paliconia & palilogia En este caso existe una redundancia de paliconia e palilogia, ya que el anuncio repite sucesivamente tanto la imagen

como la palabra. paliconia 3 Uma paliconia total de "horror ao vazio", excepto para dar rosto à

Ampliación: Cuando se da la repetición simple del mismo elemento tenemos a paliconia (imágenes), o palilogia (palabras).

paliconia 2 Este ejemplo es propagandístico, uniendo en un mismo momento (syncronía) todos los cigarros que serían habitualmente consumidos en un período dado de tiempo. triplicatio É muito mais frequente na publicidade a triplicatio que a duplicatio pois permite um arranjo mais harmonioso e elaborado das imagens, evitando a ambiguidade do par. hyperbole 2 A hipérbole abdica voluntariamente da credibilidade em favor da veemência do seu discurso. Neste anúncio ela é redundante já que também o texto «o maior poder...» é hiperbólico.

Si el mismo elemento fuera repetido apenas dos veces tenemos una duplicación, si son tres una triplicación - a partir de cuatro se da la paliconía.

modelo-«consumidora». Em geral a paliconia pode denunciar uma certa falta de imaginação, como neste caso. hyperbole 1 As hipérboles são muito frequentes em publicidade, já que as características dos produtos tendem a ser exaltadas de forma pouco realista. Aqui optouse por exagerar uma das principais características físicas do produto anunciado, o seu tamanho, pondo em cena, em adnominatio, o próprio nome da marca caterpillar (escavadora). policonia 1 O perigo é que demasiadas figuras podem confundir o leitor. Note-se o contraste da atitude dos personagens com e sem jeans, e a caracterização negativa destes últimos. simile 1 A comparação é aqui obtida por simples sobreposição, provocando a elipse da imagem do segundo plano. Os símiles e as metáforas animais são bastante frequentes no discurso quotidiano e no político (vejam-se os escudos El aumento desmesurado de las características de algo o de alguien (en su tamaño, peso, fuerza, etc.) se denomina hipérbole.

Cuando es una repetición de elementos todos diferentes entre si, se trata de una policonia ou acumulación, un recurso de uso difícil.

policonia 2 Neste exemplo de policonia ficam bastante claros os riscos de excessiva complexidade da imagem final aglutinante, exigindo grande esforço para a destrinça dos seus elementos pelo leitor. simile 2 Este símile aproxima as linhas do produto e da sua suposta consumidora, numa identificação que concretiza o ideal publicitário da unidade produto/comprador.

El símil explicita una aproximación, una semejanza entre dos elementos distintos. Es una comparación sugerida por la convivencia de sus dos términos.

nacionais) simile 3 Outro símile entre o produto e as serpentes, remetendo para a célebre parábola do Génesis da serpente como tentadora (prosopopeia), para a silepse de «maus» clarificada pela enumeração «pó, lama». paradoxo 2 Outro paradoxo visual que leva o leitor a procurar a perspectiva correcta para a visualização do anúncio. As dúvidas só são dissipadas pela orientação do Una de las formas de «violentar» la realidad y construir paradojas - los visuales unen de forma aberrante elementos incompatibles debido a sus dimensiones, o a otras limitaçiones, mas próximos entre si por su naturaleza. paradoxo 1 Apesar da impossibilidade da imagem, o leitor apercebese de que a banheira tem, não obstante, o elemento natural da baleia, a água. No topo da imagem está também escrito um aenigma em forma de antithesis. prosopopoeia Aqui a imagem da garrafa imita a dos atletas pela posição da toalha. Partiu-se de uma metonímia (o adereço pelo seu usuário) para a construção desta prosopopeia. ellipsis 2 Esta é uma elipse por sobreposição. Se a imagem fosse interrompida a meio (em vazio) e não simplesmente tapada, teríamos uma síncope

A prosopopeya animaliza objetos inanimados, humaniza los animales, y atribuye comportamientos humanos a abstracciones e ideas.

texto. ellipsis

Assiste-se à elipse das calças da maestrina, porém o leitor consegue reconstitui-las pela visão metonímica (conteúdo por continente) das suas pernas. Se estas não estivessem presentes dava-se uma apócope.

Reducción: La elipsis sustrae u oculta por sobreposiçión uno de los elementos de la imágen, reconstituible por su contexto. Cuando es parte de la imagen la que está ausente tenemos la aféresis o supresión de algún sonido al principio de una palabra. (her) mano(arriba,superior), la síncopa, que consiste en la supresión de una o mas letras dentro de una palabra. (Navidad por Natividad) (medial) y el apócope (final). Supresión de una o varias letras al final de una palabra. San[to]. Substitución: una imagen en contradicción con lo esperado, aunque sea posible, constituye una antilogía.

antilogia 1 a) A imagem representa uma antilogia múltipla baseada na antítese entre as duas gerações presentes na noite de Natal trocando os seus papéis, sendo o idoso (viejo) que recebe uma prenda... para jovens (contradição de gerações e de gostos).

antilogia 1 b) Troca-se também a habitual função social das duas raças em presença com o mordomo de raça branca (contradição de papeis sociais).

tenemos el iconismo. ainda que trucada. da parte (água) pelo todo (serra) (synekdoche). do conteúdo (água) pelos continentes (garrafa e serra). antilogia. e de adereços. A catacresis acontece cuando la imagen ilustra un uso impropio del producto. redundantemente. esta antilogia baseia-se em duas contradições: uma espacial (casa vs. Temos a metonímia do produto (água) pela sua origem (serra). pista de obstáculos) e outra de orientação (movimento para a direita vs. o depende estrictamente de su grafismo. próprio e implícito). synaestesia Propriedades apenas perceptíveis pelo gosto e pelo tacto (frescura) são aqui transpostas para o sentido da vista. também se explora a silepse de «olhar» «olhar por si» . figurado e explícito) e «olhar para si» (s. confundiendo las percepciones del sujeto. pero no su uso contrario. catachresis Obviamente um cognac não é um creme dermatológico para refrescar a pele. Note-se o truísmo da frase final. intercambio: Se obtiene la antístasis cuando un mismo elemento es repetido en un sentido contrario al inicial. Itália vs. antilogia 3 A antilogia é aqui de enquadramento.antilogia 2 Esta imagem. entre muchas otras operaciones basadas en la contigüidad entre ambos elementos. e petitio principii. antistasis A figura repetida está aqui orientada na direcção oposto à da primeira.quod est demonstrandum. a vaca pelo cavalo e a guitarra espanhola pelo banjo dos cowboys. iconismus 1 Aqui o grafismo «demonstra». Trueque. mas na verdade incorre numa dupla falácia: falsa analogia. La metonímia puede sustituir bien sea un continente por un contenido o un contenido por un continente. Aparentemente ilustra um truísmo.(s. metonymia 1 A garrafa contém uma substância que provém da serra do Gerês (a água) e esta que é representada aqui em seu lugar. Mutación: cuando el mensaje se torna imagen. América. o uso erróneo de palavras ou expressões. . pela sua disposição gráfica. O uso inapropriado de algo corresponde à catacrese verbal. La sinestesia substituye las funciones de unos sentidos físicos por otros. o sentido do texto. pretensamente provando por si mesma o que lhe cabia afinal provar . não seria de todo impossível de obter na realidade (verosímil). metonymia 2 Esta metonímia conjuga-se com outros processos retóricos: se o soutien é metonímia de conteúdo pelo seu continente. movimento para a frente).

Se caracteriza por una analogía de fusión que frecuentemente es conjugada con otras figuras. As rugas são representadas pelo verniz estalado dos quadros antigos (B por A). e a sugerida homossexualidade do atleta-modelo Carl Lewis. sofisticação. .polyptoton 1 O polyptoton designava inicialmente a repetição do mesmo termo mas em diferentes casos. onde abundavam raparigas em maillot. Há bastantes referentes em jogo . oxymoron Aqui a fusão é dos géneros masc. intertextualidade com as artes plásticas (metáfora pictórica). metaphora 3 Explora-se a El oximorón es también una fusión. O soraismus está presente no uso canhestro e afectado de uma língua estrangeira na designação do produto. permutatio) explora las capacidades semánticas de una metáfora original desdoblándose en una multiplicidad de otras metáforas. A vaca está assim presente pelas malhas [manchas] (sinédoque) e o produto pela sua origem (metonímia). É uma alternativa criativa à paliconia. beleza. Esta peça faz parte de uma célebre campanha da marca Absolut quase toda baseada na metáfora. lo que hace de él una antítesis condensada. apareciendo comúnmente asociada a la metonimia. rudeza vs. até às suas últimas consequências. a consumidora é assimilada à produtora (A é B) por meio da visualização da metamorfose da sua pele.o historial publicitário da marca. e a sua duplicatio (isocolon) antitética. (uso últimas em sentido idiomático e literal). O resultado final é contudo um impossívelpossível (paradoxo) já que a mulher também produz leite. pero de elementos contrarios entre si. allegoria 1 O rato que devido ao seu movimento no ecrã recebera uma tal designação metafórica. simplicidade vs. La metáfora es una relación de mutación irreal.. / fem. Como se vê os sentidos próprios e figurados interagem sucessivamente. metaphora 1 Quando é a imagem do produto que adquire traços de outro objecto (e não um conjunto de produtos como no caligrama) dá-se uma metáfora A é B. ou seja com terminações (desinências) diferentes. polyptoton 2 Na retórica visual designa a repetição de um mesmo motivo introduzindo-se ligeiras variantes entre si.metáforas dos também metafóricos addresses virtuais da Internet. metaphora 2 Nesta publicidade a uma marca de leite. O universo de contradições evocado explora vários clichés destes dois opostos: força vs.. graciosidade. indeciso por vários lares . La alegoría. sofre uma animização (prosopopoeia) e comporta-se como um rato animal. allegoria 2 Também aqui se dá a exploração dos vários aspectos da metáfora do rato inicial. (Lat. El poliptóton consiste en la repetición de un mismo elemento visual con ligeras variantes.

Se bem que a imagem da direita seja a única explicitamente genderizada («só para homens»). antithesis b) Ou símile? Como se explora visualmente a duplicatio da sujidade [luto] do carro e da loiça. La antífrasis obedece a veces a un propósito apotropaico y eufemístico: así. pero los une en una misma acción o situación. velho vs. La sineciosis también pone en escena dos contrarios. La antífrasis es una figura retórica que consiste en dar a un objeto o persona un nombre que indica cualidades contrarias a las que realmente posee. synoeciosis 1 Elementos contrastantes são conciliados na mesma acção ou espaço. no para encontrar correspondencias y convergencias pero sí contrastes e oposiciones. Así. synoeciosis 2 Este conjunto de clichés contrários (matéria vs. divisão e fronteira. esta da esquerda. novo antigenesis) destina-se a conciliá-los pela polivalência do . pela ausência de legenda e a sua binaridade especular. obteniendo así su conciliación. espírito. antiphrasis Aqui tem função de legenda o próprio nome da marca. feminino.polilogia Ampliación: entre las A polilogia define-se técnicas de ampliación del pelo emprego mensaje se destaca la excessivo de polilogia. o arame farpado figura metonimicamente a separação. que aproxima as duas metades da mensagem: «é próprio dos homens sujar e não limpar». Neste exemplo as palavras são redundantes face à intenção conciliatória realizada ao nível Los términos antitéticos son puestos en paralelo. palavras. ou masculino vs. sugere a leitura antitética «só para mulheres». A antífrasis es un texto o leyenda contrarios a lo que está representado en la imagen. al vinagre. por meio de clichés. contrariado pela ilustração: não há nela cores nem união já que os fios de arame estão dispostos de forma paralela para nunca se encontrarem. los romanos llamaban 'Buenos' a los espíritus malignos de los difuntos. en griego antiguo se llamaba 'dulcecito'. Nesta polilogia não-publicitária o efeito de ruído torna-se evidente: o excesso de precisões e limitações à proibição estatuída acaba por desacreditá-la totalmente. tal como a policonia é a excessiva multiplicação de elementos (sememas icónicos) numa imagem. é possível uma interpretação alternativa. y sin fundirlos (oximorón). Num segundo plano figurado. antithesis a) Esta peça publicitária de duas páginas explora a antítese do tipo antigenis.

. esta é representada iconicamente. O oximoro surgiria se a personagem vestisse a roupa. paradoxon a) A legenda no alto elide. elemento comum. Na heráldica chamam-se «nomes falantes» aos brasões que incluem uma iconificação dos apelidos. O conjunto compõe um dulcis in fundo (v. O resultado é um paradoxo verbal. adnominatio Como o nome do produto inclui a palavra «neve» (o que na origem era uma metáfora A de B = brancura de neve). outros recursos). Los efectos de la paradoja visual son muy sorprendentes. primeiro tomada em sentido figurado e depois em sentido próprio. . Note-se a adnominatio dos nomes «Sterling» e «Author». paradoxon b) Este texto que completa a imagem anterior desenvolve e explora a adianoeta já enunciada a partir do paradoxo inicial.. minimiza O tricolon é por un elemento final repetido antitético aquello que había entediantemente sido dicho anteriormente. O texto da base liquida constipações apresenta a metáfora «liquida» entre aspas.e devolvida pela imagem ao seu sentido literal em sinédoque de um banho numa casa de banho luxuosa. na segunda frase. e da silepse do termo «pó» tomado literalmente (produto) e em sentido figurado (repulsa). neste caso um novo plebeísmo. um recurso que denuncia o uso forçado e impróprio deste termo.icónico. prosopopoeia 1 A garrafa da bebida é tratada como um ser humano. completando-se o anúncio com a silepse de «enriquecida». Substitución: la adnominación es la iconificación de un nombre propio por medio de su sentido literal u homofónico. tomada inicialmente em sentido figurado . resultando en un imposibleposible. . La paradoja concilia elementos irreconciliables. anesis La anesis debilita. (homiologia) mas no fim é contrariado pela invocação antitética da garrafa. o Apple PowerBook. La prosopopeya o personificación atribuye cualidades humanas a animales u objetos inanimados. «a preservação da» criando assim uma silepse implícita de «vida». prosopopoeia 2 A prosopopeia vem aqui acompanhada do plebeísmo «ter pó a. que guarda uma analogia isomórfica de tipo metonímico (produto pelo produtor) com a figura de um frade. frequentemente de animais.».«enriquecida em vitaminas».

Existe porventura um terceiro sentido . syllepsis 1 A silepse da palavra «abrir».: Como el cisne cuando muere si es verdad que el cisne canta). o icónico e o linguístico. b) el segundo sentido está presente en el texto icónico y/o lingüístico. aqui representada. o todos figurados pero de campos semánticos diferentes. do literal ao figurado. anaphora 1 A paliconia do avião. en su final (epístrofe) y en el medio (mesodiplosis: Repetición de una palabra o expresión en mitad de varias frases o versos consecutivos. A última é excêntrica formando uma epitasis.metonymia La metonimia explora Estas relações podem relaciones de contigüidad en ser de causa por efeito el mundo real. presentes ambos en el mismo anuncio. anaphora 2 As doze «passas da sorte» das badaladas do relógio à meia-noite de S. Silvestre dispõem-se aqui anaforicamente em cada unidade palicónica de «desejos». Estos pueden ser proprios y figurados. e são aqui ilustradas pela sugestão icónica do irritante som do sino provocado por um toque metálico de um martelo.passe a hipálage. syllepsis 4 Existe um aquíro na legenda «creme de limpeza» e uma metáfora A é B na estrutura do anúncio. La silepsis ocurre cuando una misma palabra debe ser entendida en dos o mas sentidos.o corpo de uma mulher . mas também a nariz. e um tricolon anafórico no texto final . já que os papéis são explicitados iconicamente como folhas de escrever e como lenços de assoar. Ej. Se distingue de la alusión porque: a) la polisemia se concentra en una palabra. em sorridente prolepse .obtido pela metonímia e sinédoque do soutien (conteúdo por continente mais o todo pela parte). y no en la totalidad de la frase. composta com a frase suspensa (reticências). syllepsis 2 Neste caso também é da presença dos dois códigos. que nasce a silepse do verbo «tirar». baseada nas silepses de «leite» e de «limpeza». o próprio da cápsula e o figurado do soutien. ou de efeito por causa. syllepsis 3 Uma silepse engenhosa: « entupido» refere-se a escritório. Obtém-se assim um resultado perturbante para os ouvidos que poderia estar na origem da cefaleia da senhora. o oposto da anesis. Intercambio: la anáfora consiste en la repetición de los mismos signos (lexicales o icónicos) al comienzo de lineas o alineamientos (sintagmas). numa evolução do concreto ao abstracto. apesar do «abrir» deste último ser já uma metáfora morta. usada em dois sentidos. após a ingestão do remédio. instrumento não apropriado para tal fim (catacrese). conforma uma anáfora face às linhas verticais ou horizontais e uma mesodiplosis se considerarmos a sua unidade de sentido com a frase da legenda inicial.

metaphora 2 Metáfora de B por A em que a vitalidade sexual. que a usa anaforicamente para atingir um climax (crescendo). «Keep cool» e «brain freeze» são expressões idiomáticas (ver infra metáfora 4) tornadas pertinentes pela sinestesia inicial. A frase final. . A posição do atleta face ao corpo do fundo corresponderia também à do respectivo falo erecto. uma vez mais B por A. que le acompañaron doscientos cardenales. Quevedo iconismus A palavra «metade» é iconificada na baguette do pão e explorada no texto.ou textual como neste caso.: Salió de la cárcel con tanta honra. A anfibología es una contaminación entre las partes de un mensaje que provoca igualmente un segundo sentido. O paralelismo semiótico da alimentação/sexualidade é bastante explorado em certa publicidade. metaphora 1 A metáfora visual A é B pode estabelecer-se de forma icónica metamorfose . Ej. amphibologia A estrutura ambígua deste anúncio parte da falta de separação («pontuação») entre as imagens e a equívoca colocação da siléptica legenda «leve-a» sobre a suposta cliente (metáfora morta) que faz nascer a dúvida sobre o objecto da sugestão. Anfibología (Ambigüedad): Empleo de palabras o frases de doble sentido.( três estruturas paralelas com o mesmo início). B por A («Este burro me insultó») y A de B («tienes memoria de elefante») . A exploração da sinestesia da imagem leva no texto à metáfora das suas características técnicas em «sabores» diversos. Tais analogias servem para vincar e explicitar o carácter de algo ou de alguém. La confusión de las funciones .synaesthesia entre los sentidos («oyes o Este produto azul?») es la sinestesia. salvo que a ninguno llamaban eminencia. está figurada pela força do halterofilista na erecção dos pesos. destinado ao ouvido passa a ser provado pelo paladar. constitui uma epitasis. com o antitético «inteiro».ejemplos extraídos de metáforas animales corrientes. não representada. que permitem retratar o seu utilizador como monge budista detentor também da Luz interior. Existen tres tipos de metáfora: A es B («És un burro»). construindo mentalmente relações inexistentes no mundo exterior. syllepsis 5 A silepse de «iluminação»: a câmara com iluminação interior e a metafórica iluminação búdica.

metaphora 4 Partindo da metáfora A é B de «frio» por calmo . composta de distintas partes. segundo o próprio texto. . ou falácia do argumentum ad hominem asserção comprometida pelo metaphora 5 a) A metáfora visual A de B produz uma criatura fantástica do tipo «quimera». La metáfora visual A de B substituye parte de una imagen por otra o parte de otra.a expressão inglesa «mind cooler» é idiomática por «calmante» . ilustrada pelos graffitis e tags supostamente realizados sob os efeitos da sua ingestão (metonímia de efeito por causa). En la paromologia. apodioxe Neste caso. Não sendo exactamente como ir ao cinema.a mente demasiado arrefecida (auxese) metamorfoseia-se em descomunal iceberg (hipérbole). O duplo sentido é veiculado pelo duplo código: a imagem fornece uma interpretação não óbvia da locução. ni confundiéndolos (sínquisis).metaphora 3 A metamorfose da garrafa em spray (A é B) sugere metaforicamente o surto de inspiração (leitura forçada pela legenda) que adviria do consumo da bebida. Neste anúncio procura-se uma sensação visual de integração na natureza. e este é um dos usos mais explorados da adianoeta. adianoeta Nesta adianoeta procede-se a uma paraenesis (aviso de perigo iminente). havendo que abdicar de um para obter o outro (dilemma positivo). O processo contrasta com a sincórese em que os dois pontos têm igual força. o falso acuerdo. pois está isento dos defeitos do seu «concorrente». no fundiéndolos (A es B). É uma imagem violenta e nãocomercial. usando o ataque pessoal contra o próprio modelo. a imagem é apresentada como tipo dos autores da afirmação que se pretende ridicularizar e que pela sua própria comicidade resulta numa refutatio ab fonte. realzando así la fuerça del argumento mayor. Usos de la ironía: algunos usos de la ironía involucran usar una adianoeta o alusión que cita un argumento de otro apenas para rechazarlo como absurdo o nulo. manteniendo perfectamente identificables enl todo os dos elementos. hay un punto menor o ridículo de lo que se abdica. metaphora 5 b) Esta imagem de umas «costas de beringela» baseia-se na metonímia de produto final (corpo) pela sua origem (alimentos): «nós somos o que comemos». paromologia O argumento maior é neste anúncio uma hipérbole: o carro é tão amplo que o seu espaço interior equivale ao de uma casa. Note-se também a antífrase do nome do gelado (Solero) com a sua própria essência (temperatura) e a paisagem polar sem calor representada. o leitor de DVD pode ser um bom sucedâneo. antanagoge As vantagens finais do produto só são ilustradas pelos defeitos da sua alternativa. que o produto alegadamente proporcionaria.

. enthymema O bem-estar (segurança) é apanágio deste carro (premissa maior omitida).multiculturas. logo as batatas estarão secas. / nos miraremos. POLÍPTOTON Tipo de paronomasia que consiste en acumular distintas flexiones de la misma palabra. utilizado en la prosa de los libros de caballerías de Feliciano de Silva: La razón de la sinrazón que a mi razón se hace. anáfora. derivatio. epanadiplosis. epífora. http://www. com falsas premissas e/ou falsas conclusões. gradación. parison. cuando no nos miren. paralogismo Aqui a premissa maior. ALEGORÍA . de tal manera mi razón enflaquece. ANÁFORA Del griego anaphora.htm Las figuras de repetición son las siguientes: aliteración. o entimema é um silogismo truncado.ethos do seu autor. Es característica de la poesía cancioneril castellana del siglo XV y propia de corrientes manieristas y barrocas. Por ej. / érase una nariz superlativa. a segurança da família vale portanto x contos (conclusão expressa no início). que miran / que nos miramos. é a de que a imagem da batata é igual às batatas «reais». en las que los católicos quieren ver que Pedro asumió la jefatura de la iglesia cuando el contexto deja claro que la piedra a la que aludía era el concepto de que él era el hijo de Dios: Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam (Tú eres Pedro y sobre esta piedra levantaré mi iglesia). que con razón me quejo de la vuestra fermosura. Como se pede uma verificação táctil no suporte (papel) trata-se também de uma metapublicidade.. polisíndeton. bien de forma continua bien de forma discontinua. e se a imagem está seca. No nos miremos / y.. figura etimológica. figura retórica consistente en una repetición de palabras al principio del verso o frase. (isocolon. "Erase un hombre a una nariz pegado. Usos do silogismo e do paralogismo (falácias): muito comum na argumentação. Esta falácia da identificação do ícone com o seu referente enquadra-se na falsa analogia. em que a premissa maior está omissa. diáfora. políptoton).com/retorica/imagem. Cervantes se burló de este recurso. falsa. o carro custa x contos (premissa menor. annominatio (paronomasia. como en las palabras de Cristo a Pedro. O paralogismo é um falso silogismo. ‘repetición’. correlación) PARONOMASIA o ANNOMINATIO Acumulación de palabras de sonido parecido o análogo. afirmada pelo contexto). Acaso el mejor ejemplo puede constituirlo esta seguidilla compuesta popular: No me mires. A lo contrario se le denomina epífora. anadiplosis.". Con mucha frecuencia va asociado a un juego de palabras.. / miremos la manera / de no mirarnos.

Y Albertino Mussato escribe que los humanistas “son enanos a hombros de gigantes”. Anatomía significaba también ‘esqueleto’) g) El instrumento por su utilizador: “Un primer espada”. Por ejemplo. tomándolo del Eclesiastés. el español colérico” g) El plural por el singular: “Los oros de las Indias” h) La materia por el objeto: “Fiel acero toledano” por espada. Los principales representantes fueron el Marqués de Santillana (Carrión de los Condes. i) Lo abstracto por lo concreto “La Caridad es sublime”. “El espadón de Loja” (Narváez) h) El autor por la obra: “Leyó a Virgilio”. Omar Khayyam afirma que la vida humana es como una partida de ajedrez. 1398-1458) y Juan de Mena (Córdoba. el jugador es una pieza más en el tablero cósmico. se conoce como alegórica-dantesca la poesía alegórica española del s.Del griego "allegorein": hablar figuradamente. Por otra parte. c) Palabra más general por la más particular: trabajdor por obrero. a diferencia de la sinécdoque. “Tener buena estrella” (suerte). pero subidos a hombros del saber humanístico antiguo podemos ver incluso más de lo que vieron los grandes hombres del pasado. recurso estilístico muy usado en la Edad Media y el Barroco que consiste en representar en forma humana o como objeto una idea abstracta.. d) El género por la especie: bruto por caballo. “La juventud es rebelde” “Las tropas no respetaron sexo ni edad” j) El signo por la cosa representada: “Mensaje de la Corona” por mensaje del Rey k) La especie por el individuo: “El hombre (los astronautas) fueron a la luna” Si designa a un nombre común por uno propio o viceversa. . alma por habitante. por contigüidad (pars pro parte). su vida a un leño” (Góngora) = barco d) Continente por contenido: “Tomar una copa de vino” e) Lo abstracto por lo concreto: “La Santidad de Pío IX” (Valle-Inclán) f) Lo concreto por lo abstracto: “Respetar sus canas” (su vejez) “Tener buena cabeza” (inteligencia). El significado alegórico es también uno de los cuatro que es posible extraerle a las Sagradas Escrituras según los teólogos. en que la relación es de inclusión (pars pro toto. una mujer ciega con una balanza es alegoría de la justicia. cabeza por animal. por otra parte. METONIMIA De "meta": detrás y el gr... XV influenciada por la Divina commedia de Dante Alighieri. hablando de los pleitos. b) El todo por la parte: La ciudad (sus habitantes) se amotinó. También se denomina así al procedimiento retórico por el que se crea un sistema complejo de imágenes metafóricas que representa una peripecia vital real. afirma. que nuestras vidas son ríos y como ellos parecen diferentes en su curso y caudal. la sustitución de un término por otro que presenta con el primero una relación de contigüidad espacial. porque por nosotros mismos no podemos ver muy lejos. en ella. A. “el segundo violín”. Mientras que en la metáfora la relación entre los dos términos es paradigmática (los dos términos pertenecen a campos semánticos diferentes) en la metonimia la sustitución es sintagmática. “Compró un Barceló en una subasta” i) El lugar de procedencia por el objeto: “El Burdeos me gusta más que el Montilla” j) El epónimo por la cosa: “Por que es la Virgen de la Paloma” (El día de la fiesta) SINÉCDOQUE Tropo muy frecuentado en el siglo XVIII que consiste en designar un todo entero por una de sus partes (pars pro toto) o viceversa.. como ocurre con la metonimia. o en forma de conjunto de metáforas asociadas. que es el mar/la muerte. "onoma": nombre. felino por tigre. en la cual las casillas negras representan las noches y las blancas los días. Machado. por mi mujer. pero siempre que ambos elementos se relacionen por inclusión y no. e) La especie por el género: “Ganarse el pan” por “ganarse la comida” f) El singular por el plural: “El inglés es flemático. Jorge Manrique. Existen como en esta varios tipos: a) La parte por el todo: vela por nave. b) La causa por el efecto: “Cuando las estrellas clavan / rejones al agua gris” (Lorca). temporal o causal. y un esqueleto provisto de guadaña es alegoría de la muerte. “La ágil pluma del periodista” (estilo). o totus pro parte). Existen varios tipos: a) Efecto por la causa: “Mi dulce tormento” (Arniches). tropo que consiste en designar la parte por la parte (pars pro parte) o.. Hacéis de la esperanza anatomía (Lope de Vega. pero no en su final.. se denomina antonomasia: Ni un seductor Mañara ni un Bradomín he sido. 1411-1456). como afirma Jakobson. lo que clavan son rayos en el agua c) La materia por la obra: “Fió. Por ej.

Es hielo abrasador. corre el rumor de que Juan Luis Panero. que me rompiste el cambio de la bici. de Quevedo. Francisco Umbral afirma que “la ironía es la ternura de la inteligencia”. de Quevedo. se mueve en otros medios. Otra gente parece preferir ahora Vicente. te recuerdo con franca simpatía.L. DISSIMULATIO o ILUSSIO Con la ironía o afectación de ignorancia se afirma lo que no se piensa. Creo. y. Comieron una comida eterna. sin principio ni fin. para colmo. Sobradas pruebas de amistad me diste en el tiempo feliz de nuestra infancia. Lo fugitivo permanece y dura. a un viajero). que le contaste a mi primera novia lo mío con tu prima. F. Mis padres van tirando. En este poema Jon Juaristi critica irónicamente la evolución de la sociedad española reciente. Cree. Subrayo las palabras donde residen los matices de ironía: Sátira primera (a Rufo) Te has decidido. Monterroso) IRONÍA. o con expresión que significa lo contrario de lo que se quiere o pretende decir. es viceconsejero de Comercio por el Partido Popular. Los gnósticos hablaron de una luz oscura (J. preguntando qué pasa con mi cátedra. Rufo. cómo siguen mis viejos. Bien conoces al pelma de Gonzalo. incluso. claro. F. que fuiste tú quien se lo presentó. Existen nueve clases: a) antífrasis: dar a algo un nombre que indique cualidades contrarias (“Peludo”. Buscón. Ej.. a probar suerte en un certamen de provincias. Consiste en designar personas o cosas con nombres que significan lo contrario de lo que son. Al contrario. Rufo. No te prometo nada: somos catorce y.OXÍMORON Del griego oxymoron. que nada tengo contra ti. Es cierto que arruinaste mi mecano. Veré qué puedo hacer. .. unas veces por afecto. "¡Vaya angelito!" Cuando se emplea en forma amarga o cruel se llama sarcasmo. Véase. escondiéndolo de quien no llega a entenderlo. es fuego helado F. antiguo responsable de mi célula.. rey de los judíos”.. la Piesplanos. Vicente. como cuando dijo Pilatos “Salve. Lope de Vega. si padezco todavía del hígado y si he visto a la alegre cuadrilla del Pecé. donde ejerzo casualmente de jurado. qué fue de aquella chica pelirroja con quien ligué el ochenta en Jarandilla. otras por no herir ni suscitar discusiones y las más de las ocasiones por burla secreta. Eres algo indiscreto. a un calvo) b) asteísmo: fingir que se vitupera para alabar con más finura (“Te falta mundo”. Borges) Mis libros están llenos de vacíos (A. y encuentro razonable que me llames. figura retórica que une en un solo sintagma dos palabras de significado opuesto: Que tiernamente hieres (San Juan de la Cruz) La música callada (San Juan de la Cruz) Un ignorante soberbio. pero todos tenemos unos cuantos defectillos. al cabo de diez años de silencio. de Quevedo.

pero no se compara. la vida que es sueño. Poco a poco el símbolo adquiere significados connotativos personales en el decurso de la historia literaria. sino que a ninguno llamaban señoría. por el contrario. señor. con el pretexto de que trabaja en un lupanar vende géneros de contrabando” ANFIBOLOGÍA Del griego anphibología. pero pueden encontrarse antecedentes prácticamente en cualquier época. f) mímesis: imitar a quien se quiere ridiculizar (“io no quiero ye-yelección. pero para los romanos era un instrumento de ejecución de esclavos.?”). observa que la poesía de las literaturas orientales carecen de este para nosotros . Salió de la cárcel con tanta honra. tipo de hipérbole irónica que confiere una importancia desusada a algo trivial o despreciable. d) clenasmo: atribuir a alguien las buenas cualidades que nos convienen y a nosotros. cuando en realidad es al revés). cuando se busca novedad o. j) tapínosis: rodear aquello que se quiere dar a entender con unas palabras que le quitan o rebajan su importancia: “Su señora. ‘ambiguo. Asimismo.. equívoco’.. ilumina una composición.. que se denomina propiamente alegoría: una balanza es alegoría de justicia: en vez de existir relación arbitraria entre significante sensible y significado abstracto hay una relación motivada.. cuando un autor se obsesiona con un mito o tema determinado. se denomina símbolo. Mas pues.. recurso diferente y mucho más simple y primitivo. Doble sentido de una palabra a la que se le puede dar más de una interpretación. es recurso estilístico cuando se usa voluntariamente para exhibir el ingenio. que lo tiene por uno de sus tropos preferidos. en suma. Borges afirma que la historia de la literatura es en el fondo la historia de unas pocas metáforas. hacia la infinidad buscando orilla. Fr. Montano.. La cruz es símbolo del cristianismo.. Buscón. es vicio estilístico si es involuntaria y provoca ambigüedad pecando contra la precisión. por ejemplo tu/tú que puede ser determinante posesivo o pronombre personal. quiero irme a mi Aniyaco”) g) Sarcasmo: cuando la burla es tal que se convierte en un redondo insulto h) meiosis: atenuación que rebaja exageradamente la importancia de algo que en verdad la tiene. equivalente a una horca. como ocurre en el conceptismo. Epístola a Arias Montano Alma (R) = Nave (I) Dios (R) = Mar (I) La abundancia de metáforas suele oscurecer (noema) un texto. estamos ante una metáfora pura. que le acompañaron doscientos cardenales. va mi navecilla corriendo este gran mar con suelta vela. i) auxesis: lo opuesto a la meiosis. Villamediana con el mito de Faetón. Cuando aparecen los dos términos (real y evocado) estamos ante una metáfora in praesentia (Ullmann) o metáfora impura o imagen. de Aldana. Se compone igualmente de dos elementos. pero el símbolo se caracteriza por su permanencia en el seno de una cultura. Cuando no aparece el término real. su desarrollo en forma de alegoría. se identifica. muy identificada con el espíritu y las vivencias de un poeta. sus malas cualidades (“Tu vigoroso estado atlético contrasta con mi débil figura”. La metáfora personal. Hay poetas con un amplio y complejo sistema simbólico. y señala algunas: el río que es tiempo. METÁFORA o TRASLACIÓN Mediante el algoritmo analógico conocido como metáfora se identifica verbalmente algo real (R) con algo imaginario o evocado (i). las mujeres que son flores. ante una frase desafortunada). sino sólo el metafórico. por ejemplo. se quiere evitar la repetición del término propio o se desea hacer palpable lo que se designa o dirigir la atención hacia el significante. Véase su entrada respectiva. pues en ese caso sería un símil. Francisco de Quevedo. se pretende conceder a lo cotidiano la dignidad de lo desconocido. el sensorial y el intelectual. Se usa cuando no existe término propio para la situación. e) diasirmo: humillar la vanidad del otro. Normalmente se resuelve acentuando una de ellas en función diacrítica o distintiva. como por ejemplo Lorca. el término propio no tiene la connotación deseada. Hay que distinguir este tipo de metáfora compleja o alegórica de la metáfora motivada. recordándole cosas de que debe avergonzarse (“¿Qué otra cosa puede esperarse de un hombre que una vez se vistió de mujer.c) carientismo: usar expresiones que suenan verdaderas o serias para burlarse (“Nunca oí algo tan certero”. por usar la expresión de Novalis. los ojos que son estrellas. El símbolo adquiere desarrollo en la poesía mística española y en la poesía llamada “simbolista” del siglo XIX..

aya. muñeco o títere de los dioses o Dios es muy antigua. Metáfora aposición: R. ya desde el episodio de la fruta prohibida. El Somnium Scipionis también. aunque las palabras que lo constituyen tienen todavía significados conceptual por sí mismas y la jitanjáfora. la Biblia es el principal manadero. las corporales y las relativas al teatro. En cuanto a las terceras. Píndaro llama hija de las nubes a la lluvia e hijo de la vid al vino. las de persona o parentesco. y existen todo tipo de peligros en la navegación. Curtius señala cinco grandes grupos de metáforas en la antigüedad clásica: las náuticas. En el primer grupo. Góngora a Cupido nieto de la espuma. El monosémico cuando ha desaparecido por completo el significado lógico y perdura solamente el significado irracional. Calderón desarrolla alegóricamente la metáfora haciéndola objeto de obras enteras por medio del subgénero dramático auto sacramental. madrastra. Metáfora simple o imagen: R es i: Tus dientes son perlas 2. i: Tus dientes. La Biblia usa también este tipo de metáforas y llama al demonio padre de la mentira. El disémico. Platón habla de la tragedia o comedia de la vida en el Filebo. y la edición de la obra es un parto. la consideración del hombre como juguete. a horror segundo teatro funesto es. las alimentarias. Bousoño distingue tres tipos de símbolos: el símbolo disémico. parentesco o profesión humana de una cosa respecto a otra. reducido a segunda intención. San Pablo dice que los apóstoles fueron destinados al circo romano del mundo. hija. El segundo tipo de metáforas señala el linaje. En cuanto al teatro. San Clemente concibe el cosmos como un escenario. perlas de tu boca 3. III: El dosel de la jura. El poeta épico navega en gran navío por el mar y el lírico en barquichuelo por el río. Metáfora negativa: No I. cuando al significado irracional se añade otro lógico. De ahí se pasa a una auténtica genealogía de la moral. criada de la otra. R: No es el infierno. está también el hambre y sed de justicia y el agua de la vida eterna y el pan cuerpo y la sangre vino de Cristo y la santa cena. es la calle (Lorca) .imprescindible invento. indicando que es hermana. Los libros se suelen considerar hijos. Los principales son los siguientes: 1. el símbolo monosémico y la jitanjáfora. Existen muchos tipos de metáforas. Las imágenes corporales se aplican al espíritu: los ojos y oídos del espíritu. Metáfora de complemento preposicional del nombre: R de i: Dientes de perla I de R: Perlas de dientes 4. que se construye cuando se renuncia a todo tipo de significado conceptual creando expresiones nuevas. rey. padre. donde importuna representa tragedias la Fortuna. Metáfora pura: I [R ]: Las perlas de tu boca Se utiliza en la poesía culteranista y en periodos muy cortesanos de la literatura. por ejemplo. madre. entre otras expresiones. la escritura de una obra se identifica con una navegación: al principio se abren las velas y al final se cierran (por semejanza con el desenrollar del libro antiguo). metáforas gastronómicas. Es más. Calderón afirma en La vida es sueño. 5.

cítara de pluma/ave. como ocurrió con la acumulación de kenningar por los bardos islandeses y en el culteranismo español... 13. Metáfora sinestésica. PARADOJA. con caridad sin igual. oro y hierro. Lope de Vega. En su forma compleja. 11.. Metáforas literaturizadas El abuso por parte de los poetas de la metáfora lleva a una acumulación de metáforas puras tópicas que pueden hacer de la poesía algo ininteligible para el profano.. i. Imagen visionaria. y también hizo los pobres. Metáfora continuada o superpuesta: R es [I1.. etc. I3 es] I4: Las mariposas pueblan tu boca [Los dientes son perlas. 8. por ejemplo. I2 es I3. por ejemplo. Algunas metáforas literarias tópicas desde la Edad Media son. No debe confundirse con la antropomorfización de la realidad o prosopopeya. Lope de Vega No sé qué tiene el aldea donde vivo y donde muero que con venir de mí mismo no puedo venir más lejos. Según Bousoño. dulce azul. Por ejemplo: Ningún hombre es una isla. es el infierno Es una de las aportaciones técnicas del surrealismo 6. cuando exige una explanación extensa que implica un denso sistema de metáforas de forma no lineal. Alegoría o metáfora compleja. i. un sentimiento o un objeto concreto con una impresión sensitiva que le es poco común: “Sobre la tierra amarga”.No R. John Donne. mezcla una idea. 7. Tomás de Iriarte. 9... Metagoge: Variedad de metáfora en que se atribuyen cualidades o propiedades de vida a cosas inanimadas: reírse el campo. porque ha llegado a perder con el uso su referente imaginario: hoja de papel. i. el cristal/arroyo o la hidropesía/hinchazón espiritual o las citadas anteriormente por Curtius. 12. Metáfora impresionista o descriptiva: R. las perlas son pétalos de margarita: los pétalos de margarita son alas de mariposa] Es una de las aportaciones técnicas del surrealismo. ANTILOGÍA o ENDÍADIS: Expresión apotegmática o sentenciosa de un enunciado en forma contradictoria: Del tiempo huye lo que el tiempo alcanza. sino subjetiva y emotiva. Es muchas veces irónica: Todos somos iguales.: Ya viene. En su forma simple confunde dos sensaciones de dos entre los cinco sentidos corporales: áspero ruido. I1 es I2. hay otros tipos: . i. pero unos más iguales que otros (Rebelión en la granja. de George Orwell) El señor don Juan de Robres. Machado. consiste en la identificación de R con I a través no de una base común objetiva. como en el caso de la imagen visionaria. Según su contenido semántico. I: No es la calle. hizo hacer este hospital. 10. Metáfora lexicalizada: Es aquella de la que el hablante no es consciente.. el cortejo de los paladines (Rubén Darío).

Vista la Luna desde la Tierra. por lo que no podría afeitarse a sí mismo. queda confirmada la ley Todo objeto no-negro es no-cuervo y. Aquí está de nuevo envuelto el significado de una palabra. como la de Hempel o la de Goodman La de Hempel es la siguiente: “Todos los cuervos son negros” es una verdad incontrastable. No me ha visto la espalda. porque tenemos una doble negación. Cazador: Puesto que la ardilla está sobre el tocón. y mientras lo rodea. El cazador va rodeando el tocón. Por supuesto. en este caso. Paradojas geométricas La del cazador y la ardilla. porque o bien el cazador da una vuelta alrededor de la ardilla. Paradojas lógicas La paradoja del barbero o de Russell es conocidísima: En una barbería hay un cartel que dice lo siguiente: Yo afeito a quienes no se afeitan a sí mismos. Aunque no lo parezca. ¿habrá dado una vuelta en torno a la ardilla?. puesto que no la vemos por todas partes. ¿Quién de los dos tiene razón?. no sabríamos que la ley es falsa. ¿Cuál de estas dos leyes está más confirmada?. 2. pues existen millones de objetos no-negros que son no-cuervos. Pero si existiese un cuervo blanco y no lo observáramos. la primera ley se acepta. "revolución". el pelo encanece con la edad. Según cómo se defina. Cuando el cazador haya dado una vuelta completa alrededor del tocón. Cuantos menos objetos hubiera. pero esto no puede ser. y nadie ha observado jamás un contraejemplo. . entonces forma parte de las personas que se afeitan a sí mismas. Ardilla: El cazador sólo me ha visto de frente. pero la segunda no. pero no las dos cosas a la vez. Bertrand Russell descubrió que no puede existir un conjunto que se contenga a sí mismo. más se confirmaría la ley por cada objeto no-negro que sea no-cuervo. Puesto que siempre vemos su cara. Por cada objeto no-negro que sea no-cuervo que observemos confirmamos las leyes enunciadas. a su vez. y que a partir de ese momento pasen a ser azules. se la vería dar una vuelta alrededor de su propio eje. Paradojas estadísticas. ¿Podría servirnos para confirmar la ley que hemos enunciado? Enunciemos la ley de esta otra forma: “Todo objeto nonegro es nocuervo” Es la misma ley antes enunciada. Llamemos verzules a los objetos que cumplan que sean verdes hasta fin de siglo. pero si solamente se hubieran observado tres o cuatro cuervos negros. Como se ve. lo contrario a si observamos millones de cuervos y todos son negros. Otra paradoja parecida es la que surge al contemplar la Luna. ambas leyes están igualmente confirmadas. Toda observación que se haga de una esmeralda será un ejemplo que confirme cada ley. podemos decir que la Luna no da una vuelta sobre su eje cada vez que da una vuelta alrededor de la Tierra. Todas las esmeraldas son verzules. estas confirmaciones son muy pequeñas. cuando la Luna da una vuelta alrededor de la Tierra. El problema radica en la definición de la palabra "rodear". ¿Cómo es posible que los mismos objetos confirmen leyes opuestas? La de Goodman es la siguiente: sabemos que ciertos objetos cambian de color en cierto momento. 2. y el cazador a una cierta distancia del tocón. científica. las manzanas pasan de color verde a color rojo. porque por el péndulo de Foucault puesto en la Luna se puede constatar que sí da una vuelta alrededor de su eje. queda confirmada la ley Todos los cuervos son negros. o bien no la da. vemos que es un objeto no-negro. y encontrar confirmación de esta ley igual que con la otra. por lo que debería afeitarse él mismo. por ser leyes equivalentes. hallar la ley equivalente. La pregunta es: ¿quién afeita al barbero? Si el barbero se afeita él mismo. Si no se afeita a sí mismo. ¿Qué pasaría si observásemos una oruga amarilla?. A primera vista. ésta ya no es una paradoja. Sin embargo. sino sólo por una mitad. Sin embargo. etc. ambos tienen razón. el barbero no puede cumplir con lo que puso en el cartel. Al ver la oruga amarilla. así tendrá uno u otro razón. forzosamente habré dado una vuelta alrededor de la ardilla. La ardilla está sobre un tocón. ¿habrá dado la Luna una vuelta sobre sí misma? Vista la Luna desde otro planeta distinto a la Tierra. por tanto.1. como he dado una vuelta alrededor del tocón. Todo objeto noblanco es no-cuervo. Por ejemplo. la ley estaría débilmente confirmada. se puede enunciar la ley Todos los cuervos son blancos. y que es un no-cuervo. Sin embargo. por tanto. Consideremos ahora las siguientes dos leyes: Todas las esmeraldas son verdes. no ha dado una vuelta alrededor de mí. entonces formaría parte de las personas que no se afeitan a sí mismas. siguiendo este razonamiento. y solamente a éstos. la ardilla va girando sobre sí misma sin perder de vista al cazador.

Madre: Pero si te lo comes. esta paradoja es similar a la del cocodrilo. La diferencia aquí es que esta frase se alude a sí misma directamente. porque el mismo conjunto no es una manzana. Las listas quedarían como están. una de las más famosas que se conocen. La paradoja se presenta cuando se busca en la lista de no interesantes. Sin embargo. Cocodrilo: Si te lo devuelvo. si el visitante respondía con mentira. Pero puesto que dijo la verdad. La paradoja del Quijote aparece en el capítulo LI del libro segundo del Quijote. Se puede ver claramente que esta frase contiene la paradoja del mentiroso. al ver la frase. La paradoja de clasificación consiste en lo siguiente: Se toman a todas las personas del mundo. Ahora. Si el visitante había mentido. Cocodrilo: ¿Voy a comerme a tu niño?. el conjunto de todas las cosas que no sean manzanas no puede existir. por ejemplo. Como se ve. Si una persona oye decir su frase sin saber que Epiménides es cretense. así que tienes que devolvérmelo. Se atribuye a Epiménides haber dicho la siguiente afirmación: Todos los cretenses son mentirosos. al final todas las personas pasan a la lista de personas interesantes. Sin embargo. quedando la lista de personas no interesantes vacía. Madre: Sí. habrías respondido erróneamente. habría dicho la verdad y debían dejarle pasar a la isla. Si el visitante decía la verdad. debía ser ahorcado. Un día llegó un visitante. Como había mentido. sin duda. Bechenbach. el visitante le respondió: He venido aquí para ser ahorcado Los guardias quedaron confusos. debían dejarle pasar. te lo devolveré ileso. no podía ser ahorcado.Así. por lo que hay que pasarla a la lista de personas interesantes. no vería paradoja en su declaración. Sabiendo que el mismo Epiménides era cretense. y la paradoja se presenta. que demostraba que todo número entero positivo es interesante. . Si no. así que me lo comeré. pues si no. ¿Que ocurriría si en vez de buscar a la persona menos interesante en la lista de no interesantes. y se las clasifica en interesantes y no interesantes. En la lista de no interesantes debe estar la persona menos interesante del mundo. te lo vas a comer. este hecho ya la hace interesante. La paradoja del mentiroso es. Había un guardia que a cada visitante le preguntaba para qué iba a la isla. Por tanto. Se puede utilizar cualquier criterio. debían ahorcarle. pues no sabían qué debían hacer. pues si no. yo habría respondido correctamente. Si el visitante respondía con verdad. Cuando el guardia le preguntó que para qué iba a la isla. ¿decía Epiménides la verdad? Una versión simplificada de esta paradoja es la siguiente: Esta frase es falsa. sí que la ve claramente. por lo que se repite el proceso. todas las personas del mundo son interesantes. El cocodrilo quedó tan confundido que dejó escapar al niño. Un cocodrilo atrapó al bebé de una madre. La paradoja consiste en lo siguiente: En el libro del Quijote se narra lo que ocurría en una isla. Sin embargo. buscásemos a la persona más interesante de la lista de interesantes?. Es similar a la paradoja del cocodrilo. el guardia le dejaba pasar y no había ningún tipo de problema. Si respondes correctamente. De esta forma. Esta es una divertida paradoja derivada de otra paradoja de Edwin F. por lo que debería entrar dentro del conjunto de cosas que no son manzanas. era ahorcado en el acto. habrá otra persona que será la menos interesante del mundo. me lo comeré. La paradoja del cocodrilo ya era conocida por los antiguos griegos. mientras que Epiménides lo hace indirectamente. habría mentido.

Como hay menos pisos por encima del suyo que por debajo. dos. pero casi todas las veces que toma el ascensor está bajando. 6/11. y me sobra una silla. La primera de ellas consiste en un corredor. Mientras los hijos estaban pensando en cómo repartir los camellos. seis. 4. En un edificio hay un ascensor. 3. pero vieron que no podían. y sobra uno. que razona de la siguiente manera: . y no tiene más sillas libres. tres. Paradojas probabilísticas La paradoja del ascensor o de Gamow-Stern es contraria a la intuición. los hijos quisieron repartir los camellos tal y como decía el testamento. Sabio: Bien. lo que haré será sentar al primero en la primera silla y le diré al segundo que se siente unos momentos sobre el primero. Y el pequeño tiene 2 camellos de 11. que es algo más que 1/2. al cual pidieron ayuda. Suponemos que los tiempos medios de parada del ascensor en cada planta son iguales. Los tres hijos quedaron conformes con el reparto. para el hijo mediano. para el pequeño. ¿Dónde falla el razonamiento?. Algo parecido le ocurre a otro vecino que vive en una de las primeras plantas del edificio. la del testamento. y al hijo menor la sexta parte. es decir. falta por acomodar a la séptima persona. Hijos: Hay doce camellos. tengo que acomodar a siete personas en seis sillas. serán para el hijo mayor. sólo bajarán los ascensores que provengan de pisos superiores. La sexta parte de ellos. Un señor que vive en una de las últimas plantas está muy molesto porque la mayoría de las veces que toma el ascensor está subiendo. pues el hijo mayor tiene 6 camellos de 11. es decir.2. Paradojas numéricas. y no es la que está sentada sobre la primera persona. Por ejemplo. He repartido en total los doce camellos. decidme cuántos camellos hay ahora. Sólo subirán los ascensores que estén por debajo de su piso. algo mayor que 1/4. habrá más posibilidades de que los ascensores bajen. Bueno. es decir. pasó por allí un sabio montado en su camello. Otra numérica es la las seis sillas. En el último momento se une una séptima persona al grupo. Como se ve. el 1/12 sobrante se lo han repartido entre todos. Cuando llegan al restaurante. así que le diré al que está sentado sobre el primero que ocupe la sexta. cuando en realidad es la segunda. Sabio: Bien. Al quinto lo sentaré en la siguiente silla. la mitad de ellos. hay menos probabilidad de que los ascensores bajen. algo mayor que 1/6. el mío. Sentaré al tercero al lado de los otros dos. El mediano tiene 4 camellos de 11. El sabio juntó su camello con los 11 de los hijos. y ya los tengo acomodados a todos. el acomodador se encuentra con que tiene que acomodar a siete personas en lugar de a seis. La cuarta parte de ellos. Esta divertida paradoja es muy sutil. y dejó un curioso testamento. Lo mismo ocurre con el vecino que vive abajo. El fallo es contar a la persona que está sentada sobre la primera como la séptima persona. cuando él quiere bajar. En realidad el testamento no se ha cumplido al 100%. Como hay menos pisos debajo del suyo que encima. a su hijo mediano le daba la cuarta parte. y bajarán los que estén por encima de su piso. Cuando el hombre murió. Esta paradoja es una variante de otra más antigua. en la que una mujer es capaz de dar habitación individual a 21 personas con tan sólo 20 habitaciones. El testamento se ha cumplido. que está esperando de pie. La explicación se encuentra en que. que es muy antigua: Un hombre poseía 11 camellos. ¿Cómo lo voy a hacer?. Seis personas reservan una mesa en un restaurante. 2/11. Este vecino normalmente quiere subir. que decía que a su hijo mayor le daba la mitad de los camellos. Paradojas temporales Son conocidísimas las del escéptico Zenón. y el sabio se fue con su camello. para el vecino que vive arriba. 3/11. y al cuarto al lado del tercero. y al sexto en la siguiente silla. pero al revés. y subirán los que provengan de pisos inferiores. es decir. El acomodador razona: Acomodador: Vaya. ¿Cómo es posible que la mayor parte de los ascensores esté subiendo y a la vez bajando?. En el momento en que sobra una silla. Tengo así acomodados a seis clientes.

el corredor nunca podrá alcanzar la meta. Estos puntos medios no acaban nunca. La tortuga razonaba: "Aquiles nunca podrá alcanzarme. por gozar este sitio. y que es mancilla que esto no dure un siglo. Es la famosa paradoja de Aquiles y la tortuga. Virgilio y en poemas didácticos como el De rerum natura de Lucrecio o la Divina comedia de Dante Alighieri. Antes de recorrer la cuarta parte final. seor soldado. Porque el corredor piensa que en cada tramo empleará el mismo tiempo. ¡oh gran Sevilla!. Cervantes (Antilogía.brinkster.: . Cuando Aquiles llega al punto que dista un kilómetro.htm Anesis Conclusión del discurso que disminuye el efecto del mismo.: «¡Voto a Dios que me espanta esta grandeza y que diera un doblón por describilla! Porque ¿a quién no sorprende y maravilla esta máquina insigne.net/web/retorica2. Paradoja Uso de expresiones o frases que envuelven una contradicción aparente. no podré alcanzar la meta. Alonso Fernández de Andrada. Cuando ha avanzado estos 10 metros. cada pieza vale más de un millón. Su eficacia depende de su originalidad: Cual gusano que va de sí tejiendo su cárcel y su eterna sepultura. Roma triunfante en ánimo y nobleza. habré avanzado un poco más". Ej. y así sucesivamente. http://solotxt. el sosiego dulce y caro como en la oscura noche del Egeo busca el piloto el eminente Faro. ¿Por qué?. porque cuando llegue donde yo estaba. esta riqueza? »Por Jesucristo vivo.. Aparentemente. y se puede encontrar con frecuencia en las epopeyas clásicas de Homero. hoy ha dejado la gloria donde vive eternamente». se encuentra con que la tortuga ha avanzado 10 metros más. SÍMIL o COMPARACIÓN Destaca el parecido o comunidad de elementos de una cosa con otra. Aquiles quería alcanzar a una tortuga que distaba un kilómetro de él. tendré que pasar por otro punto medio del trayecto restante. La siguiente paradoja es la más conocida de las que planteó Zenón. así me enredo yo en mi pensamiento. cuando en realidad. Esto oyó un valentón y dijo: «Es cierto cuanto dice voacé. in continente. cual o tal.. »Apostaré que el ánima del muerto. Una vez que sobrepase este punto medio.. miró al soslayo. Es un recurso más elemental y primitivo que la metáfora. para recorrer la mitad de un tramo. o bien utilizando el verbo parecer. Y luego. Ej. requirió la espada. tendré que pasar por el punto 3/4. pues. la tortuga ha avanzado un poco más. y el que dijere lo contrario miente». Busca. fuese y no hubo nada. tendré que pasar por el punto medio.. Diego de Silva. empleará la mitad de tiempo. incluyendo la particula como. según el poeta expresionista Gotfried Behn. que es el punto medio de la distancia restante. Conde de Salinas. antilogio). y así sucesivamente.Corredor: Para llegar a la meta. caló el chapeo. y luego la otra mitad del restante.

Fontefrida. y tahúres muy desnudos con dados ganan condados.: Los fuegos pues el joven solemniza mientras el viejo tanta acusa tea al de las bodas dios. consecutivos o próximos.: Cruzados hacen cruzados. no escudriñes al Tiempo el protocolo.: Solar y ejecutoria de tu abuelo es la ignorada antigüedad sin dolo. Ej. zeuma) Omisión de un término. no alguna sea de nocturno Faetón carroza ardiente. Anónimo Sínquisis (Cacosínteton) Hipérbaton excesiva. ni corras al silencio antiguo el velo. Santa Teresa de Jesús Anáfora (Epanáfora) Repetición de palabras al comienzo de varios versos o frases. Estudia en el osar deste mozuelo. Quevedo Dilogía Repetición de palabras polisémicas con sentidos diferentes. ni a la nada. Ej. do todas las avecicas van tomar consolación. en otros con los que tiene conexión. cayendo. Ver repetición. temprano estás rodando por el suelo. No perdono a la muerte enamorada. Reduplicación (Palilogía-Paliconia) Repetición consecutiva de una palabra. Fontefrida y con amor. Miguel Hernández Zeugma (Adjunción. ceugma.Vivo sin vivir en mí y tan alta vida espero que muero porque no muero. ¡Verdad! Góngora Catacresis . ducados ganan ducados y coronas Majestad. escudos pintan escudos. Ej.: Temprano levantó la muerte el vuelo. descaminado escándalo del polo: para probar que descendió de Apolo. descender del cielo. que hace incomprensible el enunciado. Ej. Ej. no perdono a la tierra. temprano madrugó la madrugada.: Fontefrida. y miserablemente campo amanezca estéril de ceniza la que anocheció aldea. no perdono a la vida desatenta. expreso en un enunciado. probó. Góngora Antistasis Dilogía entre palabras de sentidos contrarios.

es/germax/Retorica/AZ. que tiene muy buenas letras en el cambio y el bolsón. es una de las figuras de omisión. que ha muerto más hombres vivos que mató el Cid Campeador. Ej. Antífrasis.Uso del nombre de una cosa para designar otra semejante que carece de él.html Silepsis En retórica. La silepsis es un caso extremo de zeugma: consiste en utilizar en el mismo contexto dos significados de una misma palabra (la cual puede aparecer una sola vez o dos). la silepsis. y mintió. http://usuarios. según él bebía.Ironía Aplicación a un sujeto de una cualidad que es la contraria de la que tiene en realidad. dentro de las figuras literarias. Quien os lo pintó cobarde no lo conoce. es cosa para creer" (Francisco de Quevedo). por la gracia del Señor.lycos. Ej.: Él es un Médico honrado. la palabra cepa presenta en este ejemplo sus dos significados: "abolengo" y "vid".: La hoja de la espada. Ejemplo: "dicen que era de muy buena cepa. . y.

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