visitado até a organização dos conteúdos.

potencialidade  o usuário tem a possibilidade de recriar o hipertexto no momento de seu

potencialidade

o usuário tem a possibilidade de recriar o hipertexto no momento de seu uso

Complexidade  as conexões relacionam diferentes aspectos do hipertexto, mesmo que contraditórios.

Complexidade

as conexões relacionam diferentes aspectos do hipertexto, mesmo que contraditórios.

cartografia  o hipertexto deve oferecer recursos para a orientação flexível entre os caminhos possíveis.

cartografia

o hipertexto deve oferecer recursos para a orientação flexível entre os caminhos

possíveis.

Características da hipermídia Hibridismo  A hipermídia mistura diferentes tipos de linguagens 

Características da hipermídia

Hibridismo

A hipermídia mistura diferentes tipos de

linguagens

http://postvisual.com/theuninvited/en/

não-linearidade  o usuário não precisa seguir uma seqüência pré- determinada

não-linearidade

o usuário não precisa seguir uma seqüência pré-

determinada

Interatividade  o usuário deve ter papel ativo na fruição da hipermídia.

Interatividade

o usuário deve ter papel ativo na fruição da hipermídia.

Navegabilidade  o usuário deve ter liberdade para ir aonde quiser, encontrar seu rumo ou

Navegabilidade

o usuário deve ter liberdade para ir aonde quiser, encontrar seu rumo ou se perder

(hiper) Texto -> Mídia  Substituição ou evolução?

(hiper) Texto -> Mídia

Substituição ou evolução?

(hiper) – texto> (mídia)  Hipermídia une os conceitos de não-linearidade ( não-linear ), hipertexto

(hiper) texto> (mídia)

Hipermídia une os conceitos de não-linearidade (não-linear), hipertexto, interface e multimídia

numa só linguagem. Traduzida erroneamente

como mero suporte, hipermídia não se configura só como meio de transmissão de mensagens, e

sim como uma linguagem com características

próprias, com sua própria gramática. Hipermídia, diferentemente de multimídia, não é a mera

reunião dos meios existentes, e sim a fusão

desses meios a partir de elementos não-lineares.

Mas a “máquina” continua operando nos “bastidores.”

Mas a “máquina”

continua operando

nos “bastidores.”

Web  Diversos grupos de mídia passam a produzir suas “versões online” quando a Web

Web

Diversos grupos de mídia passam a produzir suas “versões online” quando a

Web torna-se, o lado mídia da Internet.

B l o g s “diários” Gerenciador de conteúdo

Blogs

B l o g s “diários” Gerenciador de conteúdo

“diários”

B l o g s “diários” Gerenciador de conteúdo

Gerenciador

de conteúdo

Website Blog Hotsite Portal

Website

Website Blog Hotsite Portal

Blog

Website Blog Hotsite Portal
Web 2.0  Ao usar a máquina, ela nos usa.  É um processo, não

Web 2.0

Ao usar a máquina, ela nos usa.

É um processo, não uma nova versão.

Estrutura integrada de funcionalidades e

conteúdo, criando serviços.

Publicação (inserção), visualização (representação), compartilhamento (indexação) das informações.

Como ver o princípio em ação  Sites que nasceram sob idéia de publicação, visualização

Como ver o princípio em ação

Sites que nasceram sob idéia de publicação,

visualização e compartilhamento:YouTube,

Flickr, Slideshare, Delicious, etc.

Tags (folskonomia)

Tags (folskonomia)
Mas tem muito mais:  Go2web20.net  Feed My App

Mas tem muito mais:

Sites que funcionam como organizadores de conteúdo que vem de o utros lugare s 

Sites que funcionam como organizadores de conteúdo que vem de outros lugares

NetVibes (www.netvibes.com)

NetVibes da Agência Digital AG2

Mash-Ups> A + B = C  Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de

Mash-Ups> A + B = C

Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API)

a) Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver Mashup awards

b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams

Exemplos:  Diaroogle (1 API)  Visual Headlines (Flickr + CNN)

Exemplos:

Diaroogle (1 API)

Visual Headlines (Flickr + CNN)

Algumas conclusões: 1. Decisões estratégicas reúnem dados+mídia 2. Mutação permanente. Interfaces previstas, mas

Algumas conclusões:

1. Decisões estratégicas reúnem dados+mídia

2. Mutação permanente. Interfaces

previstas, mas não previsíveis.

3. Informação embutível/distribuível para muitos

lugares (igual e diferente ao mesmo tempo).

4. Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra?

O sujeito deixa marcas.  O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e

O sujeito deixa marcas.

O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos.

O lado mídia nos oferece ambientes para nos

inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO.

Muito seguida, mas segue somente “a si mesma” através de suas variações de profile. Comportamento

Muito seguida, mas segue somente “a si mesma” através de suas variações de profile.

Comportamento “HUB”

Segue mais do que é seguida. Cerca da metade dos updates são de retorno ao

Segue mais do que é seguida.

Cerca da metade dos updates

são de retorno ao cliente. Comportamento Pró-Ativo/Atendimento

Segue mais do que é seguida. Cerca da metade dos updates são de retorno ao cliente.
Segue mais do que é seguida. Cerca da metade dos updates são de retorno ao cliente.
Segue mais do que é seguida. Cerca da metade dos updates são de retorno ao cliente.
Mais seguida do que segue. 2 followers novos em media por dia. O uso foi

Mais seguida do que segue. 2 followers novos em media por dia. O uso foi específico da ação NikePlus. No entanto, são 8600 Citações para @nike vs. 795 citações para @nikeplus.

O uso foi específico da ação NikePlus. No entanto, são 8600 Citações para @nike vs. 795

Comportamento Sazonal

+ “Efeito” Morto-Vivo

Comportamento Sazonal + “Efeito” Morto -Vivo A Nikeplus não envia nenhum tweet desde o dia 13

A Nikeplus não envia nenhum tweet desde o dia 13 de agosto de 2008. Enquanto isso, vários usuários que estão seguindo a marca

ainda mandam tweets relacionados,

tanto a marca como a suas campanhas.

Não segue

ninguém e é seguida por mais de 9 mil users.

Há pouca transparência da marca no seu Twitter, pois tudo o que é postado lá são notícias sobre a empresa que

já são de

conhecimento geral

marca no seu Twitter, pois tudo o que é postado lá são notícias sobre a empresa
marca no seu Twitter, pois tudo o que é postado lá são notícias sobre a empresa
marca no seu Twitter, pois tudo o que é postado lá são notícias sobre a empresa
781 seguidores, segue 14. Praticamente não dá @, à exceção do Twisney, que parece ser

781 seguidores, segue 14.

Praticamente não dá @, à exceção do Twisney, que parece ser outro user oficial da Disney. Este sim interage com usuários do twitter em replies.

) ( eles sempre tiram as dúvidas dos clientes e são educados nas respostas, o

) (

eles sempre tiram as dúvidas

dos clientes e são educados nas respostas,

o que a torna simpática.

Eles pedem desculpas quando não podem responder as dúvidas com rapidez, anunciam seu profile

em outras redes sociais

e aspectos humanos como um artigo sobre sua responsabilidade global.

No entanto, navegando por grande parte das páginas do MicrosoftVista não foi possível encontrar nenhuma

No entanto, navegando por grande parte das páginas do MicrosoftVista

não foi possível encontrar nenhuma URL.

Grande parte do conteúdo dos tweets

são notícias relacionadas ao Vista e à Microsoft, e até mesmo ao seu antecessor, o XP. A outra parcela dos tweets, mais informal, fica pelas respostas e conversas que acabam sendo criadas pelos usuários.

Equilíbrio entre número de seguidores e número que segue. Ainda que busque alguma conversação com

Equilíbrio entre número de

seguidores e número que segue.

Ainda que busque alguma conversação com o usuário, “fala muito de si mesma”. Crescimento de 5 seguidores por dia.

“fala muito de si mesma”. Crescimento de 5 seguidores por dia. Uma pessoa “real” Identificada no
“fala muito de si mesma”. Crescimento de 5 seguidores por dia. Uma pessoa “real” Identificada no

Uma pessoa “real” Identificada no profile

O uso de redes sociais (orkut, myspace, etc) não pára de crescer no Brasil.

O uso de redes sociais (orkut, myspace, etc)

não pára de crescer no Brasil.

Tá todo mundo conversando: além de crescer, o Brasil é líder mundial de uso de

Tá todo mundo

conversando:

além de crescer, o

Brasil é líder mundial de uso de instant messengers

(MSN, etc)

Isso nos faz olhar com mais atenção para entender que:  WIKI não é apenas

Isso nos faz olhar com mais

atenção para entender que:

WIKI não é apenas uma enciclopédia

Blogs não são só diários abertos

YouTube não é TV na Internet

Conceitos ligados a isso: emergência

(sistema organizado e desorganizado

simultaneamente), Folksonomia

Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento

Internet é: Máquina + Mídia +

Ambiente de relacionamento

Web 2.0 Internet Web Ambiente de Banco de Dados Mídia Relacionamento
Web 2.0
Internet
Web
Ambiente de
Banco de Dados
Mídia
Relacionamento
Resumão: Para projetar experiências com a web, precisamos considerar:  Suas três facetas (dados, mídia,

Resumão:

Para projetar experiências com a web, precisamos

considerar:

Suas três facetas (dados, mídia, relacionamento)

Aceitar e usar as características do hipertexto e

da hipermídia

Pensar em combinar os “DNAs” disponíveis

Interfaces, telas e arquitetura de informação

Interfaces, telas e

arquitetura de informação

relacionamento <proposon> mútuo vivo

relacionamento

<proposon>

mútuo vivo

CANVAS REPRESENTAÇÃO

CANVAS

CANVAS REPRESENTAÇÃO

REPRESENTAÇÃO

CANVAS REPRESENTAÇÃO
TELAS

TELAS

TELAS
TELAS
Tv Rádio Jornal Revista Web Tv Rádio Jornal Revista mídias

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Revista

Web

Tv

Rádio

Jornal

Revista

mídias

INFORMAÇÕES
INFORMAÇÕES

INFORMAÇÕES

SEGUNDO MANOVITCH, A TELA OU INTERFACE DO COMPUTADOR É AQUELA QUE “SEPARA DOIS ESPAÇOS ABSOLUTAMENTE

SEGUNDO MANOVITCH, A TELA OU

INTERFACE DO COMPUTADOR É AQUELA QUE “SEPARA DOIS ESPAÇOS ABSOLUTAMENTE DIFERENTES E QUE DE ALGUMA
INTERFACE DO COMPUTADOR É AQUELA
QUE “SEPARA DOIS ESPAÇOS
ABSOLUTAMENTE DIFERENTES E
QUE DE ALGUMA MANEIRA
COEXISTEM”.

Quem ou o que são esses espaços?

“INTERFACEAR OU ATENDER SIMULTANEAMENTE A DOIS OU MAIS PÓLOS DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES IMPLICA
“INTERFACEAR OU ATENDER
SIMULTANEAMENTE A DOIS OU MAIS
PÓLOS DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES
IMPLICA EM, DE UM LADO, CUMPRIR
COM OS PROCEDIMENTOS CONTIDOS NO
PÓLO INANIMADO, MAS PLANEJADO E
PRÉ-DEFINIDO DO SISTEMA, E DE
OUTRO LADO, ATENDER A DEMANDA DE
EXPECTATIVAS PREVISÍVEIS POR PARTE
DO INDIVÍDUO USUÁRIO E
SOLICITANTE.” (FREITAS, P. 188)
“OFERECER POSSIBILIDADE DE USO, COM LINGUAGENS DECODIFICÁVEIS A UM OU MAIS INDIVÍDUOS USUÁRIOS PODE SER

“OFERECER POSSIBILIDADE DE USO, COM LINGUAGENS DECODIFICÁVEIS A UM

POSSIBILIDADE DE USO, COM LINGUAGENS DECODIFICÁVEIS A UM OU MAIS INDIVÍDUOS USUÁRIOS PODE SER CONSIDERADO O
OU MAIS INDIVÍDUOS USUÁRIOS PODE SER CONSIDERADO O PRINCIPAL DESAFIO DE UMA INTERFACE” (FREITAS, P.
OU MAIS INDIVÍDUOS
USUÁRIOS PODE SER
CONSIDERADO O
PRINCIPAL DESAFIO
DE UMA INTERFACE”
(FREITAS,
P. 189)

A função da metáfora fica bem clara conforme a conclusão de Steven Johnson, que diz que ela ajuda a imaginar o que é informado, propiciando a visão do todo em uma única tela (Gosciola, 2003, 92).

Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players
Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players

Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players

TELAS-INTERFACES- MÍDIAS
TELAS-INTERFACES- MÍDIAS

TELAS-INTERFACES-

MÍDIAS
MÍDIAS
 Com a hipermídia, a discussão passaria a ser o surgimento, desenvolvimento e transformação das

Com a hipermídia, a discussão passaria a ser o surgimento, desenvolvimento e

transformação das interfaces que

permitem comunicação e uso

por imersão. (Freitas, p. 195)

Telas-interfaces-mídias

Oops
Oops
NUMA ANALOGIA ENTRE O DESIGN NA RELAÇÃO HUMANA NO CAMPO DO “REAL”, EM TERMOS DE
NUMA ANALOGIA ENTRE O DESIGN NA RELAÇÃO HUMANA NO CAMPO DO “REAL”, EM TERMOS DE
NUMA ANALOGIA ENTRE O DESIGN NA RELAÇÃO HUMANA NO CAMPO DO “REAL”, EM TERMOS DE
NUMA ANALOGIA ENTRE O
DESIGN NA RELAÇÃO
HUMANA NO CAMPO DO
“REAL”, EM TERMOS DE
PASSAGENS ENTRE
AMBIENTES, O AUTOR
AFIRMA QUE NO
CIBERESPAÇO, “[O]S
ELEMENTOS ALI
PRESENTES, QUANDO
PERMITEM A
MOVIMENTAÇÃO DE SUA
ESTRUTURA, APRESENTAM
UM QUADRO HIERÁRQUICO
DE MOVIMENTAÇÃO COM
DIFERENTES GRAUS DE
PERMISSIVIDADE”.
A idéia de ambientação como repetição de elementos de cenário ou de sonoridade nas telas

A idéia de ambientação como repetição de

elementos de cenário ou de sonoridade nas telas que não devem se restringir ao seu próprio

espaço. Devem sim, dar indicações que cada

uma é uma continuidade física, em representação, da outra, permitindo que se

visualize a continuidade do ambiente a cada tela

para promover maior empatia do usuário. (idem,

p.98)

PARA O PLANEJAMENTO DE UMA INTERFACE, “DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O HISTÓRICO DAS EXPERIÊNCIAS” VIVENCIADAS

PARA O PLANEJAMENTO DE UMA INTERFACE,

“DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O HISTÓRICO DAS EXPERIÊNCIAS” VIVENCIADAS DO INDIVÍDUO QUE SE PRETENDE
“DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O
HISTÓRICO DAS EXPERIÊNCIAS”
VIVENCIADAS DO INDIVÍDUO QUE SE
PRETENDE SENSIBILIZAR, PODENDO-SE,
ENTÃO, PROJETAR UM CONJUNTO DE
ELEMENTOS ESTIMULANTES EM UM SISTEMA
ESPECÍFICO DE INFORMAÇÕES,
OBJETIVANDO-SE SUA INTERPRETAÇÃO
UNÍVOCA E PREVIAMENTE DETERMINADA” (P.
191)
No início, havia 2 escolas de AI: ´ - Desenho de wireframes e mapas do

No início, havia 2 escolas de AI:

´
´
- Desenho de wireframes e mapas do site.

- Desenho de

wireframes e

mapas

do site.

- Desenho de wireframes e mapas do site.
- Design estrutural da informação (vocabulários controlados e taxonomias).

- Design estrutural da informação (vocabulários controlados e taxonomias).

- Design estrutural da informação (vocabulários controlados e taxonomias).

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Segundo o Instituto de Arquitetura de Informação: 1. O design estrutural de ambientes de informação

Segundo o Instituto de Arquitetura de Informação:

1. O design estrutural de ambientes de informação

compartilhados

2. A arte e a ciência da organização e categorização de

sites, intranets, comunidades online e softwares para

proporcionar usabilidade e “encontrabilidade”

3. Uma comunidade de prática emergente focada em levar

princípios de design e arquitetura ao ambiente digital

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Para mim arquitetura de informação é fazer o complexo se tornar algo simples . É

Para mim arquitetura de informação é fazer o complexo se tornar algo simples. É entender as necessidades do cliente, do seu negócio e traduzí-las em ambientes amigáveis e intuitivos para o usuário. Costumo dizer que o arquiteto de informação é como se fosse um intérprete entre o cliente e o usuário, já que ele contribui significativamente para que a comunicação e o intercâmbio / compartilhamento de informações e experiências entre esses dois

lados sejam feitos de maneira eficaz.

Luciana Cattony. Arquiteta de Informação da Gerdau.

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Visão da disciplina Quem são, suas necessidades, hábitos, maneiras de navegar, expectativas etc. Mercado, concorrentes,

Visão da disciplina

Quem são, suas necessidades, hábitos, maneiras de navegar, expectativas etc.

Mercado, concorrentes, necessidades do negócio, restrições

tecnológicas,

financeiras etc.

O que o site tem a oferecer, como será criado o conteúdo etc.

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Arquitetura de Informação

Objetivos

Encurtar o tempo de construção

Tornar a manutenção mais simples

Tornar a busca por informações mais rápida

Simplificar tarefas e processos

Diminuir a necessidade de treinamentos

Agregar valor às marcas

Criar experiências de uso memoráveis

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Entregáveis

Atividades e entregáveis

O que é arquitetura de informação? Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
O que é arquitetura de informação?
Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Recebimento da demanda

Recebimento da demanda Resgate e levantamento de informações Benchmarking Fonte: Luciana Cattony –

Resgate e levantamento de informações

da demanda Resgate e levantamento de informações Benchmarking Fonte: Luciana Cattony –

Benchmarking

da demanda Resgate e levantamento de informações Benchmarking Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Inventário / análise de conteúdo

Inventário / análise de conteúdo Avaliação Heurística Avaliação de maturidade Estatísticas Fonte: Luciana Cattony
Inventário / análise de conteúdo Avaliação Heurística Avaliação de maturidade Estatísticas Fonte: Luciana Cattony

Avaliação Heurística

Inventário / análise de conteúdo Avaliação Heurística Avaliação de maturidade Estatísticas Fonte: Luciana Cattony

Avaliação de maturidade

conteúdo Avaliação Heurística Avaliação de maturidade Estatísticas Fonte: Luciana Cattony –

Estatísticas

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Pesquisas quantitativas / qualitativas Focus Group Entrevistas com usuários Personas Fonte: Luciana Cattony –

Pesquisas quantitativas / qualitativas

Pesquisas quantitativas / qualitativas Focus Group Entrevistas com usuários Personas Fonte: Luciana Cattony –

Focus Group

Pesquisas quantitativas / qualitativas Focus Group Entrevistas com usuários Personas Fonte: Luciana Cattony –

Entrevistas com usuários

Personas

qualitativas Focus Group Entrevistas com usuários Personas Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Imagem personas: Adaptivepath

Mapa do site

Mapa do site Card Sorting Estudo etnográfico Testes de usabilidade Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Mapa do site Card Sorting Estudo etnográfico Testes de usabilidade Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Card Sorting

Estudo etnográfico

Mapa do site Card Sorting Estudo etnográfico Testes de usabilidade Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Testes de usabilidade

site Card Sorting Estudo etnográfico Testes de usabilidade Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Imagens: TRY Consultoria e pesquisa

Protótipos em papel

Protótipos em papel Fonte: Luciana Catton y – plantabaixa.wordpress.com
Protótipos em papel Fonte: Luciana Catton y – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

http://www.nngroup.com/reports/prototyping/video_stills.html

Desenvolvimento de wireframes

Desenvolvimento de wireframes Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Desenvolvimento de wireframes Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Desenvolvimento de wireframes Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Wireframes x Layouts

Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Wireframes x Layouts

Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Acompanhamento do desenvolvimento

Acompanhamento do desenvolvimento Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
Acompanhamento do desenvolvimento Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

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Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Hierarquia da informação As informações devem ter pesos

Hierarquia da informação

As informações devem ter pesos diferentes. Foque naquilo que é mais

importante e respeite uma hierarquia de informação.

Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e
Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e
Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e

Apresentação da informação Existem maneiras visuais e mais amigáveis para se transmitir uma informação.

Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e mais

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com

Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com • Apresentação da informação Existem maneiras visuais e mais

Apresentação da informação

Existem maneiras visuais e mais amigáveis para se transmitir uma informação.

Fonte: Luciana Cattony plantabaixa.wordpress.com