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ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MESQUITA


Secretaria municipal de meio ambiente - SEMUAM
Departamento de Licenciamento e Controle Ambiental – D.L.C.A.
PARECER TÉCNICO DE PEDIDO DE RENOVAÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO – PROCESSO Nº. 10/10961/10
INTERESSADO: Posto Divisa de Mesquita LTDA.

1. DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE A SER LICENCIADA 2


2. CARACTERISTICAS DO LOCAL DA ATIVIDADE E SEU ENTORNO 3
3. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES 3
4. IDENTIFICAÇÃO DE RISCO 4
5. INFORMAÇÕES ADICIONAIS 5
6. AVALIAÇÃO E CONCLUSÃO 5
7. CONDIÇÃO DE VALIDADE DA LICENÇA 6
8. PRAZO DE VALIDADE 9

Arthur de Oliveira Vecchi, nº. 120. Centro – Mesquita – RJ. 1


CEP 26554-080 – semuam@mesquita.rj.gov.br - Tel. 2797 – 2037/2039
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Departamento de Licenciamento e Controle Ambiental – D.L.C.A.
PARECER TÉCNICO DE PEDIDO DE RENOVAÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO – PROCESSO Nº. 10/10961/10
INTERESSADO: Posto Divisa de Mesquita LTDA.

1. DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
O presente Parecer tem o objetivo de subsidiar o julgamento do pedido de LI –
Licença de Instalação em caráter corretivo do empreendimento Posto Divisa de Mesquita Ltda.
Processo nº. 10/10961/10. Localização: Avenida Coelho da Rocha s/n, lote 09, quadra H, Avenida Treze de
Maio s/n, Lotes 01, 02, 03 da Quadra H – Rocha Sobrinho, Mesquita - RJ.
Coordenadas geográficas, 22°46'34.40"S e 43°24'13.34"O.
Ocupa área total área: 866,62m², distribuída da seguinte forma:
• Área Construída: 111,68m²;
• Cobertura de Bombas: 318,33m²
• Taxa de ocupação: 12.88%
CNPJ nº. 12.348.901/0001-58
Código Receita Federal Atividade Econômica Principal
47.31-8-00 Varejo de combustíveis e lubrificantes para veículos automotores.

1.1. CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE


O presente Parecer tem o objetivo de subsidiar o julgamento do pedido de LI - Licença de Instalação, em caráter
corretivo do empreendimento Posto Divisa de Mesquita Ltda. As orientações para a formalização do processo
de regularização ambiental do referido empreendimento foram geradas a partir do processo nº. 10/10961/10, e
Formulário integrado de caracterização do empreendimento.

Conforme classificação da área de entorno de estabelecimentos que utilizam SASC – Sistema de Armazenagem
Subterrânea de Combustíveis – NBR 13786/2005 – o empreendimento em análise se enquadra como classe 2,
por estar a menos de 100 metros de um poço de água artesiano, utilizado para consumo doméstico e atividades
operacionais do empreendimento. Os sistemas a serem instalados atendem às exigências decorrentes da referida
classificação.

As observações realizadas em vistoria técnica indicam que o sistema de monitoramento de estoque de


combustível é do tipo manual. Para a detecção de eventuais vazamentos serão utilizadas régua e LMC – Livro
de Movimentação de Combustíveis.

1.1.1 Situação atual de funcionamento


O estabelecimento foi interditado para o funcionamento em 2006 pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente
de Mesquita por estar funcionando sem licença ambiental, além da inexistência das medidas de controle
ambiental e possível vazamento em um dos tanques subterrâneos.

1.1.2 Horário de Funcionamento e número de funcionários


O posto encontra-se sem operação e, em fase de nova implantação, por essa razão não há informações sobre
horário e números de funcionários.

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1.1.3 Serviços a serem oferecidos


Os serviços oferecidos eram: venda a varejo de combustíveis, álcool, gasolina, óleo diesel, troca de óleo e
lavagem.

1.1.4 Tancagem
Foram constatados 03 tanques de 15m³ sendo utilizados para a armazenagem de álcool, gasolina e óleo diesel.
Os tanques supracitados não atendem as Normas Brasileiras (NBR nº. 13.212, 13.785.

2. CARACTERÍSTICAS DO LOCAL DA ATIVIDADE E SEU ENTORNO

2.1 O Empreendimento não está inserido em Unidade de Conservação, pertencente aos grupos de proteção
integral ou de desenvolvimento sustentável, no âmbito federal ou estadual. Parecer da Divisão de
Arboricultura (15/10/2010).

A atividade encontra-se localizado próximo a divisa do município de Mesquita com o município de Belford
Roxo, no bairro Rocha Sobrinho. Seu acesso se dá pela Avenida Coelho da Rocha esquina com Avenida Treze
de Maio, e como ponto de referência o Viaduto sobre a Rodovia Presidente Dutra.

A distância do corpo hídrico dista aproximadamente: 0,61 km do Rio Sarapuí.

Com relação aos limites da APA Mesquita, unidade municipal, administrada pela Prefeitura Municipal de
Mesquita, o empreendimento dista aproximadamente 4.08 km. A referida Unidade de Conservação encontra-se
inserida na APA Estadual Gericinó-Mendanha. Parecer da Divisão de Arboricultura (15/10/2010).

A Região está incluída na Bacia Hidrográfica do Rio Sarapuí.

2.2. Qualidade do ar e bacia aérea:

Bacia Aérea definida pela INEA, 03.

2.3. Usos do solo na circunvizinhança e zoneamento municipal:

Consta nos autos do processo Declaração da Prefeitura Municipal que a localização Empreendimento encontra-
se situado no Bairro Rocha Sobrinho, e, segundo o Plano Diretor do Município (Lei n° 355/06), está
classificado como Área de Adensamento Controlado, não existindo nenhum impedimento para o seu
funcionamento, segundo a Consulta Prévia de Zoneamento, CPZ 370/10, aprovada pela Secretaria Municipal de
Urbanismo estando em conformidade com as leis e regulamentos do município.

A vizinhança do empreendimento é constituída por residências unifamiliares, multifamiliares e pequenos


comércios, prédios públicos, Galpões comerciais e igrejas

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3. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES


3.1 Tratamentos do Efluente (água):

Após analise do processo, foi verificado a ausência de dispositivos mitigadores para o tratamento do efluente
biológico (esgoto sanitário), em relação aos efluentes gerados na área de lavagem e lubrificação dos veículos,
foi verificada a existência de uma caixa de areia onde os resíduos sólidos em estado precário.

Os excedentes oleosos gerados na área de troca de óleo são impedidos de serem encaminhados para o conjunto
separador de água e óleo através de canaletas, pois as mesmas estão em péssimo estado de conservação em
alguns locais e assoreados em outros pontos. O mesmo acontece com o efluente gerado na ilha de bombas.

3.2. Emissões gasosas (ar):


Os suspiros dos tanques subterrâneos estão fora dos padrões com as NBR’s 13.783, quanto à localização e
altura. Dessa forma, os vapores orgânicos provenientes dos tanques causam incômodos à vizinhança.
3.3 Resíduos
A futura operação do empreendimento ocasionará a geração de resíduos de natureza doméstica, provenientes,
comumente, de escritórios, vestiários, restaurante, sanitários, e resíduos de natureza industrial, sobretudo,
embalagens de óleo e lubrificantes, filtros de óleo, limpa vidros e removedores, areia e lodo do fundo da caixa
de separação de água/óleo e caixas de areia, embalagens e estopas impregnados com óleo e gasolina, terra ou
serragem contaminados quando da ocorrência de vazamentos acidentais.

3.4. Destinação dos resíduos


• Limpeza do sistema fossa-filtro é realizada pela empresa CSM – Consultoria em Saneamento e
Meio Ambiente LTDA;
• Limpeza do Sistema separador de água e óleo e estopas são realizadas pela empresa CSM –
Consultoria em Saneamento e Meio Ambiente LTDA;
• Oluc – Óleo lubrificante usado e contaminado: Recolhido pela empresa TASA – Ltda;
• Lixo doméstico: Recolhido pela empresa Locanty.

3.5. Pressão sonora.

O cenário acústico atual junto à vizinhança pode apresenta problemas no decorrer da obra. Os ruídos gerados
pela implantação do empreendimento são basicamente ocasionados pela instalação de equipamentos que podem
se apresentar dentro dos níveis de pressão sonora admissíveis, uma vez que as fontes geradoras são constituídas
de equipamentos novos e o empreendimento se situa em área aberta. Porém, deverá o empreendedor manter os
níveis de ruído dos equipamentos dentro dos padrões e limites fixados pela Resolução CONAMA Nº. 01/90 e
Norma Técnica NBR 10151.

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4. IDENTIFICAÇÃO DE RISCO

Os potenciais impactos ambientais identificados na atividade de comércio varejista de combustíveis se


relacionam à contaminação do solo e, eventualmente, corpos d’água superficiais e subterrâneos, e contaminação
do ar com emissões atmosféricas, podendo constituir riscos à saúde das populações fixas e flutuantes expostas,
além do perigo de acidentes ocasionados por incêndios e explosões na área do empreendimento.

Os efluentes caracterizados pela presença de hidrocarbonetos derivados do petróleo, quando lançados em corpo
receptor sem tratamento prévio. São responsáveis pela contaminação com benzeno, tolueno, xileno e etil-
benzeno. Tais compostos são considerados cancerígenos e/ou tóxicos e capazes de causar diminuição da
concentração de oxigênio dissolvido. Podem, ainda, ocasionar a mortandade da biota aquática e/ou terrestre
degradando o meio ambiente.

As águas de chuva, em contato com as áreas contaminadas por produtos derivados de petróleo, podem gerar
efluentes líquidos com igual potencial de toxicidade que aqueles produzidos nas atividades de abastecimento e
descarga de combustíveis. Os efluentes atmosféricos corresponderão às emissões de vapores potencialmente
tóxicos, oriundos dos respiros e das bocas de descarga dos tanques de armazenamento, as quais ocorrem,
sobretudo, durante a operação de descarga de combustível.

Dessa forma, considerando o empreendimento em análise, os impactos têm origem em vazamentos, por ventura,
ocorridos por possíveis fissuras nos tanques de armazenamento, no abastecimento de veículos nas bombas de
combustíveis, nas tubulações e/ou junções de ligação tanques/bombas, na ineficiência operacional do sistema de
caixa de separação de água e óleo – SAO, na disposição inadequada de resíduos sólidos, na disposição
inadequada do óleo e da borra coletados durante a manutenção do SAO, nos esgotos sanitários, no péssimo
estado de conservação das pistas, na emissão de gases na atmosfera devido a localização errônea dos respiros
onde fora verificado que a distância do imóvel residencial vizinho ao posto tem um raio de 30 metros e a altura
não correspondia o que está determinado na NBR?????????, devido a proximidade com o imóvel.

4.1. Medidas de Controles Apresentados em projeto para adequação:

Poderão ocorrer derramamentos, vazamentos ou transbordamentos durante as operações de descarga de


combustível dos caminhões de transporte para os tanques de armazenamento e, também, durante a manutenção
e operação das bombas de abastecimento.

Visando prevenir vazamentos e/ou derramamentos serão instaladas segundo o projeto de intervenção: câmaras
de contenção de vazamento (sump) na boca- e-visita dos tanques de armazenamento e sob as bombas de
abastecimento e filtros de óleo; válvulas de retenção junto à prumada de sucção das bombas; canaletas de
contenção ao redor das áreas de abastecimento, descarga de produto e troca de óleo, interligadas com o sistema
de separação de água e óleo – SAO. Para controle e redução dos riscos de transbordamento será realizada a
instalação de descarga selada, câmara de contenção de descarga e válvulas antitransbordamento.

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As informações apresentadas nos estudos ambientais indicam que o empreendimento em análise contemplará
uma instalação composta de SASC – Sistema de Armazenagem Subterrânea de Combustíveis com quatro
tanques de combustíveis de acordo com a ABNT NBR 13786/2005.

A área de abastecimento, conforme o projeto apresentado compreenderá as pistas de abastecimento, com um


total de 02 ilhas, três bombas eletrônicas comerciais, destinadas à comercialização de óleo diesel, álcool e
gasolina.

Foi apresentado o cronograma para a realização do Laudo Geoambiental Complementar, com base na
constatação de contaminação no Laudo Geoambiental Preliminar, onde valores de intervenção para solo e águas
subterrâneas estão acima dos valores permitidos.

4.2. Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio

Os riscos de ocorrência de acidentes decorrentes de falha humana ou operacional (incêndios, explosões e


derramamentos) serão controlados através da capacitação técnica e treinamento de todos os funcionários
envolvidos.

O empreendimento foi aprovado em vistoria final pelo Corpo de Bombeiros em ??/??/2010, por estar em
conformidade com as prescrições normativas e legislações em vigor, que dispõem sobre Código de Segurança
Contra Incêndio e Pânico - COSCIP. O Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros foi emitido de
acordo com Decreto 44746, de 29 de fevereiro de 2008, com validade até 30/01/2014.

O PCA – Plano de Controle Ambiental apresenta os procedimentos de operação e manutenção de combustíveis


e o respectivo detalhamento das medidas de segurança. Em atendimento às exigências fixadas pela Resolução
CONAMA Nº. 273/2000, art. 5º, inciso II.

5. DOCUMENTOS LEGAIS APRESENTADOS:

 Registro Geral de Imóveis;


 Memorial descritivo;
 Cópia da ART do Engenheiro responsável;
 Contrato de Locação Comercial;
 Planta de situação;
 Plantas da rede de drenagem e esgoto;
 Contrato para limpeza do CSAO – Empresa SOS CONTECMA;
 Contrato para prestação de – Empresa SOS CONTECMA;
 Teste de Estanqueidade, Engenheiro Responsável José Ângelo Gotijo Gomes, CREARJ 2007126973
– Empresa OFMAN LTDA;
 Relatório de Investigação Geoambiental Preliminar.

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6. AVALIAÇÃO

Cabe esclarecer que a SEMUAM/DLCA não possui responsabilidade técnica sobre os projetos de sistemas de
controle ambiental e programas de treinamento aprovados, sendo a execução, operação, comprovação de
eficiência e/ou gerenciamento dos mesmos, de inteira responsabilidade da própria empresa, seu projetista e/ou
prepostos.

A atividade foi enquadrada, segundo a Lei Municipal 473 de 02 de agosto de 2008, como potencial poluidor
médio e porte pequeno.

7. CONCLUSÃO:

Considerando a análise da documentação apresentada no processo de regularização ambiental do


empreendimento em análise, localizado na zona urbana do município de Mesquita Roxo, no bairro Rocha
Sobrinho, conclui que os impactos ambientais a serem gerados pela atividade do empreendimento serão
minimizados de forma adequada;

Considerando que o ramo de atividade está de acordo com a malha urbana, desde que, opere adequadamente os
equipamentos de controle de poluição e, os mantenham em bom estado de conservação;

Considerando que a atividade atende a através das medidas de controle, a redução do seu potencial poluidor;

Considerando que a atividade adotará na reformulação do empreendimento tecnologias e equipamentos que


garantem a detecção em caso de agressão ambiental;

Considerando que o projeto de reforma atende as normas brasileiras e estão em conformidade para esta
tipologia;

Considerando que o projeto de recuperação do passivo ambiental relacionado à contaminação das águas
subterrâneas e solo atende a legislação e Normas Técnicas vigente:

A emissão da Licença estará condicionada ao cumprimento das exigências do item 8.

8. - CONDIÇÕES DE VALIDADE DA LICENÇA

1 - Publicar comunicado de recebimento desta licença no Diário Oficial do Município e em jornal diário de
grande circulação no Estado, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data de concessão desta licença, enviando
cópias das publicações à SEMUAM, conforme determina a Lei Municipal 474 de 8 de setembro de 2008;

2 - Esta Licença diz respeito aos aspectos ambientais e não eximem o empreendedor do atendimento às demais
licenças e autorizações federais, estaduais e municipais exigíveis por lei;

3 - Esta Licença não poderá sofrer qualquer alteração, nem ser plastificada, sob pena de perder sua validade;

4 - Requerer a renovação desta licença no mínimo 120 (cento e vinte) dias antes do vencimento do seu prazo de
validade, apresentando relatório de situação ambiental do empreendimento atendendo a IT 1842 R3;
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5 - Atender à Resolução nº. 001/90 do CONAMA, de 08.03.90, publicada no D.O.U. de 02.04.90, que dispõe
sobre critérios e padrões de emissão de ruídos;

6 - Promover a limpeza periódica da fossa séptica, utilizando os serviços de empresa licenciada pela INEA –
Instituto Estadual do Ambiente ou Prefeitura para tal atividade, mantendo os comprovantes à disposição da
fiscalização;

7 – Atender a NT 202 – Critérios e Padrões para lançamentos de efluentes líquidos, aprovada pela Deliberação
CECA nº. 1.007, de 04.12.86, publicada no D.O.R.J. de 12.12.86;

8 – Atender a DZ 942 de 01.08.90 – Diretriz do Programa de Autocontrole de Efluentes, PROCON-ÁGUA,


aprovada pela Deliberação CECA nº. 1.995, de 10.10.90, publicada no D.O.R.J. de 14.01.91;

9 - Não lançar quaisquer resíduos na rede de drenagem ou nos corpos d'água;


10 - Atender à DZ – 215. R-4 – Diretriz de Controle de Carga Orgânica Biodegradável em Efluentes líquidos de
origens Sanitárias, aprovadas pela Deliberação CECA nº. 4.886 de 25.09.07 e publicada no D.O.R.J. de
05.10.07;

11 - Atender à DZ-1310.R-7 – Sistema de Manifesto de Resíduos, aprovada pela Deliberação CECA 4.497 de
03.09.04 e publicada no D.O.R.J. de 21.09.04;

12 - Atender à DZ-1311.R-4 – Diretriz de Destinação de Resíduos, aprovada pela Deliberação CECA 3.327 de
29.11.94 e publicada no D.O.R.J. de 12.12.94;

13 - Não realizar queima de qualquer material ao ar livre;


14 – Adotar medidas de controles eficazes para evitar a emissão de material particulado para a
atmosfera, e o carreamento de material sólido para via pública, para rede de drenagem e para corpos
hídricos;

15 - Evitar todas as formas de acúmulo de água que possam propiciar a proliferação do mosquito Aedes aegypti,
transmissor da dengue;

16 - Submeter previamente a SEMUAM/DLCA, para análise e parecer, qualquer alteração no projeto;


17 – São de responsabilidade da Empresa todas as informações contidas neste processo;
18 – A SEMUAM/DLCA exigirá novas medidas de controle, sempre que julgar necessário;
19 – Atender a DZ 1841 R2 – Diretriz para o Licenciamento Ambiental e para a Autorização de
Encerramento das Atividades de Postos de Serviços que disponham de Sistemas de Acondicionamento ou
Armazenamento de Combustíveis, Graxas, Lubrificantes e seus Respectivos Resíduos aprovados pela
Deliberação CECA nº. 4.498, de 03.09.04, publicada no D.O.R.J. de 21.09.04;

20 – Atender as Normas Brasileiras – NBR nº. 10.151, 12.236, 13.212, 13312, 13.781, 13.782, 13.783, 13.784,
13.785, 13.786, 13.787, 13.788, 14.605, 14.606, 14.623, 14.639, 14.722, 14.867, 15.015 e 15.072;

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21 – Utilizar pessoal comprovadamente habilitado e treinado por profissional qualificado e com registro de
classe, nas operações desenvolvidas pela empresa, principalmente na manipulação de combustíveis
comercializado, em estado líquido ou gasoso;

22 – Os efluentes do sistema de tratamento dos mesmos devem estar de acordo com a NT. R-10/INEA,
“Critérios e padrões para lançamento de Efluentes líquidos”;

23 – Enviar a cada 06 (seis) meses o resultado de análise dos efluentes líquidos do sistema de tratamento
de esgoto e, do conjunto separador água e óleo, que deverão ser realizado por laboratório credenciado no
INEA, com cópia da Licença de Operação do laboratório Autenticada em cartório;

24 – Enviar a cada 03 (três) meses o manifesto de resíduos gerados pela empresa, conforme declarado
pela mesma.

25 – Apresentar a cada 06 (seis) meses, resultados de análises laboratoriais de amostras retiradas dos
poços de monitoramento, para os parâmetros de BTEX e PAH’s e TPH. Informar o nível de água nos
poços amostrados e apresentar os laudos laboratoriais devidamente assinados por profissional habilitado;

26 – Acondicionar o óleo lubrificante usado e contaminado – OLUC em tambores de no mínimo 100 litros e,
estoca-los em área devidamente adequada e abrigada, até o seu envio para as empresas de rerefino licenciadas
pelo INEA – Instituto Estadual do Ambiente;

27 – Acondicionar os resíduos sólidos urbanos em sacos plásticos e conservá-los em recipiente com tampa até o
seu recolhimento;

28 - Manter os equipamentos de segurança em perfeito estado de conservação;

29 – Os sistemas de controle deverão ser limpos regularmente de forma a garantir sua eficiência;

30 – Fica proibida a utilização de tanques usados;

31 – Destinar os tanques usados para corte e retalho (uso siderúrgico);

32 – Qualquer impacto negativo ao meio ambiente, decorrente da implantação da atividade, a empresa estará
sujeita as sanções previstas na Lei Municipal nº. 474 de 02.08.2008, mesmo após o encerramento de suas
atividades;

33 – O habite-se ou aceitação das obras ficará condicionado à aprovação da Secretaria Municipal de


Urbanismo. O Documento de habite-se deverá ser apresentado para a obtenção da Licença de Operação;

34 – Os resíduos provenientes do sistema de controle deverão ser recolhidos por empresas licenciadas pelo
Instituto Estadual do Ambiente – INEARJ;

35 – Implantar durante a realização das obras os dispositivos adequados de proteção ao pedestre e


sinalização para veículos, de modo a minimizar os riscos de ocorrência de acidentes, em conformidade
com as normas vigentes;

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36 – Requer o termo de encerramento da atividade, apresentando avaliação da contaminação do solo e


das águas subterrâneas, e o plano de recuperação do solo caso haja contaminação, acompanhado do
cronograma de recuperação, quando houver encerramento, e/ou mudança de proprietário;

37 – Comunicar imediatamente ao serviço de controle de poluição acidental do INEA (SOPEA) plantão


24h, pelos telefones (21) 2334-7911 ou 2334-7910 e, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, (21) 2797-
2037/2039, qualquer anormalidade que possa ser classificada como acidente.

9. – PRAZO DE VALIDADE
Sugerimos que a Licença correspondente a este Parecer Técnico tenha prazo de validade de 01 ano.

Os documentos e as informações atenderam todas as exigências feitas por este Departamento, não
existindo nenhum impedimento na emissão da Licença de Instalação - LI.

______________________________________ __________________________________
Josie Tatiane Santos de Almeida Eduardo Cardoso Macedo
Engenheira Florestal Técnico Ambiental
Mat. 13/005.897 Mat. 13/005.490
Divisão de Arboricultura Depto. de Lic. e Cont. Ambiental

__________________________________________
Marcelo Manhães Amorim
Diretor de Licenciamento e Controle Ambiental
Mat. 60/002-594
Gestor Ambiental
CRQIII Nº. 03251480

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