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1.

Acúmulos intracelulares
Pigmentação é o processo de formação ou acúmulo, normal ou patológico, de
pigmentos em certos locais do organismo. A patologia das pigmentações centra-se no
fato de que estão presentes não somente cores diferentes no local, mas também, e
principalmente, substâncias estranhas aos tecidos, provocando as chamadas reações
inflamatórias.
Os agentes pigmentadores exógenos, assim, constituem, antes de mais
nada, fatores de agressão, ao contrário dos agentes pigmentadores endógenos, naturais
no organismo, cuja presença indica que o tecido está sofrendo algum tipo de agressão
não necessariamente provocado pelo pigmento.
Pigmentações Exógena: É a pigmentação que causará a patologia. pigmentação
exógena pode ser dividida nos seguintes tipos: antracose(sais de carbono), siderose,
(óxido de ferro) argiria(sais de prata), bismuto(rara e associada ao tratamento de sífilis),
tatuagem, saturnismo(contaminação chumbo).
Tatuagem: Feitos por vários sais de enxofre, mercúrio, entre outros.
Pigmentação Endógena: A patologia é que causará a pigmentação, sendo dividida
pigmentações Hemáticas e Melânicas. Estão no grupo dos pigmentos hemáticos a
hemossiderina, porfirinas, bilirrubina e hematoidina. No grupo dos pigmentos
melânicos estão melanoma, sardas, mancha mongólica, vitiligo e albinismo.

2. Calcificação patológica
O corpo humano adulto tem entre 1 a 2 quilogramas de cálcio, dos quais 90% estão
localizados no esqueleto e dentes, na forma de hidroxiapatita.
Quando sais (fosfatos, carbonatos e citratos) de cálcio (e também de ferro,
magnésio, e outros) são depositados em tecidos frouxos não osteóides, em órgãos
parenquimatosos, na parede dos vasos, e em pleuras ou meninges, enrigecendo-os, dá-se
o nome de calcificações ou mineralizações - patológicas ou heterotópicas. Em outras
palavras, a calcificação patológica é assim definida por se localizar fora do tecido ósseo
ou dental, em situações de alteração da homeostase e da morfostase.
As calcificações patológicas ocorrem em concomitância com vários processos gerais,
como as necroses e degenerações e podem estar presentes em virtualmente qualquer
lesão crônica.

Existem duas formas de calcificação patológica, a calcificação distrófica ou local afeta


tecidos lesados e não depende dos níveis plasmáticos de cálcio e fósforo. Já na
calcificação metastática ou geral a hipercalcemia resulta na precipitação dos sais em
tecidos normais.
A área calcificada, quando macroscopicamente visível, mostra nódulos
parenquimatosos freqüentemente palpáveis, de consistência firme, pétrea ou arenosa,
resistentes ao corte, com coloração brancacenta ou acinzentada.