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BIO ACTIVO

ESTUDIO DE IMPACTO
AMBIENTAL EXPOST Y
PLAN DE MANEJO DE
CURTIDURÍA SAN VICENTE.
2015

2015
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Contenido
1. RESUMEN EJECUTIVO ...................................................................................................................... 1-12
1.1 SIGLAS Y ABREVIATURAS.......................................................................................................... 1-19
2. DEFINICIONES................................................................................................................................... 2-21
2.1.1 Definiciones relevantes ambientales ............................................................................... 2-21
2.2 Definiciones relevantes del proceso de curtiembre ................................................................ 2-21
3. FICHA TÉCNICA ................................................................................................................................. 3-25
4. MARCO CONCEPTUAL ...................................................................................................................... 4-29
4.1 OBJETIVO GENERAL.................................................................................................................. 4-29
4.1.1 Objetivos específicos........................................................................................................ 4-29
4.2 ALCANCE DEL ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL .................................................................. 4-29
5. MARCO LEGAL .................................................................................................................................. 5-31
5.1 CONSTITUCIÓN DE LA REPÚBLICA DEL ECUADOR ................................................................... 5-31
5.2 LEY ORGÁNICA DE SALUD ........................................................................................................ 5-32
5.3 LEY DE GESTIÓN AMBIENTAL ................................................................................................... 5-32
5.4 LEY DE PREVENCIÓN Y CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN AMBIENTAL ................................ 5-33
5.5 TEXTO UNIFICADO DE LEGISLACIÓN AMBIENTAL SECUNDARIA .............................................. 5-33
5.6 REGLAMENTOS, ACUERDOS Y ORDENANZAS .......................................................................... 5-37
5.7 NORMAS INEN.......................................................................................................................... 5-41
5.8 MARCO INSTITUCIONAL ........................................................................................................... 5-41
6. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL – LÍNEA BASE .............................................. ¡Error! Marcador no definido.
6.1 ENTORNO FÍSICO............................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
6.1.1 Clima ...................................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.1.2 Geología ................................................................................. ¡Error! Marcador no definido.
6.1.3 Geomorfología ....................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.1.4 Suelos ..................................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.1.5 Paisaje Natural ....................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.1.6 Hidrología ............................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.1.7 Calidad de las aguas ............................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.2 ENTORNO BIOLÓGICO .................................................................... ¡Error! Marcador no definido.

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VICENTE

6.2.1 Ecosistemas Naturales o Zonas de Vida ................................. ¡Error! Marcador no definido.


6.2.2 Formaciones Vegetales .......................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.2.3 Sistema Nacional de Áreas Protegidas................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.2.4 Especies identificadas ............................................................ ¡Error! Marcador no definido.
6.3 ENTORNO SOCIOECONÓMICO Y CULTURAL .................................. ¡Error! Marcador no definido.
6.3.1 Ubicación y División Política .................................................. ¡Error! Marcador no definido.
6.3.2 Aspectos Socioculturales ....................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.3.3 Aspectos Sociodemográficos ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
6.3.4 Aspectos Socioeconómicos .................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.3.5 Aspectos Educativos............................................................... ¡Error! Marcador no definido.
6.3.6 Aspectos de Infraestructura y Servicios Básicos .................... ¡Error! Marcador no definido.
7. DESCRIPCIÓN DEL PROYECTO .......................................................................................................... 7-71
7.1 DESCRIPCIÓN DE ACTIVIDADES ................................................................................................ 7-71
7.1.1 Emplazamiento y obra civil .............................................................................................. 7-72
7.2 DESCRIPCIÓN DEL PROCESO PRODUCTIVO.............................................................................. 7-74
7.2.1 Diagramas de flujo del proceso........................................................................................ 7-75
7.2.2 Procesos y operaciones.................................................................................................... 7-77
7.3 REQUERIMIENTOS DE LA CURTIEMBRE ................................................................................... 7-87
7.3.1 Agua y energía.................................................................................................................. 7-87
7.3.2 Insumos químicos ............................................................................................................ 7-88
7.4 MAQUINARIA ........................................................................................................................... 7-91
7.4.1 Etapa de Curtido .............................................................................................................. 7-92
7.4.2 Registro fotográfico ......................................................................................................... 7-93
7.5 COMPARATIVO DE RESULTADOS: ANÁLISIS FÍSICO-QUÍMICOS DE VERTIMIENTOS ................ 7-99
7.6 MEDIDAS PARA DISMINUIR LA CONTAMINACIÓN ................................................................ 7-100
7.7 DESCRIPCIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS POR PROCESO. ........................................................... 7-100
7.8 DISPOSICIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS ..................................................................................... 7-101
8. DETERMINACIÓN DEL ÁREA DE INFLUENCIA Y ÁREAS SENSIBLES ................................................. 8-102
8.1 ÁREA DE INFLUENCIA DIRECTA .............................................................................................. 8-103
8.2 ÁREA DE INFLUENCIA INDIRECTA........................................................................................... 8-104
8.3 DETERMINACIÓN DE ÁREAS SENSIBLES ................................................................................. 8-105
8.3.1 Sensibilidad física ........................................................................................................... 8-106

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8.3.2 Sensibilidad biótica ........................................................................................................ 8-107


8.3.3 Sensibilidad social .......................................................................................................... 8-107
9. IDENTIFICACIÓN EVALUACIÓN DE IMPACTOS AMBIENTALES ....................................................... 9-108
9.1 RIESGOS DEL AMBIENTE AL PROYECTO (EXÓGENOS) ............................................................ 9-108
9.1.1 Riesgos físicos................................................................................................................. 9-108
9.1.2 Análisis de riesgos ambientales exógenos ..................................................................... 9-111
9.1.3 RIESGO SOCIAL ............................................................................................................... 9-113
9.2 RIESGOS DEL PROYECTO AL AMBIENTE (ENDÓGENO)........................................................... 9-114
9.2.1 Actividades del Proyecto ................................................................................................ 9-114
9.2.2 Componentes ambientales ............................................................................................ 9-118
9.2.3 Identificación de Impactos Ambientales........................................................................ 9-118
9.2.4 Descripción de Impactos Ambientales ........................................................................... 9-124
9.2.5 Evaluación de Impactos Ambientales ............................................................................ 9-125
9.2.6 Resumen de la Evaluación de Impactos ......................................................................... 9-128
9.2.7 Análisis de Riesgos Ambientales .................................................................................... 9-132
9.2.8 CUMPLIMIENTOS DE LOS ASPECTOS AMBIENTALES EVALUADOS................................. 9-136
9.2.9 Evaluación de Aspectos Ambientales ............................................................................ 9-138
9.2.10 Síntesis de No Conformidades ....................................................................................... 9-149
9.2.11 Plan de Acción y Recomendaciones ............................................................................... 9-165
10. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL ..................................................................................................... 170
10.1.1 Objetivo ............................................................................................................................. 170
10.1.2 Alcance .............................................................................................................................. 170
10.1.3 Ámbito geográfico............................................................................................................. 170
10.2 MEDIDAS A IMPLEMENTARSE ................................................................................................... 172
10.3 PLAN DE PREVENCIÓN Y MITIGACIÓN DE IMPACTOS............................................................... 173
10.3.1 Objetivo ............................................................................................................................. 173
10.3.2 Responsables..................................................................................................................... 173
10.3.3 Recursos disponibles ......................................................................................................... 173
10.4 PLAN DE MITIGACIÓN DE IMPACTOS........................................................................................ 179
10.4.1 Objetivo ............................................................................................................................. 179
10.4.2 Responsables..................................................................................................................... 179
10.4.3 Recursos disponibles ......................................................................................................... 179

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10.4.4 Descargas líquidas no domésticas .................................................................................... 179


10.5 PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A EMERGENCIAS AMBIENTALES ................................ 184
10.5.1 Objetivo ............................................................................................................................. 184
10.5.2 Responsables..................................................................................................................... 184
10.5.3 Recursos disponibles: ........................................................................................................ 184
10.6 PLAN DE CAPACITACIÓN ........................................................................................................... 187
10.6.1 Objetivos ........................................................................................................................... 187
10.6.2 Responsables..................................................................................................................... 187
10.6.3 Recursos disponibles: ........................................................................................................ 187
10.7 PLAN DE SEGURIDAD INDUSTRIAL Y SALUD OCUPACIONAL..................................................... 189
10.7.1 Objetivo ............................................................................................................................. 189
10.7.2 Responsables: ................................................................................................................... 189
10.7.3 Recursos disponibles: ........................................................................................................ 189
10.8 PROGRAMA DE MANEJO DE DESECHOS ................................................................................... 194
10.8.1 Objetivo ............................................................................................................................. 194
10.8.2 Responsables..................................................................................................................... 194
10.8.3 Recursos disponibles: ........................................................................................................ 194
10.8.4 Procedimientos para el manejo de desechos ................................................................... 197
10.9 PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS .................................................................................... 203
10.9.1 Objetivos ........................................................................................................................... 203
10.9.2 Responsable ...................................................................................................................... 203
10.9.3 Medidas generales ............................................................................................................ 203
10.9.4 Medidas especificas .......................................................................................................... 203
10.10 PLAN DE REHABILITACIÓN DE ÁREAS AFECTADAS ................................................................ 205
10.10.1 Objetivo ......................................................................................................................... 205
10.10.2 Responsables: ............................................................................................................... 205
10.10.3 Recursos disponibles: .................................................................................................... 206
10.11 PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL....................................................................................... 206
10.11.1 Objetivo ......................................................................................................................... 206
10.11.2 Responsables................................................................................................................. 207
10.11.3 Medidas generales ........................................................................................................ 207
10.12 PCA: PROGRAMA DE CIERRE Y ABANDONO.......................................................................... 211

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VICENTE

10.12.1 Objetivos ....................................................................................................................... 211


10.12.2 Alcance .......................................................................................................................... 211
10.12.3 Responsable .................................................................................................................. 211
10.12.4 Medidas generales ........................................................................................................ 211
10.13 PLAN DE SEGUIMIENTO A LAS ACTIVIDADES PROPUESTAS EN EL PMA ............................... 215
10.13.1 Objetivo ......................................................................................................................... 215
10.13.2 Seguimiento ambiental ................................................................................................. 215
11. CRONOGRAMA VALORADO PMA CURTIDURÍA SAN VICENTE ...................................................... 232
12. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES........................................................................................ 233
12.1 CONCLUSIONES ......................................................................................................................... 233
12.2 RECOMENDACIONES: ................................................................................................................ 234
13. DATOS Y FIRMAS DEL EQUIPO CONSULTOR ................................................................................. 235
13.1 CERTIFICADO DE CALIFICACIÓN DE CONSULTOR INDIVIDUAL ................................................. 235
13.2 FIRMAS Y RESPONSABILIDADES DEL EQUIPO CONSULTOR ...................................................... 236
13.3 CÉDULA DE IDENTIDAD Y PAPELETA DE VOTACIÓN ................................................................. 237
13.3.1 Ing. Wilson Culqui ............................................................................................................. 237
11.3.1 Egdo. Ing. Javier Tingo....................................................................................................... 237
13.3.2 Ing. Marco Ruano .............................................................................................................. 238
13.3.3 Ing. Freddy Culqui ............................................................................................................. 238
13.3.4 Eco. Liliana Culqui ............................................................................................................. 239
13.3.5 Lda. Hilda Flores ................................................................................................................ 239
14. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................................... 240
15. ANEXOS ......................................................................................................................................... 242
15.1 TÉRMINOS DE REFERENCIA APROBADOS. ................................................................................ 242
15.2 CERTIFICADO DE INTERSECCIÓN ............................................................................................... 243
15.3 PERMISO AMBIENTAL DE FUNCIONAMIENTO .......................................................................... 245
15.4 PERMISO MUNICIPAL CUERPO DE BOMBEROS ........................................................................ 246
15.5 CERTIFICADO DE USO DE SUELO ............................................................................................... 248
15.6 ANÁLISIS FÍSICO – QUÍMICOS.................................................................................................... 249
15.6.1 Análisis 25 de Mayo de 2012 ........................................................................................... 249
15.6.2 Análisis 13 de Junio de 2012 Teñido Boca de bombo ...................................................... 251
15.6.3 Análisis 13 de Junio de 2012 Curtido boca de bombo ..................................................... 253

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15.6.4 Análisis 08 de Noviembre de 2013 ................................................................................... 255


15.6.5 Análisis 30 de Abril de 2013 ............................................................................................. 257
15.6.6 Análisis 30 de Abril de 2014 ............................................................................................. 258
15.6.7 Análisis 14 de Noviembre de 2014 ................................................................................... 259
15.6.8 Análisis 28 de Abril de 2015 ............................................................................................. 260
15.7 PERMISO EMPRESA MUNICIPAL DE GESTIÓN INTEGRAL DE DESECHOS SÓLIDOS GIDSA. ....... 261
15.8 PAGO DE ENERGÍA ELÉCTRICA JUNIO 2015 .............................................................................. 263
15.9 HOJAS DE SEGURIDAD............................................................................................................... 264
15.10 RECIBO DE PAGO DE AGUA INDUSTRIAL .............................................................................. 302
16. FUNDAMENTOS-TRATAMIENTO PRIMARIO DE AGUAS RESIDUALES EN CURTIDURÍA SAN VICENTE
¡Error! Marcador no definido.
16.1 OBJETIVO........................................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
16.2 BASES PARA EL DISEÑO. ................................................................. ¡Error! Marcador no definido.
16.3 SEPARACIÓN DE DESCARGAS LÍQUIDAS, ÁCIDAS Y ALCALINAS ..... ¡Error! Marcador no definido.
16.4 PELAMBRE CON RECUPERACIÓN DE PELO Y RECICLAJE DEL LÍQUIDO FILTRADO ............... ¡Error!
Marcador no definido.
16.5 CRIBADO Y TAMIZADO ................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
14.6 SEPARACIÓN DE GRASA ................................................................. ¡Error! Marcador no definido.
16.6 BALANCE DE MASAS ...................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
16.7 RENTENCIÓN DE SÓLIDOS SEDIMENTABLES. ................................. ¡Error! Marcador no definido.
16.8 GUÍA DE BUENAS PRÁCTICAS PARA CURTIDURÍA SAN VICENTE. .. ¡Error! Marcador no definido.
16.9 PROPUESTA DE PLAN DE ACCIÓN MEDIDAS PREVENTIVAS Y CORRECTIVAS ¡Error! Marcador no
definido.

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VICENTE

INDICE DE ILUSTRACIONES

Ilustración 1-1 Resumen de impactos ambientales ................................................................................. 1-15


Ilustración 6-1 Variación de Precipitaciones Mensuales (mm)...................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-2 Variación Mensual de Temperatura (°C) ............................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-3 Variación de Humedad relativa ............................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-4 Velocidad Promedio del Viento ............................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-5 Valores de Nubosidad ............................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-6 Población por género ............................................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-7 Población por rangos de edad ............................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-8 Población por pertenencia étnica .......................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-9 Migración parroquial por género........................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-10 Población Económicamente Activa e Inactiva por género .. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-11 Condiciones de alfabetismo y analfabetismo ...................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-12 Nivel de educación/instrucción alcanzado .......................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-13 Tipos de viviendas ................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-14 Material del techo................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-15 Materiales de construcción de las paredes ......................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-16 Materiales de construcción del piso .................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-17 Sistemas de agua potable de la parroquia........................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-18 Servicio de Energía Eléctrica ................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-19 Descarga de Aguas Servidas................................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 6-20 Manejo de Desechos Sólidos ............................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 7-1 Organigrama institucional ............................................................................................... 7-72
Ilustración 7-2 Planimetría de área húmeda ........................................................................................... 7-72
Ilustración 7-3 PLANIMETRIA PLANTA ALTA-ACABADOS ......................................................................... 7-74
Ilustración 7-4 Diagrama de flujo............................................................................................................. 7-75
Ilustración 7-4 Aspectos ambientales de la etapa de ribera.................................................................... 7-78
Ilustración 7-5 Aspectos ambientales de la etapa de curtido .................................................................. 7-81
Ilustración 7-6 Aspectos ambientales de la etapa de postcurtido........................................................... 7-83
Ilustración 7-7 Aspectos ambientales de la etapa de acabado................................................................ 7-85
Ilustración 7-8 Aspectos ambientales del área de bodegas .................................................................... 7-86
Ilustración 7-9 Consumo de energía eléctrica 2014-2015 ....................................................................... 7-88
Ilustración 7-10 Balances de masa de la empresa ................................................................................... 7-96
Ilustración 7-11 Procedimiento de disposición de residuos sólidos ...................................................... 7-101
Ilustración 9-1. Resumen de impactos por componente ambiental. .................................................... 9-129
Ilustración 9-2 Impactos negativos significativos por componente ambiental. .................................... 9-130
Ilustración 9-3. Resumen de impactos negativos por etapas de operación .......................................... 9-131
Ilustración 9-4. Impactos negativos significativos por etapas de operación ......................................... 9-132
Ilustración 9-5. Síntesis de Cumplimientos y no conformidades ........................................................... 9-149
Ilustración 10-1 Puntos de muestreo........................................................................................................ 207
Ilustración 10-2 Resumen de costos PMA ................................................................................................ 231

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Ilustración 16-1 Línea de agua ....................................................................... ¡Error! Marcador no definido.


Ilustración 16-2 Pelambre con recuperación de pelo .................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-3 REJAS .................................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-4 Esquema de una trampa de grasas. ..................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-5 Vista isométricas de una trampa de grasas ......................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-6 Balance de masas ................................................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-7 Vista superior de la propuesta ............................................. ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-8 Vista isométrica 1 de la propuesta ...................................... ¡Error! Marcador no definido.
Ilustración 16-9 Vista isométrica 2 de la propuesta ...................................... ¡Error! Marcador no definido.
lustración 16-10 Detalle del tratamiento primario ........................................ ¡Error! Marcador no definido.

INDICE DE MAPAS

Mapa 4-1 Tipo de suelos en la parroquia Picaihua. ....................................... ¡Error! Marcador no definido.
Mapa 4-2 Hidrología del cantón Ambato ...................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Mapa 4-3 Zonas de vida de la parroquia Picaihua. ........................................ ¡Error! Marcador no definido.
Mapa 4-4 Cobertura vegetal de la parroquia Picaihua. ................................. ¡Error! Marcador no definido.
Mapa 4-5 Límites de la parroquia Picaihua ................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Mapa 6-1 Área de influencia directa...................................................................................................... 8-104
Mapa 6-2 Área de influencia indirecta................................................................................................... 8-105
Mapa 7-1 Mapa y esquema de peligros volcánicos ............................................................................... 9-108
Mapa 7-2 Mapa de intensidad sísmica y esquema de amenaza sísmica .............................................. 9-109
Mapa 7-3 Mapa y esquema de susceptibilidad a sequias y heladas ..................................................... 9-110

INDICE DE TABLAS

Tabla 3-1 Ficha Técnica del Proyecto ....................................................................................................... 3-25


Tabla 3-2 Información de la Planta. ......................................................................................................... 3-25
Tabla 3-3 Fases de fabricación e información de la planta ...................................................................... 3-26
Tabla 3-4 Linderos de la Fabrica .............................................................................................................. 3-26
Tabla 3-5 Información del Proponente .................................................................................................... 3-27
Tabla 3-6 Equipo consultor ...................................................................................................................... 3-28
Tabla 5-1 Límites de descarga al sistema de alcantarillado público ........................................................ 5-34
Tabla 6-1 Variación de Precipitaciones Mensuales (mm) .............................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-2 Variación Mensual de Temperatura (°C) ........................................ ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-3 Variación de Humedad relativa...................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-4 Velocidad Promedio del Viento ..................................................... ¡Error! Marcador no definido.

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VICENTE

Tabla 6-5 Valores de Nubosidad .................................................................... ¡Error! Marcador no definido.


Tabla 6-6 Hidrogeología parroquial ............................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-7 Resultados para determinar la calidad de las aguas ...................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-8 Especies florales identificadas ....................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-9 Actores sociales de la parroquia .................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-10 Densidad poblacional de las parroquias rurales del cantón Ambato .......... ¡Error! Marcador no
definido.
Tabla 6-11 Población parroquial por género ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-12 Población por rango de edad ....................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-13 Población por pertenencia étnica ................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-14 Migración parroquial por género ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-15 Actividades económicas de la parroquia ..................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-16 Condiciones de alfabetismo y analfabetismo .............................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-17 Nivel de educación/instrucción alcanzado .................................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-18 Instituciones educativas de la parroquia ..................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-19 Tipos de viviendas ........................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-20 Material del techo ........................................................................ ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-21 Materiales de construcción de las paredes ................................. ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-22 Materiales de construcción del piso ............................................ ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 6-23 Sistemas de agua potable de la parroquia ................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 7-1 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de ribera .................................................. 7-79
Tabla 7-2 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de curtido ................................................ 7-81
Tabla 7-3 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de postcurtido ......................................... 7-83
Tabla 7-4 Factores de riesgo .................................................................................................................... 7-85
Tabla 7-5 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de bodegas .............................................. 7-87
Tabla 7-6 Consumo de energía eléctrica.................................................................................................. 7-87
Tabla 7-7 Insumos utilizados en la etapa de ribera ................................................................................. 7-88
Tabla 7-8 Insumos utilizados en la etapa de curtido ............................................................................... 7-89
Tabla 7-9 Insumos utilizados en la etapa de postcurtido ........................................................................ 7-90
Tabla 7-10 Lista de proveedores .............................................................................................................. 7-90
Tabla 7-11 Maquinaria de etapa de curtido ............................................................................................ 7-92
Tabla 7-12 Fotografías de las áreas operativas ........................................................................................ 7-94
Tabla 7-13 Señalización en la empresa .................................................................................................... 7-95
Tabla 7-14 Equipos contra incendios ....................................................................................................... 7-95
Tabla 7-15 Comparativo de resultados del análisis de efluentes. ........................................................... 7-99
Tabla 7-16 Descripción de residuos sólidos por proceso ....................................................................... 7-100
Tabla 8-1 Determinación del área de influencia .................................................................................... 8-103
Tabla 8-2 Componentes de Sensibilidad Ambiental .............................................................................. 8-106
Tabla 8-3 Estados de sensibilidad .......................................................................................................... 8-106
Tabla 8-4 Niveles de sensibilidad ........................................................................................................... 8-107
Tabla 9-1Calificación de riesgos exógenos............................................................................................. 9-112
Tabla 9-2 Priorización de Riesgos Ambientales Exógenos ..................................................................... 9-113

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Tabla 9-3ACTIVIDAES CONSIDERADAS PARA LA ETAPA DE OPERACIÓN ............................................... 9-114


Tabla 9-4 Actividades consideradas para la etapa de cierre.................................................................. 9-115
Tabla 9-5 Aspectos ambientales del proceso......................................................................................... 9-116
Tabla 9-6 Afección al ambiente............................................................................................................. 9-119
Tabla 9-7 Matriz de identificación de impactos ambientales. .................................................................. 120
Tabla 9-8 Matriz de magnitud de impactos ambientales. ........................................................................ 121
Tabla 9-9 Matriz de importancia de impactos ambientales. ................................................................... 122
Tabla 9-10 Matriz de severidad de impactos ambientales. ...................................................................... 123
Tabla 9-11 Calificación de impactos ambientales .................................................................................. 9-125
Tabla 9-12 Escala y severidad de impactos ............................................................................................ 9-126
Tabla 9-13 Impactos significativos por componente ambiental ............................................................ 9-128
Tabla 9-14 Impactos por actividad ......................................................................................................... 9-130
Tabla 9-15 Interacción entre probabilidad y consecuencia. .................................................................. 9-133
Tabla 9-16 matriz de priorización de riesgos ambientales. ................................................................... 9-134
Tabla 9-17 Matriz de hallazgos para determinar las conformidades y no conformidades. .................. 9-138
Tabla 9-18 Actividades planificadas para el cumplimiento de la normativa ......................................... 9-146
Tabla 9-19. Resumen de conformidades y no conformidades. ............................................................. 9-148
Tabla 9-20. Fichas para el levantamiento de hallazgos (nc-) ................................................................. 9-150
Tabla 9-21 Fichas para el levantaiento de hallazgos (nc+)..................................................................... 9-161
Tabla 9-22 Plan de acción valorado .......................................................................................................... 166
Tabla 10-1 Resumen plan de prevención de impactos ............................................................................. 176
Tabla 10-2 Resumen plan de mitigación de impactos .............................................................................. 181
Tabla 10-3 Resumen plan de contingencias y atención a emergencias ambientales ............................... 186
Tabla 10-4 Charlas y capacitaciones ......................................................................................................... 187
Tabla 10-5 Resumen plan de capacitación ............................................................................................... 188
Tabla 10-6 Resumen plan de seguridad industrial y salud ocupacional ................................................... 192
Tabla 10-7 Señalización y colores para el manejo de residuos................................................................. 196
Tabla 10-8 Resumen programa de manejo de desechos .......................................................................... 200
Tabla 10-9 Resumen programa de relaciones comunitarias .................................................................... 204
Tabla 10-10 Plan de rehabilitación de áreas afectadas ............................................................................ 206
Tabla 10-11 Formato de registro de monitoreos realizados .................................................................... 207
Tabla 10-13 Límites máximos permisibles para vertimientos al alcantarillado. ....................................... 208
Tabla 10-14 Niveles máximos de ruido permeables según uso del suelo ................................................ 209
Tabla 10-15 Resumen plan de monitoreo................................................................................................. 209
Tabla 10-16 Resumen de medidas del plan de cierre y abandono ........................................................... 213
Tabla 10-17 Cronograma valorado PMA ................................................................................................... 217
Tabla 10-18 Comparativo de costos por programa .................................................................................. 230
Tabla 11-1 CRONOGRAMA VALORADO PLAN DE MANEJO AMBIENTAL CURTIDURÍA SAN VICENTE ....... 232
Tabla 16-1 Eficiencia esperada ...................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 16-2 Dimensionamiento ....................................................................... ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 16-3 Propuesta de plan de acción medidas preventivas y correctivas ¡Error! Marcador no definido.
Tabla 16-4 TRATAMIENTO CORRECTIVO........................................................ ¡Error! Marcador no definido.

1-10
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

1-11
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

1. RESUMEN EJECUTIVO

CURTIDURÍA SAN VICENTE es una curtiembre dedicada la fabricación de cuero de piel vacuno para
calzado, confección y vestimenta, trabajan seis obreros y un administrativo para su volumen de
producción de 350 pieles de vacuno al mes.

En cumplimiento de la normativa legal el señor EFRAÍN LLAMBO con cédula de ciudadanía No.
180157339-3, se registra como Proponente en el SUIA en la página web correspondiente, procede a
registrar el proyecto CURTIDURÍA SAN VICENTE mismo que según el Catálogo de Caracterización
Ambiental Nacional CCAN, código 31.6.1.1 corresponde según la descripción de actividades a
“Construcción y/u operación de fábricas para curtido y acabado de piel y cuero (Curtiembres)”,
determinándose la categoría IV esto es Nivel de contaminación general al ambiente, considerado de
impacto y riesgo ambiental significativo.

Con la finalidad de obtener el Certificado de Intersección con el Sistema Nacional de Áreas Protegidas
(SNAP), Patrimonio Forestal del Estado (PFE), Bosques y Vegetación Protectora (BVP), el señor EFRAÍN
LLAMBO, como Proponente del proyecto obra o actividad, solicita al MAE emitir el Certificado de
Intersección para el Proyecto CURTIDURÍA SAN VICENTE ubicado en la/s provincia de TUNGURAHUA.

Del análisis automático de la información a través del Sistema SUIA, se obtiene que el Proyecto
CURTIDURÍA SAN VICENTE, ubicado en la/s provincia/s de TUNGURAHUA, NO INTERSECTA con el
Sistema Nacional de Áreas Protegidas(SNAP), Bosques y Vegetación Protectora(BVP), y Patrimonio
Forestal del Estado(PFE).

Se recibe por parte del MAE el Código del Proyecto: MAE-RA-2014-113629

Para la Elaboración del Estudio de Impacto Ambiental Ex Post y Plan de Manejo Ambiental de
CURTIDURÍA SAN VICENTE, se ciñe a los requerimientos del Ministerio del Ambiente correspondientes a
la Elaboración de Términos de Referencia para Estudios de Impacto Ambiental emitida por el Ministerio
del Ambiente.

 Resumen Ejecutivo

 Índice

 Siglas y abreviaturas

 Definiciones

 Identificación de la unidad espacial de análisis

 Caracterización, diagnóstico y evaluación ambiental de la zona de estudio (línea base)

1-12
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 Identificación y validación de indicadores ambientales

 Descripción de la obra, proyecto, actividad económica o productiva

 Determinación de la zona de influencia (ZIA)

 Evaluación de impactos ambientales

 Valoración económica de impactos ambientales negativos

 Análisis legal e institucional aplicable a la obra, proyecto, actividad económica o productiva

 Plan de manejo ambiental.

 Referencias o bibliografía

 Anexos

a. OBJETIVOS

 Evaluar los componentes actuales del ambiente (línea base): abiótico, biótico y socioeconómico;
y su capacidad de respuesta a las procesos y operaciones de la curtiembre.

 Identificar y evaluar los impactos de los procesos y operaciones de la curtiembre ocasionarán a


los componentes del medio.

 Desarrollar el Plan de Manejo Ambiental.

b. METODOLOGÍA UTILIZADA

Para la elaboración del estudio, el grupo consultor se planificó un cronograma sistemático de trabajo
que abarcó estrategias de observación in-situ, recopilación, procesamiento y transferencia de la
información geográfica.

Fue necesario conocer las directrices que regirán las diferentes etapas de los procesos y operaciones
para la curtiembre, para luego pasar a relacionarlas con las características propias del medio y su
capacidad de absorber alteraciones.

c. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL

1-13
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

El levantamiento de la línea base incluirá el análisis de los medios abiótico, biótico y social. En el medio
abiótico o físico se aplicaron técnicas geománticas de superposición sobre mapas temáticos de geología,
clima, uso del suelo, riesgos naturales y recursos hídricos.

d. IDENTIFICACIÓN Y EVALUACIÓN DE IMPACTOS AMBIENTALES

Medio Físico

Geología y Geomorfología

Climatología

Hidrología

Calidad del Agua

Emisiones

Ruido

Componente Biótico

Flora

Vegetación

Fauna

Medio Socio Económico Cultural

Planificación

Análisis Bibliográfico

Investigación de Campo

e. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL

Su objetivo es de proporcionar las herramientas para necesarias para que el proponente y el MAE
realice el control de conservación ambiental, es decir que el proyecto sea técnicamente ejecutado y
ambientalmente sustentable.

 Plan de Acción

 Programa de Prevención, y Mitigación de Impactos

1-14
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 Programa de Manejo de Descargas Líquidas

 Programa de Manejo de Desechos Sólidos

 Plan de Contingencias y Atención a Emergencias Ambientales

 Plan de Comunicación, Capacitación y Educación

 Programa de Salud Ocupacional y Seguridad Industrial

 Plan de Relaciones Comunitarias

 Programa de Monitoreo Ambiental

o Monitoreo de descargas líquida

o Emisiones gaseosas de fuentes fijas de combustión y de procesos


o Calidad del ruido
o Monitoreo de desechos

 Programa de Seguimiento de las Actividades Propuestas en el Plan de Manejo Ambiental

 Plan de Rehabilitación de Áreas Afectadas

 Plan de Cierre o Abandono

f. IMPACTOS CURTIDURÍA SAN VICENTE

Ilustración 1-1 Resumen de impactos ambientales

IMPACTOS IMPACTOS NO
SIGNIFICATIVOS SIGNIFICATIVOS
RESUMEN DE IMPACTOS

AIRE Malos olores


3 4
MEDIO FÍSICO

Generación de
RUIDO
ruido
11 3
AGUA Calidad del agua
9 2
Generación de
SUELO desechos
peligrosos 6 3

1-15
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Generación de
desechos no
peligrosos 2 1
Consumo de
agua
5 5
RECURSOS Consumo
energético 11 4
Consumo de
combustibles 2 0
Calidad y
cantidad de
MEDIO BIÓTICO

FLORA
especies
vegetales 0 0
Calidad y
cantidad de
FAUNA
especies
animales 0 0
Afectaciones a
la salud de la
SALUD
población 0 2
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO

Alteración de la
calidad de vida
de la población 0 3
Riesgos y
afectaciones a
SEGURIDAD
la seguridad de
los trabajadores
5 3
Generación de
ECONOMÍA
empleo 21 0
PAISAJE PAISAJE 0 0

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

g. CONCLUSIONES

 Las actividades que generan impactos significativos negativos en las etapas de Operación son:
Etapa de Ribera con el lavado y remojo, pelambre y lavado de pelambre, por la afectación al
recurso agua; en la Etapa de Curtido con el desencalado, lavado desencalado y curtido por la
afectación al agua; en la Etapa de Pos curtido con el rebajado (residuos peligrosos), neutralizado
lavado neutralizado y Recurticion, tintura y engrase, este último proceso por el material
particulado que genera; en la etapa de acabado sobresalen el lijado y pintado lacado por la

1-16
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

emanación de material particulado; y finalmente en operaciones logísticas la bodega de


productos químicos y mantenimiento por la generación de residuos peligrosos.

 Con el tratamiento primario se pretende alcanzar la eficiencia en el tratamiento de los efluentes,


lo cual es determinante para mitigar los impactos negativos, esto en cuanto al tratamiento
correctivo.

 Es necesario la aplicación de un programa de optimización de recursos será también


contundente para rebajar las cargas contaminantes, esto como un aspecto preventivo.

 La normativa legal vigente es muy exigente en cuanto a desechos peligrosos que se generan en
la industria curtidora.

 La empresa tiene que destinar recursos significativos en cuanto a documentación, control,


implementación y seguimiento que son solventados por el presupuesto de la empresa.

 El presente estudio estipula un Plan de Acción tal como lo dicta la normativa legal que tiene que
ser cumplido en tres mases como plazo máximo.

 El Plan de Manejo se ha diseñado para que adopten medidas correctivas y controles


necesarios para la minimización de los impactos ambientales.

 La capacitación permanente del personal que labora en la empresa es prioritaria, en el


cronograma de cumplimiento especialmente en medidas de seguridad industrial, manejo de
productos químicos y capacitación ambiental.

 Es necesario disminuir los costos, usando más eficientemente la energía y los otros recursos
(agua).

 Mejoramiento de seguridad laboral y salud ocupacional con la dotación de los Equipos de


Protección Personal (EPP).

Recomendaciones

Se recomienda ejecutar lo siguiente en todas las áreas de la curtiduría:


 Mejorar calidad de proceso aumentando la eficiencia.

 Disminuir los costos, usando más eficientemente la energía y los otros recursos (agua).

 Mejoramiento de seguridad laboral y salud ocupacional.

 Descarga las aguas residuales a la planta de tratamiento.

 Mejorar el sistema de recolección y disposición final de los desechos comunes y peligrosos.

1-17
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 Entregar los residuos peligrosos a la unidad de Gestión Integral de Desechos Sólidos.

 Continuar con el uso obligatorio de los Equipos de protección personal.

 Realizar un simulacro de incendio con el cuerpo de bomberos del Cantón Ambato.

 Realizar permanentemente los programas de capacitación enunciados.

 Realizar un chequeo médico del personal que labora en la curtiduría.

 Descarga las aguas residuales a la planta de tratamiento y optimizar su operación.

 Completar la señalética en las diferentes áreas de proceso de la curtiduría.

 Cumplir con la norma establecida en cuanto al manejo adecuado de sustancias peligrosas en


bodegas.

Ubicar en un lugar adecuado y con las medidas de seguridad acorde a la norma el Transformador
dieléctrico fuera de las bodegas.

Firma de Responsabilidad

Wilson Culqui Ninacuri

wculqui_ec@yahoo.com

Ing. Civil (LP: 18-843)

Consultor Ambiental MAE-591-CI; CATEGORÍA A

1-18
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

1.1 SIGLAS Y ABREVIATURAS

AAAr

Autoridad Ambiental Responsable

BP

Bosques protectores

CCAN

Catálogo de Categorización Ambiental.

EIA

Estudio de Impacto Ambiental

Expost

Proyecto en funcionamiento

INPC

Instituto Nacional de Patrimonio Cultural

MAE

Ministerio del Ambiente del Ecuador

Nd

Número de días de visita técnica

Nt

Número de Técnicos para Seguimiento y Control

PFE

Patrimonio Forestal del Estado

PMA

Plan de Manejo Ambiental

PCS

Pago por Concepto de Seguimiento

PID

Pago por Inspección Diaria

PRAS

1-19
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Programa de Reparación Ambiental Social

SNAP

Sistema Nacional de áreas Protegida

SUIA

Sistema Único de Información Ambiental

ZIA

Zona de Influencia de Actividad

1-20
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

2. DEFINICIONES
2.1.1 Definiciones relevantes ambientales

AMBIENTE

Es el conjunto de elementos naturales, artificiales o inducidos por los seres humanos que hacen posible
la existencia y desarrollo de las personas y demás organismos vivos que interactúan en un espacio y
tiempo determinados.

ÁREA PROTEGIDA

Es una superficie de tierra y/o mar especialmente consagrada a la protección y al mantenimiento de la


diversidad biológica, así como de los recursos naturales y los recursos culturales asociados, y manejada a
través de medios jurídicos u otros medios eficaces.

BIODIVERSIDAD

La variedad de organismos vivos de cualquier fuente, incluidos los ecosistemas terrestres, marinos y
otros ecosistemas acuáticos y los complejos ecológicos de los que forma parte; comprende la diversidad
dentro de cada especie, entre las especies y en los ecosistemas

ECOSISTEMA

Es el conjunto de comunidades vegetales, animales y de microorganismos que interaccionan con su


medio viviente como una unidad funcional.

IMPACTO AMBIENTAL

Efecto mesurable de la acción humana sobre algún ecosistema determinado, Un instrumento de


medición es la manifestación de impacto ambiental, documento mediante el cual se da a conocer el
impacto ambiental significativo y potencial que generaría una obra o actividad así como la forma de
evitarlo y atenuarlo en caso de que sea negativo.

2.2 Definiciones relevantes del proceso de curtiembre

ADOBADO

Piel o cuero que ha sufrido una serie de procesos (con excepción del engrasado y cilindrado en el caso
del cuero para suelas), más allá de la simple curtición y que para algunos usos ya puede ser utilizado.

ANILINA

Amina aromática líquida de p.e.=184,4°C y cuya fórmula es C6H5NH2. Se sintetiza por reacción de
nitrobenceno en fase de vapor con hidrógeno en presencia de un catalizador, quitando dos átomos de
oxígeno de nitrobenceno para formar anilina y agua; o por reacción de cloro-benceno con amoníaco.

2-21
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Uno de sus usos es como punto de partida para una extensa e importante familia de tintes orgánicos. La
anilina es tóxica y se absorbe por la piel, por lo tanto debe manipularse con cuidado.

BACTERICIDAS

Producto químico que se utiliza para evitar el desarrollo de bacterias que afectan los diferentes procesos
del curtido.

CAPA FLOR

La parte de un cuero o una piel comprendida entre la superficie que queda al descubierto al eliminar el
pelo o la lana y la epidermis hasta el nivel de las raíces de los mismos.

COLÁGENO

Proteína existente en el tejido conjuntivo del cuerpo, piel, tendones, etc. Es un polipéptido fibroso cuya
cadena comprende muchos aminoácidos. Tiene la propiedad de encogerse en agua caliente dentro de
un intervalo específico de temperatura (63-65°C para piel de vaca). Este comportamiento es un factor
crítico en el curtido, pues la temperatura de encogimiento se incrementa con la extensión del curtido.

CUERO

La cubierta exterior de un animal maduro o plenamente desarrollado, de gran tamaño, por ejemplo
ganado vacuno y caballar. Véase Piel.

Curtidos elaborados en base a lo expresado en el párrafo anterior; Cuando se utiliza con este sentido,
puede complementarse con el nombre del animal, tipo de curtido, uso, etc., por ejemplo cuero de vaca;
cuero de buey; cuero para correas; cuero de curtición vegetal, etc.

CUERO CRUST

Son aquellas pieles simplemente curtidas, secadas después de la neutralización y engrase, sin haber
recibido tintura ni acabado. También se le llama curtido al cromo seco.

CURTIDO

Un término general para cueros y pieles que conservan su estructura natural fibrosa y que han sido
tratados en forma tal (véase Curtición), que resultan imputrescibles, incluso después de un tratamiento
con agua. Puede haberse eliminado o no el pelo o la lana. Ciertas pieles tratadas o acabadas de forma
análoga, pero sin que se les haya separado el pelo, se denominan "pieles para peletería".

No pueden definirse como cueros curtidos, aquellos productos en cuya fabricación la estructura original
de la piel se descompone en fibras, polvos u otros fragmentos por medio de procesos químicos o
mecánicos y luego se procede a la reconstitución de esos fragmentos en láminas u otras formas.

CURTIDO AL CROMO

Piel o cuero curtido exclusivamente con sales de cromo o con éstas conjuntamente con pequeñas
cantidades de otro curtiente, usado para coadyuvar al proceso de curtición al cromo y no en cantidad
suficiente para alterar el carácter esencial de la curtición al cromo.

2-22
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

CURTIDO MINERAL

Piel o cuero que ha sido curtido con sales minerales, tales como las de aluminio, hierro, cromo y
zirconio.

DESCARNE

La capa inferior de una piel o un cuero, separada mediante la máquina de dividir. En cueros muy
gruesos, puede obtenerse también un descarne intermedio

DIVIDIDO (Piel o cuero)

La capa externa o del lado del pelo o la lana, de un cuero o de una piel que ha sido dividida en dos o más
capas, mediante la máquina de dividir.

ENGRASADO (Piel o cuero)

Curtido, corrientemente vegetal, al cual se le han incorporado en las operaciones de acabado,


cantidades apropiadas de aceites y grasas para conferirles flexibilidad y aumento de resistencia a la
tracción y al agua.

FLOR

Aspecto característico de los poros visibles sobre la superficie externa de un cuero o una piel, después
de eliminar el pelo o la lana y peculiar del animal de que se trate.

IMPREGNADO (Piel o cuero)

Piel o cuero que mediante la adición de materiales tales como grasa, parafina, cera y/o resinas
impregnadoras, etc., ha sido mejorado en relación a sus propiedades físicas, sin que por esto pierda las
características originales.

LIGANTE

Producto que pega o aglutina los pigmentos a la superficie del cuero, formando una película o film de
acabado.

Si no tenemos algo que adhiera los productos de terminación al cuero, no hay forma de mantener la
terminación en forma durable sobre el cuero. Los ligantes son capaces de englobar en su estructura una
serie de productos sin modificar demasiado las propiedades.

FELPA MANUAL

Está compuesta por una madera recubierta con material textil aterciopelado y blando. En el medio de
ambos y como relleno puede tener espuma de goma. Con una felpa de este tipo, el acabado puede ser
esparcido en forma más lisa, aumentando también su rendimiento, lo que es muy apropiado para
cueros desflorado.

SOPLETE

Se utiliza cuando lo que se desea es la división de las preparaciones del acabado en finísimas gotas y que
estas se depositen en la superficie del cuero lo más uniformemente posible.

2-23
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

NAPA

Piel bovina dividida o piel ovina o caprina sin dividir, suave y elástica, generalmente de plena flor,
utilizada para guantería o confecciones. Curtida al cromo o combinada y teñida a penetración completa.

PIQUELADO

Condición en la que se encuentran los cueros luego del tratamiento con ácidos y sales neutras y en la
cual pueden ser conservados temporalmente.

PLENA FLOR

Curtido que lleva la superficie original de la flor, tal corno queda al descubierto después de eliminar la
epidermis con el pelo incluido y sin haber eliminado la capa flor, por medio de desflorado, esmerilado o
dividido.

PURGA

Es un tratamiento con enzimas proteolíticas, como el caso de la tripsina para el aflojamiento de las fibras
de colágeno, además de producir una limpieza de los poros de la piel. Lo que se traduce en lisura de la
misma, y le confiere mayor elasticidad.

REBAJADO

Operación mecánica que torna uniforme el espesor del cuero.

RECURTIDO

Pieles o cueros curtidos parcialmente, que han sido sometidos posteriormente a una curtición adicional,
con materias curtientes similares o distintas a las de la primera curtición.

RIBERA

El objetivo de las operaciones de ribera es deshacerse de aquellas porciones que no son deseadas en el
cuero acabado y darle a la piel condiciones físicas y químicas para el proceso siguiente. Para hacer un
buen cuero, esto debe hacerse de tal manera que no se haga daño a la porción fibrosa que será
transformada en cuero.

TEÑIDO

Es la operación que tiene por objeto darle un color determinado, ya sea superficialmente, en parte del
espesor o en todo él para mejorar su apariencia, adaptarlo al estilo de moda e incrementar su valor. Es
además la operación donde se verán reflejados los errores en operaciones anteriores.

VACUNO (Cuero)

WET-BLUE

Cueros curtidos al cromo con un alto contenido de agua y sin ningún tratamiento posterior.

2-24
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

3. FICHA TÉCNICA
Tabla 3-1 Ficha Técnica del Proyecto

FICHA TÉCNICA
DATOS DEL ESTABLECIMIENTO
Estudio de Impacto Ambiental Ex-posty Plan de manejo
Nombre del proyecto:
de la CURTIDURÍA SAN VICENTE.
Ubicación: Provincia de Tungurahua
Cantón: Ambato
Parroquia: Atahualpa
Dirección: Av. Indoamérica y Virgen del Cisne, sector La Concepción
Coordenadas UTM de la ubicación PUNTO ESTE NORTE
del Proyecto:
1 766922 9863558
WGS84 – Zona 17S
Representante legal: Sr. Efraín Llambo
RUC: 1801573393001
Rama, actividad: Actividades de curtiembre
MAE-SUIA-RA-UCAT-DPAT-2014-00789
Certificado de Intersección:
AMBATO, 16 de diciembre del 2014
Código MAE:
MAE-RA-2014-113629
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 3-2 Información de la Planta.

SUPERFICIE DE LAS INSTALACIONES


La industria CURTIDURÍA SAN VICENTE es de construcción de hormigón y madera, de dos
plantas.
PLANTA BAJA

AREA ( A ) DESCRIPCIÓN (M²)


A1 BODEGA DE PIELES CRUDAS 10
A2 BOMBO DE PELAMBRE 12
A3 BOMBO DE CURTIDO 12
A4 BOMBO DE TEÑIDO (2) 10
A7 MAQ. DIVIDIDORA 20
A8 MAQ. REBAJADORA 16
MAQUINA LIJADORA (2) 20
A13 COMPRESOR 6

A15 BODEGA INSUMOS QUIMICOS 1 12

3-25
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
ELAB
A16 BODEGA INSUMOS QUÍMICOS 2 12
ORA
PLANTA DE TRATAMIENTO DO:
A18 30 EQU
PRIMARIO
IPO
A19 VESTIDORES 12 CON
A20 BATERÍA DE TANQUES CALERO 30 SUL
TOR
A21 BAÑO1 6
A22 ZARANDA 12
TOTAL 208
PLANTA ALTA
A1 ADMINISTRATIVA 40 Tabl
A2 BODEGA PRODUCTO TERMINADO 25 a
A3 ÁREA DE ACABADO EN SECO 30 3-3
Fase
TOTAL 95 s de
fabricación e información de la planta

Dentro de la fábrica CURTIDURÍA SAN VICENTE, se tiene las siguientes


secciones para la fabricación de sus productos:
1. Recepción de pieles

2. Salado de pieles

3. Proceso de ribera

3.1. Remojo y/o lavado

3.2. Pelambre

3.3. Descarnado (manual) y dividido

4. Proceso de curtido
FASES
4.1. Desencalado y purgado

4.2. Piquelado

4.3. Curtido

5. Post-Curtido

5.1. Neutralizado

5.2. Recurtido

5.3. Teñido

5.4. Engrase

6. Acabado en seco
Tabla 3-4 Linderos de la Fabrica

LINDEROS DE FABRICA

NORTE A 30 M DE CALLE VIRGEN DEL CISNE

3-26
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

SUR CURTIDURÍA PICO


ORIENTE Av. INDOAMERICA
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 3-5 Información del Proponente

INFORMACIÓN DEL PROPONENTE

Representante legal Sr. Efraín Llambo

Cédula de ciudadanía 180157339-3


Provincia de Tungurahua, cantón Ambato, parroquia Atahualpa, Av. Indoamérica y
Dirección
Virgen del Cisne, sector La Concepción
Teléfono/FAX 0995728880

E-mail Delgadobety76@gmail.com – maleruos@hotmail.com

REQUERIMIENTOS

Agua TANQUEROS DE REPARTO

Energía eléctrica Empresa Eléctrica Ambato S.A.


MAQUINARIA
TIPO CANTIDAD

Bombos 2

Bombos 2 ( No operativos)

Rebajadora 1

Gamusadoras 3

Divididora 1

Equipo de aplicación de pintura 1


ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

3-27
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Tabla 3-6 Equipo consultor

INFORMACION DEL EQUIPO CONSULTOR


EQUIPO CONSULTOR Y REGISTRO Nro.: MAE-591-CI con CATEGORIA “A”
TECNICO NOMBRE FIRMA
CONSULTOR LIDER:
Wilson Fabián Culqui
MSc Ciencias de la Ingeniería y
Ninacuri
Gestión Ambiental, Ing. Civil;
Senescyt:
especialidad Hidráulica –
1010-09-690140
Sanitaria
1010-02-139760
Coordinación del EsIA Ex Post
Egdo. Ing. Ambiental. Wilmer Javier Tingo Cali

Apoyo Técnico. 0604351189

Manejo de información Email:

Análisis de información javiertingo@yahoo.es

Redacción de documentos

Ingeniero Químico
Marco Lenín Ruano
Descripción del Proceso
Osejos
Optimización del Proceso
Senescyt:
Medidas Ambientales
1005-08-825734
Preventivas y correctivas
Plan de Manejo
Freddy Marcelo Culqui
Ingeniero Industrial
Ninacuri
Cartografía
Senescyt:
Plan de Seguridad Industrial
1045-11-1092800
Economista Liliana Edith Culqui
Contabilidad Ninacuri
Valoración de Impactos Senescyt:
Negativos 1010-11-1089240
Licenciada en Ciencias de la
Hilda Mardela Flores
Educación
Gancino
Sociabilización del EsIA Ex Post
Senescyt:
Encuestas en la Zona de
1010-10-1029658
Influencia
DIRECCIÓN Calle José de Villamil Nro. 10 y Batalla de Pichincha
TELEFAX 032 40 86 44
E-MAIL wculqui_ec@yahoo.com
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

3-28
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

4. MARCO CONCEPTUAL
4.1 OBJETIVO GENERAL

Realizar el Estudio de Impacto Ambiental Ex-post de la CURTIDURÍA SAN VICENTE a fin de identificar y
evaluar los impactos ambientales asociados a la operación y cierre técnico de ésta, determinar las
confirmaciones respecto al cumplimiento de la normativa ambiental vigente, función que permitirá
prevenir, mitigar, compensar y corregir los impactos ocasionales al ambiente, a fin de cumplir los
estándares ambientales establecidos en la legislación ambiental.

4.1.1 Objetivos específicos

 Realizar la descripción del proyecto, caracterizando infraestructura, obras de apoyo, materiales,


equipos e insumos que son utilizados para la operación de esta curtiduría.

 Efectuar el diagnóstico ambiental del área de estudio, para lo cual se determinará las
condiciones actuales de los componentes físicos, bióticos y socioeconómicos y culturales del
área de influencia.

 Identificar, evaluar y categorizar los impactos ambientales que podrían generarse durante las
etapas de operación y cierre técnico del proyecto.

 Definir las áreas de influencia y las zonas sensibles relacionadas con la CURTIDURÍA SAN
VICENTE, bajo el criterio de manejo integral, para establecer las áreas donde se deben mitigar o
minimizar los impactos productos de la operación de la curtiduría.

 Establecer medidas técnicas de prevención, mitigación, compensación y control de los impactos


ambientales negativos, y las acciones para solventar las no conformidades en todas las
actividades que se llevan a cabo en esta curtiduría, a través de la formulación y posterior
implementación de un Plan de Manejo Ambiental.

 Desarrollar un programa de seguimiento y monitoreo periódico de las medidas señaladas en el


Plan de Manejo Ambiental y de los parámetros de calidad Ambiental del Control, a fin de
evaluar el futuro desempeño ambiental del proyecto y la efectividad de las acciones propuestas.

 Definir la metodología en base a la cual se realizará el Estudio de Impacto Ambiental Ex post de


CURTIDURÍA SAN VICENTE, de acuerdo a los lineamientos establecidos en la normativa
ambiental vigente.

4.2 ALCANCE DEL ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL

4-29
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 El Estudio de Impacto Ambiental Ex Post determina el alcance, la focalización, los métodos,


técnicas, fuentes de información (primaria y secundaria) a aplicarse en la elaboración del EsIA.

 Detallar la infraestructura de CURTIDURÍA SAN VICENTE.

 Determinar la zona de influencia directa e indirecta de las instalaciones de la curtiduría.

 Indicar la metodología que se usará para caracterizar el medio físico, biótico y socioeconómico
de las zonas de influencia de la infraestructura existente.

 Identificar las conformidades y no conformidades de acuerdo al marco legal ambiental de todas


las fases de CURTIDURÍA SAN VICENTE, mediante la aplicación de una matriz de hallazgos.

 Establecer el Programa Perentorio de Cumplimiento para cerrar las no conformidades.

 Desarrollar un programa de seguimiento y monitoreo periódico de las medidas establecidas en


el Programa

 Perentorio de cumplimiento con el fin de evaluar el futuro desempeño ambiental de la


infraestructura y la efectividad de las acciones propuestas tanto en le fase de operación,
mantenimiento, cierre o abandono.

 Difundir según lo establecido en el Decreto Ejecutivo 1040, los resultados obtenidos en el


proyecto CURTIDURÍA SAN VICENTE, acogiendo todas las observaciones y criterios de la
comunidad de la ZIA del proyecto, las cuales serán subsanadas mediante la aplicación de
acciones específicas descritas en el Plan de Manejo Ambiental.

4-30
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

5. MARCO LEGAL
5.1 CONSTITUCIÓN DE LA REPÚBLICA DEL ECUADOR

Art. 14.- Se reconoce el derecho de la población a vivir en un ambiente sano y ecológicamente


equilibrado, que garantice la sostenibilidad y el buen vivir, sumak kawsay.

Se declara de interés público la preservación del ambiente, la conservación de los ecosistemas, la


biodiversidad y la integridad del patrimonio genético del país, la prevención del daño ambiental y la
recuperación de los espacios naturales degradados.

Art. 15.- El Estado promoverá, en el sector público y privado, el uso de tecnologías ambientalmente
limpias y de energías alternativas no contaminantes y de bajo impacto. La soberanía energética no se
alcanzará en detrimento de la soberanía alimentaria, ni afectará el derecho al agua.

Se prohíbe el desarrollo, producción, tenencia, comercialización, importación, transporte,


almacenamiento y uso de armas químicas, biológicas y nucleares, de contaminantes orgánicos
persistentes altamente tóxicos, agroquímicos internacionalmente prohibidos, y las tecnologías y agentes
biológicos experimentales nocivos y organismos genéticamente modificados perjudiciales para la salud
humana o que atenten contra la soberanía alimentaria o los ecosistemas, así como la introducción de
residuos nucleares y desechos tóxicos al territorio nacional.

Art. 318.- El agua es patrimonio nacional estratégico de uso público, dominio inalienable e
imprescriptible del Estado, y constituye un elemento vital para la naturaleza y para la existencia de los
seres humanos. Se prohíbe toda forma de privatización del agua.

Art. 395.- La Constitución reconoce los siguientes principios ambientales:

… 2. Las políticas de gestión ambiental se aplicarán de manera transversal y serán de obligatorio


cumplimiento por parte del Estado en todos sus niveles y por todas las personas naturales o
jurídicas en el territorio nacional.

Art. 398.- Toda decisión o autorización estatal que pueda afectar al ambiente deberá ser consultada a la
comunidad, a la cual se informará amplia y oportunamente. El sujeto consultante será el Estado. La ley
regulará la consulta previa, la participación ciudadana, los plazos, el sujeto consultado y los criterios de
valoración y de objeción sobre la actividad sometida a consulta.

El Estado valorará la opinión de la comunidad según los criterios establecidos en la ley y los
instrumentos internacionales de derechos humanos.

Si del referido proceso de consulta resulta una oposición mayoritaria de la comunidad respectiva, la
decisión de ejecutar o no el proyecto será adoptada por resolución debidamente motivada de la
instancia administrativa superior correspondiente de acuerdo con la ley.

5-31
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

5.2 LEY ORGÁNICA DE SALUD

Art. 96.- Declárese de prioridad nacional y de utilidad pública, el agua para consumo humano.

…Toda persona natural o jurídica tiene la obligación de proteger los acuíferos, las fuentes y cuencas
hidrográficas que sirva para el abastecimiento de agua para consumo de agua para consumo humano.
Se prohíbe realizar actividades de cualquier tipo, que pongan en riesgo de contaminación las fuentes de
captación de agua.

Art. 103.- Se prohíbe a toda persona, natural o jurídica, descargar o depositar aguas servidas y
residuales, sin el tratamiento apropiado, conforme lo disponga en el reglamento correspondiente, en
ríos, mares, canales, quebradas, lagunas, lagos y otros sitios similares.

Art. 104.- Todo establecimiento industrial, comercial o de servicios, tiene la obligación de instalar
sistemas de tratamiento de aguas contaminadas y de residuos tóxicos que se produzcan por efecto de
sus actividades.

Las autoridades de salud, en coordinación con los municipios, serán responsables de hacer cumplir esta
disposición.

5.3 LEY DE GESTIÓN AMBIENTAL

Art. 1.- La presente Ley establece los principios y directrices de política ambiental; determina las
obligaciones, responsabilidades, niveles de participación de los sectores público y privado en la gestión
ambiental y señala los límites permisibles, controles y sanciones en esta materia.

Art. 21.- Los sistemas de manejo ambiental incluirán estudios de línea base; evaluación del impacto
ambiental; evaluación de riesgos; planes de manejo; planes de manejo de riesgo; sistemas de
monitoreo; planes de contingencia y mitigación; auditorías ambientales y planes de abandono. Una vez
cumplidos estos requisitos y de conformidad con la calificación de los mismos, el Ministerio del ramo
podrá otorgar o negar la licencia correspondiente.

Art. 22.- Los sistemas de manejo ambiental en los contratos que requieran estudios de impacto
ambiental y en las actividades para las que se hubiere otorgado licencia ambiental, podrán ser
evaluados en cualquier momento, a solicitud del Ministerio del ramo o de las personas afectadas.

La evaluación del cumplimiento de los planes de manejo ambiental aprobados se realizará mediante la
auditoría ambiental, practicada por consultores previamente calificados por el Ministerio del ramo, a fin
de establecer los correctivos que deban hacerse.

Art. 24.- En obras de inversión públicas o privadas, las obligaciones que se desprendan del sistema de
manejo ambiental, constituirán elementos del correspondiente contrato. La evaluación del impacto
ambiental, conforme al reglamento especial será formulada y aprobada, previamente a la expedición de
la autorización administrativa emitida por el Ministerio del ramo.

5-32
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

5.4 LEY DE PREVENCIÓN Y CONTROL DE LA CONTAMINACIÓN AMBIENTAL

Art. 1.- Queda prohibido expeler hacia la atmósfera o descargar en ella, sin sujetarse a las
correspondientes normas técnicas y regulaciones, contaminantes que, a juicio del Ministerio de Salud y
del Ambiente, en sus respectivas áreas de competencia, puedan perjudicar a la salud y vida humana, la
flora, la fauna y los recursos o bienes del estado o de particulares o constituir una molestia.

Art. 6.- Queda prohibido descargar, sin sujetarse a las correspondientes normas técnicas y regulaciones,
a las redes de alcantarillado, o en las quebradas, acequias, ríos, lagos naturales o artificiales, o en las
aguas marítimas, así como infiltrar en los terrenos, las aguas residuales que contengan contaminantes
que sean nocivos a la salud humana, a la fauna, a la flora y a sus propiedades.

Art. 10.- Queda prohibido descargar, sin sujetarse a las correspondientes normas técnicas y
regulaciones, cualquier tipo de contaminantes que puedan alterar la calidad del suelo y afectar a la salud
humana, la flora, la fauna y otros bienes.

Art. 83.- Presentar EIA cuando pueda causar efectos nocivos para la salud o sean susceptibles de
producir deterioro ambiental.

5.5 TEXTO UNIFICADO DE LEGISLACIÓN AMBIENTAL SECUNDARIA

 LIBRO VI: DE LA CALIDAD AMBIENTAL

TÍTULO I: DISPOSICIONES PRELIMINARES

Art. 1 Ámbito.- El presente Libro establece los procedimientos y regula las actividades y
responsabilidades1 públicas y privadas en materia de calidad ambiental. Se entiende por calidad
ambiental al conjunto de características del ambiente y la naturaleza que incluye el aire, el agua,
el suelo y la biodiversidad, en relación a la ausencia o presencia de agentes nocivos que puedan
afectar al mantenimiento y regeneración de los ciclos vitales, estructura, funciones y procesos
evolutivos de la naturaleza.

Art. 2 Principios.- Sin perjuicio de aquellos contenidos en la Constitución de la República del


Ecuador y las leyes y normas secundarias de cualquier jerarquía que rijan sobre la materia, los
principios contenidos en este Libro son de aplicación obligatoria y constituyen los elementos
conceptuales que originan, sustentan, rigen e inspiran todas las decisiones y actividades
públicas, privadas, de las personas naturales y jurídicas, pueblos, nacionalidades y comunidades
respecto a la gestión sobre la calidad ambiental, así como la responsabilidad por daños
ambientales.

 LIBRO IX: DEL SISTEMA DE DERECHOS O TASAS POR LOS SERVICIOS QUE PRESTA EL
MINISTERIO DEL AMBIENTE Y POR EL USO Y APROVECHAMIENTO DE BIENES NACIONALES QUE
SE ENCUENTREN BAJO SU CARGO Y PROTECCIÓN.

5-33
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 ANEXO 1 DEL LIBRO VI DEL TEXTO UNIFICADO DE LEGISLACIÓN SECUNDARIA DEL MINISTERIO
DEL AMBIENTE: NORMA DE CALIDAD AMBIENTAL Y DE DESCARGA DE EFLUENTES AL RECURSO
AGUA

4. CLASIFICACIÓN

4.2 Normas generales de descarga de efluentes

1. Normas generales para descarga de efluentes, tanto al sistema de alcantarillado como a los
cuerpos de agua.

2. Límites permisibles, disposiciones y prohibiciones para descarga de efluentes al sistema de


alcantarillado.

3. Límites permisibles, disposiciones y prohibiciones para descarga de efluentes a un cuerpo de


agua o receptor.

a) Descarga a un cuerpo de agua dulce.

b) Descarga a un cuerpo de agua marina.

4. Permisos de descarga

5. Parámetros de monitoreo de las descargas a cuerpos de agua y sistemas de alcantarillado de


actividades industriales o productivas, de servicios públicas o privadas.

5. DESARROLLO

5.2.3 Normas generales para descarga de efluentes al sistema de alcantarillado

5.2.3.1 Se prohíbe la descarga de residuos líquidos sin tratar hacia el sistema de alcantarillados
provenientes del lavado y/o mantenimiento de vehículos aéreos y terrestres, así como el de
aplicadores manuales y aéreos, recipientes, empaques y envases que contengan o hayan
contenido agroquímicos u otras sustancias tóxicas. Las descargas tratadas deben cumplir con los
valores establecidos en la Tabla 9.

Tabla 5-1 Límites de descarga al sistema de alcantarillado público

LÍMITE MÁXIMO
PARÁMETROS EXPRESADOS COMO UNIDAD
PERMISIBLE

Aceites y grasas Solubles en hexano mg/l 70,0

Explosivos o inflamables Sustancias mg/l Cero

Alkil mercurio mg/l No detectable

Aluminio Al mg/l 5,0

Arsénico total As mg/l 0,1

5-34
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Cadmio Cd mg/l 0,02

Cianuro total CN mg/l 1,0

Cinc Zn mg/l 10,0

Cloro Activo Cl mg/l 0,5

Cloroformo Extracto carbón cloroformo mg/l 0,1

Cobalto total Co mg/l 0,5

Cobre Cu mg/l 1,0

Compuestos fenólicos Expresado como fenol mg/l 0,2

Compuestos organoclorados Organoclorados totales mg/l 0,05

Cromo hexavalente Cl+6 mg/l 0,5

Demanda Bioquímica de mg/l


DBO5 250,0
Oxígeno (5 días)

Demanda Química de Oxígeno DQO mg/l 500,0

Dicloroetileno Dicloroetileno mg/l 1,0

Fósforo total P mg/l 15,0

Hidrocarburos Totales de mg/l


TPH 20,0
Petróleo

Hierro total Fe mg/l 25,0

Manganeso total Mn mg/l 10,0

Mercurio (total) Hg mg/l 0,01

Níquel Ni mg/l 2,0

Nitrógeno total Kjedahl N mg/l 60,0

Organofosforados Especies totales mg/l 0,1

Plata Ag mg/l 0,5

Plomo Pb mg/l 0,5

Potencial de Hidrógeno pH 6-9

Selenio Se mg/l 0,5

Sólidos Sedimentables mg/l 20,0

5-35
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Sólidos Suspendidos Totales mg/l 220,0

Sólidos totales mg/l 1600,0

Sulfatos SO4-2 mg/l 400,0

Sulfuros S mg/l 1,0

Temperatura °C <40,0

Sustancias activas al azul de


Tensoactivos mg/l 2,0
metileno

Tetracloruro de carbono Tetracloruro de carbono mg/l 1,0

Tricloroetileno Tricloroetileno mg/l 1,0

Fuente: TULSMA

 ANEXO 3 DEL LIBRO VI DEL TEXTO UNIFICADO DE LEGISLACIÓN SECUNDARIA DEL MINISTERIO
DEL AMBIENTE NORMA DE EMISIONES AL AIRE DESDE FUENTES FIJAS

4.1.1.4.- Se consideran fuentes fijas no significativas a todas aquellas que utilizan combustibles
fósiles sólidos, líquidos, gaseosos, o cualquiera de sus combinaciones, y cuya potencia calorífica
(heat imput) sea menor a 3 MW o diez millones de unidades térmicas británicas por hora (10 x
10 DD BTU/h).

4.1.1.5.- Las fuentes fijas no significativas, aceptadas como tal por parte de la Autoridad
Ambiental de Control no están obligadas a efectuar mediciones de sus emisiones, y deben
demostrar el cumplimiento de la normativa, mediante alguna de las siguientes alternativas:

a) El registro interno, y disponible El registro interno, y disponible ante la Autoridad


Ambiental de Control, del cumplimiento de las prácticas de mantenimiento de los
equipos de combustión, acorde con los programas establecidos por el operador o
propietario de la fuente, o recomendado por el fabricante del equipo de combustión,
según lo aprobado por la Autoridad Ambiental de Control.

4.1.1.6.- Para la verificación de cumplimiento de una fuente fija no significativa con alguno de
los métodos descritos, el operador o propietario de la fuente debe mantener los registros,
resultados de análisis o certificados, a fin de reportar con una frecuencia de cada seis meses.

ANEXO 4. Metodología para la determinación del nivel máximo de emisión de ruido (lkeqt) en
usos de suelo PE y RN.

5-36
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

5.6 REGLAMENTOS, ACUERDOS Y ORDENANZAS

 Reglamento para la Prevención y Control de la Contaminación del Suelo. Publicado en el


Registro Oficial No. 989

 Regulación para la Calificación de las maquinarias y equipos destinados a la Protección


Ambiental y Recuperación Ecológica. Registro Oficial No. 559 de 31 de Octubre de 1994.

 Reglamento para la Prevención y Control de la Contaminación. Promulgado en el Registro


Oficial No. 204 de 5 de Junio de 1989 y reformado en 1992.

 Reglamento de Seguridad y Salud de los Trabajadores y Mejoramiento del Medio Ambiente de


Trabajo. Decreto Ejecutivo No. 2393 del 17 de Noviembre de 1986.

o TÍTULO I: Disposiciones generales


 Art. 11.- Obligaciones de los empleadores.
 Art. 13.- Obligaciones de los trabajadores.

 Reglamento para la contaminación de Desechos Sólidos. Registro Oficial No. 991 del 3 de
agosto de 1992.
 Reglamento de la Ley de Gestión ambiental para la prevención y control de la contaminación
ambiental.
o Artículo 50
 Acuerdo No. 026: Procedimientos para registro de generadores de desechos peligrosos,
gestión de desechos peligrosos previo al licenciamiento ambiental y para el transporte de
materiales peligrosos. Registro Oficial No. 334 de 12 de Mayo de 2008.

o Art. 1.- Toda persona natural o jurídica, pública o privada, que genere desechos
peligrosos deberá registrarse en el Ministerio del Ambiente, de acuerdo al
procedimiento de registro de generadores de desechos peligrosos determinado en el
Anexo A.

o Art. 2.- Toda persona natural o jurídica, pública o privada, nacional o extranjera que
preste los servicios para el manejo de desechos peligrosos en sus fases de gestión:
reúso, reciclaje, tratamiento biológico, térmico, físico, químico y para desechos
biológicos; coprocesamiento y disposición final, deberá cumplir con el procedimiento
previo al licenciamiento ambiental para la gestión de desechos peligrosos descrito en el
Anexo B.

o Art. 3.- Toda persona natural o jurídica, pública o privada, nacional o extranjera que
preste los servicios de transporte de materiales peligrosos, deberá cumplir con el
procedimiento previo al licenciamiento ambiental y los requisitos descritos en el Anexo
C.

5-37
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

o Art. 4.- El presente Acuerdo entrará en vigencia a partir de su publicación en el Registro


Oficial y de su ejecución encárguese a las Subsecretarías de Calidad Ambiental y Gestión
Ambiental Costera.

 Acuerdo Ministerial No. 061: Reforma del libro VI del Texto Unificado de Legislación
Secundaria, Disposiciones Transitorias. 07 de Abril de 2015.
Décima Primera.- En tanto no sean derogados expresamente los anexos establecidos en el
Acuerdo Ministerial No. 028 de 28 de enero de 2015, se entenderán como vigentes, para lo cual
en plazo de 90 días contados a partir de la publicación en el Registro Oficial, se expedirá los
anexos que contendrán las normas técnicas que complementarán la efectiva aplicación del
presente instrumento.

Disposición Derogatoria Única.- Se deroga expresamente el Acuerdo Ministerial No. 028,


publicado en la Edición Especial No. 270 de 13 de febrero de 2015 y su reforma contenida en el
Acuerdo Ministerial Nro. 052 de fecha 12 de marzo de 2015.
Disposición Final Única.- El presente Acuerdo Ministerial entrará en vigencia a partir de su
publicación en el Registro Oficial y de su ejecución encárguese a la Subsecretaría de Calidad
Ambiental.

 Acuerdo Ministerial No. 066: Instructivo al Reglamento de aplicación de los mecanismos de


participación social establecido en el Decreto Ejecutivo No. 1040, publicado en el Registro
Oficial No. 332 de 8 de mayo de 2008. Registro Oficial No. 36 de 15 de Julio de 2013.

o Definición y ámbito de aplicación del Proceso de Participación Social (PPS).

o Proceso de Participación Social para proyectos Categoría IV sobre el facilitador socio-


ambiental.

o Sobre la organización del Proceso de Participación Social PPS.

o Sobre la convocatoria al Proceso de Participación Social y la difusión pública del EIA-


PMA o su equivalente.

 Acuerdo Ministerial No. 142: Listados nacionales de sustancias químicas peligrosas, desechos
peligrosos y especiales. Registro Oficial No. 856 del 21 de Diciembre de 2012.

o Art. 1.- Serán consideradas sustancias químicas peligrosas, las establecidas en el Anexo
A del presente acuerdo.
o Art. 2.- Serán considerados desechos peligrosos, lo establecidos en el Anexo B del
presente acuerdo.
o Art. 3.- Serán considerados desechos especiales los establecidos en los Anexo C del
presente acuerdo.

5-38
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 Acuerdo No. 161: Reforma al Libro VI del Texto Unificado de Legislación Secundaria del
Ministerio del Ambiente. Expedido mediante Decreto Ejecutivo No. 3516, publicado en el
Registro Oficial Suplemento 2 del 31 de Marzo del 2003.

o TÍTULO V: Reglamento para la prevención y control de la contaminación por sustancias


químicas peligrosas, desechos peligrosos y especiales.

 Artículos: 156 (apartado b), 168, 179, 183, 198, 202, 203, 205, 206, 210, 211,
215, 222 y 223.

 Decreto Ejecutivo 1040: Reglamento de Aplicación de los Mecanismos de Participación Social


establecidos en la Ley de Gestión Ambiental. Publicado en el Registro Oficial No. 332 del 8 de
mayo del 2008.

o TITULO II: Ámbito del reglamento

 Art. 2.- ÁMBITO: El presente reglamento regula la aplicación de los artículos 28


y 29 de la Ley de Gestión Ambiental, en consecuencia, sus disposiciones serán
los parámetros básicos que deban acatar todas las instituciones del Estado que
integren el Sistema Nacional Descentralizado de Gestión Ambiental, sus
delegatarios y concesionarios.

 Art. 3.- OBJETO: El objeto principal de este Reglamento es contribuir a


garantizar el respeto al derecho colectivo de todo habitante a vivir en un
ambiente sano, ecológicamente equilibrado y libre de contaminación.

 Art. 16.- DE LOS MECANISMOS DE PARTICIPACIÓN SOCIAL: Los mecanismos de


participación social contemplados en este reglamento deberán cumplir con los
siguientes requisitos:

1.- Difusión de información de la actividad o proyecto que genere impacto


ambiental.
2.- Recepción de criterios.
3.- Sistematización de la información obtenida.

 Ordenanza para la prevención y control de la contaminación ambiental ocasionada por la


actividades agroindustriales, industriales, artesanales, domésticos y de servicio en el cantón
Ambato (2007).

o Art. 6 Contaminación del Agua.- Al tenor del artículo precedente. Se sujeta al control de
esa norma, todo desecho consistente en fluentes líquidos de fuentes fijas, que se
descarguen en los canales del alcantarillado público o directamente a los recursos
hídricos del cantón Ambato. Para este efecto, el CONTROL se somete a las normas de

5-39
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

calidad establecidas por esta norma y su reglamento y las previstas en la Norma de


Calidad Ambiental y de Descarga de Efluentes.

o Art. 11 De la Demostración del Cumplimiento.- La responsabilidad de demostrar


técnicamente y científicamente el cumplimiento de los mecanismos de control y
prevención de la contaminación, recae principalmente sobre actividades
agroindustriales, industriales, artesanales y de servicios, unidades de transporte

CAPITULO III: DE LAS DESCARGAS


o Art. 55.- La presente ordenanza determina los parámetros de descarga, tanto al sistema
de alcantarillado, como a los cuerpos de agua. El regulado deberá mantener el registro
de los efluentes generados, indicando el caudal del efluente, frecuencia de descarga,
tratamiento aplicado a los efluentes, análisis de laboratorio y la disposición de los
mismos, identificando el cuerpo receptor.

o Art. 56.- Se prohíbe la utilización de cualquier cuerpo de agua, el propósito de diluir los
efluentes líquidos no tratados.

o Art. 57.- Se prohíbe toda descarga de residuos líquidos a las vías públicas, canales de
riego y drenaje o sistemas de recolección de aguas lluvias y aguas subterráneas.

o Art. 58.- Las aguas residuales que no cumplan previamente a su descarga, con los
parámetros establecidos de descarga en esta ordenanza, deberán ser tratadas sea cual
fuera su origen: público o privado. Por lo tanto, los sistemas de tratamientos deben de
ser modulares para evitar la falta absoluta de tratamiento de las aguas residuales en
casa de paralización de una de las unidades, por falla o mantenimiento.

 Ordenanza de prevención y control de la contaminación ambiental del cantón Ambato, 1998.

 Ordenanza para la Prevención y control de la contaminación ambiental ocasionada por


actividades agroindustriales, industriales, artesanales, domésticos y de servicios en el cantón
Ambato, 2006.

 Reglamento que regula el registro y calificación de consultores y laboratorios para la ejecución


de los estudios de impacto ambiental, auditoría y Plan de Manejo Ambiental, 2007.

 Reforma a la Ordenanza para la prevención y control de la contaminación ambiental


ocasionada por actividades agroindustriales, industriales, artesanales, domésticos y de
servicios en el cantón Ambato, 2009.

 Resolución Administrativa DA-12-349 Medidas Ambientales Mínimas aplicables a los sectores


de actividades de Bajo y Mediano Impacto Ambiental.

5-40
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

5.7 NORMAS INEN

 NTE INEN 0439:84. Obligatoria SG 01.02-402 60 p MFN 1376: Colores, señales y símbolos de
seguridad.

 NTE INEN 2 288:2000. Productos Químicos Industriales Peligrosos. Etiquetado de Precaución.

 NTE INEN 2 266:2000. Transporte, Almacenamiento y Manejo de Productos Químicos


Peligrosos.

 NTE INEN 2169:98. Agua: Calidad del agua, muestreo, manejo y conservación de muestras.

 NTE INEN 2176:98. Agua: Calidad del agua, muestreo, técnicas de muestreo.

5.8 MARCO INSTITUCIONAL

CONSTITUCIÓN DE LA REPÚBLICA DEL ECUADOR

Art. 399.- El ejercicio integral de la tutela estatal sobre el ambiente y la corresponsabilidad de la


ciudadanía en su preservación, se articulará a través de un sistema nacional descentralizado de gestión
ambiental, que tendrá a su cargo la defensoría del ambiente y la naturaleza.

TEXTO UNIFICADO DE LEGISLACIÓN SECUNDARIA DEL MINISTERIO DEL AMBIENTE (TULSMA)

Expedido mediante Acuerdo Ministerial No. 028 y publicado mediante la Edición Especial No. 270 en el
Registro Oficial del viernes 13 de febrero de 2015.

Tercera.- Licenciamiento ambiental de actividades y proyectos en funcionamiento.- Actividades y


proyectos en funcionamiento que cuentan con un estudio de impacto ambiental aprobado por una
autoridad ambiental de aplicación, luego de acreditada ésta ante el Sistema Único de Manejo
Ambiental, obtendrán la ratificación de la correspondiente licencia ambiental previa solicitud en función
de:

Términos de la aprobación del correspondiente estudio de impacto ambiental; y, condiciones


establecidas por la autoridad ambiental de aplicación en función de sus registros históricos de
actividades de control, seguimiento y/o auditorías ambientales.

Una vez vencido el plazo al que se refiere la primera disposición transitoria, en el caso de aquellas
actividades o proyectos que siendo de competencia de una autoridad ambiental de aplicación que no se
ha acreditado todavía ante el Sistema Único de Manejo Ambiental, un promotor puede someter su
actividad o proyecto en ejecución a licenciamiento ambiental ante cualquiera de las autoridades
ambientales de aplicación acreditadas o ante la autoridad ambiental nacional. Para el efecto deberá
presentar en vez de un estudio de impacto ambiental una auditoría ambiental o un estudio de impacto
ambiental ex-post y un plan de manejo ambiental que será la base técnica para el licenciamiento
ambiental.

5-41
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

6. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL – LÍNEA BASE


En este capítulo se analizan y describen las condiciones actuales generales del área de estudio que
corresponden a la empresa, con el fin de definir el impacto ambiental causado por el proyecto sobre el
entorno.

6.1 ENTORNO FÍSICO


6.1.1 Clima
Existen en el cantón estaciones climatológicas y meteorológicas, por lo que, para la caracterización
climática del área de estudio, se utilizaron los registros de las estaciones meteorológicas Pedro Fermín
Cevallos y Querochaca.

Los datos meteorológicos fueron tomados para un periodo de 10 años, con datos referenciales 2000 –
2009, analizándose las variables de precipitación, temperatura, humedad relativa, nubosidad y vientos.

6.1.1.1 Precipitación
En la zona, las lluvias registradas a partir de febrero y durante los meses de marzo, abril, mayo y junio
muestran las mayores precipitaciones. Por otro lado aquellas que se registran durante diciembre y
enero presentan el menor tiempo de lluvias con una máxima de 35,6 mm en diciembre.
Tabla 6-1 Variación de Precipitaciones Mensuales (mm)

ESTACIÓN ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos 27,8 42,1 48,1 61,7 62,9 57,3 41,2 33,6 34,3 41,2 40,4 30,6

Querochaca 34,1 47,3 55 66,1 65,5 73,7 52,8 38,9 33,6 43,8 44,6 35,6
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR
Ilustración 6-1 Variación de Precipitaciones Mensuales (mm)

80
70
60
50
40
30
20
10
0
ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos Querochaca

6-42
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.1.2 Temperatura
Debido a que la parroquia se encuentre en la cordillera, la temperatura varía entre los 11°C y 14°C, con
una medida anual de 12,6°C.

En los meses de junio y agosto se observa una disminución de temperatura que va desde los 10°C hasta
los 11°C, mientras que desde octubre hasta mayo la temperatura se mantiene en un rango constante de
13°C a 14°C.

Tabla 6-2 Variación Mensual de Temperatura (°C)

ESTACIÓN ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos 13,1 12,9 13,0 13,0 12,8 11,9 11,1 11,3 12,0 13,0 13,5 13,3

Querochaca 13,2 13,1 13,1 13,0 12,7 11,9 11,2 11,2 12,0 13,1 13,6 13,5

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 6-2 Variación Mensual de Temperatura (°C)

16
14
12
10
8
6
4
2
0
ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos Querochaca

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.1.3 Humedad relativa


La humedad relativa alcanza un valor promedio del 81%, condicionado por los factores que definen el
régimen de lluvia. Los meses que menor humedad presentan son noviembre, diciembre y enero, cuyo
valor es de 79%, mientras que el mes donde mayor humedad existe es Junio, llegando a alcanzar el 84%.

6-43
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VICENTE
Tabla 6-3 Variación de Humedad relativa

ESTACIÓN ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos 79 81 82 83 83 84 83 81 80 80 79 70

Querochaca 74 76 77 78 78 80 79 77 76 73 74 75

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 6-3 Variación de Humedad relativa

90

85

80

75

70

65

60
ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos Querochaca

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.1.4 Viento

La velocidad media del viento es de 10,5 m/s., siendo julio y agosto los que presentan mayor velocidad
en contradicción de diciembre que es el mes de menor velocidad, con un promedio de 9,3 m/s. Los
vientos en el sector soplan en dirección Este-Oeste.

6-44
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Tabla 6-4 Velocidad Promedio del Viento

ESTACIÓN ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos 8,1 7,5 8,5 6,9 8,0 8,4 8,6 9,2 8,3 7,5 7,5 6,8

Querochaca 12,7 14,8 12,4 12,2 12,6 14,0 14,0 14,5 13,9 13,0 11,2 11,8

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 6-4 Velocidad Promedio del Viento

ENE
16.0
DIC 14.0 FEB
12.0
10.0
NOV 8.0 MAR
6.0
4.0
2.0 P. F. Cevallos
OCT 0.0 ABR
Querochaca

SEP MAY

AGO JUN

JUL

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.1.5 Nubosidad

Se establece que las características de nubosidad en la zona de estudio están en 6 octas. La nubosidad
mínima se presenta desde octubre a diciembre con 5 y 6 octas, mientras que los restantes meses del
año presentan valores de 7 octas.

6-45
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Tabla 6-5 Valores de Nubosidad

ESTACIÓN ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5

Querochaca 7 7 7 7 7 7 7 7 7 6 6 6

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 6-5 Valores de Nubosidad

8
7
6
5
4
3
2
1
0
ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC

P. F. Cevallos Querochaca

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.2 Geología

En el cantón Ambato afloran rocas y materiales heterogéneos de origen ígneo, intrusivo, volcánico,
sedimentario y metamórfico, agrupados en formaciones que abarcan las eras Mesozoica, Terciaria y
Cuaternaria.

Destaca el afloramiento de la unidad QD (Depósitos Cuaternarios), estructurada por piroclastos


primarios (tefra, flujos piroclásticos, ignimbritas) y retrabajados (Cangahua), avalancha de escombros y
flujos volcánicos pertenecientes a Volcánicos del Cotopaxi, cuya antigüedad se remonta al período
cuaternario.

6-46
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6.1.3 Geomorfología

En el cantón se identifica una geomorfología predominante de vertientes cóncavas y convexas con una
pendiente de hasta el 50% y que en el sector corresponden a un patrón de drenaje radial de pie de
volcán. Normalmente son más anchas que largas y las diferencias de nivel asociados hacia los lechos de
los ríos alcanzan unas pocas decenas de metros. Además de la pendiente pronunciada el área se
caracteriza por terrenos allanados por actividades antrópicas.

En la parroquia Atahualpa se distinguen las formaciones geológicas Latacunga 250M y Cangagua, que
datan del Cuaternario y con una litología de piedra pómez, toba, aglomerado, fluvio lacustre y ceniza.

Tabla 6-6 Hidrogeología parroquial

2
SÍMBOLO LITOLOGÍA FORMACIÓN EDAD PERMEABILIDAD ÁREA (Km )
Piedra pómez, toba, F. Latacunga
PL Cuaternaria Baja 3,23
aglomerado, fluvio lacustre 250 M
Qc Ceniza Cangahua Cuaternaria Media 6,28

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.4 Suelos

6.1.4.1 Tipo de suelos


El suelo de la parroquia está cubierta en su mayoría por aquel que pertenece al orden de los
Inceptisoles, suborden Andepts, caracterizado por ser un suelo joven con poca materia orgánica, limoso
con arena muy fina, de estrato profundo y húmedo (ceniza negra) pero de color más claro cuando se
encuentra seco. Cubre el 96% de toda la parroquia.

Se han encontrado los siguientes tipos de suelo:

 Suelo C: Son suelos poco profundos, erosionados, sobre una capa dura cementada (cangahua) a
menos de un metro de profundidad. En muchos sectores se encuentra aflorantes. Cubre el 61%
de toda la parroquia.
 Suelo H: Son suelos negros, profundos, franco arenosos, derivados de materiales piro clásticos,
con menos de 30% de arcilla en el primer metro, caracterizado por ser un suelo seco. Este suelo
cubre el 39% del área total de la parroquia.

6-47
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Mapa 6-1 Tipo de suelos en la parroquia Atahualpa.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.4.2 Uso del suelo


Dentro de la parroquia el suelo es usado principalmente para fines agrícolas.

6.1.5 Paisaje Natural


La empresa se encuentra ubicada sobre un área alterada y ligeramente poblada; se puede evidenciar
cierta degradación del paisaje natural debido a que es una zona semi intervenida.

6.1.6 Hidrología
Ambato se asienta dentro de la cuenca del río Patate, misma que está formando parte de la cuenca alta
del río Pastaza. La cuenca del Patate posee un área aproximada de 4280,20 km 2 y está integrada por las
subcuencas de los ríos Ambato, Pachanlica y Cutuchi y por drenajes menores que la alimentan.

Atahualpa no dispone de ríos ni fuentes propias. Dispone de 4 quebradas secas: Aprilguaico,


Rumiguaico, Chivo Guaico (Ishiguana) y Patulata, está abastecida por tres acequias para las tareas de
regadío: Jáuregui, Tilulúm, Chacón Sevilla además del Canal Latacunga – Salcedo – Ambato.

6-48
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Mapa 6-2 Hidrología del cantón Ambato

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.1.7 Calidad de las aguas

Para determinar la calidad del agua se realizó un análisis físico químico de las descargas, el análisis fue
realizado por un laboratorio acreditado (anexos) Los análisis se los hizo en función del TULAS, Libro VI.

En la siguiente tabla se detalla los valores obtenidos en las descargas finales de la industria.
Tabla 6-7 Resultados para determinar la calidad de las aguas

RESULTADOS LÍMITES MÁXIMOS


PARÁMETROS UNIDADES
OCT/13 MAR/14 NOV/14 ABR/15 PERMISIBLES
pH UpH 5,43 12,49 5,44 5,94 5-9
DQO mg/L 1827 15510 1772 1495 500
DBO5 mg/L 1187 10081 1152 972 250
Aceites y grasas mg/L 12 76 100

6-49
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Cromo VI mg/L 0,041 0,040 0,5


Temperatura °C 18,1 18,9 <40
Nitratos mg/L 56,67 82,63 -
Sulfatos mg/L 76548 214 80 1210 400,0
Sulfuros mg/L 10,707 529,130 2,005 1,042 1,00
Cromo total mg/L 46,03 17,75 23,61 43,15 -
Sólidos suspendidos mg/L 125 1918 92 60 220
Sólidos sedimentables ml/L 0.2 <9 1,5 0,2 20,0
Color Unid. Pt-Co 1973 19933 -
Material Flotante Visible Ausencia Presencia Ausencia
Carbonatos mg/ICO3 0,00 0,00 0,1
Detergentes mg/L 0 0,56 2,0
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

De acuerdo a los resultados de laboratorio, en las descargas hay parámetros cuyos valores sobrepasan
los límites máximos permisibles.

6.2 ENTORNO BIOLÓGICO


6.2.1 Ecosistemas Naturales o Zonas de Vida
La parroquia Atahualpa está localizada en la región nororiental del cantón Ambato. Por su localización, y
considerando la clasificación bioclimática de Holdridge aplicada por Cañadas (1983) en el Ecuador, la
parroquia se localiza dentro de la región bioclimática conocida como Estepa Espinosa Montano Bajo
(eeMB) la cual se caracteriza por presentar un rango altitudinal de los 2000 a 2900 m.s.n.m. en las
vertientes occidentales y hasta los 3000 m.s.n.m. en las vertientes orientales de los Andes, teniendo una
temperatura media anual que oscila entre los 12 y 18°C con una precipitación media anual comprendida
entre los 250 y 500mm.

Esta zona de vida representa el 0,45% de la superficie nacional y se la encuentra en el callejón


Interandino formando llanuras, barrancos y valles muy secos como Yambo, Ambato, Cevallos y Totoras
en Tungurahua. La vegetación dominante es un matorral de tipo xerofítico.

Mapa 6-3 Zonas de vida de la parroquia Atahualpa.

6-50
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ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.2.2 Formaciones Vegetales


De acuerdo con Sierra et al. (1999), el área del proyecto se encuentra en la formación vegetal
denominada Bosque siempreverde montano del norte y centro de la cordillera oriental de los Andes. Por
otra parte, el Mapa de Vegetación Remanente del Ecuador Continental de 1996 establece que el área de
estudio se encuentra en zona intervenida, donde las formaciones vegetales naturales han sido
reemplazadas o alteradas por otros usos y actividades de origen antrópico. Lo expuesto puede
confirmarse con una visita de campo, observándose diversas áreas destinadas para la agricultura.

En cuanto a cobertura vegetal, la mayor parte está cubierta por cultivos de maíz, de altura y de las zonas
templadas.

6-51
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Mapa 6-4 Cobertura vegetal de la parroquia Atahualpa.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.2.3 Sistema Nacional de Áreas Protegidas


La parroquia no presenta ninguna intersección con el Sistema Nacional de Áreas Protegidas ni con el
sistema de Bosques Protectores.

6.2.4 Especies identificadas

6.2.4.1 Flora
Para la identificación de especies se realizó una visita de campo en la que no se pudieron observar las
especies con características relevantes, puestos que es una zona intervenida.

6-52
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6.2.4.2 Fauna
No se encontraron especies importantes en el área de influencia de la empresa debido al alto grado de
intervención humana. Los únicos animales que se pueden apreciar son gatos y perros que habitan en la
zona.

6.3 ENTORNO SOCIOECONÓMICO Y CULTURAL


6.3.1 Ubicación y División Política
El proyecto se asienta sobre la parroquia Atahualpa la cual está ubicada en el cantón Ambato, provincia
de Tungurahua, a doce kilómetros hacia la parte nororiente del centro de la ciudad, elevándose sobre
los 2620 msnm, con una superficie de 9,6 km2. Sus límites son:

NORTE: Parroquia Unamuncho.

SUR: Centro de Ambato, parroquia urbana La Península.

ESTE: Parroquia Izamba.

OESTE: Parroquia Augusto N. Martínez.

6-53
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Mapa 6-5 Límites de la parroquia Atahualpa

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Atahualpa está conformada por su cabecera parroquial y los barrios El Progreso, Chisalata, La Florida,
San Miguel, Las Palmas, San Vicente, Vista Hermosa , La Esperanza, La Dolorosa, La Merced y El Rosal.
Además por los caseríos Santa Fe, Macasto, el Pisque y Corazón de Jesús.

6.3.2 Aspectos Socioculturales

6.3.2.1 Datos históricos


La parroquia lleva el nombre del último soberano inca, Atahualpa. Nace como parroquia civil el 22 de
enero de 1940, año en el cual empieza su desarrollo sobretodo en el sector agrícola. Sus grandes
extensiones de cultivos de papa, tomate de árbol y alfalfa eran cultivadas por manos hábiles que día y
noche se preocupaban de sus cosechas.

Con el tiempo, la modernización también alcanzó su territorio y con la ayuda económica de quienes
viajaron al exterior, se empezaron a construir casas, unas pocas al principio, pero ahora se observan
grandes edificaciones, que han surgido igualmente con el esfuerzo de esta gente.

6-54
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6.3.2.2 Datos culturales


Según el Instituto Nacional de Patrimonio Cultural en Atahualpa se ha catalogado como patrimonio
inmaterial a diversas actividades y festividades que se realizan en la parroquia, como el juego a la
culebra, el adorno de los árboles del parque central y la toponimia del nombre Chisalata.

Además, el INPC ha realizado un levantamiento de información para catalogar a las edificaciones


patrimoniales existentes en cada parroquia, dentro de las cuales están consideradas iglesias,
cerramientos, viviendas, construcciones funerarias, establecimientos públicos, etc. encontrándose un
total de 40 para el caso de Atahualpa.

En cuanto a religión en la parroquia existe la presencia de la religión Católica, Evangélica y Testigos de


Jehová. Las fiestas más importantes que se conmemoran son las Octavas de Corpus Cristi, la Semana
Santa, día de los Difuntos. Además se venera a la patrona de la parroquia la Dolorosa del colegio. Otra
festividad destacada es la celebración del fin de año.

El idioma es español y tienen sus raíces en las antiguas culturas que poblaron estas tierras.

6.3.2.3 Actores sociales


Entre las entidades e instituciones que dispone la parroquia y sirven como base fundamental para el
desarrollo, encontramos dos tipos: instituciones gubernamentales e instituciones sociales.
Tabla 6-8 Actores sociales de la parroquia

INSTITUCIONES GUBERNAMENTALES INSTITUCIONES SOCIALES


Iglesias Católica y Evangélica
Junta Parroquial
Liga Deportiva Parroquial
Bancos comunales
Tenencia Política
Asociación de chóferes profesionales
Comité Pastoral
Registro Civil
Comité de Fiestas de La Dolorosa
Comité de Fiestas de Fin de Año
Sub centro de salud pública
Directiva de canales de riego
Comités barriales
Destacamento de policía
Asociaciones

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.2.4 Turismo
Es una falencia dentro de la parroquia. De acuerdo al POT 2011 se está trabajando en procura de
promover y difundir los recursos existentes para atraer al turismo, elaborando planes de ecoturismo.

Lo más llamativo de esta parroquia es su parque central y su templo religioso. La iglesia está edificada a
base de piedra y ladrillo, en ella brilla la imagen de la Virgen de la Dolorosa, que es visitada por propios y
extraños especialmente los domingos y los días de feria.

En los restaurantes cercanos se oferta platos tradicionales que son preparados con cuy, conejo y
gallinas, acompañados con papas bañadas con la salsa de maní.

6-55
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Debido a que está ubicada a 3100 metros sobre el nivel del mar, en esta parroquia es muy fácil
encontrar sitios en los que se puede observar al volcán Tungurahua, y según donde se ubique, hasta se
puede observar entre las montañas al imponente volcán Cotopaxi y a Los Illinizas.

6.3.3 Aspectos Sociodemográficos

6.3.3.1 Densidad poblacional


En extensión territorial Tungurahua es la provincia más pequeña del Ecuador, representa el 1,24 % de la
superficie nacional y con una densidad poblacional de 134,9 Hab./Km2, siendo una de las más altas del
país.
Tabla 6-9 Densidad poblacional de las parroquias rurales del cantón Ambato

DENSIDAD POBLACIONAL DE LAS PARROQUIAS RURALES DEL CANTÓN AMBATO


Superficie D. poblacional
Rango Parroquia Población 2
(km ) (Hab./km2)
1 Atahualpa 10.261 9,47 1.083,53
2 Totoras 6.898 7,96 866,58
3 San Bartolomé de Pinllo 9.094 12,26 741,76
4 Huachi Grande 10.614 14,46 734,02
5 Santa Rosa 21.003 37,12 565,81
6 Picaihua 8.283 16,10 514,47
7 Izamba 14.563 28,90 503,91
8 Ambatillo 5.243 12,50 419,44
9 Montalvo 3.912 9,97 392,38
10 Unamuncho 4.672 15,17 307,98
11 Cunchibamba 4.475 19,02 235,28
12 Constantino Fernández 2.534 11,81 214,56
13 Augusto N. Martínez 8.191 38,47 212,92
14 Juan Benigno Vela 7.456 39,65 188,05
15 Pasa 6.499 48,57 133,81
16 Quisapincha 13.001 120,79 107,63
17 Pilahuín 12.128 420,63 28,83
18 San Fernando 2.491 108,97 22,86
Se puede observar que la parroquia Atahualpa cuenta con la mayor densidad poblacional del cantón,
con un valor de 1083,53 habitantes por kilómetro cuadrado.

6.3.3.2 Composición por edad y sexo


Según el último censo de población y vivienda realizado por el INEC en el año 2010 la parroquia de
Atahualpa tiene un total de 10261 habitantes, los mismos que se encuentran repartidos en 4998
hombres (48,71%) y 5263 mujeres (51,29%). Con estos datos se puede observar que existe mayor
población femenina con una diferencia del 2,58% sobre la masculina.

6-56
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Tabla 6-10 Población parroquial por género

POBLACIÓN POR GÉNERO – CENSO 2010


Indicador Total Porcentaje
Población femenina 5263 51,29%
Población masculina 4998 48,71%
Población total 10261 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR
Ilustración 6-6 Población por género

48.71%
Hombre
51.29%
Mujer

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

En cuanto a rangos de edad se han definido tres grandes grupos que comprenden las siguientes edades:
menores a 15 años, entre los 15 y 64 años y adultos mayores con edades a partir de los 65 años de edad
en adelante, obteniéndose los siguientes datos a partir del Censo de 2010.
Tabla 6-11 Población por rango de edad

POBLACIÓN POR RANGOS DE EDAD – CENSO 2010


Indicador Total Porcentaje
Hasta 14 años 3042 29,65%
De 15 a 64 años 6573 64,06%
Más de 65 años 646 6,30%
Total 10261 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-57
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Ilustración 6-7 Población por rangos de edad

7,000 6,573

6,000

5,000

4,000
3,042
3,000

2,000

1,000 646

0
Hasta 14 años De 5 a 64 años Mayor a 65 años

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.3.3 Pertenencia étnica


En la parroquia Atahualpa se puede apreciar que la mayoría de sus habitantes se identifican como
mestizos con un 89,79%, seguido de la población indígena con el 4,05% y la blanca con el 3,40%; el resto
de la población que conforma la minoría se auto identifica como afroecuatoriana con el 2,19%,
montubia con el 0,42% y otros con 0,15%.
Tabla 6-12 Población por pertenencia étnica

POBLACIÓN POR PERTENENCIA ÉTNICA – CENSO 2010


Indicador Total Porcentaje
Mestizo 9213 89,79%
Indígena 416 4,05%
Blanco 349 3,40%
Afroecuatoriano 225 2,19%
Montubio 43 0,42%
Otros 15 0,15%
Total 10261 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-58
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Ilustración 6-8 Población por pertenencia étnica

3.40% 2.19%
89.79% 10.21%
0.42%
0.15%
4.05%

Mestizo Indígena Blanco Afroecuatoriano Montubio Otro

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.3.4 Migración
El fenómeno migratorio en la parroquia es menor, si bien hubo una época en que los pobladores
salieron de la parroquia, hoy nuevamente están tomando impulso gracias a la inversión que hacen los
familiares de las personas que se encuentran fuera del país.

Según los datos arrojados por el INEC en el Censo de 2010 apenas 291 personas dejaron la parroquia
para migrar hacia otros lugares, principalmente en el caso de los hombres.
Tabla 6-13 Migración parroquial por género

POBLACIÓN MIGRATORIA – CENSO 2010


Género Total Porcentaje
Hombre 156 53,61%
Mujer 135 46,39%
Total 291 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-59
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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Ilustración 6-9 Migración parroquial por género

56%

53.61%
54%

52%

50%

48%
46.39%
46%

44%

42%
Hombre Mujer

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6.3.4 Aspectos Socioeconómicos

6.3.4.1 Población Económicamente Activa e Inactiva


La Población Económicamente Activa (PEA) es la población en edad de trabajar que está ocupada. La
Población Económicamente Inactiva (PEI), a la inversa, es la población en edad de trabajar que está
inactiva.

Según el Censo de 2010 la parroquia Atahualpa cuenta con 8270 habitantes en condición de realizar
alguna actividad económica. De éstos, 5087 pobladores se encuentran económicamente activos y
corresponden al 61,51% del total poblacional; existen también 3183 personas económicamente
inactivas que representan el 38,49%.

6-60
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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Ilustración 6-10 Población Económicamente Activa e Inactiva por género

3000
2733

2500 2354

1958
2000

1500 Hombre
1225
Mujer
1000

500

0
PEA PEI

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.4.2 Actividades Económicas


Entre las principales actividades económicas destacan la agricultura, artesanía, pequeña industria,
gastronomía, transporte público y privado.

6.3.4.2.1 Producción Agrícola


En la parroquia existe la presencia de cultivos de hortalizas, legumbres, alfalfa y otros.

6.3.4.2.2 Producción Pecuaria


Crianza de especies menores como: porcino, cuyes, conejos y aves de corral.

6.3.4.2.3 Comercialización
La producción agrícola es comercializada en los mercados de la ciudad de Ambato, desde donde se
expande a los mercados provinciales y nacionales.

La producción pecuaria se la vende en los mercados de la ciudad de Ambato, a los diferentes cantones y
provincias del país.

6.3.4.2.4 Sistemas Financieros


Existen dos bancos comunales localizados en el centro parroquial.

6.3.4.3 Salud y nutrición


La parroquia cuenta con un subcentro de Salud Pública, que atiende en medicina general y odontología.
Según datos estadísticos de esta institución, la vacunación es atendida en un 98%, servicios de salud
75%, en Nutrición un 100%. Existe un 30% de desnutrición de la población especialmente la de escasos
recursos económicos.

6-61
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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6.3.5 Aspectos Educativos

6.3.5.1 Condiciones de alfabetismo


Según el censo poblacional se calcula que 7219 personas dentro de la parroquia están en edad de haber
recibido algún tipo de educación. De este grupo, 388 se consideran analfabetas, es decir, el 5,37% de la
población.
Tabla 6-14 Condiciones de alfabetismo y analfabetismo

CONDICIONES DE ALFABETISMO – CENSO 2010


Indicador Total Porcentaje
Alfabeto 6831 94,63%
Analfabeto 388 5,37%
Total 7219 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR
Ilustración 6-11 Condiciones de alfabetismo y analfabetismo

100% 94.63%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10% 5.37%
0%
Alfabeto Analfabeto

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.5.2 Nivel de Instrucción


Los datos arrojados por el censo de 2010 señalan un 4,71% de personas que en edad de estudiar no han
recibido ningún tipo de educación. Es importante señalar también que la gran mayoría ha alcanzado o
está cursando la educación primaria, ratificando el hecho de que existe una gran cantidad de población
joven. Los resultados del censo en cuanto a nivel de educación alcanzado se presentan a continuación.

6-62
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Tabla 6-15 Nivel de educación/instrucción alcanzado

NIVEL DE INSTRUCCIÓN ALCANZADO – CENSO 2010


Nivel de instrucción Total Porcentaje
Ninguno 438 4,71%
Centro de Alfabetización (EBA) 40 0,43%
Preescolar 84 0,90%
Primario 3630 39,02%
Secundario 1978 21,26%
Educación básica 1040 11,18%
Bachillerato – educación media 538 5,78%
Ciclo post-bachillerato 99 1,06%
Superior 1202 12,92%
Postgrado 111 1,19%
Se ignora 144 1,55%
TOTAL 9304 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR
Ilustración 6-12 Nivel de educación/instrucción alcanzado

0.90% 0.43%
21.26%
4.71% 1.06%
12.92% 1.55%

11.18% 10.92% 1.19%

5.78%

39.02%

Primario Educación Básica Ninguno


Secundario Superior Bachillerato - Educación Media
Se ignora Preescolar Centro de Alfabetización (EBA)
Ciclo Post-bachillerato Postgrado

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.5.3 Instituciones Educativas


Atahualpa cuenta con ocho instituciones educativas. Existen cuatro escuelas y un total de 832 alumnos a
nivel primario hispano, a nivel secundario dispone de un colegio con 1400 alumnos.

6-63
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Tabla 6-16 Instituciones educativas de la parroquia

INSTITUCIONES EDUCATIVAS
Comunidad/Caserío Institución Alumnos Profesores
Centro Parroquial Colegio Técnico Atahualpa 1400 85
Centro Parroquial Jardín Los Jazmines 24 1
Centro Parroquial Escuela Cristóbal Colón 252 8
Caserío La Merced Escuela Camilo Gallegos 12 1
Caserío El Pisque Escuela Augusto Salazar 290 10
Caserío El Pisque Jardín Los Parvulitos 65 2
Caserío Samanga Bajo Escuela Ernesto Bucheli 162 6
Caserío Samanga Bajo Jardín Manantial 27 1
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6.3.6 Aspectos de Infraestructura y Servicios Básicos

6.3.6.1 Vivienda
La gran mayoría de la población cuenta con una casa o villa para vivir. Del total de 2746 viviendas
registradas en 2010, 2247 pertenecen a este grupo, es decir casi el 82% del total. Sin embargo hay otro
tipo de residencias, como se observa en la tabla. Estas viviendas por lo general son propias, en pocos
casos viven en habitaciones arrendadas o prestadas.
Tabla 6-17 Tipos de viviendas

TIPOS DE VIVIENDAS – CENSO 2010


Residencia Total Porcentaje
Casa/Villa 2247 81,83%
Departamento en casa o edificio 175 6,37%
Cuarto(s) en casa de inquilinato 89 3,24%
Mediagua 224 8,16%
Rancho 1 0,04%
Covacha 4 0,15%
Choza 0 0,00%
Otra vivienda particular 6 0,22%
TOTAL 2746 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-64
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Ilustración 6-13 Tipos de viviendas

3.24%
6.37%
0.40%
Casa/Villa
8.16%
Mediagua

Departamento en
casa o edificio

Cuarto(s) en casa
de inquilinato

Otros
81.83%

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

En cuanto al material que cubre las paredes, el techo y el piso, éste se detalla a continuación.
Tabla 6-18 Material del techo

MATERIAL DE CONSTRUCCIÓN DEL TECHO – CENSO 2010


Residencia Total Porcentaje
Hormigón (losa, cemento) 1618 58,92%
Asbesto (eternit, eurolit) 446 16,24%
Zinc 346 12,60%
Teja 328 11,94%
Palma, paja u hoja 1 0,04%
Otros materiales 7 0,25%
TOTAL 2746 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-65
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Ilustración 6-14 Material del techo

12.60% Hormigón (losa,


cemento)
0.29% Asbesto (eternit, eurolit)

11.94% Teja

Zinc

Otros

58.92%

16.24%

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR


Tabla 6-19 Materiales de construcción de las paredes

MATERIAL DE CONSTRUCCIÓN DE LAS PAREDES – CENSO 2010


Residencia Total Porcentaje
Hormigón 153 5,57%
Ladrillo o bloque 2441 88,89%
Adobe o tapia 50 1,82%
Madera 47 1,71%
Caña revestida o bahareque 45 1,64%
Caña no revestida 0 0,00%
Otros materiales 10 0,36%
TOTAL 2746 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-66
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Ilustración 6-15 Materiales de construcción de las paredes

1.71%
1.82% 2.00%
5.57%

Ladrillo o bloque
Hormigón
Adobe o tapia
Madera
Otros materiales

88.89%

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Tabla 6-20 Materiales de construcción del piso

MATERIAL DE CONSTRUCCIÓN DEL PISO – CENSO 2010


Residencia Total Porcentaje
Duela, parqué, tablón o piso flotante 427 15,55%
Tabla sin tratar 311 11,33%
Cerámica, baldosa, vinil o mármol 897 32,67%
Ladrillo o cemento 978 35,62%
Caña 0 0,00%
Tierra 121 4,41%
Otros materiales 12 0,44%
TOTAL 2746 100%
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6-67
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Ilustración 6-16 Materiales de construcción del piso

0.44%
Ladrillo o cemento
15.55%
Cerámica, baldosa,
4.41% vinil o mármol
Tabla sin tratar

11.33%
35.62% Tierra

Duela, parquet, tablón


o piso flotante
32.67% Otros materiales

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6.3.6.2 Servicios Básicos

6.3.6.2.1 Abastecimiento de Agua


Según los datos del INEC, la parroquia se abastece en su gran mayoría a partir de red pública, sin
embargo hay fuente de las cuales se capta agua para consumo humano que incluyen cuerpos de agua
como ríos, vertientes, acequias o canales.
Tabla 6-21 Abastecimiento de agua de la parroquia

ABASTECIMIENTO DE AGUA – CENSO 2010


Procedencia Total Porcentaje
De red pública 883 67,56%
De pozo 20 1,53%
De río, vertiente, acequia o canal 344 26,32%
De carro repartidor 0 0,00%
Otro (Agua lluvia/albarrada) 60 4,59%
TOTAL 1307 100%
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6-68
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Ilustración 6-17 Abastecimiento de agua de la parroquia

1,000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
De red pública De pozo De río, vertiente, De carro Otro (Agua
acequia o canal repartidor lluvia/albarrada)

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6.3.6.2.2 Servicio de Energía Eléctrica


Según datos del INEC el 98,76% de los hogares dispone de servicio eléctrico. El 98,65% se abastece
desde la red de empresa eléctrica (2709 hogares).
Ilustración 6-18 Servicio de Energía Eléctrica

3,000
2,709

2,500

2,000

1,500

1,000

500
34 3
0
Empresa eléctrica No tiene Otro

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.6.2.3 Cobertura Telefónica


Existen un total de 1074 líneas telefónicas convencionales dentro de la parroquia según los datos del
censo de 2010. Por otro lado hay 1749 hogares que no disponen de este servicio. Sumando estos valores

6-69
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tenemos un total de 2823 usuarios; sabiendo que existen 2746 hogares dentro de la parroquia, es claro
que existen viviendas que poseen más de una línea telefónica.

6.3.6.3 Descarga de Aguas Servidas


La gran mayoría de la población posee servicio de descarga de aguas servidas, sin embargo un 3,50% no
posee ningún sistema de descarga.
Ilustración 6-19 Descarga de Aguas Servidas

2,500

2,000

1,500

1,000

500

0
Conectado a Conectado a Conectado a Con descarga Letrina No tiene
red pública de pozo séptico pozo ciego directa al mar,
alcantarillado río, lago o
quebrada

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.6.4 Manejo de Desechos Sólidos


Una importante parte de la población elimina sus desechos mediante carro recolector, sin embargo se
aprecian otras formas de disposición final de éstos.

6-70
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Ilustración 6-20 Manejo de Desechos Sólidos

3,000

2,410
2,500

2,000

1,500

1,000

500 217
68 32 19
0
Por carro La queman La arrojan en La entierran Otra forma
recolector terreno baldío
o quebrada

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

6.3.6.5 Vialidad
La parroquia Atahualpa dispone del servicio de varias cooperativas de transporte público, entre ellas
podemos mencionar: Cooperativa Tungurahua, Unión, Atahualpa, Jerpazsol, Libertadores, Ambateñita.
Además se cuenta con transporte privado.

7. DESCRIPCIÓN DEL PROYECTO


7.1 DESCRIPCIÓN DE ACTIVIDADES

En CURTIDURÍA SAN VICENTE, en base a la información proporcionada por el proponente, se fabrican


350 pieles de vacuno aproximadamente al mes.

Las actividades están distribuidas en tres etapas:

1. Compra de materia prima y productos químicos.

- Determinar cuánto producto hará falta en cada proceso.

- Analizar los mejores productos y precios del mercado.

- Realizar una clasificación de los proveedores de materia prima y productos químicos.

7-71
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- Recibir las pieles y clasificarlas mediante su calidad: defectos daños de la piel, tamaño o
peso.

2. Proceso productivo

- Sección húmeda (Ribera, Curtido, Post-curtido)

- Acabados.

3. Venta del artículo final.

Ilustración 7-1 Organigrama institucional

Gerente

Contabilidad

Jefe de Produccion

Obrero 1 Obrero 2

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.1.1 Emplazamiento y obra civil

La Empresa arrienda las instalaciones de acuerdo las siguientes características:

Ilustración 7-2 Planimetría de área húmeda

7-72
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ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-73
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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Ilustración 7-3 PLANIMETRIA PLANTA ALTA-ACABADOS

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7.2 DESCRIPCIÓN DEL PROCESO PRODUCTIVO

Se estimó necesario describir el detalle del proceso productivo, partiendo de los correspondientes
diagramas de flujo y una breve explicación de cada uno de ellos.

7-74
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7.2.1 Diagramas de flujo del proceso

Ilustración 7-4 Diagrama de flujo.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-75
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7-76
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7.2.2 Procesos y operaciones

7.2.2.1 Recepción de pieles

Las pieles pueden llegar a la curtiembre sin acondicionamiento alguno, como “frescas” o acondicionadas
con sal, como “frescas saladas” o “secas saladas”. De todas formas se procede a clasificarlas por tipo de
piel (vacuno, caprino, etc.), procedencia, estado de conservación, calidad, peso y tamaño.

7.2.2.2 Salado de pieles


La conservación de pieles frescas, que no ingresen inmediatamente al proceso de producción, se realiza
mediante la técnica de salado, en la cual se emplea sal común, en la proporción de 15 al 35 % respecto
al peso de la piel a salar.

7.2.2.3 Proceso de ribera


El proceso de ribera comprende las operaciones de recepción de piel, salado o curado, remojo y/o
lavado, pelambre, descarnado y dividido. Su objetivo es preparar la piel para el curtido limpiándola y
acondicionándola, además de asegurar la humedad requerida para los siguientes procesos. Se calcula
que alrededor del 50 % del consumo de agua de curtiembres empleado en este proceso.

7.2.2.3.1 Remojo y/o lavado


El remojo es la primera operación de la fabricación. Su función es restablecer el nivel de hidratación de
la piel y empezar su limpieza y preparación para el curtido. El método de remojo depende del estado de
las pieles y del método de conservación empleado. En general se realiza en dos fases: una primera de
limpieza y otra segunda fase de humectación. Realizándose diferentes cambios de baño, así como la
adición de auxiliares: tensoactivos, biosidas, productos alcalinos, enzimas de remojo.

El proceso puede realizarse en distintos tipos de recipientes pozos o bombos y la duración va desde
horas hasta uno o dos días.

7.2.2.3.2 Pelambre
El objetivo de esta operación es, por una parte, depilar la piel, eliminando el material hecho de
queratina (pelo, raíces de pelo y epidermis) ; y, por otra, encalar la piel, a fin de hincharla en forma
homogénea y prepararla para el curtido, removiendo al mismo tiempo algunas albúminas, muco-
polisacáridos y grasas. De esta forma el pelambre proporciona una mayor apertura a la estructura
dérmica, así como más puntos de unión para los curtientes en general.

Convencionalmente, el pelambre se lleva a cabo con sulfuro de sodio (Na2S) y un álcali que, en la
mayoría de los casos, es cal apagada, Ca (OH)2, el sulfuro es uno de los principales contaminantes en los
efluentes líquidos, además destruye el pelo incrementando sustancialmente la carga orgánica, de ahí la
importancia de reducir su consumo y consiguiente descarga.

7-77
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

7.2.2.3.3 Descarnado y dividido


El descarnado es la operación que separa, por corte mecánico, los residuos de la carne, grasa
subcutánea y tejido conectivo de la piel, la curtiembre cuenta con una moderna descarnadora de cuero
entero para el efecto. Generalmente, el descarnado mecánico, emplean un chorro de agua para evitar
que se almacene material (carnaza) debajo de la piel a descarnar.

La operación de dividido, como su nombre lo indica, las pieles son divididas en flor (parte externa) y
descarne o cerraje (parte interna), se logra regular el grosor de las pieles mediante el corte horizontal
del material.

Por lo general, el dividido se realiza después de las operaciones de pelambre y descarnado, previo a la
operación de desencalado. Esta secuencia operativa es la más conveniente ya que una piel más delgada
absorbe mejor los reactivos químicos durante la operación de curtido. El espesor resultante dependerá
del producto a obtener, cuero para calzado, vestimenta, tapicería etc. Normalmente solo se dividen
pieles de vacuno por encima de los 14 pies cuadrados de área.

Ilustración 7-5 Aspectos ambientales de la etapa de ribera

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-78
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Tabla 7-1 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de ribera

FACTORES DE RIESGO EN PROCESOS DE RIBERA


CUALIFICACIÓN
FACTORES RIESGO RIESGO RIESGO TOTAL
MODERADO IMPORTANTE INTOLERABLE
FACTORES FISICOS

Temperatura baja 4 4

Ruido 9
Ventilación
7 2
insuficiente
Total 11 15 0 26
FACTORES
MECÁNICOS
Piso resbaladizo 10 3

Desorden 8
Maquinaria
3 3
desprotegida
Manejo de
6
herramienta cortante
Atrapamiento por la
4
máquina
Trabajo a distinto
1
nivel
Total 9 19 10 38
FACTORES QUÍMICOS

Polvo orgánico 3
Gases de
manipulación de 3
sustancias químicas
Vapores de cromo,
ácido formico, ácido 3 1 2
sulfúrico
Manipulación de
3
químicos
Total 9 1 5 15
FACTORES
BIOLOGICOS
Agentes biológicos 7 4
Total 0 7 4 11
FACTORES
ERGONÓMICOSOS
Sobreesfuerzo físico 8 3

7-79
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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Movimiento corporal
5
repetitivo
Posición forzada
(de pie, sentada, 4 3
encorvada, acostada)
Total 17 6 0 23
FACTORES
PSICOSOCIALES
Alta responsabilidad 4
Minuciosidad de la
3
tarea
Total 0 7 0 7

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.2.2.4 Proceso de curtido

El proceso de curtido comprende las operaciones de desencalado, purgado, desengrasado, piquelado y


curtido propiamente dicho. Dependiendo del tipo de piel a procesar, del producto requerido y del
método empleado existen variaciones en estas operaciones.

7.2.2.4.1 Desencalado y purgado


Después de las operaciones de descarnado y dividido se procede a pesar las pieles para tener referencia
en la dosificación de insumos químicos, luego se procede a colocarlas en bombos de curtido.

El objetivo del desencalado es remover el calcio de la piel, utilizando principalmente sales de amonio.
Además, el desencalado permite neutralizar la piel, detener su hinchamiento y remover el sulfuro
remanente, mediante lavados con agua y la adición de reactivos químicos (por lo general bisulfito de
sodio).

El purgado tiene como objetivo eliminar las proteínas no colágenas, incluyendo algunas raíces de pelos
remanentes en la piel, a fin de mejorar la textura del cuero. El purgado se realiza mediante el
tratamiento de las pieles con enzimas pancreáticas y/o bacterianas, a fin de que la piel esté idealmente
constituida de solo proteína colágena.

7.2.2.4.2 Piquelado
El piquelado tiene como objetivo llevar las pieles al pH requerido para el curtido (pH final entre 2,8 y 3,5)
y, al mismo tiempo, detener cualquier tendencia al hinchamiento ácido. Normalmente se emplea
cloruro de sodio y ácido sulfúrico y/o ácido fórmico.

7-80
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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7.2.2.4.3 Curtido al cromo

El curtido tiene el propósito de convertir las pieles en material no putrescible. Los agentes curtientes se
fijan en la fibra del colágeno, estabilizándolas a través de uniones cruzadas (es decir, uniones químicas
entre fibras).Dependiendo del tipo y cantidad del curtiente añadido a las pieles, se producen diferentes
tipos de cuero. CURTIDURÍA SAN VICENTE aplica la curtición mineral, con sales de cromo comercial.

Ilustración 7-6 Aspectos ambientales de la etapa de curtido

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 7-2 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de curtido

FACTORES DE RIESGO EN PROCESOS DE CURTIDO


CUALIFICACIÓN
FACTORES RIESGO RIESGO RIESGO TOTAL
MODERADO IMPORTANTE INTOLERABLE
FACTORES FISICOS

Ruido 2 9
Ventilación
6 1
insuficiente

7-81
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
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Total 8 10 0 18
FACTORES
MECÁNICOS
Piso irregular 4 3
Obstáculos en el piso 5
Desorden 1 2
Maquinaria
2
desprotegida
Atrapamiento por la
2
máquina
Total 6 6 7 19
FACTORES QUÍMICOS

Gases de
manipulación de 3 3
sustancias químicas
Vapores de cromo,
ácido fórmico, ácido 5 2
sulfúrico
Manipulación de
4 2
químicos

Total 0 12 7 19

FACTORES
BIOLOGICOS

Agentes biológicos 3 5
Total 3 5 0 8
FACTORES
ERGONÓMICOSOS
Sobreesfuerzo físico 2 8
Total 2 8 0 10

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.2.2.5 Postcurtido

Esta etapa se caracteriza por proporcionar al cuero el refuerzo de la curtición al cromo, desacidulación,
recurtición, tintura y engrase. Lográndose dar las características, textura y color de cuero en crust (cuero
estacado), para posteriormente según la calidad de flor de los cueros determinar el tipo de acabado que
llevará el producto final.

7-82
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Ilustración 7-7 Aspectos ambientales de la etapa de postcurtido

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 7-3 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de postcurtido

FACTORES DE RIESGO EN PROCESOS DE POSTCURTIDO


CUALIFICACIÓN
FACTORES RIESGO RIESGO RIESGO TOTAL
MODERADO IMPORTANTE INTOLERABLE
FACTORES FISICOS
Ruido 2 9
Ventilación
6 1
insuficiente
Total 8 10 0 18
FACTORES
MECÁNICOS
Piso irregular 4 3

7-83
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Obstáculos en el piso 5

Desorden 1 2
Maquinaria
2
desprotegida
Atrapamiento por la
2
máquina
Total 6 6 7 19
FACTORES QUÍMICOS

Gases de
manipulación de 3 3
sustancias químicas
Vapores de cromo,
ácido fórmico, ácido 5 2
sulfúrico
Manipulación de
4 2
químicos

Total 0 12 7 19
FACTORES
BIOLOGICOS
Agentes biológicos 3 5
Total 3 5 0 8
FACTORES
ERGONÓMICOSOS
Sobreesfuerzo físico 2 8
Total 2 8 0 10

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.2.2.6 Acabado

Finalmente, con el objeto de eliminar humedad se seca el cuero al ambiente y bajo sombra, previo
desvenado o alisado; se pasan los cueros por la máquina prensadora, se da acabados de color deseado,
se sanea, se empaqueta y se expende al cliente.

7-84
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Ilustración 7-8 Aspectos ambientales de la etapa de acabado

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 7-4 Factores de riesgo

FACTORES DE RIESGO EN EL ÁREA DE ACABADOS


CUALIFICACIÓN
FACTORES RIESGO RIESGO RIESGO TOTAL
MODERADO IMPORTANTE INTOLERABLE
FACTORES FISICOS
Iluminación
2
insuficiente
Ruido 1 4
Ventilación
2
insuficiente
Total 3 4 2 9
FACTORES
MECÁNICOS
Espacio físico
2 4
reducido
Desorden 3 4 1
Maquinaria
1
desprotegida
Atrapamiento por la
2 1
máquina
Superficies o
1 1
materiales calientes

Total 5 11 4 20

7-85
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

FACTORES QUÍMICOS
Polvo orgánico 1 1
Gases de
manipulación de 1 2
sustancias químicas
Vapores de cromo,
ácido fórmico, ácido 2
sulfúrico
Manipulación de
1
químicos
Total 0 2 6 8
FACTORES
ERGONÓMICOSOS
Sobreesfuerzo físico 1 5
Levantamiento
1
manual de objetos
Posición forzada (de
pie, sentada, 8
encorvada, acostada)
Total 2 13 0 15

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.2.2.7 Área de bodegas

Ilustración 7-9 Aspectos ambientales del área de bodegas

INSUMOS
QUÍMICOS,
REPUESTOS

ENERGÍA ELÉCTRICA

BODEGA PARTE HUMEDA BODEGA ACABADOS BODEGA DE CUERO TERMINADO

RESIDUOS
SÓLIDOS,
ENVASES

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-86
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Tabla 7-5 Cuantificación de los factores de riesgo en el área de bodegas

FACTORES DE RIESGO EN EL ÁREA DE BODEGAS


CUALIFICACIÓN
FACTORES RIESGO RIESGO RIESGO TOTAL
MODERADO IMPORTANTE INTOLERABLE
FACTORES MECÁNICOS
Desorden 4
Total 0 4 0 4
FACTORES QUÍMICOS
Manipulación de químicos 2

Total 0 0 2 2
FACTORES ERGONÓMICOSOS
Posición forzada (de pie,
3 1
sentada, encorvada, acostada)
Levantamiento manual de
4
objetos
Total 7 1 0 8

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.3 REQUERIMIENTOS DE LA CURTIEMBRE


7.3.1 Agua y energía

7.3.1.1 Agua
El consumo de agua en CURTIDURÍA SAN VICENTE, trabajando a máxima capacidad, es de 75m3 por mes.
Este insumo es adquirido a tanqueros repartidores.

7.3.1.2 Energía
Tabla 7-6 Consumo de energía eléctrica

CONSUMO
FECHA
(KW/h)
AÑO 2014
MAYO 519
JUNIO 1278
JULIO 1905
AGOSTO 1703
SEPTIEMBRE 1407
OCTUBRE 1696
NOVIEMBRE 1571
DICIEMBRE 1523
AÑO 2015
ENERO 1228
FEBRERO 1314
MARZO 1119
ABRIL 1225

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-87
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Ilustración 7-10 Consumo de energía eléctrica 2014-2015

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.3.2 Insumos químicos

7.3.2.1 Consumo en etapa de ribera

Tabla 7-7 Insumos utilizados en la etapa de ribera

DOSIFICACIÓN (%)
ETAPA PROCESO INSUMO SOBRE PESO DE
PIEL CRUDA

Agua 100,0
Lavado
Tensoactivo 0,2

Agua 100,0

Remojo Tensoactivo 0,2

Curtido Enzima de remojo 0,1

Agua 80,0

Pelambre Sulfuro de sodio 1,5

Cal 1,5

Caleado Agua 150,0

7-88
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Cal 2,0

Lavado agua 200,0

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.3.2.2 Consumo en etapa de curtido

Tabla 7-8 Insumos utilizados en la etapa de curtido

DOSIFICACIÓN (%)
ETAPA PROCESO INSUMO SOBRE PESO DE
PIEL DIVIDIDA

Agua 50,0

Sulfato de amonio 0,5


Desencalado
Bisulfito de sodio 0,2

Desencalante BIOD 1,0

Purga Enzimas pancreáticas 0,15

Lavado Agua 150,0


Curtido
Agua 50,0

Sal 6,0
Piquel
Ácido fórmico 0,8

Ácido sulfúrico 0,9

Sal de cromo 6,0


Curtido
Basificante 0,4

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-89
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

7.3.2.3 Consumo en etapa de postcurtido

Tabla 7-9 Insumos utilizados en la etapa de postcurtido

DOSIFICACIÓN (%)
ETAPA PROCESO INSUMO SOBRE PESO DE
PIEL CRUDA

Agua 100,0
Lavado
Ácido fórmico 0,2

Sal de cromo 2,0

Neutralizado Formiato de sodio 1,5

Neutralizante de seg. 2,0

Agua 100,0
Postcurtido
Dispersante 2,0

Recurtientes 1 3,0

Lavado Anilina 3,0

Agua caliente 80,0

Recurtientes 2 6,0

Ácido fórmico 2,0

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.3.2.4 Proveedores
Tabla 7-10 Lista de proveedores

EMPRESA REPRESENTANTE DIRECCIÓN TELEFONOS E - MAIL


Ing. Álvaro Panamericana Norte Km.
Gulmens 2854350 alvaro_libreros@yahoo.com
Libreros 6½
Quimicur Cía. Ltda. Sra. Ximena Albán Av. Indoamérica Km. 4½ 2856077 ximealb@hotmaill.com
2434029
Ing. Juan José Parque Industrial, Calle 4 y
Quimicurtex 2434020 jjpetruska@quimicurtex.com
Petruska Av. D
2434196
Representaciones Ing. José Luis Lizardo Ruiz y Eloy Alfaro 2825719
joseldarquea@quimidarq.com
Darquea Darquea esquina 098208785
Pasaje Veracruz- Sector la
Curquim Sr. Robert Romo 2854815 romvas3@hotmail.com
Victoria

7-90
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VICENTE

Ing. Germán
Zurilar Av. Indoamérica Km. 4½ 2451826
Zurita
2850040
Brentag Av. Indoamérica Km. 1½
2841640
M. Eugenia Panamericana Norte Km.
Suela y Cuero 1 2854655 suelaycuero999@hotmail.com
Jácome 4½
M. Eugenia Av. Bolivariana No. 389 e
Suela y Cuero 2 2850576 suelaycuero999@hotmail.com
Jácome Isidro Viteri
Panamericana Norte a
M. Eugenia
Suela y cuero 3 media cuadra de 2856727 suelaycuero999@hotmail.com
Jácome
Agrocueros
Manuel Barrio J. Francisco Arias - 2872343
STAHL MÉXICO
Anchaluiza Cantón Cevallos 2872376
Panamericana Norte s/n
Ing. Fernando 2522135
TENSOQUIM tras concesionaria Hyundai fernando@tensoquim.com
Henríquez 098146101
- Ingahurco Bajo
FUNDIMEGA S.A. Hernán Cabrera Panamericana Norte s/n 0984055562 hernan-cabrera63@hotmail.es
Ing. Marco Av. Bolivariana No. 8-22 e 2762150
PRODUCURTIMARC producurtimarc62@hotmail.com
Sánchez Isidro Viteri 0995983022
CROMAGEN Cía. Av. Bolivariana No. 839 e
Jorge Bedoya 2851110 cromagen@gmail.com
Ltda. Isidro Viteri
Av. Bolivariana y Seymour
ANDERQUIM Ing. Édgar Ramos
esquina
Panamericana Norte -
MK Ing. Patricio Ortiz 0999782125
Frente a Tenería San José
Sr. Laureano Totoras Barrio Palahua - 2748211
CROMOGENIA
Aldaz Curtiduría Aldaz 0994968210
Referencia:
INTEROC Referencia: Sr Lizano
0995425829
Econ. Sandra 2854375
QUÍMICA ANCEL Pisque Bajo – Ecuapiel ecuapiel@portalambato.com
Guamanquispe 2855798
NORMA TAPIA Norma Tapia Frente a Cromagen 2851522
Referencia:
2854371
DYES ANDINA Ing. Patricio Díaz Panamericana Norte
2855443
2855466
VENTAS: Matilde
UNICHEM Av. Bolivariana y Seymour
Cajas

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.4 MAQUINARIA

Para las operaciones de la curtiembre se cuenta con la maquinaria y equipos, que se describen a
continuación:

 4 bombos (Dos operativos)

7-91
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VICENTE

 1 divididora
 1 rebajadora
 3 gamuzadoras
 1 zaranda
 1 taller de pintura

7.4.1 Etapa de Curtido

Tabla 7-11 Maquinaria de etapa de curtido

BOMBO DE PELAMBRE CURTIDO

FUNCIÓN Pelambrar-curtir

DIMENSIONES 2,8 x 2,8 metros

MOTOR 10 Hp

CAPACIDAD 100 cueros/día

MARCA Fabricación nacional

ESTADO Operativo

MANTENIMIENTO: Preventivo. Lubricación de


chumaceras.

FRECUENCIA: Mensual.

BOMBOS DE CURTIDO -POSTCURTIDO

FUNCIÓN Curtir-Teñir
DIMENSIONES 2,8 x 2,8 metros
MOTOR 10 Hp
CAPACIDAD 150 cueros/día
MARCA Fabricación nacional
ESTADO Operativos
MANTENIMIENTO: Preventivo. Lubricación de
chumaceras.
FRECUENCIA: Mensual.
DIVIDIDORA

FUNCIÓN Dividir pieles

ANCHO ÚTIL 1,5 metros

MOTOR 10 Hp

7-92
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VICENTE

CAPACIDAD 100 cueros/día

MARCA TURNER

ESTADO Operativo

MANTENIMIENTO: Preventivo. Lubricación de


chumaceras.

FRECUENCIA: Mensual.
REBAJADORA

FUNCIÓN Dar espesor al cuero durtido

ANCHO ÚTIL 0,60 metros

MOTOR 20 Hp

CAPACIDAD 100 cueros/día

MARCA Svit

ESTADO Operativo

MANTENIMIENTO: Preventivo. Lubricación de chumaceras.

FRECUENCIA: Mensual.

Gamusadoras (3)

FUNCIÓN Lijar flor

ANCHO ÚTIL 0,60 metros

MOTOR 15 Hp

CAPACIDAD 150 cueros/día

MARCA TURNER

ESTADO Operativo

MANTENIMIENTO: Preventivo. Lubricación de chumaceras.

FRECUENCIA: Mensual.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7.4.2 Registro fotográfico

7.4.2.1 Áreas de operación

7-93
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VICENTE
Tabla 7-12 Fotografías de las áreas operativas

RECEPCIÓN DE PIELES TALLER DE PINTURA

ACABADOS VESTIDORES

BODEGA DE ACABADOS BODEGA DE QUÍMICOS

ALMACENAMIENTO TEMPORAL DE SÓLIDOS LODOS

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-94
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VICENTE

Señalización de seguridad

Tabla 7-13 Señalización en la empresa

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Equipos contra incendios


Tabla 7-14 Equipos contra incendios

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-95
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BALANCE DE MASAS

Ilustración 7-11 Balances de masa de la empresa

7-96
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ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-97
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ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-98
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7.5 COMPARATIVO DE RESULTADOS: ANÁLISIS FÍSICO-QUÍMICOS DE VERTIMIENTOS

La empresa SAN VICENTE cuenta con cuatro análisis realizados desde Mayo de 2012 hasta Abril de 2015.
Los resultados se presentan a continuación:

Tabla 7-15 Comparativo de resultados del análisis de efluentes.

RESULTADOS RESULTADOS RESULTADOS RESULTADOS


PARÁMETROS UNIDADES
MAYO 2012 ABRIL 2014 OCTUBRE 2014 ABRIL 2015

Aceites y grasas mg/L 46 0.00


Cromo hexavalente mg/L 0.017 0.052
Cromo total mg/L 483.3 0.82 304.0
DBO5 mg/L 5000 2840 4577 9417
DQO mg/L 66000 4369 7041 14488
Temperatura °C 19 19
Tensoactivos MBAS mg/L 0.62
Sólidos sedimentables mL/L 500 6 1.1
Sólidos suspendidos mg/L 206 3 24
Sulfatos mg/L 450 10259 1526 1255
Sulfuros mg/L 6.57 17.45 2
Caudal de descarga L/s 0.93 0.052 0.16 0.16
pH in situ - 4 6.33 6.37

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-99
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VICENTE

7.6 MEDIDAS PARA DISMINUIR LA CONTAMINACIÓN

Se considera que hasta el 40% de Nitrógeno Amoniacal contenido en el efluente líquido de una
curtiembre es producido por el uso de sales de amonio durante el proceso de descencale.

El sistema tradicional es altamente contaminante, porque el índice de agotamiento de cromo es


insuficiente en la estructura de la piel; pero existe otro sistema más limpio, el SISTEMA DE CURTIDO
CON ALTO AGOTAMIENTO, con el cual se tiende a reducir en su mayoría la concentración de cromo en el
baño residual, productos basificantes adaptados para un mejor agotamiento, como complejantes, ácidos
orgánicos, menor cantidad de sal frente al tradicional, piquel con ácidos orgánicos, complejantes de
cromo, descencalantes con bajo tenor de nitrógeno y amonio.

7.7 DESCRIPCIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS POR PROCESO.

Tabla 7-16 Descripción de residuos sólidos por proceso

RESIDUO SÓLIDO DESCRIPCIÓN


Recortes de cuero fresco o salado antes del pelambre, sal,
Residuos sin curtir y sin
carnazas, recortes en tripa, grasa, garra, colas y pelos,
cromo
humedad 70%.

Resto de cuero curtido - virutas de cuero, recortes wet-blue,


Residuos curtidos
recortes de cuero terminado – contienen cromo.

Lodos del tratamiento de Lodos deshidratados con cromo y materia orgánica (pelo,
Efluentes grasa y restos de cuero), humedad 80%.

Lodos con cromo Lodo de procesos de precipitación de cromo – torta de cromo.

Restos de pinturas y
Restos y pinturas y solventes del proceso productivo.
solventes

Residuos varios Envases de productos químicos, recortes sin curtir.

Comunes Nylon, papel, cartón, latas.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-100
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

7.8 DISPOSICIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS

Procedimiento para disposición de lodos:

Ilustración 7-12 Procedimiento de disposición de residuos sólidos

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

7-101
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Capítulo VI

8. DETERMINACIÓN DEL ÁREA DE INFLUENCIA Y ÁREAS SENSIBLES

Se define como Área de influencia el espacio físico, biótico y socioeconómico susceptible de sufrir
alteraciones, ya sea positiva o negativamente como consecuencia del desarrollo de las diferentes
actividades relacionadas con la empresa, en este caso con CURTIDURÍA SAN VICENTE.

Partiendo del fundamento técnico proporcionado por la información primaria y secundaria y, bajo el
criterio o experiencia del consultor, se delimitó el área de influencia ambiental directa e indirecta del
proyecto, tomando en cuenta los componentes o sub – componentes que serían afectados dentro de
cada componente ambiental.

Criterios para determinar el área de influencia

El grado de interrelación que presenta el proyecto con las distintas variables socio ambientales es
considerado como criterio principal para establecer el área de influencia directa e indirecta del proyecto,
junto con sus procesos e instalaciones que intervienen en el sector afectado. Esta subdivisión permitió
tener una mayor comprensión y facilidad de análisis de la situación ambiental de la zona.

Se entiende como área de influencia directa al espacio físico que las actividades del proyecto efectúen a
los componentes ambientales del área, considerando los impactos directos incluyendo aquellos de
mayor o menor magnitud e intensidad.

Mientras el área de influencia indirecta es aquella zona en donde el proyecto genera impactos indirecto,
es decir, aquellos que ocurren en un espacio diferente a donde se produjo la acción que generó el
impacto ambiental.

Metodología

Para la determinación de áreas de influencias se analizan tres criterios, los mismos que tienen relación
con el alcance geográfico, las condiciones iniciales del ambiente y la magnitud de las alteraciones en el
funcionamiento de CURTIDURÍA SAN VICENTE.

Para determinar el área de influencia del proyecto se consideró:

 Límite del proyecto.- Se determina por el tiempo y el espacio que comprende el desarrollo del
proyecto. Para esta definición, se limita la escala espacial al espacio físico o entorno natural
donde se desarrolla la curtiduría. La escala temporal toma en cuenta el tiempo necesario para la
ejecución del proyecto hasta el abandono.

 Limites espaciales y administrativos.- Están relacionados con los límites Jurídico Administrativo
donde se desarrollan las actividades del proyecto.

 Límite ecológico.- Están determinados por las escalas temporales y espaciales, sin límites al
áreas de operación donde los impactos pueden evidenciarse de modo inmediato, sino que se
extiende más allá en función de potenciales impactos que pueden generar una actividad.

8-102
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Se considera que el área de influencia ambiental está compuesta por:

 Área de influencia directa

 Área de influencia indirecta


Tabla 8-1 Determinación del área de influencia

ACTIVIDADES AIRE AGUA SUELO FLORA FAUNA PAISAJE ECONOMÍA SERVICIOS

Recepción de
D R D D - D D IyR
las pieles

Lavado y R D
D D D - D IyR
Remojo

Pelambre D R D D - D D IyR

Descarnado D R D D - D D IyR

Curtido D R D DeI I D D IyR

Dividido D R D I I - D IyR

Purga D, I y R R DeI I I - D IyR

Saneado D, I y R R DIyR D, I y R IyR D, I y R D, I y R -

Bodegas D, I y R R DIyR D, I y R IyR D, I y R D, I y R -

Mantenimiento D - D D I D D IyR

Abandono N/D N/D N/D N/D N/D N/D N/D N/D

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

NOTA: D = Directa, I = Indirecta, R = regional

8.1 ÁREA DE INFLUENCIA DIRECTA

Corresponde a las zonas de implantación de la empresa, considerándose además aquellas superficies


influenciadas directamente por las actividades realizadas.

El área de influencia ambiental directa corresponde al área de ocupación del espacio en donde se estén
dando alteraciones en forma directa, por las diferentes etapas y procesos de la empresa, proyectándose
a 100 m a la redonda del sitio de operación.

8-103
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Mapa 8-1 Área de influencia directa

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

8.2 ÁREA DE INFLUENCIA INDIRECTA

La zona de influencia de actividad indirecta es el territorio en el que se manifiestan los impactos


ambientales indirectos -o inducidos-, es decir aquellos que ocurren en un sitio diferente a donde se
produjo la acción generadora del impacto ambiental, y en un tiempo diferido con relación al momento
en que ocurrió la acción provocadora del impacto ambiental.

El área de influencia ambiental indirecta del proyecto es de 300 metros a la redonda, es un área
alcanzada por los procesos biofísicos y antropológicos provenientes del accionar de las actividades de la
infraestructura y su interrelación con una zona ampliada donde su dinámica es notoria.

8-104
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Mapa 8-2 Área de influencia indirecta

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

8.3 DETERMINACIÓN DE ÁREAS SENSIBLES

Se define como la capacidad de un ecosistema parea soportar alteraciones o cambios originados por
acciones antrópicas, sin sufrir alteraciones drásticas que le impidan alcanzar un equilibrio que mantenga
un nivel aceptable en su estructura y función. En concordancia con esta definición tenemos en cuenta el
concepto de Tolerancia Ambiental, que representan la capacidad del medio a aceptar o asimilar cambios
en función de sus características actuales.

El área sensible corresponde a sitios específicos donde cualquier tipo de impacto negativo es causa de
un cambio drástico de las condiciones de un ecosistema, provocando inestabilidad con el aumento del
riesgo en el medio físico, pérdida de la diversidad y endemismo en el medio biótico y el posible
debilitamiento de los factores que componen una estructura social, como las modificaciones en las
condiciones de vida dentro de un medio social.

Para determinar las áreas sensibles se tomaron tres niveles de sensibilidad: alta, media y baja, para
evaluar los componentes físicos, bióticos, y socioeconómicos y cultural, en base a los siguientes
aspectos:

8-105
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Tabla 8-2 Componentes de Sensibilidad Ambiental

COMPONENTES ASPECTOS SENSIBLES

Aspectos hidrológicos, calidad de agua, y paisajes naturales,


Físico geológicos, geomorfológicos, hidrogeológicos, climatológicos y tipos
y usos de suelos.

Flora: cobertura vegetal, estado de conservación de las áreas


distribución de las especies endémicas o en peligro de extinción
Biótico
Fauna: abundancia, diversidad, especies raras o en peligro y sitios de
congragación de especies.

Socioeconómico
Estructura social y las relaciones sociales, económicas y culturales.
Cultural

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Tabla 8-3 Estados de sensibilidad

ESTADO DE
CARACTERISTICAS
SENSIBILIDAD
Efectos poco significativo sobre los componentes influenciados, no se
Sensibilidad baja producen modificaciones esenciales en las condiciones del sitio, éstas son
consideradas dentro del desenvolvimiento normal del proyecto

El nivel de intervención transforma, de forma moderada, las condiciones del


Sensibilidad
sitio influenciado; sin embargo se puede controlar con planes de manejo
media
socio-ambiental.

Las consecuencias del proyecto implican modificaciones profundas sobre


Sensibilidad alta los componentes influenciados que dificultan el desenvolvimiento normal
de la dinámica del área.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

8.3.1 Sensibilidad física

El área donde se desarrolla las actividades de la curtiembre no presenta mayor sensibilidad física por
encontrarse dentro de una zona urbanizada y altamente intervenida.

8-106
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

8.3.2 Sensibilidad biótica

Considerando que la curtiembre no se encuentra dentro del Sistema Nacional de Áreas Protegidas
(SNAP) y dado que está dentro de un área controlada, se ha determinado como una zona de sensibilidad
biótica baja.

8.3.3 Sensibilidad social

La dinámica social y económica de los pobladores de la parroquia Izamba no es sensible a las actividades
de la CURTIDURÍA SAN VICENTE.

En la siguiente tabla se califican los niveles de susceptibilidad en los aspectos sociales de mayor
importancia, así:

Tabla 8-4 Niveles de sensibilidad

EXPLICACIÓN
COMPONENTE SENSIBILIDAD
Población del área de influencia

La integración a la lógica de mercados es profunda, razón


Cultura Baja por la cual no se

puede hablar de patrones culturales en riesgo

Parte de la población del sector tendrá una relación directa


Económica Baja
con las actividades de la curtiduría

Las condiciones de salud se verán afectadas por la


operación de la curtiduría

debido a las emisiones de malos olores producto de la


Salud Media descomposición de

La acumulación de la materia prima y en caso de no


aplicarse medidas de medidas de manejo de desechos y
seguridad industrial.

No existe ningún establecimiento educativo cercano que


Educación Baja
puedan verse afectados por el desarrollo del proyecto.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

8-107
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Capítulo VI

9. IDENTIFICACIÓN EVALUACIÓN DE IMPACTOS AMBIENTALES


9.1 RIESGOS DEL AMBIENTE AL PROYECTO (EXÓGENOS)

Esta evaluación permite identificar las amenazas del ambiente que podrán afectar al proyecto, y
establecer su nivel de amenaza.

Por lo general, los componentes que representan riesgos para un proyecto son: físico, biológico y social.
Específicamente, para este proyecto, debido a que el ecosistema está entrópicamente alterado, se
determinó que no se presentarán riesgos biológicos como: la presencia de animales y plantas peligrosas
o la caída de árboles y ramas grandes; mientras que para el componente socioeconómico se identificó el
riesgo de asaltos o robos en la operación de esta curtiduría y para el componente físico se estableció
que existen riesgos de sismicidad erupciones volcánicas, estabilidad geomorfológica y susceptibilidad a
sequias y heladas.

9.1.1 Riesgos físicos

9.1.1.1 Peligros volcánicos

Mapa 9-1 Mapa y esquema de peligros volcánicos

FUENTE: AGENDA TUNGURAHUA DESDE LA VISIÓN TERRITORIAL 2012

9-108
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

De acuerdo al mapa y esquema el proyecto se encuentra en la zona de afectación directa, especialmente


por el tema de caída de ceniza volcánica.

9.1.1.2 Amenaza sísmica

Mapa 9-2 Mapa de intensidad sísmica y esquema de amenaza sísmica

FUENTE: AGENDA TUNGURAHUA DESDE LA VISIÓN TERRITORIAL 2012

9-109
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Esta información de carácter científico, cruzada con la información de los eventos de importancia de los
cuales se tiene registro, muestra a la Provincia de Tungurahua como potencialmente susceptible de
sufrir eventos sísmicos.

9.1.1.3 Susceptibilidad a sequias y heladas

Mapa 9-3 Mapa y esquema de susceptibilidad a sequias y heladas

FUENTE: AGENDA TUNGURAHUA DESDE LA VISIÓN TERRITORIAL 2012

9-110
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

De acuerdo al esquema, corresponde a susceptibilidad media a los sectores del valle interandino
localizados en Ambato, Izamba, Atahualpa, Pinllo, Constantino Fernández, Ambatillo. Santa Rosa,
Cunchibamba, Unamuncho, San Fernando, Quisanpincha, Picaihua, Totoras y Martínez; Pillaro, San
Miguel, San Andrés, Emilio Teran. Los Andes, Pelileo, Salasaca, y Patate.

9.1.2 Análisis de riesgos ambientales exógenos

9.1.2.1 Metodología

Se utilizó una matriz de riesgos en función de los factores exógenos que puedan representar riesgos a la
empresa y las actividades que pueden verse afectadas, a partir de dos aspectos para realizar el análisis
de los riesgos identificados:
La Probabilidad: la posibilidad de ocurrencia del riesgo; esta puede ser medida con criterios de
frecuencia o teniendo en cuenta la presencia de factores internos y externos que pueden propiciar el
riesgo, aunque éste no se haya presentado nunca.
Las Consecuencias: Impacto que puede ocasionar a la organización la materialización del riesgo.
Se realizó un Análisis cualitativo utilizando formas descriptivas para presentar la magnitud de
consecuencias potenciales y la posibilidad de ocurrencia.
Escala de medida cualitativa de PROBABILIDAD, calificó los siguientes niveles:

9-111
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

 ALTA: es muy factible que el hecho se presente.

 MEDIA: es factible que el hecho se presente.

 BAJA: es muy poco factible que el hecho se presente.

Ese mismo diseño se aplicó para la escala de medida cualitativa de CONSECUENCIA, estableciendo las
categorías siguientes:

 EXTREMADAMENTE DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse, tendría alto impacto o efecto


sobre la entidad.

 DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse tendría medio impacto o efecto en la entidad.

 LIGERAMENTE DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse tendría bajo impacto o efecto en la


entidad

La interacción entre la PROBABILIDAD y la CONSECUENCIA da como resultado la calificación del RIESGO,


conforme lo establece el siguiente cuadro resumen:

Tabla 9-1Calificación de riesgos exógenos

CONSECUENCIAS

Ligeramente Dañino Extremadamente


Dañino (D)
(LD) Dañino (ED)

Riesgo tolerable Riesgo moderado


BAJA (B) Riesgo trivial (T)
(TO) (MO)
PROBABILIDAD

MEDIA Riesgo tolerable Riesgo moderado Riesgo importante


(M) (TO) (MO) (I)

Riesgo moderado Riesgo importante Riesgo intolerable


ALTA (A)
(MO) (I) (IN)
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-112
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

9.1.2.2 Priorización de Riesgos Ambientales Exógenos

Una vez realizado el análisis de los riesgos con base en los aspectos de probabilidad y consecuencia, y
tomando como base las actividades y riesgos naturales de la zona de estudio, se utilizó la matriz de
priorización que permitió determinar cuáles riesgos son los que hay que prevenir.
Tabla 9-2 Priorización de Riesgos Ambientales Exógenos

PROCESO
PELIGRO IDENTIFICADO
PRODUCTIVO PROBABILIDA ESTIMACIÓN
CONSECUENCIA
PELIGRO D DEL RIESGO
PROCESO RIESGO
IDENTIFICADO
Rotura de bombos y
tuberías, produciendo
descargas no M ED I
direccionadas y sin
tratamiento
Movimiento sísmico
Dificultades en la
evacuación de
desechos por daños B D TO
RIBERA, CURTIDO,
en las vías de acceso a
POST-CURTIDO
la curtiduría
Presencia de material
particulado en el
M LD TO
medio ambiente de
trabajo
Caída de ceniza
Taponamiento de los
sistemas de
B D TO
evacuación de aguas
de proceso
Derrames de
Movimiento sísmico M D MO
productos químicos
Presencia de material
ACABADOS
particulado en el
Caída de ceniza B LD T
medio ambiente de
trabajo
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Como se observa, existe un riesgo importante en caso de producirse roturas de tuberías y de los bombos
por un movimiento sísmico, así se observa un riesgo moderado en caso de derrames de productos
químicos por el mismo fenómeno natural.

9.1.3 RIESGO SOCIAL

 Nivel de amenaza de asaltos y robos

En la operación de esta curtiduría, el personal que labore puede ser asaltado por delincuentes comunes.
Este hecho representa una grave amenaza para la integridad y la vida de los trabajadores.

9-113
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Así mismo, pueden ocurrir robos de equipos y maquinaria del proyecto, lo cual es considerado también
como una amenaza grave para el desarrollo de las actividades de este.

9.2 RIESGOS DEL PROYECTO AL AMBIENTE (ENDÓGENO)

El procedimiento que se utilizó para la identificación y evaluación de los impactos ambientales tiene
como actividad previa, por un lado, la desagregación de las actividades que se llevan a cabo durante las
operaciones de la curtiduría y, por otro, la determinación de los componentes ambientales que son
afectados.

La identificación y evaluación de los impactos ambientales permite identificar y cuantificar los impactos
de cada una de las acciones ejecutadas en la curtiduría.

9.2.1 Actividades del Proyecto

Las actividades del proyecto que generan impactos a los componentes ambientales del área de
influencia del proyecto son los siguientes:

9.2.1.1 Actividades consideradas para la etapa de operación

Tabla 9-3ACTIVIDAES CONSIDERADAS PARA LA ETAPA DE OPERACIÓN

COMPONENTES
ACCIÓN DEFINICIÓN
DE ETAPAS

Recepción Recepción de Hace referencia al ingreso y entrega de las pieles a la planta de


de pieles pieles curtición.
Consiste en la preparación de la piel para la curtación
Lavado y remojo limpiándola y acondicionándola para asegurar correcto grado
de humedad
Consiste en remojar la piel hasta que estén suficiente-mente
Ribera Pelambre hidratadas, para poder eliminar de las pieles la lana o el pelo y
la epidermis.
Hace referencia a la eliminación mecánica o manual mediante
Descarnado cuchillas del tejido subcutáneo, grasas o cualquier otro
elemento indeseado de la piel.

9-114
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

El curtido es transformar la piel en cuero comercial, a través de


Curtido fijación del agente curtiente en fibras de colágeno de la piel, en
Curtido fulones o bombos durante un tiempo determinado.
Proceso mecánico que consiste en dar espesor definido y
Rebajado
homogéneo al cuero.
Tratamiento de las s pieles en un baño que contiene agua
Recurtición,
Post Curtido eventualmente caliente, colorantes(naturales, sintéticos),
Teñido y engrase
recurtientes , grasas y acido fórmico
proceso que recorta el cuero, retirando pequeñas partes
inaprovechables, retirando marcas de secaderos de pinzas,
zonas de borde endurecidas, puntas o flecos sobresalientes y
Corte
para rectificar las partes desgarradas, buscando un mejor
aprovechamiento delos procesos mecánicos y un mejor
aspecto final.
El pintado se realiza con máquinas a soplete garantizando una
Pintado
capa uniforme de pintura sobre la Superficie de los cueros.
Hace referencia al dar el cuero un brillo especial mediante el
Lacado y Medido
uso de resinas y lacas.

Bodegas Compra y almacenamiento de pieles e insumos


Logística
Mantenimiento Actividades de mantenimiento de equipos

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9.2.1.2 Actividades consideradas para la etapa de cierre

Tabla 9-4 Actividades consideradas para la etapa de cierre

ACCIÓN DEFINICIÓN

Desmontaje de obras Comprende el desmontaje y demolición de la infraestructura


civiles construida en la curtiduría

comprende la desmovilización de todos los equipos instalados y el


Retiro de desechos
cese de las actividades de los empleados de la curtiduría
Son acciones o actividades a ejecutar para dejar el lugar de
implantación del proyecto en las mismas o mejores condiciones a
Rehabilitación del Área
las encontradas inicialmente o lista para la ejecución de Otras
actividades distintas.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-115
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Tabla 9-5 Aspectos ambientales del proceso

AGUAS DISPOSICIÓN
ETAPA PROCESO RESIDUOS EMISIONES
RESIDUALES FINAL

Conservación y
Sal Olores Reciclaje
almacenamiento

DQO, SS, SD,


Restos de
suciedad, sal, Tratamiento de
Remojo nitrógeno aguas
orgánico, residuales
biocidas,
tierra.

Sulfuro, DQO, Tratamiento de


RIBERA

Pelambre, SS, SD, cal, Pelo, lana, H2S aguas


desencalado y nitrógeno, lodos, (accidentalmente), residuales
calero biocidas, pH calcicos olores Relleno
básico. sanitario

Relleno
Descarnado pH Básico Carnazas
sanitario
Fábrica de
Dividido Recortes
gelatinas
DQO, SS, SD,
Tratamiento de
Desencalado y Nitrógeno, NH3, polvo, H2S
aguas
rendido sulfuro, sales (accidentalmente)
residuales
calcicas
DQO, SD, sal,
Humos ácidos, H2S Se trabaja en el
Piquel pH ácido,
(accidentalmente) mismo baño
fungicidas

DQO, SD, Residuos de


tensoactivos, destilación y Tratamiento de
Desengrase (para
disolventes tratamiento aguas
pieles de borrego)
orgánicos y de aguas residuales
CURTIDO

grasas residuales

Cromo (III),
Desechos
sal, SS, DQO, Tratamiento de
de pieles,
SD, aguas
lodos de
Curticion fungicidas, residuales
tratamiento
agentes Relleno
de aguas
complejantes, sanitario
residuales
pH ácido.

9-116
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

Virutas de
Relleno
Rebajado rebajado y
sanitario
dividido

DQO, SS, SD,


Tratamiento de
curtientes no
Neutralizado NH3, SO2 aguas
fijados,
residuales
tensoactivos.

Cromo (III),
Desechos
sal, SS, DQO, Tratamiento de
de pieles,
SD, aguas
lodos de
Recurticion fungicidas, residuales
tratamiento
agentes Relleno
de aguas
POSTCURTIDO

complejantes, sanitario
residuales
pH ácido.
Color
elevado,
Tratamiento
agentes
Tintura Colorantes NH3, de aguas
colorantes,
residuales
disolventes
orgánicos

Compuestos
orgánicos,
Tratamiento
tensoactivos,
Engrase de aguas
restos de
residuales
productos
engrasantes.

Secado vapores ácidos


ACABADOS

Disoluciones
Restos de
acuosas de Material
Acabados productos Reciclaje
agentes de particulado
químicos
acabado.
Devolución a
Empaque y proveedores
General Ruido
recipientes de insumos
químicos
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-117
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE

9.2.2 Componentes ambientales

De acuerdo a las características de la zona y a las actividades del proyecto, se ha considerado los
siguientes componentes ambientales:

Medio Físico

 Aire
 Ruido
 Suelo
 Agua
 Recursos

Medio Biótico

 Fauna
 Flora

Medio Socio-económico

 Salud de la población
 Seguridad de los trabajadores
 Economía

9.2.3 Identificación de Impactos Ambientales

Para realizar la identificación de impactos ambientales se ha procedió a elaborar una matriz de doble
entrada, en la cual, se disponen los componentes ambientales en filas, las actividades ejecutadas en la
empresa y que generan impactos se ubican en columnas.

En cada celda de interacción se evalúa si el proceso produce afectación al medio. Las celdas vacías
indican que no existe interacción entre el proceso y el ambiente.

En la columna de la derecha consta el Subtotal de cada una de las filas, el cual indica la frecuencia que
un determinado componente ambiental es afectado positiva o negativamente por los procesos.

Previamente del balance de masas y características de vertimientos residuos sólidos y emisiones se


detectan las siguientes afecciones al ambiente.

9-118
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN
VICENTE
Tabla 9-6 Afección al ambiente

Componente
Descripción de afección
Ambiental

Los gases generados en el proceso de pintura, el ruido generado por la


Aire
utilización de maquinarias.

Las aguas residuales producidas en el proceso de ribera (remojo, pelambre, calero,


Agua descarnado, dividido, desencalado, purgado, piquelado, curtido, teñido y
engrase).

No se presenta afectación directa al recurso suelo debido a que todos los


procesos se realizan dentro de una nave con piso cimentado. Sin embargo, la
generación de residuos sólidos afecta indirectamente al recurso suelo debido a
Suelo
que la disposición final de los residuos en su mayoría será el relleno sanitario.

CURTIDURÍA SAN VICENTE está ubicada dentro de una zona intervenida con
Flora y Fauna presencia de cultivos, a sus alrededores se ubican otras tenerías, y viviendas, por
lo antes expuesto la afección de flora y la fauna son inherentes a la empresa.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

A continuación se procede a la elaboración de la Matriz de Impactos de acuerdo a las etapas,


operaciones vs Factores Ambientales.

9-119
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-7 Matriz de identificación de impactos ambientales.

MATRIZ DE IDENTIFICACIÓN DE IMPACTOS AMBIENTALES FACES DE OPERACIÓN, CIERRE Y ABANDONO


ETAPA DE OPERACIÓN CIERRE Y ABANDONO
OPERACIONES
RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS
LOGISTICAS

RETIRO DE DESECHOS

REHABILITACIÓN
DESMONTAJE
NÚMERO DE

Lavado pelambre

tintura y engrase
Lavado y remojo
NÚMERO DE

Secado de Wet-

Mantenimiento
Pintado, lacado
Desencalado -
IMPACTOS POR

Neutralizado

neutralizado
desencalado

Recurticion,
Descarnado
IMPACTOS POR
FACTORES AMBIENTALES / ETAPAS

Bodega de
Lavado de

productos
Recepción

Piquelado

ambiente
Pelambre

Secado al
COMPONENTE

Rebajado

Medido y
embalaje

químicos
Purgado
Dividido
Manual
COMPONENTE

Lavado

Curtido

Lijado
AMBIENTAL,

Blue
AMBIENTAL.
CIERRE Y
OPERACIÓN
ABANDONO

AIRE Malos olores x x x x x x x 7

RUIDO Generación de ruido x x x x x x x x x x x x x x 14 X X 2


AGUA Calidad del agua x x x x x x x x x x x 11

Generación de
desechos peligrosos
x x x x x x x x x 9 X 1

SUELO
MEDIO FÍSICO

Generación de
desechos no x x x 3 X X 2
peligrosos

Consumo de agua x x x x x x x x x x 10 0

RECURSOS Consumo energético x x x x x x x x x x x x x x x 15 X X 2

Consumo de
combustibles
x x 2 X X X 3

Calidad y cantidad de
2
BIÓTICO

FLORA 0 X X
MEDIO

especies vegetales
Calidad y cantidad de
FAUNA
especies animales
0 0
Afectaciones a la salud
x x 2 0
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO

de la población
SALUD Alteración de la
calidad de vida de la x x x 3 0
población
Riesgos y afectaciones
SEGURIDAD a la seguridad de los x x x x x x x x x 9 X X 2
trabajadores
ECONOMÍA Generación de empleo x x x x x x x x x x x X x x x x x x x x 21 X X X 3
PAISAJE PAISAJE X 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

120
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-8 Matriz de magnitud de impactos ambientales.

MATRIZ DE MAGNITUD DE IMPACTOS AMBIENTALES FACES DE OPERACIÓN, CIERRE Y ABANDONO


ETAPA DE OPERACIÓN CIERRE Y ABANDONO

OPERACIONES
RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS
LOGISTICAS

RETIRO DE DESECHOS
Secado de Wet-Blue
Lavado desencalado

REHABILITACIÓN
Descarnado Manual

Secado al ambiente

productos químicos
Recurticion, tintura

Medido y embalaje

DESMONTAJE
NÚMERO DE

Lavado pelambre
Lavado y remojo
NÚMERO DE

Mantenimiento
Pintado, lacado
FACTORES AMBIENTALES /

Desencalado -
IMPACTOS POR

Neutralizado

neutralizado
IMPACTOS POR

Bodega de
Lavado de
Recepción

Piquelado
Pelambre

y engrase
COMPONENTE

Rebajado
Purgado
ETAPAS

Dividido
COMPONENTE

Curtido

Lijado
AMBIENTAL,
AMBIENTAL.
CIERRE Y
OPERACIÓN
ABANDONO

AIRE Malos olores 2.00 1.80 1.60 1.80 1.20 2.00 3.00 7

Generación
RUIDO
de ruido
1.40 2.00 2.00 1.60 2.00 2.00 2.00 1.80 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 14 X X 2
Calidad del
AGUA 2.00 2.00 1.60 1.40 1.00 2.00 2.00 2.40 2.00 2.00 2.00 11
agua
Generación
de desechos 2.60 1.60 2.80 2.00 2.00 1.40 2.40 1.60 1.00 9 X 1
MEDIO FÍSICO

peligrosos
SUELO
Generación
de desechos 2.00 2.00 2.00 3 X X 2
no peligrosos
Consumo de
agua
2.00 2.00 2.00 1.00 2.00 2.00 1.40 1.40 1.60 1.40 10 0
Consumo
RECURSOS energético
2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 1.20 1.60 1.00 15 X X 2

Consumo de
combustibles
2.00 2.00 2 X X X 3

Calidad y
cantidad de
MEDIO BIÓTICO

FLORA
especies
0 X X 2
vegetales
Calidad y
cantidad de
FAUNA
especies
0 0
animales
Afectaciones
a la salud de 1.40 2.00 2 0
la población
SALUD Alteración de
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO

la calidad de
vida de la
1.00 1.00 1.00 3 0
población
Riesgos y
afectaciones
a la
SEGURIDAD
seguridad de
2.00 2.20 2.00 2.00 1.40 2.00 2.40 1.00 2.00 9 X X 2
los
trabajadores
Generación
ECONOMÍA
de empleo
2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 2.60 21 X X X 3
PAISAJE PAISAJE X 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

121
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-9 Matriz de importancia de impactos ambientales.

MATRIZ DE IMPORTANCIA DE IMPACTOS AMBIENTALES FACES DE OPERACIÓN, CIERRE Y ABANDONO


ETAPA DE OPERACIÓN CIERRE Y ABANDONO
OPERACIONES
RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS
LOGISTICAS

RETIRO DE DESECHOS
Secado de Wet-Blue
Lavado desencalado
Descarnado Manual

Secado al ambiente

productos químicos
Recurticion, tintura

Medido y embalaje

REHABILITACIÓN
Lavado pelambre
Lavado y remojo

DESMONTAJE
NÚMERO DE

Mantenimiento
Pintado, lacado
NÚMERO DE

Desencalado -
FACTORES AMBIENTALES /

Neutralizado

neutralizado
IMPACTOS POR

Bodega de
Lavado de
Recepción IMPACTOS POR

Piquelado
Pelambre

y engrase
Rebajado
Purgado
COMPONENTE

Dividido
ETAPAS

Curtido
COMPONENTE

Lijado
AMBIENTAL,
AMBIENTAL.
CIERRE Y
OPERACIÓN
ABANDONO

AIRE Malos olores 2.25 1.90 1.25 1.65 1.00 2.25 2.65 7

Generación
RUIDO
de ruido
1.00 2.00 2.00 1.60 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 14 X X 2
Calidad del
AGUA 2.00 2.25 2.40 1.40 1.00 2.00 2.00 2.30 2.00 2.00 2.00 11
agua
Generación
de desechos 2.35 2.00 3.00 2.35 2.20 1.40 2.60 3.00 1.00 9 X 1
MEDIO FÍSICO

peligrosos
SUELO
Generación
de desechos 2.25 1.00 2.00 3 X X 2
no peligrosos

Consumo de
agua
2.00 2.00 2.00 1.00 2.00 2.00 1.00 2.00 2.00 1.00 10 0
Consumo
RECURSOS energético
2.00 2.00 2.00 1.40 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 2.00 1.35 1.40 1.00 15 X X 2

Consumo de
combustibles
2.00 2.00 2 X X X 3

Calidad y
cantidad de
MEDIO BIÓTICO

FLORA
especies
0 X X 2
vegetales
Calidad y
cantidad de
FAUNA
especies
0 0
animales
Afectaciones
a la salud de 1.25 1.65 2 0
la población
SALUD Alteración de
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO

la calidad de
vida de la
1.25 1.00 1.00 3 0
población
Riesgos y
afectaciones
a la
SEGURIDAD
seguridad de
1.65 2.00 2.00 2.00 1.00 1.65 3.00 1.00 2.00 9 X X 2
los
trabajadores
Generación
ECONOMÍA
de empleo
2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 2.05 21 X X X 3
PAISAJE PAISAJE X 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

122
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-10 Matriz de severidad de impactos ambientales.

bajo medio alto critico


MATRIZ DE SEVERIDAD DE IMPACTOS AMBIENTALES FACES DE OPERACIÓN, CIERRE Y ABANDONO
ETAPA DE OPERACIÓN CIERRE Y ABANDONO
OPERACIONES
RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS
LOGISTICAS

RETIRO DE DESECHOS
Secado de Wet-Blue
Descarnado Manual

Lavado desencalado

Secado al ambiente

productos químicos
Medido y embalaje
Recurticion, tintura

REHABILITACIÓN
Lavado pelambre
Lavado y remojo

DESMONTAJE
NÚMERO DE

Mantenimiento
Pintado, lacado
NÚMERO DE

Desencalado -

Neutralizado
FACTORES AMBIENTALES /

neutralizado
IMPACTOS POR

Bodega de
Lavado de
IMPACTOS POR
Recepción

Piquelado
Pelambre

y engrase
Rebajado
Purgado
COMPONENTE

Dividido

Curtido
ETAPAS COMPONENTE

Lijado
AMBIENTAL,
AMBIENTAL.
CIERRE Y
OPERACIÓN
ABANDONO

AIRE Malos olores 4.5 3.42 2.00 2.97 1.20 4.5 7.95 7

Generación
RUIDO
de ruido
1.40 4.00 4.00 2.56 4.00 4.00 4.00 3.60 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 14 X X 2
Calidad del
AGUA 4.00 4.50 3.84 1.96 1.00 4.00 4.00 5.52 4.00 4.00 4.00 11
agua
Generación
de desechos 6.11 3.20 8.40 4.70 4.40 1.96 6.24 4.80 1.00 9 X 1
MEDIO FÍSICO

peligrosos
SUELO
Generación
de desechos 4.5 2.00 4.00 3 X X 2
no peligrosos
Consumo de
agua
4.00 4.00 4.00 1.00 4.00 4.00 1.40 2.80 3.20 1.40 10 0
Consumo
RECURSOS energético
4.00 4.00 4.00 2.80 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 4.00 1.62 2.24 1.00 15 X X 2

Consumo de
combustibles
4.00 4.00 2 X X X 3

Calidad y
cantidad de
MEDIO BIÓTICO

FLORA
especies
0 X X 2
vegetales
Calidad y
cantidad de
FAUNA
especies
0 0
animales
Afectaciones
a la salud de 1.75 3.30 2 0
la población
SALUD Alteración de
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO

la calidad de
vida de la
1.25 1.00 1.00 3 0
población
Riesgos y
afectaciones
a la
SEGURIDAD
seguridad de
3.30 4.40 4.00 4.00 1.40 3.30 7.20 1.00 4.00 9 X X 2
los
trabajadores
Generación
ECONOMÍA
de empleo
5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 5.33 21 X X X 3
PAISAJE PAISAJE X 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

123
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

9.2.4 Descripción de Impactos Ambientales

A continuación se describe de manera general los impactos producidos por componente


ambiental:

Aire

Presencia de malos olores por vapores sulfurosos y amoniacales en los procesos de pelambre y
desencalado; así como por los olores característicos de la piel recibida.

Material particulado correspondiente al rebajado del cuero, al igual que el pintado y lacado del
mismo.

Ruido

Se genera ruido durante el funcionamiento de los bombos, maquinarias eléctricas y de manera


especial, del compresor y pistolas para el lacado.

Agua

Las actividades productivas generan aguas industriales que alteran la calidad del agua, debido
a que contiene pH ácido, alta carga orgánica, alta demanda química de oxígeno, tintes,
tensoactivos, sulfuros, cromo, grasas, sólidos.

Suelo

Las etapas de remojo, descarnado y dividido generan desechos orgánicos contaminados con
sulfuros y lodos.

El rebajado produce viruta y polvo de cromo.

Durante la recepción se produce recorte de piel, lo que genera desechos orgánicos no


contaminados. En el saneado se generan recortes de cuero ya estabilizado.

Recursos

Los procesos de húmedos y enjuagues consumen el agua almacenada en el reservorio.

Todos los procesos donde entran en funcionamiento los bombos, soplete de pintura y resto de
maquinaria utilizan energía eléctrica.

El combustible (diesel) es utilizado para generar vapor de agua que se distribuye a los procesos
que necesitan calor.

Salud

La recepción puede afectar la calidad de vida de la población circundante debido a la atracción


de vectores.

La calidad de vida puede afectarse por los sulfuros y malos olores de la recepción y pelambre.

9-124
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Seguridad

Se mantiene el riesgo latente para los trabajadores durante la puesta en marcha y operación
de las máquinas, por el riesgo a golpes, atascamientos de las prendas de vestir en los
engranajes de los bombos y la maquinaria.

Economía

Todas las actividades del proceso de curtiembre generan empleo que dinamiza la economía
del sector, debido a la contratación de la mano de obra.

9.2.5 Evaluación de Impactos Ambientales

Metodología para Evaluar los Impactos Ambientales

Para la identificación y evaluación de impactos ambientales se utilizó la Matriz de Leopold, que


permitió identificar las interacciones entre las acciones (eje horizontal) y los factores
ambientales (eje vertical).

Se procedió a calificar los impactos de acuerdo a su intensidad, extensión y duración para


calcular la magnitud; y se calificó los impactos de acuerdo a su reversibilidad, riesgo y
extensión para calcular la importancia de acuerdo a los siguientes criterios:

Tabla 9-11 Calificación de impactos ambientales

Variable Símbolo Carácter Valor


Para la Magnitud (M)
Alta 3
INTENSIDAD I Moderada 2
Baja 1
Regional 3
EXTENSIÓN E Local 2
Puntual 1
Permanente 3
DURACIÓN D Temporal 2
Periódica 1
Para la Importancia (I)
Irrecuperable 3
REVERSIBILIDAD R Poco recuperable 2
Recuperable 1
Alto 3
RIESGO G Medio 2
Bajo 1
Regional 3
EXTENSIÓN E Local 2
Puntual 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-125
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Para calcular la magnitud, se ponderó los criterios:

Peso del criterio de intensidad (i): 0.40

Peso del criterio de extensión (e): 0.40

Peso del criterio de duración (d): 0.20

( ) ( ) ( )

Para calcular la importancia, se ponderó los criterios:

Peso del criterio de extensión (e): 0.40

Peso del criterio de reversibilidad (R): 0.35

Peso del criterio de riesgo (q): 0.25

( ) ( ) ( )

Una vez calculadas la magnitud y la importancia, se calculó la severidad del impacto,


multiplicando los dos factores:

Para la calificación, se tomó en cuenta los siguientes rangos:

Tabla 9-12 Escala y severidad de impactos

Escala de valores estimados Severidad del impacto

1.0 – 2.0 Bajo


2.1 – 3.6 Medio
3.7 – 5.3 Alto
5.4 – 9.0 Crítico
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Impacto Crítico

Si se encuentra en este rango, significa que el impacto ocasionado irreversible, y en pocas


ocasiones reversible, pero se necesita de un alto índice técnico, para minimizarlos, es muy
difícil eliminarlo completamente y a su vez una alta inversión para remediar el daño que se
haya producido al entorno, o a su vez al proceso.

Impacto Alto

9-126
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Este rango indica la presencia de impacto alto ocasionado a corto plazo; ocasionado por el
proceso a su entorno o viceversa, el cual puede ser reparado con medidas técnicas, que genera
una inversión considerable.

Impacto Medio

Este rango es el adecuado para que el proceso se ejecute con poco impacto o complicación,
que sea permisible y pueda ser evitado con pocas regulaciones y no produce un daño
irreversible a corto plazo.

Impacto Bajo

Este rango es adecuado para describir que la actividad analizada, genera un impacto bajo, es
decir, que se encuentra dentro de los límites permisibles y no pone en peligro la tasa de
autodepuración del entorno.

A partir de estas interpretaciones, se procedió a evaluar la Matriz de Leopold, para tomar las
acciones adecuadas en la operación de CURTIDURÍA SAN VICENTE, tanto con la actividad que
más genera impactos negativos con el fin de tomarla en cuenta para prevenir, controlar,
mitigar o remediar los impactos producidos, como con las actividades que generan impactos
positivos para potenciar los mismos.

Por el lado de los parámetros ambientales, la matriz permitió evidenciar cuál de éstos es
mayormente afectado en forma positiva o negativa, a fin de considerarlo en la elaboración del
PMA.

9-127
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
9.2.6 Resumen de la Evaluación de Impactos

Análisis de Resultados

Luego del proceso de calificación se obtuvieron los resultados de calificación ambiental en


base a su Severidad.

Para calificar a un impacto como significativo o no significativo, se tomó en cuenta su


severidad: si es alto o crítico, corresponde a un impacto significativo; si es medio o bajo,
corresponde a un impacto no significativo .Del análisis se tiene que el 71% (75 impactos) son
significativos, mientras que el 29% restante (31 impactos) son no significativos, computo
referido al área de operación. En base a los componentes ambientales afectados, se tiene lo
siguiente:

Tabla 9-13 Impactos significativos por componente ambiental

IMPACTOS IMPACTOS NO
SIGNIFICATIVOS SIGNIFICATIVOS
RESUMEN DE IMPACTOS

AIRE Malos olores


3 4
Generación de
RUIDO
ruido
11 3
AGUA Calidad del agua
9 2
Generación de
MEDIO FÍSICO

desechos
peligrosos 6 3
SUELO
Generación de
desechos no
peligrosos 2 1
Consumo de
agua
5 5
RECURSOS Consumo
energético 11 4
Consumo de
combustibles 2 0
Calidad y
cantidad de
MEDIO BIÓTICO

FLORA
especies
vegetales 0 0
Calidad y
cantidad de
FAUNA
especies
animales 0 0

9-128
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Afectaciones a
la salud de la
SALUD
población 0 2
MEDIO SOCIO-ECONÓMICO Alteración de la
calidad de vida
de la población 0 3
Riesgos y
afectaciones a
SEGURIDAD
la seguridad de
los trabajadores
5 3
Generación de
ECONOMÍA
empleo 21 0
PAISAJE PAISAJE 0 0
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 9-1. Resumen de impactos por componente ambiental.

RESUMEN DE IMPACTOS
25

20

15

10

0
Afectaciones a la salud de la…
Calidad y cantidad de especies…

Calidad y cantidad de especies…


Generación de desechos no…

Alteración de la calidad de vida…

Riesgos y afectaciones a la…


Generación de desechos…
Calidad del agua

PAISAJE
Consumo de agua
Generación de ruido

Consumo energético

Generación de empleo
Malos olores

Consumo de combustibles

-5

-10

-15

AIRE RUIDOAGUA SUELO RECURSOS FLORAFAUNA SALUDSEGURIDAD


ECONOMÍA
PAISAJE
MEDIO FÍSICO MEDIO MEDIO SOCIO-ECONÓMICO
BIÓTICO
IMPACTOS SIGNIFICATIVOS IMPACTOS NO SIGNIFICATIVOS

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-129
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Ilustración 9-2 Impactos negativos significativos por componente ambiental.

IMPACTOS SIGNIFICATIVOS NEGATIVOS

MEDIO FÍSICO AIRE Malos olores

0%

0% 0%
MEDIO FÍSICO RUIDO Generación
0% de ruido

9% 6%
4%
20% MEDIO FÍSICO AGUA Calidad del
agua
20%

17%
9% MEDIO FÍSICO SUELO Generación
4% 11% de desechos peligrosos

MEDIO FÍSICO SUELO Generación


de desechos no peligrosos

MEDIO FÍSICO RECURSOS


Consumo de agua

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Acorde a la evaluación, el componente ambiental más afectado por impactos significativos es


el agua, que ve afectada su calidad por las descargas del proceso. El componente que le sigue
corresponde a recursos, de manera específica al consumo de agua.

En lo que se refiere a impactos significativos por actividad, se obtuvieron los siguientes


resultados

Tabla 9-14 Impactos por actividad


OPERACIONES
RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS
LOGISTICAS
Secado de Wet-Blue
Lavado desencalado
Descarnado Manual

productos químicos
Secado al ambiente
Recurticion, tintura

Medido y embalaje
Lavado pelambre
Lavado y remojo

Pintado, lacado

Mantenimiento
Desencalado -

Neutralizado

neutralizado

TOTAL
Bodega de
Lavado de
Recepción

Piquelado
Pelambre

y engrase

IMPACTOS NEGATIVOS POR


Rebajado
Purgado
Dividido

Curtido

Lijado

ACTIVIDAD

Impactos Significativos Negativos 2 3 6 4 1 1 3 4 2 4 0 3 3 3 4 1 2 3 1 2 2 54


Impactos No Significativos Negativos 2 1 3 1 1 4 2 0 0 3 1 1 1 2 2 1 2 1 0 1 2 31
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-130
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Ilustración 9-3. Resumen de impactos negativos por etapas de operación

RESUMEN DE IMPACTOS NEGATIVOS SIGNIFICATIVOS POR ETAPA DE


OPERACIÓN
7

0
Recepción

Neutralizado
Pelambre

Dividido

Lijado
Curtido
Lavado y remojo

Lavado pelambre

Piquelado

Pintado, lacado
Medido y embalaje
Secado de Wet-Blue
Lavado desencalado

Lavado de neutralizado

Secado al ambiente

Mantenimiento
Descarnado Manual

Bodega de productos químicos


Recurticion, tintura y engrase
Desencalado - Purgado

Rebajado

RIBERA CURTIDO POSTCURTIDO ACABADOS


OPERACIONES LOGISTICAS

Impactos Significativos Negativos Impactos No Significativos Negativos

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Las actividades que generan impactos significativos negativos en las etapas de Operación son:
Etapa de Ribera con el lavado y remojo, pelambre y lavado de pelambre, por la afectación al
recurso agua; en la Etapa de Curtido con el desencalado, lavado desencalado y curtido por la
afectación al agua; en la Etapa de Pos curtido con el rebajado (residuos peligrosos),
neutralizado lavado neutralizado y Recurticion, tintura y engrase, este último proceso por el
material particulado que genera; en la etapa de acabado sobresalen el lijado y pintado lacado
por la emanación de material particulado; y finalmente en operaciones logísticas la bodega de
productos químicos y mantenimiento por la generación de residuos peligrosos.

9-131
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Ilustración 9-4. Impactos negativos significativos por etapas de operación

OPERACIONES Impactos Significativos negativos


LOGISTICAS
7%

ACABADOS RIBERA
13% 32%

POSTCURTIDO
24%

CURTIDO
24%

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Se han tomado tanto los componentes más afectados como las actividades impactantes en
cuanto a impactos significativos negativos, para el desarrollo del respectivo Plan de Manejo
Ambiental.

9.2.7 Análisis de Riesgos Ambientales

En el presente apartado se realizó el análisis de riesgos ambientales relacionados con las


actividades desarrolladas dentro de CURTIDURÍA SAN VICENTE.

Metodología

Se utilizó una matriz de riesgos en función de las actividades que puedan representar riesgos al
ambiente y los factores que pueden verse afectados, a partir de dos aspectos para realizar el
análisis de los riesgos identificados:

La Probabilidad: la posibilidad de ocurrencia del riesgo; esta puede ser medida con criterios de
frecuencia o teniendo en cuenta la presencia de factores internos y externos que pueden
propiciar el riesgo, aunque éste no se haya presentado nunca.

Las Consecuencias: Impacto que puede ocasionar a la organización la materialización del


riesgo.

Se realizó un Análisis cualitativo utilizando formas descriptivas para presentar la magnitud de


consecuencias potenciales y la posibilidad de ocurrencia.

9-132
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Escala de medida cualitativa de PROBABILIDAD, calificó los siguientes niveles:

 ALTA: es muy factible que el hecho se presente.

 MEDIA: es factible que el hecho se presente.

 BAJA: es muy poco factible que el hecho se presente.

Ese mismo diseño se aplicó para la escala de medida cualitativa de CONSECUENCIA,


estableciendo las categorías siguientes:

 EXTREMADAMENTE DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse, tendría alto impacto o


efecto sobre la entidad.

 DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse tendría medio impacto o efecto en la


entidad.

 LIGERAMENTE DAÑINO: Si el hecho llegara a presentarse tendría bajo impacto o efecto


en la entidad

La interacción entre la PROBABILIDAD y la CONSECUENCIA da como resultado la calificación del


RIESGO, conforme lo establece el siguiente cuadro resumen:

Tabla 9-15 Interacción entre probabilidad y consecuencia.

Consecuencias

Ligeramente Dañino Extremadamente


Dañino D Dañino
LD ED
Baja
B Riesgo trivial Riesgo tolerable Riesgo moderado
T TO MO
Probabilidad

Media
M
Riesgo tolerable Riesgo moderado Riesgo importante
TO MO I
Alta
A Riesgo moderado Riesgo importante Riesgo intolerable
MO I IN

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Una vez realizado el análisis de los riesgos con base en los aspectos de probabilidad y
consecuencia, se utiliza la matriz de priorización que permite determinar cuáles
requieren de un tratamiento inmediato.

9-133
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-16 matriz de priorización de riesgos ambientales.

MATRIZ DE RIESGOS

ETAPAS PROCESO PRODUCTIVO PELIGRO IDENTIFICADO


ESTIMACIÓN DEL
PELIGRO PROBABILIDAD CONSECUENCIA
PROCESO FACTOR RIESGO RIESGO
IDENTIFICADO
Generación de
Recepción Afectación a la calidad del suelo B LD T
Suelo desechos
Aumento de DBO5 por presencia de
Lavado y remojo Descargas A D I
sangre
Agua

Pelambre Descargas Presencia de contaminantes en el efluente A ED IN


RIBERA Agua
Lavado pelambre Descargas Presencia de contaminantes en el efluente A D I
Agua
Descarnado Generación de Contaminación por sulfuros, cal y materia
A ED IN
(Manual) desechos orgánica
Suelo
Dividido Agua Descargas Presencia de contaminantes en el efluente B LD T
Desencalado –
Descargas Ph fuera de límites permisibles A D I
Purgado Agua
Lavado desencalado Descargas Presencia de contaminantes en el efluente A D I
Agua
CURTIDO
Piquelado N/A N/A N/A N/A N/A N/A

Curtido Descargas Presencia de contaminantes en el efluente A D I


Agua
Secado de Wet-Blue Aire Emisiones Emanacion de malos olores B LD T
POSTCURTIDO
Neutralizado Descargas Ph fuera de límites permisibles M D MO
Agua

9-134
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Lavado de
Descargas Presencia de contaminantes en el efluente A D I
neutralizado
Agua
Presencia de contaminantes en el
Recurticion, tintura y
Descargas efluente, colorantes, grasas y recurtines M D MO
engrase
Agua no agotados
Generación de Contaminación por sulfuros, cal y materia
Cortado A ED IN
Suelo desechos orgánica
Secado al ambiente Emisiones B LD T
Aire Emision de olores
ACABADOS
Atomización de la
Pintado, lacado Material particulado M D MO
pintura
Aire
Generación de
Medido y embalaje Afectación a la calidad del suelo B LD T
Suelo desechos
Bodega de productos Generación de
Afectación a la calidad del suelo B D TO
OPERACIONES químicos desechos
Suelo
LOGISTICAS
Generación de
Mantenimiento Afectación a la calidad del suelo M LD TO
Suelo desechos

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-135
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Los riesgos que son una prioridad para tomar las acciones correctivas inmediatas son los
calificados como Intolerables e Importante. Se tiene 3 actividades que causan riesgos
Intolerables (pelambre, descarnado y rebajado), el primero por la afectación al recurso agua y
los segundos por la generación de residuos; 6 son los que causan riesgos importantes (Lavado
y remojo, Lavado pelambre, Desencalado – Purgado, Lavado desencalado, Curtido, Lavado de
neutralizado).

Estos riesgos han sido tomados en consideración para la identificación de las medidas
pertinentes en el Plan de Manejo Ambiental.

9.2.8 CUMPLIMIENTOS DE LOS ASPECTOS AMBIENTALES EVALUADOS

Para determinar el cumplimiento de los aspectos ambientales de CURTIDURIA SAN VICENTE se


evaluó la Legislación Ambiental vigente y las actividades planificadas para el cumplimiento de
la normativa ambiental en donde se adjuntaron los medios de verificación que demuestran el
nivel cumplimiento de estas actividades como respaldo (documentos físicos como formularios,
actas, registro fotográfico, etc.).

Se verificó si la empresa cuenta o no con los certificados y autorizaciones pertinentes del


gobierno local, adjudicación de la toma de aguas, etc.

9.2.8.1 Criterios de Evaluación

Listas de chequeo.- Sobre la base de la revisión de la información existente, se estructuraron


los protocolos de campo o listas de chequeo, que se utilizaron para identificar aquellos
aspectos que fueron auditados para establecer el grado de cumplimiento o incumplimiento de
la normativa legal.

Estos protocolos fueron aplicados en observaciones in situ, en su área de influencia y en base a


entrevistas.

Se evaluó el grado de cumplimento tomando en cuenta los siguientes criterios

Entrevistas.- se efectuaron entrevistas semi estructuradas y abiertas al personal encargado del


manejo ambiental y productivo de la planta.

Norma, especificación o lineamiento aplicado.- Para cada punto de evaluación se tomó como
referente las especificaciones establecidas en la Legislación Ambiental y su Norma Técnica.

Conformidad (C).- Calificación dada a las actividades, procedimientos, procesos, instalaciones,


prácticas o mecanismos de registro que se han realizado o se encuentran dentro de las
especificaciones expuestas en la normativa ambiental. En el presente estudio sólo se anotan
algunas de las conformidades, aquellas que se consideran las más destacadas.

No Conformidad (NC): Calificación dada a las actividades, procedimientos, procesos,


instalaciones, prácticas o mecanismos de registro que no se han realizado y que se encuentran
dentro de las especificaciones expuestas en la normativa ambiental. (Los criterios para la

9-136
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
determinación de los tipos de las no conformidades (mayores y menores) fueron tomados del
Texto Unificado de Legislación Ambiental Secundaria, del Ministerio del Ambiente.

No Conformidad Menor (NC-).- Calificación que implica una falta leve frente al Plan de Manejo
Ambiental y/o normativa ambiental específica, dentro de los siguientes criterios.

- Fácil corrección o remediación;

- Rápida corrección o remediación;

- Bajo costo de corrección o remediación; evento de magnitud pequeña, extensión


puntual;

- Poco riesgo e impactos menores.

No Conformidad Mayor (NC+).- Calificación que implica una falta grave frente al Plan de
Manejo Ambiental y/o alguna normativa ambiental específica; también pueden deberse a
repeticiones periódicas de no conformidades menores. Los criterios de calificación fueron los
siguientes.

- Corrección o remediación difícil;

- Corrección o remediación que requiere mayor tiempo y recursos;

- El evento es de magnitud moderada a grande;

- Los accidentes potenciales pueden ser graves o fatales; y,

- Evidente despreocupación, falta de recursos o negligencia en la corrección de un


problema menor.

Observaciones.- En el caso de que, como resultado de la evaluación general, hubieran surgido


aspectos que no constituyen faltas graves o leves y que no constan explícitamente en ninguna
norma, especificación o lineamiento pero que deben ser considerados para mejorar el
desempeño socio ambiental, se han anotado simplemente como observaciones adicionales en
lugar de no conformidades.

9-137
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
9.2.9 Evaluación de Aspectos Ambientales

Tabla 9-17 Matriz de hallazgos para determinar las conformidades y no conformidades.

REQUISITO LEGAL HALLAZGO


ASPECTO AMBIENTAL
SUBCOMPONENTE
COMPONENTE

No Cumple

DOCUMENTO LEGAL Cumple DESCRIPCION


NC + nc-

“Art. 318.- El agua es patrimonio


nacional estratégico de uso público,
dominio inalienable e imprescriptible CURTIDURÍA SAN
del Estado, y constituye un elemento VICENTE se abastece
x
vital para la naturaleza y para la de agua mediante
existencia de los seres humanos. Se tanqueros surtidores
prohíbe toda forma de privatización
del agua.”
Art. 395.- La Constitución reconoce
los siguientes principios ambientales:

… 2. Las políticas de gestión


ambiental se aplicarán de manera
Constitución de la
Gestión transversal serán de obligatorio
República del
Ambiental cumplimiento por parte del Estado
Ecuador.
en todos sus niveles y por todas las CURTIDURÍA SAN
personas naturales o jurídicas en el VICENTE , se encuentra
territorio nacional. en procesos de
X
regulación ambiental,
Art. 399.- El ejercicio integral de la para su correcto
tutela estatal sobre el ambiente y la funcionamiento.
corresponsabilidad de la ciudadanía
en su preservación, se articulará a
través de un sistema nacional
descentralizado de gestión
ambiental, que tendrá a su cargo la
defensoría del ambiente y la
naturaleza.

“Art. 96.- Declárese de prioridad


nacional y de utilidad pública, el agua
para consumo humano.

… Toda persona natural o jurídica


Ley orgánica de la tiene la obligación de proteger los
Gestión CURTIDURÍA SAN
salud, libro II: salud y acuíferos, las fuentes y cuencas X VICENTE descarga sus
Ambiental
seguridad ambiental hidrográficas que sirva para el aguas a la red de
abastecimiento de agua para
alcantarillado, se
consumo de agua para consumo
cuenta con un sistema
humano. Se prohíbe realizar
tanques que retienen
actividades de cualquier tipo, que
los sólidos.
pongan en riesgo de contaminación
las fuentes de captación de agua”

9-138
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Art. 21.- Los sistemas de Manejo
Ambiental incluirán estudios de línea
base: evaluación del impacto
ambiental, evaluación de riesgos;
planes de manejo: planes de manejo El sistema de Manejo
de riesgo; sistemas de monitoreo; Ambiental de
planes de contingencia y mitigación; CURTIDURÍA SAN
Gestión Ley de Gestión auditorías ambientales y planes de X VICENTE estará
Ambiental Ambiental abandono. Una vez cumplidos estos estructurado como
requisitos y de conformidad con la establece la ley
calificación de los mismos. ambiental Ecuatoriana

El Ministerio del ramo podrá otorgar


o negar la licencia correspondiente.

DISPOSICIONES TRANSITORIAS

PRIMERA.- Las actividades o


CURTIDURÍA SAN
proyectos que se encuentren en
VICENTE está en
Reglamento a Ley de funcionamiento y que no cuenten
cumplimiento con el
Gestión Ambiental con un estudio de impacto ambiental
presente EsIA Expost,
para la prevención y aprobado deberán presentar una
X cubre la ausencia de
control de la auditoría ambiental inicial de
un EsIA. Por lo que se
contaminación cumplimiento con las regulaciones
cumplirá con lo
ambiental ambientales vigentes ante la entidad
establecido en el Plan
ambiental de control. La auditoría
de Manejo Ambiental
ambiental inicial debe incluir un plan
de manejo ambiental. La AA inicial o
EIA Expost cubre la ausencia de un
EIA.

SEGUNDA.- Si la auditoría ambiental


inicial establece que determinada
actividad u organización, existente
previa a la expedición del presente
Texto Unificado de Legislación CURTIDURÍA SAN
Secundaria Ambiental y sus normas VICENTE presenta el
Reglamento a Ley de
técnicas, no se encuentra en plan de acción de
Gestión Ambiental
cumplimiento con los mismos, el cumplimiento con los
Gestión para la prevención y
regulado deberá incluir como parte X programas necesarios
Ambiental control de la
de su plan de manejo ambiental un para solventar los no
contaminación
programa perentorio de cumplimientos
ambiental
cumplimiento con las acciones determinados en esta
necesarias para cumplir con lo matriz
establecido en el presente Libro VI
De la Calidad Ambiental y sus
normas.

9-139
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Ordenanza para la
prevención y control Art. 11 De la Demostración del
CURTIDURÍA SAN
de la contaminación Cumplimiento.-
VICENTE se encuentra
ambiental La responsabilidad de demostrar
en proceso de
ocasionada por la técnicamente y científicamente el
regulación de sus
Gestión actividades cumplimiento de los mecanismos de
X actividades, por lo
Ambiental agroindustriales, control y prevención de la
tanto están en
industriales, contaminación, recae principalmente
cumplimiento de lo
artesanales, sobre actividades agroindustriales,
mencionado en este
domésticos y de industriales, artesanales y de
articulo
servicio en el cantón servicios, unidades de transporte….
Ambato
Los parámetros de
monitoreo de las
aguas de descarga de
CURTIDURÍA SAN
5.2.3 Normas de descarga de VICENTE , se
TULSMA. X
efluentes al alcantarillado encuentran fuera de
los Límites Máximos
Permisibles para
descargar al
alcantarillado público

. 5.2.2.2 Obligaciones del sujeto de


LIBRO VI
control

b) Todos los sujetos de control


deberán mantener un registro de los
efluentes generados, indicando: (1)
CURTIDURÍA SAN
coordenadas; (2) elevación; (3)
VICENTE , no cuenta
caudal de descarga; (4) frecuencia de
con el historial de
descarga; (5) tratamiento existente; X
consumo de agua para
(6) tipo de sección hidráulica y
sus procesos
facilidades de muestreo; y, (7) lugar
industriales.
de descarga, lo cual debe estar
acorde a lo establecido en el Plan de
manejo ambiental y reportado en la
Auditoria Ambiental de
Cumplimiento. Es mandatorio que el
caudal reportado de los efluentes
generados sea respaldado con datos
de producción.

5.2.1 Principios básicos para


descarga de efluentes
No se realiza ningún
tipo de dilución en las
X aguas de descarga de
los diferentes procesos
5.2.1.6 Se prohíbe la utilización de de curtación
cualquier tipo de agua, con el
propósito de diluir los efluentes
líquidos no tratados.

9-140
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

. 5.2.3 Normas generales para


descarga de efluentes al sistema de
alcantarillado

5.2.3.1 Se prohíbe la descarga de


residuos líquidos sin tratar hacia el
sistema de alcantarillado
provenientes del lavado y/o CURTIDURÍA SAN
mantenimiento de vehículos aéreos y VICENTE descarga sus
terrestres, así como el de aplicadores X aguas residuales al
manuales y aéreos, recipientes, sistema de
empaques y envases que contengan alcantarillado público.
o hayan contenido agroquímicos u
otras sustancias tóxicas. Las
descargas tratadas deben cumplir
con los valores establecidos en la
Tabla 9.

CAPÍTULO IV DE LOS ESTUDIOS


AMBIENTALES.
Art. 45 Licencias ambientales de
actividades y proyectos en
funcionamiento (estudios ex post).-
Los proyectos, obras o actividades en
funcionamiento que deban obtener
una licencia ambiental de
conformidad con lo dispuesto en este
Libro y acorde a la Categorización
Ambiental Nacional, deberán iniciar
el proceso de regularización a partir
de la fecha de la publicación del
presente Reglamento en el Registro
Oficial.
CURTIDURÍA SAN
VICENTE no cuenta en
el plan de acción, el
mismo que constará
X
en el presente estudio,
De no acatar lo dispuesto de forma previo a la obtención
inmediata, se procederá con la de la Licencia
suspensión de las actividades de Ambiental
manera temporal hasta que se inicie
el proceso de regularización
correspondiente y de ser el caso se
procederá con las acciones
pertinentes en coordinación con los
organismos sectoriales competentes,
sin perjuicio del inicio del respectivo
procedimiento administrativo. Si en
la identificación y evaluación de
impactos o riesgos ambientales de la
fase operativa, se detectaren
incumplimientos a la normativa
ambiental vigente, se deberá
incorporar un Plan de Acción para
subsanar estos incumplimientos.

9-141
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

ANEXO 3 DEL LIBRO VI


TULSMA.
DEL TEXTO UNIFICADO DE
LEGISLACIÓN SECUNDARIA DEL
MINISTERIO DEL AMBIENTE NORMA
DE EMISIONES AL AIRE DESDE
FUENTES FIJAS NORMA DE
LIBRO VI
EMISIONES AL AIRE DESDE FUENTES
FIJAS

4.1 De los límites permitidos de las CURTIDURÍA SAN


concentraciones de las emisiones al VICENTE no cuenta
aire para fuentes fijas de X con fuentes de
combustión. emisiones
significativas.
4.1.1.4 Se consideran fuentes fijas no
significativas a todas aquellas que.
utilizan combustibles fósiles sólidos,
líquidos, gaseosos, o cualquiera de
sus combinaciones, y cuya potencia
calorífica (heat imput) sea menor a 3
MW o diez millones de unidades
térmicas británicas por hora (10 x 10
DD BTU/h).
Emisiones a la atmosfera

Art. 7 CONTAMINACIÓN DEL AIRE.-


Abiótico

Se regulan también por esta norma,


Aire

toda emisión hacia la atmósfera


producida por fuentes fijas de
contaminación.

Ordenanza para la Para ello, se observarán las normas


prevención y control de calidad estipuladas en esta
de la contaminación ordenanza y su Instructivo General
ambiental de Aplicación, así como por las
contenidas en el "Reglamento que CURTIDURÍA SAN
ocasionada por la
establece las normas generales de VICENTE no cuenta
actividades
agroindustriales, emisión para fuentes fijas de X con fuentes de
combustión y los métodos generales emisiones
industriales,
de medición". Norma de emisiones al significativas.
artesanales,
domésticos y de aire desde fuentes fijas de
servicio en el cantón combustión, norma de calidad del
Ambato (2007). aire, ambiente, límites permisibles de
niveles de ruido ambiente para
fuentes fijas y fuentes móviles y para
vibraciones contemplados en el libro
sexto del texto unificado de la
Legislación Ambiental Secundaria.

9-142
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
4.1. Niveles máximos permisibles de
ruido

4.1.1.1 Los niveles de presión sonora

Niveles de ruido
equivalente, NPSeq, expresados en CURTIDURÍA SAN
Abiótico

decibeles, en ponderación con escala VICENTE “No tiene


Aire

TULSMA A, que se obtengan de la emisión de X


caracterización de
una fuente fija emisora de ruido, no ruido anual
podrán exceder los valores que se
fijan en la Tabla 1.

LIBRO VI
Manejo y disposición de los residuos

4.1.22 Las industrias generadoras,


TULSMA poseedoras y/o terceros que
produzcan o manipulen desechos CURTIDURÍA SAN
Abiótico

LIBRO VI peligrosos deben obligatoriamente VICENTE no cuenta


Suelo

Norma de calidad realizar la separación en la fuente de X con un área específica


ambiental para el los desechos sólidos normales de los para disposición de
manejo y disposición peligrosos, evitando de esta manera desechos peligrosos.
final de desechos una contaminación cruzada en la
sólidos no peligrosos disposición final de los desechos.
Manejo y disposición de los residuos

SECCIÓN I GESTIÓN
SOLIDOS NO PELIGROSOS
INTEGRAL DE RESIDUOS Y/O CURTIDURÍA SAN
DESECHOS VICENTE cuenta con el
TULSMA Art. 68 De las actividades permiso emitido por la
comerciales y/o industriales.- EPM GIDSA, y lleva
Abiótico
Suelo

LIBRO VI registros de los


X
Se establecen los parámetros para el residuos que han sido
Norma de calidad almacenamiento temporal de los depositados en el
ambiental para el residuos sólidos no peligrosos ya relleno sanitario
manejo y disposición clasificados, sin perjuicio de otros municipal del cantón
final de desechos que establezca la Autoridad Ambato
sólidos no peligrosos Ambiental Nacional, siendo los
siguientes

PARÁGRAFO III DEL


ALMACENAMIENTO TEMPORAL
Art. 67 Del almacenamiento
temporal urbano.- Se establezcan los
parámetros para el establecimiento
temporal de residuos sólidos no
peligrosos ya clasificados, sin CURTIDURÍA SAN
perjuicio de otros que establezca la VICENTE no cuenta
Autoridad Ambiental Nacional, de x recipientes de
acuerdo a lo siguiente: almacenamiento
a) Los residuos sólidos no peligrosos temporal no peligrosos
se deberán disponer temporalmente
en recipientes o contenedores
cerrados (con tapa), identificados,
clasificados, en orden y de ser
posible con una funda plástica en su
interior.

9-143
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

4.2.12 Se prohíbe que el generador


de desechos sólidos entregue los CURTIDURÍA SAN
desechos a persona natural o VICENTE dispone sus
jurídica que no posea autorización de desechos sólidos al
la entidad de aseo, aquél y ésta relleno sanitario
responderán solidariamente de X municipal, por lo cual
cualquier perjuicio causado por las cuenta con su
mismas y estarán sujetos a la respectivo permiso
imposición de las sanciones que emitido por la EMP
establezcan las autoridades GIDSA.
pertinentes.

Art. 8 CONTAMINACIÓN DEL SUELO.-


La presente ordenanza regula
además toda contaminación del
Manejo y disposición de los residuos

Ordenanza para la suelo producida por las actividades


prevención y control agrícolas, industriales, agro
de la contaminación industriales y de servicios. Para este
ambiental efecto, se observarán las Normas de
ocasionada por la Calidad Ambiental del Recurso Suelo CURTIDURÍA SAN
Abiótico

Suelo

actividades y Criterios de Remediación para VICENTE dispone sus


X
agroindustriales, Suelos Contaminados, la Norma de desechos sólidos al
industriales, Calidad Ambiental para el Manejo y relleno sanitario.
artesanales, Disposición Final de Desechos Sólidos
domésticos y de no Peligrosos, contemplados en el
servicio en el cantón libro sexto del texto unificado de la
Ambato (2007). Legislación Ambiental Secundaria,
según Decreto Ejecutivo 3399 de
noviembre de 2002, Registro Oficial
725.

TULSMA
SECCIÓN II
LIBRO VI GESTIÓN INTEGRAL DE DESECHOS
Reglamento para la
prevención y control
de la contaminación PELIGROSOS Y/O ESPECIALES
por desechos
peligrosos
Residuos no domésticos peligrosos

Art. 83 Desechos peligrosos.- A


efectos del presente Libro
CURTIDURÍA SAN
se considerarán como desechos VICENTE deposita sus
Abiótico

peligrosos, los siguientes: residuos sólidos al


Suelo

X relleno sanitario, para


lo cual se cuenta con el
a) Los desechos sólidos, pastosos, registro emitido por
líquidos o gaseosos resultantes de un EPM GIDSA
proceso de producción, extracción,
transformación, reciclaje, utilización
o consumo y que contengan alguna
sustancia que tenga características
corrosivas, reactivas, tóxicas,
inflamables, biológico infecciosas y/o
radioactivas, que representen un
riesgo para la salud humana y el
ambiente de acuerdo a las
disposiciones legales aplicables;

9-144
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
TULSMA PARÁGRAFO II
LIBRO VI ALMACENAMIENTO
Art. 96 Del almacenaje de los
desechos peligrosos y/o especiales.-
Los desechos peligrosos y/o
especiales deben permanecer
envasados, almacenados y
etiquetados, aplicando para el efecto
las normas técnicas pertinentes CURTIDURÍA SAN
Reglamento para la establecidas por la Autoridad VICENTE no cuenta
prevención y control Ambiental Nacional y la Autoridad X con un área de acopio
de la contaminación Nacional de Normalización, o en su de los residuos
Residuos no domésticos peligrosos

por desechos defect normas técnicas aceptadas a peligroso


peligrosos nivel internacional aplicables en el
país. Los envases empleados en el
almacenamiento deben ser utilizados
Abiótico

únicamente para este fin, tomando


Suelo

en cuenta las características de


peligrosidad y de incompatibilidad de
Los desechos peligrosos y/o
especiales con ciertos materiales.

Art. 198.- Quienes desarrollen o se


apresten a ejecutar actividades que
CURTIDURÍA SAN
generen desechos peligrosos,
VICENTE, se encuentra
deberán solicitar y obtener la licencia
en proceso de
ambiental por parte del MAE para
X regularización
continuar haciéndolas o para
ambiental para su
empezarlas, según el caso. La
correcto
solicitud deberá ir acompañada de un
funcionamiento.
estudio de impacto ambiental de
dichas actividades.

Acuerdo Ministerial
Residuos no domésticos peligrosos

Nº 026
Art. 1.- Toda persona natural o
CURTIDURÍA SAN
jurídica, pública o privada, que
VICENTE no se
genere desechos peligrosos deberá
Abiótico

encuentra registrada
Suelo

registrarse en el Ministerio del


x como generador de
Ambiente, de acuerdo al
Desecho peligrosos.
procedimiento de registro de
No tiene el análisis de
Registro de generadores de desechos peligrosos
desechos CRETIB
generadores de determinado en el Anexo A.
desechos peligrosos,
gestión de desechos
peligrosos previo al
licenciamiento
ambiental y para el
transporte de
materiales peligrosos

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-145
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 9-18 Actividades planificadas para el cumplimiento de la normativa

ACTIVIDADES PLANIFICADAS PARA EL CUMPLIMIENTOS


CUMPLIMIENTO DE LA NORMATIVA DE LA DESCRIPCION
CALIDAD AMBIENTAL C NC+ NC-

REGLAMENTO DE SEGURIDAD Y SALUD DE LOS TRABAJADORES


DECRETO 2393
CAPÍTULO III
SERVICIOS PERMANENTES
Art. 40 VESTUARIOS

Todos los centros de trabajo dispondrán de


cuartos vestuarios para uso del personal
No tiene un área
debidamente separados para los trabajadores de
destinada para
uno u otro sexo y en una superficie adecuada al X
vestidores de los
número de trabajadores que deben usarlos en
trabajadores
forma simultánea.

Art. 41. SERVICIOS HIGIÉNICOS

El número de elementos necesarios para el aseo X No dispone de baños


personal, debidamente separados por sexo, se acondicionados acorde
ajustará en cada centro de trabajo a lo la norma.
establecido en la siguiente tabla:

ELEMENTOS N. TRABAJADORES

Excusados 1 x/c 25 varones

1 x/c 15 mujeres

Urinarios 1 x/c 25 varones

Duchas 1 x/c 30 varones

1x/c 30 mujeres

Lavabos 1 x/c 10 trabajadores

LEY ORGÁNICA DE LA SALUD


LIBRO SEGUNDO
SALUD Y SEGURIDAD AMBIENTAL
Capítulo V
SALUD Y SEGURIDAD EN EL TRABAJO
Art. 118. Los empleadores protegerán la salud de x La empresa no
sus trabajadores, dotándoles de información suministra a los
suficiente, equipos de protección, vestimenta empleados la ropa de
apropiada, ambientes seguros de trabajo, a fin de trabajo y equipos de
prevenir, disminuir o eliminar los riesgos, protección, lo que
accidentes y aparición de enfermedades ayudara a eliminar los
laborales riesgos y accidentes.

9-146
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
NORMA INEN 2266

TRANSPORTE, ALMACENAMIENTO Y MANEJO DE


MATERIALES PELIGROSOS. REQUISITOS.

6.1.7.10 Almacenamiento x Se detecta un


almacenamiento
a) Identificación del material. Es responsabilidad
desordenado de
del fabricante y del comercializador de materiales
productos químicos de
peligrosos su identificación y etiquetado de
conformidad con la presente norma. bodega a más de tener
b) Compatibilidad. Durante el almacenamiento y un transformador
manejo general de materiales peligrosos no se eléctrico dentro de las
debe mezclar los siguientes materiales. bodegas.

CURTIDURÍA SAN
VICENTE no tiene
Norma INEN 439. señalización de áreas x señalética suficiente

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-147
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 9-19. Resumen de conformidades y no conformidades.

NO CONFORMIDAD NO CONFORMIDAD
CUMPLIMIENTOS
MARCO LEGAL APLICABLE MAYOR MENOR

GESTION AMBIENTAL
Constitución de la República del
0 0 2
Ecuador.
Ley orgánica de la salud, libro II: salud
0 0 1
y seguridad ambiental
Ley de Gestión Ambiental 1 0 0
Reglamento a Ley de Gestión
Ambiental para la prevención y
2 0 0
control de la contaminación
ambiental
Ordenanza para la prevención y
control de la contaminación
ambiental ocasionada por la
actividades agroindustriales, 1 0 0
industriales, artesanales, domésticos
y de servicio en el cantón Ambato
(2007).
RECURSO ABIOTICO: AGUA
TULSMA LIBRO VI DESGARGA AL
2 2 1
AGUA
RECURSO ABIOTICO: AIRE
TULSMA LIBRO VI DESGARGA AL AIRE 2 1 0
RECURSO ABIOTICO: SUELO
TULSMA LIBRO VI . Manejo y
3 0 2
disposición final de desechos
Ordenanza para la prevención y
control de la contaminación
ambiental ocasionada por la
actividades agroindustriales, 1 0 0
industriales, artesanales, domésticos
y de servicio en el cantón Ambato
(2007).
Reglamento para la prevención y
control de la contaminación por 0 0 2
desechos peligrosos
Acuerdo Ministerial Nº 026 0 0 1
REGLAMENTO DE SEGURIDAD Y
SALUD DE LOS
TRABAJADORES,DECRETO 0 0 2
2393,CAPÍTULO III,SERVICIOS
PERMANENTES
LEY ORGÁNICA DE LA SALUD, LIBRO
SEGUNDO,SALUD Y SEGURIDAD
0 0 1
AMBIENTAL,Capítulo V,SALUD Y
SEGURIDAD EN EL TRABAJO
Norma INEN 2266
TRANSPORTE, ALMACENAMIENTO Y
MANEJO DE MATERIALES 0 1 0
PELIGROSOS.
REQUISITOS.
Norma INEN 439.
0 1 0
SEÑALIZACION DE ÁREAS
TOTAL 12 5 12

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-148
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Ilustración 9-5. Síntesis de Cumplimientos y no conformidades

Sintesis de Cumplimientos y No conformidades

14
12
10
8
6
4
2
0
NO CONFORMIDAD NO CONFORMIDAD
CUMPLIMIENTOS
MAYOR MENOR
Series1 12 5 12

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9.2.10 Síntesis de No Conformidades

A continuación se muestra el formato de campo para evidenciar cumplimientos e


incumplimientos, a fin de incluir acciones correctivas dentro de un Plan de Acción.

No Conformidades Menores (NC-)

9-149
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 9-20. Fichas para el levantamiento de hallazgos (nc-)

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
DOCUMENTACION
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
Constitución de la República del Ecuador.
Gestión Ambiental
“Art. 318.- El agua es patrimonio nacional estratégico de uso público, dominio inalienable e imprescriptible del Estado, y
constituye un elemento vital para la naturaleza y para la existencia de los seres humanos. Se prohíbe toda forma de
privatización del agua.”
Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE se abastece de agua mediante tanqueros surtidores.
Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa:
No tiene permiso de uso de agua, únicamente recibo de los tanqueros surtidores
Descripción de la Acción Correctiva a tomar:
Tramitar la obtención del permiso de uso del agua
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-150
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
DOCUMENTACION
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
Constitución de la República del Ecuador.
Gestión Ambiental
Art. 395.- La Constitución reconoce los siguientes principios ambientales:
… 2. Las políticas de gestión ambiental se aplicarán de manera transversal serán de obligatorio cumplimiento por parte del
Estado en todos sus niveles y por todas las personas naturales o jurídicas en el territorio nacional.
Art. 399.- El ejercicio integral de la tutela estatal sobre el ambiente y la corresponsabilidad de la ciudadanía en su
preservación, se articulará a través de un sistema nacional descentralizado de gestión ambiental, que tendrá a su cargo la
defensoría del ambiente y la naturaleza.

Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE, se encuentra en procesos de regulación ambiental, para su correcto funcionamiento.
Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa:
No ha culminado el proceso de regulacion ambiental
Descripción de la Acción Correctiva a tomar:
Terminar el proceso de licenciamiento
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-151
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE DESCARGA DE EFLUENTES
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
Gestión Ambiental
Ley orgánica de la salud, libro II: salud y seguridad ambiental
“Art. 96.- Declárese de prioridad nacional y de utilidad pública, el agua para consumo humano.
… Toda persona natural o jurídica tiene la obligación de proteger los acuíferos, las fuentes y cuencas hidrográficas que
sirva para el abastecimiento de agua para consumo de agua para consumo humano. Se prohíbe realizar actividades de
cualquier tipo, que pongan en riesgo de contaminación las fuentes de captación de agua”

Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTE descarga sus aguas a la red de alcantarillado , se cuenta con un sistema de tratamiento primario.

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa:
No tiene tratamiento completo para llegar al cumplimiento de los parametros que establece el TULSMA
Descripción de la Acción Correctiva a tomar:
Completar el tratamiento
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-152
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
DOCUMENTACION
Auditado por: Cons ul tor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI
CAPÍTULO IV DE LOS
ESTUDIOS AMBIENTALES.
Art. 45 Licencias ambientales de actividades y proyectos en funcionamiento (estudios ex post).- Los proyectos, obras o
actividades en funcionamiento que deban obtener una licencia ambiental de conformidad con lo dispuesto en este Libro y
acorde a la Categorización Ambiental Nacional, deberán iniciar el proceso de regularización a partir de la fecha de la
publicación del presente Reglamento en el Registro Oficial.
De no acatar lo dispuesto de forma inmediata, se procederá con la suspensión de las actividades de manera temporal hasta
que se inicie el proceso de regularización correspondiente y de ser el caso se procederá con las acciones pertinentes en
coordinación con los organismos sectoriales competentes, sin perjuicio del inicio del respectivo procedimiento
administrativo. Si en la identificación y evaluación de impactos o riesgos ambientales de la fase operativa, se detectaren
incumplimientos a la normativa ambiental vigente, se deberá incorporar un Plan de Acción para subsanar estos
incumplimientos.

Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTE no cuenta en el pl a n de a cci ón, el mi s mo que cons ta rá en el pres ente es tudi o, previ o a l a
obtenci ón de l a Li cenci a Ambi enta l

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa: no exi s te el Pl a n de Acci on

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Ll eva r a ca bo el Pl a n de a cci on
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-153
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI. Norma de calidad ambiental para el manejo y disposición final de desechos sólidos no peligrosos
4.1.22 Las industrias generadoras, poseedoras y/o terceros que produzcan o manipulen desechos peligrosos deben
obligatoriamente realizar la separación en la fuente de los desechos sólidos normales de los peligrosos, evitando de esta
manera una contaminación cruzada en la disposición final de los desechos.
Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTE no cuenta con un area de almacenamiento temporal y diferenciados de residuos no peligrosos

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa: No hay un area especifica de disposicion adecuada de residuos no peligrosos

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Implementar un area especifica para la disposicion adecuada y diferenciada de desechos no peligrosos
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-154
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
Reglamento para la prevención y control de la contaminación por desechos peligrosos

4.1.22 Las industrias generadoras, poseedoras y/o terceros que produzcan o manipulen desechos peligrosos deben
obligatoriamente realizar la separación en la fuente de los desechos sólidos normales de los peligrosos, evitando de esta
manera una contaminación cruzada en la disposición final de los desechos.

Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE no cuenta con recipientes de almacenamiento temporal de residuos no peligrosos.
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa:

No existe recipientes de almacenamiento temporal de residuos no peligrosos.

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Implementar recipientes de almacenamiento temporal de residuos no peligrosos.
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-155
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI
4.1.22 Las industrias generadoras, poseedoras y/o terceros que produzcan o manipulen desechos peligrosos deben
obligatoriamente realizar la separación en la fuente de los desechos sólidos normales de los peligrosos, evitando de esta
manera una contaminación cruzada en la disposición final de los desechos.
Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE no cuenta recipientes de almacenamiento temporal y diferenciados de desechos peligrosos
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa: No hay recipientes de almacenamiento temporal de disposicion temporal de residuos peligrosos

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Implementar recipientes de almacenamiento temporal de disposicion temporal de residuos peligrosos
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-156
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Cons ultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI. Norma de calidad ambiental para el manejo y disposición final de desechos sólidos no peligrosos

4.1.22 Las industrias generadoras, poseedoras y/o terceros que produzcan o manipulen desechos peligrosos deben
obligatoriamente realizar la separación en la fuente de los desechos sólidos normales de los peligrosos, evitando de esta
manera una contaminación cruzada en la disposición final de los desechos.

Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE no cuenta con un área es pecífica para dis pos ición de des echos no peligros os .
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa:
faltan un area temporal de almacnamiento temporal para dis pos icion adecuada de res iduos no peligros os
Descripción de la Acción Correctiva a tomar:

Implementar un área es pecífica para dis pos ición de des echos no peligros os

Fecha de revisión de la acción correctiva:


Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-157
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Cons ultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
REGLAMENTO
CAPÍTULO III DE SEGURIDAD Y SALUD DE LOS TRABAJADORESDECRETO 2393
SERVICIOS PERMANENTES
Art. 40 VESTUARIOS. Todos los centros de trabajo dispondrán de cuartos vestuarios para uso del personal debidamente
separados para los trabajadores de uno u otro sexo y en una superficie adecuada al número de trabajadores que deben
usarlos en forma simultánea.
Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE. No tiene un área des tinada para ves tidores de los trabajadores
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa: No exis te ves tidores de acuerdo a la norma

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Implementar ves tidores de acuerdo a la norma para us o de trabajadores .
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-158
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
REGLAMENTO
CAPÍTULO III DE SEGURIDAD Y SALUD DE LOS TRABAJADORESDECRETO 2393
SERVICIOS PERMANENTES

Art. 41. SERVICIOS HIGIÉNICOS. El número de elementos necesarios para el aseo personal, debidamente separados por
sexo, se ajustará en cada centro de trabajo a lo establecido.

Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE No dispone de sevicios higenicos acondicionados acorde a la norma.
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: Septiembre/2015
Causa: No dispone de baterias sanitarias de acuerdo a la norma

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Implementar sevicios higenicos de acuerdo a la norma para uso de trabajadores.
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

9-159
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
REGLAMENTO
CAPÍTULO III DE SEGURIDAD Y SALUD DE LOS TRABAJADORESDECRETO 2393
SERVICIOS PERMANENTES
Art. 40 VESTUARIOS. Todos los centros de trabajo dispondrán de cuartos vestuarios para uso del personal debidamente
separados para los trabajadores de uno u otro sexo y en una superficie adecuada al número de trabajadores que deben
usarlos en forma simultánea.

Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTE. No suministra a los empleados la ropa de trabajo y equipos de protección, lo que ayudara a
eliminar los riesgos y accidentes.

Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa: no existe ropa de trabajo y equipos de proteccion personal

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Suministrar a los empleados la ropa de trabajo y equipos de protección, lo que ayudara a eliminar los riesgos y accidentes.
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

9-160
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
No Conformidades Menores (NC+)
Tabla 9-21 Fichas para el levantaiento de hallazgos (nc+)

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
DOCUMENTACION
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI
PARÁGRAFO I
DEL AGUA
Art. 209 De la calidad del agua.- Son las características Físicas, químicas y biológicas que establecen la Composición del
agua y la hacen apta para satisfacer la salud, el bienestar de la población y el equilibrio ecológico. La evaluación y control
de la calidad de agua, se la realizará con procedimientos analíticos, muestreos y monitoreo de descargas, vertidos y
cuerpos receptores; dichos lineamientos se encuentran detallados en el Anexo I. Tabla 12
Informe de auditoría:

Los parámetros de monitoreo de las aguas de descarga de CURTIDURIA SAN VICENTE, se encuentran fuera de los Límites
Máximos Permisibles para descargar a la red de alcantarillado

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015

Causa:

No esta completo el tratamiento primario


Descripción de la Acción Correctiva a tomar:
Reforzar el sistema de gestiona ambiental tanto preventivo como correctivo
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-161
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
DOCUMENTACION
Auditado por: Cons ul tor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI
5.2.3 Normas de descarga de efluentes al alcantarillado . 5.2.2.2 Obligaciones del sujeto de control
b) Todos los sujetos de control deberán mantener un registro de los efluentes generados, indicando: (1) coordenadas; (2)
elevación; (3) caudal de descarga; (4) frecuencia de descarga; (5) tratamiento existente; (6) tipo de sección hidráulica y
facilidades de muestreo; y, (7) lugar de descarga, lo cual debe estar acorde a lo establecido en el Plan de manejo ambiental y
reportado en la Auditoria Ambiental de Cumplimiento. Es mandatorio que el caudal reportado de los efluentes generados
sea respaldado con datos de producción.

Informe de auditoría:
CURTIDURIA SAN VICENTE, no cuenta con el hi s tori a l de cons umo de a gua pa ra s us proces os i ndus tri a l es .
Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015

Causa: no ha y regi s tro

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:


Leva ntar el regi s tro de cons umo
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-162
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE OPERACIÓN
Auditado por: Cons ul tor
No Conformidad:
Mayor Menor x
Norma y Clausula
TULSMA.
LIBRO VI

CONTROL DEL CUMPLIMIENTO DE LAS


NORMAS DE CALIDAD AMBIENTAL. PARÁGRAFO IV
DEL AIRE Y DE LAS EMISIONES
A LA ATMÓSFERA. Art. 222 Emisión de olores.- Para establecer su ubicación, cualquier fuente que genere olores debe
contemplar como criterio determinante la potencial dispersión de malos olores a la atmósfera, por lo que el área de infl
uencia no debe incluir viviendas, escuelas, centros de salud y otras áreas de ocupación humana. El Gobierno Autónomo
Descentralizado responsable de la regulación del uso de suelo y de las correspondientes autorizaciones de uso de suelo en
la zona de desarrollo de un proyecto, obra o actividad, considerará de manera obligatoria las normas técnicas a las que
hace referencia este Libro y se constituye como tal, Sujeto de Control conjuntamente con el administrado.PARÁGRAFO V
DE LOS FENÓMENOS FÍSICOS RUIDO
Art. 224 De la evaluación, control y seguimiento.- La Autoridad Ambiental Competente, en cualquier momento podrá
evaluar o disponer al Sujeto de Control la evaluación de la calidad ambiental por medio de muestreos del ruido ambiente
y/o de fuentes de emisión de ruido que se establezcan en los mecanismos de evaluación y control
ambiental.

Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTENo cuenta ca ra cteri za ci ón de emi s i ones (rui do)

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa: No ha y i nforme de l a bora tori o s obre emi s i ón (rui do)

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:

Rea l i za r el i nforme de l a bora tori o s obre emi s i ones (rui do); el a rea de recepci on debe conta r con ma yor venti l a ci on y
proces a r l a s pi el es fres ca s con l a breveda d pos i bl e a l a l l ega da del ca ma l ; a dema s mejora r el proces o de cons erva ci on con
s a l l a s pi el es que s era n pros es a da s pos teri ormente

Fecha de revisión de la acción correctiva:


Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-163
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Documento No. 0001
INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales N/A
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:
AREA DE DESECHOS
Auditado por: Consultor
No Conformidad:
Mayor x Menor

Acuerdo Ministerial Nº 026


Registro de generadores de desechos peligrosos, gestión de desechos peligrosos previo al licenciamiento ambiental y para
el transporte de materiales peligrosos

Art. 1.- Toda persona natural o jurídica, pública o privada, que genere desechos peligrosos deberá registrarse en el
Ministerio del Ambiente, de acuerdo al procedimiento de registro de generadores de desechos peligrosos determinado en el
Anexo A.

Informe de auditoría:

CURTIDURIA SAN VICENTE no se encuentra registrada como generador de Desecho peligrosos. No tiene el análisis de
desechos CRETIB

Firma:
Nombre: Consultor Fecha:Septiembre/2015
Causa: No cuenca con el analisis de desechos CRETIB
No esta completo el tratamiento primario
Descripción de la Acción Correctiva a tomar:
Realizar el analisis CRETIB de los residuos del proyecto para determinar si tiene residuos peligrosos.
Fecha de revisión de la acción correctiva:
Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9-164
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Documento No. 0001


INFORME DE NO CONFORMIDADES Y ACCION CORRECTIVA
Página: 1 de 1
Datos Generales
Empresa CURTIDURIA SAN VICENTE
Ubicación ATAHUALPA
Responsable técnico de la empresa: SR. EFRAIN LLAMBO
Lugar o área de la empresa auditada:

AREA DE BODEGAS

Auditado por: Cons ul tor


No Conformidad:

Mayor x Menor

NORMA INEN 2266

TRANSPORTE, ALMACENAMIENTO Y MANEJO DE


MATERIALES PELIGROSOS. REQUISITOS.

6.1.7.10 Almacenamiento
Literal a al f

Informe de auditoría:
Se en detecta un a l ma cena mi ento des ordena do de productos qui mi cos de bodega a ma s de tener dentro de l a s bodega s un
tra ns forma dor di el ectri co, que puede res ul tar pel i gros o s i n l a s medi da s de s eguri da d pa ra l a empres a
Firma:
Nombre: Consultor Fecha: septiembre/2015
Causa: La s Ins tal a ci ones de Bodega s de a l ma cena mi ento de productos quími cos e i ns umos no cumpl en con l a norma tiva
es tabl eci da y el tra ns forma dor es ta ma l ubi ca do

Descripción de la Acción Correctiva a tomar:

Regi rs e y cumpl i r con l a norma es tabl eci da s obre el a l ma cena mi ento y ma nejo de productos pel i gros os y el tra ns forma dor
ubi ca rl o edecua da mente en un l uga r s eguro fuera de l a s bodega s

Fecha de revisión de la acción correctiva:


Firma:
Nombre:

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

9.2.11 Plan de Acción y Recomendaciones

A fin de levantar las No Conformidades encontradas, se procedió a elaborar una matriz con las
actividades a llevarse a cabo, los responsables y tiempos de ejecución.

Cabe señalar que algunas actividades descritas en el presente Plan de Acción se encuentran
descritas a detalle en el Plan de Manejo Ambiental.

Se recomienda cumplir a cabalidad las acciones propuestas a continuación:

9-165
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 9-22 Plan de acción valorado

PERIODO

PRESUPUESTO
TRES MES ES
DOS MESES

(USD)
UN MES
NC ACCION RESPONSABLE

CURTIDURIA SAN VICENTE se


Tramitar el permisos Representante
1 abastece de agua mediante x S/C
de uso de agua Legal
tanqueros surtidores.
TENERÍA SAN VICENTE, se
encuentra en procesos de Terminar el proceso Representante
2 X 200
regulación ambiental, para su de regulación Legal
correcto funcionamiento.
CURTIDURIA SAN VICENTE Completar y optimizar
el tratamiento para
descarga sus aguas a la red de
llegar a los Representante
3 alcantarillado, cuenta con un x 500
parámetros de Legal
sistema de tratamiento calidad de descargas
primario que exige el TULSMA
CURTIDURIA SAN VICENTE no
cuenta en el plan de acción, el
mismo que constará en el Formular y llevar a Representante
4 x S/C
presente estudio, previo a la cabo el Plan de Acción Legal
obtención de la Licencia
Ambiental.

166
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Implementar
CURTIDURIA SAN VICENTE no recipientes para la
cuenta con recipientes para la disposición específica Representante
5 X 200
disposición temporal de para la disposición Legal
desechos peligrosos. temporal de desechos
peligrosos.
Implementar
CURTIDURIA SAN VICENTE no recipientes de
cuenta recipientes de almacenamiento
Representante
6 almacenamiento temporal y temporal X 100
diferenciados de Legal
diferenciados de desechos no
peligrosos desechos no
peligrosos
CURTIDURÍA SAN VICENTE no Implementar un área
específica para
cuenta con un área específica Representante
7 disposición de X 200
para disposición de desechos no Legal
desechos no
peligrosos. peligrosos
CURTIDURÍA SAN VICENTE no Implementar un área
cuenta con un área específica específica para Representante
8 X 200
para disposición de desechos disposición de Legal
peligrosos. desechos peligrosos
Implementar
CURTIDURÍA SAN VICENTE. No
vestidores de acuerdo Representante
9 tiene un área destinada para X 400
a la norma para uso Legal
vestidores de los trabajadores de trabajadores.
CURTIDURIA SAN VICENTE No Implementar servicios
dispone de servicios higiénicos higiénicos de acuerdo Representante
10 X 300
acondicionados acorde a la a la norma para uso Legal
norma. de trabajadores.

167
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

CURTIDURÍA SAN VICENTE. No Suministrar a los


suministra a los empleados la empleados la ropa de
ropa de trabajo y equipos de trabajo y equipos de Representante
11 X 100
protección, lo que ayudara a protección, lo que Legal
eliminar los riesgos y ayudara a eliminar los
accidentes. riesgos y accidentes

Los parámetros de monitoreo Aplicar medidas


de las aguas de descarga de preventivas, optimizar
CURTIDURIA SAN VICENTE, se uso de insumos
Representante
1 encuentran fuera de los Límites amigables con el X S/C
ambiente , completar Legal
Máximos permisibles para
descargar a cuerpos de agua el tratamiento de
dulce aguas residuales

CURTIDURÍA SAN VICENTE, no Levantar el registro


cuenta con el historial de de consumo de Representante
2 X S/C
consumo de agua para sus consumo para los Legal.
procesos industriales procesos industriales
CURTIDURIA SAN VICENTE. No
Realizar el monitoreo Representante
3 tiene caracterización de ruido x 300
de emisiones sonoras. Legal.
anual
CURTIDURIA SAN VICENTE no se Realizar el análisis
CRETIB de los
encuentra registrada como
residuos del proyecto Representante
4 generador de Desecho X 600
para determinar si Legal.
peligrosos. No tiene el análisis tiene residuos
de desechos CRETIB peligrosos.

168
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Regirse y cumplir con


Se en detecta un la norma establecida
almacenamiento desordenado sobre el
de productos quimicos de almacenamiento y
bodega a mas de tener dentro manejo de productos
Representante
5 de las bodegas un peligrosos y el x 200
transformador Legal.
transformador dielectrico, que
puede resultar peligroso sin las ubicarlo
medidas de seguridad para la edecuadamente en
un lugar seguro fuera
empresa.
de las bodegas
TOTAL 3300

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

169
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Capítulo VIII

10. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL

Una vez identificados y evaluados los impactos ambientales generados por las actividades
desarrolladas en CURTIDURIA SAN VICENTE se han tomado como referencia los impactos y
riesgos significativos perjudiciales para el hombre y el ambiente, con el fin de mantener
dichos impactos dentro niveles aceptables obteniendo así calidad ambiental y equilibrio
ecológico compatible con los estándares y normas ambientales vigentes, para el efecto se ha
diseñado el presente Plan de Manejo Ambiental (PMA) para las actividades de CURTIDURIA
SAN VICENTE.

El Plan incluye el diseño de las medidas de mitigación, de control y prevención de impactos


identificados y planteados en el capítulo anterior.

10.1.1 Objetivo
Los objetivos que persigue el Plan de Manejo Ambiental son:

Minimizar los impactos negativos en el entorno de las actividades que realiza CURTIDURÍA SAN
VICENTE.

Facilitar a los encargados las diferentes actividades de la curtiduría, un instructivo para el


manejo de las actividades que se desarrollan en la empresa, para que sean ambientalmente
eficientes.

Establecer el programa de mediciones ambientales que se deberán realizar a fin de comprobar


la correcta aplicación del PMA.

Mantener un programa de seguimiento y evaluación de las medidas ambientales que se


recomiendan para la operación de la curtiembre

10.1.2 Alcance

El Plan de Manejo Ambiental que se presenta a continuación ostenta las medidas necesarias
para corregir los impactos adversos producidos en las actividades generadoras de impactos de
esta manera minimizar los efectos obteniendo así calidad ambiental y equilibrio ecológico
compatible con los estándares y normas ambientales vigentes, tanto de operación como de
abandono.

10.1.3 Ámbito geográfico

El Plan de Manejo Ambiental desarrollado para las actividades de CURTIDURÍA SAN VICENTE
tiene una cobertura total tanto para el área de influencia directa como indirecta, con el fin
ejecutar sus actividades en un ámbito de prevención de la contaminación y de promover un
desarrollo integral con su comunidad vecina.

170
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
El Plan de Manejo Ambiental presenta la siguiente estructura:

 Plan de Prevención y Mitigación de Impactos.

Permite establecer las medidas para minimizar los impactos negativos al ambiente que
podría provocar la ejecución cierta del proyecto.

 Plan de Contingencias.

En este se establece el listado y cantidades de equipo y materiales disponibles para


enfrentar cualquier emergencia, así mismo, permite establecer el flujo grama y
organigrama del proyecto, las estrategias de cooperación operacional y un programa
anual entrenamiento y simulacros

 Plan de Capacitación.

Este plan comprende el establecimiento de un programa de capacitación sobre los


elementos del Plan de Manejo Ambiental y su aplicación, dirigido al personal de la
empresa, acorde con las funciones que desempeña.

 Plan de Salud Ocupacional y Seguridad Industrial.

Contiene las normas establecidas por la empresa para preservar la salud y seguridad
de sus trabajadores, inclusive las estrategias de difusión de esta norma.

 Plan de Manejo de Desechos.

Permite definir las medidas o acciones, estrategias y técnicas para prevenir, tratar,
reciclar, reusar y disposición final de los desechos sólidos, líquidos y gaseosos que se
generarán en la operación y cierre del proyecto.

 Plan de Relaciones Comunitarias.

Contiene las actividades a ser desarrolladas conjuntamente entre la comunidad del


área de influencia del proyecto, la autoridad ambiental (Ministerio del Ambiente) y el
proponente (curtiduría). También se incluyen las medidas de difusión de este estudio y
los eventuales planes de indemnización, compensación y mitigación de los impactos
socio ambientales y la implementación de un programa de educación ambiental con la
comunidad.

 Plan de Seguimiento.

Define los sistemas de seguimiento, evaluación y monitoreo ambiental y de relaciones


comunitarias para controlar los impactos ambientales identificados y el cumplimiento
de las acciones propuestas en plan de manejo ambiental de este estudio.

171
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
 Plan de Rehabilitación de Áreas Afectadas.

Permite establecer las medidas, estrategias y tecnologías amigables con el ambiente a


aplicarse en el proyecto para rehabilitar las áreas afectadas, incluye las acciones para
restablecer la cobertura vegetal, garantizar la estabilidad y duración de la obra, entre
otros.

 Plan de Cierre y Abandono del Proyecto.

Comprende las actividades a cumplirse una vez concluido el funcionamiento dela


curtiduría.

10.2 MEDIDAS A IMPLEMENTARSE

Las normas, procedimientos, especificaciones y medidas ambientales a cumplir, por parte de la


curtiduría, se desarrollan en fichas, a fin de que puedan ser implementadas de manera
eficiente en el campo y su seguimiento y monitoreo sea de fácil ejecución.

A continuación se establece el contenido de cada una de las fichas:

 Nombre del plan: corresponde al nombre de cualquiera de los planes anteriormente


citados.

 Elemento ambiental afectado: hace referencia al componente/s ambiental/es en el


que puede ocurrir el impacto.

 Etapas en las que se implementarán: corresponde a las en las que se ejecutan el


proyecto (operación, o cierre y abandono del área.)

 Alcance: se refiere a la acción o actividad que deteriora la calidad de los elementos


ambientales, así mismo establece las etapas y el sitio específico donde se manifiesta el
impacto.

 Actividades a desarrollar: se refiere a las medidas o actividades, técnicas o estrategias


que serán implementadas para prevenir, controlar, minimizar y compensar los
impactos ambientales positivos y negativos que posiblemente podrían presentarse
dentro de área de influencia local.

 Criterios de diseño de obras o actividades: se refiere al diseño de obras o a la


secuencia de actividades desde el punto de vista profesional, con fin de afectar en
forma mínima la actuación del proyecto sobre los componentes ambientales.

 Frecuencia de ejecución: hace referencia al período, frecuencia o momento cuando se


dará inicio a la ejecución de las acciones propuestas.

 Responsable: enuncia a las personas o entidades responsables que participen


técnicamente en la ejecución de la actividad propuesta.

172
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
 Indicador de cumplimiento: es un dato o conjunto de datos que ayudan a medir
objetivamente la evolución de un proceso o de una actividad. Específicamente estos
indicadores nos revelan el grado de consecución de tareas y/o trabajos.

 Medidas de verificación: es el establecimiento de una estrategia, técnica o mecanismo


que permita verificar el cambio, la consecución de metas u objetivos, o resultados
obtenidos.

En base a lo antes expuesto, se han elaborado las fichas para cada uno de los planes que
conforman el Plan de Manejo Ambiental de este estudio.

10.3 PLAN DE PREVENCIÓN Y MITIGACIÓN DE IMPACTOS

10.3.1 Objetivo

Establecer las medidas técnicas preventivas para impedir la ocurrencia de los impactos
ambientales negativos, durante la ejecución del proyecto, evitando de esta manera los riesgos
y peligros que se pudiesen provocar por factores vulnerables (humanas, maquinarias) al
ejecutarse dichas actividades

10.3.2 Responsables

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo

10.3.3 Recursos disponibles

Recurso humano: Personal de operaciones, administrador y el responsable ambiental


encargado.

Recurso técnico: Legislación ambiental vigente.

Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Se implementará el plan de acuerdo a las siguientes tareas preventivas:

Capacitación: Todo el personal que forma parte del proceso será capacitado previo el inicio de
las actividades en prácticas preventivas y de control en seguridad, salud y cuidado del
ambiente.

Documentación: Se documentará y archivará todas y cada una de las novedades ambientales


y sociales, al igual que los reportes de incidentes y accidentes

Seguimiento: El operador responsable realizará acciones de seguimiento para verificar el


cumplimiento de este plan y de las normas operativas.

Personal especializado: Se contará con personal capacitado para el manejo de aspectos socio-
ambientales, de seguridad y salud.

173
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Descargas líquidas no domésticas

De acuerdo a lo expuesto en la identificación y evaluación de impactos, considerando también


la descripción del proyecto las descargas líquidas no domésticas (Industriales) son generadas
durante las actividades que componen las etapas de ribera, curtido y post-curtido.

Para prevenir la contaminación, se adoptarán para los procesos de curtiduría las siguientes
medidas técnicas:

a) Recepción de pieles

Llevar un registro de producción, pesando las pieles en cada etapa para determinar con mayor
exactitud la cantidad de químicos a utilizarse, evitando pérdidas necesarias de insumos.

Sacudir manualmente la sal cuando se reciban pieles preservadas, recoger esta sal y ensacarla.
La sal ensacada se procederá a lavar con agua, para poder reutilizarla en salar las pieles o en el
piquelado.

b) Remojo

Limpieza de las rejillas que reciben las descargas del agua de remojo inmediatamente después
de finalizada la descarga de cada parada.

Sustitución de tensoactivos por desengrasantes biodegradables.

c) Pelambre

Se realizará pelambre con inmunización del pelo, a fin de recuperar el pelo entero y que éste
no se dirija a la descarga, provocando un aumento de DBO5.

Para recuperar el pelo, se recogerá las aguas de pelambre a través de un tamiz fino (tamaño de
poro menor a 0.5 mm) hecho de acero inoxidable.

Optimizar el consumo de sulfuro, adicionando únicamente la cantidad necesaria para que se


lleve a cabo el proceso de pelambre con inmunización del pelo.

d) Curtido

Incrementar el agotamiento de cromo, mediante la adición de agua caliente (no superior a los
40ºC) y basificante de buena calidad.

e) Teñido y engrasado

Reducir el uso de grasas no biodegradables

f) Enjuagues y lavados

174
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Recircular las aguas de lavados.

Realizar un muestreo de agua antes de ser descargado al alcantarillado, se describe de manera


ampliada en el Plan de Monitoreo

Aire

Sustituir productos en base a solventes orgánicos por productos en base a agua.

Se debe realizar la limpieza semanal de las canaletas con el fin de evitar la generación de malos
olores.

Los desechos de pelambre se los gestionará inmediatamente, a fin de evitar la generación de


malos olores que puedan afectar a la población

Ruido

Realizar el mantenimiento periódico de la maquinaria, a fin de optimizar su uso, reduciendo el


ruido por averías en los elementos de los equipos.

175
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 10-1 Resumen plan de prevención de impactos

PLAN DE PREVENCIÓN DE IMPACTOS

OBJETIVOS:
Establecer las medidas técnicas preventivas para impedir la ocurrencia de los impactos ambientales negativos, durante la ejecución del proyecto, evitando PPI-01
de esta manera los riesgos y peligros que se pudiesen provocar por factores vulnerables (humanas, maquinarias) al ejecutarse dichas actividades
LUGAR DE APLICACIÓN:
Recepción de pieles, Etapa de ribera, Etapa de curtido, Etapa de postcurtido
RESPONSABLE:
Representante Legal del Proyecto: Sr. Efrain Llambo
PROGRAMA DE PRESERVACIÓN DE CALIDAD DEL AGUA
ASPECTO IMPACTO MEDIOS DE PLAZO
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES
AMBIENTAL IDENTIFICADO VERIFICACIÓN (Meses)
Medidas generales de prevención
Vertimientos Referido a todo el proceso. optimizar el uso de insumos químicos Insumos Registros y
Efluentes
industriales no dando preferencia a los biodegradables biodegradamles facturas de 2
industriales
biodegradables /total insumos producción
Referido a toda la parte húmeda en la que se utiliza los bombos,
Pérdidas innecesarias de Llevar un registro de producción, pesando las pieles en cada etapa
Efluentes para determinar con mayor exactitud la cantidad de químicos Ton piel cruda / Resultados de
insumos que Inmediato
industriales parada laboratorio
contaminan el efluente. incluido el consumo de agua a utilizarse.

Referido a toda la parte húmeda en la que se utiliza los bombos,


M3 de agua Registros o
Efluentes realizar los lavados a puerta cerrada, no con entrada y salida contnua
Alto consumo de agua consumida / Ton de vitácora de Inmediato
industriales de agua con tapa de huecos.
piel cruda proceso

Referido a toda la parte húmeda en la que se utiliza los


Retención por
Efluentes bombos,Limpieza de las rejillas que reciben las descargas del agua de Canaletas sin Visual, registro
taponamiento de las Inmediato
industriales remojo inmediatamente después de finalizada la descarga de cada obstrucciones fotográfico
aguas residuales
parada.

Medidas Específicas

176
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Recepción de pieles,

Efluentes Salinidad en el agua Sacudir manualmente la sal cuando se reciban pieles preservadas, Kg de sal / Ton de Resultados de
Inmediato
industriales residual recoger esta sal y ensacarla. Salvo que la piel cruda sea fresca. piel cruda laboratorio

Lavado-Remojo.
Resultados de
Tensoactivos no
Efluentes laboratorio,
Carga contaminante Reemplazar Tensoactivos iónicos por no iónicos iónicos /Tesoactivos 1
industriales Facturas, hojas de
requeridos
seguridad
Pelambre.
Alto DBO en aguas
residuales, por Resultados de
Kg de pelo
Efluentes contenido de pelo Se realizará pelambre con inmunización del pelo a fin de recuperar el laboratorio. Visual,
recuperado / Ton 3
industriales disuelto, alto DQO por pelo entero y que éste no se dirija a la descarga de vertidos. registro
de piel vruda
lata dosisde suñlfuro y fotográfico
cal
Curtido,
Alto contenido de
Efluentes % de cromo Resultado de
cromo total en aguas Incrementar el agotamiento de cromo, mediante la adición de agua 1
industriales dosificado laboratorio
residuales caliente (no superior a los 40ºC) y basificante de buena calidad.
Postcurtido,
Elevados parámetros
Efluentes físico-químicos debido a Hojas técnicas y Resultados de
Incrementar el agotamiento de recurtientes anilinas y grasas 1
industriales falta de agotamiento de hojas de seguridad laboratorio
insumos.
PROGRAMA DE PREVENCIÓN DE CALIDAD DEL AIRE

177
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Productos en base a
Emisiones al Contaminación por Acabados, Sustituir productos en base a solventes orgánicos por solvente /
Factiras y registros 1
aire material particulado productos en base a agua. Reemplazos
programados

Limpiezas realizadas
Emisiones al Existencia de material Acabados, Dar mantenimiento a las mangas de retención de polvos Regustros de
/ limpiezas 1
aire particulado de lijado, enclaustrar las zarandas limpieza
programadas

Se debe realizar la limpieza semanal de las canaletas con el fin de Mantenimientos


Emisiones al evitar la generación de malos olores. - Los desechos de pelambre se realizados / Visual y
Malos olores Inmediato
aire los gestionará inmediatamente, a fin de evitar la generación de malos mantenimientos organoléptico
olores que puedan afectar a la población programados

Mantenimientos
Realizar el mantenimiento periódico de la maquinaria, a fin de
Emisiones al Ruido proveniente de realizados / Registros de
optimizar su uso, reduciendo el ruido por averías en los elementos de 1
aire maquinarias mantenimientos mantenimiento
los equipos.
programados

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

178
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.4 PLAN DE MITIGACIÓN DE IMPACTOS

10.4.1 Objetivo

Establecer las medidas técnicas para reducir los impactos ambientales, que sin poder ser
prevenidos, se mantengan dentro de los estándares ambientales, reduciendo de esta manera
los riesgos y peligros ambientales por la ejecución de las actividades de la curtiduría.

10.4.2 Responsables

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo

10.4.3 Recursos disponibles

 Recurso humano: Personal de operaciones, administrador y el responsable ambiental


encargado.

 Recurso técnico: Legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Las medidas técnicas a tomarse para la prevención y mitigación de impactos significativos se


describen a continuación:

10.4.4 Descargas líquidas no domésticas

Las medidas a tomar para el programa de aguas residuales son las siguientes:

- Se mantendrá un registro de los efluentes generados, indicando el caudal del efluente,


frecuencia de descarga, tratamiento aplicado a los efluentes, análisis de laboratorio y
la disposición de los mismos, identificando el cuerpo receptor

- No se hará utilización de cualquier tipo de agua, con el propósito de diluir los efluentes
líquidos no tratados

- Evitar la descargar sustancias o desechos peligrosos (líquidos-sólidos-semisólidos)


fuera de los estándares permitidos, hacia el cuerpo receptor, sistema de alcantarillado
y sistema de aguas lluvias

- Mantener separadas el sistema de conducción de aguas lluvia de las descargas del


proceso.

179
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
- Conectar la descargas de descarnado y dividido al sistema de sedimentación, para lo
cual se instalarán canaletas alrededor de las máquinas, con rejillas.

- Recolectar la sangre del área de recepción a través de canaletas con rejillas.

- Las aguas de pelambre serán dirigidas a un sistema de sedimentación y


posteriormente a una trampa de grasas. Posterior a la trampa de grasas se construirá
un tanque de verificación con vertedero.

- Las aguas de curtido se dirigirán a otro sistema de sedimentación, posterior del cual se
instalará un tanque de verificación con vertedero.

- Las agua de teñido – engrasado enviarlas a una trampa de grasas, de 4 m3 de


capacidad. La trampa de grasas incluirá un desagüe inferior para separar el agua
clarificada, mientras que el aceite sobrenadante será separado por medios manuales, y
este desecho gestionarlo acorde al plan de manejo respectivo.

Aire

- Se recomienda la colocación de un extractor de olores tipo campana en el sitio de


lacado, el mismo que contendrá un filtro de carbón activado, esta medida está
destinada a minimizar las emisiones de olores al ambiente.

Suelo

Se mantendrá dos lechos de secado que servirán para el pre-tratamiento tanto de desechos de
descarne como de lodos del sistema de tratamiento. Cada lecho de secado tendrá 1.7 m de
lado y 0.6 m de profundidad. El medio de drenaje es generalmente de 0,30 de espesor y
deberá tener los tubos de drenaje.

El medio filtrante estará estructurado por los siguientes componentes:

 El medio de soporte recomendado está constituido por una capa de 15 cm, formada
por ladrillos colocados sobre el medio filtrante, con una separación de 2 a 3 cm llenos
de arena.
 La arena es el medio filtrante y deberá tener un tamaño efectivo de 0,8 mm
 Luego de la arena se deberá colocar un estrato de grava graduada entre 1,6 y 51 mm
de 0,20 m de espesor.

Consumo de Recursos

a) Agua

Realizar un mantenimiento periódico de las conexiones, a fin de reparar fugas en tuberías,


sustituyendo accesorios y válvulas en mal estado.

b) Electricidad

Impedir el arranque y la operación simultánea de motores, sobre todo los de mediana y gran
capacidad, para disminuir el valor máximo de la demanda en cada instante de tiempo.

Evitar la operación en vacío de los motores.

Ahorro óptimo de la energía eléctrica para así tener un ahorro económico.

180
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 10-2 Resumen plan de mitigación de impactos

PLAN DE MITIGACIÓN DE IMPACTOS

OBJETIVOS:
PMI-01
Establecer las medidas técnicas para reducir los impactos ambientales, que sin poder ser prevenidos, se mantengan dentro de los estándares ambientales,
reduciendo de esta manera los riesgos y peligros ambientales por la ejecución de las actividades de la curtiduría.
LUGAR DE APLICACIÓN:
Recepción de pieles, Etapa de ribera, Etapa de curtido, Etapa de postcurtido

RESPONSABLE: Sr. Efraín Llambo


Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo
PROGRAMA DE MITIGACIÓN DE CALIDAD DEL AGUA NO DOMÉSTICA
PLAZO
ASPECTO (Meses)
IMPACTO IDENTIFICADO MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES MEDIOS DE
AMBIENTAL
VERIFICACIÓN

Efluentes Se mantendrá un registro de los efluentes generados, indicando


industriales al el caudal del efluente, frecuencia de descarga, tratamiento Registro
Caudal de agua residual Metros cúbicos / día 2
final de aplicado a los efluentes, análisis de laboratorio y la disposición elaborado
descarga de los mismos, identificando el cuerpo receptor
Efluentes
industriales al Aguas de lavado de No se hará utilización de cualquier tipo de agua, con el Plano
Metros cúbicos / día 1
final de instalaciones propósito de diluir los efluentes líquidos no tratados hidrosanitario
descarga
Efluentes Evitar la descargar sustancias o desechos peligrosos
industriales al (líquidos-sólidos-semisólidos) fuera de los estándares
segregación de efluentes No. de conexiones 4
final de permitidos, hacia el cuerpo receptor, sistema de alcantarillado
descarga y sistema de aguas lluvias

181
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Efluentes
industriales al Mantener separadas el sistema de conducción de aguas
Dilución aguas residuales No. de conexiones 3
final de lluvia de las descargas del proceso.
descarga
Efluentes
Conectar la descargas de descarnado y dividido al sistema de
industriales al Mezcla de residuos sólidos Plano
sedimentación, para lo cual se instalarán canaletas alrededor de No. de conexiones 2
final de con el efluente hidrosanitario
las máquinas, con rejillas.
descarga
Efluentes
Inspección
industriales al Carga conaminante a m3 agua alcalina/ dia m3
Separa las aguas alcalinas de las agúas ácidas visual, memoria 3
final de controlar agua ácida / dia
técnica
descarga

Efluentes Las aguas de pelambre serán dirigidas a un sistema de


volúmenes Inspección
industriales al tratamiento segregado de sedimentación y posteriormente a una un sistema de
tratados/Volúmenes visual, memoria 4
final de efluentes homogenización aireación, para luego unir con las aguas ácidas
generados técnica
descarga del curtido y postcurtido

Efluentes
Las aguas de curtido se dirigirán a otro sistema de volúmenes Inspección
industriales al tratamiento segregado de
sedimentación, posterior del cual se instalará un tanque de tratados/Volúmenes visual, memoria 4
final de efluentes
precipitación de cromo. generados técnica
descarga

Efluentes Las agua de teñido – engrasado enviarlas a una trampa de


grasas, de . La trampa de grasas incluirá un desagüe inferior volúmenes Inspección
industriales al tratamiento segregado de
para separar el agua clarificada, mientras que el aceite tratados/Volúmenes visual, memoria 4
final de efluentes
sobrenadante será separado por medios manuales, y este generados técnica
descarga
desecho gestionarlo acorde al plan de manejo respectivo
PROGRAMA DE MITIGACIÓN DE CALIDAD DEL AIRE

Inspección visual,
Emisiones al Se recomienda la colocación de un extractor de olores tipo
Olores Extractor implementado manual de 3
aire campana en el sitio de lacado
procedimientos

182
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

PROGRAMA DE MITIGACIÓN DE CALIDAD DEL SUELO

Se mantendrá dos lechos de secado que servirán para el pre-


tratamiento tanto de desechos de descarne como de lodos del
Inspección visual,
Residuos sistema de tratamiento. Cada lecho de secado tendrá 1.7 m de Desechos secos/desechos
Contaminación del suelo manual de 4
sólidos lado y 0.6 m de profundidad. El medio de drenaje es húmedos
procedimientos
generalmente de 0,30 de espesor y deberá tener los tubos de
drenaje que transportará los lixiviados al tratamiento.

USO DE RECURSOS

Realizar un mantenimiento periódico de las conexiones, a fin de Mantenimientos realizados


Consumo Facturas de
Optimización de recursos reparar fugas en tuberías, sustituyendo accesorios y válvulas en / mantenimientos 2
de agua mantenimiento
mal estado. programados

Consumo Kw-h de energía consumida Planillas de consumo


Optimización de recursos Impedir el arranque y la operación simultánea de motores 3
de energía / tonelda de piel cruda energético

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

183
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.5 PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A EMERGENCIAS AMBIENTALES

10.5.1 Objetivo

Elaborar un procedimiento para que el personal de CURTIDURÍA SAN VICENTE pueda actuar
en caso de que se presente un evento negativo, emergencia o contingencia que ponga en
riesgo la integridad del personal que labora en la empresa, así también para sus instalaciones y
componentes socio-ambientales del área de influencia.

10.5.2 Responsables

Personal de operaciones, administrativo, responsable ambiental encargado y entidades de


defensa civil

10.5.3 Recursos disponibles:

 Recurso humano: Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo

 Recurso técnico: legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo Procedimientos y medidas


técnicas de prevención, control y corrección de contingencias y emergencias
ambientales.

- Mantener vigente el permiso de funcionamiento de Bomberos.

- Mantener actualizado el Plan de Contingencias para ser presentado ante el Cuerpo de


Bomberos de Ambato

- Mantener en vigencia la recarga de los extintores distribuidos por la curtiduría.

- Mantener la señalización correspondiente a la ubicación de extintores y vías de


evacuación.

- Mantener los cables eléctricos aislados, para lo cual se ubicarán dentro de rieles.

- Colocar y mantener señalización informativa, prohibitiva y preventiva de Acuerdo a la


NTE INEN 439 en las bodegas: prohibido ingreso a personal no autorizado, tipo de
producto almacenado, prohibido fumar.

- Realizar el almacenamiento de los productos químicos de las bodegas acorde a las


especificaciones de la norma NTE INEN 2266:

 No mezclar: combustibles con comburentes, líquidos inflamables con comburentes,


ácidos con bases.

184
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
 Contar con señalamiento acorde a la peligrosidad de los materiales, de manera clara y
visible.

 La bodega debe ser de acceso restringido.

 Disponer de un equipo extintor de incendios.

 Debe contar con buena ventilación, instalando ventiladores si es necesario.

 Construir canales periféricos de recolección, conectados al sistema de tratamiento.

 Cubrir las conexiones eléctricas y conectarlas a tierra.

 Ubicar una fuente lavaojos.

- Utilizar los equipos de protección personal conforme la emergencia que se suscite.

- Disponer de un kit ambiental de limpieza en las bodegas de productos químicos, el


cual constará de material absorbente (arena), recogedor y pala.

- Realizar un Plan de Contingencias para el control de incendios y explosiones, para lo


cual se contratará personal especializado en la elaboración de este documento.

- Efectuar una charla anual sobre control de incendios, derrames y manejo de


extintores.

- Coordinar de manera anual un simulacro de incendios con el Cuerpo de Bomberos de


la administración zonal correspondiente.

- Adquirir los insumos y medicamentos básicos para incorporarlos al botiquín de


primeros auxilios: gasas, vendas, alcohol antiséptico, esparadrapo, vendas elásticas,
jabón, banditas curativas, algodón, tijera, termómetro, analgésicos, antinflamatorios,
antiácidos, antibióticos, paracetamol.

185
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 10-3 Resumen plan de contingencias y atención a emergencias ambientales

PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A EMERGENCIAS AMBIENTALES


OBJETIVOS:
Elaborar un procedimiento para que el personal de la curtiduría pueda actuar en caso de que
PCATEA-
se presente un evento negativo, emergencia o contingencia que ponga en riesgo la integridad
01
del personal que labora en la empresa, así también para sus instalaciones y componentes
socio-ambientales del área de influencia.
LUGAR DE APLICACIÓN:
A todas las áreas del proceso
RESPONSABLE: Sr. Efraín Llambo
Personal de operaciones, administrativo, responsable ambiental encargado y entidades de defensa civil
MEDIOS DE PLAZO
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES
VERIFICACIÓN (Meses)
Permiso de
funcionamiento,
Mantener vigente el permiso de funcionamiento
Permiso actualizado Plan de 1
de Bomberos y el Plan de Contingencias.
Contingencias
aprobado
Extintores vigentes /
Mantener en vigencia la recarga de los extintores Facturas de recarga
extintores
distribuidos por la curtiduría. de extintores
caducados 1
Hojas de seguridad
Disponer las hojas de seguridad de los productos
disponibles vs
químicos en el área de almacenamiento de
cantidad de Hojas de seguridad
productos químicos y en las áreas donde sean
productos químicos
utilizados
total 1
Colocar y mantener señalización informativa, Facturas,
No. de letreros
prohibitiva y preventiva de Acuerdo a la NTE fotografías,
implementados
INEN 439 en las bodegas inspección visual 1
Realizar el almacenamiento de los productos
químicos de las bodegas acorde a las
Cumplimiento de la Fotografías,
especificaciones de la norma NTE INEN 2266,
norma inspección visual
incluyendo la construcción de canaletas para la
contención de derrames. 3
Equipos de
Utilizar los equipos de protección personal
protección personal Inspección visual
conforme la emergencia que se suscite.
utilizados 1
Disponer de un kit ambiental de limpieza en las Facturas, inspección
Kit implementado
bodegas de productos químicos visual 1
Simulacros
Coordinar de manera anual un simulacro de
realizados vs Informes de
incendios con el Cuerpo de Bomberos de la
simulacros simulacro
administración zonal correspondiente.
programados 1
Implementar un botiquín en un área de fácil Medicamentos
acceso, como puede ser la oficina administrativa. vigentes /
Inspección visual
Acondicionarlo con medicamentos necesarios medicamentos
para pequeñas emergencias. caducos 1
Actividades Específicas para el Control de Emergencias
Ejecutar las acciones descritas en el Plan de
Emergencias = 0 Inspección visual
Manejo 1

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

186
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SAN VICENTE

10.6 PLAN DE CAPACITACIÓN

10.6.1 Objetivos

 Implementar un sistema de comunicación con los actores internos y externos del área
de influencia de CURTIDURÍA SAN VICENTE de tal forma que se pueda tomar relación
directa con la comunidad en general y además exponer los resultados obtenidos por
parte de la empresa en cumplimiento al presente PMA.

 Coordinar los mecanismos de capacitación hacia el personal de CURTIDURÍA SAN


VICENTE para que se retroalimente el conocimiento de ellos en materia ambiental,
seguridad y salud ocupacional.

10.6.2 Responsables
Representante Legal: Sr. Efraín Llambo

10.6.3 Recursos disponibles:

 Recurso humano: Personal administrativo, de operaciones y el responsable ambiental


encargado.

 Recurso técnico: legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Capacitación y educación interna

Estas actividades refieren a las charlas técnicas impartidas por personal calificado en temas de
gestión ambiental, seguridad industrial y salud ocupacional, de igual manera se debe tener una
práctica con personal de Cuerpo de Bomberos en los siguientes períodos:
Tabla 10-4 Charlas y capacitaciones

TEMA PERIODICIDAD

Manejo de residuos sólidos no domésticos peligrosos y no Anual


peligrosos que se generan en la curtiduría

Simulacro con el Cuerpo de Bomberos para el manejo de extintores. Anual

Almacenamiento de productos químicos y manejo de hojas de Anual


seguridad

Gestión ambiental dentro del sector curtiembre, seguridad Anual


industrial y salud ocupacional

Difusión del contenido del PMA entre los trabajadores Inicial


ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

187
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Se mantendrán los certificados correspondientes de que se ha impartido la capacitación en los
diferentes temas que se han mencionado al igual que evidencia fotográfica de esta acción.

Tabla 10-5 Resumen plan de capacitación

Plan de Capacitación
Comunicación con actores sociales internos
y externos
Capacitación y educación
interna
OBJETIVOS:• Implementar un sistema de comunicación con los actores internos y externos del
área de influencia de CURTIDURIA SAN VICENTE de tal forma que se pueda tomar relación directa
con la comunidad en general y además exponer los resultados obtenidos por parte de la empresa
en cumplimiento al presente PMA. PC-01
• Coordinar los mecanismos de capacitación hacia el personal de CURTIDURIA SAN VICENTE para
que se retroalimente el conocimiento de ellos en materia ambiental, seguridad y salud
ocupacional.
LUGAR DE APLICACIÓN:
Actividades comerciales y procesos
industriales de la curtiduría
RESPONSABLE: Sr. Efraín
Llambo
Personal administrativo, el responsable ambiental encargado y la comunidad aledaña
FRECUENCIA
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES MEDIOS DE VERIFICACIÓN

Capacitación anual sobre


manejo de residuos Capacitaciones
sólidos no domésticos realizadas vs Registros de asistencia, fotografías, acta de
ANUAL
peligrosos y no peligrosos capacitaciones capacitación, certificados
que se generan en la programadas
curtiduría
Capacitaciones
Simulacro con el Cuerpo
realizadas vs Registros de asistencia, fotografías, acta de
de Bomberos para el ANUAL
capacitaciones capacitación, certificados
manejo de extintores.
programadas

Almacenamiento de Capacitaciones
productos químicos y realizadas vs Registros de asistencia, fotografías, acta de
SEMESTRAL
manejo de hojas de capacitaciones capacitación, certificados
seguridad programadas

Gestión ambiental dentro Capacitaciones


del sector curtiembre, realizadas vs Registros de asistencia, fotografías, acta de
SEMESTRAL
seguridad industrial y capacitaciones capacitación, certificados
salud ocupacional programadas
Capacitaciones
Difusión del contenido realizadas vs
INICIAL
del PMA entre los capacitaciones Registros de asistencia, fotografías, acta de
trabajadores programadas capacitación, certificados

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

188
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.7 PLAN DE SEGURIDAD INDUSTRIAL Y SALUD OCUPACIONAL

10.7.1 Objetivo

Controlar que las condiciones de seguridad industrial y de higiene de los trabajadores se


mantengan conforme lo requiere la actual legislación a fin de que exista un adecuado manejo
de las diferentes actividades que se desarrollan en la curtiduría.

10.7.2 Responsables:

Personal de operaciones y el responsable de seguridad industrial y salud ocupacional


encargado.

10.7.3 Recursos disponibles:

 Recurso humano: Administración, personal de operaciones y responsable de


seguridad industrial y salud ocupacional encargado.

 Recurso técnico: legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Medidas técnicas a tomar para la prevención y control de incidentes, accidentes y


enfermedades ocupacionales

Dotación de equipos de protección individual, entre los que constarán los siguientes:

 Mascarillas, especialmente en los procesos que manejan sulfuro y sales de amonio, así
como en los lugares que se genere material particulado (caldero artesanal y área de
pintado y lacado).

 Equipos de protección visual, especialmente en las áreas donde se manipulen sales de


amonio, ácidos y bases, por el riesgo de salpicadura.

 Guantes, que deben asegurar la protección de las manos y brazos. Se recomienda


utilizar guantes de hule, pero hay que tener cuidado en las áreas que se manejen
dispositivos rotatorios, por el riesgo de que el guante sea arrastrado por la máquina.

 Protectores auditivos, cuya elección dependerán del nivel de ruido y asegurando la


comodidad del trabajador.

 Botas de caucho, para proteger el contacto con productos químicos.

 Mandil, de preferencia de caucho, para evitar el contacto de los químicos con la ropa
del trabajador.

189
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Mantener actualizadas las hojas de seguridad de los productos químicos.

Realizar los chequeos médicos anuales de los trabajadores.

Señalización

Las señales serán adquiridas en sitios que realicen la venta de los carteles prediseñados. Las
señales a incorporarse serán las siguientes:

Prohibitivas: Se instalarán señales de prohibido fumar en el área donde se encuentra el


material almacenado en bodegas, así como en los sitios donde se utilice insumos inflamables.
Se implementará además señales de prohibido el paso (sólo personal autorizado) en las
bodegas.

Obligatorias: Las señales obligatorias corresponderán a la de uso de equipos de protección


personal.

Advertencia: Las señales de advertencia se ubicarán en las bodegas, junto al sitio donde se
almacena, por compatibilidad, cada insumo químico.

Informativa: Las señales de información serán de forma cuadrada o rectangular. El color del
fondo será verde llevando de forma especial un reborde blanco a todo lo largo del perímetro.

190
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
El símbolo se inscribe en blanco y colocado en el centro de la señal. Se colocarán para indicar la
ubicación de todas las instalaciones en general: áreas, bodega, servicios higiénicos, oficina,
etc.

Las señales informativas llevarán la siguiente identificación por color.

Rojo: Significa peligro y se empleará en instalaciones para GLP, área de producción, área de
bodegas, desechos contaminados, estacionamientos, máquinas.

Amarillo: Significa atención, se utilizará para llamar la atención en peligros potenciales.

Negro sobre amarillo: Se empleará como advertencia de accidentes

Medidas especificas

Medidas de Salud en el trabajo

 Primeros auxilios

Será imprescindible montar un equipo de primeros auxilios en la zona determinada compuesto


por un botiquín con los implementos necesarios y mediante recomendados por el sistema de
primeros auxilios de la Cruz Roja o del Instituto Ecuatoriano de Seguridad Social, de igual forma
todo el personal tendrá conocimientos de socorrismos, que se dará como parte del
entrenamiento de inducción, previo a su ingreso a laborar.

Deberá estar determinado en lugar visible para todos, la ubicación del Centro Medico más
cercano a la curtiduría, donde se podrá trasladar al accidentado una vez que haya sido
estabilizado.

El botiquín como mínimo estará dotado de los siguientes artículos:

 Desinfectantes y antisépticos
 Gasas estériles
 Vendas
 Esparadrapo
 Tijeras
 Pinzas
 Guantes desechables
 Termómetro
 Alcohol
 Antitérmicos y analgésicos
 Antihistamínicos
 Antiespasmódicos y anti colinérgicos
 Antiácidos

191
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 10-6 Resumen plan de seguridad industrial y salud ocupacional

Plan de Seguridad Industrial y Salud Ocupacional

Medidas de prevención y control de incidentes, accidentes y enfermedades ocupacionales


OBJETIVOS:
Controlar que las condiciones de seguridad industrial y de higiene de los trabajadores se
PSISO. 001
mantengan conforme lo requiere la actual legislación a fin de que exista un adecuado manejo
de las diferentes actividades que se desarrollan en la curtiduría.
LUGAR DE APLICACIÓN:
Áreas administrativas y de producción
RESPONSABLE: Sr. Efraín Llambo
Personal de operaciones y el responsable de seguridad industrial y salud ocupacional encargado.
PLAZO (Meses)
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES MEDIOS DE VERIFICACIÓN

Medidas Generales
Registro documentado
# de medidas
de las medidas del
implementadas/#
Medidas puesto de trabajo puesto de trabajo/ 1
de medidas
registro fotográfico,
requerido
inspeccción visual
Medidas específicas
Medidas de higiene en el trabajo
Primeros auxilios
Registro de equipo de
primeros
Nombrar equipo de primeros auxilios Equipo formado 1
auxilios/registro
fotográfico

Brigada de Acta de conformación


Conformar brigada de primeros auxilios primeros auxilios de brigada/registro 1
formada fotográfico

Salud Ocupacional

# de exámenes
Realizar examen médico pre laboral a Registro de exámenes
realizados/ # de
todo el trabajador de nuevo ingreso a la médicos/Registro 1
exámenes
dependencia o entidad fotográfico
requeridos

Realuzar exámenes periódicos, con # de exámenes


base al tipo de labor que desarrollan y a realizados/ # de
Historia clínica 2
los riesgos específicos a los que se exámenes
encuentren sujetos requeridos
# de charlas
Impartir pláticas semanales sobre Registro de
implementadas/#
orientación de salud en el trabajo a los charlas/Registro 1
de charlas
trabajadores fotográfico
requeridas

192
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Determinar las condiciones de salud de Registro de Inspección


Condiciones de
los trabajadores y promover su documentada/Registro 2
salud establecidos
mejoramiento fotográfico

Investigar las condiciones ambientales Registro de inspección


% de
en las que cada trabajador desarrolla documentada/registro 2
enfermedades
sus labores fotográfica

Analizar los mecanismos de acción de Registro de


% de
los agentes agresores para el hombre información 3
enfermedades
en su trabajo documentada

Detectar las manifestaciones iniciales


de las enfermedades de los % de
Historia Clínica 4
trabajadores, con el fin de prevenir su enfermedades
avance, complicaciones y secuelas.

Participar activamente en la educación # de charlas Registro de


sobre salud en el trabajo de los realizadas/# de charlas/Registro 1
trabajadores charlas requeridas fotográfico

Medidas de Seguridad Industrial


Ropa de Trabajo
Registro de entrega de
# de ropa
ropa de
Dotación y uso de ropa de trabajo entregada/# de 1
trabajo/Registro
ropa requerida
fotográfico
Registro de entrega de
Dotación y uso de equipo de protección # de equipo equipo de
1
personal entregado/ protección/Registro
fotográfico
Señalización
# señalización
Inspecciones
Se dispondrá de señalización acorde colocada/# de
documentadas y 1
con la normativa aplicable señalización
registro fotográfico.
requerido

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

193
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.8 PROGRAMA DE MANEJO DE DESECHOS

10.8.1 Objetivo

Identificar y describir las prácticas de manejo apropiadas, así como los métodos de disposición
final para cada tipo de desecho generado en la curtiduría.

10.8.2 Responsables

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo

10.8.3 Recursos disponibles:

 Recurso técnico: legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Procedimientos internos para recolectar, embalar, etiquetar y almacenar residuos

Para cumplir la ley se propone las siguientes medidas:

 Garantía de la aplicación de los principios de minimización, rehúso, clasificación,


transformación y reciclaje de los residuos sólidos
.
 Manejo integral de todas las clases de residuos sólidos en su ciclo de vida.

 Garantía de acceso a los servicios de aseo, a través del incremento de su cobertura y


calidad.

 Fomento a la investigación y uso de tecnologías en el sector, que minimicen los


impactos al ambiente y la salud, mediante el principio precautorio

Entendiendo que:

Principio Precautorio.- En caso de existir peligro de un daño grave o irreversible al ambiente, la


ausencia de certidumbre científica, no será usada por ninguna entidad reguladora nacional,
regional, provincial o local, como una razón para posponer las medidas costo - efectivas que
sean del caso para prevenir la degradación del ambiente.

Los principios básicos que rigen un buen manejo de los desechos sólidos, son entre otros:

 SEPARACIÓN DE LOS DESECHOS, los reutilizables se los debe mantener libres de otros
y acumularlos para su reprocesamiento. Así mismo, para el caso de manejar desechos

194
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
contaminados, deben ser almacenados temporalmente para una buena disposición
final.

 REDUCIR LA CANTIDAD Y CALIDAD DE DESECHOS EN LA FUENTE, es decir, se debe


disponer que el personal de las instalaciones optimice el uso de recursos de embalaje
o de oficina.

 REUSAR LO QUE SE PUEDA, especialmente en los materiales de embalaje y oficina.

 RECICLAR LO QUE SE PUEDA, a través del convenio con diferentes personas naturales
o jurídicas que se dedican a esta actividad como los proveedores de cierta materia
prima o insumos que se utilizan en la empresa.

La implementación de estas “tres R” es básica para una buena gestión de residuos o manejo de
desechos sólidos, para así evitar un inadecuado manejo de los mismos que podría generar la
operación de las instalaciones y provocar una afectación a la salud de los trabajadores.

De igual manera, se dispondrá la recolección de todos los desechos sólidos existentes, tanto en
el área directa, como en los alrededores de la misma.

Disposición temporal y final de desechos generados dentro de las instalaciones de la


industria

 Medidas preventivas

a) Adecuar el área de almacenamiento temporal de los residuos sólidos en los recipientes


adecuados, los cuáles dispondrán de la siguiente señalización y coloración:

195
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Tabla 10-7 Señalización y colores para el manejo de residuos

CLASE DE CONTENIDO BASICO COLOR ETIQUETA


RESIDUO

Plástico Desechos de plásticos no


contaminados, fundas, botellas de
bebidas

Papel y cartón Cartones, papel y suministro de


oficina.

Desechos Cáscaras de frutas, desperdicios


orgánicos alimenticios biodegradables de
Comunes cualquier tipo (frutales, vegetales,
animales).

Desechos Pelo entero del pelambre, restos de


orgánicos de cachos, colas, patas, restos de
proceso descarne

Desechos Franelas y guaipes de mantenimiento


Peligrosos de equipos, aserrín contaminado,
lodos del sistema de tratamiento de
efluentes, envases de productos
químicos peligrosos (ácido fórmico,
sulfúrico, cal, sulfuro de sodio), viruta
de cromo, polvo de lijado, polvo de
lacado

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

El área destinada para el almacenamiento temporal se encontrará impermeabilizada y bajo


cubierta.

a) Implementar un tanque de 4 galones, en una zona impermeabilizada y cubierta fuera


de las zonas operativas, dentro de un cubeto de contención, adecuadamente
señalizado como residuo peligroso; con el objetivo de almacenar la arena contaminada
por la limpieza de derrames de químicos.

b) Se señalizará y dispondrá de un pequeño recipiente para los trapos contaminados con


aceites de mantenimiento de equipos y del taller de mecánica.

c) Establecer un sitio para el almacenamiento de la viruta de cromo y filtros del lacado.

196
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
d) Cada uno de estos los contenedores y recipientes de desechos peligrosos estará
adecuadamente identificado y señalizado.

e) Limpieza y ordenamiento diario y sistemático de todas las áreas e instalaciones de la


empresa.

f) Uso, en un número adecuado y suficiente, de los recipientes recolectores de basura,


así como, que los mismos estén bien dispuestos físicamente alrededor de las
instalaciones para conseguir una cobertura total y de manera especial en los sitios
donde sea más fácil la generación de desperdicios o desechos

10.8.4 Procedimientos para el manejo de desechos

El manejo de desechos sólidos no peligrosos comprenderá las siguientes actividades:

a) Almacenamiento.
b) Entrega.
c) Barrido y limpieza de las áreas de la industria
d) Recolección
e) Tratamiento.
f) Disposición final.

.
a) Almacenamiento

Se mantendrá un registro para la caracterización de desechos generados en las instalaciones,


cuyo cumplimiento será obligatorio para todo el personal.

En la edificación se deberá habilitar un espacio suficiente de dimensiones adecuadas para la


acumulación y almacenamiento de los desechos sólidos que se producen diariamente

El espacio y los contenedores destinados al almacenamiento de los desechos sólidos deben


mantenerse en perfectas condiciones de higiene y limpieza

Las áreas destinadas para almacenamiento colectivo de desechos sólidos deben cumplir con
los siguientes requisitos:

 Los acabados serán lisos, para permitir su fácil limpieza e impedir la formación de
ambiente propicio para el desarrollo de microorganismos en general.

 Tendrán sistemas de ventilación, de suministros de agua, de drenaje y de prevención y


control de incendios.

 Serán construidas de manera que se prevenga el acceso de insectos, roedores y otras


clases de animales.

 Además las áreas deberán ser aseadas, fumigadas, desinfectadas y desinfestadas con
la regularidad que exige la naturaleza de la actividad que en ellas se desarrolle

197
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
El sitio escogido para ubicar los contenedores de almacenamiento para desechos sólidos,
deberá permitir como mínimo, lo siguiente:

 Accesibilidad para los operadores.

 Accesibilidad y facilidad para el manejo y evacuación de los desechos sólidos.

 Limpieza y conservación de la estética del contorno

b) Entrega.

- Para los desechos sólidos no peligrosos, se debe cerrar o tapar los recipientes o fundas
plásticas que contengan los desperdicios, para su entrega al servicio de recolección,
evitando así que se produzcan derrames o vertidos de su contenido.

- Los generadores de desechos sólidos no peligrosos deben presentarlos para


recolección en las condiciones ya establecidas

c) Barrido y limpieza de las áreas de la industria

Esta actividad consiste en la labor de barrido realizada mediante el uso de fuerza humana que
abarca el barrido de cada área de las instalaciones de la industria hasta que cada una quede
libre de todo desecho como papeles, hojas, arenilla y de cualquier otro objeto o material
susceptible de ser barrido manualmente.

Para el efecto, se cumplirán con las siguientes disposiciones:

- Colocar la señalización informativa en las áreas de almacenamiento temporal de


desechos no domésticos no peligrosos, y señalización informativa y preventiva en el
área de almacenamiento de desechos peligrosos.

- Mantenimiento anual de la señalización que corresponde al sistema de clasificación y


almacenamiento temporal de los residuos sólidos no domésticos que se generan en el
interior de la industria, lo cual incluye los recipientes para la recolección diferenciada y
los rótulos informativos.

- Procesos de gestión de residuos (valoración o eliminación) a los que serán sometidos,


explicitando los flujos y/o procesos

d) Recolección

- La recolección y transporte de desechos sólidos no peligrosos generados por la


industria de curtición, debe ser efectuada por los operarios designados por la entidad
de aseo, de acuerdo con las rutas y las frecuencias establecidas para tal fin.

198
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
- Debe entenderse como operaciones ejecutadas en las fases del sistema de recolección
y transporte de desechos especiales las siguientes:

 La carga de los desechos sólidos sobre el vehículo destinado para este fin, efectuada al
interior o exterior del establecimiento. Esta operación se entenderá tanto si se la hace
mediante el vaciado del contenedor o si se procede a su carga directa.

 El transporte propiamente de los desechos sólidos hasta su destino final

e) Tratamiento.

No se realiza ningún tratamiento técnico a los residuos, lo que se efectuará es un registro de


desechos generados y su almacenamiento temporal hasta ser entregados al responsable
correspondiente sea gestor o recolector municipal.

Frecuencias, equipos, señalizaciones que deberán emplearse para el manejo de residuos

- Para el caso de los desechos reciclables, se cuantificará periódicamente la cantidad


generada, en kilogramos. Será entregados a personal específico.

- Lo que corresponde a envases de productos químicos, se los cuantificará por unidades.

- La grasa, pelo, colas, cachos, restos de descarne, se los cuantificará en kilogramos. Su


gestión se la debe hacer en el menor tiempo por las características putrescibles de
estos desechos.

f) Disposición final

La disposición final de los desechos sólidos y semi-sólidos se realizará en rellenos sanitarios


manuales o mecanizados

El proceso de gestión de residuos incluirá las siguientes actividades:

Desechos No Peligrosos

Desechos comunes

Se recolectará de los recipientes que los contienen para su disposición final que serán
entregados al sistema de recolección municipal, cumpliendo con los horarios de recolección
que se han destinado a la zona donde se encuentra en operación la fábrica.

Desechos plásticos, papel, cartón

Se contactará a un gestor artesanal o tecnificado, calificado por el Ministerio del Ambiente, al


cual se solicitará un acta de entrega/recepción del material reciclado.

199
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Grasa, cachos, colas, pelo, restos de descarne

Se secarán lodos en el lecho respectivo y posteriormente se procederá a gestionar los


desechos con empresas que se dediquen al compostaje, y en el caso de los restos de descarne,
se gestionara con gelatineras, empresas que fabriquen pegamento. Se solicitarán actas de
entrega de este tipo de material putrescible.

Desechos peligrosos

Se harán las gestiones pertinentes para la devolución de los envases de productos químicos a
los proveedores, caso contrario entregados a gestores calificados por el Ministerio del
Ambiente, así como los desechos contaminados (aserrín, franelas, polvo de lijado y de lacado).
Se solicitarán actas de entrega/recepción de los envases de productos químicos.

La viruta de cromo se tratará, en lo posible, de vender como subproducto a empresas que se


dediquen a la fabricación de ladrillo.

Mantener hojas de seguridad de los desechos peligrosos generados

Los desechos peligrosos del (aserrín contaminado, lodos, aceites usados y trapos
contaminados con aceites) se cuantificarán una vez que se tenga un volumen considerable.
Estos desechos peligrosos deberán ser manejados mediante hojas de seguridad.

Capacitación que deberán recibir las personas que laboran en las instalaciones,
establecimientos o actividades donde se maneja residuos

Se realizará una charla ANUAL sobre el manejo adecuado de residuos sólidos no domésticos,
peligrosos y no peligrosos conforme a las actividades desarrolladas en la curtiembre con la
finalidad de construir de una cultura de manejo de los residuos sólidos a través del apoyo a la
educación y toma de conciencia de los ciudadanos.

Tabla 10-8 Resumen programa de manejo de desechos

PROGRAMA DE MANEJO DE DESECHOS

Objetivo

Identificar y describir las prácticas de manejo apropiadas, así como los métodos de disposición final para PMD.001
cada tipo de desecho generado en la curtiduría.

Lugar de
aplicación:
Área administrativa y de producción

Responsables:

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo.


ASPECTO IMPACTO MEDIOS DE PLAZO
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES (Meses)
AMBIENTAL IDENTIFICADO VERIFICACIÓN

200
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Disponer de un área el
almacenamiento
temporal de los residuos
sólidos en los
recipientes adecuados,
los cuáles dispondrán de
la siguiente señalización
y coloración:
Área de
Facturas,
Generación de contaminación Plástico, papel y cartón: almacenamiento
inspección
Azul temporal y 2
desechos suelo recipientes
visual,
Desechos orgánicos fotografías
implementados
comunes: Verde
Desechos orgánicos de
proceso: Rojo

Desechos peligrosos
Rojo y etiqueta de
peligroso

Implementar y adecuar
Área de Facturas,
el sitio de
Generación de Contaminación del almacenamiento fotografías,
almacenamiento de 4
desechos suelo implementada y inspección
desechos peligrosos y
señalizada visual
orgánicos

Limpieza y
ordenamiento diario y Desechos en
Generación de Contaminación del Registros de
sistemático de todas las sitios no 2
desechos suelo limpieza
áreas e instalaciones de adecuados = 0
la empresa.

Implementar recipientes
Facturas,
de recolección de No. de
Generación de Contaminación del fotografías,
basura común recipientes 3
desechos suelo inspección
distribuidos por la implementados
visual
curtiduría

Mantener registros de Registros


Generación de Contaminación del cuantificación de todos Desechos internos de
2
desechos suelo los desechos generados cuantificados cuantificación
en la curtiduría de desechos

Frecuencias, Equipos, señalizaciones que deberán emplearse para el manejo de residuos

201
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Colocar la señalización
informativa y preventiva
en las áreas de Facturas,
Generación de Contaminación del almacenamiento No. de letreros fotografías,
4
desechos suelo temporal de desechos implementados inspección
no domésticos visual
peligrosos y no
peligrosos

Mantenimiento anual
de la señalización que
Señalización y
corresponde al sistema
recipientes en
de clasificación y Facturas,
Generación de Contaminación del buen estado vs
almacenamiento inspección en 2
desechos suelo Señalización y
temporal de los residuos sitio y registros
recipientes en
sólidos no domésticos,
mal estado
así como de los
recipientes

Hojas de
Mantener hojas de seguridad
Generación de Contaminación del seguridad de los disponibles vs Hojas de
2
desechos suelo desechos peligrosos tipos de residuo seguridad
generados peligroso
generado

Procesos de gestión de residuos (valoración o eliminación) a los que serán sometidos, explicitando los flujos y/o
procesos

Entrega de desechos
comunes al sistema de
recolección municipal.
Los desechos reciclables
a gestores. Los no
reciclables (desechos de
pelambre, carnaza, Desechos
Generación de Contaminación del viruta de cromo) generados vs Actas de
3
desechos suelo entregar como desechos entrega
subproducto a otras entregados
empresas. Los envases
de químicos devolver a
proveedores. Los
desechos peligrosos
entregar a gestores
calificados en el MAE

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

202
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.9 PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS

10.9.1 Objetivos

Establecer acciones encaminadas a formar consensos entre el propietario de la curtiduría y la


comunidad localizada en el área de influencia.

10.9.2 Responsable

El responsable de la ejecución del presente programa es el propietario de la curtiduría, quien


al ser el responsable legal de la curtiduría deberá agilizar la ejecución de las actividades
establecidas

10.9.3 Medidas generales

Medidas generales medidas planteadas están dirigidas a mejorar la relación entre el


propietario de la curtiduría y la comunidad que se encuentra en el área de influencia de la
misma, es por eso que las acciones a ejecutarse seguirán las siguientes directrices:

 Difusión del Estudio de Impacto Ambiental y Plan de Manejo Ambiental Expost de la


curtiduría.

 Reuniones con la comunidad que se encuentra en el área de influencia para escuchar


las peticiones de ella y consensuar acciones benéficas para las partes involucradas.

 Estudio de factibilidad de contratación de mano de obra de la localidad en las que se


encuentra la curtiduría.

10.9.4 Medidas especificas

Difusión del Estudio de Impacto Ambiental.

En conformidad con el artículo 28 de la Ley de Gestión Ambiental, el cual menciona que “toda
persona natural o jurídica tiene derecho a participar de la gestión ambiental, a través de los
mecanismos que para el efecto establezca el Reglamento…” se realizara la difusión del Plan de
Manejo Ambiental considerando los mecanismos de participación ciudadana dados en el
Decreto 1040 con el fin de dar cumplimiento a la ley y crear buenas relaciones entre la
comunidad y la curtiduría.

Es por este motivo que se realizara charlas con los colindantes de la curtiduría, colegios e
instituciones aledañas y se dará a conocer las actividades y la gestión ambiental que realiza la
curtiduría.

Para la difusión del Estado de Impacto Ambiental se utilizara trípticos o panfletos los cuales
darán énfasis en la información de las actividades que la curtiduría está realizando para mitigar
los impactos ambientales que son producidos por la misma.

Reunión entre el propietario de la curtiduría y la Población localizada en el Área de influencia.

203
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
En busca de generar un beneficio a la comunidad del área de influencia por parte de la
curtiduría, el propietario de la curtiduría se reunirá con los habitantes de la comunidad
mencionada. La reunión buscará plantear acciones compensatorias para la comunidad; dicha
reunión abarcará los siguientes puntos:

 Escuchar las conformidades o inconformidades de los habitantes con respecto a la


curtiduría

 Mitigar los inconvenientes que la curtiduría a sus trabajadores causen a la población.

 Buscar la factibilidad de que los habitantes de la zona sean empleados en la curtiduría.

La curtiduría además mantendrá una política de puertas abiertas hacia la comunidad, es decir
que siempre se recepten los reclamos y sugerencias de la comunidad. También se buscara el
apoyo a la comunidad durante eventos sociales de la misma, dicho a poyo puede ser
económico o logístico.

Tabla 10-9 Resumen programa de relaciones comunitarias

PROGRAMA DE RELACIONES COMUNITARIAS

Objetivo

Establecer acciones encaminadas a formar consensos entre el propietario de la curtiduría y la PRC.001


comunidad localizada en el área de influencia de la curtiduría.

Lugar de aplicación:
Área administrativa y de producción
Responsables: Sr. Efraín Llambo

El responsable de la ejecución del presente programa es el propietario de la curtiduría, quien al ser el responsable
legal de la curtiduría deberá agilizar la ejecución de las actividades establecidas

MEDIOS DE
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES FRECUENCIA
VERIFICACIÓN

Se realizaran charlas con los colindantes


de la curtiduría, colegios e instituciones
#de charlas realizadas /# de Actas de asistencia
aledañas y se dará a conocer las Anual
capacitaciones planeadas firmadas
actividades y la gestión ambiental que
realiza la curtiduría.

Para la difución del Estudio De Impacto


Ambiental de utilizarán trípticos o
panfletos los cuales darán énfasis en la Registro del
# de trípticos entregados Una sola vez
información de las actividades que la documento
curtiduría está realizando para mitigar
los impactos producidos por la misma

204
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

El propietario de la curtiduría se reunirá


con los habitantes de la comunidad que
se encuentra den el área de influencia.
La reunión buscara plantear acciones
compensatorias para la comunidad;
dicha reunión abarcara los siguientes
puntos:· Escuchar las conformidades # de empleados del sector / #
Planilla de obreros Cuando amerite
o inconformidades de los habitantes con de empleados
respecto a la curtiduría. Mitigar los
inconvenientes que la curtiduría o sus
trabajadores causen a la
población. Buscar la factibilidad de que
los habitantes de la zona sean
empleados en la curtiduría.

La curtiduría además mantendrá una


política de puertas abiertas hacia la Registro de
#de sugerencias o
comunidad, es decir que siempre se sugerencias o Semestral
reclamos/semestre
receptaran los reclamos y sugerencias reclamos
de la comunidad.

Se buscara el apoyo a la comunidad Registro


durante eventos sociales de la misma, # de intervenciones/# de documental y
Anual
dicho apoyo puede ser económico o eventos anuales fotográfico de
logístico. evento social.

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

10.10 PLAN DE REHABILITACIÓN DE ÁREAS AFECTADAS

10.10.1 Objetivo

Aplicar las medidas técnicas adecuadas para la recuperación de las áreas afectadas por
emergencias y contingencias ambientales relacionadas con las actividades de la curtiduría.

10.10.2 Responsables:

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo

205
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
10.10.3 Recursos disponibles:

 Recurso humano: Personal de operaciones, administrativo y el responsable ambiental


encargado.

 Recurso técnico: legislación ambiental vigente.

 Recurso económico: financiado por Sr. Efraín Llambo

Las acciones a tomarse dependerán del tipo de siniestro que se produzca y de las
consecuencias y daños causados al medio ambiente. Una vez que se haya producido el
contingente ambiental, se dispondrá inmediatamente de los medios económicos
conocimientos técnicos necesarios para atenuar los perjuicios ocasionados a los recursos agua,
aire y suelo.

Una vez controlado el contingentes y rehabilitada el área, se hará un análisis exhaustivo para la
identificación de las fuentes de contaminación, a fin de corregirlas y prevenir nuevos
accidentes medioambientales

Tabla 10-10 Plan de rehabilitación de áreas afectadas

PLAN DE REHABILITACIÓN DE ÁREAS AFECTADAS


Objetivo
PRAAF.001
Aplicar las medidas técnicas adecuadas para la recuperación de las áreas afectadas por
emergencias y contingentes ambientales relacionados con las actividades de la curtiduría
Lugar de aplicación:
Área administrativa y de producción
Responsables
Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo
ASPECTO IMPACTO MEDIDAS MEDIOS DE PLAZO
INDICADORES (Meses)
AMBIENTAL IDENTIFICADO PROPUESTAS VERIFICACIÓN
n/a
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

10.11 PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL

El programa de monitoreo servirá como una herramienta donde se pueda conocer las
debilidades del Sistema de gestión ambiental, esto nos permitirá realizar actividades para
cumplir con la normativa ambiental vigente.

10.11.1 Objetivo

206
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Evaluar la eficiencia de las medidas de prevención adoptadas, mediante un programa de
monitoreo periódico sobre determinados indicadores ambientales para un mejor control de
los impactos negativos.

10.11.2 Responsables

Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo.

Recursos disponibles

Recurso humano: Administrativo, personal de operaciones y el responsable ambiental


encargado (toma de muestras y entrega de muestras al laboratorio).

Recurso técnico: Laboratorio de análisis acreditado y legislación ambiental vigente.

Recurso económico: Financiado por Sr. Efraín Llambo.

10.11.3 Medidas generales

Se llevara de control para los diferentes monitoreos que se realizaran, este registro deberá
tener:
Tabla 10-11 Formato de registro de monitoreos realizados

REGISTRO MONITOREO DE…

N° HORA FECHA DE COORDENADAS PARAMETROS DE OBSERVACION FIRMA DEL


MONITOREO EVALUACIÓN PROXIMO
MONITOREO

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

Ilustración 10-1 Puntos de muestreo

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

207
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Los análisis deben realizarse en laboratorios que cuenten con la acreditación del Organismo de
Acreditación Ecuatoriana (OAE) o por organismo reconocido a nivel internacional con el cual
exista o se establezca un acuerdo de reconocimiento mutuo con el OAE.

Medidas especificas

Monitoreo de agua de proceso

El agua de los diferentes procesos que se realizan en la curtiduría serán tratadas y antes de ser
descargada podrá realizarse previo análisis de laboratorio.

a) Puntos de muestreo

El punto de muestreo en la CURTIDURÍA SAN VICENTE se tomará en donde se descarga el agua


del proceso.

b) Criterios de agua de proceso

El agua del procesos de la curtiduría se recirculara y se realizara tratamientos de agua


residuales para registrarlas al proceso de la curtiduría, a fin de cumplir los parámetros
establecidos por la Dirección Provincial de Tungurahua del Medio Ambiente para el sector
Curtiembre.

Tabla 10-12 Límites máximos permisibles para vertimientos al alcantarillado.

Parámetros Expresado Unidad Límite máximo


como permisible

Aceites y grasas sustancia mg/l 100


Demanda bioquímica de oxigeno DBO mg/l 500
Demanda química de oxigeno(5 días) DQO5 mg/l 250
Potencial hidrogeno p H ⁻ 5-9
Solidos suspendidos SS mg/l 220
Cromo total Cr mg/l -
Solidos sedimentables SSed ml/l 20
Sulfuros S= mg/l 1,0
Sulfatos SO4= mg/l 400
Detergentes 2

FUENTE: TULSMA

208
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
c) Frecuencia de monitoreo

Los monitoreos de calidad de agua se realizaran semestralmente y se almacenará, estos


resultados en una bitácora, para revisión interna de la organización. Los resultados de la
caracterización de agua se deberán presentar anualmente a la entidad de control.

Monitoreo de ruido

El monitoreo de ruido ambiental se realizara siguiendo los lineamientos de monitoreo de ruido


de acuerdo al Libro VI, Anexo 5, del TULSMA Limites permeables de niveles de ruido ambiente
para fuentes fijas, móviles y para vibración.
Tabla 10-13 Niveles máximos de ruido permeables según uso del suelo

TIPO DE ZONA SEGÚN USO NIVEL DE PRESIÓN SONORA EQUIVALENTE NPS eq


DE SUELO {dB(A)}
DE 06 HOO A 20 H00 DE 20H00 A 06H00

Zona hospitalaria y educativa 45 35


Zona Residencial 50 40
Zona Residencial mixta 55 45
Zona Comercial 60 50
Zona Comercial Mixta 65 55
Zona Industrial 70 65

FUENTE: TULSMA

d) Puntos de muestreo

Los puntos de muestreo en la curtiduría serán:

 El área donde se encuentra el personal operando las maquinarias y se verificará que el


personal utilice la protección auditiva adecuada.

 En los linderos de la curtiduría para verificar que no exista afectaciones


Tabla 10-14 Resumen plan de monitoreo

PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL


Objetivo

Evaluar la eficiencia de las medidas de prevención adoptadas, mediante un programa de PMOAM.001


monitoreo periódico sobre determinados indicadores ambientales para un mejor control de
los impactos negativos.

209
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Lugar de aplicación:
Área de producción
Responsables:
Representante Legal del Proyecto: Sr. Efraín Llambo.

MEDIOS DE
MEDIDAS PROPUESTAS INDICADORES
VERIFICACIÓN FRECUENCIA

Medidas generales

Se llevará registros de control


Constancia
para los diferentes monitoreo que #de registros realizados/requeridos Siempre
Física
se realizaran

Realización de monitoreo Registro de


# de monitoreo realizados/ requeridos
ambientales internos. monitoreo
Semestral
Medidas Específicas
Monitoreo calidad del agua
Se realizara monitoreo de calidad
agua de proceso, deberá cumplir
con los parámetros establecidos
en la legislación ambiental vigente Registro de Cuando
antes de ser descargada al Monitoreo amerite
sistema de alcantarillado público.
Tabla 11 del Anexo 1 Libro VI del # de monitoreos realizados/# de
TULAS monitoreo planificados

Los monitoreos de calidad de


agua se realizaran Registro de
Semestral
semestralmente y se deberá Monitoreo
presentar a la Entidad de Control # de monitoreos realizados/# de
monitoreo planificados
Monitoreo de ruido
El monitoreo de Ruido ambiental
se realizara siguiendo los
lineamientos de monitoreo de
ruido de acuerdo al Libro VI anexo Realización de monitoreo ruido Informe de Cuando
5 del TULSMA Límites permisibles ambiental laboratorio amerite
de niveles de ruido ambiental
para fuentes fijas, móviles y para
vibración.
El monitoreo de ruidos continuos
se realizaran en base al
Reglamento de Seguridad y Salud Realización de monitoreo ruido Registro de Cuando
de los Trabajadores y continuos monitoreo amerite
Mejoramiento del Medio
Ambiente de Trabajo
Los monitoreos de ruido se Informe de
Monitoreo semestral semestral
realizaran cada seis meses laboratorio

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

210
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

10.12 PCA: PROGRAMA DE CIERRE Y ABANDONO

En el programa de cierre y abandono se estipula, para describir los trabajos de cierre de la


curtiduría, conjuntamente con la adopción de medidas de restauración, rehabilitación de áreas
afectadas y el programa de cierre definitivo del área que evite la contaminación del medio por
acción de las operaciones de la misma, realizadas en la vida útil del proyecto especialmente, en
lo que se requiere a manejo de desechos, desmantelamiento de infraestructura, equipos,
entre otras.

10.12.1 Objetivos

 Desarrollar un procedimiento sistemático que permita el desmantelamiento y


movilización de todos los equipos e instalaciones previa a la evacuación de la
curtiduría.

 Plantear un programa de monitoreo y rehabilitación del área intervenida una vez


que se han evacuado del sitio todo tipo de equipos e instalaciones.

10.12.2 Alcance

El alcance geográfico se refiere a la superficie de la curtiduría existente, previo al diseño del


plan de abandono debe considerarse las condiciones previas en las cuales fue encontrado el
sitio antes de llevar a cabo la ejecución del proyecto, considerando aspectos tales como:
calidad de agua, manejo de desechos, cobertura vegetal. Drenaje natural y procesos erosivos.

El plan de abandono y entrega del área mantendrá concordancia con los otros componentes
que conforman el Plan de Manejo Ambiental de este estudio.

En el caso de abandono definitivo, los criterios de acción estarán, determinados por el uso de
tierra que se dará a esta zona en el futuro.

10.12.3 Responsable

El responsable de la ejecución de este programa será el propietario de la curtiduría.

10.12.4 Medidas generales

El presente programa contempla actividades para el desmonte de los equipos utilizados en la


curtiduría, el manejo de residuos generados por el cierre de la curtiduría, el transporte de
productos químicos y la recuperación de los espacios afectados por la actividad realizada.

Medidas Específicas

Medidas de rehabilitación de áreas afectadas (recuperación)

211
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
a. Recuperación de suelo

Los suelos serán removidos y tratados separando el suelo contaminado del suelo que no está
contaminado con geo membrana.

Una vez remediado este suelo se colocara en el mismo lugar de donde fueron sustraídos.

Medidas de cierre y abandono

En función de los equipos previamente mencionados, para la desinstalación de los mismos se


seguirán las siguientes medidas.

 Cerrar todos los accesos a la curtiduría y colocar la debida señalización

 Identificar y programa el desmontaje de los equipos que deben ser desinstalados.

 Hacer un inventario de todos los equipos.

 Usar EPP adecuados para el desmontaje de los equipos, es decir, casco, guantes,
chaleco, botas de seguridad.

 Los residuos generados durante el desarme de los equipos guaipes con aceite, piezas
inservibles deberán ser considerados y mejorados como residuos peligrosos.

a) Transporte de equipos e insumos excedentes de la actividad

 El transporte de equipos e insumos será previamente programado.

 Se transportara los equipos en vehículos adecuados, los mismos que respeten todas
las medidas de seguridad, es decir señalización, extintores.

 En caso de la existencia de excedentes de productos químicos utilizados en la


curtiduría, se debe comercializarlos a curtidurías vecinas o al proveedor de estos
productos, el transporte de los mismos deberá regirse a la norma INEN 2266:2000 la
cual trata del transporte de productos químicos peligrosos.

b) Demolición de infraestructura

 Las estructuras de la curtiduría serán demolidas para disminuir el impacto visual.

 Las bases de las estructuras también serán demolidas, con el fin de la posterior
adecuación del suelo para su recuperación. En el caso que las bases de dificultosa
destrucción podrían ser enterradas.

 Durante el desmontaje de los equipos y la demolición de las estructuras se deberá


colocar la señalización prudente y en los alrededores de la curtiduría.

c) Gestión de residuos sólidos

212
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

 Se hará la diferenciación de residuos considerando su tipo en: reciclables (papel,


cartón, plástico), comunes (residuos domésticos), peligrosos (guaipes engrasados),
charlas y escombros.

 Los residuos sólidos que resulten contaminarlos durante la ejecución del programa de
cierre y abandono serán descontaminados previo su clasificación.

 Los residuos reciclables se entregaran a un gestor autorizado por la autoridad


ambiental.

 Las piezas inservibles de los equipos serán considerados como chatarra y podrán ser
entregados a un gestor de chatarra. En caso que las piezas hayan tenido contacto con
los químicos utilizados se deberá descontaminar previo a la entrega al gestor de
chatarra.

 Los residuos comunes deberán ser entregados a la empresa establecida por la


autoridad cantonal.

 los escombros producto de la demolición de las estructuras de la curtiduría serán


dispuestos en los lugares aprobados por la autoridad cantonal.

 La tierra contaminada recibirá tratamiento in situ.

Tabla 10-15 Resumen de medidas del plan de cierre y abandono

PLAN DE CIERRE Y ABANDONO

Objetivo: PCA.001
• Desarrollar un procedimiento sistemático que permita el desmantelamiento y
movilización de todos los equipos e instalaciones previa a la evacuación de la curtiduría.
• Plantear un programa de monitoreo y rehabilitación del área intervenida una vez que se
han evacuado del sitio todo tipo de equipos e instalaciones

Lugar de aplicación:
Área de producción
Responsable: Sr. Efraín Llambo

Medida Indicador de cumplimiento Medio de verificación


Cerrar todos los accesos a la curtiduría y # de accesos de la curtiduría Inspecciones
colocar la debida señalización cerradas y señalizados Documentadas
Identificar y programar el desmontaje de los Planificación de desmontaje Cronograma de
equipos que deben ser desinstalados de equipos desmontaje de equipo
Hacer un inventario de todos los equipos #de equipos inventariados/# Hoja de inventario de
equipos existentes equipos
Usar EPP adecuados para el desmontaje de # de trabajadores que usan Registro fotográfico
los equipos, es decir, casco, guantes, EPP/# trabajadores
chalecos, botas de seguridad
Los residuos generados durante el desarme Kg de residuos generados Hoja de control de

213
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
de los equipos como guaipes con aceite, generación de
piezas inservibles serán considerados y residuos, firmada por
manejados como residuos peligrosos responsable del
programa
El transporte de equipos e insumos será Cronograma de
previamente programado transporte

Se transportaran los equipos en vehículos Inspección


adecuados, los mismos que respeten todas # de vehículos con medidas de documentada
las medidas de seguridad, es decir seguridad
señalización extintores
En el caso de la existencia de excedentes de Residuos generados
productos químicos utilizados en la
curtiduría, se los comercializara a curtiduría
vecina o al proveedor de estos productos. El
transporte de los mismos se regirá a la
norma INEN 2266:2000 La cual trata el
transporte de productos químicos
peligrosos.
Las estructuras de la curtiduría serán # de estructuras demolidas / # Registro fotográfico
demolidas para disminuir el impacto visual. de estructuras totales
Las bases de la estructura también serán # de estructuras demolidas/ Registro fotográfica
demolidas, con el fin de la posterior # de estructuras totales
adecuación del suelo para su recuperación.
En el caso que las bases sean de dificultosa
destrucción podrían ser enterradas
Durante el desmontaje de los equipos y la # de áreas señalizadas/ # de Inspecciones
demolición de las estructuras se colocaran la áreas totales documentadas y
señalización prudente dentro y en los registro fotográfica
alrededores de la curtiduría
Se hará la diferenciación de residuos Kg de residuos Hoja de control de
considerando su tipo en; reciclables (papel, diferenciados/Kg de residuos manejo de desechos
cartón, plásticos), comunes (residuos generados generados
domésticos), peligrosos (guaipes engrasado),
charlas y escombros.

Los residuos sólidos que resulten K g de desechos generados / Hoja de control de


contaminados durante la ejecución del Kg de desechos contaminados manejo de desechos
programa de cierre y abandono serán generados
descontaminado previo su clasificación

Entregar los residuos reciclables a un gestor Kg de residuos entregados a Hoja de control de


autorizado por la autoridad ambiental gestor/ Kg de residuos entrega a gestor o
generados reutilización

Las piezas inservibles de los equipos serán Kg de chatarra entregada a Hoja de control de
considerados como charlas y podrán ser gestor / Kg de chatarra entrega a gestor
entregadas a un gestor de chatarra. En caso generada
que las piezas hayan tenido contacto con los
químicos utilizados en el proceso se los
descontaminará previo a la entrega al gestor
de chatarra

214
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Los residuos comunes serán entregados a la Kg de desechos comunes Hoja de control de
empresa de aseo establecida por la entregados a empresas de entrega a empresa de
autoridad cantonal aseo/Kg de desechos aseo
generados

Los escombros producto de la denominación Kg de tierra contaminada/ Kg Registro de manejo de


de las estructuras de la curtiduría serán de tierra tratada escombros(
dispuestos en los lugares aprobados por la generación,
autoridad cantonal disposición final)

La tierra contaminada recibirá tratamiento in Kg de tierra contaminada/Kg Registro validado de


situ de tierra tratada tratamiento de tierra

Realizar limpieza del suelo del área de la # de hectáreas limpias/ # de Registro fotográfica e
curtiduría áreas totales inspección
documentada

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

10.13 PLAN DE SEGUIMIENTO A LAS ACTIVIDADES PROPUESTAS EN EL PMA

10.13.1 Objetivo

Evidenciar el cumplimiento de las actividades propuestas en el Plan de Manejo Ambiental, a


través de indicadores.

Para la ejecución del Plan de Seguimiento a las actividades propuestas en el PMA, se ha


elaborado una matriz de seguimiento donde se describen las actividades y acciones específicas
a ejecutarse para cumplimiento del presente Plan de Manejo Ambiental.

10.13.2 Seguimiento ambiental

Este Plan se desarrolla con el objetivo de dar cumplimiento a lo especificado en el Plan de


Manejo Ambiental propuesto, su ejecución estará a cargo del representante de la curtiduría a
través de un responsable ambiental.

El programa de seguimiento y monitoreo servirá como un medio por el cual la administración


de la curtiduría podrá asegurar que se implementen los elementos del PMA y se cumpla con la
normativa ambiental vigente a través de prácticas ambientales idóneas en el campo.

El cronograma del Plan de Manejo Ambiental integra los costos que implica la ejecución de
todas las medidas planteadas y que serán asumidos por la empresa.

Las actividades que se realizaran en el plan de seguimiento será:

Realizar semestralmente reuniones de seguimiento entre el propietario de la curtiduría y el


personal con la finalidad de evaluar el desempeño y cumplimiento del Plan de Manejo

215
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE
Ambiental en concordancia con el cronograma establecido. Estas reuniones también
permitirán determinar para mejorar la gestión ambiental dentro de la empresa.

Las reuniones de seguimiento en un documento en el cual se especificara los asuntos tratados,


el análisis del cumplimiento de lo estipulado, la dotación de presupuestos, las conclusiones y
recomendaciones sugeridas en la reunión.

Todo cambio efectuado en el cronograma de actividades, al igual que cualquier situación de


emergencia tendrá que ser notificado a la Entidad Ambiental de Control a fin de que se puedan
extender los plazos o evitar sanciones por la autoridad ambiental.

216
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tabla 10-16 Cronograma valorado PMA

CRONOGRAMA VALORADO DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DEL SAN VICENTE CURTIDURIA
1. DATOS GENERALES DEL REGULADO
1.1 Razón
CURTIDURÍA SAN VICENTE SR. EFRAÍN LLAMBO
social:

1.2 e-mail:

2. DATOS GENERALES DEL CONSULTOR AMBIENTAL QUE PREPARÓ el EsIA Y PMA

2.1 Código: MAE-591-CI 2.2 Razón Social: WILSON FABIAN CULQUI NINACURI

180231043-1
3. DATOS GENERALES DEL CRONOGRAMA

3.1 Periodo de vigencia del CVPMA: 1 año, a partir de la emisión de la Licencia Ambiental

3.2 Fecha de elaboración del cronograma: 10 SEPTIEMBRE 2015.


4. ACTIVIDADES PLANIFICADAS

4.1 PROGRAMA DE PREVENCIÓN Y REDUCCIÓN DE LA CONTAMINACIÓN

4.1.1 Emisiones gaseosas de fuentes fijas de combustión y de procesos

METAS
FRECUENCIA/FECHA DE MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES DESCRIPCIÓN DEL INDICADOR (Resultados COSTO
EJECUCIÓN VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Realizar un Evitar la
N. de monitoreos realizados/N. de monitoreos Representante
monitoreo inicial Una sola vez NOV-2015 Informe de Laboratorio contaminación 300
planificados Legal
de ruido acústica

Subtotal 300

217
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.1.2 Descarga líquidas residuales no domésticas


Implementar un N/A
programa de
Disminuir carga
eficiencia de Kg de insumo de agua / tonelada Registros de Representante
contaminante en el 100
insumos y Nov-15 de piel cruda consumos específicos Legal
mismo proceso
producción más
limpia
En lo posible
cambiar los
productos N,A Nº de productos químicos Minimización de la
Representante
químicos biodegradables/Nº productos Facturas carga contaminante 100
Legal
utilizados por químicos utilizados del efluente
productos
biodegradables oct-15

Completar la
implementación Recibos de Minimización de la
N.A Representante
del tratamiento Registro fotográfico contrucción,registro carga contaminante 200
Legal
primario de fotográfico del efluente
vertimientos
nov-15
Realizar
mantenimientos Semanal Mejorar la calidad
Representante
las trampas de N/A R. Fotográfico del agua a ser 0
Legal
lodos , rejillas y descargada
tamices sep-15
Instalar un filtro
de para proceso Minimizar la carga
una sola vez Representante
de pelambre con N/A factura , R. fotográfico orgánica 350
Legal
inmunización de contaminante
pelo dic-15

Realizar el
mantenimiento Nº de mantenimientos Mantener en buen
mensual Registro de Representante
preventivo del realizados/Nº de mantenimientos estado la planta de 300
mantenimiento Legal
tratamiento previstos tratamiento
primario
dic-15

Subtotal 1050

218
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.2 PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS, DESECHOS SÓLIDOS NO DOMÉSTICOS


METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)
N.A Colocación de
unidades
Disponer de unidades
diferenciadas
diferenciadas de recolección de Nº de Unidades diferenciadas R. Fotográfico y/o in Representante
necesarias para la 100
desechos en las areas nov-15 dispuestas/ Nº de áreas situ Legal
recolección de
requeridas
desechos para cada
área

Manejar
Realizar el inventario y diseñar
N.A Procedimientos elaborados integralmente los Representante
los procedimientos del manejo Procedimiento escrito 0
/Residuos generados. residuos sólidos no Legal
de residuos sólidos.
domésticos
nov-15
Adecuar el área de
almacenamiento de residuos de
Manejar
acuerdo a las especificaciones N.A Registro fotográfico y/o integralmente los Representante
técnicas del Art. 4.1.1.3 de la N.A 200
in situ residuos sólidos no Legal
Norma de Calidad Ambiental del
domésticos
Recurso Suelo (Anexo 2, Libro
VI del TULSMA).
dic-15
Subtotal 300

4.3 Manejo de Desechos Peligrosos


METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)
N.A Realizar una buena
Contar con las hojas de
Nº de Hojas de Seguridad/Nº de gestión de los Representante
seguridad de productos Hojas de seguridad 0
oct-15 productos químicos recipientes de Legal
químicos.
químicos
Realizar una
Implementar un área de
adecuada gestión Representante
disposición temporal de nov-15 Área de disposición temporal Registro fotográfico 200
de residuos Legal
residuos peligrosos
peligrosos

Subtotal 200

219
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.4 Manejo de Desechos No Peligrosos

Realizar una buena


Actualizar el permiso de acceso Registro de recepción
Kg desechos sólidos/semana gestión de 0 Representante legal
al relleno sanitario al relleno sanitario
desechos sólidos

Apilar el cartón, papel y madera Cantidad de desechos Manejar


Representante
en la bodega de almacenados/Cantidad de Registro fotográfico adecuadamente los 0
Legal
almacenamiento de desechos. desechos generados desechos

Cada que se
Almacenar los residuos de genere una Cantidad de desechos Manejar
Representante
raspado en el área dispuesta cantidad almacenados/Cantidad de Registro fotográfico adecuadamente los 0
Legal
para el efecto. significativa de desechos generados desechos
residuo

Acumular la chatarra en un
recipiente , en un sitio adecuado
Cantidad de chatarra Manejar
para el efecto, el mismo que Representante
acumulados/Cantidad de chatarra Registro fotográfico adecuadamente los 0
debe estar bajo cubierta, contar Legal
generados desechos
con piso impermeabilizado y la
rotulación del tipo de desecho.

Subtotal 0

220
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.5 PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A EMERGENCIAS AMBIENTALES

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Crear la “Brigada de N.A Formar un grupo


Emergencias”, con el objeto de responsable de las
Nº de brigadas formadas Registro fotográfico 0 Jefe de Planta
actuar eficazmente ante una ene-16 diferentes acciones
emergencia del plan

Dotar a cada área


de almacenamiento
Dotar de utensilios para
Una vez que se de y productos
contención de derrames para Kit de utensilios entregados/Nº
haya usado R. fotográfico químicos cuente 100 Jefe de Planta
cada área de almacenamiento de áreas de almacenamiento
con la herramienta
de productos químicos
necesaria para
contener derrames
dic-15

Mantener en buen
Revisión del estado de los
Trimestral Revisión realizada/ Revisiones Registro de estado los recursos
recursos contraincendios y 80 Jefe de Planta
programadas mantenimiento contraincendios y
primeros auxilios
primeros auxilios

feb-16

Anual Obtener el
Renovar el Certificado del
Nº de renovaciones realizadas/Nº Certificado de Certificado de los
Cuerpo de Bomberos 60 Jefe de Planta
de renovaciones requeridas Bomberos bomberos
anualmente
actualizado
ene-16

221
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tener todos los


Documentar los incidentes y/o Incidentes y/o accidentes
Cada vez que Informe de la incidentes y/o
accidentes producidos por una documentados/ Incidentes y/o 0 Jefe de Planta
suceda emergencia accidentes
contingencia ambiental. accidentes ocurridos
documentados

Aplicar
Analizar y aplicar las medidas Medidas de remediación
Cuando se correctamente las
de remediación pertinentes. aplicadas / emergencias Registro 0 Jefe de Planta
requiera medidas de
Cuando ocurra la emergencia. ocurridas
remediación

Subtotal 240

4.6 Programa de Rehabilitación de Áreas Afectadas

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Informar a la autoridad
No de oficios entregados a la
ambiental responsable sobre la Recibido del oficio por Mantener informado Representante
Cuando ocurra autoridad/ No de contingencias 0
contingencia en las siguientes la autoridad a la autoridad Legal
ocurridas
48 horas

Realizar la evaluación de la evaluar los


situación de la contingencia y de impactos Representante
Cuando ocurra N.A. Registro 0
los impactos ambientales ambientales Legal
generados generados

Subtotal 0

222
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.7 Programa de monitoreo ambiental

4.7.1 Emisiones gaseosas de fuentes fijas de combustión y de procesos (olores, gases, polvo, material particulado, etc.): caracterizaciones periódicas con los
laboratorios acreditados en el OAE y métodos de análisis empleados

Una sola vez


Evitar
Realizar monitoreo inicial de N. de monitoreos realizados/N. Representante
Informe de Laboratorio contaminación al 110
emisiones gaseosas al caldero feb-15 de monitoreos planificados Legal
aire

4.7.2 Monitoreo de Residuos de tratamiento primario

Anual Documentar si los


Monitoreo de lodos de N. de monitoreos realizados/N. Representante
Informe de labotatorio lodos son o no 400
tratamiento primario (CRETIB) oct-15 de monitoreos planificados Legal
peligrosos

Semestrales Controlar avances


Monitoreos realizados/ Representante
Monitoreo del efluente líquido. Informe de monitoreo en diminución de 350
monitoreos planificados Legal
carga contaminante
UCT-2016

4.7.3 Monitoreo de emisiones de ruido de fuentes fijas

Realizar el Monitoreo cuando la


AAr lo requiera o cuando Cuando se Monitoreos realizados/ Cumplir con la Dpto. de
Informe de monitoreo 100
existan quejas relacionadas a requiera monitoreos planificados normativa ambiental Mantenimiento
este aspecto,

Subtrotal 960

223
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.8 PROGRAMA DE SEGURIDAD INDUSTRIAL Y SALUD OCUPACIONAL

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Proporcionar la dotación de los Cada que se Firma del obrero al protección del Representante
N. equipos /N. obreros 200
equipos de protección personal requiera recibir los epps recurso humano Legal

Anual
Nº de empleados con carnet del 0% de
Realizar chequeos médicos a
ministerio de salud /Nº de Carnet de salud enfermedades 150 Jefe de Planta
los empleados ene-16 empleados que trabajan ocupacionales

Cumplir con normas


Reformular sistema de bodega N/A Área de bodega/ N. de Representante
Registro fotográfico de almacenamiento- 100
de insumos químicos recipientes con insumo Legal
INEN

dic-15

Etiquetar las áreas de


N.A Áreas de productos químicos Manejar
almacenamiento de productos Representante
señalizadas/ áreas totales de Registro fotográfico adecuadamente los 50
químicos de acuerdo a la Norma Legal
almacenamiento de PQ productos químicos
NTE INEN 2288:2000
nov-15

Gestionar
adecuadamente
Completar la señalética de Una sola vez N.de pictogramas/N. pictogramas Representante
Registro fotográfico áreas de operación 100
seguridad requridos Legal
respecto de
seguridad

dic-15

224
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Mantener vigente y aprobado en


el Ministerio de Relaciones
Laborales el Reglamento Interno Anual Etapa del proceso / Reglamento Reglamento interno Reglamento vigente Representante
de Seguridad Industrial, Salud 150
interno de seguridad vigente vigente y aprobado Legal
Ocupacional e Higiene de
acuerdo a lo que establece el
Decreto Ejecutivo 2393 ene-16

Sistema de seguridad de Mantener al alcance Representante


dic-15 Area de trabajo de la empresa Registro fotografico 500
duchas y lava ojos de los trabajadores Legal

Subtotal 1250

4.9 PROGRAMA DE RELACIONES COMUNITARIAS

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Realizar una reunión taller con


los propietarios y/o
representantes de terrenos y
empresas que se encuentran en
el área de influencia directa del
proyecto, para difundir el plan
de manejo ambiental, además Una sola vez en Mantener buenas
Asistentes a la reunión/
de aclarar dudas que se puedan la difusión Acta de reunión relaciones con la 0 Jefe de Planta
Asistentes invitados
presentar y así evitar cualquier pública comunidad
inconveniente que se pueda
presentar principalmente en las
etapas de construcción,
operación y mantenimiento de la
planta de tratamiento de
descargas líquidas.

Permitir la entrada a sus


instalaciones, en caso de que la
Mantener buenas
comunidad o la autoridad Cuando se Asistentes a la reunión/
Solicitud de ingreso relaciones con la 0 Jefe de Planta
ambiental lo requiera, previo el requiera Asistentes invitados
comunidad
ingreso de una solicitud para el
efecto.

225
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Tomar en cuenta las


recomendaciones y Nº de recomendaciones tomadas Mantener buenas
Cuando se
observaciones de la comunidad en cuenta/Nº de Registro relaciones con la 100 Jefe de Planta
requiera
a fin de mejorar la gestión recomendaciones receptadas comunidad
ambiental de la empresa

Subtotal 100

4.10 PROGRAMA DE CAPACITACION

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

100% del personal


Capacitar al personal delegado
delegado
en la identificación y prevención Capacitaciones realizadas/
Certificados capacitado en 80 Jefe de Planta
de riesgos y uso adecuado del capacitaciones planificadas
riesgos y el uso
equipo de protección personal
adecuado del EPP

Cuando se
requiera

100% del personal


Realizar eventos de
capacitado en
capacitación relacionados con Capacitaciones realizadas/
registros manejo de residuos 80 Jefe de Planta
manejo de residuos reciclables y capacitaciones planificadas
reciclables y
peligrosos
peligrosos

Mantener un archivo con los Anual 100% de eventos


Nº de capacitaciones con
documentos que respalden la realizados cuentan
respaldo/Nº de capacitaciones Archivo 0 Jefe de Planta
realización de eventos de ene-16 con documentos de
realizadas
capacitación respaldo

226
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Realizar eventos de 100% del personal


capacitación relacionados con Anual capacitado en
Capacitaciones realizadas/
manejo adecuado de sustancias Registro manejo de 0 Jefe de Planta
capacitaciones planificadas
químicas peligrosas (Hojas de sustancias químicas
Seguridad) peligrosas
ene-16

100% del personal


Realizar eventos de capacitado en
capacitación relacionados con Capacitaciones realizadas/ manejo de
Anual Registro 60 Jefe de Planta
manejo de extintores y capacitaciones planificadas extintores y
simulacros de evacuación evacuación ante un
siniestro

Evitar el
mantenimiento
Mantenimiento preventivo de Capacitaciones realizadas/ Registro de asistencia correctivo de
ene-16 100 Jefe de Planta
equipos y maquinaria (anual) capacitaciones planificadas Evaluaciones equipos y
maquinarias, y el
paro de producción

Subtotal 320

227
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.11 Plan de seguimiento de las actividades propuestas en el Plan de Manejo Ambiental

METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)
Designación del responsable N.A. Designar a un
interno del seguimiento al Plan n/a Carta de designación Responsable de la 0 Jefe de Planta
de Manejo Ambiental. ENER.2016 actividad

Conocer el avance
Semestrales Encargado del
Realizar auditorías ambientales Nº de auditorías realizados/Nº de en el cumplimiento
Informe de Auditoría 0 Seguimiento al
internas semestrales. auditorías previstos de actividades
PMA
propuestas

Jun-16

Reuniones cuadrimestrales de
Conocer el avance
seguimiento y evaluación de Cutrimesrales Encargado del
Nº de auditorías realizados/Nº de en el cumplimiento
indicadores en las que Acta de reunión 0 Seguimiento al
auditorías previstos de actividades
participarán el encargado del PMA
propuestas
seguimiento feb-15

Tomar acciones correctivas en


Nº de acciones correctivas Levantar los Encargado del
caso de que existan Cuando se
implementadas/Nº de Registro fotográfico incumplimientos 200 Seguimiento al
incumplimientos al Plan de requiera
incumplimientos al PMA detectados PMA
Manejo Ambiental

Comunicar los cambios en los


procesos, salida de operación
de maquinaria, adquisición de
maquinaria, construcción de Cumplir con los Encargado del
Cuando se Cambios comunicados/ Cambios Comunicaciones
nuevas áreas y redistribución a cambios 0 Seguimiento al
requiera realizados. realizadas
la autoridad ambiental de programados PMA
control, cuando estos cambios
vayan a ocurrir
progresivamente.

Subtotal 200

228
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

4.12 PLAN DE RETIRO Y ABANDONO


METAS
DESCRIPCIÓN DEL MEDIO DE RESPONSABLE
ACTIVIDADES FRECUENCIA (Resultados COSTO
INDICADOR VERIFICACIÓN DE LA ACTIVIDAD
esperados)

Comunicar a la autoridad
Comunicaciones
ambiental de aplicación Cuando se Cumplir con la Representante
planificadas/comunicaciones Comunicado 0
responsable (AAr) de la requiera ejecución del Plan. Legal
realizadas
ejecución del Plan.

Aplicar
Desmontar, trasladar y proteger Cuando se Actividades por ejecutar/ Representante
R. fotográfico correctamente el 200
todas las estructuras. requiera actividades ejecutadas Legal
Plan de Abandono

Limpiar el sitio a un nivel que Limpiar el área sin


Cuando se Representante
proporcione protección Área restaurada/Área Total R. fotográfico dejar pasivos 200
requiera Legal
ambiental a largo plazo. ambientales

Restaurar las áreas Cuando se Restaurar las áreas Representante


Área restaurada/ área total R. fotográfico 400
intervenidas. requiera afectadas. Legal

Gestionar adecuadamente los


pasivos ambientales que Cuando se Pasivos gestionados / Pasivos Eliminar pasivos Representante
R. fotográfico 300
podrían generarse del cierre y requiera existentes ambientales Legal
abandono.

Presentar el informe de Cierre y


Cuando se Nº de Informe presentados /Nº de Informe de cierre y Representante
Abandono a la Autoridad Cumplir con el PMA 0
requiera informes requeridos abandono Legal
Ambiental competente

1100

TOTAL USD 6020

REPRESENTANTE LEGAL
ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

229
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Tabla 10-17 Comparativo de costos por programa

PROGRAMA COSTO
4.1 PROGRAMA DE PREVENCIÓN Y REDUCCIÓN DE
LA CONTAMINACIÓN
4.1.1 Emisiones gaseosas de fuentes fijas de
300
combustión y de procesos
4.1.2 Descarga líquidas residuales no domésticas 1050
4.2 PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS,
300
DESECHOS SÓLIDOS NO DOMÉSTICOS
4.3 Manejo de Desechos Peligrosos 200
4.4 Manejo de Desechos No Peligrosos 0
4.5 PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A
240
EMERGENCIAS AMBIENTALES
4.6 Programa de Rehabilitación de Áreas Afectadas 0
4.7 Programa de monitoreo ambiental 960
4.8 PROGRAMA DE SEGURIDAD INDUSTRIAL Y
1250
SALUD OCUPACIONAL
4.9 PROGRAMA DE RELACIONES COMUNITARIAS 100

4.10 PROGRAMA DE CAPACITACION 320

4.11 Plan de seguimiento de las actividades


propuestas en el Plan de Manejo Ambiental 200
4.12 PLAN DE RETIRO Y ABANDONO 1100
TOTAL (USD) 6020

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

230
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Ilustración 10-2 Resumen de costos PMA

COSTO DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL POR


PROGRAMA
1400

1200

1000

800

600

400

200

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

231
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Capítulo IX

11. CRONOGRAMA VALORADO PMA CURTIDURÍA SAN VICENTE


Tabla 11-1 CRONOGRAMA VALORADO PLAN DE MANEJO AMBIENTAL CURTIDURÍA SAN VICENTE

CRONOGRAMA VALORADO DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTA DE CURTIEMBRE"CURTIDURIA SAN VICENTE"


1. DATOS GENERALES DEL REGULADO
1.1 Razón social: CURTIEMBRE "CURTIDURIA SAN VICENTE" SR. EFRAIN LLAMBO
1.2 e-mail:
2. DATOS GENERALES DEL CONSULTOR AMBIENTAL QUE PREPARÓ el EsIA Y PMA
2.1 Código: MAE-591-CI 2.2 Razón Social: WILSON FABIAN CULQUI NINACURI
1802310431

CRONOGRAMA VALORADO DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL(PMA). APARTIR DE LA APROBACION DEL ESTUDIO

MES 1 MES 2 MES 3 MES 4 MES 5 MES 6 MES 7 MES 8 MES 9 MES 10 MES 11 MES 12 Presupuesto

PROGRAMA DE PREVENCIÓN Y REDUCCIÓN DE LA CONTAMINACIÓN


Emisiones gaseosas de fuentes fijas de combustión y de procesos X 300
Descarga líquidas residuales no domésticas X 1050
PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS, DESECHOS SÓLIDOS NO
300
DOMÉSTICOS x
Manejo de Desechos Peligrosos x 200
Manejo de Desechos No Peligrosos x 0
PLAN DE CONTINGENCIAS Y ATENCIÓN A EMERGENCIAS
240
AMBIENTALES x
Programa de Rehabilitación de Áreas Afectadas x 0
Programa de monitoreo ambiental x 960
PROGRAMA DE SEGURIDAD INDUSTRIAL Y SALUD OCUPACIONAL x x 1250
PROGRAMA DE RELACIONES COMUNITARIAS 100
PROGRAMA DE CAPACITACION x 320
Plan de seguimiento de las actividades propuestas en el Plan de Manejo
200
Ambiental x x x
PLAN DE RETIRO Y ABANDONO 1100
TOTAL SEIS MIL VEINTE DOLARES AMERICANOS 6020

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

232
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Capitulo X

12. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES


12.1 CONCLUSIONES

 Las actividades que generan impactos significativos negativos en las etapas de


Operación son: Etapa de Ribera con el lavado y remojo, pelambre y lavado de
pelambre, por la afectación al recurso agua; en la Etapa de Curtido con el desencalado,
lavado desencalado y curtido por la afectación al agua; en la Etapa de Pos curtido con
el rebajado (residuos peligrosos), neutralizado lavado neutralizado y Recurticion,
tintura y engrase, este último proceso por el material particulado que genera; en la
etapa de acabado sobresalen el lijado y pintado lacado por la emanación de material
particulado; y finalmente en operaciones logísticas la bodega de productos químicos y
mantenimiento por la generación de residuos peligrosos.

 Con el tratamiento primario se pretende alcanzar la eficiencia en el tratamiento de los


efluentes, lo cual es determinante para mitigar los impactos negativos, esto en cuanto
al tratamiento correctivo.

 Es necesario la aplicación de un programa de optimización de recursos será también


contundente para rebajar las cargas contaminantes, esto como un aspecto preventivo.

 La normativa legal vigente es muy exigente en cuanto a desechos peligrosos que se


generan en la industria curtidora.

 La empresa tiene que destinar recursos significativos en cuanto a documentación,


control, implementación y seguimiento que son solventados por el presupuesto de la
empresa.

 El presente estudio estipula un Plan de Acción tal como lo dicta la normativa legal que
tiene que ser cumplido en tres mases como plazo máximo.

 El Plan de Manejo se ha diseñado para que adopten medidas correctivas y controles


necesarios para la minimización de los impactos ambientales.

 La capacitación permanente del personal que labora en la empresa es prioritaria, en el


cronograma de cumplimiento especialmente en medidas de seguridad industrial,
manejo de productos químicos y capacitación ambiental.

 Es necesario disminuir los costos, usando más eficientemente la energía y los otros
recursos (agua).

 Mejoramiento de seguridad laboral y salud ocupacional con la dotación de los Equipos


de Protección Personal (EPP).

233
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

12.2 RECOMENDACIONES:

Se recomienda ejecutar lo siguiente en todas las áreas de la curtiduría:


 Mejorar calidad de proceso aumentando la eficiencia.

 Disminuir los costos, usando más eficientemente la energía y los otros recursos (agua).

 Mejoramiento de seguridad laboral y salud ocupacional.

 Descarga las aguas residuales a la planta de tratamiento.

 Mejorar el sistema de recolección y disposición final de los desechos comunes y


peligrosos.

 Entregar los residuos peligrosos a la unidad de Gestión Integral de Desechos Sólidos.

 Continuar con el uso obligatorio de los Equipos de protección personal.

 Realizar un simulacro de incendio con el cuerpo de bomberos del Cantón Ambato.

 Realizar permanentemente los programas de capacitación enunciados.

 Realizar un chequeo médico del personal que labora en la curtiduría.

 Descarga las aguas residuales a la planta de tratamiento y optimizar su operación.

 Completar la señalética en las diferentes áreas de proceso de la curtiduría.

 Cumplir con la norma establecida en cuanto al manejo adecuado de sustancias


peligrosas en bodegas.

 Ubicar en un lugar adecuado y con las medidas de seguridad acorde a la norma el


Transformador dieléctrico fuera de las bodegas.

234
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

13. DATOS Y FIRMAS DEL EQUIPO CONSULTOR

13.1 CERTIFICADO DE CALIFICACIÓN DE CONSULTOR INDIVIDUAL

235
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

13.2 FIRMAS Y RESPONSABILIDADES DEL EQUIPO CONSULTOR

INFORMACION DEL EQUIPO CONSULTOR


EQUIPO CONSULTOR Y REGISTRO Nro.: MAE-591-CI con CATEGORIA “A”
TECNICO NOMBRE FIRMA
CONSULTOR LIDER: Wilson Fabián Culqui
MSc Ciencias de la Ninacuri
Ingeniería y Gestión Senescyt:
Ambiental, Ing. Civil; 1010-09-690140
especialidad Hidráulica – 1010-02-139760
Sanitaria.
Coordinación del EsIA. Ex
Post-Plan de Manejo
Egdo. Ing. Ambiental. Wilmer Javier Tingo Cali
Apoyo Técnico. 0604351189
Manejo de información Email:
Análisis de información javiertingo@yahoo.es
Redacción de documentos
Ingeniero Químico Marco Lenín Ruano Osejos
Descripción del proceso Senescyt:
Optimización del proceso 1005-08-825734
Medidas Ambientales Email:
Preventivas y correctivas maleruos@hotmail.com
Plan de Manejo Cel:0998226599

Ingeniero Industrial Freddy Marcelo Culqui


Cartografía Ninacuri
Plan de Seguridad Senescyt:
Industrial 1045-11-1092800
Economista Liliana Edith Culqui Ninacuri
Contabilidad Senescyt:
Valoración de Impactos 1010-11-1089240
Negativos
Licenciada en Ciencias de la Hilda Mardela Flores
Educación Gancino
Sociabilización del EsIA Ex Senescyt:
Post 1010-10-1029658
Encuestas en la zona de
influencia
DIRECCIÓN Calle José de Villamil Nro. 10 y Batalla de Pichincha
TELEFAX 032 40 86 44
E-MAIL wculqui_ec @yahoo.com

236
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

13.3 CÉDULA DE IDENTIDAD Y PAPELETA DE VOTACIÓN

13.3.1 Ing. Wilson Culqui

11.3.1 Egdo. Ing. Javier Tingo

237
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SAN VICENTE

13.3.2 Ing. Marco Ruano

13.3.3 Ing. Freddy Culqui

238
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SAN VICENTE

13.3.4 Eco. Liliana Culqui

13.3.5 Lda. Hilda Flores

239
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

CAPITULO XII

14. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Contendrá todas las fuentes de información utilizadas para el levantamiento de la información


secundaria, tales como:

1. TUNGURAHUA EN CIFRAS (2011), H. Consejo Provincial de Tungurahua, Instituto


Nacional de Estadísticas y Censos.

2. ESTUDIOS DE IMPACTO AMBIENTAL, Guía metodológica, Héctor Alfonso Rodríguez


Díaz, República, febrero de 2005.

3. MANUAL DE REFERENCIA DE LA INGENIERÍA MEDIOAMBIENTAL, Robert A. Corbitt,


McGRAW-HILL/INTERAMERICANA DE ESPAÑA, S.A.U., 2003.

4. INTRODUCCIÓN A LOS MÉTODOS DE EVALUACIÓN DE IMPACTOS AMBIENTALES,


Programa de Asesoría Ambiental para la Región Andina, Septiembre de 1991.

5. ACUERDO MINISTERIAL 028, del 13 de Febrero del 2015 del Ministerio del Ambiente.

6. EV. CONESA FDEZ – VITORA.- 1997. Guía Metodológica para la Evaluación del Impacto
Ambiental, Tercera Edición Mundi - Prensa de España.

7. CAÑADAS-CRUZ L., 1983. El Mapa Bioclimático y Ecológico del Ecuador. Publicado por el
Instituto Geográfico Militar, Quito - Ecuador.

8. UNACH, 2000. Maestría en Administración Ambiental. Módulo: “Contaminación de


Aguas”.

9. INEC, VI Censo de Población y V de Vivienda 2010, Resultados Definitivos. Instituto


Nacional de Estadística y Censos. Ecuador.

10. LAGREGA, Michael D., Phillip L. Buckingham & Jeffrey C. Evans, 1994. Hazardous Waste
Management, USA.

11. METCALF & EDDY, 1995. Ingeniería de Aguas Residuales. Volumen I, Tratamiento, Vertido y
Reutilización. Tercera Edición (Primera en Español), McGraw Hill.

12. REPÚBLICA DEL ECUADOR. Texto Unificado de la Legislación Secundaria del Ministerio del
Ambiente. Decreto Ejecutivo 3399 en Registro Oficial 725, Diciembre 16, 2002; y Decreto
Ejecutivo 3516 R. O. Edición Especial N° 2, Marzo 31, 2003.

240
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

13. TCHOBANOGLOUS, G., H. THEISEN, S. VIGIL, 1994. Gestión Integral de Residuos Sólidos.
Primera edición español. McGraw-Hill/Interamericana de España S. A.

14. U. S. Environmental Protection Agency. 1994. Standards for the Disposal of Sewage Sludge;
Proposed Rules 40 CFR Part 503. Update July 2002.

15. Anuarios meteorológicos e hidrológicos del Instituto Nacional de Meteorología e


Hidrología INAMHI. Se consultarán datos meteorológicos disponibles también en el
INOCAR. L. (1983). El Mapa Bioclimático y Ecológico del Ecuador, MAGPRONAREG, Quito,
Ecuador.

16. Manual para Usuarios del Instructivo para el Subsistema de Evaluación de Impactos
Ambientales, Dirección de Prevención de la Contaminación, Subsecretaría de Calidad
Ambiental, Ministerio del Ambiente, Ecuador, 2009.

17. Ministerio del Ambiente, 2003. Texto Unificado de la Legislación Ambiental. Norma
Técnica de Límites Permisibles de Niveles de Ruido Ambiente para Fuentes Fijas y Fuentes
Móviles, y para Vibraciones Libro VI. Anexo 5.

18. Ministerio del Ambiente, 2003. Texto Unificado de la Legislación Ambiental. Norma de
Calidad Ambiental para el Manejo y Disposición Final de Desechos Sólidos No Peligrosos.
Libro VI. Anexo 6, Tema 4.

19. Ministerio del Ambiente, 2003. Texto Unificado de la Legislación Ambiental. Reglamento
para la Prevención y Control de la Contaminación por Desechos Peligrosos, Capítulo I,
Disposiciones Generales, Sección I, Glosario de Términos, articulo 151. Libro VI, De la
calidad Ambiental, Titulo V.

20. Organización Internacional del Trabajo OIT. 1998. Enciclopedia de Salud y Seguridad en el
Trabajo. Ministerio de Trabajo y Asuntos Sociales Subdirección General de Publicaciones,
Tercera Edición en Español. Madrid – España.

21. GUÍA TÉCNICA DE PRODUCCIÓN MÁS LIMPIA PARA CURTIEMBRES, ELABORADO CENTRO
DE PROMOCIÓN DE TECNOLOGÍAS SOSTENIBLES CPTS BOLIVIA Febrero de 2003

241
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Capitulo XI

15. ANEXOS
15.1 TÉRMINOS DE REFERENCIA APROBADOS.

242
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15.2 CERTIFICADO DE INTERSECCIÓN

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244
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15.3 PERMISO AMBIENTAL DE FUNCIONAMIENTO

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15.4 PERMISO MUNICIPAL CUERPO DE BOMBEROS

246
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15.5 CERTIFICADO DE USO DE SUELO

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15.6 ANÁLISIS FÍSICO – QUÍMICOS


15.6.1 Análisis 25 de Mayo de 2012

249
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250
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15.6.2 Análisis 13 de Junio de 2012 Teñido Boca de bombo

251
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15.6.3 Análisis 13 de Junio de 2012 Curtido boca de bombo

253
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254
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15.6.4 Análisis 08 de Noviembre de 2013

255
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15.6.5 Análisis 30 de Abril de 2013

257
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15.6.6 Análisis 30 de Abril de 2014

258
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15.6.7 Análisis 14 de Noviembre de 2014

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15.6.8 Análisis 28 de Abril de 2015

260
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15.7 PERMISO EMPRESA MUNICIPAL DE GESTIÓN INTEGRAL DE DESECHOS


SÓLIDOS GIDSA.

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15.8 PAGO DE ENERGÍA ELÉCTRICA JUNIO 2015

263
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15.9 HOJAS DE SEGURIDAD

HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

ACIDO FORMICO 85 %

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265
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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

EXTRACTO DE MIMOSA

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

METABISULFITO DE SODIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

SULFATO DE ALUMINIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

SULFURO DE SODIO NONAHIDRATADO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

ACIDO SULFIRICO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

BICARBONATO DE SODIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

CARBONATO DE SODIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

DILUYENTE

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

DIOXIDO DE TITANIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

HIPOCLORITO DE CALCIO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

ALCOHOL ISOPPROPILICO

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HOJA DE DATOS DE SEGURIDAD

SALCROMO M33

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15.10 RECIBO DE PAGO DE AGUA INDUSTRIAL

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16. FUNDAMENTOS-TRATAMIENTO PRIMARIO DE AGUAS RESIDUALES


DE CURTIEMBRE SAN VICENTE

16.1 OBJETIVO:
Separar el gran exceso de sólidos totales, DQO, DBO, Cr, sulfuros , aceites y grasas
entre los más determinantes, mediante tratamiento primario para disminuir la carga
contaminante en las aguas residuales

16.2 BASES PARA EL DISEÑO.


En el tratamiento primario se elimina una fracción de los sólidos suspendidos y la
materia organiza del agua residual. Esta eliminación suele llevarse a cabo mediante
operaciones físicas y/o químicas tales como el tamizado y la sedimentación u otros
procesos en los que la DBO5 de las aguas residuales se reduzca por lo menos en un
20% antes del vertido y el total de sólidos en suspensión se reduzca por lo menos en
un 50%.El efluente del tratamiento primario suele contener una cantidad considerable
de materia orgánica y una DBO alta.
Es muy generalizado para pequeñas curtiembres aplicar el método de separación de
efluentes, alcalinos (ribera incluido desencale) y ácidos (desde piquelado hasta post-
curtido), que es lo que se pretende aplicar en CURTIEMBRE SAN VICENTE tomando
en cuenta la viabilidad técnica y los recursos disponibles.
Las descargas alcalinas, luego de aplicar el sistema de separación de pelo y
eventualmente reciclaje de baño de pelambre, son conducidas inmediatamente a
cribado, tamizado y retención de sólidos sedimentables, para luego homogenizarlas y
airearlas (eventualmente reciclarlas al próximo pelambre), una vez que aireadas, están
listas para precipitar proteínas mediante la mezcla con el sobrenadante ácido
proveniente de la precipitación de cromo. Los lodos de sedimentación y los del lodo de
cromo serán deshidratados al ambiente.
Se tomó en cuenta datos de producción, como formulaciones, consumos específicos,
descargas, para realizar el correspondiente balance de masas.
Las características del terreno y extensión disponible para el tratamiento, determinarán
el proceso a escoger.
Se consideró los resultados de los análisis físico-químicos tanto a pie de bombo como
al final del tubo.

16.3 SEPARACIÓN DE DESCARGAS LÍQUIDAS, ÁCIDAS Y ALCALINAS


Las descargas, proveniente de los bombos de recurtición tintura y engrase, más las
de curtido de la descarga (excepto del desencale) constituyen las descargas ácidas;
las provenientes de la parte de ribera (más las de desencale del bombo de curtido)
son las descargas líquidas alcalinas.

305
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ILUSTRACIÓN 16-1 LINEA DE AGUA

AL
ALCANTARILLADO
SITIO DE AFORO

FLUJO DE AGUA
CURTIDURÍA SAN VICENTE

CALERO 1

CALERO 2

CALERO 3

DESHIDRATA
CIÓN DE
LODOS
HOMOGENIZACIÓN
AIREACIÓN

REJILLAS,TAMIZ
Y TRAMPA DE
LODOS

BOMBO 1
BOMBO 2
PELAMBRE
PELAMBRE
1300 KG
1500 KG
CURTIDO
1300KG

BOMBO 3

CALEN CURTIDO
TADOR 500 KG

BOMBO 4
ENTRADA RESERVORIO RESERVORIO RESERVORIO RESERVORIO
DE AGUA DE AGUA 1 DE AGUA 2 DE AGUA 3 DE AGUA 4 TEÑIDO
250 KG

FUENTE: EQUIPO CONSULT

306
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16.4 PELAMBRE CON RECUPERACIÓN DE PELO Y RECICLAJE DEL LÍQUIDO


FILTRADO
El pelambre con recuperación de pelo impone la separación de este in situ, al
momento de comenzar a aflojar el pelo, se coloca la tapa de huecos y con el bombo
en movimiento la descarga a nivel de piso es filtrada por una malla plástica dispuesta a
la entrada del reservorio de contención de descarga, sin pelos se envía mediante
bombeo (1 Hp, 2 plg.) y por el eje del bombo, para completar el ciclo de separación de
pelo.
ILUSTRACIÓN 16-2

FUENTE: EQUIPO CONSULTOR

COMPONENTES
1 Malla para retención de pelo extraído
2 Poso de recolección de filtrado
3 Tubería de retorno de líquido filtrado mediante bombeo
4 Bomba de 1 Hp, tubería de 2 pulgadas de diámetro.

1.5 CRIBADO Y TAMIZADO


Los volúmenes de descarga tanto de aguas residuales ácidas como alcalinas son
intermitentes, lo que permite que los canales de tamizado tengan tiempos de retención
manejables. Pueden usarse tamices de limpieza manual que consisten en rejas,
inclinadas unos 600 respecto de la horizontal colocadas en las canaletas de
evacuación y posterior transporte al siguiente paso de tratamiento. Se colocara los
tamices de manera secuencial para detener sólidos de 30 mm y 5mm
respectivamente, tanto para descargas ácidas como alcalinas..
Este paso es muy importante para garantizar éxito en los próximos pasos, separando
del efluente materiales groseros que por su naturaleza y tamaño crearían desgastes

307
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en bombas u obstrucciones en tubos, antes de comenzar el tratamiento propiamente


dicho.
La ilustración muestra la correcta disposición de rejas convencionales para gruesos,
eventualmente para medios y para finos con la regulación de espacios entre rejas para
cada caso.

ILUSTRACIÓN 16-3REJAS

FLUJO DEL
EFLUENTE

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

16.5 SEPARACIÓN DE GRASA


Las aguas tamizadas alcalinas es necesario someterlas a una trampa de grasas en
proporción de medidas 1/3/1 o 1/2/1, en esta instancia se aprovecha la tendencia que
tienen las grasas y aceites a flotar, por lo tanto entubando la entrada unos 15 cm del
fondo de la trampa, con un deflector en el medio, lograremos el objetivo, la grasa
separada debe disponerse con los residuos del descarnado. La presencia de grasa en
los posteriores pasos de tratamiento dificultara la sedimentación de sólidos.

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ILUSTRACIÓN 16-4ESQUEMA DE UNA TRAMPA DE GRASAS.

ILUSTRACIÓN 16-5 VISTA ISOMÉTRICS DE UNA TRAMPA DE GRASAS

ELABORADO: EQUIPO CONSULTOR

DISEÑO TRAMPA DE GRASAS

h1 = 1/4 a 1/8 de h h2 = 1/1.2 a 1/1.5 de h

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16.6 BALANCE DE MASAS


Ilustración 16-6 BALANCE DE MASAS

AFECTACIÓN AL
ENTRADAS PROCESO SALIDAS
AMBIENTE
BASE DE CÁLCULO Y FORMULACIÓN

PIEL SALADA 7700 Kg PIEL SALADA 7700 Kg

RUIDO
SUELO
RECORTES DE NO

AGUA
AIRE
APROVECHABLES
RECEPCIÓN DE PIELES

RECEPCIÓN DE PIELES 308 Kg


BASE DE CÁLCULO: PIEL SALADA PIELES 350 UN SAL 346.5 kg
7700 Kg PESO POR PIEL 22 Kg

PIEL SALADA 7700 Kg PIEL LAV-REMOJADA 8369.1 Kg


AGUA 80 % AGUA 6160 Kg AGUA RESIDUAL 4564.6 Kg
0.3 % TENSOACTIVO 23.1 53.9 Kg LAVADO REMOJO
0.3 % BACTERICIDA 23.1

0.1 % ENZIMA DE REMOJO 7.7

PIEL LAV-REMOJADA 8369.13 Kg PIEL PELAMBRADA 10105.7 Kg


AGUA 80 % AGUA 6160 Kg PELAMBRE AGUA RESIDUAL 5236.0 Kg
0.2 DEPILANTE 15.4
1.5 SULFURO 115.5 400.4 Kg
3.5 CAL 269.5

PIEL PELAMBRADA 10105.7 Kg PIEL PELAMBRADA-L 10044.1 Kg


AGUA 100 % AGUA 7700 Kg LAVADO DE PELAMBRE AGUA RESIDUAL 7762.4 Kg
PELOS 70% HUMEDAD 770.0 Kg 10 %

PIEL PELAMBRADA-L
10044.1 Kg PIEL DESCARNADA 9541.9 Kg
DESCARNADO CARNAZA 80 % H 502.2 Kg
AGUA 5% AGUA 385 Kg AGUA RESIDUAL 385.0 kG
ETAPA DE RIBERA

PIEL DESCARNADA 9541.9 Kg PIEL DIVIDIDA- FLOR 6117.3 Kg


AGUA 385 Kg DIVIDIDO (3mm) DESCARNE-SUBPRODUCTO 3424.6 Kg
AGUA 5% AGUA RESIDUAL 385.0 Kg

BASE DE CÁLCULO:PIEL DIVIDIDA-FLOR

6117 Kg PIEL DIVIDIDA-FLOR 6117.3 Kg PIEL DESENCALADA 4098.6 Kg


AGUA 80 % AGUA 4893.8 Kg AGUA RESIDUAL 5872.6 Kg

SULFATO DE AMONIO 1.8 % SULFATO DE AMONIO 110.11


DESENCALADO
BISULFITO DE SODIO 0.1 % BISULFITO DE SODIO 6.1173 128.5 Kg
TENSOACTIVO
0.2 % TENSOACTIVO 12.235

PIEL DESENCALADA 4098.6 Kg PIEL PURGADA 4098.6 Kg

AGUA 60 % AGUA 6117.3 Kg PURGA AGUA RESIDUAL 6136.3 Kg


PURGA 0.2 % PURGA 12.235 12.2 Kg

PIEL PURGADA 4098.6 Kg PIEL PURG-LAV 4098.6 Kg


AGUA 200 % AGUA 12234.6 Kg LAVADO AGUA RESIDUAL 12272.5

PIEL PURG-LAV 4098.6 Kg PIEL PIQUELADA 3951.0 Kg


AGUA 40 % AGUA 2446.9 Kg AGUA RESIDUAL 0.0 Kg
PIQUELADO
SAL 6% SAL 367.04 489.4 Kg
A, FORMICO 2% ACD. FÓRMICO 122.35

PIEL PIQUELADA 3951.0 Kg CUERO CURTIDO 5000.3 Kg


CURTICIÓN y
AGUA 0 Kg AGUA RESIDUAL 4832.1 Kg
BASIFICADO
CROMO 6% CROMO 367.04 385.4 Kg
BASFICANTE 0.3 % BASIFICANTE 18.352
ETAPA DE CURTIDO

CUERO CURTIDO 5000.3 Kg CUERO CURTIDO-LAV 4984.8 Kg

LAVADO
AGUA 0% AGUA 0.0 Kg AGUA RESIDUAL 0.0 Kg

CUERO CURTIDO-LAV 4984.8 Kg WET BLUE ESCURRIDO 2990.9 Kg


AGUA 0% AGUA 0.0 Kg ESCURRIDO U OREADO AGUA RESIDUAL 1495.4 Kg

WET BLUE ESCURRIDO 2990.9 Kg WET BLUE (1,6 mm) 2691.8 Kg


REBAJADO Y
DESORILLADO VIRUTA DE REBAJADO 179.5 Kg
RECORTES 115.5 Kg

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BASE DE CÁLCULO:WET BLUE


REBAJADO
2691.78 Kg

LAVADO
WET BLUE 2691.8 Kg WET BLUE LAVADO 3752.3 Kg
AGUA 100 % AGUA 2961.0 Kg AGUA RESIDUAL 1788.4 Kg
AC FORMICO 0.2 % ACD FÓRMICO 5.4 Kg

WET BLUE LAVADO 3752.3 Kg RECURTIDO WET BLUE RECURTIDO 3789.9 Kg


AGUA 80 % AGUA 2153.4 Kg AGUA RESIDUAL 2228.8 Kg
CROMO 2% CROMO 53.836
RECURTIENTE 1 2% RECURTIENTE 1 26.918
FORMIATO 1% FORM DE SODIO 26.918 161.5 Kg
NEUTRALIZANTE 1.5 % NEUTRALIZANTE 40.377

GRASA 1 0.5 % GRASA 1 13.459

LAVADO DE RECURTIDO
WET BLUE RECURTIDO 3789.9 Kg WET BLUE RECURT-LAV 3797.4 Kg
AGUA 100 % AGUA 2691.8 Kg AGUA RESIDUAL 2697.2 Kg
ETAPA DE POST-CURTIDO

TEÑIDO ENGRASADO
WET BLUE RECURT-LAV 3797.4 Kg WET BLUE TEÑ-ENGR. 4120.2 Kg
AGUA 100 % AGUA 2691.8 Kg AGUA RESIDUAL 2422.6 Kg
DISPERSANTE 2% DISPERSANTE 53.836
ANILINA 2% ANILINA 53.836
RECURTIENTE 2 4% RECURTIENTE 2 107.67 471.1
RECURTIENTE 3 4% RECURTIENTE 3 107.67
RECURTIENTE 4 4% RECURTIENTE 4 107.67
EC FORMICO 1.5 % ACD FORMICO 40.377

LAVADO
WET BLUE TEÑ-ENGR. 4120.2 Kg CRUST HÚMEDO 4116.1 Kg
AGUA - % AGUA - Kg AGUA RESIDUAL 0.0 Kg

SECADO
CRUST HÚMEDO 4116.1 Kg CRUST 1646.4 Kg
VAPOR DE AGUA 2469.7 Kg

RECORTES SANEADO 385.0 Kg

CRUST
ACABADO

AGUA 4% AGUA 308 Kg POLVO DE ERMERILADO 77 Kg


ACABADO

AGUA 6% AGUA PARA LIMPIEZA 462 Kg AGUA DE LIMPIEZA 462 Kg

BALANCE PARA : 57750.6 lts CUERO ACABADO (Kg) TOTAL AGUA RESIDUAL 55609.2 AGUA "NEUTRAS"
CONSUMO DE AGUA lts
PIELES DE
350 2107.72 Kg DESCARNE-SUBPRODUCTO 3424.6 5026.6 lts
VACUNO
INSUMOS QUÍMICOS Kg

1184.4 AGUAS ALCALINAS


RESIDUOS SÓLIDOS 2157.7 Kg

38049.8 lts
VIRUTAS DE CROMO 179.5 Kg

RESIDUOS SÓLIDOS POR AGUAS ÁCIDAS


ENVASES 30.8 Kg

SE ESTIMA LA DENSIDAD DEL AGUA 1 gr/cm3 DESCARGA POR PIEL 12994.9 lts
TRABAJADA 158.88 lts

311
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Ilustración 16-7 RELACIÓN EN PORCENTAJE DE GENERACIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS

Ilustración 16-8 PORCENTAJE DE AGUAS RESIDUALES SEGÚN SU Ph

16.7 RETENCIÓN DE SÓLIDOS SEDIMENTABLES.


Codificamos los datos de la descarga de vertimientos que nos da el balance de masas
presentado, comparamos con la capacidad instalada en cuanto a bombos en cada uno
de los procesos (ribera, curtido, postcurtido y acabado) y calculamos cada uno de los
caudales de acuerdo a sus características (neutro, alcalino, ácido).

312
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16.8 DATOS Y CONSIDERACIONES DE DISEÑO

Tabla 2 DATOS Y CONSIDERACIONES DE DISEÑO

DATOS DE DISEÑO CONSIDERACIONES DE DISEÑO

PRODUCCIÓN
VELOCIDAD
TENOR DE SÓLIDOS MEDIA
FLUIDO
DECANTABLES (ml/l) TERMINAL
0 pieles ovinas/mes
(m/h)
350 pieles vacuno/mes
CONSUMO ESPECÍFICO (AGUA)
BAÑOS DE PELAMBRE 300 0.9
0.218 m3/pielvacuna cruda
DESCARGA ESPECÍFICA (AGUA RESIDUAL)
BAÑOS DE CURTIDO 50 0.4
0.208 m3 /pielvacuna cruda
DESCARGA ESPECÍFICA (AGUA RESIDUAL)OVINO
EFLUENTE HOMOGENIZADO 250 0,8
0.166 m3/piel ovina
DESCARGA MENSUAL
EFLUENTE FLOCULADO 120 1
72.8 m³
DESCARGA SEMANAL
18.2 m³

DIMENSIONES Y OBSERVACIONES
DESCARGA DIARIO
4 m³ *5 dias/semana, jornada semanal

CAUDAL MEDIO
*10horas, tiempo de descarga diaria
0.364 m³/h
*Considera aliviadero para tratar las aguas residuales en horas
0.101 lts/sg
lavorables,incluido un sistema de trampa de grasas
MEDIDAS TANQUE ALIVIADERO
* 30 % más de seguridad Requerimento
4.7 m³
MEDIDAS TANQUE HOMOGENIZADOR AIREADOR,
a b h Vair compresor de
tiempo de aireación 6 h, tubería de 1 pulg en forma
pistón 4Hp
de tridente con orificios de 1/4 mm cada 5 cm
1.5 1.5 2 5 m³
Bomba de 2Hp
Tanque cilíndrico en forma de vaso,
MEDIDAS TANQUE SEDIMENTADOR tiempo de 3 m³ tubería 2 pulg
en pvc existente en el medio
retención 3 horas de diámetro

capa de 10 cm
V lecho secado (tres de gravilla ,
MEDIDAS DEL LECHO DE SECADO DE LODOS, secado a b h
secciones) retorno del
hasta 50 % de humedad
lixiviado al
tratamiento
2 2 0.6 2.4 m³

313
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SAN VICENTE

16.9 EFICIENCIA ESPERADA DE MEDIDAS PREVENTIVAS Y TRATAMIENTO


PRIMARIO

Tabla 3 EFICIENCIA ESPERADA

TIPOS DE TRATAMIENTO % DE REDUCCIÓN ESPERADO

DBO SS COLOR CROMO SULFURO

SEPARACIÓN DE AGUAS
ALCALINAS Y ÁCIDAS
0 0 0 0 0

SEPARACIÓN DE MATERIAL
GRUESO
5 5-10 0 0 0

FILTRACIÓN DE PELOS,

TRAMPA DE GRASAS,

TRAMPA DE LODOS 25- 70- 5-10 ---- 5-20


60 80

HOMOGENIZACIÓN 0 0 0 5-10 0

AEREACION 50- ------- ------- ------- 95


60

PRECIPITACIÓN DE 29 51 ------ ------- 15-20


PROTEINAS

314
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
SAN VICENTE

Ilustración 16-9 RESULTADOS DE ANALISIS FÍSICO QUIMICOS

16.10 PROPUESTA GRAFICA DEL TRATAMIENTO PRIMARIO

Ilustración 16-10 VISTA SUPERIOR DE LA PROPUESTA

315
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316
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA SAN VICENTE

Ilustración 16-11 VISTA ISOMÉTRICA DE LA PROPUESTA

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Ilustración 16-12 DETALLE TRATAMIENTO PRIMARIO

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Ilustración 16-13 DETALLE HOMOGENIZADOR AIREADOR CLARIFICADOR

319
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Ilustración 16-14 FILTRO DE PELOS ARTESANAL PARA PELAMBRE Y RECICLO

320
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Ilustración 16-15 SISTEMA DE CLARIFICACIÓN

16.11 SITIO DE AFORO Y TOMA DE MUESTRAS

Ilustración 16-16 SITIO DE AFORO Y TOMA DE MUESTRAS

321
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16.12 GUÍA DE BUENAS PRÁCTICAS PARA CURTIEMBRE SAN VICENTE.

OPERACIÓN INSTRUCCIONES

Descargar las pieles en una zona sin desagües.


Seleccionar las pieles según su tamaño: pequeñas <21 kg,
medianas 21-28 Kg y grandes> 28 Kg.
Determinar un lugar específico para el almacenamiento que
garantice proteger la piel de: Humedad, químicos, daños
mecánicos; al igual que se garantice que el agua que escurre
(lixiviado) vaya al sistema de tratamiento de aguas residuales de
remojo.
Almacenar ordenadamente, doblarlas por mitad y apilarlas sobre
estibas separando según la clasificación realizada.
Lavar las pieles frescas inmediatamente llegan a la empresa,
descarnar, someter a un proceso de desinfección ligero y enfriar
a unos 5°C. En este estado las pieles podrían ser procesadas
hasta una semana después.
De ser posible almacenar las pieles frescas con refrigeración, o si
se conservan a 10-15° C deberán procesarse al cabo de 24 horas
Recepción y como máximo.
almacenamiento Etiquetar las pieles almacenadas especificando: clasificación de
de las pieles, fecha de compra, cantidad y el nombre de quien la
pieles seleccionó.
Si las pieles se van a procesar después de algún tiempo, debe
someterse al salado para su preservación:
Tamaño adecuado del grano de sal: entre 1-3 mm
Lavar el piso, y cubrir este con una camada de sal.
Colocar primero una piel bien extendida con el pelo hacia abajo,
sobre la camada de sal. 1/2 a 1 kg de sal por el lado carne
Sobre esa piel se coloca una nueva camada de sal, que la cubra
por entero, y entonces se doblan las patas, la cabeza y el rabo
para adentro, para evitar que la sal de los bordes de la piel caiga.
Se continúa apilando, se recomienda apilar hasta llegar a una
altura de pila no mayor de 1,4 m.
El último cuero de la pila debe ser colocado con el pelo hacia
arriba y se cubre con una camada de sal, para que la pila quede
completa.
A 10 ° C, las pieles permanecen durante 3 meses apiladas sin

322
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degradación aparente alguna.

 De acuerdo con las características del producto a obtener,


seleccionar las pieles que se van a utilizar.

 Sacudir la mayor cantidad de sal posible, hasta que no


sea visible.

 Sacudido mecánico: Introducir durante 1-3 minutos la piel


en un fulón de malla girando a 3-4 revoluciones/min para
que la sal adherida a la piel se desprenda y recuperar una
determinada cantidad de sal.

Alistamiento  Sacudido manual: Entre 2 a 4 operarios sacudir las pieles


y/o barrerlas. Puede golpearse la piel en una mesa
desaladora.

 Recoger la sal asegurándose de mantenerla seca,


registrar peso

 Cortar colas y demás partes que no sirven para el curtido,


registrar peso

 Almacenar los subproductos para posterior valorización,


registrar peso

 Usar fulón de velocidad 3 – 4 rpm (revoluciones por


minuto) y las dimensiones de los tarugos internos guardan
relación con

 las dimensiones del fulón (Longitud: 1/8 de la longitud del


fulón y grosor: 1/6 de la longitud del tarugo: los insumos
químicos se

 absorben con mayor eficiencia.


Remojo con
lavado  Medir cuidadosamente el agua, si el agua es recirculada
verificar °Be <2, alcalinidad.
discontinuo e
insumos  Utilizar en preremojo el 100-50% medido, de agua de
biodegradables. flota, con tapa cerrada.

 Utilizar en remojo el 100-150% medido, de agua de flota,


con tapa cerrada.

 En el remojo adicionar bactericidas, tensoactivos


biodegradables y enzimas.

 Controlar pH menor de 10.5.

 Sacar algunas pieles del fulón y extenderlas en el suelo,

323
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para ver si el tacto es uniforme en toda la piel, observar


pelo brillante,

 sin grasa ni tierra; cortar trozos de las zonas más duras,


cuello y culata, para observar si el corte es uniforme o
presenta betas

no remojadas. La piel debe estar blanda, sin ser fofa, con un


grado de hinchamiento natural. A nivel analítico, determinando el
contenido total de nitrógeno del baño, se podría evaluar
eventuales pérdidas de materia piel.

 Azul de Timol en corte transversal: El color azul indica


penetración total del remojo, los tonos verdosos
demuestran una penetración todavía incompleta.

 Inmunización:

 Medir agua 100-150% flote.

 Agregar cal (1.5%) y otros insumos químicos (auxiliares,


aminas, tioglicoles, mercaptanos, enzimas.

 Rodar por máximo 60 minutos.

 Controlar corte violeta hasta la raíz de pelo con


fenolftaleína (pH).

 Depilación:

 Medir agua a flote corto de 20-30%.


Pelambre con  Agregar: Sulfhidrato de sodio (1%), rodar 30 min, Sulfuro
inmunización de de sodio (0.5 %).
pelo
 Filtrar pelo y recircular el baño 60 - 90 minutos.

 Medir densidad <2 °Bé.

 Medir temperatura < 28 ° C.

 Controlar la calidad del producto: hinchamiento de la piel,


más o menos turgente y la limpieza del lado de la flor, no
excesivamente hinchado y suficientemente depilado, de
manera que estén lisas, con pocas arrugas y que por
efecto de un suave rascado la raíz del pelo se elimine con
facilidad. No excesivamente hinchadas y suficientemente
depiladas, de manera que estén lisas, con pocas arrugas
y que por efecto de un suave rascado la raíz del pelo se
elimine con facilidad.

324
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 Medir 50 % Agua.

 Adicionar 2 % Cal y 0.09% Enzima comercial.

Encalado  Rodar 30 min / 30 min de reposo.

 Rodar 5 minutos. Cada hora hasta el día siguiente.

 Controles: pH 11.5 - 12.5 con hinchamiento.

 Recuperar trozos de piel en tripa y retal, realizar


Descarnado
tratamiento y valorización de las carnazas y sebo.

 Controlar el calibre del cuero de acuerdo con


Dividido y especificaciones técnicas del producto a obtener
rebajado

 La velocidad de rotación del fulón debe estar entre 6 y 8


rpm.

 Las adiciones de bisulfito de sodio deben ser menores


del 0,5%.

 Realizar el desencalado y purga en el mismo baño.

 Disminuir el consumo de agua en los lavados: se realizan


después de la purga con los fulones cerrados a 100 +
100%.
Desencalado y
 Enviar efluente al drenaje alcalino.
purga
 La temperatura de trabajo debe estar alrededor de 35 °
C, y se recomienda controlar el pH entre 8,5-9,0.

 Cortar trozos de las zonas duras y con fenolftaleína,


observar el grado de desencalado del corte de la piel. La
operación finaliza cuando el color sea blanco.

 Debe realizarse la prueba de huella para conocer el grado


de purga

 La velocidad de rotación del fulón debe estar entre 8 y 10


rpm

Piquelado  Previo a la adición del ácido piquelante, es necesario


controlar la salinidad del baño midiendo °Bé, debe estar
entre 6-7, así, se disminuye el hinchamiento de la piel.

 Se puede determinar la intensidad de penetración del

325
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
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ácido piquelante con verde de bromocresol. Una solución


al 0,1 % disuelta en alcohol al 50%, aplicado en el corte
de la piel. La operación finaliza al obtener una coloración
amarilla, si aparece una veta amarillo-verdosa o azulada
indica insuficiente penetración del ácido.

 La velocidad de rotación del fulón debe estar entre 8 y 10


rpm.

 Debe establecerse el porcentaje mínimo de agua a


consumir en el baño de curtido, es decir, debe hacerse un
control muy estricto de este volumen de agua, sin causar
daños ni operativos ni físicos. Con esto se busca
maximizar la concentración de cromo en el baño.

 Realizar la prueba de “temperatura de encogimiento de


cuero”, para minimizar, en lo posible, la cantidad de cromo
ofertado y favorecer el agotamiento de cromo.

 Al final de la operación el rango óptimo de pH es 3.8 –


4.2.

 En las primeras cuatro horas de la operación, en donde el


cromo ya ha penetrado en la piel, debe mantenerse la
temperatura ambiente. Luego, debe aumentarse
gradualmente hasta un rango de 35 – 40 ° C. Una
Curtido temperatura mayor puede causar daños en la piel.

 Debe adicionarse paulatinamente un basificante para


favorecer el aumento gradual de pH conforme disminuye
la concentración de cromo en el baño. Si no se controla,
se puede precipitar el cromo como hidróxido de cromo y
formarse manchas en la piel.

 A mayor tiempo de proceso, dentro del rango óptimo,


mayor fijación de cromo en el colágeno de la piel.

 El control final de la operación se hace mediante la


prueba de la ebullición. Se introduce un trozo de piel de la
culata y del cuello, de 10x10 cm, en agua hirviendo,
durante unos 2 minutos y se evalúa si hay encogimiento;
si no se produce, el grado de curtido es correcto.

 Analíticamente se puede determinar el contenido en


óxido de cromo en la piel y en el baño residual. Con el ello
se controla la cantidad de cromo fijado y el que se vierte
en el baño residual.

Neutralización y  La velocidad de rotación del fulón debe estar entre 14 y

326
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Recurtido 16 rpm

 Evaluar el grado de penetración del recurtiente en el


cuero y el agotamiento del baño. Ambos dependen de la
cantidad de producto que se emplea, debiendo ajustarse
la temperatura, la cantidad de baño y el tiempo de rodaje
para obtener el resultado deseado.

 Se sugiere el uso de bicarbonato de sodio, formiato de


sodio, acetato de sodio, entre otros. El uso de productos
con sales de amonio no es recomendable por el impacto
negativo que genera sobre el medio ambiente.

 Es recomendable usar polímeros acrílicos debido a que


ayudan a disminuir las pérdidas de cromo por lixiviación
en las operaciones de teñido y engrase.

 La velocidad de rotación del fulón debe estar entre 14 y


16 rpm.

 En la operación de teñido, los controles básicos a


efectuar son la intensidad, la penetración y la igualación.
El cuero debe tener un aspecto uniforme y sin manchas;
el baño debe estar agotado, de tal manera que, mojando
Teñido y Engrase un papel de filtro, aparezca una tonalidad tenue. Mantener
un pH bajo, no menor de 4, para asegurar un alto
agotamiento de los tintes.

 En el engrase, el control final se realiza observando que el


cuero no presente grasa en superficie que no haya sido
absorbida y que el baño residual tenga un buen
agotamiento.

 En la operación la velocidad del fulón debe estar entre 18


– 20 rpm (saranda)

 En esta fase los controles básicos son las temperaturas


de las máquinas, las velocidades y las presiones de
trabajo. Estos factores deben ajustarse a cada tipo de
cuero según el artículo a conseguir.
Acabado
 No es conveniente trabajar con exceso de temperatura y
presiones, puesto que el cuero pierde tacto y naturalidad.

 Debe realizarse la calibración en el cuello, falda y crupón.


Usar un calibrador con el brazo lo suficientemente largo
para poder medir en la mitad del cuero.

327
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 En cuanto al color se debe tener referencia del color del


lote y hacer comparaciones respecto a la muestra bajo luz
indirecta del sol sin paredes alrededor para no falsear la
comprobación. Es necesario distinguir el tipo de acabado
y no se puede hacer el mismo juicio para diferentes
terminaciones (anilina, semi anilina o pigmentada. Si se
trata de nubuck, afelpado, con pelo o lana se debe
analizar el color del casco y el de la lana.

 La homogeneidad del color se debe inspeccionar en la


superficie del cuero, entre las distintas unidades del lote.
En colores claros, si es necesario, se debe hacer un
ensayo rápido de solidez a la luz.

a. Establecer un programa de mantenimiento preventivo de la


maquinaria, especialmente de la descarnadora, la divididora y la
rebajadora, así como de las tuberías, válvulas, etc., para
contribuir a mejorar la calidad del producto y minimizar sus
pérdidas y la de los insumos.

b. Establecer un control de inventarios y registros de insumos,


residuos, productos semiacabados y productos acabados.

c. Solicitar a los proveedores fichas u hojas técnicas y hojas de


seguridad de los productos químicos, y colocarlas en lugares
accesibles de cada sección.

Generales
d. Establecer un control de consumos específicos (expresar, por
ejemplo, en kg de insumo por kg de piel fresca).

e. Establecer un sistema de recolección de derrames y su


disposición adecuada.

f. Instalar balanzas, medidores de agua y otros, para asegurar


una mayor exactitud en la aplicación de las recetas.

g. Evitar el uso de los rebajados de cuero como material de sello


o empaquetadura en las puertas de los fulones, porque los
rebajados pueden ser arrastrados al efluente y aumentar la
contaminación.

328
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
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h. Colocar tablones de madera o “pallets” sobre las carretillas, y


colocar, sobre éstas, las pieles para evitar que estén en el piso y
reducir, tanto el esfuerzo en el levantamiento de las pieles, como
el tiempo de traslado.

i. Contar con pisos planos y lisos en todos los ambientes de la


planta, para facilitar la limpieza de los pisos con escobas o
raspadores de goma.

j. Cubrir las canaletas y los tanques que se encuentran al ras del


piso, para facilitar el transporte con carretillas y evitar accidentes.

k. Almacenar en un ambiente separado la maquinaria,


herramientas y materiales que no están en uso para no dificultar
las operaciones de producción y limpieza.

l. Colectar aceites y grasas provenientes de la lubricación de los


engranajes de los fulones para reutilizarlos.

329
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
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16.13 PROPUESTA DE PLAN DE ACCIÓN MEDIDAS PREVENTIVAS Y


CORRECTIVAS
Tabla 16-4 PROPUESTA DE PLAN DE ACCIÓN MEDIDAS PREVENTIVAS Y CORRECTIVAS

PROPUESTA DE PLAN DE ACCIÓN PARA MEDIDAS PREVENTIVAS Y CORRECTIVAS DE DISMINUCIÓN DE CARGA


CONTAMINANTE PARA CURTIEMBRE SAN VICENTE

1. MEJORAS DEL PROCESO DE FABRICACIÓN

EXPLICACIÓN CRONOGRAMA 2015


E F M A M J J A S O N D
PROCESO DE LA PROCESO VERIFICACIONES
N E A B A U U G E C O I
MEDIDA E B R R Y N L O P T V C
Reducción del contenido
de la sal común en el
Evitar, cuando efluente.
sea posible, el Reducción en el consumo
Separación y salado de piel de agua para remojo,
Recepción reducción del fresca. debido a la reducción de
de pieles consumo de Sacudir la sal la cantidad de sal
sal común de las pieles contenida en la piel.
antes de
procesarlas Verificación: Documento
de recepción relleno
sanitario
El uso de
insumos Reducción del consumo
contaminante de agua, sulfuro de sodio
Asegurar que
s como el y cal.
Control de cada baño sea
sulfuro de Reducción de la carga
las preparado en
sodio y cal contaminante en el
variables base a una
deben ser efluente
de receta o
optimizados
pelambre formulación
al máximo, Verificación: Caudales de
optimizada.
sin afectar la entrada y salida, facturas
calidad del y contabilidad interna.
cuero.
El pelo al ser
separado de
Reducción de la carga
Pelambre raíz e íntegro,
orgánica en el efluente.
sin evita la alta Implementar
Mayor facilidad en el
destrucció contaminació el sistema
manejo de los residuos
n de pelo y n orgánica mediante
(pelo, lodos.)
reducción que se bombas de
Verificación:
del produce en succión y
Documentación de
consumo los pelambres filtros
recepción del relleno
de sulfuro con artesanales
sanitario, análisis de
destrucción
aguas residuales
de pelo.

El cromo Aplicar Disminución del volumen


como carga formulación de las aguas residuales.
contaminante para lograr Reducción de las
Curtido al
, debe ser máximos descargas de cromo en el
cromo
optimizado agotamientos, efluente.
en su logrando que
dosificación el cromo Verificación : Análisis de

330
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
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sin afectar la quede en la efluentes, contabilidad


calidad del fibr interna
cuero

Los insumos Aplicar


químicos son productos
ofertados químicos Reducción de carga
para genéricos y de contaminante
permanecer marca
Recurtido
en el cuero amigables con Verificación: Análisis de
más no para el ambiente y efluentes
que se vayan de alto
en el agua agotamiento
residual.
Los insumos
en base a Reducción de la
solventes Utilizar contaminación
contribuyen a productos de atmosférica
Acabado
emisiones acabado en
contaminante base acuosa Verificación:
s al aire. organoléptica

Ilustración 16-17 MEDIDAS CORRECTIVAS

331
ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL EXPOST Y PLAN DE MANEJO DE CURTIDURÍA
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2.-MEJORAS DEL TRATAMIENTO PRIMARIO


CRONOGRAMA 2015
EXPLICACIÓN DE E F M A M J J A S O N D
ACTIVIDADES PROCESO VERIFICACIONES
LA MEDIDA N E A B A U U G E C O I
E B R R Y N L O P T V C
Levantar
información
inherente como:
consumos
Es necesario específicos de
evaluar para agua e insumos,
optimizar, los espacio físico
Resultado de análisis
Datos de datos disponible,
físico-químico
diseño determinarán la planos, desnivel
,Laboratorios
dimensión del del terreno etc.
acreditados
tratamiento Caracterizar los
primario efluentes y
comparar con los
parámetros que
da la normativa
ambiental

Para prevenir
posibles daños e
las bombas, así
Construir
como
tamices en base
inconvenientes
nylon para En caso de decidir el
en el filtrado, los
Separación de soluciones pelambre de
sólidos gruesos
sólidos básicas, poliéster recuperación de pelo
deben ser
gruesos,finos, para ácidas y con su respectivo
retenidos a la
Cribado polipropileno reciclo.
salida de las
para ambas. Análisis físico-químico
descargas de los
Adquirir bomba
bombos para
adecuada.
evitar su
incorporación al
efluente.
Es necesario
separar las
grasas y aceites
Separación de Construir la
para garantizar la De ser el caso
grasa trampa de grasas
precipitación
posterior de
sólidos.

Para reducir Construir tolva Anásis físico químicos,


Clarificación
solidos disueltos de clarificación registro fotografico

Los lodos de la
precipitación de
aguas de
pelambre como
Construir
de curtido deben
recipientes
Disposición de ser Disponer del permiso
temporales de
lodos deshidratados en municipal para residuos.
deshidratación
recipientes
de lodos.
temporales, para
luego enviarlos al
relleno sanitario

El efluente debe
contar con un
Sitio de toma sitio de toma de Construir el sitio
de muestras y muestras de toma de Registro fotográfico
aforo accesible para la muestra y aforo
autoridad

332
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16.14 CRITERIOS DE OPERACIÓN


 Levantar un registro de caudal diario, medidos a la entrada del tratamiento primaro
por sistema de aforo a intervalos de 1 hora.

 Evitar los caudales bruscos de descarga de los bombos, aprovechando los tamices
horizontales, el taponamiento temporal nos permite un flujo laminar de los
vertimientos.

 Limpiar rejillas y tamices luego de terminado cada proceso.

 Separa las aguas alcalinas de las ácidas, tal como está estipulado el diseño de las
tuberías, aguas de lavado, remojo, pelambre hasta desencado y purga con sus lavados
son vertimientos alcalinos, curtido y postcurtido son agua ácidas.

 Airear las aguas alcalinas controlando su eficiencia con sulfato de cobre .Si hay
precipitado negro continuar aireando.

 Precipitar el cromo de las aguas de curtido con cal a pH 8

 Regular la unión de las dos tipos de descarga para evitar el choque brusco de pH, para
evitar el desprendimiento de gases sulfhídricos.

 Purgar los lodos a los lechos de secado semanalmente.

 Encargar el análisis de las descargas por lo menos de DQO, sólidos sedimentables,


sulfuros y cromo total para monitorear funcionamiento de la planta.

333

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