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C V R S V S T H H O L O G IC I;

JU XT A MENTEM ANGELÍCÍ MAGISTRI

DI VI THOMiE AQUI NATIS.


O illN T I ECCLESI^E DOCTOR1S.

TOMVS TERUVS
COM PREHENDENS T R A C T A T U S D E
Judibcatione impii, de Fide, & Foenicentia.
AYCT ORE
If.R.P.PRifiSENTATO Fr.JO A N N E V ILL ALV A
Sacri Ordinis Predica cor uro , San&ae Inquilitionis
Aragóniae Qaalificatore , Regalis Convenías
SandtiPecri M,myris Bílbilicani Filio*
j imqué Prioce·

Taeidtái, & approbañones Ordinis appofitAfunt in


*Iomh anteccdenttbtis.
C j £ S A R A V G V S T j£ :
Ex Typogrs^hBl/l’iwteCiMi&Mk A/nufa Má^€tG3X IX ,
INDEX.
TRACTATUS VIH.
D E JVSTIFICATIONE IMPII.

f ’NV&ST.I.DeJuftificationc im·; fíoné peccatí mortalís, p.^a.1


pii ¡a ratione motus,pag.2. <3 y A L S T . I í í . De forma juftifi*.
A R T .I. Vcrum juftificatio KRpií cante, pag.63.
ßt vetus motns, pag.2. A R T . I. Vtrum aftus contritio-
.¡ART.II.Vrrmri juftíficacio itnpii nis fit forma juftificansj p.6$¿
diflinguatur fpecie ájuftifica- A R T .II. Vtrum afius contritío-
tione per modum íimplícis nis pofsit de peta« ten ti a D e i
generatíonis, pag.6. abfoluta efl’e forma p o fsitivc
ÍART.ÍII.Vcnim juftificatio inci- juftiücans, pag.óS.
picns cum e(íe reí fit phyfica A R T .III. Vtrum fula gratia h a -
• muta ti o, pag. 10. > -bitualis fie forma p o fsitiv c
« Q y & S T . í í . D e R e m i f s i a n c pee·· juftifieans, p ag .74.
cari, pag. 1 6. A R T .IV . Vtrum gratia hzbituaw
Ä R T . I. Vcrum in Juftíñcatioae lis fe ipfa conftituat ñliutu
itnpii ve re retmttatur pecca­ a d o p tiv u m D e^ pag.78.
tum, pag.19. A R T , V . Vcrum de potentia D e i
ÄR T. II. Vcrum peccatum mor- abfoluca pofsic alia form a
- tale habitúale poTsit divin í- corrftituere filium adopcivum
tus remitrt, abfque phyfica,S£ D e í,p a g .8 8 .
intrinfeca rmitatione pecca«. Q y A L S T . 1 V . De incotnpatibili’-’
trnis, pag.2 j . tate peccati mortal is cum
ÍART.IJI, Vcrum peccatum mor- gratia, pag.93.
ralt pofsic remicci per folam ART.I. V t r u m p e c c a t u m m o r t a - ’
condonationern excrinfccatri Je , & g r a t i a c oe xif tanc fitnul
D ei, pa<j,j8. íneodem fubje&o, p a g .p j.
A R T ,IV . Vtrum peccatnm mor­ A R T . II, V t r u m p c c c a t u m m ó r ­
tale pofsit de potentia D ei cale, & g r a t i a h a b i t u a l i s pof*
abloluta remitti fine gracia fine de p o t e nc i a D e i a b f o l u t a
h-tbiruali, p a g . 4 4. c o c xi f t c r c in e o d e m finbjec-
ART. V. Vcrum gracia habicua- t o , p a g. 1 0 7 .
lis fndígeac favore extriníeco A R T . III. V tr um g rat ia in efle
condotuciotiis D cii ad rerníf- qu al i ta ti s p o f s it cocxiftere
cum
it c d EX.
eu m p e cca to m ortalifpag. i m . le m á e b e a n t efle lupcrnaturá¿
QVALST. V . D e d ifp o fitio n ibu s les, & phyficae» pag. 13 j .
itq u ilitis ad juftificaCjonetn A R T .I I I . V tr u m ad juftificatio-
im p ii,p a g .i2 6 . netD im pit r e q u ira tu r,u t d i f -
A R T . I. V trum impitis p o fsic p o fic io , a ö u s f o r m a li s v ir t u r
juftificari fine d if p o fu io n i- tis peenitentiat, p a g .i 4 4 ;
bus» pag. 1 26 . •ART.IV. V t t ü u l t i m a d ifp o fitia
A R T . II. Vtrura difpofittones ad grattam h a b itú a le , proce­
exaäae ad gra tia m habitua- dat effeftive ab i lla ,p ag . 150*

T R A C T A T U S IX*
DE FIDE*

Q VÄiST. I . D e o b j c ä o fidet A R T .II. V trum p o fsic dar i a £ u y


.Jivinar, p a g . (<$4. fidei a c q u tfitij& n a t u r a U s e x
A K 1 . 1. Quodriattf fit o b je ä tm t m o tiv o lupernaturali, p.254·.
form ale fidei, pag. 1 65. A R T .III.V tr u m aftus fidei d i v i ­
A R T . II. Qtiodnanafic ob|e&uo» na: ßt h b e r , p a g .n S o .
m ateriale fid ei, pag. *7 y. A R T . I V . De p ia a ffe d io n p vo»
A R T .1II. V trü fidei divioar poC· h in ta tis a d cre d e n d ij,p a g .i ( 5 4
fit fubefle falfum , p a g . 1 8 1 . A R T . V . V t i a m talis pia. a ffe & ia
•ART.IV. V tru m D e u sp o fsit m e · fic fupernaturaiis>p a g . i 7 5 .
ciri, Ceu falfum loqui» per fe» A R T .V I .A q u o p rin cip io d i c t a ·
v d per a iiu m >pag*i88'- rur ta lis pia af£.£tio,pag.2 77..
A R T . V . V trum D c iis p o f s f r p a - A R T .V I I . V tru m aftus Hdc i p.of*
trare miracula in cofirinatio- fit imperari ex p ravo m otivo,,
nem fa lfse d o ftn n » , pag.204.. & eífe pravas ex tiñe,p a g .282»
A R T .V I .V t m m D e u s pofsic cau- A R T .V I I I .D e donis ftdei,p.i jn>·
fare fpecialitcr e rrore> p .n 5. Q V A IS T . 1 II. De P rxccptis fidei,.
A R T . VII. V trum m yftetia fidei pag. J95.
fint evideter c r e d ib ilia ,p .2 3 s . A R T .I. Q u an do o b líg a t prxcep*
AR T .V III.V rriim c o h s r c a t fides tum fidei,. pag, 295.
cum e v id e m ia in atteftante* A R T . IL C irc a quas verítares
p :i!M 4 r . c r e d e o d a s o b lig e t prarccptum
OVALST. II. De habitu , & a£hi fidei, Dup.J '’4.
fidei, p a g .2 4 9 . A R T . n i . De confefsione fidei,.
AR r I.Quid,& qm lis fithabitus • p a g - j o p v
itfl 1 n : rt -i i r t
i n d e x .
A R T . TV. D e fubjeöo fidei/pa.g. communicate cum iufideU-
Jl 9 · bus, p a g .j j2 .
T.IV. De V itiis oppoficis A R T .I I I . De ipedebus infidcli-
<idd, pag.325. tatis, pag.jjj-t.
A R T . I. D j infidel icate in io r a - A R T .IV. D e hseicfi, pag.345»
muni, p a g .325. A R T . V . D e apoiUfia, pag. 3 50.
A R T . II. Vcium fideles p o fiin t A R T .V I.D ebiárpben í¿a,,p.j54.

T R A C T A T U S X
D E PO EN ITEN TIA.

Q VALST.I. De Sacramento •ÄRT.XII. Praxis do&rínae hujus


,Poeoííentiac, pag.304.
A K i . I. Q^iodnam fit coniHcutí*
quaeítionis, pag.490.
QVALST. II. D e V it t ü t e Poent-
vum cfleutiale facramétí pac- tentiar, pag.499.
nitenti«, pag.364. ART.I. Vtrum poenitetia fit fpe-
AR T II. D e materia facramenti cialis virtus, pag.499.
pccnitenrix, pag.376. ART. II. Qusaatn fpecies juftiJ
ART.III. D e C >ntritione,p.393. t i z fitpce'mentia, p a g .5 10.
-AílT.lV.De Cortrcfs¡one,p.4o8. A R T .I I I . In quibus pofsit eífe
AR T.V . Vtrum circunftácis no- pcetiirentii, p a g .5 19.
tabiliter aggravantes intra A R T . IV- De remifsíone pecca·
camdem fpeciem,debeant e x ­ torntn mortalium, pag. 525,
plicar! in confefsíone, p.4 15 . A R T .V .D e remifáione p eccato -
A R T.VI.V trúpofsi dari cófcfsio rum venialtum, pag.539.
in for mis, & vaÜda, pag.43 3. A R T . V I. De reddiru peccato-
A R T .V lI.D e fa tisf3 ñ io n e ,p .4 4 i ru m .p a g .5 4 5 .
A R T .VIII. De forma facramen­ A R T .V lI.D e recuperations v i r -
ti poeTÍremix, pag.459. tucum, pag.5 51.
AR T,IX. De miníího facratnen- A R T.V III. Vtrum ópera m o rtir
rí pcenirentiie, pag.467. ficata per pcccatum , revivif-
ART X. De conditione miniRrí canrper poenitcntiá,pag.5 5$.
facramenti peenitéciar, p.478. ART. IX. De clavibus E cckfis,
ART.XI.De fobjefto.&cffeftu fa- p a g . 562.
craincnti pcenic¿t:iac,p3g,48<í. A RT.X De effeítil clav¡ú,p.5ó7»

F I N I S .
CENSURA
i X A ^ M . V t . E M M s A N V É H S G A R Z O
¿ i l a S a r t e , C o n c io n a t o r is R e g t i » P r io r i s H t i f p i t ü
Jt d a t r it e n jis , & D t f i n ito n s C a p it a li P r o v í n -
( i a lt s P r o v i n c e H i fp a n i* > O r d im $
JP r a d ic a l o ru m .

J A T O jja m t e r t í a V o l u m e n T h e o l o g í c u m , T r a t t a in t d e "Ju /fij!-


cM to n ^ F td e, & P& nitcnti» conttcrpns ( de m a n d a to S u p r e m i
§ c n a tu s ) & p e r R . A . P . Prasfentacuni Fr» ,|oa,nnem V U l a l v a ,
O r d in is P r x d i c a t o r u m , Sanitae ín q u iittio m s A r a g o n i # Q i i a l i -
f i c a c o r c m , & R c g a l í s G o n v c n c u s Sanéfci P e t r i ’M a t t y r i s B i l b i -
Jitani F iliu m , ja m q u é X>r i o r c m ,c la b o f a t u iT i, v id i * 8c m a g n a
floto d e lc & a t io ñ e p c r le g i. E c t i c e i an?mu> dubitatiohí: t i n g a -
tur, an O p us l a u d e c u r , v e l A u & o r i s la b o r : tamftn q u i a O p u s
fe ipfum c ¡U n tate » d u k e d in e , & fo lid ita te c o m m .e n d a t i a d
A u í t o r i s laudes d u lc íte r c a n e a d a s > fefe a n im u s lib en ter i n ­
c lin a r .
P o ft P h ilo fo p h ic u m C u f f u m , quérft nuper.alürrtvws ifte ad
co n ím u n e m utiliratem d ed it, n u n c e tia in jam ter T h e o l o g i c a s
diiTcrcationes f u d í t , u t , & p c r t r e a t a s r e s D e u m difeere ü a cip ia -
m u s : N a *a m a i/tb ih n e j u r i t r e J t a r a n r m d i,p c r t a ,q > it fa ó ta funtv
p t t e ll e f h c m f y t im t u r ^ v c l , titrivo s utriufqué ícientlar ifta ir*
btrmes diffundat,ut nuriquam A r s jP h ilo fo p h íc a eos fu is la tib u »
lis de cogaitionCi D e i á v e r ta t.
D e illo ftre m io tfra e tis D u t e * > W n 0 m in ¿ > in L i b i o J u d l »
Ctim c a p . j . le g itu r : ut ra q u i ma*m pro d e x u r * ü tib a iy r . I t a
c t ia m D u x i f t e T u r r is D a rn in jc ’an5e1íic utraq.i)€,u,tjtut irtani^Sc
d e v tr a v id e lic e t T h eo lo g teá^ tela v ib r a n d o > & U>v‘a , u ti que
-P h iln fo p h tca s f^giftas^tiiittcndi)» ur & illa Fugct haercticotom
* $ r m n a , & lita teriebrás ignórirttia: dlíTolvat. F e c it fibi A o d
g la d iu m ancipícem , q u o E g t o n K e g e m M o a b Inrerfecít : E t
h i c . D o m i n k a n u s A o d j q u i in ttrp rcra tu s dicitur tju d a ? ¡s (y c l pp.-
th\s laudciüdüs) ancipíti/gláklió,& ’TheoI<)gico\ & P h yfico , fit
« ti tur ín difpiuatÍonc;ut EglonRegem Moabitarum, id eft has-
rerteonimf/wr Mabitas b*r¿ticos wfr/»/£¿j-,dicebat Hicronymus)
ioterfcccnt. Sed quid, ultra dicam? Dtficiunt verba, ubi Tupe«
rant deíideria. Prodcant in lucem, prodeant tanti Opera V I-
rírquia ñihíldiíTonutn rationi, nihil obnoxium fidei. Sic fen«·
tio,falvo meliorh In Pafsíonis hoc Hofpitum Matritenfi Coe-
nobioj die prima Januarií, anno Domini 1 7 1S .

Fr. Emmanuel Gar&v de la Sarte*

SUMA DEL PRIVILEGIO.

D
ON Jofcph de BordonabajSccrctario de Gamara delRey
nueftro Señor-, de los que refiden en fu Confcjo ; ccrcifi**
co, que por los Señores de él fe ha concedido Licencia al P a­
dre Prefentado Fray Juan Viilalva,del Convento de Predica­
dores de la Ciudad de Calatayud , o a quien fu poder tuviere»
para q por una vez pueda imprimir un Libro,que ha copueíto,
intitulado tercer Tomo Curfnt Tbtologki, juxta mentem Angeiici
M igiflñ DivtTbomte Aqumatts jeon que ladiehaítnprcfsion fe
baga por el Original que va rubricado, y firmadode mi ma­
nó 5y que antes que fe venda, fetrayga al Confejo el Libro
imprefíb juntamente con el dicho Qriginal>y certifícaciofrdel
Corrector, de eftarlo conforme a él-, para que fe rafle el prc·*
<10,a que fe ha de vender , guardando en la Imprcfsion lo dif-
puefto por las Leyes, y Pragmaticas de eftos Reynos, Y para
que confie, lo firm¿ en Madrid a ocho dias del mes de Enero»
ááode mllfeccgientos y diez y ocho.

Don Jo/epb de llordonaba*


D I VI $
Rajmundo de Peñafort, Vincent to Terrería
& Ludovico ‘Bertrando.
P Lures adigunt me cauf« ( Patres Sacratifsim i)
vcftris decorare nominibus iftum Theologla:
Libium . P rim a, & precipua eft ardens devo’-
tío mei ipfius crga eximias Veftrum virtutes , quas
ara > & thure jam venerantur Fideles. Secunda eil
fpecialis Veftrum Tutela circa Dominicanam Ara-
gonenfem Províncianv, quam piaeconüs > miraculís,
& beneficiis honoraftísjcujus &: ego immerttus exiílo
alumnus. Terria efl: infignis Veftrum dodtrina, qua
faluberrimisetiam fcriptisEthica;, CaisonlcK, & Po-
fitivae Theologi* totum Orbem ílluftraftis.quafx Vvr£
potentes opere,& fermoné. Quarra eft pulchra pro-
portioviftimam inter, & Numen ex elogio,quod Ec1·
clcfia Vobis aptat in Collegia. Naro de D.Raymun-
do canít : Paenitenti¿ Sacramenti infatfem tnmflrvm ele-'
gtftis. Rurlus,de D.LudovicotPfj· jfo/íi frtconium Save-
forum gloria co¿quafti. Tandemqué de D. Vincer uo:
Gentium mnltitudiriem ejus pródicnttone ad e r ritió -
nemtui nomtnit vtnire trtbiújluTomus ígitur ex rriplici
confe&us Tra&atu de Fide, luftificauone , & PcerÍ-
tem iajure oprimo Vobis debeíur, quos ícclefia Mi-
rabiles laudat ín adminiftratione poenitentiae, rra'di-
catíone fidei,& coverfione itnpíorú.Vitima caufa eft,
quód vífus fit alíquádo Sol intratres circuios effulgc -
re.E n facilé pra-íignabatur ifteCodex,in quo micah- hirop.to*
tiísimus Scholarum S o l, D ; Thomas irradiar , t i’nn is Ar/dy
Nominis veftri redímitus corona. Vos ergo Cne!)^·;
Trium viri, in quibus tanta eft afFe&io circa DckuÍ-
rianrÁngelicam, tantaque píetas crga veftti Inftítisri
alumnos,hunc Librum grato animo excipite , Si Auc«»
torem beato loco conjungite.
Oa Jofeph de Bordonaba, Secretario
D de Camarade! Rey nueftro Sefíófiy
Govierno del Confejo, por lo tocante a
los Reynos de la Corona de Aragonjcertifr·
co > avíendo viílo por los Señores de e l un
JLibro, intitulado: Curfus Theologüi, juxta
inevltm Angdici JVlagiJhri D ivi Thorrtt
jiqmnaiisyQuinti Ecdtfw Dofforis, Tomas
lertius ,tompueflo por Fr. Ju an Villalva*
jdel Orden de Predica lores,que con licencia
■de dichos Señores ha íído imprefio, taflarS
a ocho maravedifes cada pliego del dicho
¡Libro; et cjual parece tiene íetcnta y uno y
•mediOí^nPrincipioSjni Tablas,que al dicho
Tefpe#o monta quinientos y fetenta y dos
'maravedifes,}7al dicho precio,y no mas ma*
daron Te venda, y que eíla Certirtcadon fe
porga al principio de dicho Libro* Y par<l·
cjUe confie, lo firme en Madrid, á j.de Ju*·
niode 17 ip*
Don jofeph de Bordonaba*
A P P R O B ATI O
D .D JO SE P H I ¿E M ILIA N ILFM B R E -^
ras Metropolitana BccleftA Cafar augurana Cano·
nici jMagijlralis » Acbidioecefeos Examina-
toris Symdalis, & c.

P
Raeícripto Dómini Do¿h D . Pafchaíu Herreros Sandt*
CarhedralIsEcclefiae Abulcnfís C anon ici, hujufquc A r-
chlepifcopatus Proviforis Gencralis:Summá anhni alacrítate¿
ac dulcívoluptate ¡lleftus,lcgi Tomum terrium, Curios Thco-
iogici, quem in tresTra&atus diflrlbutum» de Juftificatlonc,
ÍC}lÍcet>dcFIde,& Pcenitentía,dare prxlo praeoptatR.Admod·
P.Praefematus Fr.Joannes Villaiva^Praedicatorum Ordinis Fí-
líu sí& pm n ia orthodoxa? fidei eonfona, nuil a bonis moribus
áiflonajínvénii fpirantenim clarifsiirum Au&oris tngemum,
¡Angélicas doéhtna* folidítatem , felicifsímam rcruiii copiam,
indicendocohfplcuam methodum, pancum clarírate ¿o » ·
^iínétanu -Quapropter ■, ab illa , ut ita dicam , piaafTeétfon·^
<jua profequor Auftorem , expoliatus, Ju d ico, dignifsimijm,
ut quatoclsius ad públícam utilitateniprodeat in lucem.Salvo
Saplefttioruro Goníilio. Círfaraugufta? * die vigciimo íexto
M aiiiDivoPhilippb N cri Sacro,acoi 171 9»

. T).D-Jofephtts jEmiliantíS
Lumbreras.

IMPRIMATUR.
HerrerosiVic.Gñ lis.
FEE DE ERRATAS TOMO TERCERO.
p A g * j . c a l . r J i n . £ ? ec o f o n « * / ^ c o n f o n a t :. P * g ·1 > .c o l#2 . Í i n . i 7 ·q u o r u m , 4eg*%
, *■ q u o n o n . P a ¿ .t a #c o h x 4 ¡n ·^ · obiacioncm, U g * a t> U cio a ;m . P a g . i o í . c o l .i*
lin . jo * praeccpcu *«,&£*» p r c e c p t a .p a g 'c ip .c o l.f Лш* j o . q u ocon c*/¿¿¿,< ju o d .co n .

;
'|uod,ncgo: lin .j i. с con Cea. Р а^л 4 о.со 1.гД т.ъ i.fa o r ifk a n a ;,/ ^ ,
an&iñcat fe.'Pag. 14 7. со 1-гЛ*п.4 »c¿CLb¡cur> fr£%e*i¿icur. Pag. irfo.coK *. lín*
if.con U at addc antcccdens. P a g .i^ .c o l.i.u n h o r m a li^ ^ u n iv e r ia liV P A g ^ e .
col,i.lin «¿8, nán>/f¿f,(ed S»xc под* Pag4ii¿ .c o lw .lin 1 4 .opera,/?£*, prt ca.Pag*
iÍ4 .c o L i.liii.9 . aecntio&c.,-lege, á tcntatione. Pag, 19*. coL.i.lin. i í . juitificaca,
/<£(% inliicuta» I^ ^ lo L c o L i.Iu i.u U . v e ru m ,/^ v e rb u n a . P a g .to j.c o l.^ lin u?*
alíenibas, /í^ aliq th b u s. Pag.iJ4.C0I.1..lin»*?» plauíiíícru, /^g^placuiflent^Pag·
'4$7.cot.xJ¡U '9«rufúi?,fe¿csa'uLus.' Pag*2 j8*coL i.ü n .4 . fatrorum /V^éjlairárum ·
P ag.t4 4^ coL i.lin .io. ncgacÍ5, re latís. P a g .if ?,со 1.гЛ 1п . 34* CíKcdere, Uget
incidiré. Pag. z66.coL i«iía. 3.coíatieneMj/f^colíoctuioiieiTbPag« 3o x.col. i Jiti*
M a lic u t^ /f^ c lic u íe . Pag.5 57*оо1лЛ1ил í «uoh^> /f¿e,Ncc*Pag,$4f .со 1нЛш*?»
adde cft.kpccies jnfidcütac^fsd hxreli$,ácc. Pag. 55 ьсо1.г»Цп.г4 q u in ^ ^ g a id ·
P ag -jro .co l^ .lin .^ o . nova,/f^D on. L in .r f. impedimento, l?(ey ¡mpcditcuPag·
4 03 .co b i.lin . i.totrúnoncm ; Uges ateritione. Pag*4i r.c o L x lín , erianá>&¿r,
ante.Pag* 4 i 7*coi IЛ^n.з.miiemι>r4 ia^/i?**;mUcгiя.Pag.4 ^o.c0 i♦IЛínvajз$tfpli1*··
€ a f e c * ^ Jc:ipαHз(Γct.Pag.434 .coLi .tixi.ió.cubabÍlis,/^-M nrulp^bilis.P4gv4í4·
<phz»tia.i7»^on¡ai^i>/^^uodoaip.Pag.474.coU i· 1 и ы 8 ,£cccrat,fr£/*rc&r*W

i r.*
H e vlfto efte L ib r o » in titulado : C a r fa t T b e e to g te iy fu A u t ó t
« I R . P . F r . J u a n V i l l a l ? * ; , y_con-citas erratJW <órrcfj>OiícUcntÉS
% fu o r ig in a l. M a d r id , y Ju n io j . d c » 7 1 9 »

Ijc tfic istio Don Benito d e l &fo y C t r J t d *9


Q v ru fttr G m t r d p o r f u M * g tjfa d 9
TRACTATVS O CTABVá.
DE J V S T iF IC A T 10 N E IM P IJ .

N i. a. agit Divus T h o
mas de ultimo fine,& bea-
titudine, & de medijs ad il-
lam confequendam , cjuas
funt a£his humani virtuo-
{¡i&£ meritorij.Et poft mul­
ta pertraOá, á cjuseít. i o§.
diíferit de Giatia , cjux eíi prmeipium fuperna-
tinale eorum.Et in qu^fb 1 1 5. inftituit hiing
T ra& atum de Juftihcatione impijucji.ire eít eíre-
clus ipíTus Gratiíe)iuxta illud Ezechid.5 6 ^ .2 5 .
Ejfundam fn per *vo$ aquam r,in n d a m ^ mundo.'-
bimini ab ómnibus inqtiivameniis fvsfíris. Q^od
irt gratiain iuftifícatione impij,dum ai i 11:1 eius
mundatur a peccato. Cum igitur poít ’Fraila«.
tum de gaufa,fequatur notitia effe&us: Ideo re-
« D E JV STIFICA TIO N E IMPIJ.
$ a methodo proqedit fíe Angelicas D o$or. C u ­
ius do&iinam quinqué quseílionibus compre-
hencemus.
(¿U & S T IO P R IM A .

Z>£ I V S T l F I C A T l O N E I M P I] I N
ralione motas*

U m I u f l i f i c a t i o i m p i j f íe d e l i n e a m o t u s > &

C o p e r a t i o n i s ; a b illa f u b ta li r a c io n e e x o r ­

d i u m f u m i m u s j u t e i u s e íf e .p e r c i p i a m u s ·

ARTICVLVS PRIMVS. •eam rcfpícitutterminum. J u í.


tifi^ tio íg itu rp o te ft Tumi ac­
m m m r i F i c A T i o j m - t ivé , & pafsive. A¿tivé fumpt*
f i j f i t v e t us m o ta s. cft ipfa aftio Dci , juílificans
aním am , fou ^rodijcens in ca
a. ' ^ T ^ T O i . Qaod juftífi- juftitiam. Pafsivé accept* cft
X N catío cft tendencia .ad matus , quo homo movetur ad
juíH cum . Iuflitia aurcm im­ juftitiam, & juíHficatur. Sicuc
portar i eftitudinem ordinis in calefa&io aftivé fumpta cft ac­
a&ibus luimanis.Si iuftitía or- tio, qua calor producitur. Paf-
dinct hotnineni ad alterum, eíl five accepta cft motus,quo ali-
TÍítus moralis > & cardioatis; qtiid movetur ad calorem , 8c
■<juscfací-t juftum : quia rcddit calefit. Üe-juíWficationc autem
urícuiouc quod fuum eft.Si re· pafsive confiderata diíícrit hic
ftiii-rrc ¡ominen'. in fe , ipfuai traótacus.
fuLdePido Dco , & interiores 2. Noto r . Quod liaec po­
anime vires ta tio n i, dicitur te fl: fieri duplicíter.Pcr modutn
mcihipiioricc juftítia. : & aí> íimpiieis generationis : qiiíc eft
hacprovenic juflificatio , qu* d e p riv a tio n « ad fornum . Ec
TRACTATVS OCTABVS
líe pcflet Juftíficari qui non ef- ex Ang.Mug.quxft, i8.de veric.
ict io pcccato,fi recipertt gi a- arr-5.6i 6.Et in pisefenci a it . r .
tiam. Quomodo fult juftiika- ait: Jtijtijjcatio pujiivi a cep/a <m-
tus A J i m , accipiens á Deo fortnt motum ad iujHii.imJlcul eJ*
originalcm juftitiam. Et per cjlef.ittia motum ad ealorem , fed
modum motus: qut eft de con* calcfa£tio eft veius motus : er­
trario in contrarium ; nempe, go ctiam iuftificatio impij.
de peccato in gratiam. Hare Rsfpondebis: qu<>d non afl’e rit:
namqué dicitur juftificado ini- quod iuftiftcatio (it tv.crusj fed
p i j : quia non folum iuftifica- quod habeac modum im ms.
tur homo, fed etiam impius,& Quare ita profcquicur:Po/<-/fy?e-
p>rccator. Quae fereadducit D . ri hitiufmodi iirfiilia in hominefc·
Thomas art. i . Ex cuius do- cmdum rationetn motus. Si ete-
fti i:ia*iuñificatio impij fie def­ nimad modum , & litnilitudi*
erí bitur : Trarfmutatio de (I··tit ne n motus: fed non eric veriifc
iniujliltA ad turn iujlitia. Vcl mocus. Cont. Licet ficii ad mo
ita; TtasUtio a fiafu citlp<e,cr pec- dum3& fiimlitudincm alien us*
<ati martalit adjlatum iufiiiix , er deuotcc deficientiam ab i 11 o>
fanititalu. HiscoronacB. Alb. non camen fieri fecundum ra­
Magn. ¡n4.Sent.dift.17.art. p. tio em illius; fc dD . Thomas
Qll’ bus cohceict dcfcriptio hoc,& non illod afiirsnatde'iu-
bilita in Sacro Concilio T r i - fMficatione im p ij : er«o eft ve-
dentino Seif. 6. cap. 4. Tra» ¡la­ rus motus. Mai. coniUt : nam
tió tib eofiatu,in iyio bomo nafcittir cum ratio- rei fit cfientia ehis;
Jflifts primt Adz, in fhtfum gratis, fie· i fLcondum eius ratioucm,
or adofttonh filiorum Dei. Cir ca eft fieri fecundum illius tiiln-
quxlinim autein aliqui , ctiam riam ; & non dtficere ab ilia.
Thomifta: com Em. Caictano,. Vodc ,qtiia ens tationis. delkic
aiTetunt: íuftificationem impij ab ciue rcali>non ilc fccisr.dum
liabeie modum, & finalitud i- rationcm cntis real is, fed aa ii-
n:tn motus,fed reverá noncflfe milicu Jinem illius.
motum. Alij propugnanc : e(Te 4 Prob. co.ncluf, rarione
vevum motum. lí a M. Sotus, D. Thoma: : tiL>i ad;:ft duplex
Conradus» Araujo, loan. ¿ S . mucario rcalis , una uc effe ad
Thonta, Martinez, PP. Salm, & nou efle 1 Sc alia dc non effc ad
mulci. ctTe, eft verusmottis; fed in iu-
3 Conclufio: Iuftificatioftirtcati>nc impij adeft rafis
impij eft m u s n i o t m . ConiUc duplex, miitado; ergo. Ma/1pa-
Ai reft
4 DE JVSTIFXG a TIO N E IMPTJ.
is t : N am tuhc non eit limpUx g ra c ia , im portar convetßöneiii
m aca eia ; qnx. non adm iteie pofsitivam voluntatis ad crea>
compoiiciíJüeni m 11 t at i o num . turam , & tendentiam pofsiti-
IV'¿'b. mio. Impitis , feu. pccca- vam. ad obieftum difonum le­
u r , in iuftiikatioTie cranlit de gi ; fed bsec omnia func quid
ell; peccaii ad non cfl'j pecca-. pofMCivuir>:ergo.
ti, & dc non eflc ntllifri* ad tile 6 Dices:i;um impius iufti.'
iuiiitiffi: ergo. licatur media conci itione, tol-
5 Re·ipondebis:quod veruslirur per contritionem ptxdU
.msciis , Lit ad:it i;ti e o ja lis du­ ¿ta converr.o, & tendentia-.Sic-
plex unitario , dcbcc clíe j:iter qüe antequam intclligatur gra
términos pofi'ici vo's :Cum ire in­ tia iuftificans , in t'ermino a,
ter términos contrarios. Ec quo iuftificacionis, nec.eft pec*
c im iuftificatio impij. non fic cattim pofsicivum , cum fit rc-
infer términos poísiciyos:.tiam miifum ; ncc iiatus pof&itivus
cius terminus a. quo eft pecca- pcccati.cum fit ablacust-rgo in
tnm,quod-non eft quid pofsiti- termino a quo ca’ is iuftirica-
vu:n > fed privativum , cum fir tionis nihil eft poisitivum : fic.
privatio -gratia: : ideó non eft non crit vertis motus. Refp.
verus m otu s, ncc adcft in ca q u o d t a lis , non eft iuftificatio
duplex mucatio , ic:d 11 nica , & impij pofsitiv’ i , de qua loqui-
iimplex;ricinpe,traafitusdc.noti mur ; fed negativi , in qua hoc
efle gratia: ad «fle gracia. Hace poteft evenire. Si namquc poft
autem refponfio non iubiiftit afttim contritionis , Dcus non
in fentcntia conftituente pec- ihfunderet homini gratiam ,
catum per aliquid pofsitivum. homo non effet impitis pofsiti-
I i alia quoque impugnatur: vc: cum carcret peccato,& im-
Tcrmhms á quo iuftificatioa is pktate. Nec iuftus poiiiii-'c:
•impij non eft foluni pcccatum, cum noneifct ornatus gratia.
fed cci<im ftatus peccaci; fed in EiTct enim non impius , & non
fc u c - u ii coridiraencc pccca- iuftus. Q^aredmri poftea gra­
tum per privaeiVura,ftatus pec- tia infufa iuftificaretur, in ter­
caci importar etiarh qnid p.ii- mino aquo-nil pofiicivum pec
fitivum:,ergo in; va terminus a c a c i, nec <flatuspeccati pr£ce-
qu'.' 1.,'t tí!.1.m pofslrivus. Mai. derct : itaquc non cflTcc verus,
patee iniTi.1. .e\ Sac.Cone.Trid. motus, ficuc eft iuftificatio im-,
& D. Ti’.o-.na. iVob.min. Status pij pofsitiv
peccati , prscsr privatipnem 7 A rg u itu t: Verus motus
eft
# TRA CTA TV * OCTABVS,· 5
feft I pofsitivo in poisicivu.n, carenciam lucís. Prob.conf. Si->
fed iuilificatio impij. non eit a cut ccnebra futit cavcntia fplea
pof^itivo in pofsicivum i ergo dot is , qui ex piafentia lucis
Prob,min. Terminus aquo iu- exiftebac in aerc, ica.pcccatum
ftiH'cacionis impij nonelt quid eft carencia nitoris,qui ex gra­
pefjiiciv'uin : ergo. P, ob. ant. tia fulgebat in anima ; fcd:er-
terminus i quo iuftificationis go. Refp. ncgo conf. Ratio eftc
impijeft peccatum morcalejfed quia, praecer peccatum, in ftatu
pcccacuin morcale non eft quid illiu s, func alia ex peccato re-
pofsitivutn: ergo. Min.conltac: 1 id a, ab ipfa volúntate canfataj
nam eft probabile in noftra nempé, converfio pofsitiva ad,
Schuia : quod confiftic in ali­ creaturam, & tendencia pofsi-
quo.privacivo. Refp. dift. mai: tiva ad obie&um difonum I c -
Peccatumjnorcalc folum,nego gi: In ftatu autem tenebravum
mai: & ftarus p cccati, couc. nihil poi'sicivuni ab aliquo re-
mai. & permifla min. nego litSuin invenitur, Et licet, uc
conf. Solutio patet niun. 5. fpatittm iilnminetur, fit aufe-
Qu* do&ri'ia conftat ex D. rendum quid pofsit|vuin,fcili^
T-tioma q,28.de verit.arc.6. ita licet, corpus)ucenf impedie ns;
aflcrcnte : Sicut ergc ablatio utn- non collicur per illuminatio-
hrc i/nportat non f clibn abktionem nem , fed per motum locálem
te»chr£ , fed rernotionem corporis ip filis corporis.Pcccacum verö,
impedkntis; it.i rcmotio culpa non e ft’ flatus peccati' , 8c quidqnid
folu<n importat ¿ibLitioxem abfenlia pofsitiv.um eft in eo , tollitur
gnti£,fed abhtioftsm impedimenti per ipfam iuftificationem.Qiia-
gr^t¡£ , ijuod crctt ex ctclu- peccalt re ha:c eft: a pofsitivo in p o f-
fr&sede>itc. Qiipd impedhnen- fitivum; & non ilia : ^Taque-
tum eft ftatus pofsitivus pccca­ rola eft verus motus.
ti afsignatns. 9 Cant. In .ftatu peccati
8 Cohc.Status peccati non nihil reinanec pofsitiviim : er­
eft quid pofsfti vum:ergo.P.rob. go. Prob.-ant.cx afhi preceden­
ant. Scatmtenebrarum non eft te peccati nihil pofsicivum re.
quid pofsicivnm: ergo.Ant.pa- nianct in voluntate:ergo.P)ob.
tet : Ideoquc illuminacio non a ■t. pofsitiyum ,’remanens in
eft veins motus : quia cum fit aliquo,cxiftit polsitive in illo;
introdu&io lucis ubi non erat fed ex a&u prxcedcntc pcccati
lux , refpicic pro tctmino a nihilexiítit pofsiciv¿ in volun­
quo quid liv a tiv u m ., iivtnpc, tóte :ergo.Prob. min. Nihil eft
in
6 D £ ÍVSTÍHCATTONE IM PtJ.
*n voluntare,'niíi peccafíej fed Hcatio impij non cric rftotui
hocnQ:texiftit pofiitivc ¡n vo­ vetus, & rcalh. Piob. anr.iivo-
lúntate: ergo.Mín.conftaticum tus verusj & realis eft in térmi­
íif pisetcritum. Reip. dilt.mai. nos phiíicosfcd ü foium mora·
Nihi! eftnv>ralitérí& Thclogí- liter exiftat quid pofsitivutn,
cc.negomai. P¡iiíicc,conc.mai. ftatus p¿.'Ccat¡j)uon cft reí minus
& ti;í & limiltter díft. conf. phificus : eigo. Rcfp. dift.maí.
Exirtentia phifica rei eft realis mouis Theologicus,& tnoralis»
prael;nc¡i itllus.Theologica,& nego nui . Pinncus, con.niai.8c
m jralis efl piscfentia cíus, exi- min.& ita dift.conf. Motus v e -
ftimaca indicio prudentum.Ec rusj & realis phiflcus eft ínter
adeft,cimi eftaliquis confenfus terminosphirtcos.Tlicol^gícus»
¿orinalis, expreflus, aut inter- & moralís ínter m n a l e s , auc
pr e ta ti vus , fufficíenter ut fit ínter unum phiíicum > Se alium
m critorius, aut demeritoríus, moralem. Cumquc iuftificatio
aut impiicabilis ad culpam. Ec impij ita l i t : natn rcfpicit ut
licct poli Peccatum, & ex a¿iu termintun ad quem gratiam»
pracedent'.' peccati niliil phífi- qu» cft encicas realis, & Phili-
cc exiftac pofsitivc in volún­ ca j & pro termino á quo fta-
tate j natn omni] philica cum tum peccati , q u im o d o dift")
ipfoa&ü def\:cerunt:íicque ve* cft m«»raliter quid pofsitivimn
rificáturpeccaflc; rem&ncc t a - ideo eft ita motus veius,S¿ >ca­
men aIíquidTi)eolog?cc1& mo- lis Theologicus,& moralis;quf
ralírér, ufque dum aftus retra- eft fenfus refoUuionis, & Ang.
&ct ur.& perfeverct ftatuspec- Magiftrí.
«at» ; nempe , omne volunta-
rium.quod t'iiic inadhi peccats: ARTICVLVS II.
iiqt¡idcm,qtsi non retra&at ali-
quam voluntatem, interpreta- yTRVM JrsTIFICATIO / M P / J
tur in ca perfeverans. Et cum difu'ri/xfi/r frruc ¿ lufiißca-
tale voluntarían. fit pofsiti* tionefít modumfimfliiii
vtnn,& fufiiciar,vt ftatus pecca gtiteiAlioni*.
ti f;í polVitivusiIdeó cft.
10 Cont. Non fufí:cir,quod i. OV pp on o : Grattam habie
¡•»volúntate exiftat moralitcr » 3 tualem , ¿ qua provenic
quid poísitivum.nt ftatus pec- utr»que iuftificatio, in utraque
c - tí íic terminus á quo motus efle camdecn fpecificé arh me.
v c r i A rcalis;cvgo exinde iufti- Iii.o gtatia lubicu¿;is i n ft i ti-
TRACTATVS O C T A B V S . 7
tani.nec depotentia abfoluta, leni> fed ut co n n ot a tt e rmi n um
poceft mukipiicari fpetifice:ut a quo. Et quia in afeenfu rcfpi-
tenet comrnuaior Seucentia. cic diverfum terminuin a quo,
Propterca aliqui fentiunt^ales ac in defcenfujidem locus e n t i -
iuftificationes folüm d.iftingui t a t i v e , c f t foi-malicer cermitius
accidcntaliter. Et(i Thomiftse fpccifice diverf ti s, terminans
commuiiitcr affitment cum afcenfumij&defcenfuin,qui func
Em. Ciyct.fpecic diftingui. inocus fpecie diftindti. P«ob.
a. Conclulio ; Iuftificatiomi o. G . a t i a in juftifications
impij fpecie diftinguiiur a iu- impij ref picitpcccatum uc cer-
ftificationc per modum fimpli- minum a quo : in alia juftifica·
cisgcncracionis. prob, i . c o n - tione rcfpicit prjecifs£ non eflTc,
cluf. ratiooe: Si non diftingue- feu carcntiam gratix^cum pec-
retur rpccie,efiVt, quia gratia catum non praccedatjfed hi ter­
habicualis , urrobique iuftifi- mini funt diverii fpecifice:
can s, quae eft terminus ucriuf- ergo.
que iuftificationis, eft eiufdem j . 'Refpondebis: Quod gja«
fpeciei;fed licec fit,diftinguitur tia eflentiahter eft ejcpuUiva
fpecic ab »Ua: cigo.Piob.min. pcccati. Quare fi peccatum iti-
licet gratia in efle entis fit eiuf- vcniat, uc in juftificatioue im -
dem fpciei in utraque iuftifi- p i j , expellee illud. Si auceni
caiione , formaliter , & in eftc non inveniat.ut in jtiftificatio-
termini fpecifice diftinguitur; nc per modum firnplicis gcne-
fed eo ipfo, pradiitos juftifica- rationis,peraccidens non expc-
tiones diftinguuntur fpecic: l!ic ipfum. Ip fa tamen femper
ergo.Min.patet : N im m ocn s, eft fpecifice eadem : & confc-
6c mutatio folum accipit fp.e quenter talcs jtiftificationes
cic a ternuno formaliter fump- ■eruntesdem fpecie. Sicut Sa-
ro. Prob.mai. gratia ent itati ve cranientum Poenitentia?, quia
fumpta non teiminat formali­ eflentialiter eft remifsivu:n
ter juftificationem, fed uc con- p eccati, femper eft fpecifice
notat terininum a quo ; fed in idem, fiveremittat peccatmi,
utraque Juftificatione conotat, live non: quu per accidens eft,
Sc tefpicit terminos ¿q u o , feu qnod inveniat, vel non ir-ve-
a quibus fpecifice diverfos: er­ niat peccatur.i remittendum.
g o . Mai. conftat : Sicuc locus 4. C o n t . L i c e t tvnrTre e nti -
cntitative fumptusnon termi- tative fumprx a c c i u a t , quod
oat formalicer motutn loca- peccatum expcllat j grat ¡jc f o r ­
ma li-
1 DE JV ST IH C A T IO N E IM P IJ:
nialiter tit rc'rmino julUficatio- difp >f»to j live non remittati'
nis impij non acddit.fcd .flen- ut cum non clt in i!lo pcccatu,
tia! iccr couveim cx:>e11 c «c p.-c- vel ob ¡ndifpofitiooem i.Kül-
c.atiiüi ; & ut tcrun io altanas pabi!e¡n pa* litencíSjSiCi'aiiien-
julHfkationis , non expeliere tu:»! imnct informe. Si^ut Sa-
iliud : Ergo uc formaliter eft cranieiuuin Bapcünii tamper
terminus ucriufque juftificatio- eft fpeciftee idem ; five caufet
nis. diftinguitui fpecie. Prob, gratiam rigincrativam expel­
anr. Licet calqri nt qnatuor, iente» pecLa:um originada. Ve
etKitacive fumpto aeddat, in patvulisj live non ; utevenit
quod ad ipfum perveniatur ex in adulcís , ft acccdant indif—
calore iVt duo , vel ex calore un pofiti j vcl quia non funt at?ri-
fex ; ípíi formaliter ut cetmi- ti de peccatis aétualibus ante-
no imeofionis convenir eflon- cedentibus ; v d quiadum réci-
íialic(.*r,-qiiod cft cíTentiale in- piunt Baptifmum , a&ualiter
ceníioni ; & u t termino remif- peccant. Cujus-ratio eft : qn.ia
ííonis,quod eft cífcotiale remif- Sacramentmn Bapdfmi confti-
íio n i: Eteífc ilkid eft effcntiale tuttur praecifse per vlrtr.tem
intenlionijhocautein remifiio- produ&ivatn g u t i x regenera­
ni. Simüiter ergo, cum justifi­ tive. Coetci um juftificatio ini­
ca d o inipij eífcrttialicer expe- pij efíendaliter conftirnitur
1 lac peccatum, & alia non , fed per expeliere peccatum,& intro
auferat carentiam gratia;. Ideo ducere gratiam j -alia, ve río per
g ra tia nt formaliter terminas expeliere carentiam gracias, &
habet efll-ntialiter utrumque. incrodncere illam.
. 5. Sacramentum autem Poc- 6. Prob.i.concluf.ratmnc:
nitentia: non conftituitur per Gratia in utraqué juftificacio*
lemittere peccatum 3 feu per ne terminac attiones fpeeiedi«
gratia¡n remitrentem peccatü: verfas : E¡go etiam mutatio-
Nam íi'te cft tff.&us illius , ut nes , & rales juftiftcatiortes
caufa: effidentú, quae non conf- fpcctc diverfis. Conf. pureti
tituitur perejus eftcffcum.Con- Nam lícut a£tio fpecif‘c¿tur á
ibruitm- namque per vivtucem termino , ita mutacio , & j u f -
projuftiuam gratiae remiisivjc tificacio. Prob.anr. Actas 1ibe-
peceati. Et ciim fen-‘pt;r habeat r a lititisc ll aftio fpecie diver-
hanc vi; tutenijfemper eft ídem fa ab a£hi rotfcricordia: ; fed
fpccificé ; live remitcat pecca- gratia in juftificatione impij
rum , ut cum cft in pcenkeatc termiaat aftum mifeutoidfae,
6c
TRACTAT5 Ö CTA W S;
& in aüa iaftlficatione adum dentia naturalis, fapetnatura-
!iberalitatis:ergo.Mahconfta.t: lis , & ordinis hypöftatici fub»
cum fint aftus virtutum ipccie i e ö i v c , Sccx parte Dei efteiuf-
diveifarum. Prcb. min-Veile dem fpeciei: quia refpicit eun-
fublevare mifcriam alienam eft dem finem. Idetnque dicicur de
a&us mifericordiai : & veile #prardelHnatione , & reproba-
conferre gratis beneficium e& tione. luftificari-o antem refpi­
a&us libcralitatisj fed Deus in cit infufionem g ra tis ; & cum
iuftificatione impij vult fubk« ifta, diverfimode intmducatur,
varemiferi-am alienam,nempe, dum in iuftifißatione impij ex*
peccatum hominis, five homi- pellit peccatum, & dum in ali*
riem ä pecsato; Sc in alia iufti- iuilificatione non cxpellit il-
ficacione vult conferre gratis lud : ideo irtraqueeä diverfae
benefficium gratiar: ergo. fpeciei'.
7. Arg. Licet iuftrficatio 8 Cont. Licet iuftificatio
impij fupponac peccatum ex- refpiciat infufionem , & i n t r o -
pellendum , & iuflificatio per du&ionem gratis-, quaefuppo-
modum fimplicis generationi«, nitpeccatü eft eiufde fpeciei cü
non funteiufdem fp eciei: ergo no fupponente i!Jud:ergo.Prob;
non funt fpecie d-iverfae. Prob. ant, Sicut iuftifkati© rcfpicic
ant.Pi i d if t inatio hominivm>&: introduöionem gratiae , ita
pxdeftinatio Angeloram ft".nt prasdeftinatio corifecutioncnv
eiufdem-fpeciei; fed prsdefti- gloriic; fed licet gloria in Prae·
natio liomina-mfiipponit pec- deftinarione hominura ftippo«·
cacum, faltim originale j quod nat peccatum,& in pvaedeftina··
non fupponitPrardcftinario An- tione Angelortim uon fuppo-
gelorum,ergo.R;efp.nego conf. nat i 11 iid , utraque eft eitifdem
R atio eft: quia prxdeftinatio, fpeciei·: ergo. Räip;iKgo conf.
cum fit pars providentisi p r s - Difcrimen eft : quia Peccatum
cifse intendil manifeftare· bo- n:>n toHitur per g;oviairr,qnani'
nitatem ,& attributÄDei,arqne refpicit pta?defti:i3tio , fed Ser
ordinäre creaturam rationa. gratiam habitu-alcm. Per glo-
Jem fn gloriam.Er cum id fimi- riam enirn fe'um anisrnn- noa
lirer fiat in Angelis,& homim- efTc-slörix. Gua re nlovia f e r -
bos:ideo praedeftinatio eomm malitcr in eifc terroini rton va-
«ft eiafdem fpeciei- : Imo in riatur fpecificc , five fuppona-
Traft. 5. q. 1. art. 7. diximus tur peccatum , five non fuppo-
SUm T h o m iftis: Quod p revi» naiur : Sicque· necipfa piaidc*
,io D E JVSTIFICATIONE 1MMÍ;
fíínatio.Peccatnm aacetn colli- naturae pr*cederet grattam.Eft
rur per graciam,quam refpici’c r e fo lu tio D . Thoma?. i . p . g , 6 1.
iuftifkatio.Vnde variacur fo r- a r t . j . ut vidimus T ra it,7. q. 1 .
malicer in efls termini, cum eft art. 4. idem doccc de primo
peccatum , quod expelí at , 8t homioe q. 95. arc. 1. aiTcrens:
cum non eft peccacum expel- Horn» , CT vJ-'g<7«< ¿¡ualittr ordi-
lenduin : Sc cotifequenter ipfa nantur adgtatiam. Sed ángelus eft
iuftificacio diverfificatur fpe- crtctfu* in gratis, Dscitem.n Atg.
cifice. Et infto argum-ntum: i i. de Ciuit. Dci^juod Deth jbnul
Li a t gloria,quia eft cadkm>ob erat in cii , conden> "Hturaw , cr
raciouem afMguatam, nondif- largiens gr.ifi.i,». Ergo 3 “ ho no
tinguat fpecificc p-*deftina~ ere itm fuit i» gratia D . tali igi-
tioncs hi>minum,& .Augelorum tor iqibfKario ie procedic p i » ·
in racione prarJcftinationisjeas feiii ditfiv.u’ ta$. I \ qua difcur·
diftitiguit i i racione virtutis: runt AA. licut in iíla : An gene··
nam p.jeJe/iinacio iupp mens ratio /it efíiMciaüter mutatio.
peccatum eft aótus miferícor- Vid. 1 .Phif, q. i.ai t.2. 8c Traft.
d ix , & illud nonfupponens eft a.Piii.q. t.arc.i.
aftui liberalitatis; fed non alia a C o itlu fi» : Iuftifkatio
racione,nit? quia-gloría entica- inci.iiens cum elle rei eft phyi«
civeeadiim , formaliter in ra- ca , Sc realis mutátío. Ita D D .
tione termini variacur fpecifi- quos 1oc.cit.feqaimur. P rob .i.
ce,quia in ana fupponit tnife- concluf. racione : Iuitificatio
r i a m , Sc pcccatum , & in alia incipkns cum efle rei non eft
n o n : ergo limiliter eveniet In creatio , fed phyfica , Sc realis
gratia rcfpeftu ¡uftiñeacionis. generado ; fed h ic e ft phyfica,
& realis 'm)tacio:ergo. M u . ft
A RTIC VLV S irr. D Thom* arc. 1 . aflcrentis: J/ i·
flit ¡a in homine pot"(l fitri duplici-
f fRjr.Vl Jl'S n F lC A TÍ 0 1N C I- ter> uno qilidem m-ido per modum
f'ism cmn ejfe rei fit Phijica JirnpliciigfHerationistqui eft e% p ri·
tKUtAtio. yatione adforwa'H. Et hoc modi
iujWicalio fojfet cumpetere etiartt
I C*Vppnno : Quod iitftifica-. ei,qni no» efjet i» peccafv, du/n htt-
rio Angelo rum incepic iufmodi iufHtiartt a Deoaccip -rec^
cum cit: illorum ; nam fuerunc ficut Adam dfcitur accepijje origí­
crc.tci i:i g acia, icaut natura: nale m iujlitiam. Minor proban­
nou , fed Prioricate da eft ex prjncipijs adda-
TRACTATVS O CTAW S: I»
&ís, loco cieaco Phylofophiaj fint veraívreales^phyfica.íí pro-
3 RefpondebisiS.Dodorem priae generationcs: ergo & ib i,
non loqui de generatione vera,, ut fit vera,realis,phyfica,& pro
reali, & phyfica, fed de lata,& pria generado. Pro quo recurw
minus propria. Cont. Genera- rendum cft ad dodrinam in
tio , cuius nvotus cft. ex p riva­ Phil. addudam.
tione ad formam phyficam , eft 5 Prob. ». concltif. Juftifi­
vera,rcalis,& phyfica j fed pra- catio incipiens cum cíe· reí
d i d a iufttftcatio eft mocus,qui non cft creatiojfed edudio phy
eft ex privatione ad gratiam,, fica gratia:; fed edudio phyfica
qua eft forma phyfica: ergo. eft mutatio phyfica , & realis:
Min. coftat ex verbis D. Tho­ ergo. Prob..mai. G ratia in ta li
mas. Refpondebis : Noncfle ex. iuftificatione non fit per crea-
vera , Sc. propria privatione tionem fed per edudionem
gratia? : cum fupponattir Ada- phyficam: ergo. Prob. ant. For­
mum in ftatu innocentiaemm- ma dependens in efl'e , Si fieri i
quam fuifle fine gracia : nam fubfedo, üfiat dift o d a adtone¿
h*c incepit cum. effe illius. ac fit fubiedum , non fit per
Cont. Licet natura Adami non creationem ,. fed per e d u d io ­
fúerit fine g r a t i a , dum intclli- nem phyficam ex fubiedo ; fed
gebatur natura,nendum intelli gratia in-tali Iuftificatione de­
gebatur gratia ; fed cum hoc pender in e<T>;,& fiiri á natura,
compont: D.Thomas,quod aff- qujc eft fubkdum eius , & fic
uit privatio g ratix , & motus, diftind-i adione, ac fie natura·;
cx privatione ad gratiam, five ergo. Mai. patet i . Phyf. q. j .
a p i Lift itiam,dum Adamus fuit art.4, Prob. min. quo ad i , p.
iufciftcatus : ergo cum talis Accidens dcpetulv't in eflv,& fie­
motus fuerit verus , phyficus, ri á fubiedo;fed G ratia vft: ac­
realis , &. proprius, etiam fuit cidens , cuius fiib-iedum til na­
fufficiens privatio ad illurn.. tura : ergo. Mai. conft.it : fmn
4 Prsecerea : In tali iuftifi- eius cflc fit efií in fc. bit do. Min „.
catione affuit privatio gratia:,, eft certa in noftra S.hola : Cum
ikut in pritnis generationibus repugnet ftibftantia creara fu-
fubftantialibus , & in genera- pernatnralis. Quarc oir.nc fu-
tione vermium ex fpeciebus pematarale creauim.ut cft gra ­
Sacramentalibus adcft priva­ tia,debeteife accidens,
tio form® fubltantUIis ; fed in 6 Prob. m in . quo ad 2. p.
his adcft pi i vatio fufficiens,. a t exM . P. A ug-& D. Thom acit,
fi 1 num
a- JV sT i FICATIONE i m p i j .
num. i . in tali cafu aflerentibus natum, nego ant. & fimílifcíí
Dem futitil crat in cis, condcns na- dift.conf. Tranficus de non efle
furam,zr largiemgrati*m.\bi af-> abfoluto eft: cum ad efTc formas
iignat duas aitiones pro con­ prscefsit verc pro aliqua du-r
ditions nauira:, & largitione ratione p riv a tio , ut afficiens
g r a t i s ; quarum prima videtur fubiedhim.Traniitus de non ef-
crcatio ndciux,& fecunda edii. ic condicionato, quando fi for­
¿fcio gratis;iiacn hoc fignificanc ma Cubicó .non prodiiceretur,
prardifta verba: Siquidem con- pizcefsiflct. Hie cnim traniicus
d itio eft creatio , & largitio ftiflicit ad tmicationeni realem,
c d u ^ io : ergo. Confinnatur. Sc phyficatn,eduéÍ!onem> & ge-
Deus in tali cafu.utAuthor na­ nerationem : cum f u f f k ia t , ut
turae producit naturam , 5c ut adixc duplex aifcio. Vna,qua fiat
Author fupernarutalis gra- fubieftum¿& aWa,qoa educatur
tiain^cd Do us vt Author natu­ .forma cx fubicct.).Q^iod evcnit
rae, & ut Author fupernaturalis in generatione vermium ex
operatur a&ionc divetfa:ergo. fpeciebus Sacramentalibus. Et
Min.patet.cum operationcs il- evcnifletj fi farm s Ccclormn, &
lius , ptoutiic , pcrtineantad clementorum fuiííewt edu&xj
diverfas lincas. ut potuerunt , iuxta difta r.
7 Arg. Juftificatio Angelo- Phyf. q. j . a r t . 7. Cimiquc in
flim incepit cum eflc illoium; praedi&a iuftificatione a d ü tra ­
fed non fine nujtatio phyfica: lis traafitus : nan, u t d ie it D .
ergo. prob.min.Mutatio phyii- Thomas,aliquo modo & cx pri
ca cft trarifitus dc non cfle ad vationc ad gratiam ; qu >d de­
eifc , feu de privatione ad for- bet faltim intcMigi dc priva­
mam ; fed iuftificatio 'Angelo- tione conditionata ; ideó eft
rum non fuit tranficus dc non phyfica,& realis mutatl··.
cifc ad eifc gi 2tise,nec de priva­ 9 Cont. Tuft fi ■'río Ange-
tione ad graciaicrgo.Mai.eft dc rum folum tft t r y fitus de non
li^itio nuitationis, cum eft |>er cfle conditionsto a d t ile g r a
for mam. Prob. min.In Angelis tia::ergo non cft mutatio phyfi­
non fuit non efle, nec privatio ca abfoluta, Ctd conditionhta-
gratiz:ergo.Ant.e(l cert um: Si- 'ficque non tft, fed t(Tct. P ob:
quic!cm gratia incepit cum eife conf. Eo mudo cft mmatio.
Angelo rum. quo i ft rranfitus ; fed : erqo.,
8 R a p . dift. ant. Non ?{Tc Refp.dift.mai.Quo efttrarfi.us
con. c. ant.Conditio- cx p an e cermiui a q u o , nego
mai.
t T U C T Á T V S OCTABVSV П
fhaf. Ad quetn, conc. mai. & íufficientem empellere priva-
niin. & negó conf. Cum enim tionem, íicam mveniífet iu fa -
in m otu.&m utatione cermitms biefto. Cumquc hukifmodi lie
ad qucmíit ptincipalior,ab illo tali* cranticus , cu,» (it a d g ra ·
íum itur fpecies , & denomina· tiam,quar cft fufñciens expclle«
, t io .Q ja r e A ig- P¡aeceptor i. p. re fui privacionem:ideo eft ica
t3.i3.4vr. í . a i c : MofHí non acci- abfolucus,& iuftificacio p tadi-
f i t ¡ferien a termino a quo, fed a <Sta cft fíe mucacio phyfica ab-
termino arfqugm.Cumqac ift¿ in fokita.Liccc aucem haec íolucia
iuftftcat ione Angelorum Ik ab- fie fufhciens,adducemus aliam#
foliirusjcuni lie efie g ta tis:id e o in re íimiiem , & íí in forma
cft mutacio abfoiuca. diverfam.
10 Conc,Si term íuusá quo 1 1 Rcfp.crgo dift.uk.ant.
eftcondicionatus, talis muca- argumencí:Ncc prívatio gracias
tío non cft abfoluCa:<;rgo.Prob. pro figno , in quo inrelligitur»
ant. Si p r iv a d o expeilenda tft gracia,conc.anc.Pro prion , ia
conditionaca, tranficus non cft quorum inceliigituc, negó anf.
abíblutussíed mutacio cft cran- & conf,Licee enim Angelí ftm -
firus:& cius cermítius á quo cft per habuerint gratiam , & ifta
m iitatio expeilenda: ergo.prob cum clíá eocum inccperit ; pro
maí. Tranficus non eft abfolu- aüquo prioii incclligebatur
tus, mil expellac prívacioiiemi naruia,& eflfe Angelorum, quin
fed íiíic condicionara. , non e x- gracia intelligctccur. Et cuín
pellic privacionem: ergo. Mi ti·, hoc fufñeiac ad mutationen*
videtur ccrta , nam folúm ex* phy(tcam,& realem : ideóp x -
pelleret iüam.íi eflT. c.Rjfp.dift. difia iudificatio fu it p'nyíi-«,&!
m ai. Nífi expelí at ablolute > & realis. V id. 1. PWyf. q .i. ave.» .
qno ad efficatiam , negó mal. a r g .3 .
Iea,vcl condiciónate,& quo ad 12 Cont. Licet pro illo prio ­
fufficientÍam>conc.inai. & dift, ri not) ritelligererur gratia Aft
inin. N on expellit abfoluté, geli non crane privatf gracia:
conc.mía. Condicionaré, negó ergo.P'ob,anc. Licet rton inte-
min. & conf. Ad tranfitum Jligeretur gratta^em in Ange-
namque abfoUitum1& mucacio- lis gratia. Piob. conf. Privacio
nem abfolutam fuíficit expel­ non eil carcvtia intelligent!®
iere condiciónate , & quoad formar, fed ipfius Ы гтаг; f.d :
fufficientiam pri vario nem:cutn erg."*· R ifp .dift.m .ii.F>гпж x-
Cuificuc tianíirc ad formam plicancis informationcm.corc.
Пы1 ·
D E IVSTIFICATIÖNE IMPIT.
mai. Non erplicantis , nego habebant gratiam,non fuffictt,'
mai.& dift.min.Gratia n o a ex­ quod non intelligeretuf expli­
plicaos informadonem > conc. catio informationis gradar, uc
min. Explicans, nego min. Sc eifent p rivad gratia:ergo.Prob
conf. Licet in re gratia effec in ant. Si fufficeret,verificarentue
Angel isp ro illo priori non ex- contradidtoria de Angelis ; fed
plicabat mformationem:ficque nequeunt verificari contradi-
natura eorum intelligebatuc ¿toria de iliis: ergo. Prob.mai..
in e informatione gratis. Ec Habere gratiam, & non habere
cum natuta corum debeat inte, gratiam , funt contradi&oria;
lligi cum informatione , aut fed hasc verificarentur de Ange­
privatione gratia: : ideó fie in- lis :ei g o .Prob.mi11.De fubieÄo
tcliigcbantur Angeli pro illo in re ornato gratia verificatur:
psioii piivati gratia. habere gratiam ; & de fubie-
13 Cont. Licet natura An- £fco privato gratia verificatur:.
geloium pro illo priorinon in. no habere gratiá; feJ Angelí fa­
te'ligeretur informara gratia, re effent ornati g ratia,& cif-nt
in re ¿rat infórmala ilia : ergo privati gratia:crgo. Refp. dift.
Angeli in re non erant p rivad mai. Veriiicatur pro eodenv
gratia. Refp. dift.conf.Piiva- iigno, nego mai. Pro diverfo,.
tionc inducente carentiam gra conc. mai. & m in . ¿kfimilitec
t i * pro inftanti, conc. conf, dift.conf. Vc aliqua fine con-·
Carentiam explicationis g ra ­ trad iilo ria , d^bcnt verificari
t i s pro tali priori , nego conf. de eodem lubie&o , pro eodem
Duplex enim cft privatio. Vna figno,& cnm eifdem circunftan-
eíl carencia form» pro inftanti tijs. Cumque hahere gratiam
reali.Alia eft carentiaexplica­ verifi.cciir de Angelis in re , 8c
tionis forma: pro iigno priori, pro inftanti reali temporis ; &
in quo eft fubieétum,& non in- non habere , fi ve efie privatos
telligititr explicado formar. Ex gratia,pro figno priori, in quo
quo enim inAngelis fuerittunc inteiligitur eorum natura, &
gratia,excUiditur prima p r iv a . non gratia: ideó non funt, nec
tío ; &cohoeret fecunda : cum verificabantur contradiftoda
gv.acia non intelligerctur expli­ de illis.
cara. Et cum hoc fufficiat, ut 15 Cont. H^c funt contra-
Angeli ita dicantur privati d iilo ria: In eodem inftanii rea
gratiatideo dictmtur. li Angeli ha bent gratiam : id
14 Cont. Si Angeli in re eodem inftanti reali Angeli
non
T R A C T A T V S O CTABVS, t
to n habent gratiam ; fed hxc fer in Angelis privatio g ratix,
▼erificarentur , fi prxdi&a ef- & pro figno fcquente talis in-
íent vera ; ergo. Prob. mm. D c ftanris non eflet in Angelis pri­
fubie&o privato gratia pro vatio gratix ; fed qua* funt pro
priori alicuius inftaocis,verifi- figno alicuias inftands , funt
catur,quod non habct gratiam pro toto inftanti : ergo. Min.
in illo inltantijfed aliunde ve- conftat : Nam debent habere
riiicabatur deA ige 1is:quod ha- aliquam menfuradonem tem-
bebant gratiam in illo initan- p o r is ; qux nequit e(Te minor,
ti: ergo. M il. patee : Cum illa quam inilans. Refp. d ift.m a i.
prioritas fie pars talis inftan- Eifct in Angelis,& non eifec pri
ris.Rxfp.dift. mai,Pro toco in- vacio affkiens, negomai. Eflet
ftan ti, Rugo mai. Pro diverfo pd vatio in expelli,& non cflce
iigno, с о mai . & min. & ira afficiens,con.mai.& m in .& ita
dilhcortf. Licet modo cxplicato dift.conf. Licet enim calí mo­
verihcarerur , quod ineodem do vcdficetur , quod privatio
inftanti Angelí haberent,& non g ra tix eflet, Sc non elTet in An­
habereat gratiam ; non camen gelis in eodem inftanti tempo-
pro с ode in figno , fed diverfo: ris , cam jnenfurante ; erat ca­
nam pro priori talis inftanti men pro diverfo figno , & m o­
verificabatui; , q u o l non habe- do: nam privatioerat in expe«
bant : feu non verifkabatur, lli,& non affkiens fjbieCcnmjS:
quodhabebanr; & pro lig io fe- non privatio erat affkiens.
quenti , quod habebanc. Cum- Cumque ita non fint contradi-
quc contradictoria liebeant ve- f t o r i a :i d e o non v e d fk a b a n -
rifkari pro codean figno : ideó tur.
пол funt contradictoria. 17 Cont. In Angelis non
16 Cont. E x eo , quod An­ erat privatio gratix in expel 1 i:
gelí pro illo priori non habe- ergo hc<9:iquam erat ; auc erac
rent gratiam , & pro figno fe- mod > , quo verificarctn · con-
quente illam haberent r feque- tradiCbuia. P : ob. a:ir. Exp:!)i
retur: quod in illo inftanti,pro rei á fiibicCt>,ftipponic rem f i -
coto in la n d eflet in Angel is re in fubieCt) ; fed i:i A M»e!is
privatio gratix , & non elfct in nunqnam fuit p riv a d o t»’--a сi
A ng'lis privatio g r á d x fed ergo. R-jfp. dift. mai. Expelíi
h ie funt contradictoria : ergo. impeditive, negó mai. P 1 f>it U
«
Piobnn^i.ScquercrLir^tiod pro v с ,соц ;,m mi 1 & 4.1 dirt.
figno priori talis inftands ef- Cv'nf· Pfi^útii)iieai expel!i p;»C—
fid-
\6 D E . JV S T rF P G A tlO N E IMP1J.
fitii'é e(V:quod definat effc pri- de privatione gratiain Aogft3
vatio, quae fuit afficiens Cubie- lis^ergo .Mi», conftat; cum an-
¿liiiii. Expelí i inip^dit¡vc:quod toa non fuerit. Refp. dift. mai*
dcii-.urec tune elfs p riv a d o , Definí impedid ve , negó mai;
q.is afh.;erct,(l non adetfcc for Pofsítivc, conc. mai. & m ín .a
íru impediens- eius afñcien- ira dirt. conf. Definí p o fd tiv é
t u m . Licct enim ut p rivado reí vei ificatur modo dífto.D e­
gradar expeUatur pofsitive re- finí autem impcdidve dura ve-
q.iii'a'air ,.quod fuerit in íubie- ríhcatur : mine res non eft , &
¿t >; non tameu ut expellatur immediaté antea fuilTet, íi notv
iinpiditive : nam ad hoc fufll- ¡mpedirctur.Cumquehoc v e ri-
e i c , quod foret introdiifta , & ficaretur in Angelis de priva-
tanc defincret, fi non adeflec tione grati» :.ideo fuit ín deíi*
fjjtnu impediens affidendam , ní,&: in expcili inipedidvé.
& dcíkionem eius. Cumque 19 Cont. Pri vatio grat ías·
hoc eveoLt inAngelis : ideo nec ita. fuíc in definí, & expelli
p.o illopriori erat in illispri- impedid ve ab Angelis : ergo.
Vatío gra tis in expelli impe- ptob.ant. De eo , quod cft itv
ditivé. Quod patee ii*>c exetn- deíiní,& expelli á fubicíto, ve-
plo. Cum duoCoopofitores cc- rifi-uíttr poftea,c,uod deíivítjSc··
nantur Cathedram confcende- cílexpnlíiiTi á fiibicélo ; fed de*
;*« , fuperans dicitur expeliere p.riviíciop.e g ra tí® non verifica-
a ’ iiiiií á Catheckajnon pofsici- batur poftea ,.quod defivit, Sc>
vcjcum ah'us r.cnpeíícderir-il- fuit expulfa ab Angelis : ergoV
!am;fed im pcdicívc: qu.ia im ­ Pi ob.tuio.DeeOjquod nen fui;·
pedí vit eius afLenfiin^Sc poíícf- in aliqL¡o , non vedíkatur po­
iionem : & íi eunv írtvenii'Ct in rtea , quod defivit, & efl expul*
c'iipro tune fuperatus definerct fuia ab illo j fed pnv’atio gra­
cii’j ín illa. tis: non fuit ín Angelis-: crgo¡.
18 C-.>nt. Prívatio gratix Relp.dift.uvai. Espulfam impe-
:k c íuií in Ange'is ¡11 expelli dítive , negó mai. Pofsítivtí;
í »red ’ í 1 vc: erg^.Prob.an t .Ex- conc. mai. & min. £1 fimiliter
j ’ i cft deOni; fed ralis priva­ difr.conf. E(fe expulfun; pofsU
d o non fuit in dciiai: ergo, tivé re q u ir i:: qaod expellatur
Piob. min. Deíini rci veriíka- in f..£lo cíTL*, quod antea fu it.
tur,csrn cTt vernal dicerc:n«nc, í-mpe d ¡ t i v c, qti o d exp c 11 e rctn r,
r is n- n eít, 3c i 111 medíate antea fi t í f e t i a m cfletexpulfum ;&5
i u i t f e d hoc non Vvúiicabaciir iu non expslHtur» quia imp.e-
T ftA C fA T V S OCTABVS; . 17
iditufh cft,ne fuerit.Cumquc in ergo cum in Angelis fuer it gra­
Angelis hoc fit vedficatum de tia , non fuit privatio gratia;,'
privationc grarise : idco io fig­ &c- Rcfp. dift. min. Qii* vflct
no fequente vedficabatur,qttod p o íiitiv é ,conc.min. Im pediti­
dtfi.vit,& erat expulfa. impedi­ ve, negomin..& conf. Privatio
tive ; & in antecedence , quod namquc g r a tis in expelli im-
erat in defioi, & expelli impc- peditive non eft, quxeifit p o f-
ditive. fitiv é ,fi non eflet gratia ; imo
ao C on t. Si hoc ita foret, ita eft,quia eft-gracia ; fed qux
in eodem inftanti eflet priva- eflet pofsitive, finon eflet gta.-
tio gratia in cxpelli;& expulfa; tia. Cumqué hoc verilicatum
fed non p< teft eflc: ergo.Refp. fit in Angelis dc tali privado-
dill. mai. Pro divevfo figno, ne:ideó erat in expelli impc-
cor.c mai.Pro codenv,riego mai dicivé.
& dift. min., Pro eodem figno, a % Cont. S'! non eflet gra­
conc.min. Pro diverfo nego tia in Angelis, non foret priva«*
min. & conf. Licet enim hoc d o in expelli impeditive* : ergo
non pofsit verificari in eodem quia erat gratia, non erat p ri­
inftanti, proeodem figno; po- v a d o in expelli impeditive,
teft pro diverfo,dummodo ve- Prob. conf. Magis privati gra­
rificetur , quod privatio cxpe- tia funt Angeli ,cnm non eft
llerctur,fi adeflet; & quod iam gratia,quam cum eft; fed: ergo».
cflec expulfa , fi-affuiflet. Giun Refp. dift. niai. Piivati im:ie-
igitur hoc veriticaretur in An­ d i t iv e , nego mai. Pof$irive3.
gelas de privationc g r a d * : conc. m ai.& min.& nego conf-
idcircd ita.Euit in e x p e lli, & Cum enim non eflet gratia,An­
expulfa. gelí client magis privati pofsi­
ai Cont* P riv atio 'g ra tix tive ilia , quam cum eft : quia
ita in expelli impeditive eft, privatio p o fd d v a gratia: d i­
quaceflet,finon cflergratia;.fed et c a&uakm earsndam illius.
in Angelis erat gratia : ergo, Non tatnen impeditive : natn
non fuit privatio gratia; ita in hjec folum dicit iflc pofsitive5.
«xpelli , r>ec expulfa impediti­ fi forma non eflet. Vnde ut ita
ve. Prob. conf. Quod eflet, fi impeditive fit , requiri: qv. od
non eflet aliud, non eft, fi aliud gratia fit; & non c lfet,cum gra­
eft; fed privatio g ratix in ex- tia dl'ct, quia tflct maior pri­
p clli impeditive , eft qux eflet v a d o , fcilicet pofsicivá. Cum-
in Angelis j fi, noa eUgt g r * u i i que hoc eveniftct in At>gelis~
C idaL· ::
It BE JVSTinCATtONE ÍMMJ.
ideó ín \\\h eratfic p riv a d o quidinfercns exifteotíatn f o r
,grati*in expelí! iiipeditivé. m z, nec eft p r i v a d o formas ia
1$ Coor. Licct ín Aogctis expelli ¡mpedicivé.Cnmqj dum.
<forec prívatio p o fsitíva gra- inteltigeretur materiaCcel^in-
t i x , figratia non efíet, non fuít celligerétur aétio produékivai
id illis príva tio gratist ín expe foimatjínferens exíftentíá eius
JÍi im pcditívé,quia gratia fuitj cum eadem a ñ i o foret creati­
c rg oP ro b . ant. In produftione va materia;, & format; & duth
¿oeloíú foret in materia Coelí intelligebacur natura Angelo-
p riv a d o pofsitíva forma, ü non rum,non intelügeretur aliqurd
iforet in illa forma Cceli ; fed inferens exiftendam g r a d a :
non fuít in ea prívatio ralis ctttn fierent diftinétis a d io n i -
£ormae in expelli impeditiv¿: bus : ideó hic , & non ibi erat
ergo. Rcfp. negó conf. Ratio prívatio in expelli im p e · '
v ' l : quia dam in ;clligitur a li-
TRACTATVS OCTABVS,

qu^ ST io se c u n d a .

DE REMISSIONS PECCATl,

VM Ju iiifc a tio impij fit motusa p e r­


C cato» u t termino a.quo, ad ^ratiam, u t
termiaumadq-uem j prseagéndttm eilde ilia reí-
pe &u peqgati* quod remittit*

A .R T 1 C V L V S I. E f a ü , & o b c í n u Í c benedf étíou


nem Patris , quin efllt Efair,
m m m Jf s t if ic a t io * cuín re vera efíet J a c c b : Ge h o ­
ne Impij v eri reaiiitatur m o indutus Chrifti ¡ u í H ti a jo b -
fcccñtum. tinec benediéiionem á P e o »
q u a íi iuftus , cum re vera m a ­
,/ECcontrover near iniíiílus,8i p e c c a t o r . V t r ú -
fiaeft cu m h x- cjue autem errorem damnavic.
m ic is i.u te r o , Sacr. Con ci l ium T ri d e nt í m i m*
& C a lv in o , & z. Prima conchifi;·»: In i n -
eorum Sequa- ftifi. atione impij vere r e m i t t i ­
cibus, iníeéh's tur p c c c a t u m j c a Sac.Ti iiKSef.
duplici erro- 5. in De c r e t o de pec ca to o r i -
te^Afférebint namqué :: in iu- g inal i c a p . 4. dicens: Si'qidspe^
^ificati-otic peccata nan d im i­ le f u Cbrijii Domini nrflri graiiam,
t í iynec dele ri, fed tantum teg i, qu& inBa¡> (tímate confer tur tre,if urm
& occukari. Et fubdebant: hoc originalis ftte a t i remifíi· negat.auí'·
íicri per fQlam íuñitiain C hri- tti&m a jfe r it, ñor. ro!li toh m i d 3
•ÍH Éiobfs imputaba,ni j m odo, quod vtram , 0~-propria/n pcccati
qjjo vulnera alicuius teguntur ratioHcmhabet, fed i\lt.d d i d tan-
veftc alterius. Nam ficut Gen. tum m d i }ant non irnputati.anuihe·
»7* Jacob indutus y.efts. m a f i t . l á n x i decl arat Sef.&.cap,.
i· % t>t jVSTIFic&TIONE ^
y.C o n íla t etiara ex Sac.Scrip- qui tegic , & veré non áuferC
tura:rum Ezechiel 3<5-v,x5. <Ji- fu as maculas , veré manet ma-
cir DominustEffundam fupervos culatus.Prob. min. Si iniuftifi-
tiqtfam mandam , & munddimini cato maneret peccatum, eflec
ab ómnibus inq'iinimcntií ve/iw. fimül dignus amorc , & odio
E í regí , & occultari inquina- D e i : amicus,& inimicus i^lius ·,
mencum, aut maculam,non cf- fed nequitiita eíTerergo.Prob.
fet vere mundari ab lilis. Ec mai. Homo iuftificatus cftgra-
Joann. I. v. ap. Pra^urfor D a . íus Dco , dignusamore Dei, &
mini dicebat de illo : Eccc A^~ amicus illius : & hubensinre
ñus Dei, ecce qui til'it peccata mun peccatum,cft dignus odio D t i ,
¡di, Ec ad H b.q.28.ait. Apoíto- ic inimicus cius ; qui cum in-
lus : Cbriflus femel oblatas cjl ad tueatur cor,nonguvernaturpcc
mitltorui» exb-xttriendtpecca/it. D . i d , quod ap p a re t, féd per id,
Thomas left. 5. RerHovendi. Ec quod in re eft:quare, & fi tege-
peccacum colli,exhaaririJ & rc- retur,Deo patt.fierct,eiquc dif-
m oveii eftverc remitti , & de- plicerct:ergo,
l e r i ; & non prarcifsc t e g i , aot 4 Secunda concluíio: R e -
occulcari, Quare David Pfal. mirsio peccAti, & iuftífícatia
jo .v . 8. dicebat de remifsione non fie per folam iuftuiam
fui peccaci: Laoabis í»f, CT fuper Chrifti Domini', nobis extrin-
mvem dcalbtbor, Quod non cvc* fecc imputatam ; fed per a lí-
nirec , ii nigredmem peccati quod donum intrinfecé in h a -
occulcarec. Sicut Eciops, can­ rens anima*. Conftat ex Sacro
dida vtft: coopertus,non d ici- Conc. Trid.SeíT.6.Can.t i.afle-
tur albas íicuc nix : quia occul* rente : Si quisdizerit homines iu~
tac nigredtnem maximam.. flificari, vel fola imptttcitione i ujli-
3 Prob. 1 . concluf. R a tio - tix, Chrifli, vel fofa pecentorum re¿
ne D.Thomz 3-p. q. 8$. are. r. mifsionc:txclítff¿ gm/íajCT cbarita·
Pcccatum veré rolli,tíl veré re· te, q.txin cardibnttnrum per Spi­
oiitti ; Ted in iuftificatione im- rit um Sauñutn dijfutditut. cT- qitx
pij veté eoUicur peccatum: er­ in illii inh&reAttaut etiamgratiam^
go. Prob. min. Si in iitftifica- qua iujlificjrvur , ejJe tanium favo-
tione vere non tollcrecur pec- rcm D fi, anaíhemc1fit.
cacunii fed tegeretur, in iuftifi- 5 Prob. concluf. rations
cato mañeree peccatum; fed in Homines per íuftificationem
iüíÍ!(i;aeo non poecft manere veré funt,& dicunturSandi;fed
pevsacum;ergo„Mai.patet;na(n H folum remicterctur p e c c a .
tum,
TRACTATVS OCTABVS.
tttfti, 8c iuftificarentur per iufti- p r i a , quajpoteft fieri creaturar,;
tiam C h rifti, iliis extrinfec£ cui potcft apparere uaum .&ef.
im putatam , non eflcnc , nec fe aliad. Solum enim loquituc
dicereatur vere fan&i : Ergo de improprias & .rcfp¿¿tu D-’ i,
M ai, patet ex illo Joan. 1 7 . v. cui nil latet : Nam omnia rtudx,
.1 7 . Vbi d ictt Chriftus D om i­ CT aperta fm t o;tt!ts ejus, uc aic
nus : SanMißca eoi in v^ritate. E f S. Paulas : Ec ei folum occnlca-
v , 19. CT pro eis ego ftnilißco me titr,quod non eft.Qu,are p c c c i-
i f f um , fiwttT ipfi fanäijitati in tum.cuin remiccitur, debee ve­
«to7dfr.Prob.m in. Chrilto D o ­ ré tolliiUt Deo occulcetitr. Auc
mino imputantur noftra pecca- loquicur de occultacione nega-
ta ; juxta illud a. C ) r . 5. v. 2 1 . ti va peccacorum; q u i cónfif-
Eum , qui non novti&i peccalwny tic in non poffi videri,quia nó
pro nobis peccatum fecit. D . T h o­ funt. Non de pofitiva,ita uc ibi
mas left . 5 .Fecit turn repvtaripec- fin e, Se non videancurá D;o»
tfiforcm. Ifni.53. Cum tniquis te- Sic Ang. Do¿tor in 4-dift.»2. q.
pHtntus <fl ; fed Chriftus D om i­ i.a r r .i.a d a.
nus nec eft, nec potcft vere dici 8. Cont. Remifsio peccati
peccator: Ergo. non confiftit in ablatione tota-
6. Arg. i.c o n t.i.c o n clu fln li iUius:Ergo confiftít in occul-
juftificatione impij folum tegi- tationc pofsitiva , ctiam ref-
tu·-, occu1tatur,& operitur pec pcéta De i. Prob. ant. Si in ca
cacum: Ergo vere non remitti- coníiftcret , peccata femel r e -
tur.J?rob. anr. ex illo Pfal. 3 1 . mifla ; nunquam redicent ; fed
v. 1. Beats y quorum remifft funt íterum redeunt > Ergo prob.
iniquitatd : CT quorum te&ct funt min. Ve couftatMatt. iS .v . 54.
fccciiti. Vbi fecunda pars expli- Vbi Dominus i fervo denuo
catprim am ; nempe,.remifsio- peccante. exigebit dcbituin,
ncm peccati , per te&ionem non folum pro peccaco tune
illius. Et Pfal.84. v. l.Remififti commifTo» fed ctiam pro antea
inijuitatem pUbis tu& : operuißi dlmifsis: E' go. Refp.dift.conf.
omnia peccata eorurn.Et i.Pctr.4. Rcdeunt virtualiter,conc.conf.
v. 8. Chari tat operit multiludinem Fonna)iter,ncgo conf. Peccatflt
feccatorum: Ergo. formalit.-r cft peccatum in fe,
7 . Rcfp. A dm ittohas,& ii- & fecundtun fuam macutam.
roiles aurh iritates : In quibus Virtualicer , quatenus aliquo-
facer textus non loquitur de modo cft in alio. Eclicctpcc-
o p crtiu u > 8cocculcationc p ro - cata femel dimiffa redeant vir-
s» E>£ IVSTiriCATIO NE IMPIJ:
t u ilitc r , qliätcnus fubfequcns /lz.De quo i .C o r .j.d i c ’ turtKitf»
pcccauuii aliquomodocft ma- tm cß no'nis fapientia a Deo,Z? ju f-
•jus ratione ingratituduus con­ CT fanilißcatio·. Ergo remif-
tra Dcum , quem homo denuo fio peccati, ¿ juftificatio fit per
oifendir » cum ei bcnefeciifeC» fölam juftitiain Cbr ilii , nobis
alia pe.cca.ta remitteodo; non extmifece imputatam. Refp.
caaiciv formaliter , nec in fe* admitto r & explico a uth eriti-
Cumque hocfic, peccatum re- tes de caufalitate effeftiva;noa
mitti per talem oblationem; de formal». N im juftitia , &
Ideö ica col!itur,& ic nittieuri gratia D c i , & Chrifti eft caufa
Sic D. T hom is 3.p.q.88.art.r. cfficietis remifsionis p .cca ti,&
Itaque intelligitur locus D. noftrae juftificationis ; nog ra-
Mact.relatus. m-n eft forma remittens,& ju f.
9. Cont. Peccata fcmel di- tifuans. Haec enirn eft g a t i a ,
mifla redeutit foimalitcr per quam parefeipamus ab' ipfo.
fubfeqyens peccatum : Ergo. Qiiare fit , jKirlidpeado ipfum pet
.Prob. ant. Merita mortificata gratia/u; ut exponit D . Thomas
per peccatum,redeunt formali­ lt d .4 .
ter per puenitentiam : Ergo. 1 1 . C ö n t. Kom o ju ftifiea-
Prob.conf.Sicut peccata peeni- tur formaliter per juftitiatn
tencu delentur , ica merita CUri-ftit Ergo·. Proliant. Homo
peccato n}ortificätur;fed:Ergo, fatisfacit ex juftitia pro pec-
Refp.nego conf. Dtfcrimen eft: catts fuis , per facisfaöionem
Qnta Dens eft pronior ad mife- C b rifti» ei moralfter applica-
rendum, quam ad puniendumi tam: Ergo.. Anc. conßar ex D.
& ipfc eft author meriti,& non Thomä 3.p.q.4.8.arr.2.ad i.ubi
peccati. Quare merita peccato d o c e t: Qpod caput, & membr^
;norcificaca , manent in accep- faciunt unuro corpus mifticum,
tationedivinajnon tarnen pec­ & morale : fieque quod ateri —
cata feme! diivu’ffa in intligna- buirur Chvlfto, utcapiti poteft
tione Dei : fieque illa ita re.. moraliter attribui hominibus,
di’unt ; non verö ifta. Sic D. ut membtis. Etqui a Cluiftus
Thomas q.Sp.art.f.ad 1. Dominus fatisfecit ut fidei juf-
10 . Arg. a/cont.2.eonclnf, fnr pro n«'b<s; & quod folvit
ex iün Rom. v. v. 18. Per unius fatisfacit fiJci juifor , dicitur
jtfßitiam i* omnts bominei i>i j-ißi- debitor.principalis folvere » 8c
ßcäfim;tm vitx. D. Thomas left, fatisfacerc. Prob. conf. Sic fe
5 .Per ttnists ftilicet jußithWt Chri* habit juftitia ad jaftificandum,
ficuc
TRACTATVS OCTABVS, «S
fieiit fatísfa&ío ad fatisfacien-
dum;fed:ergo. ARTICVLVS II-
1 1 Refp. nego con f. R atio
eft : quia fatisfaftio ex genere m r.M p ECCAW M MORTA*
fuo eit quid morale j quod p o ­ le habitúale fojiil divinitus remit-
te^ moraliter appl.icau e i , cui j>byficAt>y intrbifecx ■
a l i u d i n qtio rctidec , eft con- maiatione peccatorh.
iu,u£tum.Ec cum Jufti finr C h ri-
fto mifticé coniun&i: ideo fa- i X T Oto I. Quod pccc.1tn'n
tisfa& io eins poteft eis applica non dicicur habituate,
ti, ut per eam ita facisfaciatn. quia lie habicus de genere qua-*'
lufticia autem}& iuftificatio eft licatisptoduftus ab actúa!i; í'eíi
quid phyficum, importans prin quia duin non remittatur , do-
cipiaphíiyca radicalia, Sc pró­ nominat permanenter peccato·
xima j tiempc, graciam,fidcm, rem. In peccato autem m orta-
fpein, & charicatem. Et p rxdi- li habituali multa mala con-
catum ph)fi;um vnius nequie currunr, Alia ut confticutiva»
ita applicari alteri. Qiiarc ho- alia ut proprictates, & condi-
iho non iuftiftcatur formaliter tiqnes. Siqußlcm privat h om i-
iufticia Chrifti. Sicut maims nem gratia»avertit a D eo,con-
poteft fatisfacere pro deli£to, Vcrtit in creaturam,ut in ulti-
quod lingm com m ifsit; & non mumfinem, p riv a tre&itudine
poteft pro lingint loquitquia il- rationis,poim in peccatorc in-
lud eil quid morale , iftut quid dignitatem , ut terminet am o-
phyficum. Hace do& iina eft D . rem Deij&adftruit dignitatem
Thom« loc. cif. qui ita prd- ut terminec odium il‘.¡us- Con-
ponit i. argumentum: eiufdcm ftituit offenfam in Deo : natn
eft conterijSc confiteri,cuias eft hsec eft moralicer in perfon*
p e c c a re ': ergo & fatisfacere: offenfa.. Habet in fe malitia-n;
tom hx fint partes Poeniten- & eft culpa , & macula anima:.
ti* . Et refpondet negando Fundat reatum poetise , & obii—
cónfequentiam : quia fattsfa- gationeui fubeundi poe u m
Ä io confiftic in aftu exteriori, acternam, pet cato mortal i d c-
ad quem aifumi ppflurit inftru- ftinatam.
aienta , inter quat compu- a N oto 2. Qtjod non pro-
tantur ctiam amici. cedit difHcultas cle remifsione
pofsitiva , &pcvícéta peccati:
J 6S 25^ nain cuai ia ifta reparentur
omnia
<4 DE JVSTlFICATlÓNfc IMP-IJ.
о 'Düfa damna ex peccato illa- ’ vnanimiccr negate Itü TUoroi«
ta tlelacn,c teftinrari gratia, ftas.
cha iitas , casretas virruces . & 4 Conclufio : Peccatutn
dona per pctcatuni amiíTi:qu£ mortale habitúale nec divifti-
cum Jiac quid phyficum» ne- tu> potcftremÍtci,íinephyfica,
queunt animar advenire .* fine & intrinfeca mutacione pecca-
ptíyli:a4 & intrinfeca mutatio- toris.Prob.t. concluf.. ratione:
tic eius. Nec procedic de re. Remifsio peccati tílincóponibi
m ibione p o s it iv a imperfefta: lis cú peccato; fed oran is afta«
quia in ifta homo reddknc iu- voluntatis divina; > non infun­
.'f-itus, 6: amicus D e i : quod non d á is animas aliquod· donum in-
tic fine tali mucatione. Solum triüfícum, quo peccator muse-
«rgo procedic dej remifsióoe tur phyficé , & inti infecé, cft
uegacivaj. íta ut nihil pcccaci componibilis cum peccato mor
remaneat in anima , & fi nih.il tali habiruali: ergo. Mai» con­
renóvationis adveniar. fia t : cum remifsio peccati fit
3 Prima Sentencia affimat.. dcftnuítio peccaci. Prob. min.
lea Scocifta:, & alíqui Jefuitasj Omnis aftusDivinae volunta«
üiece diverlo dufti fundameri- t i s , non iníundsns animas alí-
to;nam illi fentiunt: Peccatum quod donum incunfccum, re-
habitúale non poneré ín ani- linquic peccatorem privatum
.niajnifi reatum ad pcena.m áster gratia>Jtvtrfum a D . o, c.onver-
л а т , quam D eus, üt fupremus fum ad creat&ram » dignum
Dominus,poteft pro fuo- líbico odio Dei , & fupplicio aeterno j
lemitter.e , fine tnutatione in- fed hisremaneneibusj perfeve*
rriüfeca peccatorís. Vid. M· ?3t peccatum mortale habitúa­
Hernández. Al í| autem cum le : ergo. Prob. mai. Relinquít
JEm. L’.igo , & Vipalda dicunt: peccatorem intrinfecé immu-
Vnicc confjftcre in peccato lacum.&fícut antea;, fed antea
p re té rito , & carencia condo- erat privatus gracia , averfus á
rutionis Dei. Ec cucn Deus pro Deo , converfus ad crcaturanv,
fuá voluntare pofsic auferre & dignus odio Dei , ac fuppli­
tale.íi carentiam¿& defficiente cio asterno: ergo. Нас racione
qualibet parte confticucívi, de- vtitur D .Thomas q.. 2?.. de ve-
ficiat confticuíum: Ideó abfque tit. art. 2.
mucatione intrinfeca peccato- 5.. Subtilts autem Dnftor
íis , poteft remicti peccatum negat minorem primi fylogif-
habitúale. Secuad» S,ence.ntia mijfundatus. ia eo : Quod pec-
C4- -
TRACTATVS O CTABVS;
«atum habitúale precise d ic k peenam,aftíve,&parsivé fump»
jseatuiu pcens, & obligationem taeft bona,& p la c c tD eo : cuna
fubeundi pcenarn ex ordinatio­ fie a b i l t o , macula autem eft
ns divina a qua potelt Dcus mala , difpíicctDeo* 4c non eft
pro i'ua volúntate libelare pec- ab iilo: etgo.
caroiecn-i abfque aliquo dono 7 Iiluitratu r: Si peccaturti
xutrinlcco. Veruntamcn hic mórcale habitúale confifterec
aiodus opinandi videtur reic- in dtftinatione ad pceoam,ncn
ñ j i á S..Pió V. & G t e g . XIII, reniitteretur- uv iüitificatione,'
N am pcopoíitioquiriquagefmia fed muttaretur in- veniales
fe·, unda ex d.:ninatis contra fed hcc aveiTarat· communi
Michaciem Baium , erat hti fus cpofcnfuiTheologo' «no,& Sac.
tcnoris: ! n recentaduofunt.aftust Concilio T»identino : ergo.
CT reatus: TiMfeunte faite·?» a£iif, Prob.- mai. Sicut in Senrentia
nihil remantttniji renitis, /ive obli­ relata peccatuni morta’ e ha*
ga tío Ad fa:n.im:Vítde in Sacramen­ bicualc coníiílit in reatu ad
to B.-\¡>!j¡rni , ant Saccrdotii ¿ib¡ola- peen a m «ecernam , ita vcnialfc
■tione prjpri'c rcdtvs peccafi dnnfa* in reatu ad temporakm ¿ fed
taxat ¡ollitur , er mhiijirriim Sa± rcmífl’a in iuftiíiciitionc pecca­
cerdotis¡olurnliberat a peccato.· to m e tal i hr b itu ali, remanen
■6 I•■•■¡pygnatur ctiatn ex rer reatus peen* cemporalis, iri
A'lg.-Mig.hic q. Só. & 87. art¿ Purgatorio luc-ndse:crgo.
j . & 2, & n 4. dii\. ló.q.i.art·. & Ern. Lugo , Si P. Rípal/
i» ad 1. Ex ciftu pecc-ac-i non fo* da leíbondcnt: pcccattim ha­
lom i-cuvjuet in anima reatus,- bitúate adaequatí1 confine re íít
& de ft i a j .t.í o &dpaM¿rc>» fed aíkti peccaminofo p r s t o íto, uT
eíiam tjrpiccidoj 8c· macula,ra»· i.t non condonatione , feti ia-
ti one cuíus homo pri-us eft dig- carcnria condonationis divi­
mis fuaplicío, quam deftinetut na : Natn acíu pec-f
ad ülud : ergo peccacu-sn habi- ca *i, n !h ileíi-,ot hom odica»
tuafsnequit remirti per folam tur peccacor , nifi hominenj
ablatíonem ftibeundi fupph- p.ccaíle , & Denm non corido-
ciuin.Prcb.ant Hs« caufalíscfV naíll; üii psccatnm·· Vnd·; p-o-
vera: H amo deílinacur ad poe­ ílta ccndonatíop.c, dsífitit d c -
na m * quia cnaculatus eft, Haec nominatio pcccaioris, avsrfi a;
autem f.ilfá:inaculatus e s q u í a l > o v & osníiis alia. Quod fis
■ di.ítinatns ad pee nam. Ec;Cinc mutatione phyíica , & in-.
i*aiio sil ; N^1« dcíUnatio-ad- tiiafcca pcceatotis. H*c. aa^i
V> ten%
D E ]V ST IH c a T IO N E IM PIJ.
tem refponfio affiniseft ante- modum d ic c n d i, totá n u litíá
ccdenti. Cont. i . Pcccatuin peccati habitualís provenircc
mórcale habittialc inceliigícuc á c a reacia di vinas condonado-
ad*qoxte conftitutum , ante*· ais: nam illa a b la t a , deíineret
qud.ni incclligatar carencia coa efle malicia , licct peccatum
donationis : ergo nec inadáe- non fore piarterítum , fit iaui
quate confiftit in tali carencia, iropofsibilej & illa perfe verán
Prob. anc. InteUigitiiradaijua» t e , pcrfeveraiet m a lic ia , Se
teconftitucum., ancequanj in- peccatum. Pcccatiiin namque
telligatur condonatio : ergo. non ell malum , quia <ic pi ace-
Ant. eft ccttum :N am condo- rituni:nam poftquam t ftrem if-
nacio fupponic peccatum con- fuai , eft p. ascci itum , Sc non eft
donandmn : Sicut temifsto rc- malum ; fed foret malum, quia
mictendum. Prob, conf, Pro non cflec con dcnatom i Deo:
quolibec ilgno , quopoteft in- ergo cota malicia eifet a non
teliigi carencia condonatio^ coodonatione.
nis pcccati , poceft intelligi 10 .3- Si peccatum mortale
condonatio illius ; fed ; ergo. fubicualv confift=ret in practe^
Prob. mai. Talis carentia con- ritione peccati , & carencla
donationis non eft neceflaria» condonatioriis, non cfTet ma­
fed libera .; fed ratione iiberi lum moralicer,.& conf.quenter
eft , quod pro quölibet figno, nec peccatum r, fed eft : ergo
quo intelligitur carentia fo r- non cpnfiftit in illis,Pioij.maiV
iriaE,pQ.{Tct intelligi fortnuergo Concretum , cuius nulla pars
Cont. a. Peccatumuec inad*- eft moralicer m a la , non eft
quare pateftin ratione pecca- moralicer malum j fed nulla
ti conftitui per a liq u id , quod pars calis concteci eilet mora-
adxquate eft a Deo, ut agent", litcr mala : ergo. Prob. niin.
■five uc non agente ; fed non Prastericio peccati non eflec
condonatio peccaci eft ¿ D e o , moralicer mala.- nam hate repe-
uc non agente , fiv.e ut habente ritur in his , in quibus pecca­
voluntatcm non rcm irtendiil- tum eft remiflum:; '& in beatis;
Jnd: ergo ncc coniKtuic inade­ in quibus nihil eft moraliret:
quate peccatum. Imo videtur malum i fed nec carentia to n -
impium afTercre : peccatum donationis eft m oriltter m ala:
conlHtui per a¿him divinatvo- cum fie á Deo , á quo fdlum eft
luntacis.quo ipfe Dens eft fum- bonum: ergo. 4. T ä lisco n d o ·;
me bonus. Quin Sc ju x t i hunc nacio eft chimera > ergo etiam
non
TRACTATVS OCTABVS, 1
non condonatio. prob. ant. mencuro ¿ndignatíoms divinar;
¡Condonatio, c-ui non pottft af- Sicuc peecacor retraflans pec-
figuaii obic&um i eftchimeia: catum , ita eft affeflus, quod
fed non poteft afilgnari ubie- vellec peccatum non p rz te n f-
ftum tali condomttioni: ei go. fe. Qose voluntas eft efficax in
Prob, min, Tafis condonatio affcétu , & non in cfft éhij prop-
non habet pro obie&o non efle cer impofs,ibilitactm obicfti.
peccati aftüalis : cum.hoc non H<ec autcm videtur in confe-
fic pro inftanti condonationis. qucntia do&rinae : Nam hi AA.
•Neque non eile prstentiptiiS1, farpe reijciunt decreta effica.
nam impofcibile eft, peccatutn t i a 7 abfoluta ex parte aflus, fit..
non fuiife t ex fuppofitioue,. condítionata ex paite obie&í¿
quod fueric ; fed non reftat máxime circa obicfla, refptctii
flliud obie&um afsignabile: qtJorumDtus habet decreturia
«r&o. tmnquam purificandi con diiio-
11 nem : quia talia decreta non
Ncc dicasrcondona-
tionem habere pro obie&o ca- poflent fortiri futi'.n ■ u rn ,.
renciam condonacionis. Nam <^uod eveniret in afsigñata v o
ifta non eft mala; cum fit ¿Deo luntateD ei.
&dcberet habere pro o b ie ö o 13 Impugnatur ígitnr lefc»’-
quid malum. Ec quia ß habe- ponfio : Vcl Deus habcc-hanc
let pro obic&o carentiam con vohinvatrm explici:ani per vet
donationis » feipfam haberec bum índicatívi ; voló ., quod
p ro o b b ie d o ditedotnam ubi- peccatum non ftcicrit. Vel o p -
ctmique attingitur carentia nt tavT: Vellcm ? quod peccatum.
ebu fluni indirefltmi , forma non fkriiTer ; fed prima volun­
pö-fsitiva, qua pri' ac, attingi- tas til inip!ica;orÍ3j di fíamela
tur ut obi-öum direftum : cum da non íufíícit ad tol'endutn
illa attingatur ratione huins; pccci ru!ii:trgo ncutram haber»
fed.hoc eft implicatorium:ergo. Min. quoad 1, p. con fh t: Si-
& illod» cut ecim c Í: impiicato-
i» R^-fpondent Em. Lugo, rium , non e.jíe ptaícrirutn»
$c Ripalda : O bkfluni diflx; quod aliquando fn it, eriatrj
cöndonaiionts elfe aäurn pec- non eft \ ita tfi iinpiiciitoria
caminoftini praeteritum, u ttc r- voluntas illius.Prob, qun?d a.
niinac aff.<äum divinum; con» Si ralis voluntas tiler {’¡ifffciens
tionatum, quo Dens vellet non ad tollcndum peccatum > cun·*
f rarteriiTc* ncc £rai?uiir«.funda· £ta psccata eílent ftinp<.'r^re~
¿ 8 '. D E -IVSTÍFICA TIO N E IMPIJ.'
mifla, & nullum peccacum ha- ptyfi.a,& inctinfeca mütatrsnä
bicualc eilet ia homincjfed hoc peccatorisiergoMai.tudatuf i®
non potelt die i:.ergo.Pf ob. mai Ang.Dofr. in 4 . d i !L i4 .q .2 .a rr,
Deus habet funilcin volunca- i.quaitianc.3 ad a.i-a aííe.écc:'
cetn circa cunétapeccata: ergo. Tí.liimr macula, qu£ nihil ¿third
Anc. patee: Vellec eoim nullum erat, í¿ujm privdtio ^r-.tiie. Prob-,
peccatum itetifle , Sc neminem min. P. iv.i.ciograti# poteft au-
peccaíTíj fed anuies per fe ve* i i r i i i i cif- phylico , & in eflc
taffe in gracia. moris-j fed neutro modo po­
14 -Rwfpondent 2. Condo- teft au fcm line .phy.iica , & ¡11-
nationem p.ccaci dicere affw- t¡i;ífccu nwtatio.ie· peccato; is:
ftum non iadigrundi amplius ergo. Pi ob. min. quoad i . p .
advcffus peccacorem , propter Pi.ivatio grati*· in cffc pbyiico
jpeccatum prarcericum. D a is non potcft auf.rri, nifi-p.··! g . a -
cn im condonar in i u i i a m q u i a ciam ; fed gracia ¡nfe< t i » pec-
ulccrius non vulc in dignaii catoie nmtationem phyficams
jpropccr illam. Cont. I id ig u a - & intriniccam : ergo. Mai. eft
tio adverfus peccatoiem piop- ccrca : Nam privati > focnue
ccr peccatum prxteritum , non aufertur per forma n, ¡vito, p a ·
ettpeccatura, fed peena pecca- tec: cum gratia fit f >rma piiy-
ri:ergo tollere indignationcm* fica,& intrinfeca animit. P· ob,
non eft tollere peccatum * fed quoad 2. Privatio g ra tis i 1 ef-
pcenam j & condonado noneft fe morís eft ¡pfiun píCeatum,
rcmifsio peccaci: cum non ha­ ut moralicerperfeverans, qua-
beas pro obicäropeccatmn,fed tenus dum non retraÄatur»
indigaationem. Praicerea: iux- peccacor videtur approbare iU ■
ta rcfponfum indignatio,& ca lud , &permanere libere in eoj
retitia condonationis func ¡dé: fed ha:c non retra£tatio,& per­
ergo vet'e non indignaii eric manencia libera non pnteft au-
formalifsime vslle , quod non ferri, fiie phyfica, & intrinfeca
exiftar carencia condonatio- nmcacione peccacoris : ergo;
nisjquodcft vellc exiftcntian» Prob. nvin. Non poteft aufei ri,
condonationis : Sicque voluni nifi per aftum vohntatis j fed
tas illa habctet fe ipfarra pro ifte nequtceffici , fine phyfica,
obie&o; quod implicat. & intrinfeca mucacione pecca-
15 Pi ob. 2. coneluf. racio­ toris: ergo.
ne 'ioa noteft remicci peccacuin 1 6 Rvfpondebls: quod pri-
q ui n a u fe rz 111 r p r i v a 1 1o g r at i x ; vatio grati«. iü cíTc morís po-j
fed hxc non notcft aufcrrL line ttft '
TRAGTATVS OCTÁBVS, < ?>
ccft tolli indíre&e , & íi non cam,in quam Deas inftuat pof-
dire&e per folam fufpenfionetn fitive,& circa qua ai pofsit ütf-
concurfus D c i , & fíne cali cnu- pendere concutfum : ere- fi£
tadone. Nam peccatum non omne morale : quale eft pecca­
folum dicic quid privacivuin, cum habituale.Refp.ncgo conf.
£ed eciam pofsicivum. Ec cum Difcrímcn eft : Nam bonitas
omne pofsicivtim, faltitn in ef- phyí\:a non eft membrum divi­
fe encis, dopendeat in confer- de ns ens phvíicum , íed p aü ío
vari á Deoj defkíet peccatum, illius , convercibilis cum elicu-'
íi Deas concuiTum confcrvaci- cia eius. Vade omne ens phyíí-
vum ftifpciidar. Sicut poccft de- cum eft bonum, & kabet ica bo·
fkerc exigencia phyfíca pecca- nicacem. Bonicas an-cecn mora-
ti a&ualis per fufpenfíonem lís non eft pafsio cntis mora*
concluías Dei c-ircaeius cr»tí— lis , fed membrum dividers il-
tatem , quae dependec á D c o . . lud : Nam ens morale d ivid í-
Uxc rclpoiitíó procedit ex pra­ tur in bonum, & malum. Qita-
va intclligentia moralitatis re peccatum habitúale, cum íic
peccati habicualis. Hoc eni u moralicer malum , nihil liable
non dicitur habitúale, quiaíic bonitacis moralis : cum uoum
habitus de genere qualitacis·, membrum d iv id á is nihil ha-:
habens enticatem phyíicam, in beat alccrius.
qua fundecur moralicas, uc eft 18 Iift jb is : Licet unutn
habicus vitiofus: fed quia dum ens morale fit bonum, & aliud
nó recrafLicui· añílale,iatelligi malum, ens morale íd com mu«
tur m o ra liu r peímancre.Vndc ni non eft malum , fed prarfein*
totum eflfe illius eft morale, deas á bono , & ¡nalo ; crgo
nullatn habens perfw&ionem, Deus influit in iíltid,& poreric
quam participet á Deo: Sícquc fufpendere concur fu m confer-
noneft concurfus, quem fuípen vativüm mor al i t at is in comma
dac„ Aóhiale camen » praecec ní in peccaro habitual?; &con-
moralitatcm , habec entira- fcqucntcr ipíins peccati. Refp·»
tecrj phyíicam , in q u i m D ^ s negó conf.Racio efi: quia Dcus
porsici ve concuri ;t : & ti fuf- non influit pofsitivc ia ens
pcndcrec concu;ftiin circa euin, prEfcindens á bono , & malo,
ex coif.quenri dvrficerec e x i- fed in determinate bonum.
ftcncia malicia: illius. 19 Reíjvmdenc al ij : quod
x 7 I ’iftabis: O nne ens phy iicet piivarío q r a r ii i'i
ficain habet boa-hateo) phyfi- phyfiuo non poTslt toü·«, ñ >.e
rnw-
30 DE jVSTÍH CATIO N E IMPIi.
mutatlone phyfica peecatorisj m ittu n t, Äipccsttanet: etgo. 1 :
potctl to IH in efle piivationis; Licet pecnmterectrr > poffe ita
qualitcr eft peccant in : per hoc colli peccatum- , uc eft contra
pisecise, quodDcus dccetnar* Deum authorem fitpernatura-
volu:uatem pod decern antvos lem , non'tamen ut eft contra
acomifsione peccacl non m i- Deum authoiem naturalem:
ne2x0rdi.aacami.it finesn fupsr- ergo. Prob, ant, Quodlibet
naturalcm. Tunc enim , tali peccatum contra Deum autho-
tempore tranfa& o, ilia priva­ rem fuf ernatut alem ,· etiam eil
tio rraniiict in negationem; contra Deum authorem natu­
cum non efllc carentia alicuius ralem; fed tunc mañeree p riva­
debiti. Sicur propter hoc,in fta tio rcäitudiius erga Deum, uc
tii- pur* natutac carentia gratis authorcir. naturalem: ergo.Mai
ellcc negacio^Sc non privacio.. eft certa : Nam ratio naturalis
Hoc patct excmplis. Nam c a ­ diftat : effc d' bitam obedien-
rentia vifubin cane,pro novem tiam cuilibit Superioti legiti­
dicbus a riativixate e iu s , eft ma prarcipienti ; contra quam
ncgatio : quia vifus pro tunc rationein operatur peccans,
non debecur illi. Et fi poftea non implens prjeceptum Dei,,
pcrfeveiaret, eifct privatio: eo contra quod eilptccauim ,
quod tunc ci dcberecur. Et ii 1 1 Rcfpondemus nunc:
quis voverec caftftatem pro Dofti mam pradiftaiTi poffe ve­
anno,in eotranfgrefsio effet pri rificar! in phyficis , & non in
vatio reititadinis reiigionisjSc moral ibus ubi uc aliqua ca»
anno pera£to,£orec. ncgatio. tentia fit privatio non attend
■ 10 Conr. i. Si hoc ita ef- ditur, quod forma debearur de
fer , fn daninacis carentia gra­ praefenri, fed quod futrir de­
t i a forct ncgatio.& notipriva- bita , quando carencia infubie
iio ; fed hoc nequit d i c i: ergo. ö o fuit induta. Cnnr igirur, 8c
Mai. p j c e t : quia non funt o r - ii peccacor dcordinarstui· á
diiiati ad finem fupernacura- ne fupernaturali, gr.-tiatuillet
k m : cum acquiiirtn gratia; (ic debita , aut foret de bi tum non
iliis i:TVj>ofs;btlis. Pro. min. Si amittere illam » fed procura·
carentia gritia: in daninatis r e ,& confervatc earn, cum p r i .
cflet negacio , & non privatio, vatio eius fuit indu<5U : Ideo
necconv'jim rsnt peccata , & perfeverarer f'emper in rationc
commilu dum vivcrent in ei? privadonis, & p t c c a t L SicLtii
non permaasrencj fvd ea com- quis frangit ieiuniuin i« gi-
TRACTATVS OCTABVS:
lia S. Ioarim sBaptiíbe, ín qui rcccpciom's , & confcrvat ionís
eft dcbitum ; tran fattavig ilia, gracia:. Nam íi Deus ,iine ulU
cum jatn non eft d e b ita ra , etiá culpa juftijaufcnct gratiam ab
pcríevcrat in eo p ro p te rc a p ri- ¿lio , manerec privacus gratia.
vatio conformitatis cum lcge. Sicut íi ab homine auferrec vj·*
Etexem plo voti patee : nam íí fum, mañeree p iivatuí vif:i. Ec
quid incra annum violarcc vo- ranacn nondiceretur peccacor,
tum caftitatis » q«ia pro tune nec in eo efl;t peccatum : cjafa
erac debita obfervancia calis non apponcrec voluntariuui
voti , fi fraítionem illius non impcdinientumgratiae C-.i ruqué
retra&ec , poft annum etíani in tali calu adelLe hoc impedí -
remance in co carencia re&icu- mentum : ideó peccatum per-
dinis fiib racione privatíonis. feverarec.
Ec ratio cftiquia Ucet tune non a j. Veruntamcn carencia
inftec obligado , íi iftüra p r*- graciís.uc notac M.Ferre.adhüc
teritum peccaminofum non profta cu pura: creacurarjciUc pri
recra<$avcrit,incerpretarur vo­ vacio, & non negatio : nam de
luntan é in eopermanere. racione negacíonis eft, quod
22. Vndc ad i . dicimus: forma.pofsiciva repugñcc fub-
EÍTe verum ín phyíicis,& in ca· jeéto ; & liomini pro cali ftatu
nc: ubi non eft recula voluntas. non repugnarec gratia. Ad pt í-
N on in moralibus, nec in pra». vationcin auccm futíLic, quod
íenti. Ad j . quod tranfafio foi ma non repugncC: nam cum
anuo, non perfeveraret votum: dicicur, quod fie d . b i t a , cft
flequé nec tranfgrederetur per idem, ac non repugnsns·: fumi-
non obfervansiftm cafticatis: tur enim debiturn pro non re ­
Ec ha;c non foretcontra votujn, pugnancia , non pro poíiciva
fed contra vittutem.Qoare non exigentia. Ccí'íftit in naturali-
eífet privado reftitudinis reli- bus: nam macería prima fcciín-
gionís , ad quaw pertinet v o - duen fe eft privata omnibns
tum. Et ticec ín cafu pra:diéto foritm j&pofsicivé nnllam e x i-
privatio gratisÉ tranfircrin ne- gic i fed unam exigic pía: alia,
gationcra , adhüc mañeree ra­ uedifpoítta ad unam, 8c non ;id
tio macul3c,& peccatñnám c a ­ aliam eft igicur cts p ivaca,
rencia gracia? non cft formalif- quia ei non repugnare.Ec ¡nfu-
fímé macula, & peccarum, qura pernacuralibus : ÍK]u:dt:m ca-
ficprivacio rigorofa , íedquia rentia gratiae in pcccatore eft
cft impedimentuna voluacariú p riv a t¡o ;& gracia nond/betur
pee-
5- DE. JVSTIEICATIONE IMPIJ.
pecc.uon.lm o dc latione gra annos a fine fupe’r n atu rali, '3É:
tin; cil, quod, nautili debeatur: poftinodutn ad talcm fincrn ele­
a-ioquin non cfl’c.t gratia. Vnde vatum. dctelinqtteret. Tunc
Ht caretiiu !i: pvivajio fufncit: eh im in deccmiliis annis non
quod Forir.a non repugn ;t lub- cíT.-c pcccarum antea comtnif-
jcdto (ecundiX,.n fc.& ipfi ut dif- ftirn , cifquc tranfuÄis redirect
polico fit dcbita,Si ab illo cxac vcl revivifceret.Quod eft mag-
ta. Vc patec cxcinplo m.iteii* mm inconvenient : fiquid.n#
grim *. Cumqtit gratia non re- tribiisrctur Deo, & n o n honii-
ptignst animx. fccuntiutn fe , 3r. oij cujus tunc nulla forec opc··
ci uc uiIfp^lk^.difpofuioriibus r a d o lib c r a pro iilo. N ^ frgo '
fupcVnatiiralibus iicd eb ita, ab lizc , 8c. alia inconvenienria
caqyc c x i 6tx : ided. ca entU Ciquantur, ftandi'.m tftnoft as
i'!i'.i> eft.pdvadp,. refokicioni Q¿are A ig-Praccp-
2^. Ex.rcfponfione namque Cor 3 . p .q . 85..* t . 2.u lk -ir: Nort
ab'ata tun K“ via abfurda feque Aufem sorting 'ti pot p. <¡vod Dcut
renriir. i.P.oist macuiatum gra- remit tat o'-fenfam aliat) ,abfq;ic im-
Tiliiuiis p.cc.catis,abfque favo- mutationc v-'.Utntntis ejns.
re a1iqa.->, folo b e m i ij o cein­ a-5‘ Arg. t. Ab-aca carenda
put is, 1 tbstari ab.iliis>& d poe­ gratis in rstio ie privattoniSj
na, set »rnajq-ui n abeis lib.rarc- non fubiiftit· pe^catnm mortale
tur, qui uoicmncommiiiiTcc.Vc h a b i t ú a l e fed-carenria gratia
fi Dcus elcvafliit homines, per potcft auiesri. i n . itadonc. pri­
deceman^ios arl'efl'. fupeinatu­ vat : onls» (13c phyíUa ,8c int rin»
rals , d-vCernens eos dcordina- feca niut-itione pe;c*coris ::
t.ps a caji fi iv p.oft talc tcni;ni<;; E?go. Pirob.min. Gare:'.tia Tub
&.qi.lod dcctfdcns ill iHc tempo racione ne;'ati .v»is r¡.vi eft fnb¿
ro in pcccasn, io.ee- fiippHcio racione pFi.MtKMiib; fed caren­
;ctcr!K> cruciaodus. Tunc qui cia g?atix· potvft cor.iidcrari-
moira., & g·· avifsitTu peccaca, Tub t i’-tio.ve nesiationis,ßne phy.
perpetraret,fi poft d.’cemannos fica , & i'lii i-VCcca mntatione·
p c.liiin i dicififi.-c, iib:raretur p¿ccacoris : E go. Prob. min.
¿ib til is, Cc a pee i.i «terna. Non G.ircnti'a gratíx inhoe.ftatu eft'
vc: o un ¡cum com nictcns,& ta­ privado: Sc in ft -tu pu j n itu -
li tempore dccedcns. z. PciTe r * eft negarlo ; fed De us pneeft
quoqm: rodire peccarum-, lies homincm pccc.it’ircm crásf:rre·
f.llo achi peccaroris. C ifu ·, in dc hoc fratu ad ftatum pu*s na»
quo Do us pcciantcm mortali- tut·».,fine phySca, & iotiinfeca
tcr dtfordinaret. per decem macationc p e c c a to ris; Ergo
Prob. mio.. Potcft Dcus deccr- conf. Dens enim pouft produ-.
nere, hominem poft peccatum cere hominem peccatovem ad
manere deordinatum ab efle ftatum, in quo potuit produce-
fupernaturali , & gracia ; fed re ilium; non eodcm mo do, fed
homo íta deoidinatus ,.manc- diveifo: Nam.potuic produce-
rct in ftatu puts, natuije; te immediate iliumii'ie ordtoe
E rg o .' ad gratiam, Sc in ilatu piua: na
z6 Refp. dill, mai* Er gra­ turic; & peccacoiem rcducetc
tia, uc habtnda, conc. mai. Vc in talem ftatum nonpouft,niii
habita , neg. mai. He lie dift, mediate : cum debeat interve­
mio. nrrg.-i conf.. Vt enim homo nire duplex nuttatio isitrinie.'
fit. in ftatu pura: .natura:, & in ca. V n a , qua p^r gratiam c:t-
eo (.arenria gra tis fit negatio, pellatut peccatum. Et alia,qua
requiritur: Quod nec dicat or­ gratia removeatur ab anima.
d in a l! ad graciam habendam, Vndc ^ q u it hoc fieri, fine phy-
nec ad gratiam habitam, & vo fica , & intrinfeca nuitationc
lu uarié amiffam. Q2.are da tri­ peccatoiis. Sicut Deus potuit
na ti non fun tin ftatu pur* na^- pioducere. immediate homi-'
turje, 8c carentia g ra tis in eis nem car.um ; & nequit confta’-
non eft negati-o : quia dicunt tuere ilium poter.tcm vtdeie,·
ord.inem ad gratiam habitam, nifim ediapotentia vifiv'a ;ne£
& voluntario amiifam. Cnm- iteium in cx-'tim tran$ferrc,ni-
qu i Deus nequeat conftituerc fi· real oca tali potent ¡a. Qupw
poccatorem line· tali ordine; rum n.eutrum fit fine nuicationc
ideó nec in tali ftatu.: · ' phyjica , Sc intrinkca ho.mi-
2 f Cont. Dcus poteft con- llis.
iliciijre homincm pcccacorem, i o Cont. PoteftDcu" coiv-
fine 01 dine ad gratiam , u th a - ftituere immediate p<.ccato-
bend-am , & ut.habitam^ergc'. rem fiiie til Io oidinc ad gva·-
Prob. ant. Dcus pottft:ccnfti- tiin v ,.& in ftatu p;iiK. r.aunx:
t-uerc hominernpeccstorein ii> ergo. Prob. av.r. Poteft Dens
flitu , in quo potuit produccre conftitueve immediate homi-'
ilium ; ied potuit produccre i l ­ ncm iuftum fine ul!o ordine ad
ium fine ordine ad gratiam ba-p gratiam , & in ftativ.puira n a t li­
bendam , & ut habitam·: ergo, ra? : ergo. Prob. conf. Sicuc
llcfp.. dill:, mai. Confticuere peccatum conftiuut peccaco-
immediate, nego. mai. Media­ rcm, ita iuftitia iuftum; fed e r ­
te,.coac,n;ui..&.ndn,^ i u dift. go. Refp. nego conf. Dii'cri-
34 , D E JVSTIFICATIONE
men eft : quia gratia , confti- go. Min. eft ccrta : aliunde re­
turns ioftum , conlervatur im- ditio peccati rribueretur Deo
mediate i D l O. Quare fufpcn- reproducenti. Rcfp. dift. conf’
dente Deo concuifum pofsiti- Peccatorem anichil<tttmi,conc.
vum confervativum iliiusde- conf. Pcrmanerttem.ntgo conf.
ficerec g r a tia , & o m n is o r d o Solum enim affenmus : Dtutn
ad illani ; & homo mañeree in non pofi'e conftituerc imme­
ftatu p u i* naturae, iwe ullo me­ diate peccatore.n , permanen­
dio mtrinfeco , pertaltm ex- ten; nc homincm , d ie ullo or-
trinfccam fufpenfionem. Ad dtne ad gratiam, & in ftatu pu-
peccatum, couftituens pecca- rx n a c u x ; non vc.d anichila-
torem, non «onfervatur a Deo, tum: quia per a'iichilatio’iem,
ham ficut creatura ell prima cum ipfe dcticiat, peccacum, Sc
caufa efF-ftiva.peccati, vel po- cun£U eius deficiuit. In quo
tiusdef^Aiva; ita eft piiina , 8c cafu nec peccator eft it a c o n ili·
unica caufa confetvaciva illius. tutus : quia nec rcmanet pec­
Vnde nequit deficerc per fuf- cator, nec homo. Etlicet redi-
peniionenj alicuius concuifus ret reprodu<Sas iiiepeccato, Sc
D e i , fed per aliquatn mucatio- gratia, & in (Utu purz naturx:
flem incrinfecam peccatorii.Et iam intervenirct maxima am -
Cc Dcus > non immediate »fed tatio , nempe, anichilatio , Sc
media i i l a , poterit conftituere pnediäa reproduftio; enim re
peccatorem fine ul!o ordine ad rohaecnoneft for mal is renaif-
g r a tia m , & in ftatu purae natu- (io p eecati» de qua eftdifficut-
is . tas; fed deftru&io per acciden··
29 Cont. Licct Dcus non iliius. Similiter cffer , 11 Deus
confervet pofsirivé peccatum* fufpenderct concurfum circs
poteft conftituere immediate materiale peccati a&aalis.D ua
peccatorem line ullo ordine ad bium autem piocedit de re**
gratiam , & in ftatu pur* natu­ mifsionc habttualis ; in quo-
ra:: Ergo.Prob.ant. Poteft D eus non adeft tale matetiale, nec ft·
anichilare pcccatorem , & re- milis concurf us·
producere iliu m , non iofun- j o Arg. a. Adremjfsioncni
<ieudo ei gratiam ; fed anichi- negativam peccati fuffuit,
lato peccitore , deficeret pec- quod homo tranfeat de pecca«.
cattim ; & reprodujo , non re- tore in non peccatorcm; fed
dñí'C, tuncque eflct fine tali poteft ho:n > tranfire de pecca«
o id in ;, & in p re d ic o lUcu;cr- cote in non peccatorcm , fine
TRACTATVS OCTABVS, 35
ittutatione phyfica,&intriuicca ftuia , confervatur pofsitive á
p e c c a to iis: ergo. Prob, min, Dco. Quare fufpendens con-
porcfthomo traníiie dcpecca- curfum , confervativum illius,
tore in non peccatorem, fine & nihil producens in homine,
dono intiinfeco, per folainvo- ipfum relinquit non Sanftum,
luntatem cxtrinfecam Dei : er­ fine aliquo Peccaco intrinfeco
go. Piob. ant. Poctft homo tfle illius, Peccatum antem non
non p ec c a to r, fíne omni dono confervatur fie á Deo , fed a
intiinfeco : ergo. Prob. ant. creatura. Vnde dum harc non
homo in ftatu pui se natui« nul­ retraftet illud , ad quod requi­
lum haberct donum intrinfe- n ta r donum intrinfecumDeí,
cunn fed effct non peccator: er» homo non traníit de peccatore
g o . Refp. dift. conf, Homo in non peccatorem.
non maculatus peccato , conc. ¡i Cont.Peccatum confer­
conf. Maculatus » riego cor<f, vatur pofsitivé á Deo :c tg o .
Licct homo peccato non ma- Píob. a rt. Peccatum debet coa
culatus, cui non eft peccatum fervari pofsitivé ab aliqua can»
remictendum, pofsit conftitui faj fed non confervatur pofsu
non peccator» fine aliquo dono ti ve acreatura:ergo.Prob.min,
inti infeco Dei; non tamen ma- ex Ang. Mag. q. a8. de V erit.
culatuSj cui pcccatum eft remit arr. 2. ad. 7, íta ¿fíciente: Pfc¿
tend uni: Cumque homo pecca­ cato* eji cauja feccati quanfum 4d
tor fie huiufinodi ; non tamen ficri : non atitcm eft caufa ptrmn-
in- ftatu puvse narura: : ideó hie, nent¡x.earumt qu& expeccatorelin-
& non ille,poeeit ita conftitui, quttntur : ergo. Refp. admitió»
k tranfire. & explico Auth. in qua S. D o ­
3 i Cont. Homo maculatus ctor non toqimur de peccato,
peccato poteft trar.fire de pec- fed de e&.£tibus peccaci, qni
cacore in non peccatorem , fine ex peccato relinqiuivnur. Ex
dono intrtnfcco Dei : ergo. quibiis uni func phyíici : nt ca­
Prob. ant. Homo gratia orna- rencia phyfica gratis , charica-
t«s poteft tranfive de Sanfto in t i s , & a lia n u n virturum. Alij.
oon Sanftum , fine peccato^in- morales: ut volunrarietas p u -
trinfeco: ergo. Prob, conf. Si- diñar carentis , averfio á D eo ,
cut peccatum cónftitmt Pecca­ & converfio ad crearnrain. EfFe
torem, ita gtatia Sanftumj fed ¿tus tnimphj fici confervantur
ergo. Refp. ncgo conf. R a t io á Deo; non ditecte , ntc p o fii-
cib quia gratia confticuens San tivé, fed indire&é , & negatí-
£2 ye,
3<5 DE JVST If lc A T I C N E M P Ij.
ve, quatcnüs Qon vulc infunde* poneré voluntates omnium irf
re gratiam , qus delhuerec ca­ uno, & de -faóto pofuíc ia Ada­
lés efíeftus. Morales aucem coa mo , ita uc ipfo peccante , om<
feivanrur á fola creatina, ficut nes psccarcut: ergo.
& ipfum psccatLím ; quatenus 34 Refp. nego conf. R i t i ó
lioc, & illos no« ictraáac.H ^ c eft: Q¿na ut aliqua a<5í:Ío 6c m a­
D oéhina conftacexemplo, quo la, & jjcccam hofa, lufficic mi­
lititur D. Thomas de Proijcien nor libertas: citfii fu fíb u t mo­
te fe in puteum; cnius perma­ ral is, indirect!, i¡it¿rp s u t i v a
nencia phyfica ineo dependet & in caufa. Vr aucena íic b >na,
ab ilto , qui eum poteft extra­ reqairictir, m iior.Sc p ^rf.flior
j e r e : moralis vero á fe i p f o , . libertas ; nempe , phyíicд , e x-
quia voluntarle incidít- Et (i preífi , & formalís. E: enm:
r.t'tra&et talem voluntatem, conrrahA¿ii> p^ccan/ic m ila ,
ceiT.it permanencia moralis, Sc retract icio bo:i¿ : ideó fufíi-
&:íi perfeveret phyfica. Q^are cic libertas pri.rn, qa un ¡1 ib e -
íi inítec perceptual audiendi renc voluntates alioi iun coiífci-
Sacrum , non audicio non im - tuta: ia volu-icate uiius , u: in
pucacur ci ad culpam. Cum capite, ut eo Pe:ca;itc , om íes
igicur peccatum confcrvecur peccent; n j i t a a i ; i , ut ел re-
f iofsitive a Confervante ita t a > c r a & iite , o m i-s retraék-ont:
es eflfc&us m orales: ideó con- cuín ad hoc reqairatur libertas
fervatur i fola creacuu>& non phyíica , expreifa , & fb¡ m ilis
я. Deo. u iiufcuiufqaé. Co\ft.ic hoc
3? Arg. 3.Herrada cío pec- exsm íüs.A Imitcenres nunqua
cati eftreraifsio p cccati; ied puraai omifsionem liberam in
poteft dari retraóbatío peccati, individuo, a(T¿rtnt : eíT: oía-
£ne phyíica, & intrinfeca mu­ 1ага(3с psccaminnfam , (i inftec
tations pcccatovis: ergo.Prob. pra^cptani ; &c nullus a lmtctit
inin. Poteft D;us poucre v o ­ poífs clT; bonam , & nurito-*
luntares omnium in uno3 icaut riam-Ec Theolozi commu iitéc
ifto retractante peccatuin.om- tctient : quod peccat mortali-
nes rctraíb^nt i'.ii¡¿ ; fed talis rer, qui d itcau fam omifsioni,
retraftsti« li.'vec , fine pliyíka, & ctiam d u n oniiteir. Vside
Se i:vj.iiif/-:a niutiuíonc eo- peccat trad¿ns fe fo im o , prse-
rirn: erge». Min. p a r s t : S »qui - v ü j n s f: f.>rté пол audicu u a
dc;n íí-'iCt per vo!:;Ut:v;c:n a!- Sacrim d ie Fe.tivo ; & ecia n
'É l' Prob. t iu i, P c 'u l: D su s pecca: du.u o¿nitcic a ud itío-
nem:
TRÁCTATVS OCTABVS;
fíern. Ec глтеп,й cradat fe Гот fupra fuos a & u s , ílp o n atvo *
no , prsvidens fe in filo faétu- luntaeem fu:un in volúntate
rum aliquod opus boruim,dum alterius; ve íi aleer furetur, ve-
facit y non mereCur. Quod eft, lit cutn illo Furari , dum altee
ob ealem dificreneiam iiber- furatur, ipfc peeeac. Ec tamén
tarís. fi poneret i t a , ut (1 aláis tetra-
35 Cont. Si D :us poeeíl ¿Urce pcccaeum.ipfe ■recracter,
poneré voliincates omniuin ¿ti dum ¡lie rceraéfcarce, ipfe non
u:iOj ira tic ipfo peccante , om- reerafhie : cum pofiec tssnc
rcs pccoetic , eciam potell cas dormiré.
pone i-е, ir a lic ipfo recrafiance, 3<? Cont. Libertas pisedída
©m:ies retradinc, пол obftanti fu-fíijíe, uc Djlis ponac volun-
Cali diffjrenria libeicaris:ergo. taces omaium in uno , iea tic
Pro[>. ant. N j h tninus , imo ipfo rvcractance peccactiinjom«
raaíus dominium liabet Díus nes retr¿éfcmc ilhid: ergo.Prob
■fupra voluntaees hominum in ant. Sufficit, ue Rex humanus,
ordins ad reera&'andum pecca- v<l Refpublica ponat vohnea»
tmn , quam a J conerahenducn tesphiriuin inuno , iea ut ipfo
illud ; ied ratione fui Snpremi facientc contraétum , otnnes
donxinij poreft ponere volua- faciaric, & ipfo retrasante il-'
tates umaium in uno , sea ut lum, omñes eetractsnc cum: er-
ipfo pencante, ormes peceene, go. Ant. patee : Sic cnimfune
fiye conerahant peccacum:ergo voluntaees pupilorum in tuco-
Kí li. patec:Nam reeraftaeio eft re. Prob. conf. Poeentior eft
de genere b-rvni; quod direété Deus, quám Rcx humanus;fed:
caclic fula dominio B ; i , Coti- ergo. Re fp. negó conf. Di ferí-
tcaiiaftio aiKem eíldcgen evc men eíh Q aia ccltbratio, & re-
ína1í;fupra quodnen habec di- tra&atio-contraftus funt eiuf-
•re& jm dominium,ue fi ie.R;fp. dem 1ines: licque ad utramqué
negó с o ni. R a ;io eft : Nam Ji- fufficít eadem libertas. Con»
ect dominium Dsi fie fupee- trahaftio aucem , & rctra&atio
mnm , déficit libertas reqnífita peccaci pertinent ad diverfam
ad retracfcandum r curn folum lineam: nam una eft de genere
ádíit .uoralis .iudirefta , & ¡u myli , & alia de genere boni.
caufa. A k ft tamen íuffícieas Q^iapropter requirunt prs.ii-;
ad co'it.cahsndum píecatum: d a s libertades : & pri r.um po­
cum аГчí■T--Ki:a fufficiar, Prop- te ft Rex huma híS, & Rsfpubli-
cerea Pecmo, babeas pecftftiun caifecúdú autéDkU5 non po-. ft.
ARr
3S D E J Y STIFIC ATI ONE IM P IJ.
dileftione Dei crga homineni;
ARTICVLVS III, fed condonado extrinfeca not*
imputativa non includit diic-
m V A X P E C C A T m MORTA· ¿tionem Dei erga homtnenner-
Ic pojsit rent'tlli per fohnt coa- go. M ai. patet ex D. Thoma
UúihUianem extrmfeewa art. 2. ad 2. diccnte: Qvodenim
Dei, alicui non imputefur peccatum
D « , e%divina dileítione pvocedit*
i ' ^ T O i o : Qufid condonatio Et ratio eft : Nam cum Dens fie
x N extrinleca peccati eft liber, hominem,qui non pecca­
a&us Dvi,remlccens peccatum. vit , potcft non diligere , nec
Ec eft duplex : non imputativa, odio habere. Siautem pecca-
& gratiofa. Ilia eft : qua Deus v e r i t , non cohserec dimi.ttere
nec diligit, nec odit hominem ei peccatum, quiii eumdiligat;
qui peccavit. Etexplicaturfic; iiquidem dimittere eft benevo­
N o lo me habere offenfum:No- lencia fpecialis.Quure S. D o-,
lo odio habere peccatorem, йог ad i. ait : Potfß enim apud
ncc iodignari contra tlluni.Gira homines сontingere , quod units ho­
tiofa includic dilexSionem ho*· ffte aliquern aliitm nec diltgcti , net.
minis. Et fic expHcatur : Volo odiat; fed il eunt offendat, quod ei,
xemktere offenfam ; & hom i­ dimitt at offenßm , ' hoc non pöteß
nem , qui peccavit , diligere. contingere ahfqitt fpecialt benevo-·.
AA. fentiunt inhocjficut in d u - lentia. Min. eft certa. C on f;
bio antecedente. liquer.
2 Conclnfio : Peccatum 3 Prob. 2. Deus pofll’ t re -
m orrale nec de potencia D ei mittere peccatum per folanj -
aofotuta poteft. rem itti perTo« condonatiomm exrtinfeca.u·
lam condonationetn extrinfe- non imputativam, quia cede·
cam , five no'n im putativam ,fi­ ret iuri fuo cxigendi honorem
ve gratiofam .Prcb. i . concluf. íibi ablatum per peccatum; fed
ratione quo ad i . p. Remifsio Deus non pored cedcre tali iu-
peccati eflentialiter includit cx ri: ergo . Prob. rnin.Non poffee
parte Dei pacationem, qua p a - cedere tali i u r i , nifi abdican­
catur peccatori; fed hjec p a ca · do á fe tale ius ; fed Deus non
tio non potcft eife per folatn poftet abdicate a fc tale ius:
condonationem extrinfecam ergo. Prob. mio. Non p c t tft
non imputativam: ergo. Prob. abdicare a fe tale ius, quin ab«
siia, H sc pacatío CQofiftitia d i « t á fe fuumdoimsiiim; fed
Deus
TRACTATVS ÖCTABVS.
Deos floti ipöteft abdicare á fe fed cum Deu* non eüoi?enfus,
fu um dominium: ergo. Mat. eft nec imputat homini i'iiüriam»
certa : Nam Deus eil dominus homo non commicdt pecca-
fui iuris. Nec dicas; Quod cum tufn: ergo, M ii. eft certa: Nartt
Deus iuftifkat peccatorem, ab­ il!a condicioiulis tranii er iri
dicar á fe tale ius. Nam iUa abfolutam. Min. con'ftatiSiqui.
non cft abdicado, fed extm &io dem implicac , quod homo
•im is: quia ius , qaod Deus ha- commitar pcccatum , Sc D.us
bebar exigendi honorem , á fe non fle o-ftenfus, & i n iu u a ho-
abUtum per peccatum , e xd n - mini imputara: rum pcccatunt
guitui gs atia ,per quam homo coimmflutn aifcrc tile m o ifin -
reddic Deo honorem debi- fam>& iniuriam.
tum . .5 Prob. 1 . conclaf. ratio-
4 Prob. 3. Condonatio cx - nc quoad 2. p. Condonado
trinfeca. non imputativa, con- gradofa peccati non poteft eife
filtit i 1 eo , quod Deus non fe puré CKcrinféca: ergo.Prob.anc
repucec offenfum , nec impucet Condonatio g rad o fa peccaci
iniu; iam peccatorijfedDeus ne producic aliqaid in homine,
qujtfic remittete peccatüiergo. cui peccatuin rem ittitu r; fed
fuob. min. Si ita poifecremit­ Condonatio producens ita a li-
iere peccatum , polfec dicere quid inmnfecum in homine,
ante comifeionem piccati : Si non eil puve extrinfeca : ergo.
peccaveris , non me reputabo Prob. mai. D ite&io Dci erga
offenfum , nec tibi imputabo hominem , producir all quid, in
iniuriam ; fed hoc repugnat: homine ; fed condonatio gra­
Cr^o. Mai. eft certa :Siquidem tiofa peccati inc'udit d ile ftio -
•J>eus poteft аткеаdicere, qaod nem Del erga hominem: ergo.
valeac poftea facete. Qnareplu Prob. mai. ex A '.g. M ig. loc.
га revelar , antequam faciat. c it. afletente: í)¡h¿t:oatt’rm Det
Prob. min. Si non repugnarec, q'fünhun eft ex pirte aft.'es d>vi*i eß
fequeretur : quod homo non <£’-еп?а , CT ¿•firntttahilii; fed м а я ·
p cccaret, dum peccatum com- tum rß aiirffeflum, quemr/obii im-
•mitteret; fed hoc ex terminis primit , qtM'idoij'tc inicrruMpifttr.
repugnac ; ergo. Min. pater: Voi S. D. <S »r tluo dicit: Q jo d
Cum fie i-nplicatorium. Prob. dileüio Dc< prodneit ¿liquid
tnai.Dinn h>’ mo peccaret,Deus in ho-nfne: & ]U id proutfi: ■fl
non reputasetnr offen fu s , nec niutabilis·; fed ip fj, ut dilcftio
im putar« homiui iuiunam» purecxtriufcca > non cft quid
pro-
40 D E IVSTIFICATIONE ÍMPIT.
pio-iíiifhvn in nomine ,, nec. eft 7; Prob. i . íimili- raciones
inii::.b:!is , cam fu ¿eterna: ImpHcat condonado graciofx
e nW:-o . D ei pm é extrinfeca *· Ergo e l
ó Re fpodebis: Quod ele fa­ nequie rernitxi peccatum.Prob.
cí > , Sí iuxta. íegcm a De o fta- anu. Condonado grstiofa D ei
tucam , D ais imp, imit a.nijuas incUulit dik-otn'vncm. Dei erg^.
cffchuti ij)crit'ifccuin. g ra tis; hominem ; fed condonado in-
qux prcuc iu nobiseít defcd.i- cludens dilcótionem Dei crga.
bi n , & mutabi lis. Artético au- hoininem , non cfk pure cxcrin·
tcm cor.ccpru formal i dilc&io- feca; Ergo. Pvob.min. Talis có·.
nis di vi -:tz rernifsivac peccati, donatio producir bonitatem-
i i uobis fok;m, cft.denomina- in objeíto , &fubjetfto d ik & o ;
tio txí-uufcca , proven i c a s ex fed condonado producéns bo-
li ’n-ra dikct/ione Dei ; qo* di- nitaceni in obj &o , 8c Cubjsfto-
ci:ur mu rabil is , quia deffícic, di!e£i-> nonefl pn.r<* extrinfe*-'
clíiu piccamas.Cont. Denomi­ ca: E go. P ob. luí?. D ik ft io
nado extiiníeca c(t d's:f..<3!bilis divina dillinguítar ab humana·
tx deícíci bilí cate formará qua in hoc, qued divina producic
provtnit; fed calis dile&io Dei bonitacem, quaiu ?.mat;’nuinar
cft indere&ibilis, cuai fit ¿eter­ na antcm noa , fed ferrar ad
na : E^go ab ea non provenir illam, camque fupponsr: Ergo»
taiis de.nominacto cxcrinfeca Aat. eft.D, Th ouis t . p. q.. io>
’ defjétibilis. Mai.conítat: Nam .art. 2... di ce mis : VdlusilM xafcr.í
denominado excrinfeci fuo non cjl caufa bonifjtii ftru tru Sid:
modo cít ipfa forma,á qua pro- amor Del eji inf:i-¡dc-;>, cr crean
’ venir. Qua re denominado vifi bwiiztím in re!>:i;.}2: 1 . 2 .q. 1 10.
ckfflcic , quia dcfhfit viíio: a r r . i . n i t : g^awlibtt Deidilcfiic-
non ramen def/icir vi(]ü, quia mm fc.rii!¡ts ¡¡liquid, Ion lint vi.
defficiat’ vifum. Vndecx con­ cre.\‘ur.\ c'tüfalum. Ec ratio eft:
cepta formali dUe&ionis divi- Qu':i a-«or ir.:¡naiius p;xjifs.é
Px’ fj.ib';: imprimere nobisquid cftaft‘:‘£t!Vti5; divinus vero eft
iinvínfccuin. Quod defficir,ttc- ctiam cftectivu5.
bis pcccandbus;& teenperatur, 8·. DiciS : Probabils cHe,’
pnirJt'cníibus. Hínc Aag. P.ar- D;n:n.diligers creatti;as pcfsi*
cepcor eperit : hitcvi'nmyiítir, biles: I.n qui bits noncatif.it bo -
f r o rit fdlrcct c.bipfo, '(jíuVidaqf'i nit.item, cum non pra^c.it ill is
dcfft.iffin:., c r qud>i<lo<juc iterim cxiftendam ,.n:c actualicarcm,·
reaiysrar/jus* qua.n fü picu r bonicas. Refp,
Ki,
Tr& Ä CtA TV S OCTABVS, . v ^ . %4 *
f ä tali öpItiijoncjDeum diligere raittit effective ín furia nr , 8c
fercaturas p-ofsibiles am ort fim peccatum : cú eras dilefitfo pro
plicis com placentiae , & inetfi- ducats bonitatem intrinfccam
caci; qui noneft efft&ibus, fed in am ato. lea D. Thomas 3.p.
affc&ivus. Non tarnen amore q.· 86. art. a. dicens : Hoc infer
e ffica ci, qui eft efft&ivus, & eft inter gratiZDeitzr-g*(ttiam homi
ca u fans bonitatem . Cumque nis%quod gvaiiá kominis non caufatj
d ik ftio condonationis g ratio - fed· frkfujrponit honitatem verctm
i * fu am or efficax : ideö eß ef- velapp&rentem in homive grafo:fcd
£eftivus,& caufans bonitatem ; gratia Dei caujat henitajem in ha~
8c nequit effe pure exttinfeca. mintgtalo.
9 Arg. i. Re» humanus po- i o Refp.prfftersa dift.m inj
tcft remitiere iniuriam, fibi M- Remifsione componibili ci.m
latam>per condonarionem pu- ininn'a, cone. min. Auferenté
Te extrinfesam : ergo etiam neceflaTÍo iniutiam a b offcn-
Dcuspeccätum. Prob. conf.Po- dente , negó min; &eo'nf. R c *
tentior eft Deus , quam Rex enim hamanus potcft , pro fuo>
humanus jfe d : ergo.Refp. nc- libito, remitiere hemioi in ia -
go conf. Et infto argumentum: riam per condonatiotiem , Si
R ex humanus de fa&o'retiuttit favorem pure cxtrinfec-um, cc-·
homani iniuriam, quin aliquid dendo iuri fáo , & non»exigen-
incrinfecuin producat in illoj do fa-tisfa&ioucm pro ea. C o *
imö necpotefl producerc , nec hxret autein tali condonarlo»
cum conftituit filvum adopti- n i , quod pet frveret iniuria in
vum> & pcieft remittcre illam, oifenefcnte , Í1 ifle pcrfiftat in -
quin cum amienm cbnftituar: dignarus , v-en-iam ill ins re f-
ergo etiam Dkm! Mala confe- puens. Vnde talis condonaría
qneinia, Similiter: Rex huma­ eft omninb exti infeca:csim non
nus poteft remitiere prartem fit cfficax , nsi fufticiens pone-
iniuriar y quinremittat-fotanv re in offehdenre donum cxrvin*
/niuriaift : ergo etian» Deus? fee M , quo sniuria auffcratur;
Minime. Sacisficbat enim, di- Gum autrem Bens remitrit pec-
Geodo: quod Rex humanus non ea turn , nequic in peccarorsf rea­
'■remittit tffeftive, f e i affeftive man e ie in iu r ia in d ig n a tio n ea
jniuiiam : quia eins-amor nen veniíEreítñéria:nafn cumDci ra
prodneit bonitatem in amato: nlifsio fií d ilr ñ io efncsx',&( íf¿
Quaie talis condonatio eft pu- éiiva producii: in horninedorá
ie. extriafeca.. D«u? aucem r e - ifltrinrecunideftiuC'S cmr^^piae
B di·»
42 D E JVSTIFICATIÖNE T O I ]
¿ i d a . Quare non poteft eile perfeverare in otfendcnté oc 3
condonatio pure exrrinfeca, eultuen : quia producir in illo
ir. Conr. R ex humanus formam intrinfecam remitten-
etiaoi remirrit eite&ive ¡nju- tem, -& expetlentem peccatuin.
r ia m , 6c hxc non poteft perfe- Quod non puniet , niii poen*
vcrarcjcuin ejuscondonatione: tasata inPurgatorio-
Ergo. Prob.anr.Si non te<nicte- Arg. a. RemiTsio pec-
ret eflfe&ivé ¡njuriam , & hscc cati in fuo conceptu fotm alif-
poílet ita perfeverare , polier limo non requiric infufsionerti
puniré eum,cut remifít injuria; gratiae : ergo poteft fieri per
fed non poteft : Ergo.Mai. pa- conJonationem pure extrinfe-
tetj cum pofsit puniré eum , in cam. Prob. ant. Remifsio pec-
quo deli&um perfeverat. Min. cari in fuo conccptu forrnaKf-
conftar: Nam videturin-difere. fi no non eft mucatio accqüiü-
tío remictere , &putilre camdé riva alicuius doni incrinfecü
Jñjtiríanr. Refp, dift. tnai. ergo. Prob. ant. Precise eft
Si injuria perfeveret occulta, mucatio expuifiva peccati:ergo
nego mai.Manifefta, conc.mai. Prob. anc. Mucatio ab cfle pec-
flcdift.min.Si perfeveret occul- cati ad non elT:pcccaci, eft ex­
<a, conc. min- Manifcfta, nego pul fiva peccati 5 fed remifsi3
min.Scconf. Si enim injuria, á peccati precise eft mutatio ab
Rege condonata, perfeveret in •elfe peccati ad non eiTe peccati:
©ffendence occuIta,foret Indif- ergo. Refp. dift. mai. Expuifiva
crccio puniré eam: nam Rex, & per aliud » nego mai. Per fo r-
judex humanus non judicat de ■mam advenientem,conc.ruai\ 5c
incerioribus, & occultis:íicqué min. & ita dift. cOnf/Si eniat
puniret quod ton judicaret.. Temifsio peccati tarn praecifsl-
Veruntamen fi per feveraret ma. v£ fumatur, folum eft expulfi-
nifcita,poiTec puniré illain;icnd ▼a peccati. Veruntamen 111ud
tune delinquens eflet dtgnus «xpellit per formam, advenien
majori peena : <iiiiacontumax, tem per aliam mutatlonem:
tc quia'fprevic veniam libera­ cum qaaconne&itun & prove-
lem. Cujus lignum evidens eft: nic ab eadem mutatione. Ec
<juodR.es humanus nihil íntría cum forma adveniens fit gra­
fecum cauf.it, fed pure extrin- tia , & donum intrinfec:itn:ide6
fecc condonar. Si aytetn Deus remifsio peccati requiric ü liu j
remittit p^catum , ftatim pec- infufslonem. Haec dodrina fnn-
cacuiiieft »-oaiiiTiui),quin pofsit datuc in illa philofophicas
TRACTATVS O C T A B V Í,
íjuod generatio u niu seftcor- fed non iniuftus , & non pecca
ruprio alrerius , ica ut forma tor. Es fuppofitione tamen*
genita advcniens expellat for- quodpeccaveric, nequit exire
mam corruptam , & p rxccd en - i ftatu peccati,fine acquifitiono
tem. In quo intervenit unica gratix ; nec per dclc£tionerri
a d io , 6c duplex mutatio. E t culpsjnec per tranfitum adfta-
mutatio expulfiva formar ne- tum pur* naturae. Cumque re-
quit fieri fine forma advenien­ mifsio peccati fit exitus a fta-
te. Quate incafu pratfenti eft tu peccati: ideo non eft dabili*
generado· fupernaturalis , Sc fine infulrone gratia». Conftat*
fpiritualis, qu* tft produ-5Uo cx Ang.Mag.art.a.ad i. afferen­
graciac , & corruptio macular, te : Licit homo anlequam peccet,
Vbi adeft única a ftio ,& dupkx fotuerit effe fine gratia , ©* fing
m o m io . Vna expulftva peccati (ulfxt, tamen foßptccafum non ft *
qua eft tranficus de elíe peccati tcß ejfefia t (ulpa , nifi gratfor»
ad nóetfepeccati.Etalta accqut hubeat.
fitiva gratiae,qu* eft trälicus de 1 4 . Arg. j , Peccatum mor­
non effe gratia? ad effe gratiar. tale pottft>& d e b tt rcmitti pec
l’l Ia aucem ncquid fieri fine ifta illu d , per quod tcm ktitur ejtis
i j ; Cont, Licet fic eveniat offcnfaifcdoffenfa pcccaci tnor
in iuftificatione pofsitiva, non rail's rem fttitw per condona-
tamen in cafu , in quo eflcc fo- tioncm extriniccatn Dei:Ergo*
!a remifsio peccati fed eft da- Prob. m in,Q ff c nfa pecea t r mo r -
bitis fula remifsto peccati: e r­ talis remittitur per al¡quid
go & mutatto , quae ptacise fíe exiftens in Deo; fed nifvremit-
expuliiva peccati. Prob. min^ tatur per condonationeextrin»
Pv teft dart non eflfe peccati« fi­ fecamDei,non remitteretur pec
re eflegratisc: ergo,Ant^ pa- aliquid exiftens in Deo : Ergov
t e t : Natn peccator porefl fieri Prnb.wai.Off^nfa peccati m or-
non pcccarop , quin fiat iufhis. talis eft mora’ iter intrinfecd
Rcfp. did. a-nt. Potefi: abfolu- in Deo : Ergo.Änr. Eft certumi
t e y conc, ant.. Ex fuppofitione cum fit moraliter ¡nftiita : Sc
peccati, nego ant. & conC L i ­ qDia oifenfa eft ira in olfenfo*
tes ex terminis , & abfoluré .five in petfona cflfenfa. Refp«
pofsit datinon effe peceatf,fine dift.arit. Dcpendens in fieri ,Hc
efl'c gratfsr: cum hcrmo pofsitr confervärr ab c>ffendtnre,conc«
coiftitui in ftatit, in quo pof- ant.A Dto,nego ant.& conf.Li-
fttivenecfu iuftus, necíniuftus m «aim offuofa fit lea morali-
*4 D E ]V $ T IH C A T IO N E ÍM P lJ:
ter in Deo ., cum He in perfona 2 ConcíufiwPeccatu®ifi3£
ofiF¿nfa; 11011 dependet infieri>& tale uec de potentia Dei abfo-
confervaa ab illo .: alias ipfe luta poteft remitxi fine gratia
fe offenderet, & coniervaree habicua-li. Fundat concluf. D,
fuam ofFenfam : fic namqué Thomas art. l..d icens: Etidcb-
depender ab offendcnte. Quare non poffct intelligi remiffio ctilp&*
non debet tolli per aliquid j i non adejfet infufio gratia ; fed.
exiftens in Deo,fed per donnm quod poteft fieri de potencia
Inmnfeeum exiftens in offea- Dei abfoluta , poteft intelligú
dente. ergo. Aliqui dicunt. Loqnide
gratia fumpta pro benevolcn-
ARTICVLVS IV . tia , & dile&ione D e i ; qua eft
efFe&u, iliius. Quarc antea di*
VTRim P E C C A T m MORTA- x:rac S. Do ñ o r : Ejfettus auteru
ie pofsit de pctentia Dei abfaint* divina dikftionis in nobis, qtti per
remit it fine gratia babi- peccatum tollitur, c/i gratia. A’ ij
tm li. aflirunt: quod de aótuali. Scd
inepté: cum nec ifta fit infuíía.-
j . O V p p o n o : Quod peccatum Alij : qucid loquitur de poten­
*3 mortale non remittitur tia ordinaria j non de abfolu­
fine gratia habituali : V t conf- ta. iVcfuntam'enfide potentia ■
tat ex Sac.Cone. Tridentino. Dei abfoluta poiT.t remicti
Thomiftx autem conveniunt in peccatum fi íe gratia habituali,
hoc: quod necjaxta aliam pro- etiampoflet intelligi talis re-
videnciam poteft remicti fine mifsio,fine illa. Vndé loquitur
aliqua gratia. Yerunramen uni de quacuinqué p oten m . Ec
d ic u n t: fufficere gratiam a c - propterea d ic it:tfanpoffef’, qua:
fu ale n i; nempe, aétum contri- comprehendit omnem. Non
tionis , & ctaaritatis, clicitum vero: Nonpotejl; qua: limitatur
medio auxilio .Ira Illuft. Arau­ adpotentiam ordinariam.
j o , Saim.& alij citati ab Illuft. 3 Alij exponunt S. D oflo -
Godoy. Alij aflerutn : requiri rem de remifsione perfefta; :
habitualem. Sic Em. Caiet. quas eft tranfitus ad ftarum iu-
Convadus, Ferrarieniis, Ferre, ftitiae ; nonde imperfe&a, quáe
Gonet j & Bolivar. Quam Sen- eft ttanfitus dé eííe peccati ad
rcnuarn M. Car rafeó vocat non cfle p e c c a ti, 8t non poteft
. co. inn tj !i ’■o i'c in Thonn’ftariim. fieri fine gratia habituali.Con­
Vid. B. Aib. in 4. dift. 1.7. fia t autem-ex Ang. Mag. quod
art. xo. loquituE de remifsione , act
TRACTATVS O C TA BV S. **
^jüidi rcqulritur pacatio,& d i- fire in negatiotiena , fi Deus te-
ledtio Dei erga hominem ; cui dticat hominem ad ftatumpu-
afsignat gratiam pro cffedu: rx natutxj & fic colli, & remit-,
ergo fcnric, quod nullarcmif- ci peccacum,fine ilia. Enim vc
fio poteft intelligi fine illa.Alij r o , licec talis redn&io fit a b -
denique ; quod loquitur de re- foluté pofsibilis ; ex fuppo!i-
mifsione dire&a , qux fit pet tionepeccati non poteft d a r i,.
gratiam habitualcm , cum qua fine gratia : uc vidimus art. i .
direfte pugiat pcccatum. Non cum D. Thoma.
de indirefta , qux poteft fieri 5 Refpondebis : a lit e r :,
per gratiam aÄualem,qua pec- Quod licet privatio gratix fe-
cator retra'&at voluntatsm , & cundumfe non pofsit auferri,
cx confequenti toll it pecca- nifi per gratiam habicualem, in
tum. Vcrunti necita debet ex- racione tarnen volun tan®,quo-
,poni: qniaiam pofietabfoiiitd modo folum eft conftitutiva
intelligi remifsio eulpx , quia peccati, poteft auferri fine ilia
adefl;t iafufsio g ratix. per gratiam. aäualem : ut pec
4 Profo. i. concluf.ratione: aftum contricipnis, & dileftio-
Pcccatum mortale nec de po- n i s P e i , quo retraäatur a f t u s ,
tentia Dei abfoluta poteft re- prxceritus peccati. Conr. L i ­
m’i t t i , quin auferatur privatio cet privatio gratix , ut volun­
gratix; fed privatio gratix non taria;, & voluntarietas eius, Qc ,
autcrtur , it gratia habitualis peccati, auferatur aifeftive per
non infudittjr: ergo.Mai.patet, talem afhim , non tamen cflfe-
N am inSenteatia mulcoru pri­ ¿live; fed debet auferri effc&i-
vatio gratix eft conftitutiva ve.tit rcmittatur peccatuni:er·-
psecati mortalis:& in omnium go cum folum pofsit auferri e f.
confenfn , faltixn conne&itut fe& ivc per gratiam habitua-
neceffariö cum conftitutivo il- lem , nequit remitti fine ilia.
lius. Min. conftat : Siquidem Min. p ate e : Quia non fufficic
privatio formx nec de poten- affe&us, fed requiritur effeftus
tia abfoluta pocefl: auferri, nifi ablationis illius. Non enim
per formam. Sicur cxcitas ne- fufficit, vclle auferrc p riv a tio -
quic auferrr , nifi per vifum. nem gratis?, ut rcmittaturcul«^
Refpondebis : Quod privatio pa, fed requiritur vera ablatio*’
g r a tis pcrfeverans ut privatio, eius. Prob. mai. Licet hortio
non aufertur , nifi per gratiam peccans, fuá volúntate p ofu e-
habitualcm, Poteft autem tranr r it privationejn g ra tix , non eft
in
DE IVSTIFICÄTIONE TMP1J: ,
in Ca a volúntate earn fcmel po- cati prstteriti, quat cft volutítá-
fitain aufcrre effc& ive: er^o. n etas pra:iiftae p iivation is.
Prob. anc. Aufcrre eflfcftive Rcfp. dift. inin. Aufert aífúéti-
piivacionem form * folum eft v e ,c o n c . nrin. efftódvé, ntgo
in poteftate ¡Mi u s , q u i poteft min. & conf. Licet enim e li-
ptatftare formam ; fed folns ciens a¿tum contritionis» &
D i us poteft pr*ftare gratiam charitatis vellet non pccaffTe,&
habltualemt ergo. aufetre prívationem g ra tis ; in
6 Prob. i . conduf.ratione: quo expHcatrir eius afftftus. In
Deus in nulla providenda r c - re tamen , Sí in effcftu non au­
m itd t peccatum m o rta le ^ of- fert illam > fed manet p d .va-
'fififara eius , nili media paca- tus gratia, ufqué dum D üus in-
tion e, dilc&ione erga hom i- fundat earn : Nam femel· c o m -
nem; fed tatis p acacio , & dite- mifto peccato , & ap p o fitavo-
¿tio producit gratiam habitna lunraria privationc gradar, eft
lern: ergo fine h a c , nec tiep o - ir> poteftate Dei auferre p tiv a -
te u ia D d abföUica poteft re- tio n cm , & infundere gratiam »
iriicterc illud. Mai. eft D .Tho« Et cum hoc reqniratur ad r e -
mar $ rt. 2 . aifetfends : Secundum mifsíoncm peccati mortal is:,
hoc pjrcattum n<&h remitti dicitury ideónon poteft rem ittrper r a -
quad Dem rtßbis pacatur q u t qui~ lem aftum » nec fine grad a h a­
■4cm pax confijlif 'in dilefä&ne ,· quet bitual)..
i>em diligit »os.’P’r o confequend 8 C ont. X ícct a^usf con »
'co n cfu d it: Qva bamo fitdtgnus triddnis auférat aífeéiivc p rí-
vita sterna. Quae eft fo!a gratia vationem plvyticam g rati«, íp·
habituali.s,qua; eft p articip ad o fam ut voluntariam aufer sffe-
natura? dj vinsf» qua homo c o n - ¿tivé & effective ; fed peccatum
ftituitur hartes vitaf a:tetna?. confiftit in ea , ut voluntaria;
7 Arg. r. A&us co o tririo - ergo. Prob. roai, A'uferens c a u -
nis, qui eft gratia aö u alis, po­ fam , á qua privatio g ra tis , u t
teft rem ittere Peccatum m or­ voluntaria, dependet in ficri,&
tale : ergo» Prob. ant. Pecca- confer.varí, aufert afftftivé , &
tum mortale confiftit in p riv a - efjfe&ive privadonem gratiae,
tione gratiaf,ut voluntariaj fed ut voluntarían»; fedadiis co n -
aö u s contritionis aufert pti- trition is aufert talem caufam?
vadonem gratix , tit volnnta- ergo. Prob: m in.C aufa in fieri
Tiam : ergo. Min. p a te ti Cum & coníérvarr privatíonis g ra­
retraftet voluntadetatem p«c - tia? , ttt vuluntariac , eft aflu s
TRAGTATO O C T A B V S,
práííeríctü peccati , non recra- Sictíc voluntas divina eft p rim i
¿tacus·, & moralicer ¡perfeve- •caufa cíFeftiva boni, ita votun.
t a n s ; fed -aítus ■contritionis tas creata defíftiva , 8c pecca«
aufere caleni a & u m , rm a & a t, ti; fed: crgo. Refp. negó conf*
ipfum , & tó llite iu s inoralcm Racio efl: : quia omne borum
perfeverantiam: ergo. dependee in fieri , & i n f i f t j
y Refp. dift. min. Aufert efie a prima caufa cfíe&iva, it *
‘áffóftivé. conc. min. Effe&ivé, uc , non neceíTario , fed liberé
•negó -min. & íimilirer dift. producac , confervec , 8c aufe-
•corif. Licec enim aftas contri­ rae illud. Malum autem , & de-
tionis, clicítus medio auxilio, feftibile folam depcnJeci, caa
videatur no.lle quidquid vo- fa prima defectiva. Cuniquc
luit -a&us praceritus peccati, ica rccraft vrc aflum prateri-
tu m rexraftarc»cius effecius,& tutn peccaci , & auferre ipfum,
privationem gratia; uc voluti- eíuTque effeftiis , íicbonam , &
tariam auferre-; totmn h o e fa - optímum : ideó non'fic á c a n fa
•cic afF.ftivé , quatenas-velleC, prima defe&iva; & uc fiac iv a *
xfficere illud,-Stne gracia au­ 1 untaie creaca , requ iricadiu-
tem habicuali. neutrum exequá­ Toriutn graciae habTcuafis. Con*
tur efívftivé : quia licet id fieri ftat íblucio ex ipfa paritate:
•dependeat totiim á volúntate j Deasetiim , ut prima cauTa c f -
in fa&ocfle neuerum eft in eius feftiva,nihi! déficit,fed efficir:.
poteftatc , nifi adiuca gratia ergo volcruascreata, ucprim^
habituali, qux eft form a expul caufa defeftiva , nihil e'Fficit,
fiva peccati. Ec cum hoc rcqui- fed femper deficic. Curn ¡girar
Tacur ad remifsionem illius: auferre prscdi&a fie efíicere,
ideo fine ea neqtiic retmtti. non eric ab illa uc defeotiva»
io . Cont.A&us contritionis nec ab ea folajfed abea, ut can
aufcrc effcftive aftum p ra te r i- fa fecunda efFeftiva, &adiuc&
tum p e cca ti, '& effc&us illitis:, gratiahabftuali.
ergo. Prob. ant. In poteftate, n Si inftss: Si. qüis volun­
voluntatis creata? eft auferre in tarle fe proiecerit in puteum»
fieri, & ln FaSodTe aftum p rx - & non valens folus ex¡rc,a&utn
tericum peccati «fe&us il­ proie&ionis recraftet, deten-
lius: ergo. Prob. ant. In p ote- tio in puteo iam non eft volun­
ftacc voluntatis divina; eft a u ­ taria ; Sc;licec phyírcé maneat
ferre in-fieri, & in.fafto e(Tc ali inco , moralicer e!l quaíi non
■quid booi : ergo. Piob. coaf. fic io illo . Quar? fi inftetpr*^
cep-
*8 DE IV S T IH C a T I ö N E
ceprumaudienii Sacrum , non m o m li s éft avcrfíó á Deo >. $2
audit io non imputatut ei ad convciíio ad creaturam fexi
.culpam - ergo & fi peccans ap- aítus co.itritionis eft incompa-
ponat vohiueaiie pri,vationem tibil is cum tal i- a v e t í i o f l e $¿
.gnuias , f i per afituncontritio- oonverfione : ergo. Prob. min'.
nis ip fjm re tia & e t > remanebit A&ns contritionis eít converfio
.pavatio pliyfica g r a t is , non ad D aim , & averíio á creaturaj
tarnen ui voluntaria , moralis, fed ifta ave?fio, & converfio eft
acc ciilpabilis. Refp. ciie dif- incompatibilis cum illa: ergo.
c iim c a : Nam exitu> e puteo, ij R .fp . dift. mai. Con-
quo privat proicclioJ & deten- verfio affectiva ad Deiim , Se
t i o , non t-ft forma expulfiva avetfio aíe¿tiva , conc. mai.
p e c c a ii, fed gratia , qua-ei in- Effc&iva, ne.go n>ai; 8cdift.mití
funditur, dum r-etraftat pccca. Effc <5t i va ,con c. m i n. Affv <51i v a ,
“um-proic&ionis. QMiire poft- negó mi«. &cnnf. Licetenim·
talem rctra&ationem,nihil mo converfio cSfe&ivaad Deum, &c
rale permanetex ilia , nifi fola crcaturam opponantur:& fimr*
phyfica detentio. Gratia au- líter converfio a ffe& iva , ficut:
iem, qua privat peccatum , eft & íim ilis aveifio. Non tamenr
forma expulfiva peccati. Vnde converfio affefoiva ad unum, Sí
.fi haeenon adveniac, quasvis re- efft&iva ad aliad : Et íimilitcr
tra& atio erir atfi'itivajSc nulla de aveifione: nsm fie pertinenc
tffe&iva , uftjue dum Deus in- ad diverfa-s lineas·, k a ut aflfe-
fnndat illam. ¿Uva fie ineffieax·* &efíí£Hva'
12 Arg. a. Incoinpa-tib-ilefit effícax. Cum igícur coriver-
cumpeccato , remutit pecca- íio ad Díiim per aíhmr contru
t um; fed de Potentia Dei abfö- tionis, dícitum medio tal i au»
lnta poteil cfl’j in pcccatore, xiJio , cffít afk'&íva , ficut&
fine gratia habitiiali, aliquid· ave»fio á creatura : ideó noií
incompacibi!ecum peccato.-et> opponcrtrur, fed compatere*
go. Prob. min. Aftus contritio- tur cum peccata-, cuius averfio
nis eft incompatibilis cum pec á I>eo, & converfio ad crcatu-
catom ortali ; fed de potentia ram eft cífcóHva.
Dei abfoluta poc<ft, fi>ie gratia 14 Gont. Implicat , quoJí
habituali , effici ab homirie homo fimnl fit converfus cffe-
pcccatore ? & lis contj.icionis, &ivc ad Denm, Se ave» fus 2ffe-
medio sr.x’üo tranieuntc: ergo ñiv¿· ab ¡lio , atqu^· converfus
P r o b .n u L D« eikntia peccati aff<.¿livc ad crejturam, & aver
fus,
TRACTATVs OCTABV 5; . , . %?
fa s cffL &i'vs ab illa;ergo. Prob effeitivam pracise linteliigU
am. Im plicat, quod volumes mus converfionem veram,& rea
hominis refpiciat fimul duos lem in aliquem· finem, explica··
últimos fries *, ted fi homo ii- tamper .vcibum Volo y & n on
inul eflet ita converl"u5,&aver per Vtllcm : five jpfa fit quid
fus, voluntas hominis refpice- phyficum five morale. Gum-
tei fimul duos últimos fines:· qua h*c adiic.in peccato; natn
c¡ go. Rcfp. dift. m aL Simul voluntas per illud rc vera d e -
aff»(Stive ,. vel effv&ive , conc.. relinquit Greatorem icfpt-
mai. Vuum itífi-átive , & alium citlie creaturam, utultimum
effective , ncgo mai. & dift. finem : ideoeft conveifio effe-
cain. Vnum afftítivé , & alium 6 iv a m o r a l i s t fi non phyfica*
efteftive, conc. min. Simul af- ad creaturam , ut ultimum fr-
£e£tive,,.vel efS.&ive>oegomin- nem;quin ita inclinet.
& conf,. 1 6 Arg,, j . Dens remittto
is Cont. Implicar fimul pcccatum, cum fe cftendit p a -
tefpiceve stfeflive duos últi­ catum,fedDcuspoteft fe often-
mos fines; fed in tali cafu vo- dere pacatunv cum infufions
i'unas finiul lefpiccrec a f f v & i v é alicuius doni intrinfeci,-idfin#
duos ultimos·fines: ergo.Prob. infufione gratise habirualis: er­
min. Volunt-is.per aftum co a ­ go. Prob. min. CumDeus di*
tí itjonis efl’vt converCa aff¿£t¡- ligit homir.cm peccatorcm , fc
vc ad Deuaijuc ultimum fir>em> oftendit pacatum; fed Dcus po>.
fed per pcccatum folum tft’st tcft diligcre hon.inem pecca«
convetfa affe&ivé ad- creatu­ torem , cum infufione alicuius;
ra m , ut-ulcimum fmern: ergo; doni intrinfeci , & fincinfufio-
E ob. min..Mon tffec converfa. ne gratise habitual is : ergo*.
tflxftive ad creaturam : ergo,. Prob. min.Poteft homo pecca«
Prob. ant, Converfio cffeftiva tor eliccre 2&um contritioni?,..
eft>qui d p li y I¡cum» i ncl i 11a ns ad medio auxilio tranfennte ifecl·-
elidendos a&us circa fuumfi- tunc Deus- diligic ilium cutn*
turn; fe.d pcccatum non rclin- infufione talis su xilij:, & fine:
quit aliquitl phyficum·, ita in- infufione gratis, habitualisr-
c ’ iuans in creaturam : ergo* ergo,
R·. fp . dift. mat. E ififtiva mo- 17 Refp. dill. min. D i l e -
s a l i s , nego mai..Phy{Ka,£onc. &ione- imperft&a , conc. min·,'-
n u i. & tnin. & fimiliter dift, Perfcfia ,nego min. & i r a d i f o
Minf.. ¡?.cr c o a m iw n e m enim conf, D iitftio divina pcrfe&J^
£ eft
50 t>E jV STlFICA TIO N E ÍNÍPlj.
cftamicitía ínter Deum, & ho- difponit homiuem ad gratiafii£
minem, qua mutuo fc diligunt, &-amicitiam fuatn , & homd
Sc homo fie particeps nature difponicur a d iila m : iicque eft
divina; » cum amici debeant mutna dilcftio difpofitiva t .Sc
eommunicare in aliquo,bono. impeifciko. ; non camea perfe-
Impeife.¿ta non eft huiufmodi, ¿ta coiifummaca , & complcta;
nec refpicif hominem,ut ami- qux eft.coilativa grati.se hajbi-
cmn , fed ilium difponit ad coalis, & conftitucns talcm aurti
amicitiam.Ynde foler appcl la­ cicfam. Eciuin hasc folafic r e -
ri dtlettio difpofitiva. £t licet m i fs i / a p eccati: fi n.e h a c ne-
dileft io Dei perfc&a fie paca- quit remitti.
tío jSc ea Deus fc oftendar pa- 13 Conr. Sufficit talis mu-
catum; non tamen impei f£fca , tua d iiiftio difpoikiva,ut pec-
qii5r foliim eft difpoiicio ad pa- catu u remittatur : ergo iatn
cationem. Cumqué di'e& io remitticur cum infufione talis
confcrsns auxilium traniiens, auxilij , &fine infufione gratiae
quo cliciatur a¿tus coturitio- habitualis. Prob. anr. Cu.n ea·
níSjfic imperfe&a :¡idcó non eft ^deft aftus concmionis, & d i -
pacario., nec ea Deus fe oftcn- lt£tionis, qui ell: ultima difpo-
d itp a c a tu m , nec eftrcmifsiva fitio ad gvaciam ; fed cum eft
peccati. Ica M.Carrafco. ultima difpoiicio ad gratiam ,
18 ConE.DileftioDeijCon-remittitur peccatumiergo.,Pro-
ferens talc auxitium ,eftpcrfe- bo min.Cum eft aljquid incoro
éta: ergo. Prob. ant. Peraftum ponibilecmn peccato, remitti­
c o n tiitio n is, elicitum medio· tur peccatum ; fed ultima d i f-
tali auxilio, horno dilígicDeú, pofitio ad g< utiam , eft incom-
cjui etiam diligic hominem;fed ponibilis cam peccato : ergo.
mutua dileftío cftperfcéta: er­ Prob. min. Vltim a difpoiicio
go. Mai. conftat ex iHoProv.8 .ad formam, eft iacomponibilis
v , 17. Ego diligentes me diligo. cum forma oppoiira; fed graria
£ t loan. 14. v. 2 1. Qmaitttmdi* eft forma oppofita peccato: e r-
iigit me, diligttur a Paire meo. Mai. eft cert a : quare ultima
Refp. dift. mai. D iligir perfe- d ifp o fitio adformam genitam
fté , nego m ai. Imperfcdte, eft incomponibilis cum form»
conc. mai. & dift. min. D ile« corrupta: ideoque calor ut oc-
¿kio perfe&a , conc. min. Im - to,qui eft ultima difpoficio ad
perfc&j, nego min. & conf. Per ■ formam ignis , eft incompoai^
u le m ctúin d ilt& io a c aiD su s bills cum forma ligtiL
TRACTATVS O C T A W i; T*
ao Réfp. dift, m ai, R atio - contrarientur J cuih fiat extre­
nc fui, nego mai. Racione for» ma viciofa per exceifum, & de«:
roa?, conc, mai. & m in . & ita fi& u m in ufu rerum ; n o n ta -
dift. conf. In inftanti namque, men cxparte ofTenfe, & fubieJ
in quo eft ultima difpofitio ad & i ; liquidem per utrulnqu¿
fo rm am , .eft ipfa forma > ad Deus gcaviier offenditur. E£
«juam difponit > & ratione hu- licet fimul nequeant commirti:
!us eft incomponibilis cum for N a m p ro d ig u s non «.ftavarusj
nía oppofita: uc pacec exemplis poteft fu cce f.iv £,& uoum poft
udduftis- Quare non difpofi- a liu d , quin altevum retra&e-
<io> , fed foim a eft cxpulfiva. tur : Sicque fimul cflet in eo«·
»ftecius forma:.. Vnde aétus dem utrumquer peccatum mor­
con tricion is, & düe&ionis>ítc tale , faltim habituate. Cun:
clicicus, qui eft ultima difpofi- igitur hoc non eveniret , ß
tio ad gratiam ,c r i t in codera unum expelkree aliud : idee·
inftanci cum g ratiah ab itu ali, non expdlit,nec remictic i’ ludj
racione cuius eft incom ponibi- quodjficut aliud, nequit remit,
lis cum p e cca to , cuiu »f»la gra tt fine gratia habicuali.
tia eft foima expulfiva. E t cum 22 Conr. Et fi tale pecca*
h x c fola fíe remifsiva íilíus: turn in ratione offen fa?, Scez
ideó non remittitur fine ilia· parte fubie&i non fit ita con«
il Arg. ^..Pcccatuin expul-trariiim, poteft expelli, Sc re -
fum per pcccatum ,rem itreretur micti fine gratia habituali: er­
fine gratia habituali; fed unum go, & per aliud. Prob, ant. Po­
peccatum expeOitur per aliud teft expclli, & reinim per unto
peccatnm : ergo.prcb. min. Pec- nem hypoflaricam, & G non in -
catum prcdigalitatis expslli- funderetur gratia liabitoaliss
tur per peccatum avaricia j e r­ ergo. Fefp. dift. c o n f Cum
g o . Prob. anti Vnum co n tra- forma eminentiori, conc.conf*
rium expellitur per aliud ; fed Sine ilia , nego conf. D ifficile
pcccatum p rcd igalitatis tft enim videcur , quod Verbnm
«ontrarium peccato avaritiar: poiTct affumere narisiamfroma-
erg o . Refp. dift. miiu Ex parte nam peccato infc&am , & nois
ob ic& i, conc. min. In racione gratia habituali ftatim orna-
•oífen fe, Sc ex parce fubuctijne­ ram. Veruntamen, fi il’ am a£-
go min. & conf. Licet p ecca- fumeret, expeilererur, & remi's
turn prodigalicatis, & avaritia: teretur peccatum per unionenr»
< x p a u e u u c e i i* f & « b is& i hypoftatscam j qua? eft format
S4 № JVSTIFj'CATIOWE im piJ;
emitientlor gratia habicuali, c(t gratia habitualls. Et né
concincns eius cffc&us. Cura beatus i iumtné fcelix , carerec
igitur fenfus aoilrae Eefoludo* perfcitione gratia; habitualis.
m s ik jq u o d non poteft rernictl Vnde in tali cafu peccatntn
fine gratia habituali , autiine non remittcietur , line illa.Ica
forma emineiuiorii ideo inilaa M. Genet cuaa allijs*
cia nonrft contra ill am.
2$ Cone. Peccatum potefl: AR TICVLVS V .
rem ittifine gratia habitual i,oc
fine forma einincnciori .* erg·,?.. t'TRFAÍ G R A T IA H A B lT f A -
Prob. ant. Poseft'Deus adduce- lis indlgeat favor e exirinfcco con-
re peccator.era ?.d gloriaroj fed doaationii Deidad remifsioneM
tunc rciBKterstuir ei pcccatmii fcxcati mo ft alt s.
pec vifioiiem.beatatn, qu« ncu
eft cminentiot gratia habitua- s T .T O to : Quod aliqul H * -
li : ergo. Min. patet qu&’ d t . JL >i rccici cun'. Calvino, S£
p . Nam peccatum, cum iic fr.ua fi 3'injicterent gratiam intrife-
ma tnifsris eft ir jc c in p lib i 1e ce inlisrcnccm anima:, affirma-
cam vifione Dei b e a ts, in qua pcccatum non rem ittt
ftat furnma fbelicicas. Q ncad •>er iiiam, fed per favorem e x -
a. Conftat : Quia gratia habi- irinfecum D ,i , appiicante«*
tnaVis eft radix vilionis beataij iuftitum Chriñi. AHqui autem
& radix erainct radicato.Refp. C atholici fencúntes : graciam
dift. mai. Infuodendo ei gra-· fufficcre adñnteriorem renova-
tiam habiciuletn , conc. mai. tionem animx, exiftim ant: i n -
N o n in fund end o , nego m i I. & digere pafto divine 5 & favore
dift. min. Rs.tione gratis: habi- extrinfeco condonationis ad
cnalis,conc. min. Racicne ip - cspulfionem , & remifsionera
fios, nego min. Sc conf.Vt enim peccati mortaiis , prsecipue in
Deus addnceret peccatorein in racione cÉf^nfa:. Q ui di fie rune
gloria'iijci infunderct gratiam ab iliis in hoc : quod Haeretici
habiii’.a!ejn , r a d one cuius re- í’. flcrebatit: talem favorem eííe
mitcerctnr pcccatum illiu: j Sc omnino g ra tu itu m , & á gratia
£ q”.:i i u : r a d i c i proccderet non cxaám n : C a:ho í!cí vero
vifio bcatJ : nam cuin li-'jc fit ipfum e x a ft a m a b e a fatencur*
aftus vitalis faperaaturalis pet Ita Scotifts s & aUqui extra··
fcfiifsim us , nsqu-c elici Cine nci.
p a n c ip io tadicali e iu s , quod z Cottclulio t G i a t u habi*-]
T R A C T A T V S O CTAlíVS,
tnalis non'indiget pa£to , aut cationis eft eiis per fe , & noa
favore extrinfeco condonatio- per acciiiciis.¿ & forct ens p?c
nis Dei,ad remifsionem pecca- accidens, fi coalefccrcc ex gra­
ti mortalis; fed ex fe, ab intri« tia, qua; eft creata , & cx con-·
feco,& cx natura fua eft expul- donatione D¿i , qua: eft actus
ftva, & remifsiva iUius, &prse- voluntatis divias:cuin inter let
itat renovationem, & fanÄita- raaximé-diftenc. Píatcíea: naiu
tcm animse. Ica omnesThomi- S. Cone.Trident Scf. in D e ­
ftas cutn Ang. Do&ore ; & e o m - creto de pcccato origiruli, di~
munitci· aiij Theologi,ut aic P. cit: Si qt/ispcr J.'fif C'jiijU D ow i-
Municfl’i , citansEm. Belarmi- ni nofirigntuvn , ij't£ i'i Bjftifm o
num, & alios. Fundat hanc ve- confer tur, rc.itum ori^lmlis pacAti
rkate m Sacr. Concilium T r i ­ remit ti neg.it, autetiam ¿fferi^nou
ple ntinum Sef. 6. cap. 4. dcfi- iolli iotum id,ijitod v;ra>w, C" \ ro-
jniens iuftificationem per cfle prisvn nlionem pcccati Libct , a ’,\ir
translationcm a ftatu peccati them* f it . Ssd talis cxpoiitio ne
in ftatu gratiar. Ec expones de- gat talem remifsionem g r a t i s ,
finitiqnem, aic: J.aftificacionL-m earn tribuenscondonationi:cr-
non foltim eiTe fan&ifica- g o il l i noncongruit. V n i e C i -
tionem,& renovationem homi­ th e c if m u sT ra ä. de ßaptifmo,
nis , fed ctiam remifsionem ait: Eß autem gratia , q-icmadmo-
peccatorum i fed hstc iuftifica- ■dttmTridtntinA Synodus ah omnibit s
t i o provenit adequate a gratia c reden darn fab p x m anathem iii*
h a b i r u a l i : ergo. Prob. min. ex froponit , »&« tan turn per quant
Sac. Cone. cap. 7. afferente? peccatcrttm.jit remifsio , fed divina
Vitka efl canfa form ah'; nvfirjt iu ß i - qua!¡tas in anim* inhtrens, qu£ no -
ficatloxii, fcilicct jujtitia D ei, »on jlrarum anhnanm macula* aelet.
■qua ivfe ittßas eft ,fed qua not fußet 4 Expenditur hoc : In ma­
facit: ergo. lc r í a do&rinali ,8c dogmatics
3 Re fpo ndcbis: Sac«. Con­ -propofitio indefinita, ¿5c abfo-
cilium loqui decaufa partiali lutaeft virtualiter, & ä q u iv a ­
f o r m a l i : nano totalis coalefcit lenter exclufiva; fed Sac. Cone.
cx spfa gratia , & condonatio- Tridentinum in hac materia
ne. Verutn non coharet Verbis afierit indefinite , &abfolute;
Ccncilij afferentis^iTe unicam; gratiam expeliere , & remitte-
& fore iuiUtiatn, five grauatn, re peccatum , Sc cfle caufam
qua nos uiftificat.Et quiacaufa formalem iuftificatlonis : erga
fginialis coc;älis aoftra: iuftifi- cxcluditcondonationcm. Mai,
Í4 DE JVSTIFICATIONE IMPIJ.
«fí certa : Ec qnia ita aflerit: lium,pafsio agens,& quod cf¿
átquam naturalem efle mate- fedus producit tff.äum : curo
riam B ip tifm i, iaferuncom- fit proprium filiationis, a & io -
h e s : folam aquam naturalem nis, & c a u fx : érgo licet gratia
eff,· materiam til tus. Mío. con- exigeret condonar ionern.iiharc
ftat ex veUtís. Conf. patet: clTct requiíita ad expulfionem,
Al¡u -.dLj grocefiiííit diminuce, & remifsionem peccatí, non
non alstgtians oamem cauiam, poflerdici abfolutc: quodgrá-
agenstain accurate de illa. tiaexpellit, 8; rcmittit pecca-
.5 R ifp o n d tb is: G.atiam tum.
expeliere , 8c remittere pecca- 6 Nec cxempTum urgerr
tum; non fonnaliter, fedexap- Nam anima rationalis fecuu-
tive : q>iia exigir condonatio- dum fe, coníiderata quoadeffé»
®em iiUid cxnellentcm, & re» non conftituit homínem}. fed
mitcentem. .Sicut homo gene- fumpta quoaJ ¡n efle, & ut uni-
tai: homincm; non quiaprodu- ta materia:. Comque homo tatn
cat animam rationalem , quar producat animam rationalem
«reatur á Deo , fed quia pro- quoad in efle,&unionem: ideo
ducic difpoíitíones exigentes dicicur prodúceos, &getre;ans
ipfam animam. Cone. Sicut h o m in e m ; 8c non propter t a -
gratia exigeret condonado- lem exigentiam. Gratia autem
ncra, ita condonatio gratiami ne&iqoam caufac cdndonatio-
fed quia gratia exigit condo- neuu Vnde not» dicererur r e -
nationem , juxtá adverfarios mittens» filóla ex fe non eifee
poteft abfolutc affirmarh qnod remifsiva. Quare S.Ioan.Chri-
gratia expellit,& remittitpec- foft.Horn. 2. fuev illud Pf. 5a»
catum : ergo quia condonatio Super mwm dealbahor,inquit: So-
«xigeret gratiam pofl’e t i t a lagratix fordes men ptrfeäi abfief
affirmari:quod condonatio re- git, ae nivis cctndorem mibi fo»cr-
novat interius animam: quod . liare pofeß*
ncqoic dies» Mai. patet nam 7 Arg. 1 .Gratia habitual fr
neutra fine alia efficeret totam ex fe, ab intrinfeco,& ex natu«
iuftificationem. Deinde: Pater- ra fuá non eft cxpu'fiva.nec re ­
ñirás exigit filiartonem;pafsio mifsiva peccati morralistergo
aäionem ; & effe&us caufam; indiget favore extrinfecocc/n-
fed propter hanc exigentiam, donationisDci, ut illud «xpel-
nen poteft abfohité affinnari: lac, & remittat. Prob.aot.Gra-
T R A C TA TV S O CTAB VS, # ^ is
VIrt expul fiv4 m, Sí re ш i fs ¡ va m íc rcmifsi vaai illluS; Itcet iplx.
pecrati «norcalis: ergo. prob. lie bonum fir.¡turn , & illud in
ao.t.:Fov.ma bonitacis hnicae ex ratione oflfenfa: fit infiiitum.
Xe.neubabec vimjcxpulftvam,& 9 Cont. Gracia nec ex fe,
rcm ifiivam .peccati iofiniri in nec racione incom patibi'itaris
ratione offon-far; fed gratiaJja- poteft expeliere peccatum mor
bitualis ex fe eft forma bo.ii- tale , :fi hoc .in racione off.-of««
ratis fi útae, &c peccatum morca eft infinitum r ergo. Piob. anr.
l e in ratione offcniae eft infini­ Ve gracia polfjc expeliere pcc-
tum: e rg o .M a i. patee.· nambo- catum mortale, debebat conti-*
Dum fi iitum non poteft expel­ nere noneffe illias ; fed g r á c il
iere malum infiaicum:cnm non ex fe non concinec non t-(Tc psc*.
sequcc Mud. Minorem docenc cati mortal is ,.fi hoc in r a tio ­
Thomiftae T r a d , dc Jncarna- ne oft'ínfs fie iniviitum : ergo-
tio n e. Prob. min.Si peccatum morra*
■8 'Refp. d ift.m ai. Expulfi- le in ratione offenfx eft infini­
vam ratione incompatibilica- tum , non eflc illins eft bonum
tis, negó maLPer modum con­ infinicum; fed grat ia c x fe noa:
digna: fatiifaftion is, conc.mai conduct bonum infinitum : e r­
& in in . & ita dift. conf. Liccc g o . Mai. patet : Quia noneffe
•eriim.bonum finicum non pofsic peccaci eft ica bonum , ficut eft
condigné facisfacere pro offen- malum die illius. Min. con'ftat:
fa infinita peccati mortal is, Nam bonum.finicurojut eft gra­
quia non squat i Ham; pot eft tia , non conrincc bonum infini­
c(T; iacompatibile cum ea., .& tum. Ref. dift, mai. Bonum in­
c o ; & fie expeliere.earn,& illud. finitum p o fs itiv u m , nego mai.
Sicut forma cadaveris ira e x - Negativiim , cone. mai. & dift.
pellit formam viv e n tis, quatn min. Pofsitivum , conc. min.
non xquat.Ec peccatum venía­ Negativum , nego min. & conf.
le cxpelleret viiionem.bca.cam, Licet ¿»onutn fiiiicum non c o n -
-& unionem hypoftaticam , cum tineac bonum infinicum pofsi-
quibus eft incompatibilc ; & (i tivum: Qnia continencia huiiis
ipfum fie malum minimum , & eft ratione a äualicatis, & p e r -
illu d .bonuin maximum. C u m - feftionis ; poteft contioere ne-
que gratia ex ;fe, ab íntrinfeco* gativum , cuius conttnenci*
¿c ex natura fua lit iocom paci- eft, ratione oppofitionis, & in-
bllis cum peccato m ortalindco com patibilitatis. Cumqué nod
«X fe habec vim ica expulfivam eñe peccati fit bonum infinitum .
ne- ,
D E JVSTIFICATIONE IMPIJ;
ncgativura : ide ö gratia ex lie iVlius, & h a b s ty im expulfivant
h i continet il'!ud. cius. In hoc fenfu D . T hom as
so O n t . L i c e t non cife 1*· a. q- 14. art. 12. a i t : Pccca-
peccat i lie b*>num· iriSnicum cum motcals efficicnter phyfi-
m’ g am.u·» , g r a t i a ex fe non ce expellere gratiam , & chaii-;
c o n d u c t illiul ratione nppofi- tatem. Ec in eodem fenfu oppo
t ioni s , Sc irjcompatibilicatis:. niciif phy.lice cum Deo , Sc cunv
ergo. P u b, ant. G r a t i a t x f e unione hypoftatica.
non oicic oppof it ionem phyii- i .u Gont. G ra tia non dicic·
c a m , fed n oralem cu m p ec ca - oppofitionem Ph}ikam Theo«
t o ; l';d r a i i o ie luiius oppoii- logicatucum pcccato morrali:·
t-ionis , & ¡ nco mp at ibi li ta ti s E go-Prob-anc. Peccatum m or­
non co nt ine t noneiTs p e c c a t l tale, etiam in fenfu T h c o io g i -
i-ofiaUi)m n e g a t i v u m : s 1g o , M in co , dicit oppoiitionem mora­
c-ft ccita: N a m oppoiitio m o r a ­ lem cum gratia : E<go. Prob,:
l e non i u f i k i : , ut tinuin ex. fe aiw. Peccautm morrale,. ctiam
l u b ; a r vim txpuliivam alter ins i-o fenfu Thcologico>opponitu?
& continent non- eile iIIfus. cum gratia ut demeritum , euk
Prob. mai . Op po f it i o phyfica correfpondec ut peena non efl’c-
t f l inter extrema phyiica ; fed gratia: ; feddeinsritmn , etiatrv
li cet g r at i a ex fe fit quid p h y - infenfuTheologiao.dicit o p p o ­
Ctim , peccatum non eft qui d fitionem moralam cum poe ia:.-
p l i y fi c um, fed morale : e rgo, Ergo. Mai. doccrur a D. Tho«
•ftefp. dlft. mai. Phyiica T h e o - ma.Min. conilat: Nam dem eri-
l o g i c a , n e g o mai. Phiiofophica* turti, 81 pcE4ia depenJentä pac»
iO'-'C. mai. &- min. & ita dift. to cxtrinfeco , Si. ordinationft
conf. Op^f.fitio phyfica p h i lo - divina, qua D .us libere ftatuie
f o p h l a i ciVintcc extrema p h y ­ demerito p c c ia m , & merit<>
iica. Ti ie ol og ic a aiuem· inter pratmium poteÜ ucrumque
extrema ex fe, ab iutrrnfeco, 8c fufpcidere. Qnod de(ignat:eifdi
ex natnra fua m c o mp a t i b i l i a , oopolitionem moralem, 8i nori
quin i nco mp nt ibi l it as oriatur plv/ficam; cujus extrema necef«·
c-x aliqucv paf to. Gumque g r a ­ fariö fe expellurm
t i a , & pecc^-tum mortale fine 12. Rsfpi dift; mai. V t de*
hoc· m odo incompacibil iai ideo meritum folum , nego mai. Et
•gratia d i a t oppofitionem phy ctiam ex-natura rei, cone.ma;;
ficam T h o l o g i c a m cum pecca- &.-min. & ncgoconf. Peccatur».
co inor>ali i continet· non ciTs utiqae habet duplicern oppofi»
TRACTATVS O c ta b v s ; ^ ft
tlonefti cum gratia. P iia u m ex gratia habituales ntfwrcupituc
fe, & c x natura iei. Secundanv in eodem fubje&Ojac peccatum
cx difpofitlone Dei, qui decre- mortale: Ergo. Piob.m in .G ian
vic aufcrre gratianv, propter tía habítuális rccipitur in ani.W
demeritum pcccati.Et licet h sc majfed peccatummortate reci-
oppofitio lit r a o r a i i s i l i a in. p it ur in volúntate ¡Ergo. Refp .
ft'afu thcologico efl; p h y ik a . dift.min.Recipitur im m ediate,
Vnde ii Deus non ftatuifltt ta- conc.min. Mediate,, nego min.
1 cm pceaam.», peccaxum adhuc & fimiliter d ilh c o n f. V te n im
ratione prim * oppoficionis duse fotmar mutuo fe expellant,'
expelteret g r a tia m : nam ut d i- máxime ratione incornpatibi-
c e m n s,. n«c d i potentia D ei l-itatis,opus non eft,quod r e c i-
abfoluta poteft. compati cum· piantur immediate in codem
ilia. Nunc autem tali duplici fu b jt& o . Sufiicitnamquc,quod
titulo expcllic cam : ficque recipiantur inedíare , vcl una
fubiiftit talis oppofitio theolo- im m e d ia te , & alia mediate?
gica. C'onftar enim, poffe me- o a m o b co n n cx io n c in ,& im m e -
tcri, vel dcmereri,.quod:aliun­ diationetn fnbic&i medíati, 3c
de cfldebitum alicui.Siquidem imroediatij.non compatiuntup
Chfithis D oniibusper primum in illis formas oppoiitae > ncc
a&uni liberum, cum cflct v a lo - una forma r t d if i c a t , vcl deotv
tis fimpliciter in fin iti, mcruic dinat fubie&um imntediatum,'
hoftram redemptionem ; & per quin r t d i f i c c t , vcl deordinet
fubfcquenccs meruit illam ·, ut mediatmn. Cumqué peccatum·
iiovo titulo nobis conferenda. mortale, tecep.tum immediate
lit aftusrem ifsi cha-ricatis me- in voluntare,rcc/piatur m edia­
rentur aumentum charicatis; te in anima., in qua gratia h a ­
quod.a&us ferventiores mer«n- bituales immediacy recipirur.:·
tu r n o v o ritu lo ju td o c e tlllu ft. i d e ó Inec cx.ft^.abínsrinfccojSc»
C o d o y , T r a d , de Gharir. & e x natura fuá eft cxpulíiva i l -
plurescirati a M. Prado,Tra&. l i ñ s , & mutuo'fe cxpciluiKí &
dc Peemc.q.87.dub.2·#. 2. & S.- r im ittit illud, fine.pa£to,Se fa—
Vinccnt.. Eer. Serai. I . . & 4. voré extrinfeco condonados· is*
Septuag. De?.
J3· Arg. *. Fórma e x fe, ab· 14 Cont. V t gratia e x p e l-
lhtrinfeco,& ex natura fuá e x - lat peccatum m ovtale^ on í u f -
pnlfiva alterius, debet recipi in ficíc, quod boc recipiatu» me»
codfem fubjedo 1 i c aleara ¿ fed- diate in fubis&o g ra tis .: ergo*
5* D E JVST IFIC AT IO N E IM ílJ
¿Vob. anr. Ex e->, quod r c c ip u ré cxigentiam iilius. Si cut pro
.tur aitdiacc jn luuie&a g r a tis duóta eflenria , non impedirec
ioluiu íc quitar ; quod gracia e xigcn cian ipto ptictafis. P í o -
, expdlac jncdiatc peccatum d»£ta enim eílencia cura e x i­
moríale } fed femel admitió, gencia propríccatíi,, efll.t fi ie
quod gracia cxpellat peccatiun propr ietacc ; led nec de pafttrn-
mortale, implicar, quod íolum tia D íi abfoluta pottft eile cuín
Bisdiat.c expellat illud : ergo. pvsedicato immedia>.¿ cppoíi-
Prob* mía. Si gracia ful.utn uie- to p iopiistaci. Sicuc in rali
diace cxpellcrct peccacum mor calu üoujo eilec fine adm iraci-
ta le., puffet de potencia D ci voj non vero cum tugíbili, auc
abíoluca compact cum illo;icd alio p i x .li c a t o , ita e i oppofi-
non porLÍl: ergo. Prob. mui. Si .tOj Se repagnanev. Ec ratio eft;
• gratia folian mediate expelle- natn implicat exigere pof^irive
íet. pec^acum mortale , illud unum prsdicacu u , & habere
; «xpellerec media charirare jfed repugnaos. Cumqué ptccacnna
Deus de potencia .abfoluca po- mortale fit immediate oppofi-
5te.lt feparare charicacem ¿ g r a ­ tum , & repugnans chavitatis
c i a : ergo. Mai. cít cerca :.Natn ideö licec DvUs producens g ra ­
gracia , exiítens in anima, e x - t i a m , fufpenderec p io d u ftio -
pcliéret ptecatum , media cha- nem chiricacis ; cum gratia
ritate .exiilen.ee iq volúntate, exigerct j l l a m , efllc line chari-
jqu.a: u cra ftat oninem volunta- .ta,te,' non ta m e axu m peccato
rietaccm pcccati. Mía. patet: mortali.
Cum chantas íit propriecas 1 6 Cont. Licet gratia exi-
g ia c i* ; & D¿us poceft de p o ­ ;gat charitatem , fi Je potencia.
tencia abfolura feparare pro- Dei abfoluta potcft effe i n c
pi ¡ c u te s ab cffjntia: tu tenet ■charitate, & fi non fine exigen··
epú no probabiiis Thomifta- tia illius', poceftelie cum pec-
rum. cato m o r t a li : ergo. Prob, antv
1 5 R-fp. dift. rain. Chati« C a m exigencia u u u s p s d i c a -
tar¿m folum , cocic. min. Ec ti: cohafret oppoiicum ; .ergo,
e xige'i'iam charítatís , negó p . ob. anr. A .pa exigit f r l g i d t -
oii:i. di c m f . Iuxra opinionetn tatem ; fed cuín tali exigencia
prjedi<ä.un , admiteímus : pofle cohaeret ia aqua calor ., qui tft
:pvo.iu-cre gratiam.·, & oppoiitus frigidirari : ergo..
t p.'.'úi'&irmem c!ia- R ;fp . dift. tnii'. Vc Proprieta-
ritát.isj nequic carnea’impedi­ ttu ij n«go mai V.·- a c cid to s
TRACTATVS OCTABVS,
jfuintuirt pt*dicabile»conc.raai Pro.v. 24. v. Q uod intelli-
$ímin. & ica dift, conf. Cuia g itu rd é cafa venia'lium, in fea
exigencia vtiqué p ia d ic a ti, fu compofito íuftitia?,S¿ grarisc.
quod fítaccidensquititumprar- N ec terilictitur per Condona·
dicabile > cohscret in fubieéto tionem excrinfecam Deijprop-.
oppofitum. "Setus » fi fie pro- ter difta.-
priuín in quarto moda ; nam, 18 Forma igitur, feu ratit»:
illud pntcft adcíTe , & abelTe formalis expulfivav&remifsivia
fub i e á o , abfque jllius corrup- , peccati venialis cft a d n sp e rfe -
tionc·, non tarnen hoc;, aut fa l- t ,us c o nt ri t i o n i s , d i 11 ¿i io n i s
t-im e x ig e n tit huius, Cumqué D c i fuper omnía.'Coiiftjt i n D .
c h a m a s fie proprieras in quar­ Thoma 3. p. q. 87. art. 2. ad j .
t o tirod’o g r a t i s , & fiig íd icas afferente: Ä d iollindain niaculant
accideos qointum prxdicabile venialis peccati ¡ rcqai ri far aliquií
aqua: i ideó inhaccohaeret ira GÍtm proctdens fue gratia. Et i 11 4*:
ca á ; oppofituünon tamen cum dirt, l ó . q , 2 .art .a.Quapftkinc¿
iLU pcccatuin m o rta le , i . ait: Etidebpeeccilum veníale fi-'
17· Inquires : Quae fit ra tio tie contritiene non rem itiitut. Et¡
fotmalis expulfiva peccati v e - r a tio eft: Nam forma expulíiva
nialh? Difficultas· ha:c non e/l & remifsiva pecCati eft illa*
levis. P'. O vied o a í t : fine d i v i ­ qua privat macula p eccati; fed
na áftione decidí non poífc.M. macula peccati venialis p r i v a t
Ferre a ífe vit: de hacqusftiope anímam , & voluntaren! perfo-
melius addifcerein » quam d o - ¿tio n e, & fervore a£us c o n tu -
cercnr. De illa age mus Traft» tionis, & díltétionis Dei fupcc-
t o . q. 2* art, 5. N o to : quod onmia: ergo. Mai. confia: e x
peccatum veníale h3bicuale tft d:£i. Minorem cucet A:¡g.M¿g„
macula relifta in anirn.a ex a&u loe. c i r..
peCcati venialis,. , Qua:, non 19 Arg. i. Pcccara venia*
afere carent.iam gratia; , imb •lia-non·auferuntur per diie¿tio-
ccvmparit.ur. cjim g ra tia :.fed. ca- n-m D c i ’fuper orjnia:ergo non
Tentiam cuiufdam nitorjs.·*. & eft forma expnifiva, nec rem if-
fe tv o ris sfiiuim. voluntatis.. íiva üloruni. Prob. arc. Gum
N e c ave rtit.fe d divcr.trt ¿ D eo d iltítio n e D c i ¡«per on»nia
V n d e r o n rerafttitur fo r m a li­ compatiuntur aliqua veniaUa?
ter per g r a tu tn , .fiquiaein ergo. R típ. dift. ar.v. V cníalia,
compatítur cum i!la:<nani Sep- qtiarnón retractar , conc. anc.
líe fin d ie «tdit Jvf l uf > ut dicicur Qna? retvadat , negó ant. Si fi-
H 1 mí«
¿b D E ' J V S T IH C A T I O N E IMPlj.
m ilíter díft. conf. Per quemli- 21 C o n t. D ile& to D e i nod
b ct en ¡reí aélum dileftiohis difplicet de uno vcuiali , p r*
D e i fupcr omnía non remittun- a lio : ctgo. pteb. ant. D ifp li-
tur cunda pcccaca venía! i a , íi- centia p eccati nun eft fi'>e d o -
cuc nec p ;r quemlibec a d u m tore , & pesnitentia ; fed dile-
coatricioais; fed folumea,qu<e d i o D ei non impottac d o l o ­
f e reum recratanftur exprefsé, rem , & poenitentiam urtius ve-
aut v i r t u a lk e r ,k a u tfi memo· nialis, pra: alio: ergo. M in do«
tí * tune o ccurretcnt, ea ex- c e t u r a D . Thoma 3. p. q. 87.
prefsé retradaret. Ec (i adus a r t . i , 1. Min. co n ftu : Siqui-
ß t calis fervoris, quod fi omnia dem d il e d i o D ei irnportac
o ccurrcrent, omuia retrada- complacentiam, d e k d a tto n e m
rcr, remiteerentur cunda. Cutn & gaudium ;nou verddifp'icen«
agiturex venulibus , itaretca- t u m , dolorem, nec pcenicctt-
ä a t i s , nullum cómpatiatur tiam. Refp. dift. mai. Sempec
din» diliedione Dei fupcr o m ­ form ali, ¿cexprcffa, nego m ai.
nia: ideo fie eft cxpulfiva,& re- Aut vircualijSc iuv Wcita,conc.
m ifsiva venialium. mai. & dift. min. Formalem,8c
10 Cont, D i l e d i o D é í non cxpicliam, conc. min. V irtu a ­
poteft retrasa re aliqua venia- lem, Sc implicicam , nego min.1
lia, ptac alijs : ergo cum omni» Sc conf. A d us formalis , & ex«
bus compatttur. Prob. ant.Non preitus d o l o r i s , & pee jitenciae .
habet maiorem oppofitionem e ftp r o u tin fe tlicitus. V irtu a ­
cum unis,quam cum alijsrergo lis, Sc impUcicus* ut contsntus
Refp. dift. ant. Secundum fe, in alio. Et liccc d ile d io D el
conc. ant. V tc ft virtualis dif- fupsr omnia non importet d o *
plicentia unius»& non alterius lo r e m , & poenitentiam fo rm a­
n e g o an t. & i t a d i f t . conf. Per- lem, Sc expreifam : Cum non fio
miflfo,quod d i l e d í o D e i fecun- huiufmodi adus; importat vir«
dum fc fumpca nou habeat ma­ tualem , 6c implicieam : cunt
iorem oppofitionetn cum uno cum , & eam c o u tin e a t: fi |ui-
vciuali, quasn cum a lio . V t t a ­ dem co m placen tia,d eled atio ^
rnen d ifp li c c t , fait im virtuali- Sc gaudium fo rm a le , & expref-
ter, <3e uno,öc non de a lio ,m a ­ fuiu , quod habet in D eo > im-
jorera oppofitionenrj habet cum p o r c a t , 8c continct v i m u l i t e r
illo . Cum quehoc fufficiat , ut difpliceutiam , dolorem,fit pee-
t e t r a d ; : , Sc remittac aliqua,& nitentia.n coium , que retar-
ben oirjai.» : ideo rctta&SX , 3c d*ii; fei votsm dil^diortis Dei}.
icrai'cric ¡¡la. Qua-
m cTA Tvs O G T A B V S. ^ <tt
^ualia fuflt venlalia. Ec cum non eliciat ante fufceptiontm
hoc fufticiac, ut h * c fit difpfi- Sacramenti, coac. min. In fui-
c e n t u unius , p r s a l i o , cum c e p t io n e % nego minor. &
iinuni , 6c nonaH ud, memorix conf. Licet pofsic quis fo U
o cean ic: idedcft. attritio n e accedere ad fufceji*
21 Arg. a. Potcft cffc c i- tionem Sacramenti; in ip fa ru­
fus,i:i quo remirtantur veoia- men fulceptione ex a r t m o nc
lia , fine c o n t m i o n e , & dite- contritus, & ellicic conrrido-
¿fcione Dei fuper omnia : ergo ncm , & . dile&ionem Dei fuper
a'äus c o n t r i c i o n i s*. & D
* rxiiī omnia : nam cum per accricio-
dilc&ionis non eft forma , ncc neiri fufficienter dilponatur ad^
ra tio formalis expulfiva , & re- eifeäuni Sacramenti, & fit effe*
m ifsiva peccati venialis. Prob, ■ftus eias auxiUum efficax ad
a n t. Cuoi quis accedic ad Sa- doUndumfic d epeccacis,& d i -
cramcntum Pee m e n t is , & Eu- ligenduiti Dcum fuper omnia;
chariiUs cum fola accritione, in ipfa fulceptione ica d olet,
rsinictuntur ci vcnialia; fedpo & d i l i g r t , & elicit aduin con-
teft contingere , quod non eli« tritionis , & prxdi&se d ije ftio ·
ciat contt itioncm, nec d ileftio n i s , -quo retmtcantur venialia:,
item D ei fuper o m n ia : ergo . ficque in tali cafu non rc -
Ma i . eft certa : cum rcc ip ia t mictuntur fine
¿r&tiani. Rcfp.dift. min. Q u o d illo*
él DE JVSTIFICATIONE IMPI].

Q U ^ S T IO TER TIA>

DE Fú RM A I VSTIFIC A N TE*

I 'yEra&o de Termino, a mfíificatíonis im


pij ó¿. d e remifsione peccati ypergimus ad"
T er rnifi ti m a d O n é m , & ad conceptual San<3 ita»
tas , prxílitum á forrmiüius.. Quare iacjuirimiis^
cám.

A R R T ICVL VS I: ílifi'cantur gratia h a b itu a l!, Se


non acta contrítrionis,.aut c h a -
m m AcTtn co n tr itio n ricatis:quem pro tune non p o f-
mi-fit forma· Iuftificans. funt elícerc > cumcareanr ufa.
rationis*.D ificultas eft in adul
Vppono 1. Quod· tis. Tliomiíta: t & mulci Je fu it*,
ex quacft.ant.fa- negatit,
tisconftat:Con* a C o n d uíio : Aflús c o n trí-
; donatioirem c x - tionis de faéfco non elt forma
trinfccahi, & ac- íuftificans. Fnndatur concUifío
ihim confririonis , & d ilc ftio - in Sac. Cone. Ti l'd. Sef. 14-cap
nisnon efle formam· iuftifican- 4. d ícente : Fu i t autém qiiovis*
tem: quia fi non feint forma re- tempore ad impettandam venicim
m ifsiva peccati , minus erunt peccatorum·. hie contritionii motus
form a re&iiicans » & renovans ntceffarius, f T i n bominc poji Bap-
aniinam. Q uod patet in D i v a tifm nm hpfo, it&demitm frxpA raf
Thoma 3, p. q. 60. art. Iuftifi- «if remifshr’ em petcatornm. Ex.
catio cnim <ft renovatio infe­ quo formatur difcurfus: 1 1 il:h -
rior an i mar, prsebens ei concep­ c a tio tft remifsio peccatorum r
tual fa n ftitatrs, & reflificans fed a£tns conrritionis non eft
p o te n tia l illius. Suppono 2. for ma r cm i fs i onis p eccato rum
quod Parvuli ia Baptifm o i u - fed preparan* , & difponens ad
TRACTATVS O C T A B V S,
remiis/ótiem: ergo non eft f o r - 4 R cfpoadebis propterea;
ja a iullificans* Prseterea ; For­ Loqui de coiHricione ¡mpsrfs-
m a ¿uíKíeaas eft forma remifsi fta. C-jnc. Loquitur de contri*
:ya.peccatL; fed a&us concricio- tione ante dcíi tita his verbis:
nis non eft forma remilsiva A .iim i dolorsv detffiitia de fccca*
p'eccatf: ergo. M ai.;patet:Cutn to coi/T/ntjjb cum ¡r o f ojito no'i fee*
iuftiiicatio lie remifsio peccati: ctodi de cjstero ; Led hoc noa -ve-
Min. conftat-.Cum fit dil'poiicio ririeaxur de fo la ¡mperfcóU.fsrd
-ad leaiii'sioaem. melius de perfe&a: ergo.Dein^
g R efpo nd ebis: quod Sac. d e : Loquitur de coötricione»
CoQciliiun non loquitur -de quovis tempore neccflaria ad
concritione perfeda > fed de temif»ionein p e c c a ti; fed hare
communi p e r f e & x , & imperfe- non eft determinate contrici®
Ü x , five c o n t ii c io n i , 8t aterí, im perfed a: ergo. Min. patet:
t i o n i : lUin loquitur d e ^ o n t r i- N a m p r x J id a non fuffictt e x ­
. tione quovis tempore necefia- tra Sacramentum: & lic e t intra
ria ad reiniisionem peccati >Sc Sacramcntum fu ffkiat, non t a ­
licet ext. aSacramcncuai fíe oc> rnen eft necefl'aria : cum pofsie
ceflaua petfe&a»fivc contrítío; elfe , & p crfed io r fit.ptrfcctv.
intra illud fufficitim p erfed a , V n d e l i q u e t : quod Sac. Cone,
. & a m i c i o . Vnde hxc erit d i f - loquitur jle conirition e in com
p o licio a d recnifsionem; Sc ilia muai: & quod de u traque v e i i -
forma rem ifiiva,eft iuftificans. ficatur, quod fit piasparatio , 8c
Veruntamen ipfa réfpoiiíio fe difpofitto ad remifiionem , 8c
impugnatj: feJam -fatótur , S a c . neutraform a iuilificans.
Concilium loqoi de contricio- ■5 Refpondcbis cum alijs:
ne ita.com m uni, duni ait: efl's In iuftificato ell; duplicem San
praepanationenn , S i difpofitio- cU tatem . Vnam phy ficam,pro­
neua ad rerntAioíiem pcccato- ven ientem á gratia habhuali»
rum.-ergo d e utraque verifica- Aliam m o ra lc u i, ab aftu con-
tui.quod ilt praspaiatioj Sc d i T— tritio m s . Vnde datur duplex
pofitio : cumfub ilia continea- iimi 1i s luft¡fica tio .V ¡i a phy iica,
t u r , & quldquid veriíu'atur de cuius fanna eft g ratia h sbirua-
' r
racione co m m un i, dvbeat v e ­ !is. Al ia moralis , cuius f >.;ina
rifican d* omnt particular!, eft a d a s co nt ri t if t nh jqu i c t i am
■Tub ea contenta : (ícqüe neutra difp j tm ad pHyliciun. H.vc a u -
erit forma renvifsiva iuiU- tem ¡ -i tei pretati o novi c o n j/ u ic
■ficans. ■- ipili C jaw ilio Síf» 6 . cap. 7. af·*
Щь D E jy S T IF IC A T IO N E
ferenti-: Ynica fom dh сл»}а ф п
7 Prob*c.onclttf,ratibüe"D¿;
п ф г л iupfi(aiiam fcilicct iujiitia Thoiux : Forma iuftificanstft*.
D e i ; Si tuxra inter pcetatiorieui, qua homo fi; iultus,non qua fa—
поя tflrt unica caufa i fed du­ citiuftum , St.exequitur iufti-·
plex } Ik tit с flee duplex iuftifi- t i a m ; fed homo ncn fit iuftus-
c a tio . conti itio ne, lic e c e a faciat iu-.
6 Dices : Loqui de fcrma ftum,&. exequatur iufiitiam:er·
phyiice iuftificante,qua; eft uni- go. L'irob. min.ex.Ang. Piaccep-
ca caufa forma lisj.nempe, g r a - core fup. iilud R o m .j. lufi!fica^-
xia. Non tamsn. excludic for.- ti-homines f t t fiitm , Jineopcrvbus
¡mani moral iter, iuftificanteny legii,ztta erit£:Iitjllji#iri yolefldu*-
Vei de iufsificationc neceifaria, fliciter accipi j fcilicct iujiitranf·
provc»ic.nte vnice a ; g ra tia . exequi er iufium fieri Primo au~-
-Non de voluntaria, piovenierw* iem modo homo jufijjiuifiir , qut:
te ab adis contritionis. Cont; ojrerj injiitix, facit: Non aufem iu—
Sac. Concilium accurate agens Jim fit aliquis , nifi.a Deo pergra·-
de iufnbcatione, & d e eius cau tiamx ergo.
fis , afsignans caufas quatuor 3 Refpondebis : Lcqui de:
generr.ui , ad il lam concurrent iuftificatione phyllca non de*
tes , non raeminijc p r z d i d x iu- m o r a t i »: qua-fie-per concritio-·
ib‘fica t i onis moral is, tyc' afsig- nem t. qua homo fit moralitérr
oac caufas i l l y i s , (ea loquens hiftus. Refponfio antera noli·
¿ e c o n tr id o n e .fe tn p e r ftatuit cohatret. d o d r in z I?. Thojnae*.
ip fa m difpofitionaia , & non qui ad R o m .4. loquens de iu­
i'c.nnara-remifsiams , & .itiftifi- ftificatione. i n o b i s aftignara,.
cationis: srgo quia non eft alia & proveniente á gratia,ait:№ec.;
ioftificatloj.ncc forma ab efi vera iuflilia de qua loquimur:
«о fU b iiita 8c proveniens a· ergo quia á. contritione non)
g r a t is babituali; Prse.terea : Si prove,nit vera iuftitia , de^qua,
aftas contritionis fc m e liu fti- loqtiamur.Et ratione iuadetur:
fscaret , talis niftiScatio non qassvis forma ii\ftificans eft ia»
foret v o la n ta ria , fed neceifa- línea fupernaturali rsdix v i r -
ria: evgo. Prob«ant. In ftatu tutum &. operationum ; fed
Jegis пагигза cum non cifent adus contiitionis in linea fu -
Sacramc4ta,non poterat homo pcrnaturali rn»n eft radix vie*
i.ufHficari lii»e co ntrid one. Nfec tutum , & operationum :.ergo.
in ftam legts gra tiitp o tcft ex­ Mai., eft certa : nam forma iu ·
tra Sacraniefttum ftifitfiins eft i a linca fupanatun
TRACTATVS O CT ABV^· 'é p
ta li principium radicate vie* tiam in anima.; « tamen nec
fupernaturalis: ik u t forma in calis u n i ó , nec, a d ío D ei eft
linca naturali eft principium forma iuftificans moral iter; n ó
radícate v i t a naturalis j qux a lia r a t io n e , nifiquia neutra
propterea in tali linea eftptin- eft principium radicale vitae
cipiutn potentiarum , & o p e ra - fupernaturalis: ergo propterea
tion um . Prob. min. A d u s c o n - nec con ttitio eft forma ira iu -
tritio n is in linea fupernatura- ftificans. Idem dicendum eft d-c
l i eft operatio: ergo. h a b itu ,& a d u charitatis.
9 R efpond ebis: Formam 1 1 O bijcies Illud Prov. io·'
phyficé iuftifkaotem eifetalem v . j 2 . Vnivcrfa delífta c fir tt Cha-
jadicetn. Non tamen iuftiiican· ritas. Et M.P. Aug. de natura.8c
tem moralicer : H sc namquc grat. cap. i4.ait;Cfas*f7d$ v t r i f -
prscise importat incom patibi- fimuy plcniftitHA , f erfcítifsima iitm
Jitatem cum peccato,quam ne­ Jlitiaeft. Et S. P. Bernard. Serm.
cesario dtcit ad us c o n tritio - 3 .d e T Ímo re De i : Pf r/e«f!4Chari tat
nis. C ont.A dus contritionis,fi­ VerfeftaeflSavñitds.Ez D .T h o m as
ne gratia , non expwUit p ecca- a . z .q.a 3 .art . i . ad 3 . c hurtat com
tum ; uc vidimus ; ergo nec ira iungitanimam Dco> iujlifticndo ip*,
iuftificat. Dcinde: Ipftificatio fam : Ergo. Rcfp. adm itto , Sc
non eft foia incompa^ibilitas explico Auth. dc iuftitia , non
ciim pcccato,nec fo la remifsio qua homo iuftus.Sc fa n d u s eft.·
p e c c a t i , fed etiam eft quxdani fed qua iuftumfacit , five de
interior animac r e n o va d o , qua executior.c iuftitix : nan*#,
homo vivic in tinea fupcrnatu- homo pet charitatcm , & a l u
r a l i , in q u a e ia t mortuus pec· opera bona fupernaturalia d if-
cato ; ergo per earn habet ho ­ ponitur ¡id iuftitiaivi , & g.ra»
m o principium radícate vira tiam:fcd nó iuíUfii:atMr,nií¡ per
fupernaturalis» quod fit radix tjratiam , qua iuOus, Sc fandus
Tiitutum » & operationum fu- fit, & conftituitur: qus* ideó eft
pernaturalium. forma iuftificans. Ita D . T h o »
io Prseterea : Ntm quo d li- mas cit.num. 7, & 1. z _ q .i o o v
bet incompatibile cum peccato art. 1.. ad 1. Similiter expon:-
eft forma iuftificans,adhuc mo tur illud Danrel. 4. v. z^.Peccct-
val iter : Nam unio g r a t is cum tA tua ehemofynis redime. Et ad
anima eft incom pacibiliscum Rom. $. v. z8. A rbitrM iur ertim
peccato Rjotrali : & íimiliter iuftijicari hominem per fidcm.Vrb-
.¿ d io , qua Dcus producir g ra - deSac. Conc. TridcntinumSeC»
* ’ £
DE IV S T IF IC A T IO N E tMPIJ.
' **
íí.cap. í . aít : Pf rpefuus Eccteftx cuto" Anima corporis j fed anífllf
C« ihsÜc.t fcnf't s temtit , u t fc ilk e t, eft pdncipiimi vira; naturatis
fcr-jidcm iäc'ö iujiißcari die Amur, cor(}orii: ergo. Rtfp. adrriittö,
■qui.i jides cjt human £ falutis ini- Se explico Auch. Vbi S. D j & o r
tium t O ' r.'dix grants iujlißcatio- -intclligic : Qüüd chantas eft
.mV. vita proxi iva anima: , ctim fic
ta Arg. i. AftusCharicatis h a b ía is, & priocipitim proxí*
«ft forma iuftificans:ergoetiam mum opeiationum; non ramcS
a¿tus coemitionis. Piob. änt. radicalis:qiulis d^bet cflVtoi>
Jik-Sac. Conc.Trid. Scf. 6 . cap. tna iuäifijans. Anima autem eft
7. dicente : Hominei iifßrßcari principium radicale V it z nacú-
'dum mérito S.i>iiiif>i/ti£ Pafitonis ralis covpotis. Q^ure Sicut t e -
•C hrißi per Spirtturfl SdriättM Chu- nec quantum ad die p incipium
rñt.is De: diffupditttr in cordibus '•vitar formalís i non vero quan­
¿Horum , qui iußißcantur : Ergo.. tum a i c í í v radicale , fivUC eft
Rcfp.adm itto, & explico Aach. anima.
tS a c .C >ncilij. Cuius fenfus eft: 14 Cont. Inxrá D. Tho··
¡Quod dam homo iuftificatur, mam , chantas eft vira ra d ica -
ei itifundkur chariras , (icut fi- lis animar in linea fapematura«·
vdci·, & ip e s ; non uc forma iu- 11í ergo. Prob. ant. V ita fnpet-
-■flificans, fed ut iuftum facicns, naturaljs unica immedtatc ani
-&.difponens ad iuftitiam, Sc mar, eft vita radicalis animarla
■gratiam. Nec lequitnr de a£fcu, linea fupernaturalí; fed chati»
,fed de habitu , & virtucc cha- tas eft vita fupernaruralis vni-
titatis: cum loquatur de infu- ta immediaté anima: : etgo.
fa ; Sc aftns charitads non fic Prob, miiv. ex S. D o l o r e ira
infufus,red ellicitus.. profequente : Sicut anima immt-
C o n t . C ’u r i t a s i nfun- díate Hftiturccrpori, ita cha rifas
dicur ut f or ma iuftifican«; er go animt; ergo. Refp. admitto, Ä
f a l t i m h a b i t a s cha ri tat is eric explico Auth. Cuius fenftiS hon
f o r m a iuftificans. Prob. a nt . eft : quod inter charitatem ,Se
Pi incipium v i c s fupernaturalis animam non mediet gratia iu*
•eft f o r m i iiiftificáns; fed chari- ftifik.ans;fed quod chai icas non
■fas infuadicur ut pvincipiiim eft feparata ab anima, fed quid
Vicae fiipernattiralisrergo.Prob. creatum animar inharensíoccft
m i n . ex D. T h o m a 2. 2. q. 2$. refolucio afticulj. Conftat ex
arr. ». ad i . íca afferente: For- arguntiento fecunda i l l i u s : I n ­
n u liie r Charitas cji vita a r tm js ß - cendie aamqué , quod D n^-eft
tractatvs: o ctabvs,
*jp{ii C h a r ita s » & ipfe eft vica £to, co n c.m ín . Perfe&o »nc&a*
animae. A d quod d ic it : quod. o iiQ .& c o n f. Cum eoim in in -
D eu scft ef&£tiv£ v ita animat,, ftanti , in quo homo elicic
fed charitas eft form aliter j & a&um contritionisr infundatur
ica eft donum creatum diftin-. ei g r a d a ,. cune ea conftituitut
¿turn a D ; o , inhaerens animar, dignus amore perfeSo Deis
fed non niii media gratia.Vnde nam ratione contricionis fow
•j. 2. q. n o ’ art. 4. ad t. ait: lum poteft efle dignus amoro
SJcut ab cffentia animx efflmnt imperfc&i>..Cumqu.e forma fatv
rius potentii,qu£ fm t Ofer urn prin ¿iificans , & iuftificans confti-
ctpia·., ita etiam ab ipfa gratia ef. tuat homiosm. dignum amore
flaunt virtutes in potentias a>iir»£. peife£to D eí : nam hoc aroors
Et j . p. q. 7. art. 2. aiTerit : S*- eft dignus iuftus , & fanótust
c i t t i a refpicit effentiam anima, ideó aótus eontritiónis non cfb
it,a vitt№i refpicit potentiam eins, forma fanftificans , nec iuftiíi-
Vnie oportet t qttodficut potenti* cans íUam. V i d e q . 2. art. 4.'
&nim& derivantttr ab eius ejfentia, arg. 3.
iia virtutes fint qu^am derivation. 16 G o nt. A£tuscontritío»
»esgratim . nis ratione fui conftituít h o -
.15 A rg. 2. Form a fanöificans iíiinem dignufn amore perfefta·
hominem, eft iuftiiicans hom i- Dei: ergOi Piob .a n t. A&us coi*
nem ;,fed aftus contritionis eft fticuens houiincnT'amicumDei».
forma fan£tificans hominem: conftituir hominem dignuirr·
e rg o .,Prob. m in .Forma confti- amore p tife & o Dei ; fed 2&US-·
twe is hominem dignum am ore contticionis conftituic h o a ii-
%.*i, e(t fan&ificans hominem, nem amícum Dei : ergo. M aí.
fed ¿xäfiscötritionis conftiruic paree : nam amor a m ic it is e fe
hominem digmiin amore D ei; n'.uruus>& pcrfe&us. Piob.miri,.
ergo. Mai. pat.ee ; Nam dignus Aftus oppofitús peccaminofus*·,
am ore D e i, fandtus eft. Min. quem a¿tus contritionis retra-
conftat ex iilo Prov. 8. v. 17, ¿ U t , conftituit bouiinem in í-
Ego diligentfs me diligo. E t cum m icum D ei : ergo. P^ob. conf-
homo s&y contricioois diligat Afius oppoíiti deber.t balx.r©·
Deuni, eo eil dignns,uc d iiig a - eífi ¿ius oppofitos·; fe el; ergo..
tur ab illo. Rcfp. dift. m in; 1 7 Ref. dift. ma i. i r a n í
A&us contritionis ratione g ra ­ unusreparec f or ma l it e r q u i d -
tia :, conc. inio. Ratione fui quid dtftfiiir alins , neg.o m a i . .
jfcbdiftingo: Amore imp.eife- V t f altc m di fpo na t r e p a r a i i o -
I-i RCiJlv
Ä? ^ DE JVSTIFICATIO N E TMPIJ.
Pctn, con:. maf. & min. & nc> quod aftus peccimínoíus eit
jgo con(. Cum cnii»amplius rc - a v c r f io a D co , &converito a d
quiratur ad rcparandmn, quam creaturam; fed a ft us contrition
ad deftruendum , li>ec aftus nis reparat formaliter taleta
pcccaniinofas ilatuat in im ic t' avetfioncd) * convetfi jnemi
tiam intet Deum, & hominem, Ergo. Prob. min. Aftus co n tri«
inde non fequicur,· quod aftus cioiiis eft formaliter avetfio 4
contrieionis , illi oppofuus, creatura,& conveifio adDcum :
«onftsruat amicitiain : fufficic. Ecgo. Rcfp. dift.ant. Per mudu
namque, quod ad illa m d ifp o - operationis,coiic.anr. Per m o -
nac. Cumque de fa fto difponac duni radicis, nego ant. Scconf,
amicitiam:nam d ifp ouirad Aftus enim pecc'aminofus nedu
gratiam,amicitia:n coafticuen- eft opcracio , fed etiam rad ix
tcm : ideo non conftituit f o r ­ omnium malorum ; coin non
m aliter hominem amicum fup;r>nat aliam form a, qua: fic
D e i. O n f t a c aucem,quod ctfe— radix il1r»rum:ficque ipfe fonna
ß us dcft uftusab uno, mulco- liter deftruit omnia bo-ta.Aftus
tics non reparetur fo rn u litc r autem conti itionis c li it a ope­
á fuo oppofito. Siquidem odiú ra tiv bona , fed non eft radix
D ci offiodic offeufa infinita bonorum : cum fupponat gra«.
Diiumi & amor D c i , iHi oppo- tiam habencem talem concep-
íicus, non (a'tisfacit «qualitec tum radicis. Vnde non ipfe,fcd
pro offenfa infinita. Aftus pec- gratia eft radix talis avetiionis .
canainofus deftruit filiationem a c r c a t u r a , & converfiom sad
adopcivam D e i , & gratiam ha- D eum ,& omnium bonorum : Sc
b ltu alem ; & aftus charita.tis, propterca non ipie , fed giatiai
ci opofuus , non conftituit fi- tea reparat damna peccati.
Ijum adoptivum Dei, nec intro
ducit formaliter gratiam in A R T iC V IV S II.
anima. Ec furnma frigidicas
poceft hominem privare vita j . VTRVM ACW S CONTRITT0 N H
& fummus.calor non poceft re­ fop jt de fatentict Dei abfoluta tfji
vocare illum ad vitarn. formt pofittivi jußißcanf.
»8 Cont. Aftus contrieionis
poteft reparare formalicer quid i. Onclufio: Aftus contriv
quid dcltruic aftus peccamino- V»-/ cionis nec de pocentia
fus; ergr». Prob. ant. T o ta de- D : i aololuca poteft efle forma
ftrwftio p^ccati otitut ex eo, ¿.ofiicive julliftcans. Ita c o m -
^ tS Á C T A T V s ö c t a b V s ; et
mtinrter Thömift** Prob, con* berec vircutem jufti'fícandt,gra·
«luf.racionc: Si aftus contritio- tía non impediret jutlificatio-
ßi s pofiet d e potentiaDei abfo- niem e ju s : ergo de fafto juftifi-
Juta effe forma püfsitive ju fti- catct. Proliant. Vna forma n®
ficans ( de fafto etfet; fed de impedir cffeftumfoimalem a l·
fa & o non cß: Ergo. Prob.m ai; Cerius, nifí expeliendo eam i
Form a,qux ex fc habet virtuce fubjefto,aut im ped íend ointio-
communicandi fubjeito alique duftionem ejus in illo;fcd g ra ­
effeftam fo rm alem , fi commix«' tia (ion expe!tit.f nec impedic
nicetur fubje&o capaci,de fac­ aftum contrittonis: Ergo. Mai.
to com municat ei talem effec- patee : Si: enitn una form a
; fed ü a&as contritionts fubftantialis impedic effcftutn
p o jk c de potential D ei abfohi- formalem alter i us , ícientia
tft dL· forma p o fs itiv e juftifi- effc&uni ertoris» ficpcccatmn
cans , ex fc haberet virtucen» effcftum gratiae. Min. conftat:
communicandi ralem effect um Nam gracia cohocret optim é
a n im x , cui , ut°capaci illius, a »m a & j contritionis.
com minicaret de fiifto : Ergo. j . Illuftratur: Si aftas co n ·
Mai. p a t e t : Nam cflfo&us for* tritionis Waberet virtutem juf«·
•malis fo rm s eft ipfa form a tificandijfanft itas ab iilo p ro -
communicata. vcoicns eíf.-t dive-rfx fpsciei á
z. Refpondcbis i . Q uod fanftitate provenience á g ra tia
aftus contritionis ex fe habec habicuaii , & nullam haberec '
virtuten» juftificandij& de fa c ­ oppodtionem cum ilUjfcd d u *
t o non jiäftificac, quia fuppontc fanfticates diverfx fpeciei,nu *
c & ft u m formalem juftificatio- Ham hibentes op p o íkio n em ,
nis prsefticum i gratia. Si cut non fe iiíipediunt,& p >flant cífc
fecunda demonftratio cd p ro - íinu! in codem fubjcfto : Ergo
duftiva habitus;qüem de fafto aftas contritionis de faft >juf-
non producit , quia fupponic tificarec , & fanftificaret', ficuc
produft um a prima. Ec iieue gracia. M-ii. eft certa : Na·!»
prodaceret i 1him,fi non fuppO'- fin ftita s proveniens á gracia
oeret prod«ftum;ita a&us con­ habitual! eft phyfi^permanés»
tr itio n 's juftificaret animam, habituaiis, per modum naturse,
fi non fupponeret gratia juflifi- radicis , & princípijs n d ic a U s
catam ; ut poteft evenire de operationum fupernacuraliuiní
j'oeentia Dei abfoluta. C o n t. proveniens autem ab afta con-«
&i a&us contritionis cx f e l u - tritionis cfftt mor&lisjaftnaiis»
70' DE JUSTIFICATION S IMPIj.
& per modura .operationis,. fanitificandi , quia fupponic
Mia. patet : Ec pjoptcrea ia c£fe&t>m juftificationis,& ian dv
C hiifto Domino fuat iunul ficationis p tx ftk u m , & prseoc-
fanftitas fubftantialis Yerbi. cupatum a gratia, habitually
D i v i n i , & accidental!« g r a t is fed ilium non fupponeret ¿fed.
habi tual is . potius aftus contritionis p r x f-
4. Rcfpondcbis:Q«od cum taret talem eifedum,& przocu-.
fa i& ita s phyiica, proveniens a paret eumrefpeftu g r a tis ha-
gratia , fit perfeftior fanfHtatc bitualis: E rgo.Prob.m io. Cutn.
m o r a l i , provenience ab afitu du* caufapoflunt pixftare eun-
contritionis , foperftucret hasff dem cift&um »quaintelWgicuc.
in confpccfcu ilHus.Gont.Scien· prius prxocupat aliam ,& effec-
tia beara eft perfc&ior fcientia tum * ipfumquc prasftat . fed!
iftfnfa ; fed in Anima Chrifti, & aftus contritionis intelligitut
io beaus func fiinul fcicntia prius , qu^m gratia habituális:.
beara,& infufa: quia licet cog- E rgo,Prob.min. Ehfpofitio in»
nofcanc idem obje&utn, a ttin - telligiruc ptius, quám formaj.
gunt Ilivid fub diverfa ratione fed aftus contt itionis eft d if-.
form alij& modo diverfo :E tgo poiicio ad gratiam habitualem,.
licet fancticas proveniens a gra qua; ¿(Horma: Ergo.
tta,eflet perfeibior provenience 6 Ref pondebis : Q y o d ac«-;
ab a<5tu contritionis, poterant- tus c o nt r i t i o ni s p ro ce di t eflfé-
efle fimul j quia licet fanitifi- ftiwé á g ra ti a. Et cum caufe.
carent-eamdeiii animam,diver- efiiciens fit prior c ff ft*J:g.rati*c
fo tamen modo , & tub diver fa, e r i t , & intel ii gitur prius, q u a m ;
ra tio n e . a ä u s co nt ri t io ni s. Rv(pai:ilo
5. Ec n d m 'ifn , duas fanfti- aut em non fubiiilit in o p in i o- ,
rates non poiTeeffe iimut in ani- ne afferente: quod proveni t ab-
ma, faltim n a rvra liter, ex tali: a u x i li o t ranf eunte;Nec infoo*·*
opinione fequererur : c'icien- pugnante : prove ni re a g r a t i a
tem actum contritionis juftifi- fub conceptu auxi li anti s , &
cari , & fanctilicari ab illo , & non iuflificantis: nam■intelige-
non a grasia habitualtjfed hoc r e t u r c o R t r i t i o a n t cq ua m g r a ­
non debet tii<;i:Erg<">.Prf>b.imi. t i a fub conceptu iuitiiicancis:.-
E xeo adverfarij aflcruntiactum i taque lie iuftificans. Enim v e ­
contritionis de fa & o n o a juiti- l ó fiucraqus haberet virtu'tem.
ficare, nee fanfiificare , etfiha- iuftificandi » neutra praroccu -
beat v im n e m j aft iiicandi Sc paret eife&um f or ma l em a l t e ~
T R A C T A T V s OCTAÍBVS, 71
t i u s in iaftífí ci ndó: nam eflcnt Cc formal em: q u o d illa rat i o ne
«f fedus Tpccid di vetii , & inter pocenci« obe di enti al i s > quattt
ft: non opofiti; íceffe&us ur'iús habet, poteft aliqua vituite ele
•tioa<eflec prseftitus ab alia. Si- v a r ia d eff¿ftus,qüosexíe,& e*
car propterea in Ghrifto D o ­ natura fuá non poteft produ-
mino prius ¡ncelligitur gratia cercjhaec autem non,fed foíutn
’ -tmionis, quam habicuatis>Sc i l ­ poteft produccre cft’*ftus, a<Í
la non piacoccupat cffeftum if- quos ex fe,Sí ex natura fui ha ·.
• tiu s.E t fd en tia Beata eft prior bet vírtutem. Cuius ratio cfh
quam infufa , quin prseoccupct ?[uia effícienscft exttinfeca ,
haius eflfeftum. ormalis intrinfeca ; fed aftas
7 Ad exemptuin dé facun­c o nt ri t io n is eíTct caufa f o r m a -
da demonftratiotie dicimas: lis Íuftificatioms:ergo n o n p o -
quod haec fupponit effeftum fle t i c a elevari,Mii..eft com mu
prsoccupatam á p r im a , qux itís:& propterea aqua Bapti Gni
{rroducit habicum fcientiscjqui c l e v a t u r a d c a u f a n d a m effi ci ea
'C-um fit fimpl*¿x qualicas , eft ter phyíicé g r at i am , & nequíc
eiufdem fpeciei, & eflet,ÍÍ prg* e l e v a n ad i uf ti f ic an dum. f o r ­
■duceretur i fecunda. Ádeíl m a li t er .
quoqite aliud difcr¡n>.en : nam p A rg , i . ’Forma í e h a b e o s
éemtinftracio eít caufa efficicds per modum naturae in linea f a -
•fcabitus ; qüi poteft prdduci i pernaturali, eft p of s it ivé infti-
•caufa eiufdem f p c c i c i , qualis f i c a n s ; fed a &us c o n t r i t i o n i s
e ffíC fecunda demonftratio. Ac­ poteft fe habere per mo d u m n a ­
ta s aucé contritionis eífetcau- turae in línea fupernaturali: e r ­
•fa formalis JuftiHcácíoni?;cwjus g o . Prob. mm. Prxdicatum»
«ffeftus non poteft pratftiri ab qu o d in aliqua línea i n r e l l í g i -
¿lia caafa formati,curh (íc ¡pía tur p ri m o convcnire fubi e&o,
caufa conini«:iicata:& p ro p te - & racione cuius alíae per fe fti o-
•fea non poceft non pr<eftariab nes conveni unt i l l i , fe habet
ipfavfi commünícettir. p er m o d um nature in t al í l i ­
‘ 8 Refpondebis a. Qupd li - n ea ; fed aftas c ont ri tioni s p o ­
c et aftas contritionis ex fe non t e ft in linea fupernaturali p ri ­
fiabeat virrutem iuftificandi, mó convcnire f ubi cf to e l i c i e n -
pm eft accipere vírtutem áDeo: ti illum.& rati onc eius pofíiinc
5c fie de patencia De» abfoluta alise perfeftiones fupernatura-
idftificare. Cont, Hícc eft difFe- les convcni re illi: e rgo.Mai .ef t
renciaincer eaufam cffieicatcm « r t a . Miih patee : N a m a&us
coa-
ft ^< D E J V S T in C A T lO N E IMPlJ
cont. ítiónfs p o iefte lici m edia Sens, «ft prius in CxCCUtvoof
a uxilio fapetnaíuraii.anté gra.· aftu c o !itrition is,cu m eo elicU
tíam* Aut faítim poteftproce­ tur;& noneftpriirmm p r z d k a -
deré á gratia fub conceptn.an- tum, nec natura in linea fuper-
xii ¡a n t is , qu¡ cft ante concep- naturali. Ec calor ut c fto , qu i '
tuni iuftificanris.Etdein.de m c- cft d ifp o ñ tio a d fot mam ignis*
tetur dona fiipetnaturalia, vir- in linea naturali eft prior ia
tures,beatuudinera, fcaum en- executione forma igriis, & n o a
tum gloria?. «ftprimum pridicacurrijnec na
«o. Refp. dift. maí. Quod tura ¡n tali linea.
primó ín iatcntione.conc.mai. 11 Cont. Licet a&us con»
In cxccutione,nego maú& dift. tritionis de f a d o non fíe in in»
min. In exccutione, conc. min. temione primum przdicaturo
In inrétionejnego min.Sc conf. irt linea fupernaturali , poreíV
PriíTíUm enim prxdicatura rei tífe de potencia Dei abfolutas
in fuá linea, non cft quod pri- ergo. Prob. ant. Poteft D eus
*10 in executionc eí conveni t> concurrerc ad aftum c o n o i t i o -
fed quod primó in intencione: nis,& ¡lio e licito r non conferre
nam hoc eft principalius, & gratiam habirualem ; fed tunc
propter fe;i!!ud propter aliud, a ¿tus contritionis cffet in Ínter*
& difponens ad principaliris. tione prinium prasdicaturo i a
In quo ¿undatur axioma : P ri- linea fupernatuiali.-ergo. M a ik
mum in intmtione cfl ultimar» im p a t e t : Nam £&us contritionis
txccutione.Cum qac a¿tus contri- non habet conne.xioncm eflen-
tionis in linea fupernacuralit tialem.fed'BaturaltmcHnB g ra -
folum in exccutíonc primó' gratia:fícut & q o slib e t d ifp o -
conveniant fnbje&o, illum c li- fítio cum fuá forma.Prob-min*
cienci: qoia non eft propter fe» A&us contritionis non cíTet
ftd propter gratiatn , ad quam, difpoficio ad gratiam , nec eli-
diíponir; quac primó ininten- ceretur ex intent íone granar i
tione illi convenit>cum íit pría ergo.R efp.dift.ant.Ex fine opee
cipalior,acpropter fe: id coac- ris,nego ant.Ex ¡ntentione opc
tus contn'cioois non cft pri- rantis , conc anr. & íta dift»
tnum prx&catum in linea fu» cor>f. C ontririo ex fine operis
pernaturali; nec habet ratio» eft contiderata in fe , ex fe, ex
neni naturar,nec forma?, pofsití- natura fuá ,& ab intrinfeco, Ex
v é iuftifkantis. Sicut in o p i- intentionc operands eft accep-
uioac m e m o w u auxilium t u n M.&b extrinfcco,& ex parte d ¿
cicn¡í
T R Á C T A T V S Ö CTAB VS. ; # ft
fcícntis ifläm. É t licet e x h a e ca mjfed G ex intetttion« niimc -
äftus cotictitionis pofsic in ta- rantis quarta remancrct u l p -
íi cafu non elfe difpoficio ad m a, eflet fo rm a, 8c natura nu-
g 'a c u r a , & non elici ex. inten- n ieih crg o . Mín.cft certa: Nao»
ti.mc iliius: Siqüidem intentio conílituevet numeium quater-
-Dci ceflfarcc in elicientia eins; narium, cuins forma eft quarta
non camcn ex.parce,8c fine opé» únicas. Refp. negó conf. Rae ¡o
tis : fij enim exigic difponere eft : Nam quarta imitas eft d íf -
ad gratiam , & eile proprer iU poíicio ad quintamjnon fub fo r
laoi. Cumque natura ex pat te, malicate quartas unitatis;íiqui-
& fi ie operis,cx fe,& ab incrin dem fub ea eft forma confti-
ieco debcät cffe propter fe, & tuens numerum quatetnarium;
non propter aliud , traque prí— íed inacerialitcr fumpca.Qyare
ninm prsedicatum ia fuá línea: form aliter uc quarta, cx fe non
Ideo aéius contricionís non eft cft difpoíicioj fed forma num e-
'taüs in linea fupcrnaturali.Si- ri. AtSus autenv contritionis,.
cút quia Tónfura ex fe, & ab quomodolibet fumptus,eft d i f ­
iiurinfeco eft prima difpoíitío poficio ad graríam. Vnde^ff
^ad Ordines fufcipiéndos , licet Deus non conferat gratiam,·
íquis earn reciperet'ex intenriö- itranct fme eo^uoc1. e x ig ít ; nert»
‘ nenunendi in ea ·, & no n íufci- tarnen definic tíT; qtiod cft , ñe­
picr.di Ordines, maneret in li­ que fie forma , ncc namra in l í ­
nea difpoíicionis , íc non o b ti- nea fuper natural i .
nerct rationem formae:qiiia íl- 13 Are. Aftas c o n t r i r i o -
•hid evenirec. ex intencione ope n i s p o t í f t Je p o t c n t i a D u a b -
‘rantis , non ex fine eperis. Ec foluta e ¿1c torma r c m í f c i v a
'¿alor ut o ß o maneret propre- p e c c a t ñ e r g o e i l ' p o s i t i v e i u f ts
Tea in linea difpofitíonis , &.íi •/ícans.Anr. cft p ri j b a bs l c ji c c c. á
De us fufpenderec produétío- nobis non admi ílum. Prob.
nem formas ignis. Conf. Sicuc de f< ■?:'.i f ol a :>r 1 -
la Gont. Sufffcir,q'uotl a c ­ Cia iiiíHíi;at ¡ c a f ó l a re mut ic.
tus contricionis , licet c x fe fie pe ce a ~ii 111; fe i*: erg o.K c fp. ne go-
difpofitto , ex ¡ntentione o p e - conf. Díf cri meiveft: Qh ú vc ff - j.
rancis íir prirmim praedicarum, &us iuftiíicationi.s ci’.m íTr per-
. uc in linea fnpernaíurali fit for m. unns , proveni c á c aul a per­
tna,&: natura : ergo. Prob. arit. manente , fe n o n a t ra n f e u ' i t e ,
In numero quinario quarca uni qtialis eft a f lús c c nc r i t i o : ' i f .
tas ex fe cft difpofitio ad quín- Rc m i f s i o a ut em p c c c a t i poce ÍV
?4 D E J V S T lF IC A T lG fíS IM W ^
piw venirelrranr.m cc:cuiu ira Jcm eflVform a* iü&SScitrcerti;
pam aneus uon iit. Ipfum dií f¿do Hjftiiiwj.e1de<U
14 C i a r . Eciam rcmifsio r a tu in eft in Sac.Cotvcilio T» si­
peccau c(t ttf-dus permaftensj de nd no. NuU am aliatnfo ¡m - of
fed p o u ft provenire ab a d a infer ¡oveni ip fa,po flc iüítití¿aí·
conti itioois : ergo 8c e ff;d a s r e , adhuc de potent ia Dei Jib-
iuftificationis , & li permanens •foluta , oftenfum.niaiu’ t. C^u*
fic. lJjob. n u i. T ra n fa & j ad u ft at igitur: quod fiild fir. fa r m *
contricionis., permanct j-euiifr p o K itiv c iurtiícans. E x a m in e
fio pcccasi.ergo.Refp.dift. ant. bicur tamea , u t a n ip liu s p a te -
Pcr»uncr.uc eff.dus pofsicivus .fiat.
. nego ant. Nsgativus, conc.aat. % C^nclufi i : Scvla g ra til
& fimilicer dift. conf. Vt enim habitual is eft forma pof^kivé
permaneat, 2c confervetur eif*. iufti’ficaiis. Satis couftat tx an«·
Ä u s pofiirivusj rcijuuitui cau- teccdeiuibusjex B.Aib.in j . iik
¿'aformalis permaneas:cum ¡11« 26. art. y. & e xS ac. Couc.Tii,·
lit ipfa .for naa CQtnmunicaca. .
dentine Sell. 6 cap-7, ita a>ffe*
JNon autem ut n e g ativu s: nam rente : Vrica formdU cavfa ejl no-
. fuffitic , quod f u e t i t , dum fuic flrxiufb'fic<ttio>iii , fci licet , iu)}hin
caufatus. Quare i n B a p m a t o Detroit qua if ft iujiitf t j i , fed quA
peccaote peunanet remiisio nos m(la, fcicit. exp<»>tunt
peccati originales , & non g r a ­ t>D dc gratia habituali.· V i i .
tia baptiftrulis^qua fuit remif- Art. i..a nam .i/H inc Ang.M ag,
furn : cutn fit amifta pct pccca- ad R a m .^ le d . 4. aíferít r Non
tuin adualc. Cum querem ifsio nutem ittjlus fit air q u it, nifi a De»
peccati fit effedus negativus,& per £r 4//.i>w;fed forma p o fiitiv é
juftiiüatio pofsitivusiided illa iuftificans eft, qua hotnoa D eo
& non l)ac,potcft provciiire fic iuftus fitrergo..
ab a d u c o a c m i o n i s , qui noa 3 Rcfpond;bis : Loqof de
permanct. gratia,five habitualt.fiue a At»
A R T IC V L V S III. ii.Cone.D . Thomas loquitur da
gracia infnfa; fedfola gratis
m rM S O L A G R A T IA H 4 - habitualis eft infufa:ergo.Min*
btiualü fit forma pej'ijtivi faßt patet:Nam aduaU sfsepc eft e ll
fiatnt. cica ab ipfo iufto.Prob.mai.ex.
A ig.Dodove q.i8, de vcrit»arc
i ^ T / l l u s Catholicorum nc- 8. vbi loquensde co^yccirrcncU
J l S gat: G ratiaai h a b id u - iius ad iullificatioocjn , in quits
fH -
. TRACTATVS O C T A B V S. # ft
fth m m btdíne *atu*x eji Jnfují o h ib icja le u i á luftitía ,fcd ú u -
g M f/ccrg o . d x q u a cc ,& parnés divevfa mu«
. 4 Piob. concluf. ratione: neta ciofdcm forma?,fecimdurrt
F jn n a p o s i t i v e iullificans fe conception cffcnti*, & natura;.
h ib e t per {nodumnataraei» l i ­ Vc enim tneft a o ú n x , cft g t * -
nea fuper natural i,& radix o m ­ tia , ha bet conceprum cflentiar,
nium doiiorucD,virc;tcum,& opc & conftituit an imam p a rtici*
rationuna fupernaturalin*, re- pern nacurar divinar, V t autem
novatqué genetatfter coium radicac virtutesfupem aturales
ho rníivm^iufqué.pocen tías, re & iu ftic ia ,haber conecpcum oa
£fc¡ftcans operaciones illiu-ijfed tura:,& reótt hear,potent ias.H *c
í¿ola gratis h ibitualis hatee expofitio conftat ex co n te xts
h o a e r g o , Píob. min* N a ta eft D.-Th-ojnje , ita profeqoetrt is:
priinu<n prxiicacum in Tinea Huic iijtitix dtretti, cT irttmedratb
fupcrnaturali , & .e ft formalis omfie peccattm opponrtur·, turn om-
p a rtio p a tto natnrx divrnx; nes potential anime attingcit -.gratia
<júod cónftituie. nacuram in l i ­ v t o tftin cffcntu aftii»<e.Ec ad 7-
nea fupernarurali . Exinde ra­ a it : Stc.ergo rctnifsio cnips', ut eft
dica t d on* Spiiitus S a n & i; H - effe&w formalit iujiitix, vel gratis
dcixr.SpctDíCharitatem ,& alias feqiéitur graham , crftw iiter iu -
virtuccs. Eius dire&io pertin- fiijicitio.
g it omne? potencias anímarj & 6 C ' on r. L ic et gr a ti a d l f i i n ·
cxigit operaciones re&as,ufque guatur inailaeqtiace á i u f t t t a ,
ad vííionem beatiff:ain:erg?K non eft diftir.ftio c iuf Jc m for­
■; t Arg. i. Forma pr»P>ítiv,é me four»* , & p i n e s c o nc e p t a s
riuftificans cft iuftuia i fed gra- eiTenci *, & nat ura:, fed p a n e s

j c ú habitualis non eft. iufiicia: part em ci uf dcm c o nfíari tlifti—
ergo. Pn*b. min. ex D; Thoroa f i c a m i s , ic.i ur g r a t i a itríVifíccc»
q . 18.de vet ic, art..i.ad i . aflc- . f.'d non f y' a : ergo. Pi eb. a » t „
tcfMc: Tufiificatio no/tdicitur a in- Iuftitia adx.]ti«te f umpt a eft
fiiria fegt li ; fed a wflitia, q>4t di­ conflacum ex g.ratia , & o m n i ­
et/ ¿entróle»! re&itnd¡ntm in ani­ bus vircati b its: e rg 0 .'A nt ,p a ce t :
ma, a qua paths, a gratia ht- .*»Nam iuftus ...ornatur h/s o n i n i -
fti'icatiodenomimtnr ; fed JtcflVt bt)$. RtTp.dift.anr. luftiti.v i nte
iu-btia » non ita denominare- g r a l i t e r f«mpra,coiH:,ant.FJTen
tur:i'rg ).Il:rp.adaiicov8c expli­ t i a li t e r , n eg o ant.S: e n nf . 1« fl í —
co Audi». In qua S. D c ito r non tia eJTentiaiiter f umpt a diefe
ditlio^ttk ¿ d x ^ u e c . graciaa» u d k e m omnitwu d o n o c w m f u -
K» per-
& D E T O T I H C A T I O N E IMP1J;
pcrnaturalltim , & cotius r e d i ia rtétificacioncm.’ " Caurqn-í
i i c a d o n i s inceri oi is animse.ín- g r a d a habitualts fit donum lu -
tegraU'ter a ccepta i mp or ta c periuturalc radicalc : ideo re«,
p er ícét ioncm , 6c cotnplcmen- cepta in anima » reótificat oin«
tuni calis recfcitudinis. Ec iiccc nes potencias anima;. Sicuc-
inregrali ccr ac cc pt a dí cac tale enim anima,quia cll n atu ra, Se
conflatum : íiquidctn i nt egra - radix pocentiarum,iofluic in il­
tur, co mp le ta r ,& perficitur ex las, Se in operationes earum jlta
praedickis ; Uflcntialitet fumpea gratia, quseft quaíi anima vir-
f ol um dicit radicem m e m o r a , tucuin,cum in linea fupernatu-
t a m . Ec cuín ha:c fie g r at i a ha» ra liíit natura , & radix vircu-
bt tua ¡i s: idc o hice f ol a, cum d i - tum receptarutn in potencijs,
influir in virtutes , Se rcttificac
f t i n d i o n c a T s ¡ g a a t a , c m f or ma
pofsitiv'c. iulHfi:ans. pocentias. lea 1).Tilomas q . i j ,
7 Cont. Iuftuía eífcnriali- de Veric. arr.^. ad 17. dicens:
ter fumpta dicic p.aedí&nm Sicut effentiaantmt, immvdhice/i
cor.flatuni , & non folatn gra- effendi priveipium , operationis
tiain:eig% Prcb. anc. Importar vero principium eft medianti-
re&itudricm anim x , & p o te n - bus pocendjs , i t a immediatus
tiarum eíus ; fed gracia folum eífeétus gratis: cft conferre elíc
in ip o rc a c . rctticudinem ani- fpíricuale,quod pertinct ad in-
mx:ergo.prob.min.Donum fu- formationem fubieéti , íive ad.
pe|rnaturalc folum importac iuftificacionenv impij , qu«c cft·
rcaicudincm fubie&i, in quo efF.das g ra tis operantis ; íed-
r e c ip itu r ; fed gracia folum re- cfF^ftas gradar mediantibus
cipicur ia anima : ergo. Rcfp. virturibus , & donis eft elicere
dift.mai. R ad ícate, negó mai. aftus mericotios , quodpcrtinet-
A 1iud,conc.mai.& min. & aego adgYAthun cooperantes.
conf. Licct quod'ib:t aliud do­ 8 Conc. Licec g ra d a e x í-
num fiipernatuvale rc&ificet fo ftens in anima,exinde reótificcc
lum fubicchitn proprium , in pocentias, non eft tota iufticia:
quo rccipiciir.quavc fides rec­ crgo hxc coalefcic ex a lijs.
ti ficac iutclledújííí non volun-> Prob. anc. Chancas exiftens in
tacem; donum au ten raúicalc, vol«ntate,cxinde rcítificat Po«
feccpcum in anim a,e?:inde rec­ tentias ; fed non eft tota itifti-
tificar omtics pocentias animx: tia: crgo. Mai. eft cerca : Nam
nara cum fit radix vivtucum il- cum fit regula omnium vjrtu-
las rc¿tií:can:ium,etiarn influir tu m , ea so rd in a tia Deum , uc
uttÍT
TftACTÄTVS OCTÁBVS;
tia ; hsec, & non ilia,eft Forma
tiJtimiicn fin««» j q u o d t f t regu­
lare potcotias,in qyibus virtu - pofsitive juftificans.
tes fuat; Refp.ncgo conf.Ratio 10. C ont. T alis adim plc-
eft: quia Charitas re&ificat p o ­ tio legis potcft in aliquo cafir
tencias, uc principium proxi- juftificare ut forma : Ergo non
m u n , regula virtuturo, & v i n ­ eflct fola cxecutio juftitix.Prob
culum perfeétionis. N o n . vero ant. Potcft elici medio aux:li·-*
taaqüam radix in linea fupcr- tranfeu-ite gradajfed tunc j«f-
nacu'-altjiicucgratia.Qux prop tificaretut forma : Ergo.Prob,
terea prarbet primumeife fpi ri­ min. Elidens talem adhim,
tuale anitn« » pertinens ad ip- eíTet fimplicitcr juftus; fed non
fiui Informationen!, qua: eft iu- ab alia forma jnftificance:Ergo,
llihcatio , uc aic D. Thomas: Prob» mai. EíTct dignus vita,
ficqnc fola gratia eft tota iufti - a rcen u : E- go. Prob. ant. N on
tia. eflet indignas vita ±terna:Ergo
9 ·. A r g . 2.Quili-bet a ¿his b o ­ Prob. conf. Inter elfr diguum»
nus eft forma p o f si ti ve iuftifi- & indignum vita arterna noa
cans : e rgo nou eft fola g r a t i a datar mediumjfed: Ergo.Refp.1
h i b i t u a l i s . P r ob .ant. A d i m p l e - dift. mai. Non datui: medium
t i o M i n d a t o r u m pr®cifs¿ eft negative, nego mai. P ofsitive,
aétiis birmsjfed eft f or ma pi>Tsi cone.mai. & min. & ntgo conf.
ti 'c in!tificarss:ergo, P r ob . m i n . Eliciens enim talem a ctu m
Iuft ficac clicicnrem i llam:ergo adimpletionis legis, fine gracia
Prob. anr. ex Ang. Dock. 1.2, habituali, non diet dignus p o -
q. i >0.1 rr.a.ad 1.a(Tsrece : Aditn fsicivé v i t a aiterna: N i m c a r e -
pit'tro Manditonim Leéis ¡tiiam tjtiiC ret gratia pra?ftante talem d ig ­
p in t de uñibus alidrum virtuturn, nitatem. Ncc effct p o fsitive
habet rati oncm i!tfli)ic<x!tonis:ExgQ in d ig n a s : quia carcvet.pecca-
Ref p. a dmi tr o , & e xp l ic o t a l i a to , hanc indignitatem pi agen­
verba do execucione , & opera- te. Eflct tamen nondighws nega
t ione iuftitia: ; non de fornia tive . Et cum juftus p o fsitive ,
iufti’ficante .Q iiare S . D o f t o r it a debeat cfle digmis pofsitive v i­
prí ífeqnitur : Obfcrvatio enim ta arterna: Ideo talis adus
fy.tceptOY’tm wcierjs Levis iufiißca non juftifkaicc pofsitive
lió nomin-itur.fecundar» Mud Pfal- ut forma,
mí J 18. lujiiric-itiones tucts cufio-
Cu: « autemhasc o b f e r v a - 0 % ■■0 H 0 H
ti>j 7 ut j u f t a , non fiat fine g r a ­
ÁR-
i% DE lV^TUiCATIONE IMPÍJ;
m i coaftitttcns fttiutfi adoptí**
A R T lC V L V S IV . T«mO¿i* P.Lcfmswauic oppo*.
íitam. Ratio c f t ; na en f jr m a
rfry.'A GR/ífíA KñUTVA* conftitaetvs filium adppcivuvi»
iisfeijifa có»(lint<it jilittm tdop- Dc-i, eft terminus geacrationis
tivum D fi. fptdtualis i fed deitas fie unit*
non eft terminus geoeratioais
t . O V p p o o o ?>.Quo<J c&mho- fpiiirualis : Ergo. Mtt». patct:
- ido jaftifieatur, confti- Cumíic excrintece tmica ani­
tuícur filius adoptivos DeiV m a ; cui calis terminus unicur
C o n ftit q .K a t M .im n i.i.e x d i* iricrinfecé* ATiquí affirmanct
étis curo Conc.T i id .SeíT.ó.cap, quod habicuscharitatís eft ta ­
4. Adoprió antem icadeferibi- las forma. Ali> dicuntiquod eft
í?jr : Gratuita affurrtptio prrfar/ít paólum^&ordinatio D e ie x tc ia
¡txtranc* ¿id kceteaitatem. Vnde feca» fuperaddita gracia. T h o -
adoptandus in filium , debet miffa?»& piares alij : quod eft
ifíe extraneus adoptanci, ex fe fo U gtacia habitualis».
non habens jus a i hofcTedita- 5. Conclufio : S >U gratia
tem, ad quam aíTumitur, Quat habicualis efe forma cbnftitués
¿ffonípcio debet non eífc alijs fiíium adopcivum D ei.Prob. 1 -
»nulís debita» fed ó m n in a g ra - concluf.ratíone: Forma conlH—
tío fa .É c debet intérvenire irm- tuens 61 i tint adoptivum D . i
tttiis confenfas adoptantis , Sí cft» per qctam hom oregen era-
« d o p t a t i, íi tfte (ic Dominus tur ínéfíe fpirieoali ,fi£ firpa»ti-
ftii jnris. : alioquiu éxigítur ccps naturar divida·, fed h*c eft
*onfenfus tutoris cjiis. Sicut f i l a gracia hibitualis : Ergo„-
4 lite m til iatio natoralis funda- Mai. patee : Ex proporcione fi*
mentatííer fumpra dicir natu­ liacioni-s nacuraírs bominís,cu-
ra n>, per generationem accep- jus forma cft : per quam- homí»·
tam j & formal iter contlderaca geoeratür y & participar natu-
relationem *dpátrenj:fk ad op­ rám humanara. Prob. mín. ex
tiv a fonda mentaliter importar ilfo *. Pe't- i, v. 4, Maxima , c r
f i t h d a m c n t u m · & formal irer f retín fa tiokii promifa donavti : u t
ipfam reíationem- Dfffícultas fe r h tc efficia+rtrni div¡n& tonfor-
eft de forma conftkuertte ta íc fortes rahtr£. <^imd Sucr i Expo -
fúndame rmim·. íTcoreí- irtreHimintde gratia ha-
». Sappono t . Qpod deltas* biiuáíi. He ilíud expltcans A'ie--
uniea anima: juíti >noaeft for* Mag, i t i . q . i o o . a r t . j . a i n í r
TRACTATV5 OCTABVS, , If
[tennditm< tteceflhifem hujufmodi Dci fottna« qua paiticipat na-
ttiturx dkitnur tegeacrari i* filt'at turam divinara; fed illaai par­
Dei:-£rgo. ticipar gracia habituali: Etgo.
/4. R o k o ra iu n io rm a con£V Min.eftcevta : Cuín g; acia ha­
títu cis íi’ iuin a d o p tiv um D ;t, bitúa LiVfíc partid patio form a*
eik tec minus for,maVis gcnera- lis natuiat divina:, P to b.tm i.Io
tion is fpiricualis -5 fed ifte eft natural i bus cóft i cuitar «.lia-ais
•Tola gratia h a b itu a lis: E g,i. fiiiusnaturalis faima»qita p a r -
M i i .p x t e c : Sicut f^ritia coniti- ticipat naturatn patris : Ergo*
fuensfihufn natuvalein in c r e a · Prob. coaf. F ilia d o fupernacu·*
tis ,, eñ terminus generattonis ralis adopti va DjiconíHcuitur.
natura! is. P,ob.tnm. Terminus ad ü nilitudinem filiationis na
-fonnatis geaerationis fpiritua- ruralis* fed: E gou R cfponde-
lis els ·, quo .genitus fpiritaali- bis : Efl¿ difcrii»ín ^ nam in
ter vivit;fed homogenicus fpi nacuralibus, accipienti natu-
ritualiter vivic gratia h-ibitua- fana eft annexum jus ad haire*
li : Ergo. M ii.p a te t in g e n e r é dita cení patris : íicqué conftú
tio fic naturali,; Mitv. eonilat: ruicur. filius natacalis f jrma»
W itn cum vita (it ab incrinfe» qua eam participar . 'Scacci-
-in.non potcftpxov^nir-e ab or- pit. Actñpienti aucem gracias®
<linatione extrinfeca lX‘ i;nec i habitualem non cft annexum
d ivinitate extrinfecé unita ani- jus ad gloriatn , qux cft h^re-
m i ; fed á gratia habitual! in· d itas Dci,niíi accedat paótun»,
tri nfecé infortmnte am m im , & extrinfeca ordinario ipíiua»
¡fUfpondebis:? rQuoi juñas vi- Vade Cola g ra tia , Anchis > non
>it:fpir¡toaH«r chántate : fie*. conftituit filiu;ii adoptivum
*<que charitas ervt terminus gc- D t i .
nerationis fpiritiuWs. Cont. d. C >nt. tlui eft annexutn
Licet jurtus vivar fpiritualitec ius ad illa, qui-bus confequitur
-«haritate , ut principio proxi­ .hstveditas >cft artnexum jus ad
mo vitali , Qon tamcn ut ra d i- .híeredicatem ; fed gratixhab}»
-vatívfed ternainm formalts ge- :tuali eft annexutn jus ad tila,
neratioms vitalis eft.princi- quíbus c6rí.qiticur gloria: Ergp
piuro rádieale vitale ; Erg«. etiain ad gloriam.lviíKConft^p,
Äl»rj. pacet .Traft, de Generat. .N im c u i d:bentur media , eci.á
- q. i. art. 1. deb^tur fi-íis. Prob.rnín.Gloria
5. Prob. 1» conduf. Honiö confiqnitur medijs doo.is frtpec
conftituitat tiliw* adoptivus t i is , piaeciptie c b a r íu te , & lu -
miiic
fro ^ Dg ]VSTIPi< 2 A T t ö N £ IM PtJ;
mine gloriar} fed g r a tia iia'bi- m e , er ipfc-vivet fto p ie im e ;Tc3
u u l i cft anncjium jus ad ta’.ia fUius vivit perdivinitatem.Pär
d o n a :E rg o ·P .o b . m in. Lladici ttisa:C2rni:Ergo.Rcfp,adnntto>
donorum eft annexmn jus ad & exphco Sac. T e x t 0 ,11·« C ujus
dona ; fed gratia h a b m ia lis e ii /¡cut non d id * om nim odam (i-
ra d ix donorum fupernorum: m ilicudinem · , fed aliqualett>
E rg o . M ai. patet : Nanx radix pro portio nem , (lantern in hoc:
co n n c& itn r cuur rad icatis, haec q u o d ik u t E iliu s D iv in u s fo r?
ei d tbcttifj & habec jus ad ilia . m aliter v iv it per d ivin ita te m ,
Sicnc proprerca anima ra t io ­ ipfi co m m unicatam a P atrejfic
nal is hab.et jus ad inteilefturn, fufcipiens in Encha.viftia C h r if -
& voluntatem . Licet eniin ad tiim D orainum > v iv it effc& ivc
Ji'.iarionem adoptivam D e i re - v ira fp iiit u a li per d iv in ita tc m j
quiratur acceptatio D ei ad v i - fo rm a lite r aut-rm per gratiam^,
tam a:ternam, 11c bareditatem ; ei pra?fHram a Dcos
t a lis accepcatio non ell exirin·- 8. Cont. H onrovivic f o r *
-feca, fed in ctin fe ca ,& im b ib ira maliter v ita fpirituali p e r d t-
jn ipfa gratia habicuali : nam vinatem j ipfi unicam : ergo*
•voluntas confcrendi gratiam , Prob.ant.Homo non v iv it for*
eft voluntas conferer.di g lo - maliter vita fpirituali psr g r a -
riam . Sicut in form a naturali, tiatn habittuilein : Ergo. Prob*..
piaeftita filio per generatio- ant. V iv it formaliter vica fbi-
.nem ,inc!udiM ir voluntas p atris ritnali per terrainum forma­
•acceptans- ftlium adhaeredita^ lem generationis fpiritualisi
t-em. -fed gratia habicualis non 1 1
7. Arg. 1 . H o m o conintm * terminus tonnalis generati<'>-
tin lilius adoptivus D ei per d i- nis fpiritualis: Ergo.Prob.mi:*.
vin ita rcm , ipii uniram : E rgo Terminus formalis generatio-
non per ft«iam gratiam h a b i­ nis fpiiituali«: Ergo.Prob.min.
tual cm. Prob. anr. Hom o conftt- Terminus form .üis generatio­
tu itu r filius adbp&ivus D ei per nis fpiritualis debet tft- ide:n
id , quo-form aKter vivic- vita numero, vel fpeciccum pririd-
fp iritu a li r fed fo rm aliter v i­ pio t o talis generationis ; fed.
v it vica fp iritu a li per d iv in it a - gratia habirualis non cft cade
tcm , ip fiu n n a n v : Ergo. Prob. numero,nec fpe.de cum p r i r c i-
nu’n. ex illo Jo an. 6 .''.5 8 Sictti pin cjrto generationis foirirua-
mint tnt vinem Pitffr, cr itivo 11s: Ergo.M.ii.co'ifhit.· In t-ene-
frcpier Pair-ent f cr.qtii myviducut ratio.ne naturali. .Min. r s t s t :
Gum.
, T RAC TA TV S OCTABV5." . ft
C utií, gratia habitúa l i s , quia 1i gc-n t es' jfic ur D c u-s; Qn a r e G e tv»
creara » now fie ita eadem cum i . v , 26. d i x i t r Tad&'min homincm
natura divina ,.quar eft fnmcr- ád imaginera, cr jimiUtudrntm no-
pmm .quo adoptionis,& ge.nera- ftrasn. Kefp.dift. a nt . Similes in
tionifcTpiriritali'S. Rt'fp. dift. c o nc e pt u c o mm n nf , conc. ant .
mai. Idem u i ii v o í é , ntrgo mar. In f p e c i a l i .naturae divinar,nego
Analogice ,e p n c .m a i, & dill, ant.St co nf .G onc c pt us conuvui·.
min. Npneft eadem imivocé, nis natlitar d i vinae eft r aui x i n -
conc»mifl.Analpgicc,nego min. t e l l c & i o n i s , &: v o l i ti on i s. Spe- .
& conf. Ad gencraciorrem en itn cialis eft r a d i x c o n g n i t i o n i s
fpiritualem & adoptionem q u i d d r c a t i v * eflen'ti« D e i . Et
D ei fuflicit fimilitudo.analogs li ce t A n g e l í , 5: homi ne s r at io n é
termini formalis cum pj-inci- fuse naruisB fir»t>& procedant ft-
pio-qtio.Et cumhaec adfitinter miles a n á l o g i c é ' D e o in Primó j
g r a c iim habitualem , & n a t u - non tanren in fecundo in q u o
ram divinam > com ilia fit f o r ­ folutn a f s i m i ’ a n t u r . per g r a -
malis participad o iftius : idso . ria'm habrrnalemvqrur eft p a r t i ­
ilia eft terminus formalis>& ho c i pa do · nar ur s divinsr.CiimijtiB
mo media·ca formaliter v i v i t haec afsiinilatio- rcquirattlr ád
vica fpirituali; . f iliationem a d o p t i v a m D e i :
f? €ont. Similituda atrafa­ i deó r at io n c twx natura» non
ga termini formal is cum prin­ funr nl ij a d op t i vi De i , fed r a -
cipio quo generationis fpiri- tionc· gratite habirualis'. F.t l i ­
tualis,8c adoptionis , non fufii- cet homines fecund trm eííe n a ­
eic ad Jiliationem adoptivam t urals nominentur iilij De i ; iis
Deircrgo gratia h a b m ú lis jh a - refcrt D . T h o m a s 3 .p.q.32. ar t,
bens ha itc fo!anvfimilitüd inem j ; non eft in fen fir n g o r c f o , f é d
non poreft efPe ¡retminus forma in K-ta acceprione , quarcnus-
l i s illiuSiPtobiantkSi fiaffrccrct, mé ri to creation is fane crfeftus,
An gel i, 8c homines rationé fu® & c r e a t o r s De i » ha bun res a 1i —
■nat*ira?eíferit f ilijad óp ríviD ei, quaitmiimHittidJnem c ü m D s d
•fed ttoó:futit,rr¡fi per gratiam j& N e c in tali icnfu dicuntut iilij
favorewi'Dc»: ¿rgOi Prob; m ai. ad op ti v i, fed q i i n a tnr a !c s .
•A’igeti v & h o m in e s rati one foa: 10 Avg. a .Di vi ni ta is unita
na turar procedunc, & fu n t fimi- iiifto conftiruit ilium iiliiitn
Je;· analogice Deo , & narufrse adoptivturj D e r : ergo. P r o b »1
divinar": t;rgo. A'tt.Jpatct: Nam a n t . G r a t i a habit nal is cntnrnn-
groccdunc uc vrvences, & incc= nr ca tai uf to conftitnit illiTnr fi®·
DE. JVSTTFICATIONE IMPIj.
iiúm adoptivum D ei:*rgo.Pro- Refp.nego conf.EUtfp eft;:Quitf
Ijo coaf. Potentior eft 4 i vini- <lívínicas unitur Anini £ ,& Hu­
tas,quam gratia habit uaíis¿fed m anitad C h rifti P o m i n i , me­
ergo.Refp.negó conf.Ratio pa­ dia fubfiílencia Veibi D iv in ii
rce ex ípfo fundamento diffi- per modum puri te r m in i, &
culcatis; na ex quo diyinitas fíe abfqué ulla impcvftáti jnc:qua-
pocentior,folum fequitunquod propeer line illa , cairi fa-x&ifi-.
pofaít prxflare effc&ive o m - cae íubflantiaiicer. Á iimaeatif.
nía') fonnalicer äuccm foUim tem iufti non fie unitur, nec i n -
ijua non dicune iaip c rfc ftío - trinfecé accidental* rsr; fed eft
ncm. Et cum forma conftícuens in ea uc agens in paíTo , vel ut
fitíuin a d o p c iv u m D c i, im por­ ob'cd u m cn gn ltu m in co g n o f-
te c impcrfe&ionem,nempe, i n ­ cente;ut d iá a m eftTraét. i . <j-
form ational) intrinfecam a n í- 4*arr. i . 2 num. 10. Q_¡are nec
m * : ideó divinítas nequitefle piasílatei .fan&ltatem acciden-
ta lis fo r m a , fed folum poteft talem,nec unitur intrinfecé li­
eíTe gratia habitualis, cui talis li , nec conftituie fiiiationeta
im p e r fc d io c o h z re t. Ec infta- adoptivam D c i.
tur argurrtentum; Poccntior eft 11 Árg. 3. H o m o potcft
di vínicas, quim anima raciona ad op tarealium homínem in ft·
lis i fed anima ratiooalis co n - lium ,per folam acceptationem
tituic formaliter homínem: er­ ■excrinfecam , abfqué uUo dono
g o etiam d i vínicas? Mala con·»; intrinfeco : ergo Deus p o te iit
fcqn cotia. fie adoptare Viomínem, abfqué
ii Cont. D ivinítas poteftgratiahabituali.P ro b.co n f.P o -
uniri intrinfecé a n im a:: ergo centiot cft Deus aÜ adoptan-;
t x hoc non repugnat, quod fie d u m , quam homo } fed:ergo.
forma conftiuicns homincm fi- JUfp.nego co n f.R atio eft:Quia
íium adoptivum D c i.P ro b .a n t. a doptio hum ana.cft puré tffe-
Divinícas poteft fan&ificare ¿ti»a j & a d o p ta o s non produ­
accidentaliter animam; fed ad cir , fed fupponitbonitacem in
hoc rcqyiricur unió incrinfeca adóptate»,racione cuius diliglc
illias cum anima : ergo. prob, cum.ut e liga t ad haereditatem.
mai. D tvinitas fan&ificat fub- Quare calis acceptati o eft puré
ftinculit.cc Animam Chrifti extrinfeca. Adopcio autem d i­
D .Kiiini’. ergo.Pi'ob.conf.Pcrfe- vina etíam cft etf-.£tiva,8c pro­
fi'o r cft fan ¿ti tas fu b ítin tia lis, ducir in adaptato bonitatem,
.^quam a ccid e n ta lis; fed : e rgo . rationc cuius ill-im fpecialircr
. TRACTATVS OCTABVS, *3
'díljgitjqua: eft gratia habitúa- maximum : quapropteí He im -
lis. Vnde Pcus til potchtíor iti porca.t quid intrinfecum inpjas
adoptando, & acccptacio Dei dtftinato, fcilicéc gratián>¿dp-
tion eft puré extrinfcca. na fuperna,& g1orÍam,qu»m ei
13 Cont. líc c t potencia
c o n íe r c ; iq intentione eft b o ­
D e i i ti adoptando íit magna, num non squate filiation!
non producir aliquod donum adopciux j Nam prout fie eft
intrinfccüm in adóptate: etgó. com patibilis cum peccato,cum
Prob.ant. Potentia D ei in p ix - quo ifta non c o m p a tiru r, ¿5c
deftinando eft maisima ; led tune Deus non compíacet in
Deus prxdeftinat hominém, prafdcftinatOjíkut in filio adop
qum producat aliquod donum tiv o . Non aliunde, nili quia in
intrinfecum in praedeftinato: ifto , Sc non in ilio , til gratia
ergo.M ai.patet;Nam prasdefti- habitu aü s.H ín c inftatur argu -
natío efí bonum máximum, cum inentum : prsedeftinatiode f a -
fie ordinario hominis in glo- & o cómpatítur enm peccatójuc
ríam .M in.conftat: Cum pr*de- patee in Paulo nondum conver
ftioatio fitab aeternp, tutn non fb : ergo etiam filiatio adopt i^*
crant pra^kftinati, uc recipe· va?Mata confcquentia; Siinilí-
rent tale donum. Et cxiftens in icr: Prsdeftiuacús poceft efle iri
peccato, pouft tíTc praedeftina- peccato, inímicus D e i , & d ig ­
tus » & carere dono intrinfeco nus inferno: ergo etiam filias
gratuito.Refp. negó conf. D if - adoptivus Dei? Pcf&ima. Cuius
crimen eft : quia denominado r a t io eft : Q u ia filia d o adopti­
. praed'.ftíiuti eftextrinfecajpTpi va D .‘ i afore donmn ínrriofe*
veniens á decreto , quo Deus cum, & gratia m Dei j non vero
decernit altquem faVvari¿& a c - prsdtftin acio : qiiae pr^cífsc t ft
tio pardeftirutiva eft omninó deftinatío ad gioriam , & o¡d i»
inunanens. Quatc fine dono in - n a tío e x tiin fe c a adütam-
tiinfeco homo eft ab eterno 14 C o n t. Eriam ut. homo
. ita ptícdeftínatus, & in tempo- fit filias adoptivus D ti, fufíkic
re dum exiftit in. peccato. D e - d ecrecntn, quo ordinítur ad
iionfinatioautem üh*j ad opti- gra tia m , ve! ex v i cuius confe-
v i D t i eft irimnieca.» & a £ ia cuturus fit gratiam: ergo adop -
D e i adopeans cfl virtualiter t i o , & l i i i a t i o adptiva eft o r d i ­
trafíleo s, producen» grttiam nario extrinfeca proven iensá
in adopti to. E tlice t prsdeftU t a l i ordinationc. Prob. ar.r. V t
natio in executione fie bonum hom o fitpia:deftiiiatus, fufricic
§4 DE JV ST ÍFíC Á T lO ttE IMPIJ.
dccrceßiji, ex vi cuius confecu- lis przbeat l u í ad glot!altt,Vc
Stuus íic g l o r i a m : ergo. Prob. ha:riditatem, indiget pa& a, &
conf. Sicut finís piiedeLiinatio- or^inationc extrinfeca D el·:
nis cfc g lo r ia ,ita finis ad op tio ­ ergo Mai ¿ patet ex i!loRom ,& .
n s gracia; fcd:crgo.Refp.nego v* 17. Si aitiem ¡Ut), o" b&rcder,
conf. R atio cft : quia p rsd e fti- Prob. mió. Ve opera tñeritüria
«atio de prxfenti pi-h.il poni.c pracbeánt ius a.d gloria V vt c o -
inprjedefdaaco, fed eft cranf- renam ,indigene paéiro, & o r d í-
jnifsio , & ordinario ad g lo - natione cfctrinfeca D e i : · ergo,'
liam ; qua: eft mera denomina­ Ant. docetur T r a d , de mérito.
rlo cxtrinfeca proveoiens á de­ Prob.conf. Non minoietiv pro-
creto. Adoptiö autem ponit portionem habent op^ra m e­
aliquid i i l a d ó p ta lo : quia nöa ritoria cum gloria, ve corona,
fblum eft ordinatio ad gratiam qüám gracia habitual is cum
.fed ec'iam d icit a&ualem poffe- g lo ria ,vt hjereditate; fed ergo.
fioncni iliius.'CBm filius debeat 16. Refp; n¿go conf. D i f -
efTe aftuaÜcer in gratia patris, crimen eft : quia ius m eritoriü
amicus,& haercs eius. Alijs ter­ eft fídelitacisjgratitudinis, aue
mini's: Nam. denom inado prae- iuftitix. Si fíe fidelitatísj requi-
dcftinati eft.de futuro: cu ni íit, ritprom ifsioné in prsrriiante
u t confcquatur. glori.am,Deno­ in qua intervenit padum . Si
m in ad o autem filij adoptivi eft gratitudinis aut iuftiti« , e x i-
ele pr:efenti:quia patee ei p r a - git indifpenfabiÜter p a d u m :
bet eíle per generationem fpi*. nam cum opera meritoria iuf-;
ritualer». Vnde praedeftinattis torum fin f multis titulis d eb i­
eft : Coxfecuturusgloriam. Filíus ta D e o , nec ex gratítudine te - >
auce'm adoptivus Dci : -Ormtus, netur gratificare, nec ex iufti-
gratia. tia remunerare illa niíi esedac
15 Arg. 4. Ve gratia h abi- lilis tieulrs & pacifeatur pro
tu.aHs.conll.kuat fmum adoptí- eis praiftare gloríam , ut c o r o -
Tiim D ci.ind iget & o r- nam. Ip gratia autem habitúa«
diturioneextriufee^ D¿i: ergo li ius hajreditarium eft conna-
fe ib ia non eft forma coníH- turalítatis : nam cum fit radix
jrucri fiür.m ndopíivuni D c i, donorum fupernaturálium, &
Prob. ant. Forma -conftitucns femen g l o t i s , connatüraliter
fi’ Íí!t:¡ adoctívuqi D i í , prarbet exigit gloriam , quas ei ica
¡Mil i'-,5 a.i g'o; ¡aro ; ví bsccdi- debetiu.· , quin vilo indigeat
k -.í vt gratia hsbit.qa- paóro.
..· t m c t á í v s OCTABVS, ^ I5
• ¡ 5.7. :Goñt. G racia habitua- folúm ,conc.m in .& á dignitate
. li s .ex fe non pirabet ius c o n - obtinédi illá,nego min.& eoní.
naturaU-tatis a d g lo r ia r a : er­ Iicet enim exclufus ab hsredt^
g o . prob.an.ti Homirii ornato cate & dignitate obtinédi illa,
g r a t ia r habituali poteft Deus in qua -íund2tur ius hreredita-
neg'are.perpecuó gVoriam:ergo; riu m , careat in re , & in iure
Ant. p-acet: Nam inter gratiam har-reditat-e, itaqué hccc fie ne-
iva b i cuatc i« , & gl or i a m non eft gata iliij non vero exclufus ab
cfffncialis conuexio. Refp.dift. harreditate, & non a dignitate·
ant. Gloriara in re , conc. pi;sdi¿ta.Cumqué orna-tus gra­
ant.in iure, negó ant» & coní* tia habitualt gaudeat dignita­
licctenim homini ornato gra­ te obrinend: gloriam ,quc fun­
tia habituali pofsit -Deusín re dara eft in ta li gratia : ideó l i ­
noa conferre >fed negare glo- cet pofsit excludi a gloria ia
tiam:nam hz.c non debecur c f- re,non tarnen in iure: qus pro
íe n tia liter-,·.· fed connaturali.cer vtíic non eft iUi n c g a t a .I u s
ílli :. ficque Deus non eft ne- n amqu é h®rcd itar i u m fubíiít it
ceflarió obligatus ad collatio- cum exigentia cónaturalis ali-
nem e iu s ; non tatnen poteft cuius termini, fine actual i p o f -
negare ei ius hereditarium ad fefsione illius.Sicut filins nattt-
glorian» : nam iftud co m itatut ra!is ha-bet ius liaíreditarium
neceftarió gratiam, & cum hoc ad bon a patris , licet privétue
fufíkiac ád frliarionem adop. poflofsione a&uati con.!m,cnm
tivam D e i , & prseftetur á fola fola tali exigentia. Ecfi-Dous »
g ra tia liabituali ; ideó fola vtens fuá abioluta potenri-a*
conftituic ftlium adoptiva D ei. poft produ&ionen» hominis ,
< i S C o n t. Deus p o te fth o - iufpenderet reUiltaritiam p r o -
tniní ornato gratia ha-bituali prietatum eins , homo carerec
cegare gloriant in re * & in i u ­ iure fuís proprietatibus j nort
re : ergo. Prob. ant. exclufus tarnen iure habendi i l l a s : quia
ab hsreditate» in re , 3c in iurc haberet eííetuiam hominis , in
caret hsreditate : ficque hxc qua fur.datnr tale ius. Ec lapis
jiegatur illi ; fed Deus poteft i n a s r e detentas > catct i;i rc
homincm ornatú gratia habi­ centro , & non iure ad ce-ntrii:
tual! cxcludcre á g lo r ia : ergo. quia, fervat gravitatem, inona
R ’e-fp. ditt. mui. Ab.hajredirate, tale ius ·, 8c exigencia contri
&. dignitate obeinendi illam j fundar fir.
conc. mai. Be n e n a dignitate, ip C o n : . Oiiiatvis cFisria
negó m ai.&dift. min. A uloria hub i-
96 DE JVSTIHCATIDNE iMpIj;
lübiruáli ex fe no» lubct dig- jnanaiivc« Cuiuis fundamenté
nitatcin obtinendi gloiiam : fimrcur t x Ang. Piasceptorc
crgo i.a rali cafa caréret »urc 1. 2. q. n o . art. 4. ad 1.
ad tllarn. Prob. ánt. fi illam ita ¿ffcrcnc-.Sicutab ejjwtia d*»*'
hibcrcc, gratia habitualisexi- m t rffluunl dus potentit, qux funi
gerct exigencia cQJinaturaíiac* opetum frt/icipta, Ha ctirn» ai ipfit
tiv a , aut p afsivag lbriirii, f c l gratia effluunt vitiútts. Vid. art*
ncutta exigentia exigic glorías i.num . 15. 8c tffluxus (ignifi.
ergo. Prop. min. íi gratia ha- cat adivicacem Se dimana*
bituaüs a! i qua. p r í d i d a e x i­ tipneni. Qua re potent i* pro»
gencia fxigerct gloriain* natds ccdunt adive dímanativé
gratia habituali niimquam ca- ab aníma­
rerec gloria, fine miraculojfed. lo Refp. dift. tnaí.Si gra*
carerct g lo r ia , íiie.m iraculo : tía pro aliquo ftatu, negó maú
ergo. raai. c ó n fta t: n a m h o m a Proomni rta.tu , conc. mat. &
fiúqyam caret fu is propri&tx- m in .& d ift. conf. Non e x ig ir
tíbiis V&ie miraculo» quia ex»*· pro ftatu v i s , conc. conf.. Pa*
gentia connaturali a d i v a e x í- trias,negó couf.fubiedumeniít^
g it illas. Et Angelí non care- numquam.poteft, fme miracu­
búc fpcciebus uvteliigibilibüs, lo , cfi*¿ fin te o , quodpro om»-
quia exigencia cónatutali p if- iii ftatu exigic exigencia con,»
(iva e^igunt cas. Mí ti. patee : nacurali adiva V aut paCsiva-
fiqnidéro víatores iuftifunc or- vt patee exetnplis addudis. SÍ
pati gracia habituali , & fine autem e xigatillu il pro atiquo·
miraculo carent gloría. Ñ on ftatu, in eo nequir, abfqut- mi»
cft autem omnirro ftabílttum : jaculo, eífe fine illo. Poieft tas-
quo modo Uiraen gloria:» quóe- men efle ioalio ftatu ».porque*
Ucicur viílo beata , exigatur fie non exigic; ülud. Cu toqué
fipro ced ata. gratia habituali. gracia »húbícuatis. non exigat
An exígentia adiva;. itá vt d i - itá gloriam pro. omni ftatu ,
manee ab ca , vt ptoprietas i l- Becpró ftatu via:, fed pro fta-
Jfus. An p a fsiva ;. ita, vt fuppo- tit perfedo , & confumtnato
fitl produd'one gratia: exígat Patrix : ideo ornatus gracia
produci alia a d io n c ? T h e o ío - habituali miraculo»careé
g ife n tiu n t: cxtgi connátura* in ftatu via: ipfa gloria. Lumé
liter vn o ex his modis,commn- namque glor ia: non eft p ró-
nior feiuem iaThonufU rii eft ; prietas abfoluta gratii-e habi-
qtiod exigitui a d iv é , íeu d i- tual¡s,quíe convenicTubiedo
TRACTATVS OCTABVS; 87
Ip Omni fta tu } fed connotaci- mai. & mín, & negó conf. N e ­
Ta,qua: con ve nit vbi adeft con- nio cnim poceft mererí Cuas
notacumiquod adcft in patria,, propriccates, nec a liq u id c o n *
iu qúa ia m C ó n y cn it.G ra tia naturalíter exa&utn a b illo , (i
<ceoíói p ro d iverfo ftatu ra d i­ conveníante* (i pro othní ftatu
car diverfas propríetatcs. la nam tune no? cadunt füb m é­
v i l radícat fidem, & fpemjquae rito, cum femper, 5 : pro fem·
nonmanent ínPatria.Ec i a Pa­ per dcb¿antUr.Poteft cam^n, (i
tria radícatlumengloria: quod folu u conveaiant ¡n a liq u o
non eft in vía. Charitatcm au- ftitu:nanvtunc cadunt fub me·
tem vbiqué r a d íc a t: & prop- l ito í& p o flu it mererí in ftatu,
tc.cá ert trum ca in vía ·, & i n in qao non conveníunt, & non
Patria. In diverfís quoqué fub- d ebentur* ve poílea pro a lia
ie & is radícat propríetatcs d i- ftatu habeantur. Cumqué lume
ver Tas, Sicut ín homine r a d i- g lo rix non convcniat, nec d e -
*¿at abftinentiam,& cafticatcmj beatur honiini ornato g ra tia
quásnon radícat in Angelís. habitual! pro ftatu vise, fcd p a ­
Cuius ratlo eft diveríitas con- t r i e : ideo homo » eao rn atu s*
notatorum . poteft fie mereri.illnd pro ftatu
21 Cont. Gratiahabítua- Patrias. Sicut g lo ria Córporií
íís pro nullo ftatu e x ig itita Chrifti cft proptietas g !o ri*
•gíor i amargo- Prob. ant. ti pro aniin*;&iUam meruít in flatui
aliquo ftatu ira exigeret glo- viae proftatu Patrias , qu’u in
riam, lumen glorias eíTet pro - ftatu v i s ea cauvtt.
pietas illiu s , aut connatura- 2» C-ont. Si lumen g lo r i*
liter exadum ab ea;fed non eft eífet proprietas g r a tis , homo
crgo. Probo mín. nemo potcft pro nullo ftatu póflet me-
mererí Tuas propríetatcs , nec feri illud: ergo. Prob. ant. ho ­
aliquid exadum connaturalí- mo folüm pottft mereri, quod
ter ab ípfo ; íedtiomo media cft conferendum a D :o ; fcd íi
gratia'habicuali meretiir lumé lumen glorise efllt proprictás
glorias ícrg a . Mai.eft certa : 8c g ra ;ix ,n e c p ro ftitu P a tn x £0-
ideó homo non pottft mererí ret conferendum i Deo : etgo.
rifibilitatetn; nec Angelus fpe*· Mai. cft certa : natn folum po­
cíes inccnigibilcs. Mín. con- tcft inereri, quod eft in manu
ftat ex fiJe. Refp. dift. mai. Si D c i prsfniiantis. Min. patet íi
non convcniat pro omni ftatu , qmd¿m D íu s fnlüni deberet
negó mai. Si conveniac 4 conc. conferrc mpdú confununatio·
nis:
SS DE I V S c V W lé m O m i s ß n .
nis i vcl aufcrrc hnpedinTent'ü·, ■ tualern no'i eft fílfils adoptiv uff.
vt dítur calis m odas, & reftsU De i : eigo. -mai. pacetiiiafn?
Mt lumen gloría: , vt proptie- habens í:ormam , · habec cffec-*
tas gradas. Sicut ve in lapide tum formale föi-m*· miuy ecmw
refuiect motilé de o i fam ,.fuffi=- • ftat í Si quidein- Ghrirtus Do^'’
cit aufcvrc impedúnenriim de«. ni:ñus habet gratiam habítuaJ
ccnfus. Rcfp, díít. mai. C o n - k m , & non eft filius adoptivus
e.re:>dü im ih iík c , aut taorali­ D í i , fed natura!is·. -Refp. dift¿
ier, có.ic. tm i, Salú-n philicé , mai. Si capax f i t , conc. níai»
ntgó liiai. & di!l. in¡m.phfri¿¿, Sí non, negó mai. & dift. mi tu'·
conc. mía. movalirer , .negó Si fit incapax > conc. míu. Sl·
ra li. & co-if. licec cníin Dt-us- capax fie , negó min. & conf.:
dircít-i, & phificé fblúrn caufet CohaM'et na,uqué quod fubíe-
f: ¡nodúconfií ninationis gra-: élum ornatum aliqtia forma
t í * , d: anf’c rat i.mpedimenrum> íte in cap3.x efícétu inadxquato,
7 t reftvlrct Uiinct) glorice, £¿ fe- & fecundarlo forma?: & tune
qnatur vifío beata ; indire&c poteft habere formain fine illis.*
«tiam phíficé caufat lumen & Curaquc GñriíVus -Dominus
vifionem. Vtrutnqué auté cau- incapax fíliatione adoptiva.
íkt dircíte moral itcr:nain cau- De i, qmr eft e(ÍV¿his inadsqúa-
fat prímum, ve fequatur fecun- tus , & fteundarius gratiae h a -
dum. Cumqué hoc fufficiaü , vt birnalís : nam íiiius adoptivuá·
homo mer-arur fic lumen .glo­ eft per:ena extra-nea- adop*.
r ia : ideo iseretur illud. S ícw tanti , &6hriñus' notiert ex*
a-uí;rens íinpcdur.entum , vt tra;i"us Dso-Pa trí, círík Fílíus
lapís dcfccndac , vt aliqucm n at ti ra l i s i 11 i ns:í:d e ó-c t (i■
h a be at
p c r c iiíia t, eft catvfa phií«ca d í ­ grat tam ¡Kioiaiil , non eít
te «¿a aW-ationis impcdiiircnti, fil i ns· adopt i v tus'· ü c i ·: qui fqu i J
& indirccl-a pcrciifsionis : fed tamen-a 1íus i 1i:.vm- habeat erit
in efle morís efiam cPc caufa filius adoptivus ¿ius¿.·· *
directa iftius ; ideoqnc ea d e­
in ere tur. A R TIC V L V S V .
¿3. Arg. 5. Si gracia ha­
bí tnaWs cs-fctífct forma coní. rTRVVt D E P O T E N T i i Í>E7
títuens fi'ium adoptivum De i", ■abfulnta po^itf'álh form j conßi-
quifquís haberet grariam h.ibí- fr>*rr -filium. <idoft^um\X}ti¡ ·
tm1é.cíf¿.tfi!ins aJoptivtisDei; 1 /M aliqm piopugncnt*:
fed ip.ifqais habet gratianahi- s . V -J -a lU m > puetát:
■era™
' TRACTATVS O C T A B V S , '
jgratiarti habítualem , pofle de divinar Prob. etíam: fola fo r­
-potencia D e i abfoluca efle iu- ma, quae eft principiuin ra d i­
ÍHficantem ; confequenter a*f- cate vitae fpiricualis, c№limilU
ieruot, p o lk ctiam conftituere fu d o n aturs divina:: fed fola
filium adoptivuiii I X i.N o s a u - gratia habitualis eft piiricipiú
tem negantes primum T nega- radicals viia? Ipiriúialis: erg<?.
mus quoque fecundum. Quod mai. p a t e t : cum natura div ina.
eciarn negant pJutcsThotnift®, fit principuitn radicale viiae
ad m itien tes primum : vt p o - divina:, min. couftat N a m a c ­
-tcft yideri in Illuft. G o d o y , tus c h a n ta ría , $1 fio beata , Ge
toiBi 3.. in 3,, p. difp. 52. $. 9i atij aftas , funt vita á& ualis,
& 9. & in M» Ferre traft. de Luincn glorias-, & ali} habicus,
G ratia q. 10. $. id. vita prosim a. D c ita s vníta e»-
2. Contfufio: Nulla for m i , trinfecé iuftis , cottdonnatio K
prater gratiam habitualein , & acceptario extrinfeca Dei >
pot^ftadhnc de potentia Dei folum poífunt fuo modo pra>.
abfoluta tffe forma conftituens ftárs vita próx ima & scKial 5 .·
filiumadoptivum ]>ci. Prob. . 3 Prcb. 2. concluf. Filius
1·. conduf. racione : Idem eft adoptivas d e b it afsimilari in
efle fiiliunv adoptivum Dei , natura patri a d o p t a n t i ; fed
& tife fpiritualiter genitum; homo folu:n per graciatn hab i-
fed rjee de potent-iaDei abfo- tiialcm poccft-i 11 natura a fs i-
Juta pottft qurs efle fpirituali­ mifari-Dso : c r g o s ,tiUi. cft cer­
ter genitus a l i a f o r m a , qus ta : nam Hilario adoptiva im ;*
•non lic g T a t i a habituali : ergo. ta tu r naturaJcm, q u i requirit:
Prob: min. Implicac efle fpiri- tale-m fitnilinídniem» 8c c o n v o
titualiter gemtum y fine g ra ­ nícntiam in natura. Mín. c o n -
tia habituálr: ergo.! Prob anc; ftat ex di£tis : & c x D. T hom a
Efle fp.'ritná liter genitum eft t 1. p: q. 35. art. j . aíferente.
procederé fpiritua’ icer vivens A l i quorum vero efl p'Jcr feat-tda
¿ Deo vívente: in iimilicudiné fim ilitudm em gratis. Q jn clia·’*·
náturx.divinarjfsd implicar ita d h'j'jtuy fil:j--od:;pt¡vi , jrcn^dnrrt
procedure, line gratia habitr:.a- q>iod GfdirtAHhtY cd h x r e (iitafe.it
l i : ergo. Prob.-min. Sola-gra- d&ierK#gloria per mn?;y; gr*lr.c -ir»
tia habitualis eft. fiuailitudo cep fum , fccundam Ulád Ro n. 8*
naturae d iv in a r ergo, Abr. pa - Ipfó fpirihts reddit fefi-i noni.trn ,
tet arc* ant. Cum fola ilia fit <fttr,d fumttt fd ij D e i. Si ¡tulan jiiijf
j u r t i c i p a t i o iornulis t u t u r * O] hxrcd es.
M·. A-
99 D E JVSTIFICATIO N E IM P!};
4 Dices : vnus Angelus po- in adoptato gratiam habitoa«
tcit adoptare aliuin Aagoluni lern , qux eit iili realis incrin-
in íiüuui : fed non eft ci ii;nilis feca i c g o .
in nativa: n;¡m ir. fententia D . 6 C o lü g itu r z . Reprobum
Tlioni. cjiiilibíc Aogelus eft di- exiftentem in g r a t i a , i nterea,
vería: f¿)eciei,& natura:,ergo nó & pro tali tempore elle •filiuru
lequii icur íitnilicudo ¡n natura adoptivuin Dei. Nam babeos
ad filiationem adoptivam. in fe conltitutivum , habet eile
Rcfp. quod licec qnilibet An­ con Hi cut um; fed interea,& pro
gelus íic divetf« fpeciei ínfi­ cali tempore habet gratiam
ma; : v td o c e t D .T h o m a ?j 001- habitualem , qux eft conftitu-
nes func eiufdem fpeciei fubal- tiv a filij adoptivi D e i : ergo.
tern*,in qua conveniunt, enm Dices: fiilius adoptivus eft o r -
convcr.iafic ineífe -natura in- dinatus ad hxredicatc patris ;
te lle ftlv s : & harc convenícn- fed reprobusnon eft ordínacus
tia & ll n il ir u d o fufíicit ad fi- a d hsreditaem D ; i : cum fíe
íiationcm adoptivam; qua: po~ exclufusa g lo r ia ,ergo non p o -
ttft vil'; in illis , & eft in h o - teft eifc fiiius ad op tivus D e l,
niinibus tefpedu D cL Refj». quod ad filiation« ad op -
5 ■Coüigitur 1. R d a tio n é tivá m , futficic habere ius
ÜHationis a d o p tiv a Dci effe ad haereditatem , licet poftea
realet» : nam relatio filia tio - ob fui culpam amitcar h x r e d i-
nís , fundara ¡a generatione tatem , & ius. Ec cum repro ­
teali , ift rcalis j fed tela tio fi- bus, exiftens in gratia , habeae
liaciouís a d o p tiv a Deo funda- ius ad gloriam , & poft;a ob fui
tur ín generatione fpirituali culpam a m ittatg1o riam ,& ius:
reali , qua ere atura intelle&i- ideo pro tunceft fiiius a d o p ii-
va accipít gratiam habttualem vus D ei. Habet aut cm ius, non
quar conftituis filium a d o p ti- ad gloriam in re, & efficaciter
vum Dei : ergo. Roboratnr : habendam ? fed fufikientiatn
Ideó velar i o liliarionis a d o p ­ in re , & efficatiam co n d itio -
tiva; h-Jinans cíl racionis, quia natam , fub conditione , quoct
funda a» i- in accepearione e x - perfeveret in g ra tia , & niii per
trinfuca adoptarais , q iae ni 1 ipsfifteterit amittere ins. Quod
real·.: ir5tri«fi'CUi.n producir in fo ffic it, vc fit fiiius adoptivus
ad<n:i‘3t ·; fed reíatío f i u a t i o - D ei. Ve run tarnen , cum Deus
nís ¿idoprí'-ar Del fuodatur ¡11 fei at pe ccatum futurum , & in
t a ’ i gcücratíonc, qua’ producit gracia non perfeveraturum ,
poteft
TRACTATVS OCTABVS. 9t
poteft abfoluté excludere quia fi'.iatto adoptiva eft qua;-
ipfutu á g lo ria , Se repro» dam fimilitiido filiationis x-
bare. ternx; appropiiative tvibuitur
7 C o lligitur ^.Praedeftina- filio y vt e x e m p la ri: & quia
tum pro r e m p o r e q u o exiftit iolius patris cftadoptave , tri -
in peccatom ortalt non effefi- buitur Patri, vt authori& quia
lium adoptivum .D ei.N am pro a d o p tio fit per gratiam , qua:
tali tenipore carst gratia babi- t i l opus amoris- divini , attri-
tü a ü , qtiiE eft coaftitutiva fília- buitur fpenalfter Spiritui San­
tio n is adoptiva: D ei- Et p ra to »qui ell am or,
tunceft filius D iabo lt , ini- 9 Arg. Ad filiationem a d ­
micus D ci , ScVarens iure a d o ptiva Dei fufficit ius ad g lo -
gloriam : cunx fit dfgnus. peena riani,ut hiereditatem ;fed Dcus
infero i. Nec. pro tune eft d i - poteft confcrre homini ¡us ad
cendus abfoluté filios D e i : cü: gjoriai» y vt hereditateni' „
2¿tu carear forma p; sedante t a ­ line gratia habituaii- :: er­
le m deftomtnationem.- Solunt- go & a li a forma conftituere il­
m odoenim poterit denomina- ium filium adopti.vG D e iP ro b ^
ri cum addito : íecundutroerec- min. Dcus de potent ia a b fo lu -
tioncm artemam: c u in h o c íít, ta poteft iuftiftcare homincm
ab íeterno c fle c k c h im a d filia - per charifatcm 5.aut per aliud
tíonem aáoptívam D ei,& g lo - donum > fed tunc homo iuftus-
r í a m ; ad quam ita ift ekótus haberet ins ad gloriam , vt h x -
talis , & omnis prsedeftina- reditatem : ergo, mai.eft pro«
tus. babilis Rcfp»dift. min. In sfü -
8 Ex quíbus conft’a t : qirod datum in natura i i m i l i , acccp-
adoptare crearuram ra ticn a - ta per generationem fpitirtia-
Jem, Se inteíle& ivam .eft com- licm, ncgo min. lus non fic fun—
muoe tribus dívinís perfbnis.. datum , conc.m in & ita did.,
Ita Ang^ D oftor p.. q. Z3» conf. Non enim eft ids irftftui
art.x.NaroDcBS a d o p ta te r e a - lioeredem, & co*'ftitui filiCi ad-
f ura ni; ra t ion a fc m, & i nt e11e ét i - optivmn. VafaWus namque in-
vam->. cum· ei'infundí t g ra tia m ’ ftiruit Pvegem hoircdem , quin
líabitualem , fed. infundere, ei filium adoptivum·- cor.ftituar..
gratiam habitvalem· eft cenn- Imo adoptio r.on iequitur a d
mtme tribus divinis perfónis:: hcereditatem , fed hucrcditas'
cum fit operario ad extra ; c r - ad adopt'onem,Ha:c i»itur ref-
go eciaotado^wre, Eiiim yerdj. peftu Du' fuudatur in fimiJltu-
¿ i D E J V S tlíIC Á T IÓ K fE M í ? .
«line natura accepts media ge- tur harc fimilitudo ín naturS?
«erxdone Ipiricualu Et cuín t i ^ Con?;. I ic e t ad filiado^
ta lis fimilitudo ft « in íola nem adopcivam recjuitatur ta­
g ratia habicaali ita ac<:epta, lis affumptio cotnmunicativa ,
quam iuftus' l a tal'i cafu non non exigitür voluntas absolu­
accipcrct , ideo licet haberet ta , & et'ficax communicandí
calc i as , cum non e<flet in illa naturani , fed fufficit condi­
fundatuin , non cífet filius a - cionara & inefficax ; fed otdi·*
d o p t i v u s D e i. Ex quibus co n - natío Dei ad hatred icatcm ^fi­
f t a t : quod onmis filias eft hie­ né gratia h a b itu a ii, iatri in«
r e s : fed non omnis h ite s eft cludic.hanc voluntatera:ergo*
filiu s: cum poTsit inftitui hat- Mai. patet ex ^definítíone a-
res , & non conftitui filius« doptionis ; & quía eíl impof-·
io Conc. Ad filíarionetnfibíle , quod vnus alicer com-
adopdvuain ¿von requirítur fi­ municet alteri fuamnaturam.
militudo ín natura : ergo eo Refp. dift. mai.Adopt ivam d i-
Ipfo , quod homo fine g ratia vinam , negó mai. Humanam,
habituaii , habeatius-ad g lo ­ conc, mai.& min.& negr» conf.
ria m , vt hícreditatem , licet Filiado enim adoptiva huma­
non ita fundatum , eric filius na ftat cum volúntate eondi-
adoptivus D d . Prob. ant. fi­ tíonata, & inefficaci adoptan-
l i a d o adoptiva eft gratuita > tis communicandi fuam natu·^
¿c liberalis aífumptío perfon* rara adoptare: quia <■&impof-
extrañes ad h s r e d k a te n i; fed fibile, elm in re illi coramui
in hac non expritnitur fimili­ nicare, & iam fupponitur con-
tudo Ín natura : ergo. Refp. vettientia in natura inter eos.
admicto , & explico d e fii it i o - Ad divinam autem cóncurríc
nem : quac intelligttur de a f- voluntas abfoluta , & efficax
fumptione eommunicativa na­ Dei cómunícandí p e rp a m e i-;
tura?. Ií\ adoptione humana de pationem fuam natnrá iufto &
affefliva i in divina autem filio adoptivo : quia non fup­
ecíam deeffeétiva : cnm Dcus ponitur ta lis c o n ven ien tia , &
comrmiaicet fuam natiuá per quia potentior, valec illam (ic
participationem iuftis &: filijs to m mu ni care. Et cum eám
adoptivjs. Et cum eam ita c ó - cotnmunicec media gratia ha-
municet media gracia h abt- bicuali, in qua adeft talis fimi«
rua,li, in qua adeft ts'ís íiml- litudo naturae; ideo ita illam
lirudo : ideo ad iUam requiri- com m unicau
QV IST IO
TRACTATVS ÖGTAÄVS; ^

qtii£ S T lO QUARTA.

De IncompatibiUtate Pcccati Aíortalis


cum Gratia .

E R A C T O cle Gratia ,titiuilificante & ff*·


Iium adoptivum. Dei conftituente exa·*
minabimus eitid oppofitionem , & inqompa*
tibilitatem ctim PcQqato Mortali.
Ä R T J C V L V S I. cem oplniocomnrtuniter <Jefe£
r i t u r a Theologis, etiam iefui··
P TR V M P E C C A T fM . M O R T A - tis , uc poteft videri in P. Mtt-
U Gratia coexiftant fim ifl niefla difp. 16. fec. 1.
in eodem fubieüo. a Concluíio: peocatú mor»;
tale actúale > 8c g ra tia , nec co-
ER 1 3 0 CT-VS M . exiftun* , nec pöiTunt coexifto-
LORCApropugnäs re io eodem fubie&o , adhuc
peccat-um mortale pro u n ito iullanti. Con ilat
h a b itú a le, & g r a - conclufi'o ex illo 1. J o a n .3.
tiam ·, nec.de p o - v. 7. Ovnnis qui in eo irtancl t not»
re n ria B e i abfoluca, p >ife c o m - pfccd/. & v . 9 . Omnis, qui n afta
pati in eodem f u b k & o , affir- efl ex D eo, yeccalHtn non facitz
f n a t : peccatum mortale aftaa - quoniam fernen ipfuu in eo rna.net t
1« de fa&o coexillerc in eodem & non pofefi peccttre , qtwnfam
honiine etwa g ta tia , fuppofito, Dce nätuseji ·, federn eft in gra-
<[tiod antea effet iuftusjnon pro tia , pro quolibec inflanti ina”'»
•longo tempore » fed pro brevi net in D eo ,& natuseft ex D eo:
•mórula , & único inftanti. Ita cum grat¡a,qu£ tfl; icvnen D>ei,
vt . a, difp. 40. de gracia & 2 2. maneat in illo ergo pro Hlo
]n äppendice ad difp 3.2. c i - inftami nec coexiftit , nec p ö -
j-ans Scotan)»& alios. Hsec a u - teil cocxifteie iti co pcccatum
morr
*4 D E JVSTIFICATIO NE JMPIj.
ni o rt ale a.&uale:cum íacer t e x - tradí&ori® etiam eflent v e r * :
tusloqu atur de afta· peccati. ergo* cum;hoc repugner, talis
3 IüuIVjatLir : H s ppopoíl- coexíft^ntia; repúgnate Prob.
tiones:. 0.tn.»U qui i» D eom anet niin. Concradi&ot ¡ e funt : I »
r.on peea;· omn}¡ , qu'fcmt-ns. e$ ex. renatis. aliqnid odit D e us : Jrt-.
V io } peccatum.fíon facit· ,funt v e ­ re na! is aliqnid. darmiationis renta—
rse Si. de fule :-eigo iflaer Aliqm s net fed in cali. cafu.in: renatis.
q u iin Deo maneí-, peecat : a!iquist . odircc Deus, peccarum mor­
qiii ex. Peo n a tm e ji, pecealum fa­ tale aduale. quod' eft: aliquid.
cí t , furtt tV.fx,. Ant. confUt ex damnati.onis, &. efíet. in it lis :
fac »pagina., coof. patet.: cum na ni. renati dlcuntuc exiftentes.
fi ic conrradiéloris. : nam pri- in gratia : ergo.. Ncc. fubf.ftit
«naefunt uní ver files negir tvs, interpretado de peccato m o r -
&. a lia: parcícuiare.s affirma- tali h sbitn ali nam.prsdi&a
tivjB. & non poílunt efle fi­ p otiu sco n vin cu n t de ad u ali >f
ní ul ver« , fi. ferventur , á quo procedit m alina , gra­
t u r 5 ut hic fervantur ,, omnes vitas ».íciridignícas j quam im-·
regula, oppoficionis- contradi­ portat. habitúale.,
ctor íje. Sed in opinione. con­ 5 P atet etiam:nam. S.Pius.
traria prxdídai. particulares, V . Se. Greg. xn j.d a n in á t hanc
tííent v e r * .: e r g o e x i lla feque- propofiuonem Michaeiis Bafj.
retur concradiftio,. Prob. inin., homo exijl'ens in pcccato r>7ortali
In illo inftanti. homo· exiftens fiv e in recitft; &fern&. dänw3 tiör>is t
in gracia , mañeree in D e o ·>,& potcfl habere veram tharilate.'n^cd.
eflet natus cx-Deo ; f«L in illo fi, pcccatum- morrale aftuale
inftanti peccarcc: crgo alíquis ceexi flc re t, v ei pb ffet·· coex ifter e
manens in· Deo , &. natusr ex. cu.ni. gratia , poifet habere illa",
D e o , peccaret. ergo. Prob. min.Homo habens,
4 F m d a t u r hsec.verifas in-. gratiam , pöteft habere, verana’
Sac. C o r c . T ri de nt í no : nam, charitatem : ergo..
fef.4.. cap: 5. dlcít ur -.Inrena- 6 Prob. 1 ..conciuf, ratio-i-
iiia a tcm nilod.it· Dtur. In renct— ne : M ors, Si v ita : , nec pro in-
fis nil da.-111¡¡x*u¡n i sms,nct.Irix p ro - ft^nti coexiftunt, nec c o exifte-
p o í k i o n ; ’ S Punt verse : cum íi'it; rc poflunt in eodem fubicAo ;
pro)ara: & D.>biltts á S n c . C o n ­ fed peccatum. mortale, a ö u a le
c i l i o ; fed íi'pc-ccatum mórcale eft mors animse > & gratia eft;
achiaJc cocxlftíret cum. gracia, vita fpirituolis ilJius : erg'o..
e ti a m p í o único· inftanti* c o n - Mai. coaftat in. naturaitbus.
Min,
T R A C T A T V S O CTAB VS, M
f t l o . eft inegabilis. Refponde- expellicur :undé in ínílanti ex.
b is : proptereacoexiftere,nain puUionis non eft gratia,feu non
peccatum debet expellere gra - eflegratiae. Sicut in ¡nftanti.ir»
m m , lu t gratia peccatum : quo'cauiatur g r a t ia , eft g ra ti*
ergo coexiftuht pro eodem in - & noneft non eff; gracia:. H o c
ftm ci in 'fubjoito : aliuade pe- patet exemplis , nam hac ra-
ccatom 1 quod eft , expellerec tione in iaftanti , in quo exif-
g r a tia m , qna: non cflet ; auc t i t itiumiuacio fo lts » fpatium
p e c c atu m , quod non c flc t, e x - exiftit lucidum. Et in io& an ti,
pellepet gratiam , quae eft. Ide in <jao 1«x expelíic t e r e ­
tenettir refpondens affirmare bras , non funt tenc-btx , fed
■de quibus cumque oppo{iris,& fuerurtt ¡a inftanci antece­
de formis fubftät ialibus inter de nri,
fe repugnantibus, uc de form a 8 D ices : quod cania p o ­
v i v e n t i s , '& forma cadaveris, teft efle fine effeftu , licct t f -
7 Cont. vt pecccatü mor*· feAus non ík fine caufa : Ergo
ta le aftuale expellat gratiam, peccatum moríale aítuale po*
no eft necetfe coexiftere gratia te rit effe fine expuVfionegtatiat,
pro ioftanti , quo expcllre ilia, coexiftens g ra tis. Hoc autem
imö oecefle eft non coexiftere j fuaderet :'p;ccatum multo té -
ergo exinde non fequitur coe- porepoftv e(T; íi ic cXpulfione
xitiem ia utriufque. prob, ant' gratÍ2e,& cura gratia : cuncau­
N o efle gratia; e fte ffe & u s p e c - fa ica pofsic eíU: fine cif-étu.Si-
cati expeUer.tis gratiam , ne- cut leo eft íme leone produ£to,
ceflarid : eflentialiter-, deme- & arbor íi ie etnifsione fru&us.
ritorie , aut faltem ex natura Refp, tamen : quod licct caufa
ret corifecucus·; fed pro inftan­ p o fs it efle in aétu p r i m o , Tiac
t i quo caufaproducic cife&um, «ffeftu; non vero in a&u fecun­
ad ipfam ita confecutum , de­ d o : maxiiné caufa formalis »
bet eife , & exiftere effefhts·, cuius eflfe&as eft ipfa com m u-
ergo . Hoc cooftat e x D . Tho- nicata ¡ & prícjipué, íi ctF.dus
n u relato a M. Bolivar dub 4·. fie negativas , Scpvi vatívus qui
ad t. aiTerente: D/ci/MHi trgo pec- refultat ex incomparibilitate
ta ftm expellere guiliam , qua f i t caufae cum alio. Et cum pecca­
tempore immediate antecedent!, & tum in tali iaftanú fu califa
qu* in hoc infianfi non tjl ex vt pec - formalis in a£tu fecundo ex-
f« ‘i expelleniis: & rurfus : exp el- puiíionis gratín: , quíe ira eft
te/e efi cdufctrc non effe iUius, quod etfe&us negativusi ideo ñoquis
tfTc
D E ТС5 ТЫ53С Д Т Ю Н В
tG.c pro ;<*l£Kqiiio a^pellas* gra<- rís & in quo; itíLut In aliqüd
tiia:Ui , £i;f;t;non cffc g r a tis . inftanci homo de.ferat Deum ,
9 prob. 2. concjuf. Cmn. quin Dcus deferat hominem >,
ijo.icu's a<ft:is furfjcit produce- Sc fit: pcccatxjm. cum gratia y
!,c luLhtum.., c,adem. rspugnan- fed- importa:: prióritatem. na­
t.u &. i j f om patibilitas eft » tura:, á quo, & caufa) it atis; it&
falcim ü r d u e ß e ,. inter a&um > ut prius íntelH^ítúr , homip.6
h ab: tum , ac inter ipfos habi- defers re Deum quá m D.oun*
t us; fed u«icy.m..peccatiJin mor­ de fe rere h ominen) : íiciuidenv
tale aftuale Aiffkit. producere illa eft caula h u iu sd e f i t i o n i s r
peccatiun habituaJc, quod pro nam Deus deferit hommem »
nyllo iaftami coexiliit, nec p c- quia deferitur ab, homine. Ad
rcii cocxiftere com gratia : er­ hoc antem fuftlcít· preceden­
go. Mai, patet in a£fcu feienti; tial naturx; cum qua (lar, quo ti-
iico : q-.vi prepterea, pröRullo in eodem inftanti coexiftaa
iniUnri coexiftet cum habitu effeñus cum caufa , Ca non efle
erroneoj .ia eodem fu b ie fto ,. gratis?,.cum рг с cat o , quia eífe
cirea idem obie<5tum:quia pro- effeftus íftius , Sicut fol natu­
ducic habitumfcientificum ita- ra. fo it prior luce , & hatc fuí^
incoinpatibjlem. Minor eft. in* in eodem inftanti cum fole E t
negabilis. forma cada vevicaefl: prior »na­
10. Arg. i.Pro infijRi-i pec- tura non efle viventis , & i ibvJc
cari mor-talis a ä u a lis non eft eft in eodem inftanri cum illa ..
jp.rivatto g r a t ia e e r g o pro i!lo . i t GonfL Non fufficit pric-
coexiiVit.ciim gratia. Prob ants. ritas natuix,ut dlsatur; Deum-
prius cä , hominem peccare., non deferere homines , n iíi
quam privari gratia.: ergo^ prius deferatur ab éis , ergor-
2Jrob. aut. cxSac. Conc. Trid* particula print denotar p i i o »
fef. 6 . cap. i i t aflerente : Deus ricatcm teraporis. Prob. ant.·
mmque fu j gratia femel iußißcatos Si fwffieerer , ea.dem. ratio n s
non d?fei i t , fitfi ah eis prii/s drfe- poífct d k í , homine га no.n d e -
9A>ur ·, fed Deus defc-rit inftos fcrereD eu m , nifi pxius defe=*
per privationem grarice·; & d e- ratur á Dco ; fed hoc non cc»
Itricur ab eis· per peccatäm or. hceret diftis C o n citijs : crgo»
ta le a c h ia lc : ergo. Rt fp. ad- Pfob. mai. Ideo díeituc pri-
stiitto , Sc cäplico auti'.. Sac.· mum , quia homo in genere
Goncillj; io cjn-i particula priut caufaeicffieientís prius deferís
npitt dicit prioritatetu tem po- DcuwiCíd Oeu 5 in genere са;.ь»
T R A C T A T V S OCTABVSS ff
fie. material is prius defer ic ho- faipendens concur fum con-
niiium : ergo. Prob.-mía. V t icrvarivum ;g ra ti* : ergo & u t
homo per peccatum defcrae deferens homincm. Prob. ar;t.
D iim i, pnecedic ad peccacü in Pío onini priori , quo íntc)-
generecaufae materialis d ifp o - ligitur eíle g ta ti« inreüígirut
ikivíe non cíTe gracix ; fed non D a is confervans gratia m:crgc>
elle graúxetlt á Deo (Ufpenden- Prob. conf. Sicuc afnrm atio
te coticutfucn conícrvaci^mn ca n fs eft caufa á priori affir-
g r a tis , quomodo de ferie Im- m ationis cfft&us., ira ncgat.io
núnim : crgo. Mai. pacer ir» n e g a t io n is fed : t-’rgo. Kefp.
m;:rcna prima j i a qua in ge­ diit. m in . Eíle g ra tis fpecifica-
nere caufae dífpofitivac. prae- tivé , & in racione cffifíus,
ccdit non «.{fe forma: covruptjt, conc, min. Reduplicative , Sí
ut forma genica introducacur. ut gracia til cauía formalrs
гг ÍUfp. diñi mai. N on circa fubieítum , negó min. S¿
eflegratiae, fub ratione culpar, dift, co n f.N o n cííe caufae fpe~.
c o n с. mai; Sub racione penar, cificativc , conc. conf. Redu*
negó mai. & díft. min. Sub r a ­ p lic a tiv é , ut eft caufa m ace-
tione peenar, conc. min. Guipa?, rralis difpofitiva , nego c o n fc
negó min. & conf.Non eíle gra­ Sícut enim,ut gratia fir & q n s -
t i s uc culpa·, eft in eodem ín - libet entitas c r e a ta , d ib. c i n -
íbn ei cum pcccato mortali, 3c telligi concur fu i D ci, & caufa
jrs genere caufx materialis in - prima?; & ue c-cr.ft'rvccur , de­
tclligitur prius, quam illud : & ber intelilgi Dcus confcrvana1·
pvout fie noncfl á D eo , fieut illam: nam omnis eífréhiscrsa·
лес ¡pfiim peccatum. Ve poena tus in genere can f?- cñkicnr.js'
etiam eíl-in eodem inftanti,fed fie dependee á caufa priman
pofteriiis ad cuipam : nam p a ­ ita ut gratia ir,m fcat:ad noaj
na cuipam fapponic. Cumque lile , requirirur fufpeníío c o n -
folum fnb raciones peenaríi: á curfus D c i. Et fimiUtcr , fituc·
D eo : id e a Deus in millo gene­ ur gratia c x c r c c n caafs.l't;itcí
re prius dcierithom incm ,qu¡n fotmalem veTpccfJ fubicctí 3 .
homo deferat Deum : quia lio- in cali genere nó deber prarin-
minem non punic , quin prius tc llig i concarlu-s D ei, óans i 11i ■
р.сссег, Sí comittat cuipam. tííc, quia caufa fnrmalis , re--
ij C o n t . Pro p r i or i , quo d u p lica tiv e form alrs, non
i ñ ce Ui gi tu r non tíTe gratis?,fub rtfp icit cr.uíam primam á qua;
rwioQs. culpse ín íc llísitu rD e u s habeat eíle:nam hoc eíl de rá»-
5^ tio.nsu
D E IV S T IF IC A T IO N E XMPI3.
tíone efftAus In línea c a u fx e f- fivum : non tarnen fi ínlUtirá-
ficicncis jicd p r*cif¿ fubic&ú, neé·: nam cuna caufa efriciens
quod informar quia fi per im· per .moTnrn fuccefsivum , e x ­
pofsibilenon eflct á D co,& te· pelía* p aulatim contrarium,
cjpexctuc in fu’o ie.fto, ei com - infieri expulfionis eius eft ¡fi.
municaret fuum cffefium fo r­ nnil cum illo, Quare :S. Doftcft
malem; fie non efle g r a tis fpe- -apponitexemplum ín igne·, qul
cificativé fumptum, pro ut op- per moruirfTuccefsivam agit in
po'íitum cum efle gratia: ita ac- axrem ,& eftíimul cum axre.cü
cepto »exigir prseintelligi fuf- paulacim deftruic illum. Effi-
penfioneai concuiTus De i , quo ciens autem In inftanti , Zc per
g ra tia confervatur; non tamé in c o n ru tib ilita te m , non co e -
reduplicative , ut excrcec cau- x i f t it ,n e c ert íimul com con»
falicatcir» difpöfttivam in pec- tra rio , q uo d cxpellit. Imó ne»
catum »quomodo haber ratio- ccíil* eft, q u o d non coexíftar,
ncm culpa , ad quam fequitur nec íit e i n e o ; alias effec com«
ratio peenx j fub quo conceptu patibile cum i l l o , & non e x -
¡Deus-difcrit hominem. Ec cum pelleret in íuftanti illud , ncc
ita femper fit prius , hominem rationc incompatibil iratis.D e
deferere Deum : ideo numqua b et namqoé eff¿ in inftanti an ­
eft p riu s, Deum ■deferere h o - te expulfionem , & debet noa
tninem. t fle in ipfo inftantí cxpulfio-
14 Arg.?·Gratia expcUit e f- nis.C um qué g r a t i a , admíffo
fíé tiv c peccatum moítale : er­ ijuod expellat effektive pecca»
g o licct dum gratia pracccdic, tutn , folüm inftantaneé ex»
peccatum mortale non c o e x if- pellat i l l u d i d e ó non cít cum
t a t cum gratia i dum prxcedic tilo , fed in inftanti ante ex»
peccncum, grana ccvexilticcuin pulfíoncm illius. Veruntamen
illo . Prob. conf. ex D. T hom a probabilius eft , quod g ra tia
c it .a r g .i.á M Bolivar: ita affe­ in genere eaufae form alis e x -
rente : Q m d ß gratia effcäivc e x - pellic peccatum í ntpatec ia
fe¡leie.L peccatum habitúale , cce- A t g . D o f t . q. 18. de v e n ta c e .1
x ifteitt percato habifuali : Ergo. art* 2. ad P·
Refp- adn; itto ,& explico auth. 15 C ont. Quomodollbet
cuín pr*¿i&'> M a g i f t r O j d i - g ra tia adiiiitratur expn!fiva
cemlo: fenfum D, Thom# cfíV: cft'cftivc peccati, coexiftit cutrx
Si gratia cxpelle.vt i f f . d ú é illo : e r g o . Prob. ant. ex A n g .
pcccacum per mocum fuccef» Do&, q. 14. de vcrlr.art. S,af­
ferente
TRACTATVS OCTABVS; # 4 ?<?
apeóte : Caufa ejfeÜivc dtjlrtiens poííunt effe ín eodem inftanti»
tliqitod, fritts ponitur tn ejjk : q u l cum ióla prarcedentia natura;,
hat, *¡nod dejirtiilu* Fit i /i non ejfe,, ¿¿caufalicaxís ,, precipuc cuín
von e dia.arew t in. tins d tftn td ia- aliiqua.exnat.ura lúa dicunt in-
ntrti t q' o J iam· non eji.x ergo.· com patibíliratcm , &pcenaeft
Hefp. A»Í iuinto,Sc e x pli co auc.h- aHquodnon efic. Cumquc pec-
¿ cut aut-cccde ítem ., de ex­ catum< tnortale a d ía le , & gra -
peliente. per mntum fuccefsi- tía ex natura fu a d ic a n t incó«
vum , non inftäDtance. V eld e pattbiüatcm , & n o n tlíc gra­
caufa. effiviente. ,, expolie tue da? Ik pccna peccati mortalís
CJ>ntiariu;»! per Operationen) a é tu a lis : id.ó- ia thftantv, ín
qu idd¡.b.;.t eífw*, ut opí.recur ¡n quo (.ft.i:lud j.cft-tion tíTc grá-
iiUid ; non per incom patibíli— tiae, &.cum eo· non cocxiftíc
tjlteiTj, quoJ; deber non-tíTc g ra d a . Si·· ve».ó. coníidfMcr.túr
ur íij íncotupatibilis. cutn tilo. ratione phifiv.® inconipatibili-
Cum ergo gjaxu-per incompa- taxis ih.tal i ii.ftand funt fimuil
tibiliratem . txpcilat peccatú: pecca;um , & non tífe g r a t i * ,
j d e d h o e dcbet non cíFc, & illa cum prioritate-tnutua in dí--
cumeo. nequie coexiftere. Ncc vetfo genere, caufa? :-nam pec--
advet fil ias debebat ex· p rx - catum in genere caufaíforina.-·
díétis verbis ita a r g u e r e c u t n . lis eft piius , & non tfle g ra­
Ü . Tno uas ex eis interar, g-a- tis? ing.-nctc caufác a u t c n a l i s
tiam non cfñcienecr t . fed ¿ l i ­ d¡rp«-fitiia «.ft prius i pío p e o ·
ter exnllerepecc.mmi., ta to .S icu t in n^taralibus, fo r­
1 6 A r g . 3.Prius. deber effv pee- ma g tn ita Ín centre c^ufa f o r -
c at ú «1 o 11ale a.61:ua Je its a n i m a, n;a-;ii tlr.pi ;'.>r ; & non c(le forJ
ß^e ín volúntate , quinrt exp.d- ntT cor- uprr in genere caufe
latur gratia , ergo cocxifti cu n 111.. t. r i 1¡i difpt íltivat cfl· pi i«s-
iü a , f. Uim proit.ftvii'.ti. i*., ob. t.i'i Kini>3 . Q^ure Ang. · M a c .-
ant.,Prius ift ^ctnciituní , qua q. 28. de v o i c . ;ttt. 7. -íTeiit:
f o n a ; íed.pcCCatu.n. mortals n.'W.j.'/f Jyrwí! exprUi'ari
aótuile elVdímevitu.n » cui ut Cr infr A t ¡ ' ir al a , 1.1 cenne
poena correfpondet expulrio, & >r>3t ri-Vs prior f(i exp'ii h ,
mm - C gracia;:ergo.R-(.Ti».dl:r. i-i vertí caafx [orinali*. j t -
ir.ií. Priorität;.' tcin^or{s,nego iif.d.i.l.j eíl ¡>ri)>■·,
m í i. N .a u i * , Sc.t.iufalíunn, 1 7 - C»'U. l>;mcrtrirn eft·
conc. ma?. & min, & ira dift. priu1? p rio ru a tí tempo, is }p-
conf.Non eni;n demeritudebet fa fc c :u : ergn nc c;atu n mor«
*00 D E jV S T i n C A T I O N E JMWf:
talc aftiule praiccdit £ita non conf. Si gratia non effef, mc£
_efls; gratis. Prob. ant. V ia eft vetet Deum ad auferendá gra­
.prior prioritate cemporis ter­ tiam , quae non eft , & lam ab-
mino , fed dcmeritum eft via lataeftjfednequtt movere D e ä
ad pcenam : ergo. Refp. dift. ad auferendarn gratiam , quaa
mai, V ia dichos fuccefsioncm, non eft,fed qua: eft.E go.Rcfp.'
co n c. mai. Inftantaneitatem, dift.mai.Qua: nó eft ratione e x -
nego mai. & dift min. Via d i - puliionis in illo inftanti, conc.
cens inftantaneitatem , conc. mai.In alio antecedente, nego
m in.Succefsionem , nego min, m a i.& dift.miu.Qiia: non eft ra
& conf. Cum enim via dicit tione expuHionis in i iftáciante
fuccefsionem * ducir paulatim cedente , conc. min,Ia illa ,ne­
an tertninum : iicque p r io r ita ­ g o m in , & conf. Deus enim in
te temporis , non iol UTl pro eodein inftanti, ex quo deme­
unico inftanti, fed m ukiplici, rito peccari movetu«· , ut a u -
fraecedit term ¡nun·». Cum au- ferat g ra tü m , auf-et gratiam?1
tem importac n ftic a n c itite m nam in illo liomiiien» odio h a ­
non , fed eft in eodem inftanri bet ratione peccati;& fi cdti er-
cum re i mi no , máxime fi varct gratiam , eti¿m ipfum
via fit aliquod eííc,& terminus diligeret racione g r a e ix ; qut'd
.fit non efl': form* cum iHo in- adhuc pro unico inft¿?jti re­
com patibilis. Cum que dcm e- pugnar. Vnde i« eo inllanri
rirum psccaci mortalis achia- non eft g r a t ia , fed eft non «.ífs
lis dicat iuftantaneitatem , & g ra tia t: & ut Deus ita m o vea-
terminus eius (it non eiTe g ra ­ t u r , iufficic prioritas afsigna-
tia:, qus ell incompatibilis ta naturx, & caufalitaris. Nec
cum i l l o : ideo ita non prajce- fequitur peccatum expeliere
d i t , fed eft in codem inftanti g ra tia m , quae non eft ; & Deutn
cum te rm in o , & cum non eiTe moveri adauferendam gratia,
gratise , ut poena. qua: non eft : nam expellit , Sc
1 8 Si inftcs : Peccatum m oyetur ad aufcrendam gra­
anortale a£u»alc , eo quod ut tiam > qua: immediate antes
demeritum cxpellat g r a tia m , e r a t ; Ct tunc non e f t , quia in
cuius non eífe corrcfpondct ci t a li inftanti definir efle. Idem
ut poena, in inftanti; in quo cveoit in expulfione inftanta-
eft , movet Dcum : ut aurcrat nea cuiufl'bet fo rm *. Sim ili-
gratia:crgo in tali inftaciadhuc cerpoteft in eodsm inftanti erfe
t C i , & cccxiftic g ra tis. Prob. meritum , & p r x in iu m : eric
T R A C T A T V S OCTABVS, ( _ ío i
"?gtcúr deñoctítatn , & pcena; licur ab ca tormá vi ve n e is : e r ­
p e c c a tu m > & non efle gracia?. go pro cali inftanti eft i ¡i illa
i p Arg. 4. Peccatum mor­ forma cadaveris cuín forma
í a l e afilíale expellit gratiam: vivencis ? N igabis coufeqacn»»
«rgo coexiftic cum gratia, fá!-- tiam ; nífi atH.mss c a d a v e refls
tim pro inftanti. Prob. conf. viviun.In ioftáci, i:i quo ir:!::fi
«Expeücns, & expülfnm debenc corpus intíoducitur in loco
coexíftere, faltim pro inftanti; adarquato altcrins , expelí ituc
fed: e r go . P i o b . tnai.Expellens, aliud ab eodem loco : crg o.
·& expulfum debenc efle fimul, fuñe fimul in eodem loco? N*>n
falcim pro inftanti j fed efle íi- concedes; niíi. veíis, quod dito
fmul eft cocxiftere: ergo. Prob, corpora , etiam nauuaHcer»
niai. Expcllens non expcllit, coexiilant in eodem locoadx·*·
-quod non eft, fed expcllicquod. q u a t o .I i inftanti, i 11 quo fub-
'tft ·, fed (i non effent fiinul , ex- ftancia pañis convertituc in
«pelleret quod non eft , & non corpusChrifti D om ini, d.íi lie
quod tft: E¡go. mai. eft certa: efle fubftantia p a ñ is : ergo pro
¡Ñ zm quod non eft ; aut num- tali inftanti íimut eft fubftan­
quam furt ; vel fi fu i t , iam tia p a n ts, & corpus Chrifti in
expulfum eft. Sacramento Euchariftise? N o a
20 Hoc argunientom eft a d m it t e s , nc erres·,
magnum fopliifma , & inftatur 2i Refp. Igitiu* dift. max.'
¡nfiaiili f o r m a : quod pro a li- Quod non eft abfolute, conc.
-quo inftanti tft, non cxpellitur mai. Propter incompatibilita*.
•pro tali inftanti , nam quod tem cum illo, nego mai. & diftj
p ro altquo inftanti expellitur, min. Quod non eft propter iti-
pro tali inftanti non eft , cum compatibiHtatc cum iHo,concw
pro ülo expul fum fíe ,e r g o ex- min. Abfolnte , ncgo min. &
p ellen s, & expulfum non fuñe conf. Q uod enim abfoluté , Sc
'íimul , adhuc pro inftanti. Ex­ nullo modo eft ,firjeulla depen­
pulfum enim propterea-, ncc dencia ab expeliente , non e x -
pro inftanti eft cum expeliente: peltitur ab illa. Si tarnen nofi
nam cum cxpellatur , & fit ex- eft , quia antea e r a t , & tunc*
pulfum ¡o t a li inftanti , in illo propter incompatibilitaterts
definít efle , & non eft. Vnde cum expeliente > dtiinic efll*»
fie iterum inftatur : pro inftan­ veré expclUcm* ab eo, & noti
ti , in quo forma cadaveris i n - eft íl:nul cum illo , adhuc pro
troducicur in m a te rú , tx p c l- unico, & miaimo iuftand.fmd
KPI DE JVSTÍFICATIO NE IMPIl.
non eft cu'cn t ! ' o : nam fi efíec pa non cft, & i t a expelli noini
c u i í t co , non e x p eU eie-car ab pot.efL Ec refpondet : G r a tis
i;!o, quia quo J expelUtur, non qu& eft,, c r i/tefi, cuivMt expellit,
«ftj. & q,uad ¿ft,iioa expellitur. non cam., qux. eft,fed qux.noB.
O m ique pcccatqpi mortaje. ac­ eft , ptius autem. e r a t .; noa
tuóle cxpcjlat gradan) ratione cnim.cxpellit culpajn. per m o ·
incom^atibiíiracis curn illa: d 11m e a ufe.efheie ntis , ilc cnini
¡JíQ^vcc pro ¡nílanti cft cunv o p o r te rc t, q u o d a g e r c u n cu l-.
ea> Si cniiii argmnentum a’ii.-. patn>exillc.nrem ad eiusexpul«
q,; id probare;., fuaderet: oiUr iloneoi , fiait ignis ageret in
ai a. pr*dicata , quantjjnwis. ax.rem. cxift.nccm ad eius cor-,
oppoiira . forc. pro alíquo ín- rupti-ontm.; fed expeJHc. cu’ p l
ft'üui rti eodstn fubie¿to coen- forinaliter ,,cx hoc enim iplo,
pacibilia. I ut ita unum cxpel- quod.informat fubu&um , fc -
icre.t aliud: Q^are fie poíifcne o u it u r , quod'cutpa in fubiw£to
com patí 1iix,6^reneb;*: mors, non fir , ficut fatel de jaiitm e».
& .vita ; vifus Scccecitas. S im i­ CT infirmiUle,
liter com para e.túr pcccatum 2} Ercquibus p a t c t : quod:
mortals, habitúale cutn gratia:, f i c u t g r a d a cxpellic. culpant,.
«juod non fatetur arguens , ti-. non qua: e f t , fed qux.non eft,
C.ut. de a ¿tu at i. &, crac. inftinci autcccdcati.;
x%.. P oteftquoqu; refpon- fic.pcicatumcxpcrut.grada.niB.,
«U’ i i:qii.ad.expj;Uic., non quod non quas.cft;, fed qu» non eft» .
c i l i o ipfo i'nftinti expulfiiínís* & e r a t in, inftand. antecedence.
í<d quod'rtat in j.iftaotj ante·. Ec q a o i g r a t i i in g ; vtre.Ciuf*
c.vdé.:c, &.in ínflári t v m ’fi jnis t vrmilis cxviellit. ptccamui:
non cO·-, quia. exoehitur , Su. &-i?rnilicer peccatumv'granaiit·
t.ft vxpn'funT,., H*v d(¡¿lrioa K: Is e ii pcrmirtatur a’. iqua ci!-
»ft conformis m entí,D.Thon se fi. iencia’ ,..&;diSii}'n cft; non; vft
cj. 28. de v e iif. art. 2. atg. p, p T motunv. Tuectfijvuin , nec
Pr<'p/»nent..Í5¡. hanc diffiríi’ c i - per ope.rationcn) j fv d 'p c tin -
tem .* Sí gratia ro iio vtc cul­ cojrp; t ibiUtaCvm ; quaf.uqui«
pan) ; anc g¡ aria f . qn*. tft, t'r irtftjnca«icitaic(n j iieur Sc
aut g r a tú , qu*. n^n t f t j n o i caufalicjs. formal is j. ica uc
£jítcni g.v-nia , <¡u«e. non til, oppofita non-ifi r t f iMi'jfcd p io
quia o u o i . non t i t , non f j c í c i vftanri · , quo <ft u im n t, non
: : n c c gratia , quar.cft,. i ic , fed'd^finat tfi.' a!iuii. l- x .
quia tiaai c;t gracia * úu» cul- t j u o p j t .f t i U diUiiigui m aiot;.
TRACTATVS OCTABVS,
i o n etpellít quod noa eft, cum mina tis efle form® corrupt*,
expellic in genere can fe effi- initiat efle, forma: genic « ; non
cicntis per motu fuccefsinim, ita,quod in illo fit eife utriufq,
& operarionem ·, conc, mai. fed.taliter , qnod fir non efle
In geccre caufae f o r m a lis , auc u n i u s , & effi alcecius, f i c , &
cfficientis per incom patibili- eodem modo events in pecca-
tatem , fub diftinguo : quod to , fic gratia.
non eft» nee crac» conc. mai. 35 Arg. 5. peccaturii fno r ­
Qtiod non eft , fed erat> nego eóle aftuaie coexiftit in eodem
m ai.& fíe dift. rriin. rrcgo conc. fubie&o cum habitu charita-
Quod patee his exemplis : I g ­ tis : ergo etiam cum g r a r u
nis enim dcftiuit aasrem , q.ui conf. p a t e t , nam habitus cha-
eft, quia agit tifjftiv e p e r mo- ritaris nequit effe fine gratia,
turn fucccfsivum in ilium.: & cú fie proprietas gratiae.Prob^
íimilícer propcerea frigas ex- anti Si inftante precepto cha-
pellit caloretn, qui eft. Sani- ritatisp ro aliquo inftanti,quis
tas autcm expellit infirmica- non adimpleat iU u d ,o h m te n -
t e m , qua: erar & non quae eft , do ¡JileÄionem D ei, aut Deum
quia ut caufa formalis, vel ef­ odio habendo , in illo inftanti
fective ratione incornpatibili- eft in eo peccatum mortale ac­
ta t is eTtpellit earn. túale ; fed etiatft eft habitus
■24. 'Nec inftes , fi non eft charitaris : ergo. Prob, niin*
■gracia »quomodo definir elTc? V t tunc ita peccet , debet e(Te
nam definir efle, quia non eft in illo potentia próxima libe­
in inftanti -, in quo definit efle, ra , & expedita ad diligendum
¡cum in eo fit peccatum; Sc erat D eu m ; fed tai is potencia con;
itnmediateantea.Illud nanique ftituitur per habitual chari-
eft primam inftans peccati; in ta t is : ergo. M ai. patet : N i m
quo incipic effe peccatum , & cum , fuppofito tali precepto,
definí t fife gratia* Sic at enim hom o fic lib:r quo ad exerct-
forma, phifica genita mcipit tiuin & fpeciem , liberrate
in inftanti , & p e r primum fui 'contradiction!s , fic contrarie-
efle ; fit forma corrupta definit tatis , debet ciTe potens pro-
in temwore> Sc perpritftam fui ximé , & expedicus ad e x tre ­
non e if., quia definit in inftan­ ma oppoíiti ; ad annrem , $c
ti , in quo alia in c ip ic : fie iu- odium , & oivnMonem
cípir peccatum , & definit g ra ­ amoris. Mi t. cor.ilat : ca n t a ­
tia . Vndc ficut ibi ioftans ter­ ils d i k & i o fit aftas fiuefr.usj
cuius
* -4 № 3VSTIM CATIONE· IMPTJ:
cuius pOÍC-Riia· pi C;;¡ ¡r.a COO- ñire á gratia , & d'on?s fiiper-
íhn'.kia· ¡ur haL-ítum chanta- nis in ca radicaris ; q u * d e b e -
tio , o.á til toca ratio , & renc elle in rali inftanti. A d
virtas ad o l s m d¡lc¿xioncin> quod lufíicir, quod di ftnm eft..
-ü Rufp. dilt. mai. D¿bec Sicnt ením peceatum expellic
cíie pro inftanti antecedently gratian), qiiís erat, & non quae.-
conc. mai. Pro iüo inftanti,fub e f t : quia definir cííe per pee-
díftiiguo :dtbcc cííe pro: cx-i- catum; ita h omo p c c c a t , q u i a ·
íWn.s , negó mai. delineas eíi¿ erat potens pio::!mé , & expe»-
e.n-c. fluí, t í iijin, fi; íta. di(h d i t e ; non quta eft , & e ti am,
ccnf. Ve hoaii> pecctt in non quia ob-cu' pam fui a m l t t i t t a ­
adimpkfione p: cccepti 3 fien lero potencia» Cuius en exern·»
¿¿•quintar : qnod in inftaníi, plum , nam fi pracceptum cha»,
In quo non adimplet , Sí p e o r i i a t i s inftaict per fpatium-
cut iic In eo poíenna prorama, unius horca, qni in pri mo q u a - ·
¡k cx pcJitaad diligendá Dcom dFance non dili gercc Deum*,
neo ¡pfe habitus charitatis p e c c a r e t , & amicteret habí —
exiíter.s, & afficiens volunta- tum c h a r i t a t i s ; & camen ctiS>
ten). Suflicit utiqué, quod foe- peccaret in reliquo f pa t io h o ­
xit i ) inftanti antecedent!, & ra:., íinon d i l i g e r e t : qn i a . l i ce t ·
quod in üio inftanti nou íit,fed in i llo careret habícu charita=i.
tkünat efíV ob cuipam ipfius tis , quo i t a c í te t po:ens i l ! i -
r.on adimplentis praceptuni. g e r s , ca re nt la cius eflet ob.
Gir.nq, ut tale peceatmn coe- fai cuipam , & -vo luu ta rí a.
.■x-ifteret hitl>ítui chavitatis jde- 2.7 Gont. Vt homo. pecceC-
bcrct talis potencia , & habU ia nor..ad¡mp1ctioneí.i!;s proí-.
tus exiílíre in inftanti non a d - cep íi, prxdicla potencia pro-,
¿fliplttionis , ideó non coe- xima , 2: expedita dsbet tile.·
xiíHt.lIoc argumentan) inten- exiftens in inftanti· non adim-.
tlit probare coexiftonciá jCimif- pletionis , e¡ go etiam habitas
j.'bc: psecati cutn gratia , Ce chal inatís. Prob. anr. In tali·
vírtutibus fupevnatutaíibus : inftanti ikbet cíTe pe: Secta li ­
nam in inftanti , in quo com- bertas círca adimpkríonem
«nictítur , dtbsret cffs fjiniliG· prxtepíi ; fed IiuíC exigit po-.
parentis. próxima , ík expedi­ tentian) pro?, i mam , & expe-»
ta ad actns meritorios , pecca- ditam ad diiigendum D t u m : .
tf' nppofitos- qua: cum lie ad ergo. Mai. eft certa : Alias de«·
;.£tus l u g a n o s , d e b a prove·; íe&tv liberta ti s, non a d i m p k i ·
tiQ.
TM C TÁ TV S O CTA W S: >09
t i o ^ í i d » foret pecammofa. nabat: Dum voluntas effetpa«
Min* eft manifcfta. tens, & expedita ad illam. l a
г8 R e f p - d i íh . mía. Pro íllo, five pro illo repugnat, ex
ínftanti antecedent!,conc.min^ fuppofiriane>& 5n fenfu compo-:
Pro illo Lnftanti, fubdiUinguol· fit o peccati » nonfecundum íc,1
QaíBtunc f i t , negó mjti. Quae & in íen fu divifo . Et hoceft ob
tune deftnat. с fie obculpam vo- culpatn voluntariam. Similiter
luncatis,conc. min. Scfimiliter. fatis f i t , fi dicas : quo d nemo
dift.conf. Ad perfe&am eninv peccat in to 3. quod non poteft
libetcatem., pro adímpletione. evitare Sc voluntas neqxiic pro
praecepti.charitatis, folumre!- ilio.inftanti.evitare non d ile c -
quíritur :: quod tempore ante­ tionem D ei. Sicut fi quisgrojiw
cedente. ad inftans,. in quo non cia t breviarium ie mare.vreci-
adimp’ ctur , exiftat perfefta. t a t io redditur impofsibiliS'
potencia p ró x im a , Stexpedita. pro tempore , quo in (tat cjiiS-
ad díleítionem Deí^cum om ni prieceptumj & tamen non re c if
indifferentia.voluntatis ad. im - tacio eft peccam inofa, quia ta*
plendum., v.el non implendum. lis im pofsibilitas eft volútaría.
p r x c e p t n m f i q u ídem, non re* 30. Cont. Ex. hoc fequitur».
q u in t amplius plena libertas,, quod.non a d im p le tio prauxpti
fufñcicns ad meritum1&.deme;~ charitatis non eft libera in fe¿
rkum , Pro inftanti auteni,quo. fed in caufa;fcd debct eifelibe-v
Voluntas determinara nó adinv. ra in fe : Ergo talís potencié
plec prícceptum,, non exigicur* próxim a,& cxpedjta.dtbe tefle
quod fie talis p o te n tia ,, fed pro tali icftaati;.M in.patet:Si-
quod, defiiiat eííe ob, culpauv quidem non. fupponit «.Hum
volunta rian^qute fi no o-adeflet», afíum, á quo., vt caufa,p artici-
darec. Socum,.nt talís potential pet libertaremicum a&tispecc*
perfeveraret., Cum igitur ita. minofus.non adimplctioai fie.
c o n t in g a t : icLeóiin tali ínftan- primus. Prob.mai. Non recifta-
ci e.ft.pr£edi¿talibertas, 8c pec-- tio noneffet.libera in fe, fed in
cativm , quin fit talís.potencia;,, cania.». quia voluntarié p?oj e*
nee habitus charitatis.. cit breviarium &fic abftulit Д.
29. Nec ihfiftas: Quomodo-fe potentials-. proxim am , Sc.
peceat in tali inftanti, n o n d i - expeditam a d rccitationctrv
Hgens De urn , í lp r o illoin ítan- fed non adim pk ns tale praccp*¿
ti r e p u g r u t d it e d io Dei? Nani turn , vol »ntai ie sfcjecit habí*·
ufqnccale.iaíUns qon íe p u g - tupa chat it a t i s , 6c abftüHr a (e
Q. £<>
io ¿ D É J V s T lflC A T tÓ tíÉ T tópif.
poccntiarñproxunam, & e x p e - conc.min. Pocentiac, négómirt·*
tíitsiin ad dile&ionemDüúEfgo & conf. Cum ením principium
R eíp.ncgo conf. Ratioeft:quia liberum per modum potentíae
non recitans non auferc á fe po inflnat pofsitivé in ucrumqué
tcntiam expeditam ad recitan- extceinum libertatís,cum q u o -
tlum per non recitationeno, fed libet pocell c om po n i, & c ocx í f -
per voluntarían* proje&ioaecn t e r e : nara uniun quodque eft
brevíaríj. Q uire nan icc ita tio •exerciciiun potentiae,quod nofl
éft voluntaria, libera,& pecca- dcftruitjfed perficít illam.Prín-
rnino'fa á vo'lu'.Ttanecate-j & l i ­ cipiivm autem liberum per mo*
bértate pjojc&ionis ; & non in durn habitus influí t p o fsitivé
-le,Fed in prOjeftione.ucin cau- in uffum extremum, & fe habec
f a , «ft vo lu n taria , & libera. pennifsñ'é ad aliud, Vnde It-
,!Enim vero non adimplens pr<e« cec cu n ¡lio coexiftitjcmn alió
trpcum charicaris au'fsrt á fe non coexiilir , fedab co expel-
pótentiam expeditam diügetl- lÍrur,c«iTí ei opponarur.Propté
íli D¿ um per ipLtmnon d ilec- rea vola -tas , cu n fit potentia
tiooem ; qua?, cum fit primus libera , poteft coexiftere cuín
acfcús , non fupponit al i uní , ¿ amorc, odio , auc omifsíone
íquo pa rticip it libertarem i Se utriufquc. JnfVicia autem , cum
in qoo fie libera. Vnde efl: libe­ fie habitas , poteft cotxiftcre
l a in fe. cum aétu juftitiat ; non vero
3 r. Arg. 6 . Concurrens per cum a& u injuíHcise, quetn per-
itíodum a£tus primi libcri ad mictit. Cum qué habirns chari-
aliquem aStam, poteft co exif­ ta tis fie principiamlibcrimi per
tere íum qao’i ibec extremo l i - modum habítus i ideó poteft
bertacis; fed habicus cliarItaf.ís coexiftere cum tali dileétione,
concurrir per modiirn aítuspri non tamen cntn non d iledione,
ttiíiibsri ad diie&ionern prae- quam perm ittit,
ceptum Dei : Ergo poceft coe- j3 . C o n t. Si habitus chart'-'
xi(te:e cura qscU bet extremo catis fe habet u ta & u s primus»
talis iíbertatls: flequé cuín non & folum poteft coexiftere cum
diketione , -iV.no n adiropletio- dile&ione D ei, to llit potencia.
ne ta'ís piarceptij&cutnpecca- Sí libettatem ad oppofitumi
to . Refp.dift. mai. Concurrens Ergo ita son fe habet, ue illatn
in rarione potent¡ae,conc. maí. to lla t. Prob.arit. Quiaphyfica
Hibitus-.-ncío
' L· mui. & dift.min. prsrriotio ad confeilíutn,foIum
Concurrís ia racione hsbícus, poteft coexiftere cuín confenfu.
T R A C T ATVS O C T A V V S. * 107
fife haibcret at #<Stus .primus, Jí.cet primo modo non pofsít
t.olletcc potentj&in , & li b e r t a ' deftrüerc formam fupcrnatuia-
tem ad oppefitum: Ergo.Refp. lem ,& gratiam; poteft fecundo
nega coaf. Difcrimcn eih.natn modo : quia defti tiere non eí}:
phyfica prseiiiotio isa. eft' con- efficcre , feddcfficcre ; ScUcet
nexa cum.uno extremo, & effet nonvaíeat ha. efficete, poteft
cum < c o n f ¿ n f u quod nee per- defficcre. Sicut 5eo non pote ti
mittit oppofitum. H;ibitus au—- .pr.oducer.c homincm , & poteft
tem chai iw tis. non eft it a c o n - deftiuereíllum,. Vnde propte-
nexus cum diU£Honc,quod non. rea peccatum'. nequic gr.iti*
perjriitcat o d i[!!«»&. non dilec«- coexifter.e,.
tipnem.,
3 3. Arg. 7. Peccatum t n o r - AR TICVLVS LL.
tale aftuale. nequit. deftruere
gtatiam .: Ergo c.oe.xift;c cum. VTRVM V E C C JW M · MORTAr­
i)la,.Biob..ant,. Aftio ordinis le , O" gratia halitraUs ¿¡e.'
natu> a! is nequit. deftruere. fo r - fotentia Dei tihfohtta coc^jlíre
maoi füpernaturalemjfed pecca, in.ecdem ftti je ito ..
turn mortale. a£tua'e. eft aftio
oidi'tis naturalis , &}*ratia eft 1. Ortchifio : Pcccatum
f:> i-in .1 fu p í rn .1cu ral i s:ErgoMa i ., V j - i n o t t a ’ic , ?c.nratia ha-
«
p ;r<_t : N.im forma producitur, bituulis ncc (a\1 pOt^íHJA. D i
& corruusp.itur. eifdem. cauiis;, abíoluta poíli\u cc^xilíetc in
& :ót¡o ordiiiis naturalis ne- eodem fubj:.ct‘j .S¡c oirnesTho-
quir produjere forinam fuper- m i f l x ; Se nmlil j t f i u t x n c rc^
naturalfcni. Min. conftac.: Cum, •fert P. MurneílV. R;r,datnr con-
p e c o u im · cowm 'tcatur á po­ chiflo in iUo Ephcf.5.\\S.^rj/fí
te nti a. natural i,fine dono fuper tnim ülicjitfinde lcr>cbr& , nunc ait-
na tura!i. Rtfp.dift.níai..A6tib. tem lux w Domino. Vi fi!ij hcit
e m ita tiv é , Sc.recefsive^conc,. amhithfe. .Et D. Thr :ita s : .) t A . 4.
mat. Solüm entitativ.é, negó .per teiubras i^cc 11 i3:1 pccca-·
m al. & .diíl. tnin. Eotitativé,. •tum m o r t a L : & ccr.fcqi'cnrer'
conc;rriin.Rec?fs¡vé,ncgo roin.. pet ItJCCtn inrcl! gl^L'i.m-
& c o n f...Pec ca t uni po te ft c o nfi - Q n o d .m a fis-txp icíl’óC r.
dcrai i eotitativéjquom odo d í- i io*arti 5 · . r o n c i u d c \\s: Vhiütt*
f ’ t ú’J Ei enti t¿i rc.m. Et recefsi- ■ pt ? { i { ¿ Jjcwircm ¿d
v¿\ ut imporrat reccflfum áJDco, ambf/h>:-dnifs , fecn?:d^)7? c^uí ccn-
tit authors íupernaturali. JEc rtttitknttini ¿ ra¡7a- ; feá une
O a ncc
¿eos - . E>B J V O T T C A T O N E № I J ;
•nee de potencia D ei abfoluta jiantiam de potCfttiaDci abTo«
poffuat coexiftere in eodent l a t a : ut exponit M.Sotus ina.·
ip a tio com luce: Ergo nec pec- d if t .i 5 .q .i .a r t .K Sedii gratia
•cattim mortale cum gratia ha- habitualis poííct de potentia
bituali.Quare Apoilolus a.Cor. D ei abfoluta coexiftere cunt
•6 .V. i4.ait: gu£ enitnfariicipatio peccato m o r t a li, poífet «nun»
ju fiit!£ cum iniqu iW e ? Attt qu£ peccatum depotenciaD ei abfo
fociehu iuciad fcncbrasigttx auiem fu ta re m itti fine a iio : Ergo,’
tonvejttio Chrifti ad Belial? Prob.min. Id ed d icet D. T h o ­
s. Conftat etiatn ex Ang. mas,non pofle ita unum pecca­
D o & o re , q. 113 .art. 2. afferen­ tum remitti fine alio , quia im*»
te : Secundum hoc peccAtum nobis pofsibileeft peccatum remitti
remittidUituTyCpxod Deus nobis fine gratia gratia excludic
pacatur. Qux quidem pax con- omne peccatum , & quodlibec
iiftic in d ile ftio n e , qua Deus peccatum excludit gratiam;fed
d ilig it nos : Effe&us autem d i­ fi gratia habitualis poflec de
v in e dileÄionis in nobis , qui potentiaDei abfoluta coexifte·.
per peccatum .tollitur >eft 'gra­ re cum peccato m o rta li, poflec
tia , qua homo fit dignus vita ita non excludere illud , & hoc
xterna, aqua peccatum morta­ non excludcre cam: Ergo.
le cxcludit. Et ideo non poffec 4, Prob. i.concUif.ration t i
Intelligi remif&io culpz , fin o n G ra tia habitualis ex natura
idtffetinfufio g ratia. Ex qui bus rei eft incomponibilis cum pec*
Ita arguicur : e o i p f o , quod fit cato m o rta lis: Ergo & de po -
divin adiledtioJ& effeäus ejus, tenria D ei abfoluta: flequé non
eiTentialiter eft remifsio , & poteft coexiftere cum illo,Prob,·
«xdüiio peccati mortal is ; fed conf. Si gratia habitualis , ex
ta lis effc&useft gratia habitua- natura reí incomponibilis cum
lis: Ergo hare efientialiter re- peccato m o rtali,eífet de poten
m tttit pcccatuna mortale.Vndc tia D ei abfoliita componibilis
a it de gratia : quod tollitur cum illo,cort)poneretur,& coti-
p e r peccatum ; & quod hoc fervarettir a D eo cum peccato
excUidit illam. m o r t a l i , fed i m p li c a t , quod
3. Confirmat h o c S .D o & o r Deus c o m p o n a t, & confervet
j.p.q .Stf-.irt.j.ubi docet,& di- gratiam habitualem cum pec­
■c11 '.Tittpofsihile f fi per yanitentiam cato m o r ta li: Ergo. Prob.min.
u k am fccic-i'.i-m fine alio ternitti. Si Deus componeret,& confer-
Vbi iwp jfiwiU denotat repug-. yaret gratiam habitualem cum
n U C T A T V S OCTAVVS,
'ftccitö rfio rta li, eciam com· lens peccatum , ve! ÍÍ D jus now
poneret, & confervarct pecca* condonaret illud ,volutas com -
tu in mortale cum gratia habi­ mittens ipfum , confervaree
tual?; fed implicat, quod Deus illud, & Deus prsecifse perm it-
com ponat, 8c coufervet pecca- t e r e t , ita fuppofito,quod Deus
tum mortale cum gratia habi- auferret á gratia cffectum ex­
•tuali: Ergo. Mai. patet :N a m pulfionis peccati,vel in ptasfen·-
componeret , & confervarct tia gratisc non condonarec pcc-
utrumque. Min.conftat: Siqui- eatum,gratia f o r e t , quafi non
dem confervatio eft continua- eifet, ad expellendum illud. Ec
ca produftio; & cum Deus non ficut, fi gratia non effct:volun-
producat peccatum mortale, tas creata confervarct pecca­
ncc illud confervar. tum, ita in ta li cafu.Quare m i-
5. Refpondebis:Qipd pec- raculum ftaret in aufcrendo i
•catum confervaretur 3 creatu- gratia eifefrum expulfionis pec-
i a . Conr. T alis compoficio, & caci,& in non condonando pcc­
'confervatio peccati mortalis catum in prxfentia gratiar.Hoc
cum gratia habitualt elTec m i- autcm miraculo fuppofito,pcc­
raculofa 5 fed opus miraculo- catum naturaliter confervaré-
fum non tribuitur creaturx,fed tur cum gratia. Sicuc eiTctmi-
foii Deo : Ergo nec talis com - racuhim reftituere vifiim coe-
-pofitio, & confervatio. Mai.efl: co j & fuppofito miracu\o , v i -
cerca : Nam cxcederet naturae: dcrct naturaliter.
liquidem naturaliter nequic 7. Cone. Peccatum morta·»
-fieri ■ : quia fie peccatum m orta­ le non colli cur per condonatio-
le privat animam gratia h a b i­ Hem extrinfecam,· tic q-.i.art.a»
t u a l ! , cum fit mors fpiritualis & 3. vifum eft : S¿d per g ra -
atuma:. Min. patet : Cum folus tiam habicualem, ratione p h y -
Deus fit author miraculorum. fics incom patibilitatis , uC
6 . Refpondebis:Qupd pec­ diétum eft ibi art. 3. & hie art.
catum confervatur dire&e ä a n t. Sed pcrmifíbjquod in gra­
creatura,qu 3e illud commiiit;& tia vis expulfiva peccati m o r·
Indirefte ä D eo impediente in talis fit prxdicatum fecunda­
g r a tia cffedum fecundarium rium ; aufcribile miraculosé á
expulfionis peccati : ant quia D e o , non fcqoitur,quod pccca­
nollet remictere illud per e x - tum mortale p o f s i t , fine m ira-
trinfecam condonationem*Vn<- culo,confervari cum gratia l u -
de ficut ,fi non foret caufa expel b i t u a l i ; Ergo nec quod conicr-
vare-
11 o DE JV 5TIFICATÍ 0 ME IMPIJ.
va r ct ur , n i f i i D s o . Prob. in in. ferré , quod non produci t , n e í
confervat : & c tea tura nequic
S i c u c v i i •cxr-ulü.va p e c c a t i ell
ps jsdicatum Tecutidarium , & a u ierre
ab cífentia proprieta-
tc&i fed Deus non producir,nec
p r o p i i c t a s g r a t i s Ivabicu&Us;
i ra vis expu'fiva g r a t i s liabí- confervat in peccato mortali
vim expulííyani gratia? habitúa
t ua l i sef l p; asdicatum f e c un d a -
l i s, íi.ait nec ipfum peccatuin»
r it!m, 6í pr op ri et as - pe c c at i mor
t a ü s i fed c r e a tu r a non pcflkt & iftius cftproprictAs vis expul.
fiva gratis: Ergo..
a u f o r e á p c c c a t o m o r t a l i vi m
expuHivam g r á c i l habituaÜ5; í, Relpondtbis:Deumnon¡
quod r eq u i. c ba t ur ad talcm confervife pofs.itivepeccatuin,
c o n f e r v ac i on em : E g o . ficut nec influir, pofsitivé in
8. Roboranvr : Vt gratiaillud.Confervat tsmen permif-
'habi tu al is , & peccatum mor·* fivé peccacum :cumpermifsivé;
talc in eodem co ex’fterent·,de­ concurrat ad ipfum.. Co nt .S i;
be bat a ii te n i á gtatia vis expul hoc ita tfll-t , coexiftentia gra--
fiva pcccati, & á peccato vis tia; habitualis cum oeccatonjoru
exp^fiva gratis?; fed permiífo, t a li tíTvC m ir a c i - ! o í a , e x eo pras-
quod Deus auferret á gratia, cifsc ; quod Dcus c o n cu r re r et ;
vim expu’ íivam peccati morta- permifsivé. ad- illam fed h o c .
liSjá peccato mortali nec Deus, neqüit tfl'e : E r g o . P i o b . m i n . .
-flcc creacura poflént auferre Mi racul um dt bet . p r o c e de ré
vim exjiulfivam gratiashabitúa cfficienrer pof si t ivé á D e o :
lis : Hrgo nec per mífaculutn E r g o . Ant. p a t e . t : Cum folurn
poíTunt coexiftere. Mai.eft cer­ pofsi t íkri virtute D e l . Si di»,
ta : Siquideni opporit¡o,refsif- c as : Miraculum liare, in c o n *
tentia , & visexpulfiva eft mu­ jíi'iftione p . r m i f s i o n i s cum g r a .
tua. Kt fi non auferetur a pec­ t í a . C o n t . C o n j u n é t i o peccati.;
cato j facilius expcJleret. gra- n iorcalis cu.ni g r a d a eft. o pu s,
tiam : curo ipfum haberet viir» mi ra c ul or um. ,. cum fit f u p r a.
··■expuiílvam gratiae , in qua non f a c u l t a t e m natura:: E r g o debet.
invenivet tefsiftentiam , cum a f s ignar í canfa p o f s i t i v a t a l i s .
cífer deftituta virr.utc cxpu’fiv.a m-iraculi i & cum non fie c r e a -
psccati, qui a refsiikbat pecca­ t ura ,. cr i t ipfe D cu s : quod. tc-,
to. s k u t prnpt.er minorem reí» pugnar. ·
ílJlciuium , ígnís faciliüs com- 1 0. Refpondet P.Oviedus:
burí: Itupara „ qu¿m aquam. Miraculum fiare in eo , quod
Prob.min, Dens non poteft au- Deus miraculosé conftituerit
TRAÉTATV5 ö C T A V V S , _ rri
j&Öteriilam líberatn ad peccan- fieret proprijs viribus crtijtu-
dum pro cempore , quogrätia raj, fed ex vi poteflatis á Di."»
eil duratura, independenter á comuiunicata: : E go eilet mi-
peccato'futuro>vel non futuro, r aculofa.
ln quo non eft infUtxus circa 12. Prob. i.conclnf.Rati··»-
pecc atum ; & poteft intendi ex ne: homo nec d; pocentü D i
tnotivis honeftifsimis. Cont.Si abfoluta poteil: tflL* fimnl cor¡-
itä eifet, peccare in pra:fentia veifus ad -uos ukimos iries,
gräti* forec miraculum j Ted fimplicirer tales; fea eiler fi.iul
creacura propria viitiite non in gratia habmuli,&: in pecca«
poreft cfficerc miraculnmiErgo to m o r t a l i , eií;t fi.nul conver-
iilud efficeret Dcus,cui propte- fus ad duos últimos fi'ícs» fim-
Tca tiibuerecur talis conjüdio. pliciter tales : Erg^.Mii. conf-
t i . "Nec d i c a s : Q i i o d tune tat, q. z . árt. 4. num. 14. & eft
"peccäret c r ea t ur a in vi p o t e f t a - communis* T r a d , de ük. fi ¡e
t i s , á D e o expedita:,& pro t e m ­ Prob.min.Per gratiam habitua-
p o r e conimiinicatae. N a m fi tea lem efiet converfus ad Dium,
cíf -t , trea' turac onc ur rfc ret i n f - lie ultimum finem iimpliciter
rru ine nt al i te r $d calé i u i r a c u - talem ¿ & per peccatum m o r ­
l u m > & D j u s p ri nc ip al ic er : cum tale ad creaturatn: Ergo. Vnde·
ifl a conci ir rer et virtiice Del". A ig.Mag. q. 13-,1c mal o, art. 2.
' Q u a d , & ft on a m p l i u s c v e o i t dicic-.Converti adbonuwercafmvt
in q ü o l i b e t a l i o i n i r a c u l o , & ficti-T, adfiieni, f.icit averßinnemab
t r ‘b.iitur D ; o . Si p r o p t e r e a in commutabili hon0 , q:>od.dcbel
a d d a s : m i r a c u l u m non iiare in eßs ultimiHfinis , eo quadno»pof
c o h j u n d i o n e p e c cä t i c um g r a ­ funt effeplures ultimrfines.
t i a , f ed in c ö n j u n d i o n e g r ä t i * 13. Refpondebis: Q^iod l i ­
c um p o t e f t a t e e x p e d i t a a d p e c - cet r e p u g n e t , hominem cflfe fi-
candtmi. Cune . Ctiiñ po c tf ta s tflul converf um duplici co n ve r -
e i l m i r a c u l o f a , ef f e du s eft m i - f i o n e a d a a l i ad prar-Jidos ú l t i ­
T a c ul o fu s ; f e d p o t e f t a s a d p e c - mo s fines ; non tarnen dupli ci
canduni irtpräsfencia gtaefae,fo- h a b i t u a l i ; aut una a d u a l i , Sc
r ct m i r ä c u l o f a : E r g o e c i a m a li a h a b i t u i l i : qui a non eil
c o n j u n d i o peccati c u m g r a t i a / tanta öppoiirio inr^r duos ha­
qiia: eitec e iredus ejus.PräeCerea: bitus, vel inter s d n m , & h a b i ­
E f f V d u s , qui non fit p r o p r i j s tual , ficuc Ínter dúos a d u s .
v i r i b u s c re ar ur aí ieil m i r a c n l o - Q a a r e c u m g r at i a h abit ua li po
fus i f ed t a i l s c o n j u n d i o no n terit eile p ec c at um habitúale»
im ó
D E IV S T í FICA TIO N E IMPI],
im ó eít a&itale. Conc. I.dco.re- tatis. pecatuin autem,, cum,(t¿
piigaa.tJho,'nii)sni cffv (ima.1 coa- libcrum^onftituit illu m in d ig -
veJum di.plici conv.erlione a c - num in eífe moris. Quas 00a re-
túali aJ duos ultimas filies^ gugaant íimul in ¡Uo: cutu perr¡
oji i i cu-n de radons Li'.cími fi­ tineanta/d diverfas lineas. Si?··
nís ;k omnia fibi fubordinarc, cut propterea filius unigcnitus
& fubjicere, non permitrit , nc. natura 4¡sKcoaitnitt.cfls parricí-
ak'jci fuboídineotur 6c fubji- dium, jure cpivnaturalitatis eft
cianrur ; !'ed hxcra.cio milicac. dignus hxreditate patris; & ra·?
p .o c ó v ’.críion-r habirua.li:Ergo.. tionc delicti red di mt moralice c.
Min.etVcerta.: N.anv ukimusfi-, indignns.
nishabicualiter ónia fíbj fubor« 15. C ont. t. E* hoc.fequi*-
íiiaac, & fubjici-c habirualiter». tur : vifioneti> bcatam ,& unioi*.
Et to b o r a tu r ; fícus-accetfiis ac-. nein hypQÍlaticatn poffe co.m-
tualis íut D¿um,e.n: receíRis na«, poni.cmn peccato mortali; fedi
tura! is ¿ creatura j. ita acceífus. hocrepugnat:: Ergo &; rcfpon-«
habitúalas eit rece.flus habitúa-, ü o . Prob. maí. D ig n ita s viíio*..
lis; fed repugnaCjhominemdu-. nis beatx » Sc.unioms hy^ofta.-!*
j?Iici convedione aduali íimul, ctcae, t£t phyíica , íiQUt Se d ig n i»
acceden: ad- Deum , & creatu- tas gratia;; indignitas.autem *
,ram , fed fi accedat ad unutn, peccati .mortalís., cum fie. Iibe =.
ncceílarió recod¡t.ah alio;Ergo. r a : Ergo Dignitas>íive phy-·
&. duplici habituali. fic.a,Í!ve moral is, eft exigentia,^
14. ^xob.jrConclufiójGra··.proportio. &. d e b ita n ajicujus,
t.ia habimalis conftituit homi- í.crm ini; fed rcpugnat.cxígen^
flem amicum D ei, filium adop- tia, proportio , &.dcbituua ca<v
tjviii/) illius , &.digoum vita Jiutn terminorum : Ergo o í t a - .
xterna : peccatum vero morta.- Jis dignitas. Prcb. tnin.Rcpug-.
1c conítiruic cam inimiemn, naí íimul in eodem exigentia,,
D e i , filium diaboli , & ,in d ig - p r o p o r t io , & ,debittim contra-,
nnm vita xternajfed hotno,ne£ diftoriorutti ;.fcd tales.termini,
de potentia Dci abfoluta , po- funt contradiítoríj: E»:go. Mai».
teft eífe íimul amicus, & inimi- efteerta : N i m tal is exigentia.
cus D ¿ i; filiusDei, Scdiaboli;. eft chimera, cum reQjiciat chi-,
dignus,í¿indignas v^cisterna: meram. Min.ex fe p a i e t . j . V b t,
Ergo. Rífpondeb'is: Q¿tod gra- repugnat potentia a d iv a , rc-.
t.ia cooftítuit hominem digmim pugnat pafsiva j fed repugnat
y i u m t i u * j » i c cotiAAtwali- qui fiaiul dec gloriam.i&.earcn-i.
t»am„
DE JUSTIFICATIONE IMPIJ. •itf
cíam gloria : Higo & qui íimul Hominem exiltentem fimul in
eam poíV idcat,& habeat exigen gratia , 8: in peccato mortal!,
tiam utriufque : fleque & talis nec effe juftum, dignum vita
dúplex digoitas, & indignitas. acema , nec Hlium adoptivum
Ad exemplum dicimus : quod E>ei : quia peccatum impedir
íilius p a ni c id a non manee dig­ has denominaciones, quas gra­
nus phyfice hareditate : nam tia ex fe , ex natura fuá , & in
lizc dignitas requirit caren- afta primo poffet tribuere.
tiam fitmlis deli&i. Nam hoc confirmar dc&rinarn
1 6. Refpondebis : Quodnoftram:quia fi percatara impe
homo per giattam fitdig nis vi ­ drt ta'es denominaciones,quas
ta «terna; 8c per peccatum dig­ gra tia praftarer, inter pecca-
nus carentia vita aterra?; non tum.Sr graciam erit oppofitio»
tamen íta dignus, & indignus. non lolum contraria, fed с train
Vnde ex parte fubjedi i f t f o l a contradi ft or га , aut privativa»
oppoficiocontraria;& p a d i d a faltim í Ilativa. Siqoídemtjufa
contradictoria folum ett ex ínter aíbedinem, Sc nigredinem
ft-meterminr. Cura a u t e m p i a - eft fola oppofitio contraria»
«Ji¿ta dígnitates non dicanc dum funt remifla in eodem
conncxioticm cñcntialein cum fabjefto.cribuunc ei fuas deno­
ftm terminis : nam digno vita minaciones, quin una impediat
«terna pottft Dcus de potent ja dcnomiuationcm alterius.Pra-
abfotuca negase glorijm ; & terea: narn cum ( ffeftus fur ma­
digno car-entra iílius poceft ils form« fir fpfa forma com*
eam conferre: ideó peccatum, municara , repugnat quod gra­
& gratia fie pofíaor cocxiftere tia, qiiarelt forma, iic in homi-
>n eodem. Cont. Efle d'ignum- ne, 5c impediatur , ur ei retri-
carenda vita «terna infere n c - buat taleseffciftus , & d en om i­
ceflarió , eflt: indignuin vica naciones.
eterna , 8c exiftens ín peccato «8. Refpondebis com aiijs
mo:t ali ef t dignus caientia v i ­ ad fupradiAa : Quod D.-us ful»
t a « t e r n a : Ergo íítnul cfíct dig- d i ve· fa racione amarcr, Sc o d io
nns , 8c indignus vita aterna. hdbercthominem : nam ama-*
M-ii.patct : Siait effe dignum ret ilium, ut orna turn gratia:8C
carenria amoris divinj infere odio haberec ut infeftunrpecca
ncceíTaríó, eíTe indignum amó ­ to ; quod non repugnat. Sicuc
le d i v i n o . fide'em peccacorcm odíe uC
.17. Nec proptcrca dicas.- peccatorem , & non ut fideletni
P cum
TRACTATUS O CT AVUS.
cam fides placeac illi. Cont. g r jtia m tc r char ihi lent) ficHf fy ira t
.Licet fidcs pcrmittat peccatum corpus cum animar» u m itlit", it$
'moitalc,nou tarnen gratia habi fpirat anima cum Deum am ittif,
tualis ; Ergo licet hoc evenfat D a n nwiffus mots eft'anim^ anima
refpc&u fidel is peccatoris, noa amifjh mors eft corporis. Q¿ o ad
poteft evenire refpe&u alterius J.patct ex illo i . P e c r . s . v . p . ^ i
pradi&i. Prob.ant. Ideo fides de tenebris vos vocabil in admir.ibi-
pcrmittic peccatum mortale, ¡e lumen fimm. Idcft, de peccatis
quia. cum ipfa non rectiHcec ad gratiam ; uc dicunc Sacri
totum hominem , nonradicat Expoikores.
omues virtutcs , nec deftr-uic ¿o. P>ob.5,concluf. Si gra­
omnia peccata , nifi pcccata tia habitualis de potentia D ei
infideütatis , ci opp.ofica ; fed abfoluta poffct coexiftere cum
gratia teäiiicat toiuni homi- p^ccato mdrtali ,'etiam chari-
ncifi: cum radicet omnes virtu- tas polTct coexifttre ; fed cha*·
te's* & dcftruar omnia peccat 3 , riras non poteft : É· go nec gra­
quibus- opponicur probative: tia. Mai.conftat: Nam charitas
Efg-o. eft proprietas g ra tis habitúa*
'-■spi Prob-^.conclof. Pccc a- I is ; & proprktas poteft cíT- ubi
tumi'mortale, live c onüi cut ive , cflentia. Prob. min. St charitas
i i v e c o m p k t i v e e u ca r en t ia gra poifet coexiftere cam peccato
t i a ; , mors anüna: , 8c tencbrae mortali,homo in fenfu compo»
i l l i u s ; fed nec de potentia D e i fito peccati raottaU poifet d il i-
abfolnca poilunt in e ode m gere Deum fnper omntajfed iri
coexiftcre forma , & c a r e m i a tali ftatu repugnat , nee de p o ­
f o r m s , mors , & v i t a , lux , Sc tentia Dei abfoluta poceft d i l i .
tenebias: E r g o . M a i . Q u o ad r. gere Deum fiiper omnia: Ergo,
p.conftac ex D . T h o m a , q . j . d e Mai.conftat: Nam ubi eft habi·*
p o te nt , arc. 6. ad 2 j . aiTcrcnte: tus, non repugnat aétus;& talis
M.tci-l.i in avima non · pönit m t u - d i'eitio eft aftus. habitus char
ram aliqua.n , fed folumgr.\tijt p r i . r ita tis. Prob.rnin.Tal is d i leótio
vM lo'ic7fl. ad 3. cx 5 - Greg* eft amor amiciti® D e i , eiqqe
N i z i a i i c . ü r a r . i o . ita aflante: debetur aflccutio gloriat; fed
V»a rticrs p:’cc.:'um cjl, efi e n im a n i - homo exiftens in pcccato mor­
ms. in fttU u s. Ec cx D.Aug.Serm. tal ineqa it diligereDeutn a m o ·
5.cle A'erb. D o m i n i , dicente: reamicitiae , nec ci poteft ciTe
S:c!<! .xnin;:· cp . vita corpora , ifa dcbica afTecutio gloria;: Ergó,
<v;im£ v i ‘.t cß'D sm ^unitus ipfiper H i n . p a t e t : Cura fit inimicus
D ei,
DE JUSTIFICAtrONE IMPIJ.
Del , cique iu debita. pceaa, cum a cci dent ia cont rar ia fiaac
«terna., á Deo , poteft ue author fuper-
i r . Sinegesconfequentiam; naturalis ea ita. mi r a c u l o s c
pratbcnsdifpái icarem:quia cum c onf erv at e in eodem fubjK<äo,
c hamas uíislcat in volúntate, i mpedi endo vi m expu'.livam;
fieuc t.ft peccatum moitale, hoc fclL cxpuliionem ut riulqué. Ve»
non poteft .coexiftere cum illa,, ru.ncam.en cum noa t'aciac p e e -
nc tíT-nt íimul in codem fubjcc- cat am mo rta le ».nequit c o n f e r -
to. Gtacia autem habicualis,. vare i l lu d cum. g r at i a h a b i t u a -
c u m í k i n a n i m a , poteft per­ l i : qu ia fola caufa. p t o d u & i v a
mitiere peccatum. in volúntate. , eft eonfervativa. > cum co nf cr -
H.jc n.o.u tenet. i.n peccato habi­ va t i o Íít continuara p r o d u d i o .
tual! >quod ctiajn eft in animan . 23.. Cont. Etfi I>eu& noa
cum fit.ma.cula reliíte ¡n ani.· na. poisic confervare peccatuip
ex pcccato a£t.uali. Nec fatisfa» cuna gratia , poteft permitccr^,
cit. dífti¿ultaci :. nam ubi. eít quod confer ve tur á creaturar
cfLntia,, non. repugnat propti.e- ergo. Prob-anc.. Etfi Dtus. 110,a
tas , ica ut quas.lib.et reíideat íaciac peccatum, pote ft permit­
¿a imedia ce. in. fuá. fubjc£ti>. iere, quod fíat acte&turaiErgo..
P «ecerca : nam. gratia. exiflens Refp.negó conf. Ratio eft:qui&
iu anima, ex inde r adic ar ch a- Detis tantummodo poteft per­
rit.ttem in volúntate ; quam, &. mitiere maUim , ad quod funt
r cli quas potenti as leftifieat.. vives in c.reatura, Ec cum in ca.
ai,. Aig. i. Dao contraria lint vires ad committendum
in gradibus intenijs. pr ííunt de peccatum,. quia deíeftiva tftiöc
pot.cntia Dei abfoluta coex i ite­ non a d confervandum pecca­
re in codem· fubjt¿t.o Ergo tum mórcale cum gracia habi­
ct.iam p c c a t u m mortate,& gra tual i ; fiquidtm non poteft
ti a. hab >t ual is. Prob.corvf.Sj cut auíerre ab illo vim exp^fívam
ptccatunv mórcate 8c gratia gratiíE., cuín fie piopriecas pec~
habit.ualis.cx.natura ína.oppó- cari , qua; nequíc íeparari ab
ítontur, ita dúo contraria ia efiér-tia , niíl per miracnluin»
gradibus intenfis ; fed ; Ergp. quod eit. opus divinum : ided
Antecedeos negaíur á nobis licet Deus perm itr^t, qu od y,‘;c -
cum D . T h o m a »TraA.deG.encr. catum mortale fiat á crea tura,
q.2.aTr.j.& in Pcfter.q-.j.art^. nonporeft permittere, qnod ab
Si autem p<jrmitterecur. Refp. ea conlervetur cum gratia ha­
a t g o conf» D i f c r í m e n e í t : naja bitual!.
T1¿ TRACTATUS OCTAVUS;
24. Cone. Licet viscxpuU peccatum non expeliere gratia:'
n va gratia: non pofsic in pecca- Ergo & coexiftere cum ¡Ua.'
to aufcrri á Deo , ncc á creatu- Prob.ant. Peccatum non expel-
ra, poceft Deus auferre agracia lerct gratiam , quin nccefsita-
vim expulfivam p e c c a t i : Ergo r e t D e o m , ut auferret concur-
gratia iic pocericcocxiftsre cum futil confervativum gratiae ; fed
peccato. Debet negariantece­ peccatum non poteft necefsita-
deos : Nam gratia cffentiaticer rc Deunij ut auferat concurfum
eft expulfiva peccathcum oppo- confervativum gratiae : Ergo.
natur privative cum ¡lio, in Prob.min. Nil creatum poteft
feotentia conftituente peccatu necefsitare Deum, utfufpendac
per privationem: & in aliorum fuam a&ionem ; fed peccatum
fentcntu , ad minus opponitur eft quid creatum : Ergo. Refp,
completive privative , & illati- dift.mai, Necefsitare ex fuppo-
ve,acargu¡civé contradi&orié. fitione , nego mai. AbfoHite*
Soluniiiiodó autcm pro nunc conc. mal. Semin. & ita dift.
permifTo.Ilcfp.nego conf. Ratio conf. Cum enim D¿us fit Supre-
eft : Nam ut gratia cocxiftat mus Dominus omnium crearu-
cum peccato, non fuftícitjquod rarnm , habeas abfolucum d o ­
gratia non expellat peccatum; minium fuper omnes , nil crea*
requiritur etiam , quod pecca­ turn poteft abfoluté necefsitare
tum non e x p d U t gratiam. ilium ad ponendam,aut fufpen­
Cumque in tali cafu , licet g r a ­ de ndam aliquant aöionem.
tia nor» expelleret peccatum» Poteft tarnen ex fuppofitionc
cum Dcus ia ilia fufpenderet Deo libera , ex qua infallibili-
vim expuWivam, & expuUiouem ter aliud fequitur. Propterea
peccati ; peccatum cxpelleret , eft nccefsitatus ad concurfum
gratiam : cum vim expulfivam fi multaneum ex fuppofitione,
iftiLis 11ec D c u s , nec creatura quod praeftet praevium. Ec e x
autcranc á peccato : ideo gra­ fuppofitionc;» quod concurrac
tia non coexiftcret cumpecca- ad introductionetn forms ca-
ro.Lno tunc peccatum expelle- daveris, eft necefsitatus fufpen -
rertaciiius gratiam : cum ifta dere concurfum confervativum
minus rcfiftjret, nam ejus refif- forma: viventis. Cumque ex
teutia cflct fufpenfa. peccato mortali infallibiliter
25. Cont. Eo ipfo , quod fequaturcon efle gratiae: Ideo
D a i s ciofT.jC
1 aut'erre & cratia
·-*
ex fuppofitione libera , quod
vim cjrni'fivain pe cc ati , poffet Deus permití at peccatum ,^eft
DE JUSTIFICATIONE IMPIJ.
fiecefsitatusfufpendere concur- confirm afle Pctrum ia gratiaj&
fum confervativum gratise. revelafls illi dccretum , cum
ai. Arg. i . Supponamus, fimili pra:cepto. Petrus in u cr as
Deum habere decretum confer- que cafu poifet iimili modo
vandi gratiam habituaLm in omictere afl'enfumrevelationis,
Petro per totam arternitatem, cum hasc foret obfeura : E go
& revelaret Petro raledecretü, poifet pe cc are > & conju.igere
prarcipiendo illi , ut pratdi&a: peccatum, non folum cum gra­
revelationi afl'entiat affenfu t i a , fed etiam cum ta licotuio-
fupernarurali: I n t a l i c a f u Pe- natione fui , & c a m c o n fi r n u -
crus cft potens ad omifsionetn tione in gratia ? Non concedes
peccaminofam talis aflenfusj confequentiam.
fed ta’.is omifsio coexifteret i j . Rifpondent nunc aliquis:
cum gratia habituali : Ergo Quod Petrus in tali cafu * licec
psccatum mortale coexifteret actencis folutn praelicatis in-
cum illa. Min.patet;Nam fuppo trinfecis,&potentia anteccden-
n it u r, qaod Petrus femper elfet tc poifet peccare ; non ta m .u
in gratia. Prob. mai. Petrus eft pocentia confequcte,& coniidc-
Ifbcr, ut afl'entiat, Sc non afien- ratis prardicatis relatis c x t r i n -
tiat tali rcvelarioni : Ergo. fecis. Et licet abfo’ ute non re-
J>rob.ant. Talis reu elatio non pugnaretPetro dilTintirejrepug
nccefsitai Pitrum ad aifenfiun naret ei , omnibus pen fat is.
illius: E r g o . Pro b.an t. Talis Vndcrepugnaret qu.>quc pecca­
revelatio cft obfeura , fed reu re. Ad modum , quo co:itirma-
elatio obfeura non necefsitat tus in gratia > ita non poteft
z-d fui affenfum : Ergo. Prob, peccare ; Sc pr£ motus ad con -
min. Revelatio obfeura relin- fenfum , non poceft diflcntirr.
quit indifferentiam , Sc libertä­ QuarePetrus in tali cafu reddc-
rem ad aifenfnm : Ergo. Hoc recur ab extrinfeco impeccabi·*
avgumentum inftat fe ipfum: Its ut advertit M. Carvafco.
Supponamus Deum habere d c ­ 28. Impugnatur tirnen : Si
cretum confervandi gratiam in Petrus in tal i cafu polT^t p o t e n ­
Petro per totam arternitatem, t i a anteccdente,&: artenris prar-
adjnnfto i 11 i favore extrinfeco d i ca ti s intrinfecis v ol un ta ti s
condonationis, Sc revelafle P e ­ dcliuquere peccato i n o b e d i e n -
tro hoc d e c r e t u m , pracipiendo tfar, & omif si onis contra rale
e i , utaflentiat tali revclationi. p r s c c p t u m , p o f o t conjun^ere
Et fimilitcr fupponamus: Deum peccatum cum tali prscccptoj
fed
IIS TRACTATUS OCTAVUS
fed hoc eft pciTe componwre pcc- afíe«íuin fup<anaturalem ; f e d
catuin cum gratia : Ergo pullet > calis potencia eflentiaHrcr fup-
ctia.u pcccare poteßtia confe- ponic gratiam : Ergo fi poteft
qoei’.rc , & attends pi«dicatis ponere inobedicndani fecun-
c ¡t 11 i si fee i s. Min. patct i Nam dum ÍLS&eífei.tialiter lumptarn»
ta!e prajccpcutn conne'öitur poceft cam conja >gcvc cum
cum revclatione ,·& revelada gracia. Prob. mini. T¿lis p'Hen-
cum g ra da : cum fit deconfer- tia fupponit «.(fentialicet veti.
vanda gratia pec totam asternt- revelaticncm de cxifteotia gra­
tatc-m. P.obimai.-Et 11 potencia tiae, ; fed vera revelado deexif--
ar.teccdenspi aefcindac á piacdí- tentia gratiae fupponic.eflerida«.
c a t í s accidenealit.er coocomU liter gratiam : Ergo..
t-intibus actum x non vevó a, - 30. Refp.nuncdift.ult.ant«',
concomitantibus neceflariö a c­ Et libsrtatem contradi&ionis^,
tum fcvUnduin fcj fed tal is ino-. conc.aot. C o n tr a ru ta d s , nego
bedientia, & oniifsio-adimple- ant. He ira dift. conf. Libertas
donis p:s.didi determinad contracii&ionis refpicit s6tum.
praccpti coocomittatur necef* feciindum fe, & quo ad: fub.ftan-
fa d o , & connotat tale prscep- tiam , p'icifcindendo ab omni,
tom : Ergo. Probi n>in. Inobe·* Circunftaotia, & piaecepto. Rrf-.
dic-cia » & finiVis oñvifsiói fe- picit namqné carendam a<5tus
cundunj fe, & ¿íTititialicer dicic negative fumptam,pro u: p r e ­
KCcíTum á p¡arceptó::SiCuc obe­ cise dicit non effe a&us fecuri-.
diencia confotmicacerti cum dum fc i.aon. tanrven privative
p: aiccpro j ut docet p.T-hoBöas» accepcam : quomodo jam eft
l . i . q . to4.ait;i-.& q.^o^aift.-T. libertas c.ontiärietads , quae tft-
N am fit lie ubi non eft pi'*cep« inccr bonum, & malum; rum li-.
rum , r.r-n poteft cxerceri obe- bertas co otradi&jonis fir inter
dicntia , ira nec inobediencia. bonum, &!i on bonum, Et licet
Qt»;*.iC'Apofi«}us ad R o m . 4. v, in tali: cafu revelado neccfsitet.
IV· a i t : (nim rIon tß Ux :?itc Petiurn , & non relinquatin eo.
fr x v ir U a liif ·: Erga. liberratem concrarietatis: cum
,·· ip. líTnílratur : Inobt'dien-. n o n relinquat potentiam ad.
’ pía ra.’ is determinati praeccpd diifenfum > nec ad omifsionctft
- sflenfus fupcrnaiinali*· pisedic- privative fumptam , & in c ir -
lie revclar’oriis (cctmdiini fe, & cmftantiapiaccepri; non iveccf-.
quo ad iflvntialla , & intrinfeca fi tat cum , feii reliriquit in illo.
fuppoait potcntian» ad talem libercatemcótradiftionis: cum.
relin«.
DE JUSTIHCATIONB IMPIJ;
icliflquat in со potenti^m ad to ; fed non obedire illi , elfc;
tfmifsionem aifenfus negative peccare : Ergo;. Rcfp.dift.mai..
a cceptam , fecundum fe confi. Non obedire negative c.onc;.
deratam , & uc a,tali ргагссрсо mai. P ri vative, nega mai. Sc
prxiciifarh : nam omifsio fecuu- dift.min. Non obedire p r i v a t i * .
dum fc pi <E.fcind.it: a prxcepto, ve, coric. min. Negative , nego :
cum polsit efTw , cum non inftac min. 8i conf. Cont. Si Ptcius
p'rieceptum. Qaare o ni ifs ioa u ­ айн non obedirct ,.aftu pecca-
dit ion'is.Sacri die feriaco eft :,Ergo li pcifct non obedire,
negativa : quia non inftat pra- poflec peccaic. Refp.negoconf.
ccptuin audiciopis ; & in die Ratio e f t : nam arguituv a fenfu
Fvftocrt pri vativa, quia iiiftat» d ivifo ad compoistum. A p o -
Cmnque ioia omifsio privativa tenria ad а й и т fecundum fe,
aifenfus eifet pcccaminofaJdeo ad. porentiam ad. a£tum cum
Petrus non poifet eliccre omif- circunilacijs.Qni modus argneti
fionem pecceminofam,nec pec­ di eft incptus : cum amplius re-
care 5 nec peccatum mortale quiraturad veritatem propoii-
cocxifteret cum gratia habi~ t ion is compofitae.qu am divifae*
mail. Sicut non va 1et;Si Cbt iftus non
31* In pra:di£ta enim hypo- mereretnr , fuppofito prtccepro
tcfi Petrus pc(Tec obedire pras- mor.iendi , peccaret : Ergo (i
cepto> & non obedhc j noil poiTct non mori,poifet peccare»
tamcn inobedire. primum dicit 33. Cont. Si Petrus in tali
obedientiam л & ncgationcm cafu non p.ofiet ita rcccare.red-
obedienriar. Secundum impor- deretur. impeccabilis ; fed non
tat etiam privationem obedien redditUr impcccabilis. : E r g o .
tisE. Vnde poifet non obecjircj& Refp. dift. mai.. Impeccabilis
non poifet inobedire > nec pec­ alijs peccatis,nego mai. Pecca*·
care contra tale . pr.jcceptum. to contra tale praiceptum,conc«
Sicut Chriftus Domir>us,fuppo- tnai.& dift.min. Alijs peccatis*
fito praecepto f t * mortis, pote- conc.min. Cor.fra tale prarccp-
r a t n o n m o r i , & non obedircj. tum, nego min. 8c conf. Petrus
non tatnen inobedire, nec pec­ enim in cafu pracdiito nulla
care. potentia cqnfequentc poifet: ·
31. O n t . P e t r u s in tali ca­ peccare : cum tota xtcrni.tite
fu poifet peccare contra tale fliturus effct in gratia.,.Potenti^
prfficeptum : Ergo. Prob. ant. autem antecedente p c i k t co m -
Poifet non obedire tali рсгсер- uiittere aliapeccata : nam ilia
fecun-
no TRACTATU S O CTAVU S, v ,
fccuadu.in fc , 3c c l k u t u l i t e r
gratiam praedi&am s & in Petrd
non I'uppo nenne rcve lat ione m non remanec potentia antece­
¿ c arccrna d u r a do n e gratiae,dens ad iUud, Ltiö tali decreta
fed tantum acvi de nt al ite r. Pe c-
adjungeretur aliud dc non p e t -
catmii verQ prardi&ai o m i f s i o ·
mitcendo peccato ipfo Petra
ni s a d i m p k t i o n i s tal is prarcep-
per totam jeternltatcm. Vnde
ti e o d u n . m odo fupponertE Petrus poikt in fenfu divifo, 6c
i ll am , iicuc pia?ceptum. Qnare potentia antecedente diiTe.iti-
ibi pot en ti a praf-indercr ¿ t a l i
re piacfata; revelationi > nulfi
¿ircunitantia , & hie non.Cutiv- autem potentia , nec In ullo.
quc hoc (it, PwtrumtiTc i mp ec - fenfu poflc-c h> tali materii.
cabi lem hoc peccaco , 8c non peccare.
íll-ijs : Ideö fol am ita t Her, 55·. Arg. 3·. Si gratí-a hab tí
3·}. Cont. Petrus in tali* ca­ Utah's efl'.t de potentia Del.
fu p* lift potentia antecedents abfoluta incomponibiiis cunv
coij;i:tLre qucdlibct peccatum·: peccato mortali·, conftituereí
E ' g o etiam peccatum contra hominem impeccabilem j fed,
talc p¡ arccptiim. Prob.ant.Gon- ntvo conflinm hominem imped,
firmacus in g alia poteft poten» eabilem : Ergo. Min. eft cerras.
tía antecedente com mit tere Alias infufa , &:· habita g r a t i s
quodiibet peccatum : Ergo. baptiftnali, jam rión poflet no»
Prob.conf. Magi* pnvilegiacus aio peccare. Prob. mai. Form*
videiur confirm a tus in gratia, determinas infallíbilúter fubjecí
quam Pvitrus in tali cafu ; fedi íum ad carent iäm peccati,confi
E'go. ^efp. nego coaf. Ratio ritii't fubjcót um i ni-pece a b i 1c$
tit : naai. quodiibet pcceatum fed fi gratia habi&ualis e f k t d d
feaind-unvfe p. afctndít á decre­ potent ¡a Dei abfoluta incom-
to cocitiimat ion is- in gratia: ponibilis cum peecato rnortalÍs.
iicqnf accidenta'iter rtfpicie daterminaret infillibiliter hó-
fa!e decretum, & in confirmato minem ad carentiam peccatii-
in gratia remane* potentia Ergo. Pro b.mi». Forma infál'>J*4
antecedans ad quodiibet.Pecca bílitcr connesa · cum aliqu»
fum autem omifsionis pranfatí e x t r em o , detcrminat-infsH ibí -»
aflVnfus non pisfv indit a decree liter ad illud ; fed gratia habí«
to confrrvand.i perpetuo gra­ tnalis tííct infillibiliter cón-
tiam in P;.rro, fed fupponir, & nexa cmn carencia peccati morr·
refpicit revelatiortcm de i!!o. talis : Ergo.
Q¿a:e eilentialiccr '¿uppoaifr 3 J. Rtlpvdift. mai..Si- in-
fübjcc?*
D E 3U S T IF IC A T IO N E IM P IJ . *r£
fubje&O He in aíjnfsibilicer, in Chi i Ito· Domino * cum rvon
conc.mÍn. Amiisibilicer , oego po-fsir elicerc a£Honem , qu*
mai.& dtft.min. Et eft amifsi- c a m a m l c c a t : nam ejus volun­
feiliter in.fubje&o , conc. min. tas, racione. Suppofiti divini*
In amifsibilirer, nego rain. St ica adhoctet bono,ut non pofsie
cunf. Vc enira- aliqua forma vertí in malum. Gra tia autem
determiner iofallibiHter fubw lubicualis eft amifsibiliter in
je&um ad unum ¡ Se teddac homirve viatore : cum ejus v o ­
impotens adaliud, non fufficit, luntas mutabilis pofsie vertí in
quod ica fit connexa cum uno malum.
W -e in o , q u o d omnindfit i n t o · j8 . Arg. 4. in a-liquo figno
ponibilis cum. alio. Infuper poteft gratia habitivalis tnsellu
fiamquc requiritur* quod ipfa· gi fimul cum peccaro mcvrtatir
fit inamifsibiliser in fubjtdo: Ergo dcpocenria D ti abfo-tiita
oamii.ipfa (it amifsibilis, t o t * pot«ft coe*iftcre in eodentcon»
determinado corruir- Quare, illo. Conf.patet ex il i o Lucarr¿
Jicttamor , quo Petrusdiligic· V. 3.7 . gui'i non erit itnpofitbilk
Paulum , fíje omoino irtcoinpo- afudDeum omrte vtihum. C u j a s
nibilís- cum odio- ipírusí·· quia tenfus eft : not* repugnat fieri
tails amor eft a mi fsibilis,, Pe- a.b omnipotencia, quod intel·*
cius non redditur illo impotent le&us poceft ¡ntelligcre. Pro W
ad odium Paulii. Cumque gra­ ant. In aHquo fig.no poteft gra­
tia habicualis fit amifsibiHtcy tia habitualis iuteliigi , quirv
in homine : Idvonon d«.certm~ peccatum mortals iu cd li g a tu r
sa t iofajlibiliter ilium ad ca— rem<íTum-: Ergo.-Prob.anr. I«·
Kntiam peccati , nec PC(Jdit: ordine juft'ifKacionis , pro a li -
hominem irupcjccabilem». quo figno naturx: incclligituc
37. Cont.Sicut gratia unio-.gratuihabitualis ants poen¡ten­
bis determinar humanitatcm t h mj fed'peacatuni non intelli'-
Chrifti ad bonum, & a d c a r e n - gitur remiflum ante pcenitet*·
tiam.peccatladualis, fic gratia*, t i a m : Ergo. Min.conftat. Cum·
habitúa}is,.ita in con poaibilis. per pcenitenmm remittatur.
cum peccato, determina ret ho - Í9. Refp.dift: m a L l n t e l l i -
minem;fed gratia unionfs confL gitur affirmative nego m ai.
tjtui t ChrifUim impeccabilem: Apprehenfive & prxcifsive,.
Ergo. Refp. negoconf. Diferid conc.m ai.& m tn.& ira dift;. conf..
men eft afsignacum : quia gra- Cum enim ilia fit prioricas n a »
S^.tmionis. eft inamifsibili$tr. turat, caufaliratis, Sc prseci fs-io*
.t r a c t a to s acT m v&
qi i, inea*npf» affi>Mut.ur unun*, buic co.Qc.ep.cui addác e»trínfe-
ryrc «cga.tur alimi.lslcc cam b.enevokntiam Dci, poceífc
¡cur eílc gtar.ia.tn ngii tlfe. cojiíiderari íioeiüa* D¿ q a i f u b
peccatuni remiíjiirn., nec adhu¿. triplici aísignAta·conííiieraria*
cííepceíntcntuin, Soliifli cniin^ t»e e.ft áifh’ cultas.
jjer p,¡a.c¡fsioa¿m· íofclligicuc 2» Contluíio : Gratia í'¡il>
§rac i a.qua; c ft fo i ma„r emifs iva, nullo coocLptu quaJitatis pa*.
^exp uji iva p e < c a , t i p i asfe i a - fcefl: cocxiftere cmnpeccato ¡ñor
dfndo ah^cxpulíioaej&.á. pecca.- taH ., aulnic de poccutia D.ci‘
t o j quod ia inftanti expuliio!- abi'olucj. Ira M. Cirrafeo cutn,
i}is jiitt non c l t : cum fie gratía, alijs.. Prob. concluí. quo ad: i.
& · poEtiiietuia. Vndc licet pro: Implicar, quod gracia. fub. con -
alíquo figno intelligaiur itai ceptu^cncrico qualíratis inhofi
gracia , qu.in inrelWgatur pae>ii- reac fubjf<ä’> , ¿ n o n fubfpeci-
t£nm:pro oullo inftanci d i fíne fico i fed fub conccp u ípecificaf
illa. Ef c a n hoc tíT;t nseeífe,iK: nequic ira cocxiftere cum pecca
gracia liabitualis fórec ante tó tn ortalí; Ergo nec fub gené­
f^eni.ren:iam,& coexifteret pse- rico. P.íob.ma.i.. Conceptus gc-
c&to aioftili : Ideo ñor» e£t, nec ncricus, & fpecifícas cupslibec
coexiftir. Vcvba autem, Sacri forma ídem ifteantur real i re r;
■'Eyangclirtje i-ntelligimtur in fed im p li c a r, qaod gratra fub
ll.oc fenfu:Non repugnat í m i ab couceptu generico qualitativ
«mr.ippcenda, qaod pote£t:in- inhxreat fubje&o ., 5: non fub
tclleftiis affirmativé intellige- concepcu identificato realiter
t.e; non camen quod pracifsivé.- cum tilo : Ergo. Mal, patet ítl
Logrea, l i b . j . q . s . Mi^.conftAt:
ÁRTICVLVS III. Alias realicer identificara fepa-
rarentur realiter.
Y i n r M GR A T I A , I N E SSE 3. Dices Verum e<Te,quod'
qvaühitis pofsit coexifítte: tu#t gracia-non inhaerec:, nec exiftit*
l'cccüta morid;. ia anima fub conceptu genéri­
co qualícatis, quin Ínbcereat,&·
I. *&¿TO':o: Qnod grat.ía habí* exiftat fub fpecifico.Kepugtiart-
i - ^ m.vib pntdt coníidera- tía autem , uc coexiftat in e a s
rj .conceptr.» gpnsricoquali-· cum peccato mortal i , non o n -
t át is, &· u.b coricepttv i pícifü’o; tu t ex coacepcu genetico , fed
íj-.ií eft p a v r k i p a t i o niíurje d i - · fpeciííco. Refp. Qíiod licet hoc
vn;3:. Ivf wcüiik üspppfiEOí quod · « o nonvfequirurí
quod
D E .ir o T m c A T fs m T W r t j. >5j
qaod fttb «onccpcu *$cue> u o 5. P i o i ) . q u o a d . 3. L i c e t ca-.
exiític i v e a , 2* coefcitUc cufn lis benevolencia f uper adder e-
pcc-caco morcaU : quia nequic rettir g i a t f i e , gratia-prscilViYíj:
cxift^re in iMa fub jgcncrico* ab illa j fr.b concept 11 ípccifico,
quinexiftat fub. f pe cifico, fub &difF¿iénciali gratise co'nft i rua­
quo non, poceft coexirtcre crna rte l iomintm part ií ipírni natú-
illó. Sicut homocft i.icompaci- rat. dlv i'nx , '& p¡;±ftarct c u f f e c -
bius cum efle cqui > tciatu fub. tiis. prscdi&os l i d p eí c a t m A
concepta g c u c ü c o anima lis, mó rca le 'ne qui c cocxiflerc cum
quia hic nequic efle íioe lpeci- litis : E ' g o gracia íiilVtaVi c o n ­
{rc/>,tub. quo tcpivgnac cwmillov c e p t a nequic c o c x i ü c t e eirftv eó-;
4., p» ob..quo. ad i . Goncep - 6 . Arg. 1. Lícetconceptas
^üs fpecifi.viis. &ca‘Cí*. eft coniH- genentus , & fp:ec ¡Ecus-rea:) ittt:
taeie Kominempaicicipcm ña­ idenciSccnttir» pbuft formáfutt.
tear* divyí® , jiiftüiii y fánfluníj. ctíricéptú ge u t t ic o сч1Пеге fit.
atnicum ». Sí fiUii.m adopcivóih ftibjcftu,.qiim eXiilal fub. fpecí*
í>ei }. fed. pcccacum, mórcale fico: t i go gratia pot eric,do pbX
liequit coexíftcíe CUtrt h i ' : E g Q concia Dei abfólurá , fufb. tfon
gracia fufe c o n a t o , fpec.ific'ó, cfepcu genérico e 5cill с i t ш aní¿
nequi c. c.oexiftjire Qum.illbs D i ­ Ma j S¿, coex.HVere cém petcaté*
ces : Qiiod gratia, féctonduiri ñiqrtali . quiaé^ifíat, nec tofc-
íonctpcuni í^?cífi.cüm exifttns, x i íb c fub.lpeci'fico,. Prob.-anti
i.n aiini a, potert ei nont.ribue- In vilione idchti'fitartíur reali¿
ré. tales cff ftus.fp'ecíficos >.tri- ter conceputs gcnencuí, & fpe-
buen,iti.iv>[ttin vff> ñum generi- e l f i c t í s f ¿ d ’li.v.ifió. po?ietectJr iit
<HJm, & r t i d é n s aniniiiYi q ü a l i - lápit 1e,-ek.iftcríec Гг> i lío fub· con­
fi'carafít. Qsiomodo cfíct gracia ce ptu genético qua!ir.ic?s,
feb tátiorti; qaajirácii , &. rtoti ti o n·. fub fp cc i ñc o v ■ ;· o Mi s:E ¡ g o „
rtpugruú íte c<VeA¡ftsrt cqth j>ec. M í ’n. cft.cerca : S’ quidcm· non
cato (ñortáli.Refp/t atne.1:Cj^od éó 11ft.í t ii с*г с с l’;i p:ti с n). v i d e r t <*m.
ttini t rt’ .ótüs f t t nu át i s f ori r. x íifc 7. R·. fp.dií>.n'¡in.Í-Ai’ft·, i c t j
ififa fo rn u Cototht.n i c ita-, i ñi p Ii &; n o n e x i fie r e t , с >.>n с . :v11 n. E x i f -
<at, qiiod gratíá. c.oífcñiUn ifcetufc teret folúm », negó n»io.&. conf .
aniniavitnü ei eómiininlttc ca­ Chiniera, & .i mp !i c at or i um cO,,
lés cft' ¿las ffiecificós;. Sicut 'qiiod vifio é^iflat in lapide-,
pvopt.'-f-ci repughacj albédínem propter difbi : quia ne qu it e:;if.
cninmurjieari cotpoti,8t tórpu^ t e r e , ni íii n v i d e n t e : Sí q u i i
non effe albuaii. Forina nequit coin mímica r i fufí.
i» 4 T8.A C .T A T U S O C T A V U S ,·., . b
jt¿ta , quin ei cotnmuoicct iim fpéciheum , ob incap»c'tati;nS
cffcftum formalem. Et cum éx lapidi s. EffcSus aucem forma* >
chimera, & impofsíbili fcqtia- lis form* eric ipfa forma com*,
Cur quod! i b e t : Ideo feqiiitur, municaca fubjetäo capaci,
quod exitterer,& non exifterec. 10. Cant. In tali fe a f u ,p o - .
Veruntatnen , uc argumentum teft vifio communicari lapidi.
nonfuper fedeac»negamus ulti­ fub ucroqué coceptu.quinpixf-.
ma in minorem: nam (i v ¡fio fub tec lapidi eff.&um fpecificum.
conceptu genérico exifterct in videncis; E;go fimiliter gratia
lapide, ecurn exiftcrec fiib fpc- pocerit fub u troqué co:iceptu
cifico. commuoicari a n i m x , quin ei
8. C;>nr:Forma fub concep­ prxfteceffe&um fpecificum,.per
tu fpecifico non cxiftit in fub· quern erac incompoaibilis cuin;:
jféto , quinpraeílec ei effeäum. peccato mortali. Rcfp. nego.:
fpecificum ; Ted viiio nonprarf- conf. Ratio eft : quia anima eft
taret lapidi cffcötim fpccifiiiü: c apa x'ucriufque.eff.átiís gra tiae:
Etgo. Rcfp.dift.mai. Si fubjec- quare fi ci comuiuaicecur, ptaef-·,
tum non fit capax , nego niai. tac illi ef£.£tu,n .fpecificum , 8C
Si capax £ic. conc.mai.& min.& expellic peccatum.Lapis aut.em
nego con f.Cumqué lapis fit in­ non eft capax effcAus fpecifici
capax, lie denominctur videos; vifioníS. : r-ifss.
Ideo vifio non pTxftavec ei effvC- t i . C o n f. Licet a n in ia e x :
tám fpecifieum videntis. fe fit capax effeftus fpscifici gra
9.-- Cont. Subjeftum capax t i x , noa tarnen dual eft ip p c c * ..
fo rm* fub conceptu fpccifico, cato: Ergo tunc pocerit-haberc
ctiam tft capax eff.äius fpecifi- grauam im e ta li efFeétn. R c fp .',
ci;f?d lapis non eft capax effec- dift.anc. Pro ipfo ftatu peccati,
tus fpeailci viflonis : Ergo nec conc.ant. Pro alio. nrgo ant. &
jpiits viiionis fub conceptu fpc- conf. Anima eni rn non eft capax*
cifico; Refp.dift. mai. In tali ut dum eft in peccato , com po-
rup\>ofitione impofiibili , nego n a t i n f c , & cum eo effeéfcun*
mai. F.k terminis,8e ih re,'conc. fpecificum g r a t i s , ficut nec ip-
mai. &r min. & ita dift·. conf. In fa m g ta tia m ; fed fe rv a tc a p a -
hoc enim flat cohtr;'.di£lio exif- citacem ifltrinfecam , ut adve­
rcnrics v id on is in. lapide. Sem el niente gratia * recipiat talem
lamen p?t'niifi';ä,debec diet: efle effaSum : flequé debet expelie­
in co U.b (’¡troque conceptu ¡ & re peccacum, & ne&iquam pet-,
lion p i f i a r e lapidi c$V&uni mánebic c u in iilo .
i2.Áre»
DE JU S TIFICATIONE IMPIJ.
r :i r.' : Arg. "a. Et íi ¡n gratia qua Chriftus Dominus in Ccejo
i¿entificentur gradus gencrí- Tidet B.Virginem Mariaan,Mi '*.
eus*& fpecificus,poteft c o m m a · trem cjus, eft in ípfo Chrifto ck
nicari fub conceptu genérico iftente in Sacramento Euchárif-
qnalitacis j qilin comruuuicetur cías; fed ibi folum cttin co fub?
f»fa fpecificoiErgo & ita coexif- gradu genérico qualitatis ,
tete cum peccato mortaU.Prob. non fub fpecifico yiíipn!s,aclhvic,
ant. In anima rational! identi- radicaliter fu in p to : Ergo. M i·,
ficanttir gradus gcnericus fea- eft: certa : Nam Chriíhis habec
t i e n d i , Se fpecificus ínteltigen- in Sacramento Eucharifti-se o m -
d e ; fed oommunicatur pedi fub nia , qua: in Ccek>. Min. patet;
gradu generico fen tien d i, & Quia ibi non poteft viderc cor-
non fub fpecifico incelligendi: poraliter ad extra, ficut n e c v i-
Ergo¿ Mió. cooíhe : Siquidetn deri: nam eft indivilibili m odo,
p ísfe n tit.a c non intelligit. Se ad modum fubftautia?; u: do*
i j . Refp.dilL min. Intelli- cec D .Th o m a s,j.p .q .8 tf.a rt.7 ·
gendi proximé, conc.min. R a - 15. Refp.dift.min. Vifionií
dicaliter* nego min.& coof. l a quo adexercitium » conc. min.
Traft.de Aníma,q,i.att.2.dixi- Quo ad exiftentiam, nego min.
Muscuni D.Thoma ¡ Quod ani­ & conf. Vifío utique praedi&a*
ma cftín omnibas parcibus cot- íic’ut Se omne aliad accidet\s
por is fccutidñm eamdem ra tio - Cbrifti D om ini exiftentis in
nem > & omnés gradas. Qaare C o ció , eft in ipfo exiftentc in
e-tiam pedi tommunicat gra- Euchariftia , etiam fub grada
d&m fpecificum íntelligendi; fpecifico. Ineaauccm non h a -
qa i folum radical it er eft in bet exercitiuin v]fionis,fed e x if
iUo : quia !ri co non eft difpo- tentianr: quia imncdicur á m o­
fifio orgánica i ut rcfídeac in do eífendi indivifib¡li,& facra-
i pío inteíledus. Similiter ergo mentali. Et ficut pro prerca,61
gratia non poterit eífe in ani­ fi Chriftus lubeac ¡bi corpüs vi»
ma , quin fir in ea fub concepta fibiie>oon exercec vifibilit.nertv
Ipecifico; qiiomodo nequit coe- nec videtur ; ita non exsvcec
xiítere cutn pé¿cáto. vifioíiem, ,nec vider.
14. Cr>nt. Poteft forma com« tó . Cont. Vifio fnb conccp-
r o n c e a n f«b gradu generico, tu fpecifico eft. in Euchúi 'ftia*
quir* commuriicetur {ub fpccifi­ quín fubcac exercuiutn vilTo-r
co ,.í¡dhúr radica'iter fumptot nis : p.vgo gratia pot.ft t’ffe ir>
Ergo.PiOb.anr. Vi fió ccrpurea, añiiná fub conceptu
i v <5 T R A C T A T U S DCTAVTJS,
quia.hii'pcac cxeccUiMm cxwcl-. ci.cuim v'iitüiiii.Inaniitiíiautettt
tendí pcccajtfrti. llcíp. tvcga dui» g ra d a ornacur*eft m áxim a
c*>t){. Ra¿ip eíl : q»ÍA m üiicáu-. aptiuudo ad.exsrcit iú expn\-
r i liu i'ioa yft ap.titu.do a d * * e r - ü o n i¿p ecca ti.

Q U A L S T IO Q U IN T A ,

D E D ISPO SI T lO N lW S R E Q f lS lT í$ A U
^ n fiiJ t c a .t Í Q n s jn I m g i j · ,

T hal)eatufperfcfla notitiajuíliiicationis

U Impijit agimiis nung de clifpo/icioaibus


i!fi ti s<*„ ‘

ARJICYLVS, I.; ííjipífrcquiri di fpofítíones,ctift;


a t t ín t a p o t.e n d a D c i ;¿bfoH>ta..
rrRr.Vl. JMPirs P0 SS7T Jr$T&: M.Conradas,ntcrqivt S^ras*
ficari fine dijgofilio»¡bm. Sí ífcel iqni· a furnia ac; fo i üsnk
tcquirl: fecrindüm legeni Des,
Y P P O N O : Qiodi oroinatianí. Síc I-Im. Cuyct M#
diíficulcas proce Medina s M artínez , & ccéutI.
dit. de adultís: T h p m iO *. Imó & Scotiis , G a ­
nam parvuti de briel, O chatn ,Y tp a ,S u a t.ya 2 q k.
faíjo. juftífican* & C uricH cum miiitis,.
tur in Baptifmo fin? ulla d if p o * 2 V Conduívo : Aví juftifica*
fidene : cum lint incapaces eli-. tio n cm Ijtspij ¡n ad.ulris. requi».
cicndi s<5tus. 1iberos , qui funt- tu.ntnr alkjuar difpoíir ianes f c -
difpolic iones ad. juftifkátjorié·., cu.ndünv.legtn) Dc.i o rd in a riam ;
l l x r c t i c i illas neganc. C a t h o ü - non;vct6>atrcrtA ípfiu5 a b ío lu *
c i aticeu eas ad.mittunt, A1,i qui·. tá p o ten tia.P rim a pavs concíüfj,.
k a eas exiftimant neceflfiiias, trtd c h n ic a in Sac. Tvidentino*·
aJÍcranc; ad ¿«ftiftcacionca*. $fcfrtf;capi$i;tfférefitef D iffow #*
m jm r n iC K n o m m p ij.
iu tin tftm adipfam jujiiiiam , dum ;uftifivicur,aoima,Utfiibjeftuin,
txcifati diviitdgM ti* , <tdjuti\ recipic gratiam , uc formam:
fadsrit ex aadittHMcifiic/iter, liberi Ergo du-Hi calis joftificatio fit
mxtventitt iff· Deum* Ec poftea, fecundutn legctn Dei o M i n a -
inter alias difpo litionesa-d jaf* riam, anima debec cfle di Uto fi­
tificationem, Scgraciam requi- t a , & pra;parata,ut recipiar ::ra-
fiius, recctifct motos fideijfpei, tiam: ficqué rcquirmmtr diip j -
& d u r i c a t i s . Ec Can.8.a,nathc- ficiones ad talem jul^ihca: io-
marizar a(iercntes:impitiiri juf- wcm. Mai.patet in materia p r i ­
tifijari fola fide , fine prarp>ara- ma: Quse ideó debe: eíí¿ difpo -
tione j & difpofitionc per mo* ficas& prxoaraea.nt ita recipiac
turn fuie voluntatis. formara naturalem.Mir). cx hoe
j . Conftat etiam exSS.PP. conftac : Nani anima fc habec
Nam DiAu-g.TTaft.71. itv Joan. ad recipiendam gratiam , pr o ­
17 .d e . ab Ang. Doft. q. 22.de portions fervata, iicut materia
Y'crifc.arc.S. arg. 6 . sif:rit : g u i ád't'órmam naturatem.
t r e iv il tz fine tv, non jujUjicabit te 5. Prob. concluf. q u o a d S i
ftve te. N u i c D.Thomas: Sine te·; part. Jüílificatio fit per infuf-
■diifOficnle sJ.iqujlitcr ad gtatiaw l itanem £*ra-ti<e habiruaUs ; fe d
Q^are S. Aug. fubdic; Fecit nef- Deus , utens fua abfoiuta p o *
tientem , yijlificAt volentem. Hoc tenria, poteft inftvndcie animae
reiblvir Ang. P/arceptor in pra**- imp.ij gratiam hi bitua’. ein,quirt
fcnti arc.3.4..& 5.86 q; i t 2. art·, in ilia priced at u!la difpoiirio:
'a inquint : Vtrum tequiratuc Ergo.Piob.min»Dc gratia habi­
sfliqtia difpciicio ad gratiani tual! dcbemus difcurrcrer, (uuc
ex pa^e hominis? Ecre.fpondet de forma naturali , prnporrio-
affirmative. Qaoxi fundar in ne fetvata ; fed Dcus.utens fua*
ill·* Amo? 4. v. 12. Prm¡¡arari i i f fchfolut'a potentia,pof'*lV intro-
oecnrfum Dei t i n 1frael. E c t R . e g . duccre forniim naturalem in
7>\r. J. PrtparAte cor'dn vejtra Do-- iftáíeria , quin in ilia prteccdat'
ntino. Patet in JJ.AIb. iti 4. did. u-llá difpnittlo: Evgo.Niii.cft D.
1 7.art. 10. T-homse. Min.tft certa : I no p o -
4. Probiconcluf. q u o a d 1. tc-ft-, &'fi: nr^ccdat difpoiit io'
p»_rationeD.Tboma:: Vc fiibjec-· co;Ttrari;u Conf.pacet: Et ratio-
n i a i , fecundiWlegetn oV'dina*. urri¡¡f.]úe eft: quia diGoficio-
r (i m, re c f p' a c a i i q u>, m fo r nrl a m* ’ nes no>i prarexjpnmr -ill-ntia-
d«bstcfl'r; J'fpofictini.& pra’pa-· lifer, fed connattir-jTicer.
r&tum ·, fed dum i.upiiisadulcus-1 . 6 i ■Roborutac : Deu^nte-o«*'
•fua
, i8 TRACTATUS OCTAVUS,
fuá abíbluta potentia , pouft camque diíponit ad forman»
natura ni huiiHnatn peccaco ín- fecund шп condicionen! ipfius.
feffc un afl'u.¡n.crc > & elevare ad Cumqué Dcus fu agens infinitan
l'iypofta.ticaip , nullo virtucis: Ideo cuín juftificat h o -
aä;i prarceder.ce inca per cn.o- minem, ipfe producit gratiam*
tlu-a diff'K'ílc ¡onisj, fed hortjo in Si iofuudic animar,. in qua pro­
rali c¿fu juftificatetur: Higo. ducit cciim. difpofitiones. It&
M n.eft ce¡ta.> Quja expellere.- D . Thomas,q a и .art.*.
t«,r pcccatipi, & fandi fijare tus 8. Cont. Juxtá hoc , ad j u fi
anima. Pfob..conC. Ideó poteft tificat.ionem i m p » ) · non requi-
boc Dcus, qaia nativa hi.iaanai гцдсиг difpcfifioRejs ex paito
haber potcntiam. obedíentía.·« hominis; fodíí aliquaseflent re­
lern ad unionem. hypoftaticjni> quinta.·» fbrenttexpart-e homi-
q u s c x natura, fya habet virtu- nis;Ergo.Min.patct:Nüm eíTent
tcm ia!lifí;andí 5. fed etiatn ha.· ex parte e;us, qui juftificatur.
bec parenciam. obcdientialein Brob.mai.N.ou requiruntur dif-
vnd gxaúam habitualein, qua; ex pofitiones a!terius cauOt , nift,
nitura fuá habet virtutem juf*. qaas Dtusefficiav; fed difpofi«.
tificandi, cum fie Corma juftiffc« tiones ex; parte hominis iflVn·*
ca n s: £rgo. altcrius саиПс; Ergo.R.efp.dift¿..
7> Arg. 1.s o n t a .p.. Ve Deus; mai.D,cus folus.ncgo mai.DíUs«
juftififtet liomincfn,» ron requi- сц т alia caufa , conc. mai , Sc>
lic difpoíitiones* in. anima:. dift.min. Aíteriu$cauf3&,& D ¿ i *
Ergo fec.undu*n. legem ordina­ conc.njin· . Et, non De i , negó»
ria.n D í i non requiruntur diC- miri.5< c.onfL Cum,enim D .Tho«
pofictoner ad> juftificationemi mas a i t : A d hoc , c¡uod,Deus £rci-¡
iinpij. Prob.ant. Ve agens ínfi^ tiam iufundat a>nrv¿ 3 nulh рщ ра-
niraa vjrcutis producat £orm£, vatio еьгфит^нлт ip ß поя facial··,:
non requiri- djfpofitiones in. non eft ienftis: qupd Dtus folus.
materia j féd Dcus juftificans, cfficiat difpofitiones ad gratia*
e.ílagcns infinita virtutisrErgo.. fed quod alia caufa fola non.
Rcfp. difh mai,. Difpofifiones. efficiat illas,fedDcus cum ipfa,.
catsfatas a fe-ipfo.nego mai. Ab ant ipfa cum Deo. Confiar ex
aJiacaufj,conc.njai,.& min. contcxtuarticuli fecundi, & e x :
ita dift.conf. Agens namqu¿ in-, eo, quod e x Prov. i^.v. 1. Momi~
finir* v.irtutis non prafupponic n h eft a»irmv» ft£farare. Gumqué
materiam ab alia in juftificatione impij fie eve-.
caufa > fed producic uuteriaíp, ni*t г w w homo elicit a£tu$.
ί D E JU S T IF IC A T IO N * IM P!*. - it*
fupcrnatúrale>» qu i bus fe da'- todviii t o u 5j.S‘facc,'Vcl in cads.ni
potiit adgríjtiam , non fqlus, ma c et k . is c a r a mea «cqu ir ho г¿
il d cum adjut ar ioDe i , qyi in quod rccipíánturjcec S::£'imffl 5
"fuo genere caufac iilos : Ideo diaté in codviii úvbj:¿co quai
tales difpoiitionc.« , pro ut fie, cum non dvbeant "ti\ in eadcrti
juaecxigunrur ex pa. te homi- potentia j piKfipuc cum poten»
eb. t i a fuboídu.fitu». iubjcÖo i¡i:edt
9. Coht. Homo non poteftaut m f t c u s : nam tunc dii'po-
' émccre diipoiitiones ad.gra- finon’es reccpta: in potencia»
liain : Ergo non requiimuur c.xinde difponunc .compv.íknm,'
difpoßtioaes, quas lea éíñeiane Ct fubjitSum potent ias* Cum:.u¿
Dcus, & homo. Prob. ant. Eas uiotubllbeii aiiirr ij rccipian-
,.cf/K.erct,quatenus e lkeret m o · tur, & fint -immediate in-hnc;l -
*'hj 5 libwii avbitrij j . q u i eiferjc lt&u, & voUmt j-tc *,qua poren-
• d-bfpofitlohes 3d gratjam ; fed tia: funt fi boidinitff anivra·, &
'motuslib.C|isa:t.birrij non func ipii homini, qui eft t c n m i c c m -
dflpofitiones ad gratiam: Ergo. ppfitnm».& lubjt.&UiT! qvo'd< id с о
\£rob.mtn.Dí(pifit iones ad fo.r- cx inde difponunt .an imam , uc
"piam , dcber’ t recipi in codem gratiam re cipia^iuoqiirmodo
.■(иЬк'Йа , in qno recipi tur £ο.γ- hojninemjUt gratiam ί scip.icn-
. » a jfed .morus hbcriaib.itrij tcm. Sic. Ang, D i -йог 144. •¿¡■φ.'
“non iccipunutir in codcm fub- 17.q.-t. a tt ..3.quaft-iиivc.5. 2d 3;
i ¿to , in quo recipitur gratia: ediíierens : chorlo ¡accdá/t
^ ig e . Ma i.p atc t in PhÜoíophia. eße diftvfiiiüftem , er f>e*fe3 i¡.:mn
*J|¿i.n.&pnftat: Nam tales moms in rebus, ad \invicon
tici^lpojur immediate in να . quia difyofiL'o in.-frtorj o; di -
l i v f u a t c . g r a m rcupitur im- . ян!nr i ad . difyoßtionm ■ [кДат in
ijpjcdútc in апЬла. ^- Rcßf vior-i, ß c и t m 0h u h'onis
10. Rcfp.dift. mat. Snbjec- ^ eß diffojiiia άά ¡’srftiiiisxcm i u i c l -
‘t.o quodjconc. mai. Pj¿cdt ntgo Itfiiis.
Ш3.5,. 3c di ft · m 1n. Subjt.clo q w , ·. it.. Arg. г. 'vt homo rcci-
‘^рпс.-годо·. ■£»'<>>, nego min, & •/giat gratiam häbitua’em , non
conf. Subjy £ku\y qucd eft com- • pistitigitut. in iiio aliqtia d if-
pcfitum. Sobjcftura q uotft po,- poßtio : Ergo. Prob,ant.Vt hu­
.tcntia,feu pars compiifiti.ptf- mo recipiat alia dona f«pcrua·
pofit Jones enim,& forma dtbec turalia, non pra:cxloítur iniUo
tecipi » fell cífeia codem fub- aliqvia. difpofitio s ;Ergo. Prob;
j e i l o c u m dtbeant cííc in ςοηί. Sicut gratia luibicLiallj
14 :
TRACTATUS OCTAVÜS,
recápiturper naoduni íoctudc ia» gratia nabicualis ju^iíícatis ffí
pcr-iiituraUsin ¿amine, ita ¿lia forma perf.óta, & natuta phy«,,
don* ftipcrnaturaliasfcd: £rgo. íica , non taquen m o r a l i s e d ia
Rcfp.negó coaf. Ratio e íh qu ia · eífe motis eft propi iera* ejus:
al ¿a dona fupernaturalia fu at uam cum íupponat gratianx
í o r a ; * viales , & difpofitiones perfonaletn Vcrbi Divini , qu*
in linea fupsrnaturali i ad quas fe habit per modu-n natur*.
non pisccxigítur difpoúcto.Gra moralis, ratione iUius debetur
t i a r e t o habitaaiis, juftifkans C h i i f t o , ica ut (ine muaculo·,
impíum , cü forma perf*£U, & non peífre eíTc (ine gratia h a b í ·
ultimustetminus gencrationis t iu li. Quarc ad illato fequitur
íp¡ricual is ; ad quainprzvxrgi- ut proprietas; non phyüca^cu o*
tur difpoíitio. Sicuc proprere* i gratia perfonali nan efluac
in naturaltbuSj addifpoíiraones pbyfice; fed moralis,q'.iia mo-
fiOQ prjeexiguntur alise difpofi- ralit¿*r,& receptive exigit cam .
läoees i quse prxexiguntur ad I i q u o íenfu D .Thomas, 3. p. q .;
formam fubftantialem , quarefi: 7.art. 1 j . ad t. AppilUt cata
rerminus generations QaiLt- proprietatem grati* uníonis.
ralis. Cumqué fa b j' á u m non fe dif*
it. Cont» Lic«c in hömttiö ponac ad proprictates, nec m e-
gratia juftificaos fe habe at uc reatur illas ; cu:n fequancuc ne«.
form* perfc&a, nan pra-exigi- neffArió ad eíTentíam.: Ideó ía
tur In eo difpeíítio ad ittarai: Chrifto Domino non pia::xige-
E^o.Pfob-ant.Etians in Ch rif­ batur difpoíitio ad gradara
t o Doniino gracia jnftificans fe habitualem jiiftificantem ;fi;uc
habet ut forma perfe&a , fed prxexigitur in qaolibít alio
non prarsxigitur difpoíitio ad homine, in quo femper fc habec
ÍI»«(u:Ei-go. Min.cftcerta:Nam ut forma.& nullo modo ut pro-
Chríftus non fe difpofuit ad prietas.
gratiam habiiuslem juítifcin- 1?. C o nt .G r a t i a ^abituaUí
teai:ú j'.ñdea; non meruit illam; juftíficans,ctiara in Chrifto D o ­
quam rntruiílec, íi ad i Mam fe mino , fe habet ut forma , fie
<1<fp'jíu¡íí^c : quia íc difponerct nullo modo ut proprietas ; fed
per a&,:m liberum fupernatura- i neo non prsBüxigiruf difpoíitio
leiTj ; pc'r q'-K’ m pocerat mcreri ad illas! : Ergo. Prob. re«ai. l a
c,im , aun cifre valpris iníiniri. quolibet alio homin* fe hibet
Rvlp.n-.goconf. Difci ¡men eft: ut forma,& nullo modo ut pro­
quia licet in Clíriilo Doiníao p r i e t y : Eigo.Pfob.conf.ex fX»
D E J U S T O IC A T tö H E IMPIJ. ifi
Thoma,J.p.q. 3l. a i t. 3 .Voi d o - 15. Gant.. Fropterea, notl
cet : quod Chiillus Dominus evitatur in Chiiftooianis i m -
juftificarus , & fanftificatus fuic perfeftio in coanaturaiicaiisi
gratia habituali» non ut parvu- Erg.o. Ptob.anr- Sicuraftös (u*.
lus, fcd ucadultus } fcd i Ergo. pernauiral is exigit connatara^
R'ip.admittOj&cxpIicodiÄum, Sk er el ici a g r a t u liabitustiijit»
AUg.Djötods. Cujus fcnfus cft: hxc cx.tg.tc connaturalirer reci-
<jvi od jufti fit at us,& ,fa n£t. hcaws pi rofubj<6fc.o difpoßcojfcd ii ia
füit gratiahabituaü , ut aduU Chrifto negatar prxcedentii
CHS, quo ad aliqwa: quia in juf- talium a&uom, grati-a habitui*
tificatioae eUcuit proprios ac­ Jis illiusnon recipicur in fulji
tus libcvos. Hirt quoad otnnia: jcÄo difpofico: E> go.Rcfp.diff»
nam tales a&as non prsccfle- mai, Hase infufa homini Deo,
tunt prioritate natur* taleny nego mai. Puro homini, conc»
gjratianv , nee fc difpofu-it ad tna i. & niifl.&nego conf.. Et ra -
iliam , utcontingit in adult ¡s. ti o e f t : qui-a gratia Uabüual-i*
ln quibus gratia habitnalis fe infunditur puro honimä a£ iä>&-
habet ut forma , Sc non uc p i o - ma> natura, &tetaiinus p u m a -
prietas : quia in l i ic a fuperna- riu&ciiin non fupponat p. i.dic-A,
turali non fupponit natu: am,ad1 f&m»adqiiod fequarui .lo hon.t*-
¿Jshimftquatui jiaChf i fto autem ne autem Deo produiitur Ri
fupponic graeiärtj, personalem, pcoprivtas rhorali8,& nr termi-
«d quam f. qtiitur. tfus fecundaviüs ex-tftus a gra»·
14. C'»nt. In adu!ti-s motu-# tia p3i fonali , & ad ilUm ftc&·
Kb,.ri arbitrij,& a&us Überi in tus. Potcrat qaoque d i J i quod
J^ftificationc piatcedunt prior fc- ficm ca duobus malis im -ni-i^n-
fAtc natura grafriatn hafritua- tibiii, minus malurt) ellcligcni-
lern: Ergo etianl.iti Ghrifto Doi. dutn j k a exr daabus ih<:onnani.^
inmo. Rcfjp. nego conf. Ratio ral i f a t ibus >Sei m pc r ft &i o n *L>tis».
«jhquia elicerc aöunvfioe.priii- mi norpcrtnitccndatit.Cnrnqac
i ip i o ptfrrrcanente , & connatn- i nc 0 n n a1 11r aJi ca !>.& i ni'pt r f . ft i o
*ali ai£fciis,iffttetperfc£tio, rels- elicientiat: aßiis fine priocipio
gandtf a>Chri Pt-6 Dom i no , & non petn\aacte fit maj or,quä reeep-
ab alijs adu!tis.<2»mqu£ gratia cio^grafci® habitiulis in fiibjec-
habitualis fit printipfutn per­ to non difpofico : nam »Ha eil
manens, & cönnaturälc ral ium a f t i v a , privans mi jo ri pe rfic-
motuum>& a&uum:idc6 in illis tione; Sc hx,c p a fs ivi , priv^n s
ita praeceduiK} nön fcHJ&en im auftoti Visc^ut minor.cft
Chfiity. R,a. pcrm.vt«-
TRACTATUS OCTAVUS
per micteda In Chri fto D o m i n o . loquitur Aug.Djitor.Pi*o bja nr.T;
1 6 . Aig.j.cont.a.p. Nec do Pcccatum mortale non poceiV
potenria L>d abfoluta potcft remicti, nifi per voluntarism ;
remijti peccacum moit al e, nec retrafcationem iUiusjfcd volun­
in fundi gratia habitualis jufti- taria rerraftatiypecca'ti morta-
ficansjfinc aliquo afiu peccato- liscft pceniccntu formalis de
ris i fed iile £&us eft difpofitio illo:Ergo.Mai.pacec: Nam per-
ad juftificationcm impij: Etgo. fcverat , dual non retraítmir
Prob.mai.ex Ang.Do&ore,?. p. voluntarietas ejus. Refp. tlift.
q. 8¿.art.? .afferent e : Impofsibile tnai. Rctr:i&atioriem formalem
eft, quod peccatumalicui remiitatur fo!úm,nego mai.Formalem, auc
fine f#7//ie/rf/.i;fcd poenicencia eft virtualem , & arquiva'entem»'
a<5nis peccatoris, Sc pcenitentis: cone.mai.& dift.min. R'ectada-
Ergo. Rcfp.admitto,& explico tio formal is.conc.tnin. Virtua-
Auch.In qua D. Thomas loqui­ lis, & icquivalcns, ncgo min. 8c
tur de pceaicentia , non deter­ conf. Omnc ca¡m>q¡!odcotivcr-
minate formali, fed dc illa,aut tit in Dcmn, rcmittit psccatimi
virtuali , autaequivalcnte; quae motcale.Et cum chantas,<!>£ gra­
eft ina<ihi,habit:u cha ti tac is , & tia, eo quod in eis fit virtualis*
in ipfa gratia : nam cum homo Sc xquivalcns rctíüétatio p¿c-
per hxc convertatur in Dcnm, cati.convcttanc in Dcuni: Ideó
ut in ultimum finem,interpr;eca- ita reniittunc peccaturri morta­
tur retra&are in eis peccata, & le, qui a fi ic pcenittntia forma­
quod poeniteret dc his, ft rccor- lis,qux eft rctraftatio formal is.'·
daretur corum,& tcmpus adcf- i S. Cont.Peccarum morta­
iet. Quare q.Sy.art. i . docct S. le non potcft retra&ari, m'fi per,
Doffcor: Q j o d peccata inculpa· recrafUtionem forma!em:Ergo
bilitcr obhta remittuntur d if- Prcb.ant.Non potcft retrañari,’
pliccntia, &c pceaicentia virtua- nifi per a&um rccra&ativutn
Ii. Cumqne hacpofsic elTc de expreflum voluntatis : Ergo.'
pacenfia Dei abfoluta , quin Prob. ant. Fuit commiffum per
adiic ?.6lus formatis peccatoris: fiftmn expiefTtim roluntatis:
Id-d fij poteft tfl’i juflificatio Ergo.Prob. conf. R e sp rod uc i-
i m p i j , quia concurrant dif po - tur , ic deftruicur per eafdem
fittoncs. caufasjfediErgOiRefp.dift.inai.
17. Gout. Peccatum mnr- Per cafdem formales femper,
tslc non poteft remictifine poe- negomai. Formale;, aut äqui­
aitc.Kia t\>nnaH : E rg o d e h a c valentes, coQc-iiiai.Sc mi n.* auq
D E J U S T IF IC A T IO N S TMPIJ. ru
f é t ill! asquivalcntem , p oteft rao in juftihcatione re cipiac
dcftrui.Cuniqué r e tr a & a tio vir- gratiam habitualem, plures ac­
tu a ü s p eccati x q u ív a le a t f o r ­ tus concurrunt.Piimus eft adus
m a l ! , Se poealtencía form alis iidei. Conftat cx illo ad Hebr.
vircuaü : I d e ó e c ía m per illam I t . v . 6 . Credere enim oj/arfct cicce-
poícfl: ixcra¿ta ri,& rctnicti* dentem ad Dcum quia eji.Hi'O rcfo-
lutio eft etiam D . Thoirts, arr,
A R TIC V LVS II. 4. Et ratio eft : nam dum Homo'
difponinir ad conuquendam
VTRVM m sPO ST TIO N ES e x A c . gratiam,-tendit i n ’ Deum , tic
t£ <i(l habit mlcm.debe-wt authorem grat is ; q :em, a n tc -
effe fttperti<xturdes1& ' fhyficg. quam voluntas atn-.-t , dcbet
incelisftuscognofcci e , & p r o -
r. C* Vppono i. Quod gratia ponere ; qui in hac vita fokirrv
* 3 habitual is eft forma fu- p:r fideni poteft coguofccrc
pernaturalis , & terminus gene- Deuni, ut authoretn gratix:ctiTC
r-ationis fpititualis, per quam D -us prout fie excedat vires na­
homo regenerator in filiú adop- turales intclle&tis humani. H z c
tivuin D d j ad quam prarceduiic autemfidi’S non eft Tola fiducia,
difpoficiones : ut vifutn eft art. qua confidimus,peccata remitti
ant.Difpolitio negativa eft:qua: ¿ D e o j uc dixerunt Calvinus,&
tollit ííHpedíine!itiim,uc intro­ Luterus ; fed fides dogmatics*
ducá cur forma. Pofsitiv.1, quat qua myfteria revclata cvedi-
cxigit pofsitivc formam.Si di­ mus. De qua S. A hanafias aic
cat ordincm proximunijeft pró­ in Sym bo ’ o ; H & eflftdzs Cdtholi-
xima. Si remotum,remora.Dif- ca. Q u s veritaieft definiia m ;
p oficio ncs enitn .negati v e ad grá ConciI.Trid.Seff.6. cap. i z . ica
ti am lubitualem poifunt efle aflante : Si q'tis dixerif , fident
naturales : natn cum per opera jnßificantem nil alittd rffe , qnani
njuuya’ ia pofsint aliqua pecca- ftduciat/t d i v i w i f c r i c o r d i £ p e c ~
ta vitari, & ii non omnia : ficut c.ihi remUtenlts propter Chrtfiw w,
per honorationem parcntum v et e<3m fidncictrn fo h m eß i , quiet
vitjitur-inhonoratio eorum;per j::ßific.i/ntiri av&lhem&fit. Veinn-
ea tollitur impsdimentum gra­ tanTcn tcquirtrtir fiducia largi-
t i s : deque difponunt negative tatis gr.atix:; qua; eft ¿(ftns fpci.'
ad illam. Dithculras eft de Patet ex Scil', T4.c^p.4.u’ j! die it
pofsitivjs. de Ad :a Contvlcioris : Pr.-z: a m i
a. Suppono 2. Quodutho- ad rewifsiottcm (eccatcruiv > ft cunt
' 'ßcboi*
m C T A T O S O C T A .V U S ,
jtdwia d.h/»x m fericq zd ittC r voto fU 'id ’ tn'tttuMt e* radix *M nh ju fli -
frxfiw dg reliqua. conjurtfcn f i t . Ec jica tion is , fine q ta im p o fsib ile ejl
pgftea ait tie a ttr it i one fta cert Dc* , 0*· ad ftliarui». eju t
te ittffit SacfAmert'tim a ig r a tid tu jl confor tiuM pervenirc.Jit ratio hoc
(Kc'ud.it voltataU m peccandj cum pecfuadet Alias in nulloCatho-
/ e tu n ix . C^airq SrAmb.lib<r.de Uco elfct pcccatu,cum in omtfi·
Poeut.cap. i.afTcric: Nemopot;jl bus He tides. Et talistocus , 8s
tigere poc nitty ti 4m triift qui fp tf& y f- qiulibct fimilis, pot.cft-mc.i’ igi
*i,t, ¿¡¡¡diJgen ’ hyn, 4e juitiftcatioic difpniici vaj
S.jppono j . Quod licet nondefcwmali. Et de opetaci·-
f)d^s,.8(- fpbs ccquirancqi ad ju f. va , pjouc eft i d e m , ac juftuin..
tificationem ; non faffkiunt ad· facere ¿non de cffentuU, ut ¿it
illa:n· lea Sac. Tiid.SeflT.'S.Can. idem,ac juftaiitfieri. De quo q.
0 , inq'iiens : Si quts d ixerit., foL· j.art.i.praeci’p u^num.i 1 . Cc>n- :
fide ¡wplnw.juft'ficariii.tit ut inieiii* curvurit prasterea > alij, niotup.
gat n/l a liu c lr e f t iji , quodad f t f t i - liberi avbitri) , qjtfofum p.arci-
fic.itj$r;isgrjtiam confequendam ope - pu.iJ.seft dolor dc pecca-tis. Sivc-
tctUTyZr null4 <*Xpdftt necefp cffi, attricio qu« fnffivit i vtra Sa-
turn fa x voluntatis mo tit prxpararit ciamcntiiiij 1 fi' c co eritio,quji
Vqite difponi t anatbtma j f c Ec ¡1 requirituT extra SacramcrttUfn.
Epift.Can.$. Jacobi, cap. a. v.24. 4. Ptiaii q o n c iu i i b D tf p ii r
A i s i c u r fid e th qfioniam.ex operi- tioncs pol'&icivac. remot* Sc prc£
btf< jufirficctlur bom«, cr non exfiflt xj mat concUrrente&.ad juft flci -
fyniit,* ? Sic itt erntn corpus fine fpi - tionem,&-graiiaih hab; tuajettl,;
viftt mortttum e ft , it4 cr fidesjine iunc fapernatnralcs. Ita Tho^
tyenbtti m erjm ejl Haretici autc: iHifta-.Jc coirnnuriiter a'.ij'Theo·
obj'ciunt iilud Rom. j.,v. i S . logi. Contraria a?icem nunc:
ji?b . i->a ntir emm juji'jicari homi~ tueri non poteft ;. eamque ]ana>
item per fitem fine 0peribitf leg/s. Ad reduxit t>. Thomas ad Pelagia-
ijuod refpondcr Sac. Trid. SefT, nifinuiii, quad 1ib.i..arr. 7. d i-
6 . ca:\ 8. -ffi rens : Cum verb cens : d d f'cla^ i&iuw trrotem prt.-
Apcfl ■Jus diiit: 'f ’.iftificuri htminefn tinet dicere ,q<tad homo pofsit fe ctd:
f t r ftdem* CT gv&tit , fa verba in to gratiam prxpatirt abfque' a'lxiUa
fenfu in teilif eHdj fu»t, quern perpe- d ivin x ^ratiXi & eft contra Apofto-
/«H£ Ecrlefix Ca hoik & confenfin lum , qui d ix it ad Philip. 1. g jit
I t n n it . zT exu rcfif . u t fd lh e tp e t incipit in vobis opus bonnm^ipfeper*
fidcm idea pflrficari dicamur , quia ficiet . Et S i c . C o t : .Trtd.S'rflVtf..
fidtf eft him onx falutii wftimr?, Can.j.inqivic; St qait dJxerit floe.
.a s jtfsra cA T O K s h *w j . n?
ffiv tn iertfe Spirit us Satt&i iajfiru- ftr tt horigfia.Ex quo manfit ftafei-
tiarte , abfqul efu* adjuturh, borni- lit-urn: dcbere eflc fupernatnra-
ntm credere, fptrare , d ilig e tt , <te lem. C onf. patec : C u m c a d c m
f knit eat poffe , ficut oportct, ut ci ratio fie de omnibus.
jxjiijiejtionii gratia confcratur, 6 . Prob.i.coticluf. ration©
unatbetttA fit. Ec loqui eeiam de D.Thomar, i . p. q. to ? , art. 6»
difpoliciorubus palsicivisTCBio Efft&usexigens caufas fuperna
t i s , conftat: cum lo quaturde turales , eft fupernaturaíis j fed.
in ic io fiic i, & juftificattonis; in adioncs.quat fimt difpofit ionct
quo fh c difpofitio re m o ta p o f- rcatotat,& próxima; ad juftifica-
íítív»a. tioneiii,& gratiam habittialcm,
y. P reb.i.concluf. ratiene: exigune caufam finakm , & cffi-
Juíiificatioa & receptio gracia; cientem fupernscuralem : Ergo
h i b i t u il is , aucfic extra,aut in - ipfae funt fupernaturales. Mai.
tra Sacrameritum Pcetii cencía:; p a t e e : Nam fupernaturale non
fid ad illam extra , & í n i r i ejcigícur a natural i : cum fit fu-
iltud , difpoíitioncs pofsiciv*, pra exigenfiam naturae. Prob.
la m remotae , quim proxim * mifl.quo ad i p. finis próxima*
debet eflfe fupernaturales:Eigo. dífpoíitionis pofsiciv* eft for·«
Prob.min. R cq u ilítr intra Sa- ma, ad quam difponít;frd g r i -
«ramsneum Poeaicencix debene »¡a habitualis , qua: eft forma,'
leflfe fupernaturales: Ergo etiam ad quam difponunt tales a ftio -
tcquiíita: extra. Conf. patec: nes , eft fupsrnacuralis : E rgo.r
¿Sin perícítior dífpoítcio vcqui Prob.quo ad i.p .C a u fa efficient
xa tur extra , quim intrá Sacra- propteríincm ftipcrnauualem»
tpcntuin:nam lioc fuppkt defee eft fu p cm a tu ra lis, 3c operatuc
tum, 9c ímperfe&ionem d ifp o - racione formali fuoernaturali;
fítiatm . Prob. anr. Vna cx d if- íed exígunt caufam efficienteai
píiijcioníbusrequífictsfcft dolor propeer finem fupcrnatutalem»
de peccatis : five actritío , aut & fub tal i racione : Ergo. Mai.
contricioifedcalis intra Sacra- eft certa:Vrííc convenuot prin-
ñwtuurn debe* eíTc fupernatu- cipium , & finis operationis.
ralis: Brgó. Mai.rft certa. Min. M''nxonft.it:Cnm tX'Usfit caufa
Co*HW prft J HTinstionern.Pro- cfñ.'iens ,'qui it i producit , &
póíícionu¡n á SS.innoccntio.XI.' i n ft: nd i r gr a t í am.
tn iccirna craj: Sitf/iee- 7. 1-1 *í fie.·!cnr: Exigen*: p a f -
re a i Sict&at'ntn-n tccnhertfi& íTrivé »liquid fi.iperoactir.ile, t-ft
tllritiancm >tattíraletit , d:tm;tiocU f u p c n u t u r a l e j f c d difpoíiciaries
•\ 1 *
í j¡ 6 - TRACTATUs OCTAVUS,-
p o l s i t r v s r e m o r a , ó¿ piüxiu.a: c a a n 4 , u i a U t c i in a ni ma , e x i g i t
a d juíiific2iUor)<.m , & g ra t i a t n i n c a d i f p o í u i o n e s p o f s ii iv as *
h a b i t c a k i v i , c x ig i . n t p t f s i i i v é nempe * aclus 1¡beti a¡bitiij..
a ü o i ' i d í n p c u j a t u í i l c í E r g o funt a f s i g n a t o s : E g o . P · c b . i u i n . Ex
íypem atuiak?. M a i . coi fíat: concepcu f o n i i x e xigi e f ubj ec-
N ¿ i n Tf Dp cr na tui al c tft l u p i a tuai difpoiituin,uc LOunatu¿úli-
e x ' g e n e iasii r.aturalis. Min- p a- t er recipiatur m i l l o : Ergo.
f e t : C t . n i i ta e x i g a m e r a t i s m 10, P i o b .i.c o r id ld io : Coil-
l j a b i i u a k m , qu» t ú fuptrnattw t r í c í o , q u g c l t u l t i m a dify*. fu ¡ o
r r%í i' £. p o f s i t i v a ad j o f t i f i c . t i o i i e m , Si
8. Se cun da couc'.ufto : D i f - g r a t iam habi tuAkrri >i f t d i f y o -
p>--fiiu>i:cs po í si ti va : ad j u l l i f i - íirio Phyflca in f c n f u T h e o l o g t -
<;at¡oneni , & g r a t i a m habí ru a - c o : E vg o o mne s aliae Lutu. it&
k m , í~linc jr.-hyíka% lea t ¡ n . C a - di f p oi u i ones PliyiTcip. C o n f . p a -
y c : , M. C a . p r e c l u s » Z u m e l , & t e t : Cuín cumies fine e j u í d e m
ton:fiiUnii cr Thcnufcíc l c h i l i á e c n e n s , & o i d i r . i s . P;c.b. ant».
M. Pr adO jTi ^d t, de Pccuit. d u b . V k í m a d i ' p u í i t i o Ph yí i ca cft¡
i o . $ .2. Ab'qui e x t r a ñ o s a , illa, qua n a u u a ce i tft mcd-=.
íjCui-lam afiirmar. t eü'c n . o í a ­ p a tib ü is cum form a e x p e lk n ·.
l e s . n d d u c i c ibi pl or es authori«· d a , babee p r o p o r t i o j e m cuín,
t ai c e s ■i ) . T ho m a: ín q1a i b u s a i t : form a generanda 3 & a p p r o x i - .
Q ¿o d gratia habitualis debet ni at ü . b j c f i u a i a d agsnjjir.faSli·.
r e c i p i in fnbj; f í o d i f po f ic o , & b i l i t e r i n t t c d i i c e n s i l l am j f e d
picE^aratd , ficut qu sel i be t f o r ­ c o ü t r i t i o ex. n a t u r a ' r e í eft i nt o,
m a n a t u t a l i s ; fi*d diípojfitiones, p a t i b i l i s c um p c c c a t o c s p c l ’ en«.
p o í s i c i ·-■
cc ad f o i n i a m » a t ú r a ­ d o , h a b e t p r o p o t t i J i i t m cían,
l e m funt phyfica : E rg o e r i a m g r a t i a , c um fre f u p e tn ai ur a li s ,.
d j f p o i u i o n c s pofsitivíE a d , g r a - íicut i ü j j &appr üxi üi at ani xnami .
t i a m n : . b i t i i a k m : c um hac d i f - a d D e i m i , i r. faUi bi li ter i afun»
t i n c i í o n c , cuod.itlse funt p h y - denteoi g ra r !u u i: E ‘ g o . M a j o r e r a
iitac in fenfu Pailoí' ofico , & ifiae d o c c c D . T h o m a s , in j f . d i f t . i 7..
ia T h c o ’ c g ic o . q. 1 .ai t . 2. qi·. sefii 1; nc .2 ^Mic ore iii
o. P r c b .i .concUif.ratíonc; oftendit i . a . q . i i a . a i t . í .
D i f p o í j i i o phyí ica t h e oi o gi c a . 11. Diccs : Ríqui ri ultras
cíl ¡lia , q uam f o r m a e x i g i r ex quod forma fit debita ex natu ­
na tu ra : e i , ut c o i i n a u u a - i t c r ra rei , <k abfque «Uo pa&o li -
i cc ipi ai m* i:i f ubjc ct o j fed uc bero : alioquin erit difpofiticx
gratis h a b í : na lis ¿;ccipÍ 3 t i}r moulis.Bc cum gratia habitúa?·
DE JUSTIFICATIONE IMPIJ. 13?
lis flon fie dtblta ¿Oliti 11 iullí, dwbica cliú«,, íiiuní¿-5c qttod t■c
Bi.fi ex patto libero D t í confe- fir ill tali feniu ultima uiip* li­
irendi illamelíeknt.i contiitio- t i o phylica ad i llam, ·
iuni: naiaadhuc fuppoíua con- 12,. A ; g . i . c o n r . 1 . c o nc l nf .
tn'rioue, Dcus confcic liberé Dí fp of it i on t s p o f i i t i v s ad g i a -
granan», juxrá iltud ad Rom.3. t i a m h a b i t u a k m poííunt efle
■v. 14. Juji ijicat i gralis per gratiam n a t u i a k s : E r g o non debent cfío
ipjiui : Ideó contritio non eft fupeinaturalus. Pi t b. a n r , IJco
difpifirio phyfiía , fed m o r a lis n o n p o l l e n t t_ík nat ural es, qui a
ad juftificacíoueitj,· & gratiam g r a c i a , ad quam difponant , tft
lubitualem. R^fp.Quod fuppo- k p c r n a t i t i a l i s ; ved l ic ct g r a t i s
íita contritíone, Ileus poteft fit f u p c m a t m a l i s , t * k s ¿ i f ; ( fi-
abfoluté non cotikrte gratiam, t i o n e s poílunt iífc n o r m a l e r .
& liberé abf«)lut¿ eonfLaí illaniv E r g o . P r o b . min. Piitiifttn a i i x i -
Connatural icer timen non po­ líum , quo h o m o iucipie d í i 'po-
teft eam non conferre , & e x ni ad juft¡ficacioncui,& g r a t ú n i
ÍLippóíitioíie necelíariácoiifert eft fupernacuralejfed c ón c ur rü c
ilUni. Quapropter gracia eft a d illud difpoficiones p o f s í t í -
debita cónEritiom rirulo conns v * naturales: E r g o . P r o b , roinw
tui aütatis,: qnod fufficit, «r íit e x D . T h o m a io i-.difi. 4 1 . q. j .
difpoíitio phyficft ad illa. Sicus a r r . 3 . afla cncc : Rrfpeátt p rim i -
propterca.ca.lor ut o&o eftulti- effeílus fd licetg ra tís , halet taita-
ma difpoíitio phyfica ad forma nem magis iihinúitati* , aiiüin Jitf—
iguis.Sonkvs aure 11 Apoftoli eft: tifia ¡quia gratia daitir gratis , O*
quod. gratia. non coofcrtnr ex noíj.retidifur ms-.jth. Vváe exp-irle
jiift íria , n e c. ti r u!o m e i i ro r i o : rscipientis non ejt efiignare caufanti
sl ioqui n no·! eíi'er gr at i s, t ic a i t qirare dignas fitg x i/i.:·, jcd }olur№
ad Rriri. 1 1·.fed j a f i i c i a . N j m ad di.po/jtictism qt(azd¿w ..fed t a l i 5
Rom. 4. v. 4.‘ aífer¡t : E ia u tem , pr ima g r a t i a eft aux-ilium Ai per
<p/ (paralary merca non impnt.'th / n a t u r a l e , & p. x d ¡ f í a q u í d a m
f f ctíadum gti¡.j.vtJ , fe d jca w d u w difpoíit'io eft· naiuta' .iii'curn nil*
debitn m . Vhdc S a c . C o n c i l . T r i d . f u p e i n at ur al e p x c ct l . i r : E rg o.
S: f l . ¿ . c a p . 8yi c q «i t : G ráth ttutem 1 j. Refp.a'j'.i»itt=>,&. «.xpü·
idea' d'citn ur , quü 1 nil co Anth.I-j qua S.I->--Ä-.»r uoir i -
en n m , (¡»ic j ¡lífica'ioncm f r & e - ne p v ia i » g ia t !&. ¡¡on inr-illigío
d->r>t, j h r ji l e s ji v c o / f t t , ipfa j >f . prinitiíii Jti' iüiuin : 11a 111 lioc,
f: ’f.-<kl¡Qy.ii£ ‘ a/ :am pr am e >ehtr. Ci¡ i Clin» non lí.tui per inodui» for-
«¿gÚCRICt. '-¿UOd jjiíitiá. ÍK i t 4 n i í c p t i f . d x , k d vi a li s, non
S ecvt
U * TK A CTA TU S O C TA V U S,
egét difpofítíotlibua. IntclJigiC COut. Dilpofitío pofsití-’
enim ipfam graciam habir.ua. va ad primum tff.dutn praedef-
I c m , ad quam jam prscedunc tinatiot'.is per modum formar,
difpoiitioaes fupernaturales : Se naturaj»pottft ctiam cífe natu
fiquidsm afsignat diffvientiam ralis* licet ip-ie fu fupetnatura-
inter gratiam , & gloiiam:quia lis : E go eiíi loquacur de i l ' o t
haechabet caufam in executio- talis dílpofitio cil naruralií.
ñe, cu.ii confíratur ex meritis, Prob.aut.Caufa materialis im-
& ex juftitia,juxta illud 2.Tim. mediaté receptiva ¡ralis effec-
4. v.8. Repojlta eft mihi coroaa ju f- tus,& forma: fupet nacuraliSjpo-
t i t ix i ilia aucem non habet cau­ teftefl’e nattiralis: Ergo.A'K.efl
fam , nec datur ex meritis, fed certmn : Cum fit ipfa anima.
exlibcralicate , licet fupponac Frob.conf. Sicut difpofirio , &
difpoficronem.. caufa difpolidva caufit mate-
14. Conr. Loquitur de pri­rialirer difpoíicivé efivftiim.ita
mo auxilio , & non de gratia canfa receptiva receptive; k d ;
liabituaVñErgo.Prob.anr.Loqui Ergo. Min. conftat in pam il isi
tur de primo eife&u praedeíti- quorum anima recipit imme-
riátionis; fed auxilium eft pr i­ diatc· gratiam habitualcm,qiu[i
mus us pra?deílitiationis,& medient difpofuiones. Rclp;
non gracia habicualis : Ergo. negp conf. Difcrimen eft : nani
Refp.diíLmai. De primo tffec- caufa materialis receptiva for-
tu abfo!ute,nego mai. Per rao· m x fupernaruralis, non exigic
dum forma:,&naturs:,conc mai. pofsicivé illain,fed eam recipíc
& dift.mÍn.Abfoluté,conc.min. racione potencia: obedientialis.
Per modum forma:, & natura:, Quare non excedit , nec arquac,
negó min. & conf. Cum enim nec requirit proportionem cutn
Ang.Mag.Loquaturordine rela- ea ; imó exceditur ab illa, cum
to,non loquitur de primo effec- elevetur ab ea.Difpoficiva aucé
tu praedertinationis inexecutio exigic pofsitivé formam » ad
ne , ia omni fenfu, & abfoluré, qtiam d i f p o n i t , & h a b e t c u m
qui efl prima vocatio , & pri- illa proportionem. Et cum hoc,
uium auxllium : fed de primo & n o n i 11ud > repngnec e im t a t i
ordine dignicatis,& per modum natura!i refpeftu forma? fuper-,
form£c,& narurae, ad quem reli- naturalis: Ideó hscc,Sc non illa,
qua 2!irecedenti.a difponmt. Ec debet eíTe fupernaturalis.
cum hic ik gi-acia habicualis; t 6 . Ar g. a. N o n repugna?
icico loquitur de illa. d i f p o f í i i o p o f s i c i v a r emo ta na»
turar
D B J U S T ÍF tC A T IO \’E IMPIJ.
taralís ad formam íupernacu.. 1lia.1i) non lu.it phyíica. Prob,
raleni .-Etgo.Prob.ant. Non re - ant.Si tífenc difpoíiriones phy-
pugnat porentia remota a&iva fica: ad juftiikacionari)& gratia
nacuralis a&ionis fupernatura- habitualetu ? homo caufarec
lis : Hrgo^Ant. docetur á T h o - tffedivé gratiam in fe ; ftd’ ho­
m iftis ,,T ra d , de Vifione Del: m o non pottft caufare c fí .d i v e
nam.i.ntellcduscreatus ».qui eft gratiam in fe :. Ergo.Prob.mai.·
naturalis , eft potencia a&iva Caufans effedive ultimam dif-
remota vifionis beatas , quas eft poíitioneiwpofsicivam phyíica
a d ío íupernaturalis.Prob.conf.. ad formam , caufat & effedivé
Sicut difpofitio debet propor- ipfam formam j fed homo cau-»
tíionari cum form a,íta potencia fat eftVdivé adus liberí aibi-
adivaconcinere adiónemj fed t. ttij , quorum unns eilet uhfnia
Ergo.. difpofitio pofsitiva phyíica ad
17. Refp.negó conf. Rati o g r a t i a m : E'rgo.Mai.eft cerra:Ec
«ft : qnia difpofitio pofsitiva, ideo caufans effedivé cai'orerfi
etiam remota, ratione fui exi­ ut ofto,caufac effedivé formatn
gic pofsitivé formam,ad: quam ignis. Refp. dift.mai. Formam»'
difponit, & dicit ordinem pof- quar eft extra fphceram-iilius,
fitivum ad illani, Quod' repug­ negó mai. Intr a, conc.-niai. &
nar difpofitioni natural» rcfpec. min. & negó conf. Cum enim.
tu.formz fupernaturalis , quar forma eft. ¡otra lphcxram, S¿
eft fupra exigenriam , Se ordi- activicatenv agenti-s canfanti$'
nem naruralis. Potent i a aurerci difpofitiones j caufans eíf.&ivé
a d i v a temota racione fui non ulcimam difpcficionern pofsi»
tx igit.necelícit adionem fuper tivam phyíica ;n ad formam,;
naturalem * fed media virtnre caufat effedivé ipfam formam:
fu peina rural i fuper veniente, Se: lit patet in calore refpedu for­
ipfam elevante. Sicut intellec- ma: ignis. Non vero cum forma
tus crcatus elicir viíioncm bea­ eft.extrá fphoeram , & a d i v f r a -
ta tn medio lamine,g1ori*,& ita tem iMius : ut conftaí in Ilumi­
elevante iHum.Quod non repug. ne,qni caufat ef&divé ultiman!
n af porentiac naturaii. difpofirionem pofsitivam phy-
18; Ar g .j. conr.2. Ad us l i - ficam.ut anima rarionalis intro
6eri ai bicrij non funt difpofi- ducatur in materia, &n o n cau ­
tiones pllyficaí ad jnft i fícat i o — fat tffvdivé anitnänv ra tio na ­
ítem, & gratiam habi’tualem: lem-, quia non eft' intra fi'hce¡á,
& g o difgoficionespofsitivs ad. S í i d i v i t a c e m ejus. Cjmquc
i 4o . fftA C T A T U s O CTA V U S¿
giacía habítualis nou lie intiá 1'c juíu H. wC , & fiin&ifíwat. Jii
iPi.ocfaai, &a¿tivicacein homi- qtu» Iciifu i.Jj^o .j. v.j .dí cic ut:
i m , ncc attuum cjus : Ide ó eft ¿bt*i halct ¡Ji¡f¿c jftm in co,fav¿lipciit
íi h omo f u i i a í c i b u s caufcc eff.c fe . Et Ecclch..ítit:¡ 2. v. 10.
lí'-é uliin um difpoiirioncni timent Domihiuti jt&parabunt tor­
polsicivam pbyficam ad itlam, da /tf¿t,CTineottfpeHn M iu 'fiu é liji-
non caulat tffvdívc gratiam. ficdlunt anima; fu j¿ . Ira M.Caao»
19. Canc. Ecli propccrea, Lurca, Moottli íós,& a!íj.
n<npofsic affiemarí ; quod h o ­ a i. Conr. N~ c ita poteíl
mo caufat ctfe&ivégraeiam ,fi afrirmari ; h jm o ja lK fica c, ¿Se
caufat cffeítive ultima;» difpo- fanítificaret : E:go. P»ob. conf»·
pjfoitivati) phyficam ex M.P.S.Aug.Tom.7. lib. t . de
ad gratiam , poceft d j e i : quod pcccaroium m eriris, cap. 14.
caufatc ffeítive concrecuin eftor aflereote: Quij\¡ni^ etgo aufus fu e -
niaturn ¿x iilajfcilicctilanftum, t i l dicerc : jujiifico te y co'ifeytent
&.jiiftiim. ica uc pofiic a b r o ó ­ ejl > ut dic.i* eli.,m : c íe le i 1 >«r.Et
te proferí i : Hamo fe phyficc jiiftí- fup.íllud.Plal. 1 x ¿.F ecij-d icium ,
ficjtyZT ftvXiji-al·, fed hoc nequie CT ji'P lfh m , aic : {>¿Í> fácil in
ita proferí i 5 E:go nec illud homt'ne jufiitiam ? niji q>ti jvjlrjicat
afHr.mari.Min.patee: Nam jufti- im fium , boccfl· ,per ftiaat gratiaat
ficare, & fancfcifivare phyíice eft ex impio favit jufhtm. Et D. T h o -
proprium Dci. Prcb. msi. Q^ia maSjtj.27.de V¿rir.art. j.a d 1 r.^
h o t m c a u f ü tff. A i v c ultiman) dicic : Qjjod d iv in e gloria dtro»·
difpoílrioníin pofsúivam phy­ gctt fji A lifc t crcaht ra t\!cn¡ po/ct-
ficam ad introdu&iooeni a n i­ tu m k ib e r e t ; fed hom·) non po«
mas rarionalis in materia , etíi teft dicere : Crede in me, ncc fin í
non dícar jr g?ncrans animam gratia jurtifi^are iir.pium , ncc·
rationalem , dideur abfoluté derogare gloriíB divina: ·· E 'g o ,
generaos h-vunen^qui ‘•■ ft con- Rcfp.admieto.&cxplico aucho-
crctum for nut um ex ¡ila.-E g<>. rícatcs.In quibusSS.PP.loquunV
20. Refp.negó conf.Diferí- tur de juftirtcatione producente
roen eft : nam homo propiia gratiam , & non de facirnee
viirute catifdt ita raL-m diTpo- folu n juftum modo explicaro-
íicio.iem ad intrn'Ui&iontm aní Q¿iare D.Aag. loquitur'de jníH.
ni» j ’H»n tamen ad gratiam ha- íicante aUum.cum dicat ijnjlijico
b i t i u k ‘ m,n¡fi virrute Dei.Vi de /f.Qiod fi: prodneendo gratiam
folu-n cum cali addico poceft in ilio ; quod elt ptopríum Dvi»
afin-maii ¡Ho mo viteute divina in quem crediiiius.EcD.Tboma#
DE JUSTIFIC a TIONE IMWJ.
fcoc cíate expieífar. Poteranc poniturhomo otnatus
etiam c*pHcari de juílificante fuis faculcatibus naturslibus,
viveute pro púa » qui eltfolus quibtis mod s , & elevatis pec
D e u s ; non victute alterius , 3c auxilia fupernatuvalia poteitfc
ipfius De i. ipfumultimophyfice ditboncre
22 . ContiH om o nec i a t a ’ í ad gratiam , Sc per ipfam f; :p-
fenfu juftiíicat fe : Eigo. Prob. fem virtute Dei judificare.cc'f.
ant.Hoino notieUcít actuurjuf- currendo, non mere p a f s i v c i k i
tificationis; fedfi in cali i cofa ctiam a&ive $ ncn acHvkacti
fe juftificai:et , cliceret iüuaw j-roduftiva gratis; led c o n c r c t i '
Eigo.Ptob.mai, Si homo elicc- i x ilia conftiruti j quod eft
rcta&um julti/Lacio'm , gene- tum> & faniium,
1<Y et fe/piritualitcr; fed homo aj. Cont. Licet ho’m o ita
Don generat fe ípiritualíter: fupponnatur, non potcft afftr—
Ergo. Piob.Riin.l t naturaübus mari:quod genet at fe fyirttua-
nil generat fe : Ergo. Ant. eft liter : E i g o n c c q u o d jufiiiicat
C ír tu ni : N i m ainae genérame fc. Piobv ant. Non pott ft aftl;-
ab alio. Prob.conf. Ordo ftipcr- mari , quo homo tft genitus
naturalis,& fpiritualis, eftlicuc fpiritualiter a fe : Ergo. Prob.
naturalis, propoitione fervaia; arst. Genitus ab a l i q m v f t filius
f.d: Ergo. Refp. negó conf. Ec illius; fed non porcft nffi: tnavi:
infto argumentum : ín ordine quod homo eft fpititualitcr fi­
natural: nü difponic le ad gene lius fui if iius : Ergo, llcfp.difl·.
ratio.»em , fed difponitur ab mai. Genitus viitutc alcerius,
a l i o : Ergo infupernaturali, & & per communicattoncm natu­
1-pii ttu aIí homo non fe d ifp o­ re iliius,ncgo mai.Propria vir-
nit ad )uftifi;ac¡onem , & genc- t u t e , & p e r commiinication<.m
rationcm fphicualem fu* » ícd fu<e naturx,conc.mai.& min. &
omnino difponitur ab alio? ita dift. conf. Vc eniin aliquis
M il a confequsntia.Ec ratio eft: fit fiiius altcrius , d·. bet genera·
quia in nstttralibus»fubjc&um n ab illo propria virtute,& pat
genitum ante · generationcm ticipare naturam illius Cutnque
nullum h b-t efle, cum accipiac homo foluiri tic genitu': fpiri-
torum iff: p.*r generationcm. tualicer a Deo propria vhrute,
Qiinre non eíl, ut fe difponat>& c&jus nituram partjeipat ai
generet, Anee jufUfic3 tionetn gratia ; non tauiena fe ipfo:
a u n m , & genctatianem fuper- cum tantum fie gcrtirus fyirfrru1
n a tu ia k iu , Se fpiritualem fup- liter a fc , quia m o d j c v p ' c a t o
TRACTATUS OCTAVUS,
co'icüiiic accis'c 111 gencracio- 25. Conc. A d ü s C o n t r m o -
nem ipiriuniem,8: juitfficatio- nis nec elt ultima difpofido “
nc;n : I k o noa dicicur filius pol'ittiva ph)fica i n t r o d u d i v a -
fpi. ¡cuatis lui, fed Dei. g ratis habitualis : Ergo. Prob*-
34. A.g.4.Aftas Conrri tio - a nr. V!t i n u d ¡fpoíit ¡o po (>ie i va
tm non elt u<cima difpofitio phyfica inctodudiva tormse, ex
potsviiya, p hylic a ad gratiam natura tei, & non per accidens,
hivbictiakm: E go eft moralis. exitiitur á forma ; fed a d u s
Piob. ant. Vlt.iaia difpolicio conttitíonis per accidens,& no
pofsiciva phy ika ad fo n i u m , ex natura ret, exigitur á gratia
p -: fcverat phyficc cum ipfa for­ habitual i : Ergo.Prob.min.Ext-·
ma adveniente ; ted adus con- gitur ex fuppolitione, quod.ho·»-
t r i t ’O’ii's iioii pci fovcra.s phyiice mo pcccaveric ; fed per acci».
cum gratia habjeuaii advenien- dens eft giatiar h.<b¡tuali, quod.
t . : ii go.Mi',eft cerca: Ec prop» homo pcccaverit , &non com­
t i u i c a l o r uc o d j perleverat petir ei ex natura reí : E go..
c 1:111 f o ;■rna Ígtt i s . Min. patee: Mín.pacct in grniaA'igeioi um»,
N ü i j rranfcdJ Ad a Contrición & Adar»ii pro ftato innocencia:.,.,
nis, perfevtrac g ratia ha bitúa- qudefuic tu cis,eofquc jufíifka*».
lis.R Jp ,d ift.ma¡.lottodudiva # v i t , íl¡ie fuppoíidonc peccati..
negó mai, Confervativa, conc. Rifp.dirt.min.Qratixhabituali
m a t . &. min. & fimiliter dtft. fecuxlum fe,conc.min. Vr ter­
conf. Dilpü ík iou lti ma iat ro - mino juftificationis impijjncgOv
d nd iv a eft:qus introducir ulti­ mi n.& conf. Licet gratia habí-
mo for maní. Cortférvativa.quas tualis fccundúni fe , per acci-
confervatíorroam introdiidam. dens , Si non ex natura, reí, fup·».
Et licet ul::ima difpofitio con - ponat petcatum u:ortale:ut pa­
fervativa , pofsitiva phyfica,,. tee i n Angelis , & Adamo pro
peifcverct· cum forma adve­ ítacu innocent iae, in quibus non -
niente : ficut calor ut o d o ideo fuppofuit >11 ud ; ut. tetrniniis
perfeverar cum forma ignis; ná aurem juftificatíonis impij <x-
tamen int.rodudiva:<-luare talis. njtura rei , & non peí accidcns
calor non perfeverat cum for­ fupponit ipfum, Qua te ad gra­
ma carbonise Cumqné ?dus tiam prout fie, de c,ua pi o cc d it
coníritíonisfit. difpolitio intro djffitu'tas , Adus Conti itionis
dudiva gratia: habitual ís-,. Se eft ultima difprfitio p o s i t i v a
non confervativa illius : Ided> phyíica introdi d i v a , lila n í t n -
non pcrfevcratcumilla^ qué t ttfi ubiqué íit t p i i r s t i v c
DE JUSTinCATIONE IMPIJ.
¿ í d e m , nt foruiaiucr ccuuiuus ncc ¡a juftitw , icd iíi exigencia
juftificationis impij eft forma­ connacuralitatis , qux interve­
lí cer fpecíe divert« i fe ipfa, uc nir inter difpoíuionem, & f o r -
termino juílificatíonis per mo- n u r n . I i quo feifu intelligeti·
dum fimplícís generatíonis ¡ uc dum eft dichiai Conciltj.Et cual
díítum eftq. i.art.3.Qux diftin- h >c futii-iac , ut gracia habí-
étio fufficic ad taleui d ñ e . íi - cu il is , uc t e u m i u s juftihcacioi-
rarem. nis impij , ex üitura reí exlgác
•26 . C o n t . G r a t i a habitua­ A 51u ai Concrictonis*
os , ut titminuv juftiticationís 27. Arg. 5. Si difpo(rti<3r¡es
impii, noa exigit ex natura reí p o f i i t i v s ad gratiam habitua-
adüin concricionis: Ergo.Prob. lem eflent phyikx, giatia habi­
aot.Aftus Contritíohis non e x i ­ tual! i fupponerec iítas; fed gra­
gir fex natura rei gratiam h¿bi- tia habítualis non fuppo>iic
tualem, uc cerminum juftifica- illa$:£rgo.p,ob.min. Tales d i f -
tionis impij: Ergo.-Prob.ant. S¡ poficiones cflciit a£tus vítales
ex natura rei exigeret illam, fnpernatur2les;fed gratia habi-
gratia fubfeCura a d A& u mC on - tualísnon fupponit a£tus vi ta ­
trítionís non efllc novus favor; les fuper nati. rales; Ergo.Mai .eft
fed juxcá Concil. Trid.S.ÍÍ. 14. cerca : Nam tíT.nc a&os fi.leí,
cap. 4 . eft novus f a v o r : E go. fpeí, charitatis>3 c conmcionís.
Refp.diíl.tnai.N j vírate entita- Prob.mni. P rímum principium
tis,nego inai. Exeludente d - b i- vicile in aliquaii;j¿a n J i fup-
tum,conc.mai.& diíl.min.Novi p "»níc aítas vitales calis Unex;
taee entttatiSjConc.mm.Exclu- fed gracia habiciuUs eft pri-
dente debitum,nego min.&rcóf. m.mi principium vítale in Une»
Cum ením gratia habítualis íic fupernaturaÜ: Ergo. Refp. dift,
étnicas d iveifaab Á£ta Cóntri- mai. Liaea fupcrnatiiralí, negó
tianis,conferre il'am, ín juftifi. m i i. Natura1.i·, conc. mai. &
cationc impij , eft oovus fa vo r min. & negó coñfi
npvjtateentiratis : cum adve- 38. Cont. Piimum princi­
níat nova entitas. Ením vero, pal m víta le- i.i línea naturali
quia fuppoíito A¿tu Co ntr it ío- non lupponit aflús vitales ralis
nis , ex natura r e í , Sccóníiatur 1 in e x >Ergo p» i nmil pri nc:p iu :n
alíter eft debita í nam elíe> mi- Vítale ín linca fuperuaturaii
racufum non fubfequi ; non eft πόα fupponit aéhis vítales t i l i s
novus favor excludes tale debi- lirter. Prob.conf. Vita fu^-rma-
t u u i , ñau fundatum in mericis, taralís i . i : a i .nv.MUim·
vitx
144 TR Ä G TATU S OCTAVUS».'
v i e s nAtaralisj fed: ¿-¡go.l-Uip. t-us,·debec habere aftum f pecl ll i
n c g o con f. D i fcrhncn cit: m m . lenj ; q«t, connftit in do lor e d$
cuiii in linca natm-aii p ri mu m, peccaco > ctinvintenci>>ne facif-
príncipínm vítale íic fo;uu, faciet>d.i D e o pro oi£.nfa pecca-
íL?bí"cancjj. 11s » anccquam com- ti. l a q u o dlf fct i ä char.itatet
fitiini ooa t i l víveos , fine eo. qua? , öi fifu.o m o d o do lc at der
tnillus aftas potcíl cíTe vi ralis pecqaeo, n o j y do l c t e x i n t e n t i o -
nutúralis-E.ii n vero cumgratia ne fati sf acießdi , fed d i f pl i c s s
KabiíuaUs , qnx in liüea fuper-. ei , qwia opponit.ur fuaini^ b o -
n.'icurati clt prítuum princigíñ nitari , quam, diliait.. Ita DV.
vítale , fupoonac compoíitum. T h o m a s , j . p ftq . 8 ) . a r c . 2 , a d i .
fubftantiale , ut ipíum ¡ion.ii- 2. Conchiiio : Ad jjuftifka«.
nein , clcvatiiiu auxiWj> fuper- tionein injplj.j excräSacramen 4
ñatural¡bus,medíj.^ illis poícft tum ^per fc rcqtuiitur > uc>difn
el ice re r. Hipos 2ft/.t s v.iraks p^ficio , a ö u s £oimalis virtutis.
fuper naturales, q'iál es fuiir p; s - pce.iirerma>, cc 11 ia aliqnibiiSi
<li¿H; qui ita fuiít dífp.oíitiones c.aiib'is lufficiat virtual-is, &;
ad gratiam h . b i t u a k m a qua a£tus charicaci, E i l c o m m u n i o r
reliqui poftea. eliciti , prover T he ol o g o r u m . Fundatur co n~
niunt. Hoc intcllígitur de dif-. c\uCt > m illo L o e x 13. v* 3* N i$ .
gv (Ilion i bus, 8c íftibu.s aiuecft- f& n ifeilictjn kjbud71 tis. ^ omne$>
dcncibus juftifKationem,&.gra^ fim ilitch petibith. Et Apf>i‘*2.v,5
itiatn húbiitnalem : nam C o n c o ­ Mnwnr ejlo i M1]nc u?ide sxcidvti r:CT’
mitantes, & cliciti in. ¡flftantL age fxnittJit.k\ra er prima opera>
íuñificationis ,, ín uno genere /ac/Pc^peerea S.loaRne'S,Pi^air
prscedivit pro aliquo priotL -for Domini··, t ; xho avi r
ií!arrv& i» alio funt pcfturio- GSr.ri Oi-K’ill i.fGi-ritentfa, ivhr.J;
res, & diciUntur ,.&.procetJunt, v * i Pdic€n 3· : Ptfvitrntjaw a-fte:*
ab ca. cij?prjji¡yKins,v i t e n i ¿v*2 Regnuw Ga?Io-
ARTICVLVS XXI. rum* I =i10 & Gbrjltu> D iminüs»
u t n u U t Gay^raruis , dum Mar.*.
r T r Y M . A r J v m F í C A TIO 7V ¿ M . 4·. l 7; d iC i t Ut: £%tridc C&pii
Imp:¡ , nt di^'p:·*! riot f r ü h e s t e tjy u ltc c r e : ?o:ni>erif ':a n
LtZUi forrt’dlis nirtutii Basnir agi*? : a?t r o fizy ta v i* c-nim R rg *
í tf/V-/%
€* ft um Cctlovum. Sjd· h x:-c p x \ ¡¿la
i\nt tnccütorib.us, & nt
J» O yp po tjn :Q iio d cum peeru- j a ;->tnr > & äcqul· -iH
^ . / c c a u i . í i t fc>etuÜ 5 v k - i h m ; E.i'go quia ¡U. itus
m JU ST T FIC A T tO N E IMPIJ. /144
'jld niirn 2 ÄÜ-. toini4.li» virtu- tui aiuiuciam, ipfutn juHi-
tiü £ce iivcntia?, lie qua loquitur £c..ic, ru'fi■ tuft i, f a : reccaiipos-
i i v siptut a:qux d·. b<t i nte! · n k c a t : qu ..d cxcrri Sacianivn-
1igi iu ftalu rigotnfo, cum nul­ tum fit per form are vir-
lum fcquitur in^onvtriicTS.uc in tucis pceniu-iuiK r qui ita eric
pi asfctjci n.jn apparer. Quare S. nect ifj n ius. Kob o; a i m ; homo
Joan. Chnfoft tioiii. i i>. afl_·- pci peccatui» moitalc rcctdic
lic : P ix-'iitentia fofa eft, cftts refam a Deo , & convertitor a d c ; e a -
facit vk/n , <j· A in pccutorc er at tu am ; & in juftifkadone re-
ebliqua* c t d i r a creatura & convcrtituc
j . C.*nibc et iatn ex fac.Con- in Ocii'ii ; qnod tomm dtbeC
Trid»fef. 14. cap-4.i4bi dicitur: cffe voluntauu ergo deb et coa·.
F u it autcm quovti tempore ad in t. currere dolor de peccaro cma>.
fetra/idam vemam feccaforum hie miiTo,iit retrjftct iliud.v& a mc t
tontritionii M:itns nectfpfrius eft. Dei, ut tendat in Dci>m : quo*
Et-ur vi.iirn.us q„ 7. art· ikt’ n- rum primus a&us tft t xprcfiu<s,
telligicu. de tocritione connnu Sc furmaJis pcenitentiar, & fc-
.ni pe. k<9tae &.imperfJ6t*:tcaut eundiisdiarUati··,. Ita A » g .P r * ·
¿'UraS-iti amentü ui a t x ill is fit ceptor 1. 2.. q. 86. art. 2.
Eeceffatii, & t:tra Sacrrmenm. 5, Piob. 2. concluf. ratio«
nöpofsic deltge ordinaria dari ne D. Thoma i··! 4 dift. 17. q.
remifsio peccati mortal is fine i . ait. 3. qua'ftiunc. Quia in
contritione pcifwfta ; fed l ac n at ma 5ibus >cortupca una for-
.eft aftus formali» ,. & cx.prtllus nia , gensratui·, ■ ?< introducituc
v i r t i u n pcer.itcntia;: ergo.. alia , concu· tic duplex, difpofi^
4.. Piob. i;. concluf.. ratio- ti o : una ad expclkndam f o r·
neiut ajd«erftt,.&refcvcM. So­ mam con opram , & alia ad in-
lus lib. 3..de natura , & gratia,, t-oducsndani to :m i genitsra;
cap. t. & 13. ell jus. naruralc, i«d iri juftiiKutionc impvj datuc
.gentibus muvetfis norifiimum.^ coriuptio forn ar ¡r.oiatispcc-
t»t qui aJtef i gravem int-ulit o f ­ €ati,& genera tio , in w o -
fen f.t ü4>nn n a d m i t ta t ur ad c jn s dudio giatis;,MKT eft f^rm-a fa-
amuitiam,. oifi fa£H poeniteat; perRatsiralis : E- c,o 'debft cuiw
fed Deus in. fuis d-ifpofitian?·- currere duplex difpolitio , lira
b us c o nf o nn ;i fu r na t ur is re t u·, ad expfilenduoi p·.ccatum , 5c
& juri naturali· : ergo cum pec- alia ad iiiiroductionem grar ias*
catum movere fit gravifsinia i<Sus fcilicet pcenuentia: ut fie
cfFciifa D d congi ue d ifp of uic , dolor, & detcIUtio p e c c a t i } &c
I±s TItACTATUS DCTAVUS,
• attus c h a i i t a t i s » uc titappro- cblwr^uUi omniaiquoru on^íü
-x iaucio ad Dcum. Quare Ang. tft pce.iitcrc *de peccatis rricft-
\ P o c t , qiS.de vevir. a i t . 5. ad 1. taübus. Veruotamen eft diffe-
! <iixit:quod Magdalena , cui di- rentja inter morta'ia, & veni*-
itum elt : dimijja ¡uni ei petcafa Iiamamcum non fit tale pweceij»
' niulta , quor.iam dilrxrt wultitnt) tu.n pro venialibus -, non teñe-
ptius emiferac lactjmas pro tur examinare confcientiam'de
peccaris, in quo oftenditur d o ­ illisj-ficuf de ;norcalibus,ut ac­
lor , & pceoiccniiaj &poftea tus ehaiitati-sftt virtualis pie-
diltxic. piitencia eorum. Imó fine pra?-
6. Piimus cafus,ln quo ad vio examine dc niortalibus,ac-
juitificacionem impij fuffkic ac quit actus charitatis elici, má­
tus formaüs charitatts , & v i r . xime cum inftat prxccptum
tualis poriiitenciai.eibcum quis j •quia tunc peccaret mottaliter,
■adhibito fufficience confuen- non examinando & recogitan-
t j i examine , non recordatur do peccaca mortalia:ikut prc-
ilicujus pcccati commifiijfi d i caret acctdens ad facramenru
ciat a¿tum expiefium)& forma · poeaiccntiiB tfnc pratvio exa­
Iem c h a ri ta ti s, tu K i i n e d o l o - mine.
■ re formali, & expieíToillius, cü 7, C m f i m a t u r : cum
vircuali >& implícito in a&u a ñ a perfetto charitatis eft in-
charitattSjdifponicur uifficien- •compatibile peccatum morta»
te rad juiUikationem. Videtur le ; fed oblitus inculpabilitcr
cxprcfias in D. Thoma 1. 2. q. alicujuspeccadmortalispoteft
11 3. arc. 3. ad 3. & 3. p. q. 87. eliccre a&umperfe&um chari­
arc. 1. & q. 28. de verit. art.5. tatis, fine a&u ex p r d ib , & for -
ad 3. ut vifum eft arc i.á. num. malipce!iitcnti*:ergo cnm i!!o.·
1 6 . Hate virtualis pceaicencia Si fine i f t o , cum folo virtual!,
confiftic in c o : quod fi pecca- diiponitur ad juftificacionem,
tum ob’ itLirnoccurrerecmemo- & remittitur peccatum moría­
ri*,ageret formalem,& expref- le, necompatiatuL· cum eo,mai.
fam peenirenciam de illo.Quod conflat q. 4. Probo min. Talis
certumcft de eo, qm port tale homo pote ft habere auxilium
examen , eUcercc aiium chari- fufficiensad elicierídum aéltitn
f acis:nam cum co diligat D:um perf dum chantatis j & caren-
•foper omnia, inciuditur in ipfo tia calis aftus poinitentise non
jobfervantia omnium pra:cep- eft peccatum, cum obtivio pec-
ioniji), aut Ulticn propoiicum 'cacifiticulpabiliS'2if-cic q n o i
mnn«
B E JUSTIHCATIONE IMPIJ.
m o rä l i t et potelt p . o d i k d i o - quiri tiikni , ipuii , & chatira«
Dc Dei : e i g o . tcm; fed rcquiruflttir adus c x -
8. I ll u f t r a e u r q u i, prasvjo prefii, &. formaks.iilai um, Er­
cxapco cxamiae oblirus eft ali— go cxhibicur adus expreffus, &
ciiiu: p e c c i t i » tarn fceuius tft, £oimali> iliius. Riefpond·. quod
quwtlaori Liabit illud >. ac ilk,, etiam fur fit.it adus v i m u l i s
q lji peccatum non comuvitir;. fidei ia aliquo Cafu , narrr cunv
fcd ifte poteft elicere adum per Theologia radiietur in fide, &
fedimi charitatis, filie adi- ex- provcniat cx pn.nc.ipij> fi.Sei,.
prelTo , & fo r m a ii poc;)itcnti*, eft., vimialiccr fidcs pro qua
cum fi)lo v.irtuali:ergo et ä illc. poteft aliqualiter- fnpplcteali—
£rob.con. &.exp^nduuT tatio:fi qiiando in julufkatione·, p: as—
ille.11011 poteft, tenerctur agere bens , & proponc.f's·- voUnvt^ti
poenitentiäm exprcffim.de tali noticiam,.· qua m fides-c i p raefta -
pcccat.o>fedmon tenecur: Eigo,. ret.Similiter futJkit adus vj r-
Prob,, min» Sl- itaoblicus pec- rualis oaui cum ha?c can—
cau. nroMatii» »tonirccar ag^re- trneacui virtual¡c>rr ¡tvchacita-
.pcejiicenriam cvpicil'Jm de ilK>4, t e j & pe11 i ne a nt: a d 'c an dfc m po-*
& non: prrfi*:c fitste» elicere ac~- tentiam voluntatis i gr a ti a ha-
turn pei fi&uiii tharitatis , qui bitualis: & gloria , qnx amore·
fuffkeretad-rernifsionernUHus. concupifcentix viitute fpei fpc
qui in rc.. non ha b i t peccatij.n r a t u r , a·, charitate e v tnotivo
moitak,tene.rmir agere pce-:i- amtcitia potclVdi.fid«rart,cum
tetiäm exprtfla' conditionatanii ju d ki o fir mo ,. quod obtinebi -
de illo , uc elicercc.adiim pcr- t u r a D c o . E c cumrib hanc fi-
fedum charitatis ; fed non te« duciam conairrat fpes ad jufti-
nctur ;Ergo. Min. eiV innegabi- fieationim; uc (l-.cbm ift· art»,
lis. Prob. maj.. Nemo· potefo anr. num. i- idea·chat itas po­
cextö feite-,.an fit iine peccato tcft fnppl.ere cius concurfum..
inortali’ : cum nefeiät; an fit in- 10. Re Ha: redders difpa-
gratiä. EVg» debe re rage re ta- ritatem de tharitai?. Ad ji ft'li-
Jem poeiiicentiam , ne expone- cationem■ namque impij non
renu peticuto ,.pro fi forte fic fufficit tharitas· virtualis', fed
aliqu odm orta le » de quo non t cquirituv formal is , quia cuna
lecoi-d'ettir... Hr virtus fupti ior, iirnrJla alia,
9i Obijcies : ficut Conci- virtute continccur virtualiter
Iriu & P.P. dicunt:pcenitentianv ut poiTit concutrcre pro i-Ki^
cfle nectiTäriarn ad jufttficatio*. Po5iii“cmia autem , cum fit in„
nun im p i h , ica aflerunc , .rc- T 2 fctlOt
i 4« TEÄCTATUS О СТА VDS,'
i n f e r i o r , continccui u a u a i i ' tint iiitnioii*·, teocttix
ter in ipfa charicace; ficque ac­ dolorem cxptcffumde illii jnon
tus. charujtis., tjui eft virtualis contricionis , cum fufriciat d o ­
pee ui ten с i a, l и & и с с in t J i ca- lor attritionisj liouc in ad 11 Iris
fu ad juftifkationem im p i j. A d fufficit ad Bjprifnumi , fi pee-
quatn , juxia com.rmnein con- cuta ,coiu;ií ¡(cTUnt , cujus vim
fenfum Moraliftanimjetiam fut hab;:c nu rry num . Veruotamea
ficiunt adus implicit! fidei , fi tcmpus inftet,& pafsio fit ni-
fpcis8c charicatis*inclufi in ad u mis tubitanea non tenetar e x a ­
co tu I i сi on is ; qui cu:n lit dolor minare coafcientiatn ,ne mtns
dc peccato,proptct Deum fam­ diilrahatur :· nam excellent!®
ine diudtiun , includic qooqtie aitiis n-artyrij requirit omni-
fuo modo у£tuin charitatis. inodam atcerjtior.é in amorem
i t . Sccundus cafuscft:cum Dci,&coiifcfsionctn Fidci:ideo
<juis fubito rapitur ad marcy- qucgiuukr tali privilegio, vid,
riiiii), & fi habeat peccata mo r- M.P>ado toro, de Sactam.q.dtf»
talia.fi tcmpus defif,non requi- dub. 12. d M. Iribar. q. 5. ar.5.
ritur , quod eliciat adum f ir- Pro alio cafu ipfe Prado q. S5.
in ak m > & expreflum pceiiiten- dub. 3. á num. 29. & M. GoneC
tia: de illis ; fed fuffit.it adus trad, de Pceait. difp. 3. art. 2.
charitatis, quo virtualiter d e - 12. Atg. 1. Adus cotitri-
teftantui, Conftae e x D . T h o - tionis non eft adus v m u t i s pac
ma 3. p. q. § 7 . art ad г . ita af- nitenti* , fed charitatis : Ergo
fcrcte. Baffin pro Chrißo fufcepta, licet illc ita requiratur ut dif-
obiinet vim BApftjmi : E tid e b pur. pofitio ad juftificationem im­
gat ab omni с;</ра,сг veniali СГ тог pij , non requintar adus for-
ta li j niß aflualiter voluniater» pec- malis virrutis paenirentiac.Prob
cato i riven er it inh&rcntcm ; fed in ant. Adus contritionis, cum fie
co , qui pro Chrifto rapitnr fu­ dolor de peccatis propter Deú
bito ad m a rt yri u m, \4 >luntas fumme diledutn , dúo dicit , í c
non eft aftu inhanens pcccato, dolorem de peccatis & d i k d i o
cum exetceat adum perfedif- nem D e i fuper omnia ; fed hoc
iimum charitatis : nam ju x t i indicat ,quod fit adus charita,
Joa^ncm 15. v. 1 3. ЬЩогет (me t i s : Evgo.Prob. min. D í l e d í o
dilrilio'-cm nemo hi bit , at ci>nmam Dei fuper omnia , cum fit pr o -
fi'A LO’:r.' .j-'r; pro atnkis /и/s:Er^o pvia charitatis , quaeeft virtus
..Pro t!·■.·> feiendum eft : quod fi fuperior, nequit convenire pee-
tunc psccata m c r u l i a occur- nitentia;, qux eft inferior i d o -
loe
M JUSTIFICATIONS IMPIJ.
« i n t e r n d e p c c c a d s .S : ii ¿Jitm talis doior d t a&us fecunda-
d e percineat ad poenicenciam, rius chaiitatis; qui cum elicia-
poreftcompetere charitati;qu* tui fub eadem rati one formali,
eft fuperior ilia : E.go. qua primariuSjeritfimiliter^do
13. Refp.dift. ant. D o lo rlor fimplex , cum alius non car
-fimpiex, conc. ant. compenfa- dat fub ratione formali chari-
tivus, ncgo a n t .& c o a f . duplex tatis. Rcfp. Dift. mai. Ex fine
poteft e(k dolor de pcccatis. intrinfeco operis 9 conc. mai.
Simplex, & compenfarivus,five Extrinfeco operatis, ocgo mai-
fa m fa ft iv us . Simplex eft dif- & dift. min» Ex fine extri'ifeco
plicentia dc pcccato, ut anferc operantis, conc. min. Inttin-
a Deo rationem ultimi finis, feco operis, neg. min. & conf.
,Compcnfativus eft compenfans Finis intrinfecusoperis eftille,
& iatisfacieiis pro offcnfa pec- qucm opus ex fe infpicit. Ex;-
caci.Ec licet dolor fimplex pof- trinfccus oper.antis , ad quem
e co:iip€terc charicati : nam ordinaturex inrentioneopera-
c^'ufdem virtivtis eft accederc tis. Et licet dolor , qui ex fme
adterminum adquem , & rece- iRtiinfeco operis eft propter
derc atermino a quo:& iic cha- Deum fumme dik£tum,fit fim-
rkas accedens per dik& ione m plcK,cum percincat ad charita-
•adDeum, receditper dolorem tem; qui folom eft ex fine ope­
-difplicencisE a pcccato; non t a ­ rantis, pottft cffe copcnfativus,
in en compenfativus,qui eft pro & fatisfaftivus;cumq;aftus co-
,prius virtutis pccnitentix; qu* tt itioriisfolu ex fine cxtrinfeco
-latisfacit Deo pro offonfa pcc- operätis fit dolor propter D ch
cati, Cumque coocritio fit d o ­ fumine dile&um ; quia conte-
lor cornpeofativus , ■& fatisfa- rens, ex inrentione charitatis,
■divus de peccatis : ideo non qu* cum fic fuperior omnibus
eft r»£lus char it at is 4 fed pceni- vfrtutibus ,earum a ¿his ira or­
-tentise-. dinär in Deum , ut infinem f u -
14. Cont. A6us confritio- pernaturakm , fic ordinat a c ­
nis non eft dolor copen-fativus, tum contritionis.cnjus finis in ­
¡iedfimplex; Ergo. Probo ant. trinfecus operis eft compenfa-
Solus dolor fimplex eft propter t i o , & fatisfaftio pro otfenfa.
Deum (ii's'me dikftum; fed a c - pe ccati, in quo eonfilh't dolor
tuts contMtioms tft dolor de coropervfatrvus: ideo a ft us con -
peccato propter Deum fumme tritionis non eft dolor fi npkx,
dikdiim:£vgo nui.patet:Nam qui eft aftus fccuniiarius dvsri-.
*"50 , TrttA C irÁ fU S O GTÁ^Ü SV
tsrtis » fvd coui penf aii vus , ct»s clt reedfas á termina i qtio
& aci.c(íusad terminú ad quetñ.
>q<ií cft primaÉius v i a u c i s poe.
•nitenti*. l a juftiHcatione aurem nnpjj
15. A g. j. Ad juftifuatio- per ie mtendicur receiíus , &
netn ¡m p ij , rcgulaiiter fufhcit avc.íi.» 1 peccato-; cuni pro
unicus a¿tts formalis x & e x · his detur piatceptuinv Ec c u t o
preffas charicdcis: Ej go (ton rc- cciatn per íe intendatur con-
quirkur aétus formal ís & e*«· vetfio ad D í U m juxtá illud:
prelíus virtúris. pee-úcenci«.. Diverte, ¡am alo,^ fac- bonum: ideo
Ptob. ant. A ¿1 Jurtiíicacíoflcfti. regularíter non futficifc anicus
iropij; foffi.ic reccdere á crea- a ¿tus formal is,Scexpuffiis cha«
tura , Scaccedete ad.Deümj’fcd ricatís , fed proprinw> requiri-
regularice): aétus charitatís for tur aöus formal is. peen i tenc ist,.
maits, &.exprcfíus e.ft, quo p i c - & pro fecundo aduscharitatis».
caror rccedíc a creatura , &.
accedit ad Deum : Ergo. Prob, ARTICVLVS IV.
min. Vaicus a¿tus peccatieft, m m v L T W t1 D m o s m o *
quo peccaíor recedit á. Deo, Se ad Gratiam babituaUm- , pro-*
-accedit. ad creaturam : Ergo. ctdaf effe&iv'i ah illa..
Prob. conf, a¿his formal ts , & I. ✓TVppono : quo¿dif(ícukas .
cxprefíus charitatis póceli ree­ non· pfocedit de difpoíi-
dificare ,, quod dcftruxít a ¿tus. tiombus remrotís , &: praeyijs- s .
peccati í fed : Ergo.. oam -cn.m ifi* prascedant tem­
i6„ Refp. N e g ó conf. R a- pore gractam habiiualem » nors.
t fo deíumuur ex D. Thótriá q., •poíTurit procedarc effcítívé ab.
28. de veríc» art. 5 . á d 2. ham "illa. Procedit igitur de ultima
peccans non íntenditper fe,fed difpofítione concommitarfté »-
per accidcnsáverfioneoia Deo: qüaliseft aftus contritionis ¿
fiqut dem per fe folum intendft chat ítatis;qii2.caurat materia-,
converíionem ad creaturam.Et liter difpoíiíivé gratiam habi-
cun*a¿his foiüin multipticehtur tua!em:cum pr^parct aninVam»
penes términos per fe inten­ ut recipjat illatn. íicut^autem
tos : ideó non reqtiirituraéhis anima.non eft iinmediaté , fed
diftinftus ad averfiotiem á Deo, mediaré , & radícaliter opera­
fed únicas a ¿tus peocatt eft re- t i v a j utquíelibet alia fuhftan-
receffus , 8c avetfíb á Deo tia , in fehola D; Thomar; ica
& conycríio ad creaturatn.Sicuc gratia habitual is »recepta im-
prpptcréa üaícttó fiüotus phifi- mediaté i a anima, non n¡lí me-
1 *_s
MB· JÜSTÍFJCATIOHE Щ Щ .
-*Цасё i <8¿ rfltlicalitcr eft cffcd i- frimum tft gratis i»fu-fio *Ex qua
>5 ?*
.·. va ;,qu*e/ficít mcdíjs vircuti- patee: quod gracia habitualis,'
- busjin ipfts radicatis íicut ani- & motus liberi a r b i t t i j , qui
. 'ma.opsratur medijs filis poten func difpofitiones concomitan­
- t i j s ,pro^iinís. Ncgant Illuft. tes ad illam,funt fi nal fimalta-
: Aravjo , M . Jo a a. á S . Thoma, te tcmporis;8c quod ordine na­
, Zumel, & aHj>eciam cxcrancí. turae, quí eft c au fal ka tis , non
lAffirmant Em.Caiet.M. Bañez, funt fimul, fed unum eft prius
uterqué fotus »Alvarez, Setra, altero & gratia in naturaliordi
Godoy , Gonce, Ferré, Bolívar, ne etíatn eft prior; fed hoc ideo
P.P. Salín, & plures alij. Pro eft, quia tales difpofitiones in
quo videada funt di£ta Traéfc. genere caufac materialisdifpo-
de generat. q . i . art. 4. V b i p r o ficivx pricedunt gratiam habi­
hac icnt?» tí a ritarftur Collegi túale m , & hate in genere caufe
S. Tho me , M. Froylan. & Iri- efñcicütis eft prior illis s ergo>
barren. ■ 5. Confirmat hoc Aog. do­
''2. . ¡Condufio , V l t im a dif- ctor art. 8. ad a. inquiens: D if -
pofitio ad gratiam habitualem, fo/itia Juhje£it ffx e e d it fufecptip-
procedit tffe&ivé ab illa. Con, nem forftt£ ordine nature, fequitut
'feac fatis ex D . Thoma q. 22. tamen o&hnem agenti s , peí- quam
dé Verit. art. 8. ad 3. aflerente; eiiam ipfum fubjeiiunt difponitur.:
Contritio efl a libero arbitrio, CT a Ü* idee mo fus liberi arbitrtj natu­
jra tia ¡ fed cft efFeñivc á libero r e ordindt fr tc e d it confecinioner»
arbitrio , cum fit adus iliíus: g ra tis , fequitur an tern gratix. in -
ergo etiam i gracia , ad quam fitfionem ; fed gratia habitualis
cft ultima difpofitio. 8c in prat- in ordine agefltis , & infufio-
fenti q. 1 1 3 . art.ó. dicit. ¿¡»a- his eft in linea caufa: effedivse:
tuor tnum trantur , qu& requiruti - ergo ab eá prí>cedunt fie tales
tur ad jufíificAtknem impij, fc ilk e t difpoiitiones.Ex quibus hie for-
grat:£ i*fu f i o », matns liberi tirbitrij ;m atur difcurfus : ideó ultima
in Beum perfidem , & motus liberi dífpoifítió fton procederet effe-
arbitri) in feccatum , cr remifsio .ftivéa gratia habituali , qm'a
culpó. & art. S.addic : ut difpolitip praeccdit illani;fcd
quatuor :: t'empore qnoderh fu ñ í J i- Htconftat ex allegaris, etii dif-
mul : quia jujliftcatio impij non efl poficio ita praecedac, gratia eft
fu ccffiiva , ut diñum e f l ; fed ordi - priorptioritate пасиг*,&
ne naturx, unum eorum eftpyius a l­ TalLtatis adtivsE, qn® eft eifedi-»
tero , cr inter ea natumli ordwe va , ip fa difpofxticme ; Ergo.
Min.
i5» . TRACTATUS OCTAVUS^
M ü v p a t c t itciomea 1>. Tho- bifuaUm, poeeft ргосе<5еге!й* 3-
ma in cor p. i t i inter mediarc ab hibitu chapftan^1
cq natura}!· ordine primum cjigrct· & medio Moagrätia-habictoaN
ti* i» f» jio o j us . tjfio li· :: Ergo Ik procedit in jul'J
tft quolúel· mmu naturaliter prr- tiikatione innp'jv A ··€>■ ·' pats*1:'
tr/utn tjl motio ipfius moventis. Ram jtixca di&a Dt. Th o m * ta··
4. .R.fpondtbt« : q u o d l o - lis ordo pi ocedendi tft cd nnil··
flukut degra-cia auxiliante, & triralisfqui expoltulat , qtHxl
a f i u a l i , árc¡ua proccdunc ctíé* adus procedac immediate effe*
¿tív é t ales difpo tit iones. Non &ive a fuo habitu , & virtutc*
cLejiiftifieactc ,&liabicuati ad & medio illo , & i il a a princi-
quam chfpodiKt. H x c a 11tern pio radicati , &- natura ejusv
expofitio noafubiiftir: nam in Piob. conf. Nihil obeft , ut de
tcta qiratftione de Itiftifrcacione fa&o fic procedat· :.ergo. Ptob·«,
a g ir cormtxive E>i Thomas dc a-ne. Si quid oftaretiffi t ; quod:
gratia habi cu ali , & jultifican- ineodem inflanti juflifijat i o -
te, di qua· loquitur art. 6 . & 8. nis fun с gratia habitualis ,.ha-
eonncrdoncm autem , Sc con·- bitus, & afius cli.uit'atis j < 5E:
texcuram vefetunc P.P. Salni- difpoficio dcbetp ra?ccdere for»
Et corftat non Voqui de gratia,. maraj fed hoc non ob: ft; Ei-gov.
auxiliáce:ná loquitur de gratia, Prob. min. li c e t fine limul pro
ad quam djfponunc itiotus 1U i-nihnci, & iimultato temporb;
fceri arbitrij : fed non dif po - i.n diverfo tarnen genere' eaufae.
nurjt ad g ra ti a m a tm li a n t e m : fe muruo pr*cedunt priorir'ate
¡Ergo.; Mav. pa tft ex allega tifr. naturae, & caufalitatis; L d fuf-
JMin. cx refponiione. Pfsterea: ficir hare prioritas , uc de fa&u
Joquitur de gratia , quam in ita procedat : Ergo. M a i
wno genere prsccdunr motus tft exprtfla D. Thoms. Mini,
liberi arbitrij , & ad quam in e onibt : nam cum tali mutiia
alio genere fubfequuntur; fed prxcedentia, &prioritare cau>-
lícet fubfequanrur ad‘ graciam f x ad invicem funt eaufae ; uc.
auxiliantem , in null© genere fert commune prolotjiiium.
■p'ffccdu'it illam : Ergo, Min. 6 . Dices cum M. Joan. 1
fft certa ; nani auxilium pia?- S. Thoma : quod ctfi In alijs
cedit r»mn!modc:&quia aiiun- generibus pofsit dari mutua
•de , difponcrei.t ad auxilium. caufalitas ; non tamen inrec
5. Prob. 1. concluf.Rstio-caufam effieientem > & mace«
He : ,4<ihi'ch.iritJtis, qui tft ul- m l e m difpoiictvain ¡ n a m c a t i .
firma lí * ¡0 3 ot-ativim h a -
D E J U S T IF IC A T IO N E IM P IJ. i ft
f r e J B c i e n s , uc c a u f e c , d cb ct lo u iu i¿ ce r.tia n íicn s:q u a c isa re
effc «xitfens·, Sc ex tra omnes cipirur in paíío. C aufa autc¡it
í u a s ca 11fas j & non elíce e x tr a efficiens a o n d e b e t e x iiterep i'o’
caufam d ifp e iit iv a m , uc c a u fa - priori· te ta p ó n s anee d i f p d í i -
rcc luam d ifp o fitio n cm ,fi ab ca t io n e m ,f e d in inftanti reali» rit
it a caufaretur. N ec fo r m a cflcc quo c a u fa td ifp o íic ¡o n e m ,& rn¿
¿11 fu b jt& o pro priori-,quo c a u - te llig i in fuo genere ante illá.
£ärct d ifpo ficion em : cum pro Sim iiicer fo r m a tft. In eedetn
tu-nc Cubjcdura non eflet d i f p o - inlíatui. in fu b jv d o difpoíitoi
íitum , -uc . vecipettc illam : & in l oo genere inceU igim r pro
quia difp o fitio nundum eilet p i i o r i ad difpoficioncra j- q u á
caufata.. Vtrunta-men oppofi·- in fuo p rs iu t e llig itiir «¿iH aroy
tu m , & nottia d o ft r in a conftat & ad caufam efficienccm·.
cx ipfo nam, i . 2 . d i i p . 1.5. art>; . 7- Piob-. z . concluí. Efe grai·’
4 . ad 2c. loqueos de a&u ch a ri- t-ra h ab ituali difeurrendum eft*»
t a t i s in ¡¡»greflu glorise: aíícrit: ficut de form a n a t u r a l i p r o *
q u o d pratcedit lumen g l o t i s in' poi'cione fervata ; fed e ffid u s
genere caufss m a tcria lis ; Sc in p r o v e n i e n s - t f f ; d ív c a fotniá.
genere ca u f* Lflxdiva: procedie1 na tu rali fecundum unum g ra :-
a lumine glotine, ficut q u z ü b c t dum , difponic ad ípfam fecun^*
d ifp o fitio ultim a , Sc p rx c e d ie dúm alium gradum : Ergo a c h ií
form a m in genere ca u fx difp o - ch a rita tis p o te r it procederé
fiiiv® & procedic a form a in e f fv d iv é a gracia habituali fe­
genere iftVdus, 8c- p r o p r i x p a f - cundum graditm V.five concep1^
£ o n is:E ig o fimilicer a d u s e b a - ttini a 11x i 1i a ju i s i & d i fp o n e r ©·ad
n f a t i s p o r t f t f c habere r t f p e d u ipfá fccandn gras.H-im> five con-
gracia: hab itualis , & calis m u­ ccptum· juftiíicaníis , S¿ f a n d i -
tua ca u fa lita s non repugnar. ík a n t is .M in . fatis confVacexD'.
V o d e A.rig D o c . j. p .q .9 . a t c . 3. T h o m a q. única de anima are.
ad a.alc-! Per calvrem enim dijpo­ 9 . ad 5. aíítrenre Vifpofifionei
pí tut materia (id- ftifcipiendarn fur- accxtotiales, c¡ii£- fjcinut materiato
mam ignis t qua tarnen adveniente propriam: ad-aliqir.im formar» , nen
ialor non ctffat , fid rtmanet qitafi fuñí m- diét totaliter in!tr fo?-
quidam effetfus taljs form t. H oc mam·, <7 matcriain: frJ inttr for··
parte in a d i o n e g en erativa : nn ni feenndüm quod dat til· i nía>n
qúx producir tflfcdive c o m p o - prrfeílionem , c r malcriar» fcam -
ficum , & recipitur in e o , uc in düw quod jam tfl ptrfeíia perfec»
caufa m a t e t u ü c u m f i t a d i o íiw e ifíferioris gradttf.Vid. M· 1!^
V dephoas
1 54 TR A C TA TU S O CTAVU S*
d ephonf , Mich. i. p. ti, tiuin cuiiaounem au xi l ia rt i i;
d u b . á num. 7 <5. .fubquo con venue cum auxtlig:
8. Rcfpoiid^bissvcrumciTci}£rgo p«.tttft difponcre a,dipfaw
in forma natuiali: q u i a d i f p o - ftcundum gradum , 3c coni-cp·
fltio prpveniens ab ea iccun- rum faf&tficanm. Pr«>b. a'it*
dutnunum gradum. non d ilp o . ■Lie« aót.ib c h a r k a t i s c c m i a t u -
nit ad ipfam fecundum 'talent ralicer cxigac tlici ab ha b it s
g ta d u m , fed fecundum allum» charicatis,, nun implicat quod,
a quo non p ro c e d lt: cum non elioiatoi ¿b auxilio;iuió i t opt
procedat ab u lt im o , 8t diffe­ ni oic rcfpundvutis dc facta
rential! g ra d u fo rm x. finan.q; eliciatur ab ilh» ; fed ciiLcre-
a b h i cprocederet, nec ad iRu , tU:-ab auxilio fecundum con-
nec ad ¿lium gtadum difpone- •cepcum: quo.conveiiit cum ha*,
rcc. Q uareD . Thomas loc. cit. bitu charitaii>;<}ui cft talis.gr*
air. Potent ¡A animjtfunf acciden­ dus t íc conccptus communis :
tia propria jniw£,q/<& non funt fine "£rg ->min. patet: Nii n ralis ac*
fa. Vndcnon hdbettt rationem diffo- tus ciTwt cjufde u fpeciei cu<r|
fltiom i ad antmtun, fecundüm quod •adu e licito ab habitu : quia &
fünf ejui foten tit. Cujus ratio fi habitus charicatis, & auxilió
eric: quia pio:cdunt ab anima -in c Acantis dirt¡nguanrtJr,nofi
f c c u .d ü n ultimum gradum , & vero in cfle piincipij i ’liusiep
•conceptum. Cmn igitur a&us q uo da& u s non provenirec at»
ch a n ta tis procedac i g ratia eis ut diff-rtur , fed ut conve-,
habituaU , & habitu charitacis ntunt: cum non proveniret per
fecundum ulrimum g ra d u m , & fe ab anxUi«?, fed per accidens,
conceptum <liiF-rencialem:nam •ut fubflituic prn Tiabítu ¡ pro
per poiTs elicere talern adum ■quo non fubft'tuit in eo,m quo
differt habitus charitacis ap differutit, f e i in quo conve-
alijs habuibusiideo nullatenus niant. Sicuc pote-uia vifiva,
poteft cfle difpofitio. Sc viijo hominis , & bruti tone
9. Cun t. A£tus charieatis,•tjufdem fpeclei: quia non pro-
quo homo difponitur ad gra- veniuat ab animabas eoriitn
tiam habiraaletrs non procedlt fi-cunda;n quod difftrunt, fed
£ g r a t i a , nec ab habitu chari- fub conecpta communi anima-
tatis fecuadum ulcimum gra- lis , in quo convcniunt. Et ha­
dum fan&ific3nti<>,& fecunduin bitus Theolngiar in via , & ia
u ’tiinam dijf^rcntiam h-bicus patria eft eiufdem fpeciei > ut
c h a r i u t i s , fed fecundum g ra - vidimus T t a & . i . q* uti. art* 3.
quU
D É J U S T IF IC A T IO K E 1MPIJ.
^ula llcec in Y)u p tu tc a a ta ti­ uaiura ; kit i<iadx..]uatc , íc in-
de , & in pati ia á fuentia-'bca- complete : quod íu lfu it, ut ab
ta , fptoici djffeientibus ; non illa p io u t 1U. taiis «¿tus ptoce-
proccüit a b l l t i s u t d iffeiu n t, dat. Sicut gradus animalis ih
ied ut conveniunt in ration«: hominc , &- bi uto fo'.üro tft ¡ti-
ce.rtitudinis:eo quod non p ro · adíequatc & incoinplcté natur*
ccdunc per fe á fide , fed per & in utroque procedic ab cb
áccidcits> &.ÍD via. fubftituitv pe icntia viliva , & - v ifio e iu f-
p ro fcientia beata , pro qua. dem (pecut..
fubftítuic in eo ; in qua con-· ii. Ii.ftibis : Vtcrqué aftus
vcn it cum illa.. eft eiufdem Ipccici ; fedelicitús
io .. J uxtalixc , dicendum poft ji ftíncationem ptovenit "á
d i : quod a&us charitatis p i o - grat j a . & h a b i t u c ha r i taris fi;fo·
eedit cffcd ivc ¿cooccfli* au xi­ conceptual trino &. difttttntia-
lian! is,. 8¿difpotiit ad concep— I i : Ergo etí2m elicitus in juftí--
tum ían&ificantis. concep-. ficatroné. Rfp. quod mate? fó»
tus aúxiliántis· ptarcedit: tx if- 1 iter.&.ift tífe entis eft t jiTdcna
tensquafi incom plete,, & v i a - fpecici:quia convcniutuindi..
lícer, feu- in viájnon vtrórcom*- ligíte Lkuin fuper om ni a .F o r-
píctc.Ee tal is aftas, &>difpofi- nvaliter tamen , & íncfle eflve-
ti© provenit fie á g r a t i a ,.ut in fus eft divcifat fpedei,ficut fuñe
vía , 8c in fieri ; non ut in ter­ principia utriufque ineft’e prin-
mino, necin fjft'oeffe.m am in: cipij : nam elkituSíah'auxílíb
fiiíto efte non elt forma , ufqué. dicit flúxum , repugnantiam
dú ii.te'.ltgittir in fubjtfto d i f - psr nun en ua : & fimilíter eli-
po(ito;Vhdé aftusxharitarts in cirus in juftiíLatione i grarií
jíifí’fkationeelicitus.qui efl d i f iub concepru av viiiar-tis. Eli-
poficio ad gratiám .procedk fie cicus autcm. pt íica dicic
ab ca,fub conceptu auxiliantis:.: lic-c ex copccpcit t í T » . , fed
quia procedir abr i l l a , ut eon- fftus ; qui folü.;n potefb dárare-
Vcnitcum a.uxilio. E l k i tus au- ptr inOans. Quod fuifuie , uc.
tim poftea,quí jamnon tft d if- ita procedanr,.
pofitio, provenir i g ta tía fub 12; Ex «¡un pp.tcc ad ob«
concepta ultimo » & drfferen- jecta rum. 8; N a n v c o ni^do,
t í ü i fanftificantis: cum-prove- que difpt fuio proccdit íff. di'·
niat ab ca , utdiffert; ab. auxi­ ve á foima natmali fccur.cúin
lio & licet fub primo concepta itnum gradum , & d >rponit aíL
non fit adequate , & completé ilUm fccundúm allum fubfccu·
t ¡6 ÍRACTATOS OCYAVtJS,
tumja&us charicacis qm cit d i í pet f’tdtioneui:: opOft€t j-qSdici
jpófitio ad g i a t ú u i habitúale, materia fecundum quod inteS«·
f r o tedie efíedivé ab illa fub ligitur ut recipicns abipfa ant»
"Concepta auxiliancis,& difpo- n u rationali peffe&ioncs in*,
nic ad ipfam fiib conceptu fnb- ferioris gradus , ptita quod fit
fecuco funétifuands : quia ac­ corpus,&aniinatum corpus, &
tus charitatis,qui eft difpofitio animal, iutelligaturfimul cum
&elictcus in juftifícatione,pro- difpoiitionibus convcnientr-
venic ¿ conceptu auxiUaotís,8c bus, quod lit materia propria
non ab Ultimo , & differential! ad animarn rationakm fecun-
fan&iricanm , á quo proveñit dum quod dat vltimam p erfe & o -
elicítus pollca. Habitus autem neht.
charicatis perpoíTe elicere hunc 14. Quia taraen Traft. de
díflfert completé abalijs viitu- gener. q. i . a r t . 4. propugna-
tibus,& ab au xi l io > & per po{- mus cum Authoribus re la tis :
íeelicerc illutn convenir cum quod ultima difpofitio con-
a u x i l i ó , m.fencentia probibi- coinitans procedit <.ffo£tive si
li>.& differt quafí incomplete forma fecundum ipfum gradS,
•ib alijs vírcutibus, . ad qu:m difponit idem nttrii
13. Intentum autem antho- affiimamus de a d a Charitatfc
ritatis tft verutrunam cum p o ­ rcfp.£hi gratiac habitualis. Et
tential auimx ratiotialis, nem- vidctur conforme tnenti f>:
pé>íitelk&us, & voluntas,pro- Dhomst 3. p. q. 7. art. 1 j . ad
cedant a conceptu u l t i m o , & 2. afletentis, M loryqui fu ’ t difi.
diflfercntiali ipfius , ut ratio* fofitio ad f«rmam ignis, eft effeStdt
nalis. non reftat alius concep- frofluens & forma ignis 1 ·. f ic n t d if -
tus, aut gradus , ad quem dif- fofi*io in via gentrAfioitis pyj-C’ dft
pona'it, Veruntamen ia corp. jrerfettionetri, ed q w n d iffo n it in hit
arc. dicit D. Thomas : inter q ux fuccefsivc frrftcittntur: it a mi-
gradum, & gradum animat me­ turaliter perfeftione/n fe q n itu r ,
diare alias difpoficioncs ; qua q»am aiiquii j-t>n confecutm eft.
debent provenire ab uoo , & Quare a&us charitatis.ita p ro-
diiponere ad alium. Sic enim cedens a gratia habituali fub
ait : £x qua materia intelligatur couceptu fa ndifica ntis, difpo-
eanfiitutif. in effe quodacu fub- nit ad ipfam fub eodem con­
fta'itiili , imtelligi poteft ceptu :quiaa d hoc fufficit mu-
fufccptiva accidentium , qui­ tua ptioritais aflignata in fuo
t o s difponitur ad ulteriorem ¿iverfo .generc caufx, Pocen-i
DE JUSTIFICATTONEIMPIJ.
anirns non iunt dif- co didu.11 Sao. C >nc. ubi l o ­
.polit iones,quiadartcur ad ope- quitur de difpofcionibus remo
randmn>.& noa uc przparent tis; qu s ut p r i m a : , proyeniunt
m a te ria m , & cónfecvcnr a n i- i gratia excitante , 8c i nfp i ra­
mamjficuc a&us charitatis prse- cione p t x d i d i ; unde incipie
parat animam, uc recipiac gra- opus jitftificationis. Non ver&
Siatn &curat,uc confervet eam. de ditpolkione ultima . :
•vi 5г. Confi'mantur cunda nam h * ¿ , cum in inftanti jufti»
d i d i ideo proprietates proce- ficationis fimul fie cum grati*
d m c eftcdivc a$ cflencia, quia habittuli , procedit effedive
•funt peí te d io & complemcn- ab illa·
tum cflcntiíej & qui da-c forma, 17. Cont. Vltima difpofi-
dac confcquentia ad formara, tio concomitaos non procedit
qua'.is eftperfeftio, & com ple- eífedivé a gratia habitual i ¡Er­
щепси ejiis j fed ultima d ifp o - g o . Prob. ant. Si procederec
ficio concomitaos eft per fe d i o, t f f . d iv é ab illa , aftas qui eft
:8í с ample men tú forma fccudñ talis difpoficio, eliteretiir jux-
ulfitnú gradú ad quem difpo- tá menfuram g r a ti s habitual is-
ait.t ñeque »ñus charitatis eft fed calis a&us non elicitur jux·*
|>erfeftiq& complements g r a ­ ta mcnfurS g ra tis habitualis:
t i s habituali -f;cundüm gra.- Ergo.Prob. min. ex Sac. Trid.»
dum , five -conceprism fandifi- Cap. 7. alfereote : Deam trw
ta n tis : Ergo procedit efíVdive buere imicuiqué juftitiani fc-
abea fub cali g radu,& cóceprüj cundúin propriam cuiufqne
fiíb quo etiam difaemit ad illá. difpolirionem. Ergo conf. p a ­
; 16.. Arg.. i . Difpofitió ad tee : cum potius tribuac g r a -
^»raciam habitualem , non p r o ­ ciam juxea menfuram adus, Se.·
venís á gracia habicuali ¡ Ergo difpofitionis. Refp. admitto
■ultima difpofitio ad gratiam did um Sac. Concilij, dicendo:
ha bku ale nt, »on procedit effe- fenfirn efle : quod in genere
¿fcivéab iUa.pTob.aot.exConc. caufx materialis difpofitivs,
Trid. fcf. 6.. cap. 1 . & 5. ubi Deus tribute gratíá juxta metl-
d o c e t : adus quibus adulcí dif- furam a d n s , & difpofitionis:
ponuntur ad juftidam , Tri- cum in eo gratia caufccuv á dif-
buédos efls g r a t is e x c i t a n d o pofitione.In genere autem cau-
infrúrationi Spiricus fa n ft i ; fs efficient's ipfc adtis, 8c díf-
fed gratia excicans , & infprra- pofitia cft j m á mtnfutam £>ra-
tío non (por gratia habituales: ti*,: c^uia lie caufatur ab il'a:
Etgo» Refp. Admicco , & expli­ nam
*5 8 TRACTATUS OCTAVUS,
Dam ^uoti-s dacu. muiuü c¿u- u h i n u uii^<.(icio ad illam,ndrs
fal.tas, aü-ii mutua menfura- procvdic tífvétivé a b c a . 1‘rob*
tio. Sj.uc i i cali fen fu dicitur: anu cx D . Thoma i-, p· q. 62 *
quod lignum eft caliduni ut arr s . a d j . ubi afsignans trí­
c£t>> ».quia clt in iilo foiaia i g ­ plice mconvcv(iontm vo1 unta-
nis :ü í quod io iHo i l i f o t m a tis ad D t u m »^íferic Tertia con *
ignis; qaia. eft caHdum ut cét v 1Ktfio tji , per qtmrn. alfquis pritpá·
1 S. Arg. 2. Aft us cont 1itio- fAt fe adgratúw» habenaam. E t ad
nis eft ultima di.fpofitto ad gra banc non t%igi.iur aliena Iahiiualii
tiam habitiulem, fed. non pro* .grafía , fed <¡p<ra ro Dei ad. f t an i-
cedic eft'edive a gratia lubi» ma.rn coi v e a tm ii : fteundum iihtd
tuali.. Erg.o. prob. min. Proce­ Thtcn y tdt. Converte nos. Domi­
den s í He ¿live á Ciufa, fupponit ne ad tez CT couvcftcmur , : Ergo.
caul'am & ,prccibus non impe*- a o. Rtfp. Admitto , & ex--
ttat illam; fed a&usconci ic io - píico auth. in qua S. Dvi&oc
nis non fupponit gratianv ha- loquitu: de difpofitionibüí im­
bituak m, & piecibus impecrac per f t 6 i s , jemot i s , & p sevijsi
¿Ham; Ergo, Prob.. mi n.ex Sac. quKctiá. poffunc.dici· convetf-
Trid. fef.. 14.. cap. 4. ü icente ± fio in Dcum , a m í & n t e ipfo„
Fuit autem quovti tempore ad ink. &,dícente, g n ilibet motm v o lu » ·
fetrQtidam vtnican pcact-’orem hie ía iiiin Deum , potefi d iíi con ver—
f pnf ritioitis motus tftctfjarjus >.fed Jia in ipfum. Non carriso, loquí-
Venia pcc^atorum eft , clumcft tu rd e ultima difpotítÍDne.peF--
g ratia habitual is í Ergó; Rcfp. fe¿la , próxima » &,.concomi­
admi rt,ot& expl ico diftum Sac. tante ; qi!* diciriir ralis , quia
C o n c i l i j d k e f i d o t quod mO· in ipfo inftanti jüftificationis
lu.s couti itionis eft ncctiiarius· comicarur gratiain habitúale.
per modum difpofitionis a d Vndc D. Thomas a i t quod:pti -
jmpctrationem veniae , & c o n - ma con vufio afsigna ta f t pt.t·:
fe(i;tiont3 gratia: : cmn fit dif~ dtUñianem perfefiam; quac.hübe-
p í)íi;¡o ad illam ; non tamcn tur dtim eft grati -1 con,um.wa'itv .
eft ipfa im p e tratio , quar d^bct feu gloria. A'i.i converfio tt t, ,
anrecedcre e am. It a PP.Salrn. ( aflirir) qua: tft nicrítutn bea-
Vid. air. j . nuffl titudinis.Et adhanc requiritnc
i.<r. Arg. 3. Homo, poteft habituó lis gratia q ua rji m r-
dlfponi' ad gtatiam habitúa- t&tdi ptixcipium. Cum igitur in
Jem, & convertí in I>cum » fine juftiíieatione detur n frittjnv
gratia habiciuli : Ergo quia beacitudinis , ideó converfto
D E J U S T IF IC A T lO N E IMPIJ-
e]as eft per g i a t u m habitúa» Tuo.ius. Ad íoi matidiem au-
K m , fine qua non eft ultima tc concurtit tffv.¿tiuc;at often-
^¡fpoíit iVconcom itans fum eft ex alijs locis iplius*
.•'ai. "Cont. Potift d ari u l­ Q u i n & in citato ad 4. ediífe-
t i m a d i fpcfict o pr oxi ina > qoin rir : Habitts rfl fórmale principiuiit
proCwd.it cffedi.ve á gratia ha - aftut formati , <fuamvis tefptfttt
íu b itu a li : Ergo. Probo ant- formationis bubeat tationtm tau¡f
A d a * contritíonis eft ultima efjkienth.
dilpofitio próxima a d gratiam .. 13. Arg.4. Caufa effietcns
h„abitualem ; fed non procedíc deb¿t prxincelligi exiftens an­
eff. d i v e á gratia habitua’ i.Er­ te fuam cfñcientiam , & tífec-
go. Prob. tnin Ex Ang.p’ accept. tumj fed gratia haítuaüs non
q. 28. de yerit. art. 4. ubi l o ­ poteft intelligi ante fuam ul­
queas de motibus iibcri a r b i- timan* difpofitionem : Ergo.
% i j , $£ contritione ,ait.: Vpot* Maj. patet : Nam unumquod-
íe t frgo d 'tcctt ficundum aliam o!>i~ quéagic in quantum eft in afta
ni une m, quod pr£di¿li ttiotUi.eodetft &eft in afta út exiftens. Prob.
érd iv t fe habetnt aduttum qui , u t min, G ra tia habitualis non po-
quodam tnodo prxcedantyquo· teft intelligi exiftens > nifi in
dain modo fequariiur ordine animajfcd nequit intelligi e x i ­
natur*. Namfi ordo naturae a t · ftens in anima, ante fuam u lti -
tendatnr fecundum rationem mam difpofitioTiem :Ergo maj.
caufae m a te iia lis j fie m o c u s li - eft certaicum tic accidens;quod
bci i arbitrij prscedit naturali- non eft exiftens >, niti in fubje··
ter g ra ti * infufionem.íkut dif- d o . Prob. min. Forma depen-
p<’íitiottetn tnatcrialis forma. dens ab atiqua difpoíitione, ut
St autem attendator fecundmn fie in aliquo (ubjedo , non po-
rationem fcatií* for ma li s, eft i teft intelligi exiftens in rali üib
c o n v crb .E igo. |vdn , ante talem difpoíitio»
a i . R d p . A d m itto , & ex-, nem; Cid gracia habirualis de«
pjíco audi. in qua S. D o d o r. pe ndt t á fuá ultiniadifpofitio-i
oñen lit:quod m ad u form ato, ne . u t f i c in anima : Etgo,
qua!!«: eft adus contri'tionis, »4. Refp. dift. maj. Nec
& ¿.ft fnlVftarsria a d u s , & fo r- priu? in fuo genere, bJcgo maj.
m itio i; fijs. Ad fubftantiam Et poteft intelligi prius in fuo
enitn adus concurrir Formali- gentre , C oi ic. inai. .& osin. 8c
tcr g ru rh hubituiH s, & habi­ ita dift. conf. Vt cnim caufa
tus virtuqfuiiut ibi d u c c t D . efficiensptoducat cffv.dive cf*
fedum»
Itfft T R A C T A Í Ü S Ü C TÁ V Ü S,
fc&um , á quo ipfa in á'.to g e - lisatis tffv tíiv * Intel ÍTga£ur‘
nerecaufatur , nonreqUirieivr: d i f p u f it i a ; imó ftéc pottft iti—
qu<*>d prioritate temp<»ris píae- teliügírnam in ta li genere d íK
cedat Completé exiftens.’ Su'ffi- pofitio eft pofterior, cum fit efw1
cir namque , quod exiftu. ia fedus ilHus. Cumqué ita eve-!
in fta nti , ¡n qtao producic eum, u i a t : ideo fie eft , & producit·-
Se in fu o genere incelligatut efíeéHvé ttltimá difpoíitionem*
priusprioritate natura, & c a u - z é . Cont.Gratia- h a b it u é ·
faliratís. Cumqüé gracia habí» lis nec pro· rali priuri illius in·*
t-ualis exiftat ia inftamí juftifi- ftancis poteft intelligi in a n i l ­
cdtionís , Se praúnteliigatur fie ina , ante vltimam dtfpoíitioj.
in genere caufe effl&iva^’ad ncm : Ergo. probo ant. VIci —-
fuam ultimam difpofirionenr, ma difpefitio intell-igitur p r o
qualis eft aftus contritíonís, priori i ílilis iiíffáncis : Ergo.
& charitatis idea eft caufa c o o fta t; cum fit caufa difpofi-
efficiens illius., ti-va gracia:, conf.paree : alias-
25, Conc. Gratiahabitúa^ intelligtrentur funul. Refp..
lis nec it> genere cauf* efficie·- dift. ant\ In genere caufa: dif-
tis prxintelligitur in anima, pofitivar, coitc. ant. Efficient
ante fuam ultimatn difpofitio- tis, negó ant. 3c ira dift*. c o n f .’
Dem : Ergo. Prob. ant. Nulla- Sólutio patet num. 5.
.teriuspoteft intelligi in anima, 2 j . Aig. 5. Si ultima dif-
Biíi ut ultimo di fpofica»fed non poficto ad gratiam habitúa·»
«ft ultimo diípofita ante ulti- lein , procederet cffc¿xivé ab'
mam difpofittonein: Érgo maj. illa,gratia habtena-lis eflec cau­
£atet : nam accidens non eft fa efnciens ultima: tiifpoíitió-
in í ab je ct o , nifi ut ultimo d if- nis;fe dnon eft: Ergo prob mít?¿.
f ó f k o . Reip. dift* maj. Vt dif- Caufa efficiés inrtlligicur e x i ­
¡pofira pro ilío prrbr¡,negp maj·. ftens ante fuum effe&um : fed
ín 1IIo inftanti, conc. maj. & gratia hapitualis non intelli-
iriin. & ira dift. conf. Gratia giciir exiftens ante fuam ule i—
enim habitualis nec eft, nec in- mam difpofitionem:Ergo. maj,'
telügitnr i ti anima ,nifi ultimó c-ftconditio caufx efficientis.
éií’poí 11a. Verantamen fuffíc 1r, Min, conft. N i lc n í m in telligi-
quodín re fír difpofita in inftá- tur exiftens ante fuam, csufstn
ei r e a l i i n quo recipitur , eft matcrialcm difpoíitivam: cum
íc exíftít in ea ; non requiritur exiftens debeat elfe t x t r a o m -
autcío3 quód pro prieri « u f o - nes fuas caufas. Refp. dift,
- - " _: <·
DE TOSTIFIC ATICKE IMP1J.
«^oEfficicns y &.ímml touna- e í t caula ai» i c11uii s f ó mía: , &
li>,;nkgQ ■
Ri * j » eífitic as íol üin, hacc f oi úm eít caufa i b r i n al r s
<y>rfv. in>ij. & itt*ns.& iiadift.ctm.. materia: , ida noa eft caufá-füi
Qaüfa;eiHin.»;qu*'ft>!tm eít c f . ipnus Cumque gratia habituá-
fideos , p ^ f u p p o f m u r , & ía - 1 i s fie caula cfftiiie.ns , fimUl
tciligúur exiftens ar.te vft.fiii: fa r 1114.Iib> uUimac di fpollt ion-i?,
Cu io c au’.ct ¿ t a fe t ft\ ¿t ú, & n o a & harc io'.üm tic caufa n u té -
accipiac <íTc ab illo. auré rialis difpaíitíva illtas : i ti. ó
eiUmjul caufa formalis > non; illa uon tft caufa fui ipfíu1-. D g
ftii íi.ítiut,. quod exiftat in ín- hac mutua, caufalitate , íc i n -
íta· tí, ífiqiu» cft efíeétus : cura teíl ige ntu coufrac in 2,phys 8c
ac ti p u c tf)e ab íll« in genere cxcmplis addií¿Hs á D. Tho-
caiifs u> iur¡a!is , ant difp fi. niaídutn cniiii kr.t fc<a aperitnr
tivar u; pac*t eX-d'étis.Cgiiiiqüe· ab acte,apcttio ftrtcíhx i« g e -
gr&tl·* habitual is jSfttul lie cau­ »¿Te caivlse, matexia’is eft pritjr
fa ef irtieaí. & t 'cmaHs ultimar & caula íngscffas a er jí i& in g r& f
diip >hE O'u’s.* mo lo exolicato fi i aci i ' i ’ genere caufa: efüüiS-
id-óaoti píscfupponi- tís tft p; ioi»& caufi apettionwí
t.Uf * cxiiiens» fentfttíe,quin fit caufa fui ¡píius
28. 0>nr. G ra tis habituar- Er cort uptio uniui form* ings^
lis nsc ;Cj. eft califa u!rírt>ar djf- «ere cauf* m.atsrria:Ís >.ft prioe
poflci'niis : E<go. íJíi>b. a ¡t. Sí & caufa gcneratioí.ts akerius.i
ica cíTtr caufa ulrin's íiiíoofi- & hss«. in genere caufspet'fitien-
t i o i u s , rorcr caula luí i-pi'Uij tis (.ít prior & caufa illius,
fcd no cít c j u Q fui ipiius:rgo. quir. íic caufa fui ipfu.s.
prob.. maj> ex iilo proloquio: 20. CoBt G a;i.s habírua»
quod eft caufa c;; tifie , eft caufa I-i- & u 1r¡iT'3 dil'p (icio nec in di
«anfa c a u l a t i ; fed gratia habi- verf o genere poiTunr mutuo isa
tualis t fíe t i t a califa u lcimadt f fe t sui ai e : E 'go. P .o b . ant · (i
pofitiortis, quas ctiacn eflet caa- nn:ttió it.i fe c;n;farentj u l ti ma
fa illiu*íE<go. Refp¿· Adn-.ittP', difj-oíitn' mecliarct intet g r a -
& explico ptuioquitun ¿ dicen- dú g!-at !a:.lmb¡ruaU.s,á quo »aa-
do : verificar i , cum ucraque eft f ate iur , Scgi adum, ad qi'.cat
in eodem generecaufap.vi*»r>cum d i f p o n e r t t : inio juxta di£la
in diverfo. Vndé quia avus tft rum. me di aie r íuccr unum
ciufiefhcitfns fui filij,& hic cít 3 : cuncU in gradum : cum p r o ·
caufaeífLlens n r p n t i s avtis eft: venirer ab emlcm ,ad qLien> d i f -
caufa n e p o t i s , Si quia materia poneret.: fed non p ot tf t ¡t a me
X diare
,|ii T R T A C T A T U S O C T A V U S , *■ !·;
diafe,Etg0.prob. min.Mwdiuai & uc .couteniplatio diitirtgtiiw
h.oii magis diftinguitur ad.ex- tur fo!úm virtua liter j& in ¿rea
. trcmis , quam extrema diftin- ti-s mediar ita ve ib umrcalitcr
guantur itjrei· fej fed tales gra­ diíun&ú.Etin patern-itáte d iv i­
i n s foium diftinguatur virrua- na conceptas in, eia d ,(i u fubfi-
liter,& idem gradus nullo mo« fteotis,& refer ecu is 0,! 11 d i fVin
' d o djAinguitur a fe i p f o ; gra­ guicur virtualicei in-dxquate$.
tia auie habitualis, &difpofi- & mediar ica a£Ho gcnciativa
tio dillinguntui- realiter: Ergo filij adequate diitinfita ab iliis.
30. Rcfp. Pift. mai. Me­ 3 1. Arg. 6 AcIjs diarita*
dium quafiextriniecum , nego tis non provenir e tf .d ivé á
maj. Ii minfccum» -conc. mai. gratia habiruali: Erjgo oec u l -
it min, & dift conf. M.diare la alia ultima difpoíki^. Pro’b»
¡lU ii o fc ce , conc. con. £xtii>i- ant. Non provenit cft'cd.vc kb
'fece , · nego conf. Licet enim habiru c h a r iu r is : E go. coHf«
ciedium intrinfecum diftetmi- p a t e t : nam á gratia : proveni·»
• ijus 4^ extremis , quam ext'e- ret medio habitu charitatis,
; iroaiater. fe : cum m c d k t ut P.ob. ant.Att.ts fvrventiorcha*
Uexus e o ru m , five ut compo- r i n t i s non provenir
u e n s aliquid cum fillsj non ra- ab i jtenfione habitus charita-
inen medium qo^fiexrrinTecum tis i Ergo. Probo conf. Sicuc
M tn illud eft rigorofum me­ $&us cltaritatis quo ad fub-
dium, & hoc n o n , fed rnedi- fiantiam petit connacaraliter
quafi conditio* Cumque proeenire ab habiru charita-
ultima difpofitio folum fit me­ tis, ita aftus ferventior a b h a -
dium qnafi extriufecum inter bícu i ic e n l ifí f¿d rEg·».
tales gradws, five inter eunde, 31. Ríf p. Nego conf. R a ­
lit caufanttm, & in diverfo g e - tio eft quia a£fris fcrvcntior
nere caufatum : cum non me- cKaritatis meretor augmdn-
diet tit nexus ,nec ut compo- tum, five ituenfi;)ne:n habrtüs:
netis , fed ut conditio , five at tit docet Sic. Conc. Tridenit-
ira caufans : ided non dcbet tínum ; 8c fi procedí ret eific«
minus diftiogui. propterea ita t i v c a b i i l o , non poííet mstfe-
media? difpofitio inter gradum ri illud ; nam exfuppofitiofte
£cncrivU'n , & differentialcm, aftusjcffst conferenduir», ctfm
-five euaiktn forma fcnis ; uc aftcis exigeret augiticntnm , &
,,J(xinuis lot. cir. Tra£t. de ge- intcntionem habirus ; ficqiie
tf<rat>Et iatellc&io ut d i d i o , qoü depeaderet á p a d o Dei
DE JUSTIFICATIONE IMPIJ. 163
inejus collatiotH·; uuod rctjui- di 1ps litio , 6c piOVcnit tfte -
tirur ad cneritum. Quare ralis étivé ab ipfo aumento.
a&us qao ad fubftaoilam p ro ­ 33. Arg. 7, I n ju íH fic a tio -
venir cifíftivé ab habi'cu cha· ne ti£ta- ín Sacramento , roe·
m acis , & á gracia habitualif. d ía a n ritio n e , a m i c i o non
& qíio ad fervorcm , & inten- provenit ttfc&ivé ág>rariaha-
íioncm á:modo vii tuofo fuper bituali : Higo , nec c o u n i t i o ,
adiro chariratK Veruntamcti nec a lia ultim a d i f p e f i t i o ,
dab.iUs eft a&us fervidus c h a - concom itaos fed p t a v i a .
riU ris , quiñón íic meritoriusj. C ó n tric io autem cft £¿h>sper-
<jui |am erit difpofítio ad au- fcéfcus , & ultim a d ifp c fi: io
mencum,& inrcníicvnem. aquí·, in f¿£ka extra S acram en tum .
bus provenict effe&ii c.; ut d i. R e f p . N - g o coivf. R s ú o tft :
ticur Traft; d e c h a m a re , nam nam attvicio non tft‘. a & u s
¿uftus io.ingrvffu glovi«e. elícíc. p e rfcd us.n cc ultima, d i fp.olurji
a&um f¿rventifsltmim chari- co n com itan s g ra u a m . h a b i­
taris, 8c recipií aumentunvde-. túate m i numquam eft fin©
bicum aftibus remifsis quod illa , fed ah ea , m o d o .d * & o *
non poruic- recipcre. in.= v i a j ; séperprocedic effvftivé. Y t i ·
qui a<ftus non'cft· meritoriusi nam fit * ffc. ¡ta p ro c e d a t irj>
cum aumcntum ja m fíe d e b i- nobis, E t hxc. de T r a í U t u .
tum. a&bus· pra?di£tis , fed eft. o&avo^
T R A C T A T V S NONV S .
D E F I O E.

^OSTQUAVl Angelicas D.)£br i . 2 . ege^


rat de Virturibus, 5c Vitijs ia com:rumi,
In 2. 2.inftituit TraÖatum de illis in particula-
ri j qui eft utilior pro dircöione morali \ ut
ait in Prologo, eo quod a&iones dirigendas &
diciendo in panicularibus font. Cum autem
inter Virtutes Tlieo’ogales, quae func primic;
Fides teneat primum lo^um, ut futidamen-
turn aliarum : ideo prius agit de illa. Dv q ia
gum ipfo nunc agemus.
Q^Ji£STIO PRIMA.
D E ОЪ1ГСТО F I D E I D IV IN jE .
Xiftentiafidei divina? fupponitur.Et conftat
. nimis in Sheris Paginis. Iam fie defcribit
Apoflolus ad K cba i*v. ijSperandarum fubftan-
tia
DE FIDE.
fía revurn argumentum nonapparentium.'O.T\\o+
mas lee· i· diffinitionem FiJei ponit complete.
Cujus expoíitioneniadducit ib i, & q. 4 . art i.
Ex qua colligitur hxo. commünis definido : № -
bitus fupernatwalis , quocredimus vsritates ,d
Deo Ecclefitg. revelaras· Quare de illis inquirid
mus i dum agknus de obje&o Fidel·

a r t ic v l v s 1. feu vera tcftificans, loques ·, &


revelas,ín ipfo e ft cóíiderancU
S IT OBIECT/M . veritas i a <.lfendo,in cognofcé-i
fórmale Fidei. do , & i n dicendo. Veritas ¡a
effendo eft proprietas tranfeé-
JRJEMITTO t d e nt a lis en tii ,& ipíius eífentiat
1quod fides eft divinar : cum fequatur ad cíTe,
1viteus intcllc Veritas in cognofccndo eft ve-
;¿tus.Ita A u g . ritas formalis , & adaequatio
M.!g.i,].4.art. int'elle&us divini cum obje<fto.
a.& 5. Quare Vcriras in dicertdo , teftiikan-
objtftuai il- do , 8: íignificando eft quare-
íi'üs , fictu íf- mis Dtus d i c i t , r e v e la t , ma-
tius, cft veritas. Ec cum (ít vir- n i f e f t a t , & fignifkac Ecdtfiae
tus rhco1ogica,ut ibidém.& in verítatem .
Prologo áoct t; eft immedtaté 2: Príemitto 2. quod ad ta -
c ii c a Deü;ejusque motivum, Icm revelationem, & locuíi.o-
& Abjeftuin fórmale erít veri- ntm concurtit fumma De i fa-
tas divina , & non creata* Qtia,· pientia , Se veracitas. Sapien-
refo'utto eft exprefla ipfius c¡. tia ; qua ad intra omnia c o g -
i . a r t . i.Haecconflát inBvAlb. nofeit» fine ullo errore ; quia
M. in Senr. d i f t , 23. art 1 .& aliquid b t e a t fu je cognición!:
1 ; Cu (ti aucem D jus fit verus quare nonpoteft talü,Vcraci<*
Dwus,vetus cognyftés,& veius t a s ; quA Voluntas divina in·*
U»-v
1 66 TRACTATUS NONUS,
cliaatar ad ma,nifí.u.tiuiuiu ad le ; arque ouuiiad certum , 6c
extra o'nnia>{icuc c o g i t a funt véuim , ira ue non polsit cífe
íiitra. Viuk aufei t.omiictii falfum. P c b t t e;tiajn.tile o b-
aít ¿t.i:i» faHeudi, & reí¡iUj'.ile íi u . um inre 1mican s ; fe n non
voUmrarcm fumme incUn-at-a-m vífwr» , Si evidenter credibile¿
a<t loqucnduin veium. Exinde Rationcm hujus expendit M.
ie cía. attinct ad ihccllc&ú; Contenían lib. 7. diílert cap»,
vc»aci:a.$ a i .voluotatei»;. Se i . fpecular. 2.
utraque ad locutionem div i- 4, Ameohis , Se Capreolus.
nam: c.im Deus nec pofsit fal - fenciebanr : Deunt fub ratione
tere , nec fa üú latclle&us au- deitaris <.fl'e objedum fórmale».
tein e(t potencia Dci locutiva, & m o r m m fidei. Ali| ve tita-
eriam ad extra, C u ju sl oc u r io tem divinam in effendo. Quod
eft (riteÜcdjo a d u a l i s j quaf» vídetur iafiuuari ab Em.Gaiet-
quía !ibera „ dkigítur ab¡ ipfo fup. art. 1. dub. 4. P. Valen­
inrclltda per fapienciam , & cia , & a ! i q u i : veritatem ia
irtiperatur ¿volúntate per ve­ cognofceodo., AJij : divina,n
t a d rare.m.Qua: locurio forma- Tapien tiam.Al iqui,etiarn T h o -
liter eft. a d í o ¡.mmanens ; vir- fijifttae ; veracitacem. lífnitáf
tu i li r e i vero tra.n(íens,ut p r o ­ communirer aílerunt:effe íuuuL
ducir ad exrrá-figrm,m»quo a u - fapientiatrt , & vcracitatcm...
d i c u r , & percipirur á nobís,. Reliqui Thotniflas dic unt icf le
Potcft qu oque confiderari fub- divinam revelationein , divi»,
jcítivé, Sí ex parte Dei l oqué- n u na ce ft i irionium , ft. uv er ira­
tis,Er tcraiinatívé,.fea ex, par­ te ni divinam mdícendo , & te -
te reí locura?» Si revtJ^rar.Sive fiificando. Sic M. j^an. á S.
Deus loquens ,8c revetens : Se T h o m a d if p ^ i. arr. i . F é i r e -
vericas divina loc ura, &. re» Gontr , Ocaña , & Palanco.
vel ara. Qoam admirtit Caiet. in refp*.
3 . Pijemírco 3. quod objc«. ad dub«. 2..
íumi fidei requiiíc quatuor 5., . Concluííó : Veritas cli-i
condíriones. Deber efíe reve- vina fevelata cll objtítnm for«
Iatum ; non vni t. atit alreri male , & motivum fidei divi­
privarat peíTonac , fed uuiverT na:. Videtur conformifc mentí
í alí Eedefije : non fohim vi r- D. ThoHiíe, &. B. Alb. lo c .c it .
tuaiiter, fcderíam formüliter, C o n í b t ex Ang.Mig. q . >. art.
Sí extírcfle ab ipía Ecckfía de- l . aflórente : In (irle j i confide*e -
ciaiacmn. Deber efíe infa lli bi- mus formalem rationem ohjcttt tr
D E F ID E . V? 7
nihil eftalhtd qtia·» veri fas prima. ferri : rcvelationcm fore con -
N w enim fides , de qÚJÍoquimtir, ditionem, ut aliquidcredatur.
afjtjiíit alieni : tiifi quod tjt a D io Nani ex allegatis D. .TfhoirMc
revslattim. Vade ipfi v c r ititi d iv i­ conftac tifs, racionem forma­
n ó fides innitiltir tanquam m e· lem. Nee afijras :S. t>.)6torern
dio, Ec Cáíet. ad 2. dub. a d - addcre : nihil aii.ud ciTi ra tio ­
dit eft veritas prima r e v e la d nem formalem ndei ,.nifi veri-
á fe ipfa.Ergócuii i 1 hoc con- tatem primam; & revelatio til:
'fíftat obj.étum t\>rrtulc,&: mo ­ aliud ä vcritarc prima. Nath
tivum fiiei divináí,hoc to nna- eft aiiud a ventatc prima irt
Jircr cric vcricas divioa^uc re- eifendo ; non in dicendo, & te-
vclata, & íi Dzus, ut revelaos, ftifijando » feu ut reveiata
eoncurrat a&ivc , & cftc&ive. quotnodo loquitur de ilia.
6 . Ha?c refolucio patee ex. Quate in 3. dill:. 29. art. 6 . ad
illo Mar. 15. v. 17. Status es I. aic : Objedum ßdei non eß v i ­
Simón Barjoña :qüra caro , ü" fan- r il us prima fccnndiim quod eß in
guis non revclavit t i b i , fed Pater re exißens tantum , fed fecuvditm
m tu s V b i revelado deíignatur, quod eß nobis diuinitm annnnluta.
m o d o d i & o u t motivum fideí El q. 1 .d e verit. art. 8. ad
Petrí. Vade propherac, uc mo- 1 6 . aiTerit , ießimonium i f f um
veient populos ad credendum, veritatis prim.e fe bil'ct in ßds, ut
nonaliud proponebant , nífi ; prin cipi:im in fcitnti)* demoriftra-
Hoce dicif Dominus. Ec mérito : tivis ; fjd calc priricipium non
nam B. Joan-. epift. 1. cap. 5. eft fola conditio 4 fed ratio
v. 9 . ait Si fefiimonium hominam formal is aflentiendi conclufio-
accipim us, teßtmonium Dei majut ni fcientificaer ; ut ait in prae-
eß: Ergocredimus vericatesfí- fenri art. 1. Ergo flniliter fe
dei ><}uia íLDeo revelaras, d i ­ ha b ; t revelatio ad crcdcn-
ñ a s & teftiñeatas ; & veritas dunn : ut ipfe ibi oOcndic.
divina revelara eft objectum Prcb. 1. concluf. ratio-
fórmale , & motivum fidei, ira ne obj-.-ftm'.i formale , & mo-
ut ré'Velatio terminan v.é süp- tivum ädei ratiooc cujus
t a íit ratío formalis fub qúa , veritaccs filci coüftinrantiir
& varitas fie revelatatatío for­ pr ox ihn··& formaliter credlbi-
ma! is quz , feu obj. étnm for- les; i e d i t a conftituintnr..p^r
quod : nam ilhid confti- act-.Urem reVciatio-'e n’D i i , &
tuitiír per rationem fub qna. q u i i funt rcvelarx* : Ergo m i i .
7. N c c d ica s : folúin in- eft nota, nam objtctmn forma·*
le.
•i ¿ 8 TR ACTATUS N Ó Ñ U Si
L * 8¿itiotivom ceju> vis fu lii.n a p g l K a c .ú\y «láiji,i$y ¿1* 5 .
Cui tjci cfí , ratione Clljus í' b- t i o n e m » pró^oncnsii i &
jc étum mate; iale iílius conlH- man? fidélibús , 'yjerita¡c$5 *JEfij
t uí túr rpc-xíil·« & f or ma lItcr i [ico revelaras : Btgo tuce
a t t i o g í b i l e £b ¡Ha. Pro. min. tatio formalis motiva fidei, ¿¿
E¿ r a ti on e vcri cates fidei con- non mera cotidino. Prob.min.
fti'cmmtur proxiavé , & f o n n a - uc vifum cítnum.tf. ut Prophc-
1 íccr c . c d i b i t e s > qua prsedse cae moverent , & i· ¡diicetenc
fiipervemcr.te, t: a/ifcutic de cf- populas ad c r e a n d o m , pi at-
fc remore a d cíT; p v ox imc , & cife d ie c ba nt : U&c dicit Domi··*
f or mal ít t’t crcdibílvS; fed p r s - nm. Et liinilicer proctdir E<i-<
c i f c feipe r v e o i c rVCc u ñ li a 1i t X i clefia , c un proponvt gentibuj.
r e v t h c i o n e , & .ÍT: a£tu r eve - aliquid , tic fidtt creder.dum i
lat as , ita rraníeunt : E g··*·. Ergo.- Nec ptopolicio Éccleli*:.
p ro b . min. QuaHibct v e n t a s requíiicur 5 uc vesicas lie pro»
a nt e revélat ioaei n folikn erát xi'tne, & f>rtnaliter cred!bij}s:-(
jremote credi bi li s ; fed p»>ft r e­ ham ica eft credíbilís , quia eít^
vel ar iótieni eñ proxime , Se revelara , & atite t a k m propo«·
f o r n u l i t e r credi bi li s : Ergo. fitiatiem : hscc enim eft applU
Prob. máí . ánte revcl ati oncra catio , ut credatur, & qtU in-L
^ foi úm errtí revélabi li s , & noií tiniatur fiüelibas vevitás cri»
reve;!acá ; fed" v e r it as r e v e l a · dгndil^I j
b ili s folüm eft remoce c r c d i - 10. Prob.í.conclari rario^
• bitis ; ác aétú revelat a t li p r o - ne:DÍvinarcvelatione, feu vc-i
- Si mé , Se formal icer credibi« vitas divina ut rsvclata , in-‘
¿ l is : Crinfcce Se racione fui habeé
9. Heíporácbís í cjtíod re omne· réquifitu.n pto tnoven*
*■veiatio non uftracio formalis, da fide : ¿ rg o ptob. ant.. Pro;,
' fed condirio , ut venrates ft- fide mavenda. precisé requiti-·
c ci finrproximc > 6c forma ¡i- tur fumma authm iras duentTis
ter crcdibilco ; ficut íiiriiliter infallíbilis; fed ira habe: hanc.
propofitio EcclcSa: d t condi- fura'namaurboritateni : ErgoL
Cio Qua re ficut \v£C nott eft obr Prob> mi;i.Tvftimoniivm máxí«
jt&um fórmale , rccirtoíivttm me , & orno i no conforHic ciirri
fidei ; nec .illa. Coní. Propoíi- obj.’A o p r o ur ia mente» & pro·
ijo EccUfi.·? eft ita condirio, uc ? rre » b^bee ita Ijanc lum«
quia applicat rationem for - matnauthoricacem í k-d divi»
ínalcrn._mo:ivain íidei ¡ f e d f o « na r e v ¿ l i t i o , feu tálís ven%
TRACTATUS NONUS,
f a s ,» eft teftimonium huiulmo- ta.eeen objedi pro ut in te , fie
düÉrgo. a m . cooftac: Ham t a ­ prout eft-in menee loquencis,
le tellimonumi efe omuiaó vc- feu in concepru toqucnt,Ís »d^-
ruai, & infaUifieabile cum d i- bec conforman cum, o bj t& o
cat quod cft i a mente & in rc¡ utcoijué modo.Min. coílar:cucu
& rt-pug;!.■ -t alicer dicere obje- fit infinite peí feéta..
ítam.Pi ob. mi;i. Divina reve­ í i . Veruntamen revetatw>
larlo luboe omnem perfe&ioné cft duplex. Vna privarai-qu* ftc
proprí*.! injí* ;fcd maxima» & peí ío na particulari Et alia unv-
omnímoda conformíra* cum ve rfa li s, q u x t o t i Ecctcfi* eiqs
objc&o > ut in mente , 8c in rs, capití , & fuiidatoribus. S i m il i-
eft peifeAto d í v i i * tevelatio- tci fijes privata eft : quam hi~
nís in propria linea : Ergo.. bec.unus, vei alter..V.n^ver.falis>,
ti · ílluftcarur : locutio ex· quiai.tenent univerfi íideks^Vc
clüdens onv>em difeonformiea» fie Xheologica , debet refpícenc
temcum obie&o, pr.out tu·· má­ tmoicdiat? Deutn tit finenvía
te, 8: in.re, haber omnímodam qpem fperatnus.Si aiiter tefpi»
conformitare.ni cum Uto; fied ciat D c u m , erit commmís. V t
revclario divina aft lorucio ex fit univerfaJis, 8c carholica.de-
ctudensomnem dift-onfot mita*- b j t fandaii Í*i revelationc uni-
t«m cuín objeéta » prout in £ormaH: Conft ex itío i. Cop.
menee , & in re j E' go habe.c 3.. v. 1 1. Fundimírttitra enim alittd
o m n5m o i a m c o nío r m i ca t é .cu na nema potejl poneré prxtcr id , quod
itlo;8c cft teJUmonium ita con­ fcofitum tji, D.-Tiiomaslec %. A
forme, piacJid* fumáis autho- me ·, q-iod,e(l Jeja·:. QuodL. fa&um
t k a t i s ,fi£.habvns ornne requi. eft , diun ó i i f t u s Domínup·,'
.fitum promovenda 6de. Ptob. Erophetae, 8c Apoftoli pofueruoc
tnin.Locutio cxcladcns oinnem reyelationes'· uaiverfales pro
inape.tfvCtioncm in rátione lo- fundátione Ecclch$.,qus.sn Sa­
cudonis,excludÍc talen? dicon- cra Seriptura , & traditionibus
formitatem; ícd re ve la do d i ­ Apoftolicis córiiKncur.Vodé 51-
vina e& locutio excludens o m - lud pr. 86. v .t .rundamifta ejm i s
nem imperfé&iqnem in ratioae montihfs /(MíiS/ijC^ponunt PP. (le
locutioois :.Ergo,.mai-. eftcer- in fandis Pa triatth is, Prophe-
t a : N.tm, qusE.iibct difeonfor- tis> &> ApoftoUsoQtvare Ang.Mv
mitas locutionis cum obje&o 1. p. q.i.art.8; ad 2. aflerit: í a -
«ft tmpetfccUo: quia cum.locu- nititnr enim fides nofira renelatió··
( i o fie ad snaaifeitendam t e i i - ni Aiojiolii Profhstisfii¿I*, f f i
"*'7 ° DE FIDE* * '
£e.rjunicoi libtot fcrfyjerunt. JVw/i in 4U0J rtí olvjtiíf ÉdcsDívíní,1
jkutem rcveUtijni, Ji qua fitit alijt fed non tcfoJvitur itt ;%eri#atjE
doctoribus feiU . D ivi na revelátí : feu iri reVeíáL
.15. H i e cnimeft privata. t i one :e rg o. probi m i .Re folv i tut
Qua: ii tu:er tie vcritate non in iunimá U[>ienriam,& vei ira*
pci tinente ad Dcuni.ut primum tem Dci : Ergó, P.ob. ant. F i ­
c r e d i b le , & objtitum prima- delis interrogatus : cúr credié
rium ffdei theologies, non p o ­ revelationi Divinae, & veritaí-
t e n t o c d i fide theologica ·>fed tem Divinam tcvelatam ? ref-
COmniunirquia Deus dicit, non p o a d e t ; quia D¿us revelans cft
q u i a i t a a d Deum conducat. Si fumtné fapfens, & verax : Ergo'.
ve to fit de veritate ira refpi- ;Re£p. dirt. ant. Pj átfuppoficivé
cicnte Dcum ; potei ic fic credi quia, cono. ant. -Formal ice r, ne ­
a pci fo na , cui f i t ; non ab alijs: gó ant, & conf. Prsfuppoíuum
fide theoiogica , non tamen-ca- ad credendunv eft, c u r , vel quiá
tholica. Pro his videancur pr x - fidelis praefuppofitivé Credit.
•cipuc M. loan, a S.Thoma, G> - Ratio formal ís eft , q j i a for ­
n et ,t Conten fon, & Palancot. maliter credit. E t licet fidelis
E n i m v e t o privatis revelatio- pratfuppofitivé credat , quiá
nibus non eft facile credeaduor: Deus eft fummé fapiens , & ve¿
■Nam cum’Ecclefiabene-fundata rax : cura fumma fapitntia , SC
fit fupra firmam petram , Spi- 'veracitas (int quid prjefuppofi*
ritusParaciitus *miiTus docui- 'tum ad motivom ; formalitei
flct Omnia >cun&i pro fideEc- tarnen credit, quia Deus reve-
tlcfiTrequifita fatis ab cxordio l a v í t , & quia vericas Divina
fane revclirta. Vetintamen cum eft revelara ¿ D e o c u m harc fir.1
3 ?eusfitpotens plura reveUre, ratio formális fidei D i v i o * -
& a l i q u a fttis Sar;£tis revelaA'C- Cumque hac refolvatur in ta-
rit; non omni revelationi pri- lem rationem , qua formaliter
vata: deneganda eft fidcs ; fed •credit : ideö refolvitur in eam;
eft prudencer exaniinanda, & quar eft objei^um formale , SC
Caere probandus ipir it us per- niocivum illius. Conftat ex D.
fonse cui l:t :x n ex Deo fir , an Thoma uum. 5.
non ? Pro quo adducii fde &a i j. Vnde interrogatus: ent
M.Irlbaren T o m . i.cu rf. mor. credis?In fenfu caufali, 8c fo r-
<], 5 . ate. T 7 , difficult. 4 . mali ,d ebet refpoudere : quia
14. Arc, -i. lUud eft obje&'jrn Deus revelavit: & quia hace v e ­
fornialea& inotivufidciDivinie, n u s r e r c l a u eft 2 Deo. St a d 1-
datur
TRACTATUS NONUS,
jÍa tu r: un<J¿ cgn íU t ? á b i g u a - ium p t o v e n i a t , o rig ín em e » a¿
j^ít apptí.cacioncm , & c o n d i· cfhciatur. á fumma fap ie n tia.
tio n ct« : quia E c c lrlia ira. pro.·. Se.« o riL tta te * o o n co n ftitu itu r,
p o a ic .S i inftetur : cur. v t r r t a t t nec.contiitit fo rm a lite r in illis ,
fie revelar i , & propofic*. {idem- fed in ip fo teil itiiotiio, & reve*
р. atbyb ? Jan» non reddet ca u - lacione De-i.; Гс-li m od o d i Ä o ,
J i i » i , fvd- ut Theologus. ofien- in v-ericate D i v i n a , ut revela­
det tundame.nruin pixfup pofi- ra ; i]u¿ii>íiÍ!>fece , 3t r a t io n e
tum : quia D a i s fevclans. eil fui eft iiifj.lhbilib»Cu!»t]ué c r e -
fumme fapiens, & .vcrax , с um·, dac fi*rma'.icer racion e ílUus ,
fu Deus : qui чес po ielt fa llí,, 1Л que» f o r m a l i t e r &- corftiru—
ncc fi lie r e . Eídclis a u t c i n , nun, tiv e.co n íillic fu n ím a au t h o n r a s
T;>eolegu¿\p; aceite d ieet : C i e - D ei i a to q u tn d ó : i'd. o,non;fi.rc-
$ío, quid D cu s.revtlavít , & E c - dú. fo t m a lit c r , quia eft fum­
cí fia ita p¡ o p o n it, V b i revetaw me fapijensj&^veraxf, fed- qu ia
tiu t i l rati. ) birm alis cred en d i, D u s . r e v e l a r , & ve ritas·· eft &
& pr. poficio eft c o n d itio . S'Cut: D eo revelara» Sícur lic c t DeuS*
v iitu s combuftiva igni? eft ra<- lir fumme fú p ien s·, 8c: v e r a *
t i o forrciaHs, co m bu re.n d i, quiae.ft.Deus ; non crc d it. fó r*·
a p p lic a tío eft. co n d icto .. Pa.tri­ m a l i t e r , quia eft Dsus^io o p í -
bus vero a n c iq u ts , F u n d a t o r i- nione oppolita; fed quia ira fa··
bu¿ Ecckfía? p op. íttio mon f u i r p i s n s , & : veiax·., ob piaedi&a..
f* ¿ t i a b Hcclcli,i : cuín·, eam íic Cuni crg/vcunfta Di vioa>ecíamj
p. ^ d i b e . i r fed-^b. ipfo D „ o ipfam lumraam D u fapien.*-
г£у еЦпге , Se. propone/ite.. tiam veraciratem , aliaque:'
> 40. Conc. IL^fpondet. C r e - a m i b u t a , iaio Se Deiraiein,:
До fo rm a lite r, q u ia D e u s reve­ credár fiJclis racione rcvelárío--
lan* . eft fumiwc fapiens , & v e - nis: ad^orauone Imius forma*·
rax E 'g o prob. a n t.C re d it f ^ r - liter credít.
jhrtalirer, o b aurho? iratem D e i 1 7. C o n t . Licet- credac^
Ifjquentis.qui пес fa llí, псе fá l­ p r s j i d a , quia D-ítis le-Veiavit,
lele p o r e f t : fed hoc habet r a - De us habet . f o w u l i t c r t a i em
tio n e fu ni mee f a p íe n t i* , & ve- fummam a urhorirat em raric*nc
r a c i t :t r is :E -ЦО, ^ e f p .d i f t . m in. fumma: ílipicntix » & veracira·*
H a b .t c f t .ft .iv c , conc» m in . tis : E i go r ätse le huj u; f o r m a ­
F o r m a l i t e r , & c o n ílitu tiv e ,n e ­ liter .eredit.. Prob. anr. e t í am
g ó min.. & c/inf. L i í e t fuincna.'· crcdi t D c u m , quia
e u t h o iiu b D * i ia lo^u.*ada v e - ; D c u s i t v e l a v i t j fed Dvus h;-bet:
Л DE FIDE V
formaliter praediéU rationc re- ti* Sc veracitatis: Ergo Fróf»?
yelacionis af$¿gnax¿e:Brgo. maj. min : «ft omnino infalítbttri
cítcé£ta:N¿m aliurtde tlíud nó ratíone cüjus dfeft repugnan-
feit. Rcfp. dift¿ mai. Rcvelavic tiam cum faiíítate , fed ratio>
diftinäa revdatione, nego maj: ne fummar faptenti* , Severa--
Eodcnt conc. mai. & min. 9c citatis dicit tepugnantiam cr.rri
n ego co n f. Racio e>ñm forma- filfícate : Ergo.Refp.dift, mai«
lis tibi futfkie, 5£ ad alia requi- Repugnantiam radicalem > &
ricur. Sicuc quia luxeft ratio quafi éxtrinfecatn * negó maiv
fo rn u iis vidédi jper fe videcurj Formalem,& tntrinfccamjconc,1
$c aiia viderur racione lu c u .C á mai, & dift.· min. Radicalem,8c‘
qué D ivina revelado fie ratio cjuaíiextrinfecam , conc* tnin;’’
form alis credcndi , & ira c o n - Formalem * & ¡¡minfecam
ftitu e n d i, ideó ipfa rationc fui negomin. & c o n f . Llcet eniftr
ere di t u r , & ira conftituit ргж. Divina rcvelario ratione futn-í
d id a : & hsec racione ilk'uscre- n ii fapíenti* ,, & veracitatíis·'
düciir, & lie conflrícunntur..Fide­ dicat repngnanciam radicalem
lis enira credit fo rm a lite r, cum íalfitate : cum exeis OTÍa¡-
Deum revdafle s rationc ipítus tur radicatiter infillibilicas
re vtU tio n is j alia autem per veritatis fidei 5 intrinfecarrí,
tevelationem diftinSá ab filis. & formalem d id e ratione fui*
Vade revelatio eft ratio fo rm a- cum fit fumme perfeda ?n line*
lis credendi , ficut ob p i i d i - fotmali locutionis. Et cúm-lfi-
fí a ¿ lux eft ratio formalie v i · h i e ß e t infallibilitas , & m o -
dendi. Et ficut lux eft ratio for­ tivum fórmale fidei : ideo ra«·
m a l i s t m otiva vifus j ita re- tione fui tllam h a b e t , & mo­
v c l a t i o , ftu vetítas Divin a re­ vet formaliter affen fum fidei ;&
vel ata fidei. eft objeäum formale , & mo­
18. Arjí. 2.Revelatio D i v i ­ civum fidei.
na movet aíTcnfum fidei D i v i . 19. C ont. Etfi revelatto.
пае , racione fumm* fapientiír, D ivina fit ¡ta fumme perfe&a
& vcracicútis:Ergo illa non eft, in linea locutionis, ratione fui
fed h* func objeftum fórmale, non dicit repugnantiam form a­
Sc mocivum fidei Divin*. Prob, lem cucn falíicate : Ergo nec ita
ant. R e vd a c io D iv in a moVefc eft omninö infalUbilis. Prob,
aiTcníum fi 1c i j quia eft omni no ant.Es e o folum fequitur,quod
ínfjüi bil is ; f·;i e ft omninö i n - fit fuiim é v e r a ; fed eflfv fumme
falíibilis ration? fumín* fapic« v e r a « t non eft dicere repug-'
TRACTATUS NONUS, * 7*
cum faliita- Divin«»n; É ígo. Prob. ant. 11¿;.
te ; Ergo. Prob, min, Locucio ptignancia cum faUitatc eft inr-
Jbumaiia poteil eíTó Tcra t quin poisibiticas loqnendi falfum*
dicat repugaantiam formalem fed hatc cít pro priori ad locu*·
cum faHicate : Ergo.Refp. dift. tioncm Divinam : Ergo, min*
anr. Elle excrinfecc & accidcn- patee : Nam impofsibilicas lo·,
caUccr, conc. anc. Intrinfecé, q u e n d ie f t, íicu: potsíbi'icas:
etrciitialicer» nego ant. & ita qu® eft ante locutionem.
dift. conf. Locutio potens cffe a t. Rsfp. dift. maí. Repug­
vcra, auc fatfa , foluni acciden- nancia formalis , negó maí.
ca ü te r , & excrinfcce eft vera. Caufalis ,conc. mat. & min. *c
Q¿ar a«cem nequit cfll* faifa , fimiliter diftingo conf. Sicuc in
cöcocialiccr,&iatrinfccc cft ve­ D ío d a c u r p o fs ib ilita s loquen-
ra. Ec liccc illa non dicac re­ di & locutio ; fie dacur poífe
pugna nti am formalem cum faU loqui verum , ita uc repugnet
fitate i bené vero hxc. Sicuc» loqui falfum ; & locutio ica
¡quja homo accidencaücer eft vera , uc repugnee cfll* falfam.
juftus, cum pofsk deficere; non Repugnancia enim c a u fa lis lo -
dície formalem repugnantiatn qaendi falfum , «ft im p o fsjb i-
cum injufticia , nec eft ab ítt- litas ica loquendi ; & e f t pro
C.infeco impecabilisj ficutcacn p-.iori adlocutíonem D ivinam .
dicic , & eft Deus, cui juftitia Formalis autem non: cum fit re
eíTcntialitercompetie. Cumquc pugnantia , ut ipfa locutio fit
locucio humana pofsic effv ve­ f i l f a ; quz per f e , intrinfecd,'
r a , a,ut faifa j & Divina non, Éceífíotialiter competic ipíi l o -
ícd cffenuaUter fit vera : ideö cutioni Divina;, Cttmqué .hoc.
Don.illa, fed h*c , Se divina fit, ipfam locpcionem Divinan»
revelacio dicic formalem repug dicere repugnanciaro formalem
naruíam cum falíúate , itaqué cum fallitate : ideo eam d icit.
cft infallibilis. E ten im u t fidelis inoveatur ad
*o. Conc. L i e « locutio Di­ credendum, 8c credar , pracre·
vina fie incrinfecé, & efíentia- q u iric u r, quod Dcus nonpofsíc
licerv era, non dieic repugnan· loqui falfum. Non tamen fuffi-
tíam formalem cum falficate: c i c : fed infuper e x ig itu r,q u o d
Ergo nec Divina revelarlo. loquatur veru n. Qrtare fi Dcus
Prob. ant. Licet itaGt vera, r c - de fa&orton fuiíTec locutus.nort
piignácia fornrulis cumfatfira- adeflet motivimeredendi. Vrt*
se «ft pro priori adlpsucionem de requintar aä ual is locotio
m ,V DE FID E. 7
ve 4. Et cqcn tnfmfitcfc, г р у п ­ «¡uta locutio é& , c a n d i tto
пе l u í , & (.fl'.rimUtcr fie vera:- auplicaiio ,q{ crcdatur. Situé
ídcóíic ctt objcétuw tojrtnaU:»; liece fuppouatur ig im c e m b u *
Íí tuothum fidei. fttvus , non combui ic , h Hí uc
i i . Arg. j. Sipienti^ ,.3f ve» appücarus , quia applicatio eft
racivas Dci loqucnt js eft- o b · COndíttO COinbuftionis.
jcítum to. male, & mc ti iu a i fi~. a j . A r g . . D i v i n a revela­
tlci Divina: : E :g o no n eft.veii-, d o ifto b j ¿tutu t 'rn>aVe,& m o-
ta i Divida revclata. Pipb.. ant, t)S u¡n fid,¡ D iv in z : E g o non-
Sapiencia , & veiaciras homi- eft veritas D ivin a ut revclata·
pi» loquencis tft cb j-¿ tu m for- Prob. a t t . Fidelis c r e d i t , quia
l i u l c , & motivtiiii fick i huma· De-iS revtlat , dicit:, & loqui--
П*; Etgo Ant. ift ccrca : & idso tur : Ergo. Rufp^.dift. a i t . E f-
homo i a p ’encior. Sc veiacior £<.ófc»v¿ quiaKccnc^ ant. Form a-
eO majoi is ^utboiicatis , & fi<Ic liter, negó anc. & conf. U c e t
dignior. Rcfp, iNego cot)f. D if - enitncornmuni modo loquendt
crimeneih Nam locutiohuina- pro eodem fumantur revelatio
nasx fe eft indiffutns, ut fit vc - ·- D ivina * 8c veritas revelara ;
ra , awt faifa * & nullius merU prateifsivé, & mrigorcacccptae-.
t,i, ut ipfi.quia locutioni huma* diftinguntur: rvatnrevclatio eft
пае credatur ; feií toca cios au» a<S.io D¿i revela· s : & veritas
thorícas fumitur ex fapkntia,.. revelara eft obje&um lé v e la -
& v e ra c it a tc loquentis , unde turp per illán). Et licet fidetis-
cxiftíuutur y era. Locutio Gü­ efic&i.vé credat , quia E>eus
tern Divina per fe , iotrinfece*. r.evclat : cuín revelatio con-
& tölntiaiiter eil vera, & infal» currat c fu ¿ti vé ad rationem
libiiis : ctmi ex fe fit iea ftimma: fid e i; fotmaliter crcdit» quia
aütheritatis. Quare jpfa eft ob- vetitaseft á Deo revclata : Si—
jc&um formale & motivum fi- quidein motivvim fórmale fidei
dei D iv in s ; licet fapientia,· non eft revelans . f»-‘d revela-'
tc veracitas hominis loquentis turn : nana fides e ft, qua credi-
fit fi lt humanae.Proprerea D;u.&,, mi).( veritates revelaras ; non
e r t d it u r , quia loquftor ; ndtv veto >«velantes , nifi prouc
tarnen homo : alias omuis ho-, etiam funt rcvclat*. Cumqué
moioquens c;ederetur>fed quia objc&um fórmale , & niotivum,
e^xirtimatur f piens , & verax.. fídei D iv in * fit , quo fidelis
£>tiin verö etii calis ante iocu·» formalitec credit ideó non eft
tionem, no a cicditur ante illá;. íey«lacÍ0»fed m i t a s D ivitra^c
TR A C T A T O S K O N U S , _ tfs
tfevela'ta. M o o j a u u m expli- tio ie*clati fit e st rí nf c c *ruj/ftc
c i t o d i d c u r i q u o d credit ,q*ia río íecundum fe fumpto ¿ ipfj,
D - U i r e v e U t , & d i c i t . Vel fu- uc revelaco quafi intrlnfecaeft\
nteudo aätva-pro pafsivis.Qua Gumquc hoc fu fficia c, ut v e ri-
ßfeufus fic : höc -crcdfc- j quia tas >uc re ve la ra , fíe ratio fo r­
rcvclatum, & di&um tfta Dco. m a t s , qua fidelis credit r id·.a,
24. Cont. FidtUs credte eft. N ec talis denom inado eli
forvoaliter , quia D ¿ üs revelat: r a t io n i s , fed r e a l is : cum pro-
Ergo. prob. ant. Non credit ve n ia tá rcvelatione r c a l i , c u ­
fortiuMcer, quia veriras d i v i ­ jus eft terminus.
na eft revdata, E 'g o P*ob¿ ant·.
Dc nom irutio rcvelatac in veri- A R t lC V L V S II.
cace Divina eft exerinfeca ; fed
Don credit formaliter » quia g T ü D N A M S IT O S j E C T m
aliqua denominario extrinfeca materielle F td ei,
Cönvenut veritati Divins ¡ Er­
go. Prob» min» Denominatiö •l A LIQVI H r r e d c i d ix e -
cxtrinfeca ncquir eile ratio for- jC \ . rune : objeärum praeci-
malis , qua fidel is crcdat:Ergok puum materiale filei cffc , uc
Prob. ant. Ratio formal is, qua unusquifque firmicer creda-c
fidel i scr ed at, deb.c e'flL: veri- fuam juftificationem. Q j e m c r -
tas myfterij c red it i; fed deno­ rorem da nn a vi t Sac. Trideri-
mi nado extrinfeca non eft ve- tina Synodus fef. de JttíÜfic-
ritas ipluis myfterij : Ergr» ma- C a n . i j . & i^.Dnrandus t cn ui t:
j o r p a r e t i N i m ratio formatis fore aótum virtuofim·). Hugo
obje&iva cujuílibec aftas in- de Sanéto Vi&.Aleníis.&Scham.
teite&useft ventas obje&i cog- aíferunt : elíc Cnriftum D o m i ­
nfti» Min. conftat J Quia nil eft num , non folü'o üt Dciun fed
verum per aliquod extrinfccö, etiain uc hommem. , Gabriel
ied per intriniecum , & prr fc Sc Greg, omne revelabile %tam
ipfum .· cum ventas fic pafsio Divinurfl.qíUíii crea:un!¿ Coni-
intrinfeca entis» mn:iísautcm coafenfun T h e o -
25. Refp» dift. mai. Myfte­ lógorUm propiignat cunv D.
rij crcditi fecund um fe fumpté: Tho m a q . i. art.i.S: B. A¡b. art.
nego m-ij.Vr revelaei, Con.maj. a . & . 7 . 0bjeAá primVri ti m3te ■ *
&dift. min. Sccimdúm fe fump. ríale fiJci effj Djimt fub racione
ti, conc. min. Vc revelati,ncgo Díitacis; omne antem crcatuni
thin; & conf.Licet denomina- reveíatum eífe fecundarinm.
3.
. 17-6 DE. FIDE;
a. ConcluRo *. D¿’us fub ra» ordinc ad Deum :Ergo»M ajcfe
tio'nc Díica tis eft objeítum ma· cerca » & exprefía i n D T h o m a .
c c ¡ i a 1e primariuai fi d e i ; omac Prob. mín.Ex ipfo > Fides era*
au'.cm creatum revelatusii eft die Dvum , quia Deas eft 1 alia
obj ¿h>m fecundarium, H x c r c - ju c tm c r e d ic , quía funt reve·
foiucio pacct ex illo Mirci n . laca , & propofiu ut afftftus
v. 2 1. Hixbctc fidtm Dci. & Joan, D c i » & ut media , quibuS ho«
14. v. t . Crediti· in Deum, Sí ad mo adjuvetur , tic tendac i l
H-b. t *. v, 6 . Credertenim ofor- Dcum , ipfuaiqcc confrquatur,
tct atccdtntem <¡i Dcum quii tfi, & e o f r i u t u r : ficut Sa,cr a men­
Viide conftít : quod p¡Ímum ta , S¿ alia : Ergo*
crc dib il e, in Sacra pagina pro- 4» Roboratur. ídem eft o b ·
poficum , cft ipfe Deus. Quare jeftum matctialc f i dei , & vifio-
Symbolú iacípic : Crido in Deum n is b e a tz ; fed vifio beaca a t-
Hinc D. Tliomas are. 1* refere tingtt Deum per fe , & tatíone
S. D i o n>'í ¡üm afleicntein : Fides fui.qua propterea eft objeftum
ffícirta jlmplitem, C ftrnpcr exi- materiale pcimarium illius ; &
fícntcm veritalem quod intclligic in ip fo , de racione D *i archi-
S. Doítor de objefio roateriaU gic omnia a lta * q«a funt c o ­
jprtmatio. Na m in corp. a i t -Si tia croata ; qua; ideo ftinc o b -
vero confideremus ajaterialittr eat je&ú fecuti lariúcius : Ergo etiá
quibus fides sfjen tit, non Jolumefl fides mea)eftcerta nam fides fub
ipft De tts , fed efiim multa alia. ftitu.it pro viíione Sein via eftg-
& q . 14. de veric. art, 8. ioquit nofeitur inenígmate per fidem,
Fides qi<& hominem Divina co^ni~ quod in pa trw videbitur facie
tiof/i conjitriiit per ajpr/fum , ipfum ad faciem. Min, eft commu­
Dcum hcibeiJieut frincipak qbjetlx, nis in T ra ít. de vifione D ei.
■alia vero qtt¿cttatquc jicut confe- 5^ prob. a. concluf. ratio-
qufntcr adjiiuft« : Érgo. ne : Idem eft objeñuoi fid e i,&
3. Prob. i. concluí*. Ratio- Theologije: fed De US fub ra­
re D . T hotnxai r. 1. Obje&um cione D eicatiseft obje&ú ma­
materia!« primanum virtuus teriale primarium T heologi«,
e f t , quod per fe attinginir a cartera verö funt fecundatium,
Tfirtnre j Si iecundarüi eft; quod Ergo etiam fidei.Hic difeurfus:
atiingitur in ordine ad illud; & t o t a doÄrina patet T raft t.
ícd Deus fub ratione Deitatís q .u n . art. 7. Major funt^avuc
per fe attingítur i fide j & om - in eo, quod id c m ift fubjcfiuin,'
nia alia c t e a u attinguotur iu ítu o b ic ftu m principiotum , %
$oa3
TRACTATUS NON U S, .. 177
Cíaictuilooüm '» 8í tules a e c h e }>duin prim arlum : cft enim
p r i n c i p i a » e x quibus T h e o í o - fub fola ratione D c i t a t i s . V n -
g ia deducit; co n tlu ñ o n e s. min. de t il tic D V u s ; Se non ut T r i ?
• c o n fta t: na/tir d *cu u r T h c o l o - ñus. Coheerec e n im ,a i.¡q iiid d s -
gia , q u i a i c a eft ferm o de Deo·. bcrc credi ád fálucem , & q u o 4
Hoc roborar: quod Hdes cft v ir - foiimi fit o b j i d n m fecuodariü;
t u s t h e o l o g k a ; ut ftatuit D , tac patee i n m y ftfrio Incacnatio
T h o m a s i . 2. q. 6 1 . a r t. 5. & n i s Sí in Ghi ifto , «t h o m in c j
v iiu m <.ft a r t . a n c . n u m .i . & de de quo profeqnitu; SymboHim.s
ra cio n e v-irtuús th eolog ita f cft Ffl ergoJhles retid , ut creda/nus,(T,
te fp ic cr e iom édiate , peí fe·, & confittíiniur 1 qi>tíi Doramut vofier
l i c i ó n e fui De uro ;· & alia , qua Jesús Chrrjlus D ii fUiut 3 Detn, o í
a ttin g ic , racione D i K D ix im u s humo tjl.
a tir e m : Dttu'n ita efle o b j e - 7. C on r. F id cs non f o lü m
~ítun> fnb racione IX-itatis : ref¡ ic i r T ii n í t a t e m ut quícl
^uita? & frfides creda* omnfa nectíTurfum· crcJendum ad* f a -
^ « rd iíca Divi-ná u t jtiifei i- lutem , fed c t ía m ut e b | c d u n t
í o i d i a m · , O m nípotent/ani, Sí m a tcria le p tín iatiu m : Ergo».
alia } non atci'igir ea fub r a - A-.it. patee : cutir alicer t c f p f -
tdonc peculari , fed ftib ta íi cia r r e ía c t o n e s D iv in a s , ác o b -
• ta tio n e -c omffiu n i . j cta c te a ta reveiatá ;· q n x r e f ’-
.. (í. A rg. 1. Dcus etiam ut p ícir uc objeftum i n a t e m l t f e ·
Trinus eft objeétum m a c e u a lt cus;daxtum . R e f p . d ift. anc.Trí«;
•prtmarium fidci : E ig o non cft nicarcin racione Deicatis>cpnc»'
tf.<b ra cio n e folios D e it a t is . anc. Racione ipfius, negó anr*
"P rob i'a 'it. cv iHo Sym b olí s. & conf. Om nta enfm ptíedícaW
•/Sdianafif: F/dts autew Caif/nlka ta D v .in a funt ob-jcíhnn Tiare·»
hxi-fji ; ul mum Veum in Ti i ni . riaíc p íim á iiu in fidei V cum pee
:iafe , er ftinitatem in iinifafe ve* hoc diftit’ guáttira rebus creací 3¿
ttertmut : H igo. Refp. Adm icro ’ q u i fnnt fecundarium ; non es»
auth’.-Sacri SymboW:qiiod p ro ­ men ftib a liq u a racione pccu’ a -
ponte, quid fie ncceflanum cre­ r i , fed fub racione D e ira c ís',
c e r é ad falutem. Q u arc a it : Cuinqua idenciíicantur. C u m q ;
Sjfi vult ergb falvus rjfe , ifa de T r i n i t a s perfanaiiirn , ¡'^u Per«
‘T nnitate fentiai.N o n tauien d e - fona: illam idencifica^t : ideó
•tertnt’nat ; quid attín g aru r ut fo!um racione tllius eft, & réf^
©bjeífcum m aceríale primariiim picicur T r i n í c a s i fide uc oto-
y e l fub q a ^ u c H j a e D c u s f i r o b - jcétum- íriacérialc prím aritm i.
Sigue
i 7S DE FIDE.
Sivtit Traft 3. q- t. art. 7. nurn. tatis 3 deberet efíe ut cfV ad*.-
30. dsxuvms : A t t ri b nt a , & re- q uat é in re : i deó non ift , nifi
lationesfore objectummateiia- . fub ratione D e i t a t i s , & licec
le primarium intellectiiiDivinij D e i t a s fub m o t i v o naturaíi íit
&creaturas fecundarium : quia c ogn of ei bi li s lumíne natutalir
j ] j a , & uon hxc , identificane •ut vifum tft Traét. z. q. 1. fu,b
rationem , qua attinguantur •motivo fupernaturali non eft
ab intelleftu Divino. co gi i o f ci b i l i s , n i dl u mi ne fupec
,8. *Conr. T ri n it as fub r a. ’naturaíi ; quod in vi a eft fides,
t io ne T r i n i t a t i s eft ob jc &um & in patria lumen gloria*.
m a t er ia le primarium fidei ; E r ­ 9 . A r g , i . I i l u d eft übj¡. étum
g o Prob. ant. T ri n i t a s fub r a - ma te ri al e primariu¡n v ir t u t i s ,
t i o n e D e i t a t i s eft y bje ft um m a ­ de qtio verificaiuc f ó rma l e il-
ter ia le pri mari um fidei : Ergo. l i u s j fed o b j t í u n n fórmale fi­
Pr ob. conf. T r i n i t a s eft o b j e - dei non v e ri í k a tu r de D c o fui?'
ö u m materi ale pri mari um uc r ati one D e i t a t i s : Erg». P: ob .
c.ft in re,· fed in re non folutn min. Objectuni fórmale fidei
eft -fub rati one Deitacrs , fed' tft p i i ma v c i i t a s iron vetifica-
c r i a m T ri n i t a t i s : Ergo. R i f p . tur dt D j o fub ratione I X i t a -
■dift. m a i . i n re a da qua t e , nego t i s: E rg o. Prob. min. Prima ve-
inaj. I n a d ä qu a te , conc. maj. ritas eft attributum D e i ; fcil
&.fic ditl·. min. nego conf. T ? i - a t t n b u r u m D e i non veri fi ca-
n i ta s enim , qua? eft in re 3 eft tur de DvO fub r a t i o n e D e i r a -
o b j c A u m mat eri ale primarium t is : Er go, m a i . p i t e t a r t . ant.
fidei ; fed non fub ratione, qua mi n. conftar : cum D e i t a s non
adaequate tft in re » fed qua tn- íit att riburum,f ed c í í e n tu D ¿ i .
adacquatc : cum foUnn ‘fit fub 10. Re fp. dift. mai. Piima,
v i r t u a l i r a t e , & ratione D : i r a - v er i ta s in dicendo , conc. mai .
tis. Sicut eflentia D i v i n a quae Tneflef!dn,nego m a í . & dí ft.min.
eft.·.in re , *.ft objectum f ormal e N o n veriñeatur f o r m a l i f s i m é ,
nicitiyutn ¡ntclKctus U iv i n i ; & conc.min. Ide nt ic é¡ & a bf ol ut é,
q u u f o m m eft preut i n a d ä q u a ­ r e g ó min. S¿ cc nf . Da tur veri-
te , q u o m o d o d i c i t rationem tas prima in d i ce nd o , & in e f -
cflentia: j & non adarquate , ut s é d o . l ü a e ffet ver iras pri ma ut
c t i a m di ci t alia pisedicata , fc r e v e l a n s , vel ut revelata. H x c
a t t t i b u t a , f olum fub ratione v e r i ta s D i v i n a fecundu-n fe.
eflciuiiE dicitur o b j c f h i m . C u m - Illa eft a t t r i b u t u m D e i , & ob-
q u e ut tfi'ct fub r ati one T r i n i - j ef i um f ó rma l e p ri ma ri um fi­
dei.
TRACTATUS NONUS,
dei.Haec non eft attributum, fed veritas,qui3£eft omnínó fímplex.
eflentia cjus : cum fit vcra D e l ­ Eft autem complexum, & enun-
tas , Sc prima vcritas Dei ta ti s, tiabile ex paite intellcétus do<
quae éft objeftum uiatcriale fi- ftri credencis : quS ob fui li m i -
dei:cum fie quali íubjeí'tii illius» tatiouem , cognofcit c c m p o -
Q u o d , & non atiípüus requirt- nendo , & dividendo. Modus
tu c pio objefto material) pr i ­ namque cognicicmis fequituc
mal io virtutis :. fiquidem non modum cognofcentis. Quare
cxigicur , quod furmalifsime íicut Deus }, ob fui peí f e f t i o -
fit idem , & ica de illa verificc- nein j complexa cog.rjofcit in-
turj fed quod identicé, aut ab - complcxe;intelle¿ui$ humanus„.
folute pofsit attírroari de illo:. oT> fui imperL&ioncm, incom­
cum debeaj eif; receptum meo,, plexa cognofcit compTexcXutn
aut alicer conjun¿tum cum ipfo,. qua cotnplcxíone cohoirer uni-
Ec cum ve i¡tas piiina in dicen- tas fidei t quia omnía ateingie
do fic j,4 m verifketur de Deo fub única ratione formali , Se
fub tatlone DiMtatis , de quo- cum ordfne : cum credac ea itfc
Dcu$ revelar , & multa funt re- ordine ad Deum.A qua ratio­
velata i ideö Deus fubratione ne , & ordine fumitur un i tas·
D J t a t i s tí lobjeflum materia., fi ?e i , íkut Si fcientise » virtu—
le primarium fideL tis,& Iwbitus, VndeEphef.4. v¿
i t. Pía otu'is autem ha- 5. dicitur : Vntn. Dominsts , una.
benda eft: diftiníHo fubjcéti,& fides. í k a . C o r . 4. v . t 3 . Haben--
objcfti.quá in prooemialibnsLo tes autem cundí m fpiritnm fidei,
gicae·, & The o lo g ie s afsignavi- 12.. Arg. 3. Aliquid crea-
imis.Juxtá,quá,fubje&úfidei til: tum etiani eft objc&unr mate-
de quo aliquid credimus. Ob* riaíe priinavium fidei. Ergo;:
jcítum autem illud , quod cre­ non eft folus Dtus fub ratione
dimus. Certom enim tft , quod D-eitatis. Prob. ant.. Clmftus,
fubjvftum fidei eft incomplexu:: ut horno , emir. elV objeftam
cumfic ip fe Deus ,· q u i o m n i - materiale primarium fi d e i : Er»
tio eftincomplexus > & incóm- go^Prob. anr. ex illo J oa n .17.
poiiius, De objefto tarnen in» v. }-.Hm efl jufent vita áfermi ul
quit it Ang. D o d . art. 2. An (it cognofcíitii te , jolu '/? Dettrn vnrnmt
incomplcxum. aut complexum,- er quem ptijijli Jefunt Cl>y¡junn.
& enuntiabile ? & refpondet:: Se ad Rom. i o. v. 4, Fhit, tmiñ
quod ex parte rei credits eft legis , Chrijius. cr 1. C o r . i . v . 2 5 ,
jucoaiplcxuni ; cmn fit priina jNo¡ rntem frxdicamus Cl/rifhtm
12ö DE FIDE.'
cTuJi)i%urn: Ergo. Refp. admic- tei u le primarium fidei. Ergo;
t o atith. &explico illas cum D. Prob.ant. Obje&um materiale
Thoriia Alt. i. ad i· afferente: primarium fidei coniiuec o m ­
Qtt£ pertinent ad H.irnaniiatem nia credica per fidem i fed
Chrifti , V &d Sucrartienta E<cle- folusDciiS t>o continct ea:Ergo.
/fjc, vel adquoajcumqui creaturas, ptob. min, Fides credit unxi o-
tadurit fab Juie, in quantum f er hoc nem David is in Regem,Petrum
ordtnamuf ad Deum , er eis etfans ploiaiuem, & Migdalenam pee-
äjjentim usfreier Din:mm verita- nitentem ; fed folus Dens non
fem. Ex quo conftat :quod Chri- continct hare: E-go. Minor con-
ßus Dominus , ut homo , folum ft.tr cum creata fint. Refp. dift.
cft obje&um fecundarium , & mai. Credit ratione fu i , nego
non materiale primarium fidei: i m i. In ordine ad D .u m , conc«
Cum not) ratione f u i , fed modo mai. & min. & i t a dift. conf.
d i ä o ab ea attingactu. Be;tus objeihwn enim materiale pri-
emm in vita se:erna primo vi* niar.ii)m fid i debet contincre*
det Deum ; & deindc Humani- ita ut de ipfo prsdicencur, o m ­
tatem Ch if ti , per quem adep- nia ttcdica rarinnc fui per fi­
tus eit^lonain. Qui dicitur fi­ dem. Vr pat. t io nbj».'ftf> cujus
nis legis a n t i q u * , quia inco- petentiae , & habitus. N s n t a ­
tiavit legem g r a t i z i cujus non rnen t>as :io-i ratione f u i , nec
eG. finis pfimarins« uc homo, p m fw , fed in oidine ad Dsum
fed ut D e u s , ad quem ordi- creuijiitü ; la-u ha?c non attin·
namur per Jefum. Qui ctiam uc guruur v ’ io , fed fecunda«
Cruiifixus pr z d ic a tu r, uc me · rio , uc tifveta - D e i , vcl ut m e ,
diator , eft medium unicuoi, uc dium ad confriiuendum Deum.
©rdinemur in Dcum. Non quia Cumque pradi&afic credanrur:'
nt homo fit objedum prima- idco folus Dens eft objeftunj
rium f i d t i , quod eft Deus. Va- nuceria.1“ primirium filei.
d e d e i i l o , & alijsaflerit At>g. 14. C^nr. Fides p'ura cre«
Mag. ia corp. tarnen /ub d k tiae ordine ad Deum: Evgo.
aßenfu fichii non cüduni, mji fccitn- Prob.ant. F'des c;edit Toblatn
dum quod Inbevt aliquem ordiuet» habuiffe canem , Ja dam fuiffc
ad Dcum. proditotem , & Petrum pecaßej
lj .Cor.t. Chriftus ut homo, fed h*c c f c d ’.c fine oidine ad
etiam eft objeitum materiale Deum: Erg;;> . mai^r r.ft cerca:
pvim:>rhirn fijci : Ergo. Prob. cum hoc ii c revel »tam, ife in S a ­
auc.SoiusDwUS no tftobje&ü ma cra Scriptixiü. cotnsi; >cum Pi ob.
TRACTATUS NONUS,
nun* H«c non ordinantur ad
¿«urn : Ergo, Ant. pacee : nam ARTICVLVS III.
ca m s, & peccatum quern ordi-
nem dkenc ad ilium ? Refp. V T R V M F J D E I V IV IN M
difi. a n t . Non ordinanttir tam fofsit fabcffc falfum.
ft. ifte »ac alia , conc. ant. Mi-
tuis ftri&e , negó anc. Sc dift. i. Onclulio : Fidei D i v í n s
conf. Sine ordiuc ita ftri&o, non poteft fubefl'e tal-
conc. conf. Minus ftrióto, nego fum. lea D. Thomas q. 1. are.
conf.Vt ait Apoftolus ad Rom, 3 . B A;b. dift. 35» arí.3. &
I 5. v. 5. Quxcumque enhn [cripta convnunis confenfuj& (i P.Ovie
f u n t , acl fiojira/n doíirinam f cripta dus concradícat j ut ait M . P a -
fttnt.D , Thomas le&. i.V t e x his lanco : &eciatn Pefantius ; uc
infiruamur. Quare opera ordi· refert Illuft. Atavio. Prob. t.
nannir in Deum. Sunt autetn concluf. ratione : A&us elici-
aliqua, quibns ordine i h i d i o r i tusfidei D iv in x j ira eft verus,
ordinamurmt Sacramenta, n o ­ ut nec per fe , nec peraccidens
ticia mytteriorum, &vi rtutumk pafsie eííe tal fus ¡ Ergo. Conf.
Al i a , quibus ordiaamur minus patet Quia non alicer fidei pof-
ftridc: cum conducant, ut cog- fet fubeífe falfum , Prob. ant.
nofcamus , diligamus , 8c qua:- Aftus elicitas jídei Divinar eC*
ramus Dsum. Ciinis namqué fencialicer eft á Dco, ut autho-
Tibiae memoratDei providert- re fpcciali ·, fed a ¿tu 5 , qui ita
tiam , & {folatium juftorum : eft a D e o , fie eft verus , ut nec
cum ilium conceiferit in via, per fe , nec per accidens pofsit:
Wt ei inferviret, & licet animal elTc falfus : Ergo tnai. eft certa ,
objw&mn, folaretur. Prodicio cum fit fupernaturalis. Mi«·
luda:, ingratirudinem cjus:eum cooílabit art. feq. nam omni-
difcipulus i r a d i d c m Nlagif- nó repugnar, a&um falfum eífe
trum ; ut uos g r a d Jcfum quas- á D c o , ut authore fpeciali.
xamus. Píccatum P e t r i , lacri­ »- Roboratur : Adus e va -
mas i l ü u s , & pictatem Dei: ut dit falfus ex defeéhi principij,
Pttri exemplo p'oremus nof- vel objeíLi j fed nec ex parce
tra peccata , & recurramusad intellcfíus , qui eft pi incipium»
D ei pietattm. Cumque hoc nec ex parte obje&jpoteft cífe
fit credere prxd i d a in ordine defeftus ia aftu fidei Divina :
ad Dcum ; ideo fides ta* & alia Éigo. mai* patet : nam ab o b-
i u credit. j e ^ o , 8c pot en ti aoi itu r f.oti*
í í i d e FIDE·
t ¡Ja Prob. mín. quo ad i. p. fcu-nciae rsequíc eíte faifas, ficue
fidei D ivin* non eiicitur ab ¿a- potcft eifc adus opinionis, & fi­
tdUé hi fciundum fe fed ut de­ dei human®; quia fub motivo
terminate , & formato per ha- illius nequit latere falfitas,cum,
bitujn fuperamu fidei , qui eft fit evidenter, & neceífaiio· coa»
particip acio luminis D iv in i nexum cam o b j . d o ; potcft t a ­
iofaHibilis; fed cum cal» habi - rnen latere fub motivo iftorum:
tu tici potcft. effc defedus in quia nituntur motivo probabí-
a¿Ui fi,lci Ergo , min. patee. l i , Sc apparent!.Prob„ min.Mo-
Cum fie ralis paiticipatio , & civo adus ft'iei Diviose repug­
fpeciaücer á Dco j á quo ica nar omninó > & mtthaphilicé
non eftdctYftus.. Prob. min.quo faUieas , Ergo; Prob. ant. Mo-
ad p. ex A o q . D o d . Nihil l"u- tivum adus fidei Divina: cft ve-
b^ ft. auc puteft efle éx parre ob- ritas pruna , uc revelata ; fed
j t d i , niíi mi diante ratione t e r ­ fub veiicace prima ut revelata
mal i objedi ; fed mediante repugnat omnioö, &me thaphi-
ratione formal» objedi noa ficé falfitas ; Ergo. Mai. conftac
pottft cffc dtfedu& ve ti ta - act. i . p r o b . min. Non repug­
tis , Ergo. Prob. min. R a ­ nare falfic-item fub veritate pri -
tio formal is objsfíi fidei eft Ve­ ma , ut revelata, cft Deum p o f -
ritas prima ; -íed fub veritate fe revelare , & loqui falfum;
prima non poVtft efts d e f .d u s fed hoc repuguat om ni uö , Sc
veritatis : Ergo : Min. paree,, methaphifice : Ergo. Min. coa-
nam fub vetonon pouftefle fal - ftabic art. feq.
fum; íkut nec fub ente non ens* 4. Refpondebis, quod licet
neo fub bon it ate mafum. in re fir ; potcfl tarnen ho­
3. p r o b. 2. coucUif.ratione mo iudicare d d u m , & reve-
D„ Thoms. Adus fidei D iv in e latum á Deo , quod reverá non
nequit tflt falfus : Ergo. Probo eft i i d u m » nec revelatum ab
an t.Añas ¡titelkdus nequit eífe illo: flequé tails adus fidei eric
falfus: Ergo : prob. a n c .A d u s falfus. Cone: Repugnat a d u s
inte'ledus nequit eíf: falfus, fiie ejus motivo , & racioné
nifi fub ejus motivo latent fa l- f o r malí i fed veritas prima re­
itcas; fed fub mo tivo añiif fi>ie¡ vera revelata , & d id a , & noti
Divinje nequit latere falfitas: i t a e x i ß i m a c a , efttnntivom, 82
E:go.maicr cft certa, nam fi mo ratio formalis fidei Divina:·
tivum non fallís , aftus nequic Ergo in tali cafu adus non eifec
«fie falfus. Quapropter adtis fidei P i v i a » , fed human*: ficq».
TRACTATUS NONUS,
a & u s fi dei D i v i u s e m u n q u a m tionibus *b i pf o d a t m a t i s . '
erit falfus.Sicutenim ,& ii con- 6. Ptseterea ex. D . T h o m a
c l u f i o e x i f t i m e t u r c o n n e x a cu í n art. 3. Fides D i v i n a c í f a i d a l i -
príucipijsj íi vcvera non f k c o n - t e r eft v i r t u s i n t e l k & u a l i s , p e r -
n e x a , alíen fus c o n c l u f i o n i s n o n f ic i en s i n t e l 1e ¿ t ü t n , & i p f u m d e ­
eft r c í c n r i h c n s : i t a n o n eft a¿fcus t e r m i n a r e ¡nclinans ad v e r u m j
fi dei D i v i n a : a fl e nf u s v e r i t a d s & n o n c u m i n d i f e i e n t i a a d fal¿.
no n revelara: á D c o , & í i e x i f t i ­ f u m j f ed c a m f o i a r e v e l a t i o n e
m etur revelara : quia utrobi- c x i f t i f u a c a , Se n o t i c i a p r ob a- ·
que déficit m o t i v u m >& r a t j o b i l i n >n i ncl i -Kir ec i t a d e t e r ­
f o r m a l is ¿¿tus. ‘ m i n a t e ad veiUm , fed r e l i n -
5. R e f p o n d e b is : q u o d r e ­ queret ind ifterend am ad f a l ­
v e l a d o v e r a , & in r e e x i f t e n s e f t f u m : m i n . ef t C e r ta : c u m f u b
c o n n a t u r a l i ter m o t i v u m , 8c i p f a p o f s i c ftare f a l f u m . D e i n -
r a d o f o n n a ’ is fi dei D i v i n s c j e f - d é : m o t i v u m , 8¿ r a t i o f o r m a -
fen tia liter atitem p r *fc in d ic á l i s fi dei D 1V 1V.se t f t q u i d f u p e r -
v e r a in re, Se in e x i f t i m a t i o n e naturale ; fed r e v e l a d o ita e x i ­
p r i t d e n t w Su b q u a p o t e f t ñ a - f t i m a t a n o n eft f u p e r n a r u r a l i s :
re f a l f m n . í i e x i f t i m e t u r r e v e l a - E v g o . M a i . eft c e r t a i C u t n f i d es
t u m , q u o d n o n eft r c v e l a c u m . D i v i n a fit v i r t u s f u p e r n a t u r a -
V n d e a ét us fidei t u n e e l i c i c u s l i s . M i n . p a v e t : N a m eft n a t u -
e r i t per a c c i d e n s f a l f u s . E n í m r a l i s , f í a i t Se ipfii e x i f t i m a t í o :
v e r ó f o l a m r e v e l a t i o n é veram» c u m fie a b i n t e l l e & u c r e a t o , Se
Se in re e x i f t e n t e m f o v e m o t i ­ non fpecialicer á D e o .
v u m » & r a t i o n e m f o n n a i e m H- 7. Conckiíío. Si fidei D i v i -
d e i D i v i n a r , o ft end u nc p r x c l a r é ttse poííet fubeííe f alfum, adhuc
M . F er re , & P a l a n c o c u m D . per acci dens , non poífec aííen-
T h o m a , & c o m m u n i confenfu tire c e r d t n d i n e infalHbilí , &
T h e o l o g o r u m : na r a fi r e v e l a - methaphífica ver itat íbus > &
t i o e x i f t i m a t a f u f f i c e r e t a d fi- myfterijs ; fed ita aiTendt , 8c
d e m D i v i n a m , e c í a m fufficerel* c ont ra ri um foret magnimi ab-
noticia probabilis re vela d o n is; f ur dum : E ’-go, Mai. p at ct :qnia
f e d hscc n o n fuff icic : E r g o n e c non eft mai or certitudoj 8c i n -
i l l a . Mai< p a t e t : N a m t a l t s , Se f alÜbi li tas , quám o m n í m o d a
non alia , poteft haberi ex pru- repugnantia falíítatis , & q n o -
d en c i e x i f t i m a t i o n e . M i n . c o n - m o do falfítas non reruignát,
ftat : C u m i t a f u d e d a r a t u m á non eft ccrcitudo , nec i n f ü H -
SS. I u n o c c n t ; X I . i n p v o p o f i - bilicas. Min. eft cer ta : nt mf i »
des
:I?4 . , DE FIDE
d.ebDivíoa cftmcthaphíficé cer­ cut etedidi , & eertits fitnt , & &
t a , & inf<i\Ii’bnis;iu;us cettitu- 9. Arg. 1. Revelado txiftjJ
d o , & ¡ufalUbiiicas cft inaior, mata fofficit ad fidem Divinan»
cjúeexcogitan potcft. AHundas. fed ill i poteft fiibtfie faUVmii
Ecclcíu poííct fallí in р ю р о - Er goctiam fidei Divina Prob.
nendis & credendis Myíkrijs mai.PottftParochus propone-
й<1Л . Qu-od abfit dicere : nam re ruftico at revelatum myfte-
Dominus, Mat. té. v.18. dixe- íiiun , quod non eft revelatum,
t i t ; Tw (> Ptttuíy СГ fufet hanc pe- eadem attentrone , qua et pr oi­
i глщ ¿dtfi abo EccUjhm meant , СГ nk veiorcvelattinijin quo cafus
fo * ‘x inferí na* prxvükbunt adver rt.fticus tenetetur ctedére fide
fus ccun. Divina ti truque myftcrtum^ fed
8. IUnftratur Ьос ex itto ad revelatio ralis myfterii folóm
Heb. 6 . v. iS. Vt ptr duasrfs im- tflet cxiftimara:Eigo. Mai. pa­
г»¿hiles , quilín impofiibiic tfl me»· tee í cum ei non a d fit 'r a ti o ,
tir i Deum , forHflbmm fih ih tm cur unum , & non atiud credit:
kübeamus}qiñ (orifugiwus ad ttnen- Min. conftat : & idem poteft
dam piofojitam fpem. D. Thoroas evenire , ii parens „ant m a g i-
l e c . ^ í f * Dtum , quj promittit,qiii ftertale proponeret pueris , &
non mentitur Quod apf>ellac : difcipulis.Refp. dift. mai. Cre­
firmifsiirtitTn foUtium fpei 5 fed dere abfoluce, nego mai. C o n -
fpes fundatur in fkle:Ergo cum ditionate , conc. mai. & min.
íola'tíum ita íortiísimum , & & nego conf.Iti credendis enim
fi. nufsiraum, debeat tfle o r m i ­ his , qnx de novo dienntur d if-
no Íecurum,& rertum,nam fi ali finita , nullus prudenrer move,
оно modo pe ff. t d¡ ficere, rale tur ad crcdendum ex fola rela­
non efict ; ímó nec forte , nec tione privata}fafta á Purochis,
finnmn 3 fed contingenti* , & parentibus , vcl ab alijs fed
dcfcciui exp^íitum : fides D i ­ ex folemni , jutidica promul­
vina methaphificé eft certa, in- gation«,vcl ex notitia authen·
faliibilis , eft vera , eíqué mil­ tica illius, Si enim alio modo
la tenas potett fubeíTs falfnm. credat, leviter credit , & non
Ргог'Гегеа Sacer textus v. jp . fide inftvfa , ncc Divina. Rufti-
profequTtar· Q¿tam ficut amboram cus autem non pottft ita difcer-
кяЬкяиг anim* tufar» , ас fitmam. ncre, in propofitis lie á Paro-
S. Thornas. Anchova drhet ejfe cho : quare credit conditiona-.
fteuta , иi fe Hicei non dejictat, Vn~ té , & n o n abfolnte tale myfte
de $1 de Ferro. 2. Tim. 1 . Sei'o riunoj Tub conditione , quod fie
re-
TRACTATUS NONUS,.
r c v tl at u m* Ec tu rn í k fidei f u x ete de ndu m : i de o piasdicia re-
aon pofsicfubeifefalfum ; cum v e l a t i o e x i ft í m a r a non concw-»
nonficaflenfusabfolucus,fi non ríe uc m o v e n s . P r o p o í k i o namc};,.
puri iicctur c o n d i t i o ; i d e o n o n m i n i f t i i f a l l i b i l i s fufficit a d ere.
jfubift i ll i f a l f u m - de n du m a b f o l u c e fide D i v i n a
10. C o n c . T a l i s aflenfus c o r - my f t ev ia in u n i v e i f a l í & ad
d i r i o n a t u s eft a f t u s f idei D i v i - e re de ndum c o n di c i o n ar é myfte*
» * ; f e d r e v e l a t i o praedi&a c o n · r i o m in p a r t i c u i a i i , & fi r e v e ·
c w r e n s eft exiftimaca-.Ergo hare l a r um ¡ir fub c o n d i c i o n e : q u o d
j a m co->cucric ad a£tum fidei i ra p r o p o n a t Ecclcfia. Si a u -
I>ivinse. R e f p * D i f t . mi n. C o n - t e m a d f t t f pe c i a l i s i n t e i i o * m o -
currens. Sc m o v e n s , n e g o t i o D e i pro- r eve l ac o y q u r ne¿
imn.E'c no' i m o v e n s , c o n c . m i n . q u t t cífe p r o non rcvclatoj-eurjc
fic dift. c o if. C o n c u r r i r & n o n fides p o r e r i t tífe a b f o l u r a . E t
ut no n m o v e n s y conc.. c o nf . V c l i c e r rufticus tune nil d i í c e r -
m o v e n s , » c g a c ó n f . V t e ni m a f - n a , íntellig.Íriir , p ro i t t g en u i.
f eiunc M. J o a n - & S. T h o m a , . t a t e fuá. , c re d er e modo- prae«
P a l a n c o , & a li j ;: affenfus fidei; d i & o . N a m íi a l i c e r p r o c e d e r e s
I> i vi n j e no n f e r t u r in v e n t a r é , , op er ar e rur e x confcienri-a e r r ó ­
tit p t o p o fi e am ab h.oc ,, vel i l l o nea. Quíe fi i n v i n c i b i l i s fir , in
m i n i d r o p a rc i cn l ar i , qut eft in­ i n c a l í c a f u e x c u í la b it e um á
f e ri o r, ?* poteft f al l er e fulli: c u l p a , fi no n c t e d a r . S e c us f i
c a n non h a b e a t a fs iftenciam fn- vincíbilis forcr.
f a l l i b i l e m . Spicitu-s San&i.. So» ir. H a c d o d r i na f át i s con -
lúrneni tn f e r t u r d í r e d é in i l l a m f ía t in D . T h o m a , q«i ad 4.
uc propo f i ca .i í a b E c c k f i a C a - a i r : q u o d fidei in Euchar ifti a
t h o l i c a , i c uc p r o p o f i t i o de f- non p ot e ft fubeflt; f i l í u m , & fi
c e n d i t i f i u nm o P o n t í f i c e , q u i p o f s i t Saccrd- 09 · non rire c ot í -
n o n p o t e f t in i ll a e r ra re . V n d é , f ecrare : qui a fides creJentis no*
q u a n t u m v i s . ruíticus- femper f(7turad has fpcdei pañis, v i
c r e d i t i d , q u a d c r e d i t , & p r o ­ je d ¡id hoc r quod venrw C artis
pionic Eccleffa ; & 'aíTcntir c o n ­ Chrifti f ll fub fpcciibus pañi i fcn:}~
d i c i o n a r é in rali , & í i m i l i c a f a bilis , aunado tt&'t f u t iit ccwfttin-
íi ita t e n e t , & p r o p o n i t E c d e - iur»·. Ó i od e í V d k e i e : q uo d ii-
íia. E t cum tatenv aflenfiim m o - de s a bf ol u ré c r e d i t : C o r p u s
v,eat uni ver f i l i s r evel ai i o vera,> Chri fti cfie f u b - f p ec ub o ?- pa hi s ,
nenipc .* c r i d e q n i d q u i d E c c l c - r/té eo nfe cr at i". Et Ci'í'.Oíríona··
f i a C a c i i o l i c a t c n c t , éc p r o p o n i t t c : .eñe fub f p c i eb us tal is pa»
A ¡k ni s
V s* D p FIDE;
a i s j úilí-cet > fub c o n d í t i o n c , cha ri t at c m pertínet dítJgcrS
cjnod íic rite cottfecratus..Qt¡em D e u m in quacumqué f u cr i tí
fidei afierifum m o ve t r e ve í a t i o linde non re fe rt ad charitatern
univerfalis: fub fpecíebus pañis utrum in ifto fie Deus , quip-rop­
rite confecrati exiftete verum ier Deum diHgif.ur. Et petmifl'a
C o r p us Chrifti. N e c propterea p a r i t a t e , adhúc negat conf. &
lioftia cft adoranda c o n d i t i o - pra?bet di fet imen : g r it vertir»
na té, fe d abfolucé ; nara ad hoc ejlbonum infelleílíts ,.iion auretn
.fufiivic ma xi ma cei ti cu do rao- cft b o n um a pp e t i t i v e vircucis»
ralis , quam quilibet haber de ideó ornees virtutes , ..qux per-
e o, quod qux.ibcc íic rite c o n - íicíunt intellectual , excludunt
fecrata : cusí» pié cr cda t , q a o d t o t al i te r falfnm. V i r t ut es a u -
omtiís Saccrdos in c o n f ec r at i o - ■tcm perficientes parcem app.e-
rte rite procedic, & de nullo e¡ t ít iva tn , non exeludone t o t a l ! —
c o n f t o t , quod alicer proceda*. ter calium. Putift cnim ali qui s
P r o p te r ca Minifter abfolucé ab- fecundum jiiftitÍ3m,aut ten»pe-
fol vi c , & humo ci a f o l u t e c o n - ranti am agere, habens a li qu am
í ñe tu r , & non fub condi ci one, f alf am opinionem de eo , ci rca
í i f j c v e r é ba pti za tus , & or di - quod a gi t , & ita cum fides per-
n a t u c, E t ordi natus, Et h o c e f t fie iat i ncelkétum , f pe s au t em,
( a ¡ t E.n. C a i e c ' quoniam h u ­ í í charitas a pn et i ti va m par*
mano more ceicicudinem ha­ tem, non fft funH'u ratio de eis.
ber. 13. Qu.'e (i·; e x p l i c a t u n n a n i
iz . Si o b i j c i a s f p e i , & c h a » ut aliquid. fie o b ic í t u m m a t e -
r i t i t i . poteft fubefls í a' f um : riale f i d e i , c o nt én tu m fub f o r ­
nam iru¡Ui f p e r a n t v i t á m x t e r- ma l : , d t be t efíe teftifi-atum, Se
na:n , qr.íüi non confcquciíturi d i f t u m á D e o ; non vero t o t a
& niülri rrf^uruiu· utb','~J,qiu r ati one no ñt a inquifinim , aue
non fu!:t b o ■ i i ¡Ev^o ce: am írÍ^í , propofitum : & imp’ icat , q u od
Kt.'fnon(]í.t /;n£. Mas. ad i. N?. fie di¿lu:n á D e o , & fit f a ' fu ni.
r t iu m [ í c i fut-efi f a lf u r » . TVo» O b j c d u n i autem taliuai vírtu-
f ·.>i m a¡ir1ui i f 1
¡: j v.. c fe 1¡¡i b i ru ruin tum , quse prudentia g ubí r na n-
viran» reteviam íccuricinm prn- ti;r, non eft d i d u m á D e o , ft d
p r i a m p ot cOaccm : fed fcciin- r a t i on s neftra difpofitum,in-
du¡r. 3 ;ixl ¡í mu jj ratí a t i"* cu a fi qníitMjn» , & propofitum , q u o d
P ·■:í í;· v c v c i ir , oivmitt.o , & ;‘ n- portíi. íic. <fie , ¡icct in re fit fal-í
f?.Ü ihi!iísv vitafr» a rer oam con- fum , c b ali quam opinionccn
fwqi¡¿■ .i'.r. Si uul it er e t i a m a d í al fai n , prudenter exiftimatarn
v er am.
I

TRACTATUS NONUS, 187


Véram. Sic emra fpes r efpicic Angelus 3> o mi n i ni rnci avit B . .
v i t a m aecernam , & c l ia ri ta s b o - V i r g i n i s Mari®.
num> per r a t i o n e m p r o p o i i t a m , 15 . R e f p . d i f t . t m i . C a u f a
i c p r o p o i i t u m ; inquam , & in phyfica j c o nc . m ai . O b i c & i v a ,
q u o d f ert ur ; & fi in re iila a lf - fu bd i ft. Ex Were pbyficc , n e g o
q u i b us non fit f utura , & h o c in mai . O b k d t i v e , co nc . m a i . &
a l i q ui b us non fit cxiftens: q u i a dift. mi n. N o n e x i ft i t p h y i i i c e ,
h o c neqtiit á r eguli s f pci , & conc. m in .O b ií6 tivé,nego min.
c h a r i t a t i s fci ri. I d e m eveni-c Si c onf . Can.fa phyf ica eft : quas
t l virtutibus moralibus. per ir.floxuin phyíicii;T¡ p r od li­
14. Ai'g. a . A ó t u s f i i k i D i ­ c i t cffvftLitn. O b u£ i i v a , q i ; a r per
vina; n o n . h i b - t phif icam c o n · m o d u m c biedti c o g n i r i c auf ac
nexionem cum revelarione , ex i l i u m . Ec l icet cäufa phyfica , ft
q u a m o v c t u r fed ex i p f o p o t t f t e f r i d t n s f itj debeat exirterc f h y -
fidei Di vi na: fubelíe f a l f u m ; E r - ficé f o r m a l i t e r , aut victual/ter^,
g o . M i n . coní lat. inarn-dcf ici en* d u m i r. flu it in í f l ' . d u m , & p r o­
te r e v e l a t i o n s » non defi cerec d u c ir ilium , m o d o c xpl i ca qj -
adhis fidei : c a m eflet • inco nne - l ib . 6. Pofter. q.. i.. art. 3. & 2,
x u s cum ilia; & tarnen ciTct faI - P hyf .q. 1 . O b ! c it i va tarnen n o n
fus: l iq ui d e m res non ^ííet, ficut: dcbcc c x i i b r e phyfict- , & in rc:
e r e d e r e r u r . Prob. m a i . Si h a b e - a am fufficic , q u o d e xi ft a t o b -
í c t ph^ íi am c o n n c s i o n e m c o m ¡.(.¿livc ¿ & potxft ita e x i f t er c ,
i í! a, tile!: ur til ¿tus cum can-faj ficut & c o g n o k i , qui n in re ex>i-
fed a ö ü s fids i Di vi na: nó c o nne - ftac : q u i a i.i re c x r i t i c , u t
¿tí tur c á n.v.elatione,iit í t f c í h i s in cafu prasfsnti : v e l q u j a c a -
. c um c au l a : E r g o . P r ob . nvfn. t i t i u a , e f t , & üt a l i o c a f u . C u m q ;
A & u s fidei D ivi na : non efe e f í c - r s v c l a t i o no,!) f t e m í a phyf ica,
¿tus r e v d a t i o n i s : E r g o . Prob. , fed e b i r & i v a a & u s lidei ; ncC
a n t . R e v e l a t i o n o n i o fl mt ut i nfl.uat phifice , fed o h : ; ¿ t i ve
eauf á in a & u n f i d e h E r g o . P r o b . in i li um : i d c o non requi ri unr
a n t . V t c ani a influat , deb'.'t q n o J c x i f t a t phyficc , f j d o b i c -
e xi li er e dum eft c íf eñus ; fed <Siv¿*,dum influir in illittn: q u o · ·
r e v e l a t i o non e x i f t i t , d u m eft m o d o i a m e xi ft i t , cum c o g ·
a6tus fidei- : E r g o . Min., p a t c t : n o f c a t u r dum m o vet ad a d u : : i
na m m o d o exiftit a ftus fidei, fiiL’ i. Sicut r o f a in h i e m c no n
quo credo myft;rimn cxccutum e xi ft i t phii iCc , f ed o b u £ l i v d , .
J u ca r na t io ni s ; & r e v e l a t i o i l - q u ia cognofeitur jcic^nfac ob—
láu5 noa cxift.it,, fed e x t i t i r ^ u m . A a 2. i tui-i-
I SS de f id e ·
itciiv« 2ckum fcientiae. eit c au f a o b i c ö i v a fidei , elf.fl·-
ió. Conr. E o i p f o , quod t i a l i t e r e x i g i r repisefentai i , &
r e v t l a t i o (itcaufa o b i e & i v a a c ­ c o g n o f c i ut c o n f o r m i s fibi ¡pfi,
tus fidei, hic nö babee c o n n e x i o uc i n r e ; & ut repraefentatur:
n t m phif icam c um e o , q u o d r e - q ui a f i d e s , & r e v e l a d o , cft e f -
v e l a t i o e x t i t c t i t phificé; f e d e o f c n u a l i e e r ver a : & q u i a r e v e l a *
i p f o p or cf t deficere r e v e l a d o , & t i o non f o iú m p r o p o n i c u r e x ­
m a n e r e a ft u s f i d e i , q u i e i f e t f a l - t e n d s á miniftris E c c k f i x , fed
f us : E r g o fidei fubeflet f al f u m . e t i a m i nr er iús a l u m i n e f u p e r -
P r o b , m a i . E o i p f o , folutn r e - no mo,vente , & a b i l l u f t r a c i o -
q u i r i t u r e xi ft en ti a o b i e & i v a ne D e i , a u t h o r i s f u p e r n a t u r a -
r e v e l a d o n i s , uc catifet a ä u m l i s , & f p e c i a l í s i ¿ q u o non cft
f i d e i i f ed ha;c e x i f t e n t i a p o t e f t nifi ve ru m, & c o n f o r m e . E t c a m
eile , q ui n r e v e l a r i o e x t i t e r i t non ftet hsec c o n f o t j n i c a s , q u i a
phifice : E , g o . Prob. m i n . D u i n e x t i t e r i t phifice r e v e l a d o v e r i -
x e v e l a t i o repraefentatur, & c o g - t a c i s , q u x c r ed i t ut : na m c re di cu r
n o f e i t u r exiftit o b i e & i v e ; f ed u t d i ä a , & r e v el a r a : I d e o
r e v e l a d o p ote ft r c p r x f e n t a r i , & n e q u i t r e p t » f e n t a r i , n e c fie c o g ­
c o g n o f e i j qui n e x t i t e r i t phifi­ n o f c i , quin i t a e x t i t e r í t ; & fides
c e ; E r g o . Min. patee. N a m foe- c u m ea p r o u t fie h ab er c o n n e -
pe r e p r e f e n t a t u r , & c o g n o f c i - x i o n e t n .phi fi cam. Alise o b i e -
t ur , q u o d non e xi ft i c phificé; ¿ t i one s f at i sfi enc e x fequcft*·
i m o Se q u o d r e p ug n at exiftere. tibus.
17. Refp. dift. mai.Et cog- ARTICVLVS IV.
tiofcitur ut conformis rei re-
prxfentat* , conc. Mai. Aliter, r n m DEVS P O S S IT M ßN ·.;
negó mai. & dift. min. Alicer, iirif feu falfum toqui , ¡>er fet
conc. min. Ve conformis, negó vel per alium.
mió. & conf.Iti alijs enim mul-
toties reprarfencacur & cognof- 1. C l V p p o n o t . q u o d null us rte·
citur ab intelleétu , quod ín re i3 g a t : D e u m poffe l o q u i
non e x t i t i t , nec cxdturum cft, c r e at u ri s : n a m in S a c r a P a g i n a
6c repugnat exiftere : quia non feepé p r o p o n i t u r l o q u e n s A d a ­
reprefentatur uc confot me fibi, m o , A b r a h a ? , M o yf i , Se a l i js
ut in re , fed ut pra:fcindcns á Pac ri bus . D e m o d i s l o c u t í o n i s
cor.fornurate , & deforiiiicate: D i v i n a f eri bun t M Í Í U c i . A l i -
üin ir er , i c cft, Sí d i : menee. q u a n d o e ni m fie figno e x t e r n o :
RcvuUiio a ii um 'D iv it u s c.'is o » * A i r · ··· - x t e r n a t S e a u r i c u -
TR A C T A T U S N O N U S , i 8?
forís.AIiquindopercipitur Icn- tere paccatum oonfummatum
fu interno, qu* eíl imaginaria, periurij, nec fubijci rcfervatio-
V\Iiquando in.tellc&u : quspura: n i » nec pccnis impofitis pcrju-
inrellcftualif» Pro quibus vid. rio : nam licet aftio interna fíe
¡M. Fr. Thomas Valgornera in morbofa , & pecaminofa ; in
Theol.miftica D.Thoma:.Deum aftione externa nó apparetde
autem loqui Гетр-гг verum , fectus, cum in re dicat verum;
jiuonquam faifa:»,rat ione uten- & рсепге iolum func impoíñae
.tibus.cpinpertum cft ; nec d e - p r o aftionibus exterioiibus,
jbeat controvjerti. Enim veto de quibus taotum iudicac Ec-
fcholaftici movent hoc d ubi um clefia. Sicut furans rem non fa-
uc veticas cm.ftis patefrat > & cram, in fua exiftimatione fa-
.Пето ab.eri et á veritate. cram , commtctir affcAivépec-
a. Suppono a. Non efle for-£arum facrilegij ; & tarnen ta­
.malíter ídem» loqui falfum, & le peccatum non ell i ca con-
f n e n t i r i : nam mentit i cft, con­ Fummatum , nee fubijcitur poe­
tr a mentem iré > & di cere op~ ms eius» Mendatium autem non
.poficum eius, quod aliquis fen.- importar explicite animum fal-
*it . Loqui autem falfum eft d U Jkndi, fed implicité. Vnde l o -
cererem quae non eft : feu a l i - quens infolitudtne cotra men«
ter , ac eft. Vnde qui in re f a l­ tem , etiam mentitur j ut d o -
fum , exiftimat Vertim , profe- cet M. Joan ¿ S. Thoma.
rens illud, loquitur falf um , & 3. Suppono 3. Deum de f a -
non mentitur:cum non eac con­ _£to numquam locutum fuiffc
t r a mentem. In D eo tamen falfum Nec pofie loqui falfum,
utrumque eft idem : quia c o g - fuxta regulärem providentiam.
nofeit omnia uc funt , & non Hxc eft veritas Cath oli cs , fun -
ipoteft falfum ejtiftimare verú, damentumfide.i, & lumen natu-
лес verum falfum. Quare íi mea rali i t a certa , ut Ethnici eam
tiretur , loqueretur falfum; & fi cognofcevent, venerantes D eo -
loqueretur fa lf u m , mentiretur. rutn fuc-rum o rí c u la .u t infallí-
Homo aute,qm in re verum exi- bilia. Cuius ratio adducitur ab
.ftimat falfum, proferens illud, Ang. praecept. q. 16. d e v e r i t .
mrntttur. Etfi iuramento firmet afferente : In omnibus naturali-
illud , morcaliter p e c c a t : cum bus operibus , femper principia
Dctim adducat teftem mendacij futir permanencia , & immuta-
Vttuntamen M. Palanco ad - bilia , & reftitudinem :onfcr-
.vertit : talem non commmic- vancia : principia enim шдпе-
V 5-0 £)E FIDE.
r e o p o i r e r , u í d í c í t u r in r . p h y u jfotejl , habent prorfus: e^odlc«
non cni m poíícr etfe a l i q u a fir- M cn tiri non |oie/i. Ec S. Joa n.
m i r a s , vcl c ev ti c ud o ¡r. h i s , q « s C h n f . - f t . T o m . i . H o m . 1. d e
fu u á p r i n c i p i j j , oiii p r i n c i p i a Sybolo , cxplicans patticulam.
eflent f i r m i r c r í t a b i l i t a , Se Omnipotentem , dicic : g u id поя
i nde cft q u o d o m n i a m u t a b i l í a poteß ömnipotens ? fallt , fallereti
r c d u c . mt m ad a l i q n o d p r im u m rnentiri non poteft.
iinaiivbi.lc : Sí iudc cft > q u o d 5. Dices : Ergo non eftom«-
o m n i s fpecifica c o g n i t i o d e r i v a nipetens : cum hoc , 8c coofe-
tur ex a l i q i u c e r n í s i m a c o g n i - quenter omoia , notv pofsir·.’
t i o n e , circa quod error effe non Audi Ang. Do&orcm loc. cit,.
jo le f t . Tim . diccntcm. Refpondeo'. ex hoc
4. Goncli*íio í D eu s nec de eß omnipah n s , qtird fe ipfurrt ne-
potentia abfo'nra' potcÜ men­ gare по» po‘.e-fi. Vojfe enim deßetre-
tir!., ncc l o q u i f a ’ f u m , per fe, magis eft perlivan ad jmpoienliam >
nec .per aUum. C a t i f t j c ex D . qnia qnr.d aliquid d jiciaf d fuo efft
T h o m a : ur. 5. & ad Hvb. 6 lee. . tßper dibilücJeni w rtutis vroprij*.
4. >.1. B a ñ e z aífcrit : eííe de ti de & S.Amb. Hb. ö.Epiftobr.Epift.
vel fi k-i p v o x i m a m , A Í i j, a u rc m 37. Srddir. Jmpofsihile ißud по*
o p p o íi n ji n v a r i j s - C e n f u n s 110- infitm itati ; , fed v ir tu tis , & ЛТд-
t a nr . E i m illufr¡ a nte Sacra; P a ­ jeßatis eft. Rcipondtbis, haec fo-
g i n a , f i ^ i d e m nume^. a j . y. i$ . him probare : Dci:m non pofle
<1¡cirur.; /Ve» <(i Dan quqjfihomo, mentiri de lege oidmaria , St:
u t mentía fu r . &¿ J o a n . i 7> 17.. mendacio moraliter m a li t io f o :
fermo tauivitifastfi'·. Ec z . T i m . non quod non pofsit de poten-
2. v. 13. l i d ’H, perm anet, nega*· tia abfoluta , & nicndacio рггг»·
ve feip¡;i¡u non pofrft. D . T h p m a s cifl'o üb moraii maliti.'. Ptima
lee. 1. l-jfc ¿u fa n eji ípfa venta*: cvaHo eft fi ie fundamcnto,nanfi
qU£uceare fe n e n p o u f t . Ec S. atithoritaces alle^tae dicun-C:
D i o ' i . de D i v i o , noni. c a p . 3 . abfoUirc ^DiT-m , & li onmipo-
JVega ‘io fu i rjl n v í rítate profopfio, tenrem , non pofle n.errivi , &;
cjl '·(> coi qi;úd cft , ptolapjio. Dc&s ominpotetia tefpicit t uar D i a s
df> co , quod e j i , prohhi non poteft. potLft de potentia abioUtta·.
Ec A i h a n. l ib. de Iticaniat.· Imö aiTcrnnt;q(md П Dcusiren·«
V v . b i i;'q-íit: Abíardum efi, Deum tirerur non eilet omniprrtns,
¿j? fu i i ve/bis m ei.liri , nnn m im nec Dsus : & nulla eft in co p<>-
P cu ¡ (ffrr. Ec M. P. Si v a - tetia *bfoluta,ut non Tu Deus,,
lfi»t invenirc qiiid Ottinifottns no» ncc ornnipotcns.Sccutida ctiam,
TRACTATUS NOKUS
"eft, frivola nam mendacium ex nullum falfum flare pohfl , ¡Uui
genere fno eft ptfccarum,nec po- nec nan em fub tn lc , tiec malum
ttft cohoneftari a Deo:cuin op« fu b boniiate.
ponatur fummae v e r i t a t i , & vc- 7. Roboratur; in D e o om -
racicati Dei. Et licet poifet notl nis virtus eft ir.fiima , Sc fism-
efle peccatum, adhuc convince- roa , nil adnmtens fui cppoiiti:
renc prasdi&ae autho ri tat es , fed in Deo eft virtus vcracir.i-
Deum non poffc nientiri, quia tis iriclinamis in vevum , ?; in
id probant ex prima, & fumina locutionsm vcram: Erqo eft in-
vcritare D ; i j cui repugrut d i- finita,& fnmma , nil admitcris
cere Falfum , & mentiri. falfitacis , veritati oppofirr.
6. Prob, i . conc. ratione V n d é nec poteli me ntiri, nec
D . Thomsc arr. 3. Deus ncc de falfum loqui.Mai.eft certa,ideo
potcntia abfoluta poteft, quod q u é , quia eft fumme bonus,
eft contra eifentiam D e i ; fed nil admittit malitix. Min. c o n-
mentiri, & falfum loqui , eft ftat ex illo Joan. 3. v.3 3. i>ui$
contra efientiam Dei : Ergo. Deus verax tjl. & Rom. 3, v. 4.
Prob. min. Dcus t'ftprima , & Eft ctulcm Deus i>cr$x ; Omnis
fuauna veritas : fed mentiri, aufem homo mendax. D. Thomas
&c faifutn loqui , eft contra e f - lee. i . Secundum fe ifftim ejl in -
fe ltiam prims , & fummx ve- dejicienter verax. Corroboratut
r t ;tis : Ergo. Prob. min. Ds iicut in agendo regula propria
filcruia piim* , & fummae veri- naturae intelkfttialis eft dicU-
rstis eft, non pofic mentiri,nec me propria: confcientiaedc agé-
fuifum l o q u i : Ergo. prob. ant. dis : ita in Soquendo eft indi­
D e e (lentia prima:, & fumms cium proprium de loqucndis;
bonitatis eft, non pravc, fed fi Deus agéret contra dl<5u -
nec male agerc : E ’ »0· P«ob. men propriae confcienTi* de.
conf, Sicuc ma'itia opponitur agendis , pravé age ret : ideoq;
bonit.ui , ira i-i’ iiras veritati» lioc illi repugnat : Ergo fi lo-
fed : E ’ go . Conf. patec : CuiuS queretur contra iudicium pro-
r t*o tft; nam primum , & f n m - prium dc loquendis , ut eve-
nui n , & fummum in q u a l i b c C nit in mendatio , & faifa Io-
linea , i.il continct oppofitum cutione, pravc Icqucretur:idco
ta'is lines. Quaie conclndit qt*é ipíi repugnar.
M ft-'r , Vndh nihil po'eji 8. Confirma.tur : locutio
( 3di‘fc t:ib -i.l'.' , ftiji in quar.htm ex natura fu a eft inflituta , uc
ifAt fub vtritm e prirrtA s f:.b qua loquens loftiuat auduncetn de
rc
dh FIDE.
re ab illo fcita , & ab hcc ig- ufus exigentix , & infticutionis
norata, Sc ad cotmntmicandam principi-j, Sc licet Deus pofsic
ci nu ti tu m illius : fed ii Deus utrptincipio fupra , Sc contra
mciuiiccur , & loqueretur fa l- exigentiam e i u s ; non tarnen
fum j non ijftiueier ica audien- poteft ita uti excrcitio , & ufm
tcm , ncc communiearet ci no- talis exigenti*,qualis eft actio,'
titiam. veritatis , fed etrorem. Yerius autem eft : qüod Deus
Ergo cum Deus ncqueat ita non potcft uti principijs fupra,
agcre contra nacuracn loquert- & contra inftitutionem eorum;.
tis , nec inducere erroretn,nec fvdquod poteft refpondere e f -
potcft mentiri nec falfum loquL feftum illoTum, ut oppofitunfc
Refpondcbis : Quod cum Deus. caufet.Quarc , cum pueri p e r
fit author cuiuflibet natuiac,noa ignem babilonicum illceil a m·
tenctur conforroari inftitucio- b u l a b a n t , Deus non refrigera*
ni eius : com pofsit fupra > Sc. bat eosigne s fed fufpendebac
contra earn agere. Quare po . calefaftionem ignis· v ut illos
teil uti ignead infrigi.dandum* refrigeraret. Cum igitur locu-
& aqua ad calcfaciendmn. Ec tio iic a ä i o ita iuftiftena. 1 nott
fimiiitex potcrit uti locutioner poterit Deus ea uti adloquen—
ad dicendü faisUjSc mcntiendu. dum Calfum li c et poifet uti·
9. Gont, PermiiTo, quod principio locutionis , vel fuf.
Deus poflfct uti Principjjs fll- pendete effeftum eius«.
pra , &; contra inftitutionem 10. Et. licet uteretur igner
naturalem eorum ,. non tarnen, adrefrigeranducn,.non uteretur
sftionibus ; fed locutio non igne fecundtim propriä , & fpe-
eft p/inupiiun, fed a£tio ex fua. eialern naturauv, ac inftitutio­
i naturali communi« ncm , fed fecundüin rationem.
c a tiv j propr!* n o t i t i x , & ve~ comiisiifleni entis fubdirt- obe*
rirarfs cius : E rgo. Maior ex - dientialiter Deo : confeqnen-
ponirai· : nam licet Dens pofsie terque nec poflet uti locutione.
uti igne ad refrigerandum». fub piopria j. & fyec uli natu­
non vero call fa&ione : quia ra , ac itiftuutione ad; loqucn-
ignis eft principium caloris; dum fa’. lum ; fed dum Deus lo ■
calcf.idio autem eft a&io intro quicur „ utitur fic locutione;:
duftjva colon's , & non frigi- cum loq ua tu r , & ioqui fit p r .o -
dicatis. Cuius ractoeft : quia prla , fpecialis natura,ac in-
princip'u 11 dicit cxigentiam : ftituiio illius ; Ergo non portft.
aftio veto tft' excrcitinm } Sc uti ad iiU ad loquendum FaU
¡DE FIDE *n
fum.Vcrimtam«n>& fi-Deus p«»f- tuta , ut unus ortnififeb a l t c ú
fct uci piincipijs naturarutn proprium i en luía , & concept
iafciorum modo prjrdi&o, cum twin i & u t inter naturas intcU
natura eft pure phifica, & in t a ­ leékuales lit commercium , fide»
i l ulu ouila apparct iudecentia; litas , & f o c ic ta s : quod con»,
non veraprincipijs propria na­ íiltic in verbis , & in- veritat#
turae inccllt&ualis , & cum ap- veiboruvu i led m e n t i d , Sí l o ­
parcc : quarc prascepto inftiru- qui falfuai opponituí his: Ergo
t o ad intimandum bonnm & o r- min. pater. Siqnidem menda-
dinationem D i v i n a m , nequic cio>& locutio taifa cegicur pro-
titi ad przcipiendam malum,& ptius feofus» & conceptiis ; vi— ’ .
oppoiitum ordinationi D i v i - tiatur cale commercium ; deeft¿&-';·.
na: ; fed locutio eft proptiar na- fidelitas > & piocul abeft
Cura; intcllc&ualis-, & inftim- cktas..
t a ad communicandam pro- 12. Ncc dicas: mendacíun*
priam not-iciam , & vcricatem poíTe honeftari ex re¿to fínea'
rei ; % apparet indecentia in quem intendat D e a s , vel ha·,
ufueius ad-oppofitum: E rg o . mo ; ut quaeftus ceííet >aut alí -
it. Prob. 2. concluf. A&ib quod commodum le qua tur. SÍ
inoraliter mala repngnat D e o ; quidero non funt facienda ma ­
fed ment ir i, & loqui filfntn eft la , ut evensant bona ; 5¿ meu-
ftfdo moralitsi mala : Ergo, daciuni c:c genere fuo cíi ma­
rain, fatis conftat : nam omnis lum.Si fit petnicioium in m a t e ­
compos ration is apprehendit ria g r a v i , eft píccatum morta­
mendacium» uc nnpc , v i l e , & le . Si- in 1cvi-j. veníale. Si o f -
indecorum.Quare omnes.etiam ficiofum , aut- jocoíu¡n , etiajn·
pneri voce m<ntiris repu/ant.Vto- eft veníale. Perniciofum t f t i
bo sä & c omunicer nimis- offend! quod infetr alicui daninurrr.
turille >cui imputatur 5 ciqu£ Qffkiofum , quod fcíFcit exetr«
tribuitur, ut oifendatuT , verea- fationcm. jocüfom’j quod fie ÍQ
tur, & emtndetur ; ita ut men« joco Qaaequidem nunquam p o -
daxpa rvi pendarur , eciam in­ fiunt coliontftai i : cum mendaz
ter barbaras nationes. Proba­ ciuni ex genere fu o fie malumj
ter tamen : abuius lacutionis 5 c fo’ uín pofsit cohonuftari ex
eft actio moral iter ma’ta ; fed .bc>no line, opus indifferent.Vn-
m e n t i r i, & loqui falfum eft de jítnt ageve contra conlcicn·.
abufus locutionis : Ergo. prob. tiam ex nullo fine valet coho.-
mia. Locutio externa «ft iofti- nvftari i ira nec ioqiú corrcr4
* ? 4 . . . TRACTATUS NONUS,
p i o p r u m fcientiam : uccvcmc luta , poflct m e n i ir i , & falfutn
jn m c n d a c i o . Q^apropter re- loqui , periret firmitct ncftr«
prciicndendi func omnes ex re- fidei: & Deus non foret dignus,
étofine , fao vi d eri , mcnticn- ut il l¡ crcderemus certitudine
tes ¡ & quod peius cft muito- i n fa ll i b il i ; fed hoc maximum
ties intereflc mendacium gar- abfurdum non eftadmittendutn
r u la a te s : noirenim excufantur Ergojprob. mai. Firmitas , &
i culpa. Sermo namque cun&o- infallibilitas fidei nititiv; uftt-
rum dcbet efl'e :eft, e ji : non, non; monio D i v i n o ; fed (1 Deus po -
ut przceptuniEvangelic« pio- flec ita m e n ti r i , & falíum lo-
clamat. Imo in Concilio Later, q u i , eius teftimonium nobis
fub Leone X fef. 3. reprehen- non conftaret ut verum, firmü,
duécur miniftrí urentes rnenda- & infallibik : Ergo ; mai. eft
cijs, ut perfuadeant vircutem. certa : nam crediinus , quia
licet mentiri : ut declaration Deus ttftatur. Min, patet .nam
eft ab Innocent. X i . in propo- n;»de cnini fcircmus , D;um l o ­
fítionibus 26. & 27. damnatis. qui vcrum, & non mentiri, cum
13. Ncc Deus ex aliquo fi- loqueretur ? Nunc M. Aug. lib.
ne lionefto poteft indigere men de mendac. cap. ere -
d i c i o . Propterea cap. j . v . dendum eji iili : qui put.it aliyt.iv.
7. dicebat : Nmnqvid Dens indi - do efft menciendnnt ? Na*» forti
Z** veßro mendacio i Minus i 1- tunc m cntitur , quando frjtcipit ut
digebit proprio : máxime cum iili credamus r.quo admijfo , omnit
repugnec fummse veritatij& au- omnino difciplina fidei fubvertitur*
thoricatiDivinai. Quare Plato 15. Nec afferas : quod ut
2. de república d i x i t : quod credamus, Cat Is eft Deum de le­
quamvis mendacium interdmn ge ordinaria non pofle mentiri,
e£f;c utile homini , Doo tamen ncc loqni falfum , Nam unde
femper cft indignú.Qiiod etiam feire mus : D.:im loqui de lege
rcfert Clemens A!cx;Uid. lib. 6 . ‘ ordinaria , & o o n de potencia
ftromatum 8. s.6. N e c D í u s po. abfohtta ? Erii hac loqueretur,
teft difpenfare , uc rneridacinm & mendacium diceret , crede-
liceat : iiquidem non eft m a ­ rcmus mendatio. Q2pd ablic.
lum , quia prohibitum ; ubi Ec licet de fafto non diceret, (i
habet fecian difpenfatio : fed poflut dtcere mendacium; cum
prohibitum , quia malutn. nobib numqua m h o c conftaret,
14. P<ob. 3. conclufio : fi i n n firm iter non crcderemus.
Dens, c : u m ele potcotia a b f o - Sicut yropcere.a non credj¡ñus
DE FIDE.
firmitcr homíni loquentí. Sta* políce mentíri loquensper aiiít,
bilito iam , quod Deus non po- etiam loqueos per fejfed loques
teil m c nt ir i, nec loqui falfum per fe non poteft mentiri: Ergo
per fe ¡ videamus , quomodo nec per alium. Pi ob_mai. Quac
nec poteftper alium* Deus loquicur populo per aliú,
1 6. Ec conftat ex illo ad fivé per miuiíh os, per fe loqui-
He br. 6 ,v 1 3. Abra f}£ namquc pro - tur illi , five miniftris : Ergo.
fnjttem Deus quonhrn »eminent ha~ Anc.patec: Nam dicunr populo,
huit , per qutm juraret t majorem qua: Deus loquicur illis. Qoarc
juravit per femetipfum. Vbi Apof- Propheca: incipiunc loqui fie:
tolus refere pioivjifsionem fac- Hxc dicitDomin «i. Co rro bo ra t ur:
tamper Angelum Abrahac,& ju- #quod alicui non licet faceré per
ramcintum DeÍyaddens v. 18 ,V t fe, nec licec per alium; fed Deo
fe r ditas res immobiUssquib»s impaf- non licetper fe'mentiri: Ergó
Jibile ejl mentiri Deum,crc. Vide nec per alium. Mai.. conftae ex
A t. ant* num. 8..Sed D"eus pro- l e g e i . $ . i . ff.de a-mioiít.rcium.
mif$ic»&tocutus fuit per Ange- 1 9. ConfLmarur : Menda-
lurtijut patetGen,2 2.v.íó.Eigo.. ciuroj at que omnis a£Uomora¡-
17. Prob. Rations: Locutio licer mala,tribuicur cauf* vo ’ú-
D-.:i per aliura nempe, per m i ­ taria? ir.fluenti·, & coníiliantij
niaros , arque eft fundamentum fed Deus uc caufa voluntaria
fidei , ac locutio per fe ipfum; iufLícns , & confilians concurrí í
fid fund amentum fidei. nequic in locucioncm miniftrorum :
cfl'e metidacinm 9 nec falfum: Ergo fi ha?c pofílt cíll· menda-
Ergo.Mai.conftar:Nam lides di* cimr. , & moraliter mala , Deo
citur fundara fu per fundamentkm tribueretur ; quod repugna t. Ec
Apcflolon/m t er Prophetarurrt. Ec porius cribueretnr D e o , quán*
ratio efl: : nana corum locutio miniftris: nam tff-w’ñu-s porius
potíu$ cft Deijcumloquatnr per tribuirur caula? principal], qtta-
eos : fiquidem in Symbolo d ic i - lis efi’c t Deus, qnain inftrunien—
tur : Qui loctiittt efl fer Prophetas. talí, uc funt minühi.
Et Lacx i.v. 70. Sicut locutus efl 20. Piara rcftimop.iu adna-
per os S-wfiirnHt. Et Matr.· 10. v. cunr contra concUiítoncm.Nam
1 o. Non errim vos efiis qur loquimi- Ezeclilel. in.v.o..'licirur,fJ/ Pro-
v ije d [piritas Patris vejlri , qt/i Jo- phcfa cttm erraverit,<T loathts fue-
q'iitut in vof>/¿.Min.patet:cum Gt ritvctbiim : Ev?o Dominus dtcepi
¿irmum,& infallibiie. prophefam Mam. lUtp. autfiü:
18. lloboratur : Si Deus quod in hoc loco , Sífí.nilibus
Bb 2 facer
t9* TR A C T A T U 5 N O N U S, '
facer rexEUS loquitur in fenfn rat fubm rfionem fui.ilt fufc cbni 9
pertmfsivo. Qo_a(idicat D o m i ­ m inatio propter peccatiun n*·
nus: permifsi ei errrare.Non in Yium , fubconditione fu s ooift
i i g o r o f o , & p o f s i t i v o , ita uc ctnendacionis:F,c quia emenda»
Deus caufec errorem,& aliquem ti fu nt, civitas non cft fu b ve r- .
deeipiat. Dum anrem Joan. i .v. f a ; nec quid falli, aut mendaeiji
21 . Baptifta interrogatus : Elias evenit.CumautemGin.x7.vMi?.
es tu? diiut: Netifum . Et Chrillus Dixie Jacob : Ego fum frimogenim
a li o l o c o , arferuic : Joannes itfe tus tum Efciu ; 0c cum reverá efics
eft Elias ; loquuntur in diverfo Jacob, videtur loqui falfutnpa»
fenfu : nam Baptifta dicit:quod cri fuo Ifaac : Intelligendus eft
non eft Elias in perfonaj&Chrif«. de primogenitura in jure: narra
tus:quod eft Elias in fpicicu; ut Ang.Mag.i.2.q.roo.Art.4,ad j ,
exponit S,Greg-.hom-7.in Eväg. ait: Jus autem frimo^eniturs debe-
Cum v e r d lf a i, ¿ S .v . i . D ixi e batur Jacob ex divina, ekäione:
D cus per Prophetä reglEzechi*: fectinduiit : ftcunduw illud Mi/.ic.
Diffone domui tU£ , quia morietit 1. Jacob d ile x i , Ejau autem odi9
itft er non vincs j & tarnen tune habui.
non eft mortuns, fed ejus vl t* »2. Supereft alius difficilis
iuic quin decim annis prolon- locus : iiquidem Gen. 4?. v. 1 0 j
g a t a : Satiifacic D.Thomas ibi, JacobfpirituDsimotns,congre·» '
j& adHebr, 6 .1e A. 4 .dicens:Z7«mj· gavie filios fti os, 8c annuncians
aus. aliquando fronunciat aliquid eis ventura,dixit: N w auferetut,
fecundum quod exigii ordo , er p rt- fctplrum de j u d i , <?d¡¿x de fem o·
cejfus rerunt. Habebat tnim curfus re eju s, donee venial qui ntittendut
i ’ifirmitz ti/,quad ex ilhtnoreretur. eft. Nunc D.ThornAs:Zá eßGbrifr
In qvo fenfu locutio przd i&a tu s. Quod canten non cft imple «1
fqicver*. Deus autem lacrymis tum : nam poftquam populas
Ezcchia:, Sc pvsecibus Ifaix mo- Ifrael egeeifus eft de Egypco , 8c
ciis , ucens fnapoiencia abfolu- acccpic legem, guberiutus fuic
ta,dics fuper dies Regis adjecit; per Principes, ScGubernatores;
ut a i tS.D ocior referens hoc die - quorum aliqui difti funt duces;
tum D a vi d is . ut M o y ie s , 5c Jofue , qui guber«
ft t. I l l u d Jon« 3. V.4. Adhitc natores ; quorum aliqui. didfci
rjväd dies,& N inive fubver- funt du ccíjucMoyfes, 8c Jofué,1
tetu r; & catr.en non «f: fubverfa: qui gubernaruat fexaginta fe s
clixic Dominus, a k D. Thomas annis, & neuter crac de T ri bu
gd Hcb,öileä:.4,^»:ii ippimefue- Juda: Moyfcscniin erat de T r i -
DE FIDE; s j7
&q l e v ! * & Jo fue de Tribu Auguftinutn aííerctttem : No¿
£phraim.Ex inde uíque Saulem» omne,quod fítfgimut, mendacium ip-
ípacio trecentorum annt¡orum,& fed qmwdo id fingimus quod nihít
«¿nplius, Judices obtinuerunc í i g m f k a t , tune cft mendacium«
priacipacuin i qai cum eifent Cum autem fiótio noftra refer í
quin decim , foli O t h o n í e l » & tur ad aliquatnfignificationcnr/
Abefam fuerunc de Tribu Jud¿. non eft mendacium , fed aliqua
Poftea peevcaic dominium ad figura veritatis;:Sic ergoDamt·
Reges ; quorum primas Saul ñus in Evangelio finxie fe lon-
fuit de Tribu Benjamin. Poll: gius iré » quia compofuit m o -
i i Ití m un&us c.ft mRegemDavid, ttim fuu.n quaíi volentíslougíits
qui jam erac de J u d á ; in qua irc » ad aliud figurarive íignifi'-
Tribu dignicasregía perferera- candum, fcilicec , quod ipfe ab
vic per anuos 475. ufqué ad eorum líde longe e r a t , uc Greg·
captivirarem 3 abilonis.Ec poft dicit. Vel ut Auguft. dicit, quia
hanc, Se redicum Hibreorum ad enm longiásrcceíTurus eífcc af*
pacriain f ufqué ad Herodem, Cendetldo ín Coelum » Per bófpi-
permaníic gubernium per 520. taliiatem quodam modo dethebalut
annos apud Sacerdotes » qui irttcrra.Pto authoritatibus aute
fimul eranc Reges; fie fucrunt de interprctandis.pr* ocnlis habe -
Tribu Levi :nsm de judá tiullus dum eft: quodfí obje&io incen­
altari prafto fuit.ut aic S.Paulus die : Deuin voluiíTe, prxce-
ad Hebr.7. Pro quo fufficiat re­ pilTe,aut coQÍtliaflc mendacium;
feree D. TUomaai aflereneem: non fun.t intclligendsc in fenfti
Iníelligendum sji , quod rtgwm pofs tciv o, fed permifsivo:quia
ptñditstm iit Tv¡b№'fad(lt rt9n (túfe­ aliquibus permifsie illud. Cum
te tur populó Ittdako , dontc venia( verdintendie tribuereDeo alia
Cbrijtitr. Licet cnim ad ttmywfttc- repugnancia ; inteUigenda: fuñe
vit de fado ittlttfolnhtm, mn iamen in fenfu metaphorico, Se non in
fu tí ufqtte ad Chrijlam totaliier rigorofo.
abUium , ñeque -unquirn ttfqui a i 14. Arg. i . D c u s í n nacura
Chrijium jure perdilum, humana potefi: me ncir i: Ergo*
г } . Tándem Ang. Mag>». 2.’ Prob.anc.Deus in natura huma­
q .i t t . A r t . i . f i b i objicic: Si mu- na poce (l mori:Ergo.Ant.paret:
lacio proprié eft mendacium; Nam Chriftus verusDcns,í¿ ho -
fed Chriftus Doniinus fimula- m7,mortuus eft.Prob.cóf. Sicuo
t í c , cum L ucsulc. Finxitfe Ion- mendacium cpponitur fuminas
giui ir é : Ergo Deus mentiri [>o. veritati, ica mors fummx v?tx;
tcft.Bc pro rcfponfione refere D . fed:Ereo. Refo- n2"fl CftnT OíT-
198 TRACTATUS NONUS,
Ci imen iß.-quia mors eft malum tibusjcoac.anr. Prafticis, & ne-
phyfi cum , & naturae; non indu- cíífa.iijs, negó ant,Sc conf. Cum
c^ns indi'centiam. Mendacium enim Ciniftus Dominus confti -
Surem eft malum morale.&pcc- tutus fuerit judex vivorum , Sc
caminofum ; tiibukurque diri- mortuotum,licet ut homo igno-
genti, & gubemanti operatio­ raverit , vel nelcicrit veritates
ns?.: quod in Chrifto Domino fpeculativas plurium pofsibi-
cil fup^ofitum divinumjeni indc linm , ad nihilum <.i conducen­
cec , & repugnat. Propterea tes, fiouidem non erant exami­
C'.riftus Dominus eft ineriofece nando , nec ab eo judicaudrj
iinpeccabilis,& ii ut homo mor­ fcivit autem omnts veritates
t a l s fu;rir. p r a & i c a s , quarum noticia pro
.25. Cont. Chriftus D o m i­ tali judicio erat neceffaria;
nus potim mentiri mendacio, nullamquc ignoravit. Cumqué
quod ngn t-ffec malum morale,' force-necciTarium ad hoc , fcire
nec in decens; goeriam Deus mendacium eife peccatum, cum
in natura hun-ana. Prcb. ant. ipfum ßc judicatu*u5,& fit veri-
Meridacium non peccaminofum - t a s p r a d i c a : ideo non potuic
non cft malum morale,nec inde- ignorare illud. Qiiid mirum!
cens; fed Chriftus potuic menti­ Nec in nobis poteft eíf; ignoran
ri mendacio non peccaminofo: tía invincibilis de hocrcum ma-
Eigo.Prob.min.Chriftus,uc ho­ litia mendacij per fe nota fir.
mo, potnit habere ignorantiam Nec ex tali ignorantia veritatis
de e o 3qnod mendacium fit pec- fpeculatiya? infertur , quod fic
‘catiim; fed eo ipfopptuit men­ pofsibilis in illö error,nee faifa
tis! mendacio non peccamino­ locutio:quia non qua¡lib;t igno
fo: ilrgo.Min.patet: Nam cnm rancia eft error : cum error a li-
tali ignorantia merdacinm non quid ad lat ignorantia. Quare
forer peccaminofum.Prob.mai. Ang.rrarcept. q. 3, de mato A r.
'Chriftus, ut homo , de fa ¿to 7. dicir : Error efl approlare faifa
habnit ignorantiam de pluribus veris , unde addit aítmn
vci ita tibtis: Ergo. Ant. co.nftat qiiem'dam foper ignorantiamj
Ttaö.dcTncarnat.Nam ut homo poteft enim dari ignorantia
cognovit omnes vericatescon·» fine eo, quod aliquis de ignotis
‘dncentcs ad munns Redempto- fer.tentiam ferat,& tunccft igno
ris , & it· p re mi judicis ; & ncn rans fed non errans.Sed quando
alias pofsibi!?s,r*6 uVticentcr. jamfi!r,Lm fententiam fert de
26. Refp.d'ft.«nt. Specisla- his , qus nefeie. tune nroprie
t i v i s , & ipfi ad nihil couJuccn- divitm errare. Et quia pcccatu
DE FIDE. *99
In a£tu confiftic, error manitcftc care m?ndaci;iin : Er g o . Prob.
habet rationem pe c c ac i, non a a c . Nul l a a & i o eft m o r a l i t s c
cnim eft abfque przilutnptione, n u l a , nec indecens,nifi quia tft
quod a lib is de ignorntis fentenfatn c o n t r a v o i u m a t e m , 8c legem
ferat. D e i ; l i d Deus poteft f uf pe n de ·
27. Arg.a.Poteft D easface- re vo lnn ta tem , & legem ip'kts:
re,dicere,& loqui puriiicatum a Er go. R t f p . d i f t . tnai. Ec
malitia, honeftum,& laudabile; fempcr liberatn.ncgo i ni i. L i b ; -
fed mendacium poteft in aliquo ram, auc naturalcm , Si n c c v i f i -
cafu efle purifieacum a malitia, r i i m ,co i! c .ai a i . & J i ¡i. m i n. Li bc -
hontfhim , & laudabile : E g o . raitt, conc. ntin. N it ur .i l cm , Sc
Prob. inia. Exodi i. Laudancur neccrfai iam , nego mi u Sc conf.
©bite trices Egypti,quiaPliarao- Sicuc enim voluntas l i b e r a D e i ,
nem decipientes , fervaverunt & lex in ea fundaca, lib-'i c piae-
pueros Hebraorum : Ec Judith cipic, aut p r o h i b i t ali qui d ; ita
cap. 15. quia decepit H^lofer- poteft fufpenderc pra:ceptum,&
nem :E: R a a b a d H cb r. i 1. quia p ro hi bi tione m illius : E : f i c p u ­
occultavic exploracores ; fed r i f i c a n ' á mali ci a , h o n . f t i r i , &
hocvidevur mendacium,i:a pu- fieri laudabil e. N a t u r a l i s a u t é ,
rificacum , honcftum , & lauda­ & neceiTum non poteft : na m
bile : Ergo. Refp. admitco prac- p r s c i p i t , & p ro hi bc r , q uo d ex
diftos cafus; in quibus, Sc fimi- natura fua d e b i t f ieri,aut debcc
libus fortaiis non f«ic menda­ non fieri, Cutiiquc mendaciucn
cium , fed legitima veritatis hac lege fit pro hi bi t um : quia
fimulatio 1 laude dignifsima, D e u s v o lú n ta t e nacurai i , &
propter commodum fpiritualc neceflaria di li gi c fc , fua nctri-
exinde fecutum. Si autem intcr- b u ta , & cunfta fia neccflirió
veniilec aliquod meudacmm, conveni enci a ; itaquc prohibec
laus pradi&a non foret propcer o m ni a ipfis o p p ol it a: cum ei
iliud , fed propter intent! onem d i fpl ice anr , ficnt difplic^t m e n ­
benc faciendi, fervando pueros da ci um , uc oppoficum fumrn®
Hebrxos , Cives Bethul ix , Sc v e r i t a t ! , & fciciitiat D e i : i deo
exploratores Jcricd. Vnde ibi, non poteft fufpenderc p r o h i b i -
ncc alibi, mcndacium nunquam t io n em ejus , nec cohon-.ft.irc
eft ica purificatum, honcftum, i l l u d . N s c f>b e f t : qa od-Dcus ad
nec laudabile. c x r r a m l vnlt , nec o d it necí (Ti ­
Cent. Deus non folum rio. N:;m eft vcrum de r.ecefsi-
poteft fimulare veritatcm , fed i'3cc quo ad eTterciciiim ; qtiia
ct u t n ica purificarc , & houef- fi;ut lí bet e cxilVlt,Uberc eft v o -
tóo TRACTATUS n o n u s ,
lictmi, ve! odio habit mn ¿ D eo ; l o g i : nam hoc repagtttt estpáh?:
non quo a i fpeciiicatiooctn: fic tc fafti: cum non pofsic honef-
enim aeceil'ario odit mendaciu, t a r i , ut qui( contra rationem
& pe c c at u m : nam ex fuppofi- re&am , Dcum odiat , alienum,
tionc,qnod exiftat, u ó u ií i o d i o auferat, 3c fuá volúntate h o m i -
habetur á Deo. netn occidat. Proquo refere lu­
29. Cont. D a i s etiam po­ minaria magna* SS.Anguftinum,'
teft fufpendere fuam volunta- & Thomam. Dcinde afsignat
tem, & legem naturalem, & ne- duas tabulas Decalogi. Piima
ccfl'ariam: Ergo.Prob.ant. Deus ccntinct tria pr<ecepta,ad hono
per talem voluntatem, & legem rem Dci pertinentia. Secunda
prohibit fattum, & homicidiu; feptem , ad utilitatem proximi
fed potcft fufpendere prohibí» fpedantia. In praeceptis prim*
ttonem hirti,& homicidij;Ergo tabula; nullatenus poteft Deus
Prob.min. D;us pia:cepit ifrac- difpcnfarc , nec oppofitum c o -
litjSjiit in egrcffu Egypti deprz- honcilare; cum nunquam pofsic
darcnt vafa Egyptiorurn ; & ciTc licitum edinm D e i , peiju-
Abrahac,ut occiderct filiumiimo rarc fanftum nomen ejus,& fef-
& Ofcae, tit acciperet muliercm ta non fan&ificarc. Nec in p r * -
formcariam ; fed hoc videtur, ccpcis fecundx tabula formali­
fufpendere prohibitioncm fur- ter perftverantibus valet d i f ­
«íj&homicidij, arqué fornica- penfare, nec cohoneftare oppo-
tí oni sám o &pracipere furtum, íicum illorum : ut quod liceac
homicidium , fnic¡dium,& for­ au&rre ali enum , ut alienum
me .itionem ; Ergo. inuito Domino. Veruntamen
30. Refp.dift.min.Si mate­ poteft mutjre materia meorum,
ria? taüum non varientur, conc. in qua formale prsccpti non
jnii», Eis variatis, nego min. & perfeveret ; & tune oppofitmn
c o n f Maxima difficultas, fciru erit honeftum , & licitum : non
digna, pra?fcrtur maoibus. Exa- per difpenfationem rigerofat»,
minacur M.Parra, Trait. 2. de fed per mutatienem in mate-
legib.q. 2. Art. 5 . «bi inquirir: ríam , qux non eft prohibita.
Vtrnm Deus pofsit difpenfare evenir in cafibus allegatis: r.am
prsccpta ’ egls natnralis ? Et cutaDcusfit Dominus vira:, Sc
tefolvit : <;uod nec de potentia omnium; & pofsit fua voir.nta-
abfoluta potcft difpeniare in te privare hominem vita , d i v i -
pr incipijs communifsimis legis tijs, 3 t uxore ; etiam poteft , uC
»atura! is,ncc inpr*ccj>tisDcca- fccit ia p.icdrftis , hoc exequi
DE FIDE. iO l
per-sUum i ica ut hie privet ho» ne defc&ujnon tamen crim iiio^
aii-nem vica, accipiat,& appro- quale eflet pradi&um. Nec tacti
prict fibi ipolja cjus , Sc ingre- proniifsione,potcftD^us n6 iin*
diacur ad vxorem alter u j s , vt plere promiflum : quia licet fit
Cum :quia iic nec -ft hotnici- liber in protnictcndo,ex fuppo-
dium , nec fiuuitn , ncc adulte- fitione piomifsionis , -tenet it c
riam : cum at'.ferae vitam qui implere > ne vctbum Dei fall;'!-
po:elt; vc cum iudtx iubec reum cetnr ; quod non traniibic , & fi
fufpendi : accipic fpolia fua , & Ccelum,& terra tranfircnt:vt ait
jam acccdat ad fuam, & non ad Evang. Math.2^,v. 35.
ft)rena<n. Q^arc ifia elir* non 53 Arg. 3. Probabile efts,
ft! abjnrur, fed accipicbam b o ­ Deum potfe loqui amphibologi-
na fua,ex Egyptiis per deum ad ce> fed probabile eft, locutionc
illos cranfUta. Nec Abrahanuis amphibologicatn cfle menda-
commicebat homicidium in ne- cium : E' go probabile erir,Dea
ce hlijjied cxequabatur volun- pofle menriri , & loqui falfunK
taccw Dei.Ncc Gleas ingredie- Refp. dift. tnaj. Et comprobabi-
batariam ad fornicariam , Sc le , nego mai. ;E t non com pro-
voco. e m alter ins , fed ad fuam. babi!e,conc. mai.& fic dift.miri.
Pro quado&rina adducit quo- nego conf. V t aliqua conclufio
qui B. A!b. Herveum, Vi&ori-a, iic probabiiis, Sc vt taH's legiti­
Gonetum, Sc alios. me inferatur ex p r c m i fs i s , d e ­
31 E;iim veto addit: cfle a- bi t vtraque prcmifla cfle prc>-.
Jaqtu prxcepta fecund* tabular, babilis, &comprobabilis,feu f?·^
in quibus Dens non pottft hoc rnul probabiHs,& abeodcni ad-
facere:Cajus modi eft,quod pro­ mifsibilts. Cum quc duplex a f -
hibit mendacium, & fatfum cc- fignata talis non lit : Nam qui
ftimoninm : nasi hssc non pof- concedit vnam , negat aliam:
funt non effe contra Deum, qui ided Deum pofle meritin' no eft
cit prima, & fumma veritas , Sc probabile. Sicnc probabilee ft,
veracitasj & nullacenus poflunc dari fcientiam mediam : cum
purificari a malitia. Hoc cciam earn propugnet fua Scola. Ec
conftit iii SS. Aug. & Thom. Sc probabile eft, fcienc iam mediam
in alijs plurimis. Nec drcas: Coliere libertatem Dci;cum hoc
D:ns poteft prodticere· quodli- afiiimet Thomiftica, Et qnia
b'.t rcrbaui ad excra : Ergo etia vttnnique probabili non eft c o -
mendofu.n i &c tilfu'.n. Nam fo- probabile ; non eft probabile
Him poteft produccrc vcrum fi­ auferre libel tarerrl a Deo.
Ec 32
201 TRACTATVS NON VS,
33 Vero in enim v e t ó , quia qut conciliator aflerendo ; for c i
©biedio connotar dc ¿trinas cucn locuciofit fatis fenfibitis,vc
morales, aliqua proficua addu- pro feniu d i d o a c c ip i a t u r . ■
cctnus. Anphibologia. narnque 34 Etiam fit»G intcrrogatus
eft locutio ienftis ambigui >ad- iaconfefsione : an commileric
mittit varias lignificaciones, & tale peccatum,dicat: non c o m ­
dubitatur pro qua prpieracur. ini li ; fi poft vltimam conkf>io-
Pored aucem fieri quadtuplici- ncm nonxoaimiferie illud, licet
tci. Primó,cum vetba aequaliter antea conunifilfcc : q a ia tnter-
poilunt accr'pipro qualibetfig- rogacio eft de peccaco non con*
nifkauone. Vc dum dicicur dtix, fclVo. Ec quando reus interroga-
poteft ita accipi pro Duct titu- tus non legitime, ncgat delidúr
lari, & pro [>uce niilitiai. Sctú- quia refponlio rei elt de legit i­
do, cum magis pt opi ie inclinas me interiogacis. Ec cum.Con-
in vnam, quám in aliam. Vc vi - fciTarnis interrogatus : an i pe­
di leintm, tnagis proprié intelli. nitente audierit deli£ta(rcfpon-
girm de vero leone,quám dc ho. det: non audivi. Nam fenfuscftt
mine irato. Terció,cum ex func non audivi vc h o m o , licet vc
determinata ad vnam » fed ex minifter audiviflet. Et cum ref-,
/liodo preferendi verba , deter- poüdet limit iter incerrogatus dc
niinantur ad oppoiuam. Vt pa- fecreco,& occultis, quxnon d e -
tet in locutione irónica. Quar­ bent pandi. M. Sotu·.>loc. cir.
to , cum ex circunftantijs fenfi- fiatuit: poffe vri amphibologijs,
biiibus, aut ex adione externa, & xquivocatione verborum, dú.
dctcrminantut ad aliam. V t c ú njodo.habeant ienfum relamm,
interrogaros : .an Pecvus illiic aut fimiiem , quo citiá menda­
tranikritj.mitens manum in ma­ cium proferri pofsint. P·. o quo
nic.■un, teipondet : hue non t i á » refere M.P. Aug, exponentem il­
livit. Sicnt refettde S .P .N .F .á - lud G j i-i. i. die obfecru, quod for of
cifeo interrogato de fute ; licet mea fi¡,áic<n\áo : A liu d effe vt·runt,
M. Sctns in r e k d . de racione cflate : aliud vero mentiri..
teg. & deceg. fee return memb. 35 M. Palanco, ti ad.de F i ­
3>q. cafnm oeget,& d i c a t : ta- de, d i f y . 2.q. t. d(>cet cum com-
lem lefponiioncm riferti ad lo­ mu.iiDoéto!um:elíc licitas prsc-
cum,de quo intcrrogatur. Cum did as ampbibologia^ m o d o e x -
anttm A/}, frequenter admit- plicaco ; eifqne pofle P e u m vti.
tanc talcm locutionem, vt lici- Quod fatís.conftat ex Sacris lits
tam,vtieftrtM.Palancofvmina- tetís : Niun Chriftus Dominu-
iütett
D E FID E . # ¿0*
interrogatos de di«.iadicij,tcf-. mcntali.' LocutioTjem namquó
pondic Marci 13. v.. 3a. De die' ^mphibologicam ín primo len»
au fern illo, vci kora »emo feit, ñeque fu eiTe mendacium , oon eft pro*
Angelt in Coeh,neque Filiusfnifi Pa« habile; fed in fecundo; & in tfto
ftr. Cum tarnen ictret iltum ip^ eit quoque certum. Nec adinic-
fc Chi illas,qui cft.Filiusjnon ad tentes probabile , primam a m ·
nianifíftandum pro tue, vc quas- phibologiam eile men-oflam»
rebanc D i f a p u l i , fed fuo tem­ admittenr probabile, polTe D a i
pore. In quo fenfu vfus f’uit a m· vtj illa. Vnde vtrumqué non efb
phibologta, vc pro tuoc vericas probabile, Sc comprobabile. Ec
celarctur. Cujus finis rationem licec locticione ampbibologica·
prarbent PP. Salm. hie. num. 28. in D eo admitía , pofsiur tvomi*·
Vt magniiieetur Dei Majeftas, nes decipii eft defs&u ipforum,
celcnturfecr-eta myfteria,& ex- non reété percipientium illam:
cirentur fideles , vt orantes , & non quia Deus»aut talis locucia
meditantes die.,ac node pro in- intendac deceptionem : Cum
daganda verträte , rccurram ad piaccisé velit celare vetitaterri»
SS. PP. & Sacros DD. Praeterea & fub ambiguo eam relinquere-
alia noininatur ab aliacnibus ■Qiiod,8c non aliud, fi e ve ni t,i n-
amphibüU’gia; qiiäe reverá talis tcudit in cafu relato S.P.N.Ftá-
non elx, fed ¿uiré rcftiiftio men­ cifeus; & S. Achanafius, du 11 fe-
talis : cum veiba ex fe habent qoarrentibtis d i x i t : h t-
vnum fcnfuiv),& reddunt alium, bifl dthanaßus. Nec vlla cx caufa
fupetaddito aiiquo verbo men­ licet t a k m deceptionem inten-
tal! , & non expHcato leníibüi- derejquidquid dixeric P.Sendin.
t e r . V r fi quis dicat: non come­ Proquo vid. M.Ioan.á S.Thom.
dí ¡ intelligitur , iejunum eífe. & Palanco.
Ec addito verbo mentali pifeesy 37 Arg.4. Deus obligat ho«.
fucit fenfum diverfum. H i c a u - mtnes!fequi confcientiam invin.
tem modus loquendi repugnat cibtliter eironeamjfed in hac eft
Deo; &e ft illicicus, &damnatus mcndacium : Ergo irc inentitur
á SS. Innocent.XI. Propofitionc per fe, vel per alium. Major eft
vigefsima fexta» communis cum D. Thom. Nan*
36 Exquibus conftat : foreconfcientia invincibiliter erró­
probabile, immö certum , pofle nea de operatione debita o bl i­
Deum loqui amphibologice in gat j quam non fequi in mate-
fenfu vetó, á nebis explicato;nó lia g r a v i , (.ft peccarum mortale.
autem in relato , & i e f t u & i v o Mia. conftat; alfundt effetveta,
Ec 2 &
•a04 TRACTATUS NONUS,
& certa. Conf. patet;Nam vulr, ab ad m iu ti o ne : Nam tníiacu*
<Jicic,facit>vcl difponic furi ea, )um d ic i r u r , quafi admiration«
ad qnar obligar homines. plenum. Viidc qux fjunc á D e a ,
58 Rcfp.dift, roai. Obligar praeter caufas nobi notas,dicun-
peí fe, negó ruai, Peraccidens, tur miracula. Hinc D . Thotn.i..
cor.t. mai. 8í niin. &.negoconf,. p.q.io^.art.7. ait *ic miraculo;
Aiiquiti cbliga^per-fe, cj.im.ta- H d et caufcmjirnpliciitr , Z7 crnnt*
tionc foi pracjpitur. Per acci- hm oculttm. Et q. 1 1 4 .a u .4. M i-
dc!)s>cum racione alterius.Deus tattílum pteprii aicitnr^uod jii f.
autem non praccipir fequelam ttr ordincm totius naUiíA creatx«..
confcicn-tise invintibiütcr erró­ Mitaculum large, quodexcedit hu-
nea; racione fui: alias non pc-íTwt mar.am faeullaitm , cr con/ideratio-
deponi, &iudifpcnfabiliter de- tiem. Et q»i 05 .ait.8. D h i tur illi­
bcrct fequijfcd rarione.altcrius: quid miraculunt per cowparatiencuy
quia iisbít , nc facíamos quod ad facultatcm natui*,quam ex-
iudicciiius rnalú , & concra Dtú. cedic. Excedic autem aliquitl·
Quod evenir in confcicttia in- facultaren) »atinas ti iplitite r..
vincibiliter errónea , fudicante Quantum ad ftibítantiam füéüV
«nalum,&contra Dcum,quod in Sicuc quod duo corpora ílnt fi­
ie non cft tale : qusratíone ca­ na ul , vcl quod Sol rettocedar.'
lis prscepti,<podboiunn cft,ita Quantum ad id,in quo ¿ir. Sicus·
per accidens obligac homines. fufeitatio moituoium. Quanta*
Ex hoc autem nó fcqniuuiquod ad modum>& ordiin m facicndi.
Deus vc)ic mendacium materia- Sicut cum aliquis Íub;ró/)fí"w;r«
Icj cum íioc advettentiafít in ea íhtan Divjntm afclreairatur.
indufiMn : qiua 31011 ift médium 2 Nec tft idtm ii/í: 1:ití , £c<
per ie, Icd per accidens ibí con- mi:CiCnU.m : Nam mmtciiUun-·
í u i ’ Ln«. Nec in ea odcíVíoíma- w c e d it cn¡Riui faculratcm na-
Hrcr ni'.ndacium : Cum non cat tni x ; nec peteft percipi vhibus-
contra mentcm > fed ita fit in alicujus naturas Mirimi autem ■
jíícr,tv,']ucd pi opoiiit vc venina, non cxccdit- ita natuiam, fed·
Jiccl in i c fit falfum. capttim aliquoitini. Q ua rc a rt.
ARTICVI.VS V. 7. a Herir : Si!i\uid cft minrn «ni,·
m r A Í D£VS P CSfl TP/i TR' AKB· qmd r.sn tj) ihirum oltctj. SiciiC
ftiirjtulíi in confia matiotian cc!i¡ íim Soiis miratur irfticus,.
f v ¡ £ dtftrirtX. non «iitem Aftrologus. Et
J ^ ^ T 'O T O : quod nomen 115. art. i . d i c i t d e miracidís;·
m im ulH m f u m i iu t Sda virtuie Divina fieripvf/imt. Et>
DE FlDE* 265
d o c c t : creaturas foliun vt in* omnium.cum D .T h o m A D .A ib .
flruroentum, & vittute Dei pa ­ & prob.racione : R e p u gn ar , Dc ú
rrare «macula ¡ quorum,.caufa c o n c d l a i i , & tcliificari falfajn
principalis etl Deus, q u ifa it m i· d c d i i n a m i fed parrare mi racu­
rabilia folus, vt dicicur P Í . 7 1 . v. la in cont irmat ioncm per fe faU
& i . 2 . q . 178. ait. í.in qui d: f x d c & i i n s , cííet c cnti fta ri , &
JVect'jjt rjt, íjticd firm o pr alatlis con» t t Ü i f k a r i ilkuu : Ergo Mai. eft
fírm etut ad he c. ijiiod crtdibilis jicif, cciCa:i)am cílcc cefíis f alfus,aut
Hoc antcm ji? per of-tratiorem mirct· teftis í’alf® dedrina?. Min, c on-
cu lo ru m , ¡ctunctuw ilittd A h í ct vi f , f t a t e x i l l c a b Hí'b. 2. v. 3. v b i
E t fcrin uncm confirman te, fe qa cxri- Apoftclu* icribit de falure f p i -
h u sjlg n ii. En doótrinam jcu-. 1 iruali: iOve-cum initium atccpifftt
lis totiiirmacatn. enetrari p(r Domwuru ab cii¡i¡ui c.h-
5 Advwito autem : Qucd ákrtmt , in 1:0i confetMta cjlycen·
doftiina poteft peí fe,&per ac- tíjhhtc Deo f.gnih o" portenlis,
cidens confirman' miratuüs.Pcr TJi qm. l c ó . 1. Tiftimosiu!» cíl per
fe : cum Deus facic mitaiuHun loqiwLttv ■ ; ¡oaín /.1 efi Jignum fnijíbi -
ex intencione corfiimandi do- le : D an auhm di;p¡:6i fync [enf ili­
&i ioam. Per accidens : tun¡ fa- lí (cu!(fjlits (ji , fct'ticcl fflilCXuliii
eit ex alia intencione ; minifter· GrFoms Spiritia S.infti . Et c . 6 . d e
tair.cn veitur miraculo, vt fuam potenr. ait . 5. r tp eti t. Cfctaifo*
dedrinam coijfnmer. Vc cuín miraatlofc,e¡j yicddM}! Divirm m te-
Dcuspatrat miiaculum , vt rc- fijntemi:»} imiicaljvarn V iv ia z v ir*
fufeitet moituum ; & prsedica- tu tis , cr Vi-ritcti: C o ii f .p at tc
tor utitur co, ViConftHuet fuanv 5 Cni.fi;iv.ativr : Dcus -non
piíedicacionem » proponens* cft magi s i ní ál li bi li s in t c j . {1-
Dvuni propterca.. paciaíTc i’ lud. cando v 1 1 bh , ctv¿ni nis ·, 'Se
Q¿¡od poteft. cvenire in circun- opci i b.ní mii í ci'U < ltd u j‘ u g
flanrijs,in quitus í k apparcsr,■ n:j.r, D e v m ttfli;:.£ari vetbts de*
aJjfquc vüa tatione üubitandi; S i in a m fa 1fa n»: 1'.' 2i> & 1;c ni?
vel in quibus periti pofsint, &· ac o p t r ilu£>. mii ccnlcf is. Wat,
debeanr piudtntcr dubicarej an ctmftat i:!o ]ni:n/ i <'. v. 3S..
ideó parraruinfirí vbi Chri ítus dietba-t Ir .ca is · Si
4 Condulio: Repugnar,qt:f)á mihi r.cn■vtí!f;s (Jíí/íff , f [ c i ; hr
IXU5 patret miracula-in-corfir. errdite. E t D i f t i ; · i ii:· I>. J<arr;i:
matiotumper fe falfsedcótiinac; BaptiP.ae í r t c n c v ; . r j ;l u.‘ V s i b .
ti quibus per accidens miníflcr i j . v . 3. Tu c!.c: i nuA i r i¡ rs }
iLlamconiirmet.Qu.oad i.p.eft Re fp 9 n d i t D 0 m i nu s, n o n v 1 1b i s,
zo 6 TRACTATES N O N U S,
fcaopcri.bns tníracuioiii. Renurt* itftis fallí.: É.gófí Dctís pa tri¿
f iatt ioanni .¡uxandijlts, cr vidifíist íce miracula , quibus , attervtis
Cxej vidtrit, claadi ambulant, e j a fignis exturrus, aliclua do<ñ¡ mai
Min. pacte ex are. ant.&.ex d i ¿ coiiccítartdir, & coi.fireiarctuv»
cendts amplias conftabic. ita ve prudcncer altud neqneac
6 Pfob. i. conduCquo ad 2. ju dk ar i, & ii alia totee ineeneio*
p. in primo fenfu ; quamtenec conceílarecur, &c confirmarec il-
M.Ferre cum rmilcisj & negae P. lam : Ee fi eflet faifa,Deus fierec
Rípalda cu-n a l i j s : Rspugnac teftis talfus.aut tefti^ falfijqnod
I k u m concedan , & confirmare abíic. Con-firmac hocrQttod ip-
doétcinam f a lf a m ; fcd (i pacra- fe Duminus, ve fuam do6t¡ i na ir*
tccmiracula in caiu rda/o , in confi; maree , non proponebac
quominiftereisconfirmarec fal- intentioncm,ícd mitacula.Qja-
fatndoft iaaffl , Deus comefU-· ic JLncae 5.v.2j.dix¡t Paralitico:
r e t u r , & confirmarte ¡1ía?n:Er- V ·'a¡item fciafrs,quia F ili ’ti h cm ih ji
go. Prob.mín. D>étrina non có- babet potejiatem in terra di m i'ten di
ttftatur, nec coafirm uur inten- pcccat. i, tibí dico, ft<rge¡ talle hSuttt
tíone occulta , fcd ciicu ■íftan- tuiiriit cr vade in domum tu am. Ec
tjjs cxcernisj ícd ín tali cafn, & I o a n, 1 5 . v . 2 4. 5i opera non fee i¡ ¡ e
fi incencio Dci , & iniiiiftíi non in ei;ypt£ ntmo ctlius fre it, pzccatttm
eflec parrare múacula , ob coiw n&n baberent. N¿c audiences m o­
teftacíonem, & confirniacioncí.n ve:,eur ex inttntione ad creden-
faifa: doftiias.circunftintix i'X. duiri, ú d ex llgnis exccrnis. V n -
terna: conteftaicnrur , & coník- dt Nicodemus loan. 3. v. 2. dí-
ftiarent illamiE· g j . Mii.eft cer­ Cebae : Rablt , feim us qrtia a Deo
ra : Na.n hoc fie aliqoo íi¿no v tn ifti ma*i(ler,nemo cmm pofefi h&c
fjnfibili.. Min.patet : qaia nulU figna [acere ,'.¡u£ tu facis , ni/ί fuer i f
Í0:cc prtj.lüTs raeio dubírandí jDan cttmeo. Ec c a p . 6 . v . 2. Sfcjttí-
in conti'Aíiu;n. batuv eum mid/itud'} r»a*na , quii1
7 R-.-ib u .-r jr pro ferens ver­ ' viiUbjntJ¡¿'!A)qu£ /ItciVKif ftiper his,
ba ín a r a ñ i l tr.rijs , irt quiims qi’ i ii/jirm.tbantur. P r o pt c r c a Pha»
per i!i¿ ali.juid .icrcrminacc ee- 1 iirí.cap. 1 1 .v.ij^.dicebác: guid
rtificatu.-'» liccc non !i:;b.'.'it sni- f-'cim a s, ηνία hrc homo m td ti fi^nA
roum ccíii'ican·:;i íllucl, ü «s íu*« fá c il í Si i im ittim us eum f ie , omnes
rsí cxccni?; n.'jtn'cjool■ >¿i ¡tiíí> c n d eril i» eum.
niíi OiKid icfrificJtur ípWlTi, ••X- 8 P rob. 2. D a m A p o f l o l i
¡í* , n ·' i i r re v-cr.! rclriíi^JCi.·!·: & p r£ d i c i v e t u η c v b i q u é , D v) m i n o
/i eíi l aiíum.crit iuíua i'cftis>tvii coo¿ c:ati tc , & fermonemeon-
DE FIDE* «»?
Irmant-e, fequítibus íig ni 5,0111 *■ petat a Deí) refurrefiíonc mor­
pcí,gi»¡ cre.dukrunt ex vi.ligno- tui,. & Dcus veliifcicer ilh:tov,ni­
ium, & itiiraculorum, vidcbuut hil aliud ienlibiliccr dcclarans,
Uniracula in circui.íUntijs, qui­ quamvis per invpotiibile face«
bus peí ea conlirimbatur óu dri rct id íinc intencione con Hirni-
ca. An aucem Deus pacrarec mi- d¡ dc&iinam, & foKtm vc rtiuf-
racula ex intencione talis con- cicaius po eniuret, in re confir­
fuinariynis non vidtbanc ; fed mare c dcétrinam,acíicxcali in­
tft cerium , quod ipfi prudentif- tencione rcfufcicaíkc íUum.Imó
iiaie credebant du&tinam» vc repugnat » D¿um in taiibus ca«
conteftatam á D eo per calía oij- fibus » & cirtu^tfancijs patraie
rácula : Ei go in omni aljQ caín , miracula >.& nen ex inteuclon®·
cuta intencio lateat , fiexterna confirmandi d< d tin am :. Nam
figna coiucftarencur do¿bitiam» cum p.isvideat miracula cottik-
piudenter ciederetur j. 8í Dcus marur i ’lam , veile patrare mi*
forte teftis. ill ios. Vnde vt hoc. raciila, eft iotenderc e is d o & i U
non concingac in confi¡matio- nam confirmare. Ne igicur h o c :
nem filfse doéti iníEjDcus ncquie. duacur tefpechi t’alfa: dodtrin*,
pacrare miracula in.ca.li .cafu, rcpugnac in cali calu Dcum p a -
9 Refpondtbis :. hoc cfTc ve· crare miracula,v t illa confirme-
rum in prxfeini providencia, in tur.
qua miracula fiint concdtauo-. . i o Nec miniCier potefí hoc:
res dcátii''ia: piae.dica.ta:·: quia com (i: caufa inftrumcncalis mi-
p.eus Ce decetniinavjc. In alia rauili, & Deus principalis,fcies
autem. pofl'.t. paitare miracula o m o i a , ft: pi cevtdens, in cali oc-,
ob: alios f i n e s ; & contcftatio nó calione miracnlum forc. confir­
CÍlet áDeo. Cont. Quod mira- man vum íalía;.df'&iinafjcui non
cula íinc conteilaciones d o¿h i- poterac nonnibui talis confir­
n x non coníirtic in deeeimina- mado, S-icu.c fi Rt>: lirmaret epi-
tione,& incentione occultaDei,. f iob m feiens in a Miniflrum
fed in circunftancijs extetnis de- aliqua faifa r, uiuiare,corfuina·*
íigoantibus Divinitatem; fed in ree faliiiatcm in illa contentam:
pmni providencia circnnftantia· Et magis, fi ci adderet Sigi'um
externa: cafus ailegaci deíigna- Regium.. Cum ergo m ¡12cu!i;m
renc Div in it a te m \ Ergo. M i i . íit Dmntuv¡S¡giUuui>& nota',feu
p a t t t : Qua propter fi Mimlter Fiimatio D-i , qui ki c cu r d a,
pixdicans do&rinam honeftam, fi adliiberciur falfx dcftrínjej
ob intredulitatem audicntium, conficmaret illam, ’Hc cum hoc
' "'· ; ·1 IC-
a.oS TRACTATUS NONUS,
repu^nct ; non potedica adni- advertirM. LumbiciY q . 4 .itf¡Ntf
bci i. Propccrea A'ig. Mag. 2. ad num. 26^, Hie autem cafus réí.
Thcfa!. j.left. j.docensde dices: putatur v.aldé: mcthaphiikus- A
Sl»iA vutlfu contrA Fidcm facit va­ Mvi'ecie. Ntc tirnédumetV,quoji
ra miracttln, enia Deus non eft te(tis eveniat : cum non fit credeodij,
faljlM is. Vnde aliquit f r-^dictns fal- quod-Deus i'ciens, Sendo Pro>
fatn Doftrinam no» pot eft face re m i- phetatn miraculo abtifmum,re:-
r-Kula , H;et atiyttis habens malam veiec ei horam miraculi,nec f a -
viUmfoffet. Ec 2.2. q. 178.3^.2. c i a c m i rac u1u nvce 11ip o r e >q u o il-
ad 3. aiierit: A malis ,q n i filfant le eo toree abufimis. Pofsibilí»
do&rinam, enmtlianttnumquam ftitnt ratem camcn caíus iníinuac D.
vera miracuU , ad conftrmtfionem Thom. 2. Thefal. 2. left. 3. v£>/
fu£ da^rinAiq.nsmvis qti.wdo.juc ii(- trad it no dram refolutiontm,af-
ri pofitnt ad commcndatioriem No - ferens : Miracula cffe ordi/iata ad
minis Cbrifti. alieftandum vtritatem Fidti. Et
j.i Prsdiftasau&oricates, 8c quod li aliq»m vta-tur cis ad hoc
rationes etiain iuadcn: 2 Quod mil acula func vera ex. parte £*»
in£aiu, in quo dofti poflenc , & ft i, ¿alfa quantum ad'finem.
dcb;icnc dubicarc , miraculum 12 Probat-ur quoqné ratio *·
noniieri ob coi'ififraatiortcnvfal. ne : Deus diftis fuis non poteft
f* dpftrinx , li re vera non func concurrere ad fa Hit at e m e ri a m
dubiraturi,fcdipfi,& omner. fal- ex abufu a’ tci ins : Ergo ncc mi'·
le,ndi, non potcft-Dwtts facerc·, raculiv ¿-i confi¡aiandam f.ilfam
ncc iriftucrje,vt peiMinilLutn Hat doft. in^m. Anc.-patee art. anti
mIrac.ulnm,quo ippareac doftri Prob. conf. Confirmare miracn-
na conSrmaca : Nam Minifter lis-falfam doft iwam eR ,
raal-usnon poctfd ad hoc patrarc c a r i 'talftim efls vcm.fl , & con··
jiiiraciilum : & cum D jus p r s f- cúrrete ad falílcaccm; fed:Ergo,
cisn't talcm conf’ [mitioucnil& Roboratur : pra:di<ans talfaói
abufuoi iTjiracuiijCurr. concurrac drjftrinatn nonpoceft, vc inftru^
v tc a u fa principalis, & fpecialis me . tum , facere vera miracula
in miracu'uri , intcrprecaiccur in confirniationem iHius: ergo
vclle p x.U fti conii.-ai.i'riotvs.,^, ncc poccíl veris miracuUs,faftis
abufum. Qj,irc ft vc?lec patrare á Deo, & non ab ipfo, confirma­
niitaculum in difta hypotefi.de- re iliam. Aiit. conftae num. 10»
b.:at fnnnifcftai'c, nun ti;ii,vc ta Prob. conf. Deus arqué foret te -
lis ..li'Ctrif':! co .firmaretur , fid ftis doítrinae p r í d i c a t * , coope-
0-ls s ! i u n1 re ft i (» i m un*. fine m ; vc- ranwPr^dí-catorcadniiraculú,
ac
DE FIDE. io?
§ c aón cooperante; fed : Ergo. u íu tio ülutatis. Quare A»».
J»rob.mai. Veritas rei ceftifka- Pracceptor,q.5,att.2. inquit : Si
t * non confirmatur, & compro- aliquit iripbeta prjeuunciaret in fer-
i>atur ,quia predicaos operetur топе Domini ¿[¡.¡uil futurum , с T,
itiiraculum , fedquta evenic mi- лá¡:ibettl fig»um}mortuum ¡afeitan­
raculum , quod ipfc promittic do i Ex hoc jk iu convi.nenlur г.ч-
t *
in confirmationem illrus:ergo. telled m v id en u s%ut co^uofettet rna-
13 Refpondebis: Quod cum nifejYehoc diet fl Pío,q>u\i ¡tan » tex­
Deus concurra; pofsitive ad co- t i l ur: licct iliu d fütt¡ru>}¡taiií.d¡¡rx-
operationcm imraculi, movc- drei tu r, i:¡ fe evide:i.< no i cjjet.
rec concurfu fpeciali Prasdicato- 14 A t g . i · Dce.uone^ lio -
rem cooperantem ; quapropter mines maii poífant facere tnira-
ia tali cafuDcus forec teilis i'al- cula 5 fid c x eo iu m r i u l i m po-
fitatis. Cum verö Pisdicator nó teil in t c ll i g i , quod illu Licia nc
cooperaretur,Datspatrai et mi- ob pravam inreiJtioncm ; Гг^о,
raculumob finem rc&mn, & fo« & ad coíjfwmackmrm úüv falí*
lum fe habetct permifsive ad dcótrínar ¡ ad quam D. ::s co.i-
abufuin ejus : Sicqué Deo non curretjfaícia? per ACCÍdeNS.Rsú»
tribuerctiK cotuciiatío faliica- N:'g:iru msioii quantum ad dc«.·-
tis , nee el’f et ccllis illius. Cynr. uioues , diu. iUs.ro qu->ad 2. p.
Non poteflD'jus movere роГЛ- & homines m ¿:¡ cum riJ«., & aa
tiv¿ Prardtcatfjrc.u ad pacrandu со: iuiviiiidam verarci d¡>a : , ;i.
mirúcu’ um , Sc foiiiai f; habere conc. ub j. Si·« fi.lir, 8: ad :
pw'rmifsive circa applicacionem fixnruneiain Ulfam , S¿ .·;.·~
ejus ad confitmationem ЫГх ftraadam fanft'taftm.nego
Üo Än n af: Ergo nec-poreft üb f a ­ & dift. iliin. SÍ e;i fjce.cüt fi C
lo parrare miraculum,& petmif- fide, coflc. 1гЛр. Con', fide, n^gíi
fitc fc habme circa abofum il- min. & con?. Do.‘moucs eni.»
liiis ad ralem confirmationem. non poflunt hicerc veramiracn-
Et ratio utriufqué tftt N i m cum laj ut t t f o b i t l X Th»m. i.p. q.
concurfns, & operatio miracult l i o . a r t . 4 . & q. 114. ait..}.. S -Л
-fit fpecialis D d ; & ipfnm mira- phantáf::ca,&appa.eu:i:i, ..(’.¡i-
cuUim , ut fjétiifn i Deo , & ut mendoalia corpora , aut аск;·..?
prom.Mum á Mhiibo.confirmet aut peitinbando phantafm.uv.,
d<>ftrinam ; dum fiat in circun- & fenfus hominnm, 11t eis apn;!.-
ftaf>r?Js , quibus faifa doctrina rear, quod rev.;ra non ей. Л ·*-
.confirme ror , & ii fierct ex ¿lia quando aucem f.iciu;it veras ·>tí;
iatentione, Deo tribucreturcó- Vt cum magi Pharaoais fe^ei u:
Ff ramrr.
TRACTATUS NOK US,
r a n a s , & ferpcrtes ; tío» camcn i j Hjcc doctrina íftD.T bá *
per miracuU>m,<cd v i m u e cau- s.2,q. 178.ate.s. aíTerfntiüíitfO-:
tarumnaturaliummam cum cog moda miracula pojfunt fieri per que*
nofcanc r i m ú e s , & femina , cx cHrnqu'e , qui vera/n fidem prxdicat,
quíbus t a l ia fiatit per puertfac· CT Nomen Cbrißi invoca*¡quod ctiZ
tionem,& conver(ionctn,pcflunt intcrdum per tmlos ß t. Cujus ra-
ex eis ica efficere ilia. Qnse non tionem afsignac ad i . dicensi
«.liwuncur iniracnla, fed mira: cú N ihil au'en prohíba, qtfod res viv-l
CM’ciiant fuculcatfm,& captum operetur per injirufntntum
hi'minum. Ratio hujus eft: nam ficnt homo opcratur per bacttlum. E t
func cbiUnati in mal»,Sc carene hoc modo Deus opcratur per ßdent
vcra fide,fine qna ncqucunc fieri hominis peccatorií infirumentnliter;
vera miracula. Hominesauccm Ec port verba relaca in fine num.
nuli,feu exiftenccs in peccaco, 10. profequicur. Abhiiautemquf
t'un) modo fint fideles , poíTune veram doSrinam cnuntiant, ßitnt
cotiiidcrari Tub m a li t u fua,&ut (jua/idoqai vera miracula ad con*
ornati fidejquam,licet pcccave- firmacioncm dof tr in* , no nau -
rmt, non »egarmit, ncc amifie- tem ad teftificacionem fanÄica*.
lujit. Vc m a )i ,& ur mentes ma ­ tis. Vnde Aug. dicic : aliter ma­
licia,non poiTisnt faccre miracu- g i faciunc miracula» aliccr booi
la:nam hrc malicia non pacran- Ch rif ti an i, alicer tnatiV Magi,
nir. Vc ornaci fide poftunr: cum per pri vacos cótraétus cum doe-
Dciis.iat caufaprincipalisjpcfjit monibus. Boni C h r i f t i a n i p e c
media fide movcrc illos, tanqná publicam iuftitiatn. Mali C h r i -
iu:lrumentum,ut miracula fianc: Ci\<Lm,pcrfign(X publica ju ftitit,
»am rum fides fit vircus , qua 16 Cone.Homines mali, cú
nullijs male opcratur , fed Tem­ fide , pofi’unt prata intentione
per bene,per illam nil mali.nec pacrare miracula : Ergo, $c ad
cum prava intentione poflunc confirmacionc fair* dcftrin*.
iaccrc. Quapropcer,cum confir- Prob.anc. Poccft Deus confer re
iriatit» faifa deferir,® fie quid alicui poteftacetn patrandi mi­
imrJum,& c o n iim a t io vet? b o · racula pro fuo a r b i t r i o ; fedtil··
»•»«m : i()co prxdifti homines li,dum foret malus,pcflet ea po-
mali pcffunt cum fiie faccrc teftate a b n c i : Ergo. Min. c o n ­
n i i ra c ol a- ad con fir m a c i one d oc- fiar : Nam liberé ea uceretur ad
n i t ’a ver¿,8c non til Cx ; ncquc quod vellec;&poflet ca uct pec-
a J demoiiftranHam far.óticarcm» caminosé ad fines p r a v o s ; vel
qis.i. rartiicicuiTi caicant gracia, avarici* , & ambitionis
DE H D E. an
cmereáb; Apoftolis poteiUtim tcil ex fufpicari, D¿um vcüe
patfaadi miracula, ut liís pecu­ tales p av os fiiss , neo prop ce v
nias acerefeerei : uidc oriair illos picraíf; illud. Cum autem
nonicn Simwia 5 quat comrmcti- autrtiu.c d jft;inam : quia eft
tur, dum fpii irualc, aut fpiii- fi¿'’. um,cc[bni'MÍum, & fi¿i!luin
ttiali aancxuui.pretio tempora- diviuu.n, quo veritas firmatur,
)i datur,atit futnícut. Prob. mai. & doít.ina fir.íiiturá D¿o ; ne-
Dcusde fa¿io contulú Siccrdo- quit dare poteftatem , qua abu­
tibus poteííatem confecrandi tantur ad contiauationem d a ­
Corpus Chiifti Domini; ubi eft ft inar filfas : Siquidem ex eo
miracHÍomm a¡>i¡>fo fiílotum »wxi- Coliigeretur ,qu o d üc us c o nf ir ­
wtutn , lit dixit D. Thom. O' /»e. m a r « falfum,& foret falfus te-
moriam fecit mirabilium ¡voru»t^ut f t i s : Cum itd fiimaveCjSi auco-
prse intonitu David } fed Sacer­ rizaret falfitatem. Proptercá ¡U
dotes pofTunt abuti tali potefta- le abufus n*n ttibuicur D : o , fí*
te ad pravos fines : Ergo. Min. cut nec facrilegium.confccran-
videtur indubitabilis : cumali- tís in peccato. Et tamen tribuí*
<}ui perverfi,áSatana ftduéli,hoc retur falíitas d >& ío* quia fpc»
fccc!Írit¿& proptercá pkxi.iinr. tialiter vcllet haneco ifi maie,
17 Rcfp. dift. min.Ad alios cum ob id patraret múaculum,
fines, conc.min. Ad coofi:man- IUuJ autem non vult , fed per-
dam faífam duCírinájnego min. miccic. Pto quo D . Thom.Quod
Et fiinilitcr , dift. conf. D.us lib. í. art. 6 . ad 4. ait : No>¡ .17-
cnim poteft conferre lioininibus ter» fíafit mirsíttLi fentf-rr ail dc-
pottftatem patrandi miracula, monflrandnm gratiam cjus.pcr
& confecrandi, quapervetfi, & quem miracula fiunt ; Et ideó
miferi abutantur} & quod refté, poteft conr'mgere quod aliquis
©b finem optimum , & propter gratiam gratum facienrem non
^Daim grati facere debebanr, in habens miracula f*cíat: fed hoc
-pravos fines convertant : ut in contingsre non poteíhquod alí-
-avatitiam, ambit¡oncm,& deli­ qyis falfam doftrinam annun*
cias lem poralesjut. de al i qui bus cians, vera miracula faciat.q'ia
legirur faétum. Non vero , qua nííi vimite divina fieri non nof-
^abutantur, ut corfirmeot falfam funt. Sic cnim Deus cfl-t falftca-
d c & t i n s m . Ratio cft: Nameuro tis teftis ,quod tj¡ impofijbilc.
miraculum nonauthorizet alios 18 Cont. Etlí Dcusfacf.u
fines pravos ¿ fed fe habeat ut miracuíum, dum feit, Saccrd ?-
medium f x abufu hominis mal» tem eo abulurum in avaricían»,
ad ¡Uos confequendos, non po- avaritia non tribuitur a Uco:
, 7. 1 2 T R A C T Ä T V S - N O N VS,
Ergo c:fi faccre d/a su tctrcc* tvli» i)giUiciontm, & confefUtioaeni
niftrum ill o abuííirunv in confir- prsediótam falíüads.
rnationcm fuJi«tip&r.inx., hxc !9 Arg. z. Elfi Deus parr*,
«oh cribucrctur Dio . llcfp. ne­ ret niiraoulum in ch'cuoftancij.<ii
gó conf. Raciotlt: quia Deus já in quibits p;r iliud confirmare-
pricontzaviCjJc lucc dcclar3vic rur lalfa D o & d n a , Deus iilo no
concurrerc micacu'.is ad coofe- contellaretur fa Ham uo£h inamj
c ra tio nc m, utSaccrdos confb- fed non eft aliud, cx quo repug.
cret , & niiiis roodis Corpus n e t , Dwtim parrase miracutuov
Chrifti Domini fub fpecicbus in ill is circunftmtiisicrüo.^rob,
i n i i l a t ; & non ut Sácenlos ava- maj.pallet Deus pairare mtracu-
<ittani quxrar. Q^arc nemo po- lutn cx a.i ío iine,S; (i-ie itvenrio»
led fofpican, D.uin Vcilcillainj nc conttftádi íiSfam doÄrinam;
»¡ec c-j valor tribuí: cum non c o ­ fed co ipfo non conteílircrur
ir.; rat pofsitivc ad talem defor* i Ilam: e;go- Maj. patet; uc íi re-
mitatcm. Cartcvum docuit h o ­ fufdcaret inorrutim , utpcenite-
mines,veritatem tcßificari ver­ rcr;S: miniltcr u l i refurreftione
bis , fii'nis,& miracutis. Vndc ft confirmaret doétrinam falfam.
non pi seed«: p: arcorjium de eo, Min. conftat> liquiden» Deus ni­
quod in rehiris cirtunftantijs hil fadt,niíi ex fi ie,& incentio*
mirscuHurj fi: cx alio fine,intel- ne faciendi illud.
ligcrctur contcftiri talfam d o - ao Refp.díftwnaj. Variando >.
ifcrinam, & Deus exiflcret teftis tales circunftantias, conc. majé
íllius , eíqué tribucrctur confir­ N on variando, negó niaj.& dift.
m a d o cjus. Hoc exemplo robo- min. Sinon variaret circundan-
ratur folutio : Poteft enim Rex tias, conc* min. Variando illas,
tradere Miaidro Sigillum R e - nego min. & conf. In praccifsis
gium,& permitcere,quod ipfurn enim circunftantiis» in quibus
v e n d a r , & convertac in avart- niínifter miraculo eflet cófirma-
tiain * quin hate Reg? tribuatur, turus faifam do&rinain, Deus
cum non inftec impediré iMam. non poffet parrare miraculum er
Si tarnen fcire , eo iigilaturum intencione non conteftandi Í15á;
falfitaccm > nequiret hoc ci per- alias vcllet, & nollet confirmare
inirtere, quin figillatío » & con* earn. Vcllet : naro prjeberet fig·
tcftatiofalfitatis Regi tribuere- num , &í igiHum, quo do d rin *
rertir. Similiter Deus permitte- confinnatur. Nolíet: cum inten-
rec talem abuftim miraculi,quod tio ejus tíí. t alia. Sicur volens
eft iigillum Divinum i non vcrd proferre voccs fignificantes fa l-
DE FIDE.
fa«:, S.* fi habere? al!am inu-u* iruj. l'ofiibílí, conc.rtTaj.fir
tionc'tn, de htcl'o figmfícareí fal- & xu-go conf. Modus (lacrardi
lnttn:-cum i-Vsbsí e: j'ignum íígnl- miraculum , quo Dcus lie f ilfus
fican«iaUutti/.-Cá'n ¡gicr.r cafus teftis, & confinr.aris falfam do'C-
afsigíístiií· ln iiHs : ideó contef- tiinam, eft indeccns,& impofsi-
tar-etur, & confir maree cam. Ve biii. Et cum refuíutare mortuú
cnim ex. alia intencionepatrarct in prsedi£ti$ circunftanciis inva-
miraculum,dcbeicnt variari cir- riatis , hoc inferret : íiquidem
cunftaíuis, oftendens prseconlú, eíTcc teftificari falfum ,·& confir­
Si G^num externum,quo audien- mare illatnjCumpríE'ocretíigimin
tes,& videntes fcirenc,exea pa- confirnurivum illius: ideo ita
traií. Prardi&a autem intentio nonpatraret miraculum, nec vé-
repugnar Deo: cum nollct.quod fafeítaret mortuum , niíi prarve-
velletiíiquiáem nollet confirma­ niens,ex intentione peenitentiar,
re falfam d c & í i n a m ; & vellec & non talis confirmationis pa­
confirmare i l l a m : cum prarberct trare illud. Deus utique oequic
fignum confirmans cam, facete tale decretum abfolutum;
a i Cont. Invatiatiscircunf- & íi decernat patrare miraculum
tanciis, poteftDeus ex alia in- tal i hora,non permittet abufunn
tétíone parrare miraculum,cum miníftri, ut eo confii tnet falfam
minifter eo fit confirmaturus fal< doftrinam. Et fi attcntet eam
fam do äiinam: ergo. Prob.ant. confirmare,decernet parrare i p -
poteft Deus cfle determinatus fum, antea praeveniens , fore ex
pateare miraculum hora nona, alia intentione , Se non ut faifa
quo refucitet mortuum , ut poe- do&rina confirmetur.
niteat,& revelare antea hoc pro· 13 A r g . j . Dum Deutpatrac
p h e t « } fed tunc propheta poteft míraculum ob confirmationem
promitte re talem rcfurreíkioné, Rf.iigionis Chriftían®, cum pro
qu* infallibilicer eveniet , uc eapacitur Martyr, poteft genti-
confirmet falfam do£trinam:er«· lis interrogare ha;recicum: quid
go. Min.paterjnam cum fit über, iignjficet tale miraculum; & ipfe
poteft abuti notttia,& per versé refpondcre erronee : fignificare
procedens , predicare falfam ftabilitatem do&rins Martyris,
do&rinam ante, aut circa talem proqua patirur;quaetenet:Chrif-
horam, ptomittenstale miracu- tum eífe Deurn,& non hntninem;
lum in confirmationem ejus. fed in hoc cafu confirmaretur
aa Refp.dtft.maj.Qup refuf- miraculo faifa do£bi<u , duni
Citec modo ittipofsibili* nego prudentes, & doÜi poflcnt dubi*
TRACTATUS NONUS,
taie de tali confkmationeicrgo. tarcmr cam, ifte Doum, út con­
Major poteft evenire ex malitia firmare! fuamjfed (i Dtu* in hoc
haeretici. Min. conftat:cuin M i r - cafu patrartr m'iraculu pro doc­
l y r non propoftierit talem doc- trina Ma rtyris, viderctnr fieri
trinam , fed veram , & omninó pro confirmationc doftrinai t y -
diftantem » prsedicans Jefum r a n i : ergo. Rcfp. dift. min. Si
Ghriftum,& huncciucifixü.Quod D íu 5 non provideret medium
dofti, & prudentes deberent in- fenfibile, quo intelligerettir fi¿rí
tc lligere, verifican non de folo folum pro doftiina Martyris,
D e o , fed etiam homioe. conc. min. Si provideret, ut de-
*4 Refp.dift.min.Confirma- beret, nego min,& cor.f. Solutio
xentur apparenter, & erronee, cooftat cx difti s.Diusenim nun-
conc. min. In re, & fufficienter, quam patrabit miraculum , quo
negomin.fic coof.Vt enim mira- appareat zquc conteftata d o c ­
ciilum confirm« doftrinam, de«* trina faifa, & vera : nam in p i * ·
bet prsccedere praedicatio doc­ dift is, & (imilibus cjrcunftanci is
trine , ad ejus authoritatem pe- fufficicnter oftendet: patratio·
ti tio miraculi, & fubfequi pro- nem fore pro fo ladoftdna vera.
mifsio,& patratio ejus.Cumque 26 Arg. 4. Deus poteft pei*··
in tali cafu Martyr non prsedi- mittere,quod vera doftrina con·
caflcr talem doftrinam, fed ve» firmetur, & rcddatur prudentet
ram ; pro qua, & non pro faifa, credibilis miraculis falfiis:i ergo
excgiiiet miraculum ; propter etiam quod falfaverisV Arit* pa-
quarrt Deus promifsiffet, & pa- tet.* cum m iracula fal fa haberent
traífet illud : ideo Deus in r e , & fimilitudinem cum veris. Rcfp.
Fu flicic.nternon talem, fed ve­ permiffo ant. nego conf. Ratio
rs m confirmaret. Doftrinamque eft: nam cum D:us non fit caufa
faifa hzretici , fifté impofita pofitiva, fed permifsivafilfi mi­
M^ftyri, fubfecuta effet ad peti- ta culi,hec forct, nifi permitrens
tiott^m, icpatrationem miracu- talem confirmationem ; quod
1i: ilcque ex f illacia hxretici, & non repugnat Deo:ficut nec per­
errore gentilis appareret ejus mitiere errorem, & peccatum.
<coi^firm3tiojqi¡* in re non foret. Ac cum fit caufa pofitiva,& fpe-
25 Conr.Co^tingete poflit, ciali veri miraculi, etiam foret
*p;cd dum Marryr praedicaret doftrina: falfiE,fi eo corifirmare-
doftrinam veram , tyrantis pon- t u r : quod repugnar. Proptereá
¿craret doftrinam falfam;& cum etiam poteft permitiere , qúod
ills iarocaret ]cfum, ut contcf- faifa doftiina confnmetur ffJfis
.. D,E F ID E . it f
mlraculis > & non cost/umetür \ lü» l»‘£· Mied il' Mi .fufßvrtC··?:* , VC
vciís. revera L U um non tn'; ilnv.u: l Sc
17 .Arg,5,Peum parrare aliud mi* er it faliacia, et<ror> a tie n-
racuJiinn iñ occaíionc , in cjua t a t i o , & perverfa intclligemia
z do<3¡deberenc ¿ubicare,non ede miniftri, aut hominis.Hujufmo-
ad confirmádam do£trinam fal- di fuit error Arrii circa locum
fam occurrcntcm* non cft Dcum allegacum j cujus verum fenfutn
Confirmare faUam dcftrinam, faris declaraverat Chriftus D o ­
fcd jil os erronec exifttniarcdic* m i n u s ^ poftea oftend UEcclcfiay
tam confirimrtonem j fed hoc Difcipuli namque inquirebant
non in d cc e tD :o : etgo. Prob. de diejudiciijiit revelareturcis»
iruj.Dcum loqui vci bis ¡ti occa- Ec cum non eflfet opus, nee rem«
iioue, jn qua do¿ti dcbsrent du- pus reveUtionis, refpondh. D o ­
bicate , non diccre f a l f u m , noa minus ad intenrum: Non feit Fi­
cífec confirmare falfum occurens* lius, uc reveler. Vide art. ant.
fcd illos. erronec id exiftimare: num.3*5.
crgo. Ant.patet in Sac.Sctiptu-
ra: dum enim DeusMarci 13. v. AR TIC V LV S VI.
3*. dixtt: De dietut emillo }ve lito·
ra nemo fcit ·.: ñeque Filius; Deus fTÄKM DEVS POSSIT C A K AR E
vetbis locuras eft vetum;8íapud fftcialitercrrortm .
Arrium occurrít falfum : cum
exiftimaret, fenfum eífe : Chrif- 1. O V p p o n o : quod difficultas
tum nulio modo fcirc diem judi- 4-5 non eft:an Dctts.ut author
cii. Vndc iníerebac : non cflc univcrfaliSjCaufet aft urn crroris
P e u m , quiomnia fcit. In quo Tub ratione comamni entis?Nam
:cafu Deus non conlirmavit hanc ficcercum eft,caufare ilium: cum
falfitatem : cum doéti dcbcanc etiam caufct ita a&um pcccati;
fcire,& inquirere fenfum verum. Eft enim dubium : an uc author
il Refp. dift. a n t .S i p r* v c- fpecialis caufec ilium fubra tio­
piat médium,quo raliserror de- ne fpecifica,& different iali crro­
bcat a u fe rt i , conc. ant, Si non, ris. Error autem, unus eft mora-
negó ant. Se icaditt. conf. Deus liter malus, & peccaminofus: uc
«tmn femper loqui tur verum , & judicium temerarium.Alius non,'
repugnar loqui falfum.Si ramea fed phyiice : ut cum motus cx
pra:fciat,in aliquibus circunftan- charitare judicar, juftum exifte*
t i i s , aliquem incendere cjus l o - re in peccato mortali.Vnus etia
cutíone confirmare falfurn, p r o · eft fpeculativus; ut cum quis
exif»
lí* TRACTATUS N 0 NU 5,
e x iftim a t, ccelos folüm clic no­ cat communicare effe effeftui j
ve m , cum fint undecim. Alíus qnin contineat formaliter > auf
praóticus:ut cum judicat bonum, emiaeoter effeftum: ergo.
Íí lic itu m , quod eft malum , & 3. Refpondebis: Deum con-
prohibitum. Nullus affirm at de tinere virtualiter errorem.Cotit·’
errore moral i ter malo, & cu !p a- Caufam cötinere virtualiter ali-
b ili. De omni errore negác T h o - quid, eft; hoc eflfe in virtute p ro-
m iíh e ; & etiam plures jefuiue du&iva caufa? ,· fed error non eil
cu m P . Suario. in virtute produftiva Dei: ergo.
a. Concluíio : Deus nec de Prob.min.Deus non habet virtu«
potétia abfoluta poteft eífe cau­ tem produ&ivam erroris : ergo.
fa per fe , nec author fpccialís Prob.ant. Virtus produÄiva e f-
erroris. Prcb.i.concluf.ratione: feßus continet formaliter aut,
Deus nequit per fe , nec uc au· eminenter effe&um j fed Deus
thor fpccialís caufare, quod in non habet virtutem continen-
fe non co n tin et; fed in fe non tem formaliter , ncc eminenter
continet errorem:ergo.Maj. pa- errorem:ergo. Maj.eft nctamani
tet; nam taliscaufa continet cf~ ignis habet virtutem produfti-
feétura. Min. conftat: ern» non vamcaloris, quia eftfotmalirer
cominear defedum. Rcfponde- calidus, & fo), quia eminenter*
bís:rationem hanc efTe.incffica- Es quo patet ad exemplum n. a .
cem ; nam Deus eft caufa per fe Deus enim eft caufc-pet fe,& au·
peenítentiar, humilitatis, & obe- thor fpecialis talium virtutum*
d íe n t i a ; & non continet illas. quia eminenter continet eas:nam
Cent. Implicar caufam caufare ut diximus traft, x. q. 3. art.. 5.
per fe cfíe Sum,quem nec forma­ perfeitiones creaturarum fecun-
liter i nec eminenter continet; durn quid/impliccs, quales fune
fed Deus ncc formaliter, nec piadiäx.funt eminenter inDeo*
eminenter continet enoiem: er­ quia licetDeus non fit poeaiteas^
go. Min. til certa : fiqoidem in humilis, ncc obediens cum ca- ;
Deonor. tft eiror forimlis. Ec reat pecc?to , de quo peeniteati
minús eft it> i'lo emineotcr;aliü* & non habeat fupetiorem , cui
de peifeftiori modo , aut magís hümilitet, & obediat ; habet in
errarct : cum cfl'séius fit modo fe virtutem conteritivam ta·*
pcrfeftÍMÍ in c<-ufa eminente. lium rirtiuum, cum fint bonar*
Prob.maj. imr-liest es ufa m cau- Enim verö func aliqua praedica-
firep cr fe tffeftum , quin com- ta dicentia omnimodam imper-
uaniicct cífe ctftftui i fed ímpli- fcäioaem , & defe&um;ue mali-
DE FIDE: iff
tia,.‘deiorriiita?, falfitas, error, negaos ipfam veritattnijfed hoc
n t g i t i o , im pc tft ö iö , Sc defec- dicit conuadiétionem intention
tus; qua nuüatcnus concinentiir nal cm cum divina revela tioñey
an vit tncc produftiva D c i . & Cognitione: ergo. Min.patét:
4. Pra:Ureä:DcüS uon con»' nam ■·revelacio^-c
*
coju-iitio
O d iv íi
tiuet virtualiter, nec poceft per naaln:ni¿t vericaren) <bj\£ti,3c
fe caufare eftcÄum , cujus non negat .oppoíuum illiuí. Quare
habet ideam ; fed non habet affirmat , qued enor negar ; 8c
idcam enoris:ergo, Maj.eft cer- negat , quod .error a ffirmat : in
ta:namDcusoperatur ad extra, quo ftat talís contradi&io.
uc fupremus artifex» juxtaillud 6. Dices:quod error non faí-
Sap.7. v . 2 1 . Omnium enim artifex fiRcat ebje£him á parte reí, cun*r
doeuit mefaj>ientia-,8c artifex ope- ipfum non imQH'.ücr ; fed aputl
taturper ideam. Prob., min. ex fubjtfíum,in quo tft. Et cum ad
D. Tho m. i . p . , q . i 5. art. 3. ad 1. falíificationcnv ft.7cntiae divina;
afferente: Malutn non habet in Deo de obje do , deberet falCHcárfc
idcam·, fed error eil quid malum objtftum á parse rei V i d e o not*
morale, aut phyfickm: ergo. falímcat illain >r¡ec co htrááicit
5. Prob.2. conduiio : Deus illi. Roe aurcmcíl proponeré»
non poteft efle canfa per f e , nec qaod rationem, inrendit r‘ riím-
aut hör fpeciaüs efft&us dicetis ince’. uú ejus non <.ft. quod error'
coneradiäionem aftetti vam^aut iíitelltfius crean dtíl¡uar,& f a l -
intentionalem c u n i d m n i s per- finctt fufcjcítive feicutiam Deir.
fcttionibuijfcd e n o r dicit con- m n eoquod ille errer, non de-·
tradi&ioncm intentionalen· cü licitt f u s n d a divina. Sslunv’’
di vina rcvelationc» & co gnirio- enim concradiek tíbj'.ciirc i'.ii»
ije>\qu*ieftpcift£Üo div.ina: er­ ftegans qued ipfá: aíHuriát, ant;
go: Maj*. tft certa : Dlus enim. a i íi: mans quod iKg.it : quod fit'"
»on cd caufa per, fe ödii.peccä-· íi'.e ii¡iniiuátión¿ ob’Lfíí d par-“
x i y nec niali inoraÜs : quia h*c te rei» peí v-ariccateai fe nr rendí-
dkunc conttadifHooem afftcli- de illo.SUut r( íívS.cenrr.: d ;d o -
yam cuxn voiur taie d.ivina , & ríi , Sí Anrhotes a¡ p> firi íibi íp·
lege atet na. Nec hjerefis, nec' in- ÍJ$:COfiErídiií)'it-;:¿iiü unus affir-
fidditatis p o f s i c i v * · q u i a di- i» a r,q u o d 11e r nc e ■
■t ;v¡«: n u nú s
Cl,»t intentionalem cum i ev tla - immutet <-bj;.ñtin¡ alttrius, nec·
tionc,& ct gT>ic.ione d i Vina.Prob. cirans autcizz. (Vici tiam non
rpin ,Erroi efl judicium afcfirrräs errartis.. Vnde fí add^s : quod-
Qpooiicuiü vc i iU t i objefti > aut co atradidio cü :<i eodem íi:l>·»-
O il iec·*' ■
'
T R A C T A T v S N O N VS»
jefto;&cum error fit in iutellcc- eft vtU¿ , & mtendcre ilium.1
ru crea to , non contradicit c o g ­ 8. Rcipondcbis ¡ quod eft
nition!, & fcientiac divina*, quae duplex contradi£Uo¿Vna volun­
eft in divino. Hoc probat de có* taria, & cum adveitentia. Alia
tradiétione fubjeítíva ; non de involuntaria , 8¿ ex ignorantia.
cbjeétiva ptsedi&a. Prima enhneít moialiter itiala,
7- Inílatur nunc íic 2 error De o repugnans, & ira contradi -
«flentialiter importar diícon- cens. Qoarc non poteft ab illo
fo nnftatem cum incelleítu diví- intend i , nee per fe caufari. Se­
no , qui eft prima regula oainis cunda autem non; & poteft. V n -
veritatis ; íicut peccatum cum de error, qui fit hujufmodi, p o -
Volúntate di vina,qua eft regala tetit per fe caxifai í a Deo.Conr.
©mnisJboniratis ; fed implicar, Conrrad^ftio o b jt A i v a aliquo
velle, & incendere , quod modo repugnar Deo , & prout
iatclleftus crcatus difeordet ab fíe nequít intendi, neeper fe
ínreiredhi divino,ut á prima re­ caufaii ab í'lo ; fed in crearm a
gula vericatíbj íicut & q u o d v o - non cftdabilis contradiftio o b -
ínntas creara difeordet á d iv i­ jeétiva refpeftu judien Dei, niíi
na, ut á prima regula bonitatis: proveriiens ex ignorantia : ergo
e rgo.«qu¿ implicar -, per fe cau- etiatn hasc repugnat Deo. Prob*
fare Mtrumque, eique contradi­ min. Nullus fcienter advertens,
cit. Maj. eft cerra: nam cum pri­ Deum aliquid judicare verum,
ma regula veritatis i o l u m c o o - judicabit oppofíium , ut D eo
formatur verum ;ficutcum pri­ contradícat-: erg«.. Anr.conftat:
ma boníratrs bonum.Min.conf- cum luminc naturae notum fit,
t a t : quiaDeus aeqiié,& infinité non poífe falli in fno judicio.
amar i nte Me ¿tu m divinum , ac 'Conf. pa te ti nifi diceret : fcio
voluntaron divinan!. Et fimili-- Deuiji judicate hoc , Ted’ ego j í i ·
ter ei difplícet error oppofirus dico oppofitum. Quod cffet non
inceUeítui, ac peccatum oppofi- -concurrere in tali judicium; nifi
tmn voluntar?,, Sicutnon minus, velis , quod Deus concurret ia
forte magís , difplicet homini, oppoiitum cum judicio ipfius
quod¿ürcr nan conformetorToo De·.
intelle¿hii,nq* 3 ns quod ipfe af- 9. Roboraturi<ontradi£Ho
firmat , ac quod difeordet á fuá objefiiva ctí advertenria , cum
voluntare, non amans quod íp- inrel'c&u divino , & motaliiec
fc aaiat. Conf. pacer : fiquidem mala, & peccaminofa; fed Dcus
IXium caufatc per íc effe&um, coutunctce fcieocet in contra-
dic-
DE FIDE.
di$iqficro objefitvam,ex jgno- fcicnter:ergo.Maj.cft eerta:cuot
rancia cre^tura:, cum intelUftu operctur omnia p.optei fe ip-
divi no : «rg o , talis concurfus fum. Prob.rain. aniot,quoDeus
D ei cflet moraliter t r a i n s , & amat ft ipfum fuper omnia, fo -
pecca mino f u s .licet ira non fo - lum potcll ipfum movere,ut ve-
ret ín creatura. Maj. cft indobi* h‘ c>&faciat, cicatuia f.bi c o h z ·
tabilis. Min. cft c e t t a : na ni & fi rere, & confoi out i; non. tamed
creatura ignoraret D c u m j u d i - contradicere, & difcoidaie : er­
care oppofi.turo i ipfe De us fei- g o . Praerciea : tftiflosodii Dei
ret. Con f.pate t: Siquidtrn crea- Jion pottft eife c&edus proptius
tura non peccaret:quia nefeitet, amoris Dei » fed quod aliquis
fe contradicere judicio Deijqu i deiideret , alios advetfaii , Sc
peccaret co ncu r te ns , & volens contradicere D eo , til iffnihis
contradífíionem : cum fcirec, ©dii Dei: ergo.
contradicere fuo indicie ; & i a n . Prob. j.conclufio r re»’
foreconcurfum ejus. pugnatj quod Dcus feducar, de*
io. Corvoboratur: íícut v o­c i p i a t , & failat cresturam ; fed
l i d o o b je ñi vi prohibí ti efteon- ii Dc«s (.ifct author fpecialis, 5c
cr a d i fl i o aiíc£tiva volútatis d i- caufa per fe etroris ,.fcducerct,
, vinse,ita judicium erronetim eft deciperet,^ fallerec cieaturami
c o ot ra d if li o intentionalis in- ergo. Maj. eft ceita: cum non (it
relleétus divini ; fed licet illa feduftor » d c c c pt o r, nec fa 1tax.·
y o l i t i o , ex ignoranria clicita á Prob min. caufare fpecialirer,&
■volúntate creara , non foret per fe feductionem > decepiio-
proptereáipfi peccaminofa;Deo nem , & faliitatcm in crcittna*
fpecialirer concurren ti*ad illam- eft feduccre, dcciperc,& fallerc
efiét peccaminofa,quia fcicntcr creaturam»fcd.caulatet fpccia-
concurt^ret: ergo. Maj. conftat: liter, & per fe fcdti&ioncm, dc-
pam ficut v y l t , q u o d D c u s n o n ceprionem,& fatiirarcm incrca·
vult;ita judicat,quod Deus non tura:.ergo.Min.pater: cum error
judicat. Mio. patee : ideoque cffencialiter iic fedr&io, dcecp-
Dcus ».nt author fpecialis , non ti o , 8c faliiras : nam qm ei rar,
concurrir ad illann. Cófirmarur:. fcdticitur, dccipi.iDr, & f.»!litur.
Deos nihil potcftefficere fpecia- Prob. maj.. caufare fcroiam in
liter , nifiex amóte fui ; fed r e­ fubjiito , eft pvaita;e fiibjifto
pugnar, que d ex amore fti effi- tffe&om for malt n! foi rr*:ci;gO«
ciat fptcia»itcr,quod intellcétus Ant. tonftari nan* caufaie albe-
crcatus c o n t u d i c a t divino, etfi dinctn in fubjecto , eft dealbarc
a fub-
TRACTATUS NONUS,'
fubjedum. Conf.pattt: li^mdcm racicrttb iii ordlnc i d fe j p r a *
leducetc cftcftcftus formaiis fe» di&a autem fallacia in oidiac
tlL’ftionis,deciperc deception! ’■ » ad aiiud, & etiam jufti.ci* s in
& fallere falficaris. quo eft nvaluia fpecial
12. Rtfpondebisiquod pr o ­ i j . €ont. 3. Si aliquis, fine
d u c e r objective , per verba, aut lucitione y&c vcibis , inducerec
iigna feauctionem, deccp'noi;c, ar-te, promiisis, aut m in h , fug·
·& falfitatuu, eit feduccie, dcci- gelliotubus, aut оссЫсЬ irn.iii
pcre , & taller с j quod repugnac uationibuj alium ad епогспьис
Deo: cum non pofsit mtticiii, aliqni pcrvetfi f a ti u n t, & dcc ·
nec falii.ni loqui. Non camcn mon exequitur , i eves a fcduce-
prod uce ve cfk6t'ivc,pr<jducendo ret, decipertt,& faileict ilium;
in fubjt&o for main lldiidionis, & hoc in praedifto foret maluir»
deccptjc-nis , & ialiitacis ; q u o - & peccant inofuni : Eigo fi pi x -
modo D^us producit Шапьсит diita fidi'ftio, dcceptio, & tal-
caufa crroiem. Coot. i . Non fitah foset in Deo, cflct mala,&
minus voluntaries imo magis, peccaiiiinofa. 4, Si D eu s, uc
Dens producertt iftc&ive u t o - author fpeciaHs,poifet movevc
rcm,fcd«^iocicm,dcceptiencn?1 crcaturam,& concurrcre cum ea
& fiificacem , ac ii producerec cad efficiendumerrore,& dccep-
objc&ivejfed hoc eflct feducere, tionem^tiam poiiet adloquen-
decipere, & fallere : ergo eciam dum ilium,& earn >fed non po-
illud. г. Meodacium non idco tcft ad hoc : Ergo nec ad illud.
precise eft malum, & rcpugnans Prob.maj. Non eft minus prava·
D eo , quia importac difconfor- per errorem exiftimarc vertim,
micatem vetborum cummente, & cfficert illud , quam ipfuni
fed pocifsime quia inctudicvo- 1oqui:Ergo. 5. Si D e u s m o v e r e c
lunraccm fallendi alium ; fed fpecialiter aliqu' m, lit loquere-
Deus produce ns cfF^&ive crto- tur errorem, & falfum, per eum
rem , liccc non habsret difcon- locjueretur ipium : Ergo fi ita
formicatcm cum mence , nim movcvct iUjim,;ji efficeret ipiU,
non loqaerccui·; babcixcvoluri. ipfe etiam efiiecicc.
tatem fill-endi. crcatur:un:crgo. /4.. Prob.4. co;'cltifi«':Error
M.ijor viaccar conformis menti & malum nainrje iiuf-ikftualis,
IX Atijj. S cD. Tnoa'uc ·, ut patec uc irueittdoalis i fed Deus non
iitr. 4. Me co' lh:t ; nani difcon- poccftcilV caufa per fe mali na-
formica я vcrbm-urn cum mente, tuiieintclleftuaUs , ut intellcc-.
ibltmi opponicu;· rc&uudioi ve? t-ualis; Ergo.Maj. eft ceita: Cum
DE FIDE. i i'tT
fit fallitas In judicado de rebus; luatarie agit contra inclinacio-
quod eft de gencre mali.Et cum nem natuialem nacurie,uc intel-
jodicarefit nature , uc intellec- ledualis , male moralicer agit;
t u a l i s , a qua judicatur veritas* & qui juxta, bene: ergo. Min.eft
cui oppotucur falfitasjhaic judi- certa : nam de eflentia v i t i i , Sc
cabitur ab ea , Sc error eric ma­ peccati eft eile contra naturam,
lum illius.Prob.min.nemo inte« uc rarionalem,& intelledualem:
dens malum,operatur:& fi circa & d e eflentia virtutis efie ju x ti
illud aliquädo operatur,eft:qiiia illam.Hoc confirmat. D. Thom.·
appatet ei ut bonum ; fed quod i . 2 . q . 9 i . art.dtcens: Cum omnia,
eit malum natura intellcätialis, qu£ divtnx ftovideniix ful’duuturt
ut intelleftualis, non pottft uc ä lege sterna regulentu·- ,& men-
bonum appatere Deo:ergo.Min. furentur ; maniteftum eft, quod
conftac : cum Deus cognoi'cat omnia participant aliqualiter
omnta, uc fiint in fe. legem aeternam,in quanttim fei-
15. Rcfpondebis : errorem licet ex imprefsione ejus habenc
non eile malum morale natu,*, inclinationem in proprios ac­
t»t intelledualis ; quod nonpo- tus, & fines. Inter cetera aucem
tcftDeus per fe caufare:fed phy- rationalis creatura excellentio·.
iicum; quod poteft. Cont, Error ri quodammodo divins p r o v i -
etiam eit malum morale naturx, dentije fubjacet, in quantum, Sc
ut intei!tdualis;crgo.Prob.anc. ipfa fic pvovidentiar paiciceps»
malum contra inclinacione tia- fibi ipfi,& aliis providens.Vnde
tuix.ut incelledualis.tflentiali- & i n ipfa participatur ratio aster
ter eft malum morale illius; fed na,per quam habet naturalem in clij
error cftrnalum concra tnclina- nationem ad debitum aäum,er finem.
tionem natut£e,ut intelledualis: 16. Refpondcbis: quod t a ­
ergo. Prob.maj.inclinatio natu- il's inclinalio eft regula morali*
r * , uc intelledual i s , eft regula tatis, in quantum agens volun­
nacuvaUs m o ra li ta ti s; fed ma ­ tarie juxtäilUm, operatur rec­
lum contra regulam naturalem te; & agens contra eam, prave.
moralitatis eflentialiter eft mo- Vnde error volütarius erit m o ­
rale:ergo. Pr,ob maj. regula na- ralicer maUts ; non tarnen invo-
turalis moraliracis eft', contra luntarius : quem poteric Deus
quam , fi quis voluntarie agit, per fc caufare. Cont. Si Dcus,ut
male moralicer agit : & juxt A author fpecialis, per fc caufarec
quam ; fr quis voluntarie agit, errorem involuncarium in in-
bene moralicer agitjfed qui vo- t e l k d u c r e a to , caufaret volim-
ta-
TRACTATUS NONUS,
tatie ilium , & talis t.nor dl.c cum fitd e v ia tio a , prsefcriptoii-
voluntarius refpeitu Dei ; ftd bi ab authore fuo : quod Deus
error volutarius eft malum mo­ nequit ita caufare.Prob.conf.in-
rale : ergo, eflet malum morale clinatio nature , ut rationalis,
refpt£tu Dei.Maj.patet:nam Ii- non mir.u? )<xiiitur,& coDtradi-i
bere cauiartt cum : cum poflet citur per errotem intclle&us in
canfare, &noncaufare ilium. ju d ic a n d o » quam per errorem
17. Roboratur : Deus non voluntatis in volendo.Et natura
po t t f t f a c e re , quod intellcdus intelle&ualis non minus incli-
creatus judicet contra indina- nat in reftitudlnem intelUftus,
tionein naturalem naturae ratio­ quam voluntatis: imo per prius
nal],ut r a t i o n a l i s t i c faciendo, inclinat in illam , & in verum*
quod judicet, & erret contra le­ quod eft bonum intelle£tus;qu5
gem naturalen), &zcernam; fed in bonum voluntatis:nam incli­
Dens, ut author fpecialis , non natio ad verum eft primatia , &
poccft facere, quod intelltäus incelle&useft nobilior volunta-
creatus, adhuc involuntarie, ju* tej f e d : ergo.
dicet, & erter contra legem na­ 18. Refpondcbis:difcrit»en
turalem, & «eternam; ergo. Maj. efle : quia talis error voluntatis
conßat: cum inclinatio natura:, eflentialiter eft malum morale«
ut rationalis , fit participative & p c c c a t u m ; non tamen error
Jcx naturalis, & setcrnaDei, & intellcdlus. Cont.ide© error v o ­
inetjfurctur pet illam.Prob.mini luntatis elTentialiter eft malutn
licet talis error eflet involunta- morale ,quia effcntialiter cftco-
rius refpe&u intelle&os creati tra naturam,ut rationalem; fed
crrant.is, foret voluntarius ref- error intelkftus per prius , St
pcfiu Dei , errorem efficientisj magis eft contra illam : ergo.
icd repugnat, Deum voluntarie Ncgabis conf. quia e n o r intel-
effkeve aliquid contra fuam le­ le&us, de quo loquimur, non eft
gem: ergo. M i n . tft certa: alias voluntarius.Error auicm volun­
©peraretur male tncraliter.Cor- tatis eft volunrarius , & nequic
roboratur: Deus, ut author fpe­ cfle non volunrarius. Con*. Vo?
cialis, nequit efficere, quod vo ­ Juntas poteft etiam crrare invo*
luntas creataeiret contra iocli- luntavie ; fed error voluntatis
nationcm naturar rationalis, uc cflcntialiter eft maluirt morale,
rationalis: ergo ru e quod in el- quia eft contra talem inclina-
Je&ns. Ant.eft cemim.-nam r. 1is tionem: ergo etiam error intel-
ciror cffentialitcr eft pecc-iuro* kftus^etfi ita cflct involinariu?*
Mai.
DE FIDE.
Maj. p á t e t : tum cum fequitur caulare fpecuUtivum circa ve -
conlcientiá invincibilieer erro- rirates lógicas, & puré philofo-
neam, contia legem D ei, ficut phicas : quia hic error eft ma!ä
confcientia errat involuntarie, puré phyficum» Cóc.Error prac-
ira voluntas. ticus,(i invincibiiis lit,5c (Dalum
19. Pt ob. 5. conclufio : Si puré phyficum ¡ & non morale:
Deus» pi flet per fecaufare ertö­ cum fit involuntarius ; fed Deus
te m, pcll.t ¡ta infundere alicui non poteft per fc caufare illum:
judicium deeo, quod mendaciü ergo neeprsedidum fpeculativti,
lit licitum, honeftum, & obliga- licet talis fic.Negabis co'tf.qui»
torium:&iunilicer homiddium, error pra&icus invincibiiis , li­
& quodlibet oppoiitum legiDeij cet non tic formaliter malú mo«
fed non potett:ergo.Maj.conftat: rale, quia involuncarius; eft t a ­
cum non appareat ratio,cur pof- rrico materialiter:noa vero fpe-
fit unum,& non aliuii.Si refpon- culativus. Cont. Etiam error
dcas : poife infundere talem er- fpeculativus, quia involütarim»
Torem invincibilem,& involun- eft materialiter malum morale:
tarium circa -pr*diäa ; Sc runc ergo. Prob.ant.fi foret volunta·
jam cflent honefta,& licita.Cót. rius,eilet formaliter malum mo»
In tali hypoteft mendacium p o - rale; ergo. Prob.ant. talis error
tius remaneret illicitum s ergo eft contra indinationem natu­
non foret honeftum. Prob. ant. ralem natura;, ut rationales , Sc
fi non remaneret illicitum, non in tel le dua li s» & confequenter
cflet error judicare illud licitü; contra legem naturalem : ergo.
fed cfl'et, ut fupponit refponfio: Conf. patee ex prfcdi&is; Sc ex
ergo, Piaetereä : Deus tunc non Ang.P; a:cept,q. j.de malo,at t.7.'
difpenfaret, nee aboletct legem ita afFantc : £!ut\i peccatum in aftn
naturalem; cum non pofsit ; & €onfjjiit, error maniftfie habet ratio-
quia ea difpenfata, aut abolita» tiem peccati , non enim abfque pr&-
non foret ertor judicarc meda- fumptionc e ji , quod aliquit de igno·
cium licitum : ergo ut author rettis feutentiam ferat , er máxime
fpccialis concurrcret, 8c he m o in quihus ftritulum exißit.
agerec contra legem naturalem. 2 t . A r g . i .Poífunt gratiar ex·
20. Refpondebis:exhis fo- hiberi Deo pro ertore ; fed g ra ­
lüm inferí i;quod Deus non pof - t i s folum exhibentur Deo pro
iit per fe caufare errorem p radi- eo, quod ipfeper fe ,& fpeciali-
cuin , & fpt&antem ad motes· ter caufat : ergo. Maj. fuaderur
Cohacret autem , uc p o f s u ita cx M.P.Aug.inEnchytid.cap.17.
afic-
TRACTATUS NONUS,
aflc cnte:No}i»ullistrr;,re frofnit, ni (it bentficium. Pcr&ccicfens
ft a i>i via pe;.um , non in via ms - autem,& quafireótum ab errore,
turn: nam nobis ipfis accidit,ut & prater intentionem operátis,
in quod am bivio [allercmur , & po uf t cx eo iequi honum , &
non ircmus per eum locum , ubi commodum alicuiiquod.evenir»
cbvians tranfitum notlium Do- quia exiftimatur veritas* & non.
natiftarum manus aitama fub- error j & exindé refnltat benefi-
fedciat; atque ita faftum eftj ut cium , pro quo cxhibentur gra-!
co,quo tendebamus,per devium tia.Et cum talis dicatur iropro-
circulum vc ni tc m us , cogniiif- prie ericr: pro hoc folütn refe-
que iniidiis illorutrj, nos gratu- runtur. Hujufmodi enim eft
larcmur enaflet.atqueinde gra- e rr or , quem refert M. P. Aug.
tias ageremus Deo. Et fortafse Intendcbat fiquidem rcéto tra­
idco apud fummym ilium Po2- mite incenderej&cumin eo do-
tam Eclog. 8. loquens quidam natiííff cffent armati contra il-
amator ait: Vt vidi, ut perii,ut Jum, difpofuit Deus, Auguftino
hie malus abftulit crror,quonia, in fd o ., ut per devium properat
8c tft error bonus , qui non folura ad loc.un)i& fic evafit corum ma­
ttihil cbfit.veium etiam profit, Mir. nus. Quare D eo gratias c g i t ;
conft;;t cx todem lib. d e d o n o quin exhiberet,tiec exhibeantnr
1’C!Tcvciantije, <licente: Irrifcria pro errore ftsiéco. Vnde cap.ip.
fjl grati arum .aC.io , fi obid gratia ait : A liitd eft iffam vUm pntaret
%aniut i(ijl, qttid non donavit ipfe, qux no;i eft,aliud ex hoc errcrii malo,
?.'fcue fea t. Conf. patet. aliquid boni cortfcqui, veluti ám alo*
. 2 : .' Rcfp.dift.niaj.Pro e rr o- rum how in um injidiis liberar;.
ic-pr^pric t 3li,ncgo m a j . P h y f i - 2%. Q u x ‘dofnina ex ipfo
i o j & ¡niproprie t al i, c.ui d i c i - amplius confiar : nam «ííerit:
Hir itdh.ni a b errore,conc.maj . E rr^ ie fycfv.it.ja l in viapedum}no№
& mir.f·; ita dift.conf,Evroi na- in via ¡vortim. Error igitur pro-,
cuc propric talis» cum (it d c f c c - grefsivus erit aliquaudo bonus,
tus, & tna’ nni i n t c l k f t u s , no!!i ii e o , tit ibi , vitetur aliquod.
c ft bonus , fed omnibus eft ma* d a m !.it.im; non vtró intcllcitua-
TiiSi&r cum fit t o n t r a inclins t i o · lis:cum fit moralitct nialus. Ec.
ncni nstUl iE , lit intclk'6iU ill's, quia il!e folum denominative
P cr fe,& ex i ntenti onc non p o - eft error , iftc propric. I:Ic itur
lt'ft eaufare bonum. SicqtJC non quo Deus vult , ucivit Augufti-
«ft a D e o , ncc pro eo pcflunt nns;ifto no,led rcceditur d p c o :
g ratis exhibtiiDco;cum ncmi- cum íic rtccifus 4 fu’r axna.vcrita-
DE FIDE, v i
te. Deus uttqueperniifsit, Au- lptcialis t poteft per fe caufare
gnftinum viam errare ; quo fup- malum phyficum creature ; fed
pofito »difpofuit, & fpecialiter error puré phtlofophiius eft
mover i'i!um,ut iret fecurus per malum phyH-um creatuvse: ergo
viam obHquaqi, fed tunc reftá: poteft ita caufare ilium, Prób.
& quia fecura,& quia erar áDeo. maj. Supremas Dominus poteft
Et poterac mérito d i c i : Itiflum fúbito infírre itu q-)CsiMÍ)¿t ma­
dectitxit Domnm per i lias rcflas,Si- lum phj'íi.um ; f.J D..us «ft Su-
cut poteft permitiere » ut quis p ?cmusDoniisiu» ere.·ru¡ a” cr¿o·.
crtec , cxiftimans divitem pau- Refp.dift.inaj.Si fmuil fit n . " r a ­
percm; & ipfum fpecialiter mo» le, negó maj. Si morale non fir,’
vere, uc ei elargiatur eleemofy- Conc.maj .& min. & ita di fr. tó f.
nam. Ybi, ficut ibi,prore£io ab Supremus enim Do mi nus crea··
errore refcruntur Deo g ratis. tuia:, qni efe Dc us , poreft per fe
Jam S. Doftor pracbet tora doc- caufare in ca malum pccnxmám
trinam, inquiens i Si per errorem licet ei v i d e a r u r m a l u m , a b f c t u -
evAd.it qtiifque pcrniciem , ficut fu- te cft bonum,6c illi d e b i t u m p r o
perius dixi , nobis in itinere culpis : cft namque, feu v i d e t u r
contigífle , etiam aliquid boni malum mal i s , & bontfm b o n i s j
homini errore confcrtur. Scd M.:lum a u t tm p ! i y ' k u m , p r o p r i é
cum .dico, in quibufdam rebus t a l e, nequst per fe caufare: cutn
ru'.lo malo aliquem > vel non di cat í lt íictíiin p e r í t f i i o n i s dc-
nuHo etiam bono f a l l i , non ip- b-itíc,qni it.i non c(i á De o fum*
futii errorem dico nullum ma’ ú, me pcrfeCto. Si vevó limul íit
vel non nullum bouum, fed ma­ nuUi m morale , minim*1· poteft
lum,quo non vcnitur, ve’ bonú, caufari per f e á D j o , fed per ­
quo venitur errandojdeft.cx ip- mite* : iiqnidem adSitpremum
fo errore, quid non c .' c im c ^ a c D ·' in i nUrtl p ! ZC !.ii c rc qu il itll Tp
quid proveniat.Nam ipfe per fc q uod Dviis in creaturis caufec
ipfum erfor , aut magmim in re per fe , & pefsicive oainc bo nú»
magna* aur parvum in re parva, & p of ti c pcrmictcre r.ilc malfi.
femper cair.en malum eft. Quís C u mq us error ir.td'^cínaiis , &.
enim, nifi crrans , malum negec fs pi! 1e philofi phicus fit e t ia m
approbate FaHa proveí i s , aut malum morale ; cum ¡it c o n t r a
improbare vera ptof;ilfi$, au t naturam , ut r a ti on al em , & í n-
hahere hi certa pro ccrtis , aut ceria telfc¿htalcm : ideó non poteft.
pro in certisi pe ¡' fe caufare i i’. um.
24. Arg.a. D c u s , u t ftuthoE % 5, Conc. Error pme philo«
Hh fo-
11 f TRAGTATvS NONVS,
fophicus non eft malum morale: involuntaria: ideó nec fie poteft
e r go . Prob. ant. malum moral e caufare erroretn puré philofo-
d eber cife vo!ucariumj l ed error phicum.
pure p hi lo fo phi cus noa e f t v o - 2 6 . Cont.Error puré philo­
Iuntarius.fcd involuntarius: er­ fophicus non elt mareriafiter
g o - Ref p. dif t.maj .Morale mace- malum ¡norale: ergo. Piob.anr.
rialicer , nego maj· F o rm al i t e r, hebitudo intelleétns, demencia,
& i m p u t a b i l i c e r » conc, maj. & phneneíts,& ignorancia non func
in in. & ita dift.conf. Malum f or ­ marerialiter malum morale:cr-
m a l i t e r , & impucabiticer m o r a ­ go. Conf.patet: nam talis error
le eft volurjcariu:n,liberuin,& fic eft, íicut illa; & ex illis fequ/tur
cum advertencia : i de oqu e eft muitiplex error. Prob.anr.quud
culpa , cur corref pondct poena. eft á Ds:o,ur jtifto judice^non eft
Sampcum m it c r i a l i c e r eft m a ­ materiaÜter malum moiale;fed
lum ex fe , & in fe eft defeiirusj przdi&a aliquando func á D ea ,
non canien eft volnntarium , I/- üt jufto judies: ergo. prob.nvín.
b i r u m , ucc fit cum adver tenti a: pcena peccati eft á Dco, ut jufto
qu a r c rfon eft culpa, cui ita cor- judice i fed prardiAa aliquando
r eiponde at poena. L ic et ergo funt á Deo, ut pcena peccat¡’ er­
er r or pure phi lofophi cus noni it go. Min. eft cotninunis; cuín eis
f or mal icer malum morale, quia aliquando puniantur peccat*
non eft voluncaJtus , fed i n v o ­ hominnm.
luntari us ; nee eft liber , nec fie 27. Refp. did. maj. Ec per-
cu m a d v e r e en ri aj ef t ma te ri al i- mifsivé , anc pofsicivé , conc.
tcr ita m a l u s ; cum in fe fit de- maj. Sjmpev pofsitivé , nego
fv&tiofus.Cumque Deus nec p of - maj. & dift.min. Sunc permilsi·'
fit f p e ; i a l i t e r , nec per fe c a uf a - v¿, conc. min. Pofiitivé, nego
re malum n m e r i a l i t e r moral e: min. & c o n f. Cum enim poena
narr» ip(l jam forec f or mal it er peccati in fe eft bona , li cet cu i
malum, tiuia v o l u n t a r i u m , & li- inñ¡í'i::ür fie n ul a , quiaei noci­
b : t ü n , eo <}!',■ -■>d c t m co.-mh! d o ­ va, ert á D :o , eatmpc ut juftus
ne , & advertenti a pro ducc rct j m k x fptciaii volúntate infligir.
i pfum : ficuc ii c;a5$ movcrec Qaacc ltc eü ab ilto pcena infer»
amenrc'n,iic b!;'.fph,-narct,btjf- ni. Cum auttm in fe noncft ira
p h e m ü cff.t ira tn.ueiialicer bona , & inc’udit dcf.fíum mo-
jn i ' f s . ' i !'·'&!' a'ViCt’ tis , Sc for* ralcm, non cít íic á Deo; <yji to­
malice·· mo. luol perniittit íllam , ticut per-
YCnti etlct wlunc4via,3c ameut i iimtic peccacum. Qna: dicitur
E>E FIDE. tjy
poena á D e o permiffa , & fi non me nt ó Augufto efle r e r u m C o r ­
pofsitivé ab eó canfata; & jufte pus Chri lti D o m i n i ; & non u t
infligltur peccatori ob ejus pee- i nt el l ig at ur ,q nod ¡bi fit v ili bi le ,
cacum : ficut in poeaam unius aut m o d o viiib¡li:cum m o d o in··
peccati permirtútur ci alia pec- vi/lbili f it . Qna re tal i s e x if t im a-
caraj lit poteft vidcri hie in PP. t i o proveni t ex ignoran.tía v i -
Salm.num.45. Cumque pi sedifta de nt is jno n ex fine a p p a t i i i o n i s ,
folumfint ptTinifsive á Deo ut quT non deci pi r, fed eft.uc v e r i -
paéna peccati : idco funt mate* t a t e m realis pi aícntia; . Co tp or i s
rialiter malum morale: cum fine Chrifti in Enchanftia firrnct.
contra inclinaticncm natura­ Gu ñique hoc non í it , D- um deci-
lem na turar,ut iatelk&ualis, fí­ pere ilitun , riec caufare per fe
en t error. errorem in vidente : i d e o eu<n
a8. Arg.3. Deus, ut author n o n c a u f a t . lea D . T h o m a s p r o -
fpecialis > poteft ptoducerc in fequens ibidein : N rchi.cta.m e *
potétta vifiva hominis fpeciem ftr !in e ¡ fidaüquaw deceptioaer», J i -
reprsefcntativam objc&i , veré cut aaidit in ma-'crurn f r £.fiigilSl
non exiftentis j fed hoc eft deci- quia talis fpeciti diutuitus fo rm a tu t
pere vidcntem, & caufare erro­ in (xrrht ad veri!(tfcm figu­
rem in iUo : ergo. Mij. patct ex ra* dar/?, ad Lee jiilic c t, quoá mani*
Ang.Doft. j . p . q.76. art.S.qui fefietur verc Corp-us Chrifli tj]c ful·
loques de apparitionibuiChnf- hoc S a t ya*/it n i ¡i m .
ti in Euchariftia, ait: o^nndotue 30. Con t. A! i quid ipíuisEu-
tm m hoccontinpit ex parte v id en - c h a i i i n z pot cf tpcr fe d e ci pc r c
tinm , quorum oculi irnW’thTitnr fs,U v i d e n t e s : e r g o Deus cor,íervans
rm m utathne, tic f i cxprejic vidcrenf iÜiiil, per c!-cipict c o s >& non
fx ie r im carnem, v t l fan? nine m-> v c l de ci pi ur rur ex i^noiária. Prob^
jn e n im , nulla t&rPtn inmnr:»’ in>;e riPr. accider.ti^ Euthairítíca p a ­
jaH-i ex parte Scícrcjíwt/f.Prob.m'n. ñis per fe Hecipitinr vid entes; fed
vi-.iens cx tali appai itione ex if·» íimt alicjiiid i; Hucha i ¡ftícíc:
timar» ibi vet é tfíe carnem, anr cr^o.Pr». b.nKi j.VIticnccs* poflunc
puerum viiibtlemvfed ibi non eft ucfcir e , oiiod i itilia lie con£c-
veré, u~ v 'fibi'is: crj?<>. CrC‘ t.1 ; f c¿ tune acci dcnti a Eu-
1 9 . R ef p . (lift. maj. E x i f l i m a t chariftica p i n i s pey íe d cc ipí cnc
ex fine appat i t i u n i s , ne po m;tj. íliosreigo, Ms»j. p:\iet: ctmincC·
E x i gn or :i wt i :i . eonc .maj . & m i n . ciaru ,*a» Sacerdos ¡Víbuei ¡e in-*
& nego c o n f . S i m i ' i s e ni m a p pa - ten ri ont m c o n f e t i a r d í ill^m :
m i ü i i t j i i t c r e d ^ i u r , in Sacra * pi a' c ip ué jñ ni i' 'o a fpi ci cn tc ,c ^i Ti
n% TRACT ATUS NONUS,
confecraret, & colloi-^rct in l o ­ ce my llinum : ergo cum error
c o , in quo pof tei vi dcretur ab afsimileeur illis,poteric eflc ita
omni bus, & á nullopoíTet fufpi- á D«o. Nam Deus non caufac
cari,cjuad cfiet confecrata.Prob. pofsitivé talcm occultacionem,
trn’ n. Videntes exiftimarent.fub fed negative , non revelando,
iltis accidentibus c i k f ubf ta nti l quod non tenetur revelare , 3c
panis ; f e d iubftaocia pan is' no n celans myftcrium abfquc fifcio-
í or et Tub iIlls: «irgo. ne. Ad fummumcrgo eftcaufa
jr. Refp. dift. maj. N o n at- permifsiva talis neicientiae, Sc
tenca c x i g é t i a conna.turalis.ne- ignorantis. S i c u t c el ao sfua fe·
g o m a j . A t t e n r a ilia, conc.maj. creta , abfque fi&ione , per non
& mi n.& nego conf .i o tali enim manifeftati'onem eorum , quia
cafu vidéccs exiititnarene,quod aIiis non eft debita , non eft nifi
a t t ent a exigencia connatural !, caufa permifiiva nefcientia:,tg-
Í í c u r fu regulari , fub illis acci- norantia:, & erroris iUornm.
d e a t i b u s erat fubftancia panis, 31. Arg. 4. Exiftcnte in i n ·
nifi D»us per o c c u !tuny mi r ac u- t c l l e d o cr ea te j u d i ci o a li quo
h m operaretur ali ud, ut dcfiee- de o b j e & ^ p o t t f t Deus ¡ inmut a­
ret fubftancia eis corre fpoudés. re ob j t. &u m, f ac i en s, ut aliter fc
Cu roque h * c non fic de cc pt io, hab'eat , ac j u d i c a t u r ; fed t unc
fed vericas nota : i deo a c c i d e n ­ adeíTjt falfitas, & error t a l is j u ­
t i a non decipcrer.t videntes. d i e n ^ fierct fpeci ali ter á D e o :
N e c ilia a c c i d cn n a fecundum fe e rgo . Maj. eft certa : nam fi ob -
poíínnr generare a i i i m exifti· jeCtum eft album, & judicium fit
j nario t e a i 1 vi dentibus. Nt:e d e h o c , poteft ipfum confticucre
re-Uip'icaiiv'c , nt co uf c rv at a f i ­ ni gt am. Prob. min. falfitas , &
ne fub huitia ¿ De o: oam prouc e rr or t a l is j udi cii f or ma lit ec
fic luni: i'jnop'iita ; & quod eft confiftcrct in co , quod objtfturn
i n c o g ” tvoui, nec movetjiiec g e ­ alicer fe habcrec , ac ju d i ca t ur ;
net at ex-8;r;>i;*cionsin in c o g n o f fed ita a 'i te r fc habere , fieret
ccntc. A i enim erjt in fpecialirer á Deo:crgt>.Min.cóf-
vídcíitibn.s t VHrtV.ti a, Sc Igno­ tJt-:íK}uidcmipfe Deus ¡ mi nut a­
rancia : qus: ‘. on cftá D ¿ o fed re i o b jc ñ u i n .
abi'¡rfi>;quv-b f:si i i ; » ¡racioné, R 'íp. dift. min. Fieret a
r.on pcrci pUnr 'T,i;i'acuiii.i:·. N-C Dco ex alio fine, & fe habente
t 1 i C :.s .’ f ' i ' ¿\s n c i c i " t i f i a , c : ! : - n r > . negative,aut permifsivé ad fal-
rant:.", p re ven ir i i u f t i v e A D e o , firatem, conc.mits. Ex fine,& in­
©cctiiur.:« sv»irá£u’ u m , & cc la n- tencione f¿UÍfi,andi pofsitivé.
DE FIDE. ii>
Judicium,nego m l n. & c o nf . D c u s qui pofsítivé produtit talc ju­
enim ica. immutans objef tum, dicium, antea verum: & eadetn
pr«efcinderet ab co , quod i n t el - cft caufa confervati va > ac p r o -
leftus iic > vcl aliter j udi cet de d u d iv a . Min.conftat: quia cotí#
o b j e d o : nam Deus operans in ßftic in eo , quod objedum itu-
rebus,ut vult, non tenetur prius mutetur , & maneat judicium
obf ervare quid fentiat de illis antecedens ; quod fieret a folo
i n t e l k d u s creatus , nec fe c o n ­ Dto.
f ormare j u d i ci o ¡Uius.Lno nos, 35. Refp.dift.rcai. Deus,uc
<Uim ali qui d facimus , ad hoc a u t h o r , &caufa fpecialis, negó
non t enemur ;& poflumus ope t a ­ mai. Vniverfalis, fub diftinguo:
ri a l i c e r , ac proximus j u di c a t judicium antecedens fub ratio-;
de nobis : quin inde arguatur, ne fpeciali fallitacis , negó mai.
nos decipete p r o x i m ú , nec c a u - Sub ratione commanicncis,cóc.
f are er ror em c j lis , fi non o p e r e - mai. & dift. mtn. Permifsivr,
mur ex i nt emione f a l l e n d i , ut conc.inin. Pofsitivé, negó min»
h y p o c r i t e , f e d c x atio fine r e& o. & conf. Deus enim, ut author,&
Tune namque ad fumtnum con- caufa fpecialis , producir judi­
currimus ne ga ti ve , & permif si - cium verum in intelledu cieato,!
vé ad errorem. Simil iter Deus ipfumque coníervat. Ve autent»
in cali cafu praecise permitcerct confervet illum.ut verum, dtbec
errorem : qoia non cx fine d e c i - confervare idem <bjedum ejusy
piendi j fed ex a l i o o pt im o i m - cui maneat cootormet. Si tanié
mutar et o b j e d u m ; cujus j u d i ­ objedum varietur , & judicium
cium erroneum effc pof si ti ve ab peifeveret enticativé idtm,jamt
i nt el l edu creato non r e d e j udi - non confervat ipfum Dtu.s uc
cante. Cumque hoc f i t , Deuni caufa fpecialis: nam fit erroneú;
non caufare per fe er ro re m: ide ö quod Deus motione fpeciali
i c a no n caufac illutn. non c a u f a t , nec c o n fe r v a t, fed
34. C o n t . Poteft fieri á D e o fub ratione cotimuni enris, q u a
e x (iviCjSc intencione falfificandi cunda producic , ctiani nftuni
judicium: e rgo . Prob.anr.poteft peccati; non fub ratione fpe cia­
Deus ifumtttare o b j e d u m , & f i - li judie ¡i faííi, & ermr.ei , quae
imil confcrvare p of s it ive in i u - non cadit fub C2ufalit.itc D c í ,
teilcid'i jdciicium ant cccd ens; ficuc nec pcccatiiíii l\ib la ti on c
fed fi!fira?,ÍÍ£ error ralt« judie ¡i malicia. Cumque hoc íic, Deum
fierct ita á D ;o:¿rgo.ML· j.patet: non caufare pofsirive enorctn
na/11 ucrumque c d i i b e i U i u D e o j talis judicii 1 nec ex f.ne , & ia-
*30 TRACTATUS NONUS,
tencione falfificándi i i i u d : i deó in ei roneum, per hoc, quod oí>¿
i t a non caufat iüiim. jeftum tranieac de liciro in pro·,
36. Cont. D e u s , faltim ut hibitum ; fed licet Deus immq-
caufa univcrfaüs, poteil: confer- tet tale objeftum , non dicitur
vare tale judicium , ut difcon» caufa fpecialis praedifti judicii
forme objeéto : ergo.eciam fub crronei>nec cófervatioms illius:
racione fpeciali. Prob.anc. Dif- ergo nec in noftrocafu talis ju­
conformitas calis judicii cum dicii. Piaetereá: judicium incul-
.cbjeóto cófiftit formaliteiin eo» pabiliter crroneum,cb in adver-
quod judicium reprefentet ob- tentiam . adveniente adverten­
j ¿tum ita tfie,& quod obj^&um cia,fi perfeveiat, tranfit in erro-
jam aliter fit ; fed Deus , faltim neum culpabile 5 fed licet dum
ut caufa univerfali.spotcft face- erac inculpsbile confetvaretur
re , quod judicium reptasfentet ípecialiter á Dco.pofteá cum tft
ebjeäum ita eife,&quod objec- culpabile non conlcrvatur:ergo.
tum jam aliter fit : ergo. Min. Denique : 3 ftus honcftus volun­
patetj cum utrumqne lie á D eo , tatis poccft traiifire in mortali-
ut caufa univeifalis Refp. diih rcr malum, fi objciSum 1 jus tra-
« a u In eo j quod fimul, conc. feac de licito in p¡ohibitumjfed
rnai. Divifim, nego mai. & difL licet dum fotec honcPus confer·
min. Facerc divifim, conc. min. varecui ípecialiter á Deo , cum
Simul , nego min. & conf. Deus eft moraliter malus,. ita non c ó ’
enim, ut caufa univerfalis, pro- fcrvatur ab il’ o: ergo..
dncic pofsitive fub racione com- 38. A rp.·). D e u s , ut a ut hor
muni eticis quodlibet ex diftii: f p e c i a l i s , & per fe caufat co n f-
cum fie tns; neutram tarnen fub c i e n t i a m invindb-ilirer e r ró n e a ;
racione fp e c ia li , nifi pm n ifs i- fed c o n f c i e n t i a i n v i n c i b i l i t e r
Vc , quomodo folum concunic e rrónea tft error : e r g o . P r o b .
ad fimultarcm,& cocxiftentiani m a t . conf ci t-iui a i n v i n c i b i l i t e r
eorum , inqna formaliter con·- e¡un¡ca ‘ •b’' i:.·;;, t c n a n t c m 1 f i ' e
fillit (1 ifcoi t '••'rmitas c i l i s j u d i - opera^'ten;; D a i s , nt author
cii. Er cu:n Imc non fic conicr- f pe ci al is , £<. per lV Cüiilat, q u o d
>arc ina tale judicium , fub ra­ o b li g ii t o p e i a n t c m : e ’ g o . M a i.
tions fpeciali: ideó tic nun con- eft c o m m u n i s t u n . D . T h o m . 1 .2 .
fürvat il’u-1. q . 1 9 . a rt . 5.8: 6 . ubi d o c c tr qt i o d
37. I'.iVitur nunc argumen· fi conf c' er.t ia i n v i n c i b i l i t e r c r -
t u n : Judicium p r u f t k u m mo r a­ r a n s d :f tc t p ro li i bi cum > ut b o .
le u ä u m p ot tf t tiAnlirc de i x f t o n u u ^ f a u e n d u m v i!. p i o h i b m i m j
&
FIDE. i 5*
& fiproponatbonum,iit malum, eo crror,quo falfum proponituc
cft omktendum. ut verum,& rcdum.Sicqtte error
39. confcientia: invincibiliter erró­
.Rcfp. dift.tnai. Ve erró­
nea, negó mai. Ve exiftimativé nea: non erit fpecialiter i D e o ,
reda, conc.mai. & min. & negó eño íic ab illo, quod homo o pe-
cot.!'. Sola utique confcientia retur j u x ti reditudinem illius
vera,& reda; feu operari juxtá, judicatam, auc exiftimatam.
& non concra confcíentíam, per 40. Inftabis: c o n f o r m a n t
fe obligat operantem.Quare ia- concordare confcientia; erro-
vintibilicer errónea, quia erró­ nesc, eft error; fed Deus per fc,8C
nea, non obÜgat Íllum,fed quia ut author fpecialis vult talcm
exiftimatur retía; licet in ea per conformitatem , & concordan-
accidens fie error , non caufatus tiam : cum ha:c obliget , cam
pofsitivé á Deo , fed permiflus prxcipiac, & íic honefta & f* p c
ab ülo.Cumque Deus,ue author meritoria: ergo ita vult, & cau-
fpecialis , & per fe folum caufet Гзг errorem. Rcfp. quod ut for­
conflientiam per fe obligante: maliter errónea non o bl ig at ,nec
ideo non caufat ita confcien- praecipitur, nec eft honefta, nec
tiain invincibíliter erroneam, meritoria: fed obligat .uc exifti-
fed hLijus error eft p o s i t i v e á mata vera, & reda. Quare áDeo
cieatiira errante ; & fnppoíito per fe folum proponitur,& prx«
didamine (ctfi in re falfo) pro- cipitur,uc fequenda,confeienti»
ponente objc-diim,ut áDeo pr o ­ r c d a 4quae cft honefta, & merito­
hibitum , aut prarceptum, Deus ria; non tamen errónea,ut ralis.
folum conctirrit fpecialiter cum Er cum hsec obliget ob re di tu -
creacura, ut operetur, ficut ipfe dinem exiftimatam : non error,
difponit: cujus difpofitío til:, ut fed reditudo erit per fe a Dco.
fugiamus nialum , &arop1eda- 41. Ex hi s co ll ig itur : q u o d
nmr bormm.Confirmar hoc Ang. Dens non p o t t f t in fu n de ie , nec
mag. art.5.cit.ad 1. dicens: I/t- per fe canfare in i n t e l k d u c rca -
dicittm vationis errantis licet no de- t o habieum m o i i s : nam hie
trivciur a Dco ; tanttn ratio err a’is, hab it us inclinar in errorem fub
judicium fount proponit ut verum: r a ti on e fpcciali c r r o r i s ; & D c o
e r ¡>er confcLjuens ut aDeo dtri^a r epugna t íic pra-bcre t il eni i n -
tam , ¿ (¡un rfi ortr/ii» veri} di. Eft c l in at i on e m , ficut & p e r fc chu­
it;irur u Dco, quod homo opere' fare errorem. F.t nt eri ot
tur , qur-d ut icétum , & verum m ed i a t e , tiiLiuvetU!· D c o , t r i -
prop oni tur i liwct ita non lie i b buéci t a ’ cn; mJ.iiiationcm. N c c
TRACTATUS NONUS,
d¡cas:confervatio eft c o m ¡ m u ­ tutíi h-c .Evidentia r e í credite
ta produ&io > fed Deus per fe ttftificationis, Scctedibilitaus.
confervat habitum erroris: nam Evidentia rei ciedita til evidé-
rranfaítis aótibus , quibus fuit tia veritatis , qua: ptoponitut
gcnirus, intelkftus crcatusnul* crcdcnda , & de cbj>.fío auod fU
3 am elicit a&ionem confcrvati- dei. D e qua nen piectoir dilfi-
vam talis lubitus : eigo Deus cu!tas:nam caiti no» habu.t
per fe producitj SccaufatiUum. íitatcs fideijut r tf o U i t D.Tho-
Nam cum error íit dcftftus rcc- mas , q. 1. ait. 4. & 5. cum fid es
titudinis , ut confervetur, non fitde non vifis , & non feitisj uc
ícquirit a&ioncm pofsítívam conftac ex illo Apoftoli ad Hcb.
creatam conferí átem illum, fed 1 x. v . i . Efl ante tu fidesr. arrumen·
cor.fervatur , quia aátlbus con- tum non affartfttiuw. Evidentia
trariis non introducicur in in- teftificationis eft de co , quoá
telleéhi ttítitudo veritatis. Nec Dtus teftifícatus eft , & re vd a -
infles: Deus per fe producir po- vit talcm vcriratcmjfcu de mo­
tentiam peccandi, nempé volü- tivo fideí.De qua loqiiemur ar?.
. tatem : ergo etiam habitum er- feq. Evidentia credibilitatis eft
randi. Nam licct ita producát ce co , quod veritas íit pruden-
potentiam , qaa pcccatur, cum ter credibi’ is , & digna , üt fide
. volúntate peccccur 5 non ramea credarur. De hac igirur eftdu-
p^tentianv peccandi ; quje non bium.
eft potentia,fed defeftus poten- a. Conclulio: Myfteria fidei
. t i i . Sicut enim peccacum pro divinas funt evidenter credibi*
. sruitítiaeft deftítus , itapocen- lía .Eft communiscun» D.Thom.
, tía ad íllud proutfic , eftdefec- l^c.cit. &B.A!b. difl.24. arr. 1.
. tus, cxíft<-ns in creatina,quia ex & 9, Fundatur in illo Pf.pj.v.-y.
nWiüo fj&a.Similiter ergo,cum tua cnchlHia faCxn fun i
bfri!s·«rrorIs’í1c inclinatio ad ni»,is\ fed non eft nimis credibi ·
dtlicicudum,nonlit per fe áDeo. lc,<¡ui'd non efl evidenter credí'·
bile , fui de quo evidenter non
AR TIC VLV S VII. conftat eíl'e eredibüc : nam tale
non nimis, non v;·■ ' <!¿ , non feffi-
VTRVM m y s t e r i a F ! p b i s i k t cicnter , fed infcfliciír.ter eft
ev id u iter irt'd ili.iií. credibilí .-almejas cicdibilitas
pofsir non efle : ergo. Illuftrac
3 . ' ^ 7 ”>to : c¡uod triplex eft i v e D.Thomas, art. 4. ad 1, ita
•i/N evidentia co n íu c m l a ediflerens: E j ,.<¡h£ funt ¡id a d a -,
DE FIDE. 2.33
fUcifercenfidetM i foffunt .Vito modo £¿p.<í. V.M . i r . Ludovfcus G ia -
in [peet'ali: Cr jic non pojjuntcffe v i -
nactníis in Sytubolo ñdei,& plu-
p , O “ endita. A lio modo in genera- res PP. relati a M .G o ne tj d if p. i.
li, fcilkí't fubcommuni rationecre- fe£t.8.& M.Palanco,difp.4. q .i .
dibi'is.C? fie jio it w fa ab eo,<jui ere- 5. Prímnm mocivúcft íanc-
dit. Ari# enim crederei, niji videret titas chr iftuns Rcligionis; quae
ta efje etedenda, vel propter eviden - eft faníti ex fine , & exm edi is.
Exfriejqui eft fart&if$imus:curn
t i am fignartttn 1 v e lfro p ttr aliquid
buj ffmodi'yfed ubi til viíioeftevi- fie Dcus, ut laudandu$,& glori*
acucia; eigo. ficandus, videndus , &íiu£ndus
j , Prob. 1. concluí*, racione: per xcerniratem. Ex mediis er­
ctedibiiitas myftcriorum üdci ga Deum;qus func exercitia juf-
eft evidens: ergo. Prob. anc. l i ­ tifsima virtutum, Sacrificia pu<
cet myftcría fi.dei fine obfeura, r i f s i m a , Sacramenta mirabilia,
credibiiicas eorum non poteft & redtfsimus culcus Dei. Erga
efl’e obfLura:ergo. Prob,anc.non proximum autem > futnmapax,
poteft obfeura per tnodum concordia > charitas , «■quitas*
opinionis: nam toree incertajSí juftitia, únicas. Erga fe ipfum»
fides non incederet finniter, fed obfervantia legis, 'prafkica vir-
opinative , ad credendum. Nec uitum>temperátia> put iras,rno«
poceft eíTe obfeura , cognofcibi- deftia, fobtietas. Accedit quo-'
lis per fidem : nam crcdibilicas que ornatus Ecckli# , tot Infti-
antecedic fidem ; fed obfeurum cutisj&Sacris Ofdiníbus expié-
non eft cogrtofdbile , niíi pee dens,in quibus tafia exempla>&
opinionem, auc fidenu ergo. tot labores vitas chtiftianar exer-
4. Prob.2.conclufio: illatef- ccncur, ob fidem De i , qus ficuc
timoniafunt evidenter credibi- anchora gubcrnac illa. De hae
lia, in qui'bus concurriint rot, 8: fanditat c IriftitutiCacboliti i n -
taiia motiva, quas fi debite con- tonuit David Pf.i8.v.8. Lex Do*
fiderencur, ncuio prudenter d u­ m ini imrr)¿cuh fa í ’o vertcns animas,
bitable de eorum credibilítacc; 6 . Secundum tft anciquicas
fed t o t , & calía motiva concur> Religionis3qtia: concilíat
runt in myfteriis fidei.ut debite mam fidem. Noftfaquc-Rcligio'
confideratis , nemo prudenter •eft inftituta áCondicorc univer-
dubirec de eorum credibilitate: fi, tratlua primo Parent i , eft
ergo. Min. fuadetur, infimiando q u o a d í l i o s , Si exiude ufque ad
taiia moriva.Eapracclare ofteu- nos derivata. Fait igitur origi­
dic Ang.Píxcepcqr i.cont.gent« ne prim a. Et fcftoB esore* poft
li illani»
*3* T R A C T ATU S N O N U S,
illam , cuafi ab ea feccacr;·, & La6tantium>& Tcrtulianumjqui
emembtatse appellantur.Si vcrö in Apologia,cap. 1 8. ait de myf-
fumacur , uc áChrifto Domino teriis fidc¡:H ¿c/ios rißmus aliquÁ-
inftaurata > & cxindc nomine d* de veflris fuimiis, dtcic G i n c i-
chriftiano infignira.etiam ante, libus.
Cellit faifas harr«tico»um fc&äs: 8* Quartum eft fidei confhinV
cum b x ptrapoftoiiam disjunß® tía , & firmitas ¡ quat niii pi ot e-
iinr ab ea.Quare S.Cipríanus di- geretui dcxtera üinnipotentia:,
cebat hzreticis: A’o» nos a vobist non potuiflct inter tor pioceMas
fed vos a nolis d ifctfifiis . fubfifterc.Floruerunt enim Seite
7. Tertium eft mo du s, quo famofst.quarumftitcrnnt plu eS
eft promulgate; qui probat tifi. viriinlignes: lit S t o i c i , Picago-
Cacifsimc fidcm fuiflc introduc- r i c i , & Bpicurei j q u i , & quarj
tam authotitate divina. Siqtii- nullo invadcnte,cognoverunt ii·
dtrm non eft promulgara. a Viris nem , itullo relifto feftatore.
ao b il í f s i m i s , fapientifsimii, & ClirifHana a utero Religio, mag*
eloquent ifsimis; f ed abA po fto - nisundis facpe impetita , nun«
"Ks , qui crane pifcatorcs hurni. quamcefsit; fed quad per anty·
les,viri fimplicsSj & non magfia: pariftiiim prsffia contrariis.eva-
eruditionis.nec cloquentix. N ó lit fortior, vegctior, potcntior,
d potentifsimo Imperatote, auc fptendidior, major, Vnde S.Hi*
dijctbus armis pu^nantibus, & Jarius , lib. 4. dc Trin, aiTerft:
divitiis allicientibus ; fed ab Ecdefi&i dam exercetut, floret, itt'n
inermibus,midis, & paypcribusj opffim itur , <refcit, dum contemm-
qui, nifi divina authoritate mo- tHTyfroßcif, dum c*d itu r, vincit.
rirentur, tifui omnibus forent. p. Quintnm tfl infoelicitas
Vnde Apoft. f. C o r . i . v.2(i, di- perfecucorum ejus; nam fi Reli­
Cebat: Videte enim vocation tin v e f- gio Catholica non efl^t vera:,
iram fratrcs, quh n»n multi fapjen - agentis contra illam, plaufifient
•tes f t cun dim carnem, non m ulti pó­ Deo , a quo fuiflait remüneraci
tenles , non multi nobtles : fed jfine fce’ ici. Quod e contra eve-
ptiltafunt m u n d id igit Veus>utcon- nit:itquidem qui earn impugna-
fundñt fa ficn te s , cr jnfirwa ruundi rubr, motfe intoe'icifsima fi'iie^»
elegit D eu s, ut cotifufidat fortra. tunt. Hcrodes tiamque , primus
Convcrtetunt enim fapientcs, ijus peifecutor,qui Rcligionetn
potentes, ¡ic nobiles, Dionifium Chri{l:ianam> ¡11 Chrifto tiafcen-·
Areopagiram , C'ementem R o ­ cem,nece Innocentum cxtir)gtie-.
manian , Iratneum , J u ft ir t n · , re ptarfumpfitjoioibo feed i fsima
iutc-
DE FIDE.
interne. Jnd*i potjfsimi hoftes numerus crevit? Martyres foiius
nominis Chriftiani , á Tico , & Aragoniz innumeri íbnc. linó
Vcfpafiano funt debellari,& per Oefarauguftani tdebrantur In-
orbein difperfi, ubiqúe viles, 3 c numerabiles.Citm Laurentiu%&
infames habentur ¡ & fine rege, Vincenrius OfcamjPaternus Bil'u
duce,judice, tetnplo>& facerdo- bilim;& alii teiiquas Civitates»
cio , nec terrae cefpitem habent & aliqua Oppida. decorent. Ec
proprium, & c«teris nationibus quis numerabit Inftituti Reli-
funt ludibrio. Nero,qui primus giofi M-irtyrum candidatüexer-
inEcckfiam dcfcvít, manus fibi citum ? Innumcrabilis videtut
injecir,díceos: Turptler v ix i,tu r - foliusOrdinisPratdicatorii Cce-
fiu s morior . Domicianus a do- tus; cujus Vexillarius eft Petru*
mcfticís cófoííus occubuít. Tra- Vcronenfis;quem Joannes Col o-
janushydropicus,& paral iticus. noneniis fubfcquicur. Cum ergo
Adrianus txanguts, Antoninus in ore düorum, vel trium teftiu
triduo mutus, & obrutus appo- ftet omne verbum 5 t o t m i l l i a
lopexía obiir.Luterus cum com­ teftium & Martyrum pro fidc
plica; fui peccati inventus eft divina , oprime comprobabunc
mortims.Galvinus fimili morte, eam ; prascipue .ß conßderetuc
ac Hcrodcs, foedens,& impaties crudcHtas mortis , Sipatientia,·
finí vir >bl,ifphemans>& t xecrans atque alacritas eori!m,qui paf-
diem , & horam , quam ftudiis fi f u n t , omnis a:catis , & fexus»·
impend it. Jam peeri, infatúes, fenes, ptve-
io . Sextumeft teftimonitim lat, & virgincs. Nunc S. Ambro-·
Marryrum,& pretiofamors Sác- fius aic : Magna ergo vis , qiut
totum.Nam appivllanrur Marty- ttfiimonium etiam <ifc illa invenit
res,quia font teftes fidei,pro fi­
de moricndo.Hrautemftmrtot, 11. SeptlmumVaticíniájqu*^
ut nos,qui vivimns,numero ex- fidetn ·, & divinitarem tominen-
cedant. S. Hieronimns Epift. ad d a n t ·, juxtá i!)(Jd If. 41. v. 23.
Eliodorum &\x\i.Ntim trum M ar- ÁnnnnciAt& cjitx ventura fiw f in
tyrum , er PontißcurH Anm libus futurum , er fötm iu'quitt
colleftum itci creviffe , t*tß omntum Cüm ergo myfteria ficici fiot va­
memoria celebrando, e jfe t , ticinara ¿Piophetis,& (iturpiíc*·
diebus triurn millium naiahtia coli nunciaia, impktajComrrtníían-
deforct , ac integra an na -decem m il -■ tur divinn,& cvIJcnrer credibl'-
liones , er ^onagitita j-uinquv millfa · lia. Cnriftus enim Dominus
Martyr um. Et p o f t e i , ufquequö convex Tat« 111s in teuisipraenut»-
*3’6 TR ACTATVS N O N VS,
cia tu rá Baruch>cap.¿. v . 3 8 . /» quarutn tinguta didst refere M.
terris viftts cfi , GT cum hotrivibus Palanco,difp.4. q.i.Si D.Th om .
capvcypií»sfjI.Tcmpus ejus ¿ D a ­ q. 2. art. 7. ad 3. aííerir : SylñUa
niele 9. v . 24. Septuaginta hebdo- etiam p'/&nunciavit quxdu deCbtiß »,·>
mades abbreviate fnnt u t :: ungatur ut jÍAg.dícic.Invenítur etiam in
Sanífas Sanítorum. Natalis iltíus hiftoriis Romanorum, quod té-
ex Virgioc ab Ecce vir~ pore conftantim Augufti,& H e ­
go concipictiCr pariet fitiiirn. Ortus lene matrís cjus inventum.fait
in Bethlehem á Míchaea 5. v. 2. quoddam f«pulchrum,in quo j a-
£ t tu Bethlehem Ephrjta parvtdus cebat h o m o , auream laminara
es in m illilus ludo·. e% te mihi egre- habens in peékore, in qua fciip.
dicltir (¡ni jl t domin-.xlcr in ¡frael. tum erat. Chrijlas m fctlttt ex V ir -
Nunc S. Match, cap. 2. v. 6 . Sie gine, V ego credo in cum. O Soljn b
' enim feriptum r jlper Prophetam: E t Helena teniporihts item m me vide -
i» Bcthelcbcm terra luda, »equaqttx bis. Dedcrunr quoque teftimo-
minima es in principibus luda: ex te níum de Chtifto alia oracula
tnim éxiet dux , qni regat poputum Gentiliuin ; ut Apollo Miltíius
wííwíjí//ríif/.Pr*dicatio,& retnif- oftendit. Imo 8c deemones coap-
fio peccatorimi ablf,<5 i. v . i . A d. ti ; ut referunt Suidas, & Nice-
tnmtncfondum manfuetis m ißt me, phorus, l i b . i . cap, 17. Nunc aie
u t mederer contri tis cor de ,erpr<e- . Picus Mirandulanus: Magna i n-
dicarem capt i vis indulgentem . Mi- fania eft evangelio non crcdere,'
racula cjns cap.3 5.V.5. Tuncapc- cujus verkatem fanguísMarty-
rientnr oculi caicorum,cr aures fu r - rum clainar>apoftolicx refonanc
dorum patebunt. voces , prodigia probanc , ele­
12. IngreíTus ipfius in Jeru­ menta loquuntur, & deemones
salem á Zachar-p.v.?. Jubila filia confitentur.
lerufalem : ecce rex tints venif tib í 13. Oftavuinmiraculajqi!*
jt tß u s , er fa h a to r : ipfe pauper, confiímanc effícacifsime do&ri-
afeendens flip sr afivar/t ,ZT fuper p u l- nam veram : uc vifum eft art. 5.
íum filium aßnjt. Páfsio ejus ñb Cum Deus non pofsic patrarc
I f . 5 5. v.7. Sicut ovis ítd accifionem illa in confirmationcm falfae
¿«ce/»r.Rcfurretäio Pf.56. v.i 1. dodrinae. Quod fides noftra fie
& Pf. 107. v . i . Eittrgam diluculo. miracutis conteftata, negari ne-
Afceníio ilüus inCceUim Pf. 67, quit,niñ fatué. Sacra Pagine je-
v, 1 ó.Afcendifiiin altvm,cepifii cap- fcrunt plurima parrara aChrifto
tivitatem . Qjjje omnia entia va- Dómino , Apoftolis »& Sanctvf.
ticinarunt Oracula Sybillatumj Vnde Apoftolus ad H<. b. 2. v. 4.
inquíc:
DE FIDE.
i n q u i t : In not con fifm ta eJl,con - S. Au*.contra Epift. fundament.1
tejíante Deofignis, cr fo r tent is, D . ca p. 5. ajebat: M ulta fu n t, qu& tit
Tliomas:¿VIíj\w»//í.Innúmera re- Ecclefu me r eft!fsi Me tenent .Tenet
ferentur in iegendis San&orum, confer,(io popalorum, & gentiú;
& in hiftoriisRofarii B.Virginis tenet authoricas miraculis c o n -
Maricc. Quae ita credibtlem red- firmata, fpeacfta , & vetuftáte
dunc do íhí nam f i d c i , ut Ricar- nutrita; tenet ab ipfa fedc Petri.
dus a Sá&o Vi&ore,lib.de Trin. Apoftoli.ctu pafeenda oves fuaff
cap. i , rufus fit diccre : Domine, Dominus mandavit , ufque ad
ft error eft, quod credimus >o fc de · prarfencem Epifcopum fuccefsio.
ccpti furn us , ijla er.im in nobis his Sacerdotum; tenec deniquc ipfu
fig n is, cr frrodigiii confírmala funt, Catholici nomen , quod non fine
quit non r.ifi a te fieri fo ten m t. rauf a inter iam multas l?£rcfcs foi*
14. Auget crcdibiiiratem bjtc Ecclefia oblinuit.
myilenomm fidciinirabilis có- 15. Credibilitas fidei reddi··
cordia Sciiptoruor>,&Do&orum. ,♦tur illuftrior, fi cumSeftis cori-
Evangeliftss namque ,etfifcrip- feratur. Mahumctana enim3qua:
ferint feorlim, omnimodé c o n ­ majorem inundi plagam occu-
cordant. Idem evenit'in cunótis pavit, jam per dccetn fccula d u -
libris,& Epiftolis Canonicis.Si­ rans , per fe oftendicur faifa.
militer iaPatribits antiquis.ea- Siquidcm eil nova , fcxcentis
dem docentibus, licet cxiftercnc annis, poft Chriftum natum , á
in rcgionibus difsitis.Loqueba- Mahometo i nt ro duc á, no mira·«
tur quidem Deus per os Sanifro- culis comprobara , ncc promúl­
fum. Nunc S. Dioniiiiis de div. g a l a , fed a r m is , allicientiis,
nom. cap.4. alt: Verafapientiaefl laccitatibus vitae,& cófeientiar,
a multis opinionibus convey tens , O ' permittens plurima ex natura
ad ttnam, veram ,cr tiniformem con· ftia mala ; quae non defenditur
gregans cognitiatiem, W uno unitivo ftudio literarum, fed fnftibus,Se
lumine com plcns.W bi D.Thomas, armis. Nec habet Piophetas,
left.41 aiferit : llli,q n i cognofaint SybillasjMartyres, nec Oracula.
veritatem,cor.veniuntin una fenlen - De quo multa rcfert P.Thitfu's
iiá , fed iilis, qtri ignorauty dividun- in manud uft.ad convcrf. M hu*
iu r j'cr virios errores. Exhibec metanorum , lib. 5. cap. i* Scfta
aumeucum talicredibilitati fir— auccmC.iU'inijLutcri, & aliorü,
miras, & d'irario Ecckfia:, & io qux hodie vigent , pra-cipnc in
Cathedra S.Petri continua Sum- Provinciis Septcmtiionalibus,
moiumPontificum. QiureM*P. fuat modcrna;;prohtbcnt mt'dos
fane-
*5* TRACTATUS KONUS,
fandifsimo'$vivendi,pra:cipiunc muni credibüis eilest vifa, etiä
illicita, ncgant Romano Ponci- in fpeciali, 8cex patte rei credi«
fici obedientiam , & cultum Sa» ta elTent vifa ; fed : ergo. Prob.
crorum Imaginum Sandorum. mai.Si in racione communi cre«
Ne c funtpromulgatx miracuHs, dibilis eííent vifa, in fpeciali, &
fed rebellionibus,& tumukibus. ex parte rei credicse poffcnc cre­
Re li gio utique Catholica eft: di evidenter; fed qux peifunc
antiqua.miraculis comprobara, credi evidenter , funt ita vifa:
& promulgara ; prohibet mala, ergo. Prob.nuf.efTent evidenter
te prxcipit reda. Eftconformis
naturx, rationi, & D e o ; & exe*
credibilia; fed evidenter credi·
biliapoííUot credi cvidenterier-
«juitur omnla jufta,modo d id o . go.Min»patet;nam credibile eil,
Vnde augetur credibilitas nof- quod poteft c r e d i : & evidenter
tre fidei.
6.
1 A r g .i . Si myfteria fidei
«flent evidenter credi bil ia, non >.
credibile,quod poteftcredi evi«
denter. Rcip. dift. mai, Sumpta
credibilitate prodignicate , nc
«fllt fides de lilis ; fed eft fides credantur, conc.mai. Pro credi-
de illis: ergo. Prob.mai.fides tft tione pofsibili.nego mai.& dift.
cle obfeuris , & non viiis j fed ‘ min.Credibilia fumpta pro cre-
snyfteria evidenter credibilia nó ditione pofsibtli,conc,min. Pro
funt obfcura>fed vlfajergo.Mai. dignitate , ut credantur , nego
«ft certa. Min. patet : nam evi­ min.Sc conf.Évidenter credibile
dencia dicit viiionem , & oppo*
fiitur obicuiitati.Refp.difi.mai.
poteft fumi pro dignitate , 6
mérito evident!, & prudenti, ut
c
Et non vifis in fpeciali , & e x aliquid credatur . Er pro credi-
parte reí creditsr, conc. mai* In tionc pöfsibiü.Et licet hoc mo­
ratione communi credibilis,ne- do evidenter credibilia,pöfsint
g o inaj. & dift» min.Vjfa in ra­ credi evidenter, & in exercitio
cione communi credibilis4conc. cognofci evidenter, & videri ifl
min. In fpeciali, & ex parte rei fei non tarnen illa: íiquidem nó
«reditac.nego min & conf. S j I u - dicuntur evidenter credibilia,
tio conftat exD.Thoma cit.n.2. quia exigant e v i d é t u m ex par­
17. Conr. Myftena fidei in te r e i , cum adu credantur , &
rationecomo’. uni tred'bilis non cognofjantur , fed quia eft e v i -
funt vífa:er°o. Prob.ant-myik** dens , quod habent futficienrem
iia fidei in fpeciali , & ex parte condignicaceiti^u credantur. Ec
rei credit* non funt vifa :ergo. potius func evidenter credibi»
JPicb.^cottf, Si in tatione com­ Ü4 , q iam credibilia evidenter.
C om*
DE FIDE.
Cumqne myftería fíácí fint evi- confufo , & in communi ; Said
denter credibilia: ideö noo pof- fecundum requintar oftenfioin
funt credí ev identer;& funt vifa particular!. Cumque adfic tale
in ratior.e conmiuni credibilis, motivum , oftendens nobis (Sc
quin (int in fptd aÜ , & ex paste credibilitatcm myfteiiorum fi­
rci crcdits. Situt eodcm modo dei , nempe, (igna, portenta* £c
potcftaliqnid tifc c v i d t t c r o p i - miratüla ; noncatnen ita often.
na bik , quin pofsic o pi na rt e vi- dens veritatem eorumiluyjidein
dentenquia poteft confiare e vi ·’ har«: proponitur at ardua , exce­
dentcr de condignicate, nt opi- des racionem naturalem,& o b f-
netur ; quin ira conftct de ie, curam: iJsö licet in re (int vera,
qua: opinatur« non proponuntur ut evidenter,
18. Cont. Si myftciia fideifed ut certöveta , & (i judictfit-
divina; eifentevidenter crcdibi- tur evidenter ctedibilia. Dattfr
)ia , fumpra credibiliratc pro
di'gnicate', Sc aptitudine , ot ea
enim evidentia c r e d i b i l i t a t i i ;
non evidentia rci credibiiis. SÍ-
credantur, etiam efient eviden­ cut poteft dari evidentia probft-
ter credita j fed non funt: ergo. bilitatis , quin detur evidentia
Prob.mai. eflent evidenter veta; reiprobabilis.
ergo. Prob,ant. ideö eifent evi­ i<>, C o n t . N c c i t a poteft ali»
denter credibilia ,quia eviden­ quiriividenter nidigari credibi-
ter judicarentur credibilia fide le fide divina,quin evidenter jú-
divina ; fed etiam evidenter ju- dicetur verum: ergo. Prob. ant.
dicarentur vera:ergo.Prob.min. nec ita poteftaliquid evidenter
licet credibilia fide humana p o f judtcari feibile » qytn evidenter
fint efle faifa , & fulficiat elfe judicetur verum:ergo,Prob.c6f.
rerofi'pilia,credibilia fide d i v i ­ iscut feibile eft neceflariö verum
na debent neceflaiiö eßc vera in in f e , ita credibile fide divina;
fe ¡ fed judicarentur evidenter fed: ergo. Refp. nego conf. Dif«
Credibilia fide divina ¡ergo.Rfcfp
nego conf. Ratio eft : quia licet
crimen ;
eft nam aliquid dicitfir
fcibileex principiis p r o p r i i s , #
¿liquid non fit credibile fide di ­ intrinfccis ipfius.Vnde non p o ­
vina, nifi in re {it verum ; poteft teft evidenter cognofcijquod iic
<fle motivujn oftendens eviden­ feibile, nifi evidenter cognofca-
ter nobi$ credibilitarem ejus, furtalia principia,& cfle verum:
quin ita oftendac veritaté il’ ius: cum reritas ejus confiftat in
nam ad prifhum fufficit often· connexione eoium. A'iquid au-
dere ijlud>& condiciones ejus in t a n dicitur credibile fide divi-
na
£4ö TRACTATUS NONUS,
»a e x priacipns exmr.iecis, ue- Ciedibile, & non íncrcdibtle. V t
p e , ex teveUtione , & quia d ic ­ autemfit,& judicetur evidenter
tum eft. a Deo ; de quo poteft credibile, non requiritur, quod
furmari judicium evidcns , ob evidenter judicetuv non eflfc iin-
figna, porteta,& miracula,illud pofsibilej fed fufficit, quod non
;
confitmantia quin tale forme* appareac ut impofsibüe. Quare
tur de veritate iliius , quac non ha:c confeqnentia nó valet: E v i ­
coniiftit in extrinfeco aliq uo, denter judicatur effe credibile:
fed in connexione fuorum ptar- ergo evidenter ju d i c a t u r, noa
dicatoium, & priocipioium in· eile impofsibile: nam confeqyé-
trinfccorum. tia d;bet eile ¡ ergo evidenter
2t>. Arg.i. Si myfteria fidei judicatur, non apparere impof-
eflent evidenter cr<dibilia,myf- fibile. In prima enim qu a fiv a-
rerium Incarnationis tflle evi­ tiatur appdlatio , ab eo , quod
denter credibile ; fed non eft eft
evidenter crcdibile: et go. Prcb.
afjwtrc, feu cognofci, ad id,
quod cfl effe. Harc autemeviden­
iriin. fi mjfterium Incarnationis tia credibilitacis veritatum fi­
,ciiet evidenter credibile, eflet dei, cum cognofcitur ut objeétú
evidenter pofsibile; fed non eft dire&e, & principaliter,proce-
evidenter pofsibile : ergo. Min. dit exaliqua experientia,&dif-
eft certa;nam pofsibilitas.talis, curfu humano prudentiz , &
aut alttrius divini inyfterii\mil- icicntiie ; & cum attingentia eft
li eft evidcns : ideoque non p o ­ fupernaturalis , ex aliquo inte-
teft detnonftrati. Prcb. mai. Ci riori jnftinÖu Spiritui Sanfti, á
effet evidenter credibile , e v i ­ donofcientiar.vel inteliedus: uc
denter judicaretur non effe im- docet M, Joan. i S Thoma» ex
pofsibile ergo. Conf. patet: Ang.Do&ore.Cum vero in exer*
qui a pofsibile ?i non impofsi- citio attingitur ut modus , feu
bile a?qu;pol1ent» Prt>b.ant.quä- códitio veritatis credits, attm·
diu aliquid judicatur impofsi- giturab eodcm habitu fidei,quo
veritascreditur.In quu fenfuD.

fideifacituiJtree<t, credL
uu
nttn
utrn
bile , tft incredibile : ergo. Ant.
Thomas, ar t^ .a d ?»iait:
conPatinemoenim cred.it,quod
impof&ibile judicar. .
2i. Rcfp. nego conf. Ratio Nam licet fides atcingat obfeu«·
«fhnam cum judicatur impofsi- re vericatsm creditani > evi^
¡bile,non apparet nt non impof- denter artingit credibi-
fibilc: quäle faltim debet appa- litatem ej-us.
£ « c aliquid, i>t appayeat , & ü c
DE FIDE.
luminetur fide fuperna,& iníaía:
ARTICVLVS VIII. nam enm hacc fie gratui ta,no eft
ei evidentia de i !la, íicutnecdc
fT R V M C O H & R E A T F I D E S eo, quodexiftac i ti gratia.
сиm evidential in atteßants, 2. Pra;m¡tto 2 .Q^pd cviden-J
3. p a ^ b i ; t ° i . E ^ id c n t i a m ^ . tía completa in a titilante eft
X fidem de eodttn objefto, de eo,quodDeu$ tettiñearur ali­
non poffe cfls finml hi coac iub- quid,de séfu uecern'.inato Ulitis,'
je<äo. Ita D.Thörn.art.4. Ci;jus & de 20 , quod Da is rice peteft
racio e f t : quia fides eft obfeuta, fa: 11í , nec falleie j ira üt pofsic
& evidentia dicit vifionem , & forman i fie difcusuis : F.videns
clatitatem : qua? repugna с fimui eft,DíUixi non p< í!o mihi dicere.
in u no ,de eodem.Proptercare- f«ifum i fed evidens tft , D í u m
pugnat ita (ciencia cum fide ot
reiolvit art. 5. Colizrcc autem
·, diccre mihr . Verbum cavo fafinnr
efí,Sc evidenter cognofco,Deiinri
fides obje&i cum evidentia cre* loqu iiñ fenfu lÍKrali:ergo ev i-
dibilitatisj ut di&üeft arc. ant. dens eft inihi, hoc ita c.Qe in re*
Et cum tails ctedibiliras format· D ifi c u lta s utiqué proceditde:
liter fit fupernaturali$:debet at· hac evidcnciamam in compre ca¿
tingi ex motivo fupernaturali\ procedens folum ex aliquo capí»
raodo ibi explicato. Credibili- t e e x afsignatis.oprinve co mpa-
tas negativa «ít pura non repug« t-itur cum fide. M. Bañez fentirí
nancia.ut víricas crcdatur.Poí- talem evidentia repugnare, fine'
• fitiVa dicic aptitijdinern,& c x i - clara Dei viiione.. Satisfacir ra->
gentiam,ut credatur. Qu® dici- men M.Joan.á S.Thosvis, ftatues?
' tur remota , & mediata : cum eam pofsíbilem : nam ficupSíie:
mediae illiquid inter ipfam , Sc viiione Dei,&e:'.tfá verbuníjpo-f
aftum credendi. Eí próxima, & teil: evidenter cognofui Jumera:
jtr.mcdura; cum non mediät. gloria?, vifio beata, &qiiod]ib>cc
Нас igitur pro venitd lumine donuir; fupernaturali;; j’ t a D c í
fuperno-infufo;& dicitur credi* locutio , d¿ revelado val.et co g-
bilitasevidens exercita,& prac· nofci per fuum eíFedum exterior
tica*, qua credens feic exercite, rem. C o n í h t e x illo 2. R-eg. 2 j;.
& prafticé , fe credere , dffcer- v. 5,. Locutin efi Forlr's ífrael :·. fia ·?
nendo inter objkftum fidci in« htx auror£,o7Íexte fn h tmai:¿ úhfijie·
fufsZySc objcftiüTi fide? non inf»«.
fx ; non tamen eft reflcxa , nec
fjpeculativa: curatiefciat, an il<-
nubibus rutilaf. O r e a quseßtuoi
anrcm.M. Joars.a S.T!Tr>:n3 indi—
cae utrumque probabilc. Ntgíti
Iik veto.
TRACTATUS KONUS
v e t o M .V if i o r i a , Cano , Marti- niyttcíia deccrminataj ut refere
ncz,Mariais,Pa!atico, & aliqui: Cajetanui: ergo.Vadc tf.Thoin.
Er Em.Lugo cumP.Suar.& aliis. ad i. ait: Contemflatio, qu& tollit
Affirmant tamenEm.Cajct.q.5. veeefiitatem fid e i , c r contcmpUtio
a r t . t . M. Ferrara з.сопс, gent, f a t t i £ , qua [upefnatHtalis -oeritas
cap.4. Alvarez, Araujo, Goner, per ejjentúm videtur. Hahc aufcnt
Zum el, Cu tid ,Aragon, PP.Salm. conterHpLuioaent non hahuit A u d its
Philippus á Trinity P. Thyrfus, antecenfirm ationem i^d nee homo
Ripaida, Xxea, & pherimi. cum diéta evidentia habct illá:
3. Coticlufio : Cum e video - nam eft viator,& non bí-atusjer
tía In attefbnte cohxret fides torum contemplatio erat аШ ог^иЪя
in eodem fubje&o , -circa idem nojlra, ut aif^rit S.Doftor: ergo,
obje&um.llluiiratconclufiortem 4. P r o b . i . concluf. ratione
Ang.Dtiftor,q.5.arr.i.ubi refol- D,Thomar;Angc!usín primo in-
v i t : Aigetum in prima fui con­ ftanti fuz c o n d i t i o n i s , ¡11 quo
dicione habuilTí fidem. Et refe- fuic viator, habebat fidem veri-
rens fentenmm aíTcrcntiír.quod tatum fidcijfed hab“bat cviden-
in Angelis non fuit /ides »prop­ tiam atie fbtio nis earum: ergo.
ter manjfcftam c o n t e m p la d o - eft A !»g..Djft. incorp. afle-
ncm., quat tune erat de rébus di* rcntis: Neceffc eft dicere, quad A n ·
vinis; fatisfacit , ¡rífrrendo : Yt gelus ante confirmationtm hahuit f i -
A ufttftitus d h it, illa pola manifefia* A m . P . o b . mí'». Angelus fuprc-
tio exeludit fidet tAitovem ,fer qua·# mus evidenter fcicbac : Dcum
credi tur apparent ·, -vtlvifum ia> de revelare (ibi tales veritates, i p -
•quo p rhd p o liter ejijides. Brindpale fumque non poif.: fallí,nec falle«
auttm cbjcAvm fide i eji veri'as pri­ rejfedbase eft eyid- nria artefta-
ma, cujus 'jifi* beatos [acit, Ф fidei tionis: ergo; M¿j. conftat: cum
[иссЫН Cam ergo A n c la s ante с о · evidíí-tter fc it c t , atiaiti creatu-
Jirw-itjm’.tr} :< rts/i babi^crit ram fibi cas non revelare : cum
beatimdintrh.qtia Dfu<per c(f:>4 u,m itá'fc/rct, fuperiorem non illu-
vid elu r , m anifejb·» e j l , quod m n mlnari (ic ab infcriori. Imo in
bab/tit Jic mcinifcjidifi coj^uitionem, Tvbusfi l.’ i omnes Angeli imme·
quod excluderetur f&lin fide: fed díate f'int ilSuminati aDco:cum
evidctia icUra in Sicaftamenó m o d s non pvs :cfl\rir alium , co

eft maji>r; tino evidencia Angelí qu-sd oiuvks fuerunt creáti ia


erat tab’ s , tir evidenter fcirct, eodcm-iniUnri , i a q u o fo!um
Dcum non pctie i'al'Ur.cc faMcre, pocetatloqui O^us, qui cscabac
ip fuñique lcq.ui, & revelare ei illos. Ctica aliquas veritates
cgm-
DE FIDÉ. »43
commutíiccr admittitur; & dc>«· dicit:/# jl¿ttubrim& condition}>nor*
cccur á D.Thoma,fic conclüden- erat auditus abhowiue ex¡eritn lo -
tc :S¿xdam de d iv in h mjjleriis m&- puente, fed iD ec¡ ¡n ictiti i infpirdte.
njfejlx coguitione cognoverunt , <¡it¿ 6 . Réfpondcbismon fore ita
nunc non pofjur/iiii cognojcere * ni/i certum,fidein Angelorum in p r i ­
tredendOb mo inftanti fu i líe llrifte talem.
5» Rcfpondebis : rAngelim* Vcruntamen l'atis cóílat cxAng.
non habusíTc e»ideu:iá nacura- Doft.loc.cit.fo.re lltíftam. Cum'
Icm attcftAtioníscíica. veritates. i nq u ir ü t: utnmi facrk fides in
íupernatu.raksjqu.ía ba?c repug- Angelis ir» f ri m a fui conditio-
nac de fupetnaturalibus* Nec ne?Ec ftatuens reíotucioncm a f-
fupernaturalcm,& infufam:natn fírmativam, cam pvobcc, 8cpro*
hxc tft gratuita , Se. Angelo non pugnec,& defendat ab argumen­
debita , fed conferenda. a D c o tas co¡)crariis:quod pío fide non
pro fuo Iibito ; 8c. non. confiar,. ilriéta non debubat fieri.Ut pro­
Deum ilíamet in primo ioftantí pugnare ngorofam,&propriam,'
cantulifle. Cont. licct prardida, patet ex luis fundamsnús: nam
íint vera , non timen ultimum; eam probar ; quia.erant vi a c o -
ergo. Prob- ant.. cft commune resyin ft ata accedendiadDcum,'
axioma P*rrum»faspé áD.Tliom., 8: merendi j 8c o m a t ig r a t i a , uc
rep e m um ; E rat Dem condcus mu poífont mcreii:quíe lequirimt fi«
tu v o w , СГ lavgicmgratiúm. Et hic dem ftnftam.
aít: Ift primo р м dixir»us,quod ho­ 7 . Rcfpondcbis ctíam: quod
m o , A n g e l u s eteati fu n t cum dono Angelí fciebant evtdencer fe
graii£ , ideo Wicrjfe cjl d icere, quod ílluminari in confafó, & in có-
fe r grattam. acctfUm cr nondura raunijnonramen iii particulari,'.
covfumMatam. fttey.it in eis incubado &. quoad fpedem illumínotío-
qitidam fpenita beatitud i nis , ijujt nis.Quare uor, fcicbant eviden*
qttidem incbcatur in. voluHfAic fer ter, ¡Iluminariá Deo; nechabe-
fpcntyGr chavi talem, fed in intellcc - bant cvidsntiam afsignaram.'
lurfer fidem .Vn&c ficutDc^is libe­ Enim veto hoc evidenter fcie-
ré produxit Angtlos,. cum pellet bant ex privilegio Dci; qui íuuc
Don prodúcele illos ; ita ininf- in primo ¡n Rant i condcns nntu-
tanti fuje conditionis liberé có· ram,.liber¿ eis; lar^itus tft gra-
tnlit eis gratiam, cum potuetit. tiam, ita conrulk pr®di£rá ^v ¡·
non conforre iliam; & libere in- denriamjuc vifutn cft e xD.Tho*
fudic eis talem cvídentiam fn- ma: nam.cum natura intellc^í«
pernatuulem:ergo.Qi¿.Utí ¿d j . va Angelorum fit petfcéHor, e s
г44 TRACTATUS NONUS»
quadam congruencia ucoit eis catem toquicur ; ^poteft ei noli
cognictoncm perfcftiorem , ira patefacerc veritacem, & obfeu-
utaliqua credira per fidern ab ram relínquerejfed tune obje&íí
lunnimbus, ab Angelis cognof. eft revelatum, & non vifum; er­
cerentur evidenter in primo go, Maj. eft cetta : cum Deus tic
inftamí; tic ait ad i . D . T h o n u : líber in tali manifeftatione:po-
qualia futic, Dtum ipfis loqui teftenim facete alicui evidencia
vericaies determínalas in fenfu de eo,quodDeus revclat ei m y f-
<icterminato,& Deumnon poífe terium Trisiiratis , in fenfu de­
fulii, nec fallere. Нас do&rina terminate, & non patefacere ei
prsecludútur varia: lefponíiones. Trinitacem, fed velacam r e li a -
8. Prob. 2. concluí!o : evi- quere. Hoc enim fecic cum A n-
dentia iaatteftante eft Tola e v i ­ gelis, & Aclamo in primo inftá-
dencia crcdibiiicacis veritatis ti fuá: conditionis. Nam fi ica
fidei,aon carnea ipfíus vericatisj veritacem , & myfterki videret»
fed ilta evidencia cahxrec cutn eíTet b e a t u s; &;quia non ita v i -
fide,etíi non ifta:ergo.Min.conf- d e t , fed primo modo , non eft
tat exprefsé in D.Thoma, q. i. beatus, fed v i a t o r : & p¡ op te r e á
art.4. ut vifum eft artr.ant. ti.a. praididi tunceranc viacores, &
Prob.maj.evidencia in acteftan- non beatt.Hoc patee ex negatis
tc eft de eo.quod D a is loquitur Ang.Dod. & q . 5 . a r t . i . Nec d i ­
dercrminacatn Vintateobin fea cas : hoc eJfi verum* íi non pise«
ib determínate ; non tameucft cedac aliquM coavincens ve ri -
evídjntia de veritace revelata; tatem obj,-ótí i ut illam convin-
fe¿ tal i5 eft evidencia f o l a c r c - cerec evidencia atteft&tionis.
dibilitatis:ergo. MUj.paíct п.г. Nam etficonvincevetjf: iníerrec
Mí¡). ex air. anc. illam , non reddeivt earn in fe
9. C o'KKm atur: fi'íes eft de manifeftam , nec vifam ; Se non
o b j e d o r e v e ía to , !¿ bou v ilo ; mar. iftftum, & non v i f u m »crcM
fed a u n г д i i e v í d e it i .. in a i c e f - dú:u· fide.
t.iRtecor. 5s'i.r, ' ‘bi'.'íta.ii r e v d a - 1 g . A r g . i . coot. 1. prsemiu
tuai tile no a vi fu:« : cr,r,o. Iví.ij. Phhofophus chij)l:ianus,&adul»
t il D. T 'i o a ’. r . Pi-nb. niin. í ’ cét tus con^erfus ad JvJem , habenC
D cus r e ve ’ cr üh'cui ’'enCAturi, evidentiam, & fcientiam de hac
f ¿с i on s i 1i i t v i d o r>t ¡"a m J. ·;: ■
·.■
vc - v .’ ritatc : D c in c fl ; fed fimul ha-
l a t i o -ле, & d.: fenfu ilU iu ,o fte a - b.:nt ftdcn.idí i U a , fub eaderri
der.s , quod D 4us ¡oq uitur , & íornia’. icace : ergo hsc cohzrec
quod in feníu d v tc r a ü n a ío ve r i- cuat illa, ia eodc fubjtdo. Maíi
DE FIDE 245
pitet: cum dcmonftrchC natuta- ne£titur exiftcntiaDcijUt autho-
liter illam esc cfte&ibus creatis; ris natutse.quare cognitio hujus
ut conftabir arg.Tcq. Prob. min. poteft viribus natura: habet i; ad
tenentur cvtdere talem verita- iüamque fimpliciter exigiturfi-
temjiit p.atet ex illo ad Heb. i i. dcs,& ad hanc non, nift in cafu,'
Crcdere er,im oportet acceden- quod per feientiam non prxha«
iem ad Deum quia cft.ergo.H«ec dif- beatur. Et cü Philofophus chrif*
ficultas videüda eft T r a & .i . q . t . tianus, Sc adultns itaconverfus
arc.6 . ä i iu .i i. & in Pofter. q . j . prxhabeant fcicntiam , & de-*
arr.4. monftrationem deexiftetiaDei,1
11. Refp. nunc dift. ant. Si ut authoris nature,& non ut au -
non habcant fcicntiam de illa. thoris gratia:: ideö non habenc
conc. ant. Si habeant, Tub dift, fidem , nifi de exiftentia Dei, uc
de Deo,ut authore gratix,cotic. authoris gratis: & non eft fimul
ant. Naturx, nego ant. & conf. in illis evidentia, fcientia,& fi­
Deus eil author naturae, ut ac- de s de eadem veritatc , fub ea*
commodatuc eflcntixs}& exige- dem formalitate, fed fub diver··
ciis naturalibus rer um. Author fa. Vi d.Tr a& .a. q . i . a r t . y . n . i
fupenuturalis,& gratis,uc ope- 1 z , Cont. Philofophus chri f-
rans fupra cas , & ut conferens tianus etiam credit per fideni
dona fupernaturalia , &gratui« exiftentiam Dei,ut authoris na-;
ta. In primo eniin inftanti ufus turx:ergo. Prob.ant. fi non crc-;
rattonis inftat prxceptum cre- deret earn per (idem, eifet deteJ
dendi, & confitendi exiftentiara rioris conditionis , quam rufti-
Dei, ut authoris natyrx, & gra­ cus catholicus; fed non eftrergo.
t i s ; cum hoc tarnen diferimine; Prob. mai. rufticus catholicus
quod prxccptum credendi exif- haberec certitudincrn fidei de
tentiam Dei,uc authoris gratia:, exiftentia Dci,ut authoris natu­
obliga- abfolute, & fimpliciter; rae,& merito fidei credendo illa:
ut authoris autem n a t u t x , Tub & Philofophus chriftianus non
cond<tione,quod talis cognitio haberet,nifi certitudinem feien-
non pixhabeatur per feientiäm: t i s naturalis j fed pei f t ö io r i s
nam pmn.1 cognicio non poteft conditionis eft habere certitu-
haben viribus naturae , cum his dinem>& meritum fidei »quam
non pofsit cognofei fupernatu- habere certitudinem foliusfcie-
rate , nec quod eft ordinis g ra ­ tia: naturalis : ergo. Rcfp. dift.
tia: , co quod non conncftitur mai. Nifi formaliter, conc.mai»
cumalicjuo na cu ra li , Heut con- V ir tu a li ctr ,& derivative, ncg<>
24* TRACTATVS NONVS,
n/ai. &dift.min. Quani riuilate- 13. Aig.a.cotvr.conduf, F i -
nus habere,cooc.min. Si habcac des etfenti^liter tft de objefio
v im ia li tc r, & derivative aliam, obícuco inteHe&ui credéti-sjfed
ncgo ruin. & conf. Diftinftio eft per evideotiam in atteftinte dc
tra d ic a T ra é tz . q.t.art.tf.n.ztf.. aliqua verícate cxcluditur obf-
Earn roborat D . Thomas , q. 4. curitas iliius: et go no ncohsret
arr.8*ad 2.dicens tC tte r isp a r i- cum ea.Prob ,niin.per t a k m e v i *
bus^vijio eft certior audit!*:fed fi ille de'ntiam proponituv veritas lit
a quo audii tirywultum excedit vifum evidens, & clara: ergo. Ant.pa-
%ijdentis,f:e certior c¡lauditm,c¡uam tetmatn fiadfit evidétia de his¿
v ifus . S h u t aliquis ¡>cirv£ fdenti& quidquid Deus revelat eft, iicuc
tnagis ccrfijicxlur de eo , quod audit revelatut a Deo; fed Deus-reve-,
«h rdiquo [científico,quam de eo,quod lavic,quod Verbum caro fa&um
fib i fecundum fuam rationem vid e- eft ; fie ev id e ns , & clara veritas
tur. El· multo mavis homo certior eft Iiujusconfcqucntisiet-goVerbiini.
de eo.quod audit a Deotqui falli »on caro fa&um eft*
foteft, qttam de ea , quod v id tf p ro· 14. Refp.dift.ant. Veritas iit
fria tgtione}qu^faUi Itteft* Ex qui- fe, & quoad efíéntiam,nego ant«
bus etiam cotmncitur :. quod Ve rcvelata, 3c quoad, tffe retfe-
Phllofophus cluiftianus habec lati,. conc. ant. &, ita dift.conf*
roajoremcerticudinem talis ve- Suppoitta e ni m ev ide nti a in at·»
ritatis,quám gcntilis>qui habec neftante de aliqua>vcritate, h * c
certitudinem fcientia natura» poteft cóíideravl in fe,feu.quoad
lisjfine tali participatione.Nec cfleotiam; & v t revelara. In fe
ideó minuitur in Philofophá importat fua prsdicata eifentiaw
chriftiano mctitum fidei.Quare lia. Ve revelata »Heit dc nomt-
Ang.Mag. q.a. art.io.ad i.aile- nationcm extriaLccatn. revela—
-rit: ¿¡¿.ando aitttm homo habet v : - ( x , & eflfc corrciativa'n revela*
i'untAtem credendi ea, qua: furtt fi- tiom's. Et licet in d:&a hypotcfi
dei ex fola authoritate divina» tal is veritas » uc revelata , fiat
ctiamfi habeat rationem demóf- evidens, Sedara: natu fi tft evi ­
t r a t iv a m a d aiiquidcorum,pu­ dens,Deum revelaife veritatcm,
ta , ad hoc quod eft Deum tffe,. fit evidens,talent veritntem tfle
non propter hoc toil i tur, v s ld i­ revelaram ab il!o ; n">n tamen
n a m ita r m eritum fidei.Et in Corp.. ipfa in fe , & quoad tlTentiani:
£fío ¡ u tr : Quantum ad hoc r.itio hit * ci^n non inanlfeflet pvs.iicata
,*.· ;■
! ir ¡¡'dit meritum ftdei}fi‘d elf-’Otialia iliius.Poteft fi -.711 idem
fjijiynna (iic.ji.rii mentis efic evidensj Dcú revela flerquod
DE FIDE.
Verbum c a ro fa ä a m eft, & ideo taiium premiflarutn , uc Habec
effe evidens, hoc fore revelatum ornarus tali evidentia attefta-
ab iJlo ; quin fit «videns tale tionis, feit eas evidenter inFer*.
Verbum caro fa d um eft : q u u retalemconclufionem , & vetiw
pridifta ikli-us no exprimunctir, eatem: & confequenterfcit e v i .
nec fiunt cvideutta.Cumquc fo- dealer,eam eile rcvelacam.Enim
la evidentia veritatis in fe o b f - verö evidenter non feit pvsedic-
tet fidei: ideö Iwec cohxret cum tarn vcritatem:cuin ita no fciac
tali evidentia iti'attcftante.Co* cfle,& cflentialia iUius:quia non
ftat hoc exÜ.Thoma clc-.nuni.g, eft evidentia de illa ptout fic,
15. C o n t . V e r i u s in tali hy- fiquidem Tion videt eam. Scic
potefi , -non fo lumut revelara, utique evidenter Deum revelaf-
ied e tia m infefiteviden$:ergo·» fe:quodVcrbum caro factum eft»
Piob.ant.fi hse prarmiffa: fine e vi ­ & hoc eile revelatum, & inde yi*
dentes i quidquiü Deusrcvelat, ferri hanc vetitatem > fed Ve r­
«ft ficut aDeo rcvelaturifedDeus bum ita incarna'tü non feit e v i ­
revelavit t quod Vetbum cato denter »cum non videat ipfuim
fadium eft > faciunt evidenriam Scit,& videt, hoc inDeoteftifi-
de eo, quo d’evidenter inferuntj cante effe verum; non tarnen ita
fed evidenter inferünt, non fo* feit, nec videt in fe ipfo. Cu m -
lüm revelatü eflc,qüod Verbum que hoc fufficiat,ut talis veritas
caro 'faftamcft, fed etiam,quod non fint evidens , & fit fides de
in fe Veibucn caro faßum eft, illa : ideö haec eft cum tali e vi -
feu Verbum faftum eile carnem, ■dentia in atteftäte.Conftat n.3.
live incarnatum efl’e: ergo. Mai. & SS.Aug.&Thomainam dicunt:
patetreum demonftrent eviden­ quod folutn «xcludit fidem vifio
ter illud. Prob.mioJnfernnt evi ­ ob jt&i principalis fidei; quae c d
denter, quod concluditur in t a ­ veritas prima in fe, Sc non talis
li fylicgifmo i fed non folüm r c ve la t io , five Dcum revelaflc
concluditur i n i l l o , revelatum illam. Ex quo patet i quod fola
elfe, fed eciam, & potius * quod vifio beatificänsexcludit fident,
in fe Verbum caro fa&um eft: & talis evidentia in atteftante
ergo. non eft vifio beattficans : iiqui*
j 6 . Refp.dift.mai.Cum evi- dem eft pofsibilis fine ca , &: e x ­
denria ill ins, quod concluditur, tra verbum 5 ut admittunt Au*
nego mai. Sine evidentia illius, thores oppofici-.nam vifio beati-
conc.mai & rnin„& fimiüter dift ficansvidet in fc veriratemma-
conf. Habens enim evidentiam nifeilam^ßi claramj & t a li s cog·
nitio
' TRACTATES NONUS,
nivio foliim videt in atteftante, 18. . C o tit. Suffictcevidentii
quatenusevidenter feie , ttftili- talis veritatis ,vtt revelatx , &
catum fuifle illam.Qua doftiina il la tx e x diftis praemifsis,ut not»
folvuntur plures inftantia:. fit fides de illa·. ergo. Prob anr;,
17. &i verö inftes; med ium fufficic evidentia exiftentia-Dei*
non inferttir in conclufione; fed ut illatae,&detncnftratae exerea-
in piimifsis-relatis revclatio, turis, & cffeäibus, uc non fit fi­
feu cfTe revelatum , quod Ver­ des de illa: ergo. Ant.docctur 4
bum caro fafiuoi eft,eft medium: D .T h o m a , q .i . arc.5. ad 3. & á
ergo hoc non infertur in conclti- B.Alb. i.p. q.17. ad 1. Ec patee
fione, fed pracise,quod Verbum ex di¿tt’sTra¿t.2.q.i.art,6,n.21.
caro factum eft. Refp.hoc infer- Namdi xim us :exiftentiam D e i
j i ; non tarnen ut vifum infe,fed poffe demonftrari;& non efle fi -
in atteftante; in quo videtur ve­ dem de illa in deraonftrantejli-,
rum, quod Vetbum caro· faftum cet debeac efls in non demons­
eft. Hoc autem non videtur in trante. Prob, conf. ßcut ibi ex
fe; quod requirebatur, ut exclu- p m n i f s i s infertur evidércr e x i f
deret fidem.Si infiftas: Ad infe·« tentia D e i , ita hic cx pra?di£tÍ3
xendam talem veritatem, ut re- prasmifsis infertur Verbum car­
v c l ä t a m , fufficerealteratn prse- nem faétum eife; fed: ergo.
inilTarum, nempe : Deusrevela- 19. Refp.nego conf. Diferí-
v i t , quod Verbum caro faöum men eft: na ex efftdibus,&: crea-
eft : quia fiverevelatio iic vera, turis, & prasmifsis , ex illis pro
five falfa,evidenter infertur:ve- demouftratione f o r m a c is , non
ritatena cfleTcvelatanojergocam -folutn videtur, exiftentiam Dei
alia praemifla adjungUur, infer­ efle ex illis demonftracam , fed
ttir evideter veritas prout in fe: cognitione demonÖrationis, &
cum plus inferat utraque praf- quafi experimental: videtur etiä
im’fTajquim qua;libet.Refp.quod in fe exlftentia Dei, ut authoris
fufficic ad inferendam illam, uc natural is:Cttm videaturfic e x if -
revelatam;non tarnen ut e vide­ rentia prims caufa:; non tarnen
ter veramin revtlante, & attef- ica,ut exiftentia Dei in via cog-
- tante j ad quod requintur evi­ nofeatur á nobis quoad quid eft,
dentia de eo, quod loquitur,.& ficot nec Dcus ica cognofcitur,
levclat iera. Q m d adtft cum , cum quidditáuVe no cognofca'-
evidentia utriufque prxmifiV, tur ; fed folum quoad an eft. Ex
quin veritas infe evidenter vi- .¿llis autem prsmifsis non vide-
Jcaiur, fed fit fides df. UU , jur .ia fe,<juod Verbum car,o fací
tuiñ
DE FIDE; 24
túm e f t , fed foluin in cis , & in teria revelata. Angelí boni v o ­
¡atteftance. Ratio cft : quiaprse- luntarle adhatferunt firmirerpec
dióc* prsmiflW patc faciunt exif- fidem Deo, & myfteriis iilius¿&
tentiam Deijaliar auccm non pa­ perfeverantes , in alio inftanti
te faciuntVerbumcarnem fa&ú, coronad funt gloria. Mali auté
fed relinquút fub velamine.Hac amiferunt veram fidem:nam etíi
do&rina plures difficnlrates fol- credanr,& contremifcanr,ut fa-
yuotur. cra Pagina refertjcredunt coap-
20. Ex quibus conftatiquod t i , & n o n voluntarii. Veiuntamc
In Angelis , & Adamo in primo AngelijAdamusjApoíloü.ííc quí­
inftanti fusconditionis fu it ve­ dam Prophets habuerunt fidem
ra ftdes.Refolutioeft communis de veritatibus revelatis; non de
cum Ang. D o ft . q. 5. cit, art. 1 . Deo,ut revelante:cum ipfnm v i -
Natn cum eíTent creati in gracia, derent,& haberent fcientiam de
& in illo inftanti non vidiffent illo.Sic docet Em.Cajet.& idem
D e u m , nec prsecipua myfteria dicendum eft de oniní habente
Dei in fe,quia erant viatores,& pradfitam evidentiám actcOa-
non beati; iilum,& ea credebát. tionis. Nos autem ctiamhabe«
Videbanc quide m, Deum reve- mus fidem de Deo,ut revelan.
laífe , Se myfteria fore revelataj te:cum ira non videar
fed non videbác Deum,nec myf- mus illum.

QY^ESTIO II.
DE H A B ITV , E T A C T V FIDET.

uodeia Ipecíficati: cum hoc fumac eíTc &b illo.


ARTICVLVS I.
£ V I D , E T g V J iJ M S íT H ÁB ITYS T I D E I .

<* 1 · P ^ e a fie deferibitur ab D. Thotrns , q. 4. avt. 1, s i quit.


«“ Apoftoload'Hi'b.ii.v.i. teñe con¡idcreto*»nr\i,ex cj·;il·'¡s (id es
Spetandarum fubññntia tetum , a t· poteft diffi'iiri , in prxdi¿!-\ d'.fcrtp-
gumenium non a ^ n rtn tiim . Nunc tione tanguniur, licetyetb-r
U
TRACTATUS NON US,
dine.ttur fub fotntAdeji'ritivnh. Ex ■ virtus. Ergo cric virtus cum cft
pi is. at fingulas partículas , & iufottnata c hi rit a te ,& non cum
zacitlic: Si quisergo in for mam d ifji- eftfi.ie ÍUajUt in peccatore.Refp
nitiotth hujujmbdi verb* redúcete fenfu/ri jMíus eífe : quod fides
v e lti, potcfl d kere ; quod fides eji ha­ formacaeft virtus perf¿£Uj& in
bitus mentis , quo incohatur vita ítatuperíe&o:quomodo non eft
¿eterna i» n o b is, facierts intelle&um virtus fides informis; quae carné
(tjJenHrc non at>parentiba ¡.P e t argu · cft virtus i m p e r a d a , & in ftacu
,.»wcfl/ai«(ait)diftinguitur fide.sab imperfecto. C >nfiat ex ipfo.íta
opiuione, fufpitione,&dubica- huicdifficultati facisfaciente, 3 c
t i o n e : per quas non eft prima ad j . dictóte : Fides formato , cr
adhaefio fiima intelleftus ad ali* informis noH-diffemMt in fpecie, fi -
.quid. Per fubflanliam fperandarum cut in dir/erfis fpecielm: exifientea
rentm diftingutcur i fide com· differunt AtUemficul fetfefturn , CP,
niatu’ cec fumpta; qua? noil o r d i - imp?rfe¿lu··n in eadtntfyecie.Vnde ji~
nacur ad be at it udi ne m fperatá. des informis cum fit imperfeta , non
Oo in es a l l« definiciones func fertingit a i perfx&am rationem v lr .
e x pl i ca ti on e s hujus. R c f e r t a u - tu tis. Et arr.4. exprcfsé hoc d o ­
tcm a l i q u a s , & a d d u d t h a n c ce t , dicens ; ídem efl h.ibitus fidti
t ra di ca m a M.P.Auguftino : Vir­ forma tu , er informis·. ergo íimili-
tus , qm.crtduntur , qu& non vid ea- tereíi eadem vircus,fub cali du<
tur. Ex quibus hare co mmu ni s plici ftacu.
dtfi:iiciofidei h a b j c u a l i s d e d u c - 3. Forma -autem fidei eft
ta eft : Habitus ftiptrnetturalis, quo charicasj ut refolvic art.3. Non
crcdimus veritates a Dto EcclejidB .ita , ut fítintrínfecafiiei , fed
r encuitas. Quae fuffidat pro quid- quite ñus i¡-*format a¿tum fidei,
dicare fideú ordinans iiiurn in Deum fu iimé
2. Ad qualitatem ejus per« dilc&um , 111 in ultimum fine na.
venicnces , dicimus : quod fides Quod convincít hAc fyllogifmo:
cft virtus: cum fit qualicas bene uaum quodqué operatur.per fuá
operand:, &bon um reddcsiub- foi manj; fides autem per dilec-
je&um. N¿m fide creduntur vc- tioacm operatur : ergo d il eñ o
ricarcs, & myíieria divina ; quat chancas eft fidei fotma. Ad ob-
operario tit bona,& credentem jffttonem: quod una fpecies nó
'Conftituit bonum.Sic Ang.Doft. eft formt altei'iusi&char-itasefl?
art. 5. Dices : S. D· étí.'rem ibi fpecies diftinda áfide j refpon-
aiTci ere : E f ideo fidt> fórmala ejl det : quod chantas dicitur f o r -
•virtus, Fides (Httem informis non cfi mafiiei) in quantumper chati-
ta -
BE FIDE. 1 5 * ’ ;
tatetQ aftas .'fide i perficitur, & jcátutn credítionisjfive talisac*
jfornutur: nam idem aótuspo- tus fidei, eft vernin: ergo. Mai.'
tcft á diverfis habicibus infor­ eft ce»ta:nam verum eft pt opriú
m a n , &fecuodum hoc addiver- objeftum intellcftus. Min. conf·
fasfpecies ordine quodam redn tatjq.ant.art.i.Si objicias:quud
ci. He ratio eft : quia aftus fidei S.Aug.ait' Fides in credcnlium vo­
ordinatur ad objc&um volunta­ lúntate cowJ?J?í7 ;ergo eft ita in v o ­
tis, & chaütatis, quod v fl boru luntare. R tf p on de tD , Thomas .
divinum» quod tft finis fidti,'8c : ad 1. fidem accipit pro aftit fidei,
proprium obje&um charitacisj qui d iá tu r conftflert in credíntittm '
8c iic fumit fpecicm,8cforn>atur, volúntale : in quantum ex imperio
five ira iriformatur á charitate. vohtntaiii ixtelhftus eyedibilibus «f-
Ad iiiftantiam : quod forma, 8c fe r itit . Cum autem fir, ur in fub»
id,cujus eft forma,funt ineodé; jefto, inp ot en tia ita aflentien-
8c ftdes eft in intellefto , cuín te: ideo fie eftin iotellcftu.
chariras,fit in volúntate; aiTet it 5. Fides utiqué eft virtus
ad i . Proccditde forma ini tin fact. theologica ; ut vidimus q. ant*
Sic autem charitas non eft forma fi- art.i.8c docet Ang.Ptacept.q 4.
dei , fed f rout in f ormat atttim ejus» a r t . i. Cujus ratio eft : quia ref-
Ad hoc enim fufficit: quod fiat picit immediaté D.ccm » nt ob*
ineadem anima , 8c in eodem je&um >8c finem. Eftetiam una
fuppofito} licet in divetfis po- virtus 5 üt refolvit art.ó. Qi’ od
ttociis illius. fundat in illo Ephef. 5 . Vita fides.
. 4, Sabj;6tum igitur imme- Deinde probar ratione:cum ob»
diacurri fidci eft intelle&us. Ira jí&um fórma le, 8c prímariunv
D.Thomas, art.2. Quod fundat virtutis eft unum , etiam vjtrus
hjp.c modo : fidei fuccedit vifio. eftuna;fed objeftum formaíe,&
patriar , fecunduiliud i.ad Cor. priman'um fidet eft nnum: ergo.
i i . Videmtts nunc per fpeculitm in Mai. eft certa ¿nam tune vñ tus
éfrigmalt, tunc aulem facie ad facie } attingic omnia alia in ordire ad
Cid vißoeft in in telú&u : ergo iHud. Mío. cónftat q.ant. arr. r .
& fi Jcs.Díindé pvobat ratione: 8c 2. cum fítDeus, in ordine ad
fidcs eft- immediate , ut in fub- quem fides attingit cun£U cre-
je&o, in.potentia, ctijus eft ejus dibilia.
aftus; fed credere,quod eftaitus 6. Inrer omnes anren-* vírru-
fiJlci, eft aftus intellcftus: ergo, tes,fideseft per fe ordine prima.
P io b . r a i n . a & u sa ij u s obj- ¿tuni Sic Ang.Maj». are. 7.Quia fides
eft ver.UiD^ft intclk£tus;fcd ob- eft fubftantía fperandarum re-
TRACTATUS NONUS,
rum: ut ait Apoftoltuj fed fubf· intellt&us.Pra:cerea: Virtus cog«
tantia liable per ie rationem no fe kiv a eft vircus inteHe&usj
p'riini:crgo.Pr*bet aliam ratio- fed fides eft virtus cogtiofciti-
«cm : turn virtutes theologicas, va: ergo.
cum fine circa Dcum.uc ulrimuin 8. Fides autem eft enuncia­
€ lecn , funt per fe priores aliis ti va ,diviliva,&itacoinpoiuiva.
virtuciuus; & inter illas eft tea Conftat cx D .Thoma q .i .a r t. 2 ,
prior» qua: lie Deu mcognofcit: ubi d o c e t : quod obje&tim fidei,
q»ia nihil voliru , quip prafcog- licet fecundúm fe , & ex parte
»¿turn ; fed talis virtus eft fidcs rei creditac , fit quid in comple-
cogoofcens, & per opponensfic xum: cú fit veritas pcima; prouc
Deum, qucin voluntas ain et, 3c in cognofcente, & cx parte crc-
in que fperet: ergo ica eft prior. dentis eft complcxum, & enun-
Per accidensauceinalia: virtutes tlabile : quia cognicum eft in
pofl’unr cflc priores : quatcnus cognofcente fecundúm modum
removcnc impedimenta creden- cognofcentis;& modus proprius ·
dij ut fortitudo removet in or- iotellc&us humani eft , ur cog-,
dinarum rimorem iinpediencem nofcat componendo, dividendo,'
fidem ; S: humilitas fuperbiam, & enuntiando veritatem. Enim
perqu am intelle&us recufat fe vero fidcs non eft difcurfiva. Sic
fubmitcere veritati fidzi.Et ide Thomiftae , 6c communiter a li i.
pore ft dici de aliquibus aliis Ratio eft : nam fides eft habitus -
Virtutibus;quatnvis non fine ve­ indiviiibilis, fimplex, & incom·««
r s virtutes , nili pr*fuppolxca pofitus, ficut & lumen gloria:; &
fide. fi foret difcuifiva,calis nóefíec;,
7. Veruntamen fidcs non eft fiquidem componeretur cx for-
virtus intelle&ualis.Ica expref- malitatc, qua difcurrcret, & cx
sL D. Thomas in 3. dift.23. q.2. formalitate, qua non difcurre^
art. 3. quarftiunc.^. Nam virtus ret: quia circa principia,ex qui-^
inte!le£tua!l·, attingir perfe&if- bus aliquid inferret.nondifcur'
fiaie ubjeitum , confpiciendo rerer,ftd circa objc&um ex illis
il!adi&iidct nnn obfeu- illatum. Deindc: omnisaíTenfusí
re actiiif»it ipfmn.Eft tamcn vir* fidei eft obfequiofus authoritati
tus in.tciledu.i ; u: docct art. 4. divinsc;fed affsnfus difcurfu tli-
qua:flume. 1. & i n prafeuti q.4. citus non eft obfequiofus autho*
a r e . i v i v r u s ‘ ft ej«s,inquo ritati divina: t ergo non elicit
cfif ‘ ^ fi · s 'ft iij inteHt'&m ue ilium , nee eft difcurfiva. Mai.
Uittua» til num.^.eigo «ft virtus conftat ex illo a. Cor. 10. v. 5«
In
DE EIDE < 15*
Jrt captivitälem vedigtHlts отпет ligatur Deus, dcinde proximt.s*
infelleünm in obfequhm C brijli. D . Si Deus di ligatur in illo.
Thomas lec. i . Quod quidentßft 10. Habitus virtutis fidei eft
guando id , quod homo f e i t , Ш ит fupernatutalis: cú cxcedat om-
fupponit mini fieri о C h rijii , c r fidei . nem capacitatcmnacuuT. Et eft ■ >
Min. patct : nam eft ex vi prse- per fe intufus: cum non pofsic
mifl'arum convincentium intel- propriis vitíbus acqiuiijftd in-
l e ä u m , ut aflentiat conclufioni, fundatur á folo Deo. Hoc eniai
cui affentit,qnafi prsemifsis cap- eft dcfinitnm in Sac. Conc.Trid^
tus, ant capriVus. ftif.6. dc Juftific. cap.7-diccntcr
p. Si objicias: fides eft enun- la ipfa }ufiificatione,(um remifdonc
tiativaiCompofitiv 2 ,& diviiiva: peccatGYum , h£C omnia fimttl infuf*
e i g o c ti a m difcurfiva. Refp.ne­ ac d pit homo per Iefum Chriflum,cu¿
g ó conf. Ratio eft:nam verfatur infiritur,fidem tf p e m ^ chartiatem *
circa principia fidei , qua: funt Talis habitus fidei eft fimul for*
propofitioncs im m e d i a t e , qui- maliter cminenter fpeculativus,:
bus eium tiat, & in quibus eft & pra&i cus: nam haber p r o o b -
compoiitio, & div ifio , cum eas j e ¿ o Deum 3 qui eft regula f pe-
cxplicat. Non tamen eft circa culationis , & praxis : cum fic
concluiiones ex eis illatas:quod p ri m a ve ri ta s , &ultijnus finis*
requirebatur ad d i fc u rf u m , & Ec quia aliqui a£tus fidei func
tat effet difcurfiva. Quare licet fpeculacivi : ut cum credimus
videarur formare aliqucm dif- Trinitatcm,aur alia myfteriajSc
curfiim, hie noil eft fidei ; fed alii praftici: ut cum cor-firemur,
T:heologia:,qu2 infert condufio- Deum life diligédum fuper o m ­
nes ex principiis fidei. Et fi con- nia, &pr o x im u m propter Dcú.’
cliifio aiiquando fir de fide j ut Pt imaiio autem,& principalirec
illata, & utconchifio attingitur eft fpeculativus , & 'fctundario
á Thc ologia,& fecundum fe á fi­ pradicus.Patet ex D.Tin m.q.9.
de. Si inftes: charitas eft difcur­ ar t.3.ita affante; Fides aniem pri­
fiva i cum ex amore Dei proce­ mo , ZX principaliter in [peculations
dat ad amorem p r o x i m i : ergo confiflit, in quantum [ M e e t ir.btcrel
etiam fides. Rcfp.quod charitas prim# veritati. Sed qtiia verr'Ku efi
non eft rigurosé difcurfiva:nam etiam ultimns fin is , prrptcr q'ient
unus amor non infertur ex alio, opetamur, inde etiam ifl, quod fides
ut ex caufa ; fed late » & mintis ad opcrationem [e extendit : [ccun-
propt ié , in quantum o t d o i h a - dum illud Galat. 5 .Fides per d iltilio -
xicatis e xi li c , ut ante omnia di- nem operatur, Et ia ti o eftmam fi-
dcs
*5 * T R A C T A T v S N O N VS,'
dws pi u»s cognofcic, & contem- aflenfus fidei eft judicium firtnu,’
placutDcum» in quo confiftic & abfolutum de vericate reve-
fpcculatio. Exind¿ operator ,er- lacajadquad dtbet aoteire talis
ga.Deum, &dii.igit fuais opera-, apprcheniio. V t enim quis eli*
trones , uc.afl'equatur ilium ; in . ciac hunc aftum , & afTenfuon
quo ftat praxi. Qjae different»« Vetbum caro fa&um eft , pi zcedic .
c c h i ct optime in habitu fidei: apprehenfio Vetbi, carnis.unio-
cum (it luperior,iti qup adunan- nis utriufquc in eodem fuppofi-
turj.qu® in iivfcr.ioribusdividú- to, Screvelatjo hujus. Cujusra«
tut. Hsc¿ fatis conllant in P r o * - . t í o eft: quia apprcheniio teroai-
triiai. Theologiar, & Logic*. norum prsecedit judicium. .
i. Talis aucem apprcheniio
ARTICVLVS II. debet efle fupernarutalis. Conf-.
tat ex Concilio Araulic. cap. 7.
VTRVM P OSH T D A R I A O T V S dicente : Si quis d h c r it : hotnivem
fidei acqtfifitx, er naturalis ex foffe confcntire evangelice t & /hi#»
motivo jiifcrnaturMi* prtdicationi abfqui illumination
fit , er inffirattone Spirit tu Sanitip.
i . X J O to : quod aftus fidei herético ftU itur fpiritu. Quae illu-
j L lI vominur.iter defcribirur mtnatioeft fupernaturalis: cum
cum D Atigiilino;Crf<ifrt qucd »0. i t z fit a Spiritu San&o 5 eaqué.
v id e·. C n d c r e autem.qui eft a c - elicitur apprehenfio lumine fu-
tui fid· i, tft: Cum cfftnfx cogitare. perno.excicata,fuafl’a ,& ptomo-
Ita D. T h o m a s q . a . ait. 1 »cum ta.Prattereimam m ot iv u mt aU s
ipfo M.P.Av¡g.H*c autem c ogí - apprehéfíonis eft fupernaturalc:
tatio non til: a£hts cogitativar, cuinQ.tmotivum fideidivinae.Ec
fed inteilt ¿tus inquirtntis vei i- quia ilia allicir, Be movet ad: fi*
tatem.cui fii miter adhaei:et,qui.n dero, & falutetn fpirituaUmjad
earn v ¡dear. Per primum differt quod non funr in natura vir.es.
fidts ádiibic: , & ppinione. Per QnartD Paulus a . C o r . j . v . j . a i t :
ftciinilt'n. á ''iiione. Ex qivibu?, Non quod fuffiiientes fimus cogitare
Sc diitis d’ t. aat. fi.ks '¿»uaüs aliqttid.fí nobis , quaji e* nobis.: fed
it a ilc.fc' i l' i t u r ; A £bts fu*er>(ttH· fufficientia noftra ex Deo f/f.Simili*
r e li t , quo ctfdirnus veri fa tes ^ Peo ter eft fupernaturalis fp.ecies re-
£í.-/iyl»,/í-üí7í1‘.ji A{ p:ehc;*f5 >au- prarfentativa objtcti fotmalis
te n vcritatis c. cdciula. & ve- motivi fidei.
’ .'.f'opis i^’ iius , ut inocivi hdei, 3. Coucluflo:Non poteft da-
fiítCvdit ¡i'íuiu añuír.fid«i;iu>n l i aftus fidei.afquifits, & natu-
ralis.
D E FIDE. 155
r a l i s , procederis ёх Üiótívo fu- parte prtrtcipii , <jtiO d£¿m optratur,
pernacuralí. lea omaes Thotnif* cr ex hoc diciturejje una, v e lflu re s
t*i & fi plures Jefuita: affirment ftcundúmfptcier». Refp. quod a c­
cum Em.Ltigo,&Molína.Prob.i. tus, & a d i ones non diíUnguun-
concluf.ratione getierali,& phi- tura folis principiiSjfed ab ¡pfis,
lofophica*. aftu» fpecíficatur ab lit ínfpicient¡bus diverfa objec-
objeétivo m o t i v o , & efttalis, ta 1 2 c mo tiva. Nam idem prin-
quale íllud eft;fed aä us fidei ac- cipium elicit a&us fpecificc díf«
qu ¡litar, & naturalis non fpcctfí- tinftos; ut patee in intelkó):u,&
catur ab obje&o motivo fuper- volúntate: quia refpicit motiva,
naturali, neceft fwpernaturalis, fpecie diverfa. Nec piinci.pt»
ficut illud: ergo. Rcboratur:ac- íunc ípecic diverfa, nifi illorutn
tus fidei acqui fita:, & aflús fidei motiva fine fpceie díftinfta.
infuí* diftinguuntur fpecificé; Quapropter S.Do &o r profequi-
fed motivum fidei infufx ef tf u- tue: De term inate virlutes de t er m i-
pernaturalc:ergo motivum fidei nata cbjeíi^ rcfpiciuHt.S\cc\uc aéhis
;acquifit* nópoteftefle fuperna* fidei acquiíic3c}& infufae r.on t?if-
turalc. Mai. eft cerca : cum pri ­ tinguuntur ica á folis praedíéHs
mus fie naturalis,& fecutidus fu- prrncípHs, fed ab illis,ut infpi­
pernaturalis.Min.eft communis; cientibus calía diveifa motiva,’
& fatis conftat q. ant. & in D. vel á m o ti v is fpecie diverfis af-
T ho m a q .2 . art .2. Conf. patet: lignatis.
nam fumunt fpecicm á motivo; 5. Prob.t. concluf. ratícnc
& aftm fpecificé diftinfti refpi- theologica:fi 3 ¿lus fidei acctuifi-
•ciunt motiva fpecie diverfa. cae refpicerct motivum fup ti na-
4. Dices:aftus diftingui non turale, crcderet ídem, & ex c o -
folum ab objeéto motivo , ftd dcrti mocivo,ac a£t¡isfidei i r f u -
ctiam a principio; quod in tali ■far; fed hoc repugaat:ergo. Mai.·
•cafu forec fpecificé diverfum:fi- patee: nam ex motivo fiiperna-
quidem a&us fidei acquifit* eli- turali crederet objtítum revela»
ceretur viribus naturae, ícaéhrs Turn; quod ita credit a&us fidei
•fidei info fe viribus gratiae.Qua- ínfufe.Ptob.min.repugnat,quod
re eífent fpecificé díftinéti , ·& í¡ aéhis puré naturalis cvedat idé,
refpicerent idem mótivuái na- & e x e o d e m motivo,ac aítus fu-
■turale. Qtiae doñrina roboratur pernaturalis ; fed aftus fidei ac­
ex Ang.Do<5t.q. 1 .de unicateVer- quifit« eft pure naruraíis, & ac-
bi,art.5. aíferente: Pvtefl confide- rus fidei infuf* eft fupernatura-
ta ri m itas y vel plurcditaiaäioriii ex Hs: ergo. Prob. mai. aäus pucé
oatu-
г 5^ TRACTATUS NONUS,'
naturalis non. fuperat vires na­ fi r m a ii : Poteft, fed de fa&o itaj
ture , & poteft elici propriis v i ­ non credit.
ribus illiusjfed credere idem,& 7, Rcfpondet: quod de fac^
cx eodem motivo., quo credic to no credit fine auxilio gratiaes
aftus fupernaruralis,fuperat vi­ quia Deus decrevit concurrere.
res natuix, & foils illis non po- tali auxilio ad aftum fidei5ut fit
tcft elici: ergo, Mai. eil notifsi- meritotius vit$ artemje.HsECref-
ina. Min. fat is patet t cum fit ponfio videtur quoquc voluntas
credere ventares revelaras ex lia: nam fi talis aftus eft pofsi··
motivo fupernaturali,& auxilio bilis i unde conftat pr*di&um
gradar; ad quod non funt vites decretum ? Cui enim revelavic
in natura : ut di&um manet, & D e u s , femper ita concur rere, &
docerur á Sacrís Conciliis Ttid. talem aftum nunquam elici,fine
£¿ ArauScano ; & á SS. PP. Aug. afsignato auxrlio?Similiter pof-
Thoma,Profp.Rilgét¡o> & aliis; fet d i c i : omnem aftum pvuden-
ita ut lit dogma catholicum:ho- ti a:, patientia;, & temperanciae
mincm folis viribus n a t u r e , de fa&o eflfe fnpernaturalem:
abfque auxilio graci«,non pof* quia Deus decrevit concurrere
fe credere my fteria fupernatura· auxilio g ra tis ad ilium , ut fic
lia, ut revelata. meritorius.
6. Refpondet Em.Lugo: ta» 8. Refpondent alii t CC. &
3 em afíjjm naturalem die pofsi- PP.aflerere: requiri atixiliú gra­
bílcm; non tarnen dar! de fado: tia:, ut veritates, & myfteria fu^
cum omnes aÄus,quibus Catho- pernaturalia, uc revelatajfirmi-
Jici credunt myftcria, ut revela- tersredantur ; n o n t a m e n , uc
ta, fint fispernaturales. De qui- credantur cum formidinc.Qna-
bus loq»iintur¿C. & PP. & non re poterunt ita credi fide natu­
de pofsibüi.Cont.Si eifet pofsi- ral i , ex motivo fupernaturali.·
bi üs aftus , quo aliquis viribus Cont. Repugnar , intelle&um
n a t u i x , & flne auxilio gratiae, credere verirates , Sc myfteriA
crcdcret royiteria fi.pernarura- fupcrnaturalia,quia vevelata re­
1Í3, ut revclata, homo eispoifet velar ione infallibili,& quod ta­
clicerc ilium ; fed hoc vldt'tur lis sffenfus non fit intrinfece fit«
.Contra di&uni Apnftoli , CC. & mus ·, fed ut credac ex motivo
PP. ergo non eft poftibilis. Si fupernaturali,d<'bet credere ea,
auterTi judicatur pofsibilis;unde quia revclata revelatione infal-
coüigitnr, q u o d d e f a ä o nó eil? l i b i l i : ergorepugnateacredere
Vidctur namqué voluntarle af- cum formidine. Mia. confl^c in
DE FIDE.
fide infuf3. Prob. tnai. firmitas, Licet adtixrere Deo , uc prima?
aut infirnutas aßenfus provenic veritati, noa fufficiat ad juftiii«
ex motivo, cui i n nn ic u r: ergo» cationem>& falutem; conducir,
Ant. pater q. ant. & cft neceflarium ad illam: c r g o
9. Alii afferunt:loqui d ccr e­ etiam crcdere , Se ira adhserers .
dere, ut conducir, & op or cet ad Deo , ut vero in dicendo. Prob.'
Juftificationetn,& fulutem fpiri- anc.conduc¡t>& cft ncctífai ium-¿ '
tiülemriton de non conducente, ut voluntas adhxrcat D¿o , ut
quálisclíet a&usfidci acquiíkse, fummo bono: ergo. Ant.eft cer-,
Scivaturalis, clicirus ex motivo tum:nam cogn hí o veritatis ot>
fupernaturali.Cont.Gredcre fir- je ¿ti conducir, & eflneccfíaria*
irjjtcr v e m a t e s , Scmyfteiia fu- ut voluntas adhxreat voluntar*
pernaturalia , quia revelata, eft illius.· Qoapropter íides i o fufa
a&us eflentiaiiter conducens, & conducir pofsitivé, & eft necef-
neceflarius ad juftificationem,& fariaad juftificationem, & fallí»
falutem fpkitualcin:ergo.Piob. tcmjut d'eclarat Sac.Conc.Tnd~
ant. a & u s , quo aliquis firmite? feff. 6 , de Juftiñc. cap. .4. & 8;
adharet D e o , ut authori fuper- Cont.2. Credere firmiter Chrif-i
narurali,c o n d u c i r eft neceifa* turc», &cjüs m y f t c m , ut rcvela¿
rius ad Juftificationem, & falute t a , cft venire ad Chriftum : imo
fpir Jtualemjfed credere firmiter fuo modo eft difeere, in Schola*
vetscates,$i myfteria fupernatu- mentís, ab ipío,& á tora Trini*
ralia, quia rcvelatakeft ciTentia·· tatejubi Deus loquitur per Ver-
liter a¿tu$, quo aliquis fiimiter bum in Spiritu Sanéto ; fed hoc
ad ’rwerct Deo, lit authori fuper- co nd u cir , &eft neceflarium ad
raturali:ergo. Mai.eft innegabi- juftificatioaem, & falutem:érgo
lis. Prob. min. crcdere firmiter Se illud. j . N a m cale crcdere cóf*
ea·, quia revelara, eft adharrerc tiruic chriftianum , & catholi-
firmiter Deo,u c re ve la nt i: imo cttro ·, quod ita co nducir, & eft
& adharere ipfi per talera aff¿n- ne cc fia r i um. 4 ,Qu i a e ft ca pt iva-
fum· j fed D«us, ut ira revelaos, re intellcftuin in obfequimn fi-
t ft author fupematuralis·. ergo. dei divina :cum fubjiciac totam
10. R e f p o n d e n t : quod in- ra'tionem r.aturaJem atuliorita-
telle&us per tale credere adhse- ti Dei ; quod conftituit verutn
ret ita Deo,ut vero in dicendoj: catholicum, & conducir , atqüé·
non tamcut fummo bono.Quod, cft neceflariura a d - juftificacio-:
& non illud, conducir ad juftift- nem, Se falcirem.
<?asionem t Sc fahnem, Cont. s. 11. Prob.3.conduíio: Si eíV

X58 TRACTATVS NONVS,
fee pofsibilis aÄus fiiei acquili- tivo fupernacurati: ergo illepo#
•far, & naturalis, clicicus cx m o ­ teft cx eodem procedere. Prob,
tivo fupernacucaH,cíTcc pofsibi- mai. motivmn a&us fidei infuf*
lis íimilis a&us fpei,charítatis, cft auchoritas divina » uc revp-
& rimoris Deí;fed non eft pofsi- lans; fed aftus fiiei acquificar, &·
bilis: ergo. Mai. patcc;camnoa tiacuralís poteft habere peo m o ·
fíe majar racio unius , quám al- ti vo authoricacem diviuam , uc
rerius.Cur enim poífet homo ex rcvelantemiergo.Prob.mtii.cum
cali mocivo credere,& non fpe- Parochus proporcic ruilico a!i-
r a r e, diligere , 8c cimsre ? Min, quem errorem pro articulo fi­
confiar : & oppofitum vidctur dei, quantum eft cx fe credit fir-
«rrorPclagiatvorum, aut exce-p miter iltum , eodem modo , ac
densillum. Tocnm antem fatis aiios artículos, propter autho-
oftendic Sic.Trid. ftíf.tf.de Juf- ritatem divinam , ut revelante,
ti/ic.can.j.dicens: Si quts dixerit, & íi apparentem ; fed ille aftas
fine pr ¿veniente Spirt fui Sanftt in f » cftfi.lei acquificar, & natu.alis:
f irdtio·}!,·*tque ejus adjutorio,hom i- ergo. Min. eft ceita : fiquidern
Tttrn credere, fperare , dilt^ere , ditt non eft iupetnaturalis , cum lie
f cénit ere poffe ficut oportet , ut ei falfus.
jiißißcafiom s gratia conferatar¡ana­ i j . Refp. diíl. mai. Credit
thema ß t . Nunc rogo:cale fpera- abfo'atc , negó mai. Condicio­
rc, 8c diligere conducir ad jufH- naré, conc. maí. & diíl min. Fi­
fícationem, Se falucem ? Siaffír- dei abfolutat, corK.min. Condiw
mes: ergo etiani credere. Si ne. fi o n a t* , nego min» ácconf. Iti
ges : ergopoterit quis finnircr tali enim cafa rufticus crederet ·
crcdcre royflcría, fperare Seati· condicionare , & non abfolüté,
tucli¡:eni , JtTi^ere , & tímete proprer rcvcIacioiicm.Sc a u th o -
Dcurn,.-rcjíu' {í«nic.‘.r'j,cx m o t i ­ riratem divinam , ut revelaa-
vo fupernitora'i, quin hoc con- teen, ex fuppoficione,& fybcon-
ducat .id ;u(h'fícationem,&fa¡u- d iri nn e, quod ita lit , & propo-
Tem. Q i n d videtur cbíurdura: nat Ecdeíia. Q^ar fides ’jam ¿ft
cuu» I k u s non ampüüs. exigat, fupcr¡»atural¡s,& cx motivo fu-
ut homo ¿onvei'cacui , vivar,·& pernaturaH. Veruicamen cum
falvctur. ta bt n eTrorcm non proponatj
12. Arg.i.Aftus fidel äcqui-abfoiuté, & in re nec ilium cre­
firae, & naturalis poteft ¡isb'.ve dit. Fidas aucetn , qu·:. Parorho
idem m.-tiv>im, ac aclus Iñki crcdercc, f->rct extrintece abfo-
ißfufa: i f.'d hic proccdic ex m o ­ aatucalisjqux non elicc-
rttur
PÉ FIDE.
retur , nifi ex motivo naturali. natui alijfed tunc a ftusi^dei non
Vnde nyneífct in iUoaéíusfidei eflet t nifi naturaiis: ergo. Min*
a-cquifírae, & naturalis , clicítur p a t c t : cum efiet fine g r a t ia , Sc
ex motivo fupcrnaturali. Vid. fine afienfu fupernaturali : q u i *
q .i . a r t , 3 . num.3. eiTenc folx vires naturae. Prob.
14. Cont. Rufticus credercc mai - potuilTet credere Deo l o -
abfoluté, propter revclationem quenci, propter cjus aiuhorita-
divinami errorem propofitum á tero; fed hoc eft credere ex m o -
Patocho , ut myfterium : crgo. tivo fupernaturali : ergo. Prob..
Prcb. ant. crederet abfoluté, mai. Deus potuifltt j ia:cipere
propter levelationem divinara,., aliquid homini in tali ftatu, cui
myíierium. verum propofitum i teneretur homo obtempetare;
Parochoicrgo. Prcb conf. Paro- fed ad hoc requiritur, quod po-
chus eodem tr.odo,& fub eodem tuiflet credere Deo loqueoti^
motiv o proponerct ruftico myf­ propter cjus authoritatc : ergo?:
terium falfúm,&. verum} fed:er» Min. patet :.aliunde ptaiceptum
go. Rcfp.dift. mai. Proponerct foret irritunncum non fufficeret
exccrius, & Deus interiús, negó authoricas Dei prarcipientis, ut
mai.Et non Deus interius,conc.. crederetur refie praicipienSjeiqj;
inai, Sc min. Se negó conf. Licéc obedi-retur. Hoc. argumentunt*
in cafu prsdifto propofitio ex ­ nimis intendit. Suadat erroren*
terior Parochi utrobiqué videa- Pelagii, & impugnat indig'-'nria
tur fimilisj circa myüenum v e ­ gratisjpro hoc ftatu i CO.&PP.
rum adeft quoqué illuftratio in­ ft ab il ita m: cum v c l i t , UitHcere
terior Dei qua: fit in Schola- vires naturae ad crcdenda o m n i a
mcntisj.ut affcrit D,Angwftinus. reveiata; Si limilitcr ad fperan-
Cúque revclatio divina dibeat dum, Scdiligendum Deum fu pet
pfoponi iliuftratione interiors omnia , ex morivo fupctnatura-
Dei, ut in re moveat,& ut prop­ ¡ L Et confcquenter, Deum fruf-
ter earn quis abfoluté credats tra condidifls hominem donis
ideo ibi, & non a l i b i , crederet fupernis ornatum: cum pofietiT·«
abfoluté. Ibi enim haberet etiá ne iilisexequi pr^dida , faltiin
Deum, ut magiftrum ; alibi au- in pritna conditione.Qnod cifec
tctn Parochum , & fendo minif- incedcre in errorem Michaetis
trum. Baii diccntis : Abfurda ejl fen ten­
15. Arg. 2. Si homo fuiflet t h covum , (¡hi dictmt hominem ah
crearus in ftatu pura: natuta?,po- initio , clono quodam fnpcrn-xtiirali,
tuiiTet credere ex motivo fupet- V ¿nttaito fuper conditioner» fu d i
Mm k JiQtlir?-
«So TRACTÄTUS non u s,
natur& fthffe exaltatum, ut ftde'fpc, 17. Si o b iic ia s : A n g e lu s , 8¿
e r chayitäte Dcutn coleret. Quam homo ; & fimiliter Angelus íu-
propoiitiooem damiuvic Sanft. pcrior>& inferior, dumeognof·*
Pius V. caat eaudera veticarem i o f e íp»
16. Refp.ergo diihmai.Pra:«fa, habenc idem tndtivumj&ta«
fctpere locucione fpe ciali , nego men cognitiones eorum diftin-
mai. I.npropria, & fumptapi.o guunenr fpecie , ficuc ipfi;quod
icnprcfiione legis nacuralis,cóc. eric , quia peocedunt á princi-
tßai Sc diil. min. Deo loquead piis fpccie diverfis : ergo prop-;
t a li locucione impropria, conc. cérea diltínguencur etiatn a&us
min. Speciali,oego min.&conf. fide i acquiíitae, fe nacuralis, 8C
Locutio fpecialis d i c k fociali- a á a s fide i infufx,& {I ambo pro»
cacem loquends cum audítate, cedcrcrit ex motivo fupernatu-
cui per figcia,aut verba, luriquc rali.Refp. qiíod cognofcunt e á-
Commtinia, man ¡.feitat fuos có- dem vericatem , & a l i g a n d o
ceptus , ipfiquc communicar. idem objeátum; fed non f u b e o -
impropria , & fumpta pro im- d e m m o c iv o ; natncumfi u d i ­
prefsione legis na:uralis4foluin ver fx ípsciei, 6c habeane d ¡ver-
«licit lumen naturale inditunr, furo gradum immaterialicads,
cm impreiTum eftpercipere, qox j u xt á huj« s d i ít i uít i o ne m, a t d a-
funt legis paturalis, Cum cn im gunt fiib diverfo m o d v o objec-
dominus eit quafi ctherogcncus, cuoi.Sicuc inteUe&us, Se volun­
& exccdens, poteft raü impro­ tas refpiciunt idem cbje&jin;
pria locutioaeloqu?,&pratcifc- non £ub codem motivo , fed fub
r r fervo i non tarnen prsedifta diverfo, jiixta fui di^erfitarcm:
fpeciali, nifi elevet illum : quia intclleéhis fub racione veri , S¿
talis !ocutiocft^xccííus favoris, voluntas fub racione boni.Cuu»
He gra d a fpei. Uli s. Cu mqu ·:D cus igítur tales aítusSJfi fpecie d i f
fit dominus etherogcnetis crca- dnguuncur : idí ó cn’íi’.n fub d i ­
torarurij&nimis erce<i-:ns:ideö verfo motivo atcirtguat objc&ú.
non potedt íca aUc>qui,& c u s d -
pere illis , iiiíicas e¡cv<í per A R Ti CV LV S III.
gr.-!ripm,ur fr.cit Ir. hoc ftiru.Ec
cum hoc unn pc»tuifici excqia in rTR'/M A C írs FlDEI D1VIN8;
ftatu nAturí.sl’ás jamfoiret ita- f i t Libi-y.
tu«: : ideó in illo noiipo- t. / " ’ ^ O u l u í i o : Aftas í U e i di«
euie cis itü aUo^ni,nec talisac* vinas eft liber. EO: Cocn-
tus fidet cfie ex motivo fupet*: m u n u i a t e i v^cholicos.ConHiac
¡ a a t m ii. c*
DE FIDE. ih
fex íilo Roin.To.v.io. C o r ie tnim in Sacra Scriptura funt exhorta­
credit nr ad jujiitiam . D, Thomas ciones , &pr*cepca ad cre<iea-
\ $ c a . Volúntate. N tm extern , qu£ dum;qu* foluai funt proa&ibus
ad exteriorem Dei cu ltim pertinent liber is.
faieji homo n o le n s fe d credere non 3. Prob. concluí. ratfonc:’
potijl. y niji volens. iHtdlefttis tn im a&us elicitas cum indifferent!*
credentis non dcterminciturad affen- fubje£fciva,& objeátiva,eft liber;
tienditm veritAti ex necefsitate ra- fed a<Sus fideí divina: elicituc
t ic n is , ¡lent in tel’eclus fcien tis , fed cum indifferentia fubjeftiva, Sc
e% vohmiaic ; fed hoc denorat li- obje&iva :ergo. Mai. eft certa:·
b m a t e m a&usfriei divina:: er­ nulla enim alia indifferentia of-
go cítliber. EtLucse24· v.25. tendic melius libertatem. Prob.
Cliriftus Domimis reprehendíc fflin. inrellcduselicitivus a£tus
difcipuIos,dicens: 0 ftulti}C? ta t· fidci divinat > ex fe non e ft d e -
di ciitdc acredendtm . Cum ergo terminatusadcredendum: cum
nullus reprehendatut ut tardus, videamus ipfum aliqrando non
mix de aüu libero ; credere , & credentem ; uccum Catholicns
a¿tus fideijde quo reprehendun- ceflat ab exercitio credendi ; &
tur,erit liber. Et Marci 1 6. V . 1 6 . cum hyrcticus dífcrcd¡r,aut gé·.
dicitar: Qui crcdiderit,€T baptiza- til is non credit. Deinde objec-.
tus fttcrit, falvus erit: qui vero non turn fidci nó necefsitat intellect
cicdiderit) condsmnahitur. Vbi de-. r u m : cum non proponatur ei ut
iignacur piarmium crcdenti., Sc evidens, fed obfeure, & cum in-
pcciianon crcdenti; Ted prsmiú* differentia; ergo.
& poena faliLn correfpoadenr 4. Hsec autem libertas fidei;
adibu's liberis: ergo, non foliim eft quo ad cxercltiú^
i-, . Sacra Concilia hoc clare fed etiám quo ad fpecificatio-.
maoifcftác. Pro omnibus loqut- nem. Con ftatex D.Thóma q. 1 ; ·
tuc Trideurinum fefí.'í.cap.tí.dN a rt .to . p-íTerente: A ílu sfíd eipotefl
ce ms. de adultis.: Diffonunhtr ad ejfe m eritorias, in quantum fubjucet
j /jiitia-n , Aunt jidcm ex auditu cou- v filu n ta ti , non foliim quantum ad
tifisn tes, lik& c m ovtnlur in Deum, ufttm , fed etiam quantum ad offend
crcdeutrs· SS. PP. etiAfn uao ore fum , Vbi íubjiftio voluntaii de-J
própdgí'Niuj; hanc libcrtacem.M. notat libertatem. Vfus exercitiu
P.A>ig. 1r t. ad Simplician.q.a, ejus. Et ajftnfm fpeciem,feu fpe-
alTvrii;: N :c credit aliqais, aifi. libe- cificarionem. Ec ratio eft : nara
n voUt» H o c di&um eft ab intdlcitus credentis nonibluni
Aog. i ) o d . Ipílun i u n u t , quod eft iadi 9.:crensj&: l¡ber}ut eliciat»
»¿1 TR A CTA TES N ON US,
& non d í c i a c afíenimui; q u o d n x ica p r c c e d i t : c u m fit libcv;8£
denorat cxercitium : fed etiam in ornato gratia , 8c chantare,
ot eliciat aifenfum,& diflcnfumj nioveatur ab ilia ¿quae eft radix
quod dcfignat fpccicm. Quare e}us5& ordinetur in Deum*ut in
Sac. Tridentinum, aic : Liberum ulcimum fiuem:ergo eft mérito-
arbitrium a Deo mot urn, cr exof«- rius. Nunc D.Thomas ad 1 . A c ­
iutn pcfjh difftntireyJt v elit. tus fidei fit meritorius fer cbaritate.
5. Prob. quoque ratione: 7. Arg. li bertas quoad fpe-
il 1c aflus eft l i b e r , non folum ciem eft libertas c o n t r ar i et a ti s j
quoad cxeicitium , & libet tace fed a&us fidei divina; non eft l i ­
c o n t i a d i d i o n i s , fedctia quoad ber libértate c o n t r a r i e t a t i s : e r ­
fpecicm, & llbcitate contrarie- g o nec quoad fpecié. Prob.mi n.
t a t i s , qui clicituv a fubje&o po- ut f oret iiber li bért at e c o n t r a -
tcnte, non folum eliceic a£tum, riecatis,recjuirebatur: quod po-
fed etiam clicerc oppofitumifed tens elicere afTenfum fidei d i v i ­
a d u s fidei divinaicft bujufmodi: na^ poifct elicere diflenfum ; fed
ctgo ita eft. liber. Prob.min.elt- p oteus elicere aflenfum fidei d i i
ciens a f t urn fidei divina^eft p o- viirac, non poteft elicere diflcn—
t ens non credere, & p o t e n s d i f - funv.ergo. M a i . p a t e t : n a m atfen·
« r e d e r c : e r g o . Hoc .con fi rma tX).
f u s , & difl’enfus l u n t a f t u s fidei
Paulus Aft. 17 .v . 32. inquiens de c o n t r a t i i . P rob .mi n. pot ens cli-
fuis auditor ¡bus: gjiidam quidem cere aíTeníum fidei divihae, non
irridibant , cmid.im -ucto diyerunt: retincc pot ef t at em ailentiendi
'jítidhmuí teae hoc iteru. Et V.54» erróvi oppofitojfctf f ipoí íct e l i ­
gjtidaai verb •uiti adhxrentes eitn e r täre di flenf um, retinevet p o t t f -
dider.mt. t at em a f ic o t k o d i errori oppof i-
6. Ex bis fequirur: quod ac. to: e t g o . P r o b , m a l . pnrenti e l i ­
tns fidei divir.* eft metitovius. cere aéínm fidei dtvinae p r o p o -
Ita Ang. Ma g. q.2. art. 9. Q u o d nitur ex patrc aftus primi arti.
fundat in ¡ H 0 H t b . 1 1 . SctnRifer cuius crcdenduS , ut evidenter
fidem :: adepti fttnt tcfromifaones; c re di bi li s, p i * op pef i to errorc;
quod non tiler , nifi credcndo fed cum hoc rcpugnat poteftas
mercrcmurjfcd crcderccftaitus aííentiendi e rr or i cppofito : e r­
fidtuergo, Dejnde proponit liác g o . Mai.eft comnnunis;& conf lat
Tat¡oncm:?.¿lus proce dcns ex li ­ q.ant. a r t . 7 . & t r £ 0 . < i e C o n f c i é -
bero arb itrio , ut moto per g r a - t i a , ubi d c c e t u r : quod ut quis
t ia m , & relatus in Deum , eft prudentcr p o f s i t aflcntire alicui
m e ri tQ ti u ij fed aäusfidei d i v i - o p i n i o n ! , n o n debet proponi ut
DE FIDE ttf
minus pfobabílis. Icno plures ciac,ut adíicpoteftasafientic.ndi
docent :quod debct proponi uz cali errori, & diflentiendi a r ti ­
probibilior. Piob. mía. repugn culo fidei, in eliciente afleufum
nac poceftas afíentíendi etrorí circa ilium; & ut irte, & aétus fi­
oppoluo , niíl hic proponacur dci divinar fie liber quoad fpe·
uc credibilis,auc credibilioijfed ciem: ideóadeft, & eft.
fi articulas fidei propanatur fíe p. Hoc argumencumhac d o c .
uc cviJenter credibilis , error ttina facis fie, 8c praccluduntuc
<>ppofitus nó prppoaitur ut ere· plures objeciones, & inftaneiar.
dibil¡s>nec uc credibilior:crgo. Dum enim proponte: quod talis
M ti. eftcerta:nam repugaac po- error non eft cr edibilis, imó eft
teftas a&iva,pofiibilitaee pal'si- in credibilis. Senfus eft: non de-
va repugnante. Min. patee : fi- bee credi: debee non credi. N o n
quidem in fenfu compoíico du­ jpo/fj/Iuciqué fumicur pro non de­
plex oppóíicum non proponitur b it : feu potencia pro debito.
uc credibile, nec uc credibílius; Quod eft > non pofle prudentec
máxime cuín unum prxponitur credi. Cum autem d i c i t u c q u o d
uc cvideucec credibile, & credi· articulus fidei eft evidente! e r e ·
bilius. dibilis,& non incredibilis. Sen-
8. Refp. dift.min. Vt credi­fus tft: quod cum fie e vi dé ti a de
bilis prudeneer,conc.min.Abío« credibilicacc ejus > debec credi:
luce, negó min. & conf. Paidens cum exigat credi , & fit pracep-
crcdibiliras fundatur in condig- tum,uc credatur.Quare pruden­
nicate obje¿tí, uc credatur. A b - ter non eft incredibilis:quia non
foluradicic non reptignanriam, eft prudencia » fed ftulticia non
ut crcdatur ; five quia in re íta credere ilium.Quin vero articu ­
eft, (íve quia ¿ credence feduíto» lus poteft abfolute non credi, &
ve? ob nnlitiam fuam tea cre- error poteft credi. Aut quia ille
ditur voluntaries Error enimj exiftimatur falfus, & irte verus.
articulo fideroppcíicuSi nort eft Vel quia aliqnis voluntarle vulc
prudenter credibilis ; imó pru- recedeve á verirate ; ut h£reti~
denter eft incredibilis : quia re c u s ,& infidel is. Cujus ratio eft:
vera non eft , in re repugnac. quia veritasfidei, etiam p r o p o -
^b f o ’ iire tatnen eft credibilis: f itiv a ut credibilis, non ncctfsi·.
cmn pofsit credi , q u ia percipi- rat inceltc&um» ut credat : ciun
tur, ¿utexiftimatur verus ab in- non rapiat , nec facict ipfumí
tciledu ob .os cato, ;iuc volunta­ c o quod proponitur cbfeure , 8c
rle cirante. Cumqué hoc íufti- non cum evidcntia^ntccUritaL
te -
V¿4 TRACTATUS NONUS,’
te. Quare credit voluutarie , & inclinado , & afft&us voluntas
libci^; cum credat,quia credere tis. f i n , quia eft circa Deum, &
yulr. erga veram religionerti, Suppo-
io . Hanc doftrinamroborat no 2.quod calis pia affefti? notv
Aug. D o ä o r ad 2. ubi ait: quod concurrir,ut ratio formal is ob-
in fcientia eft aflenfus fcientis je£ii formal is fidei; nam h<ec eft
ad rcm fcitam;qui non eft liber, de linca veri;qiiod eft objeftuni
nec mcritorius: quia cogitur,ut intelkitu s, & fidei; fed ut com-,
afletitiatjpcr efficaciam demof- plementum , & fu-pplcmentam
trationis. Et eft aöualis confi- illiusuit vidcbimus cumD.Tho-
deratio rei fcitae; quar eft libera, ma j non folnm cáufaliter, us
&c m e m o tia , fi ordinetur ächa- vultM.Palanco; fed etiam qüsít
rirate : cum fit in poteftate h o ­ obje&ivc , &-formaliter: ita uc
minis conßderare, vel non con- ex parte objeéti concurrat qnafi
fiderarc. Nunc addic : 1» fide intrinfece, in fenfum explicate»*
tttrumqu'c fubjacet liberoarbitrio,& ue infinuat M.Joan. aS.Thoma.
jdeb quantum ad utrumquc cUius f i ­ 2. Couclufio : Pia affeftio
dei poteß effe meriterius. voluntatis requintar ad fpecifi*
candum a&uinfidd.Eftcommu·
ARTICVLVS IV. nis in noftra Schola, & plaufibi-
lis in extranea. Statuk conclu-
D E P i A A F F E C T IO N E V O t f N - fioncm D. Thomas, q. 1. art. 4.
iafts ad a sdendtm. dicens : Intelle&us affextit alitui,
non quia fufficienter moveafur <ii>
1. C Vppono 1. quod ad a£tum ohjeBo proprio , fed per quctmdcim
* 3 fidei· prxvequiritu-r a€tus eletthtiem voluriterib declinan: it*
voluntatis : nam actus fidei eft m am parlem ma^is} quam, tit ah\\rn.
liber , ad quem debet luo a£tu E t jiquidcm hocfit ctart dubitatiane,
voluntas concurrere, fine qua in Cr fortnidine alteriiH p a r iis , tri-i
exercitio iibcro nulla potentia opinio. Si outer» fit cum cerHtudine
operatur. Difficultas non cft.de abfque tali ferrrtidine^ciit jide s.Sc ti­
hoc concurfo g'.ncrali volunta­ tle jgitur de cilc cbjeito fidei
tis; fed de fpeciali, quo ex par­ aliquid.ut movcat, Et cum non
te objefti movcntss fpecincati- pofsit intelligi de ratione for-
vcconcnrrat in actum fidei, ita maihnam de hacart.i.aitrTV/A/J
ut obj< £tum non fpeciiKarec fi- eft aliud, quam vert tat piima. Nec
dcm, nifi acUlTct pia affectio vo- de complemento, & fupplamen-
.junsatis; Dici;ut ajfeftfyquia eft co iafsnfu c a u f a l i , Sceffedivoi
cam
~ DE HDE; /' ^
nam fie cotvcmfu generali c o n- idcb concurrit tali modo ex p a r
currít voluntas in a ¿tus ¿liarum te objefii pia aifeftio voluntatis
potentiarutn } loquetur in feofu ad fpecifrcandimi a£tum fidei.
propofito j & de pía affefíione» 5. Refpondcbis: vcnim eifc
ita fpecificante. Quaic alferic: de inquirentibus veram religion
concuricrcut moventem. netn ; non de C a t h o l i c i s , quii
3. Ec q. 5..ait. i . a d z . ait: non inquirunc earn, cum fceHci^
Fieles, (ju£ eji donumgrati«, inclinat ter habeant illam : qni ptopte-r
hominem ad credendum ffcundü a li- tea non indigent tali attention
que/H ajfeüiirn boni.Ei q-i4.de V e - ne , nieditationc , & confidera-
r i t .a r t . i . a d 3 . & 9 . . inquit:^«oíi tione , neque pia aftefUone ; £C
efi e* part i voluntatis , Cf ejfentiale poffuntfine illis,i/nmi.diat£.cve.:
fidei!;led affv&us boni tft atife&io aere.Hoc fufficiebatpro refolu-j
voluntatis , cujus objíétum cft tione noftra : qua; potins eftde:
b o nu rr» &p ro c e d en s ex dono requifitisjiit non credentes c r e -
gratiac eftpia ySc eflentiale fidei dant, & fidem habeant ; qtii it£c
non tft caufale,nec puté effeéH- de bent procederc. No n enim di-r
vuth : ergo cum non fitcooftitu- cimus:quod credens,urctedenrii(
tivum , tit ratio formalis , erit requirit pra?di&a:nam & credit^,
i l t complf,mentum,&.fupplemc- non indiget motione, &a ffe&u*
tuiri pbjtftivumj & motivum. Ut credat : fed qtiod,ut aliquis
4. Prob.i. concluí*, ratione: credat·,iequirit ilia. Vcrnn^aH
andiens do&rinam evangelicam men ratio convincit etiam de
fidei , non compellitur , su cre­ Catholicis crcdentibiis : nani Sfi:
d a t , fed cft líber 1 ut attendat, ii Catholici,ut fideles, fine diffi-4
& mfditetur earo, cófiderctiao- cultate credant;ut homines firnt?
'tiva illius , eique aíTcr.fum prac­ libcvi, & libere credunr, praefe·*·
tica t ; fed répugnat hujufinodi rentes veram religionem fe£Hsi.
■añiis Über inttllcöus , nifi ex a£i:us tamen ita l i b e r , & prarla^-
aftcctu libero voluntatis appli- tus, requirittalem affeftionemnj,
cantis intelleö-um ad aáum.; meditationem, confideratione^,
ergo h>c requiritur » ut credat. & piam affcitionem : fiquidenj-
Nemo namqué talia inquirir, non elrcitur, nifi cx affi ¿to fpe-r
attsrndit, irieditarur,& confide- ciali : ergo ipfi, ut liber j, egentr
rat, ni/i <x pio ifttftu fpirituali ilia j licet eis non fit tarn diffici-f
er.ga Di um, fpirirualía, & aetcr- lis,qijam incipientibns crederefr
na.Et cum ifte debeat c fíe modo quia illi,ut filii Ecclcfia:, fuppo-:-
propofito cum Aug. Magiftroj nuntconiideracioncm faftamafc^
Nn lliar
± 6é TRACTATUS NONUS,
illa, Ruílici autem, & pucríditm & ne aiiquts pr*varic€tur, p ro-
perven une ad ufum rationis, hibet fidei ¡bus leétiones libro»
etiam eg ent ta li cóíideratlone, rum hjeretícorum , & coil uí io-
& collatione motivorum fidei, ncm c.um ilfís.In his autem non
non ira dirtin<9 :a>& clara,ac fa- e l l , quod fuppleat talemconfi-
pieritesjfcd fimplíciorijqua con- dcracioneiTKCum iafecliscortim;
fidereot authoricatem I>cí lo- non fit, nifi magna inconfídera-
quentis,& E . c k f i r proponentis: tio. Quare illa non e x c u fa t, fed
ira Ut credant, quia D;us dicic, accuUt cor.
& Eccl-c.lia proponit. 7. Iníiíles:uni,& al i i viderr«*
6. Nec inferas: e r g o ruftici, tur a:qua1es,& creduat, quia fuá
& paeri eduíti inter («¿tirios, Ecdeiia proponit : cum minif-
X m s f i c i e n t limiltcoofideracio- tri fedarii dicant ruílicis , &
nc piae:qjco fidiri, credences f y - pueris: debere credí, quia Deus
lü.n,quia fe A i proponit,docens . dici t, & fuá Ecclefia, qua? eil ve*
eos , D-iim ita diccre. N a m u c ra religio.ita proponit; non er­
aic M.Jjan .á S. rhoma,intentio go eft in eis dcfvétus , & talís
eoruc» non eft hato : Credo unam confideratio aequé fupplebitui a
fa n íiim , calhoUcam, XT apoflolicain fuis minifti is;vel'nou requimur
Écclef&m X \cu it¿ incentioCatho- in Cu h ol ici s pro aétufidei.Rcfp
licorum procedcntíum taVi íim * quod díferimen eft maxima fee-
plici confideracione. Illa ením licitas Catholicorum ; qui funt
e ft p a rt i c u 11 r i s, a d h íc: e n s m i n i f- intra faniSam Eccleíiam.quaí cft
tro particul.*rí,& fu* fc&x.qiíx fola Romana,. Et funt filii Jefa
non dicit unítatem,fed divilio*. C h r íí U , & Eccleíiae fus ; qui, íc
nem; Etcuin credere, qu o fa ti f - -qux,at P jt e ri & Mater, provide
fic prje-ipto fidei,dibeat guber· regenerant, aluat, & nutrí une in
nari prima hitentíone Ecclefia:: fide filios füos,máxime teneros,
id'^d llii non fatisfacitnr. In'ó & fiínph’c e s , majori cura indi*
tenenm.· ad mjjorem confidcta- genres. Vode Ecclefia ü p p l e t
tionem , Se coUanoncíii j qnáro confiderationem eo ru m , & D o -
educati Inter Catho'ícos : quía. f7)ir¿us Jefus, per'Spiritual Sanc-¡
in iiis Eccleíia fiippkt eorum tu n i , eos illutiiinac inten us, &
coiOÍiJcrat ioncm,íiqu idem alciT- if.ílruic , tit credant. Hoc cou-
íufte-cübernata
r> coíifcvt eis fidei gruit ve· bis Dr-mini Matth.ro.
niotityu» q u í n e g e a n e t a n t a c o n * v. i r> . Molüe ccrifAr· cjttomcdo , aat
íiderJi-tlonc : e t m í í a n c t a m r c c r quidlequjm ini : ¿abitur emm vuhii
Ec cic h i cófideraverit.Qux id-ó. in ida h o n , tvñd loquarnivi : non
eniin
DE f id e :
*»im vos efiit qui ¡oqu¡r»ini,fcd Spi­ st a t e amplius non valeanc c o n .
r i t u s P a tr iiv e jtfi , qui ioqintut in
fiderareudcóDeus peíEccleíiam
vobis. Ruítici vero, & p u c r i S e c - i t a fupplec confiJetacionem.r
cariorum his carene : cum (Int illuminac tilos , eifque non de-
extra Ecclefiam cujus »& Jefu negat grariam j.lictt in ix erci-
Cli:i(tí nó funt filii., fed diaboli«. xio quilibet non habeat de hoc,
'8. IoÜabii : Ve quis libere- nifi otaximam fiduciam. Quse
tur ab obligatione debet feire fufficit , ut ceífet: piauliöa. obli­
efle fuppletam;fid ruílici,& pue- g a t io : íicur 5c ut Ccííct circa ad
ri CathoHcorum.nefciunt.talem impletíonem aliorum precepto-
coníiderationenvcfle fupplctam:- rum. D'cus ením praccipit con·
cBin neíjciant fe.illuminari á- fefsionem rtébim. Ectkíia
Spi rítu.San&pt ergo non libera· commanionem annualem opti--
tur fie á tali.obligatione.. Refp. matn>-&.tarnen quilibet (arista.
quod licet evidenter non feiant, Cit utriqué praecepto , faciens
r e c habeant certitudinem infal- quod eil in fe, ut: recle confitea^
Jibilem,íicut.ncc de eo,quod fine tur,$r ritecommunicetj licet de:
in gratia habent fiduciajn , & hoc habeat (olatn fidu ciam»
pie i d e r e d u n t , hmjfqué. accen- 9. Prob.2. conelufio : ut in-·
duntur ígne Spiritus S a n ä i pro· telleftus credat, non fnlunv íub»·
mifsijUt quiétencurtcum D o m i ­ jacec voluntan quoad ufu:it, fed
nas Joan. 14. v.16. dixerit : lile etiam quoad afi'cnfum ; fvd hoc
•vos ducebit omnia, CT fng$eret vobis indicar, quod requirauir appli­
omnia, qu£cumqu'e dixero vobis. Quae cation & moti» affídtiva volun­
ful’fieiunt , ut ceílec o bl i g a t i o tatis , ut intelleétus afl'entiat:
majoris coníideratíonis , & ex- ergo requiritur hxc pía affc&io
cufentur, cuín educa ti ínter h z - pofsitiva volunr.atis,& noii fuf-
retícos accufantur: quia.horum licit.non contra líiotioJüiur; u t
fiducía tTc-tcmerariájCani firisne P.'Sendin a{feruír,& rcntiít Stibt»
tali fundainento,& i lluminatio­ Seotus. M¿¡. eft D.■ Th o mi ·j uc
ne. Pacer en im á nullo filio exi­ vifum tft'art. ant, Min. coriflats
gir, ñeque Deus á filis fidelibus,, natn liccr fubjacerec eí quoad
niíi quod faciant, quod eft in fe,. ufum , in quantum app!ic 3 rec
fk quod p i f l u n t ; & tu ne é is non intelleftutn ,,u t‘ inquirerec , &
denegar gr a na , fopplens ír-quid confideraret; motiva cr~flendij.
non pofiunt. Cumque roftícj , & non fifficeret hoc , ut ilií fubj;«-
pu.-rí fiddes confidcrent quanta cerec qtioad aflesifuni: fiquídetij
poflunt; 2¿ p u fuá ruftiucace, & ifte adhúc.eft líber , qui ei non·-
TR ACTATVS NONVS,'
fubjicituf > nliiper applicatio- ficic, fed etiam rcqulritur,quod
ncnr, qua dicitur mocio»& Im­ voluntas pofsitívé moveat.Maú
p e r i u m . Vnde r e f tat , quod v o ­ eft certa : nam illud eft folum
luntas velit, & moveat intcllec- permitiere intelle&ui alíenfum;
turn, ut afleotiat: cum fuppofita non vero caufare pofsitive illú:
t a l i confederation« , pofsic non & a ¿tus ita pcrmiíTuSjtatmim eft
aflentire. líber permifsive. Min. conftat:
jo , Roboratur : Suppofira quia debet elfo mcritorius;& ad
tofideratione mocivovumfidci* metitum requiricur libertas p o f
& evidentia credibilicatis c x e a firiva. Et quia debet efle adus
refultantc , myfteria non neccf- efficacicer determioatus.
iitanc intelle&um , uteis aiTen- iz . Prob.j. concluido : fides
t ia t ; & remanct liber,& indifte- non eft lumen incelte&us fccun*
rens , utprzbeat affcnfum ; fed dum fe íump i , fed ut moci á
intellcA is ita liber , & inditfe·’ volúntate ; fed Iicec objeótuen
rens indigec pia afftiStione vo­ intetle&us fecundum fe fumpti
luntatis, ut afientiat:ergo.Min. lie vetum , obje&um intelle&us,
pa tc t ; fiquidem non pottfl de- tit moti á volúntate , eft verutn
ccrmindt i , uc eliciat affenfum, fubaliqua racione boní termi-
prsdiifenfu,nifi a voluntate,pic nantis affc¿tum vokihtatisí ergo
i n d in a nt e J8r determinante illti: pía af fjd io iftius concurrit ira
cum cx fc pofsic cliccre queinli- ad adum fidei. Mai, conftat ex
bet . Prob.mai. myfteria propo- D. Thotna loc.cit. r.utn.2, Min,
nantur obfeure, & in evidenter, patet: nam ratio moti ¿ volún­
& non raputnt intelle6tum ,*ne« tate nonpercinet.niíi ad voUm»
faciant illumjfed folumob« tacem : cum fie á motione , &
j e i h i n evidenter propoiirum, affedu ejus. Qnare Μ. P. Aug.
rapiens facians intclIcÄam, traét.aó. in Juan, d i c í t : Credere
Eccefsuac ilium, uc afleudae ei: non fotcjl alujiiis, nif¡ volent.
e r go . 1 2. Arg. 1. Eiíctuia , & fpe-i
II, Rcfpondebis : Süfiicers cíes fidei ex'ftic , fine pia affse-
adhoc, quod voHmtas non c o n ­ tione voluotacis : ergoharc non
tra m o ve a t, aut Jimovcsc fn- requiricur ad iliam. Prob. ant.
teUc£tum,u: aflentiac. O n r . li­ in da:tTtcmibü<Í cxiftít cirentia,&
cet hoc fufficiac , ut ailenius fit fpecieí fidei ; fed in iliis non eft
iii>pr oermifsivc, non tPir.cn ut pía aífe¿tío v o h n t a t i s : ergo.
pofe.'ci^cj fed aflenfus fidei et*a Mit.videtnr edoót.i abAng.Mag.
eft liber pofsitivc:etgo non fut- cx. illo Jacubi J- O«·?
DE FIDE. z*·
mottes xred un t , Cf* (o n itm tfc tw t. dere. Coa&i enim » & quaíi
Min. patee; nam pía affedio vo- metueredunt : íd>6 concrcmif-
hinrarisadcredendütncft bona, cunc.Vifis cot fignis evident ¡bus
& (Jocmnaes nihil effieiunt boni, credibilitatis niyíteiiorú fidei,
cú line obftinati ín malo. Refp. credunt j quia convincuntur, Se
dift.mai.Fidei infufse,nego mai. imperatuur, obediuntque D^o:
Fidei co-i&x, conc. mai. & m i n . & ne intclle£tus coruni maneat
& ita dift.conf. Ang.Doét.enim fufpenfus.Exercetur quoqué e o -
loe. cic. air : lntelleítu* ctedentis rum voluntas,qua volunt a&um
affentit rei credits : non quia ipfam credendij non caraen afficiuoruc
videat::(ed quia conviucitur per erga bonum, quod eredunc, ncc
authoritatem diviuam affentire habenc affedum talis boni. P i ­
his , quar non videt , & propter des, & voluntas corum eft, ftcut
iniperium voluntatis movencis quaeadeíün mercatore projicié-
intelle&um, & obedientis Deo. te merces.in mare , teinpeftace
Quod aucem voluntas moveac fuboica. Q u i , íi poflec fervare
incclleftutn ad afíentisdum, po­ cas , non piojicerec i l l a s ; & ex
tete contingere ex duobus. Vno metuprojicic ,n e pereac. Fides
triodo ex ordiae voluntatis ad eorum eft acquifica, non infufa*
bonuin : 8c fíe credere eft aétus Eft fine charitate, & diledione:
laudabilis. Alio modo, quia in· atqué adeó non eft operaciva,
telleótus conviriciiur ad hoc, nec afftdiva,ñeque concurric ad
quod judicet effe credédunihis, illam pia aft\&io.QoarcS.Dc< 5t.
quac dicuntur :: dicendum eft ad i . ait : E fl quoditm modo coatí*
ergo , quod in fidelibus Chi ifti txjignorum evidemia : CT ideo non
Jaudatur fides fccundum primú perfinet ad landem voluntatis ipf o ­
moduni,ít fecundúm hoc non efl: rum , quod credunt, Er ad i .d ic it:
in dcemonibus,fed foium fecun­ F id es , qrtte eft douumgr¿ti& , incli-
do modo. Vident enim multa nac horniticm ad credenduiu fe-
manifefta indicia* ex quibvsper- cundúm aliquem afFt-£h<n> boni:
cipiunt do&rinamEcdefut a Deo effe. etiamli fie ¡tiformis. Vnde fides,
H*c D. Thomas. Et cum fides qu* eft Ín doemonibus, non eft
prima fit ¡nfufa,& fccunda coac- donutn gracia , fed magis c o *
ca;!dcó hxc,íc non illa.ad quam guncur ad crtdendum <%perfp:«i-
foh'iai reqmricur pia atffe&io vo ­ citate naturalis inttUeílus.Ét q. 1 4 .
luntatis, eft in deetnonibus. de Verit. a rt.9 ad 4. Crcdere di*
13. li li namque eonvincun- cifur (equivoie de dívmo^ihits, er f i ­
tur, uc credant, qu* nollcnc cie- delibus , nam (n d tr e damonum ejl
27o TRACTATUS NONUS,
fidri acquijitiS. Similiter d i i u u t i t acquijitje , ad qitäm fu ffid t votitnfat
Gaj^tanus dc fide homiuu duui- etviiixM adm crcdendi ,qui.i non v u lt
natorum,dicen$: Satis enim ra- mMicre fu jp en fu s , fednon d ilcftiv i
iionabile eft, uc Dcus iubtrahat objefti prvpofiti..
habitum ftdei inhifae, advenien­ 15. A r g . 2.Pia arfv&io volun­
te ftatu , in quo non poteft am- tatis concunerec ica ad adu m
pliusexire in adum.. fi dei, ut fuppletet. defvdum ob-
14. Cont. Adns tal is fideij . d i ; fed non lupple.t. defedunt
doemonurn nulla eget motione. objt-öi : ergo. Pi ob. min. quod
voluntatis : ergo 2¿tus fidei in- non fe habet e x p a r te o b j ;d i ,n o
fufx nulla cget motione,auc pía. fupplet defedum objedi ; fed
sftedione voluntatis. Conf.pa- pia affedio voluntatis, non fe
tctaUm iicut iftc relpicic ebfeu- habet ex parte objedi : ergo.
re myfteria credenda , ita ilie. Refp. dift. min. Noil fe habet uc
Piob.ant. adus fidei dcemonum ratio f o r m a l i s , conc. min. Vc
eft coadus:.ergo. Refp.dift.anc. complcmentum nego min. 8{
C o a d u s m o r a l i t e r c o n c . anc.. conf, Solutio patet num.j.
Phyficé , nego ant. & d if t .c o n f . 16. Cont. Pia affedio volun­
Motione pia, conc. conf,.Abfo- tatis ,.nec ut complementum fe
luta, nego conf. Cum enim doe- habet ex parte objedi aÄus fi*
niones v.ideant multa fígna e v i ­ dei: ergo. Prob.ant. quod fc ha­
dencia credibilitatis myfterio- bet fubjedive ex parte adus fi­
rum fidei j. nolunt manere fuf* dei , nec ut complementum fe
penfi,, nec fuftiocre violentiatn habet expatte objedi iUiusjfed
iporalenjjquam intclleéíus perf- pia affedio voluntatis fc habet
picas to m m pateretur in fnf- fubjedive ex paite adus fidei;
perixone cognitionis. Vnde ne ergo. Prob. twin*applicat intel·
hoc evenias,coguntur moraliter ledum , ut eliciat adum fidei:
cr.ederejnon tamen phyficeinam ergo. Rcfp. dift. ant.Inclinans
, líe voluntarle moventur , ut eum erga objedum ,conc. ant;
credantj.non ex pioaffe&oerga Non inc!i;iao«!,r)ego ant.& conf.
bonnm.divinurn prom ilium, fed Fides cntm eft lumen ihte lkdu s,
crga (e ipfos,ne ira fufpenii tna< ut moti , & non fecundum fe
neanr. Sicqué fides coruin cget ftimpri. Quare objtfdum fidei
tali motione v.oluntad<;& lides, non eft veritas fetondu n fe,fed
i 11fit fa a 1Í tv, u n pi .1 :■ft-, ct tone. ut movens itneUcdiun , ut ere*
Jti D.Thomas 'o:;cit de V e n t. dar; itau t ratio formalis fir ve·
inquicQS: Credere dtxmonis eji fidei titas, coivipicmemm autem mo-
BE FIDE. - *1 *
tío. Et cum ha?c oríatur á pía j-. dum , & fupplere ínfufficien-
afiidione voluntatis inclinan· tiam ejus, ut ipíum moveat.
tii>& icamoventis intelledum: 18. Cont.Voluntas nec pee
iíi cd ín ta li fcnfu concurrir o b ­ modum complementi pottft d e­
j e t i v e , & non fubjc&ivé. terminare i n t c lk d u m quoad!
17. Cónt, Pia affedio v o ­ fpecificationem: ergo pia'cffec-
luntatis nec ita pottft fe habere t i o voluntatis non poteft fe ha-
ex parte objedhergo. Piob.ant. bere uc compIcmentt;m ex parte
quod fe habet ex parte o b j t d i ©bjedi fidei ad talem d e t t t m i -
intelledus, inovet quoad Ipeci- nationem. Prob.ant.voluntas in
ficarionem j fed pía afFedio vo­ fuis adibus , etiamqué in pía
luntatis non movetquoad fpeci- af fe dío n e , determinatur quoad
ficationem:ergo. Prob.min.mo- fpecificationem ab intelledu ,
tio quoad fpecificacionem eft feu ab o b je d o propofíto fibi ab·
proptia intelledus >& impartí- intclledu: ergo. Ant.communi-
cipabilis á volúcate-.ítgo. Refp, ter admiccicuncum voluntas i t s
dift. ant. Motio per modum ra- non determinen!·.* á fe.Conf.pa-
tionis formális.conc.ant. C o m - tet ; nam duaepoteotia? non fe
plemencum, & fuppleméti,nego determinant mutuo in eodem
a m . & c o n f . Motio quoad fpv'ci- genere. Qnare intelledus deter­
/icationem eftobjediva: cum fie minar voluntatem quoad fpe-
moveré per modum objcdt.Quae cicm ; & voluntas intelledum
<ft propria ihtelkdus , ica uc quoad exercitium.
nihil moveat lit ratio formalis 1 $. Rcfp.dift.ant.Determi-1
quoad fpeciem , niíi pertineac natur ut á rarione formal i,conc.
ad intelledum. Enim vetó po - ant. Ve á complemento, nego
teft aliudrfnovere per modum ant.& conf.Duse enim potentia?/
complement! , & fupplementi, codem modo,non fe determinar
inclioans» &determinans , uc mutuo in eodt*m genere. Q u a -
illud m o v e a t ; pT*cipué cum ex propter, cum voluntas determí-
fe infufficiens eft. Cumqué ob- nctur quoad fpeciem ab o bje do
jedum fi iei ex fe fit infufficiens: intelledus, ut á ratione forma*
cum proponatur obfcuré,& cum 1Í , ipfa ut ratio formalis non
indifFcrentia : ideó pia affedío determinat infelledum quoad
voinriraris requiritur ita,ur mo- fpeciem. Detetminat tamen i p -
veat. Nec cít, piam affcdiooein fum diverfo modo , neirpé , ut'
rigiuosc irio vere quoad fpecifi- compleméntalo ; pricipuc cum
caciouíiB, fed detcnnií) 4 ic ob- in objedo intelledus eft infufíi-
cien«
TRACTATUS NONUS»
citntia, ut fie determiner lUum; duo ncc«.(iaaoconnediuit^r,qui
qualis cfb in objedo fidei , uc a f l e n t i t u n i , eoque fuppofitOj
obfcure propolito. Et cum h*c non manet indifferens , fed ne-
fuppleatur per piam afftdione: cefsicatusjutairentiat alterijfed.
ideö per modum complement!