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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 59

O EMBUSTE

DO NATAL

JL
jairoluis@inbox.lv

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Sumário
Introdução ......................................................................... 4
1 - O embuste do Natal >>> ................................................ 5
2 - A Farsa do Natal ...........................................................10
1 - O natal veio do paganismo. >>> ...............................10
2 - Jesus não nasceu em 25 de Dezembro ....................... 14
3 - Como esta festa se introduziu nas igrejas? ................. 15
4 - A Verdadeira Origem Do Natal...................................18
5 - Outros costumes pagãos, no natal: guirlanda, velas,
papai Noel ...................................................................22
6 - O que a bíblia diz sobre a árvore de natal? ................. 24
7 - É bíblica a troca de presentes? ..................................25
8 - Por que os magos levaram presentes a Cristo? ............ 31
9 - Um "natal corrigidamente cristão" poderia realmente
honrar a cristo? ............................................................33
10 - Estamos na Babilônia, sem o sabermos .................... 36
11 - Afinal, a Bíblia mostra quando nasceu jesus? ............ 37
Jesus ou Emanuel? Profecia inventada ou erro bíblico? ...... 41
3 - Mais bobagens do Cristianismo >>> ...............................45
Mais conteúdo recomendado ..........................................46
Livros recomendados ....................................................47
Referências ..................................................................56

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Introdução
A Santa Igreja se limitou apenas a copiar uma festa pagã do
Império Romano. Estes festejos, chamados de "Saturnália"
decorriam entre as datas de 19 a 25 de Dezembro, em honra do
deus da agricultura Saturno. Essa festa, por sua vez, era uma
versão das comemorações do nascimento de Tamuz (o
equivalente romano de Saturno), o deus-sol reencarnado na
Babilônia, em 25 de Dezembro. Nestas festas exaltava-se o valor
da amizade e trocavam-se presentes. Também havia o costume
de decorar as portas de cada casa com coroas de flores e folhas
verdes assim como decorar uma árvore com frutos e decorações
alusivas ao deus do sol. Ao mesmo tempo, no norte da Europa
realizava-se um festival de Inverno similar conhecido como Yule,
onde eram queimados grandes troncos, enfeitados com ramos e
fitas em honra dos deuses, para fazer o sol brilhar com mais força.
Sem dúvida, um momento tão especial como o solstício de
Inverno sempre foi comemorado nas mais diversas culturas e tem
sido quase sempre associado com crenças religiosas.

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1 - O embuste do Natal >>>

Jesus Cristo só nasceu no dia 25 de Dezembro por obra do papa
João I, que decretou a data do Natal no ano de 525. Nesse ano
deu-se início ao calendário cristão. O monge Dionísio Exiguos, "o
menor", foi incumbido de determinar o ano zero, mas errou nos
cálculos.
Segundo os Evangelhos de Lucas e Mateus, Jesus nasceu no
reinado de Herodes.

Mas há um problema:

É consenso que o rei Herodes morreu no ano 4 AC. e a tese mais
aceita, pelos defensores do Novo Testamento, é a de que Jesus
teria nascido no ano 7 AC., isto é: 3 anos antes da morte do rei
Herodes, para justificar a “matança dos inocentes” ordenada por
ele. Ou seja: O menino Jesus nasceu 7 anos antes de Cristo!

Há outro problema: O local.

Em Mateus e em Lucas, foi numa gruta de Belém. Para Mateus, a
família de José foge, depois, para o Egito, escapando ao massacre
das crianças promovido por Herodes e depois vai para Nazaré.
Para Lucas, a anunciação do nascimento, pelo anjo à Virgem é
feita em Nazaré e de lá a família vai para Belém, obrigada pelo
"censo ordenado pelo imperador César Augusto quando Quirino
era governador da Síria".
Entretanto, há registos romanos que mostram que Quirino
governou a Síria no ano 6 DC.
Portanto, quando o anjo anunciou à virgem o nascimento do
menino, Jesus Cristo já teria 13 anos! [7 anos AC., (3 antes da
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morte de Herodes), + 6 anos DC. (Quando Quirino era
governador) = 13 anos].

Isso mesmo: o deus menino tinha 13 anos quando a
“Virgem Maria” concebeu o menino Jesus!

Os censos tampouco exigiam deslocamento para o local de origem
familiar (José era de Belém), já que seu propósito era cobrar
impostos.

"É um pouco triste ter de dizer isso, porque o nascimento
na gruta é uma história cativante, mas a viagem de ida e
volta a Nazaré para o censo é pura ficção, criação da
imaginação de Lucas",

Escreveu o padre John Dominic Crossan, professor de Estudos
Bíblicos na Universidade de DePaul, de Chicago, no seu livro O
Jesus Histórico. Belém aparece como a terra natal porque era a
cidade do rei Davi. "Conforme as profecias das Escrituras
Hebraicas, o messias deveria nascer em Belém". Alguns também
dizem que Jesus, "o Nazareno" nasceu em Nazaré.

Outro problema:

As profecias, de Isaías do A.T., preveem “uma virgem conceberá,
e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.”
Então, se Jesus Cristo era o Messias profetizado por Isaías, porque
não lhe deram o nome de Emanuel?!

Jesus Cristo existiu ou é apenas um mito?

Segundo a quase totalidade dos estudiosos há poucos elementos,
credíveis a favor de um Jesus histórico. As provas da existência
de Jesus são fracas ou contestáveis. E a Bíblia é um CALHAMAÇO
DE EMBUSTES; todos os escritos nela inspirados não merecem
credibilidade alguma!
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Os apologistas cristãos, para defender a posição deles, a favor da
existência de Jesus, baseiam-se principalmente no testemunho
de Flávio Josefo (37 ou 38 DC. – 103 DC.) que foi um conhecido
historiador judeu do século I. O testemunho citado encontra-se
em “Antiguidades judaicas”. Ao contrário dos apologistas, muitos
estudiosos consideram o trecho “uma inserção posterior feita por
copistas cristãos” para esquentar a lenda de Jesus.
Ele diz que:

“Naquele tempo, nasceu Jesus, homem sábio, se é que se
pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e
ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na
verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por
alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos
chefes, do nosso país, ante Pilatos, este o fez sacrificar.
Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua
morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após
sua morte, como o haviam predito os santos profetas,
quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade
cristã que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que
usa.”

Por que este trecho é considerado uma inserção posterior:
Os parágrafos antes e depois, deste trecho, descrevem como os
romanos reprimiram violentamente as sucessivas rebeliões
judaicas. O parágrafo anterior começa com “por aquela época,
mais uma triste calamidade desorientou os judeus”. Será que
“triste calamidade” se refere à vinda do “realizador de coisas tão
milagrosas” ou à morte dos judeus pelos Romanos? Esta suposta
referência a Jesus não tem nada a ver com o parágrafo anterior.
Configura uma grosseira inclusão posterior fora de contexto.
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Por outro lado uma obra, que os cristãos nunca mencionam, é
uma autobiografia do Flávio Josefo.
Nessa autobiografia ele escreveu:

"E quando eu tinha cerca de 16 anos, tive a ideia de fazer
um inventário das várias seitas que estavam no nosso
meio. Essas seitas são as seguintes: a primeira é a dos
Fariseus, a segunda é a dos Saduceus e a terceira a dos
Essênios a qual eu já vos falei frequentemente; e eu
pensava que por estes meios, eu poderia escolher a melhor,
se eu fizesse parte delas; então, eu paguei o preço alto e
superei numerosas dificuldades e fiz parte de todas estas
seitas.
Mas eu não me contentei somente de essas provas; quando
soube que havia um que, cujo nome é Banos, vivia no
deserto, não utilizava outra vestimenta que os caracóis dos
cabelos, e que não tinha outra comida do que apenas o que
crescia por conta própria, e se banhava na agua fria
regularmente tanto na noite como no dia, a fim de
preservar sua castidade, eu o imitei em todas essas coisas
e estive com ele durante 3 anos.
Quando, eu cumpri os meus desejos, voltei à cidade, e
tendo eu agora 19 anos, eu comecei a seguir da minha
própria vontade, as regras da seita dos Fariseus, que é uma
espécie de seita estoica, como os gregos lhe chamam."

Josefo refere-se nesta passagem os anos 53 ou 54 de nossa era
tendo ele “16 anos”, nascido em 37 ou 38 de nossa era.
Ele faz um inventário das seitas e não diz nem sequer uma
palavra sobre Jesus Cristo ou sobre os seus seguidores.
Nesta altura, segundo a cronologia cristã, os cristãos já estavam
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organizados e os apóstolos já eram conhecidos. No entanto, na
autobiografia do Josefo, os cristãos não são sequer lembrados. Se
o personagem de Jesus existiu, é estranho que Josefo que vai até
o ponto de mencionar um simples eremita “Banos” que vivia no
deserto não mencione o próprio Cristo ou os seus seguidores.
Também é estranho que o historiador e filosofo judeu Fílon de
Alexandria que viveu no tempo de Jesus (25 AC – 50 DC) e que
escreveu mais de 30 livros sobre os acontecimentos e os
personagens do seu tempo, não tenha escrito nem sequer uma
linha sobre Jesus Cristo.
Na Itália, Luigi Cascioli escreveu um livro para demonstrar que os
evangelhos são apenas uma fábula e que Jesus nunca existiu.
Luigi Cascioli foi ao ponto de processar criminalmente um padre
católico, Enrico Righi, 75 anos, pároco de S. Boaventura de
Bagnoregno, acusando-o de “abusar da credulidade popular”
por ter apresentado Jesus Cristo como uma figura histórica. (Ler
aqui).
Ver AQUI, também o site de Luigi Cascioli com a apresentação do
livro
:
Termino citando:
"Não creria nos Evangelhos, se a isso não me visse obrigado pela
autoridade da Igreja,". Santo(?) Agostinho.

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2 - A Farsa do Natal
Que os cristãos são embusteiros a história se encarrega de
demonstrar e não há como esconder suas falcatruas dos últimos
1700 anos, utilizadas para trollar pessoas bobas e ingênuas. E não
existe nada melhor ou mais divertido que jogar a opinião de uns
cristãos contra os outros, já que não concordam em praticamente
nada quando se trata de sua própria fé. Aqui os adeptos da sola
scriptura refutam a comemoração do Natal, mas não sem atirar
nos próprios pés em vários outros aspectos. Faremos uma análise
rápida e fatal do texto disponível em http://solascripturatt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm e em inlês em:
The Plain Truth About Christmas, by Herbert W. Armstrong (18921986) 1974.

1 - O natal veio do paganismo. >>>
Enciclopédia Católica (edição de 1911):

"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras
festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são
provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados
com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma
enciclopédia acima):

"... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado
uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu
natalício. Somente os *pecadores (como o Faraó e
Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que
nasceram neste mundo".
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A VERDADE
Por “pecadores” os cristãos definem todos os crentes que não
seguem suas crenças, inclusive outros ramos do próprio
cristianismo, o que do ponto de vista recíproco transforma todos os
crentes pecadores.
Um crente chamar outro de pecador é o mesmo que atirar na própria
cabeça.

Autoridades históricas demonstram que durante os primeiros 3
séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta
festa só começou a ser introduzida após o início da formação
daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto
é, no século IV). Somente no século V foi oficialmente ordenado
que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no
mesmo dia da secular festividade romana em honra ao
nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do
nascimento de Cristo.

A VERDADE
Durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não
celebraram o Natal simplesmente porque não conheciam nenhum
Jesus Cristo e não existia o cristianismo de Jesus, mas uma infinidade
de seitas messiânicas de todo tipo e para todos os gostos.
Só para citar alguns “cristianismos” primitivos:
http://es.wikipedia.org/wiki/Saduceus
http://es.wikipedia.org/wiki/Fariseus
http://pt.wikipedia.org/wiki/Essenio
http://es.wikipedia.org/wiki/Ebionismo

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http://es.wikipedia.org/wiki/Recabita
http://en.wikipedia.org/wiki/Elcesaites
http://es.wikipedia.org/wiki/Sabeismo
http://es.wikipedia.org/wiki/Mandeismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Donatistas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novacionismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Priscilianismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pelagianismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maniqueismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Montanismo

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos
o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria
ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção
a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermonos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente
no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar
biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar
esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do
nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de
SALVAÇÃO para os que creem verdadeiramente e PERDIÇÃO para
os não crentes verdadeiros.

A VERDADE
1 - Não é só o Natal que veio do paganismo, 100% de todos os dogmas
do cristianismo têm origem no paganismo.
2 - Não foi a vontade de Deus que celebrassem o nascimento de Jesus
porque Deus jamais ouviu falar de Jesus, Deus jamais disse que
sacrificaria seu filho para salvar a humanidade CONTRA A IRA dele
mesmo. Jesus é uma invenção do Novo Testamento e esquentado
através de profecias fajutas e forçadas, escritas muitos séculos depois
do Antigo Testamento e, especificamente por isso, sem valor algum.

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Qualquer idiota poderia inventar um messias e fazê-lo combinar com
um livro já escrito séculos antes. Foi o que fizeram os autores do Novo
Testamento, simplesmente tentaram adaptá-lo ao livro bem mais
antigo que já conheciam. Uma fraude tão simples quanto idiota, pois
para desmascará-la basta ler a Bíblia.
3 - Existe algo mais pagão que adorar deuses ou celebrar a morte de
algum salvador? Praticamente todas as culturas do mundo possuem
histórias semelhantes e muito anteriores aos mitos cristãos, que são
apenas as mais recentes adaptações dessas velhas lendas primitivas.
4 - Se o Natal não tem apoio bíblico, a segunda vinda de Jesus muito
menos, pois todo o texto bíblico grita que a segunda vinda deveria ter
ocorrido no primeiro século.

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2 - Jesus não nasceu em 25 de Dezembro
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores
que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite,
o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na
Judeia durante o mês de Dezembro: os pastores tiravam seus
rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à
noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se
aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark
Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant
2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que
tornava impossível a permanência dos pastores com seus
rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco
provável que um recenseamento fosse convocado para a época de
chuvas e frio (Lucas 2:1).

A VERDADE
Jesus cristo é uma fraude tão mal construída que todo o texto bíblico
depõe contra ela. Simplesmente não há como defender Jesus Cristo
usando a Bíblia.
A Bíblia é devastadora para a fraude de Jesus Cristo, pois quando o
evangelho de Mateus diz que a família fugiu para o Egito para escapar
do massacre ordenado por Herodes e o de Lucas diz que foram para
Jerusalém cumprir os rituais da lei judaica, você simplesmente precisa
jogar esses dois livros no lixo, pois não há como saber qual está certo
– UM DELES ESTÁ 100% ERRADO - logo toda a Bíblia fica contaminada
com a fraude e merece o mesmo destino: LIXO!

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3 - Como esta festa se introduziu nas igrejas?
The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A
Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog)
explica claramente em seu artigo sobre o Natal:

"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data
desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de
dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro)
e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto
do ano.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam
demasiadamente arraigadas nos costumes populares para
serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas
agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma
desculpa para continuar celebrando-as sem maiores
mudanças no espírito e na forma de sua observância.
Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo
protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se
celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da
Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de
idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa
festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes
do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem
aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo
e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador
Constantino (no século IV) que se declarou cristão,
elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o
paganismo, o mundo romano começou a aceitar este
cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a
centenas de milhares.
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Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos
costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de
25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito
especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of
Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do
maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram
aqueles pagãos do século IV (que tinham [pseudamente] se
"convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem
a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus
sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus. Assim foi
como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que
tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de
culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a
uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de
janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era
chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os
sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol,
apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos,
sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido
inventada pelos discípulos de Cerinto."

A VERDADE
Como os cristãos não tinham - E NÃO TÊM ATÉ OS DIAS DE HOJE nenhuma informação ou referência real sobre Jesus Cristo, eles
simplesmente adotaram as festas pagãs existentes e com o tempo
foram pregando o marketing de Jesus (com ameaças, maldições e

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mortes de hereges) até as gerações seguintes esquecerem as
origens pagãs e incorporar o novo deus, ou melhor dizer, uma
caricatura de velhos deuses com uma roupa aparentemente nova, mas
construída com os trapos das roupas dos outros deuses mais antigos.
Jesus é um novo espantalho feito de trapos velhos e enchido com a
mesma palha antiga dos mitos anteriores.

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4 - A Verdadeira Origem Do Natal
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto
chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de
Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa
"rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9).
Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um
quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama
eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos
humanos, de explorações econômicas e de todos os matizes de
idolatria e ocultismo.
Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com
sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de
prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa
doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela
declarou que em cada aniversário de seu natal (nascimento),
Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu
nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem
da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob
diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias
gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um
falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema
babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em
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seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de
adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe
influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por
todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e
línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o
equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do
nascimento de Jesus Cristo!

A VERDADE
É aqui, na Babilônia, onde nascem e morrem todos os mitos e dogmas
do cristianismo. Conforme o próprio texto deixa claro, o cristianismo
não é nada mais que dissimulação sob nomes cristãos das antigas
crenças e costumes pagãos. O sistema cristão é tão falso ou mitológico
quanto o sistema babilônico, pois é inteiramente derivado deste. Basta
ver a cópia descarada do gênesis e do dilúvio babilônicos na Bíblia.

Aqui fica exposta uma questão fatal para o cristianismo: se o
Gênesis e o Dilúvio bíblicos são cópias descaradas (e são
comprovadamente) dos mitos babilônicos, isto significa que Deus não
se arrependeu, não existiu o pecado original e Deus não enviou dilúvio
algum, LOGO JESUS CRISTO NÃO SERVE PARA NADA, já que não há

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necessidade de salvação de coisa alguma, PORTANTO, O
CRIATIANISMO É UMA FARSA COMPLETA, pura história para boi
dormir.

Nos séculos IV e V os pagãos do mundo romano se "converteram"
em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças
e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi
quando se popularizou também a ideia de "a Madona e Seu Filho",
especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as
decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está
envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no
engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o
filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de
dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam
esta data séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os
apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de
Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na
Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe,
sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua
MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

A VERDADE
Como já dissemos acima, se o Gênesis e o Dilúvio são plágios dos
mitos babilônicos, A MORTE OU EXISTÊNCIA DE JESUS NÃO TEM

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SENTIDO NEM UTILIDADE. Isto transforma Jesus em um messias
100% falso e inútil.
Cabe ressaltar que essa ordem acima para lembrar da morte do
messias inventado, está numa carta falsa do falso apóstolo Paulo e no
livro falso de João, pois segundo a Bíblia, Pedro, João e Jesus eram
analfabetos, logo nunca escreveram nada.
Os cristãos embusteiros copiaram todos os seus mitos de outros povos
e querem nos convencer de que trouxeram alguma novidade.
Obviamente que para conseguirem isso, precisam contar com a
existência de uma enorme quantidade de pessoas ignorantes, que por
sorte ainda existem nos dias de hoje.

LÓGICA CRISTÃ
SEMIRAMIS E TAMUZ

ISIS E HORUS

MARIA E JESUS

BABILÔNIA

EGITO

ROMA

MITO, FALSO

MITO, FALSO

VERDADEIRO

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5 - Outros costumes pagãos, no natal: guirlanda, velas,
papai Noel
A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas)
que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse
Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions"
(Respostas a Algumas Perguntas):

"[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar
edifícios e lugares de adoração para a festividade que se
celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de
Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha
tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus
sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. PAPAI NOEL
é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A
Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:

"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos
e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo
a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem
pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na
véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que
depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação
do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao
chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a
mentira do "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"!
Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta,
também creiam que Deus é um mero mito.
Certo menino,
sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca
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de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me
informar acerca do tal Jesus Cristo!"
É cristão ensinar às
crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem
usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11).
Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus,
porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas
o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25). Estudados
os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal,
em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui
um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

A VERDADE

“É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras?”
Parece que sim, já que o cristianismo é tão verdadeiro
ou tão mentiroso quanto os mitos babilônicos.

O deus cristão é tão mitológico quanto todos os outros milhões de
deuses inventados pela imaginação humana. Esta é a verdade que
precisa ser ensinada a todas as nossas crianças.
A BÍBLIA NÃO PASSA DE UM LIVRO DE MÁGICAS INFANTIS CUJA
UTILIDADE DEVE SER APENAS PARA A DIVERSÃO DAS CRIANÇAS.

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6 - O que a bíblia diz sobre a árvore de natal?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as
árvores, com fins de idolatria:

"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam
incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo,
e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas
filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os
4:13)
"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR
teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e
culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma
conotação.
A VERDADE
O cristianismo pregou seu salvador num pedaço de madeira que, além
de usarem no pescoço, tentam pregar esse pedaço de madeira em
todos os cantos do mundo. São os maiores idólatras da cruz de
madeira. A cruz é um pedaço de madeira idolatrado e cultuado em
milhões de igrejas cristãs e por todos os crentes, pois do salvador
imaginário não possuem nenhuma informação real.
Falsas religiões todas são. Como a base de toda religião é a
superstição e a ignorância disfarçada de sabedoria divina ou superior,
não há nenhum conhecimento real e verdadeiro em nenhuma delas,
além do senso comum acessível a qualquer mente humana ou, como
no caso do cristianismo, plágios descarados de outras religiões mais
antigas, que são pregados aos ignorantes como a última novidade do
mundo.

24

7 - É bíblica a troca de presentes?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155:

"A troca de presentes entre amigos é característico tanto
do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a
copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o
conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a
época natalina não tem absolutamente nada a ver com o
cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O
honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está
aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os
seus próprios amigos? Omitiria a pessoa a quem deveria honrar?
Não parece absurdo deste ponto de vista?)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o
mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando
muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos
de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se
esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de
dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus.
Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando
presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de sua
obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar
tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se
refere ao apoio que dão a Cristo e sua obra, não voltam à
normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos
presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
25

"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do
rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a
Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino
com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e
abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro,
incenso e mirra."

A VERDADE
Obviamente que as pessoas não dão presentes para o aniversariante
PORQUE ELE NÃO EXISTE, foi inventado pela igreja a partir do plágio
de outras lendas de heróis salvadores.
Jesus, por ser um mito, já passou para o imaginário popular como
uma simples superstição como a ferradura da sorte ou o pé de coelho.
E este é um caminho sem volta, a menos que ele apareça em seu
carro-nuvem, mas como isso também é outra superstição, Jesus cristo
terá que se contentar em fazer companhia a ferraduras da sorte e pés
de coelho. Simplesmente não há nada a fazer quanto a isso, pois quem
poderia fazê-lo simplesmente não existe.

Jesus Cristo nasceu numa casa ou manjedoura?
Se a própria Bíblia se contradiz e causa confusão quando fala de Jesus,
não resta nada além de superstição. Então comemorar a
confraternização da Saturnália tem muito mais sentido e utilidade do
que o falso nascimento de um falso salvador de um falso pecado.
Contradições de Mateus e Lucas sobre a Natividade.
É bastante interessante a forma como evolui a conceptualização e a
visão de Jesus através da cronologia dos Evangelhos. O primeiro
evangelho escrito foi o de Marcos, que ignora o nascimento de Jesus
(ao que parece para ele essa etapa da vida do messias não é
importante) e se concentra na natureza divina do batismo. Mateus

26

descreve a natureza de Jesus em forma de sonhos ao seu padrasto e
como já vimos, em una tentativa desesperada de ver em Jesus o
cumpridor das profecias do Antigo Testamento. Lucas trata de
mistificar Jesus ao máximo, equiparando-o com outros seres lendários
que tiveram um pai Deus e uma mãe humana.
Aqui já temos o anjo personificado e falando com a mãe mortal. E por
último, João, que nos diz que Jesus é o próprio Deus desde o inicio
dos tempos, baseando-se em um ser teológico e como Marcos, ignora
seu nascimento. Com apenas dois evangelhos que nos relatam as
aventuras dos pais de Jesus e sua incipiente infância, seria de se
esperar que pelo menos eles coincidissem em alguns pontos e
existisse algum tipo de coerência entre ambos. Nem precisa dizer que
não é assim, mas exatamente o contrário. Em muitas ocasiões parece
que ambos os escritores nos descrevem eventos sobre personagens e
acontecimentos
completamente
diferentes,
coincidindo
em
pouquíssimos pontos.
1 - Onde viviam José e Maria?
Mateus: Maria e José viviam em Belém. Maria esperava um filho sem
ainda ter relações sexuais com seu esposo e este decide repudiá-la.
José recebe em sonhos a visita de um anjo que o adverte que não o
faça porque a criatura vem do Espírito Santo. O menino nasce em
casa, em Belém. Na leitura do capitulo 1 e início do 2, em nenhum
momento há alguma viagem; o nascimento tem lugar onde estão, em
Belém.
Mateus 2:11
E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e,
prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaramlhe dádivas: ouro, incenso e mirra.
Lucas: José e sua prometida, Maria, viviam em Nazaré. Maria recebe
a visita de um anjo que lhe comunica que vai ser mãe de um menino
e que conceberá por causa do Espirito Santo. Como consequência do

27

censo de Quirino, o casal se desloca para Belém, onde o menino nasce
em um curral porque não havia vagas na pousada.
Aqui a história do povo ter que se deslocar ao local de
nascimento para o censo beira ao ridículo de tão falso.
2 - Quem o anjo avisa primeiro?

Mateus: José. Um anjo (sem nome) visita José em sonhos para
anunciar-lhe que sua mulher vai ter um filho que não é dele
(péssima notícia!).
Lucas: Maria. Um anjo chamado Gabriel disse a Maria que ela
ficaria grávida.

3 - Quando Jesus nasce?

Mateus: Ano 4 AEC, com base na morte de Herodes e sua busca
por um menino de até 2 anos de idade.
Lucas: Ano 6 EC, baseado em um censo na Judeia, quando
Quirino se converteu em seu governador. Isso dá uma
diferença de 10 anos.

4 – Onde Jesus nasce?

Mateus: Em uma casa em Belém. (Note que em nenhum
momento há referências a manjedouras ou condições anormais
de parto).
Lucas: No clássico curral, que já se converteu em símbolo do
natal.

5 – Quem visitou o menino?

Mateus: Uns magos/feiticeiros que chegaram do Oriente
seguindo uma estrela-GPS.
Lucas: Uns pastores. (Não cita nenhum mago)

6 – O que fazem depois do nascimento?

Mateus: Fogem para o Egito, evitando serem vítimas das
intrigas de Herodes.

28

Lucas: A sagrada família viaja a Jerusalém para fazer os rituais
exigidos pela lei judaica.

7 - Como se estabelecem em Nazaré?

Mateus: Uma vez no Egito, um anjo avisa José em sonhos para
que regressem porque Herodes morreu; mas temendo o rei
Arquelau (filho de Herodes) vão para a Galileia, ao povoado de
Nazaré.
Lucas: José e Maria vivem em Nazaré; só viajam a Belém por
causa do Censo de Quirino, com a má sorte da viagem coincidir
com o parto de Maria. Posteriormente regressam a Nazaré.

8 - Erros históricos.

Mateus: A intenção de Herodes de assassinar meninos menores
de dois anos NÃO É MENCIONADA por seu escrupuloso
biógrafo, Flavio Josefo. Mateus também não cita nenhum censo
ou coisa do tipo.
Lucas: Não houve censo em todo o mundo (Lucas 2:1), só um
censo local na Judeia no ano 6 de nossa era, quando Quirino
tornou-se governador. Não afetou galileus que foram
governados por Antipas até o ano 39. Os romanos não tinham
nenhum interesse na ascendência judaica, estavam
interessados em propriedades sujeitas a impostos.

9 - Elementos únicos de Mateus:



A estrela guia.
Os magos orientais.
A matança dos inocentes de Belém.
A fuga para o Egito.

10 - Elementos únicos de Lucas:




A anunciação a Zacarias sobre o nascimento de João Batista.
A anunciação a Maria.
O censo.
O nascimento no curral.
A adoração dos pastores.

29

11 - Únicos elementos comuns:


Concebida pelo Espírito Santo.
Nascimento em Belém.
Estabelecimento em Nazaré.

Recordemos que todas essas conversas entre anjos, pessoas,
governantes, magos, etc., ocorreram de forma privada e a maioria
sem testemunhas. Imaginamos que essas histórias foram reveladas
por Deus ao escritor; se isso é correto:
• Por que se contradizem tanto?
• Por que não estão de acordo nas partes críticas?
• Por que não estão de acordo em questões históricas com fontes
fora da Bíblia?
• Que tipo de “inspiração divina” é essa?
Sabe qual é a resposta padrão (e idiota) do cristão em geral?
• “Tudo o que acontece nos evangelhos se complementa. É como
se alguém narrasse um fato de dois ângulos diferentes”.
Ao que parece é muito difícil que o crente entenda que não são apenas
ângulos muito diferentes, mas que se contradizem de forma
escandalosa e irreconciliável. Tudo isso sem levar em conta erros
grosseiros e inconsistências históricas.
Sem dúvida, tudo isso do nascimento de Jesus Cristo é uma
simples fábula que alguns adultos resolveram levar a sério
(para sua vergonha e humilhação pública voluntária).

30

8 - Por que os magos levaram presentes a Cristo?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles
chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento
(Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já
estava numa casa, não numa estrebaria.
Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos
exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente
com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim
presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5,
pg.46, diz:

"Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não
se costuma entrar na presença de reis ou pessoas
importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com
frequência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente
e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume
cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de
Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume
Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentaremse a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus.
Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de
Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje
visitam um chefe de estado.
A VERDADE

31

Os judeus jamais tiveram um rei chamado Jesus e Jesus nunca foi rei
de coisa alguma em tempo algum. Isso é uma invenção puramente
cristã e rejeitada por todos os judeus de todas as épocas, pois Jesus
não se enquadra nem mesmo como o messias libertador esperado
pelos judeus até hoje. É aqui onde se revela o falso messias inventado
pelos cristãos.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o
nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um
costume pagão.
A VERDADE
Da mesma forma, os cristãos usaram o costume de levar presentes ao
rei para tentar mostrar Jesus como alguém importante, para
esquentar o mito de Cristo. Só que ninguém jamais ouviu falar de um
“rei Jesus” ou que ele tivesse assumido qualquer cargo importante que
justificasse essa honraria. O “rei Jesus” é uma farsa completa.

32

9 - Um "natal corrigidamente cristão" poderia realmente
honrar a cristo?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal
estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para
honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus
Cristo. Mas diz Deus:

"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não
perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como
serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo
também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus;
porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele
odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)
"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos
gentios, ...
Porque os costumes dos povos são vaidade;
...'" (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de
adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve
origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim
aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria
consciência":

"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem
em espírito e em verdade". (Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a
verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto
de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume
pagão:
33

A VERDADE
Este é o argumento circular típico do cristianismo: “a Bíblia é a
verdade por que está escrito nela que é.” Se isso for aplicado aos livros
religiosos de outras religiões, eles também são “a verdade” só porque
afirma que é. Dragões, unicórnios e animais falantes não se tornam
reais só porque um livro de fábulas diz que é “a verdade”.
A verdade é que não existe verdade alguma, a Bíblia é um livro de
histórias mitológicas, fábulas, contos, mentiras e bobagens antigas,
então por isso é necessário usar este argumento circular, já que não
há verdade a ser mostrada que não sejam plágios e adaptações de
outras mitologias, especialmente babilônicas e egípcias.

"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são
preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de
homens e isto não agrada a Deus.
A VERDADE
Na realidade tudo na Bíblia é mandamento de homens. E quem afirma
que é inspirada por Deus são os próprios homens e, portanto, dá no
mesmo. Tudo mandamentos de homens para dominar e explorar
outros homens.
Deus deveria saber que todos os animais da Terra não cabem numa
canoa de 130 metros, que morcegos não são aves, que o Sol não gira
em torno da Terra e, portanto, não pode parar para o dia ficar maior.
ESSE ERA O CONHECIMENTO E COSTUMES PRIMITIVOS DOS HOMENS
QUE ESCREVRAM AS HISTÓRIAS DA BÍBLIA. Até um cego consegue
ver isso.

34


"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento
de Deus" (Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que
é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a
seus deuses..." (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de
celebrações pagãs!
A VERDADE
Adorar deuses “pagãos” para aplacar a sua ira é um costume “pagão”
dos mais antigos da humanidade. Ao exigir adoração o deus cristão
(os religiosos) está adotando um costume pagão banal e comum. Isso
torna o deus cristão tão pagão quanto qualquer outro. Não há nada
no cristianismo que não seja paganismo dissimulado.

35

10 - Estamos na Babilônia, sem o sabermos
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver
nauseabundos comercialismo, idolatria e contemporização, por
trás do "Natal"? E o que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o
erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos
seus pecados, e para que não incorras nas suas
pragas." (Ap 18:4)

A VERDADE
O Natal é só um das centenas de exemplos de adaptações de costumes
pagãos pelo cristianismo. Se tudo que tiver origem pagã for retirado
do cristianismo NÃO VAI SOBRAR NADA.
Religião, política e comércio sempre foram inseparáveis. O que é a
religião senão o comércio de proteção divina?
A crise que assola o cristianismo e a religião em geral chama-se
conhecimento. Hoje qualquer pessoa pode pesquisar as origens da
religião em segundos comparar com outra e ver que se trata de
mitologia e mais nada. Então fica a cada dia mais claro que não
passam de sistemas fajutos de venda de proteção divina falsa.

Vendem um produto que não possuem para entregar.
Religião é simples fraude.

36

11 - Afinal, a Bíblia mostra quando nasceu jesus?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a
cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que
corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunarsolar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário.
A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus
habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como
memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de
peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no
Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18).
A VERDADE
O Êxodo é uma invenção, jamais
existiu e não há o mais
insignificante registro histórico ou
qualquer
evidência
dessa
gigantesca e épica peregrinação,
é um simples plágio da história
egípcia. Basta ver o plágio
descarado da arca da aliança
sobre a arca de Anúbis que está
no Museu do Cairo e foi datada de
1340 AC.
Alguns livros que mostram a farsa:
1. Cyril Aldred, Akhenaten, King of Egypt. Le Seuil, 1997;
2. Chistian Jacq, Nefertiti et Akhenaton. Perrin, 1996;
3. Secrets of the Exodus: The Egyptian Origins of the Hebrew
People, by Messod Sabbah e Roger Sabbath
4. Pierre Grandet, Hymnes de la religion d’Aton. Le Seuil, 1995;
5. Richard Friedman, Who wrote the bible?, Exerge, 1997;

37

6. D. Redford, An Egyptological Perspective on the Exodus
Narrative, Egypt Israel Jnl. 1987, pp 137-139;
7. Nicolas Grimal, Histoire de l’Ancienne Egypte. Fayard, 1988.

Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e
vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de
graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre
nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos
ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A
festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo,
o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se
cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a
festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do
Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a
todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja
(Atos 2:1).
A VERDADE
Neste texto curto é onde se revela toda a farsa do cristianismo. Quem
faz alegações de que Cristo cumpriu isto ou aquilo do Antigo
Testamento são os escritores do Novo Testamento, que já conheciam
o Antigo Testamento. Então inventar um messias e dizer que cumpre
o que já estava escrito em outro livro bem mais antigo é a coisa mais
fácil do mundo, MAS É UMA FRAUDE, POIS É UM MESSIAS FABRICADO
PARA ENCAIXAR COM UM LIVRO JÁ EXISTENTE.
E a farsa da existência do Espírito Santo foi oficializada pela Igreja
Católica no concílio de Constantinopla de 381.

38

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar
cronologicamente o nascimento de Jesus:
Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava
por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão
arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422
dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos
ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico –
mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros
com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando
faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou 4 anos a
distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da
introdução do mês de Adar II.
39

Temos a seguinte correspondência:
Mês (número)

Mês (nome, em
Hebraico)

Turnos

Referências

1

Abibe
ou
Nissan
= março / abril

1e2

Êxo 13:4 Ester 3:7

2

Zive = abril / maio

3e4

1Re 6:13

3

Sivan = maio / junho

5e6

Est 8:9

4

Tamuz = junho / julho

7 e 8 (Abias)

Jer 39:2; Zac 8:19

5

Abe = julho / agosto

9 e 10

Núm 33:38

6

Elul: agosto / setembro

11 e 12

Nee 6:15

7

Etenim
ou
Tisri
= setembro / outubro

13 e 14

1Rs 8:2

8

Bul
ou
Cheshvan
= outubro / novembro

15 e 16

1Rs 6:38

9

Kisleu
=
novembro
dezembro

17 e 18

Esd 10:9; Zac 7:

/

10

Tebete = dezembro /
janeiro

19 e 20

Est 2:16

11

Sebate =
fevereiro

12

Adar =
março

janeiro

/

21 e 22

Zac 1:7

fevereiro

/

23 e 24

Est 3:7

Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no
templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc
1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa
que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu
João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho)
ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de
Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro /
fevereiro).
40

Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou
outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos
Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco.
Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
A VERDADE
Se Deus é onipresente, essa história de habitar no tabernáculo é uma
fraude, pois deus teria que deixar de ser onipresente para estar em
algum lugar específico, abandonando todo o resto de sua criação. Isto
é apenas a adoção de mais um costume pagão, o de que deuses
habitam em templos.
Jesus ou Emanuel? Profecia inventada ou erro bíblico?
Se existem algumas páginas da Bíblia que os crentes e religiosos
gostariam que não existissem, são estas. Elas expõem uma
contradição tão óbvia e irrefutável que todos eles preferem
simplesmente ignorar. Não há explicação apologética, hermenêutica
ou o raio que o parta, capaz de superá-la sem envergonhar o crente.
Tentaram forçar uma profecia ou é um erro descomunal?
Isaías 7:14
Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem
conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.
Mais adiante parece que a
cumprimento tranquilo:

profecia se encaminha para um

Mateus 1:23
Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão
pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
Até aqui tudo bem. Mas apenas dois versículos depois surge o
problema:

41

Mateus 1:25
E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôslhe por nome Jesus.

O que aconteceu aqui? A que se deve a repentina mudança no
evangelho de Mateus? Por que José desobedeceu a ordem de
Deus? Algum piadista afirmará que José desobedeceu a Deus
por rancor ao descobrir que sua mulher estava grávida e o filho
não era dele. Mas, falando sério, não é estranho isso?

Bem, nem é tão difícil de explicar o que aconteceu:
Se qualquer um se der ao trabalho de ler todo o capítulo 7 de Isaías,
pode se dar conta de que esta profecia não se referia a Jesus, mas era
um sinal para Acaz, o rei de Judá, sobre sua futura vitória contra a
Assíria e Israel. Então, de onde surge a confusão? Mateus, como
sempre, em seu desespero para cumprir as profecias do Velho
Testamento criou todo este cenário profético porque ele leu Isaías 7
na versão grega, (a Septuaginta) que traduziu a palavra hebraica
"almah", que significa "mulher jovem" pelo termo grego "parthenos"
que significa “virgem”. ALMAH em hebraico significa uma mulher
jovem em idade de contrair matrimônio, mas o termo hebraico
específico para significar VIRGEM é BETHULAH, que não é mencionado
em Isaías 7:14.
E foi assim que o autor do evangelho usou uma tradução errada para
fazer ver no nascimento de Jesus uma profecia cumprida, relatando
que Jesus nasceu de uma virgem.
Vejamos o versículo original em Hebraico extraído da Biblia Hebraica
Stuttgartensia:

‫ִתּן לָ כֵן די‬
ֵ ‫הוּא אֲ ֹדנָי י‬, ‫לָ כֶם‬--‫אוֹת‬: ‫הָ ﬠַ ְל ָמה ִהנֵּה‬, ‫בֵּ ן וְיֹ לֶ ֶדת הָ ָרה‬, ‫שׁמוֹ ו ְָק ָראת‬,
ְ ‫ִﬠ ָמּנוּ‬
‫אֵ ל‬.

42

"Esta joven CONCEBEU (''harah''), e terá (em alguns meses)
um filho"

Vejamos agora o versículo original em grego extraído da Septuaginta:

7:14 δια τουτο δωσει κυριος αυτος υμιν σημειον ιδου η
παρθενος εν γαστρι εξει και τεξεται υιον και καλεσεις το ονομα
αυτου εμμανουηλ
Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem
conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome
Emanuel.

Como podem observar o problema é simples, os tradutores ao grego
do “original” hebraico colocaram a palavra “Virgem” em lugar do termo
“Mulher jovem”, que é o que significa em hebraico. Esta má tradução
foi mal interpretada pelo amigo Mateus que, em seu infinito interesse
em cumprir profecias messiânicas, forçou seu evangelho para cumprila quando nem mesmo era uma profecia. MAS DEU MERDA!
Bem, agora falta elucidar por que se muda o nome de Emmanuel para
Jesús?
Os argumentos apresentados pelos crentes cristãos são fracos, pouco
convincentes e as desculpas abundam. Geralmente costumam
responder:

- “Jesus era seu nome mundano”. Ninguém sabe em que
baseiam essa desculpa. E se isto fosse certo, o caso é que José
desobedeceu uma ordem direta de Deus, e por que Jesus (ou
Emmanuel) não mudou seu nome para o qual seu verdadeiro
Pai determinou?
- “Jesus é um título que se deu ao Messias”. Não é,
estritamente, um título. É um nome com significado, uma
forma do grego para “Josué”, que quer dizer: “Yahvéh e
salvação”.
- “A ordem de mudar o nome para Jesus foi dada pelo próprio
Deus em Mateus 1:25”. Se isto é correto, significa que Deus

43

mudou de opinião em apenas dois versículos! O que contradiz
profundamente a sua já capenga imutabilidade.
- “Não há oposição entre ambos os nomes, “porque o nome
que se anuncia em Isaías (Emmanuel) é o nome profético de
Cristo, e o nome de Jesús é seu nome próprio e pessoal”. Uma
desculpa ridícula para justificar o descomunal erro, já que não
há nada que apoie esta afirmação.
- Como disse São Jerônimo, “Jesus e Emmanuel significam o
mesmo, não ao ouvido, mas ao sentido”. Comentar este
argumento não vale a pena. Já que se baseia em um assunto
de fé. E com esta resposta se justifica tudo.

A profecia não era sobre Jesus e a troca dos nomes não tem nenhuma
explicação, é um erro cavalar.


Profecia forçada ou erro bíblico?
Ambas.

44

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Mais conteúdo recomendado

46

Livros recomendados

570 páginas
Mentiras Fundamentais da
Igreja Católica é uma
análise profunda da Bíblia,
que permite conhecer o
que se deixou escrito, em
que circunstâncias, quem o
escreveu, quando e, acima
de tudo, como tem sido
pervertido ao longo dos
séculos. Este livro de Pepe
Rodriguez serve para que
crentes e não crentes
encontrem as respostas
que sempre buscaram e
posaam
ter
a
última
palavra.
É
uma
das
melhores
coleções
de
dados sobre a formação
mitológica do cristianismo
no Ocidente. Um a um,
magistralmente, o autor
revela
aspectos
mais
questionáveis
da

judaico-cristã.

317 páginas

198 páginas

Com grande rigor histórico
e
acadêmico
Fernando
Vallejo desmascara uma fé
dogmática que durante
1700 anos tem derramado
o sangue de homens e
animais
invocando
a
enteléquia de Deus ou a
estranha mistura de mitos
orientais que chamamos de
Cristo, cuja existência real
ninguém
conseguiu
demonstrar. Uma obra que
desmistifica e quebra os
pilares de uma instituição
tão arraigada em nosso
mundo atual.
Entrevista
AQUI.

com

o

autor

Originally published as a
pamphlet in 1853, and
expanded to book length in
1858, The Two Babylons
seeks to demonstrate a
connection between the
ancient
Babylonian
mystery
religions
and
practices of the Roman
Catholic
Church.
Often
controversial, yet always
engaging,
The
Two
Babylons comes from an
era when disciplines such
as
archeology
and
anthropology were in their
infancy, and represents an
early attempt to synthesize
many of the findings of
these areas and Biblical
truth.

47

600 páginas

600 páginas

“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner
sobre a política dos Papas no século XX, uma obra
surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de
comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de
João Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a
força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda
julgar a religião por seus efeitos históricos recentes,
exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns
exercícios de memória a este respeito são essenciais para
a
compreensão
do
surgimento
de
algumas
monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras
tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no
País Basco”.
Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995.
“Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma
ampla e sólida informação sobre esse período da história
da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de
condescendência com regimes totalitários conservadores
até uma postura de necessária acomodação aos sistemas
democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda
Guerra Mundial”.

312 páginas
"Su visión de la historia de
la Iglesia no sólo no es
reverencial, sino que, por
usar
una
expresión
familiar, ‘no deja títere con
cabeza’. Su sarcasmo y su
mordaz
ironía
serían
gratuitos si no fuese porque
van de la mano del dato
elocuente y del argumento
racional. La chispa de su
estilo se nutre, por lo
demás,
de
la
mejor
tradición volteriana."
Fernando Savater. El País,
20 de mayo de 1990

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de 1995.
Ler online volume 1 e volume 2 (espanhol). Para comprar
(Amazon) clique nas imagens.

48

136 páginas

480 páginas

304 páginas

De una manera didáctica,
el profesor Karl Deschner
nos ofrece una visión crítica
de la doctrina de la Iglesia
católica y de sus trasfondos
históricos. Desde la misma
existencia de Jesús, hasta
la polémica transmisión de
los
Evangelios,
la
instauración y significación
de los sacramentos o la
supuesta infalibilidad del
Papa.
Todos estos asuntos son
estudiados, puestos en
duda y expuestas las
conclusiones en una obra
de rigor que, traducida a
numerosos idiomas, ha
venido a cuestionar los
orígenes,
métodos
y
razones de una de las
instituciones
más
poderosas del mundo: la
Iglesia católica.

“Se bem que o cristianismo
esteja hoje à beira da
bancarrota
espiritual,
segue impregnando ainda
decisivamente nossa moral
sexual, e as limitações
formais de nossa vida
erótica continuam sendo
basicamente as mesmas
que nos séculos XV ou V, na
época de Lutero ou de
Santo Agostinho. E isso nos
afeta a todos no mundo
ocidental, inclusive aos não
cristãos ou aos anticristãos.
Pois o que alguns pastores
nômadas
de
cabras
pensaram há dois mil e
quinhentos anos, continua
determinando os códigos
oficiais desde a Europa até
a América; subsiste uma
conexão tangível entre as
ideas sobre a sexualidade
dos
profetas
veterotestamentarios ou de
Paulo e os processos penais
por conduta desonesta em
Roma, Paris ou Nova York.”
Karlheinz Deschner.

"En temas candentes como
los del control demográfico,
el uso de anticonceptivos,
la ordenación sacerdotal de
las mujeres y el celibato de
los sacerdotes, la iglesia
sigue anclada en el pasado
y bloqueada en su rigidez
dogmática. ¿Por qué esa
obstinación que atenta
contra la dignidad y la
libertad de millones de
personas? El Anticatecismo
ayuda eficazmente a hallar
respuesta a esa pregunta.
Confluyen en esta obra dos
personalidades de vocación
ilustradora y del máximo
relieve en lo que, desde
Voltaire, casi constituye un
Género literario propio: la
crítica de la iglesia y de
todo
dogmatismo
obsesivamente
<salvífico>.

49

1 – (365 pg) Los
orígenes, desde el
paleocristianismo hasta
el final de la era
constantiniana

2 - (294 pg) La época
patrística y la
consolidación del
primado de Roma

3 - (297 pg) De la
querella de Oriente hasta
el final del periodo
justiniano

4 - (263 pg) La Iglesia
antigua: Falsificaciones y
engaños

5 - (250 pg) La Iglesia
antigua: Lucha contra los
paganos y ocupaciones
del poder

6 - (263 pg) Alta Edad
Media: El siglo de los
merovingios

50

7 - (201 pg) Alta Edad
Media: El auge de la
dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:
Desde Luis el Piadoso
hasta las primeras luchas
contra los sarracenos

9 - (282 pg) Siglo X:
Desde las invasiones
normandas hasta la
muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “História
Criminal do Cristianismo”, projetada em
princípio a dez volumes, dos quais se
publicaram nove até o presente e não se
descarta que se amplie o projeto. Tratase da mais rigorosa e implacável
exposição jamais escrita contra as formas
empregadas pelos cristãos, ao largo dos
séculos, para a conquista e conservação
do poder.
Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado
de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação,
mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de
silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando
as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha
(Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

51

414 páginas
LA BIBLIA DESENTERRADA
Israel Finkelstein es un arqueólogo y
académico
israelita,
director
del
instituto
de
arqueología
de
la
Universidad de Tel Aviv y coresponsable de las excavaciones en
Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000
años de historia) al norte de Israel. Se
le
debe
igualmente
importantes
contribuciones a los recientes datos
arqueológicos
sobre
los
primeros
israelitas en tierra de Palestina
(excavaciones de 1990) utilizando un
método que utiliza la estadística (
exploración de toda la superficie a gran
escala de la cual se extraen todas las
signos de vida, luego se data y se
cartografía por fecha) que permitió el
descubrimiento de la sedentarización de
los primeros israelitas sobre las altas
tierras
de
Cisjordania.

Es un libro que es necesario conocer.

639 páginas
EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA
HISTORIA DE PIO XII
¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento
del pueblo judío? ¿Tuvo alguna
responsabilidad en el ascenso del
nazismo? ¿Cómo explicar que firmara
un
Concordato
con
Hitler?
Preguntas como éstas comenzaron a
formularse al finalizar la Segunda
Guerra Mundial, tiñendo con la
sospecha al Sumo Pontífice. A fin de
responder a estos interrogantes, y con
el deseo de limpiar la imagen de
Eugenio Pacelli, el historiador católico
John Cornwell decidió investigar a
fondo su figura.

El profesor Cornwell plantea unas
acusaciones acerca del papel de la
Iglesia en los acontecimientos más
terribles del siglo, incluso de la historia
humana, extremadamente difíciles de
refutar.

52

513 páginas

326 páginas

480 páginas

En esta obra se describe
a algunos de los hombres
que ocuparon el cargo de
papa. Entre los papas
hubo un gran número de
hombres
casados,
algunos de los cuales
renunciaron
a
sus
esposas e hijos a cambio
del cargo papal. Muchos
eran hijos de sacerdotes,
obispos y papas. Algunos
eran bastardos, uno era
viudo, otro un ex esclavo,
varios eran asesinos,
otros incrédulos, algunos
eran ermitaños, algunos
herejes,
sadistas
y
sodomitas; muchos se
convirtieron en papas
comprando el papado
(simonía), y continuaron
durante
sus
días
vendiendo
objetos
sagrados para forrarse
con el dinero, al menos
uno era adorador de
Satanás, algunos fueron
padres
de
hijos
ilegítimos, algunos eran
fornicarios y adúlteros en
gran escala...

Santos
e
pecadores:
história dos papas é um
livro que em nenhum
momento
soa
pretensioso. O subtítulo é
explicado pelo autor no
prefácio, que afirma não
ter tido a intenção de
soar absoluto. Não é a
história dos papas, mas
sim,
uma
de
suas
histórias. Vale dizer que o
livro originou-se de uma
série para a televisão,
mas
em
nenhum
momento soa incompleto
ou
deixa
lacunas.

Jesús de Nazaret, su
posible descendencia y el
papel de sus discípulos
están
de
plena
actualidad. Llega así la
publicación de El puzzle
de Jesús, que aporta un
punto de vista diferente y
polémico sobre su figura.
Earl Doherty, el autor, es
un estudioso que se ha
dedicado
durante
décadas a investigar los
testimonios acerca de la
vida
de
Jesús,
profundizando hasta las
últimas consecuencias...
que a mucha gente le
gustaría no tener que
leer. Kevin Quinter es un
escritor
de
ficción
histórica al que proponen
escribir
un
bestseller
sobre la vida de Jesús de
Nazaret.

53

576 páginas

380 páginas

38 páginas

First published in 1976,
Paul
Johnson's
exceptional
study
of
Christianity has been
loved and widely hailed
for its intensive research,
writing, and magnitude.
In a highly readable
companion to books on
faith and history, the
scholar
and
author
Johnson has illuminated
the Christian world and
its fascinating history in a
way that no other has.

La Biblia con fuentes
reveladas (2003) es un
libro del erudito bíblico
Richard Elliott Friedman
que se ocupa del proceso
por el cual los cinco libros
de la Torá (Pentateuco)
llegaron a ser escritos.
Friedman sigue las cuatro
fuentes del modelo de la
hipótesis
documentaria
pero
se
diferencia
significativamente
del
modelo S de Julius
Wellhausen
en varios
aspectos.

An Atheist Classic! This
masterpiece,
by
the
brilliant atheist Marshall
Gauvin is full of direct
'counter-dictions',
historical evidence and
testimony that, not only
casts doubt, but shatters
the myth that there was,
indeed, a 'Jesus Christ',
as Christians assert.

54

391 páginas
PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA
En este libro, los abusos sexuales a
menores, cometidos por el clero o por
cualquier otro, son tratados como
"delitos", no como "pecados", ya que en
todos los ordenamientos jurídicos
democráticos del mundo se tipifican
como un delito penal las conductas
sexuales con menores a las que nos
vamos a referir. Y comete también un
delito todo aquel que, de forma
consciente y activa, encubre u ordena
encubrir
esos
comportamientos
deplorables.
Usar como objeto sexual a un menor, ya
sea mediante la violencia, el engaño, la
astucia o la seducción, supone, ante
todo y por encima de cualquier otra
opinión, un delito. Y si bien es cierto
que, además, el hecho puede verse
como un "pecado" -según el término
católico-, jamás puede ser lícito, ni
honesto, ni admisible abordarlo sólo
como un "pecado" al tiempo que se
ignora conscientemente su naturaleza
básica de delito, tal como hace la Iglesia
católica, tanto desde el ordenamiento
jurídico interno que le es propio, como
desde la praxis cotidiana de sus
prelados.

Robert Ambelain, aunque defensor de
la historicidad de un Jesús de carne y
hueso, amplia en estas líneas la
descripción que hace en anteriores
entregas de esta trilogía ( Jesús o El
Secreto Mortal de los Templarios y Los
Secretos del Gólgota) de un Jesús para
nada acorde con la descripción oficial
de la iglesia sino a uno rebelde: un
zelote con aspiraciones a monarca que
fue mitificado e inventado, tal y como
se conoce actualmente, por Paulo,
quién, según Ambelain, desconocía las
leyes judaicas y dicha religión, y quien
además usó todos los arquetipos de las
religiones que sí conocía y en las que
alguna vez creyó (las griegas, romanas
y
persas)
arropándose
en
los
conocimientos sobre judaísmo de
personas como Filón para crear a ese
personaje. Este extrajo de cada religión
aquello que atraería a las masas para
así poder centralizar su nueva religión
en sí mismo como cabeza visible de una
jerarquía eclesiástica totalmente nueva
que no hacía frente directo al imperio
pero si a quienes oprimían al pueblo
valiéndose de la posición que les había
concedido dicho imperio (el consejo
judío).

55

Referências
1.
2.
3.
4.

Bíblia Sagrada diversas edições
http://embusteiros.blogspot.com/2008/11/o-embuste-do-natal-1.html
http://solascriptura-tt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm
The Plain Truth About Christmas, by Herbert W. Armstrong (1892-1986)
1974.

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