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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 66

CRISTÃOS

são falsos

CRENTES
Mitologia e Superstição Judaico-cristã

JL

jairoluis@inbox.lv

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Sumário
Introdução ......................................................................... 4
1 - Existem “Cristãos Verdadeiros”? >>> ............................... 6
2 - Proibido fazer imagens e esculturas? ................................ 8
3 - Proibido fazer qualquer coisa no Sábado? ......................... 12
4 - A alimentação: um problema para os cristãos? ................. 17
5 - Tens tatuagens e é cristão? ............................................26
6 - Conclusão ....................................................................32
7 - Mais bobagens do Cristianismo >>> ...............................33
Mais conteúdo recomendado ..........................................34
Livros recomendados ....................................................35

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Introdução
Antes de mais nada e por razões óbvias, os cristãos são falsos
crentes porque o cristianismo como um todo é uma comprovada
farsa e, para não deixar nenhuma dúvida disto, a própria Bíblia
nos ajuda de maneira muito eficiente colocando claramente as
condições para que o cristianismo seja verdadeiro; e elas são
muitas. Mas o que Paulo, falso apóstolo, diz não deixa margem
para dúvidas sobre a total falsidade do cristianismo nos dias de
hoje.

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1 Coríntios 15:12-19
12 - Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como
dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13 - E,
se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. 14
- E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também
é vã a vossa fé. 15 - E assim somos também considerados como falsas
testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a
Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos
não ressuscitam. 16 - Porque, se os mortos não ressuscitam, também
Cristo não ressuscitou. 17 - E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa
fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 - E também os que
morreram em Cristo estão perdidos. 19 - Se esperamos em Cristo só
nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.

Estes versículos resumem de maneira magistral que todo o
cristianismo depende da existência de ressurreição de mortos no
mundo real.
1. Existe ressurreição de mortos no mundo real?
2. Não.
3. Logo, o cristianismo é uma total farsa.
Diante disto, fica fácil entender o que vem a seguir.

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1 - Existem “Cristãos Verdadeiros”? >>>

Em caso de acidente chame o Pastor, pois “a oração da fé salvará o doente” e
ainda terá os pecados perdoados como bônus.

Sem sombra de dúvidas a resposta é Não, são todos falsos
cristãos! Na maioria das vezes os “cristãos” apelam para um
“cristianismo verdadeiro”, ao qual eles mesmos (é claro!)
pertencem, para afirmar (quando criticamos a sua versão
específica de cristianismo) que todos os que não agem como eles,
interpretam a Bíblia como eles e não pensam como eles, não são
realmente cristãos. Esta falácia do verdadeiro escocês lhes é
muito útil na hora de desculpar a sua religião e todas as suas
enormes incongruências que saltam aos olhos até deles mesmos.
É por esta razão que estes, seus companheiros de seita (e
inclusive eles próprios aos olhos de outros cristãos), jamais
pregam com o exemplo, que fazem uso seletivo de versículos
dependendo do que querem afirmar ou negar e que descumprem
a maioria dos preceitos que lançam desde sua supostamente
imutável “palavra de Deus”. Coisa que não se cumpre nem no
papel, pois este – o livro de lendas infantis dos cristãos - tem sido
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modificado ao longo dos séculos em suas diferentes e infindáveis
revisões e traduções no processo de cópia de cópia manuscrita.
Estes preceitos (e porque, além de falacioso, esse cristianismo é
questionável, como demonstram eles mesmos) que, dependendo
de cada pessoa, descumprem todos e cada um deles, o que em
muitos casos seria compreensível devido ao absurdo e imoral que
são hoje em dia.
Não vamos falar aqui dos milhares de preceitos bíblicos
absurdos e insanos, mas dos principais que quase nenhum
cristão segue.

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2 - Proibido fazer imagens e esculturas?

Êxodo 20:4-5
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do
que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas
debaixo da terra. 5 - Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque
eu, o Senhor teu Deus, sou Deus ciumento, que visito a iniquidade dos
pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me
odeiam.

Sem imagens como referência para sua fé, os cristãos não passam
de idólatras do nada ou, na melhor das hipóteses, idólatras de um
livro.

Causas
Devido ao grande analfabetismo e o elitismo que havia em épocas
anteriores, a única forma que a igreja tinha, muito relutante a
ensinar seus escritos sagrados (porque sabiam que eram apenas
mitos) em mais idiomas que o latim, era mediante imagens. As
igrejas eram adornadas com imagens e estátuas que
representavam cenas dos relatos bíblicos e essa metodologia
didática se converteu em costume. Costume que, ironicamente,
fez com que esta igreja se visse obrigada a descumprir e
tergiversar seus próprios preceitos bíblicos para conseguir
convencer e agradar a um número maior de clientes. Não teria
sido melhor ensinar e fomentar a cultura criando escolas onde se
ensinasse a população a ler e escrever? Possivelmente, se não
fosse pelo fato de que o que fizeram era mais fácil e lhes permitia
“interpretar” o que seus próprios textos diziam, omitindo partes
indesejadas (coisa que fazem até hoje nas missas e cultos para
os crentes semianalfabetos que não possuem nem tempo e nem
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vontade de ler a Bíblia) e para que se mantivesse esse sistema
estamental tal como eles desejavam: permitindo a leitura só às
classes como a sua (máxima autoridade sobre o que e como se
devia ler) e, em alguns casos, à nobreza, impedindo-se à plebe –
até porque esta teria mais possibilidades de pensar por si mesma,
já que sempre existiu uma correlação entre uma maior cultura e
uma menor religiosidade. Isto, entretanto, mudou graças a uma
série de fatores como a invenção da imprensa, o auge de posturas
contrárias ao saber e opinião únicos, como a protestante, que
além motivar a leitura bíblica em outros idiomas, o que provocou
certa rebeldia contra o próprio cristianismo, sustentado por uma
hierocracia católica e, ironicamente, com isso a fragmentação e
uma lenta, mas perpétua queda deste mesmo cristianismo.

Cumprem alguma coisa?

Imagens do deus-pomba protestante.

Não. Nem mesmo as igrejas protestantes. Embora evitem de usar
bilhões de imagens de todos os tipos possíveis como faz a Igreja
Católica, algo que não podem evitar é utilizar estátuas onde
aparece uma representação de seu Cristo, portar crucifixos,
colocar cartazes ou fazer uso imagens em suas respectivas
propagandas e páginas de internet. Não duvidam, quando têm
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oportunidade, de representar a seu querido “espírito santo” como
uma pomba (muito apropriado o uso dessa ave, tendo em conta
a quantidade de parasitas que transporta e as infecções que
transmite).

Imagens diferentes com o tema principal da pomba, ambos os
símbolos e imagens dentro das igrejas evangélicas.

Como casos curiosos sobre imagens, primeiro o desta estatua
intitulada “Rei dos Reis” (acima) da igreja evangélica “Rocha
Sólida” (Ohio). Um raio destruiu a original e contrataram um
escultor, Brad Coriell, para que fizesse outra de aproximadamente
seis andares de altura. Imagem à esquerda.
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E o segundo caso, o do quadro de Ellen G. White, (imagem acima
e à direita) leia aqui a história sobre como surgiu este quadro (e
outros), que são algo como uma representação gráfica da relação
entre a “lei” e o “evangelho” na mitologia cristã.
Tudo isto com respeito aos que dizem ser mais fiéis à literalidade
da escritura. Não faltará quem mostre exemplos de seus
adversários católicos.

Todos sabemos se estes cumprem ou não este preceito bíblico
que, além disso, não é nem mais nem menos que o segundo
mandamento do famoso decálogo que todos dizem seguir ... isto
se alguém conseguir descobrir quais são os mandamentos
verdadeiros, pois nem a Bíblia sabe.

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3 - Proibido fazer qualquer coisa no Sábado?
Pense em todas as pessoas que trabalham no Sábado — todos os
empregados do Carrefour, do Pão de Açúcar, Shopping Centers,
lojas de conveniência, postos de gasolina, padarias, estações de
energia elétrica, aeroportos, hospitais, serviços de emergência,
etc. Os rabinos, padres e pastores também não trabalham no
Sábado?
Êxodo 20:8-11
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás,
e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor
teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu
filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o
teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.
Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que
neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o
dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 31:15-17
Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso
solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer
algum trabalho, certamente será morto. Guardarão, pois, o
sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto
perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para
sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo
dia descansou, e achou refrigério.
Êxodo 34:21
Seis dias trabalharás, mas ao sétimo dia descansarás; na aradura e
na sega descansarás.
Êxodo 35:1-3

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Então Moisés convocou toda a congregação dos filhos de Israel, e
disse-lhes: Estas são as palavras que o Senhor ordenou que
cumprísseis. Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia vos será santo,
sábado de descanso solene ao Senhor; todo aquele que nele fizer
qualquer trabalho será morto. Não acendereis fogo em nenhuma
das vossas moradas no dia do sábado.

A própria Bíblia – muito educativa – deixa claro com exemplos
sobre como deve ser esse repouso, que se repetem não uma, mas
em quatro ocasiões (as expostas nos versículos do Êxodo),
quando é relatado o que aconteceu a um homem por apenas
recolher lenha no sábado:
Números 15:32-40
Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem
apanhando lenha no dia de sábado. E os que o acharam
apanhando lenha trouxeram-no a Moisés e a Arão, e a toda a
congregação. E o meteram em prisão, porquanto ainda não estava
declarado o que se lhe devia fazer. Então DISSE O SENHOR A
MOISÉS: certamente será morto o homem; toda a congregação
o apedrejará fora do arraial. Levaram-no, pois, para fora do arraial,
e o apedrejaram, de modo que ele morreu; como o Senhor ordenara
a Moisés. Disse mais o Senhor a Moisés: Fala aos filhos de Israel, e
dize-lhes que façam para si franjas nas bordas das suas vestes, pelas
suas gerações; e que ponham nas franjas das bordas um cordão azul.
Tê-lo-eis nas franjas, para que o vejais, e vos lembreis de todos os
mandamentos do Senhor, e os observeis; e para que não vos deixeis
arrastar à infidelidade pelo vosso coração ou pela vossa vista, como
antes o fazíeis; para que vos lembreis de todos os meus
mandamentos, e os observeis, e sejais santos para com o vosso
Deus.

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Causas
Divulgar a eternidade ou a obediência que devem ter os dez
mandamentos, mas como sempre, quando chegamos a este, de
novo a desculpa para não cumpri-lo é que, de novo, é
interpretável. Não é difícil encontrar crentes afirmando que este
mandamento do sábado não deve ser cumprido, ao mesmo tempo
em que afirmam que se deve cumprir o decálogo, sem saber que
ele pertence ao seu querido e imutável decálogo. Como tudo no
cristianismo, isto foi alterado para adaptação às festividades
pagãs que celebravam seu dia mais importante naquele que
conhecemos como “domingo” e que em outras culturas ainda se
preserva sua origem nada cristã (como se pode observar em sua
versão inglesa: Sunday = Sun day ou Dia do Sol).
O cristianismo primitivo não era como o conhecemos hoje em dia
(Um sistema institucionalizado), mas um conjunto de
comunidades com diferentes pontos de vista que se dividiam em
pequenos grupos onde o culto dependia do evangelho ou
evangelhos que o grupo seguia, dividindo-se em três vertentes
principais: judeu-cristãos, paulinistas e gnósticos. O termo
“Domingo” é simplesmente una latinização do grego κυριακὴ
ἡμέρα («Kyriaki himera») que significa “Dia do senhor” e que
algumas dessas comunidades comemoravam seguindo o que
ditava seu decálogo do Antigo Testamento (como assim o fazia
todo o judaísmo) e que outras comunidades, mais favoráveis à
paganizada interpretação do Novo Testamento, preferiam situá-lo
no dia seguinte que, naqueles tempos, se considerava como o
primeiro dia da semana e que coincidia com a festividade romana
do culto ao deus Sol. A verdade é que não foi até que o império
romano adotou o cristianismo como religião oficial do estado que
se estabeleceu mediante decreto que o dia de repouso já não
deveria ser o sábado, mas o dia do Sol. Primeiro mediante um
14

decreto do imperador romano, Constantino I (7 de março de 321
DEC, Codex Justinianus, lib. 3, tit. 12, 3):

No venerável dia del Sol, que os magistrados e as pessoas
residentes nas cidades descansem, e que todos os
comércios estejam fechados. No campo, entretanto, que as
pessoas ocupadas na agricultura possam livremente e
legalmente continuar seus afazeres, porque costuma
acontecer que outro dia não seja adequado para a
plantação ou de vinhas ou de sementes; que não seja que
por negligenciar o momento propício para tais operações
que a generosidade do céu se peca. Dado no sétimo dia de
março, Crispo e Constantino sendo cônsules cada uno deles
pela segunda vez.

E segundo, para combater os que ainda permaneciam fiéis à
tradição do Antigo testamento, mediante um decreto anti-judaico
no Concílio de Laodiceia (363 DEC):

“Os cristãos não devem judaizar descansando no dia de
repouso, mas devem trabalhar nesse dia; e não honrar o
dia do Senhor; e, se puderem, descansando depois
cristãos. Mas se alguém for encontrado sendo judaizante,
que sejam anátema de Cristo.”

Resumindo, o “dia do Senhor” cristão foi mudado do Sábado para
o dia do Sol, por três razões:
1. Porque se tomou como referência para os grupos e
comunidades cristãs mais paganizadas e seus textos
sagrados.
2. Por tradição apostólica. Entendendo-se apóstolo como se
entendia naquela época: todo membro da igreja que
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propagara a religião cristã (interpretação baseada nas
opiniões de Inácio de Antióquia, Justino Mátir ou Jerônimo
de Estridão) e
3. Por imposição romana. Chegando com o tempo o dia
dedicado ao Sol a ser identificado como o “dia do Senhor”
cristão (ou traduzido do latim, Domingo).
Praticamente nenhum cristão deste planeta cumpre o que diz a
Bíblia porque contém apenas tradição adaptada para satisfazer as
necessidades romanas e antissemitas do império durante o século
IV DEC. E QUANDO TODAS AS PESSOAS SOUBEREM DISSO NÃO
EXISTIRÃO MAIS CRISTÃOS. O cristianismo será como a mitologia
grega e romana nos livros escolares ... mais uma mitologia. E
muitos cristãos se surpreendem que até seu 25 de dezembro
também é uma adaptação da festa romana do Sol Invictus,
realizada durante o solstício de inverno; e atacam até os mesmo
os historiadores e toda pessoa que explique este fato irrefutável
da história. Sem saída os pobres cristãos preferem defender o
indefensável que admitir sua própria ignorância ou que foram
enganados até em seus costumes.

Quem cumpre o Sábado?
Praticamente nenhum cristão. Só um grupo minúsculo de
sabatistas. A desculpa gravada na ponta da língua dos crentes é
a de que isto foi abolido no Novo testamento. Mas para azar deles,
não só em nenhuma parte do Novo Testamento se elimina o
Sábado como “Dia do senhor” ou “dia do descanso”, mas que se
confirma em textos como:
Marcos 2:28
Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.
Lucas 6:5
E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado.

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4 - A alimentação: um problema para os cristãos?

Levítico 3:17
"ESTE É UM DECRETO PERPÉTUO para as suas gerações, onde quer
que vivam: Não comam gordura alguma, nem sangue algum".

Será que o crente cristão sabe o que significa “DECRETO
PERPÉTUO”?
Levítico 11:4-8
"Vocês não poderão comer aqueles que só ruminam nem os que só
têm o casco fendido. O camelo, embora rumine, não tem casco
fendido; considerem-no impuro. O coelho, embora rumine, não tem
casco fendido; é impuro para vocês. A lebre, embora rumine, não tem
casco fendido; considerem-na impura. E o porco, embora tenha casco
fendido e dividido em duas unhas, não rumina; considerem-no impuro.
Vocês não comerão a carne desses animais nem tocarão em seus
cadáveres; considerem-nos impuros.
Levítico 11:10-20
Mas todas as criaturas que vivem nos mares ou nos rios, que
não possuem barbatanas e escamas, quer dentre todas as
pequenas criaturas que povoam as águas quer dentre todos os
outros animais das águas, serão proibidas para vocês. Por isso,
não poderão comer sua carne e considerarão impuros os seus
cadáveres. Tudo o que vive na água e não possui barbatanas e
escamas será proibido para vocês. "Estas são as AVES que vocês
considerarão impuras, das quais não poderão comer porque são
proibidas: a águia, o urubu, a águia-marinha, o milhafre, o falcão,
qualquer espécie de corvo, a coruja-de-chifre, a coruja-de-orelhapequena, a coruja-orelhuda, qualquer espécie de gavião, o mocho, a
coruja-pescadora e o corujão, a coruja-branca, a coruja-do-deserto, o
abutre, a cegonha, qualquer tipo de garça, a poupa E O MORCEGO.

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Veja o verso 20 em outras Bíblias:
Levítico 11:20 (NVI)
"Todas as pequenas criaturas que enxameiam, que têm asas, mas
que se movem pelo chão serão proibidas para vocês.
Levítico 11:20 (ALMEIDA CORRIGIDA E REVISADA FIEL)
Todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés, será para vós
uma abominação.
Levítico 11:20 (REINA VALERA - ESPANHOL)
Todo reptil alado que anduviere sobre cuatro pies, tendréis en
abominación.

1. Quando a Bíblia fala de réptil alado de quatro patas, deve
estar se referindo aos dragões que estão por toda a Bíblia.
2. Quanto ao inseto de quatro patas deve ser de outro planeta,
porque neste não existe e não se tem notícia que jamais
tenha existido.
3. Quanto a uma ave chamada morcego ainda não se teve
qualquer notícia.
Levítico 11:26-31
Todo o animal que tem unha fendida, mas a fenda não se divide
em duas, e todo o que não rumina, vos será por imundo; qualquer
que tocar neles será imundo. E todo o animal que anda sobre as
suas patas, todo o animal que anda a quatro pés, vos será por
imundo; qualquer que tocar nos seus cadáveres será imundo até à
tarde. E o que levar os seus cadáveres lavará as suas vestes, e será
imundo até à tarde; eles vos serão por imundos. Estes também vos
serão por imundos entre os répteis que se arrastam sobre a terra; a
doninha, e o rato, e a tartaruga segundo a sua espécie, E o ouriço
cacheiro, e o lagarto, e a lagartixa, e a lesma e a toupeira. Estes
vos serão por imundos dentre todos os répteis; qualquer que os tocar,
estando eles mortos, será imundo até à tarde.

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Vejamos o versículo 30 em algumas Bíblias para ter uma ideia da
confiabilidade da palavra de Deus, pois você pode ir para o inferno
por comer o bicho errado, então trate logo de descobrir a lista
certa, pois é a sua salvação que está em jogo.
1. Levítico 11:30 (ALMEIDA CORRIGIDA E REVISADA FIEL)
2. E o ouriço cacheiro, e o lagarto, e a lagartixa, e a lesma e
a toupeira.
3. Levítico 11:30 (ALMEIDA REVISADA IMPRENSA BÍBLICA)
4. O musaranho, o crocodilo da água, a lagartixa, o lagarto e
a toupeira.
5. Levítico 11:30 (NOVA VERSÃO INTERNACIONAL)
6. A lagartixa, o lagarto-pintado, o lagarto, o lagarto da areia
e o camaleão.
7. Levítico 11:30 (ALMEIDA ATUALIZADA DA SBB)
8. O geco, o crocodilo da terra, a lagartixa, o lagarto da areia
e a toupeira.
9. Levítico 11:30 (CATÓLICA)
10.O musaranho, a rã, a tartaruga, a lagartixa e o camaleão.
Palavra 1

Palavra 2

Palavra 3

Palavra 4

Palavra 5

Ouriço
cacheiro

Lagarto

Lagartixa

Lesma

Toupeira

Musaranho

Crocodilo da
água

Lagartixa

Lagarto

Toupeira

Lagartixa

Lagartopintado

Lagarto

Lagarto da
areia

Camaleão

Geco

Crocodilo da
terra

Lagartixa

Lagarto da
areia

Toupeira

Musaranho

Tartaruga

Lagartixa

Camaleão

Deuteronômio 14:6-8
Comereis de todos os animais que têm a unha e o pé fendidos, e que
ruminam. Mas não comereis daqueles que somente ruminam ou
somente tenham a unha e o pé fendidos, tais como o camelo, a lebre,

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o coelho, que ruminam mas não têm a unha fendida: tê-los-eis por
impuros. Igualmente o porco, que tem a unha fendida mas não
rumina: tê-lo-eis por impuro. Não comereis de suas carnes, nem
tocareis nos seus cadáveres.
Deuteronômio 14:10
Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas tereis por
impuro e não comereis.
Deuteronômio 14:12-19
Eis as aves que não podereis comer: a águia, o falcão e o abutre,
o milhafre e toda variedade de falcão,
toda espécie de corvo,
a avestruz, a andorinha, a gaivota e toda variedade de gavião,
o mocho, a coruja, o açor,
o caburé, o alcatraz, o íbis,
a cegonha e toda variedade de garça, a poupa e o morcego.
Tereis por impuro todo inseto volátil: não comereis deles.

Causas
Para explicar isto, o melhor é recorrer à opinião do arqueólogo e
acadêmico israelense, Israel Finkelstein, diretor do Instituto de
Arqueologia da Universidade de Tel Aviv e corresponsável pelas
escavações em Megido, em seu livro A Bíblia Desenterrada (pág.
122 e 123):
“Hoje, como no passado, o povo demonstra sua identidade étnica
de diversas maneiras: mediante a língua, a religião, os hábitos
indumentários, as práticas de funeral e certos tabús alimentares.
A simples cultura material deixada pelos pastores e agricultores
das terras altas que acabaram sendo os primeiros israelitas não
nos oferece um indício claro de quais eram seu dialeto, seus ritos
religiosos, seus costumes ou suas práticas funerárias.”
20

“Se descobriu, entretanto, um detalhe muito interessante a
respeito de seus hábitos alimentares. Os ossos recuperados nas
escavações das pequenas aldeias dos primitivos israelitas nas
terras altas diferem dos de assentamentos de outras partes do
país em um aspecto significativo: não há entre eles ossos de
porcos. Os conjuntos de ossos encontrados em assentamentos
mais antigos das terras altas sim, contêm restos de porcos; e o
mesmo se pode dizer de assentamentos mais tardios (posteriores
à Idade do Ferro) descobertos ali. Mas durante toda a Idade do
Ferro - na época das monarquias israelitas - não se cozinhava nem
se comia porco; e nem sequer se criava nas terras altas.”
“Dados comparativos dos assentamentos filisteus da costa nesse
mesmo período – a Idade do Ferro I - mostram uma proporção
surpreendentemente alta de ossos de porco entre os de animais
recuperados neles. Embora os primitivos israelitas não comessem
porco, é evidente que os filisteus comiam, assim como os
amonitas e moabitas ao leste do Jordão (como podemos inferir a
partir dos dados brutos obtidos aqui).”
“A proibição do porco não se pode explicar exclusivamente por
razões ambientais ou econômicas. Na realidade, poderia ser a
única chave de que dispomos para descobrir uma identidade
específica e compartilhada entre os habitantes das aldeias das
terras altas ao oeste do Jordão. Talvez, os proto-israelitas tenham
deixado de comer porco simplesmente porque os povos
circundantes – seus adversários - o comiam e eles tivessem
começado a se considerar diferentes.”
“As práticas culinárias e costumes alimentares diferenciadores
são dois dos modos de formação de fronteiras étnicas. O
monoteísmo e as tradições do Êxodo e da Aliança chegaram, ao
que parede, muito mais tarde. 500 anos antes da composição do
21

texto bíblico, com suas leis detalhadas e regulações
alimentares, os israelitas - por razões que não estão de todo claras
- decidiram não comer porco.”
“Quando os judeus modernos agem da mesma maneira, estão
continuando com a prática cultural mais antiga do povo de Israel,
arqueologicamente comprovada.”
Leia mais: A Bíblia Desenterrada: uma nova visão arqueológica
do antigo Israel e das origens de seus textos sagrados (3ª ED.)
ISRAEL FINKELSTEIN

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Quem descumpre?

23

Praticamente todo cristão que conheci e conheço neste planeta
não se nega a comer porco, lebre, coelho, moluscos e demais
criaturas incluídas nesta lista bíblica ou que se ajustem às
definições que englobam descrições absurdas às quais o autor
bíblico faz referência, como por exemplo: o caso do marisco - que
vive na água e não tem escamas nem barbatanas.

Estas
proibições,
obviamente,
eliminadas no Novo Testamento.

tampouco

são

Agora diga a um cristão que deixe de comer um bom coelho ao
alho, um bom presunto, uma deliciosa morcela ou uma boa
mariscada porque sua religião proíbe e espere a reação. Verás
como se revela o hipócrita que é, usando imediatamente a
desculpa de acusá-lo de literalista e de não ter lido a sua tão
apreciada e defendida bíblia, gritando que “isso é simbólico”,
baseando-se em não se sabe que critérios além de não querer
admitir o quanto é contraditório com a religião que diz pertencer
e seguir.
A hipocrisia do cristão fica clara nas imagens acima, de
prato
natalinos
típicos
com
animais
proibidos
expressamente por Deus na sua santa palavra.
Diversos países possuem o “imundo porco” como prato clássico
para essas datas festivas cristãs. Veja:


Colômbia com sua leitoa (porco recheado e assado) ou seu
pernil de porco.
Costa Rica e Guatemala com seu porco assado com purê
de batatas.
Honduras, pernil de porco ao forno ou pamonhas de milho
recheadas de carne de porco.
24





Nicarágua e seu típico nacatamal - uma pamonha feita de
farinha de milho, frango ou porco
Porto Rico, pastéis de massa de banana verde recheados
com carne de porco e batatas.
República Dominicana, puya – porco empalado e asado.

Haití, carne de porco.
Holanda, coelho com couve ou repolho.
Espanha e seus tão vendidos e famosos presunto e frutos
do mar de natal.

Agora nos dirão os cristãos que nesses países de maioria cristã,
os que comem esses pratos proibidos pela Bíblia são os ateus?
Seria muito engraçado. Pelo menos os ateus não possuem
nenhum “livro sagrado” que os proíbe de comê-los.

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5 - Tens tatuagens e é cristão?

Tatuagens no corpo de cristãos.

Levítico 19:28
Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca
alguma sobre vós. Eu sou o Senhor.
A Bíblia NVI é ainda mais clara:
Levítico 19:28
"Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem
tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor.

26

Causas
Se supõe que isto se deva, assim como acontece com outros
traços étnicos, a uma tendência diferenciadora. Pois no mesmo
capítulo de Deuteronômio onde se estabelecem as mesmas
proibições alimentícias que no Levítico, se explica usando termos
similares que o povo israelita deve se diferenciar do resto:
Deuteronômio 14:1-3
Vocês são os filhos do Senhor, do seu Deus. Não façam cortes no corpo
nem rapem a frente da cabeça por causa dos mortos, pois vocês são
povo consagrado ao Senhor, ao seu Deus. Dentre todos os povos da
face da terra, o Senhor os escolheu para serem o seu tesouro pessoal.
Não comam nada que seja proibido.

Uma espécie de xenofobia cultural que deve ter suas raízes em
um instinto de proteção ou medo do desconhecido, neste caso o
27

estrangeiro, ou em um sectarismo religioso onde se estabelece
uma espécie de uniformidade e regras tribais básicas.
Quem descumpre?

Obviamente todo cristão que tenha se tatuado. Em seu populismo,
algumas webs cristãs expõem, baseando-se em uma
interpretação enrolada, que “não existe proibição na Bíblia”. Veja
um exemplo das voltas que fazem para negar o óbvio:
Pergunta: “O que diz a Bíblia sobre as tatuagens e
perfurações no corpo?”
Resposta:

A lei do Antigo Testamento ordenava aos israelitas,
“Levítico 19:28: Pelos mortos não dareis golpes na vossa
carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o
Senhor”. Deste modo, embora os crentes hoje, não vivam
sob a lei do Antigo Testamento (Romanos 10:4; Gálatas
3:23-25; Efésios 2:15), o fato de que houve uma ordem
contra as tatuagens, poderia criar uma dúvida em nós. O
Novo Testamento nada diz sobre se um crente deveria ou
não tatuar-se.
Em relação às tatuagens e as perfurações do corpo, uma
boa prova para determinar se podemos é com sinceridade
e conscientemente, pedir a Deus que bendiga e use uma
atividade em particular para Seu próprio proveito. “Assim,
quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa,
façam tudo para a glória de Deus. 1 Coríntios 10:31. A
Bíblia não dá ordens contra as tatuagens ou as perfurações
28

do corpo, mas tampouco dá alguma razão para crer que
Deus nos deixaria tatuar ou perfurar o corpo.
Fonte: gotcuestions

A “resposta” basicamente afirma que os crentes de hoje não
vivem sob a lei do Tanak, mas isto não é mais que um fato. A
sociedade mudou. O caso não é este, mas se na Bíblia se proíbe
ou não fazer tatuagens. Coisa que sim, proíbe claramente neste
versículo:
Levítico 19:28: “Não façam cortes em seus corpos por causa dos
mortos, nem tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor”.

Basta dar uma volta pela própria internet para ver em milhões de
páginas cristãs a ênfase e obrigação de que o cristão deve seguir
os Dez mandamentos. Sim, esses que se encontram no Antigo
Testamento junto com a proibição de tatuagens. Afirmam então
que os crentes hoje não vivem sob o decálogo? Afirmam que os
cristãos não devem cumprir a ordem divina sobre tatuagens e nem
os dez mandamentos porque estão ambos no Antigo testamento?
O Novo testamento não diz absolutamente nada sobre muitas
questões que são tratadas no Antigo. Por causa disso devemos
entender que tudo o que se fala no Antigo Testamento e não se
fala no Novo Testamento, deve ser abolido e ignorado pelos
cristãos e pelo cristianismo? Se for assim, isto é uma prova de
que o cristianismo é uma religião inventada do nada onde cada
líder inventa o que deve ou não ser observado da Bíblia. A
existências de milhares de correntes cristãs ao gosto de cada um
é uma forte prova disso. O famoso “cristianismo a la carte”.

Devemos entender então que Paulo se referia com 1
Coríntios 10:31, a que um cristão pode ignorar qualquer
29

ordem dada por seu deus anteriormente, se com isso o
crente entende que é para “proveito” desse deus. Ou seja:
o crente decide o que é bom para Deus ou não.
Mas como o crente sabe que a Deus lhe será proveitoso o fato de
que esse mesmo crente faça uma tatuagem? E como esse crente
determina que sua “petição” foi respondida por esse deus e não
pela própria imaginação autojustificando seu desejo de tatuar-se?
Com respeito ao último argumento da resposta, o autor deste
mesmo artigo se contradiz. Ele mesmo usa o texto de Levítico
onde se proíbe explicitamente as tatuagens. O único argumento
que tem para desculpar ou justificar que um crente tenha ou
queira tatuar-se é que só se menciona no Antigo Testamento.
Outras webs, como MIAPIC, afirmam: “Algo que devemos
examinar é se nós os cristãos, estamos ou não obrigados a
guardar os requisitos da Lei do Antigo Testamento. E não estamos
obrigados.” Afirmam isso baseando-se na interpretação que fazem
dos textos paulinos de Romanos 7:1, 4 e 1 Coríntios 6:12 (ver
fonte).

Lembrando que Paulo nunca foi apóstolo de Jesus, apenas
inventou que teve um sonho com ele e prega tudo
frontalmente ao contrário do que prega o Jesus dos
evangelhos.

Como dissemos anteriormente, isto só demonstra que,
dependendo da moral do crente e do assunto que questione,
poderá fazer uma seleção “a la carte” do que esta ambígua religião
lhe permita ou não fazer (coisa que o cristianismo tem feito desde
sempre, pois ao longo da história tem usado de uns versículos ou
de outros para permitir ou proibir certos assuntos aos seus
30

seguidores). Baseando-se nessa interpretação e no mesmo
argumento, o crente pode escolher se “oferece a outra face” o
vinga-se “olho por olho” pois é o próprio cristão quem deve
examinar se está ou não obrigado a cumprir os requisitos da lei
(sic) e, dependendo do que deseja, este pode entender que a lei
é tanto o que se dita no Antigo testamento, como o que se dita
no Novo.
É SIMPLESMENTE UMA QUESTÃO DE ESCOLHER O QUE É MAIS
CONVENIENTE PARA OS DESEJOS DO CRISTÃO.

31

6 - Conclusão
Até aqui usamos apenas os preceitos bíblicos mais comuns e mais
constrangedores para os cristãos, aqueles que mais os obriga a
inventar “interpretações” para a palavra contraditória do seu deus
primitivo, mas existem dezenas ou centenas de preceitos que o
crente da mitologia cristã descumpre por razões óbvias. Estes
poucos são mais que suficientes para mostrar como é falacioso o
comportamento do cristão padrão, de exigir que todo mundo
cumpra normas absurdas quando nem eles cumprem coisa
alguma,
porque
seriam
imediatamente
tachados
de
fundamentalistas em uma sociedade como a atual.
Levando em conta que eles defendem a existência do “pecado” e
de uma sociedade não-pecadora (a deles), o primeiro que
deveriam fazer é questionar-se se é coerente aquilo que sua
queridíssima bíblia denomina “pecar” e se eles não estão
“pecando” sem dar-se conta.
É quase impossível encontrar alguém que tenha decidido a seguir
fielmente o que manda a Bíblia sem parecer um lunático. O crente
deveria reconsiderar o fato de que tenha escolhido adorar e crer
em um livro com tamanha quantidade de incoerências e ordens
absurdas e que, se seguisse, o levaria a comportamentos
igualmente absurdos e incoerentes.
Veja o caso de um escritor agnóstico que resolveu viver como a
Bíblia manda durante um ano: http://ajjacobs.com/books/theyear-of-living-biblically/

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many of the findings of
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600 páginas

“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner
sobre a política dos Papas no século XX, uma obra
surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de
comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de
João Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a
força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda
julgar a religião por seus efeitos históricos recentes,
exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns
exercícios de memória a este respeito são essenciais para
a
compreensão
do
surgimento
de
algumas
monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras
tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no
País Basco”.
Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995.
“Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma
ampla e sólida informação sobre esse período da história
da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de
condescendência com regimes totalitários conservadores
até uma postura de necessária acomodação aos sistemas
democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda
Guerra Mundial”.

312 páginas
"Su visión de la historia de
la Iglesia no sólo no es
reverencial, sino que, por
usar
una
expresión
familiar, ‘no deja títere con
cabeza’. Su sarcasmo y su
mordaz
ironía
serían
gratuitos si no fuese porque
van de la mano del dato
elocuente y del argumento
racional. La chispa de su
estilo se nutre, por lo
demás,
de
la
mejor
tradición volteriana."
Fernando Savater. El País,
20 de mayo de 1990

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de 1995.
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36

136 páginas

480 páginas

304 páginas

De una manera didáctica, el
profesor Karl Deschner nos ofrece
una visión crítica de la doctrina de
la Iglesia católica y de sus
trasfondos históricos. Desde la
misma existencia de Jesús, hasta la
polémica transmisión de los
Evangelios, la instauración y
significación de los sacramentos o
la supuesta infalibilidad del Papa.
Todos
estos
asuntos
son
estudiados, puestos en duda y
expuestas las conclusiones en una
obra de rigor que, traducida a
numerosos idiomas, ha venido a
cuestionar los orígenes, métodos y
razones de una de las instituciones
más poderosas del mundo: la
Iglesia católica.

“Se bem que o cristianismo esteja
hoje à beira da bancarrota
espiritual, segue impregnando
ainda decisivamente nossa moral
sexual, e as limitações formais de
nossa vida erótica continuam
sendo basicamente as mesmas que
nos séculos XV ou V, na época de
Lutero ou de Santo Agostinho. E
isso nos afeta a todos no mundo
ocidental, inclusive aos não
cristãos ou aos anticristãos. Pois o
que alguns pastores nômadas de
cabras pensaram há dois mil e
quinhentos
anos,
continua
determinando os códigos oficiais
desde a Europa até a América;
subsiste uma conexão tangível
entre as ideas sobre a sexualidade
dos profetas veterotestamentarios
ou de Paulo e os processos penais
por conduta desonesta em Roma,
Paris ou Nova York.”
Karlheinz Deschner.

"En temas candentes como los del
control demográfico, el uso de
anticonceptivos, la ordenación
sacerdotal de las mujeres y el
celibato de los sacerdotes, la
iglesia sigue anclada en el pasado
y bloqueada en su rigidez
dogmática.
¿Por
qué
esa
obstinación que atenta contra la
dignidad y la libertad de millones
de personas? El Anticatecismo
ayuda eficazmente a hallar
respuesta
a
esa
pregunta.
Confluyen en esta obra dos
personalidades
de
vocación
ilustradora y del máximo relieve
en lo que, desde Voltaire, casi
constituye un Género literario
propio: la crítica de la iglesia y de
todo dogmatismo obsesivamente
<salvífico>.

37

1 – (365 pg) Los
orígenes, desde el
paleocristianismo hasta
el final de la era
constantiniana

2 - (294 pg) La época
patrística y la
consolidación del
primado de Roma

3 - (297 pg) De la
querella de Oriente hasta
el final del periodo
justiniano

4 - (263 pg) La Iglesia
antigua: Falsificaciones y
engaños

5 - (250 pg) La Iglesia
antigua: Lucha contra los
paganos y ocupaciones
del poder

6 - (263 pg) Alta Edad
Media: El siglo de los
merovingios

38

7 - (201 pg) Alta Edad
Media: El auge de la
dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:
Desde Luis el Piadoso
hasta las primeras luchas
contra los sarracenos

9 - (282 pg) Siglo X:
Desde las invasiones
normandas hasta la
muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “História
Criminal do Cristianismo”, projetada em
princípio a dez volumes, dos quais se
publicaram nove até o presente e não se
descarta que se amplie o projeto. Tratase da mais rigorosa e implacável
exposição jamais escrita contra as formas
empregadas pelos cristãos, ao largo dos
séculos, para a conquista e conservação
do poder.
Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado
de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação,
mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de
silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando
as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha
(Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

39

414 páginas
LA BIBLIA DESENTERRADA
Israel Finkelstein es un arqueólogo y
académico
israelita,
director
del
instituto
de
arqueología
de
la
Universidad de Tel Aviv y coresponsable de las excavaciones en
Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000
años de historia) al norte de Israel. Se
le
debe
igualmente
importantes
contribuciones a los recientes datos
arqueológicos
sobre
los
primeros
israelitas en tierra de Palestina
(excavaciones de 1990) utilizando un
método que utiliza la estadística (
exploración de toda la superficie a gran
escala de la cual se extraen todas las
signos de vida, luego se data y se
cartografía por fecha) que permitió el
descubrimiento de la sedentarización de
los primeros israelitas sobre las altas
tierras
de
Cisjordania.

Es un libro que es necesario conocer.

639 páginas
EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA
HISTORIA DE PIO XII
¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento
del pueblo judío? ¿Tuvo alguna
responsabilidad en el ascenso del
nazismo? ¿Cómo explicar que firmara
un
Concordato
con
Hitler?
Preguntas como éstas comenzaron a
formularse al finalizar la Segunda
Guerra Mundial, tiñendo con la
sospecha al Sumo Pontífice. A fin de
responder a estos interrogantes, y con
el deseo de limpiar la imagen de
Eugenio Pacelli, el historiador católico
John Cornwell decidió investigar a
fondo su figura.

El profesor Cornwell plantea unas
acusaciones acerca del papel de la
Iglesia en los acontecimientos más
terribles del siglo, incluso de la historia
humana, extremadamente difíciles de
refutar.

40

513 páginas

326 páginas

480 páginas

En esta obra se describe
a algunos de los hombres
que ocuparon el cargo de
papa. Entre los papas
hubo un gran número de
hombres
casados,
algunos de los cuales
renunciaron
a
sus
esposas e hijos a cambio
del cargo papal. Muchos
eran hijos de sacerdotes,
obispos y papas. Algunos
eran bastardos, uno era
viudo, otro un ex esclavo,
varios eran asesinos,
otros incrédulos, algunos
eran ermitaños, algunos
herejes,
sadistas
y
sodomitas; muchos se
convirtieron en papas
comprando el papado
(simonía), y continuaron
durante
sus
días
vendiendo
objetos
sagrados para forrarse
con el dinero, al menos
uno era adorador de
Satanás, algunos fueron
padres
de
hijos
ilegítimos, algunos eran
fornicarios y adúlteros en
gran escala...

Santos
e
pecadores:
história dos papas é um
livro que em nenhum
momento
soa
pretensioso. O subtítulo é
explicado pelo autor no
prefácio, que afirma não
ter tido a intenção de
soar absoluto. Não é a
história dos papas, mas
sim,
uma
de
suas
histórias. Vale dizer que o
livro originou-se de uma
série para a televisão,
mas
em
nenhum
momento soa incompleto
ou
deixa
lacunas.

Jesús de Nazaret, su
posible descendencia y el
papel de sus discípulos
están
de
plena
actualidad. Llega así la
publicación de El puzzle
de Jesús, que aporta un
punto de vista diferente y
polémico sobre su figura.
Earl Doherty, el autor, es
un estudioso que se ha
dedicado
durante
décadas a investigar los
testimonios acerca de la
vida
de
Jesús,
profundizando hasta las
últimas consecuencias...
que a mucha gente le
gustaría no tener que
leer. Kevin Quinter es un
escritor
de
ficción
histórica al que proponen
escribir
un
bestseller
sobre la vida de Jesús de
Nazaret.

41

576 páginas

380 páginas

38 páginas

First published in 1976,
Paul
Johnson's
exceptional
study
of
Christianity has been
loved and widely hailed
for its intensive research,
writing, and magnitude.
In a highly readable
companion to books on
faith and history, the
scholar
and
author
Johnson has illuminated
the Christian world and
its fascinating history in a
way that no other has.

La Biblia con fuentes
reveladas (2003) es un
libro del erudito bíblico
Richard Elliott Friedman
que se ocupa del proceso
por el cual los cinco libros
de la Torá (Pentateuco)
llegaron a ser escritos.
Friedman sigue las cuatro
fuentes del modelo de la
hipótesis
documentaria
pero
se
diferencia
significativamente
del
modelo S de Julius
Wellhausen
en varios
aspectos.

An Atheist Classic! This
masterpiece,
by
the
brilliant atheist Marshall
Gauvin is full of direct
'counter-dictions',
historical evidence and
testimony that, not only
casts doubt, but shatters
the myth that there was,
indeed, a 'Jesus Christ',
as Christians assert.

42

391 páginas
PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA
En este libro, los abusos sexuales a
menores, cometidos por el clero o por
cualquier otro, son tratados como
"delitos", no como "pecados", ya que en
todos los ordenamientos jurídicos
democráticos del mundo se tipifican
como un delito penal las conductas
sexuales con menores a las que nos
vamos a referir. Y comete también un
delito todo aquel que, de forma
consciente y activa, encubre u ordena
encubrir
esos
comportamientos
deplorables.
Usar como objeto sexual a un menor, ya
sea mediante la violencia, el engaño, la
astucia o la seducción, supone, ante
todo y por encima de cualquier otra
opinión, un delito. Y si bien es cierto
que, además, el hecho puede verse
como un "pecado" -según el término
católico-, jamás puede ser lícito, ni
honesto, ni admisible abordarlo sólo
como un "pecado" al tiempo que se
ignora conscientemente su naturaleza
básica de delito, tal como hace la Iglesia
católica, tanto desde el ordenamiento
jurídico interno que le es propio, como
desde la praxis cotidiana de sus
prelados.

Robert Ambelain, aunque defensor de
la historicidad de un Jesús de carne y
hueso, amplia en estas líneas la
descripción que hace en anteriores
entregas de esta trilogía ( Jesús o El
Secreto Mortal de los Templarios y Los
Secretos del Gólgota) de un Jesús para
nada acorde con la descripción oficial
de la iglesia sino a uno rebelde: un
zelote con aspiraciones a monarca que
fue mitificado e inventado, tal y como
se conoce actualmente, por Paulo,
quién, según Ambelain, desconocía las
leyes judaicas y dicha religión, y quien
además usó todos los arquetipos de las
religiones que sí conocía y en las que
alguna vez creyó (las griegas, romanas
y
persas)
arropándose
en
los
conocimientos sobre judaísmo de
personas como Filón para crear a ese
personaje. Este extrajo de cada religión
aquello que atraería a las masas para
así poder centralizar su nueva religión
en sí mismo como cabeza visible de una
jerarquía eclesiástica totalmente nueva
que no hacía frente directo al imperio
pero si a quienes oprimían al pueblo
valiéndose de la posición que les había
concedido dicho imperio (el consejo
judío).

43

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