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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 58

A FARSA
DO NOVO

PACTO
Mitologia e Superstição Judaico-cristã

JL
jairoluis@inbox.lv

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Sumário
1 - Os Dois Pactos >>> ....................................................... 4
2 - Um Novo Pacto >>> ...................................................... 7
3 - A lei de Deus ou lei de Moisés >>> .................................11
1 - Moisés - duas leis ou uma lei? ...................................11
2 - Que é a lei de Deus? ................................................15
3 - A Lei ......................................................................16
4 - O Sábado na Nova Terra ..........................................25
4 - Mais bobagens do Cristianismo >>> ...............................27
Mais conteúdo recomendado ..........................................28
Livros recomendados ....................................................29
Referências ..................................................................38

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1 - Os Dois Pactos >>>
Conhecemos no mundo cristão dois pactos divinos com o
homem: um transitório, o mosaico e outro não transitório, o
cristão. Entretanto, lendo atentamente a Bíblia, não é difícil
perceber que essa doutrina de pacto transitório foi uma criação
cristã para adaptar Jesus ao messias “predito” pelos profetas.
Essas foram as palavras de Paulo, o verdadeiro "fundador do
cristianismo":
Colossenses 2:13-17
13 - E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão
da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos
todas as ofensas, 14 - Havendo riscado a cédula que era contra nós
nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e
a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. 15 - E, despojando os
principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em
si mesmo. 16 - Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo
beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,
17 - Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.

Referindo-se aos judeus, Paulo disse também aos coríntios:
2 Coríntios 3:14
Mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à
leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo
revelado que em Cristo é ele abolido;

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Essas foram as palavras de Paulo. Mas há algum fundamento para
isso? Os preceitos observados pelos israelitas eram transitórios ou
perpétuos? O que diz o chamado "Velho Testamento"? Assim
como está escrito que o arco-íris estaria no céu como "pacto
perpétuo entre Deus e todo ser vivente de toda a carne que está
sobre a terra" (Gênesis, 9:16), todos os preceitos do livro da lei
contida em Êxodo e Deuteronômio foram estabelecidos como
pacto perpétuo:



O dia da páscoa por "estatuto perpétuo" (Êxodo 12:
14);
A "festa dos pães asmos" por "estatuto perpétuo"
(Êxodo 12:17);
Os serviços do santuário exercidos por Arão e seus
filhos, também por "estatuto perpétuo" (Êxodo 28:
43);
Os filhos de Arão deveriam ter o sacerdócio por
"estatuto perpétuo" (Êxodo 29:9);
"Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel,
celebrando-o nas suas gerações como pacto
perpétuo" (Êxodo 31:16). Isso, sim, é algo de que os
adventistas não abrem mão. Entretanto, não festejam
a lua nova, não sacrificam animais, não celebram a
festa dos pães asmos, etc.

Admitem os cristãos adventistas que todas essas outras
ordenanças foram abolidas, não obstantes sejam consideradas
"estatuto perpétuo" tanto quanto o sábado. É curioso que em
folhetos doutrinários de alguns grupos adventistas é dito que o
sábado será guardado na Nova Jerusalém, citando-se este
texto:

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Isaías 66:23
E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um
sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o
Senhor.

Todavia, dizem que a lua nova é coisa do passado, mas o sábado
não. Se o leitor quiser confirmar essas coisas, leia todo o velho
testamento. Não encontrará nenhuma promessa de abolição de
qualquer preceito da lei mosaica. E até os evangelistas dizem
que Jesus teria dito que nada da lei seria abolido:
Mateus 5:17-19
17 - Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim
destruir, mas cumprir. 18 - Porque em verdade vos digo que, até que
o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou
um só til, até que tudo seja cumprido. 19 - Qualquer, pois, que
violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim
ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus;
aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande
no reino dos céus.

A abolição da lei mosaica foi puramente
criação de Paulo, cuja linha doutrinária
prevaleceu
como
a
verdade
do
cristianismo.

Será que Paulo é confiável? >>>

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2 - Um Novo Pacto >>>
O profeta disse em nome de Yavé que faria "um pacto novo
com a casa de Israel e com a casa de Judá". Os cristãos
usam essas palavras como sendo a nova aliança que dizem esse
deus ter feito com o cristianismo. O judeus devem estar
esperando a concretização desse "novo pacto" até hoje. E eles
parecem estar mais enquadrados nas palavras de Jeremias do
que os cristãos. Porém parece tarde demais para isso se
cumprir.
Esta foi a promessa:
Jeremias 31:31-40
"Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo
com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto
que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar
da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu
os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o pacto que farei com a
casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no
seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e
eles serão o meu povo. E não ensinarão mais cada um a seu próximo,
nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos
me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz o Senhor; pois
lhes perdoarei a sua iniquidade, e não me lembrarei mais dos seus
pecados. Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e a
ordem estabelecida da lua e das estrelas para luz da noite, que
agita o mar, de modo que bramem as suas ondas; o Senhor dos
exércitos é o seu nome: Se esta ordem estabelecida falhar
diante de mim, diz o Senhor, deixará também a linhagem de
Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz
o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados
os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a
linhagem de Israel, por tudo quanto eles têm feito, diz o Senhor. Eis

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que vêm os dias, diz o Senhor, em que esta cidade será
reedificada para o Senhor, desde a torre de Hananel até a porta
da esquina. E a linha de medir estender-se-á para diante, até o
outeiro de Garebe, e dará volta até Goa. E o vale inteiro dos
cadáveres e da cinza, e todos os campos até o ribeiro de
Cedrom, até a esquina da porta dos cavalos para o oriente, tudo
será santo ao Senhor; nunca mais será arrancado nem
derribado"

Com quem seria feito o pacto?
"... com a casa de Israel e com a casa de Judá", diz o
profeta.
Poderia ser um sentido figurado, sendo esse pacto feito com
outro povo, chamado de "Israel espiritual" como dizem muitos
cristãos?
O profeta não parece ter deixado margem para isso:
"Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e a ordem
estabelecida da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o
mar, de modo que bramem as suas ondas; o Senhor dos
exércitos é o seu nome: Se esta ordem estabelecida falhar
diante de mim, diz o Senhor, deixará também a linhagem de
Israel de ser uma nação diante de mim para sempre".
O que mais nos mostra claramente se tratar da nação israelita?
Jeremias, 31:9-10
"Eis que os trarei da terra do norte e os congregarei das
extremidades da terra; e com eles os cegos e aleijados, as mulheres
grávidas e as de parto juntamente; em grande companhia voltarão
para cá. Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos

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ribeiros de águas, por caminho direito em que não tropeçarão; porque
sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito. Ouvi a
palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas longínquas terras
marítimas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o
guardará, como o pastor ao seu rebanho".

Esse novo pacto, que, como vemos, não pode ser com o
cristianismo, nunca ocorreu e os judeus deve estar aguardando
sua concretização, uma vez que eles foram espalhados pelo
mundo e se reuniram novamente em sua terra no século XX. Seria
isso um cumprimento da palavra de Jeremias? Se isso estiver
cumprindo a palavra de Jeremias, estará jogado por terra todo o
fundamento do cristianismo. Pois os cristãos acreditam se
enquadrar no novo pacto de Yavé, enquanto o novo pacto deveria
ser com a nação israelita. A parábola dos lavradores maus diz que
Deus rejeitaria o povo judeu e daria o reino dos céus a outro povo.
Mas isso seria tornar Yavé um deus muito tratante; pois ele teria
dito que só se a toda a ordem universal falhasse o povo de Israel
e Judá deixaria de ser seu povo escolhido.
Estaria então o profeta referindo-se mesmo aos dias atuais?
O início do livro de Jeremias nos informa que ele teria dito essas
palavras "nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá, no
décimo terceiro ano do seu reinado" (Jeremias 1:2). Naquela
época, Israel estava sob o domínio da Assíria, e Josias
planejava libertar essa nação do domínio assírio e reunir Israel
com Judá, formando um grande reino. Essa foi a razão de o
profeta predizer: "Eis que os trarei da terra do norte e os
congregarei das extremidades da terra".
Naqueles dias é que um ungido de "Belém" deveria libertar Israel
do jugo assírio. Miqueias também teria dito: "Quando a Assíria
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entrar em nossa terra, e quando pisar em nossos palácios,
então suscitaremos contra ela sete pastores e oito príncipes
dentre os homens. Esses consumirão a terra da Assíria à espada,
e a terra de Ninrode nas suas entradas. Assim ele nos livrará da
Assíria, quando entrar em nossa terra, e quando calcar os
nossos termos." (Miqueias 5:5-6).
O novo pacto seria o livramento de Israel e Judá do poderio
assírio e o estabelecimento de um reino imbatível dos hebreus,
não o estado judeu atual, nem o Cristianismo.
Do exposto, se pode deduzir que já se passou em muito o tempo
em que deveria cumprir-se a promessa do novo pacto com os
hebreus, e o pacto com os cristãos é pura invenção
apostólica. Se a palavra profética se cumprisse, os judeus
teriam dominado o mundo há mais de dois mil e quinhentos
anos.

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3 - A lei de Deus ou lei de Moisés >>>

1 - Moisés - duas leis ou uma lei?

Isaías 40:8
Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus
subsiste eternamente.
Malaquias 3:6
Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não
sois consumidos.
Isaías 45:23
Por mim mesmo tenho jurado, já saiu da minha boca a palavra
de justiça, e não tornará atrás; que diante de mim se dobrará todo
o joelho, e por mim jurará toda a língua.
Salmos 119:152
Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu
os fundaste para sempre.

São estas as palavras usadas para confirmar que a lei é imutável.
São textos que dão muita força aos que pregam a imutabilidade
dos mandamentos divinos. Não obstante as declarações de
imutabilidade, vindas de personagens bíblicos e as que dizem ser
do próprio Deus pelos profeta (Malaquias 3:6; Isaías 40:8;
45:23), o Novo Testamento fala de mudanças. Essas mudanças
são criações cristãs, mais propriamente paulinas, incompatíveis
com tudo que se escreveu no velho testamento.
Hebreus 7:12
Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também
mudança da lei.

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O capítulo inteiro fala da mudança do "sacerdócio levítico" para o
de Cristo.
A lei na antiga aliança continha princípios que figuravam a nova
aliança, prescrições "impostas até ao tempo oportuno de
reforma", disse Paulo (Hebreus 9:10). Embora queiram algumas
religiões negar mudanças, é a própria Bíblia (novo testamento)
que fala de "reforma". Para tentar harmonizar os textos que falam
de imutabilidade e mudança, tenta-se provar a existência de duas
leis distintas, falando-se de "lei moral" ou "lei de Deus" e "lei
cerimonial" ou "lei de Moisés", sendo a primeira contida em duas
tábuas de pedra e a segunda em um livro; divisão esta que,
conforme análise dos textos, não existe. No "livro da lei de Deus"
(Neemias 8:18), não consta que haja nada temporário, mas tudo
estabelecido por "concerto perpétuo".
Neemias 8:18
E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o
primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa
sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o
rito.

Embora tenha dito, segundo o evangelista, que nada se omitiria
da lei, Jesus teria estabelecido algumas correções: "Ouvistes o
que foi dito aos antigos... eu, porém, vos digo" teria sido a
expressão de Jesus para fazer suas correções em alguns princípios
morais da Velha Aliança.
Mateus 5:27-28

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27 - Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.
28 - Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para
a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Mateus 5:38-39
38 - Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. 39 Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te
bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
Mateus 5:43-46
43 - Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu
inimigo. 44 - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei
os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que
vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai
que está nos céus; 45 - Porque faz que o seu sol se levante sobre
maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. 46 - Pois, se
amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os
publicanos também o mesmo?

Paulo considerou "que é desonra para o homem ter cabelo
crescido?” (1 Coríntios 11:14, enquanto na Velha Aliança, o
"nazireu", pessoa consagrada a Deus, não cortava cabelo
(Números 6:5; Juízes 13:5).
1 Coríntios 11:14
Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem
ter cabelo crescido?
Números 6:5
Todos os dias do voto do seu nazireado sobre a sua cabeça não
passará navalha; até que se cumpram os dias, que se separou ao
Senhor, santo será, deixando crescer livremente o cabelo da sua
cabeça.
Juízes 13:5
Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não
passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o
ventre; e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus.

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Para saber se um princípio da lei seria moral ou figurativo, seria
necessário estudar sua natureza, não sendo suficiente alegar que
seja "concerto perpétuo", como fazem os sabatistas; pois as
prescrições chamadas de figurativas eram também por "concerto
perpétuo" (Levítico 23:14, 21, 31, 41, 24: 3, 8).
Levítico 23:14
E não comereis pão, nem trigo tostado, nem espigas verdes, até
aquele mesmo dia em que trouxerdes a oferta do vosso Deus;
estatuto perpétuo é por vossas gerações, em todas as vossas
habitações.
Levítico 23:21
E naquele mesmo dia apregoareis que tereis santa convocação;
nenhum trabalho servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as
vossas habitações pelas vossas gerações.
Levítico 23:31
Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações
em todas as vossas habitações.
Levítico 23:41
E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto
perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis.

Se uns textos e outros se contradizem, o que é bem comum na
Bíblia, os que pretendem harmonizá-los criam maiores
contradições. Vejam a seguir as considerações a respeito da
divisão da lei em duas, uma de Moisés e outra de Deus. São
apenas artifícios criados para defender a eternidade do sábado
pelos sabatistas.

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2 - Que é a lei de Deus?
Eis a explicação dos sabatistas:
"Há quem afirme, erroneamente, que em Cristo a Lei de Deus perdeu
sua existência. Alto e bom som alertamos, todavia, que a única lei que
foi cancelada, e, por conseguinte, estamos desobrigados dela, é a lei
de Moisés, ou lei cerimonial, escrita num livro (não em pedra) e que
constava de ordenanças, ofertas e holocaustos, cujo objetivo era tirar,
de forma provisória, o pecado do povo - isto até a chegada do Messias
Prometido. (Leia Col. 2: 14)." (O Único Sinal, folheto da Igreja
Batista do Sétimo Dia).

No folheto "AS DUAS LEIS", da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Movimento de Reforma, o assunto das duas leis está mais
detalhadamente abordado, estabelecendo distinções entre as
supostas duas leis. Mas, na realidade, as expressões "lei moral" e
"lei cerimonial" não existem na Bíblia. Tampouco encontramos a
expressão "lei dos dez mandamentos" ou "tábuas da lei", como
dizem os sabatistas; mas encontramos "tábuas do testemunho"
(Êxodo 31:18) e "tábuas da aliança" (Hebreus 9:4). E, analisando
os textos que dizem se referir à "lei de Deus, os dez
mandamentos", notamos que ali não se fala simplesmente de dez
mandamentos, mas de uma lei escrita em um livro.
Êxodo 31:18
E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as
duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de
Deus.
Hebreus 9:4
Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro
toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná,
e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;

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3 - A Lei
Vejam-se os exemplos seguintes:
"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim para
revogar, vim para cumprir" (Mateus 5:17). Dizem que aqui se fala
dos dez mandamentos. É inegável que se refere a eles; pois nas
várias vezes que Cristo disse: "ouvistes o que foi dito aos antigos",
ele citou mandamentos, como, "não matarás" (vers. 21), "não
adulterarás" (vers. 27); mas também mencionou mandamentos
que não estão nas duas tábuas, e sim no livro: "Também foi
dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de
divórcio" (vers. 31; Deuteronômio 24:1-4); "olho por olho, dente
por dente" (vers. 38; Êxodo 21:24). Assim não podemos dizer que
a lei aqui referida se constitua de apenas dos dez mandamentos,
mas do livro da lei.
Dizem ser à lei "dos dez mandamentos" que Tiago se refere
quando diz: "qualquer que guarda toda lei, mas tropeça em um
só ponto, se torna culpado de todos" (Tiago 2:10). Está claro que
esses mandamentos fazem parte da suposta lei referida, como
vemos no versículo 11: "Não adulterarás ...Não matarás". No
entanto, a lei não se limita a apenas aqueles dez mandamentos
nas duas tábuas de pedra, porque ele citou "amarás o teu
próximo como a ti mesmo" (Vers. 8; Levítico 19:18). Então se
refere à lei do LIVRO e não às duas tábuas.
A julgar por estes texto, na falta de qualquer referência à chamada
"lei dos dez mandamentos", fica bem claro que a lei é o que está
escrito num livro, sendo os dez mandamentos das duas tábuas
apenas uma parte dela. Mas se isto não é suficiente, a essa
conclusão se confirma ao ler Neemias capítulo 8.
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Neemias 8:1-3
1 - E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas
cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante
da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o
livro da lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel. 2 - E
Esdras, o sacerdote, trouxe a lei perante a congregação, tanto de
homens como de mulheres, e todos os que podiam ouvir com
entendimento, no primeiro dia do sétimo mês. 3 - E leu no livro diante
da praça, que está diante da porta das águas, desde a alva até ao
meio-dia, perante homens e mulheres, e os que podiam entender; e
os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da lei.
Neemias 8:8
E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o
sentido, faziam que, lendo, se entendesse.
Neemias 8:18
E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o
primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa
sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembléia solene, segundo o
rito.

Não podemos, ao ler esse texto, negar que o "livro da lei de
Moisés" (vers. 1) é o "livro da lei de Deus" (vers. 18); muito
menos, que a "lei de Deus" é um "LIVRO" e não duas tábuas de
pedra, como afirmam os sabatistas. Tendo toda a certeza de que
a "lei de Deus" foi escrita em um livro e que ela é a mesma
chamada "lei de Moisés", resta ao cristão apenas tentar
harmonizar aqueles textos citados sem procurar provar que
tratam de duas leis distintas.

Não existe a lei dos dez mandamentos; pois essa
expressão não existe na Bíblia.

Quando Paulo disse que a lei foi dada "por causa das
transgressões" (Gálatas 3:19) ele falava da mesma lei pela qual
"vem o conhecimento do pecado" (Romanos 3:20), citada como
17

lei moral (As Duas Leis, página 7). Quando disse "agora, porém
libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos
sujeito" (Romanos 7:6), falava da mesma lei que contém o
mandamento "não cobiçarás" (versículo 7). Não podemos afirmar
que num versículo se diga sobre uma lei e no seguinte se refira a
outra, quando se fala, não em uma e outra, mas em "a lei", uma
única. O que se entende pelas palavras de Paulo é que A LEI, única
lei, trouxe mandamentos como os das tábuas de pedra e os
de oferecer holocaustos e ofertas de manjares. Quem é
justificado pela fé está livre da lei, no seu dizer, mas seria absurdo
afirmar que quis ele dizer que pudesse sair matando e furtando,
etc.

As expressão "as leis" se refere a todos preceitos que
foram reunidos no livro chamado "a lei".

Isto é tão claro, que o folheto reformista “As Duas Leis”, após
dizer: "Não acha o prezado leitor que "as leis" é mais de uma lei?"
(Página 5), diz: "A lei moral acha-se gravada no coração do
crente: "... Porei as minhas leis no seu interior, e as escreverei
no seu coração..." (Jr. 31:33; Hb. 8:10)" (página 6). Fala sobre
"a lei moral", citando o texto que diz "minhas leis". Não
dizem ser a “moral” e a “cerimonial”. Que incoerência!
No folheto "Qual o Dia da Semana Guarda e Por Que?", dizem os
reformistas: "O sábado, por ser um sinal da criação, nada tem a
ver com os judeus em particular" (pág. 2). Mas a Bíblia diz que
sim: Está escrito que a guarda do sábado foi instituída pela
primeira vez no deserto do Êxodo (Êxodo 16:5 e 22-30).
Êxodo 16:5
E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será
o dobro do que colhem cada dia.

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Êxodo 16:22-30
22 - E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois
ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e
contaram-no a Moisés. 23 - E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor
tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que
quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água,
cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã.
24 - E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado;
e não cheirou mal nem nele houve algum bicho. 25 - Então disse
Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não
o achareis no campo. 26 - Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia
é o sábado; nele não haverá. 27 - E aconteceu ao sétimo dia, que
alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. 28 - Então
disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus
mandamentos e as minhas leis? 29 - Vede, porquanto o Senhor vos
deu o sábado, portanto ele no sexto dia vos dá pão para dois dias;
cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.
30 - Assim repousou o povo no sétimo dia.

A guarda do sábado, segundo tal texto, foi instituída como
figura do livramento de Israel do cativeiro egípcio e do repouso na
terra prometida, onde não puderam entrar aqueles que foram
desobedientes; pois está escrito: "Assim jurei na minha ira que
não entrarão no meu descanso" (Salmos 95:11), isto é "não
entrareis na terra, pela qual jurei que vos faria habitar nela"
(Números 14:30) que não era o dia de descanso, mas a terra
em que deviam repousar das agruras vividas antes, assim
como do repouso prometido aos cristãos (Hebreus 4:1-2). Como
Josué não pôde dar ao povo um verdadeiro repouso, a promessa
foi feita novamente, aos cristãos: "Ora, se Josué lhes houvesse
dado descanso, não falaria posteriormente a respeito de outro dia"
(Hebreus 4:8), o que não poderia também ser outro dia de
repouso em lugar do sábado como pensam os guardadores do
domingo também, mas outra promessa de descanso. Os filhos de
19

Israel, "por causa da desobediência não entraram" (Hebreus 4:6)
foi na terra prometida. "Não puderam entrar por causa da
incredulidade" (Hebreus 3:19). Seria muito tolo afirmar que Deus
jurasse que eles não guardariam o sábado; pois não era uma
promessa e sim um mandamento. Por isto o mandamento trouxe
esta informação: "porque te lembrarás que foste servo na
terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com
mão poderosa, e braço estendido: pelo que o Senhor teu
Deus te ordenou que guardasse o dia de sábado".
(Deuteronômio 5:15).
Se tal acontecimento (O Êxodo) foi o motivo pelo qual se ordenou
que guardassem o sábado, então se entende por que nunca se
mencionou o sábado em relação à vida de Noé, Abraão, Isaque,
Jacó, etc. A consequência não poderia existir antes da causa.
______
Como os cristãos consideravam que as figuras vigoraram apenas
no antigo pacto, Paulo disse: "ninguém mais vos julgue por causa"
de "sábados" (Colossenses 2:16). Dizem que os sábados aqui
mencionados são os dias comemorativos em que também havia
sábados (repousos) conforme Levítico 23, o que não fazem ao
citar Isaías 65:23. Mas aqueles dias já estão mencionados no
texto como "dias de festa" ("dias de festa, lua nova ou sábados"
- três coisas distintas).
Também afirmam: "O dia de repouso de Deus, o sábado, é
chamado o "dia do Senhor". Comparar Apocalipse 1:10 com Isaías
58:13 e Marcos 2:28. (Página 2). Mas o que é "dia do Senhor" em
Apocalipse?
Apocalipse 1:10

20

Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim
uma grande voz, como de trombeta,
Isaías 58:13
Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu
santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor,
digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem
pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias
palavras,
Marcos 2:28
Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.

O termo grego kiriake emera=kiriake emera (Novum
Testamentum Graece), em Apocalipse 1:10, em latim é traduzido
para dies dominicum, que em português é dia do Senhor. A versão
católica do Padre Antônio Pereira de Figueiredo traduz a palavra
para "dia de domingo". E, literalmente, este nome, dado ao
primeiro dia da semana, é uma evolução de dies dominicum. As
igrejas guardadoras do domingo, assim como os sabatistas o
aplicam ao sábado, baseado neste sentido da palavra, falam do
termo usado por João como sendo o primeiro dia da semana.
Quem está certo? O que era "dia do senhor" para os
apóstolos?
Ao se referirem ao sábado
Os apóstolos o chamavam pelo seu nome costumeiro: sabbaton,
forma grega do hebraico shabath, que foi latinizada para sabatum
e evoluiu para o português como sábado (Mateus 12:10; 24:20;
28:1; Marcos 2:27; 3:4; Lucas 4:16; 6:2, 5, 7 e 9; 14:1; 23:56;
João 7:23; Atos 17:2; Colossenses 2:16, etc.).
Mateus 12:10

21

E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para
o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?
Mateus 24:20
E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;
Mateus 28:1
E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana,
Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
Marcos 2:27
E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem
por causa do sábado.
Marcos 3:4
E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar
a vida, ou matar? E eles calaram-se.
Lucas 4:16
E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado,
segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.
Lucas 6:2
E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito
fazer nos sábados?
Lucas 6:5
E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado.
Lucas 6:7
E os escribas e fariseus observavam-no, se o curaria no sábado, para
acharem de que o acusar.
Lucas 6:9
Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos
sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?
Lucas 14:1
Aconteceu num sábado que, entrando ele em casa de um dos
principais dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando.
Lucas 23:56
E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos; e no sábado
repousaram, conforme o mandamento.
João 7:23

22

Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés
não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado
curei de todo um homem?
Atos 17:2
E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três sábados
disputou com eles sobre as Escrituras,
Colossenses 2:16
Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa
dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,

Ao falarem do primeiro dia da semana
Tratavam-no como tal, não lhe dando nenhum título (Mateus
28:1; Marcos 16:1: Lucas 24:1; João 20:1).
Mateus 28:1
E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana,
Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
Marcos 16:1
E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e
Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo.
Lucas 24:1
E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao
sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas
outras com elas.
João 20:1
E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de
madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.

O título dies dominicum, segundo informações históricas, foi dado
por decreto imperial ao primeiro dia da semana, anteriormente
dies solis = dia do sol, quando o imperador romano se converteu
23

ao cristianismo e a igreja criou um sincretismo de princípios
cristãos e romanos.
Os apóstolos jamais chamaram qualquer dia da semana de
dia do Senhor; mas essa palavra lhes era muito familiar
com outro sentido:
Joel 1:15
Ai do dia! Porque o dia do Senhor está perto, e virá como uma
assolação do Todo-Poderoso.
Joel 2:11
E o Senhor levantará a sua voz diante do seu exército; porque
muitíssimo grande é o seu arraial; porque poderoso é, executando a
sua palavra; porque o dia do Senhor é grande e mui terrível, e quem
o poderá suportar?
Amós 5:18
Ai daqueles que desejam o dia do Senhor! Para que quereis vós este
dia do Senhor? Será de trevas e não de luz.
Obadias 1:15
Porque o dia do Senhor está perto, sobre todos os gentios; como tu
fizeste, assim se fará contigo; a tua recompensa voltará sobre a tua
cabeça.
Malaquias 4:1
Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os
soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e
o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de
sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo.
Atos 2:20
O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o
grande e glorioso dia do Senhor;
1 Tessalonicenses 5:2
Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como
o ladrão de noite;
2 Pedro 3:10
Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus
passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão,
e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.

24

É bem mais lógico deduzir que João estava se referindo ao que
sempre chamavam de "dia do Senhor" - o julgamento divino deste
mundo. "Em espírito", isto é, em visão, João teria presenciado o
julgamento divino deste mundo, conforme vemos em todo o
Apocalipse. Por isto, ele disse: "Achei-me, em espírito, no dia do
Senhor" (Apocalipse 1:10). Significa: em minha visão eu me
encontrei naquele dia, quando Deus irá julgar e condenar os maus
e dar recompensa aos justos. Pois é o dia do juízo divino que eles
chamaram sempre de "dia do Senhor", conforme as passagens
acima.
4 - O Sábado na Nova Terra

"Na nova terra, o sábado será guardado por todos os
habitantes como o grande dia comemorativo do Altíssimo,
pois assim diz o Senhor: "... de sábado em sábado toda
carne virá prostrar-se diante de Mim ..." Isaías 66:22-23"
(Qual Dia Guarda e Por Que? pág. 8).

O texto citado diz: "de uma lua nova à outra, e de um sábado
a outro" (Isaías 66:23). Curioso é que aqui lua nova e sábado
são princípios morais, para serem guardados a nova terra, mas,
em Colossenses 2:16, são princípios cerimoniais, sem mais
validade. Aqui aceitam que é o sétimo dia. Lá, dizem ser outros
dias. Se o texto de Isaías justifica a guarda do sábado, também
aprova a da lua nova, o que os sabatistas não guardam.
Não entendem que na Jerusalém de Isaías, haveria MORTE,
PECADO e MALDIÇÃO (Isaías 65:20), o que não deveria haver na
nova terra do Apocalipse. As profecias de Isaías foram feitas
durante o cativeiro de Babilônia. Eram promessas de restauração
de Jerusalém após a queda da Babilônia, mas não são a mesma
25

do Apocalipse, que contém o pensamento cristão. Como ficou
suficientemente claro na análise do capítulo 8 de Neemias, não há
como afirmar a existência das chamadas "duas leis", uma mutável
e outra imutável. E, se formos enquadrar a guarda do sábado em
uma dessas duas partes da lei, não há como não ser na parte
transitória, o que ficou esclarecido pelas palavras de Paulo aos
Colossenses (Col. 2:16).
As contradições só ficam ainda maiores quando se tenta dividir a
lei em duas.
O que se pode concluir de tudo isso é que tudo que estava no livro
da lei mosaica era mesmo para ser eternamente observado pelos
hebreus; mas essa abolição da lei foi criação de Paulo e agora os
cristãos vivem enfrentando essa dificuldade para não admitir que
o cristianismo não tem qualquer apoio no velho testamento

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expanded to book length in
1858, The Two Babylons
seeks to demonstrate a
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Babylonian
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religions
and
practices of the Roman
Catholic
Church.
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archeology
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anthropology were in their
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many of the findings of
these areas and Biblical
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“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner
sobre a política dos Papas no século XX, uma obra
surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de
comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de
João Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a
força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda
julgar a religião por seus efeitos históricos recentes,
exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns
exercícios de memória a este respeito são essenciais para
a
compreensão
do
surgimento
de
algumas
monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras
tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no
País Basco”.
Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995.
“Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma
ampla e sólida informação sobre esse período da história
da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de
condescendência com regimes totalitários conservadores
até uma postura de necessária acomodação aos sistemas
democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda
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"Su visión de la historia de
la Iglesia no sólo no es
reverencial, sino que, por
usar
una
expresión
familiar, ‘no deja títere con
cabeza’. Su sarcasmo y su
mordaz
ironía
serían
gratuitos si no fuese porque
van de la mano del dato
elocuente y del argumento
racional. La chispa de su
estilo se nutre, por lo
demás,
de
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mejor
tradición volteriana."
Fernando Savater. El País,
20 de mayo de 1990

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de 1995.
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De una manera didáctica,
el profesor Karl Deschner
nos ofrece una visión crítica
de la doctrina de la Iglesia
católica y de sus trasfondos
históricos. Desde la misma
existencia de Jesús, hasta
la polémica transmisión de
los
Evangelios,
la
instauración y significación
de los sacramentos o la
supuesta infalibilidad del
Papa.
Todos estos asuntos son
estudiados, puestos en
duda y expuestas las
conclusiones en una obra
de rigor que, traducida a
numerosos idiomas, ha
venido a cuestionar los
orígenes,
métodos
y
razones de una de las
instituciones
más
poderosas del mundo: la
Iglesia católica.

“Se bem que o cristianismo
esteja hoje à beira da
bancarrota
espiritual,
segue impregnando ainda
decisivamente nossa moral
sexual, e as limitações
formais de nossa vida
erótica continuam sendo
basicamente as mesmas
que nos séculos XV ou V, na
época de Lutero ou de
Santo Agostinho. E isso nos
afeta a todos no mundo
ocidental, inclusive aos não
cristãos ou aos anticristãos.
Pois o que alguns pastores
nômadas
de
cabras
pensaram há dois mil e
quinhentos anos, continua
determinando os códigos
oficiais desde a Europa até
a América; subsiste uma
conexão tangível entre as
ideas sobre a sexualidade
dos
profetas
veterotestamentarios ou de
Paulo e os processos penais
por conduta desonesta em
Roma, Paris ou Nova York.”
Karlheinz Deschner.

"En temas candentes como
los del control demográfico,
el uso de anticonceptivos,
la ordenación sacerdotal de
las mujeres y el celibato de
los sacerdotes, la iglesia
sigue anclada en el pasado
y bloqueada en su rigidez
dogmática. ¿Por qué esa
obstinación que atenta
contra la dignidad y la
libertad de millones de
personas? El Anticatecismo
ayuda eficazmente a hallar
respuesta a esa pregunta.
Confluyen en esta obra dos
personalidades de vocación
ilustradora y del máximo
relieve en lo que, desde
Voltaire, casi constituye un
Género literario propio: la
crítica de la iglesia y de
todo
dogmatismo
obsesivamente
<salvífico>.

31

1 – (365 pg) Los
orígenes, desde el
paleocristianismo hasta
el final de la era
constantiniana

2 - (294 pg) La época
patrística y la
consolidación del
primado de Roma

3 - (297 pg) De la
querella de Oriente hasta
el final del periodo
justiniano

4 - (263 pg) La Iglesia
antigua: Falsificaciones y
engaños

5 - (250 pg) La Iglesia
antigua: Lucha contra los
paganos y ocupaciones
del poder

6 - (263 pg) Alta Edad
Media: El siglo de los
merovingios

32

7 - (201 pg) Alta Edad
Media: El auge de la
dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:
Desde Luis el Piadoso
hasta las primeras luchas
contra los sarracenos

9 - (282 pg) Siglo X:
Desde las invasiones
normandas hasta la
muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “Historia
Criminal do Cristianismo”, projetada em
princípio a dez volumes, dos quais se
publicaram nove até o presente e não se
descarta que se amplie o projeto. Tratase da mais rigorosa e implacável
exposição jamais escrita contra as formas
empregadas pelos cristãos, ao largo dos
séculos, para a conquista e conservação
do poder.
Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado
de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação,
mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de
silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando
as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha
(Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

33

414 páginas
LA BIBLIA DESENTERRADA
Israel Finkelstein es un arqueólogo y
académico
israelita,
director
del
instituto
de
arqueología
de
la
Universidad de Tel Aviv y coresponsable de las excavaciones en
Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000
años de historia) al norte de Israel. Se
le
debe
igualmente
importantes
contribuciones a los recientes datos
arqueológicos
sobre
los
primeros
israelitas en tierra de Palestina
(excavaciones de 1990) utilizando un
método que utiliza la estadística (
exploración de toda la superficie a gran
escala de la cual se extraen todas las
signos de vida, luego se data y se
cartografía por fecha) que permitió el
descubrimiento de la sedentarización de
los primeros israelitas sobre las altas
tierras
de
Cisjordania.
Es un libro que es necesario conocer.

639 páginas
EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA
HISTORIA DE PIO XII
¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento
del pueblo judío? ¿Tuvo alguna
responsabilidad en el ascenso del
nazismo? ¿Cómo explicar que firmara
un
Concordato
con
Hitler?
Preguntas como éstas comenzaron a
formularse al finalizar la Segunda
Guerra Mundial, tiñendo con la
sospecha al Sumo Pontífice. A fin de
responder a estos interrogantes, y con
el deseo de limpiar la imagen de
Eugenio Pacelli, el historiador católico
John Cornwell decidió investigar a
fondo su figura.
El profesor Cornwell plantea unas
acusaciones acerca del papel de la
Iglesia en los acontecimientos más
terribles del siglo, incluso de la historia
humana, extremadamente difíciles de
refutar.

34

513 páginas

326 páginas

480 páginas

En esta obra se describe
a algunos de los hombres
que ocuparon el cargo de
papa. Entre los papas
hubo un gran número de
hombres
casados,
algunos de los cuales
renunciaron
a
sus
esposas e hijos a cambio
del cargo papal. Muchos
eran hijos de sacerdotes,
obispos y papas. Algunos
eran bastardos, uno era
viudo, otro un ex esclavo,
varios eran asesinos,
otros incrédulos, algunos
eran ermitaños, algunos
herejes,
sadistas
y
sodomitas; muchos se
convirtieron en papas
comprando el papado
(simonía), y continuaron
durante
sus
días
vendiendo
objetos
sagrados para forrarse
con el dinero, al menos
uno era adorador de
Satanás, algunos fueron
padres
de
hijos
ilegítimos, algunos eran
fornicarios y adúlteros en
gran escala...

Santos
e
pecadores:
história dos papas é um
livro que em nenhum
momento
soa
pretensioso. O subtítulo é
explicado pelo autor no
prefácio, que afirma não
ter tido a intenção de
soar absoluto. Não é a
história dos papas, mas
sim,
uma
de
suas
histórias. Vale dizer que o
livro originou-se de uma
série para a televisão,
mas
em
nenhum
momento soa incompleto
ou
deixa
lacunas.

Jesús de Nazaret, su
posible descendencia y el
papel de sus discípulos
están
de
plena
actualidad. Llega así la
publicación de El puzzle
de Jesús, que aporta un
punto de vista diferente y
polémico sobre su figura.
Earl Doherty, el autor, es
un estudioso que se ha
dedicado
durante
décadas a investigar los
testimonios acerca de la
vida
de
Jesús,
profundizando hasta las
últimas consecuencias...
que a mucha gente le
gustaría no tener que
leer. Kevin Quinter es un
escritor
de
ficción
histórica al que proponen
escribir
un
bestseller
sobre la vida de Jesús de
Nazaret.

35

576 páginas

380 páginas

38 páginas

First published in 1976,
Paul
Johnson's
exceptional
study
of
Christianity has been
loved and widely hailed
for its intensive research,
writing, and magnitude.
In a highly readable
companion to books on
faith and history, the
scholar
and
author
Johnson has illuminated
the Christian world and
its fascinating history in a
way that no other has.

La Biblia con fuentes
reveladas (2003) es un
libro del erudito bíblico
Richard Elliott Friedman
que se ocupa del proceso
por el cual los cinco libros
de la Torá (Pentateuco)
llegaron a ser escritos.
Friedman sigue las cuatro
fuentes del modelo de la
hipótesis
documentaria
pero
se
diferencia
significativamente
del
modelo S de Julius
Wellhausen
en varios
aspectos.

An Atheist Classic! This
masterpiece,
by
the
brilliant atheist Marshall
Gauvin is full of direct
'counter-dictions',
historical evidence and
testimony that, not only
casts doubt, but shatters
the myth that there was,
indeed, a 'Jesus Christ',
as Christians assert.

36

391 páginas
PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA
En este libro, los abusos sexuales a
menores, cometidos por el clero o por
cualquier otro, son tratados como
"delitos", no como "pecados", ya que en
todos los ordenamientos jurídicos
democráticos del mundo se tipifican
como un delito penal las conductas
sexuales con menores a las que nos
vamos a referir. Y comete también un
delito todo aquel que, de forma
consciente y activa, encubre u ordena
encubrir
esos
comportamientos
deplorables.
Usar como objeto sexual a un menor, ya
sea mediante la violencia, el engaño, la
astucia o la seducción, supone, ante
todo y por encima de cualquier otra
opinión, un delito. Y si bien es cierto
que, además, el hecho puede verse
como un "pecado" -según el término
católico-, jamás puede ser lícito, ni
honesto, ni admisible abordarlo sólo
como un "pecado" al tiempo que se
ignora conscientemente su naturaleza
básica de delito, tal como hace la Iglesia
católica, tanto desde el ordenamiento
jurídico interno que le es propio, como
desde la praxis cotidiana de sus
prelados.

Robert Ambelain, aunque defensor de
la historicidad de un Jesús de carne y
hueso, amplia en estas líneas la
descripción que hace en anteriores
entregas de esta trilogía ( Jesús o El
Secreto Mortal de los Templarios y Los
Secretos del Gólgota) de un Jesús para
nada acorde con la descripción oficial
de la iglesia sino a uno rebelde: un
zelote con aspiraciones a monarca que
fue mitificado e inventado, tal y como
se conoce actualmente, por Paulo,
quién, según Ambelain, desconocía las
leyes judaicas y dicha religión, y quien
además usó todos los arquetipos de las
religiones que sí conocía y en las que
alguna vez creyó (las griegas, romanas
y
persas)
arropándose
en
los
conocimientos sobre judaísmo de
personas como Filón para crear a ese
personaje. Este extrajo de cada religión
aquello que atraería a las masas para
así poder centralizar su nueva religión
en sí mismo como cabeza visible de una
jerarquía eclesiástica totalmente nueva
que no hacía frente directo al imperio
pero si a quienes oprimían al pueblo
valiéndose de la posición que les había
concedido dicho imperio (el consejo
judío).

37

Referências
Bíblia Sagrada
http://www.joaodefreitaspereira.net.br/concerto-perpetuo.htm
http://www.joaodefreitaspereira.net.br/novo-pacto.htm
http://www.joaodefreitaspereira.net.br/lei-de-deus.htm

38

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