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Acerca de este libro

Esta es una copia digital de un libro que, durante generaciones, se ha conservado en las estanterías de una biblioteca, hasta que Google ha decidido
escanearlo como parte de un proyecto que pretende que sea posible descubrir en línea libros de todo el mundo.
Ha sobrevivido tantos años como para que los derechos de autor hayan expirado y el libro pase a ser de dominio público. El que un libro sea de
dominio público significa que nunca ha estado protegido por derechos de autor, o bien que el período legal de estos derechos ya ha expirado. Es
posible que una misma obra sea de dominio público en unos países y, sin embargo, no lo sea en otros. Los libros de dominio público son nuestras
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testimonio del largo viaje que el libro ha recorrido desde el editor hasta la biblioteca y, finalmente, hasta usted.

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y r e s t a u r a c i o n d e la L i t e r a t u r a E s p a ñ o l a : e n los t i e m p o s
p r i m i t i v o s , d e los P h e n i c i o s , d e los C a r t a g i n e s e s ,
d e los R o m a n o s , d e los G o d o s , d e los Á r a b e s
y d e los R e y e s Católicos:
C O N L A S V I D A S D E L O S H O M E R E S S A B I O S
de esta N a t i o n , juic io c rítico d e su : O b r a : , e x t r a ñ o : y A p o
logíds d e a l g u n a : d e ella: : Diy ert acion e: b i n á r i c m y
cri tica: sobr e: varios p u n t o s dud oso: :
P a r a d e s e n g a ñ o e’ i n s t r u c c í o n d e l a J u v e n t u d E s p a ñ o l a .
P o r los P P . ‘ F r . R A F A E L y F r . P E D R O R O D R I G U E Z
M O H E D A N O , L e ó ï o r e s j’ubz'ladosy P a d r e s d e P r o v i n c i a
e n l a d e S . M i g u e l d e A n d a l u c í a , O r d e n T e r c e r o R e
g u i a r d e 1V. P . S . F r a n c i s c o , e n el C o n v e n t o d e
S . A n t o n i o A b a d d e G r a n a d a .

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M A D R I D . M D C C L X X I I .
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P o r D . J o A c H I N I B A R R A , I m p r e s o r d e C á m a r a d e S. M .

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c 0 P o r la b e n i g n a a c c p t a c í o n c'on. q u e sigue:
f a v o r e c i é n d o l a . L a p r o c c c o i o d .qqcjhcm‘osr. d c
b i d o á n u e s t r o . ‘ a m a b l e S o b e r h r í o ,É :y; 5 ; ; m r a - Á
m u c h a s P e r s o n a s d e l'a C o r t e y d e la; N a c i 0 ñ , «
n o m e n o s ’ v d i s t i n g u i d a s ‘ P m s u talchto'ïyrsabiïe
d u r í á r qu'c 'P o b l a c l c v a c í ó h ádá'sur Ácafacït'crÏy.-Hh
s u s Í c m p l c g s , yt'l'a b z n i g n i d q d í c m ' q u e c l o s a s a e
b i o s h a n d í s i m u l a d o “sus dcfc€tqs‘,:_nosg silrvn
d e í u n m p d d q f q k o r1 c s k í m m l o a p a ñ a ‘ a ¡ m m í ñ u h r l n a
c o n a á fi v i d a d . E n u n a c a r r e r a t a n dilatada. y
t a n d i f í c i l - x m v s e r á m m a r a b i l l a . ' c r r a r ‘ a l g u m c w c z :
así n e c e s i t a m o s I a í n d u l g c n c í a d e 'los “léé'toréïs
P ï y r l e a a ‘ c b n c t j fi n c ï y n o o l c h n c c i m a g q ï g d ‘ c . ï e ï x p l é o t i s m J r i ' j n g c í a c i á p s Ï á s ‘ ‘ o' : s á - q g ; u H ; a e ’ í 1 s 1 ‘ a t : : a e á s : —
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s i i i a t e n d e r á l o s a c i e r t o s a: q u e a e r i g í é n d o s e s o :
b r e el juicio del' ‘Público , p i e n s a n ostentar
u n g r a n r e p u e s t o d e sabiduría , ponderá‘rrdo
l a s . fi r l t k s m á s . l e i z e s . d e r 1 0 ' s : A u t o r e s ’ 3', a p n q u c
solo ¿cohsigueñ i n f o m i á í á ‘todos d e su oculta.‘
eh'v‘i'dia. .‘y " P r o fi m d á v 'ígnorráncía‘." " E s t o s q u e ‘
n o ' j f e s p e g a u á ‘ l m h b m b r e s g r a n d e s , a c a s o n o
s e ‘ t í h a v r á n z i c í l í g q a d o í c o m t m d e c i r á n o s o t r o s ‘ ', y
k‘meciiocuridadade.nuestros talentos y e r u d í ?
cion'vnos hávríí» P r e s e r v a d o d e ser b l a n c o d e
sus 'contradiéiones. O p o r v e n t u r a “ la.- g e n e r o - r
s i d a d dearlzaanacion E s p a ñ o l a n o a b r i g a r á e n
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m u y p o c o ‘ l u g a r e h la. R e p ú b l i c a b i e n í m a g i á
m d m ñ m u n c r í t i c o í m o d e r n o ( a ) ; P e r o ‘ si e n
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m z fi n z g g m ’ r fi i p t ó u g z ' a r g a p e fi g f ' n q m h ; d e ' ï a m i m ' s w ó i é ; hdrx‘sz'ne
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a l g u n t i e m p o los e x p e r i m e n t á r e m o s ,.proresta—:
m o s d e s d e a h o r a q u e n o n o s m o ' v e r á s u a r t o ?
g a n c í a , ni . a p l i c a r e m o s ‘ otros r e m e d i o ; q u e ‘el
u e m e n c i o n a e l c i t a d o A u t o r , a ". ' ' é»
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z O t r a CSPCCIC d e C e n s o r e s P u e d e h a v e r
m a s d i g n a d e a t e n c i o n ; ‘ q u e de. b u e n a - f e , sin’
espíritu d e c o n t r a d i c i o n p o r a m o r á ï l a
V e r d a d , n o t e n a l g u n o s yerros , ó v e r d a d e r o s
ó i m a g i n a d o s : vy e s t o s s o n . a c r e e d o r e s á u n a
r e t r a t a c i o n i n g e n u a ó á u n a m o d e s t a . satisfac—
cion‘ M a s c o m u n es o t r a clase d e C e n s o r es
d e m é t o d o s y d e estilos , q u e a u n q u e c o n fi e i
sen, la (utilidad y e r u d i c i o n d e ¡una O b r a , c o p
t o d o h a l l a n r e p a r o s e n los p r o y e é t o s y e n las
expresiones. A . estos se P u e d e r e s p o n d e r q u e
Salustio , T i t o L i v i o y Virgilio n o se libra
r o n d e s e m e j a n t e s c e n s u r a s ¿ “ q u e ' l ‘ i m a r c o n
n i m i a diligencia las O b r a s es quitarles l a g r a f
eia o r i g i n a l : d e f e c t o q u e n o t ó P l i n i o e n el
g r a n d e artífice C a l i m a c o , q u e e c h a b a á pera
der sus obras de Puro retocarlas A l g u f
' ' Ü . . . n o s
rant. J o s e p h . A u t e ] . d e J a n u a r . R n p J u r i J - c o n m l t . edit. Lips.
‘ 2 7 3 3 . p a g . 2 6 9 . " ' ' .'— s
‘(11) Q u a d e m ' m u n q u a m i n v e n i a : r e m e d í u m , u t s z ' l e a n t b l a t e r a n e s ,
n e c n u g a r e fl ’ ü t í a n t , níu' q u o d :uggei'z't ‘pruderitia , r i r u m a c c o n
t e m t u m ?— I d e m p a g . 4 3 . ’ “ ï i “ ' “
—‘(17) E x o m m ' l m s a t í t e m m a x i m é c a g r m m í n e ¡ m i g m ' r a r t C ' a l l z ' m a
t i m : , : e m p e r c a l u m n i a t o r ‘ s m ‘ , nec‘ fl n e m b a b e m d i l í g e n t i e , o!) í_d
C a c i z o t e c m : a p p e l l a t u r ' , m e m o ‘ r a b i h ’ e x e m p l ó adbz'bendz' c u r r t d m o
u m .
z)? P R ó L O G O I
n o s o p o n d r á n la. n o t a d e Prolíxídad. ‘en u n á
O b m P o r s1" b a s t a n t e m e n t e . d i f u s a ; . A l o s q u a :
l e s v n p r e s p o n d e r e m o s otra. cosa; q u e la s e ñ t e n
cía d e PolybíoV (a) , esto‘ es , q u e n o b u s q u e n
e n n u e s t r o s l i b r o s la. í n s t r u c c i o n q u e j u z g a n
h a l l a r - e n - ‘sí m i s m o s ó ‘ e n o t r o s A u t o r e s ; A la:
v e r d a d n u e s t r a Obra'sería. m u c h o m a s b r e v e , si
solo f o r m á s e m o s c a t á l o g o d e libros ó d e E s
critores , sin d e t e n e r n o s á e x á m í n a r los fines,
las causas. , ‘los efeó'tos d e lo q u e referimos.
E s t o sería m u c h o m a s facil , ero m u y P o c o
instrué‘rivo; y sería m a s b i e n S u m a r e s q u e l e t o
q u e c u e r p o d e historia. H a i O b r a s difusas P o r
s u c s t e n s i o n , 'y c o m p e n d i o s a s P o r su c o m e - y
nido. Casi. ‘dos ‘mil a ñ o s h á q u e P o l y b i o (b)
I C S 4
d u m . H u i m - n l n t : a l t a n t e : L a c w m e , e m e n d a t u m o p a : , s e d i n q u o
g r a t i a m o m n é fi z dílz'gentiéz a b s t u l e r i t ; P l i n . lib. 3 4 . c a p . 8 . *
V ( a l S e d d i c e ! f b r t a u e a l i q u i : e x e o r u m n u m e r o , q u i iflvleó‘z‘ione
b í r t a r i a r ü m ¡ z u / l o " j u d i c i á ' í u e r m r i . r o l e fl t 5 n i l n ’ l fi u ' s s e c a u s a : ,‘ ¿ { u r
i n b a e : e r m o n e d í u t i u r ' i m m o r a r e m u r . ' E n i m ' u e r b , .rí q u i : p u t a v e r í t
. r a t i : .rz'ln' i n s e ¡ m o e s s e p r a ’ r z ' d í í a d v e r t u : o m n e s c a m : , b u í c e g o
n o t i t i a m r e r u m a m é g e s t a r u m b o fl e r t a m q u i d e m , at‘ n o n f b r t a n e
n e c e u a r i a m f a r e d u r x e r í m . S e d c u m b o m o n a t a : fl e m o i d d i c e r e a u
.rit . . . . idcircï; ' p r a ' t e r i t i l r u m r e r m ú : e r i a m c a g n i t i o n e m n o n m o d b
h o n e s t a » : , 've'rhm e t i a m n e c e s m r i a m ’ , p r o n u n c i a n e q u i d e m n o »
' m r e a r . P o l y b . lib. 3. c a p . 3 I.
l ([7) Q u a m o b r e m n e c q u i : c r i b u n t , n e c q u i l e g u n t h i s t o r i a : , t a n
t n p e r e a d e a , q u e : u fl t g e s t a , p a r e x t a t t e n d e r e , a t q u e a d e a , q u e
a n t é a c c í d e r a n t , q u z q u e :ímz‘d e v e n é r e , a u t r e : t r a n r a ü ‘ a r s u n t
c o n r e c u t a . g u i p p e .rí talla : e x h i s t o r i a , g u a r e , q u o m o d a , q u ó fi —
n e , q u i d q u e f u e r i t a ü ‘ u m : ¿ 3 q u a ‘ m c o n i y e q i e n t e m e x i t u m r e : g e t t a
' b a b u e r i t : q u o d s u p e r e n illius , c a m m i u i o m e r a ext , nor; a u t e m
o p a : a d e r u d z ’ e n d u m l e ñ a r e m c a m p a m t u m : ¿2? i n p r z e s e m q u i d e m
obleífatzionem; in potter-um ver?) qt‘ih'tatkem n u l l a m Q m m ' n b qfl'ert:
' ' I d e a
P n ó L o c o . '17
r e s p o n d i ó c ' o n v i n c e n t e m e n t c á t o d o s estos re
paros. P u d i é r a m o s añadir q u e la b r e v e d a d e n
a l g u n o s es m a s b i e n p o b r e z a q u e e c o n o m í a .
M i s e r a b l e e r u d i c í o n la q u e c a r e c e d e digre-—'
si ones o p o r t u n a s a q u e se c o n t i e n e e s c r u p u l o —
sa e n Í s u s l í m i t e s ip q u e tiene‘ p o r / h u r t o i n e x
p i / a b l e c o g e r u n a ; fl o r e n .=la'svïcercanías ; s e c a ;
p a l i d a y sin v i g o r , c o m o el rostro d e u n h e m ‘
briento ó d e u n austero penitente (a).
3 r . M a s v o m i t i e n d o t o d o s estos reparos que‘
p u c d e h a c c r ‘ lasdelicadeza' ó la o c i o s i d a d de‘
los lec‘ftores al t o d o d e ' n u e s t r a O b r a . , hable«-‘
m o s . s o l o d e los p e c u l i a r e s d e l a s u n t o de l p r e
sense tTorno. P r e v é m o s q u e a l g u n o s críticos‘
severos hallarán alguna. p a s i o n n a c i o n a l en‘
los e l o g i o s q u e d a m o s á los escritores E s p a ñ o —
H i s t . L i t . d e E s p T o m . I V . 11'12. V I I I . . 12 les’,
Ideb q u i gritan! o p a : n a r t r u m p r o p t e r n u m e r u m , ¿ 3 a m p l i t u d i n e m
h ' b r o r u m c e g r é e m p t o r ' e : a u t 1 : 6 7 a m : f b r e r e e r t u r u m : b i w i d e / ¡ c e t
i g n o r a n t , q u a n t o : i t fi z c i h ’ u : p a r a r e :¡bi , l e g e r c l i b r o : q u a d r a
g i n t a c o n t i n u ó fi l á d e t e x t o : , e x q u i b u r ree‘h‘z s e r i e p e n - ¡ p i m - , a c
p r o b é c o g n o s c a : r e : . . .— . . . q u á m l i b r o : í l l o r u m v e l I e g e r e ' v e l : i b i
c o m p a r a r e , q u i : e p a r a t í m r e : e a r d e m .rzmt p e r r e c u t i . . . . . N i r i
f o r r a n ‘ e q u i : p u n t u b i a p u d i m : n u d a : p u g n a r u m d e r c r i p t i o n e :
legerit , r o t i u r bel/i a d m i n i r t r a t z ’ o n e m , r a t i o n e m q u e penitii: e x p l o
r a r a m s e b a b e r e : q u o d c u m n u l l o m o d o fi e r i p o n - ¡ t : e q u i d e m b i :
t o r i a m n o s t r a m t a n t i i m p r z e s t a r e r e r u m . r i n g u l a r u m n a r r a t i o n i b u :
e x í r t i n n , q u a n t o p r e s t a n t i u s est : c i r e , q u a ' m d u m t a x a t a u d i n e .
P o l y b . lib. 3. c a p . 3 x . ¿ z 3 2 .
(a) fl í i r e r a est el? í'gfeh'ci m a c r i t u d i n e c o l l a b e r c e n r d o fi ‘ r i n a , q u e
in S140 a m b i t u a r é ï é se c a n t i n e t , ¿ a a d a l i e n o : fi n e : t í m i d a n o n e x
c u r r i t . S i e n a e m ’ m , ¿6" p a l / i d o l a n g u e r c e t , n u l l ó u n q u a m a m c o m - '
mendabilis. J o s e p h . A u r e l . J a n u a r . R e r p . Ï W Í J ‘ C D M ‘ . p a g . 2 r8.
‘D; P n ó L o c o ;
lesa‘, ó e n l a s e x c e l e n c i a s q u e p o n d e t ‘ a m o s de‘:
nuestra Península , especialmente h a b l a n d o d e
la B é t i c a , P r o v i n c i a d e n u e s t r o ‘ n a c i m i e n t o
y d o m i c i l i o . P o d r í a m o s c o m e n t a m o s c o n ICS-1
P o n d e t l o m i s m o q u e el célebre H i s t o r i a d o n
A m b r o s i o . d e M o r a l e s "en el p f ó l d g o i c d e u s u
nQ ba r l a g . u n “ o P s a r q e uc e r l h e a s b h l s ó . a t , l g d i u c e n " a . , ' r N e p z o r d v e e l n a t s u r c ó a s a s

n d e m i tierra m a s a fi c i o n a d a m e n t e L d e 10' q u e
m i sun Historiador se le Permite , y qu}: c o m o
n E s P a ñ ' o l c e l e b r o ‘ m u c h o : 'íloïwdeí E s p a ñ a ‘ . ¿ Y o
¿’Para :respond’erles , p r i m e r a m e n t e doy‘ l í c c m
v e í a a t o d o s q u e m e c u l p e n , “ y re prchend an‘:
v e n e s t o , si a l g o d i x e r e 6' en careci ereï', ‘ que;
a m o sea m u c h a v e r d a d y . c o s a m u y n c i e r t a 5‘ y‘:
M a u t é n t i c a . Y siéndolo , P o r q u é se m'e h a
zadíe tener’ á j m a l i q u e l o d i g a } c o m o P o r .ser
“historiador es mi, o fi c i q y o b l i o a c i o n d e c i t
¿alas 0t—_ras " v e r d a d e s : p o t q u é n o 0» s e r á t a m - É
¿ ’ b i e n decir esta? D e s p u c s d e est0"nue'stras'
¿’cosas d e E s p a ñ a s o n muy‘celebradas y enca-Ï
¿’crecidas P o r t o d o s los. a n t i g u o s R o m a n o s , y ?
: g G r i e g o s , q u e d e ellas a l g o h a b l a r o n : y e n :
M e l l o s n a d i e P u e d e ' c r e e r ,‘ q u e P o r a fi c i o n i a s "
¿ e s t i m a n y e n s a l z a n : s i n o ‘que el r e s p e t o d e
" l a - v e r d a d les sacó por» fuerza a q u e l encare-j'
“ c 1
'PRóLoco;
sacirniento. P u e s h a c i e n d o esto así los“ estrana‘
n g e r o s : n o fuera culpa m í a , siendo natural,
n d e s c u i d a r m e e n ello , y p o r lo m e n o s n o
nimitarlos? ‘Principalmente t e n i é n d o m e s i e m
a,’ p r e , c o m o d i c e n , b i e n á r a y a d e n t r o ' d e l o s ?
v t é r m i n o ' s d e l a v e r d a d sin a d e l a n t a r m e d e
“ l o s h i s t o r i a d o r e s e s t r a n g e r o s m u y a l a b a d o s
n p o r buenos. Así n o podrá nadie: tener justa
¡ ’ c a u s a p a r a s o s p e c h a r d e m í q u e m e ‘ m u e v e ;
vafi’cion‘, antes para creer ‘ q u e m e fuerza la
" v e r d a d , y q u e el g u s t o ‘ e n d e c i r l o ¡no-es‘
n n i n g u n d e t r i m e n t o :de ella.” 2. ' — ..
- 4. P e r o a ñ a d i m o s q u e e n ' u n a h i s t o r i a 'Lia‘i
reraria e n q u e se promete, hacer juicio ,ícríüá
cía y a p o l o g í a s d e l o s E s c r i t o r e s y sus Obras,’
s o n p r e c i s a s n o m e n o s las, a l a b a n z a s d e s u s
aciertos qile' la c e n s u r a j d e 'süs i m p e r f e c c i o n e s .
Si esto. ú l t i m o n o .desagrada , p o r ¡ q u é h a d e
d e s a g r a d a r l o p r i m e r o ! Si n o se o p o n e á l a
sinceridad; histórica la n o t a de‘ ‘los defeéios‘,
p o r q u é l e h á d e ser contratia'la expresi'on
dije, l a s v i r t u d e s ? E s t o s r í g i d o s ' C e n s o r e s ¿ele-Á
b r a n la i m p a r c i a l i d a d d e u n escritor , q u e n o
se dexaillevar. e n wla relac ion d e los alle-chos d e
la p a s i o n del interés ó la lisonja. N o son t a m —
bien Pasiones-la envidia- y i b ‘ e al o d i o ? i ' P ' o ' r i ' ‘ s q o u en
'm'íj ' P n ó r o c o .
s o n tan insensibles á las sátyras , y tan delica—'
d o s s o b r e los e l o g i o s ? N o h a l l a m o s o t r o m o
tivo á esta diferencia , q u e la s o b e r v i a y c o
r r u p ’ c i o n d e l c o r a z o n h u m a n o . S i g u i e n d o las
impresiones de u n a naturaleza c o r r o m p i d a ,
h a l l a n los h o m b r e s o c u l t a s a t i s f a c t i o n e n la‘
h u m i l l a c i o n a g e n a y e n la e x a l t a c i ó n P r o P r i a . ‘
— L o s defectos ‘que se P o n d e r a n e n otros , lison
jean nuestra v a n i d a d , los aciertosragenos q u e
.se e n s a l z a n , h u m i l l a n n u e s t r a s o b e r v i a . v ' N o ‘ - ‘
s o t r o s c r e e r e m o s s i e m p r e justicia P a g a r el tri
I b u r o á q u i e n se ‘debe , y d a r h ‘ o n o r á q u i e n
' lo‘ m e r e c e " ( c o n f o r m e á l a s e n t e n c i a d e l A p o s
tol (a). Y e n caso d e declinar á algun' extre-"
m o , j u z g a m o s m a s disculpable el e x c e s o ' d e l
elogio q u e el d e la maledicencia'. '
g Sobre la vida d e los dos B a l b o s , que‘
p u b l i c a m o s e n e s t e T o m o , p a r e c e r á á‘ a l g u n o
q u e n o s d e t e n e m o s d e m a s i a d o e n referir las
acciones civiles'y militares d e estos dos. insig-é
n e s E s p a ñ o l e s . ’ ' U n a h i s t o r i a ‘de las L e t r a s ‘de-j
v b i e l r í , a y p a d s e a m r a m s u s i u c l e i s g o e s r a d m e e nl o t s e ’ l s i o t e b r r a e t o : s l . ‘ ’ a ’ v i c l l a : c i '
L 2,. 6 ' , , M ï a s r q u i e n e s t o o p o n e m a n i fi e s t a ‘ P o c o
A 2:‘ ., g u s “
(a) R e d d i t : e r g o o m m ’ b m - d e ü ï t ú . . . c m ‘ veóïa'éal , w e fi ' i g a l ¡ c u i bio
n o r e m , b o n o r e m . R e m . 1 3 . 7.‘
P
. - .1 v - \
, P R ó L o c ' o . z x
g u s t o e n l a Historia Literaria. T o d o s los q u e
‘son v e r d a d e r a m e n t e a fi c i o n a d o s á este g é n e r o
d e e s t u d i o , d e s e a n c o n a n s i a s a b e r n o s o l o
la c a l i d a d d e los ‘escritos , s i n o las p a r t i c u l a
ridades d e los A u t o r e s . S u g e n i o , su caraéter,
el p a p e l q u e h i c i e r o n e n la R e p ú b l i c a , s u fe
licidad ó desgracia , su familia y t o d o lo q u e
tiene c o n e x i o n c o n los h o m b r e s sabios , i n t e
resa. s u m a m e n t e á los q u e t i e n e n g u s t o e n la
Historia Literaria. E l t i e m p o e n q u e vivieron,
la patria , y a u n la casa e n q u e n a c i e r o n , el
l u g a r m i s m o d o n d e f u e r o n e n t e r r a d o s ; t o d a s
estas y otras circunstancias excitan ; u s t a m e n —
te nuestra curiosidad , y hallamos particua
lar satisfaccion e n a d q u i r i r s u n o t i c i a , c o m o
p o n d e r a b a C i c e r o n (a). P u e s si estas c o s a s
q u e e n a l g u n m o d o p u d i e r a n juzgarse indife
r e n t e s s o n t a n p r o p r i a s d e la H i s t o r i a L i t e r a
r i a -, ¿ q u a n t o m a s l a s a c c i o n e s c i v i l e s , y m i l i
H í s t . L i n d e E s j x T o m . I V . lib. VIII. b 3 ta‘
(a) E g o v e r b tibi i r t a m j u s t a m c a m - a m p u t o ', c a r b m : h ' b e n t i ï u
v e n í a : , a t q u e b t m c l o c u m dilígas. g a i n ¡ p r e , v e r é d i c a m , s u m illi
‘Dillon? a m i c í o r m o d o fizc’iur , o t q u e b u í c O m n i solo , in‘ q u o t u a r m s ’ ,
¿ 3 p r o c r e a t m ' es. M o v e m u r e m ' m n e s e i o q u a ¡ w 6 7 0 loca’: ¡pois , ¡ n
q u z ‘ b m - e o r u m , q u o : d i l í g i m u r , a u t a d m z ' r a m u r , a d s z m t v e s t i g i o .
M e q u i d s m ¡ps-te illa? n o s t r e A t h e n a : n o n t a m o f e r i b u s m a g m fi c i :
exqoz‘ritz‘rque a n t i q u o r u m a r t i b u r d e l e é ï a n t , q u a ‘ m r e c o r d a t i o n c
s u m m o r u m v i r o r u m , u b i q a i r q u e b a b i t a r e , u b i . r e d e r e , 1417i d i s - p u
t o r e :z't s o l i t a : : s t u d i o s é q u e e o r u m r e g i d o r a c o n t e m p l a r . , Q u a r e ¡r
t u m , u b i t u es n a t a : , y a : a m a b a p o s t b d c loc-um. Cic. d e I é g í H .
H b . 2 . c a p . 2 .
x P R ó L o c o .
rates , q u e p r o c e d e n del m i s m o t a l e n t o q u e
los escritos , y d a n clara i d e a del i n g e n i o , y
c a p a c i d a d del A u t o r ? U n S a b i o n o se acredita
s o l o _ c o n lo q u e disputa e n las A u l a s , discu
rre e n las A c a d e m i a s , ó e s t a m p a e n l o s li
bros. Se d á á c o n o c e r p r i n c i p a l m e n t e e n ' l o
«que o b r a c o m o i n d i v i d u o del E s t a d o ó m i e m
b r o d e l a s o c i e d a d . L o s talentos s u b l i m e s y
la sabiduría práótica se d e s c u b r e n m a s e n el
m a n e j o d e l o s n e g o c i o s q u e e n e l d e l o s li
b r o s . ¿ Q u e n dirá q u e e n u n a H i s t o r i a L i t e
taria , q u e es p i n t u r a fi e l d e los e n t e n d i m i e n
tos y acciones del a l m a , n o d e b e tener lu—
g a r m u y d e p r o p ó s i t o u n fi n o Político , u n
diestro G e n e r a l , u n J u e z , u n M a g i s t r a d o ,
u n G o b e r n a d o r , c u y o s aciertos s o n hijos d e
su c a p a c i d a d , y d e sus luces? Y q u a n d o p o r
la distinta esfera d e los diversos r a m o s d e la
Historia , e n la Literaria n o d e b a n entrar d e
p r o p ó s i t o los q u e m a s p o r n a t u r a l e z a q u e
p o r e s t u d i o se d i s t i n g u i e r o n e n las a c c i o n e s
civiles, ¿ q u i é n p o d r á dispensar la noticia d e
estas , q u a n d o se trata d e u n o s sugetos , q u e
t u v i e r o n i g u a l m e n t e e n t r a d a familiar e n la
m a n s i o n d e las M u s a s , en‘las tiendas d e M a r
te y e n los t r i b u n a l e s d e A s t r e a ? L a s a c c i o 4
' n ' C S
P R o ’ L o c o . x j
nes p u e s civiles y militares s o n u n c l a r o e s p e
jo d e los talentos. N o p o r otra causa recoge—
m o s ‘ c o n c u i d a d o los discursos d o m é s t i c o s ,
las cartas familiares , las s e n t e n c i a s i n g e n i o s a s
de los h o m b r e s sabios , sino p o r q u e s o n fiel
t e s t i m o n i o d e s u g e n i o , ó d e s u caraeler.
Q m l q u i e r a a c c i o n 0' p a l a b r a s u e l t a d e h o m
b r e d e esta clase n o s l l a m a la ate'ncion. E s t o
a u n v i v i e n d o , ellos m i s m o s , q u a n d o el t r a t o
y e x p e r i e n c i a h a c e v u l g a r la noticia , 'ó la
e m u l a c i o n p r e t e n d e h a c e r l a o b s c u r a y despre-k
ciable. ¿ Q u i n t o m a s despues d e su m u e r t e y
p a s a d o s a l g u n o s siglos , q u a n d o ya’ la f a m a
ed l e l a " m ¡ o A u r t o d r e - h l a v c e r r e d c a i d d 5 o pc a o s m a o d o ‘ s l a s l o s o a m r b d r ó a r s e s , . d e

l a ï o m u l a c i o n , prevalece al o d i o y á l a lisen
j a ? A l g u n o s sabios a n t i g u o s y m o d e r n o s se
han‘ dedicado ¿‘escribir la vida privada. d e
lo’s h o m b r e s ilustres , c o n n o m e n o r fruto y
c o m p l a c e n c i a d e los Le‘Oc ores q u e si escribie
r a n sus f a m o s a s h a z a ñ a s y g r a n d e s sucesos.
N o s o t r o s p o n d r e m o s s i e m p r e m a s e m p e ñ o e n
satisfacer los deseos justos d e las almas» dóú
ciles é i n g e n i o s m o d e r a d o s , q u e el ¡ c a p r i c h o
d e los leétores fastidiosos y c e n s o r e s d e p r o
fesion , q u e se e m p l e a n e n la critica d e los
¿‘4. m é
xij P R ó L o c o .
m é t o d o s , y n a d a e n c u e n t r a n p e r f e é l o ú l o a
b l e , s i n o lo q u e P u e d e n h a c e r ellos m i s m o s .
Y j u z g a n lo P u e d e n h a c e r , a u n q u e n u n c a
lo e x e c u t e n , ni, s e a n c a p a c e s , P o r q u e la falta»
d e e x p e r i e n c i a y s o b r a d e satisfaction les a b u l
ta. l o s d e f e fl o s a g e n o s y los a c i e r t o s P r o p r i o s .
7 P e r o d i r a n q u e si n o s d i l a t a m o s t a n t o
e n l a V i d a d e u n o s A u t o r e s , q u e e s c r i b i e r o n
P o c o ,,y a u n sus o b r a s n o h a n llegado á n u e s
tro- siglo m a s q u e P o r f a m a ‘ , ¿ q u a n t o n o s d e - L
t e n d r e m o s e n las vidasv d e o t r o s Escritores d e
O b r a s ‘ g r a n d e s , q u e se h a n c o n s e r v a d o á. la
posteridad , y d e b e n serob’jeto de nuestra {Cf -
l a c i o n ji m a t e r i a d e n u e s t r a c r i t i c a n E n t o n c e s
q u a n d o se a c a b a r á la H i s t o r i a Literaria‘? q u a n :
t o s s e r á n sus v o l ú m e n e s ? . P u d i é r a m ' o s satisfa-í
cer c o n lo q u e d i x i m o s e n o c a s i o n semejante,
q u e e s t a m o s : a u n m u y "á los :principíos ; p a r a
tratar ‘ya d e l o s fi n e s n q u e a u n q u e s e a n m u - f
c h o s los Iibros d e la H i s t o r i a Literaria d e E s »
P / a ñ a P o r l a i n m e n s i d a d d e .la m a t e r i a , n o s e a
r a n i n u 'lcs por:_su¿ c o n t e n i d o . Y q u a n d o CS?
r a m o s insensible's ávla‘triste ‘ a b u n d a n c i a d e
tantos libros m a l o s p o r su m a t e r i a , su m é t o —
d ' o ó su. estilo , ¿ s e r e m o s j u s t a m e n t e e s c r ú p u
losos s o b r e e l n ú m e r o d e los libros útiles? P e
\
T a l l . L :1 » I O
P R ó L o c o . x u ]
ro n o s c o n t e n t a r e m o s c o n r e s p o n d e r lo p r i m e
r o ,- q u e s 1 a e s t o s c e n s o r e s e c o n o n n c o s y p r e - '
surosos, les p a r e c e v á m u i larga nuestra O b r a
y q u e ’ n o p o d r e m o s c o n c l u i r l a ," e l r e m e d i o
a, c r . l e s , q u e t o m e n á s u c a r g ' o e s c r i b i r a l g u á '
n o s t o m o s , ó b i e n p r o p o n i é n d o s e ilustrar la
H i s t o r i a L i t e r a r i a m o d e r n a q u e es: la q u e puc-t
de padecer por. nuestra dilacion , |ó a l g u n a
é p o c a y espacio considerable de la‘Antigua;
. v . g . d e s d e l o s G o d o s ,. d e s d e l o s . A r a b e s , 6
d e s d e l a u n i o n d e las coronas d e e s t a ‘ M o n a H
g u í a ; >Al q u e ghsr’are rom’at, este q u a l '
ld i a b r r e a r m n o o s s r í m d u e y u n r e g c r o a n n o z c p i e d s o o s , - , n o p s u : e s e " r v a i d r e ám a d ' e s l T c h i

señanz'a : m b d e l o 'súíre'aíeniplo. r y f d b fl r r i n a x w ’
m si río se'rballáan c o n firerzasr paraïáplicaasio‘s
h n o m s b e r o r e s s u n e i l l a w um u n á a í ‘ u s e n r a a u p x a i r l i t a e r r e s d o , é Ï s n d t a n c O í b á i r n a í ; ‘ p i a '
d a n ‘ "Corr la: ‘ r a u t o r i d a d s f a s t i d i b s a ï d e i d g í d d s l ‘
c e n s o r e s y c o n s e j e r o s i m p o r t u n b s n ‘ r m la t nazi
8' R e s p o n d e m o s - lo s e g u n d o q u e ‘ h e m o s
t e n i d o g m o t i v o s . particulares". parau'rrasarí ‘co‘n
‘a l g u n a ’ m a s ex‘tension l a fi v i d a r d e j o s d ' o s g i n g i g
nes Españoles’CorneIidsÍBalbos; Las'ho‘titias; '
q u e h a s t a el p r e s e n t e n o s h a v i a n d a d o ' d e ellos
n u e- s t r o s a u t o r é s fi d p m r q d l e s , u s o n’ , d i m i n u t e a q s u k
r . Í o Q ' V. '
‘J'cjv P R ó L o c o ;
e q u i v o c a d a s , á lo m e n o s e n a l g u n o s d e ellos.
E n el‘ c u e r p o d e la O b r a d a m o s r a z o n d e es
ras‘ i n d i v i d u a l i d a d e s . E l P. J u a n d e M a r i a n a ‘
h a b l ó m u y P o c o d e C o r n e l i o B a l b o . C a s i l o
- m i s m o A m b r o s i o d e M o r a l e s . E s t e A u t o r q u e
suele ser bien Prolixo a u n e n las m e n o r e s c o
sas q u e P u e d e n ser d e h o n o r y gloria p a r a la
N a c i o n v,'. s o b r e l a s a c c i o n e s g l o r i o s a s d e B a l
b o p a s a m u y ligero , se c o n t e n t a c o n algua
n a s g e n e r a l i d a d e s . C a s i . no‘ e x p r e s a n o t r a c o s a
s i n o ' q u e L P o m P e y o w l e . llevó á R o m a n ‘ , q u e le
d e f e n d i ó C i c e r o n , ‘el C o n s u l a d o del u n o y el
T r i u n f o d e l otro, A l o s d o s testimonios d e
Prlinio, ,iel de) D i o n ‘ C a s i o ; y l a o r a é i o n d e (ii-Í
c c ' r o n x einr d e f e n s a i d e t B a l b o ,J r e d u c e n ; l a s xesa.
c a s a s .n o t i c i a s q u e ; n o s d a n ' d e :estost i l u s t r e s
personages. C o n t e n t o s c o n decir q u e C í c e r o n
defendio a .Balbo ,vvno refieren los m o t i v o s
¿ d i m a b u m i b n y Í l o l s r d é l i m s ' q u e le objeta
b a n , el e m p e ñ o d e ¡Poinpey’o ‘y ‘rCraso e n su
d e f e n s a ., l o s g r n é r i t o s 6 ; ? e m p l e o s ‘, ‘ y a c c i o n e s
g l o r i o s a s ‘ d c x s t e i l u s t r e ' a c u s a d o y’ í q u e : c o n s t a n
d e ’ la'ï m i s m a ; í o r a c i o n r d e M a r c o T u l i o . : S u s : c a r —
tasitf'amiliare's y las dirígidaszí'Ati’co están lle—
n a s ,deÏasuntos t o c a n t e s . á r C o r n e l i m B a l b o . ‘80*
bre. todas estaa cosassguarqlan Marianas); M o e
¿ u m rar‘
L
P R Ó L O G O . _ x v
rales u n p r o f u n d o 'silencio. L o m i s m o o b s e r
v a m o s e n o r d e n á las d e m a s p a r t i c u l a r i d a d e s
d e su v i d a q u e c o n s t a n d e P l u t a r c o , S u e t o
nio , los C o m e n t a r i o s d e l a g u e r r a civil, Cor—.
nelio N e p o s , A u l o G e l i o , z M a c r o b i o , J u l i o
Capitolino , y Sidonio Apolinar. T a m p o c o
h a c e n m e m o r i a d e sus cartas á C i c e r o n , n i
d e s u c o r r e s p o n d e n c i a c o n C e s a r , r n o i e re-s
p r e s e n t a n c o m o E s c r i t o r , ni c o m o d í e s t r d
Político 3
i n s t r u m e n t o d e los G e f e s d e l a ' R e a
p ú b l i c a y d e las m a s a r d u a s n e g o c i a c i o n e s ;
U n h o m b r e d e este c a r a é t e r b i e n m c r e c i a l u - s
gar m u y distinguido , y q u e se tratase-de‘él
m u y d e i n t e n t o y d e p r o p ó s i t o e n una'hist o-t
ria " de E s P aña'. S é n e c a , L u ‘ c a n o 2. Y o t r o s l o
g r a r o n v i d a s e x t e n s a s e n l a C r ó n i c a d e M o r a :
--les. P e r o C o r n e l i o B a l b o s o l a m e n t e ‘ u n o s b r e +
v i s i m o s r a s g o s dis pe rsos e n vari as partes.
‘9 . El A u t o r d e l a s antigu'edadcs' Gaditaf
n a s , ‘que h a b l ó c o n a l g u n a m a s e x t e n s i o n ' d é
l o s B a l b o s ‘ , ' t a m b i e n ‘ o m i t i ó ’ m u c h a s ¿‘cosas , ‘y
p r i n c i p a l m e n t e todas‘ las noticias ‘ q u e c o n s
t a n d e las cartas d e C i c e r o n . T a m p o c o le rei
c o m i e n d a p o r la p a r t e d e la Literatura. (113.11:
t o h e m o s a ñ a d i d o nosotros._:._á'rlo queáescribieïn
r o n D . N i c o l a s A n t o n i o y’ M i ‘ . ¡ d c l a N a u z e ’ ,
D 0
zxvj ' P R ó L o c o .
n o n o s p e r t e n e c e decirlo , ni es n e c e s a r i o , p u e s
¡consta del cotejo de .unos y otros escritos. N o
d e c i m o s e s t o p a r a d i s m i n u i r l a o p i n i o n d e dji-—
ligencia e n estos sa bios A u t o r e s , ni p a r a os.
tentar la nuestra ,c q u e f acilmente p u d o ade-L
lantar' al gorcon' las luces. que’ ello s n o s dexaáb
ron. S o l a m e n t e lo m e n c i o n a m o s p a r a mos-'
trar la necesidad. q u e h a v i a d e q u e se e s c r i
biesen c o n e x t e n s i o n y se ilustrasen las vidas
d e estos’ d o s g r a n d e s Españoles. E n l a s d e
otros , c u y a s accicmes y escritos s o n m a s n o r
torios , n o r t e n d t e m o s i g u a l n e c e s i d a d d e di.—
latarnos ,¡aun q u a n d o sea m a s a b u n d a n t e la
materia. ,
I O . ‘ C o m o el libro o c t a v o d e nuestra H i s
‘toria , q u e p u b l i c a m o s , e n este T o m o , es b a s
t a n t e m e n t e d i f u s o , b a ' p a r e c i d o c o n v e
miente dividirle e n varios parágrafos ‘para m a
yo‘r c l a r i d a d ' d e l a s u n t o y c o m o d i d a d d e los
l e c t o r e s . P o r ‘ festa‘ c a u s a n o h e m o s j u z g a d o
p r e c i s o v f o m i a r s u m a r i o d e r s u ' c o n t e n i d o c o m o
e n los a n o e c e d e n t e s , t e n i e n d o p o r e q u i v a l e n ‘
te. e l y c o n j u n t o {de los. títulos de‘ d i c h o s p a r á
grafójs. . T a m p o ' c o h e m o s expresado notas ero;
nbiógsicastal m a r g e n , p o r q u e basta saber q u e
las aédiolíesïdelos’ Balbos‘c'stan contenidas e n
t -t la
P R ó L o c 0 . son],
la p r e s e n t e é p o c a d e n u e s t r a H i s t o r i a , c o n
v i e n e á s a b e r ,' e n e l t i e m p o d e l a ' d o m i n a c i o n
d e los R o m a n o s h a s t a c e r c a d e l p r i n c i p i o d e
la era C h r i s t i a n a , q u e s o n H é r o e s del siglo
d e A u g u s t o ; y q u e la v i d a d e B a l b o el m a
y o r c o m p r e h e n d e d e s d e la g u e r r a d e S e r t o r i o
h a s t a b i e n e n t r a d o el siglo o c t a v o d e R o m a .
L a c r o n o l o g í a d e las a c c i o n e s particulares es
rá s u fi c i e n t e m e n t e e x p r e s a d a e n el c o n t e x t o .
I I > F i n a l m e n t e ‘ así-en el c u e r p o d e la His-r
t o r i a c o m o e n la D i s e r t a c i o n h e m o s , p u e s t o
al E n d e las p á g i n a s con‘ a l g u n e s m e r o l o s
t e s t i m o n i o s ori gina le s ‘de A u t o r e s a n t i g u o s ;
p a r a hacer‘ m a s ? p a t e n t e lo f u n d a d o d e laslnoa.
ticias , a d e m a s p o r q u e estas a u t o r i d a d e s s o n
m u y d i g n a s d e 'ate nc i o n p o r sí m i s m a s ; y..—en‘
fi n p o r q u e n o son Ïesrrañas e n u n a O b r a d q
l i t e r a t u r a y ‘ e r u d i c i o m . a t ; o‘
x v í í j
N O T A . — a
E n l a D i s e r t a c i o n I '1. 5 . r 7 . d e s d e el nti—'
m e r o 1 1 z. h a b l a m o s d e l u s o a n t i g u o y l a b o r
d e l e s p a r t o e n E s p a ñ a . N o s a b e m o s si e n t o n - —
ces se h a b r í a s u t i l i z a d o h a s t a el p u n t o d e d a r
s u a v i d a d á s u s h e b r a s y f o r m a r e n telares to-w‘
p a s ty l i e n z o s d e q u e s e h i c i e s e n v e s t i d o s ,. c o a ‘
m o aó'tualtnente s u c e d e e n u n a fábrica d e M a —
drid. N o d u d a m o s q u e p u e d a P e r fi c i o n a r s e y
a d e l a n t a r s e e s t e i n v e n t o ; y si l o s h i l o s o’ h e —
bras del esparto n o p u e d e n llegar á f o r m a r
telas tan suaves c o m o las del lino y lana , á
1o m e n o s serán sin d u d a m a s fi r m e s y consis—‘
tentes 5 c o n especialidad p a r a resistir al agua,‘
s i r v i e n d o d e c a p a s e n los c a m i n o s y c o r t i n a s
e x t e r i o r e s e n las v e n t a n a s . N i d e s c o n fi a m o s se-_
g ú n las Pru'ebasy ensayos h e c h o s hasta ahora,
q u e la industria d e nuestros Españoles P o d r á
conciliar e n estos t e x i d o s d e e s p a r t o la d u r a
cion y consistencia con-la delicadeza y suavi
d a d . N o h a y m e m o r i a q u e los a n t i g u o s hicie<
sen semejante u s o del esParto.
x i x
m a a e w a e a e a a e e r e a o r e a
. _ I N D I C E É
Í. D e l o q u e s e c o n t i e n e e n e l T o m o g u a r r o .
L I B R O V I I I. "
S c r z ' t o r e s E s p a ñ o l e s d e l t i e m p o d e A u g u s t o . 7 'fi K

r. _ H i . s t V o i r d i a a d d o e r y L u c P o i l o í t i C c o o r . n e l i o B a l b o e l m a y - o P r á , g . ' 1 :
5. I. P a t r i a , n a c i m i e n t o , y f a m i l i a d e vBalbo. 8.
H. P r i m e r a s c a m p a ñ a s de Cornelio Balbo. v 13.
I r I I . d e C o r C n e e s l a i r o . B’ a e / b o e s f a v o r e c i d o d e P o m p e y a y 2 3 ¿

I V . Cicefon e n s u destierro e x p e r i m e n t a los bene- a 4


fi c i o s d e B a l b o , a’ q u i e n d e s p u e s d e fi e n d e d e
s u s a m s a d g r e s . ‘c- I ' . 35‘
V ; C o r r e s p o n d e n c i a d e B a l b o con Ciceron. .50.
V L ‘Fina política de Ba/bo en tiempo de las g u e
.'_ r r a s c i v i l e s ; y a p o / o g z ’ a ‘ d e s u c o n d u c í a . 62.
V I I . P a r e / e l o de Cornelio B a l b o y P o m p o m ' o Ático. 85'.
V I I I . E d i l i d a d , P r e t u r a y Consulado de Cornelio‘: _
Baza-0.a. A ._ ' , ‘ Q Ï Ï
D e las d e m a s acciones d e B a l b o basta s u
m u e r t e , y d e l L e g a d o q u e dex‘o’ al p u e b l o R 0
. m a n o . 1072»:
X . V i d a de Cornelio B a l b o el menor. ' ¿12'83
XI . Apolog'z’aïíie' Cbrñelio B a l b o el menor. ‘ 145”,
XI I. Escritos de Cornelio Balbo. — " 169:.‘
X I I L E p b e m é r i a ’ e s de, Cornelio Balbo. w189’;
X Ï V . D e otros escritos de Cornelio Balboz “4'99.
D I S E R T A C I O N X I . D e ’‘1a M a r i n a y C o m e r c - i o 1 1 : 5
si Ï de
x x
- d e los a n t i g u o s E s p a ñ o l e s . P a r t . II. 241.-.
5.1. M a r i n a ‘ d e los E s p a ñ o l e s e n t i e m p o d e los
R o m a n o s . k A ,_ 2 4 2 .
II. M a r i n a d e los a n t i g u o s A n d a l u c e s , e s p e c i a l
m e n t e los G a d i t a n o s . 244..
III. D e a l g u n o s P u e r t o s y C i u d a d e s m a r í t i m a s d e
la costa M e r i d i o n a l . 2 5 9 .
I V . M a r i n a d e T a r r a g o n a ', y P u e r t o s d e l a c o s t a '
Oriental de E s p a ñ a . 2 6 5 .
.V. M a r i n a d e las Islas B a l e a r e s . 2 6 7 .
.VI. M a r i n a d e l o s Lusityanos , G a l l e g o s y C a n t a
. ‘bros. . 2 7 2 .
VlL-Rz'os navegalzles de E s p a ñ a . 2 7 9 .
VIII. ‘Comercio de los antiguos Españoles. 2 9 o .
IX. E m p o r i o s y l u g a r e s célebres d e c o m e r c i o e n
E s p a ñ a . t 2 9 6 .
X. -¿Dzférentesfrutos comerciables de España.
. Trigo. A ' _ 3:.» . 307.’
X I . V i n o . r . x r r“ 3 1 5 5 .
XII. T r a fi c o de los E s p a ñ o l e s e n el aceite. 3 2 3.
XIII. Comercio de los E s p a ñ o l e s en lanas , p a ñ o s
y lienzos. ' 3 3 o .
X I V . O t r o s temidos E s p a ñ o l e s q u e se llevaban á
Italia. ‘ 344.
X V . Tz'nturas d e los a n t i g u o s Españoles. 3 54.
X V I . M i e l y Cera. 3 6 2 .
X V I I . Esparta. ' ' \ ‘ 365,‘
XVIII. D e otros géneros comerciables de E s p a ñ a . 3 7 9 .
X I X . C o m e r c i o m a r í t i m o y Pesquerz’a d e E s p a ñ a . 4 0 1 .
C i u d a d e s d e . E s p a ñ a c é l e b r e s p o r s u s s a l s a
_. m e n t o s , ó e s c a b e c b e s . _ , . 4 0 6 .
X X I . D e la p e s c a y'adooo de los A t u n e s . _ . 418.;
r H I S
’ a a é i e a a a a a a a a a a a a a a s a a a a
‘ H I S T O R I A 'L I T E R A R I A
H D E ’ E S P A Ñ A .
' L I B R O ‘ V s I I I .
O S . siglos d e q u e h e m o s h a b l a d o h a s t a el p r e s e n
te , p o r su o b s c u r í d a d y falta d e m o n u m e n t o s
h a n d a d o m a s e x e r c i c i o a l d i s c u r s o , q u e m a t e r i a a’ l a
Historia. Si n o s es lícito usar la expresion del Prínci
p e d e la H i s t o r i a R o m a n a T i t o L i v i o '(a) e n o c a s i o n ,
s e m e j a n t e , d i r e m o s q u e l o s a s u n t o s d e l o s s i e t e l i b r o s l.
anteriores s o n o b s c u r o s p o r s u n i m i a a n t i g ü e d a d , y
ape’nas se .dexan ver por su gran distancia. L a s me.—
' m o r i a s q u e r e s t a n s o n m u y d i m i n u t a s , y a p o r q u e e n
a q u e l l o s t i e m p o s se d e d i c a r o n p o c o s á escribir la H i s
t o r i a ,‘ c o n t e n t á n d o s e c o n l a t r a d i c i o n , y a p o r q u e
‘aun este corto n ú m e r o d e Escritores pereció p o r la
desidia d e los h o m b r e s y la injuria d e los tiempos.
P o r esta c a u s a , c o m o e n los arenales d e L i b i a , ó e n
l o s desiertos d,e A r a b i a , a p e n a s h e m o s h a l l a d o vestía
g i o s ‘ h u m a n o s e n el dilatada c a m p o d e la Historia L i
tera'tia d e E s p a ñ a , q u e se e s t í e n d e p o r e s p a c i o d e
í H í s t . L z ' t . d e E s p . T o m l í f . 12'17. V I I I . v A q u i n - ‘
( a ) Q u e a b condz' ta u r b e R o m a a d c a p t a n ; e a n d g m ¡ " 3 a m , R o m a a
m ' y s u b R e g í b u s p r i m ü m , C o n s u l i ó n : d e ï n d e , ¡to D i fl a t o r i b u : , — D e —
“ o m i t i r - q u e , a c T r i b u n í s c o m u l a r i b u r g e n e r e , fort’: bella , ' d 0 m z '
. ï e d i t i o n e r , q u i n q u e libri: exporta’ : r e : q u u m ' u e t m t a t e m ‘ m i á o b s c u - .
r a ; ,jfvélus í gate, m á g n ’ o e x j n t e r ' v a l l o ¡ací w ï x c e r n o n r u r : t u m q u o d ,
8 rara.’ p e r e a d e m t e m p o r a l i t t e n e fi l z r e , u n a c u s t o d i a fi d e l i : m e
¡ n o r i a ¡ ‘ e m m g e r t a r u m ; ¿ 3 q u o d e t i a m s i q u e ¡ n c o m m e n t a r i í :
P o m i fi a o m , a l ü s q ú é p n b l i i i r , 'priwatisque ¿ m o t _ m o n u m e n t i : , iu
c e n m r a r b e ï ¡ , p l e r a q u g i n t e r í e r e . T i t . L i u . lib. 6 . c a p . r. ‘ l
l
2 Escrz'z‘. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
q u i n c e siglos. d e s d e la v e n i d a d e las p r i m e r a s Colonias
estrangetas hasta el Imperio d e A u g u s t o . _Vastas s0
.ledades y m o n s t r u o s .de fábulas es lo q u e h e m o s e n
centrado. L o s q u e n o s d e b í a n mostrar el c a m i n o , ó
n o se h a n d e t e r m i n a d o á esta larga y peligrosa pere-.
grinacion , ó e n lugar d e r u m b o s e g u r o , c o n noticias
confusas y v a g a s , ó c o n r u m o r e s p o p u l a r e s h a n b o
r r a d o hasta los m e n o r e s vestígiosy m a s estrechas sen
das. A s í se n o s r e p r e s e n t a b a este i n m e n s o c a o s d e
n u e s t r a H i s t o r i a a n t i g u a c o m o u n e s p a c i o s o y p r o f u n
d o O c é a n o , d o n d e solo v e í a m o s cielo y a g u a (a),
m o n s t r u o s m a r i n o s , tal q u a l de strozó d e n a v e a n t i g u a ;
y á lo lexo s u n o ú otro criti co n a d a n d o (b) tra bajosa
m e n t e entr e sus olas. S o l a m e n t e el norte d e la crítica
ó la b r ú x u l a del racio cinio n o s d a b a n e s p e r a n z a d e
llegar sin naufragio al puerto d e la verdad.
j 2 D e aquí adelante c o m o e n terreno m a s c o n o
c i d o c a m i n a m o s c o n m a y o r l u z , y m e n o r e s riesgos.
S o n m a s claras y ciertas las noticias. R e n a c e la H i s
toria c o m o d e s e g u n d o o r i g e n , y brotan. sus r a m o s
c o n m a s frondosas hojas y m a s abundantes frutos;
E p o c a d e s e a d a d e nuestros L e c t o r e s y m u c h o m a s
d e n o s o t r o s 5. p u e s d i s m i n u y é n d o s e l a d i fi c u l t a d , s e
a u m e n t a e l a g r a d o . V e r e m o s n o y a solo pisadas h u
m a n a s , sino p e r s o n a g e s ilustres , q u e c o n sus ac‘cioe
nes y escritos ensalzaron la N a c i o n y dieron noble
e x e m p l o á sus descendientes. _ .
E l t é r m i n o q u e p u s i m o s á la é p o c a preceden-‘
te , esto es , el fi n del I m p e r i o d e A u g u s t o .y princí-Ï
p i o d e l a E r a C h r í s t i a n a , p a r e c e e x i g í a q u e á las tí—
nte
( « 1 0 m m tmdique , 8 ¡Indique m m . Virg._ E n e í d . lib. 3T v 4 . 9 3 :
(17) A p p a r e n t n m ‘ n a n t e : i n g u r g i t e r u a r t o . V x r g . E n e i d . l. r ¿ v u - 1 2 2 " .
Cornelio Balbo. 3'
nieblas del G e n t i l i s m o , sucedíese la luz del E v a n g e
lío. L a d o é t r i n a q u e J e s u C h r i s t o c o m o v e r d a d e r a
Sabiduría díó á la Iglesia, la luz d e la F é c o n q u e
disipó las s o m b r a s del V i e j o T e s t a m e n t o , y las o p i
niones y errores d e los Philósofos y Sabios del m u n
d o , d e b í a d a r feliz principio á esta é p o c a . P e r o c o —
m o el E v a n g e l i o n o se anunció á las gentes hasta des—
p u e s d e l a V e n i d a d e l E s p í r i t u S a n t o A, y d i s p e r s i o n
d e los A p ó s t o l e s á v a r i a s P r o v i n c i a s , r e s e r v a m o s p a
ra su t i e m p o h a b l a r d e esta celestial d o á r i n a , q u e p o r
b e n e fi c i o singular llegó m u y d e s d e el principio d e la
Iglesia á ilustrar los á n i m o s d e los E s p a ñ o l e s . E n t ó n —
ces v e r e m o s á u n o d e los p r i m e r o s y m a s f a v o r e c i d o s
D i s c í p u l o s d e J e s u C h r i s t o partir c o m o u n r a y o d e J e
rusalen , é iluminar nuestra R e g i o n c o n su presencia y
doctrina. V e r e m o s al D o é l o r d e las G e n t e s d e s e o s o d e
e n s e ñ a r á los E s p a ñ o l e s (a) y h o n r a r l o s c o n su vení
da. V e r e m o s á los siete v a r o n e s A p o s t ó l i c o s e n v i a
d o s p o r los Príncipes d e los A p ó s t o l e s p a r a c o n s u m a r
la g r a n d e o b r a d e la f u n d a c i o n y establecimiento d e
las Iglesias d e E s p a ñ a . E n todos estos grandes asun
tos , a u n q u e tan h o n o r í fi c o s á la N a c i o n y m u y p r o ; ‘
pios d e su Historia Literaria , n o s d e t e n d r e m o s ' p o c o
por’ haverlos tratado y a d i g n a m e n t e m u c h o s sabios
Españoles (b) y algunos Estrangeros; *< - -
4 P e r o ántes el m i s m o ó r d e n d e los sucesos pid
e x p l i q u e m o s el e s t a d o d e las L e t r a s e n E s p a ñ a e n los
i m p e r i o s d e A u g u s t o y Tiberio. E s t a m i s m a es la é p o
A 2 c a
(a) E p i s t . a d R o m . c a p . 1;. v. 2 4 . ¿ z 2 8 .
(bl E l C o n d e s t a b l e D . J u a n F e r n a n d e z d e V e l a s c o , el P . J u a n
d e M a r i a n a , G a s p a r S a n c h e z , el M a r q u e s d e M o n d e v a r , el P .
M . F l o r e z , D . C l e m e n t e A r ó s t e g u i , D . C a y e t a n o d e S o u s a , & c .
4 , . Escrits d e l t i e m p o d e Páugusto.
c a d e nuestros p r i m e r o s Escritores. H a s t a a q u í h e m o s
visto solo e n general c o m u n i c a r s e la erudícion d e los
R o m a n o s á la n a c i o n E s p a ñ o l a y sus P r o v i n c i a s . S e
sigue pues v e a m o s en particular los frutos d e esta
'instrucc’ion y a e n la especial cultura d e varios P u e
b l o s —, y a e n l o s i n s i g n e s L i t e r a t o s , q u e c o n s u d o c
ttina y escritos , n o solo e n n o b l e c i e r o n á E s p a ñ a , si
n o á R o m a (a). Transplantados d e la Provincia á la
Capital , los q u e h a v í a n sido discípulos , hicieron allí
el p a p e l brillante d e M a e s t r o s . E s p a ñ a w i n s t r u i d a ‘por >
R o m a , volvió‘ m e j o r a d a la instruccion 5 y la fecundi-e
d a d d e s u s i n g e n i o s , c o m o si fuese c o r t a esfera la d e .
s u N a c i o n , p r o d u x o f r u t o s d e d o é i r i n a e n la c a p i t a l
del O r b e . C o m o j u s t a m e n t e p o n d e t a n ‘Claudía'no e n el
p a n e g y r i c o d e S e r e n a (b) , y P a c a t o e n el d e T h e o - 1
d o s i o (o) , E s p a ñ a n o solo p r o d u x o p a t a R o m a vale-.
rosos S o l d a d o s ¿excelentes Capitanes , grandes E m a
p e r a d o r e s ,- s i n o o r a d o r e s í n s i g n e s , i n g ‘ e n í o s o s P o e t a s ‘ ,
s a b i o s Jurisconsultos. P u d i e r o n ' a ñ a d i r c o n s u m a d o s
Filósofos. E s p a ñ o l e s f u e r o n los‘ p r i m e r o s s o l d a d o s
estrangero s q u e t o m a r o n á s u e l d o los R o m a n o s (d);
E s p a ñ o l e s fueron los q u e hicieron la g u a r d i a d e los
Príncipes. (e) y,Emper adores—'('I). E s p a ñ o l e s f u e r o n
L ,I ‘1 l '. 1 . j V ' , Z 1 0 8

(¿1) A l p h o n s . G a r c i a M a t a m e - d e Á n e r ‘ e n d a E s p a i . Ïerudz't. fol. t o .


(la) C l a u d i a n - d e L’aud z'b. S er ena? , v. ‘5o. 8 1 seq. y
“(0) L a t í n . P a c a t u s in P a n e g y r i c . T h e o d o r .
:(d) I d m o d o eju: a n n i in H i s p a n i a a d m e m o r i a m i n s i g n e est, n o d
m e r c e n a r i u m m i l i t e m i n c a s t r i s n e m i n e m a n t e q u a m t u r n elti:
b é r o s ’ R o m á n i h a b u ‘ e ’ r u n t . T i t . L i v . libr. 2 4 . c a p . 4‘9. “ - ‘
.19) S u e t o n , in jul. capi. 8 6 . 8 1 in O ó i a v . cap. 4 9 . & in G a l b a
c a p : t o . : V a s é o (in C b r o n . c a p . 9.) d i c e ,, q u e J u b a R e y d e N u
, , m 1 d 1 a t e n í a t a r n b í e n g u a r d a d a c a b a l l o s E s p a ñ o l e a Z V é a s e l o
g u e ‘ d i x í r n o s e n - e l ' T o r n o a n t e c e d e n t e lib. VI I'. n u m . 1 9 2 . .
¡( 1) , , L l e v ó c o n s i g o C e s a r d e e s t a v e z ( d e s p u e s d e la b a t a l l a d e
, , M u n d a ) u n a g u a r d a d e E s p a ñ o l e s , . _ q u e s l e m p r e l e n R o m a le
, , a C O m
' c o r n e l i o B a l b o . Í v 3
los primeros estrangeros q u e obtuvieron el C o n s u l a d o
y el triunfo (a). E s p a ñ o l e s f u e r o n los p r i m e r o s estrang
g e r o s (12) q u e s u b i e r o n á l a d i g n i d a d d e l I m p e r i o ( I ) ;
y fueron E m p e r a d o r e s tales c o m o T r a j a n o y Theodo-.
sio q u e h icier on respetar el n o m b r e R o m a n o , y c o
m o resucit ar el v i g o r a n t i g u o d e la R e p ú b l i c a (c) .E s
p a ñ o l e s f u e r o n los p r i m e r o s q u e abrieron escuela d e
O r a t o r i a e n R o m a c o n salari o del P ú b l i c o E s p a
ñoles fueron los q u e se encargaron d e 1a Biblioteca d e
los E m p e r a d o r e s (e). E s p a ñ o l e s fueron e n fi n . los
I - ü ' s t . L z ' t . d e E s p . 1 m m 12'17. V I I I . A 3 M a e s
' , , a c o m p a ñ a b a , d o n d e s e p a r e c e b i e n la l e a l t a d d e n u e s t r a N a c i o n ,
, , p u e s J u l i o C e s a r , q u e c o m o S e ñ o r d e l m u n d o , p o d í a t o m a r s u
, , g u a r d a d e d o n d e quísiese , y c o m o h o m b r e d e t a n alto juicio,
, , y t a n t a e x p e r i e n c i a , p o d í a a c e r t a r m u c h o e n e s c o g e r l a , la t o
, , m ó d e E s p a ñ a , a p r o b a n d o m a n i f i e s t a m e n t e c o n s u p a r e c e r y
, , p r e f i r i e n d o la l e a l t a d E s p a ñ o l a á la d e las o t r a s N a c i o n e s d e l
, , U n í v e r s o . E s t a g u a r d a t u v o s i e m p r e c o n s i g o , h a s t a p o c o s d í a s
, , á n t e s q u e l o m a t a s e n , q u e p o r m o s t r a r m u c h a s e g u r i d a d la d e <
,,xó. A m b r o s i o d e M o r a l e s lib. 8. c. 4 9 . : 7 T a m b i e n d e esta v e z
, , q u e A u g u s t o C e s a r v o l v i ó á R o m a ( d e s p u e s d e la g u e r r a d e
C a n t a b r i a ) , , l l e v ó c o n s i g o u n a c o m p a ñ í a d e S o l d a d o s q u e t o d o s
, , e r a n d e la C i u d a d d e C a l a h o r r a y s u tierra p a r a s u g u a r d a :
, , p o r q u e la v a l e n t í a d e n u e s t r o s E s p a ñ o l e s j u n t a c o n s u m u c h a
, , l e a l t a d , e r a m u y a p r o p i a d a p a r a h a c e r s e g u r a la p e r s o n a d e l
, , E m p e r a d o r . Y e s t o le p u d o m o v e r á A u g u s t o t a n t o y m a s
, , q u e el e x e m p l o d e s u T i o , q u e c o m o q u e d a d i c h o t u v o t a m
, , b i e n s u g u a r d a d e E s p a ñ o l e s . M o r a l . lib. 8. c a p . 5 6 .
( a ) P l i n . lib. 7 . c a p . 4 3 . = S o l í n . c. 3 2 . alias 4 2 . : V e l l . P e t e t e .
lib. 2. c a p . s r . : D i o C a s s . lib. 4 8 . p a g . 41.9.
( b ) X i p h i l . i n E x e r p t . D i o n . líb. 6 8 . i n N e r i ) .
( r ) , , C o m o f u e r o n E s p a ñ o l e s los p r i m e r o s E s t r a n g e r o s , q u e llega
, , r o n á la d i g n i d a d C o n s u l a r , y T r i u n f a l , así f u e r o n ellos los prí
, , r n e r o s q u e s u b i e r o n á la c u m b r e d e l i m p e r i o , . . . . . . . h o n r a
, , t a n s o b e r a n a y r e s p e t a d a e n el m u n d o . Y p a r a q u e la t u v i e
, , s e n f u e n e c e s a r i o q u e e n E s p a ñ a e n las a r m a s y e n la s l e t r a s f u e
, , s e n m u y a v e n t a j a d o s lo s q u e las p r o f e s a b a n p a r a q u e d e e l l o s
, , s a l i e s e n q u i e n g o b e r n a s e al m u n d o c o n c o r o n a y c e t r o I m p e
,,ríal. A l d r e t e O r i g e n d e la L e n g . Castell. lib. I. c a p . . p á g . 24..
y a ;. D e esto h a b l a r e m o s c o n e x t e n s i o n e n la v i d a d e r a j a n o . '
(c) E u t r o p . lib. 8. : S e x t u s A u r e l . V i fi . d e C a w r i b . p a g . 3 8 o .
(d) Q u i n t i l i a n . I m t i t u t . O r a r . l.ro. c . ; . n . 9 4 s . : P l i n . 1 . 2 0 . c . r 4 .
(e) S u e t o n . d e I l h a t r í b . G r a m m a t . iu H y g i n .
M a 5 e s t r o s E x s d c e r l i o t s s P dr í e n l c it p i e e s m p ( o a ) ’ , d y e H c u u y g o u s s E t s o c . r i t o s a u n I
h o y o c u p a n la's m a n o s d e 1 0 s e r u d i t o s , y‘ l a s . v o c e s d e
la fama. L a s obras d e m u c h o s ? n o h a n llegado á nues
tro tiempo’ ,'"mas' tenemos-seguros informes p o r otros
Escritores c o e t a n e o s q u e c o n o c i e r o n á los'Aut‘ores-jó'
leyeron sus escritos. D e todos ir emos h a b l a n d o segun'
el ó r d e n cronológico. . , _ — a
5 ' U n o d e estos- famosos E s p a ñ o l e s q u e ilustra’
ron á E s p a ñ a c o n s'u‘ n a c i m i e ñ t o f á ¿ R o m a c o n sus ac:
ciones , y á la R e p ú b l i c a d e las L e t r a s c o n sus escrí
tos , fue L u c i o Cornelio Balbo. D a m o s el primer lu
g a r entre los Escritores E s p a ñ o l e s á este insigne G a ? -
ditano. L a Isla d e C a d i z qrie c o m e n z ó á distinguir-j
se entre t o d a s las C i u d a d e s d e l a r T u r d e t a n i a (b) 5 y
esta Provincia cuyos ingenios en antigüedad y exf
tension d e docïirina hicieron ventajas á todos los d e
E s p a ñ a (c) 5 t a m b i e n s e d i s t i n g u e c o n la h o n r a d e ha-¿
v e r p r o d u c í d o ’ e l p r i m e r Escritor E s p a ñ o l , d e q u e te ._ s._ amt-— . tsr

n e m o s noticia. L o s a n t i g u o s A n d a l u c e s f u e r o n l o s m a Ï s
sabios d e E s p a ñ a : los G a d i t a n o s los m a s cultos d e
los A n d a l u c e s . A s í n o es m u c h o q u e este feliz terreno
c o n la a n t i c i p a c í o n y e s m e r o d e l c u l t i v o , se a d e l a n
t a s e t a m b i e n e n v l a p r o d u c c i o n d e las plantas. E s t r a
b o n (a0 ha bl a d e Escritores A n d a l u c e s m u c h o m a s a n
tiguos : Ci ce ron (e) d e Poetas C o r d o b e s e s q u e ‘flore
cieron y a c o n reputacion ácía la m i t a d del siglo VII.
d e R o m a , ó p o c o despues. P e r o n o h a v i e n d o con.
- ser
(a) D i o Cas. lib. 60.‘pag. 7 8 9 . : C o r n e L Tacit. A n u a l . lib. 1a.‘
c a p . . j Z S u e t o n . i n N e r o n e c a p . 7 . —
(b) S t r a b. lib. 3. p a g . 1 4 8 . 8 : 1 7 8 .
(c) l d e m p a g . 1 4 7 .
(d) Ibid. . -
(e) C i c . p r o A r a b i a P o e i a n u m . ro.
Cornelio Balbo.‘ 1"‘ z
s e r v a d o s u s n o m b r e s , ni: q u e d a d o z n a t í c i a d e s u s - o b r a s ,
n p o a ñ p o u l e e s d ; e n c e a d u i m e e n n d t o a - r á; e c l o t c n a e t l á l - o i g o o B : a d l e b o l s o l s a E v s g c l r o i r t i o a r d e e s p r i ;

m e r o entre 'los._conocido.s.— ' - - .


. 6 D . Nicolas A n t o n i o e n s u Biblioteca antigua (a)
d á el p r i m e r l u g a r s á Julio, H y g i n o ,;y_—eJ s e g u n d o ‘á
C o r n e l i o B a l b o a o : P e r o n o . . . h a l l a m o s - m o t i v o -. p a r a ; e s t a
p r e f e r e n c i a : rpue’s a u n q u e a m b o s fl o r e c i e r o n enÉ'el s i :
glo d e A u g u s t o , n o q u e d a m e m o r i a q u e f a v o r e z c a á
la m a y o r a n t i g ü e d a d d e H y g í n o . N o . h a v i e ’ n d o p u e s
m o t i v o d e hacer á H y g ’ i n o anterior á B a l b o , h a y al
g u n a verosimilitud {que-ruega posterior. C o r n e l i o B a l i
b o a l c a n z ó _ á r M e t e l o t P i o - y ¡ á S e r t o r i o ( b ) , ¡ c o r n o d i r e
m o s d e s p u e s : lo qual i g n o r a m o s sucediese á H y g i n o .
D e q u a l q u i e r m o d o n o c o n s t a n d o la m a y o r a n t i g ü e d a d
d e u n o , , ú d e , o t r o _, n p s w q u e d a . l i b e r t a d p a r a J a e l e c
c i o n . F u e r a ’ d e e s t o ‘ ‘ l a ' v n o b l ‘ e z ‘ a ‘, e m p l e o s " , V a e c i o n e s
ilustres d a G o r n e l i o ï B a l b O ï l h ; d a n la a p r i m a c i a w n al
ó r d e n d e "la d i g n i d a d 5 q u a n d o : n o ‘ente!’ d e l , t i e m p o .
p H a o ñ n a r e p m o o n s i e p n u d e o s á e l l a c ‘ a f t r á e l n o t g e o : d u n e h o l o m s b r E e s á c t r ia t n o d r i e s s t i d n e g u ' r r
d o . C i c e r o n ,- P l u t a m d , S u s t i t u i r ) ¡ C o r n e l i o N e p o s ¡ y
otros A u t o r e s antiguos de’xaron escritas m u c h a s parril
c u l a r i d a d e s . d e B a l b o . . E n t r e ’ los m o d e r n o s e s c r i b i e r o n
d e él c o n m a s diligencia J u a n Bautista Suarez d e Sa,
l a z a r e n s u s A n t i g ü e d a d e s G a d z ‘ t a n a s ,, D . N i c o l a s A n
t o n i o e n l a B i b l i o t e c a a n t i g u a ‘ , y M o n s i e u r d e l’a N a n
z e d e la A c a d e m i a ‘ d e I n s c r i p c i o n e s y Bellas L e t r a s
d e P a r í s . D e s p u e s .d e -estos insignes E s c r i t o r e s a u n
n o será ociosa nuestra diligencia. P a r a m a y o r distin
i ( a ) N í c o L A n t o m ' B . v e r . lib’. ‘r. c a p . A 1 - 4 5 : av, . ,— , r _ . _ c i ov , n
(b) C i c e r . p r o B a l b . n u m . f2. : .\ . t. . ._ . _ _ . - - J u‘ 1
8 Escrít. d e l t i e m p o d e A u g u s t o . Í
c i o n h a b l a r e m o s p r i m e r o d e ' s u s a c c i o n e s c i v i l e s , des-_r— '
pues d e sus ¡escritos , y V i d a Literaria. ' ‘ " 1
‘ 7 D o s ilustres P e r s o n a g e s m e n c i o n a la Historia
antigua, c o n el n o m b r e d e L u c i o Cornelio Balbo. U n o
y otro fue natural d e la C i u d a d d e Cadiz. A m b o s ’
obtuvieron e n R o m a las primeras dignidades , y se
distinguieron p o r sus gloriosas hazañas. E l p r i m e r o
fi i e t i o ‘ p a t e r n o del‘ s e g u n d o ‘ . P a r a d i s t i n g u i d o s usa-‘1'
r e m o s la e x p r e s i ó n ‘de C o r n e l i o B a l b o el m a y o r , y C o r a
nelio B a l b o el m e n o r . P‘

V I D A DEALUCIO C O R N E Z I O B A L B o '
el M a y o r , H i s t o r i a d o r ¿ y ‘Político.
5.1.
P a t r i a , nacimiento , y familia de Balón.
8 N la C i u d a d d e C a d i z ácia la m i t a d del Siglo
‘ V I I . d e R o m a , casi u n s i g l o á n t e s d e J e s u
Christo, floreció u n P e r s o n a g e l l a m a d o L u c i o C o r
nelio Balbo. Este t u v o d o s hijos , L u c i o y Publio.
E l p r i m e r o , h é r o e a c t u a l d e n u e s t r a H i s t o r i a ,Ï e s e l
f a m o s o L u c i o C o r n e l i o B a l b o el ‘ M a y o r . P u b l i c t u v o
p o r hijo á L u c i o Cornelio B a l b o el M e n o r : de quien
t a m b i e n h a b l a r e m o s p o r la c o n e x i ó n d e la materia.
L u c i o C o r n e l i o B a l b o el M a y o r n a c i ó e n C a — l
d i z (a) , C i u d a d f a m o s a e n la isla del m i s m o n o m b r e ,
a d y a c e n t e á la c o s t a d e l a B é t í c a . C i c e r o n ( b ) le lla;
m a Tartesz’o , ó p o r q u e C a d i z t u v o este n o m b r e , se—
4 e g u n
(a) Cic. p r o Carne]. B a l b o . = P l i n . lib. 7. c a p . 4 3 . 6 : lib. s. c a p .
1 . = S _ o l i n . c a p . s ’ a r a l i a s 4 2 . . .: ' ¡A v ' v
s á b ) C l c e r . a d d t t i c . L i b . 7 . e p l S t . ‘3. , Y. a
Cornelio Balbo. 9
g u n varios Autores antíg‘uos,(a) , ó p o r q u e esta parr
te d e A n d a l u c i a , c o n q u i e n c o n fi n a b a C a d i z , era la
r e g i o n T a r t e s z ‘ d e , l l a m a d a así p o r ser p r o p i a d e los
a n t i g u o s p u e b l o s Tartesios E s t a s causas s o n m a s
verosímiles , q u e las q u e alega M r . d e la N a u z e (c).
C o n j e t u r a se le d i ó a q u e l n o m b r e p o r la a n t i g u a isla
Tarteso tan vecina (r), dice,á la d e C a d i z q u e n o sa
b e
‘.(a') T a r t e r s u m H i s p a n i a ’ c i ' v i t a t e m , q u a m n u n : 7 3 7 1 i m a t a r ó n o .
m i n e G a d i r b a b e n t . Sallust. i n F r a g m . H i s t o r . lib. 2. c a p . 2 7 3 .
I l í c G a d i r u r b : es: d i ó ï a T a r t e s s u s p r i m .

N a m P u n i c o r u m l i n g u ü c o m e p t u m l o c u m _
G u d í r o o c a b t m r : ¡psa T a r t e s r u r p r i m . A v i e n . O r . M i ‘ .
p a g . 2 9 o . ¿ z 2 9 6 .
H a v e c o t i n u s a p r i m - f u e r a ! s u b n o m i n e p r i m o :
T a r t e r r u m q u e de ln'nc T y r i i dixe‘re colom'. : F e s t . A v í e n .
O r b . t e r r . d e r c r i p t . p . 2 6 3. : T z ‘ m w m c o l i n u m m a p u d e o s ' v o c a t a m
m ‘ t : n o r t h ‘ T a r t e s r o n a p p e l l a n t . P l i n . lib. 4 . c a p . 2 2 .
( b ) S t r a b . lib. 3. p . I s 6 . : M a r t i a l l i b . 8 . e p i g . 2 8 . ¿Si lib.9. e p i g .
6 2 . : S i L I t a L l . 1 6 . v . 6 4 7 . S i d o m ' u m pos-sexso j u g u m Tartas-sia tellm‘.
( c ) A m d . d e I m ' c r í p c . t o m . 1 9 . fi ï e m o r . d e l i t e r a t . d e l a m i d a y
a c c i o n e s d e C o r n . B a l b o el a n t i g u o .
( 1 ) L a Isla d e C a d i z p o r la p a r t e m a s c e r c a n a d i s t a c i n c o l e g u a s
d e l a e m b o c a d u r a d e l B e t i s . N o s o l o e n t i e m p o d e - E s t r a b o n ,
P o m p o n ’ i o M e l a , y P l i n i o , s i n o a u n e n t i e m p o d e P o l i b i o t e n i a
C a d i z la m i s m a s i t u a c i o n , y e x t e n s i o n q u e al p r e s e n t e : á e x
c e p c i o n q u e h a p e r d i d o a l g u n t - e r r e n o p o r la p a r t e d e m e d i o d í a .
— X P 1O I 1 ' . l b m1 i O l cl i a t a , d o l a p t o a r I P I lI . i n m i i o l l ( . I i bp a . s - 4 t . . c P a lp . i n 2 i o 2 . l e ) d e s á c r t i r b e s e z m i G l a l d a z s ‘ m r a l s o n á ea
l a r g o : p e r o e s t a d i f e r e n c i a , s e u n S u a r e z (lib. I. c a p . 2. h a c e
, , d e q u e P l i n i o h a b l ó s o l o d e la ¿ l a m a y o r , c u y a l o n g i t u d c o r r e
, , d e s d e el c a b o C r o n i o , ó p u n t a d e S . S e b a s t i a n h a s t a el r i o D a —
,,ril lo , el q u a l d i v i d e e s t a Is la m a y o r d e l a o t r a q u e l l a m a n d e
, , L e o n . : V e r d a d e s , q u e s e g u n e s c r i b e F l o r i a n d e O c a m p o (El?)
, , b o x ó e s t a Isla a n t i g u a m e n t e d o s c i e n t a s m i l l a s , q u e h a c e n cin.
, , q u e n t a l e g u a s ; y q u e p o r l o m a s a n c h o t u v o d i e z . Y o , d i c e s u a .
, , r e z ( lib. I .c.z.),, h a s t a a h o r a n o l o h e v i s t o e n A u t o r e s a n t i g u o s . ,,
N o s a b e m o s q u i e n le r e v e l a r i a e s t o á O c a m p o ; p u e s d e s d e P o l í b i o
a c á t i e n e c o n p o c a d i f e r e n c i a la m i s m a e x t e n s i o n . A c a s o s e f u n d a
r i a e n e l r u m o r v u l g a r , q u e la Isla d e C a d i z p o r el N o r t e e s t a b a
c a s i u n i d a al c o n t i n e n t e d e E s p a ñ a , s e g u n r e fi e r e S u a r e z . D e x o
p o r i n c i e r t o ,, ( e s c r i b e e n el l u g a r c i t a d o ) l o q u e p o r t r a d i c í o n
,,se
e") L i b . 2 . c a p . 8 . n o lib. 1. c a p . 3 5 . c o m o cita S u a r e z . .J
r o Escïit; del tiempo de A u g u s t o .
h e m o s si h o y se h a d e s p a r e c i d o , ó se h a u n i d o á ella
p o r antiguas ruinas , ó construcciones d e edificios’. Si
este s a b i o A c a d é m i c o h u b i e r a e x á m i n a d o m a s p r o l i ¿
x a m e n t e la T o p o g r a fi a d e A n d a l u c i a , c o t e j a n d o el .es
tado a fi u a l c o n los testimonios d e los antiguos , acaso
n o huviera a v e n t u r a d o esta conjetura. P e r o la distan
cia d e los lugares n o le permitió este prolixo e x a m e n .
P o r m u y vetsados q u e sean en la G e o g r a fi a los estran
g e r o s , es fácil se e q u i v o q u e n q u a n d o n o h a n visto el
t e r r e n o e n sí m i s m o , s i n o e n los m a p a s . T a r t e s o , se
g u n varios Autores antiguos , estaba en u n a p e q u e ñ a
isla á la e m b o c a d u r a del Betis. L a situacion q u e tenia
C a d i z , q u e es la m i s m a q u e h o y , era m u y diferente.
L a s d i m e n s i o n e s p u n t u a l e s , q u e h a c e n d e la isla d e G a
‘des los‘Geógraf'os antiguos , p r u e b a n q u e n o se h a
m u d a d o ; c o n s i d e r a b l e m e n t e , c o m o sería necesario p a
ra, f o r m a r u n a m i s m a , isla c o n la q u e e s t a b a e n t r e los
d o s b r a z o s del Betis. S i e s t a s d o s islas se h u b i e r a n
juntado , C a d i z sería h o y m u c h o m a y o r q u e en los
t i e m p o s antiguos. P o r el contrario c o n s t a q u e h a per
d i d o u n a parte d e su terreno. A d e m a s e n aquella h y
. p ó _
,,se d i c e ., d e q u e e s t a b a t a n l l e g a d a á las r i b e r a s d e E s p a ñ a p o r
, , p a r t e d e l N o r t e , q u e s e p a s a b a l o q u e h o y e s B a h í a c o n u n sal
, , t o : p o r s e r , c o m o p a r e c e , t a n c o n t r a r i o á l o q u e v e m o s e n
, , r a n g r a v e s y a n t i g u o s E s c r i t o r e s 5 p u e s d e t i e m p o d e P l i n i o
,,acá n o se h a e n s a n c h a d o este b r a z o d e m a r m a s d e las d o s le
-,,guas , q u e e n t o n c e s t e n i a . ,, R o d r i g o C a r o e n la C o r o g r a fi a d e l
C o n v e n t o j u r í d i c o d e S e v i l l a (lib. 3. c a p . 2 5 . ) d i c e , q u e la Isla d e
. T a r t e s o , q u e e s t a b a e n la e m b o c a d u r a d e l B e t i s , s e e n c a m i n a b a
tla v u e l t a d e l a Isla d e C a d i z : d e la q u a l n o d i s t a b a m a s d e u n
e s t a d i o , ó c o m o d i c e P l i n i o , c i e n p a s o s . A ñ a d e , q u e el b r a z o
i z q u i e r d o d e l B e t i s c o m e n z a b a j u n t o á S a n l u c a r , y e s r e n d i é n d o
s e p o r el C o n t i n e n t e d e s e m b o c a b a e n la m a r c e r c a d e C a d i z . P e r o
t o d o e s t o e s h a b l a r d e p u r a i m a g i n a c i o n y s i n v e r d a d e r o a p o y o
d e A u t o r e s a n t i g u o s . D e n i n g u n o c o n s t a q u e la Isla d e C a d i z se
estendíes'e m a s q u e h o y á c i a a q u e l l a parte» d e l c o n t i n e n t e d e E s p a ñ a .
C o r n e l i o B a l b o . ' I 1
pótesi C a d i z estaría h o y situada á la entrada del Be,
tis e n el O c é a n o : l o q u a l a d e m a s d e d e s m e n t i r l o l o s
o j o s , consta ser falso p o r el testimonio d e los antiguos. .
D e qualquier m o d o C i c e r ó n p u d o llamar Tartesio á
Cornelio B a l b o , p o r q u e la Bética ó A n d a l u c i a , á c u y a .
c o s t a e s t á a d y a c e n t e ‘la isla d e C a d i z , d i v i d i é n d o l a S 0 7
lo ‘ u n a p u e n t e , e r a e n t o d o r i g o r r e g i o n d e los T a r t e e '
,sios. E n efeéto Arriano' (a) l l a m a Tartesios á los d e C a
diz. C o n s t a n d o p u e s q u e C a d i z t u v o el n o m b r e d e T a r
teso , y q u e era isla a d y a c e n t e á la R e g i o n d e los T a r
tesios , s u s n a t u r a l e s p o d í a n t e n e r este n o m b r e sin m e n
digarle d e la C i u d a d , ó Isla q u e e s t a b a e n la e m b o c a r
d u i a del Betis. A n t e s es verosímil , dice S u a r e z d e Sala—‘
zar (b) , q u e d e C a d i z se derivase á toda laAndalucia.
— I O N o c ons ta el a ñ o q u e n a c i ó C o r n e l i o B a l b o .
M a s se p u e d e es tablecer c o n p o c a diferen cia su naci
m i e n t o cerca del a ñ o 6 5 8 d e R o m a , casi 9 4 ántes d e
J e s u Ch risto. E n t r ó á mili tar e n los exérc itos R o m a - a
n o s q u a n d o M e t e l o h a c i a la g u e r r a á S e r t o r i o (o) en’
E s p a ñ a . M e t e l o P í o v i n o á h a c e r esta g u e r r a s i e n d o
C o l e g a d e Syla en su s e g u n d o C o n s u l a d o : lo q u e coin
c i d e c o n el a ñ o 6 7 3 , ó 6 7 4 d e R o m a , 8 o ántes d e
J e s u ’ C h r i s t o . S u p o n i e n d o p u e s q u e se alistase d e
e d a d d e 1 6 a ñ o s s e g u n el estilo d e los R o m a n o s (dj,
y e n el m i s m o a ñ o q u e M e t e l o c o m e n z ó la guerra en’
E s p a ñ a , c o r r e s p o n d e su n a c i m i e n t o al a ñ o referido.
V e r d a d es q u e C i c e r o n (e) le l l a m a m a n c e b o , q u a n ;
- - ' d o
(a) H e r c u l e m ¡llum , q u i a p u d T a r t e m ' o : in H i s p a n i a colítur.
.Arri an '. lib. 2. d e Re17._ A l e x a n d .
(b) A a n g ; G a d i t a n . li b. r. c a p . 4 . p a g . 3 o .
(c) C i c . — p r o B a l b o , n u m . 2.‘
(d) L i p s . de’ M i l i t i a R o m a n . lib. r. D i a l o g . 2. p a g . r 6 .
(e) C i c . p r o B a l b o i n fi n e .
I 2 Escrit. del tiempo de A u g u s t o . ‘ l

d o c o n o c i ó la p r i m e r a v e z á C e s a r , lo qual fue el a ñ o
d e s u Q ü e s t u r a e n E s p a ñ a . M a s t e n i e n d o e n t o n c e s ,
s e g u n nuestra cuenta Cornelio B a l b o 2 8 años d e edad,
p u d o convenirle el epiteto d e m a n c e b o . C e s a r tenia e n
tónces 3 2 años (a) d e e d a d (1) : lo qual basta p a r a la
expresion d e q u e si endo B a l b o j ó v e n ,a g r a d ó á u n h o m o
b r e tan p r u d e n t e c o m o C e s a r , e n q u i e n s a b e m o s q u e
la advertencia y as tucia se a d e l a n t ó m u c h o á sus años.
1 I L a famil ia d e los B a l b o s era m u y n o b l e y dis
tinguida en C a d i z (a) , c o m o a fi r m a el m i s m o C i c e
ron P e r o B a l b o la elevó á m a y o r grandeza ha——
cie'ndol'a alternar e n los cargos d e la R e p ú b l i c a y e n
el m a n e j o d e los negocios c o n los primeros h o m b r e s
d e R o m a . Plinio (c) parece cue nta á B a l b o entre los
- horn
(a) S u e t o n . in julio cap. 7. : P l u t a r c h . in Casar. pag. 7 r 3 .
( r ) C e s a r n a c i ó el a ñ o d e 6 s 4 d e R o m a . M u r i ó d e 5 6 a ñ o s , e l
d e 7 t o . E l añ’) p u e s d e 6 8 6 , e n q u e f u e Q ü e s t o r , t e n i a 3 2 a ñ o s .
B a l b o s
i e n d o d e m e n o r e d a d , y á u n s u p u e s t a l a a n t í t e s i e n t r e
v a r o n , y m a n c e b o , d e b í a t e n e r q u a n d o m a s 2 6 , ó 2 8 a ñ o s .
N a c i ó p
u e s c e r c a d e l a ñ o 6 6 o d : R o m a .
( 2 ) A l g u n o p u d i e r a a l e g a r e n c o m p r o b a c i o n d e l a n o b l e z a d e
C o r n e l i o B a l b o las p a l a b r a s d e C i c e r o n ( lib. 7 . a d A t r i o . e p i s t . 7 . )
P l a c e t igitur e c i a m m e e x p o / s a m , ¿ 3 a g r u m c a m p a n u m periisre , é ?
. a d o p t a t u m p u t r i t i u m á p l a o e i o , G a d i t a n u m á M t y l e n a e o : e n las
u a l e s p a r e c e d e c i r q u e B a l b o P a t r i c i o , y G a d i r a n o , f u e a d o p t a
o p o r T h e o p h a n e s p l e b e y o , y d e M i t y l e n e . M a s n o e s e s t e e l
s e n t i d o ; s i n o q u e C l o d i o P a t r i c i o f u e a d o p t a d o p o r M a r c o F o n
t e y o p l e b e y o ; d e l m i s ' n o m o d o , q u e L u c i o C o r n e l i o B a l b o G a
V d i t a n o f u e a d o t a d o p o r T n e o p h a n e s M i r y l e n e o . T a n e s n ‘ a ñ a y
> f u e r a d e p r o p sito p a r e c í a u n a a d o p c í o n , c o m o o t r a . N o h a b l a
p u e s C i c e r o n a q u í d e la d e C o r n e ‘ i o B a l b o , s ' m o d e la d e C l o i i o .
- (b) U t e x n o b i l i s s i m o c i v e s a n ï i s r i m u m b o s p í t e m . C i c . p r o B a l b o
n u m . r 9 . : H u n c e m ' m i n e a c i v i t u t e , i n q u a s i t n a t a : , b o n e r t í s s i
- m ó locó n a t u r a esse c o n c e d i s , G ? a b i n e u n t e ¡state , ¿ 3 a . I b i d . n u m ,
3 . : F a m i l i a : ' v e t u r t i s s i m z , u t ¡ p s c d i c e b a t , d B a l b o C o r n e l i o T r e o
p b a n e o r i g i n e n : d u c e n : , q u i p e r C n . P o m p e j u m 'ci-vjtatem m e r u e r a t ,
c u m e s s e t J'llzt’ p a t r i a n o b í l i s s i m u s . J u l i u s C a p r t o l m u s i n M a x i m o ,
¿ z B a l b i n a , p a g . 6 8 7 . n u m . 7 .
(c) lib. 7 . c a p . 4 3 .
—- “Cornelio B a l b o . “13
h o m b r e s d e fo rtuna q u e c o n t r a l a e x p e é i a c i o n c o m u n
s u b e n á los m a s altos puestos y d i g n i d a d e s , d e las q u e
p a r e c í a n estar m u y lexos p o r su n a c i m i e n t o y ptimeáj
ra situacion. M a s si se c o n s i d e r a n los'grados p o r don"
d e B a l b o a s c e n d i ó , n o tanto ¿le l l a m a r e m o s ‘ h o m b r e
de fortuna , c o m o ‘hombre d e ‘mérito. E f e é ’ d v a m e n t e
B a l b o debió á sus talentos , á su prudencia , fidelidad .
y a c c i o n e s ‘ilustres s u e x t r a o r d i n a r i a e x á l t a c i o n a .Veri,
i d p oa d d e e r s o s q o u s e d c e u l R t o i v m ó a l a , s P a o m m i p s t e a y d o e s , d C e r a l s o o s > , h C o e m s b a r r e , s ; C i m c e a — s .
r o n , Léntulo‘, H i r c i o , Attic‘o , P e r o : M a s p a r a lograr
la c o n fi a n z a y m e r e c e r la e s t i m a c i o n d e u n o s h o m b r e s
t a n g r a n d e s 3 p a r a h a c e r u n p a p e l t a n c o n s i d e r a b l e e n
los n e g o c i o s ' m a s á r d u o s , y dificilesdel E s t a d o ¿ q u a l
n o d e b í a s e r ,su m é r i t o ? E s t o , e s l o q u e s e h a r á m a s
' visible r e fl e x i o n a n d o sus acciones y c o n d u é t a en‘ u n o s
t i e m p o s tan difíciles. A ¿ g y .. - : Ï .' ' ï
,. l)’ I I ’ ‘ l i |' “ j ; - i
y P r i m e r a s C a m p a ñ a s d e Cornelio 1351160.. f,

1 2 Y l a d e s p u e s d e sus vió’torias e n el O r i e n t e y
h a v e t s e d e s h e c h o d e los d o s M a r i o s , q u e d ó
sin. c o n t r o v e r s i a d u e ñ o ‘de la R e p ú b l i c a . P e r o u s a n d o
m a l d e s u viéioria convirtióen crueldad su dominio,
proscribiendo y quitando la vida á ‘muchos y m u y
p r i n c i p a l e s p e r s o n a g e s , q u e p o d í a n exc'itar‘zelosá s u
a m b i c i o n g :DQS': h o m b r e s g r a n d e s s e libertaron d e esta
d e s g r a c i a , ‘Sertorio y C e s a r . E l último’ p o r ser a ú n
mI i u a l y , v j i ó n v i e é r n r d , b y s e e l a o E t s r o p a ‘ ñ p o a r , q u d e o s n e d e a n t h i a c c i i p é ó ‘ n d á o h s u e i r C a d p e i I t t a a n

d e l o s E s p a ñ o l e s , p o r a l g u n o s a ñ o s ‘ se.‘ p r e s e r v ó . c o p
’ h A I g h } .
‘ 1 4 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
‘gloria d e su n o m b r e del furor d e sus enemigos. N o
d e t e r m i n a n d o S y l a v e n i r e n p e r s o n a á E s p a ñ a c o n t r a
Settorio, envió á su C o l e g a Q u i n t o Cecilio M e t e l o
—Pio. E s t o fue , c o m o h e m o s d i c h o , el a ñ o d e R o m a
6 7 4 . B a l b o , a u n q u e se hallaba m u y j ó v e n (a) , tenia
e n s u á n i m o p e n s a m i e n t o s s u b l i m e s , á q u i e n p a r e c í a n
t é r m i n o s e s t r e c h o s los d e s u patria. L a g u e r r a q u e los
R o m a n o s hacían á Sertorio e n E s p a ñ a , abrió n u e v o s
c a m i n o s á su exáltacion. Sertorio' tenia gran partido
e n E s p a ñ a , y especialmente e n la ulterior. B a l b o n o
siguió sus v a n d e r a s , sino lasfde la R e p ú b l i c a R o m a
n a : ó p o r q u e y a e n t ó n c e s conociese q u e este era el
p a r t i d o m a s s ó l i d o 5 ó p o r q u e siguiese e n esto el m o
d o d e p e n s a r d e su patria Cadiz. E s t a C i u d a d , á p e
sar d e s u o r i g e n P ú n i c o , se h a b í a i n c l i n a d o s i e m p r e á
la a m i s t a d d e los R o m a n o s . Si h e m o s d e creer á C i c e
ron (b) , desde el primer establecimiento d e Cadiz, , sus
habitantes tuvieron aversion á los Cartagineses , é in
clinacion á los R o m a n o s . A u n q u e C a r t a g o y C a d i z 4 ._ 'g_:rb :JL—¿_.D2ñ=rm. _ ‘_

e r a n C o l o n i a s d e T y r i o s , n o p a r e c e c o n s e r v a r o n s i e m
p r e la m a s exáéi a h a r m o n i a . A m b a s e r a n R e p ú b l i c a s
c o m e r c i a n t e s , a m b a s p o d e r o s a s e n la marina. N o es
m u c h o p u e s q u e la o p o s i c i o n d e intereses hiciese á
C a d i z é m u l a del c o m e r c i o y g r a n d e z a d e C a r t a g o . V e r
d a d es q u e acometidos los Gadita n o s p o r los °pueblos
v e c i n o s E s p a ñ o l e s , l l a m a r o n e n s u auxilio á los C a r
tagineses (c) . P e r o estos v i n i e n d o m a s c o m o c o n q u i s
tadores , q u e c o m o auxiliares , n o c o n t e n t o s c o n liber
‘ t ’ tal.’
. ' Í r
(a) Cic. r o B a l b o : n u m . 3 . a b i n e u n t e ‘ s t a t e . . ‘I . C o g n o w ‘ t a d o
Ierc'em' : I id. i n fi n e . '
(b) C i c . p r o B a l b o , n u m . 1; , & 17.
(c) Justin. lib. 44.. ‘
’ C o r n e l i o B a l b o . 1 5
:tar á C a d i z ,se‘ hicieron d u e ñ o s d e t o d a la A n d a l u c i a .
V e r o s i m í l m e n t e f u e m a s perjudicial. a ’ Ï C a d i z ‘el s o c o a
.rro-que'el p e l i g r o : p u e s la q u e á-ntes p o r s u r i q u e z a y
a d e l a n t a m i e n t o s excitaba la e n v i d i a d e sus vecinos,
ahora se veía ‘sugeta al imperio d e u n o s Tutores; q u e
g m o a s n . d a E b n a n e s t c a o s m c o i r d c u u e n ñ s to a s n — c , i e a n s v ne z o d e e s ï a i u n x v i e l r i o a s r i m c i o l m q o u a e m l i o s i
G a d i t a n o s p e n s a s e n e n la alianza d e a l g u n a otra P o
tencia , p a r a sacudir el y u g o d e los Cartagineses. S a c
h e m o s q u e e n algun, t i e m p o estuvo ‘Cadiz sugeta á
R e y e s de;Tarteso, y q u e ‘entónces. se'hiz‘o algun p a r
tido‘ á los P h o o e n s e ' s ’ é m u l o s d e C a r t a g o , p a r a q u e vía
niese’n á e s t a b l e c e r s e . e n ‘su R e g i ó n . L o s P h o c e n s e s d e s
d e t i e m p o s b i e n antiguos n o solo f u e r o n é m u l o s d e los
Cartagineses , sino a m i g o s d e los R o m a n o s . L a s - C o l o
nias G r i e g a s , q u e tenían e n E s p a ñ a , eran c o n f e d e r a
das del P u e b l o R o m a n o ántes d e la s e g u n d a guerra
P ú n í c a . C a d i z p u d o h a v e r e n t r a d o t a m b i e n e n esta
alianza,‘ c o n s t a n d o q u e los G r i e g o s c o m e r c i a r o n c o n
m u c h a ventaja en Tarteso. M a s sobreviniendo A m i l
c a r con» fuerzas m u y p o d e r o s a s , C a d i z h u v o d e c e d e r
al t i e m p o ,— y s e a c o m o d ó c o n los Car tagineses. A s
d r u b a l c o n política m a s s u a v e , radicó y estendió m a s
¡su d o m i n i o e n E s p a ñ a . L a gloria d e las h a z a ñ a s d e
A n n i b a l m a n t u v o á ' l o s G a d i t a n o s e n la s u j e c i ó n , ó
tutela d e los Cartagineses.. E n C a d i z es d e creer h u
v i e s e d o s f a c c i o n e s u n a d e P e n o s ó T y r i o s addiéios á
los intereses d e C a r t a g o , otra d e E s p a ñ o l e s , q u e to
l e r a n d o con‘ p e n a el d u r o i m p e r i o d e l p a r t i d o p r e d o
m í n a n t e , d e s e a b a ocasion d e conseguir su libertad. L a s
vietorias d e los d o s Scipiones e n E s p a ñ a 'Íeste'ndieron
el p o d e r y el n o m b r e R o m a n o hasta‘ Castulo' y O s u
n a
1 6 Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
.n'a ( a ) . E n t o n c e s los G a d i t a n o s z p u d i e r o ' r í p e n s a r e n
d e s h a c e r s e d e los Cartagineses c o n el auxilio d e los R o
m a n o s . L a m u e r t e i n o p i n a d a d e los d o s S c i p i o n e s s u
f o c ó e n la c u n a estas e s p e r a n z a s . P e r o h a v i e n d o L u
cio M a r c i o reparado estas quiebras , y despues Sci
p i o n el m a y o r adelantado sus conquistas hasta las mis»
m a s puertas d e C a d i z (17) , m a n d a n d o L u c i o Marci o'el
exército d e tierra y C a y o Lelío la E s q u a d r a , se vol
v i ó á'suscitat el T r a t a d o c o n los G a d i t a n o s (c) . E r a
f a m a , dice C i c e r o n ( d ) , q u e L u c i o M a r c i o h i z o e n es
ta ocasion alianza c o n los d e C a d i z : y a u n q u e esta se
t e p u t a b a m a s c o m o s o m b r a d e alianza , q u e c o m o u n
tratado e n todas las f o r m a s , los G a d i t a n o s le ‘obser
v a r o n inviolablemente d e su parte. P o r lo q u e refiere
T i t o L i v i o (e) , solo consta q u e el a ñ o d e R o m a 5 4 7 ,
s i e n d o C ó n s u l e s L u c i o V e t u r i o F i l o n , y. Q u i n t o C e c i
lio M e t e l o , d e s p u e s d e la d e s t r u c c i o n d e A s t a p a , v i
nieron á L u c i o M a r c i o algunos vecinos d e C a d i z c o n
inteligencias secretas p a r a entregarle la C i u d a d la
g u a r n i c i o n d e los C a r t a g i n e s e s y la e s q u a d r a q u e allí
tenían. P a r a este efeéïo se dieron recíprocas segurida
des. P e r o se m a l o g r a r o n estos tratos s e c r e t o s ; p o r q u e
l o s d e s c u b r i e r o n l o s C a r t a g i n e s e s , p r e n d i e r o n y e n v í a
r o n á C a r t a g o . á los autores. P o c o d e s p u e s ( f ) havie’n
vdose-rt’:tir'ado‘Magon d e C a d i z , d e x ó m a s irritados los
á n i m o s d e los Gaditanos‘, p o r q u e se llevó el dinero,
n o solo del "Erario público , sino d e los particulares y
. -' Í V ‘ ‘ . ‘ . 'de
- )

(a) A p i a n a Á l e m i n Ibe ri‘e. p a . - ‘ 2 6 3 . = T i t . Ï L i V ; lib. 2 2 . c. 2 o ;


(b) Tit. L i v . lib. a 8 ; c a p i i g á ' s e q . 'V -' : Í : l :
(c) í d e m lib. 2 8 . c a p . 2 3 . . . . _ » y . - a
.(d) C i c . p r o B a l b o , n u m . ' r á . ' A . — ’ 3 ï ' f
le) “13:28: ‘ ¿ W H r .» t : ‘. i ..'; 1 ) ' .' ; I )
( f ) Trt. L i v . lib.“ 2 8 . c a p . 36'. 8 : 3 7 . " '
1:7,’ Y
.. Cornelio Balbo. r 7
d e los T e m p l o s , s a q u e a n d o y d e s p o j á n d o l o s d e s u ri
queza. D e lo qual irritados los G a d i t a n o s , á la vuel
ta d e M a g o n le c e r r a r o n las p u e r t a s . P e r o él c o n a s t u
cia C a r t a g i n e s a , d a n d o q u e x a s amistosas y a b r i e n d o
la puerta p a r a a l g u n tratado , atraxo fuera d e la C i u
dad los M a g i s t r a d o s d e C a d i z y los m a n d ó crucificar
despues d e haverlos azotado ignominiosamente. H e
c h o esto se retiró á las islas Baleares. D e s p u e s d e la
retirada d e M a g o n , C a d i z se entregó á los R o m a
nos ( I ) h a c i e n d o c o n ellos u n tratado d e c o n f e d e r a —
cion y d e alianza (2). D e lo q u a l c o n s t a q u e el tra
.Hist. L i t . d e E s p . T o m . I V I lib. V I I I . B ta
(r) S u a r e z d e S a l a z a r ( A n t i g a e d . Gadz't. lib. r. c a p . 1 3 . ) d i c e ,
S u e h a v i e n d o s e e n t r e g a d o C a d i z al p u e b l o R o m a n o , c o m o c o n f e
e r a d a y a m i g a , e s t o s e g u n T i t o L i v i o s e t u v o p o r b u e n a u s —
{ i d o y f o r t u n a d e S c i p i o n . A s í i n t e r p r e t a e s t a s p a l a b r a s d e T i t o
¡ v i o : P o s t M a g o n i s al: O c e a n í o r a d i r c e s r u m , G a d i t a m ' R o m a n i :
d e d u n t u r . H c e c i n H i s p a n i a P u b l i S c i p i o n i r 11146721 , a u s p i e z ' ó q u e
g a t a . N o s a d m i r a m o s q u e u n h o m b r e t a n e r u d i t o diese tal inte
l i g e n c i a á e s t a s p a l a b r a s . E n ellas n o s e c o n t i e n e e l o g i o a l g u n o
d e C a d i z , n i q u e s u e n t r e g a f u e s e a u s p i c i o d e la f o r t u n a d e
S c i p i o n . S o l o s i g n i fi c a n q u e los ‘sucesos d e g u e r r a referidos h a n
v i a n s i d o c o n c l u i d o s e n E s p a ñ a , s i e n d o G e n e r a l S c i p i o n ; y á p o r *
él m i s m o e n p e r s o n a , y á r l o s l e g a d o s q u e e s t a b a n b a x o s u s
ó r d e n e s . : V é a s e á J u s t o ipsio d e M h ' t i a R o m a n a , lib. z. D í a ’
lo . t z .
( g ) S u a r e z d e S a l a z a r ( A n r i g . G a d i t a n . lib. r. c a p . x 3 . ) d i c e q u e
se e n t r e g ó c o m o c o n f e d e r a d a y a m i g a . T i t o L i v i o (lib. 2 8 . c a p .
3 7 . ) p a r e c e d i c e s o l o q u e s e e n t r e g a r o n l o s G a d i t a n o s . P e r o e n
el l i b r o 3 2 . c a p . 2 . s u p o n e q u e e s t a e n t r e g a f u e e n v i r t u d d e l a
c o n f e d e r a c i o n c o n L u c i o M a r c i o . C i c e r o n ( p r o B a l b o n u m . I s.)
h a b l a n d o d e este m i s m o t r a t a d o d e los G a d i t a n o s c o n M a r c i o s e
r e m i t e á la t r a d i c i o n , y e x p r e s a e s t a n o t i c i a c o m o u n a o p i n i o n
d e l a a n t i g ü e d a d ó u n a r e l a c i o n a g e n a : o p í m ' o n e v e t u r t a t i r . . .
jïzdus ¡ c i n e dicírur. T a m b i e n le l l a m a s o m b r a d e a l i a n z a : P h p
. r e m ¡ l l u m : p e c i e m f a e d e r í : M a r t i a n i . P e r o e s t a s e x p r e s i o n e s n o
d e n o t a n q u e C i c e r o n n e g a s e el a s e n s o á esta noticia. U s a d e
a q u e l l a s e x p r e s i o n e s y a p o r q u e n o c o n s t a b a p o r e s c r i t o e n l o s
m o n u m e n t o s p ú b l i c o s a q u e l l a a l i a n z a , y á p o r q u e f u e h e c h a s i n
las f o r m a l i d a d e s d e l S e n a d o , n i d e l P u e b l o ; y así f u e m a s b i e n
u n c o n c i e r t o p a r t i c u l a r , q u e c o n f e d e r a c i o n p ú b l i c a ; y á e n fi n
p o r q u e a u n q u e la c o m e n z ó L u c i o M a r c i o d e s p u e s de. la m u e ï ‘ t e
e
1 8 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
t a d o d e los G a d i t a n o s c o n L u c i o M a r c i o , a u n q u e p u »
d o c o m e n z a r s e d e s d e la m u e r t e d e los S c i p i o n e s , n o
se c o n c l u y ó hasta la expulsion d e los Cartagineses d e
E s p a ñ a . M a s a u n q u e L u c i o M a r c i o fuese C a p i t a n d e
g r a n c r é d i t o , c o m o e r a e n t ó n c e s u n s i m p l e O fi c i a l , y
n o e s t a b a a u t o r i z a d o ni p o r el S e n a d o , ni p o r el P u e
b l o , fue m a s b i e n u n a s o m b r a d e tratado , q u e v e r d a
d e r a alianza (a). L a c o n f e d e r a c i o n d e R o m a y C a d i z
se h i z o c o n t o d a f o r m a l i d a d e n el C o n s u l a d o d e M a r
c o L é p i d o y Q u i n t o C á t u l o a ñ o 6 7 5 ó 6 7 6 d e R o —
m a , 7 8 á n t e s d e J e s u C h r i s t o al t i e m p o d e la g u e r r a
d e Sertorio. A l g u n o s G a d i t a n o s , dice C i c e r o n , h o m
b r e s sabios y v e r s a d o s e n el D e r e c h o p ú b l i c o , pidie
r o n al S e n a d o se estableciese esta c o n f e d e r a c i o n . N o s
p a r e c e este u n i n s i g n e t e s t i m o n i o d e la s a b i d u r í a d e
los G a d i t a n o s , p u e s la ciencia del D e r e c h o público,‘
s u p o n e u n a enciclopedia d e erudicíon. _

d e los S c i p í o n e s , n o se c o n c l u y ó h a s t a la e x p u l s í o n d e los C a r
t a g i n e s e s . P o r e s t a ú l t i m a r a z o n , d i c e u n ' E r u d i t o , u s a C i c e r o n
t a n t a c a u t e l a e n s u s e x p r e s i o n e s : p o r q u e e n la r e a l i d a d la c o n
c l u s r o n d e e s t e t r a t a d o n o e r a d e t a n t a a n t i g ü e d a d c o m o la h a c i a ï '2s .v "m3e¡ a.u :xó- A‘ 3

l a o p i n i o n c o m u n ( A b r a m i n C i c . p r o B a l b o loc. citar. N o t . 3 6 . ).
T i t o L i v i o q u e h a b í a r e f e r i d o el p r i n c i p i o y‘ c o n c l u s i o n d e e s t a
a l i a n z a e n v a r i o s - l u g a r e s ( d e l ‘lib. 2 8 . ) , m e n c i o n a e l t r a t a d o ' c o n
L u c i o M a r c i o ( e n el lib. 3 2 . ) p o r e s t a s p a l a b r a s : G a d i t a n í s i t e m s
p e t e n l i b u r r e m i s s u m , n e P r a f e é ï u s G a d e í s m i t t t e r e t u r , a d v e r s a :
q u o d it's i n fi d e m p a p a l . R o m a n . ' v e m ' e n fi b u s , c u m L u c i o M a r c i o S e p
t i m i o c o n v e n i s s e t , c a p . 2 .
(a) D a r i : e m ' m q u o n d a m t e m p o r i b u s R e í p u b l i c a ’ n o s t r a ’ , c u m p r e e
p o t e n r t e m ’ : , m o r g u e C a r t b a g o , n i x a d u a l z u s H i s p a n i í s , b u l a i m
perio‘ i m m z ' n e r e t , z c u m d u o f u l m i n a nostri imperii subirá in Hz‘s—.
p o n í a E n . E5’ P u b ; S c i p i o n e s extini‘i‘i o ccz'díss en t : L u c z ' u s M a r t i n s
p r i m i p i l i C e n t u r i o c u m G u d z ' t a n i s f a e d u s ¡cz's se d i c i t u r . ‘ Q u a d c u m
m u g i s fi d e ilh'us p o p u l i , jas-¡frió westr z’i , 'v et ustate d e m ' q u e i p s a ,
g u a ‘ m a l i q u ó p u b l i c ó v i n c u l ó religionz's t e n e r e t u r : rapz'enter b o m i n e s ,
¿ 3 p u b l i c i j u r z ' s p e r i t i G a d i t a n i , J W . L e p i d o , C a t u l o c a u s a l i
b a s , a‘ S e n a t u d e f z d e r e p o s t u l a ' v e r u n t . T a m e s t , c u m G a d i t a m ' :
f z d u s 'vel r e u o ' v u t u m 'vel i é ï u m . C i c . p r o B a l b o , n u m . 1-5.
.' ' Corhelio Balbo. ' Ï'a. r 9
r 3 E l m i s m o ‘Ciceron (a) nos h a conservado la
fórmula d e este tratado , el qual n o contenía otra cosa,
sino q u e entre los R o m a n o s y los G a d i t a n o s h a v r i a
u n a s a n t a y p e r p e t u a p a z ; y q u e los G a d i t a n o s c o n
servarian amigablemente‘ la m a g e s t a d del p u e b l o R o a
mano. Estalfórmula n o era c o m u n en los tratados. d e
confederación. P o r él q u e d a r o n los G a d i t a n o s obliga
dos á socorrer y auxiliar. al p u e b l o R o m a n o , sin q u e
este h i c i e s e i g u a l o b l i g a c i o n d e suv‘parte. E n lo q u a l s e
conoce la d e p e n d e n c i a y subordinacion d e los G a d i t a
nos , y q u e esta c o n f e d e r a c i o n n o era: i g u a l , c o m o
advierte el m i s m o C i c e r o n (b). B i e n q u e el p u e b l o
c o n f e d e r a d o d e este m o d o , q u e d a b a s o l e m n e m e n t e e n
su libertad , c o m o advierte el Jurisconsulto Prócu-a
l o ( o ) . D e e s t e m o d o s e h i z o , ó s e r e n o v ó ‘ la" a l i a n z a
d e R o m a y C a d i z , q u e fue a p r o b a d a p o r el S e n a d o .
M a s el p u e b l o R o m a n o n u n c a se o b l i g ó á ella c o n la
solemnidad y religion d e l j u r a m e n t o (d) . P e r o se c o n
B 2 u f . ser
(ai M 1 2 1 ‘ ! est. a l i u d ¡ n fi z d e r e , nisz' u t pz'a 8 ¿eterna p a x sit . . . .
d d j u n fi u m íllud e t i a m e s t , q u o d m m est i n o m n i á u s f e d f i l m s : M a
j e s a t e m P o p u l i R o m a m ‘ c o m i t e r c o m - e r o a n t o . C i c . p r o all). n . 1 6 .
b ( i b r / g e n I u d s b b a b a e e l ‘ c o b n u s n e c r v w a ' n m d i , , u t q u o s ‘ i t m a¡ l g l i e s i n i fi r : e d l e e g r i e l m i s r g f , e q r i u o a r . m P i r n i f e m d u e m r i w b e u n s
m i s o l e m o s , i m p e r a n t í s e s t , n o n p r e c a n t í s . D e i n d e c u m a l t e r i u s
p o p u l i M a j e s t a s c o n s e r v a n ‘ j u b e t u r , d e a l t e r a s i l e t u r 5 c e r r é ¡[le
p o p u l u s i n s u p e r i o r í condz'tz'orre c a u s í l q u e p o fl i t u r , c u j u s m a j e s t a s f e
deris sanói‘ione defimlz‘tor. C i c . ibid. z V é a s e á B e r n a b é B r i s o n i o
d e F o r m u l i s lib. 4 . p á g . 4 0 5 . z y á M r . B e a u f o r t R e p u b l i c . R e m .
lib. ‘7. c a p . 6 . p . 3 4 8 . .
( c ) L i í z e r p o p a / u s e s t z's , q u i n u l l i u s alterz'us p o p u l í p o t e s t a t i e s t
: u b j e ñ ‘ u s : sin.’ i t f e d e r a t u s est : í t e m sirve arquo’ f z r l e r e i n a m i c i q
t i a m roem’t : sí've f e d e r e c o m p r e b e n s u m est , u t is p o p a / u s a l t e r i u s
p o p u l i m a j e s t a t e m c o m i t e r c o n s e r v a r e t . H o c e m ' m a d j z ' c i t u r , u t z'n-_
t e l / í g a t u r , a l t e r u m popular) ; s u p e r i o r e m esse , n o n u t ¡ n t e / l i g a t a r ,
a l t e r u m n a a esse l i ú e r u m . P r o c u l . L . 7. d e Capti'v. ¿5' P o s t / i m . re
v e r s .
(d) C i c . p r o B a l b o , n u m . 1 5 . 8 : 1 7 . _ _ a .,
. f \ . n
2 0 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
s e r v ó la p a z i n v i o l a b l e m e n t e p o r la b u e n a correspon-s
d e n c i a d e los G a d i t a n o s , q u e e n m u c h a s o c a s i o n e s e n
viaíon socorro á los R o m a n o s po r m a r y tierra (a).
D e lo q u a l h a b l a r e m o s d e s p u e s , p o r q u e B a l b o t u v o
m u c h a p a r t e e n estos s o c o r r o s .
1 4 P o r este t i e m p o c o n p o c a diferencia B a l b o
se alistó b a x o las Aguilas R o m a n a s , ó inducido p o r
s u v a l o r y d e s e o d e g l o r i a , ó p o r la n u e v a o b l i g a
cion d e su patria C a d i z (I). Militó al principio e n
» el
(a) I d e m n u m . r7. _
(1) T o d o s c o n v i e n e n e n q u e el n u e v o tratado d e los G a d n a n o s
c o n R o m a f u e s i e n d o C ó n s u l e s M a r c o E m i l i o L é p i d o , y Q u i n t o
L u t a c i o C á t u l o . P e r o n o t o d o s le p o n e n e n el m i s m o a ñ o , s e
g u n las d i v e r s a s c r o n o l o g i a s q u e s i g u e n . S u a r e z d e S a l a z a r ( lib.
1. c. 1 3 . ) d i c e q u e f u e el a ñ o d e R o m a 6 7 ; . : M r . d e la N a u
z e ( p á g . 3 2 7 . ) d i c e q u e e s t e t r a t a d o s e h i z o e l a ñ o 6 7 6 , y q u e
el a ñ o s i g u i e n t e v i n o P o m p e y o á E s p a ñ a c o n t r a S e r t o r i o :
E l m i s m o A u t o r a ñ a d e ,, q u e p o r e s t e t i e m p o S e r t o r i o p r o c u r a
, , b a e s t a b l e c e r e n la L u s i t a n i a , p a í s n o d i s t a n t e d e C a d i z , u n a
, , n u e v a R e p ú b l i c a R o m a n a p a r a o p o n e r l a á l a a n t i g u a . E n e s t a s
, , c i r c u n s t a n c i a s f u e q u a n d o B a l b o salió d e s u c a s a p a r a ir á s e r
, , v i r e n el e x é r c i t o d e M e t e l o q u e h a v i a s i d o e n v i a d o d e Italia á
, , E s p a ñ a c o n t r a S e r t o r i o . B a l b o e r a m u y j o v e n q u a n d o p o r este‘
, , m e d i o s e alistó la p r i m e r a v e z b a x o las á g u i l a s R o m a n a s , 6 p o r
, , q u e f u e s e o b l i g a d o á e l l o e n v i r t u d d e la a l i a n z a c o n c l u i d a c o n
, , R o m a , ó p o r q u e t o m a s e el p a r t i d o d e las a r m a s p o r c u r i o s i
, , d a d , ó u n a r d o r p r o p i o d e j o v e n , ó e n fi n p o r q u e a t o r m e n t a
, , d 0 e n la c o r t a e s f e r a , á q u e s u a m b i c i o n y s u s t a l e n t o s q u e
, , d a r i a n r e d u c i d o s p e r m a n e c i e n d o e n s u tria , r e v o l v i e s e d e s
, , d e e n t o n c e s e n s u m e n t e l o s p r o y e a o s e f o r t u n a , y d e e l e —
, , v a c i o n , q u e e x e c u t ó d e s p u e s . ,, : S e g u n e s t a c r o n o l o g í a B a l
b o e n t r ó á s e r v i r e n los e x é r c i t o s R o m a n o s el a ñ o 6 7 6 , d e s a
p u e s d e h e c h a la c o n f e d e r a c i o n . P e r o n o c o n s t a n d o el a ñ o e n
q u e B a l b o e n t r ó á s e r v i r , n i q u e e s t o f u e s e d e s p u e s d e la c o n
f e d e r a c i o n , y s a b i e n d o q u e m í l i t ó e n el e x é r c i t o d e M e t e l o , a n
t e s q u e P o m p e y o v i n i e s e á E s p a ñ a , n o h a y m o t i v o p a r a r e t a r d a r
s u s p r i m e r a s c a m p a ñ a s h a s t a el a ñ o 6 7 6 . C i c e r o n a fi r m a , q u e
B a l b o e n t r ó á servir d e s d e s u p r i m e r a e d a d , y a b a n d o n a n d o to
d a s sus cosas d o m é s t i c a s . L o q u a l p a r e c e d e n o t a q u e t u v o incli
n a c i o n p r o p r i a y ‘ m o t i v o s p e r s o n a l e s , y n o m e r a m e n t e p o r l a
o b l i g a c i ó n d e s u pa tria. : D . N i c o l a s A n t o n i o , d i c e , q u e M e t e l o
h a c i a la g u e r r a e n E s p a ñ a e n s u s e g u n d o c o n s u l a d o c o n S y l a a ñ o
6 7 4 . P e r o - e s t e a ñ o f u e el s e g u n d o c o n s u l a d o d e S y l a - ¡ n o d e M e
te
“ " ' ‘ C o r n e l i o B a l b o . ' 2‘!
el exército d e M e t e l o (r). D e s p u e s h a v i e n d o v e n i d o
P o m p e y o c o n n u e v o e x é r c i t o , é i g u a l a u t o r i d a d , B a l
b o t u v o p o r m a s c o n v e n i e n t e servir b a x o las ó r d e n e s
d e u n G e n e r a l tan célebre. Y a d e s d e e n t o n c e s c o m e n
z ó á ser feliz , ó diestro e n la eleccion d e proteéiores.
E r a Q ü e s t o r d e P o m p e y o C a y o M e m m i o ( a ) , c o n el
q u a l a d q u i r i ó m u c h a familiaridad B a l b o , n o f a l t a n d o
j a m a s d e su l a d o e n el exército , ni e n la a r m a d a . C í — '
c e r o n d i c e , q u e los G a d i t a n o s e n v i a r o n u n s o c o r r o d e
‘dinero y víveres á P o m p e y o q u a n d o hacia la guerra
en la E s p a ñ a Citerior. A n t e s h a v i a d i c h o q u e C o m e
Iio B a l b o partió á C a r t a g e n a , y se halló e n la a r m a
' H i s t . Lz't. d e E s p . T o m . I V . lib. V I I I . B 3 da.
vtelo P i o ( q u e i g n o r a m o s t u v i e s e d o s c o n s u l a d o s ) . J u z g a t n o s m u y
v e r o s í m i l q u e e n e s t e a ñ o s e alistase B a l b o e n las v a n d e r a s R o m a
n a s , y p o r c o n s i g u i e n t e d o s a ñ o s a n t e s d e la c o n f e d e r a c i o n . N i
e s t a e r a p r e c i s a p a r a q u e B a l b o t o m a s e a q u e l l a d e t e r m i n a c i o n .
S a b e m o s q u e los G a d i t a n o s h a v i a n t e n i d o b u e n a c o r r e s p o n d e n
c i a c o n S y l a 5 y q u e e s t e h a v i a d a d o á n u e v e d e e l l o s e l d e r e c h o
d e l a C i u d a d . E s t e p u d o s e r i n c e n t i v o p a r a q u e C o r n e l i o B a l b o
e n t r a s e e n los intereses d e l p a r t i d o d e S y l a , y á servir e n el e x é r
cito d e M e t e l o l u e g o q u e v i n o á E s p a ñ a . D e q u a l q u i e r m o d o n o t
d e t e r m i n a m o s el a ñ o p o r n o h a v e r d o c u m e n t o fi r m e q u e lo e s —
t a b l e z c a .
( 1 ) E l P . M . F l o r e z ( t o m . x o . trar. 3 1 0 1 3 3 1 ) . 2 . n u m . 3 9 o ) ¡ ’ e fi e ‘
r e ‘ e l t i e m p o q u e s i r v i ó B a l b o z c o n u n a e x p r e s i o n b i e n e s t r a ñ a .
P o m p e y o , d i c e , le h a v i a c o n c e d i d o el h o n o r d e C i u d a d a n o R o
m a n o p o r los m u c h o s s e r v i c i o s c o n q u e s o b r e s a l i ó e n f a v o r d e l o s
R o m a n o s ,, d e s d e el t i e m p o d e Q u i n t o M e t e l o , y C a y o M e m m i o
, , h a s t a las b a t a l l a s S u c r o n e n s e y T u r i e n s e . C o m o si e s t a s f u e r a n
d o s é p o c a s e n c u y o i n t e r m e d i o h u v i e r a s e r v i d o C o r n e l i o B a l b o .
P e r o e l m i s m o t i e m p o e s el d e Q u i n t o M e t e l o q u e el d e las b a
tallas d e S u c r o n y T u r i a . Y a u n d e s p u e s d e e s t a s s i r v i ó B a l b o
h a s t a el fi n d e la g u e r r a . V é a s e la e x p r e s i o n d e C i c e r o n p r o B a l
b o ( n u m . a . ) d o n d e c o n c l u y e : - A c e r r i m i : illir pmlz‘z‘: , 8 m a x i
m i s S u c r o n e m i ¿‘3 T u r i e m i i fl t e r j fi i í s r e 5 c u m P o m p e j o a d e x t r e m u m
bel/i t e m p u r f u i r r e . N o s i r v i ó p u e s s o l a m e n t e h a s t a e s t a s d o s b a
tallas , s i n o h a s t a q u e P o m p e y o t e r m i n ó e n E s p a ñ a la g u e r r a d e
S e r t o r i o .
(2) D . Nicolas A n t o n i o le d á el p r e n o m b r e d e M a r c o 5 pero C i —
c e r o n l e n o m b r a . C a y o . s‘
h . . .
' 4
22. Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
.da. V e r o s i m i l m e n t e fue el c o n d u é t o r d e ‘aquel s o c o r
ro. E n t o d o el discurso d e la guerra sirvió c o n m u c h o .
a r d o r á los v R o m a n o s , h a l l á n d o s e e n t o d a s las fatigas
militares, e n t o d o s los sitios y e n todas las batallas:
principalmente e n las d o s famosas d e S u c r o n y d e Tu.
ria , d o n d e d í ó á c o n o c e r su valor , y adquirió m u
c h a gloria militar. L a p r i m e r a d e estas batallas se d i ó
j u n t o al río X u c a r , e n la qual Sertorio derrotó á Porn}
p e y o . L a s e g u n d a cerca d e V a l e n c i a y del río G u a
d a l a v i a r ( a ) , ó s e g u n V o s i o c e r c a d e C a r l e t e ,. d o n d e
q u e d ó viéiorioso P o m p e y o d e los d o s L e g a d o s d e S e t
torio H e r e n n i o , y P e r p e n n a , c o m o d i c e P l u t a r c o ( b ) .
E n todas ocasiones manifestó B a l b o el valor d i g n o d e
u n g r a n C a p i t a n ,p c o m o s e e x p l i c a C i c e r o n ( o ) . P o m f
p e y o e n c o n s i d e r a c i o n d e estos g r a n d e s servicios , s e
d e c l a r ó a b i e r t a m e n t e p r o t e fl o r d e B a l b o , c o l m á n d o l e
d e honores y abriéndole puerta á los primeros cargos
d e la R e p ú b l i c a . . .

( a ) S a l l u s t . i n F r a g m . H i s t . lib. 2 . p a g . r 7 r .
(b) P l u t a r c h o in P o m p e j . p a g . 6 2 8. o
(c) C i c e r o n e x p l i c a e n p o c a : p a l a b r a : el a r d o r m i l i t a r y lo : i m p o r t
t a n t e : s e r v i c i o : d e B a l b o : C e t e r u m a c c a r a t o r fi z t e t u r b a n c i n H i r
p a m ' a d a r i r r i m ó be lla c u m flfetello , c u m C a j a ¡ W e m m i o , é ? i n c l a r o
r e , 6:? i n e x e r c í t a fi z i r r e , ¿ 3 u t P o m p e j a r i n I-¡z'rpam'am v e n e r i t ,
M m m i u m q u e b a b e r e , Q u c r l o r e m c t e p e r z t , n u n q u a m a‘ l l l e m m z'o d i :
c e r i r s e : C a r t b a g ï n e m erre p r o f e ñ ‘ u m : a c e r r í m i : ¡[Iii- p m ‘ l í i r , ¿ 3 m a
x i m i : , S u c r o n e n r i , ¿3? T u r i e n r i i n t e r fl í r r e : c u m P o m p e j o a d e x
t r e m u m belli t e m p u r fi t i r r e . H t c s u n t praelia Cor neliz' : talír i n R e m —
p u b / ¿ c a m n o s t r a m l a b o r , a r r í d u í t a : , d í m i c a t i o , 'vz'rtur d i g n a s u m
m ó I m p e r a t o r e . . . . . 8 a b i n e u n t e ¿ t r a t e , r e l i f í i r r e b u : .rair o m - —
m ’ b u : , in n o s z r í r bel/ir , n o r t r i : c u m I m p e r a t o r i b u r e r r e ' v e r r a t u m :
n u l l i a : l a b o r i : , n u l l í u r o b r í d i o n i r , rnullz'ur pnz'lz'í e x p e r t e m fi l i s r e .
H u ‘ .rtmt o m n i a c u m p l e n a laudí: , t i m p r o p r i a Corneh'i. C i c . p r o
B a l b o n u m . 2. ¿z 3.

s m .
Cornelio Balbo. 2 3
5. III.
Cornelio B a l b o es favorecido de P o m p e y o y de Cesar.
1 5 O m p e y o c o n c l u y ó f e l i z m e n t e e n E s p a ñ a la
g u e r r a d e Sertorio. S i e n d o C ó n s u l e s L u c i o
Gelio Poplicola y C n . Cornelio L é n t u l o (a) a ñ o d e
R o m a 6 8 1 ú 6 8 2 , s e g u n V a r r o n , 7 2 ántes d e Jesu
C h r i s t o , se p u b l i c ó e n R o m a la l e y G e l i a C o r n e l i o ,
que d a b a á P o m p e y o p l e n a a u t o r i d a d d e c o n c e d e r á
quien q u i s i e s e el d e r e c h o d e c i u d a d a n o R o m a n o . E s
te p r i v i l e g i o n o e r a e n t ó n c e s t a n c o m u n c o m o se h i z o
d e s p u e s (b). A s í tenia m a s e s t i m a c i ó n p o r las p r e r r o
gativas q u e traía consigo la qualidad d e C i u d a d a n o
R o m a n o : pues abria puerta á los estrangeros q u e lo
h a v i a n o b t e n i d o p a r a q u e p u d i e s e n entrar e n los car
g o s d e la R e p ú b l i c a . P o m p e y o u s ó d e este p o d e r e n
fa vor d e B a l b o , y d e a c u e r d o c o n su C o n s e j o d e g u e r
ra le c o n c e d i ó el d e r e c h o d e C i u d a d a n o R o m a n o (c).
P a r e c e q u e este p r i v i l e g i o s e e s t e n d i ó á t o d a la f a m i
lia d e B a l b o : p u e s Plinio ( d ) d i c e , q u e al s o b r i n o se
le d i ó este d e r e c h o c o n el tio. L o m i s m o , d i c e M r . d e
la N a u z e ( e ) , s e p r u e b a p o r las m e d a l l a s e n ó r d e n al
h e r m a n o d e B a l b o , p a d r e del S o b r i n o : pues d a n á es
’ B 4 te
(a) N a r c i t u r , í n d i c e : , c a u s a C o r n e h ' ï e x e a l e g e , q u a m L . G e l l i u r ,
C n . C o r n e l i u s e x S e n a t ú r : e m ‘ e n t i á t u l e r u n t : q u i : ( ¿ g i v i d e m u : , r a
ti: e r r e S a m ‘ ï u m , u t i cities‘ R o m a m ’ .rínt ii , q u o : . P o m p e j u r d e
conriliz‘: .rententia s í g í l l a t i m cz'w't'ate d o n a u e r i r . D o n a m m erre L .
C a m e l i a " ! pues-en: P o m p e j u s dicit : i n d i c a n t p u b / i c e taba/ce : a c e r
r u t o r a t e m r t C i c . p r o B a l b o n u m . 8 . v
(1;) r. B e a u f o r t R e p u b . R o m a n . lib. 6. c a p . 6.
(e) C i c . p r o B a l b o n u m . 8.
,(d) C i v i t a s R o m a n a c u m B a l b o m a j o r ? p a l m o d a t a est. P l i n . l í b
S- C a P — 5
(e) d e a d . d e I m c r i p c . t o m . t 9 . p a g . 3 2 9 .
2 4 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
te el n o m b r e d e L u c i o hijo d e P u b l i o (a). P u d o ale
g a r t a m b i e n las T a b l a s ‘Capitolinas , d o n d e se le d á el
nm u i e s s m t or o p B r a e l n b o o m , b er n e l ( a A s b ) T , a Pb lo a r s l C o a p q i u t eo l i t n o a c s a s ae l l pl a md a r e L u

cio Cornelio B a l b o z ‘ ‘ ,
1 6 M a s n o t e n e m o s esto p o r p r u e b a s d e m o s t r a
tivas , q u e e n t ó n c e s se hiciese á t o d o s la g r a c i a d e ciu
d a d a n o s R o m a n o s ; p u e s p u d o dárseles este p r e n o m
b r e d e s p u e s q u e el d e r e c h o d e c i u d a d a n o s R o m a n o s
file c o n c e d i d o p o r C e s a r á t o d o s los habitantes d e C a - ,
S d e i r z í , a a m ñ e o n e d s e t e R r o p m r a o b 7 a 0 r 5 q u . , e c o l m a s o m e r d e afi e l r l e a s D fi u o e n r o C n a s b i a o t i d a s ,

y las T a b l a s (I) c o m p u e s t a s ántes d e este a ñ o , p a r a


c o n v e n c e r q u e P o m p e y o dió á t o d a la familia d e los
B a l b o s el privilegio d e ciudadanos R o m a n o s . P o r lo
q u a l
(a) Vaillant. F a m i l , R o m a n . C a m e l i a y 89-. '
'(b) L. C O R N E L I U S . P . ' F . B A L B U S . ‘PRO.’ c o s . A. 1 0 c c .
X X X I V . E X A F R I C A V I . K . ' A P R l h z G m t . Im'cript. ¡ c u m
A n n a n G r a w . T 0 m . . I . Part. ll. p. C C X C V I I .
(c) C N . D O M l T l U S M . F . C . A S I N I V S . C N . F . S V F . L . C O R
N E L I U S . L . F . S V F . P . C A N l D l V S . P . F . : G r u t . i b i d . p . 2 9 8 .
(d) , Q u i b u s r e c e p t i : , conrtz'tuti rque r e b u : , a d G r a d e : m q u e d e c a i
rri't , n e m z ' n e allá al iá reIa’s-ó p r a r t e r q u a m i m p e r a t á p e c u m ' á .3 e a m
a m ' m p l u r i m a m e x i g e b a t a n d e a u q u e . ’ H o n o r e s q u o q u e p r i v a t i m , p u
b l i c e q u e m u l t i : b a b u i t , 8 a d i t a n u m p o p u ï u m cí'vitate R o m a n ? )
d o n a w ' t : q u a m d o n a t i o n e m dez'nde papilla: ‘ r a t a m e u e jusrit. I t a e o :
¡ m o m n i í e r g b r e m u n e r a ' v í t , q u b d q u m t o r ¡bi p e r . r o m r m m ¡virus
e r a t c u m m a t r e s u a r e m b a b u i r s e 3 a t q u e ¡ n d e , ( u t s u p r a d i x i m u s )
. r p e m salu4‘ r e r u m o t i u n d í c o n c e ' p e r a t . D í ó . C a s s . lib. 4 1 . p a g . 184..
( 1 ) L a s T a b l a s a p i t o l i n a s e n q u a n t o h a c e n m e n c i o n d e l o s B a l —
b o s n o p u d i e r o n f o r m a r s e a n t e s d e l a ñ o 7 1 4 ; p u e s m e n c i o n a n
e l c o n s u l a d o y el t r i u n f o d e los B a l b o : , q u e n o p r e c e d i e r o n á
e s t a é p o c a . Y a e n t o n c e s h a v i a n p a s a d o n u e v e a ñ o s d e la g r a c i a
c o n c e d i d a p o r C e s a r á t o d o s los C i u d a n o s d e C a d i z . A s í n o e s
m u c h o q u e s e d é n p r e n o m b r e s R o m a n o s al p a d r e y h e r m a n o
d e B a l b o el m a y o r , s i n q u e p o r e s t o s e p u e d a p r o b a r , q u e e l
privilegio c o n c e d i d o á él p o r P o m p e y o , se e s t e n d i e s e e n t o n c e s
á t o d a la familia. ’
C o r n e l i o B a l b o . ‘ ‘ ( m i 2 5
qual D . Nicolas A n t o n i o (a) se inclina á creer , q u e a
B a l b o el s o b r i n o se dió este privilegio m u c h o despues,
c o m o á todos los G a d i t a n o s , por gracia d e Cesar. Y á
la e x p r e s i o n d e Plinio q u e B a l b o e l m e n o r a o b ' t u v o ‘el
d e r e c h o d e C i u d a d c o n . s u .tio , r e s p o n d e " q u e ‘esto d e
n o t a c o m p a ñ í a en’ la g r a c i a , n o e n el t i e m p o d e s u
c o n c e s i o n (r).
1 7 E n esta ocasion nuestro B a l b o p a r e c e t o m ó el
n o m b r e y 'p r e n o m b r e d e L u c i o C o r n e l i o e n v e n e r a c i o n
de tan ilustre familia: y e n ‘efecto el n o m b r e : d e C o r n e l i o
se halla en los m o n u m e n t o s antiguos en m u c h a s familias
de la Bética (b). Mr.— d e la N a u z e (c) citando á u n sa
.. Ls . : _ ' b i o
( a ) B i b l i o t h . H i s p a n . V e r . l i b . 1;. c a p ; 2 . n u m . 2 . 4 . , * , ,4 — , . : 3
(r) L a c o n j e t u r a q u e a ñ a d e p a r a q u e á B a l b o el m e n o r n o s e
c o n c e d i e s e el d e r e c h o d e c i u d a d a n o ' R o m a n o ‘al m i s m o t i e m p o
u e a s u tio , s i n o m u c h o d e s p u e s , n o s p a r e c e d e p o c a e fi c a c i a . ‘
i B i c e q u e si B a l b o el m e n o r h u v i e s e l o g r a d o e n t o n c e s , a q u e l l a
h o n r a , C i c e r o n n o ‘ h u v i e r a g u a r d a d o u n p r o f u n d o s i l e n c i o e n l a
o r a c ' r o n q u e h i z o p o r s u tio. P o r q u e e r a ' o b v i o y v m u y c o n d u c e n t e
p a r a e s c u s a r el h e c h o d e P o m p e y o e n h a v e r c o n c e d i d o á B a l b o
e l m a y o r ‘la g r a c i a d e C i u d a d a n o R o m a n o , e l e x e r ' n p l a r d e r h ’ a v e f
c o n c e d i d o l o m i s m o á‘ B a l b o el m e n o r ; y irnos,’ q u a n d o e l m i s m o
O r a d o r a l e g a allí o t r o s e x e m p l o s d e i g u a l e s g r a c i a s h e c h a s p o r
P o m p e y o . N o s o l o , d i c e , c o n c e d i ó e s t e b e n e fi c i o á C o r n e l i o B a l á
b o , s i n o á u n G a d i t a n o l l a m a d o A s d r u b a l d e r e s u l t a s d e la g u e ?
t r a d e ‘ A f r i c a ,‘ á ‘ l o s M a m e n i n ó s , T o s O v i o s , " a l g u n o s d e U t i c a ,
y i á n l o s A r t e s a n o s d e S a g u n t o . M a s n o c r e e m o s q u e el e x e m p i o
d e h a v e r c o n c e d i d o s e m e j a n t e g r a c i a á B a l b o el m e n o r f u e s e m u y
c o n d u c e n t e p a r a p e r s u a d i r lab-‘justicia d e P o m p e y o - é n ' h a v e r l a
c o n c e d i d o al m a y o r . P u e s lo m i s m o o p o n d r i a el a c u s a d o r á u n o
q u e á o t r o . Y a u n q u e los' d e m a s e x e m p l o s f u e r a n o p o r t u n o s p a r a
p r o b a r q u e P o m p e y o e n c o n c e d e r a q u e l l a g r a c i a á B a l b o s e h a ’
v í a m o v i d o d e las r a z o n e s d e e q u i d a d y justicia , y n o d e e s p e c i a l
b e n e v o l e n c i a á s u f a m i l i a _ó p e r s o n a 5 p a r a e s t o s e r i a e n t e r a m e n
t e i n u t i l el e x e m p l o d e l o t r o B a l b o . A s í n o n o s p a r e c e m i s t e r i o s o
el s i l e n c i o d e C i c e r o n e n e s t a p a r t e : p u d i e n d o m o v e r s e d e la
c a u t e l a d e n o d a r a l a c u s a d o r , ó á l a p a r t e c o n t r a r i a o c a s i o n d e
d e b i l i t a r s u s p r u e b a s .
(17) R o d r i g o C a r o C o r o g r . d e l C o n v e n t o j u r í d i c . d e S e v i l l a lib. .3.
c a p . ‘13.. p a g . 1 0 5 . ‘ =-_ ,
(e) A c a d e m . d e l a s c r i p c . t o m . r 9 . p á g . 3 2 9 . e’. .
2 6 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
bio m o d e r n o (a) conjetura q u e B a l b o se llamó L u c i o
C o r n e l i o e n r e c o n o c i m i e n t o d e los d o s C ó n s u l e s autores
d e la ley Gelz’a C o m e / i a , u n o d e los quales fue L u c i o
G e l i o , y o t r o C n . C o r n e l i o . B a l b o t o m ó el p r e n o m
b r e del u n o y el n o m b r e del otro. M a s verosímil es los
t o m a s e e n o b s e q u i o d e L u c i o C o r n e l i o S y l a , el qual se
g u n C i c e r o n (b) h a v i a c o n c e d i d o el d e r e c h o d e C i u d a d
á n u e v e Gaditanos. A d e m a s havia sido gefe y p a n e g y
rista d e P o m p e y o g r a n p r o t e é t o r d e B a l b o . A s v i p o r li-.
s o n j a d e e s t e ,-ó. p o r r e c o n o o i m i e n t o á a q u e l q u e t a n t o
h a v i a h o n r a d o á s u s patricios, es v e r o s í m i l t o m a s e B a l
b o el n o m b r e d e L u c i o Cornelio. T a n t o m a s fiJerte es
esta c o n j e t u r a , si es v e r d a d e r a la leccion d e u n M S . a n —
t i g u o q u e cita‘ F u l v i o U r s i n o (c) , que‘ e n l u g a r d e n u e
v e G a d i t a n o s p o n e 6 o , á q u i e n S y l a c o n c e d i ó el d e r e
c h o d e l a C i u d a d . P u e s e n t o n c e s á p r o p o r c i o n d e b i a cre
cer el agradecimiento d e los G a d i t a n o s á u n bienhe-P
e h o r tan generoso. F u e facil la transmutacion d e L X .
e n IX. e scribíé ndo se est as nota s e n n ú m e r o s R o m a n o s .
I 8 O t r o E r u d i t o ( d) dice q u e B a l b o se l l a m ó L u
cio C o r n e l i o e n o b s e q u i o d e L u c i o C o r n e l i o L é n t u l o ,
q u e fue C o n s u l el a ñ o p r i m e r o d e 1a g u e r r a civil, p o r
Q
" m e —
. (a) A b r a m . P r a f a t . i n C i e r r a n . O r o t i o n . p r o B a l b o .
(b) Q u i d g M a s s i l i e n r e m Á r t ' r t o n e m s u l l a ( n o r m a c i ' v i m t e d o n a m ' t ? )
Q u i d 2 q u o m ' a m d e G a d i t a m ' : a g i m u : , í d e m b e t o : n o v e m G a d n a n o r ?
q u i d ? 'vir s a n t ï i s s i m u s , é ? . r u m m á r e l i g i o n e , u e m o d e s t i a , Ille
tel/us P i u : , ‘Q. F a b z ‘ u m S a g u n t z ’ n u m ? 6to. C i c . p r o B a l b o n u m . 2 : .
(c) N o t . 7 7 . i n C i c e r . p r o B a l b o e d i t . V e r b u g . p a g . 6 8 0 .
(d) L u c . C o r n e l i u s B a l b u : a p p e l l a t u r , q u í a lícet d P o m p e j o sit
c i w ' t a t e d o n a t u r , b e n e fi c i a r » t o m e n i l l u d Lucz'i C o r n e h ' i L e n t u l i g r a —
‘tie’! c o m e q u u t u r e s t ; a‘ q u o ¿ 3 p n r n o m e n , ¿ 3 fl o m e n d e m o r e s u m p <
s i t . A ' t q u e is L e n t u l u r v i d e t u r erre q u i bellí eivih's a r m ó p r i m o c o n
fi l l fi l i t : q u o d q u i d e m e x e p í s t o l a B a l b i licet i n t e l / ¡ g e n , quee ¡ m e r
. e a s o d A t t i c u m ( l í b . 9 . ) legz‘tur. P a u l . M a n u t . N o t . 2 6 . l n O r a r .
Cic. p r o B a l b o p a g . 6 7 5 . edit. V e r b u g .
o C o r n e l i o B a l b o h ' 9 7
m e d i o del q u a l c o n s i g u i ó d e P o m p e y o el b e n e fi c i o d e
c i u d a d a n o R o m a n o . C i t a p a r a e s t o u n a epístola d e
B a l b o q u e se halla entre las d e Ciceron. P e r o d e esta
carta solo consta la amistad y b u e n a correspondencia
de B a l b o c o n L é n t u l o , y q u e este le h a v i a h e c h o mu-a
c h o s b e n e fi c i o s z p e r o n o q u e p o r su m e d i o h u v i e s e
c o n s e g u i d o d e P o m p e y o la gracia d e c i u d a d a n o Ro-_
m a n o , ni q u e e n r e c o n o c i m i e n t o d e este f a v o r t o m a s e
el n o m b r e d e L u c i o C o r n e l i o . F í n a l m e n t e a l g u n o p o
dria c o n j e t u r a r , q u e B a l b o se h o n r ó c o n este n o m b r e
en m e m o r i a d e los Scipiones. E s t o s e r a n d e la familia
Cornelia. S u n o m b r e y h a z a ñ a s hallaron. m u c h o l u g a r
en el á n i m o d e los E s p a ñ o l e s . S c i p i o n el A f r i c a n o p o r
m e d i o d e s u i L e g a d o L u c i o M a r c i o havia entablado
‘ n e g o c i a c i o n e s de‘j'paz. c o n los.‘ G a d i t a n o s . E l m i s m o
arrojó d e E s p a ñ a á los Cartagineses , d e quienes C a :
diz h a v i a recibido i n j u r i a s , e s p e c i a l m e n t e la lil;
t i m a d e M a g o n , q u e ‘ w s á q u e ó ‘ l a ï r i q u e z a d e los T e m
p l o s , d e l E s t a d o y d e "los'parti'cjulares‘ ¿ y ' a d e m a s Cas-j
n o u A 5 ‘ A o

tigó y quitó la vida á sus Magistrados‘ c o n tanta i g n o


m i n i a . L u c i o C o r n e l i o S c i p i o n j e l , A s i á t i c o h e r m a n o
d e l A f r i c a n o h i z o t a m b i e n larguerra (I) e n A n d a l u —
‘ , 1 (r) ‘ P u d i e r a o c u r r i r á a l g u n o q u e C o r n e l i o B a l b o e n e s t a l m i s m ' a
' f 7 ? , ‘ E _ " ' . ‘ _ p

o c a s i o n m u d ó n o s o l o el n o m b r e , s i n o ¡ a m b i e n el s o b r e n o m b r e " .
E n e f e c t o el a p e l l i d o d e B a l b o e s f r e q ü e n t i s i m o e n m u c h a s f a m i
lias R o m a n a s , c o m o d i r e m o s d e s p u e s . A s í n o seria m u c h o q u e
n u e s t r o G a d i t a n o e n o b s e q u i o d e a l g u n a d e ellas h u v i e s e t o m a ’
d o el s o b r e n o m b r e R o m a n o d e B a l b o . A c i o B a l b o a b u e l o m a t e r
n o d e A u g u s t o , q u e c a s ó c o n J u l i a h e r m a n a d e C e s a r , s e g u n
S u e t o n i o ( i n A u g u s t o c a p . 4 . ) , p o r l i n e a m a t e r n a e r a p a r i e n t e
m u y c e r c a n o d e P o m e y o . P u d o p u e s B a l b o t o m a r este s o b r e }
n o m b r e e n o b s e q u i o e s u b i e n h e c h o r : p u e s n o e s v e r o s í m i l q u e
m o s t r a n d o e s t e g é n e r o d e r e c o n o c i m i e n t o á o t r o s il ustres R o m a
n o s , c u y o n o m b r e t o m ó , f u e s e i n s e n s i b l e e n la m i s m a l í n e a á s u
p a t r o n o p r i n c i p a l . E n e s t a h y p ó t e s i r o d a e s t a a p e l a c i o n d e L u c i o
C o r n e l i o B a l b o , s e r i a e n t e r a m e n t e R o m a n a , d e x a n d o t o t a l m e n
¡ e
2 8 Escrz't. del tiempo de Á u g u s w .
cía (a). Acaso-'por'esto v e m o s en m o n u m e h t o s d e t a
B é
¡e el n o m b r e a n t í g u o G a d í t a n o . C o n t o d o j u z g a m o s m a s v e r o s i —
rnil , q u e B a l b o e r a s u a n t i g u o n o m b r e tintes d e h a c e r s e c i u d a
d a n o R o m a n o . ¡ L o ‘ p r i m e r o , p o r q u e n o t e n e m o s m o t i v o p o d e r o s o
p a r a e r e e r l e t a n , * d e ' s c o n o c i d o á ' s u ' N a c i o n y ‘á s u p a t r i a , q u e
r e n u n c t a s e h a s t a s u p r i m e r n o m b r e . L o s e g u n d o , p o r q u e e r a
c o m u n estilo , a u n q u a n d o t o m a s e n l o s e s t r a n g e r o s e l p r e n o m
b r e y n o m b r e R o m a n o , c o n s e r v a r á l o m e n o s c o m o a p e l l i d o e l
n o m b r e a n t i g u o . L o m i s m o á p r o p o r c i ó n se o b s e r v a b a e n t r e los
R o m a n o s e n ‘la a d o p c i o n d e las f a m i l i a s . S e g u n s e c o l i g e d e T á
c i t o ( Á r m ; lib. 6 . .)‘ y E s t r a b o n ,( l i b . 13,.‘ ) T h e o p h a n e s y s u s d e s ;
c e n d i e n t e s t o m a r o n p r e n o m b r e R o m a n o , y el n o m b r e d e s u
b i e n h e c h o r P o m p e y o : p e r o s i e m p r e q u e d ó al p r i m e r o la d e n o á
m i n a c i o n d e T h e o p h a n e s . A d e m a s q u e el s o b r e n o m b r e d e B a l b o
n o e s t a n p r i v a t i v a m e n t e R o m a n o , q u e n o p u e d a s e r t a m b i e n
P á n i c o . T i t o L i v i o m e n c i o n a u n ‘ m o n t e d e A f r i c a l l a m a d o B a l ’
¿ o p o r los m i s m o s habitantes. N o d e b e m o s ‘olvidar q u e los G a ,
d i t a n o s y‘ C a r t a i n e s e s t e n í a n u n a m i s m a l e n g u a , y u n . . m 1 s
m e o r i g e n r ’ A s ‘ i ' d e b e ’ s e r ' m a s i e s t r a ñ ó ' h a l l a r ' e n C a d i z ‘ e i n e m ’
b r e P á n i c o ’ d e u n a m o n t a ñ a d e Á f r i c a , q u e el d e d r d r u b a l , rá
q u i e n P o m p e y o h i z o c i u d a d a n o R o m a n o ( Cic'. p r o B a l b o ) , y el
d e S u fl t e r e n s u s M a g i s t r a d o s . D a s p a l a b r a s d e T i t o L i v i o s o n e s
tas : M a r i n i ” e m panel’: ¿ g a n i t a s anar-¡e ¡n monltem.( B a l b u m i n »
c o l a : v o c a n t i p e r fl g fl . 1 : Á L , Q u e m c e p e r a r í t e x u l e s m o n t e n i ,' l z e r b f
d a r , a q u o r w q ü e d i t ’, { e } p a s e a n ‘¡borrar a l e n d o e r a r z , b o m z ’ n a m
g u a g u a , c a r n e t , c W e v e r c e n r í u m , U u b w r d é u g f fi c i e b o g a l i m e n t í r ,
( I J i V . lll). 2'9. c a p : g't. ) : ' A e s r e í n ó n t e B a l b o se retiró M a s m i s a
d e s p u e s d e h a v e r ’ s i d o ' d e r r o t a d o - p o t ' S i p ' h a x . N i e s m a r a b i l l a q u e
u n a . m i s m a v o z s e h a l l e e n d i s t i n t a s l e n g u a s c o n d i v e r s a s í g n i fi c a
c i o n y o r i g e n : p o r q u e ' n o h e m o s d e c r e e r q u e ’ el n o m b r e B a l b o
s i g n i fi q u e m o t o r i z a d o e n r l ï ú n i c o ¡ c o m o e n L a t í n . : E s r a m i s m a es
la o p i n i o n d e lVIr. d e la N a i t z e . ,, P o r l o q u e m i r a á la a p e l a c i o n
",',de B a l b o , d i c e ( p a g u é ” )‘, e s t e e r a v e r o s i m i l m e n t e e l n o m b r e
;,del c i u d a d a n o de‘ C a iz , el q u a l ' q ’ u c d ó por" s o b r e n o m b r e al
, , c i u d a d a n o _ R o m a n o . E s v e r d a d q u e m u c h o s R o m a n o s d e dife
‘,,rentes familias t u v i e r o n este m i s m o s o b r e n o m b r e , c o n f o r m e al
h u s o q u e h a v i a a n t i g u a m e n t e e n R o m a , q u e d e s p u e s s e h a r e
" , , n o v a d o e n o t r a s p a r t e s , d e c a r a c t e r i z a r l o s h o m b r e s p o r s u s d e
',',fe6h')s n a t u r a l e s . M a s e n ó r d e n á esto parecer q u e B a l b o d e C a —
1 , , d i z ‘ n o e s t á c o m p r e h e n d r d o e n el c a s o d e l o s B a l b o s R o m a n o s , ‘y
, , q u e e l n o m b r e d e e s t e h a b i t a n t e d e u n a c i u d a d Ph’enicia’ , d o n
, , d e se h a b l a b a , s e g u n C i c e r o n , u n a l e n g u a m u y d i f e r e n t e d e l a
, , d e R o m a , d e b e s e r t e n i d o p o r / n o m b r e P á n i c o ; p r i n c i p a l m e n
,,te n o s i e n d o la p a l a b r a B a l b o t é r m i n o e s t r a n g e r o p a r a l o s P h e - .
, , m c i o s d e A f r i c a , p u e s se l l a m a b a así u n m o n t e m u y v e c i n o á
, , C a r t a g o . , , _ -
( a ) T 1 t . L W . lib. 2 8 . c a p . 3.
i' C o r n e l i o B a l b o . 2 9
B é t í c a tan c o m u n el n o m b r e d e C o r n e l i o , q u e t o m a
rian varias familias e n o b s e q u i o d e los Scipiones.
1 9 Vuelto P o m p e y o á R o m a continuó su b e n e
volencia y generosidad c o n L u c i o Cornelio Balbo. L e
r e g a l ó t e r r e n o m u y a p r o p ó s i t o p a r a f o r m a r u n a Q u i n
ta y jardines d e recreo (a). L e dió tantas muestras d e
estimacion , q u e era o b j e t o d e la e n v i d i a d e los pri
m e r o s R o m a n o s . P o m p e y o , d e c í a n , h a d a d o p r e f e
tencia á este estrangero sobre todos nosotros. C o r n e
lio B a l b o p o r m e d i o d e la a m i s t a d d e P o m p e y o l o g r ó
la d e T h e o p h a n e s ilustre sabio d e la G r e c i a (b). C 0
m o P o m p e y o era h o m b r e sabio , q u a n d o v o l v i ó del
O r i e n t e á R o m a , t r a x o e n s u c o m p a ñ í a á T h e o p h a
ne s , á quien havia h e c h o C i u d a d a n o R o m a n o (c);
g l o r i á n d o s e d e s u a m i s t a d , y a d o p t a n d o s u s consejos.
B a l b o n o p e r d i ó esta o p o r t u n i d a d d e adelantar e n la
g r a c i a d e P o m p e y o . C u l t i v ó la a m i s t a d d e T h e o p h a
n e s , y g a n ó su c o n fi a n z a e n tanto g r a d o , q u e n o solo
f u e p a r t i c i p a n t e d e s u e r u d i c i o n , s i n o h e r e d e r o d e s u
h a c i e n d a . T h e o p h a n e s e r a ‘ u n o d e los p o c o s s a b i o s
r i c o s , q u e u n i ó lo brillante d e la f o r t u n a c o n las v e n ¿a
tajas d e la erudicion. P a g a d o d e los o b s e q u i o s y lu
c e s d e B a l b o , ó p o r a g r a d a r m a s á P o m p e y o , a d o p
tó p o r su hijo á nuestro Gaditano. E s t a a d o p c i o n p a
r a
(a) L a g e q u e r o , 8 ¡ H a d i n fi m u m c a p u t ¡ p r i m Balbz' , o p t i m i , c u i
C n . ¡ r o s t e r l o c u m , ubz' b a r t o : c d í fi c a r e t , d e d i t : q u e m c u i n o r t r u m
m m m p é p m t u l i t ? C i c . a d A m ' c . lib. 9 . e p í s t . r 3 .
( b ) P l a c e r i g í t u r . . . . . a d o p t a t u m p a t r i c i u m a‘ p l e b e j o , G a d z ' t a n u m
a M z ' t y l e m r o : ¿t? L a b í e m ’ d i v i t í w , ¿ 3 M a m u r r z e placer‘: , ¿ 3 B a l b i
b o m ‘ , 6 3 T u r c u l a fl u m . Cic. a d A m e . lib. 7. epist. 7.
(c) C i c . O r a t . p r o Á r c b í a P o e t a n u m . 1o_ , p r o B a l b o n u m .
a 5. : T a c i t . A n n a ] . lib. 6. p á g . 1 0 6 . edit. Lipsil. : S t r a b . l i b . : g .
p á g . 7 1 4 . = C a e s a r d e B e l l . Cí'vz'l. lil). 3 . c a p . 8 . : V a l e r . M a x .
lib; 8. c a p . r4. n u m . 3. = P l u t a r c h . m P o m p e j o , p a g . 6 4 x . 8 : i n
C i c e r . p a g . 8 8 0 . _
3 o Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
ra Cornelio B a l b o fue n o m e n o s útil q u e honoríficaí
b i e n q u e C i c e r o n insinúa n o adquirió p o r este m e d i o
m a s herencia q u e la d e sus parientes (a).
2 o P o r m u c h o s b e n e fi c i o s q u e B a l b o r ecibies e .de
P o m p e y o , n o fue este insigne p e r s o n a g e su m a y o r :
proteé’tor. O t r o g r a n d e a m i g o ‘se le p r e p a r a b a e n la
p e r s o n a d e Cesar. P o r los a ñ o s 6 8 6 C e s a r v i n o á E s —
p a ñ a c o n el c a r g o d e Q ü e s t o r (b). S u P r o v i n c i a f u e
‘ la E s p a ñ a Ulterior , y p o r consiguiente la Bética. E n
esta o c a s i o n recorrió los C o n v e n t o s J u r í d i c o s d e ¡la
P r o v i n c i a , y c o n este m o t i v o p a s ó á Cadiz. E n e s t a
c i u d a d c u e n t a S u e t o n i o (c) y los d e m a s A u t o r e s cita
d o s , t u v o a q u e l f a m o s o s u e ñ o q u e le p r o n o s t i c a b a
v e n d r í a á ser d u e ñ o d e la R e p ú b l i c a . ,Allí m i s m o en-s
c o n t r ó otros estímulos p a r a su a m b i c i ó n , é incentivos
p a r a la gloria. P o r q u e h a v i e n d o v i s t o e n u n T e m p l o
d e C a d i z la estatua d e A l e x a n d r o , e x c l a m ó c o n senti—.
d a s q u e x a s , q u e n o h a v i a h e c h o h a z a ñ a m e m o r a b l e
e n u n a e d a d e n q u e A l e x a n d r o y a h a v i a c o n q u i s t a d o
el m u n d o . C e s a r p u e s n o m i r ó á C a d i z c o n indiferen-Á
cia , ni los G a d i t a n o s f u e r o n insensibles á la estimacíon
y beneficios d e este h o m b r e grande. .
2 1 . L a v e n i d a d e C e s a r á ' C a d i z fue el principio
d e su amistad c o n B a l b o (d). S e conocieron y trata‘
r o n c o n r e c í p r o c a b e n e v o l e n c i a . D e s d e e n t ó n c e s C e
sar hizo u n g r a n c o n c e p t o d e B a l b o . V o l v i e n d o des
p u e s á E s p a ñ a c o n el c a r g o d e Pretor a ñ o d e R o - .
m a
(a) C i c . p r o B a l b o n u m . 2 ; .
‘(12) S u e t o n . i n j u l . c a p . 7 . : P l u t a r c h . i n C e s a r . p a g . 7 1 2 . =
D i o C a s . lib. 3 7 . p a g . 6 o .
(c) S u e t o n . P l u t a r c h . , D i o . citar.
(d) C o g n o w ' t adolercen: ( B a l b u s ) : plac‘uít bomz'm' p r u d e n fi r r z ' m o
( C a s a r i ). C i c e r . p r o B a l b o n u m . 2 8 . , .
c Cornelio Bal/70. ' A 31"‘
m a 6 9 4 ' , n o solo le c o n t i n u ó su gracia , sino q u e le -
admitió á su amistad. E n t r e tantos a m i g o s c o m o tie
nen los h o m b r e s del caraEter d e C e s a r , C o r n e l i o Bal-z
bo fue d e los m a s íntimos y familiares (a) . E l a ñ o d e .
su C o n s u l a d o dió á B a l b o u n e m p l e o considerable (b).
Tal era el q u e los R o m a n o s l l a m a b a n Prteféóïus F a
c m m (r) q u e venia á ser u n Intendente d e las m a c h i
nas d e g u e r r a (c) . L a felicidad d e C e s a r y los ade-r
lantamientos d e B a l b o m u e s t r a n q u e este su f a v o r e c i r
d o d e s e m p e ñ ó á satisfacción los encargos y c o n fi a n
z a s ‘
(2;) ‘ I n s u m m a a m z ' c o r u m c o p i a c u m fi z m z ‘ l z ' a r i s s i m z ’ s e j u s e s t a d a ' q u a r
tas ¡ n P r e ’ t u r a . l b i d . -:_ S u e t o n . i n j u l . ‘cap. 8 1 .
(b) Ir: C o n s u l a t u p r a t / ‘ ¿ H u m F a l v r ú m detulit : consz'ljam b o m z ’ m ’ s p r o
ba'vít , fi d e m est c o m p l e x u s , Q f fi c i a , o b s e r v a n t í a m q u e dilexz't. F u i t
b i e m u l t o r u m ilh' l a b o r u m s o c i a s . C i c . p r o B a l b o n u m . 2 8 .
(I) M r . C r e v i e r e n la c o n t i n u a c i o n d e la H i s t o r i a R o m a n a d e
R o l l i n ( t o m . 13: p á g . 3 9 3 . lib. 4 3 . S. 1.) h a b l a n d o d e C n . M a - —
g i o , P r e f e c t o d e los F a b r o s l d e P o m p e y o , t r a d u c e e s t a e x p r e s i o n ;
p o r l a d e I n g e n i e r a e n G e f e . , , Y o , d i c e , a v e n t u r o e s t e m o d o d e t
, , t r a d u c i r la e x p r e s i o n P r a g fl a fi u : F a b r ú m , q u e s i g n i fi c a á la l e t r a ‘
, , C o m a n d a n t e d e l o s O b r e r o s q u e s i g u e n al e x é r c i t o . , , A b l a n - —
c o u r t t r a d u c e , I n t e n d e n t e d e la: M c b i n a r . M r ; d e la N a u z e ( A c a - .
d e m . d e I fl s r r í p c . t o m . 1 9 . p a g . 3 3 2 . ) , l l a m a al P r _ a f e c 7 u s F a b r a ” ;
P r e f e fi ‘ o d e los O b r e r o s : , , c a r g o , d i c e , m i l i t a r i m p o r t a n t e q u e
, , t e n i a á s u c u i d a d o el a r m a m e n t o d e las T r o p a s , las m a c h i n a s '
, , d e g u e r r a , la c o n s t r u c t i o n d e l o s R e a l e s , los e q u i p a g e s , v a g a
, , g e s y c a r r o s , y g e n e r a l m e n t e t o d a s las o b r a s d e c a r p i n t e r o s ,
, a l b a ñ i l e s , h e r r e r o s , t r a b a j a d o r e s , artillcros y m i n a d o r e s . ,,-_- '
Ú o n d e h e m o s p u e s t o fl r t i l l e r o s , e s t e A c a d é m i c o e s c r i b e p i a n m ' e r s .
M r . R i c h e l e t e n s u D i c c i o n a r i o , d i c e , q u e P í o n m ‘ e r e s u n o b r e
r o d e l c u e r p o d e A m l l e r i a q u e h a c e las e s p l a n a d a s , d e r r i b a las p l a —
t a f o r m a s , a b r e las t r i n c h e r a s .
(c) P r a f e e ‘ í u s F a b r ú m d z ' c e b a t a r , q u i fi r r a m e n t o r u m c u r a m babe-n
b a t . P a n v i n . I m p . R o m . c a p . r 6 . : P m e r a t a r t z fi c i b u s , q u i c a s
t r a s e u e b a n t u r : q u a l e s fi z b r i l i g n a r í i , fi z r r a r z ’ í , c a r p e n t a r i i : ¡ I l i m
t u r a fi d t f a b r i l e m o p e r a m p r o v o c a r a , a c p n e b e r e c a s t r i s , 8 u r .
b i b u : e x p u g n a n d z ' s n e c e s s a r i a m . P r e v O t . d e M a g í s t r a t . R o m . c. 6 . :
L z t . d e M a g z ' s t f a t . R o m a n . c a p . r 4 . : S e h i l l . N o m e n c l . Pbz'lal.
p a g . 9 3 9 . : P m s c u s t o m . 2. p a g . ; 0 4 . : P m f ‘ e fi u s fi b r ú m f a i t
M a g i s t r a t u s m i l i t a r í s , c u i a r t í fi c e s , q m ’ c a s - t r a s e q u e b a n t u r , u t
fi l m ‘ lígnariit, carpentariz' , fl r r a r i i , 8 ca’teri , q u i aa’ fizbrz‘h’a
edzficz'a deputatz' e r a n t , o b t e m p e r o b a n t . F a c c i o l a t . in Lexlc'.
3 2 Escrít. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
zas d e su Patrono. Cesar m e d i t a b a y a los grandes p r o
y e é i o s , q u e e x e c u t ó d e s p u e s (a). P a r a el l o g r o d e sus
designios , necesitaba instrumentos correspondientes.’
E n los talentos y p r u d e n c i a d e B a l b o halló lo q u e n e
cesitaba. R e c í b i a c o n a c e p t a c i ó n s u s c o n s e j o s , e x p e
r í m e n t ó su fi d e l i d a d , o b s e r v ó los desvelos y c u i d a d o s
d e u n a m i g o q u e n o tanto p e n s a b a en su c o m o d i d a d '
é ínteres , c o m o en la gloria d e su Proteótor.
2 2 C o n t o d o n o era B a l b o m e n o s diestro Políti
c o , q u e fiel a m i g o y b u e n C i u d a d a n o . E s t a b a en R o
m a d e s d e q u e P o m p e y o v o l v i ó d e l O r i e n t e y C e s a r
d e s u Pretura. S i n p e r d e r la a m i s t a d d e P o m p e y o ade—
lantó m a s y m a s e n la d e Cesar. Estos d o s P e r s o n a
g e s e r a n e n t ó n c e s a m i g o s , p o r q u e así lo p e d í a n s u s
intereses (b) . A s o c i á n d o s e c o n C r a s o se hicieron d u e —
ñ o s d e la R e p ú b l i c a . E s t e T r i u n v i r a t o q u e arruinó á
m u c h o s C i u d a d a n o s , f u e m u y v e n t a j o s o p a r a B a l b o .
P o m p e y o , C e s a r y C r a s o lo p o d í a n t o d o e n R o m a , y
B a l b o lograba la amistad , y proteccion d e todos los
Triunviros.
2 3 E l m u c h o p o d e r y favor q u e B a l b o g o z a b a e n
R o m a , lo convirtió á b e n e fi c i o d e s u p atria C a d i z (c).
A s u í n fl u x o y a m i s t a d d e b e m o s atr ibu ir toda s las dis
tinc iones q u e l o g r ó C a d i z d e m a n o d e C e s a r (d). D e
este principio nació q u e se a fi r m a s e la a m i s t a d d e C a
diz c o n los R o m a n o s : origen fecundo d e su m u c h a
exáltacion (e). T a n t o p u e d e el mérito y fortuna d e
u n
(a) Á c a d e m . d e Imcrt'pc. p á g . 3 3 o . y 3 3 1 . t o m . r 9.
(la) M r . d e la. N a u z e p a g . 3 3 r .
(c) C i c . p r o B a l b o n u m . r 8 . ¿ z r 9 .
(d) Cic.. i b i d . : S u e t o n . i n j u l . c a p . 7 . : D i o C a s s . 1 i b . 3 7 . p a g .
6 0 , ¿St llb. 4 x . p a g . ¡ 8 4 . : C a e s . d e B e l l . C'i'v. lib. z . c. 7 . al. a r .
(e) S t r a b . lib. 3. p a g . ¡ 4 8 . 8 : s e q .
- “ Cornelio Balbo.» i . 3 3
u n soio h o m b r e p a r a e n o b l e c e r , y ensalzar su‘ patria.
B a l b o a d e m a s de’ p o d e r y r e p u t a c i o n , a d q u i r i ó b a s
tante r i q u e z a p a r a h a c e r e n R o m a u n p a p e l t a n bri
llante c o m o los m a s ricos Ciudadanos. F u e r a d e los
jardines q u e le regaló P o m p e y o la herencia'de'Theo
p h a n e s , c o m p r ó u n a c a s a d e placer e n T ú s c u l o (a).
M r . d e la N a u z e , c i t a n d o á C i c e r o n , dice q u e se la
v e n d i ó C r a s o el triunvíro. P e r o C i c e r o n n o e x p r e s a
que fuese d e M a r c o C r a s o 3 ántes insinúa q u e los d u e
ños d e esta posesion h a v í a n s i d o ' L u c i o C r a s o , y Q u i n
to M e t e l o . D e qualquier m o d o , B a l b o inclinado á la
m a g n í fi c e n c i a deseó tener y c o m p r ó esta h e r m o s a ca
sa d e c a m p o . E s t a riqueza y exáltacion d e B a l b o ,
q u e le excitó la envidia de'algunos' maldicientes , le
p u s o e n e s t a d o d e exerc'itar s u g e n e r o s i d a d c o n el p u e
blo R o m a n o c o n inmortal f a m a d e su n o m b r e , c o m o
d i r e m o s despues. ' ‘
24. P o r m u c h a e stima cion y riq ueza q u e tuv iese
B a l b o , se creía d e s a i r a d o p o r la part e del h o n o r . L d s
n u e v o s C i u d a d a n o s c o m u n m e n t e se alistaban e n u n a
d e las T r i b u s inferior es. A s p i r ó p u e s á entrar e n otra
m a s d i s t i n g u i d a . N o s a b e m o s si el m e d i o , q u e e s c o
g i ó , se c o n f o r m a b a m a s c o n los fi n e s d e la a m b i c i o n ,
q u e c o n los principios d e la justicia. A c u s ó á u n C i u
d a d a n o d e la T r i b u C r u s t u m i n a (b) y le c o n v e n c i ó
d e pretendiente a m b i c i o s o . P o r este m e d i o fue r e m o ’
V i d o d e su T r i b u , h a c i é n d o l e b a x a r á otra m e n o s h o n
r o s a . B a l b o o c u p ó el p u e s t o d e s u rival. E s t e p r o c e
d e r , dice M r . d e la N a u z e (c), p o r m a s q u e le autori
H i s t . L z ’ t . d e E s p . T o m . I V . 12'17. V I I I . C za
(a) C i c . p r o B a l b o n u m . 2 s.
(b) C i c . p r o B a l b o n u m . 2 ; .
(e) p á g - 3 3 3 - .
3 4 Escrz'tt del t i e m p o d e A u g u s t o .
zasen las leyes , n o se c o n f o r m a c o n la delicadeza d e
los sentimientos. P e r o d u d a m o s , q u e e n la C o r t e d e
R o m a fuese g r a n d e el n ú m e r o d e estos escrupulosos.
2 5 P o r lo d e m a s Cornelio B a l b o logró siempre
e n R o m a la reputación d e h o m b r e d e bien. C i c e r o n
a fi r m a (a) q u e n o tenia e n e m i g o s personales. A todos
p r o c u r a b a honrar y hacer beneficios. A s í los d e s c o n
tent os d e su g r a n d e z a , e r a n m a s b i e n envidiosos d e
su f or tuna, q u e e n e m i g o s d e su p e r s o n a : y e n reali
d a d m a s c e n s u r a b a n la g e n e r o s i d a d d e sus p r o t e fl o
res, qu e el m é r i t o y acciones d e Balbo. M u c h a des
trez a y h o n r a d e z era necesaria p a r a lograr esta r e p u —
taci on e n u n a C o r t e c o m o la d e R o m a . B a l b o trataba
c o n los G e f e s p r i n c i p a l e s d e la R e p ú b l i c a , e r a p a r t i
cipante d e sus consejos , a g e n t e d e sus intereses y d e
s u s n e g o c i o s e n las circunstancias m a s criticas y delir
cadas. Sin e m b a r g o todos m i r a b a n á B a l b o c o m o u n
h o m b r e g e n e r o s o y d e s i n t e r e s a d o , q u e » s o l o a t e n d í a á
la p a z y b i e n d e la R e p ú b l i c a y á la c o n v e n i e n c i a - d e
los particulares , c o m o f u e s e n h o m b r e s d e m é r i t o . ,
2 6 C i c e r o n p o n d e r a esta h u m a n i d a d d e B a l b o al
‘ t i e m p o q u e a r d i a n los o d i o s y d i s e n s i o n e s e n R o m a .
, L o g r a n d o , d i c e , la í n t i m a f a m i l i a r i d a d . d e l h o m b r e
m a s p o d e r o s o , e n m e d i o d e n u e s t r o s m a l e s y n u e s t r a s
discordias , j a m a s ofendió á algu n o del partido c o n ,
trario. E l p o d e r y e l e v a c i o n d e los p r o t e é i o r e s i n f u n d e
n o
Y (a) N a m b u i c q u i d e m ¡pri , q u i : est u n q u a m i n v e n t a r i n z ' m i c u s t ?
a u t q u i : j u r e erre p a t u í t ? q u e m [ v o n u m n o n c o l u i t g c u j a r f b r t u n a r ,
d í g n i t a t i q u e n o n c o n c e r r í t Z’ ' v e r r a t u r ¡ n í n t i m a f a m i l i a r z ' t a t e b o n d
n i t p o t e n t i r r i m í , i n m a x i m í : n o r t r z ' : m o l t ‘ : , a t q u e d i r c o r d i i r ¡ r e m i
n e m u n q a a ‘ r ' n u l t e r i o r r a t i o n i : ,‘ a c p a r t i r u a n r e , n o n o e r b ó , n o n
m u l t a d e n i q u e t fi e n d í t . . . . N o n ¡ g i r a r a‘ m i : , q u o : n u l l o r b a b e l ‘ ,
r e d a‘ r u o r u m , q u i é ? m u l t i , 8 p o t e n t e : . r r m t , u r g e t a r i n i m i c i r .
C i c . p r o B a l b o n u m . a 6 . .
.< " t ' ' Cornelio 'Bdlbo.."'". «'35
no' p o c a s veces e n los favorecidos cierto espíritu d e
altaneria y d e dureza e n el trato. B a l b o dístaba m u
c h o d e este p r o c e d i m i e n t o . N i sus acciones , ni sus
palabras , ni su semblante d a b a n ‘ á entender otra cosa
que d u l z u r a , u r b a n i d a d y a g r a d o c o n todos. J a m á s
»tuvo la m a l i g n i d a d d e alegrarse ‘con los m a l e s a g e n o s ,
ni creer exáltacion s u y a la ruina d e a l g u n C i u d a d a n o .
T o d o esto es expreso d e Ciceron (a) . ' '
. 4 ‘ ' ’ ’ ‘ - ¡'L l

¡ ( ‘ l y .. .' . ' , o I V o ' . J ‘


‘ v _'

C ’ i t e r a n e n s u d e s t i e r r o . e x p e r i m e n t a los b e n e fi c i o s d e
B a l b o , á q u i e n d e s p u e s d e fi e n d e d e s u s a c u s a d o r e s ;
.27 ' Ste g r a n d e Orador‘ experimentó en su perso
» " n a los efeélos d e la generosidad y h u m a n i —
d a d d e Balbo. L o s b u e n o s oficios q u e este insigne E s
p a ñ o l h i z o ‘á C i c e r o n e n t i e m p o d e s u d e s g r a c i a , n o s
d a n idea d e s a g r a n d e z a d e ánimo‘, su‘ h o m b r i a d e
b i e n ynsu política. Ciceron e n su C o n s u l a d o havia d e
f e n d i d o l a u P a t r i a c o n t r ‘ a el furor d e Catilina , y sus
c ó m p l i c e s . E n esta o c a s i o n p o r decreto del S e n a d o se
c o n d e n ó á u n o . d e e l l o s l i a m a d o L é n t u l o , sin la for
m a l i d a d d e q u e el p u e b l o d i e s e los sufragios. E l a m o r
d e l a patria , la zerudícionv y eloqüencia’ , los o b s e q u i o s
h e c h o s á’ v a r i a s p e r s o n a s i l u s t r e s , c u y a s c a u s a s d e f e n
d i ó , h a v i a n a d q u i r i d o á C i c e r o n m u c h o crédito e n
R o m a . S u m o d o d e p e n s a r era R e p u b l i c a n o , a u n q u e
n o tan rígido c o m o i C a t o n . P o r esta causa c o n t e m p l ó
m u c h a s veces á los gefcs d e la R e p ú b l i c a , siendo e n
parte m o t i v o d e su n i m i a exáltacion. P o m p e y o m o
C z d e —
(a) O r a b p r o B a l b o n u m . 26. » -’ : J - ‘0
E s m m a a e m p o d e ï á u g w m
\
‘derado‘ e n la apariencia, yze'n el f o n d o c o n u n a -ambi—,
c i o n sin límites , p o r la g l o r i a d e s u s h e c h o s , ó m a s
b i e n p o r u n a c a d e n a d e a c a s o s , q u e l e h a v i a h e c h o
i r e c o g e r los ilaurelesíde s u s a n t e c e s o r e s 5 c o m o le s u c e
d i ó e n E s p a ñ a ' c o n M e t e l o yy’ e n el O r i e n t e c o n Syl a,
y L ú c u l o , h a v i a llegado á tan alta r e p u t a c i ó n , q u e lo
m a n d a b a todo. L o s sev eros R e p u b l i c a n o s m i r a b a n
c o n susto la el evacion e xtraordinaria d e P o m p e y o .
M a s C i c e r o n a p r o b a n d o la ley Manz'lía , q u e a u m e n
t ó c o n s i d e r a b l e m e n t e s u p o d e r , y h a c i é n d o l e c o r t e ,
m o s t r ó q u e n o e r a t a n z e l o s o R e p u b l i c a n o , c o m o q u e —
ria d a r á e n t e n d e r . P o r este t i e m p o se f o r m ó el c é l e
bre Triunvirato d e P o m p e y o , C r a s o y Cesar’. E n t ó n
—ces se d e s e n g a ñ ó n c i e m n g a u n q u e f n r d e ; . q u e f n o ‘era
¿ventaja d e l a R e p ú b l i c a ' el'éxcesivowp odaï de‘ P o m p e
wyo. Ciceron fue m i r a d o c o m o u n esto rvo d e los pro‘
‘ y e fi o s d e lo sTriunviros: Cesarzpartie ndo-á la g u e r r a
‘de l a s r G a l i a s a c o n s e j ó á C í c e r o n lezsi guiese c o m o ; s u
r - L u g a r t e n i e n t e gzpío'r. ser este“ e l ï ’ m e d i o x q u t t p o d í a lí-é
' b r a r l e d e l la- d e s ’ g r a c i a . q u e g l s - a m e n a z a b a n T a m b i e n
p r e t e n d í a , y a q u e C i c e r o n n o c o n d e s c e n d i ó ‘ e n a u s e n
tarse; d e ‘ R o m a , q u e n o impidie'se,s'ino á n t e s c o o p e
u s e : á’ l o s p r o y ' e é t o s d e l o s i T r h m v i m s . T o d a e s t a n e
g o c i a c i ó n d e C e s a r p a r a a t r a e r á ' s u p a r t i d o ‘á C i c e r o n ,
— l a ' fi ó d e l a a c t i v i d a d , e’ i n t e l i g e n c i a d e B a l b o . E s t e
habil político p r o c u r ó inducir á C i c e r o n á q u e . f a v o —
reciese las intenciones de:Cesar. D í x o l e (a) q u e C e s a r
‘así lo e s p e r a b a , y s e g u r a m e n t e ‘ c o n t a b a c o n s u f a v o r .
1 —‘ ,, i r’ A ñ a
‘(a)’ N a m fi z z ' t a p ü d ' m e C o r n e l i u s , b u m ‘ dico B a l b u m , O m a n ‘ : f 2 ¡ —
ï n i l i a r e m . I : q f fi r m a b a t ¡‘1111402 o m n i b u s z’n r e b u r m e ó ¿ 3 P o m p e i z '
c o m i l i á m u r m p , d a t u r u m q u e o p e r a n ; , u t c u m P o m p e j o C r e u - u m
t o n j u n g e r e t . C i c . a d A r t i c . l i b . a . e p l s t . 3'. ‘ ' A ‘ '
. Cornelio Balbo. 37.
A ñ a d í a , q u e C e s a r p a r a t o d o se valdría de’ su c o m e -
jo, y d e l d e P o m p e y o , p r o c u r a n d o u n i r á este c o n
C r a s o : q u e si esto se l o g r a b a , c o n s e r v a r í a la a m i s t a d
de P o m p e y o , a d e l a n t a r i a e n l a d e C e s a r , se r e c o n c i
liaria c o n s u s e n e m i g o s , se h a r í a a g r a d a b l e al pue-.—
blo , y tendría u n a vejez d e s c a n s a d a . A 'este fi n visi
tó B a l b o á C i c e r o n e n su casa , m a n e j a n d o c o n g r a n
de a fl i v i d a d 10s n e g o c i o s d e Cesar. V e r d a d es , q u e
e n e s t a p r o p o s i c i o n ‘ m i r a b a ‘C e s a r p r i n c i p a l m e n t e -s u s
intereses p r o p r í o s : p e r o ' n o ; q u e r í a la. ruina;.-d'e- C i c e
ron. Q u a l q u i e r a d e las ‘ d o s c o s a s q u e h u v i e r a h e c h o ‘
de las q u e l e p r o p o n í a B a l b o d e pa rte d e C e s a r , hu-"
viera e v i t a d o su desgracia. C i c e r o n n o j u z g ó corres
p o n d i e n t e á su d i g n í d a d r c o n d e s c e n d e n á u n o , ni á.
otro. P e n s ó c o n g e n e r o s i d a d , p e r o le faltó a’nimo y
fuerza p a r a la resistencia. Q u e d ó s e e n R o m a c o n fi a n - 5
d o inútilmente e n la amistad. de. P o m p e y o , q u e le
a b a n d o n ó al furor d e Clodio. E s t e sedicíoso T r i b u n o
a b o r r e c i a á C i c e r o n . Propulso varias leyes á imitacion
d e los (Gracos , y fi n a l m e n t e ‘una q u e c o m b a t i a dere-'
c h a m e n t e á C i c e r o n sin no‘mbrarle , r e p r o b a n d o ' a b í e r
t a m e n t e s u c o n d u fi a e n la m u e r t e d e L é n t u l o . A s í lo
e n t e n d i ó C i c e r o n , t o m ó l u t o , y c o n él t o d o s los S e n a r
d o r e s , y los Equites. 3A pesar d e estas demostracio
n e s , C i c e r o n se vió precisado á salir d e R o m a , y pa-f
s a r s u destierro e n el A s i a . E x p e r í m e n t ó la d e s g r a c i a
q u e su casa fue d e m o l í d a , sus bienes c o n fi s c a d o s y
v e r s e a b a n d o n a d o e n t e r a m e n t e d e P o m p e y o . . ,_ «a
2 8 Cornelio B a l b o (a) , a u n q u e cicerolnk‘jno has
H i s t . L í t . d e E s p . T o m . I V . lib. V I I . . C 3._ ‘vía?
Ï(a) N u m c w t e r i r , zi q m ' í m r e t t d fi n m r ( B a l b u s v ) , barre infiere."
p l u r z ' n m u m v . í d e o : e g o q u. a n t u m e z ‘ d e ó e a l i n . l , a l í a .” l o . c a . P r » i - i r ‘ c i g i * ó i 0 m m
3,8 Esctz't. del. t i e m p o d e A u g u s t o .
via asentido á su propuesta,‘ t o m ó m u c h a parte‘ e n su
desgracia y solicitó su restablecimiento. L a gracia q u e
él l o g r a b a t d e P o m p e y o y d e C e s a r , le p u s o e n esta
d o d e favorecerle. Ciceron. se reconoce m u y o b l i g a d o
á C o r n e l i o B a l b o . D i c e q u e d u r a n t e su destierro , se
interesó m u c h o e n la c o n s e r v a c i o n d e su v i d a y la
d i g n i d a d d e su per sona. M i e n t r a s e s t u v o ausente, C o r
nelio B a l b o se o c u p ó e n el c o n s u e l o y a livio d e t o d a
la familia d e este ilustre de sterrado. N o o m i t i ó a l g u n
b u e n oficio ni diligencia en obsequio d e Ciceron. U l
t i m a m e n t e h i z o p o r e’l q u a n t o c u p o e n l a e s f e r a d e s u s
f a c u l t a d e s , y e n las c i r c u n s t a n c i a s del t i e m p o (a).
2 9 .3 N o t a r d ó m u c h o l a o p o r t u n i d a d , d e q u e C i
c e r o n s e m o s t r a s e r e c o n o c í d o w S u s c i t ó s e u n a a c u s a c i ó n
c o n t r a B a l b o , y c o n e s t e . mot'i'vo c o m p u s o y p r o n u n c i ó
C i c e r o n la O r a c í o n s c é l e b r e e n d e f e n s a d e este ilustre
G a d i t a n o t Y a h e m o s d i c h o q u e B a l b o n o tenia e n e m i g o s
e . . 3 . , . 1 : . ‘ i r .; p e ñ
5 1 A r‘ i ’ " ' 0'
t i o n í : lz'oe o p p o n o , ‘ m e o m n z ' b u : , q u i a m i c i ' fl e r z ‘ n t s o l u t t ' 6:? d i g n i
rattïmege", s i n m i n u s r e f e r e n d o grat'it‘t s u t i s fl c e r e p o t u e r z ‘ m , a t ‘ ¡ m 2
d i c a n d ü , ¿o? b a b e n d á c e r t é satir erre f o t ï u r u m . C i c . p r o B a l b o n u m .
1 . : V e r a - a t u : i n i n t i m u fi t m i / z ' o r z ' t a t e b o m t ’ n í : potentz'si-ímz' , i n m u ;
x i m i s nostre’: m o l t : , a t q u e 'dz'scordz'ir , " e m i n e m u n q u o m alte rz’ur r a
t i o m ' : , a c partiti- n o n r‘e , n o n .rverllzo‘, n o u ¿oultu d e m ' q u e m fi r x d i t . F u í t
¿ o c r i ' u é ‘ m e u m ,‘ s i o é fl ' e ï p u b l i c k fi í t u n ï , ut' { n m'eÍ un'u'm 0 m m ’ : i l l a
¡ m m m c o m m u n i u m t e m p o r u m z ' h c u m b e r e t . N o n m o d o ‘ , n o n e x u l t a ’
p i t i n r u i n i r g v e r t r i s , nortrz'rque di rcordit'r C o r n e l i u s 5 s e d 0 m m ’
o f fi c í ó H ï z c r y m i s , o pen’: , e o m o l o t i o n e , o m n e s , m e a b s e n t e 5 m e o :
s u b l e v a m ' t . u o r u m e g o t e s t i m o n i o , a c p r e c i ' b u s , m a n u : b o c m e r i
t u m buz'c , , u t d p r i n c i p i o dz'xi , j u r t u m ¿ 3 d e b i t o m g r u t i o m r e
f e r o : s p e r o q u e judz'c er , u t eos- , q u i p r í n c i p e s f u e r u n t c o n s e r v a n d o ,
s a l u t t ' s , a u t de’ n z ' t a t i r m e e , diligítt': 8 r a r o : b a b e t i r , s i c q u e
a b h o c p r o fi t e u á t a t e ybuju: , p r o l o c o fi z é ï a s u m ‘ , ¿ 3 g r a t o erre ‘ n o b i s ,
E p r o b a t o ; C i c . p r o B a l b o n u m . 2 6 . Hoi,‘ t e mz’bi p l a c e t , s i t i
b i f ' v í d e t u r ,(te a d e u m :crt'bere , ¿‘3 a l t e a p r m í d i u m p e t e t e , u t p ;
tirti á P o m p e j o , m e q u z ' d e m a p p r o b a n t e , t e m p o r i b u r M ‘ l o n i a n i s .
E p i s t . B a l b i a d C i c e r o n . líb.9. a d A t t i c . ( p a g . 3 7 8 . ) p o s t e p i s t . 8 .
(a) O m h i o f fi c i ó , l a e r y m z ' s , open’: , c o n s o l a t i o n e , o m n e s , m e a b
:ente , ‘ m e o r :uble‘vu'uit. Cic. p r o B a l b o n u m . I. & n u m . 2 6 .
_ u . '- ‘ C o r n e l i o ‘ B a l b o . -' y 3 9
personalea- Su‘ condufia'ar‘reglada , la dulzura d e sus
¡ m o d a l e s ‘, l o s b e n e fi c i o s q u e h a v i a h e c h o á t o d a c l a s e
de gentes , e n fi n su a m i s t a d c o n los P o d e r o s o s , le
havian‘" h e c h o a m a r y respetar d e todos. Pero‘los ene-—
¡higos ocultos'de los Triunviros', lo ‘eran poi- ‘conse
q ü e n c i a d e B a l b o (a) , c o m o h e c h u r a s u y a , y ‘favori—
t o d e l o s d o s p r i n c i p a l e s . M a s n o a t r e v i é n d o s e ‘á o p o
nerse ab iertamente á los gefes d e la R e p ú b l i c a , p r o
cural ían mortifiïcarios por‘ m o d o s ‘ i n d i r e fi o s , y ¡entre
otros se propusieron láruina' d e B a l b o . e‘ C e s a r s u m a ‘
yor p rot eétor se hallaba'en las Galias (b) : y li sonjeán
dose q u e » P o m p e y o d e s a m p a r a r i a á-' B a l b o , c o m o . h a
.via h e c h o c o n C i c e r o n , s e a p r o v e c h a t o n f d é esta o p o r
t u n i d a d p a r a , p e r d e r l e . D o s ’ e r a n l o s c a p í t u l o s d e ‘la
'a'cusacion , u n o q u e m i r a b a la’ cond'uéia' d e s u v i d a ,
otro á su d e r e c h o de“ C i u d a d a n o R o m a n o (o). Este
ú l t i m o 'era d e ‘ m a y o r c o n s i d e r a c i o n : p o r q u e sin c o n
v ' e " ' n c e r l e ' * d e ‘ d e l i . t . o» . - , l e z p o . . n í a e n ' . c . o » , n . r t i n a g ‘ e . n . c i . a d . e 3 . p e r ,
d e r s u f o r t u n a ', y r i q u e z a s ( d ) ; y c o m o d i c e P h n 1 0 ( e )
le d e x a b a e n situacio n d e p o d e r ser s e n t e n c i a d o á a z o
tes d e v a r a s : afrenta á q u e p o d í a ser e x p u e s t o q u a l
q u i e r a q u e n o fuese C i u d a d a n q R o m a n o . E s t o S e v e - 1
r i fi c ó p o c o t i e m p o d e s p u e s e n u n n u e v o (1.) C i u d a d a ;
' V p ¡ » C 4 ’. n o
(a) C i c . p r o B a l b o n u m . 2 6 . 8 : 2 7 .
(b) I b i d . n u m . 2 8 . . _
(c) C i c . o r a r . p r o B a l b o p e r tot. z A: r _
(d) N a m ' v e r i u r m ' b í l e s t ,’ q u a m ’ q u b d b e r t e r n b die dixit‘, ¡pre
( P o m p e j m ) i t a L . C a m e l i a » ; d e f o r t u m ' : o m m ' b u : dz’mícarei‘ , u t m d
h‘m- i n delíéïi c r i m e n ' v o c a r e t u r . C i c . p r o B a l b o n u m . 2 .
( e ) F u í t , G5’ B a l b u r C o r n e l i u s - m a j o r c a m u ! , r e d a c c u m t u : , a t q u e
d e j u r e w ' r g a r u m i n e u m , j u d i c u m i n ¿ ‘ o m - ¡ H u m m i n u s . P l i n . lib. 7 .
c a p . 4 3 - _ . x 3 ' .
(r) C e s a r h a v i a h e c h o d a r á la c i u d a d d e 0 0 m 0 e n l a G a h a Crsal
p i n a e l d e r e c h o d e l L a c i o , e n v i r t u d . d e l q u a l v e n í a n á u s e r C í a .
d a d a n o s R o m a n o s los q u e h a v i a n e x e r c i t a d o e n ella“ i m p r i m e n
m a
\
4 o Escritadel tiempo de A u g u s t o .
n o (a) f a v o r e c i d o d e C e s a r , á quien. el C o n s u t M a r c e .
lo ‘ m a n d ó .azotar p ú b l i c a m e n t e e n R o m a , e n c a r g a n
d o l e d e s p u e s f u e s e á m o s t r a r á C e s a r e n las G a l i a s l a s
s e ñ a l e s ‘de l o s a z o t e s , c l a r o t e s t i m o n i o d e q u e r e t a ven-y
d a d e r o C i u d a d a n o ‘ R o m a n o , A ‘ s e m e j a n t e r i e s g o ‘se
.veía e x p u e s t o nuestro C o r n e l i o Balbo’. P e r o tel-éxito
.fue m a s feliz p o r h a b e r sidoqlas. c i r c u n s t a n c i a s m a s
f a v o r a b l e s . ‘ ' ‘
3 o ‘ T o d o s l o s g e f k s - d e l m R e p ú b l i c a se hallaron
i n t e r e s a d o s ‘en ¿ d e f e n d e r ¿ » B a l b o ¿ ( b h 6:: h i c i e r o n ; v e r
la justicia d e su causa , la m a l i g n i d a d , ïe’ignorancia
.de s u s a c u s a d o r e s ; C r a s o u n o d e los T r i u n v i r o s ' o r ó
. e ' n ' s u f a v o r . d e l a n t e d e l . P u e _ b 1 0 , ( c ) -.= M o s i t r ó e n s a c r a ,
‘Sion: suma- ‘diligenciag, c u i d a d o N a d a ‘omitíóde las
L e y e s ¡ T r a t a d o s , e x e m p l o s ’ , y c o s t u m b r e s d e i R o m a ;
¿que pudiese favorecer á B a l b o . Siguióse el gran'Pom-l.
p e y o , m u y interesado e n l a c a u s a , p u e s _ . a d e m á s ¿ d e
-- _.) , 3 ' ' — 4 f1,:ti 1 4 h 4 2 !
c m a g i s t r a t u r a h M a r c e l o quiso. p r i v a r 'de. este d e r e c h o á los h a b i - ï
‘tantes d e C o m o ‘ , p r e t e n d i e n d o q u e les h a v i a sido c o n c e d i d o sin:
c a u s a l e g í t i m a y s o l o p o r la a m b i c i o n d e Cesar,‘ y el d e s e o q u e ten:
n i a d e h a c e r criaturas. u i z a e n esto l l e v a b a r a z o n . P e r o f u e
h a s t a el e x t r e m o d e m a n ar a z o t a r c o n v a r a s á u n ' c i u d a d a n o b d e
C o m o ', q u e h a v i a s i d o p r i m e r M a g i s t r a d o e n esta C i u d a d ¡ T o r d e
n á n d o l e f u e s e á ostrar ’ “Cgsarulp's c a r d e n a l e s d e s u s a z o t e s , S e ‘
¡ a b e ‘ q u e ‘ l b s ‘ . € i u l l a n o s o m a h o s ' e r a n ‘ l i b r e s d e s e m e j a n t e ‘ t r a b i
‘ t a m i e n t o . A s í M a r c e l o p o r e s t a a c c i o n a n i q u i l a b a los p r i v i l e g i o s
d e la_ c o l o n i a f u n d a d a p o r C e s a r ( M r . C r e v i e r Hz'rr. R o m e n . _ t o m .
1 3 . l 1 b . 4 3 . S . r . p á g . 3 3 3 . ) _
(a) S u e t o n . i n 3 r d . c a p . a 8 . Z : P l u t a r c h . l n C e s a r e , p a g . 7 2 2 .
d o n d e c u e n t a e s t o m a s l a r g a m e n t e . ‘ .n. . ’ n; » : .
' ‘('ó) ( S i a ú ü o r z ' t a í e r p a t r o n ’ o r u m i n j u d i t h ‘ : o a l e r e n r , o b a m p l i a - J i m i :
m m ’ : L . C o r n e l i o ' c a u s a d e f e n s a e n : r i a r m - , a ‘ p e r í t i s r i m r ' : ‘:1 . r i i n
g e n i o , a b ehiquentirsz'mir : si studio , a b 'amicz'ssimír, é ? 'c a m bene-v
ficz‘ir c u m L . Cornelio , tim; max-imei fi r m i l í a r i t a t e conjunfiz'r. C i c .
p r o B a l b o n u m . I. » r '
(e) M a r c u r C ' r a r r u r ‘, q u i t o t a m c a u r a m , 6:? p r o fi z c u l t a t e , E5’ p r o
fi d e ' : u fi ’ d i l í g e n t i n i m é 'vobir explica'vit. C i c . p r o B a l b o n u m . 7 . :
[ l i c ,“qm' a d e r t , d q u o ¡nec , q u e e e g o n u n c p e r c u r r o , r a b t fl i r r i m é
t a n t o m n i a p e r p o l i t u , M C r a r r a n C i c . i b i d . n u m . 2 a .
_ l a a m i s t a. ' d q u e ' p r o . f C ' ' e o s r a n b e a l z c ' o o n B B a a l l b b o o , s e h t r a t a b a d e ' 4 s 1 o s a .

tener ó anular la gracia q u e él m i s m o havia concedi-i


d o . S u O r a c i o n », d i c e C i c e r o n ( a ) , f u e e r u d i t í s i m a y ,
llena d e t o d o s l o s a d o r n o s d e la e l o q ü e n c i a . ¿ J a m á s
oí, d i c e el m i s m o , o r a c i o n ‘mas g r a v e , m a s ingenio-1
sa‘, m a s s a b i a . ' , .
3 1 N o contentos los patronos d e B a l b o c o n ha-—
v e r h e c h o p e r s o n a l m e n t e s u d e f e n s a , e n c a r g a r o n á
C i c e r o n , q u e o r a s e ( a m b i e n ; e n f a v o r d e e s t e ilustre
a c u s a d o H í z o l o c o n a q u e l l a v e h e m e n c i a , m a g e s — A
- t a d , acierto y d o é t r i n a q u e a d m i r a m o s e n s u b ella
O r a c i o n . D á pri ncipio. c o n c i l i a n d o los á n i m o s d e los
o y e n t e s ‘ e o n la r e fl e x i o n d e d o s h o m b r e s g r a n d e s . q u e
t o m a b a n i n t e r é s e n V I a ; a m i s t a d y defensa d e B a l b o 5 a
q u i e n ‘ c o n fi e s a el m i s m o d e b e m u c h o y q u i e r e m o s t r a r s e
r e c o n o c i d o á s u b í e n h e c h o r (c). S e estien de despues,
e n a l a b a n z a d e P o m p e y o , c u y a a u t o r i d a d solar, dice;
b a s t a b a ( d) p a r a d a r p o r b i e n h e c h q t p d o ‘lo 9119:6361}
ic'utase u n h o m b r e t a n s a b i o , ta‘n p r u d e n t e 7 . , t a n pj u s t o ,
t a n v e r s a d o e n los negocios‘ d e l a R e p ú b l i c a y ‘ d e las
' N a c i o n e s estra ngeras. M a n i fi e s t a , q u e la i g n o r a n c i a .y
.la'envidia, s o n los d o s p r i n q i p i o s d e o p o s i c i o n á C o r ;
n e l i o B a l b o (e). Protesta q u e c o n d e n a r á este h o m b r e ,
será aborrecer el ingenio ,,ser e n e m i g o s d e la i n d u s f
. a ' tl‘la,
(a) C i c . p r o B a l b o n u m . 1. V r,
'(b) S e d m o r es; g e r e n d u r , m m m a d b C o r n e l i o , c u j u r e g o ' v o l u n t a t z '
i n ¿ i m p e r i c u h ‘ r n u l l o m o d p de ar-re p r m u m 5. s e d etz ‘am O n . P a m ‘ p e j o g
q u i : u i fi l b ‘ í i , .ruz' j u d i c i i , s u i b e n e fi c í i , v o l u i t m e esse. . ... ¿9° p r e s
dr é i c c u a s t a o n r te em , , p i l a a c ñ m 'o t r e a m m . b o C i b c u . s p ra d o b i B ' a b e l r b i o bn u u m m ‘ . a ‘2 . m ‘e : q uS a e s d i ‘ q u e o r m p ' a la i m e n m d e i
g u e m d a m o p e n ’ : e x t r e m u m l a b o r e » ; : p e r o a‘ ' v o b i r w t m e qffjjf‘cz'í p a t i t a

q u d m d i c e fl d i J‘Ïüríió b a n c ruscepírse o p e r a m , a ' c m m m : 1 5 m m } . I b i t L i L ’ ) e


( c ) I b i d . n u m . 1.
(d) I b i d . n u m . 2. 3. ¿ Z 4.
(e) C i c . p r o B a l b o n u m . 7 . , _ _.
r 1 . ‘ ¡ o
4 2 Escrita del t i e m p o d e A u g u s t o .
— tria , o p r i m i r la h u m a n i d a d , castigar el mérito. ‘supli
c a p u e s á los J u e c e s q u e si las r a z o n e s q u e f a v o r e c e n
á B a l b o s o n sólidas , c o m o lo s o n e n e f u f t o , n o le
p a r e p e r j u i c i o , s i n o á n t e s ‘le s i r v a d e a p o y o s u b r i
llante f o r t u n a y la d e sus Protectores. »'
3 2 D e s p u e s d e t a n b e l l o e x ó r d i o , e n t r a e n l o ín
terior d e la c a u s a (a) . C o n f o r m e á la ley Gelz'a , esta
blecid a d e c o n s e n t i m i e n t o de l S e n a d o , P o m p e y o c o n
‘cedió á C o r n e l i o B a l b o el d e r e c h o d e C i u d a d a n o R o ;
m a n o . E s t o n o lo n e g a b a el a c u s a d o r , q u e era G a d i
t a n o , y d e esta e s p e c i e d e m a l o s P a t r i c i o s q u e e n v e z
d e celebrar la exáltacion y la gloria , p r o c u r a n la rui
nA t r a a ' dr íe o. s l d o e s Bd a e l s b u o m h i a sv im a a n P a c tr er í i d a o , ‘ ó á p e r s o t f e e s h i o o m n . b r L e o s i ’ n s c t o r n u —
'm'ento' m u y p r o p r i o p a r a p e r d e r l e . N o n e g a b a p u e s
este G a d i t a n o q u e P o m p e y o huviese d a d o á L u c i o
C o r n e l i o B a l b o el d e r e c h o d e C i u d a d , p o r q u e e r a u n
h e c h o notorio , constaba d e los registros públicos , y
e s t a b a p r e s e n t e el m i s m o P o m p e y o q u e lo h a v i a c o n
cedido. M a s pretendía (b) q u e este privilegio era n u
lo p o r h a v e r s e c o n c e d i d o sin el c o n s e n t i m i e n t o d e la
c i u d a d d e Cadiz. E n su o p i n i o n , q u a n d o d o s p u e b l o s
e r a n c o n f e d e r a d o s , el c i u d a d a n o d e u n o , n o p o d í a
h a c e r s e c i u d a d a n o del o t r o , sin q u e el p r i m e r o ï c o n
sintiese j u r í d i c a m e n t e y autorizase c o n su consenti
miento esta especie d e enagenacion. N o havia inter
v e n i d o s e m e j a n t e f o r m a l i d a d e n el tránsito d e B a l b o
d e C a d i z á R o m a . ,
3 3 Ciceron se burla d e este alegato. L l a m a iró
nicamente al acusador insigne interprete del D e r e
c h o ,
(a) Cic. p r o B a l b o n u m . 8.
(b) C i c . p r o B a l b o n u m . 8. & s e q q .
Cornelio B a l b o ' 4 3
c h o (a) , sabio A'utor d e la A n t i g ü e d a d , corretïior y
e n m e n d a d o r d e la C i u d a d d e ‘ R o m a , P a t r o n o d e las
alianzas , y p u e b l o s c o n f e d e r a d o s . N a d a , dice , p u d o
alegarse c o n m a y o r ignorancia. A ñ a d e , q u e ni las le
yes d e R o m a , ni las d e C a d i z , se o p o n e n á esta trans
lacion. C o n c l u y e d i c i e n d o q u e le p e r d o n a su i g n o r a n
cía de l d e r e c h o d e su Patria y del d e R o m a , p o r q u e
este n o lo h a v i a a p r e n d i d o , y el otro lo h a v i a o l v i d a
d o d e s p u e s q u e se a u s e n t ó d e C a d i z . D e m u e s t r a c o n
e x e m p l o s y leyes , q u e a u n q u e n i n g u n o p u e d e ser á
u n m i s m o t i e m p o C i u d a d a n o d e R o m a y d e otra C i u
d a d : p e r o q u e d e t o d o s los P u e b l o s l ibr es s e a n ó n o
c o n f e d e r a d o s , p u e d e q u a l q u i e r a ser h e c h o C i u d a d a n o
R o m a n o , c o n tal q u e R o m a le c o n c e d a esta, gracia.
E l c o n s e n t i m i e n t o d e l o s p u e b l o s l i b r e s », ú n i c a m e n t e
se requiere para q u e obliguen en ellos las leyes Ro——
m a n a s : p u e s l o s q u e g o z a n p o d e r . g o b e r n a r s e p o r .le-s
y e s M u n i c i p a l e s ¡ n o les o b l i g a n l a s R o m a n a s ,zsí ellos
n o l a s aceptan. M a s n o se requiere este consentimien-e
to d e los P u e b l o s libres p a r a q u e t e n g a n valor l o s b e
n e fi c i o s q u e la R e p ú b l i c a R o m a n a se d i g n e h a c e r . á
l o s estrangeros (1).; P o r q u e esto sería tener los P u e
i blos.
'(a) 0 p r e c l a r u m i n t e r p r e t e » : jurz‘r! a u ü ‘ o r e m antz'qm'tatir ! c o r r e c
t a r e m , a t q u e e m e n d a t o r e m n o r t n e C i ' u i t a t i s ! . . . . q u i d e n i m c t m ‘ :
dz'ci í m p e r i t í u : , q u a m f e d e r a t o r p o p u l a r fierz' fi m d o r o p o r t e r e . C i c .
p r o B a l b o i b i d . : H a m ‘ t u ¡ g i r a r , p a t r o n e f z d e r u m a c a’d erái ‘ov
m m , c o n d i t i o n e m rt atu z'r G a d z ' t a n i r , t m ‘ : ci'vilmr. C i c ; i id. n u m .
I O . z I g n o r c o tibi , ri n e q u e P a e n o r u m j u r a calle: ( r e l i q u e r a s e n i m
c i v í t a t e m t u a m ) : r ieq ue n o s t r a : po tuz'sti l e g é r ' i m p í c e ‘ r e :' ¡ p m ï e n i m
te á c o g n i t í o n e s u a judicz‘ó publicó repulerzmt. C i c . ibid. n u m . 1 4 .
( I ) B e r n a b é B r i s o n i o ( d e F o r m u l i r lib. 2 . p á g . 1 5 3 . ) e x p l i c a
b i e n e l p r o g r e s o d e e s t a c a u s a , y el m é t o d o c o n q u e la p r o m u e —
v e C i c e r o n . P a u l o M a n u c i o e n s u s N o t a s j u z g a q u e el a c u s a d o r
i n t e r p r e t ó c o n m a s v e r d a d las leyes q u e C i c e r o n : el q u a l a c o m o
d á n d o s e á la o c a s i o n , las e n t i e n d e á s u m o d o . P e r o G r e v i o eln
' a
4 4 Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
b l o s c o n f e d e r a d o s d o m i n i o y a u t o r i d a d s o b r e 'el p o
der y las acciones d e la R e p ú b l i c a d e R o m a . Seria
e c h a r p o r tierra la m á x i m a f u n d a m e n t a l del E s t a d o á
q u i e n d e b i ó R o m a t o d a su g r a n d e z a , d e p o d e r h a c e r
C i u d a d a n o s p r o p r i o s á. t o d o s los e s t r a n g e r o s q u e se»
h a v i a n distinguido p o r sus o b s e q u i o s , ó p o r s u - m é .
rito particular.
— 34. C o n este m o t i v o s e estiende Ciceron sobre las
acciones ilustres d e B a l b o y lo m u c h o q u e e n todos.
t i e m p o s d e b i ó R o m a á los G a d i t a n o s . S u m i s m o a c u
s a d o r c o n f e s a b a q u e B a l b o h a v i a s e r v i d o á’ la R e p ú
blica c o n s u m o valo r y fi d e l i d a d e n m u c h a s ocasio
nes (o). Si n o p u d i e r a n , dice C i c e r o n , n uestros G e
n e r a l e s , el. S e n a d o , n i e l p u e b l o R o m a n o h a c e r Cíu-.
d a d a n o s suyos á los h o m b r e s ilustres d e los P u e b l o s
c o n f e d e r a d o s , y a m i g o s , ¿ q u é a m i s t a d es esta , q u é
alianza, q u e n o s priva del auxilio d e nuestros g r a n d e s
defensores? C ó m o pudiera C a d i z conservar la m a g e s
tad; d e l p u e b l o R o m a n o ‘ , si este n o t i e n e f a c u l t a d d e
h o n r a r y p r e m i a r á l o s q u e l e s i r v e n ‘.2 C a r e c e r á e n t ó n - i
ces R o m a d e los defensores G a d i t a n o s (b) , y S a g u n
tinos; carecerá d e los Marselleses : y p u d i e n d o h a c e r
c i u d a d a n o s R o m a n o s á sus e n e m i g o s v e n c i d o s , n o p o
d r á h a c e r e s t e b e n e fi c i o á sus a m i g o s y c o n f e d e r a d o s .
P o r el contrario mientras m a y o r es la u n i o n y la amis.
t a d entre d o s C i u d a d e s , m a s fácil d e b e ser la recípro
c a c o m u n i c a c í o n d e s u s privilegios. ¿ Q u i é n i g n o r a la
a n t i g u a a m i s t a d d e C a d i z , y los g r a n d e s servicios q u e
. s1em—,
1 a n o t a 2 6 ,— a 7 , y 2 8 . e x p l i c a e l v e r d a d e r o s e n t i d o , s i n d e t r i
m e n t o d e la justicia d e la c a u s a .
_(a) C i c . p r o B a l b o n u m . 2 .
(b) ‘Cic. p r o B a l b o n u m . 9.
¿ A
' Cornelio B a l b o 4 5
s i e m p r e h a . h e c h o 'á R o m a ? D e s d e e l p r i n c i p i o d e s u
R e p ú b l i c a (a) , se aplicaron á nosotros s e p a r á n d o s e
d e los Cartagineses. L o s e x c l u y e r o n d e sus murallas‘,
,los p e r s i g u i e r o n c o n s u s n a v í o s , l o s a r r o j a r o n e n fi n
c o n sus b r a z o s , sus t r o p a s ; y‘sus riquezas. L o s G a
ditanos miraron aquella-antigua s o m b r a d e la alianza
d e M a r c i o , c o m o el m a s fuerte v í n c u l o d e u n a p e r p e
tua a m i s t a d , y se c r e y e r o n s i e m p r e í n t i m a m e n t e uni
dos c o n nosotros p o r la c o n f e d e r a c i o n d e C á t u l o y d e
L é p i d o . V i v e n e t e r n a m e n t e la m e m o r i a , y las glorio á
sas’ h a z a ñ a s d e los S c i p i o n e s , los B r u t o s , los H o r a
cios , los Casios , los M e t e l o s , testigos inmortales d e
l o s b e n e fi e i o s d e C a d i z , y su a fi c i o n al p u e b l o Roma—- '
n o . P r e s e n t e está; C ' n e o P o m p e y o , q u e h a c i e n d o la
g u e r n a e n i E s p a ñ a , recibió d e los G a d i t a n o s oportu4
n o socorro d e dinero y víveres. E n este m i s m o tiem—‘
p o e n o c a s i o n d e carestía , p r o v e y e r o n á R o m a d e
trigo , aliviánd ola e n sus a h o g o s , c o m o á n t e s ‘lo h a ;
v i a n e x e c u t a d o m u c h a s veces. S i l o s A f r i c a n o s ’ , si los
Sardo 's , si los ‘ pue blos E s p a ñ o l e s ' e s t i p e n d i a r i o s ,' p u e - ’
d e n e n p r e m i o d e su valor y mérito obtener el dereá
c h o d e C i u d a d a n o s , será esto p r o h i b i d o á los G a d i t a
n o s tan b e n e m é r i t o s d e la c i u d a d d e R o m a ? S u anti
g u a a m i s t a d , s u s o b s e q u i o s , su fi d e l i d a d ,isu alianza;
l o s p e l i g r o s q u e h a n p a s a d o p o r n o s o t r o s , ¿ i m p e d i
r á n nuestra g e n e r o s a c o r r e s p o n d e n c i a ? E n t ó n c e s di
ria n c o n r a z o n los c i u d a d a n o s d e esta fi d e l í s i m a y‘
m u y a m a d a C i u d a d (b) q u e n o h a v i a n c o n t r a í d o alian
za c o n nosotros 3 sino q u e antes les h a v í a m o s i m p u e s
to l as m a s d u r a s , é iniquas leyes . Y si se r e q u i e r e el
con‘:
¡(al C i c . p r o B a l b o n u m . i r 7 . - A
(b) C i c . p r o B a l b o n u m . 1 8 . l o ‘ ' . - o :
4 6 Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
c o n s e n t i m i e n t o d e C a d i z p a r a el v a l o r ‘del‘pr'emio c o n
c e d i d o á B a l b o ¿ p u e d e esta C i u d a d h a v e r h e c h o m a
y o r e s d e m o s t r a c i o n e s d e aceptar y estimar este h o n o r
h e c h o á su antiguo , é ilustre C i u d a d a n o ? S i e m p r e h a
c o n s e r v a d o c o n su a n t i g u a patria la m a s fina. corres
p o n d e n c i a , o b t e n i e n d o esta p o r su m e d i a c i o n conti
n u o s , y grandes beneficios. M e n c i o n a aquí Ciceron
los q u e C a d i z d e b i ó á C e s a r e n t i e m p o d e s u Pretura,
y a ñ a d e q u e la interposicion d e B a l b o n o c e s a b a e n
c w o n 3 s e5 g u i r S e v e e n s t a i j e a n s d e y d f e a s v p o u r e e s s e á n s a u l e P g a a t r r i e a x . e m p l o . s o ï ( o n a ) d e

los m a y o r e s G e n e r a l e s , q u e c o n c e d i e r o n i g u a l g r a c i a
á los C i u d a d a n o s d e pueblos libres dentro y fuera d e
Italia. E n tre otros r efiere q u e Syla dió el d e r e c h o d e
C i u d a d á n u e v e G a d i t a n o s ( b ) .3 M e t e l o Pio‘, á: Q u i n
to F a b i o Saguntino : P o m p e y o , al G a d í t a n o Asdr u-.
b a l , y á los A r t i s t a s d e S a g u n t o . O j a l á , d i c e (0).‘,
t o d o s los estrangeros, q u e s o n defensores del p u e b l o
R o m a n o , p u d i e r a n venir á esta C i u d a d ; y p o r el c o n
trario ser a r r o j a d o s d e ella t o d o s l o s q u e se p r e c i a n d e
C i u d a d a n o s , siendo e n realidad e n e m i g o s d e s u g r a n
deza. C o n c l u y e ‘que n o h a h a v i d o j a m a s e x e m p l o d e
haverse r e v o c a d o el d e r e c h o d e C i u d a d á n i n g u n o á
q u i e n lo h u v i e r e c o n c e d i d o a l g u n G e n e r a l R o m a n o (d),
Protesta q u e se h a d e t e n i d o e n u n a c a u s a tan m a n i fi e s —
ta m a s d e lo q u e p e d í a ella m i s m a , n o p a r a h a c e r p a
tente u n a cosa tan clara á jueces tan perspicaces,si—
n o
-(a) D e s d e el n u m . 2 o .
(b) C i c . i b i d . n u m . 2 2 .
(c) A t q u e u t i n a m , q u i u b i q u e .runt p r o p u g n a t o r e : b a j a : í m p e r i i ,
¡torr ent i n b z m c c i v z ‘ t a t e m 'ueníre ; ¿5' c o n t r á o p p u g n a t o r e r l i e i p u
blz'cte de,cí'vitate e x t e r m i n a r í l C i b . ibid.
(d) n u m . 2 3 . .t e‘ ‘
s ‘Cornelio B a l b o ‘ 4 7
no para quebrantar los conatos d e los malévolos , los
iniquos y los envidiosos (a) . “ E n el auxilio d e estos,
v m a s q u e e n la fu erza d e las r a z o n e s , ó e n la autori
n d a d d e las leyes , col oca el a c u s a d o r todas sus e s p e
»ranzas . H o m b r e s h a y q u e t ienen p o r delito la fortu
n n a a g e n a , y se entri stecen del b i e n d e otros , c o
» m o si f u e r a p r o p r i o d a ñ o . S e a c u s a la r i q u e z a d e
» B a l b o c o m o u n a m a l d a d (b) , ó c o m o si f u e r a m u y
v e x c e s í v a (c) 5 y a u n q u e lo fuese, h a v i é n d o l a a d q u i
nrido p o r m e d i o s lícitos , y siendo fruto n o d e a v a
vricia , ó usura , sino d e e c o n o m í a y diligencia. S e le
v a c u s a n los jardines y casas d e c a m p o , el fausto y
, , m a g n i fi c e n c i a c o n q u e se p o r t a , c o m o si t o d o e s t o
v n o f u e r a inocente y a u n loable. S u a s c e n s o á u n a
v T r i b u m a s h o n r o s a (d) , se autoriza p o r las leyes y
v los e x e m p l o s . P o r este m e d i o h a n c o n s e g u i d o otros,
y’ n o y a m e j o r a r d e T r i b u , s i n o l o s p r i m e r o s h o n o r e s
¡»de la R e p ú b l i c a ¿sin q u e se les h a y a suscitado c a
v p i t u l o d e acusacion. ¿ Q u é tiene d e c u l p a b l e la a d o p
o ¿ ’ c i o n d e T h e o p h a n e s q u e se .le h a i m p u t a d o c o m o
v d e
( a ) S e d i d f a fi ‘ u m est , m m u t 'vobis r e m t a m p e r s p í c u a m d i c e n d o
p r o b a r e m u s , ' v e r b m u t o m m ' u m m a l e w l o r u m , i m ' q u o r u m , i n r u í d o r u m
' a m ' m o s fi ' a n g e r e m u s . . . . u t a l i q m ' s e r m o n e s b o m z ' n u m alieflis b o m ’ :
m t z r e n t i u m , e t i a m a d ' U e s t r a s a u r e s p e r m a n a r e n t . C i c . p r o B a l b o
n u m . 2 5 . = E s t e m ' m b u j u s s z t c u l i l a b e s q u z t d a m , 8 m a c u l a 'vir
z u t í i n v í d é ‘ r e , v e l l e i p s u m fl o r e m d i g n i t a t z ' s i n f r i n g e ” . I b i d . n . 6 .
(b) T u m p e c u m ' a L . C o r n e l i i , q u e n e q u e ín'vídíosa ert , e ? , q u a m “
c u m q u e e s t ', e j u s m o d i e s t , u t c o n s e r v a n : m a g í s , q u a m c o r r e p t a e s s e
w í d e a t u r : t i m : ‘ l u x u r í a m , q u e n o n c r i m z ' n e a l i q u ó lz'bidz’nis , s e d
c o m m u n i m a l e d í ó ï ó n o t a b a t u r : fi l m T u s c u l a n u m , q u o d ¡Wetellz‘
fi u ' s s e m e m i n e r a t , 6:? L.- C r a s s i . C i c . p r o B a l b o n u m . z 5.
(c) V e a s e la n o t a 8 9 . d e A b r a m i o p á g . 6 8 1 . d e la e d i c i o n d e
V e r b u g i o ; y la n o t a 9 o . d e G r e v i o .
( d ) O b j e fi ‘ u m est etz'am , q u o d ¡ n T r i b u m C ’ r u s t u m i n a m p e f ' v e n e r i t :
g u o d b i e a s s e q u u t u s est legt's d e a m b ’ i t u p r e m i ó , m i n u s ín'vidz'osó,
q u d m q u i l e g u m p r w m i i s p r e t o r í a m s e n t e n t i a m , ¿ 3 p m ’ t e x t a m t e
g a m c o n s e q u u n t u r . Cic. p r o B a l b o n u m . 2 ; . '
4 8 Escrz't. del tiempo de A u g u s t o .
n d e l i t o ? S e c o n o c e ¡que á falta d e v e r d a d e r a s cul
:2 p a s ( a ) se tra en á juicio c o n t r a est e ilustre p e r s o n a
n g e los r u m o r e s d e los co rrillos, la s m u r m u r a c i o n e s
n d e los conv ite s y l a maled icencia d e las Tertulia s.”
3 6 E n lo p o c o q u e se d e t i e n e C i c e r o n s o b r e es
tas a c u s a c i o n e s d e la c o n d u c t a d e B a l b o , se c o n o c e
q u e n o era n v e r d a d e r o s de litos , sino m e r a s cavila ci o
nes d e sus e n e m i g o s , c o n las quales e n c o n v e r s a c i o —
nes sec reta s se d e s a h o g a b a n m i s e r a b l e m e n t e del to r
m e n t o q u e les c a u s a b a su exál tacion y su mérito. U l
t i m a m e n t e declara q u e toda esta oposicion se dirigía
m a s contra P o m p e y o y Cesar ,que contra su favorito
B a l b o . E s c u s a diestramente las acciones d e C e s a r e n
s u C o n s u l a d o , l a d u r a c i o n d e s u m a n d o e n las G a
lias, los h o n o r e s n u n c a á n t e s vi stos q u e se l e c o n c e
d i e r o n . D i c e q u e esto f u e á p e r s u a s i o n s u y a , y q u e
.no e s t a b a a r r e p e n t i d o d e s u c o n d u fl a ant erior , d e b i e n
d o a c o m o d a r s e á las circunstancias del t i e m p o , y el
e s t a d o a c t u a l d e la R e p ú b l i c a .
3 7 E n esto se c o n o c e q u e Ciceron defendiendo á
B a l b o , n o se o l v i d a b a á si m i s m o , y p r o c u r a b a c o n
ciliars e la grac ia d e P o m p e y o y d e Cesar. " P o r q u e ,
n dice e n l a p e r o r a c i o n (b) ¿ h a d e ser perjudicial á B a l
n b o y n o m u y gl oriosa la familia ridad c o n C e s a r ? L o
vgrar la c o n fi a n z a d e u n h o m b r e tan g r a n d e ¿ h a d e
"ser m o t i v o para los trabajos y exclusion d e las c o —
3 ’ m 0 . .

(a) Q u a m q u a m i r t ó r u m a n i m o : , q u i ¡psi C o r n e l i o í m r í d e n t , n o n
e s t d z f fl ' c i l / z ‘ m u m m i t i g a r e . M a r e b o m z ' n u m i n v i d e n t , i n c o n v í v i z ' :
r o d t m t , i n c i r c u i t ’ : 've/lz'cant : n o n illó i n i m í c ó , r e d b o a m a l e d i c ó
d e n t e c a r p y n t . ¡ Q u i a m i c i r L . Corneliz' , a u t i n i m i c i s u n t , a u t i n
ruident , b i s u n t b m ’ c m u i t o ' v e b e m e n fi i u p e r t i m e r c e n d i . C i c . p r o
B a l b o n u m . 2 6 . e
(b) Cic. p r o B a l b o n u m . 28.‘ ' v
Cornelio Balbo. A 4 9
v m o d i d a d e s ? Si estos ‘efeóios p r o d u c e el patrocinio
n d e los H e r o e s , será ínutíl y perníciosa su amistad;
v c e s a r s e halla a u s e n t e , o c u p a d o e n dilatar c o n s u s
nhechos los límítes‘y la gloria del Imperio R o m a n o .
nPermitireis q u e le lleven la triste noticia q u e u n o fi
ncial s u y o tan b e n e m é r i t o , tan familiar, é í n t i m o a m i
n g o , h a s i d o c o n d e n a d o p o r v o s o t r o s , n o p o r deli
»to q u e h a y a c o m e t i d o , sino p o r la a m i s t a d c o n q u e
»le f a v o r e c e ? C o n s i d e r a d , q u e j u n t a m e n t e c o n B a l b o ,
"son reos e n esta c a u s a t o d o s aquellos ínsign es G e n e
»rales , q u e hicieron semejante b e n e fi c i o á C i u d a d a n o s
v d e p u e b l o s c o n f e d e r a d o s : es r e o el S e n a d o q u e m u
» c h a s v e c e s j u z g ó esto m i s m o 5 el P u e b l o q u e lo m a n —
v d ó , los J u e c e s q u e lo a p r o b a r o n . ¿ C o n d e n a r e i s des
n p u e s d e su m u e r t e á los p r i m e r o s h o m b r e s d e la R e
n p ú b l ica? R e fl e x i o n a d q u e es tan inculpable la v i d a
n d e C o r n e l i o B a l b o , q u e n o se trata d e d a r p e n a - á
n s u delito , s i n o d e q u i t a r el p r e m i o d a d o á s u vir
n t u d . T a m b í e n d e b e i s a o r a j u z g a r y establecer si d e _
” a q u í adelante la s ami stades d e los h o m b r e s ilus
o‘ntr es h a n d e s er ocasi on d e h o n o r , ó i n s t r u m e n t o
» d e desgracia. F i n a l m e n t e n o perdai s d e vista q u e
v e n esta c a u s a n o vais á j u z g a r d e a l g u n a m a l d a d
n d e Cornelio B a l b o , sino d e u n beneficio d e E n e o
n P o m p e y o . "
3 8 T a l es la peroracion c o n q u e M a r c o Tulio
concluye su defensa d e Balbo. F u e gloriosa la a c u
s a c i o n p a r a este G a d i t a n o ilustre , p u e s l o g r ó p o r d e
f e n s o r e s los p r i m e r o s h o m b r e s d e R o m a .
3 9 S u patria C a d i z , n o d e s a m p a r ó en aquella
ocasion á este insigne hijo , q u e tanto la ilustraba.
D e s d e q u e t u v o las p r i m e r a s noticias d e la a c u s a c i o n ,
Hist. Lz't. d e E s p . T o m . I V . lib. V I I I . e D ‘que.
5 0 Escrít. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
q u e le querían p o n e r (a) , d e s a p r o b ó a l t a m e n t e este
p r o c e d i m i e n t o , i m p o n i e n d o u n a m u l t a al a c u s a d o r y
p r o n u n c i a n d o varios decretos y S e n a t u s Consultas
contra este ingrato y sedicioso C i u d a d a n o . N o con‘
tentos c o n esto los G a d i t a n o s e n v i a r o n á R o m a por
E m b a x a d o r e s las p e r s o n a s m a s nobles y autorizadas
d e la R e p ú b l i c a , p a r a q u e e n n o m b r e d e ella asistie
sen y favoreciesen á B a l b o , sostuviesen su d e r e c h o ,
ensaizasen sus g r a n d e s a c c i o n e s ; y p o r t o d o s m o d o s
í m p i d i e s e n la s e n t e n c i a contraria. E f e fi i v a m e n t e B a l ‘
b o fue a b s u e l t o , l o s J u e c e s c o n fi r m a r o n sus privile
gios y triunfó d e todos sus enemigos.
‘ s. V.
C o r r e s p o n d e n c i a d e B a l b o c o n Ciceron.
4 o Ornelio B a l b o p o r su parte continuó hasta
el fi n 1a b u e n a c o r r e s p o n d e n c i a c o n c i c e ó
r o n , p r o c u r a n d o hacerle a m i g o d e C e s a r (b) . P o r su
m a n o corrían las cartas d e estos d o s p e r s o n a g e s ilus
tres , y a u n las d e su h e r m a n o Q u i n t o (o). C i c e r o n es——o
‘ Cl‘!
(a) E x c z ' t a b o l a u d a t o r e : , q u o : a d I m c j u d í a - ¡ u m , r u m m a s b o m i n e s
g c n o b i l í s s i m a : , d e p r e c a t o r e : b u j u r e r i c u l i , m i s - : 0 : 'vz'detis. R e d e :
n í q u e m u l t b a m é G a d z ' b u : i n a u d i t fi , f g r e , b u í c u t a b illa p e r í c u l u m
c r e a r c t u r :, g r a m ' s r í m a t ï t m i n z ' r t u m c i v e m s u u m G a d i t a m ' S e n a ! u :
Fonsulta fi ’ c e r u fl t . . . . . . P o t u i t ( p o p u l u s G a d i t a n u s ) c e r t i m i n
zïerponere j u d i c i u m voluntatz': sua’ , q u a ‘ m c u m e t i a m a c c u J - a t o r e m
b a j a r m u l t á , 8 p a m ’ : m u l á ï a s i t ? P o t u i t m a g í s - d e r e j u d i c a r e ,
g u a ‘ m c u m a d ruerz‘rum j u d í c i u m v i v e s a m p l i s r i m o : lega'vz't , t e x t e :
b u j u : jurz’: , w i n e l a u d a t o r e : , p e r i c u l i d e p r e c a t o r e s ? : C i c . p r o
B a l b o n u m . 1 8 . _-—_ I t a q u a ¿ 3 a d r u n t p r í n c i p e s c i ' v i t a t i r , E5’ d q f e n
¿ a n t ; a m o r e u t s u u m c i ' v e m : t e s t i m o n i o ‘ , u t n o s t r u m : q f fi c i á , u t
e x nobilz’rsimó cí've s a n c ï i s s i m u m b o s p i t e m : : t u d i ó , u t d i l i g e n t í s s i
7 m m ; d e f e m o r e m c o m m o d o r u m . r u a r u m n u m . 1 9 .
(17) C i c . a d _ Q . F r a t r . l i b . 2 . e p i s t . 1 2 .
'(c) V í d e o e m ' m q u a : t u h‘rtera: e x p e t ï ñ r i r ; r e d ¡lle ( C e s a r ) s c r i p
s i r fl d B a l b g m , fi z q c i c u l a m ¿ l l u m e p i s t o l a r u m , ¿ n q u o f u e m t ,_ ¿ 3
-‘ m e a
C o r n e l i o B a l b o . 5 1
cribia á C e s a r c o n tanta c o n fi a n z a , q u e le r e c o m e n
d a b a á sus a m i g o s y familiares , e x p e r i m e n t a n d o los
b u e n o s efeéïos d e su r e c o m e n d a c i o n . A s í lo e x e c u t ó
c o n M . O r fi o , y el Jurisconsulto T r e b a c i o T e s t a (a) .
' P o r el m i s m o t i e m p o llevó C e s a r á las Galias , c o m o
u n o d e sus l e g a d o s , ó tenientes , á Q u i n t o , h e r m a n o
de Ciceron. B a l b o p o r atencion y respeto á M . Tulio,
hizo b u e n o s oficios c o n Cesar á favor d e su h e r m a n o
Q u i n t o (b). E n u n a carta (c) d e C i c e r o n á su h e r m a
n o le d i c e l o s i g u i e n t e : " M e a l e g r o i n fi n i t o d e la
vnoticia q u e m e d á s , q u e c a d a día experimentas m a s
n y m a s la b e n e v o l e n c i a d e Cesar. E s t o i s u m a m e n t e re
ii c o n o c i d o á B a l b o , q u e s e g u n m e e s c r i b e s , e s á q u i e n
v d e b e m o s esta fortuna. L 0 q u e m e participas , q u e
" B a l b o v e n d r á presto á R o m a c o n b u e n a comitiva , y
" q u e g o zaré d e su fr eqüente comunicacion hasta los
ni dus d e M a y o , es n oticia p ara m í m u y gustosa y
na gradable.” H a s t a aquí Ci ceron escribiendo á su
h e r m a n o Q u i n t o . D e d o n d e consta , q u e B a l b o esta
b a a l g u n t i e m p o en las Galias e n el exército d e Cesar,
y d a b a sus vueltas los Invierno s á R o m a p a r a cuidar
d e sus negocios. _
4 1 L a s cartas d e Ciceron estan llenas d e e xpre‘
siones d e la g r a n c o n fi a n z a q u e tenia en B a l b o , y lo
m u c h o q u e esperaba d e su medI i)aci0n. Escribie ndo á
2 . C e
m e a ¿ 3 Bulbz' , t o t u m ribz' a q u á m a d i d u m r e d d i t u m erre: u t n e í l l u d
q m ‘ d e m r c i a t m e a m f u i s t e a l í q u a m e p i r t o l a m , r e d e x B a l b i e p í s t o l a
p a u c a y e r b a i n t e l l e x e r a t , a d q u e ’ r e r c r i p r i t b i : r u e r b i r : d e C i c e r o
n e v í d e o t e q u i d d a m : c r i p r i r r e , q u o d e g o n o n intel/ext’. C I C . a d 2 .
F r a t r . lib. 2. epist. r2. : D i l i g e m e r m z b i f a r c í c u l u m reddidzt B a l
{n‘ t a b e l l a r i m ‘ . C i c . a d A r t i c . l i b . u . e p . a z .
(a) C i c . F a m i l . lib. 7 . ‘ep. 5.
(b) C i c . a d n u r . lib. 3. e p . I.
(c) C i c . ‘ i b i d ' . ' ‘ ' ' " "
5 2 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
C e s a r e n r e c o m e n d a c i o n d e T r e b a c i o , le dice (a):
“ R e c i b í t u r e s p u e s t a ., h a l l á n d o s e e n m i c a s a n u e s t r o
n B a l b o , y q u a n d o a é i u a l m e n t e t r a t á b a m o s el m i s m o
v a s u n t o . H i c i m o s e x c l a m a c i o n e s d e a d m i r a c í o n , p a
nI‘CCléDdOflOS divina la ocurrencia. ” E n carta á T r e
b a c i o le dice (b) : " E n t o d a s las cartas q u e es
vCl‘ibO á Cesar ó á B a l b o , a u n q u e sean d e otro
n a s u n t o , e n t r a s i e m p r e t u r e c o m e n d a c i o n , y n o / c o n
v e x p r e s i o n e s o r d i n a r i a s , s i n o q u e m u e s t r a n b a s t a n t e
v m i b e n e v o l e n c i a á t u p e r s o n a . N u n c a d e x o d e h a
» b l a r á tu f a v o r ; espero m e digas el fruto d e m i s reco
» m e n d a c i o n e s . E n B a l b o t e n g o m u y g r a n d e e s p e r a n
» z a , y le escribo d e tus asuntos c o n m u c h o c u i d a d o y
ndiligencia. P r o c u r a adelantar en la familiaridad d e
9) C e s a r : p a r a e s t o t e a y u d a r á m u c h o m i h e r m a n o Q u i n
n to, m u c h o tambien te a y u d a r á B a l b o . ” E n otra al
m i s m 0 ( e ) . “ D e s e o saber e n q u é t e o c u p a s , y d ó n d e irás
n á ínver na r. Y o quisiera fueses c o n C e s a r , p e r o n o
n m e h e at revido á escribirle. C o n t o d o le h e escri to á
n B a l b o . ” E n o t r a ( d ) : “ B a l b o m e a s e g u r a q u e v e n
» d r á s á ser rico. Si esto lo dice e n estilo R o m a n o (I),
n ó e n i d i o m a E s t o í c o , q u e h a c e ricos á t o d o s l o s s a
» b i o s , el efeéio lo dirá.” E n otra (e): " Q u a n d o
, , B a l b o v a y a al exército d e las Galias , le h a r é r e c o
n m e n d a c i o n á f a v o r t u y o e n estilo R o m a n o . ” E s t a b a
p u e s B a l b o entonces en R o m a , p e r o tenia q u e v o l
v e r
a) C i c . a d F a m i l . lib. 7 . e p . ; .
Eb) lib. 7. ep. 6. é ? 7.
(c) C i c . a d F a m í l . lib. 7 . e p . 9 .
(d) I b i d . e p . '16 .
( r ) E s t o e s , e n el s e n t i d o o b v i o , n a t u r a l y s e r i o , c o m o c o r r e s
p o n d e á la g r a v e d a d R o m a n a ; n o e n s e n t i d o d e m e t á f o r a , ó p a —
radoxa_, proprio d e la v a n a ostentacion d e l o s Estoicos.
(e) l b r d . eplst. r 8 .
‘Cornelio B a l b o . 5 3
verse á las Galias á servir su e m p l e o militar e n el
exe'rcito d e Cesar.
4 2 E l m i s m o Ciceron escribiendo á Atico (a) le
dice , q u e está y a inteligenciado e n los asuntos del
dia c o n las cartas y c o n v e r s a c i o n e s d e B a l b o . E r a
m e n e s t e r c o p i a r a q u í g r a n parte d e l a s cartas d e C i
c e r o n á A t i c o p a r a d a r u n a i d é a c o m p l e t a d e la fa-—
miliaridad d e C o r n e l i o B a l b o c o n estos d o s ilustres
personages. P e r o esto seria s u m a prolixidad. A s í solo
p o n d r é m o s a l g u n a s expresiones d e las m a s insignes.
E n aquellos t i e m p o s dificiles del r o m p i m i e n t o d e P o m —
p e y o c o n Cesar ,Ciceron llegó á desconfiar hasta d e sus
m a s a m i g o s . T u v o a l g u n a s s o s p e c h a s d e B a l b o , c o m o
d i r é m o s d e s p u e s : p e r o al m i s m o t i e m p o recibió a l g u
n o s b e n e fi c i o s . C i c e r o n se h a v i a e x p l i c a d o c o n A t i c o
s o b r e lo q u e d e b í a á B a l b o , y las s o s p e c h a s q u e d e él
tenia. A t i c o c o n o c i e n d o el b u e n c o r a z o n d e B a l b o , y
su f r a n q u e z a , n o d u d ó hacerlo participante d e la des
c o n fi a n z a d e C i c e r o n : el q u a l h a v i e n d o l l e g a d o á su
noticia la c o n fi a n z a q u e h a v i a t e n i d o A t i c o c o n s u
a m i g o c o m u n , escribió á B a l b o las gracias d e su b e
n e v o l e n c i a , y e n c a r g ó á A t i c o le disculpase sobre las
s o s p e c h a s q u e d e él h a v i a tenidojb).
4 3
D e s p u e s d e la derrota d e Pharsalia , C i c e r o n
q u e havia seguido á P o m p e y o contra los consejos d e
C e s a r , d e A t i c o y d e B a l b o , v i ó p o r la experiencia
la n e c e s i d a d q u e tenia d e acudir á la m e d i a c i o n d e
B a l b o p a r a c o n Cesar. “ P r o c u r a , le dice á A t i c o (c),
a q u e O p i o y B a l b o t o m e n por su cuenta m i r e c o n
H z ’ s t . Lz't. d e E s p . T o m . I I’. lib. V I I I . D 3 vCÍ
(a) C i c . a d A t t i c . lib. 9. epist. s.
(b) C i c . a d A t r i o . lib. r o . epist. x 8 .
(c) I b i d . lib. r I. epist. 7. ¿ z 8.
5 4 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
vciliacion c o n Cesar z y le escriban continuamente
n p a r a q u e m e reciba á su gracia . E n est o h a s d e p o
v ner el m a y o r c u i d a d o . Solicita cartas s u y a s m u y e fi
o c a c e s á m i f a v o r , p u e s tienen tanto v a l i m e n t o c o n
” C e s a r . Si fuere preciso h a z q u e B a l b o le e n v i e u n
27 p r o p i o , p o r q u e a s í l o p i d e l a i m p o r t a n c i a d el p r e
”sente caso.” L a grandeza d e este peligro , se ‘aumen
t a b a , p o r q u e s u h e r m a n o Q u i n t o , q u e t a m b i e n h a v i a
seguido á P o m p e y o , y y a estaba en la gracia d e Cesar,
h a c í a m a l o s o fi c i o s c o n t r a su h e r m a n o M . Tulio. I g u a l
c o r r e s p o n d e n c i a e x p e r i m e n t a b a d e p a r t e d e s u y e r n o
Dolabela. Y q u a n d o le a b a n d o n a b a n y perseguian los
p r o p r i o s , n o le q u e d a b a otro recurso q u e el d e B a l
bo. P o c o despues t u v o C i c e r o n el disgusto que‘ D o
Iabela repudió á su hija Tulia : y n o contento c o n
esto , n o querí a restituir la dot e. C i c e r o n p a r a r e c o
b r a r e sta d o t e t u v o recurso á B a l b o p o r m e d i o d e
A r i c o (a). N o solo t r a b a j a b a n p o r este t i e m p o B a l b o
y ' O p i o e n rest ituir á C i c e r o n á la gra cia d e C e s a r ,
c o m o e n efecto lo l o g r a r o n , si no t a m b i e n e n so licitar
su b u e n a a r m o n í a c o n A n t o n i o (b). D e los m i s m o s se
valió C i c e r o n p a r a otros n e g o c i o s q u e le o c u r r i e r o n
e n este t i e m p o . A t i c p le h a v i a a s e g u r a d o , q u e O p i o
y B a l b o le a m a b a n m u c h o (o). C i c e r o n c o n v i e n e e n
ello , y le e n c a r g a c o m u n i q u e c o n a m b o s las d e p e n
dencias d e q u e se trataba. T o d o s los familiares d e C e
sar , á e x c e p c i ó n d e Tigelio , a m a b a n m u c h o á C i c e
_ ron (d). P e r o n i n g u n o se distinguió m a s q u e B a l b o ,
0

(a) C i c . a d A m e . lib. r 2 . epist. 7. 8 : x 2 .


(b) I b l d . epist. r9 .
(c) l b i d . e p i s t . 2 9 .
(d) C i c . a d F a m í l . l i b . 6. epist. r a . : a d Á m ' c n l i b . x 3. e p i s t . 4 9 .
Cornelio Balbo. ' 55
ó p o r su m a y o r inclinacion á este h o m b r e g r a n d e , ó
p o r su m a y o r p o d e r y a u t o r i d a d c o n Cesar. L a e fi —
cacia d e B a l b o á f a v o r d e C i c e r o n , se manifestó e n
u n a o c a s i o n b i e n crítica. C i c e r o n d e s p u e s d e s u d e s
líerro volvió gloriosamente á R o m a entre los votos
del p u e b l o , los h o n o r e s del S e n a d o y las a c l a m a c í o
nes d e t o d a Italia. M a s t o d a esta a c l a m a c í o n n o le
p a r e c í a q u e s a n a b a e n t e r a m e n t e las q u i e b r a s p a s a d a s .
A s í solicitaba h a c e r a l g u n p a p e l e n t r a n d o n u e v a m e n
te en los cargos d e la República. C o n esta mira o b
t u v o ir d e P r o - C o n s u l á Cilicía , d o n d e s e d i s t i n g u i ó
m a s e n la p r u d e n c i a c i v i l , q u e e n las a c c i o n e s mili
tares. A u n q u e sus h e c h o s d e g u e r r a h u v i e s e n sido
p o c o brillantes , c o n t o d o á la vuelta d e su P r o v i n —
cia solicitaba q u e el S e n a d o le c o n c e d i e s e los h o n o
res d e la suplicacz'on , y a u n d a b a á entender q u e as
p i r a b a al triunfo. P a r a c o n s e g u i r esto , C i c e r o n es
cribió á C a t o n (a) , m a n i f e s t á n d o l e c o n f r a n q u e z a d e
a m i g o qua’nto le c o n d u c í a e n esta o p o r t u n i d a d o b 4
t e n e r a q u e l h o n o r , q u e e n o t r o t i e m p o m i r a r l a c o n
indiferencia. P o r tanto le h a c e u n a dilatada y rendida
s ú p l i c a , p a r a q u e o p i n e á su f a v o r e n el S e n a d o , n o
d u d a n d o q u e su a u t o r i d a d y b e n e v o l e n c i a atraeria la
m a y o r parte d e los votos. C a t o n n o estaba d e este pare;
cer , y respondió á Ciceron c o n bastante artificio, pero
c o n m u c h a u r b a n i d a d , ínsinuándole q u e n o se intere
saría e n s u p r e t e n s i o n , a u n q u e t e n d r í a c o m p l a c e n c i a
en q u e la lograse. Cornelio B a l b o t o m ó c o n m a s ac
tividad los intereses d e Ciceron: (b). H a b l ó p o r é l e n
(a) C i c . F o m ' l . lib. r s. epist. 4
v D
, s , 8 1 6.
4 I
ple
(b) T u n t u m C a r o n í a r r e n r u : est , q u i ¿ 3 l o q u u t u r b r n o r i fi c é , n o n
d e c r e ‘ r a t r u p p l i c a t i o n ' e : . . . . B a l b i q u o q u e C a m e l i a ‘ o p e r a n : é ? s e
‘ d u
5 6 Escrz't. del tiempo de A u g u s t o .
pleno S e n a d o , y queriendo oponerse u n T r i b u n o del
p u e b l o , interpuso á favor d e C i c e r o n el n o m b r e y
a u t o r i d a d d e C e s a r , d e c l a r a n d o , q u e se ria injuria d e
este G e n e r a l qualquiera resistencia q u e se hiciese á
las pretensiones d e Ciceron. E s t e se h a l l a b a ausente,
m a s l o g r ó p o r la a u t o r i d a d d e B a l b o , q u e saliese fa
v o r a b l e el decreto. '
4 4 E n otra ocasion hallándose C e s a r e n E s p a ñ a ,
le escribió C i c e r o n u n a carta , q u e p o r su a s u n t o y
p o r las c i r c u n s t a n c i a s d e l t i e m p o d e b í a ser d e m u
c h o c u i d a d o . C i c e r o n n o se d e t e r m i n ó á enviársela
sin q u e a’ntes la viese A t i c o y expresase su d i é t a m e n .
T a m b i e n le e n c a r g ó la manifestase á B a l b o , y los
d e m a s a m i g o s d e C e s a r p a r a q u e la e x á m i n a s e n , y n o
f u e s e r e m i t i d a si n o a g r a d a b a e n t e r a m e n t e á estos. A d e
m a s le p r e v i e n e q u e i n v e s t i g u e c o n c u i d a d o , si e s t o s
c e n s o r e s a p r u e b a n s u c a r t a c o n i n g e n u i d a d , ó p o r
m e r a política. . E s t a c a r t a d e C i c e r o n p a r e c e e r a a l g o
c o n t e m p l a t i v a y a c o m o d a d a al t i e m p o , á q u i e n , d i c e ,
t o d o s los políticos m a n d a n q u e se o b e d e z c a . L a p r e
c a u c í o n d e q u e la v i e s e n B a l b o y O p i o p a r e c í a ne-e
cesaria á C i c e r o n p o r el peligro d e deslizarse e n al—.
g u n a e x p r e s i o n m e n o s o p o r t u n a , q u e o f e n d i e s e á C e ’
sar , y porrel rezelo d e parecer m e n o s o b s e q u i o s o á
sus amigos. N o eran v a n o s sus temores. B a l b o y O p i o
hallaron e n la carta d e Ciceron m u c h a s cosas d i g n a s
d e borrarse , y substituir otras en su lugar, S o b r e
este p u n t o d i x e r o n f r a n c a m e n t e s u d i c t a m e n : l o
q u a l fue m u i del a g r a d o d e Ciceron. D e e s t e h e c h o ,
C O R S
d u l í t a t e m l a u d a r e p o r r u m . N a m c u m C ’ u r í a n e v e b e m e n t e r I a q u u t u :
en‘ ; é ? e u m , si a l i t e r f e c i s r e t , i n j u r í a m Cats-ari f z fi ‘ u r u m d i x i t :
t u m ejus fi d e m ¡a s u s p i c í o fl e m a d d u x i r . Caelíus epist. a d Cic. lib. 8 .
a d F a m i l . epist. 1 I. - ‘
C o r n e l i o B a l b o 5 7
‘consta la m u c h a intimidad de B a l b o c o n Atico y
C e s a r 5 q u á n t o a p r e c i o se hacia d e su juicio : q u e á
pesar d e las d e s c o n fi a n z a s d e Ciceron , le h a b l ó ingea
n u a m e n t e c o m o a m i g o , y n o c o n el fi n g i m i e n t o p o
lírico , q u e rezelaba (a).
4 5 P e r o n o solo sus negocios políticos ,sino t a m
bien sus O b r a s literarias s u g e t a b a C i c e r o n p o r estos
tiempos á la p r u d encia y jui cio d e Bal bo. H a b í a h e
cho e n defensa d e Q . Li ga rio u n a bella y elegante ora—
cion. C o m u n i c ó l a á At ic o , y este hiz o q u e t a m b i e n
la leyeran B a l b o y Op io . A todos a g r a d ó m u c h o .
B a l b o y O p i o la envia ro n á Cesar (b). C o m o en esta
o r a c i o n C i c e r o n h a c i a la a p o l o g í a d e su c o n d u c t a , y
el e l ogio d e la p e r s o n a y c l e m e n c i a d e C e s a r , era este
u n o b s e q u i o m u i fa vorab le á Ciceron.
4 6 E n t r e las o b r a s P h i l o s ó fi c a s d e C i c e r o n s o n in
sigues los cinco libros d e Fz’nz'bus. E n ellos trata los m a s
sublimes y delicados puntos d e la Philosofia mo r a l : y
e n el q u i n t o , d e d i c a d o á M . B r u t o , exp lica difusa —
m e n t e la sentencia d e lo s a n t i g u o s Peripat éticos s o b r e
el fi n ú l t i m o d e las accio nes h u m a n a s . E s t e libro , ánte s
d e enviarlo á B r u t o , lo c o m u n i c ó C i c e r o n á su g r a n d e
‘y doó’ro a m i g o Atico. C o r n e l i o B a l b o c o p i ó esta o b r a
n o sin beneplácito d e C i c e r o n : p u e s a u n q u e repara,
q u e se le h u v i e s e c o m u n i c a d o p a r a sacar la c o p i a ,
á n t e s d e e n t r e g a r el libro á B r u t o , e r a p o r q u e n o lle
g a s e á m a n o s d e este y a s e r v i d a , y h e c h a v u l g a r u n a
o b r a q u e le e s t a b a p r i n c i p a l m e n t e d e d i c a d a (c). T a m
b i e n sentía q u e B a l b o h u v i e s e c o p i a d o el libro sin
las
(a) C i c . a d A r t i c . lib. 12. epist. 5 1 . 8 1 lib. 13. epist. 27.‘
(b) A d A r t i c . lib. x 3 . e p i s r . 1 9 .
.(c) C i c . a d A r t i c . lib. 1 3 . e p i s t . 2 1 . 8 : 2 2 .
5 8 Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
las e n m i e n d a s , y c o r r e c c i o n e s , q u e h i z o d e s p u e s . S o —
b r e si e n v i a r l a la m i s m a o b r a á V a r r o n , e s p e r a el
d i c t a m e n d e Arico. R e s p e t a b a p u e s C i c e r o n el juicio
d e B a l b o , y d e s e a b a complacerle. E n la prisa c o n
q u e B a l b o s a c ó c o p i a d e la o b r a d e C i c e r o n , á n t e s
q u e se c o m u n i c a s e á V a r r o n , y a u n al m i s m o B r u t o ,
á q u i e n estaba dirigida , se d e s c u b r e su g r a n d e a fi
c i o n á las L e t r a s , y su trato familiar c o n los p r i m e r o s
literatos d e R o m a .
4 7 C i c e r o n d e s p u e s d e la g u e r r a d e A f r i c a , e n
q u e C a t o n s e h a v i a q u i t a d o a’ s í m i s m o l a v i d a , e s
cribió u n a o b r a en su elogio (a). B r u t o h a v i a escrito
s o b r e la m i s m a materia. C e s a r n o a p r o b a b a entera
m e n t e el escrito d e Bruto. P e r o d i ó m u c h o s elogios al
d e C i c e r o n , n o o b s t a n t e q u e C a t o n e r a s u e n e m i g o , y
se h a v i a q u i t a d o la v i d a p o r n o rendirse á la d o m i n a
cion d e Cesar. Este g r a n d e h o m b r e confiesa h a v e r
a p r e n d i d o m u c h o e n el libro d e C i c e r o n (b). M a s n o
c o n t e n t o c o n h a v e r v e n c i d o á C a t o n e n su p e r s o n a ,
aspiro á v e n c e r l e e n su f a m a , i m p u g n a n d o el libro q u e
C i c e r o n h a v i a escrito en su elogio. H a c i e n d o la g u e r r a
e n E s p a ñ a á los hijos d e P o m p e y o , escribió sus d o s
libros intitulados Antz'catones E n ellos r e p r e h e n
d i e n d o los vicios d e a q u e l fi e r o R e p u b l i c a n o , a l a b a
c o m o bien escrita la apología d e C i c e r o n , e l o q ü e n t e
d e f e n s a d e u n a m a l a c a u s a . C e s a r p o r m e d i o d e s u s
familiares e n v i ó sus A n t i c a t o n e s á Ciceron. E s t e g r a n
d e O r a d o r , ó p o r q u e así lo sintiese , ó p o r q u e el
t r e m
( a) V é a s e la v i d a d e C i c e r o n e s c r i t a p o r F r a n c i s c o F a b r i c i o M a r
c o d u r a n o , a ñ o 7 0 7 . p á g . 2 8 . n u m . 2 1 1 . y 2 1 2 . ‘
( b) lib. 1 3 . a d A m t . epist. 4 6 .
( e) S u e t o n . i n j u l . c a p . 5 6 .
Cornelio B a l b o . 5 9
t i e m p o n o le permitía sentir d e otro m o d o , a p r o b ó y
ensalzó el escrito d e C e s a r ; á q u i e n participaron esta
noticia C o r n e l i o B a l b o y O p i o (a). P o r m a n o d e estos,
escribió t a m b i e n á C e s a r sobre el m i s m o asunto , en
c a r g á n d o l e s q u e e n v i a s e n á C e s a r la c a r t a , si les p a
recia b i e n . N o p o d e m o s d e x a r d e a p l a u d i r la u r b a
n i d a d d e es tos d o s g r a n d e s h o m b r e s , q u e d i s c r e p a n
d o e n las s entencias , r e c í p r o c a m e n t e c e l e b r a b a n lo
q u e h a v i a b u e n o e n los escritos. E n C i c e r o n p o d í a
ser esto u n a política forzada. P e r o C e s a r , q u e tenia
tantos m o t i v o s p a r a estar displicente d e C i c e r o n , n o
solo lleva á b i e n h a g a la a p o l o g í a d e C a t o n su e n e
m i g o , sino q u e c o l m a d e elogios su o b r a : permite.
q u e se d e fi e n d a á su contrario 5 lee su defensa c o n
g u s t o y c o n aplauso 5 confiesa su a p r o v e c h a m i e n t o
e n esta leéiura: y d e s a p r o b a n d o las acciones d e C a
ton , a p r u e b a la o b r a d e Ciceron en su elogio. T a n
ta e r a su m a g n a n i m i d a d , y dulzura. S u s g r a n d e s h a z a
ñ a s y f a m o s a s viéiorias n o d a n m a y o r idea d e la n o
b l e z a d e s u espíritu y d e s u c o r a z o n , q u e este g e n e
r o s o p r o c e d i m i e n t o e n m a t e r i a d e L i t e r a t u r a . E s h e
r o i s m o , s i e n d o rivales el E s c r i t o r y el H e r o e , c 0 n o —
cer y aplaudir la belleza del escrito. T o d o esto se
d e b í a en g r a n parte á los b u e n o s oficios d e Cornelio
B a l b o , q u e a m a n t e d e la p e r s o n a y d o a r i n a d e C i —
c e r o n , c o n su g r a n d e a u t o r i d a d b o r r a b a del á n i m o
d e C e s a r t o d a s las m a l a s i m p r e s i o n e s q u e p u d i e r a n
f o r m a r s e e n contra. fl
4.8 L a inclinación d e C o r n e l i o B a l b o á las letras
se c o n o c e t a m b i e n en_ s u a m o r y f a m i l i a r i d a d c o n o t r o s
’ li
(a) C i c . a d A r t i c . lib. r 3 . epist. 5o.
6 o Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
literatos. M . V a r r o n , u n o d e los h o m b r e s m a s d o fi o s
d e R o m a , e x p e r i m e n t a b a esta b e n e v o l e n c i a d e p a r t e
d e B a l b o . A s í lo a fi r m a C i c e r o n escribiendo al m i s
m o V a r r o n : H i r c i o , B a l b o y O p i o , dice (a) , h a n eso
crito á C e s a r e m p e ñ á n d o s e s o b r e este a s u n t o : h o m
b r e s s e g u n h e l l e g a d o á e n t e n d e r , q u e te s o n m u y
afeé’tos. T a m b i e n te h e m a n i f e s t a d o , q u e y o t e n g o
c o n ellos m u c h a familiaridad y c o n fi a n z a . N o a l c a n
z o el m o t i v o , p o r q u e n o d e b a executarlo así. P r e c i s a
a c o m o d a r s e al t i e m p o , a u n q u e n o es preciso a p r o b a r
t o d a s las acciones d e los suget os c o n quienes t r a t a m o s .
P a r e c e q u e la a m i s t a d d e C i c e r o n c o n los familiares d e .
C e s a r , era p o r interés y p o r política. E s t o consistía
e n s u m o d o d e p e n s a r R e p u b l i c a n o , q u e n o p o d í a
c o n f o r m a r s e c o n el p o d e r a b s o l u t o d e C e s a r y sus fa
voritos. P e r o a u n q u e C i c e r o n e n o r d e n á las cosas d e
la R e p ú b l i c a p e n s a b a d e distinto m o d o q u e B a l b o ,
c o n t o d o , este le p r o f e s ó s i e m p r e u n a s i n c e r a a m i s t a d ;
p o r m a s q u e C i c e r o n e n a l g u n a s d e s u s c a r t a s á A t i c o
muestre d e s c o n fi a n z a d e la sinceridad d e B a l b o ; d e lo
q u a l h a b l a r e m o s despues.
4 9 Q u á n t a fuese la familiaridad d e Ciceron c o n
B a l b o se m a n i fi e s t a e n las c a r t a s festivas q u e e s c r i b i ó
á s u c o m u n a m i g o P a p i r i o P e r o . D e ellas m i s m a s c o n s
ta el m u c h o p o d e r d e B a l b o y su g r a n d e a u t o r i d a d
c o n Ces ar. H a v i a corrido la v o z q u e C e s a r d e resultas
d e sus vié’corias m a n d a r i a repartir tie rras y M u n i c i
pios á sus soldados. E s t a noticia as ust ó á P a p i r i o P e
t o , y p r e g u n t ó á C i c e r o n si e r a v e r d a d e r a . C i c e r o n le
r e s p o n d e (b) , q u e estraña la p r e g u n t a ; p u e s h a v i e n
d o
(a) C i c . a d Famz'l. lib. 9. epist. 6 .
(12) F a m i l . l i b . 9 . e p . 1 7 .
‘ C o r n e l i o B a l b o . l 6 r

, d o t e n i d o c o n v i d a d o á B a l b o , d e él p o d í a h a v e r
se i n f o r m a d o p l e n a m e n t e . " H a b i e n d o , d i c e , teni
n d o e n t u c a s a á n u e s t r o B a l b o ,» d e s e a s s a b e r d e
n m í las d e t e r m i n a c i o n e s d e C e s a r : c o m o si y o e n
nestos asuntos supiera a l g o q u e él i g n o r e 5 ó c o m o
vsi q u a n d o s é a l g u n a c o s a , n o f u e r a p o r q u e él
" m e la h a c o m u n i c a d o . A s í y o d e b o esperar d e
ntí estas noticias , p u e s h a v i e n d o teni do e n tu m e - ‘
n s a á B a l b o , si g u a r d a b a sigílo e n la t e m p l a n z a ,
"los vinos g e n e r o s o s p o d í a n hacerle m e n o s reser
v v a d o . ” ,
5 o N o m e n o s festivo está C i c e r o n e n otra carta
al m i s m o P e t o , d e s p u e s q u e este le d i ó noticia d e lo
s u c e d i d o e n el convite d e B a l b o . " E n t i e n d o , dice (a) ,
v l o q u e m e q u i e r e s s i g n i fi c a r , q u a n d o m e a v i s a s q u e
n B a l b o q u e d ó m u y c o n t e n t o c o n l a frugalidad d e tu
v m e s a . E n es to m e ins inúas q u e si los R e y e s s o n m o
v d e r a d o s , m u c h o m a s d e b e n s erlo los Consulares. P e
i’ r o ignoras q u e y o h e s a b i d o p o r el m i s m o B a l b o la
i’ v e r d a d d e t o d o l o q u e p a s ó : p o r q u e se v i n o d e r e
v C h O á m i c a s a , n o s o l o sin ir á la t u y a , s i n o a u n
w á n t e s d e ir á la s u y a p r o p r i a . L o p r i m e r o q u e le
v p r e g u n t é fue, ¿ c ó m o le h a v i a ido e n el convite d e
v n u e s t r o P e t o ? y m e r e s p o n d i ó n o h a v e r tenido día
“ m a s gustoso en toda s u vida, Si has logrado c o n la
“ d u l z u r a d e tus p a l a b r a s t a n t a satisfacion d e B a l
” b o , y o te o f r e z c o ser o y e n t e n o m e n o s c u i d a d o
a’SO : p e r o si h a s i d o p o r lo esquisito d e las V i a n d a s ,
n t e p i d o n o h a g a s m a s a p r e c i o d e l o s b u l b o s q u e :d_e
"los, discretos.”
C i r
(a) Famz'l. lib. 9. ep. 1 9 .
6 2 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
5 1 C i c e r o n n o solo trataba á B a l b o c o n familia
r i d a d , sino a u n c o n ternura. U n h o m b r e c o m o B a l b o
n o p o d í a d e x a r d e tener envidiosos. C o m o él eta b e
n é fi c o p a r a c o n t o d o el m u n d o , y n o solo se c o m p l a
cia , sino a u n p r o c u r a b a la felicidad a g e n a , se q u e x a b a
d e la envidia , siendo tan o p u e s t o s á su c a r a fi e r los h o
rrores d e este m o n s t r u o . A s í se q u e x ó a m i s t o s a m e n t e
c o n C i c e r o n (a) : y a u n q u e este p o r e n t ó n c e s n o cre
y ó sinceras sus q u e x a s , d e s p u e s e x p r e s ó á A t i c o , q u e
desearía solicitasen los d o s suavizar los á n i m o s á fa
vor. d e B a l b o , y librarle d e los d a ñ o s q u e pudiera
ocasionarle la envidia; bien q u e esto le parecía difi
cultoso. E n estas palabras m o s t r ó C i c e r o n m a s la ter
n u r a d e s u v o l u n t a d q u e las l u c e s d e s u e n t e n d i m i e n t o .
P u e s el teatro d e los n e gocios era m u c h o m a s favora
ble á B a l b o q u e al m i s m o Ciceron . " E n v a n o pues,
a’ d i ce M r . d e la N a u z e (b), temia Cic ero n á los pre
n te ndidos e n e m i g o s d e este a m i g o d e tod o el m u n d o .
n L a serie d e los sucesos manifestó b i e n presto q u e n o
n d e b i a t e m e r la suerte d e B a l b o , sino la s u y a p r o
' :ipria. E n efeéto aquel m i s m o a ñ o sacrificaron á C i —
n c e r o n ; y B a l b o p o r la destreza d e su política e c h ó
n m a s p r o f u n d o s cimientos al edificio d e su exáltacion.”
s. VI.
F i n a p o l í t i c a d e B a l b o e n t i e m p o d e l a s g u e r r a s ci‘vz'á
les , y apología d e s u condaóïa. '
E52 .A destreza política d e Cornelio B a l b o se m a e
nifestó en las turbaciones ‘de las guerras
'- " ci
‘(a3 a d A r t i c . lib. r 4 . e p . a r .
(b) A c a d e m . de I m c r i p c . t o m . ¡9. p á g t 3 4 0 q _ , . .
‘Cornelio B a l b o a V 6 3
civiles. P o m p e y o y C e s a r , q u e á n t e s h a v i a n s i d o a m i
g o s p o r política , r o m p i e r o n a b i e r t a m e n t e el a ñ o d e
R o m a D C C V . E l p o d e r y ambicion d e estos do s g r a n
des p e r s o n a g e s h a v i a llegado á tal p u n t o q u e c a d a
u n o d e ellos aspiraba á m a n d a r l o todo. P o m p e y o n o
p o d í a sufrir q u e C e s a r se le igualase , ni C e s a r q u e se
le antepusiese P o m p e y o (a). N o nos d e t e n d r é m o s á
c o n t a r s u c e s o s t a n s a b i d o s e n la historia R o m a n a . S o l o
d i r é m o s lo q u e p e r t e n e z c a á nuestro C o r n e l i o B a l b o .
F a v o r e c i d o d e P o m p e y o y d e C e s a r , d e s p u e s q u e es—
t o s r o m p i e r o n n o p o d í a y a ser a m i g o d e a m b o s . P o m
p e y o declaró q u e seria e n e m i g o s u y o y del estado to- '
d o el q u e n o le siguiese. C e s a r h a v i a d e m i r a r c o m o
e n e m i g o s á todos los q u e siguiesen á P o m p e y o . Cor-F
nelio B a l b o n o p o d í a q u e d a r neutral. S e veía f o r z a d o á
s e g u i r u n o d e los d o s partidos. S o l o se trataba , q u á l
‘seria el m a s c o n v e n i e n t e e n las p r e s e n t e s circunstancias.
C o r n e l i o B a l b o escogió c o m o m a s ventajoso el d e Ce’
sar. P e r o a u n q u e s i e m p r e a d d i fi o á este p a r t i d o , s o
licitó la p a z y reconciliación , é hizo b u e n o s oficios
á f a v o r d e P o m p e y o , d e L é n t u l o , y d e C i c e r o n , c o n
s e r v a n d o el e s p í r i t u d e s o c i e d a d e n m e d i o d e las g u e
r r a s civiles. c o n s i g u i ó d e C e s a r n o le o b l i g a s e á t o —
m a r las a r m a s c o n t r a l o s d o s p r i m e r o s q u e h a v i a n
¿ s i d o s u s p r o t e c t o r e s (19). A l m i s m o t i e m p o q u e m a n e
j a b a e n R o m a c o n la m a y o r actividad los intereses
d e C e s a r , e r a a g e n t e d e l o s n e g o c i o s d e L é n t u l o ,' q u e
‘havia salido d e R o m a c o n P o m p e y o h u y e n d o d e Ce:
s a r .

« (a) L u c a n . d e Bello Civil. lib. r.'v. 125. = D i o Cass. lib. 4 o .


v p a g . ¡ 6 6 . ¿ z seq. v _
(b) Epist. C o r n . B a l b i a d C i c e r . inter C i c e r o n i a n . a d A r t i c . u n
9 . p o s t . e p . 8 . p a g . 3 7 7 . . l — , . . . - a
6 4 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
sar. E s t o era á u n t i e m p o m i s m o g e n e r o s i d a d y b u e n a
política. L a clemencia y nobleza d e á n i m o d e Cesar
se hizo visible entre los ardores d e la c a m p a ñ a y el
f u r o r d e las g u e r r a s civiles ( ¿ 1 ) . ¿ Q u é m u c h o p u e s q u e
B a l b o h u v í e s e e n t r a d o e n la m i s m a n o b l e z a d e p e n
s a m i e n t o s ? L o s h o m b r e s g r a n d e s n o se d e x a n p o s e e r
del espíritu d e v e n g a n z a , y conservan siempre h u
m a n i d a d y b e n e v o l e n c i a c o n los infelices 5 especial
m e n t e si h a n s i d o a b a t i d o s n o t a n t o p o r s u m a l i g
n i d a d , c o m o p o r su desgracia. C e s a r p u e s n o llevaba
á m a l q u e su c o n fi d e n t e B a l b o h a s t a cierto t é r m i n o
hiciese b e n e fi c i o s á sus contrarios.
5 3 C o n estas reflexiones , se p u e d e r e s p o n d e r á
las d u d a s c o n q u e M r . l a N a u z e (b) d i s i m u l a d a m e n t e ,
'reprehende la c o n d u c t a d e B a l b o . “ E n t r e g a d o , dice,
‘n t o t a l m e n t e á C e s a r , p a r e c e n o s e o c u p a b a m a s q u e
vnen h a c e r o b s e q u i o s á aquellos m i s m o s á q u i e n e s
n Cesar pretendía destruir. ¿ Procedia esto d e la g e n e
» r o s i d a d d e B a l b o y su b o n d a d d e c o r a z o n p a r a c o n
n l o s h o m b r e s d e m é r i t o q u e se h a l l a b a n o p r i m i d o s ?
, , ¿ E r a p r u d e n c i a y política p a r a t e n e r c o n c i l i a d o s
n a m i g o s e n c a s o d e u n a revol uc ion ‘.2 ¿ O m a s b i e n e r a
n u n p l a n d e c o n d u é i a c o n c e r t a d o entre C e s a r y s u
by f a v o r i t o p a r a l o g r a r m e j o r el des ignio d e p e r d e r la
, , R e p ú b l i c a ? E s t o es lo q u e i g n o r a m o s ” H a s t a a q u í
este i n g e n i o s o A c a d é m i c o .
54. M a s si s e r e fl e x i o n a el c a r a é i e r d e C e s a r , y
la c o n d u é t a d e B a l b o , p o d r á conciliarse t o d o esto sin
g r a ‘
(a) E p i s t . C 2 3 . i n t e r C i c e r o n . a d A r t i c . l i b . 9 . p a g . 3 7 7 . S u e t o n .
i n 3141. c a p . 7 4 . ¿ z 7 5 . : P l u t a r c h . i n C a s . . - : D i o C a s . lib. 4 x .
p a g . 2 0 6 .
(b) A c a d e m . d e Inreripc. t o m . 1 9 . p á g . 3 3 3.
‘Cornelz'o B a l b o . " ' 6 5
grave infamia d e su proceder. Cesar n o tanto pretene
dia destruir la R e p ú b l i c a , c o m o q u e n o h u v i e s e e n
ella o t r o m a s p o d e r o s o . M a l h a l l a d o e n la esfera d e
s e g u n d o , y n o r e c o n o c i é n d o s e inferior á P o m p e y o ,
l l e v a b a á m a l s u e x t r a o r d i n a r i a exáltacion. P r e t e n d i a
la d i m i n u c i o n d e s u p o d e r 5 ni e n t r ó e n la D i é i a t u r a
con el furor d e S y l a , ó d e M a r i o . ¿ Q u é m u c h o p u e s
n o s o l o p e r m i t i e s e , s i n o g u s t a s e d e la d u l z u r a , h u m a —
n i d a d y b u e n a p o l í t i c a d e B a l b o ? ¿ q u e sin d e t r i m e n v
to d e s u s intereses s u a v i z a s e los á n i m o s , conciliase
a m i g o s , y diese idea q u e C e s a r a u n l o g r a d o el d e s i g
nio , n o causaría la ruina del E s t a d o , ni d e los h o m — ,
bres g r a n d e s , a u n q u e n o fuesen d e su partido‘.2 E s t o
se v i ó manifiestamente e n los m u c h o s y g r a n d e s o b s e
q u i o s q u e h i z o á C i c e r o n , a u n q u e h u v i e s e s e g u i d o el
partido d e P o m p e y o . T r a b a j ó felizmente en reconci-:
liarle c o n C e s a r , á q u i e n d e s p u e s d e m u c h o s a g r a v i o s
d e b i ó C i c e r o n p o r la m e d i a c i o n d e B a l b o las m a y o r e s
distinciones , y la m a s fi n a c o r r e s p o n d e n c i a . E n obse-:
q u i o d e este G a d i t a n o i n s i g n e h a r e m o s s u a p o l o g í a ,
sin c a n o n i z a r todas s us a cciones. D e b e m o s confesar
q u e él fue v e r d a d e r o a m i g o d e C i c e r o n hasta la últi
m a h o r a , u n i e n d o e n esta parte los resp etos d e h o m
b r e d e b i e n c o n los d e hab il político. .
5 5 N o se portó Ciceron c o n tanta generosidad,
y constancia. T í m i d o , é irresoluto e n sus proyeóios,
p e r d i d o el r u m b o e n los t i e m p o s dificiles , s i g u i e n d o
u n a v a n a s o m b r a d e la R e p ú b l i c a , ni s u p o escoger
sus intereses , ni c o n s e r v a r sus a m i g o s . ‘ N o p e n s ó , ni
h a b l ó s i e m p r e d e B a l b o c o n la estimacion q u e debía.
R e p r e h e n d i a c o m o falta d e sinceridad , lo q u e en Bala
b o e r a astucia s a b i a , y fi n a política. E s c r i b i e n d o á
. Hz'st. Lz‘t. d e E s p . I b m . I K lib. V I I I . E A t i
6 6 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
A t i c o , se explica acerca d e B a l b o d e u n m o d o p o c o
c o n v e n i e n t e á su m é r i t o , á las fi n e z a s q u e le d e b í a , y
á los elogios q u e otras veces le h a v i a d a d o . Cornelio
B a l b o c o m o p r o f u n d o político c o n o c í a era preciso
apartar d e la p e r s o n a d e C e s a r t o d a idea m e n o s v e n
tajosa á su c o n d u c t a , c o m o la opinion d e crueldad,
d e tiranía , d e dureza , d e o d i o d e la p a z , y d e s e o d e
o p r i m i r á sus contrarios. P a r a este fi n p r o c u r ó atraer
al partido d e C e s a r á C i c e r o n y al C o n s u l L é n t u l o ,
q u e favorecian á P o m p e y o , y se h a v i a n retirado d e
R o m a . N o quería B a l b o se c o n f u n d i e s e la c a u s a d e
P o m p e y o c o n la c a u s a d e la R e p ú b l i c a , ni q u e los
c o m p e t i d o r e s d e este f u e s e n t e n i d o s p o r e n e m i g o s d e l
E s t a d o . A u n q u e la m o d e r a c i ó n a p a r e n t e d e P o m p e y o
h a v i a d e s l u m b r a d o los á n i m o s y c o n f u n d i d o los inte
reses, d e suerte q u e el S e n a d o y la n o b l e z a n o e r a n
y a u n p a r t i d o m e d i o , ni t e n i a n la i n d i f e r e n c i a c o r r e s
p o n d i e n t e e n circunstancias tan críticas 5 tan e n e m i g o
d e la p a z e r a P o m p e y o c o m o C e s a r , t a n a m b i c i o s o y
d e s e o s o d e m a n d a r . B a l b o p u e s s e p a r a n d o d e l p a r t i d o
d e P o m p e y o a l g u n o s insignes R e p u b l i c a n o s , y ofre
c i e n d o d e p a r t e d e C e s a r la p a z q u e P o m p e y o n u n c a
¡havia d e admitir , m e j o r a b a la c a u s a d e C e s a r , q u i
t á n d o l e el viso o d i o s o , y la preferencia q u e se d a b a
á P o m p e y o . L o s b e n e fi c i o s q u e h a v i a h e c h o á C i c e
r o n , y los q u e h i z o d e s p u e s , m a n i f i e s t a n q u e e r a n s i n
cer as d e su parte las ofertas d e la e stimacion y b e n e
vol encia d e Cesar. Y v e r d a d e r a m e n t e la e x p e r i e n c i a
d e su de stierrd, le acreditaba q u e d e b í a esperar m a s
d e la a m i s t a d d e B a l b o , q u e d e la d e P o m p e y o . E s t e le
a b a n d o n ó y sacrificó á sus enemigos. B a l b o le c o n s o
ló y favoreció en su desgracia. L a s cartas q u e recibió
- Cí
fCornelio Balbo. 6 7
Ciceron d e Cesar y d e B a l b o , llenas d e h u m a n i d a d y
d u l z u r a , q u a n d o n o d e b í a n estar m u y . satisfechos d e
su c o n d u ó ‘ t a e q u i v o c a , si n o e r a n v e r d a d e r a s e n t o
d o lo q u e s o n a b a n , r e s p i r a n d o i n t e n c i o n e s m o d e r a d a s
y n a d a ambiciosas ; á lo m e n o s es verosímil lo fuesen
en la oferta y partido favorable q u e hacían á Ciceron:
pues esto era c o n f o r m e al c a r a fl e r d e C e s a r y B a l b o ,
y á sus intereses.
. 5 6 Sin e m b a r g o C i c e r o n llevaba al exceso su des
c o n fi a n z a e, c a l i fi c a n d o d e b u r l a l o q u e e r a o b s e q u i o .
" T e e n v í o , dice á A t i c o , la carta d e B a l b o p a r a q u e
¡»veas c ó m o se burla d e m í , y tengas c o m p a s i o n d e
v m i s u e r t e (o). E n o t r a p a r t e d i c e (b) q u e si se h a re
tirado d e R o m a y n o se presenta e n el S e n a d o p a r a le
v a n t a r la v o z e n f a v o r d e la R e p ú b l i c a , es p o r q u e te
m e q u e al salir d e la a s a m b l e a , el ‘Tartesz'o ‘(así l l a m a
b a á B a l b o ) se le p o n g a delante y le p i d a la s u m a d e
dinero q u e d e b e á Cesar. E s creíble q u e Ciceron huvie—
se c o n s e g u i d o este b e n e fi c i o d e C e s a r p o r í n t e r p o s i —
c i o n d e B a l b o . A l o m e n o s n o d e b í a e s p e r a r d e u n
h o m b r e tan culto y generoso q u e le oprimiese c o n la
e x e c u c i o n . ¿ C ó m o s e c o m p o n e l l a m a r l e p o r a f r e n t a
T a r t e s i o c o n h a v e r c e l e b r a d o ántes las g r a n d e z a s d e
su patria C a d i z ? E n otra carta á A t i c o (o) c o n d e n a
la r e s e r v a y falta d e sinceridad e n B a l b o .
E a a. M r .
(a) C i c . a d A r t i c . lib.‘8. epist. 1 ; . " .
(b) H o c t u t o m e n c o n s i d e r e : w e l í m . P u t o e m m , i n S e n a f u si q u a n
do p n r c l a r é p r o R e p u b h ' c a d i x e r o , T a r t e r r z ' u m ¡ n u m t u u m m i b í
c'xeunti , j u h e , : o d e : , n u m m a r c u r a r e . C i c . a d A r t i c . lib.7. epist. 3. ,
(c) ‘ Q u a d H i r t i u m p e r m e m e l í o r e m fi e r i m l u n t , d o e q u i d e m o p e
r a m : 8 ¡[le o p t i m é I o q u i t u r : r e d wi'vít , b a b i t a t q u e c u m B a l b o ,
qui ¡ t e m bene Ioquitur. . Q u í d c r e d o : , viderir. C i c . a d A r t i c . lib.
14. ep. 2 o . = E t norti v i r u m ( B a l b u m ), q u d m telïíar. . . . . . , Q m ' d
q m r i s ? m'loil :incerí. C i c . a d A r t i c . lib. ¡4. e p . a r .
6 8 ' Escrz't. delitiempo de A u g u s t o .
5 7 M r . d e la N a u z e cita u n a epístola ‘de Ciceá
r o n ( a ) , e n la q u a l d i c e , " q u e s e g u n le a v i s a B a l b o ,
n c e s a r n a d a m a s d e s e a b a q u e v e r á P o m p e y o d u e ñ o
n d e la R e p ú b l i c a , c o n la c o n d i c i o n d e o b t e n e r s e g u
a’ r i d a d p a r a sí. U n a c o n d u ó ’ t a m o d e r a d a c o r r e s p o n
,,dia á estos discursos p a c í fi c o s : lo q u e h i z o creer á
n a l g u n o s ( y Plinio m a s d e cien años despues estaba
» a ú n e n la m i s m a p e r s u a s i o n ) , q u e si B a l b o s i g u i ó
v el p a r t i d o d e C e s a r , n o lo h i z o s i n o c o n la e s p e r a n
» z a d e restablecer la p a z . . O t r o s c r e e r á n , q u e u n h o m
h b r e d e s u s talent os p o d í a h a c e r á los d e m a s q u e la
v e s p e r a s e n , m a s n o é s p e r a r l a él m i s m o . ” H a s t a a q u í
este sabio A c a d é m i c o . F a c i l m e n t e c o n v e n i m o s e n es
ta última reflexion ; y el m i s m o B a l b o explica á C i c e
r o n s u s d e s c o n fi a n z a s e n esta parte. M a s lo q u e d i c e
d e B a l b o , n o se halla e n la carta q u e cita-de las fa
mE i n l i a n r i e ns g ( u b n ) a ; d s i e n o l a e s n c a u r n t a a s d q e u e l a s s e d ic r o i n g s i e d r a v s a á n A d t e i B c a o l b o ,
e x p r e s a lo q u e a q u í le a t r i b u y e C i c e r o n . V e r o s i m i l
m e n t e e x á g e r a , y le aplica u n a s p a l a b r a s y u n senti
d o , q u e j a m á s le p a s a r o n p o r la imaginacion. N o r c o
r r e s p o n d i a á l a p r u d e n c i a d e B a l b o , n i a l ,. c a r a é t e r d e
C i c e r o n ,(que aquel‘ le escribiese u n a c o s a tan i n v e r o Á
simíl',"como' q u e C e s a r d e s e a b a q u e P o m p e y o fues e
d u e ñ o d e la R e p ú b l i c a , y p o r sí n o a s p i r a b a m a s q u e
a’ u n a v i d a t r a n q u i l a b a x o s u s ó r d e n e s . D e l a s o t r a s
epístolas d e B a l b o consta q u e eran‘ masverosímíles sus
p r o p o s i c i o n e s y ‘sus ofertas. ¿ D e o t r a suerte e s p e r a r í a
persuadir á u n h o m b r e c o m o Ciceron , ni a u n al m a s
a in
(a) Á c a d e m . d e I m c r í p t . t o m . '19. p á g . 3 3 7 . " ' ‘
"(b) lib. 9. epist. 1 3 .
(c) C i c . a d A t r i o . lib. 8. epist. 9.'- >
Cornelio B a l b o . 6 9
insensato del m u n d o ? P o r lo q u e toca‘ á Plinio , sin
d u d a se e q u i v o c ó M r . d e la N a u z e : p u e s ni e n el lu
gar citado (a) , ni en los d e m a s en q u e habla d e Bal—
b o , y n o s a t r e v e m o s á decir , q u e ni a u n e n t o d a su
obra , h a y siquiera u n a p a l a b r a d e l o q u e le atribuye.
A la v e r d a d si P l i n i o h u v i e r a e s t a d o p e r s u a d i d o d e la
sinceridad d e B a l b o e n solicitar la p a z ; seria u n g r a n
testimonio á su f a v o r : p u e s h a v i e n d o v i v i d o tan in—
m e d i a t o á aquellos sucesos , p u d o leer , y a u n tratar
A u t o r e s c o e t a n e o s q u e lo a fi r m a s e n . C i c e r o n e n otra
parte (E7) p a r e c e culpar la inconsta ncia d e B a l b o . S e
quexa ¿le q u e sus cartas n o s o n y a tan finas. P e r o s u
m i s m a t i m i d e z le h a c i a a p r e h e n d e r m u d a n z a e n B a l b o .
P o r lo d e m a s C i c e r o n s e e c h a la c u l p a á sí m i s m o . Y
a u n q u e s u i n c o n s t a n c i a , y el p o c o a p r e c i o q u e h i z o d e
los consejos d e B a l b o , p u d i e r a n h a v e r c a u s a d o e n este
a l g u n a t i b i e z a 7; l o s b u e n o s y C o n t i n u a d o s o fi c i o s , c o n
q u e le favoreció d e s p u e s , m u e s t r a n q u e este g e n e r o s o
E s p a ñ o l n o le a b a n d o n ó e n s u desgracia.
5 8 N o solo e n t i e m p o d e las guerras civiles d e
C e s a r y P o m p e y o , sino e n las d e Oí’taviano y A n
t o n i o , a c u s a b a C i c e r o n la p o c a s i n c e r i d a d d e B a l b o .
E s t e p r o c u r ó a t r a e r á C i c e r o n al p a r t i d o d e O c t a v i a
n o , c o m o ántes havia solicitado ponerle en los inte
reses d e Cesar. A este fi n le fue á b u s c a r e n C u m a s , le
h i z o p a r t i c i p a n t e d e los p r o y e c t o s d e O € t a v i a n o , y
d e las d i l i g e n c i a s d e A n t o n i o p a r a h a c e r v a l e r las dis
I-Iz'st. Lz't. d e E s p . T o m . 11/. 1177.17 III. E 3 p o .
(a) H i s - t . N a t u r . lib . 7 . c a p . 4 3 .
(b) , Q u o t í d i e j a m B a l b i a d m e l i t t e r e l a n g u i d í o r e s ; m u l t c e q u e m u l
t o r a m a d ¡ l l u m ( C d ‘ r a r e m ) , f b r t a r r e ‘ c o n t r a m e . ¡ W e d vítz’ó p e r r a .
Na d i b i A lt t m í i t b. í l i b m . a l ui . c a e r p mi -s t . a t 9 t . u l i t . O m n i a c u l p á c o n r r a ó ï a s u n t . C i Ac .
7 o Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
posiciones d e Cesar. C o n este m o t i v o B a l b o alabót‘de- a
lante d e C i c e r o n á A n t o n i o , c o n t á n d o l e entre sus par-.
tidarios y a m i g o s . T o d o esto p o r e n t ó n c e s era reali
d a d : p u e s A n t o n i o , a u n q u e c o n o t r o s fi n e s , s o s t e n í a
l a s d i s p o s i c i o n e s y l a g l o r i a d e C e s a r : t o d o l o q u a l ‘v
c e d i a e n f a v o r d e su h e r e d e r o O é i a v i a n o . B a l b o c o -
m o diestro político , j u z g a b a q u e p o r e n t ó n c e s le conw‘
v e n i a c o n t e m p o r í z a r c o n A n t o n i o y v a l e r s e d e e’l p e t -
ra establecer á Oé’tav iano. D e b í a p u e s C i c e r o n a l a b a r ;
y n o reprehender-la destreza política d e este h o m b r e ‘
habil. P o r el c o n t r a r i o le r e p r e h e n d e c o m o n a d a s i n — —
c e r o , lleno d e reserva y simulacion. " V o s le c o n o - v
oceis , le dice á A r i c o (a) , q u a n bullicioso es y disi-¿a
n m u l a d o : m e refería los co nsejos d e A n t o n i o 5 q u a n t o
u p r o c u r a b a e ste el valor d e las aétas d e C e s a r , y s u
n p e r p e t u o es tablecimiento : se q u e x a b a c o n m i g o d e —
n l a envid ia d e sus e’mulos : fi n a l m e n t e t o d a su narra -t
n tiva p a r e c e n o se o r d e n a b a á o t r a c o s a , q u e á d a r s e
,,pot m u y a m i g o y afecto d e Antonio. ¿ Q u é quereis
s3 q u e o s d i g a ? N i n g u n a i n g e n u i d a d d e s u p a r t e : e n
v t o d o q u a n t o h a b l ó n o d i x o u n a e p a l a b r a sincera.”’
E s t o es sin d u d a confundir. la p r u d e n c i a c o n el d o l o ,
la cautela política c o n el fi n g i m i e n t o ; en‘una p a l a b r a ,
la astucia i n o c e n t e c o n la fi c c í o n c a v i l o s a , la f r a u d e
y el e n g a ñ o . ¿ Q u á n t o ' l e h u v i e r a a p r o v e c h a d o á C i
ceron h a v e r seguido la condué’ta d e B a l b o ? C e l e b r a r
lo q u e era loable e n A n t o n i o , esto es , su fi d e l i d a d á —
C e s a r , y e m p l e a r las fi n a s expresiones d e B a l b o e n lu
gar d e sus Philipicas y furiosas inveó’tivas? S i n d u
d a le huviera valido la vida , y u n a vejez quieta y
b o n - r -
(o) C i c . a d d m ‘ c . lib. r 4 i epíst. a r .
Cornelio Balbo. 7 1
h o n r o s a , c o m o l o g r ó B a l b o e n el i m p e r i o d e A u g u s
to , p o r su m o d e r a d a y p r u d e n t e c o n d u é t a e n m e d i o
d e las guerras civ iles. T a n t o m a s d e b í a C i c e r o n h a v e r
p r a ó t i c a d o esto , q u a n t o d e b i ó á C e s a r p o r m e d i o d e
A n t o n i o el p e r d o n d e s p u e s d e la rota d e Phar salia.
E n t ó n c e s , n o solo se acreditaria'de b u e n político , si—
n o d e a m i g o fiel, n o reprehendiendo las acciones d e
sus a m i g o s , q u e debía disculpar.
. 5 9 L o q u e es m a s , o l v i d a n d o C i c e r o n la d e f e n
sa q u e h a v i a h e c h o d e B a l b o , u s u r p a el i d i o m a d e los
v u l g a r e s y envidiosos , c e n s u r a n d o c o m o ellos la a d o p
cion d e T h e o p h a n e s (a) , los jardines d e T u s c u l o c o m —
p r a d o s á C r a s o , las tierras d a d a s p o r P o m p e y o , la
p r e f e r e n c i a c o n q u e este le h a v i a d i s t i n g u i d o , y las
d e m a s a c c i o n e s d e B a l b o , d e las q u a l e s seis a ñ o s á n t e s
h a v i a h e c h o p ú b l i c a m e n t e la a p o l o g í a (b). T a n t a v e r
d a d es , q u e la diferencia d e los t i e m p o s h a c e m u d e n
m u c h a s v e c e s d e parecer y d e i d i o m a a u n las p e r s o n a s
m a s entendidas, y q u e se precian d e zelo , desinterés
E 4 - y.
(a) P l a c e r ¡girar e t i a m m e e x p u l s u m , E 3 a g r u m c a m p a n u m periz's—
s e , 8 a d o p t a t u m p a t r i c i a » : a‘ p l e b e j o , G a d í t a fl u m á M i t y l e n a o : 8
L a b z ’ e m ’ divi tice , é ? ¡ ” a m a r r e p l a n e a r , ¿ 3 B a l b í b a r r i , ¿ 3 T u s c u
l m m m lib. 7 . a d A r t i c . e p . 7 . c o l . I. p a g . 3 4 4 . : P o m p e j u r N .
M a g i u m d e p a r e mí ssz't ; ¿r3 t a m e n o p p u g n a t u r , q u o d e g o m m c r e
d e b a m r, s e d b a b e o d B a l b o l i t t e r a s , q u a r u m a d t e e x e m p / u m m í s í :
l e g e q u a t r o , 65" z'llud i n fi m u m c a p u t i p s i u s B a l b i , o p t i m i , c m ’ C n .
n o s t e r l o c u m u b i h a r t o s z e d i fi c a r e t , d e d í t : q u e m c m ’ n o s t r u m m m
m p g p r w t u l í t ? I t a q u e m i s e r t o r q u e t u r , A d A t t i c . l i b . 9 . e p i s t .
1 3 ; z : M s e t ‘ a m a d te I X . K a i . e x e m p l u m epístola’ B a l b í a d m e , ¿5'
C ' c e s a r i s a d e u m . .—. . . . ¿ U b i ‘ e s t i l l a p a x , d e q u a B a l b u s s c r i p
s e r d t t o r q u e r i s e ? E c q m ’ d a c e r / ñ a s ? ecquz’d c r u d e l í u s ? a t q u e e u m
¡aquí q u i d a m « a s u m a ; n a r r a b a t . Ibid. epist. 14.
(b) I n o r a t i t m e t a m e n p r o C o r n e l i o B a l t a a d o p t z ' o n e m T k e o p b a n í s ,
q u a m bit: i m p r o l m t , e x a g i t a t a m a b a c c u s a t o r e , t e m p o r i s e t - v i e n :
d e fi n d z ‘ r . P a u l . M a n u t i u s i n C i c e r o n i s epíst. 7 . lib. 7 . a d Á t t l ' c .
N o t . 9 8 . edit. V e r b u g .
7 2 Escrit. del tiempo de A u g u s t o .
y v e r d a d (a). Solo p u e d e disminuirse la culpa d e Ci
ceron en esta infidelidad é inconseqüencia , p o r q u e
n o c o n s t a h a b l a s e estas cosas e n p ú b l i c o , sino e n c o n
fi a n z a y e n cartas familiares á u n a m i g o s u y o , c o m o
era Atico.
6 o D e qualquier m o d o , p o r m a s q u e C i c e r o n
alistándose d e parte d e los vulgares y s i g u i e n d o las
m u d a n z a s d e l t i e m p o , c o n p o c o d e c o r o d e la g r a v e
d a d q u e afectaba , censure las acciones d e B a l b o , so
l o o b s e r v a m o s e n s u c o n d u í t a u n p l a n s o s t e n i d o d e
p r u d e n c i a , q u e a c o m o d a las acciones n o ' c o n f o r m e á
las ideas especulativas , sino á las circunstancias d e
l o s s u c e s o s . ¿ Q u é c o s a m a s i m p o r t u n a e n el e s t a d o
q u e e n t ó n c e s tenia la R e p ú b l i c a R o m a n a , q u e a s p i r a r
á su c o n s e r v a c i o n , y correr tras u n a v a n a s o m b r a d e
la antigua libertad? S e g u n los grados q u e asigna P o
libio (b) á la variacion d e las R e p ú b l i c a s , la R o m a n a
e n el estado d e division y a n a r c h i a e n q u e se h a
llaba p or las guerras civiles desde los tiempos d e S y
.la y M a r i o , y m u c h o m a s d e s d e el p r i m e r T r i u n v i
rato , era necesario q u e se arruina se , ó se convi rtie
se e n M o n a r c h i a . E l m i s m o C i c e r o n c o n fi e s a q u e la
R e p ú b l i c a estaba a r r u i n a d a m u c h o t i e m p o ánte s (o).
E n la h y p ó t e s i p u e s q u e e r a p r e c i s o s u c e d i e s e la M o
narchia á la Aristocracia; g q u é h a v i a q u e a p e t e c e r ó
solicitar , sino q u e el Príncipe á c u y o c a r g o q u e d a s e
el
(a) M r . d e la N a u z e . A c a d e m . d e I m r r z ' p c . t o m . r 9 . p a g . 3 3 7 .
(b) lib. 6. c a p . I.
(c) M s t r í : e m ' m 'vitiir , n o n c a r u a l i q u ó R e m p u b h ' c a m v e r b o ( * )
r e t i n e m u : , r e i p r á v e r á j a m p r i d e » ; a m i s r i m u r . C i c . d e R e p u b . l i b .
5. a p u d S . A u g u s t i n u m d e Civil‘. D e i lib. 2. c a p . 2 r.
0 " ) P u e s si s o l o e r a R e p ú b l i c a e n el n o m b r e á q u é h e m o s d e d e
l cir d e los i m p e r t i n e n t e s e s f u e r z o s d e C i c e r o n p a r a c o n s e r v a d a ?
C o r n e l i o B a l b o . ‘ 7 3
el I m p e r i o fuese u n h o m b r e s a b i o , C l e m e n t e , g u e r r e
ro , c a p a z d e sostener su m a g e s t a d , c o n s e r v a r su g r a n
d e z a , a m p l i a r sus límites? T a l era el p e n s a m i e n t o d e
los q u e h a v i a n a p r e n d i d o la política , n o t a n t o e n los
libros d e los Phílósofos , ó e n las c o n v e r s a c i o n e s a c a
démicas , c o m o en la práfitíca d e los negocios , ó e n
el f o n d o d e s u s talentos D e este caracïter era Bal
b o .
(1) M r . V a t r y e n u n e x c e l e n t e d i s c u r s o s o b r e la f á b u l a d e la
E n e i d a , p o n e á b u e n a l u z e s t a m i s m a r e fi e x ' i o n : q u e e n el e s t a d o
e n q u e s e h a l l a b a R o m a al t i e m p o d e las g u e r r a s civiles , n e c e s i —
t a b a p a r a s u c o n s e r v a c i o n el g o b i e r n o M o n á r c h i c o . , , Q u a n d o
, , V i r g i l i o c o n c i b i ó el d e s i g n i o d e c o m p o n e r la E n e í d a , a c a b a b a
, , d e m u d a r d e s e m b l a n t e t o d o el U n i v e r s o . L o s R o m a n o s , d u e
, , ñ o s d e l m u n d o e n t e r o , a c a b a b a n d e p a s a r d e l e s t a d o R e p u b l i c a n o
,,al e s t a d o M o n á r c h i c o . T o d o s e h a v i a s u j e t a d o á A u g u s t o . E s t e
, , P r í n c i p e n o t e n i a y á r i v a l e s , y la R e p ú b l i c a h a v i a p e r d i d o
, , t o d o s s u s d e f e n s o r e s . P e r o f u e r a d e a q u e l l a p a s i o n p o r la l i b e r
, , t a d , q u e h a v i a e c h a d o t a n p r o f u n d a s r a í c e s e n el c o r a z o n d e
, , c a d a u n o d e l o s R o m a n o s , la m e m o r i a d e las c r u e l d a d e s p a s a
, , d a s m a n t e n í a a ú n el o d i o y la a n i m o s i d a d c o n t r a el n u e v o
, , d u e ñ o . N o o b s t a n t e , e s t e h o m b r e t a n t e m i d o y a u n a b o m i n a
, , d o , e r a n e c e s a r i o á los R o m a n o s . L o s m a s s a b i o s d e el l o s c o n o
, , c i e r o n m u c h o t i e m p o á n t e s , q u e n o p o d í a s u b s i s t i r la R e p ú
, , b l í c a , q u e e r a a b s o l u t a m e n t e n e c e s a r i o q u e u n h o m b r e s o l o
, , g o b e r n a s e las r i e n d a s d e e s t e v a s t o I m p e r i o ; y q u e n o p o d í a n
, , o b s t i n a r s e p o r m a s t i e m p o e n m a n t e n e r la l i b e r t a d , s i n c o r r e r
, , r i e s g o d e v o l v e r á c a e r e n el c h a o s , y e n t o d o s l o s h o r r o r e s d e
, , q u e a c a b a b a n d e salir. J u l i o C e s a r , s e g u n r e fi e r e S u e t o n i o , s o
, , l i a d e c i r , q u e s u ‘ v i d a d e b í a s e r m a s a m a b l e á la R e p ú b l i c a q u e
, , á sí m i s m o : p u e s él m u c h o t i e m p o h á d e b í a estar satisfecho d e
, , g l o r i a y d e p o d e r : p e r o q u e si él v e n i a á faltar , el E s t a d o n o
, , p o d i a q u e d a r t r a n q u i l o , y las g u e r r a s civiles c o m e n z a r i a n c o n
, , m a s f u r o r q u e á n t e s . E l s u c e s o c o n fi r m ó c o n e v i d e n c i a l o s r e —
, , c e l o s d e C e s a r . E s t a s m i s m a s c o n s i d e r a c i o n e s , s e g u n S u e t o n i o ,
, , e m p e ñ a r o n á A u g u s t o á r e t e n e r el I m p e r i o , d e l q u a l h a v i a d e
, , s e a d o d o s v e c e s h a c e r d e m i s i o n . T á c i t o al p r i n c i p i o d e s u H i s t o
, , r i a i n s i n ú a , q u e e s t a e r a la o p i n i o n d e los m a s s a b i o s R o m a n o s ,
, , l o s q u a l e s e s t a b a n c o n v e n c i d o s q u e la R e p ú b l i c a n o p o d í a s u b
,,sístir s i n u n Gel'e , y q u e d e b í a n d e s e a r s o l a m e n t e t e n e r u n o
,, u e s u p i e s e o b e r n a r l a b i e n . A u g u s t o p o r s u s g r a n d e s p r e n
, , d a s e r a e s t e o m b r e ú n i c o , q u e las n e c e s i d a d e s d e l I m p e r i o
, , p a r e c i a n p e d i r á los D i o s e s . E s t e g r a n d e o b j e t o , e s t a v e r d a d
, , i m p o r r a n t e , es la q u e c o n o c i ó y s e p r o p u s o V i r g i l i o . T o d o e l
, , fi n d e l a E n e i d a e s p e r s u a d i r á l o s R o m a n o s , q u e d e b e n s u g e
, , t a r
7 4 Escrz'z‘. ‘del,t i e m p o d e A u g u s t o .
bo. N a c i d o c o n u n genio feliz, cultivado en las ar
tes d e la p a z y la g u e r r a , c o n el m a n e j o d e las e m p r e
sas m a s dificiles , y el trato d e los p r i m e r o s h o m b r e s
d e R o m a , c o n o c í a p e r f e fi a m e n t e lo q u e e n la situa
c i o n anïtual c o n v e n í a á sus intereses , y á los del E s
tado. S e aplicó á P o m p e y o mientras su gloria militar
y s u r e p u t a c i ó n brillante le h a c í a n el p r i m e r o e n t r e t o
d o s los R o m a n o s . C o n o c i ó d e s p u e s á C e s a r , n o o c u l
t á n d o s e á s u p e n e t r a c i ó n , q u e si el m é r i t o d e P o m p e
y o eta m a s brillante , el d e C e s a r era m a s sólido (a) .
M i e n
,,tarse á la d o m i n a c i o n d e a q u e l á q u i e n s u n a c i m i e n t o , s u s
“ v i r t u d e s y s u f o r t u n a h a n e l e v a d o al I m p e r i o . ,, E s t e e s A u g u s
to. A c a d e m . d e I n s c r í p c . t o m . ¡ 9 . p á g . 3 4 5 .
( a ) L u c a n . d e B e l l . C h ) . l i b . r. : A l t e r i u r d u c l ' s c a u s a m e l i o r 'ví
d e b a t u r , a l t e r í u s e r a s fi r m í o r . H z ‘ c o m n i a s p e c z ’ o s a , z'Z/ic v a l e n t í a .
P o m p e j d m S e n a t ú : a a t b o r z ' t a : , C x ’ r a r e m mz’lz'tam a r m a ' u i t fi d u c z ' a .
C o n s u l a r , : e n a t u r q u e c a m a s , n o n P o m p e j o s u m m a m I m p e r i i J e t a l e —
r u n t . M b i l r e l z ' á ï u m a‘ C c e s a r e q u o d s e r v a n d z e p a r i r c a u s a tentarz'
pos-set. N z ’ b i l r e c e p t u m d P o m p e j a n i r .3 c u m a l t e r C o n s u l j u s t o e r r e :
fi r o c í o r ; L e n t u l a s ¡ v e r b saltar‘: R e p u b l i c á , s a l v a : e s s e n o n p o s s e t :
M a u t e m C a t a . . . ‘air a n t i q u u r 65’ g r a m ’ : , Pompez'z‘ p a r t e : ¡ a u d a
r e t m a g i r , p r u d e m - . r e q u e r e t u r C e l - a r i : ; 6:5’ i l l a g l o r i o s a , l u t o t e r r 2 ‘ —
b í l i o r a d u c e r e t . U t d e i n d e , s p r e t i s o m n i b u r , q u e ‘ C e s a r p o r t a / a v e
r a t , t a n t u m m o d b c o n t e n t a : c u m u n a l e g i o n e t i t u l u m r e t i n e r e p r o
u í u c i c , p r í ' v a t u r i n u r b e m ' v e m ' r e , ¿ 3 s e i n p e t i t í o n e c o n s u l a t ú s
rigórragiír p o p u l i R o m a m ’ c o m m i t t e r e , d e c r e v e r a t . . . . . , Q u i v o 1 u e —
r a n : a b i r e a d P o m p e j u m , s i n e d i l a t z ' o n e d i m i r s i s , p e r s e q u u t u s
B r u a d i s z ' u m , i t a u t a p p a r e r e t , m a l / e z'nfegrz's r e b u r , ¿ 3 c o n d i t i m »
m ' b a : fi m ’ r e b e l / u m , q u a m o p p r í m e r e fi r g z ' e n t e : , c u m t r a m g r e s r o :
reperz'r'sset C o n s o l e s , i n u r b e m r e v e r t i l : r e d d i t a q u e r a t i o n e com-z’
l i o r u m r a o r u m i n S o n a t a , 6:3’ i n c o n c i o n e , a c m z ’ s r e r r i m w n e c e s r i
t u d i n i r , c u m alieni: a r m z ' : a d a r m a c o m p u l s a : esset. V e l l e j . P a
terc. lib. 2. c a p . 4 9 . ¿Sl 5 o . p a g . 3 9 . e d i c . L i p s . Y m a s a r r i b a h a
b l a n d o del T r i b u n o C u r i o n : H i c p r i m o p r o Pompez'i p a r t í b u r ,
i d e s t , u t t o m o b a b e b a t a r p r o R e p u b l i c a , m o x s i m u l a t i o n e , c o n t r a
P o m p e j u m 65’ C a o - a m m , s e d a n i m ó p r o C e s a r e stetít. I d g r a t i s , a n
a c c e p t ó :entz'er H - S fl c e r i t , u r a c e e p z ' m u r , i n m e d i o r e l z ’ n q u e m u s .
A d u l t z ' m u m s a l u b e r r i m a r , ¿ 5 c o a l e r c e n t i : c o n d i t i o n e r p a c í s :, q u a :
¿ 3 C e s a r j u s t i s r i m á a n i m ó p o s t u l a b a t , ¿9° P o m p e j m r r q u ó r e c i p i e b a t ,
d i s c u r r i r , a c rupz't : u n i c é c o m e n t e C i c e r o n e c o n c o r d i a p u b l i c a
l b i d . c a p . 4 8 . 2 D e a q u í c o n s t a q u e s e g u n , V e l e y o , C e s a r d e
s e a b a la p a z y p o n í a justas c o n d i c i o n e s ; P o m p e j o .no la a h o r r e ,
cta;
Cornelio B a l b o . ’ 75'
Mientras los dos g u a r d a r o n buena‘ correspondencia,‘
Cornelio B a l b o fue a m i g o d e a m b o s . L u e g o qu e r o m
p i e r o n e n g u e r r a s civiles , siguió el partido d e Cesar."
sin faltar á la amistad d e P o m p e y o . E m p l e ó sus b u e
n o s o fi c i o s p a r a l a r e c o n c i l i a c i o n ., y v i é n d o l a i m p o s i - .
ble , o b t u v o d e C e s a r la gracia , q u e n o le obligase á‘
t o m a r las a r m a s c o n t r a su b i e n h e c h o r P o m p e y o . M i e n - ‘
tras casi’ t o d a la n o b l e z a R o m a n a s e g u í a el p a r t i d o de‘
P o m p e y o c o m o el mas’ p o d e r o s o , ó p r e d o m i n a n t e ,
B a l b o p e n s a b a m u y d e otro m o d o . A P o m p e y o havia:
q u e d a d o “solo la‘ v a n a s o m b r a d e u n g r a n n o m b r e . ’
D e s p u e s d e t o d a s sus victorias y' sus triunfos pasaba‘
e n R o m a u n a v i d a ociosa , o c u p a d o e n los a m o r e s de‘
Julia y en los ecos d e sus alabanzas. Mientras Cesar:
h a c í a la guerra e n las Galias c o n sus L e g i o n e s inven—
cibles ‘y a d e l a n t a b a e n la disciplina y b e n e v o l e n c i a
d e sus S o l d a d o s , P o m p e y o se q u e d ó e n R o m a , e n
v i a n d o á h a c e r la g u e r r a e n E s p a ñ a á sus Tenientes.
B a l b o n o se d e s l u m b r ó sobre la diferente condué’ta d e
es
c i a ; p e r o C u r i o n , L é n t u l o y o t r o s , e x a s p e r a b a n los á n i m o s p o r
s u s " i n t e r e s e s p a r t i c u l a r e s . L 0 s e g u n d o , q u e C a t o n n o a p r o b a b a
d e l t o d o la c a u s a d e P o m p e y o , y c o n o c í a q u e el p a r t i d o m a s s ó
l i d o e r a el d e C e s a r . L o t e r c e r o u e C e s a r a s p i r a b a á s u fi n d e
d o m i n a r la R e p ú b l i c a s i n c r u e l d a , n i e f u s i o n d e s a n r e . = N ó
t e s e q u e L r a t o n d e s a p r o b ó la c o n d u é t a d e C i c e r o n e n a v e r s e i d o
al e x é r c i t o d e P o m p e y o ; p u e s q u e d á n d o s e e n R o m a , s i n h a c e r
s e e n e m i g o d e C e s a r ( d e l o q u a l n o t e n i a n e c e s i d a d a l g u n a ) po-"
d í a h a v e r h e c h o b u e n o s o fi c i o s p a r a la p a z . E s t o , e r a l o m i s m o s
q u e l e a c o n s e j a b a B a l b o , c u y a ‘ p o l í t i c a e n e s t a p a r t e se d e s c u b r e
c o n f o r m e a l n o b l e m o d o d e p e n s a r d e l m a s s e v e r o R e p u b l i c a n o .
F i n a l m e n t e «se d e b e n o t a r 1a c l e m e n c i a d e C e s a r . S u e t o n i o e n s u
v i d a e x p l i c a a l g u n o s r a s g o s : A c i e P b a r m l z ‘ c a p r o c l a m a d a ’ : , u t
c i m i b u s p a r c e r e t u r . L o m i s m o c u e n t a V e l e y o c i t a d o ( p á g . 4 o . ) : :
P b a r s a l i c á acz' e cet ro: , profit‘ atorqu 'e a d v e r s a r i o s p r o r p í c i e n t e m
ba’c e u m a d v e r b u m dix z'rre r e e r t Á s i m ' m P o l l í o : b o r ' u o l u e r u n t ;
t a n t e ‘ : r e b u s g e s t í s , C ' a j u r C a n t a r c o n d e m n a t u s e r r e m , n í s í a b e x e r
s í t u auxz'lz'um p e t i r r e m . F r a g m e n t . C a e s . edit. P a t a v i n . p a g . 6 3 o .
7 6 Escrz't. d e l t i e m p o d e Augusto.‘
estos dos Gefes. Cesar ponía cimientos sólidos á su
g r a n d e z a : y la d e P o m p e y o c o m o u n edificio a n t i g u o
a m e n a z a b a ruina. S e envejecia el p o d e r d e P o m p e y o ,
q u a n d o crecía el d e Cesar. Si B a l b o d e x a n d o este p a t
ti do , se h u v i e r a a listado e n el o t r o ; sin salvar los d e
t e c h o s d e la a m i s t a d , ni el b i e n p ú b l i c o , h u v i e r a h e
c h o u n s a c r i fi c i o inútil d e s u p e r s o n a . R o m p i e n d o
a b i e r t a m e n t e c o n C e s a r , incurria la m i s m a n o t a d e
í n g r a t o q u e s e p a r á n d o s e d e P o m p e y o : p u e s d e u n o
y otro havia recibido grandes beneficios. C o n Cesar
n o solo tenia los vínculos d e a m i g o , sin o los respetos
d e familiar y d e c o n fi d e n t e . " N o se d e b í a esperar d e
n B a l b o , dice M r . d e la N a u z e (a ), u n a i m p r u d e n c i a
n política , ó u n h e r o í s m o fan ático. C o m o h o m b r e p r u
n d e n t e t o m ó el m e d i o justo entre los d o s extremos. "
E s c o g i ó el partido m a s conveniente e n las circunstan
cias , y ade lantó su fortuna sin m a n c h a r su crédito c o n
la torp eza d e la in gratitud.
6 1 D . Nicolas A n t o n i o (b) d u d a si B a l b o e n t r ó
e n los intereses d e C e s a r d e x a n d o el p a r t i d o a n t i g u o
d e P o m p e y o . E s fácil la respuesta. Q u a n d o B a l b o c o
m e n z ó á experimentar la benevolencia d e Cesar , n o
tenia m o t i v o p a r a s e p a r a r s e d e P o m p e y o . M u c h o s
a ñ o s d u r ó la b u e n a h a r m o n í a entre estos sus d o s p r o
teé’ rores . C o n fi r m ó s e e n el T r i u n v i r a t o y e n el c a s a
m i e n t o d e P o m p e y o c o n Julia hija d e Ces ar. D e s d e el
a ñ o d e R o m a D C L X X X V I . e n q u e B a l b o c o n o c i ó á
C e s a r e n E s p a ñ a , hasta el d e D C C V . q u e r o m p i ó la
g u e
(a ) Á c a d e m . d e I m c r i p c . t o m . 1 9 . p á g . 3 3 7 .
(b ) I n _ a m i c z ' r q u o q u e C c s a r í r e a m z'n p o n e r ‘ : r a r c i p u u m fi u ’ s r e ( a n
P o m p e u relit‘ftis P .a r r i b u s ? ) C o m t a t . N r c o l . n t o n . B i b l i o r b . H i :
p a n . V e r . t o m . t . lll). I. c a p . a . n u m . 2 3 .
a. C o r n e l i o B a l b o . 7 7
guerra civil, B a l b o fue a m i g o d e C e s a r sin zelos de,
P o m p e y o . E l a ñ o d e D C X C Y I I I . C i c e r o n h a c i e n d o la
d e f e n s a d e B a l b o , e m p l e a e n s u f a v o r los r e s p e t o s d e
P o m p e y o y d e Cesar , c o m o sus dos grandes bienhe-f
chores (a). L o q u e es m a s , el m i s m o P o m p e y o o r ó
en esta o c a s i o n á f a v o r d e B a l b o , q u a n d o y a C e s a r
le h a v i a d a d o la s m a y o r e s p r u e b a s d e su c o n fi a n z a .
N o se h i z o p u e s a m i g o d e C e s a r r e n u n c i a n d o la an——
tigua a m i s t a d d e P o m p e y o . Q u a n d o y a r o m p i e r o n los
d o s , y era i m p o s i b l e ser del partido d e a m b o s , se c o n —
s e r v ó e n el d e C e s a r , sin p e r d e r el a m o r p e r s o n a l y
el r e c o n o c i m i e n t o á P o m p e y o t E s t a n o b l e z a d e áni
m o d e B a l b o e n las t u r b a c i o n e s d e la R e p ú b l i c a , j u n
ta c o n la m a s exquisita p r u d e n c i a , dista m u c h o ' d e
la b a x a p e r fi d i a d e aquellas almas, venales, q u e p o r vi
les intereses , sin m a s m o t i v o q u e su inconstancia,
a b a n d o n a n á sus p r o t e fi o r e s y a m i g o s , n o solo e n
t i e m p o d e s u d e s g r a c i a , s i n o a u n d e s u p r o s p e r i d a d ,
j u n t a n d o así la íngratitud c o n la i m p r u d e n c i a . N o m e
n o s dista la fi n a política d e B a l b o d e la estraña indi
f e r e n c i a d e o t r o s falsos políticos , q u e i g n o r a n d o las
leyes d e la amistad y h o m b r í a d e bien , son á u n tiem
p o m i s m o d e a m b o s partidos sin ser d e corazon d e
n i n g u n o , y c o n m e d i o s b a x o s , y acciones indígnas,
f o m e n t a n la d i v i s i o n l e x o s d e p r o c u r a r la c o n c o r d i a ;
d i g n o s del tratamiento , q u e les d a b a el ingenioso E s
p a ñ o l Francisco Carvajal, aplicándoles c o n a g u d e z a
el epiteto d e T e x e d o r e s .
6 2 C i c e r o n n o d e b í a mostrarse tan e s c r u p u l o s o
s o b r e esta c o n d u é i a d e B a l b o : p u e s él m i s m o d e s e a b a
a c o —
_(a) C i c . p r o Ball’. n u m . i.
7 8 Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
a c o m o d a r s e políticamente á las circunstancias ,aun—
q u e n u n c a s u p o executarlo c o n tanta destreza. A l g u
n a v e z se a r r e p i n t i ó d e s u i m p o r t u n a s e v e r i d a d y p r o
c u r ó r e c u p e r a r la g r a c i a d e los T r i u n v i r o s . ¿ Q u á n t o
se interesó en la nimia exáltacion d e P o m p e y o , n o
d e b i e n d o ignorar q u e esto era desorden e n u n estado
R e p u b l i c a n o ? T a m b i e n concurrió á a u m e n t a r la d i g
n i d a d y el p o d e r d e C e s a r , escus‘ando c o n la necesi
d a d d e los t i e m p o s , y el estado presente d e la R e p ú
blica , lo q u e n o a p r o b a r i a e n otras circunstancias (a).
¿ P o r
P“) C i c . F a m . lib. r. ep. 9.
(a) S e d contentz'o t a n d i u s a p i e n s est , q u a n d z ’ u a u t p r o fi t - ¡ t aliquz'd,
a u t , s i n o n p r a fi c i t , n o n o b e s t c i - v i t a t i . V o l u i m u s q u e d a n ; , c a n t e n
d i m u s , e x p e r t i s u m u s . . . . á C u r e a , q u i e m u t u r e n a n p o s s u m u s ,
c o n v e l l e r e m a l u m u s , q u a m t u e r i i’ C a j . C ’ x s a r e m S e n a t u s ¿ 5 ' g e n e r e
supplz'cationum a m p l i s s i m á ‘ornam‘t , ¿ 3 n u m e r o d i e r u m no-vó. Ide»:
in angusriis ¿erarii o i fi ‘ o r e m entero-¡tam ¡.rfipendió w fi ‘ c i t : I m p e r a t o r i
d e c e m legatos decrem‘t , lege S e m b r o m ï i (alii melius Trebom'ñ ex
D i a n e lib. 3 9 . c u m P u n t / ¡ a g o t a , ¿ 3 U r s í n o : vida N o t a » ; 9 6 . ) S u e
c e d e n d u m n o n eensuít. H a r u m e g o s e n t e n t i a r u m , ¿ 3 p r i n c e p s , 6
a u ó ï o r f u i : n e q u e m e d i s s e n s i o n i m e t e p r i s t i m e p u t a v i p o t i u s a s s e n
t i r i , q m i m p r m e n t i b u s R e i p u b l i c z e t e m o r i b u s , é ? c o n c o r d i a ‘ c o n ,
w e n i r e . N o n í d e m alz'z's v í d e t u r : s u n t r t a s s e i n s e n t e r m ’ a fi r m i o
r e r : r e p r e b e n d o n e m z ' n e m : s e d a s s e n t i o r n o n o m m ' b u s : ' fl e q u e e s s e
i n c o m t a n t i s p u t o , s e n t e n fi a m a l i q u d m , t a n q u a m a h ’ q u o d ' n a u i g i u m
a t q u e c u r s u m e x R e x ' p u b l i m .tempesrate m o d e r u r i . C I C . p r o Bal/7o
n u m . 2 7 . : L a i n c o n s t a n c i a d e C i c e r o n c o n s t a , p o r q u e t o d o
e s t o l o d e s a p r u e b a e n e l l i b r o 77. a d A r t i c . epist. 7. escrita e n el
p r i m e r a ñ o d e la g u e r r a civil. S e n a t u m , d i c e , b o n u m p u t a s , p e r
q u e m sine i m p e r i o p r o v i n c i a ’ s u n t ? . . . . á Q u i d e r g o ? E x e r c t ' r u m
r e t i n e n t í s , c u m l e g i s d i e s t r a n s f e r i r , r u t i o n e m b a b e r i p l a c e t ? 1llí-—
b i v e r b n e ' a b s e n t i s q u i d e m . S e d c u m kid. d a t u m e s t , í l l u d u n a ‘ d a t u m
est. . A n n o r u m e m ' m J e c e m i r g p e r i u m : é ? ¡la I a t u m p l a c e r ? P l a c e r
¡ g i r a r ‘ e t z ' a m m e e x p u l s u m n, a g r u m C a m p a n a » : p e r i í s s e , a d o p
t a t u m p a t r i t i u m (i p l e b e j a , G a d i t a n u m d M t y l e m o ; ¿ 3 L a b i e m '
d í r u i r i z e , ¿ 3 M a m u r r w ¡ a l a c a n t , ¿ 3 . B a l ú i b o r t i », ( " 3 T u s o u l a n u m .
S e d b o r u m o m n í u m f o n s ¡ m u s est : ímbecillo r e s i s t e n d u m fi u ‘ t : 8
i d é r a t fl c i l e . N u m : l e g i o n e s u n d e c i m , e q u i t a t u s t a n t u s -, q u a n t u m
w o l e t :, T r a n s p a d a n í , ¡ d e b e s u r b a n a , tot T r i b t m i p l e b i s , t a m p e r d í
t a i u ' v e n t u s , t a n t o a u fi ‘ o r i t a t e d u x , t a n t o u u d a c í á . r. . . ¿ q u i d e r g o ,
a'flquis , a ó ï u r u s e s ? I d e m q u o d p e c u d e s , que e dis-pulsas s u i g e n e r i s
: e q u u n t u r g r e g e s . U t b o s a r m e n t a , sic e g o b o n o s v i r o s , a u t eos,
q u í
Cornelio B a l b o . 7 9
¿ P o r q u é , dice , n o s o b s t í n a m o s e n sostener u n a c a u s a
b u e n a , p e r o i m p o s i b l e ( a ) ? M e j o r es , p o r la salud del
e s t a d o , e n o b s e q u i o d e la p a z , m o d e r a r el r i g o r d e
las leyes : c o m o los P i l o t o s p a r a evitar el n a u f r a g i o ,
n o s i g u e n e n la t e m p e s t a d el r u m b o d e la b o n a n z a . Si
huviera seguido constantemente esta m á x i m a , n o h u
víera p a d e c i d o el naufragio entre las olas d e las g u e
rras civiles. P o r seguir u n r u m b o imposible , perdió
el t i m o n , q u e d a n d o h e c h o j u g u e t e d e las o l a s , y v í c
tima d e sus e n e m i g o s . B a l b o arribó al p u e r t o d e la se
guridad, d e x á n d o n o s u n singular e x e m p l o d e sabidu
rra
q u i c u n q u e d i c e n t u r b o m ’ , r e q u a r , e t i a m si m e n t . ¡ Q u i d sit o p t i m u m
m a l a c o n t m ï z ‘ i r r e b u r , p l a n a v í d e o . N ï z m i n z ’ est enz'm e x p l o r a t u m , c u m
a d a r m a ' v e n t u m e s t , q u i d fi i t u r u m s i t : n t ¡ ” u d o m n i b u r , s i b o m ’ 'vz'ói‘i
r u n : , n e c i n coede p r í n c i p u m c l e m e n t z ' o r e m b u m : fi n ' e , q u á m C z ' m m
fl e r i t , n e c m o d e r a t i o r e m q u a m S u l l a i n p e c u n i i s l o c u p l e t i u m . =
P r i m e r a m e n t e s e e n g a ñ ó e n e s t o ú l t i m o : p u e s él m i s m o e x p e r i
m e n t ó la c l e m e n c i a y h u m a n i d a d d e C e s a r , a u n d e s p u e s d e n o
h a v e r l e a g r a d a d o e n s u c o n d u c í a . E n s e g u n d o l u g a r n ó t e s e s u i n
c o n s t a n c i a . E n u n a p a r t e d i c e q u e f u e a u t o r d e a q u e l l o s d e c r e
tos f a v o r a b l e s á C e s a r : e n o t r a los r e p r u e b a . E n u n a d i c e , q u e
se h a d e c e d e r á la f u e r z a d e la t e m p e s t a d : e n o t r a q u i e r e o p o
n e r s e c o n t r a v i e n t o y m a r e a , m e t i é n d o s e e n el la s i n f r u t o . E n
u n a p a r t e a p r u e b a la a d o p c i o n y r i q u e z a s d e B a l b o : e n o t r a l a s
c o n d e n a . A q u í d i c e , q u e s e d e b i ó resistir á C e s a r q u a n d o era.
m e n o s p o d e r o s o , y e n t o n c e s e r a fác il : p e r o n o al p r i n c i p i o d e
la g u e r r a civil, q u a n d o tenia t a n t a s fuerzas. P e r o el m i s m o C i
c e r o n h i z o t o d o l o c o n t r a r i o . S e le o p u s o q u a n d o m a s p o d e r o s o :
y n o s o l o n o resistió q u a n d o m e n o s f u e r t e , s i n o q u e c o o p e r ó a l
a u m e n t o d e s u fortaleza. ¿ q u e h e m o s d e d e c i r á esto , s i n o q u e
p r o c e d i ó c o n i n c o n s t a n c i a , l e n o d e m i e d o y falto d e c o n s e j o ?
A l p r i n c i p i o d e e s t a c a r t a n o h a l l a b a á n i n g u n o , b u e n o : I p r e
nullor n o m ‘ b o n o : , si ordine: b o n o r u m ,qurerimus ;-al fi n d i c e q u e
s e d e b e n s e g u i r l o s b u e n o s á t o d o t r a n c e , ó los q u e s e j u z g a n
tales. ¿ P o r q u é s e h a d e s e g u i r la o p i n i o n v u l a r c o n t a n t o d i s
p e n d i o ? U n M a g i s t r a d o , y u n P h i l ó s o f o h a e s e g u i r á otros,
m o r e p e c u d u m , e n c i r c u n s t a n c i a s t a n g r a v e s ? R e p e t i m o s q u e
B a l b o y los d e m a s , q u e s i g u i e r o n á C e s a r , f u e r o n m a s p r u d e n
t e s , q u e l o s q u e s i g u i e r o n á P q m p e y o , y m u c h o m a s q u e C í c e —
r o n , q u e p r o p r t a m e n t e n o s i g u i ó á n i n g u n o . A
(a) C i c . p r o B a l b o , n u m . a 7 . p a g . 6 8 2 . col. r.
8 o Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
ria práética , y p r u d e n c i a política.
6 3 C o n m a s apariencia d e v e r d a d podría n o t a n
se la c o n d u ó t a d e B a l b o , si f u e r a cierto lo q u e refie—
ren P l u t a r c o (a) y Suetonio. E n t ó n c e s merecería la
n o t a d e i m p t u d e n t e c o n s e j e r o y t o r p e a d u l a d o r . C e s a r
d e s p u e s d e t o d a s s u s viétorias g o z a b a d e l s u p r e m o ’ p o ‘
d e r e n R o m a . S u c l e m e n c i a y la o p r e s i o n d e sus rivaa
les le h a v i a n h e c h o d u e ñ o a b s o l u t o d e l I m p e r i o . L o s
R o m a n o s c o n la a d m í r a c i o n d e sus hazañas y la g e n e
r o s i d a d d e s u á n i m o s u a v í z a b a n la p é r d i d a d e s u li
bertad. P e r o e n fi n la elevacion d e su g e n i o se d e x ó
c o r r o m p e r y petvertir d e los e n c a n t o s d e la p r o s p e r i
d a d . P e r m í t í ó se le tributasen exce sivos h o n o r e s y b a
xa s lisonjas. L o q u e es m a s , q u a n d o los M a g i s t r a d o s
y n o b l e z a d e R o m a e s t a b a n e m p e ñ a d o s e n h o n r a r l e
c o n las m a y o r e s d e m o s t r a c i o n e s d e v e n e r a c i ó n y res
p e t o , recibía estos o b s e q u i o s c o n desprecio y d e s d é n ,
c o m o inferiores á su dignidad , ó debidos á su sobe
ranía. E n cierta ocasion , dice P l u t a r c o (b), el S e n a
d o f o r m ó varios decretos m u y h o n o r í fi c o s á Cesar. L o s
Cónsules y d e m a s M a g i s t r a d o s c o n t o d o el S e n a d o
p l e n o , vinieron á darle noticia d e estos decretos. C e
sar se hallaba s e n t a d o e n la T r i b u n a d e las arengas.
R e c i b i ó á los M a g i s t r a d o s y al S e n a d o sin m o v e r s e d e
s u a s i e n t o , c o m o si f u e r a n s i m p l e s particulares. E n lu
g a r d e r e c o n o c i d o , r e s p o n d i ó d e s d e ñ o s o : q u e n o g u s —
t a b a se le a m p l í a s e n 5 sino q u e se le acortasen los h o
notes. Casi lo m i s m o refieren Suetonio (c) y D i o n C a
s10
l (a) P l u t a r c h . in C e s a r . p a g . 7 3 6 . = S u e t o n . in j u l . c a p . 7 8 .

(b) C i t a t . '
(c) Citar. A ‘

\
C o r n e l i o B a l b o ‘8.1
sio (á). O f e n d i ó m u c h o n o solo al S e n a d o , sino al P u e
blo esta altivéz y falta d e u r b a n i d a d , c o m o u n d e s
p r e c i o d e la R e p ú b l i c a e n la p e r s o n a d e s u s M a g i s
trados. A s í se retiraron á sus casas m u y tristes y des
contentos c o n la arrogancia d e Cesar. M u c h a s cosas
se i n v e n t a r o n p a r a disimular este h e c h o , ó d e s l u m
brar esta falta. E n t r e otras disculpas se d i x o , q u e C e
sar h a v i a q u e r i d o levantarse y h a c e r la reverencia d e
bida al Senado. P e r o Cornelio B a l b o a m i g o s u y o , ó
m a s b i e n a d u l a d o r , le a c o n s e j ó p e r m a n e c i e s e sentado,
d i c i é n d o l e : ¿ N o o s a c o r d a i s q u e s o i s C e s a r ( b ) ‘Z
64. M a s este p r o c e d i m i e n t o es tan i n d i g n o , y t a n
o p u e s t o al c a r a fl e r d e B a l b o , q u e a u n q u a n d o le re—
firiesen c o m o cierto estos A u t o r e s , s i e m p r e d e b í a m o s
tener m u c h a r e p u g n a n c i a e n asentir á s u v e r d a d . L a s
s u a v e s m o d a l e s d e B a l b o y su g e n e r o s a política distan
m u c h o d e u n consejo tan i m p r u d e n t e y u n a groseria
tan baxa. N o d u d a m o s q u e c o m o agradecido y pala
c i e g o p r o c u r a r í a c o m p l a c e r á C e s a r .-, p e r o n o c o n v i
les a d u l a c i o n e s , ni o b s e q u i o s t a n d e s p r o p o s i t a d o s , q u e
a f r e n t a s e n y p e r d i e s e n al q u e lo s d a b a , y al q u e los
recibía. D i o n C a s i o , q u e r e fi e r e el h e c h o d e C e s a r , y
p r o c u r a disculparle p o r t o d o s c a m i n o s , n o m e n c i o n a
la circunstancia d e B a l b o . P l u t a r c o , y S u e t o n i o (c)
H i s t . L z ‘ t . d e E s p . T a m i l ’ . 12'12. V I I I . F n o
(a) D i o Cass. lib. 4 4 . p á g . 2 7 6 . '
(b) C u p z ' e b a t a m m ' fl o ( C a n - a r ) S e n a t m ' ¡ m a r e r e : r e d f e r z m t e m »
a b a m i c o , v e l a d u l a t o r e p o t i u r r e t e n t u m , o r n e l i o B a l b o , q u i dz'q
x í t : ¿ N o n m e m i n i r t í te e r r e C e s a r e » : , neq‘ue" ‘vi: p r o m a j e r t a t e
t u a coli ? P l u t a r c h . i n C a r . cit.
(c) V e r b m p n e c z ‘ p u a m , 8 í n e x p i a l n ' l e m .ribz' í m v i d i a m b i n c m a x i
m e ‘ m o w ' t : A d e u n t e r .re c u m p l u r í b u r b o n o r i fi c e n t z ' s r í m i r q u e d e r r e t i r ,
universo: P . C . .redenr p r a ' w d e V e n é r í : gem'tricir excepz't. , Q u i d u m
p u t u n t r e t e n t u m d C o r n e l i o B a l b o , q u a m c o n a r e t u r a s r u r g e r e : aiii
s e c o n a t u m q u i d e m o m m ' n o ,' s e d : r i a m a d m o n e r i t ' e m C , T r e á a n ‘ u m
ut
8 2 Escrz't. del t i e m p o d e A u g u s t o .
n o salen p o r fi a d o r e s d e la noticia , p u e s s o l o la p o n e n
c o m o n a r r a c i o n a g e n a y t u m o r p o p u l a r .
6 5 P o r otra parte s a b e m o s p o r relacion d e estos
m i s m o s A u t o r e s , q u e despues del h e c h o se fingieron
v a r i o s p r e t e x t o s q u e lo d e s l u m b r a s e n . A l g u n o s d i x e
r o n q u e C e s a r p a d e c í a e n t ó n c e s u n v é r t i g o , q u e pri
v á n d o l e del sentido , le i m p i d i ó h a c e r al S e n a d o la
debida ceremonia. Otros (a) publicaron q u e Cesar se
h a l l a b a c o n la i n d i s p o s i c i o n d e u n a diarrea. ¿ Q u é
m u c h o , p u e s , q u e e n t r e otras d i s c u l p a s se i n v e n t a s e
p o r los a d u l a d o r e s d e C e s a r la o p o s i c i o n d e B a l b o :
c o m o q u e este y n o C e s a r havia sido la principal
c a u s a d e u n a a c c i o n tan o d i o s a ? A C e s a r n o faltaban
lisongeros, ni á B a l b o envidiosos. ¡ Q u é n o p u e d e in
ventar la adulacion , y la c a l u m n i a p a r a g a n a r crédi
to c o n los G e f e s , y arruinar á los favoritos! T a n t a
era la d i v e r s i d a d d e d i é i á m e n e s e n la relacion d e es
te h e c h o , q u e a l g u n o s . s e g u n S u e t o n i o (b) , referían,
q u e C a y o T r e b a c i o avisó á C e s a r q u e se levantase é
hiciese la d e b i d a cortesía al S e n a d o . P e r o C e s a r n o
solo n o lo hizo , sino q u e m i r ó c o n s e m b l a n t e a y r a d o
al q u e así le aconsejaba. E s t a v a r i e d a d d e relaciones
e n u n o s siglos tan p r ó x i m o s al s u c e s o , el t o n o d e des
c o n fi a n z a c o n q u e le r e fi e r e n u n o s , y el silencio d e
o t r o s ; c o m o t a m b i e n la o p o s i c i o n q u e dice áala c o n
duéta sostenida d e B a l b o , nos h a c e n g r a d u a r esta
noticia d e - n o v e l a , r u m o r p o p u l a r , hablilla d e l v u l g o
adulador , ó d e algun Cortesa'no maldíciente. N i la
co-.
:áparqaggeret , m i n a r fizmilz'ari z m l t u respexz'rrc. S u e t o n . i n 3 a } :
(a) D i o . C a s s . lib. 4 4 . cit.
¡(17) S u e t o n . i b i d .
Cornelio B a l b o . 8 3
c o l o c a n e n otra clase los A u t o r e s q u e la refieren. A s í
n a d a p u e d e perjudicar al m é r i t o d e B a l b o , y á la o p i
nion constante q u e l o g r ó d e h o m b r e d e bien , fiel a m i
g o , habil consejero y fi n o político.
6 6 M r . d e la N a u z e (a) reconoce q u e n o c o n v i e
ne m u c h o aquella a c c i o n i n u r b a n a y grosera lisonja
c o n el caraéter d e B a l b o . " P e r o dice q u e h a v i e n d o per—
n m i t i d o C e s a r se le c o n s a g r a s e n altares, y sus E s t a t u a s
n e n los juegos del Circo fuesen colocadas junto á las
v d e l o s d i o s e s ; h a y l u g a r d e p r e s u m i r , q u e B a l b o , á
n c u y o c a r g o e s t a b a , p o r r a z o n d e ser E d i l , el c u i
" d a d o d e las ceremonias religiosas , fuese culpable
a m a s q u e o t r o a l g u n o e n estas p r o f a n a c i o n e s . A ñ a
n d e q u e h a b l a n d o g e n e r a l m e n t e , n o p u d o d e x a r d e
" c o m e t e r e x c e s o s d e c o m p l a c e n c i a y d e lisonja , h a
» v i e n d o s i d o h a s t a el fi n a m i g o y c o n fi d e n t e d e u n
n h o m b r e c o m o C e s a r . ” P e r o resta s a b e r si B a l b o p o
d í a i m p e d i r las d e t e r m i n a c i o n e s d e u n D i t ‘ i a d o r t a n
a b s o l u t o é i m p e r i o s o : y si n o p o d í a , sin d u d a n o d e
b e i m p u t á r s e l e la p e r m i s i o n d e e x c e s o s t a n e n o r m e s .
E l m i s m o M r . d e la N a u z e h a c e p o c o d e s p u e s la a p o
logia d e B a l b o . " E r a , dice (b) , m u y p r u d e n t e y m o
v d e r a d o p a r a q u e inspirase á C e s a r t o d o lo q u e e x e
” c u t ó d e s p u e s : y el m i s m o C e s a r era d e u n caraóier
v tan d e t e r m i n a d o , q u e j a m á s d e b e m o s h a c e r r e s p o n
» s a b l e s á sus M i n i s t r o s , ni d e sus h a z a ñ a s heroicas,
n ni d e sus proyeé’tos criminales.” S i e n d o esto así,
¿ p o r q u é se h a d e p r e s u m i r q u e B a l b o c o o p e r a s e c o n
espíritu d e b a x a lisonja á u n o s atentados tan r e p r e h e n
s i b l e s , e’ i m p r u d e n t e s ? N i o b s t a q u e f u e s e a m i g o y
F 2 c o n
(a) d ’ c a d e m . d e Inscripc. t o m . r9. p á g . 3 3 8 .
( b ) P a g ' I.
84' Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
c o n fi d e n t e ‘ d e u n h o m b r e c o m o C e s a r : p u e s si B a l b o
e r a t a n m o d e r a d o y p r u d e n t e , y p o r o t r a p a r t e e r a
tanta la resolucion d e C e s a r , q u e fue autor original
d e sus p r o y e c t o s Criminales; ¿ p o r q u é este , d e q u e
t r a t a m o s , se h a d e atribuir á B a l b o , y n o á C e s a r ?
E n tan breves páginas olvidó este A c a d é m i c o el c a
raéïer d e los dos personages?
6 7 F u e r a d e esto j u z g a m o s q u e la amistad y c o n
fi a n z a d e B a l b o c o n C e s a r n o se adquirió , ni s o s t u v o
c o n el e n d e b l e a p o y o d e t o r p e s a d u l a c i o n e s . T u v o
m a s alto p r i n c i p i o e n las p r e n d a s p e r s o n a l e s d e B a l b o ,
y la liberalidad d e C esar. S e p e r p e t u ó c o n u n a c a d e
n a d e i m p o r t a n t e s se rvicios , q u e le h i z o B a l b o . , y d e
favo res q u e recibió. L a a m i s t a d y lo s ‘serv icios efecti
v o s s o n vínculos m a s fuertes y d u r a b l e s , q u e los frivo
los o b s e q u i o s d e u n a a d u l a c i o n i m p o r t u n a y fastidiosa.
L a m a g n a n i m i d a d d e C e s a r y condué'ta general d e s u
v i d a n o n o s d a n idea q u e se p a g a s e d e m a s i a d o d e estos
viles obsequios. Y a u n q u e su g r a n d e a l m a se d e x ó al fi n
deslumbrar en algunas ocasiones d e estos v a n o s o r o p e
les, t o d o s s a b e n q u e esto n o era c o n f o r m e á su caraéter.
Y a u n D i o n C a s i o (a) le p o n e perplexo. entre la a d m i
s i o n ,ó r e p u l s a d e semejantes’ inciensos. L o s a d m i t i a m a s
p o r c o n d e s c e n d e n c i a q u e p o r d e s v a n e c i m i e n t o : ni s e
a t r e v í a ‘ á r e u s a r l o s t o d o s ', p o r q u e n o s e a t r i b u y e s e m a s
á d e s p r e c i o , q u e á modestia. C o n u n h o m b r e tan m o
d e r a d o 5 y m a g n á n i m o , q u e solo pasageramente y e n
la c u m b r e d e la p r o s p e r i d a d a d m i t i a d e p o r fuerza las
lisonjas , n o n e c e s i t a b a B a l b o ser a d u l a d o r p a r a l o g r a r
su c o n fi a n z a . S u p u e s t a la inclinacion natural, era m a s
s e g u r o c a m i n o el zelo d e sus intereses , la fi d e l i d a d d e
(a) lib. 4 4 . cit. ' l a
C o r n e l i o B a l b o . i 8 5
la c o r r e s p o n d e n c i a , y el m é r i t o v e r d a d e r o . T a l e s fue
r o n las artes d e C o r n e l i o B a l b o p u e s t a s e n m o v i m i e n
to p o r u n feliz natural, y una‘ g e n e r o s a política. S u
u r b a n i d a d , su h o m b r í a d e bien y su p r u d e n c i a le hi
cieron lugar e n la estímacion d e t o d o s y le s a l v a r o n
en m e d i o d e las tempestades?d e la República.
5. V I I .
P a r a l e l o d e Cornelio B a l b o y P o m p o m ' o Atico.
6 8 A conduéta acertada d e B a l b o en circuns
tancias t a n críticas n o s h a c e a c o r d a r el m o
d o c o n q u e se p o r t ó e n la m i s m a ocasion otro ilustre
c a b a l l e r o R o m a n o . T i t o P o m p o n i o A t i c o c o n d i s c í p u
lo y g r a n d e a m i g o d e Ciceron sobrevivió á todas las
desgracias y variaciones d e la R e p ú b l i c a c o n m u c h a
gloria y c o m o d i d a d sin los sustos , ni e m b a r a z o s d e
su a m i g o (a). D e s d e los alborotos de M a r i o y Syla
d e x ó las t u r b a c i o n e s d e R o m a p o r la t r a n q u i l i d a d d e
A t h e n a s . T e n i e n d o vínculos d e a m i s t a d c o n M a r i o ,
n o q u i s o t o m a r las a r m a s c o n t r a S y l a . Q u a n d o P o m
p e y o salió d e Italia , s e g u i d o d e la m a y o r parte d e la
n o b l e z a , A t i c o n o f u e e n s u c o m i t i v a . T a m p o c o i m i
t ó á C i c e r o n e n s u s d u d a s y p e r p l e x i d a d e s , ni e n s u
p a r t i d o m e d i o d e salir d e R o m a é ir t a r d e á G r e c i a .
Q u e d ó s e e n R o m a sin ofensa d e P o m p e y o y c o n o b
sequio d e Cesar (b). C o n igual cautela se portó en el
s e g u n d o T r i u n v i r a t o A m i g o y familiar d e C i c e
r o n y d e B r u t o o b t u v o la m a y o r b e n e v o l e n c i a d e O c
Hz‘st. Lz't. d e E s p . T o m . I V . lib. V III. F 3 ta
(a) C o r n . N e p . V i t a P o m p o n i z ' A m i c i , c a p . 2. S i 6.
(17) i b i d . c a p . 7 . ,
(r) i b i d . c a p . 8 , y 9 .
8 6 Escrit. del tiempo de A u g u s t o .
taviano y A n t o n i o , n o solo c o n h o n o r y seguridad de
s u p e r s o n a , s i n o c o n a d e l a n t a m i e n t o ‘ d e s u fortuna.
E x e m p l o m e m o r a b l e á la posteridad , d e q u a n t o p u e
d e la p r u d e n c i a : p u e s c o n s e r v ó y s a l v ó á este insig
n e R o m a n o , q u a n d o los d e m a s n a u f r a g a r o n e n las’
m a s d e s h e c h a s borrascasÏ)
6 9 N o h a l l a m o s o t r o q u e p o d e r c o m p a r a r l e , si
n o á n u e s t r o i n s i g n e G a d i t a n o . P e r o , si b i e n s e r e fl e
xiona , B a l b o le h a c e m u c h a s ventajas. Atico conser
v ó su h o n o r , su e s t a d o y su d i g n i d a d e n t o d a s las
tutbaciones d e la R e p ú b l i c a . P e r o j a m á s se m e z c l ó e n
los negocios públicos (a) , ni se declaró p o r algun p a r
tido. C o r n e l i o B a l b o n o solo t u v o intervencion , sino
i n fi u x o e n las e m p r e s a s m a s a r d u a s . N o s o l o f u e p a r
t i c i p a n t e , s i n o i n s t r u m e n t o aé’tívo d e los p r i n c i p a l e s
agentes. A t i c o n o aspiraba á engrandecer su casa ó
s q u u e p e n r o s o q n u a i s o ‘ c o a n d m l i o t s i rp r c i o m n e r o e s s p í e r m i p t u l e d o e s A m ó o d d e i r g a n c í i d o a n d e , s , ó

d e conveniencia. P o r el contrario B a l b o e n m e d i o de
los riesgos se abría u n c a m i n o seguro á su exáltacion.
E l retiro y m o d e s t i a d e A t i c o le s e p a r a b a d e la e m u
lacion d e los a m b i c i o s o s y la e n v i d i a d e los c o n c u
rrentes. L a a c t i v i d a d y d e s e o d e a s c e n d e r e n B a l b o , le
e x p o n i a al f u r o r de‘ los p a r t i d o s y la o p o s i c i o n d e los
p r e t e n d i e n t e s . A t i c o d e s d e el p u e r t o ó la orilla m i r a
b a c o n s e r e n i d a d ‘y c o n i n d i f e r e n c i a las a l t e r a d a s olas
d e los dos partidos. B a l b o engolfado en‘ alta m a r y
e n m e d i o d e los escollos , e v i t ó el n a u f r a g i o sin p e r
d e r el r u m b o d e s u política. A t i c o n a t u r a l d e R o m a ,
d e u n a familia distinguida (b) , y c o n enlaces v e n t a
jo
(a) C o r n . N e p . V i t a A r t i c . c a p . 2 , 4 , ¿ z 6 .
(b) [ d e m c a p . r , 1 2 , & 1 9 .
Cornelio B a l b o ‘87
josos debió á la suerte algunos principios d e su for
tuna. B a l b o n o p o d i a h a c e r olvidar la n o t a d e estran
gero ó d e n u e v o C i u d a d a n o , q u e e n u n a gente c o m o
la R o m a n a tan e n c a p r i c h a d a d e su g r a n d e z a , y d e
u n a g r a n preferencia á las otras N a c i o n e s del m u n d o ,
s i e m p r e hacia n a c e r estorvos á su elevacion. A pesar
d e este y otros o b s t á c u l o s , q u e n o h a v i a n estado e n
su arbitrio , B a l b o p o r su eleccion y su m é r i t o halló
p r o t e c t o r e s , y o b t u v o e m p l e o s , q u e le e l e v a r o n s o
bre la esfera d e su nacimiento. U n o y otro P e r s o n a g e
c o n s e r v a r o n la r e p u t a c i ó n , y la h o m b r í a d e b i e n e n
u n a C i u d a d y u n siglo e n q u e d o m i n a b a la c o r r u p
c i o n d e las c o s t u m b r e s . M a s la h o n r a d e z d e B a l b o es
t u v o e x p u e s t a á m a y o r e s peligros , y m a s dificiles
pruebas. Atico a g r a d ó á Cesar sin ofender á P o m p e
y o (a) ; p e r o n o c o o p e r ó á la felicidad d e u n o , ni d e
otro. B a l b o sin hacer injuria á P o m p e y o , m o v i ó to
d o s los resortes d e la política á favor d e Cesar. U n o
y otro hicieron beneficios á Ciceron y le trataron amis
t o s a m e n t e e n el t i e m p o d e su desgracia. P e r o A r i c o
n o ‘le r e c o n c i l i ó c o n l o s g e f e s d e l a R e p ú b l i c a . B a l b o
t r a b a j ó e n hacerle a m i g o d e C e s a r , d e O fi a v í a n o , y'
d e A n t o n i o . U n o y o t r o se p r e s e r v a r o n d e la p r o s
c r i p c i o n del s e g u n d o T r i u n v i r a t o ; p o r h a v e r s a b i d o
e n t i e m p o , sin olvidar la a m i s t a d d e C e s a r O c t a v i a
n o , conciliarse la b e n e v o l e n c i a d e A n t o n i o (b): polí
tica q u e faltó á Ciceron á pesar d e toda su sabiduría‘.
7 o N o d u d a m o s p u e s aplicar á B a l b o las bellas
sentencias d e C o r n e l i o N e p o s e n elogio d e Atico.’ S u
c o n d u é ’ t a g e n e r o s a y a f a b l e le p i e s e r v ó d e las e n e m i s
4 ta
( j I d e m c a p . 7 .
(Z) I d e m c a p . 8 . ¿Si 9 .
88 Escrz't. del tiempo de Hugasto.
tades y los odios (a). A nadie j a m á s hizo d a ñ o , b o ;
r r a n d o las inju rias m a s c o n el o l v i d o q u e c o n la v e n
g a n z a . S e labr ó su fo rtuna (17) , ó p o r m e j o r decir se
la f o r m ó á sí m i s m o , y arr egló su s acciones d e sue r
te q u e n o t u v o q u e t e m e r s us d e s d e n e s , ni su incon s
tancia. V e r i fi c ó e n sí lo q u e T i t o L i v i o d i c e (o) d e
C a t o n el C e n s o r : fue tanta la g r a n d e z a d e su á n i m o
y d e s u i n g e n i o , q u e e n q u a l q u i e r l u g a r q u e h u v i e r a
n a c i d o , s i e m p r e s e h u v i e r a l a b r a d o s u f o r t u n a . Y 'si
es d i g n o d e g r a n d e s el ogios el piloto (d) q u e salva la
n a v e entre lo s b a x í o s , y las bo rrascas; ¿ p o r q u é n o
j u z g a r e m o s m u y singul ar la p r u d e n c i a d e este h o m b r e
q u e salvó s u p e r s o n a y su f ort una entre tantas y t a n
d e s h e c h a s t e m p e s t a d e s civiles‘.2 P o d r á h a c e r el j u s t o
c o n c e p t o d e su h a b i l i d a d el q u e supiere discernir , q u a n
t a s a b i d u r í a s e n e c e s i t a p a r a c o n s e r v a r la b e n e v o l e n c i a
y a u n la c o n fi a n z a d e d o s p e r s o n a g e s d e tan o p u e s t o s
intereses c o m o eran P o m p e y o y C e s a r , O é i a v i a n o y
A n t o n i o : p u e s c a d a u n o d e ellos n o solo d e s e a b a ser
d u e ñ o d e R o m a , sino d e t o d o el M u n d o (e).
E s
(a) C o r n . N e p o s oír. A r t i c . c a p . r 1 .
(b) I d e m ibid.
¡ ( 0 ) I n h o c v i r o t a n t o 'vz': a n z ‘ m i , i n g e n i i q u e f a i t , u t , q u á c u m q u e
l o c ó n a t u : erset , f á r t u n a m .ríbi ¡pre fi z t i ‘ u r u : 'víderetur. T i t . L i v .
lib. 3 9 . c a p . 4 o .
(d) ¡ Q u a d ri g u b e r n a r a r p r c c i p fl r i l a u d e f e r t u r , q u i n a ' v e m e x b y e
m e , m a r i q u e r c o p u l o r o r e m z a t ; ¿ e u r n o n r i n g u l o r z ' : e j u r e x i r t i m e
t u r p r u d e n t i a , q u i e x t o t , t a m q u e gra'uz'bur p r o c e l l i r c i v i l i b u : a d
í n e o l u m i t a t e m p o r v e n i r ‘e’ C o r n . N e p . m ‘ t . Á t t i c . c a p . r 0 .
(e) H o c q u a l e sit , facilite: e x i r l i m a b í t , is q u i j u d i c a r e poterz't,
q u a n t c .rít : o p i e n t í e , e o r u m r e t z ' n e r e u r u m , b e fl e v o l e fl t i a m q u e , i n
t e r q u a r m a x i m a r u m r e r u m n o n r o l u m r e m u l a t i o , rea’ obtrefi‘atz'o
t a n t a i n t e r c e d e b a t , q u a n t u m fi z í t i n c i d e r e n e c e r s - e i n t e r G e e s - a r e n a ,
a f q u e A n t o n i u m , c u m ‘ re u t e r q u e p r í n c i p e ” : , n o n r o l u m u r b i r R o
m a m e , r e d O r b i s t e r r a r u m erre c u p e r e t . C o r n . N e p . 'vít. A r t i c .
c a p . a o . -
Cornelio Balbo. 8 9
7 1 E s t a p r u d e n c i a s o b r e s a l e m a s , c o m o h e m o s
visto e n C o r n e l i o B a l b o , q u e e n P o m p o n i o Atico. E s —
te, si n o o f e n d i ó á P o m p e y o q u e d á n d o s e e n R o m a ,
fue p o r q u e n o h a v i a r e c i b i d o d e él h o n o r e s ó r i q u e
zas (a). P e r o B a l b o q u e d e b í a á P o m p e y o , entre otros
beneficios , el c i m i e n t o d e su exáltacion , n o le d i ó m o
tivo j u s t o , a u n q u e d á n d o s e e n R o m a , p a r a q u e s e
ofendiese. B a l b o estableció e n la gracia d e C e s a r al
h e r m a n o d e C i c e r o n . A t i c o o b t u v o p a r a él m i s m o el
p e r d o n , a u n q u e h u v i e s e s e g u i d o las v a n d e r a s d e P o m
p e y o (la). A m b o s lo e x e c u t a r o n e n o b s e q u i o d e s u h e r
m a n o M . T u l i o ; á q u i e n B a l b o n o s i e m p r e d e b i ó t a n
ventajoso c o n c e p t o , c o m o Atico. P e r o el t i e m p o le
h u v i e r a d e s e n g a ñ a d o , si h u v i e r a s e g u i d o sus consejos.
' A j u z g a r p o r l os pri ncipios d e C i c e r o n , c o n d e n a r í a
m o s n o solo e n B a l b o , sino e n A t i c o la b u e n a c o r r e s
p o n d e n c i a c o n A n t o n i o y los ofi cios h e c h o s á su favor.
E n efeé’to C o r n e l i o N e p o s (c) d i c e , q u e a l g u n o s h o m
b r e s p r i n c i p a l e s m u r m u r a b a n d e A t i c o p o r esta c a n ,
sa ; y lo m i s m o sin d u d a sucedió á Balbo. P e r o estos
m i s m o s se d e s e n g a ñ a r o n c o n el suceso. L a p r u d e n c i a
d e A t i c o y B a l b o c o n u n a especie d e adivinacion , p r e
v e n i a la noticia d e los efectos e n la c o m p r e h e n s i o n d e
las causas. A s í u n o y otro n o se g o b e r n a b a n p o r el
a c a s o , sino p o r la r a z o n , y j a m á s fueron s o r p r e h e n d í
d o s e n m e d i o d e tantas alteraciones.
7 2 T a n t a es la s e m e j a n z a d e la política , a u n q u e
p o r distintas a c c i o n e s y diferentes r u m b o s , e n t r e estos
dos ilustres Personages. P o r esta causa n o es de estra
A ñ a r
(a) C o r n . N e p . 'vit. A t r i o . c a p . 7 .
(1:) I b i d .
(c) S e d s e n s r ' m i s a‘ n o n n u l l z ' s o p t i m a t z ' b u s r e p r e b e n d e b a t u r , q u o d
p a r u m o d i s s e m a l o s cities w i d e r e t u r . C o m . N e p . 'vz't. d m ' c . c a p ‘ . 9 .
9 o Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
fi a r la a m i s t a d y c o n fi a n z a q u e hasta la ú l t i m a h o r a
t u v o T i t o P o m p o n i o A t i c o c o n L u c i o C o r n e l i o B a l
b o (a). E n t r e los m a s í n t i m o s familiares d e A t i c o q u a —
les eran su y e r n o A g r i p a y S e x t o P e d u c é o , c u e n t a
C o r n e l i o N e p o s á nuestro B a l b o , c o m o u n o d e l o s m a s
asistentes (b) en su última enfermedad. P o r esta causa
Atico , q u a n d o se halló a g r a v a d o , y c r e y ó se acer
c a b a su última h o r a , m a n d ó llamar á t o d o s tres , y les
s u p l i c ó n o le instasen m a s á que. t o m a s e a l i m e n t o , p u e s
e n la situacion , q u e se h a l l a b a , n o t a n t o le c o n d u c í a
á la v i d a , c o m o á la mortificacion. F u e p u e s C o r n e
lio B a l b o u n o d e los m a s c o n fi d e n t e s d e P o m p o n i o
A t i c o y depositario d e su ú l t i m a v o l u n t a d , y postre
ras p a l a b r a s c o n q u e la e x p r e s ó . N o s a d m i r a , q u e es
te rasgo histórico d e la v i d a d e B a l b o se ocultase á la
diligencia, n o y a d e D . N i c o l a s A n t o n i o , q u e h a b l ó e n
c o m p e n d i o d e las ac ciones d e B a l b o , s ino d e S u a r e z
d e Salazar y M r . d e la N a u z e , q u e se pusier on m a s
d e p r o p ó s i t o á referi rlas , é ilustrarlas ( 1). N o h e m o s
' q u e
(a) P o s t q u a m i n dies dolores actreseere ,f e b r e s q u e ¿tt-resiste senrit,
d g r z ' p p a m g e n e r u m a d s e a r c e s i r i just-¡t , ¿ 3 c u m e o L . C a m e l . B a l
¿ u m , S e x t u m q u e P e d u c e e u m . H a s , u t v e m ' s s e 'vídit , ¡ n e u b i t u m
i n m ’ x u s ; Q u a n t u m , i n q m ' t , c u r a m d i l i g e n t i a m q u e i n m l e r u d i n e
m e a t u e n d a b á c t e m p o r e a d b í b u e r i m , c u m ‘vos t e s t e r b a b e a m :, m ' b t ' l
o p u s est p l u r i b u s 'verbis c o m m e m o ï u r m Q u i b u s q u o m ' a m , u t s p e r o ,
satisfl'ci , n i b í l q u e 'reliquifet‘i , q u o d a d s a n u n d u m m e p e r t i n e ’ r e t ;
r e l i q u u m est u t e g o m e t mibz‘ c o n s u l a m . I d 'vos s ' g n o r a r e n o / u i . N a m
m i b í s t a r , a l e r e m o r b u m desínere. N a m q u e b i s d i e b u s q u í d q u i d
c i b i s u m s i , ita p r o d u x i ' v í t a m , u t a u x e r i m d o l o r e s s i n e s p e sulutis.
, Q u u r e a‘ ' v o b i s p e t o , p r i m u m u t t o n s i l i u m p r o b e t i s m e u m .', d e í n d :
n e f r u s t r á d e b o r t u n d o c a n e m i m ‘ . I d e m c a p . 2 r.
(b) C e t e r u m m o r i r e r a : J a m e n d o ? m a r t i : s p e ó 7 a t o r e s a d v o c a r e n e
c e s s a r i o s , a l i o s q u e c l a r o s ' v í r o s , q u o r u m p n e s e n t í á m o r t e m c l a r i o
r e m , ¿ 3 t e s t a t i o r e m fi e r i p u t a b a n t , q u i t a m e n p l e r u m q u e , u t b i e
a p u d T i t u m P o m p o m ' u m A t t i c u m , p o r t a t o r e s r u í t t e fi i e r a n t . G e b b a r —
d u s n o t . a d C a m e l . N e p . c a p . 2 2 . n o t . s .
(r) E n t r e los m o d e r n o s , F u l v i o U r s i n o h a c e m e n c i o n d e este
, P a ,
Cornelio B a l b o . 9 1
querido omitirle así p o r q u e es m u y h o n o r í fi c a p a r a
B a l b o la familiaridad d e u n h o m b r e c o m o A t i c o , c o
m o p o r q u e c o n fi r m a la i d e a d e s u c o n d u c i a , r e p r e s e n
tándonos u n h o m b r e siempre addié’to , y obsequioso
álas p e r s o n a s d e mérito , no- solo e n t i e m p o d e su
p r o s p e r i d a d , sino e n la o c a s i o n d e sus m a l e s y sus des
gracias.
V I I I . 5.
Edz'lz'dad , P r e t u m y Consulado de Cornelio Balbo.
7 3 A política fi n a d e B a l b o , su verdadero m é
rito y el p o d e r d e sus p r o t e é i o r e s le d i e r o n
e n t r a d a á los p r i m e r o s c a r g o s d e la R e p ú b l i c a ( a ) .
L o s R o m a n o s ántes d e llegar al C o n s u l a d o p a s a b a n
p o r o t r o s e m p l e o s d e m e n o s consideración. N o s a b e
m o s el a ñ o e n q u e B a l b o c o m e n z ó á obtenerlos. P e r o
c o n s t a q u e el d e D C C . III. d e R o m a ( ó D C C I . s e g u n
otra C r o n o l o g í a ) y a l o g r a b a asiento e n e l S e n a d o . E n
u n a epístola d e Celio á Ciceron (b) se habla d e algo;
n a s d e l i b e r a c i o n e s , q u e se t o m a r o n e n el S e n a d o c o n
tra Cesar. P o m p e y o y el C o n s u l M e t e l o S c i p í o n cria- í
t u r a s u y a , f u e r o n d e u n p a r e c e r m u y c o n t r a r i o á los
intereses d e C e s a r (o). E s t e parecer contristó á C o r
nelio B a l b o , y t u v o s o b r e ello varios debates c o n Sci
pion. C o m o su fortuna estaba unida á la d e Cesar , es
p r e
p a s a g e d e C o r n e l i o N e p o s , y l o a p l i c a á B a l b o e l C o n s u l , a u n
q u e d e s p u e s c o n t r a los m o n u m e n t o s d e la A n t i g ü e d a d d i s t i n g u e
á e s t e p e r s o n a g e d e l q u e r e c i b i ó el d e r e c h o d e C i u d a d a n o p o r
g r a c i a d e P o m p e y o , y f u e d e f e n d i d o p o r C i c e r o n . ( F a m i l . R o m a n .
C o r n . p á g . ‘77. n u m . 3.)
(a) M r . d e la N a u z e Á t ‘ a d e m . d e Im-crz'po. t o m . r9. p á g . 3 3 5 .
(b) C o n t r i s t a ' v i t bxrc .renrentia B a l l m m C o r n . ¿9° .rcio , e u m g u e r
2 a m e r r e c u m Scipz'one. A d F a m i l . lib. 8 . epist. 9 .
(c) V i d . P l u t a r c h . i n C m . p a g . 7 2 2 . .
9 2 Escrz't. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
preciso t o m a s e ‘ m u c h a parte e n t o d o s los negocios,
q u e este a ñ o , y el siguiente se tr ataron e n el S e n a d o
relativos á Cesar. L o q u e n o t a m o s es , q u e en la vi
v e z a d e estos reencuentros polít icos , B a l b o d e tal
suerte sostenía la c a u s a d e C e s a r , q u e n o consta hi
ciese frente alguna vez á P o m p e y o : decoro y aten
cion deb ida á su antiguo b i e n h e c h o r ; y correspon
die nte t a m b i e n al disi mul o p olítico c o n q u e P o m p e
y o c o n t r a d e c i a á C e s a r , n o p o r sí, sino p o r m e d i o d e
los suyos. H a s t a la ú l t i m a h o r a del r o m p i m i e n t o c o n
tin uó B a l b o e n las nego cia cio nes á f a v o r d e C e s a r c o n
los p r i n c i p a l e s d e l p a r t i d o d e P o m p e y o . U n o d e estos
era su s u e g r o M e t e l o S c í p i o n , c o n c u y a hija h a v i a c a
s a d o P o m p e y o , d e s p u e s d e la m u e r t e d e J ulim B a l b o
tenia c i t a d a u n a c o n f e r e n c i a c o n S c í p i o n ; p e r o h a
v í e n d o v e n i d o H i r c i o del exe’rcito d e C e s a r la tarde á n
tes , e n la m i s m a n o c h e salieron los d o s d e R o m a d e s
e s p e r a n d o d e t o d a c o m p o s í c i o n . L a retirada d e B a l
b o fue p a r a P o m p e y o c o m o u n a declaracion d e g u e
rra (a).
7 4 L a s guerras civiles se t e r m i n a r o n á f a v o r d e
Cesar. Este g r a n G e n e r a l , vencidos en E s p a ñ a los
L e g a d o s d e P o m p e y o , el a ñ o siguiente d e r r o t ó al
m i s m o P o m p e y o e n los c a m p o s d e Pharsalia. S i g u i ó r
sus vitïtorias e n E g i p t o y e n el P o n t o , derrotó e n
A f r i c a los exércítos d e M e t e l o y J u b a , y e n E s p a ñ a
á
' (a) D e Repablz'ca a u t o m ita m e c u m loquutus est l P o m p e j u s ) , q u a s i
n o » d u b í u m b e l l u m b a b e r e m u s : m ' b i l a d s p a m c o n c o r d i a ? . . . . . . 've—
n i s s e H i r t z ' u m n‘ C e s a r e , q u i e r s e t ¡ [ l i fi z m í l i a r i r r i m u s ; a d s e n o s
aeeesz'ss-e : é ? c u m ¡lle a. d. V I I I . I d a : D e c e m b . v e s p e r i v e n i r s e t ,
B a l b u r d e t o t a r e c o n s t z ' t u í s r e t a . d . V I I . a d S c i p i o n e m a n t e ‘ l u c e m
rvenire; multa de noóïe e u m profeéïum este a d C'auarem. Cic. a d
A t r i o . lib. 7 . e p . 4 . , .
Cornelio B a l b o . 9 3
á los hijos d e P o m p e y o . V e n c i d o s así todos sus ene-‘
m i g o s , q u e d ó h e c h o d u e ñ o a b s o l u t o d e l i m p e r i o R o
m a n o . D u r a n t e t o d o este t i e m p o , B a l b o p e r m a n e c i ó
e n R o m a , l o g r a n d o el m a y o r p o d e r y a u t o r i d a d c o n
C e s a r , c o m o consta d e las cartas d e C i c e r o n (a).
7 5 E l a ñ o D C C I X . d e R o m a ,anterior á la m u e r —
te d e C e s a r , m i e n t r a s este hacia la g u e r r a e n E s p a ñ a
á los hijos d e P o m p e y o p a r e c e q u e C o r n e l i o B a l b o f u e
Edil : p u e s s e g u n la observación ingeniosa d e M r . d e
la N a u z e (b) , este a ñ o r e c u r r i e r o n á él p a r a la cele-.
bracion d e los juegos (I) , varias negociaciones d e
c a s a s y j a r d i n e s , a l m o n e d a s , y o t r a s d i s p o s i c i o n e s
s e m e j a n t e s , q u e pertenecían á la E d i l i d a d , c o m o se
c o l i g e d e a l g u n a s epístolas d e C i c e r o n á A t i c o (0)‘.
E l a ñ o d e D C C X . d e R o m a quitaron la v i d a á C e s a r
e n

8(la) I d e m a lib. 7 . u s q . a d 1 6 . : 8 : a d F a m i l . lib. 9 . epist. 1 7 .


1 9 .
(b) Á c a d e m . d e I n r c r i p e . t o m . r 9 . p á g . 3 3 8 . b
( I ) S o b r e l o s ‘ E d i l e s , y s u e m p l e o v é a s e á ‘ M r . B e a u f o r t ( R e
p u b . R o m a n . t o m . 3. lib. 4 . c a p . 6. ) y á t o d o s los A u t o r e s , q u e
t r a t a n d e la R e p ú b l i c a R o m a n a . S e g u n C i c e r o n ( d e L e g i b . l i b . 3 .
c a p . 3 . ) el p r i n c i p a l c a r g o d e lo s E d i l e s e r a l a p o l i c í a d e la C i u
d a d » , la p r o v i s i ó n d e los v í v e r e s , y el a r r e g l o d e las d i v e r s i o n e s
p ú b l i c a s . S u e t o n i o ( i n j u l . c a p . 4 : . ) d i c e q u e C e s a r a u m e n t ó e l
n ú m e r o , a ñ a d i e n d o ” ) d o s n u e v o s E d i l e s . E s t o f u e e l a ñ o d e
R o m a D C C I X . e n q u e f u e E d i l C o r n e l i o B a l b o . A c a s o s e r í a u n o
d e l o s d o s n u e v a m e n t e e s t a b l e c i d o s . N o s a b e m o s s í f u e e s t e a ñ o , ó
el a n t e r i o r q u a n d o s e c e l e b r a r o n u n o s e s p e é ’ t á c u l o s e n P r e n e s t e
q u e d u r a r o n o c h o d í a s . A e llos a s i s t i e r o n H i r c i o , B a l b o , y t o
d o s l o s a m i g o s d e C e s a r . H u v o a p a r a t o m a g n í fi c o y c e n a s e s ;
p l é n d i d a s . V e r o s i m i l m e n t e f u e e n c e l e b r a c i ó n d e las v i c t o r i a s d e
C e s a r . C i c e r o n (lib. r 2 . a d A r t i c . epist. a . ) r e p r e h e n d e la m a g
n i fi c e n c i a y d i v e r s i o n e s d e B a l b o , c o m o h o m b r e d a d o á u n a v i
d a deliciosa. P e r o e r a r e g u l a r c e l e b r a s e las vifitorias d e C e s a r ,
e n q u e e r a t a n i n t e r e s a d o . N o c o n v e n i a n e n t o n c e s á B a l b o l a s
m e l a n c o l i a s d e C i c e r o n . ’
(c) C i c . a d A t r i o . lib. r 2 . epist. 2 , r 3 , a 9 . ¿ z 4 7 . ¿ z lib. 1 3 . e p .
3 3 , 3 7 _ , 4 5 , 4 Ó n _
(*) N i e u p . R í t . R o m . seé’t. a. c a p . 5. = B e a u f . ett.
9 4 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
e n el S e n a d o . A n t o n i o y los d e m a s a m i g o s s u y o s , a
q u i e n e s C i c e r o n l l a m a b a Q u i n q u e viros (a), n o a b a n
d o n a r o n s u p a r t i d o . A n t o n i o p r o n u n c i ó la O r a c i o n
f ú n e b r e y B a l b o c o n los d e m a s h i z o el d u e l o e n esta
desgracia (b). —
. 7 6 Despuesv d e la muerte d e Cesar , B a l b o salió
d e R o m a j u n t a m e n t e c o n H i r c i o p a r a ir á N á p o l e s á
recibir á O é t a v i a n o , s o b r i n o y h e r e d e r o d e Julio C e
sar (c). H i z o algunos días c o m p a ñ í a á Ciceron 5 pero
s a b i e n d o q u e O fl a v i a n o h a v i a l l e g a d o á N á p o l e s , p a .
só en diligencia á verle , traxo á Ciceron la noticia d e
su arribo , y la resolucion e n q u e estaba d e aceptar la
herencia d e Cesar. P o r m e d i o d e estas diligencias O c
t a v i a n o y C i c e r o n se trataron c o n m u c h a a m i s t a d y
benevolencia. A l m i s m o tiempo B a l b o m a n e j a b a c o n
d e s t r e z a el espíritu d e M . A n t o n i o , p a r a q u e c o o p e r a
se á los proyeétos del j ó v e n Oé’raviano (d). ( P o d e m o s
C O D :

(a) I b i d . lib. r 4 . e p . 2 x .
( b ) Q u a m v í : b i c q u o q u e ( H í r t i u s ) m m : tz't d e C m a r z ' a m ' : illí:
g u i n q u e 'virz': , q u i C w r a r i x f u n m c u r a ' v e r a n t . H i a u t e m s u n t ¡ [ m w
m ' u r , L e p i d u : , H i r t i u : , P u m a , B a l b u : , q u i p l e b i R o m a n a : i n f u
n e r e z‘llo p m f u e r u n t . J u n i u s i n Epist. C i c e r . cit. N o t a 3 1 . edit.
V e r b u g i i .
(c) Sait o B a l b u m t u m fi t i s r e A q m ' m ' , 034m tibi est d í fi ‘ u m , ¿ 5 p o r
tridie H i r t z ' u m . P u t o u t r u m q u e u d a q u m ‘ . ‘Cic. a d F a m i l . lib. 1 6 .
epíst. 2 4 . z E l B a l b u : ln'c er: m u l t u m q u e m e c u m : a d q u e m a‘ ¡ " e —
t e r e ( C . A n t z ' s t z ' o ) I z ' t t e r w d a t e g r i d . K a ] . y a ” . . . . I d e m B a l b u :
melz'ora de Gallz‘a. X X I . die h'ttera: babebat. a d Attic. lib. I4.epist.
9 . : O é ï a v i u : N e a p o l z ' m 'w enit X I P ' . K a l . i171‘ e u m B a l b u : m a n á ,
p a r t r i d í e :, e ó d e m q u e d i e m e c u m i n C a m a n a ; ¡ l l u m b w r e d í t a t e m
a d z ' t u r u m . a d A r t i c . lib. X 4 . epist. 1 0 . z H z ‘ c m e c u m B a l b u : , ¡ { i r
tz'u: , P u m a . M o d b rvem't 06 70111231: ¿ 3 q u i d e m i n p r o x i m a m vil la»:
Pbz‘lz'ppi , m i b i t o m : d e d i t m . : I b i d e m epist. 1 r.
(d) A d m e a u t e m , c u m C a n ' t t a b e l l a n ' u m d z ' m í r i u e m , .rtatz'm Bal——
b u s . 0 diz' b o m ‘ , q u a ‘ m f a c i l e p e r s p i c e r e s t i m e r e o t i u m ! ¿5' n o r t i Ivi
r u m ; q u a m t e f t ' m : .ted t a m e n A n t o m ' i ¿ ‘ e m i l i a n a r r a b a t : ¡ l l u m
c i r c u m i r e v e t e r a n o : , u t a fi ‘ a C r e a - a r i : r a n c i r e n t : i d q u e .re fl ó ‘ r ’ u r o :
u s e j u r a r e n t , u t r a t a o m n e s b a b e r e n t : e a q u e D u u m m ’ r i o m n z ' b m '
m e r
Cornelio B a l b o . 9 5
c o n j e t u r a r q u e este d e b i ó el I m p e r i o á los c o n s e j o s y
aéiividad d e B a l b o , H i r c i o y d e m a s familiares d e C e
sar, q u e m i r a b a n e n la exáltacion d e O é i a v i a n o uni
d o s los intereses d e su fortuna , y el r e c o n o c i m i e n t o
á su proteótor. D e t al suerte m a n e j ó B a l b o el espíri
tu d e Oc'iaviano y d e A n t o n i o , q u e n o t u v o m e n o s
p o d e r e n t i e m p o del s e g u n d o , q u e del p r i m e r T r i u m
virato.
7 7 E l a ñ o siguiente parece o b t u v o la d i g n i d a d
d e P r e t o r ; p u e s c o m o c o n s t a d e u n a M e d a l l a , q u e se
p u e d e v e r e n las familias R o m a n a s d e F u l v i o U r s i
n o (a) y d e Vaillant (b) , era Propretor en t i e m p o del
T r i u n v i r a t o (r) y n o p u e d e retardarse este suceso del
a ñ o D C C X I I . , ó D C C ’ X I I I . ( 2 ) p u e s llegó al C o n s u
lado e n el a ñ o siguiente d e D C C X I V .
7 8 E n efeéto C o r n e l i o B a l b o file el p r i m e r es
trangero (3) q u e ascendió á la d i g n i d a d d e C o n s u l
- R o
m e n s i l m s í n s p í c e r e n t . Q u e r í a s est e t í a m d e s u a ¡ n v i d i a ; e u q u e o m
m ' s e j u r o r a fi o fi u ‘ t , u t a m a r e w ' d e r e t u r A n t o m ' u m . ¿ Q u i d q u z e r i s ?
M i sínceri. Cic. a d A m i c . lib. ¡4. epist. 2 1 .
(a) U r s i n . F a m i l . R o m . e x antiq. N u m í s m . C a m e l . p á g . 7 7 .
( b ) F a m i l . R o m . C o r n e l i o , 8 8 .
( r ) E n el r e v e r s o d e e s t a M e d a l l a se h a l l a el t í t u l o d e P r a p r .
d a d o á B a l b o , y la c l a v a d e H é r c u l e s . F u l v i o U r s i n o r e fl e x i o n a
q u e B a l b o e n e s t e s í m b o l o d e n o t ó s u p a t r i a C a d i z , c u y o t e m
‘plo d e H é r c u l e s es c é l e b r e e n la a n t i g ü e d a d .
( 2 ) V a i l l a n t p o n e s u P r e t u r a el a ñ o 7 1 1 . ú 1 2 . d e R o m a . D i c e
t a m b i e n q u e f u e Q u e s t o r el a ñ o d e 6 9 9 . ú 7 0 o . , y E d i l el d e
7 o ; , ó el d e 7 0 6 . P e r o d e la Q u e s t u r a d e C o r n e l i o B a l b o e l
m a y o r n o h e m o s h a l l a d o c o s a a l g u n a e n los A u t o r e s a n t i g u o s .
D e s u E d i l i d a d h a b l a m o s arriba c o l o c á n d o l a el a ñ o d e 7 0 9 . s e g u n
s e c o l i g e d e las e p í s t o l a s d e C i c e r o n .
(c) M a r m o r a c a p i t . a p . G r u t e r . t o m . 2. p á g . 2 4 8 . C n . D o m i t i u s
5/1. F . C . F A s i n i u s C n . F . S V F . L . C o r n e l i u s L . F . S V F . P . C a n i
ius . l’. .
(3) P l i n i o lib. 7 . c a p . 4 3 . ) P a r a d i s t i n g u i r q u a l d e los do ’s B a l b o s
f u e h e c h o C o n s u l , a n a d e l a e x p r e s i o n d e q u e l o f u e C o r n e l i o B a l b o
el m a y o r . Y e n o t r a p a r t e d i c e q u e f u e s o b r i n o s u y o B a l b o ‘el
q u e t r i u n f ó d e l o s G a r a m a n t a s , v o l v i e n d o á d a r al río e l e p i t e á :
9 6 E s c r i t . d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
R o m a n o . E s t a gloria propria d e Cornelio B a l b o d e
h a v e r s i d o el p r i m e r e s t r a n g e r o , q u e o b t u v o el C o n
su
d e m a y o r . C o n s t a p u e s q u e u s a d e esta v o z p a r a distinguir á u n Bal-v
b o d e o t r o , a l t í o d e l s o b r i n o , a l m a y o r d e l m e n o r . S i n e m b a r
g o a l g u n o s M o d e r n o s e s t a n e m p e ñ a d o s e n c o n f u n d i r l o s y b u s c a n
m i s t e r i o s e n las p a l a b r a s d e P l i n i o , q u e n o le p a s a r o n p o r l a
í m a g i n a c i o n . C e l i o R o d i g i n i o (*) y J a c o b o D a l e c a m p i o j u n t a n l a
p a l a b r a M a y o r c o n la v o z C o n s u l , c o m o q u e P l i n i o s i g n i fi c a , q u e
C o r n e l i o B a l b o f u e el C o n s u l m a y o r . L l a m á b a s e a s í , d i c e n , e l
C o n s u l p r i m e r o , ó m a s a n t i g u o . E s t a m a y o r a n t i g ü e d a d s e t o
m a b a d e v a r i o s p r i n c i p i o s . E r a C o n s u l p r i m e r o , ó m a s a
n t i g u o ,
el q u e r e c i b í a los F a i - c e s á n t e s d e s u c o l e g a , ó p o r s e r ma s a n
c i a n o , ó m a s n o b l e , s e r c a s a d o , ó t e n e r m a s h i j o s , h a v e r s i d o
d e c l a r a d o p r i m e r o , ú o b t e n i d o o t r a v e z el C o n s u l a d o . P e r o l a
e r u d i c i o n d e e s t o s A u t o r e s e s m a l a p l i c a d a al c a s o p r e s e n t e :
p u e s n o d i c e P l i n i o q u e C o r n e l i o B a l b o f u e C o n s u l m a y o r r, s i n o
u e C o r n e l i o B a l b o el m a y o r f u e C o n s u l , c o m o á n t e s h a b l a n d o
d e C o r n e l i o B a l b o el m e n o r , l l a m a t a m b i e n m a y o r al tío p a r a
d í s t i n a u i r l o s . S e g u n el m o d o d e d i s c u r r i r d e e s t o s E r u d i t o s , h a —
v r á t a m b i e n o t r a clase d e tíos m a y o r e s , c o m o d e m a y o r e s C ó n a b
s u l e s . E s v i s i b l e p u e s q u e a m b o s s e a p a r t a r o n d e l s e n t i d o v e r d a
d e r o d e las p a l a b r a s d e P l i n i o . A u n q u e C o r n e l i o B a l b o s e n o m
b r ó C o n s u l e n p r i m e r l u g a r , “ y á n t e s d e s u c o l e g a C a n i d i o , Pli
n i o n o a l u d e á s e m e j a n t e p r i m a c í a . : - I g u a l m e n t e s e e n g a ñ a n
e s t o s A u t o r e s e n h a c e r u n a p e r s o n a m i s m a d e l o s d o s B a l b o s .
C e l i o R o d i g i n i o , d e s p u e s d e h a v e r h a b l a d o d e B a l b o el C o n s u l ,
á q u i e n d e f e n d i ó C i c e r o n , y p u e s t o las m i s m a s p a l a b r a s d e Pli4
n i o , a ñ a d e : , e s t e ,es a q u e l B a l b o , á q u i e n E s t r a b o n l l a m a
,,triunfal e n e l libro t e r c e r o d e s u C o s m o g r a fi a . E l m i s m o B a l b o ,
, , s e g u n P l i n i o , t r i u n f ó d e l o s G a r a m a n t a s , _y f u e h e t h o c r u d a
, , d a n o R o m a n o . ,, ¿ Q u i é n c r e y e r a q u e h a v i e n d o P l i n i o d l s t l n
g u i d o c o n t a n t o c u i d a d o á los d o s B a l b o s , este E r u d i t o , t e :
n í e n d o á s u v i s t a l o s ‘ m i s m o s t e s t i m o n i o s , s e o b s t í n a s e e n c o n ‘
f u n d i r l o s ? L o m a s . e s q u e a llí h a c e d e C r í t i c o , y d i c e q u e p a r a
n o a p r o b a r l o s i n g e n i o s , c o m o l o s v i n o s , n o s e d e b e a d m i t i r
t o d o lo q u e d i c e n los A n t i g u o s s i n e x á m e n . S i e s t a c r i t i c a la h u ‘
y i e s e a p l i c a d o a l c a s o p r e s e n t e , n o h u v i e r a p a l p a d o s o m b r a s e n
m e d i o d e l día. ¿ Q u é m a s p o d í a h a c e r P l i n i o p a r a distinguir á '
B a l b o C o n s u l a r d e B a l b o t r i u n f a l , q u e l l a m a r al u n o tío d e l
o t r o ? U n a m i s m a p e r s o n a b i e n p u e d e o b t e n e r el C o n s u l a d o y
e l t r i u n f o : p e r o n a d i e p u e d e s e r t í o d e si m i s m o . P l i n i o h a b l a n
d o d e B a l b o el t r i u n f a l , d i c e q u e o b t u v o el d e r e c h o d e c i u d a
d a n o R o m a n o , c o m o t a m b i e n B a l b o el m a y o r s u tío. S o b r a p u e s
la crítica y b a s t a n los o j o s p a r a d í s t i n g u i r l o s . _ J a c o b o D a l e c á m p i o
siguió c i e g a m e n t e á C e l i o R o d i g i n i o o b s c u r e c t e n d o el m i s m o l u g a r
(*) g r a m o » . m m ' g . lib. r 2 . c a p . 8. ' d e
" Cornelio Balbo " 9 7
sulado en R o m a , p u e d e p a r e c e r disputable á a l g u n o
m e n o s v e r s a d o e n la Historia antigua. R o d r i g o C a r o
en la C o r o g r a fi a del C o n v e n t o jurídico d e Sevilla , h a
b l a n d o d e lo c o m u n q u e era e n A n d a l u c í a el n o m b r e
H i s t . Lz't. d e E s p . T o m . I V : lib. V I I I . G y
d e P l i n i o , q u e p r e t g n d i a ilustrar. P e r o n o s a d m i r a q u e C a s a n
b o n ( i n lib. 3. S t r a b o n . ) c a y e s e t a m b í e n e n e s t e e r r o r g r o s e r o :
p u e s h a b l a n d o d e l B a l b o d e E s t r a b o n , q u e e s el m e n o r , ó e l
triunfal , d i c e q u e D i o n C a s i o t r a t a d e s u s g r a n d e s r i q u e z a s :
s i e n d o n o t o r i o q u e D i o n C a s i o h a b l a d e B a l b o el M a y o r , ó e l
C o n s u l a r . T a n t o s s o n e n a l g u n a s o c a s i o n e s los s u e ñ o s d e l o s m a s
d i l i g e n t e s C r í t i c o s . = D i c e allí m i s m o q u e B a l b o f u e el p r i m e r
e s t r a n g e r o q u e t r i u n f ó , c o m o l o n o t a n P l i n i o , S o l i n o y D i o n
Cn a o s i e o n . s P u e s r o F a n m e i g l a i a m r o s R o q m u a e n Da : i o h n a c C e a s t i a o m b n í o e t n e e u n s a t o c . o = n f F u u s l i v ó i n o m U a r r s a i - v

billosa d e las p e r s o n a s d e l os B a l b o s . D i s t i n g u e á C o r n e l i o B a l b o
el C o n s u l d e l q u e f u e h e c h o c i u d a d a n o R o m a n o y d e f e n d i d o p o r
C i c e r o n . E s t e d i c e q u e f u e p a d r e d e a q u e l . Y a ñ a d e q u e d e e s t e
C o r n e l i o B a l b o y s u p a d r e h a c e m e n c i o n E s t r a b o n e n el libro
t e r c e r o . D e s u e r t e q u e p o r l a c u e n t a d e e s t e E r u d í t o , C o r n e l i o
B a l b o e l s o b r i n o f u e p a d r e d e s u tío. C o n s t a q u e el B a l b o d e E s
t r a b o n e s el q u e t r i u n f ó d e l o s G a r a m a n t a s . E s t e f u e s o b r i n o d e l
C o n s u l , s e g u n P l i n i o : y el m i s m o C o n s u l f u e d e f e n d i d o p o r C i 4
c e r o n s o b r e el ‘ d e r e c h o d e C i u d a d a n o R o m a n o c o n c e d i d o p o r
P o m p e y o . T o d o e s t o q u e c o n s t a e x p r e s a m e n t e d e A u t o r e s a n t i —
n o s , s e t r a s t o r n a y c o n f u n d e p o r el d i c h o A u t o r , q u e n o s o l o
a c e d e d o s B a l b o s u n o , s i n o t a m b í e n d e u n o d o s . P o r q u e n o
p a r e z c a i n c r e í b l e la a l u c i n a c i o n d e u n h o m b r e t a n s a b i o , p o n
d r e m o s a q u í s u s p a l a b r a s . T e r t i u r tabellzt D e n a r z ' u r p e r t í n e r a d L .
C o r n e l i u m B a l / m m , q m ‘ c u m P . C a n i d i o C r a r r o C o n s u l s u fi ’ é fi ‘ u r fi d t
a n n a D C C X I I I . c u j u r i n «¡ita A t t i c i m e m i n i r C o r n e l i u s N e p o s .
H o j a s , u t o p i n a r , patear/in’: L . C o r n e l i u s B a l b o : G a d i t o n a : ; d e
q u o fi w i t m e n t i o n e m S z ‘ m b o ( l i b . 3 . ) q u i q u e al C ' n . P o m p e j o c / w ' t a
t e m R o m a n o m a c c e p i t : d e q u a p a r t e n p e r i c l i t a m r d G c e r o n e d e
fensa: e n . F a m i l . R o m a n . C o r n e l i o p a g . 7 7 . : L a m i s m a e q u i
v o c a c i o n p a d e c i ó el g r a n d e A r z o b i s p o d e T a r r a g o n a D . A n t o n i o
A g u s t í n . D i s t i n g u e t r e s B a l b o s . U n o q u e r e c i b i ó d e P o m p e y o e l
d e r e c h o d e C i u d a d a n o , c u y a d e f e n s a h i z o C i c e r o n . O t r o h i j o d e
este q u e f u e C o n s u l s u f e é t o c o n P u b l i o C a n i d i o C r a s o , d e q u i e n
Plinio d i c e f u e el p r i m e r C o n s u l e s t r a n g e r o . O t r o e n fi n q u e
f u e P r o c o n s u l e n A f r i c a y t r i u n f ó el a ñ o d e 7 3 4 . E s d e o p i n i o n
q u e el ú l t i m o f u e t a m b í e n C o n s u l s u f e d o t r e c e a ñ o s á n t e s c o n
P a u l o E m i l i o L é p i d o : a u n q u e el n o m b r e d e B a l b o falta e n l o s
fastos c o n s u l a r e s . N o d i s p u t a m o s si e s t e B a l b o f u e C o n s u l y p o r
t a n t o V e l / e y o P a t é r c u l o le l l a m a c o n s u l a r : n i q u a n t a f u e r z a t e n
ga la conjetura d e este Erudito. P e r o c i e r t a m e n t e se e n g a ñ a d e n
[ s u
Y W

- 9 8 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
y familia d e los Cornelíos , dice (a) “ q u e fuera d e los
n q u e c o n s t a h a v e r h a v i d o e n C a d i z l l a m a d o s C o r n e
nlios Ba lbos , h u v o u n Consul , natural d e Sevilla,
n p o r lo m e n o s lo f u e s u l i n a g e y s u n o m b r e , q u e se
n l l a m ó C n e o Cornelio H í s p a l o , y fue C o n s u l ciento
n o c h e n t a a ñ o s á n t e s q u e C h r i s t o naciese. Y d e m a s d e
n este insigne Sevillano 81o.” (continúa refiriendo v a
rías i n s c r i p c i o n e s d e C o r n e l i o s e n la Bética). P e r o es
te es m u y leve f u n d a m e n t o ’ p a r a h a c e r Sevillano á este
C o n s u l . P r i m e r a m e n t e la a l u s i o n d e l n o m b r e , n o p r u e
b a el v e r d a d e r o origen , ó e t y m o l o g í a , h a v í e n d o v o c e s
m u y parecidas d e distintas raizes. A d e m a s o p o n d r i a
a l g u n o . q u e d e H i s p a / z ' s n o se f o r m a el a d j e t i v o H i s
p a l o , s i n o H i s p a / e n s e . F u e r a d e esto la s e n t e n c i a d e
C a r o c o n t r a d i c e e x p r e s a m e n t e al t e s t i m o n i o d e P l i n i o
q u e , h a b l a n d o d e B a l b o , a fi r m a fue el primer estran
g e ‘
distinguir los d o s p r i m e r o s B a l b o s : p u e s f u e r o n u n a m i s m a p e r
s o n a el d e f e n d i d o p o r C i c e r o n , y el m e n c i o n a d o p o r P l i n i o :
c o n s t a n d o e x p r e s a m e n t e d e las p a l a b r a s d e e s t e A u t o r ,. q u e B a l
b o el C o n s u l e s el m i s m o q u e e s t u v o e x p u e s t o al j u i c i o d e las.
v a r a s , e s t o e s , á s e r p r i v a d o d e l d e r e c h o d e c i u d a d a n o R o m a
n o : y h a b l a n d o d e l m i s m o e n o t r a p a r t e d i c e , q u e h a v i a o b t e '
n i d o e s t e d e r e c h o p o r b e n e fi c i o d e P o m p e y o . E n v a n o p u e s y
c o n t r a el t e s t i m o n i o d e los A n t i g u o s , se h a c e n d o s B a l b o s p a
d r e é hijo , d e u n a m i s m a p e r s o n a . L a s p a l a b r a s d e D . A n t o n i o
A g u s t í n s o n las s i g u i e n t e s : P r a t e r k o : , q u i e x 'veterz'bur nobilz‘sri
m i : fi z m i l i i s p a t r i t i i f u e r u n t , r e p e r i o B a l b o s C o r n e l i o : C o n s u l a r e s
q R u o o m r a u n m a m o r a i c g c o e p G i a t d i , t d a e n a q . u a P p r o i s m t e a a s p e B r a i l c ó l n i : t a t a ‘ u r C n e . s t P , o ¿ m 3 p e d j e o f e n c s í a v : i t a ‘ a C t ie m - i
c e r o n e . H u j u s fi h ' u : , u t a r b i t r o r , C o s . s u f e ñ u r f u i t , p r i m a s e x
p r o v i n o i i s a d O c e a n u m c o n s t i t u t i s , u t P l i m ' u r a n i m a d ' u e r t i t , L .
C o r n e l i u s L . F . B a l b u s c u m P . c a n i d i o C r a s s o u n . D C C J H I I . A l t e r
B a l b u s fi l i t L . C o r n e l i u s P . F . q u i P r o c o r . e x Á f r i c a V I . K a ] .
A p r i l i s a n n o D C C X X X I V . t r i u m p b a u i t . H u n c e x i s t i m o Cos. s u fi c
t u m f u i r s e a n t e a n . X I I I . c u m P a u l o ¡ E m i l i o L e p i d o e x K a ] . 3‘ulii:
q u a m v i s B a l b i n o m e n i n f a s t i s desir. A n t o n . A u g . lib. d e F a m i l .
R o m a n . C o r n e l i o p a g . 3 3 ; . ¿ z 3 6 .
(a) R o d r i g . C a r o C o r o g r . d e l C o n v e n t o Ï u r i d . d e Set). lib. 3 . c a p .
1 3 . p á g . 1 0 5 . : A ' n t z ' g u e d . de Sevilla lib. 2. c a p . Il. p á g . 7 r .
Cornelio Balbo. 9 9
gero q u e o b t u v o el h o n o r d e C o n s u l . F i n a l m e n t e cien
to y o c h e n t a a ñ o s ántes d e Christo e s t a b a n e n su m a
yor v i g o r las guerras d e R o m a n o s y E s p a ñ o l e s : y es
del t o d o ínverosimil se eligiesen entónces Cónsules es—
trangeros , n o solo d e las N a c i o n e s e n e m i g a s , sino
aun d e las aliadas; c o m o c o n o c e r á qualquiera q u e tu
viere m e d i a n a inteligencia d e la antigüedad. Si u n E s
pañol h u v i e r a sido C o n s u l e n aquel t i e m p o , s e n o t a
ria esto e n la historia R o m a n a , c o m o s u c e s o m u y p a r
ticular. S i n d u d a se h a r í a m a s misterio y p o n d e r a c i o n
que del C o n s u l a d o d e B a l b o e n t i e m p o d e los E m p e
radores. A s í e n la referida noticia r e c o n o c e m o s m a s
la p a s i o n q u e el juicio d e R o d r i g o C a r o : se e x p l i c ó
m a s c o m o Sevillano (I) , q u e c o m o E r u d i t o ; ó , c o m o
decia del P. V i e y r a la célebre M o n j a d e M é x i c o , e n
esto h a b l ó m a s la N a c i o n q u e el A u t o r . C o n igual
f u n d a m e n t o p u s o e n t r e los v a r o n e s ilustres d e S e v i l l a
á F e s c e n i a H í s p a l a , raro e x e m p l o , dice , d e lealtad,
y b o n d a d Sevillana q u e d e s c u b r i ó los n e f a n d o s B a c a
nales e n R o m a c i e n t o n o v e n t a a ñ o s á n t e s q u e C h r i s t o
naciese. Igual consideracion m e r e c e la otra noticia,
q u e R ú s t i c o B o l a n o , p a d r e d e S. F l o r e n c i o , S e ñ o r
del Castillo d e T i l e e n la c a m p i ñ a d e Sevilla f u e C o n
sul e n R o m a a ñ o d e C X I I d e la N a t i v i d a d d e Christo.
C a u s a lástima hallar e n v a r o n e s d o a o s tanta falta d e
crítica. M e r e c e a l g u n a d i s c u l p a p o r el v i c i o d e l si
glo , e n q u e se havia t u r b a d o la luz d e la Historia c o n
la n i e b l a d e los falsos C r o n i c o n e s .
G 2 C o n
(i) N o f u e R o d r i g o C a r o n a t u r a l d e S e v i l l a , s i n o d e U t r e r a ,
Villa d e a q u e l R e y n o y A r z o b i s p a d o : p e r o se d e d i c ó c o n l o a b l e
d i l i g e n c i a á ilustrar las a n t i g ü e d a d e s , y e n s a l z a r la g l o r i a d e s u
M e t r ó p o l i .
I O O Escrít. del t i e m p o d e A u g u s t o .
7 9 C o n m a y o r apariencia d e v e r d a d se p o d r í a
o p o n e r á la p r i m a c í a d e B a l b o el C o n s u l a d o d e M .
P e r p e n n a . Valerio M á x i m o (a) le s u p o n e estr angero,
y sin e m b a r g o c o n s t a fue C o n s u l c o n C a y o C l a u d i o
Pulcro a ñ o d e R o m a D C X X V . ó D C X X i I l . segun otra
c r o n o l o g í a ; esto es , casi cien a ñ o s ántes del c o n s u l a
d o d e Balbo. M a s P e r p e n n a v e r o s i m i l m e n t e era n a t u
ral d e Italia , a u n q u e o r i u n d o d e G r e c i a : bien q u e es
t a r e fi e x i o n n o b a s t a p a r a s a l v a r la e x p r e s i o n d e P l i
n i o , q u e dice q u e B a l b o s i e n d o estra ngero fue el pri
m e r o , q u e c o n s i g u i ó est e h o n o r n e g a d o a n t i g u a m e n
te á los p u e b l o s Latinos. P e r o el m i s m o Va lerio M á
x í m o r e fl e x i o n a , q u e el c o n s u l a d o d e P e r p e n n a f u e
n u l o y c o n t r a l as leyes. A s í le'llama falso c o n s u l a d o .
E n efeé’to P e r p e n n a h a v i a s i d o a d m i t i d o á esta M a
gistratura sin ser c i u d a d a n o R o m a n o . P o r lo qual la
ley Papz'a declaró írrito su c o n s u l a d o y arrojó á s u
p a d r e d e R o m a c o m o á i n t r u s o , y u s u r p a d o r d e l d e
r e c h o q u e n o le p e r t e n e c í a (b). F u e p u e s el C o n s u l a
d o d e P e r p e n n a írrito y d e n i n g u n valor. F u e , d i c e
V a l e r i o M á x í m o , n o p e q u e ñ a a f r e n t a d e l C o n s u l a d o
q u e M a r c o P e r p e n n a ántes d e ser C i u d a d a n o f u e s e
C o n s u l . P o r el contrario el C o n s u l a d o d e B a l b o f u e
c o n f o r m e á las l e y e s 5 y este ilustre e s t r a n g e r o n o p r o
d u x o afrenta , sino gloria á la dignidad.
8 o Plinio p o n d e r a d i g n a m e n t e esta excelencia
d e B a l b o . S i e n d o e s t r a n g e r o ,' d i c e ( c ) , n a c i d o e n l a
e x
(a) L i b . 3. c a p . 4 . n u m . 5 . : N o n p e r m u - C o m - u l a t ú r r u b o r M .
P e r p e n n a , u t p o t e q u i C o r . a n t e q u a m r i m ’ : . . . I t a M P e r p e n n a n o
m e n a d u m b m t u m , fi t l r u r c o n s u l a r ” : , c a l i g i n i s s i m i l e z ' m p e r z ' u m , c a
d u c m t r i u m p b u r , a l i e n a i n u r b e i m p r o b e ‘ p e r e g r í n a t u s e st.
(b) A l e x a n d e r a b A l e x . G e n i a l . dier. lib. 3. c a p . 2 2 . ’
(c) F m ‘ : é ? B a l l m : C a m e l . m a j o r C o m a ] , s e d a c c u r a t u r , e t q u e d e
j u
C o r n e l i o B a l b o . ' I O I
extremidad del m u n d o , y en u n a Isla del O c é a n o ,
c o n s i g u i ó el h o n o r d e l C o n s u l a d o , q u e n u e s t r o s ma-l
yores n e g a r o n á los m i s m o s pueblos del Lacio. P e r o
el mérito sobresalient e d e B a l b o v e n c i ó e stos es torvos.
Pa reció e ste insigne estrangero c o n si ngular gloria
de su p e r s o n a , y d e su N a c i o n á la fre nte d e la re-—
p ú b l i c a R o m a n a . P r u e b a inven cible , q u e el v e r d a —
de ro m é r i t o n o es es trangero e n n i n g u n país , y q u e
u n h o m b r e s a b i o m i r a p o r p a t r i a á t o d o el m u n d o .
L a s u b l i m i d a d d e los talentos n o se encierra e n la
esfera d e las R e g i o n e s , ni e n el recinto d e las m u r a —
llas. L a c a p i t a l d e l m u n d o R o m a n o t u v o m o t i v o d e
arrepentirse d e haver abierto á los estrangeros en la
p e r s o n a d e B a l b o p u e r t a f r a n c a p a r a las d i g n i d a d e s
del I m p e r i o . C o r n e l i o T á c i t o e n sus A n a l e s (a) p o n e
e n H i b s o t c . a L i d t e . l d E e m E p s e p r . a T d o o m r . I C I l ’ . a l u i d b . i Vo I u I I n . a h e r i m G o s 3 a a r e n g e a n

j u r e ' u z ' r g a r u m ¡ n e u m , j u d í e u m i n c a n v i / ¡ u m mii -su s , p r i m a s e x t e r


n o r u m , o t q u e e t i a m i n O c e a n a g e n i t o r u m u s u s íll ó b o n o r e , q u e m
m u j e r e s L a t í n q u o q u e n e g u o e r u n t . P l i n . lib. 7 . C a p . 4 3 .
(a) A . V i t e l l i o , L . Vz 'psanz'o C o n s u l i b u s , c u m d e s u p p l e n d o S e n a —
t u a g i t a r e t u r , p r i m o r e s q u e G a l l i c a ’ , q u e c o ' m a t a a p p e l l u t u r , f e d e
r u , ¿ a cí'uz'tatem R o m a n a m p r i d e m assequutí , j u s a d i p i s c e n d o r u m
z'n u r b e I r o n o r u m e x p e t e r e n t 5 m u l t u s eri s u p e r r e ' v a r i u s q u e r u m o r ,
Ü s t u d i z ' s d í o e r s z ' s u p u d P r i n c i p e m c e r t a b a t u r , a s s e v e r a n t i u m ; n o n
a d e b ¿ ‘ g r a m I r a l z ' a m , u t S e n a t u m s u p p e d z ' t a r e u r b i suse nequz'ret.
S u fl e c i s s e olz'nr i n d í g e n a s c o n s a n g u i n e i s p a p u l i s , n e c p t e n í t e r e 'vete
r i s R e z ' p . , Q u i n a d b u c m e m o r a r i e x e m p l a , q u e p r í s c i s m o r z ' b u s a d
m ' r t u t e m , G5’ g l o r i a » : R o m a n a i n d o l e s p r o d i d e r í t . A n p a r u m q u o d
P ' e n e t i , ¿ 3 I n s u b r e s c u r i a m í r r u p e r i n t _, n i s i ¿ ‘ z e t a s a l i e n í g e n a r u m
'velut c a p t i w ' t a s í n f e r a t u r ? Q u e m u l t r a b o n o r e m resz'duz’s n o b i
l i u m ? a u t si quz's p a u p e r a L a t í n S e n a t o r fi z r e t ? o p p l e t u r o s o m n i a
di'uz'tes ¡[las , q u o r u m w v í p r o a o i q u e , bostilz'um n a t i o n u m d u c e s e x e r
c z ' t u s n o s t r o s f e r r á , w ' q u e c e c i d e r i n t t, D i v u m j u l i u m a p u d Á l e
sia'n o b s e d e r i n t . R e c e n t i a Im’c : q u i d si m e m o r i a e o r u m inorz'retur,
q u i capítolz’á , ¿ 3 a n i R o m a n a ” : m u n i b u s e o r u n d e m p r o s t r a t z ' s ? F r u c
r e n t u r s a n é v o c a b u l ó cim'tatz's : i n s i g n i a P a t r u m , d e c o r a M a g í s
t r a t u u m , n e v u l g a r e n t . C o m . T a c i t . A n n a ] . lib. l I. c a p . 2 3 . p a g .
1 2 3 .
1 0 2 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
e n q u e muestra‘ el acierto d e ‘semejantes elecciones.‘Sien
d o C ó n s u l e s A u l o Vitelio , y L . V i p s a n i o se trató
d e ' c o m p l e t a r el S e n a d o . A l g u n o s p e r s o n a g e s ilustres
d e la Galia , q u e antes'havian c o n s e g u i d o alianza c o n
R o m a , y d e r e c h o d e ‘ c i u d a d a n o s , a o r a p r e t e n d í a n
tener entrada á los honores y dignidades. M u c h o s .
s e o p o n i a n á esta pretension d i c i e n d o q u e b a s t a b a n :
los Nacionales para llenar d i g n a m e n t e los empleos;
sin q u e f u e s e p r e c i s o c o n c e d e r este h o n o r á los es-i
tra n g e r o s , q u e p o d í a n estar c o n t e n t o s c o n ser a d m i
tid os á la C i u d a d ,-sin permitir se hiciesen vulgares,
y c o m u n e s l o s M a g i s t r a d o s , e s t e n d i é n d o l o s á p e r s o
nas estrañas. E l E m p e r a d o r C l a u d i o n o asintiendo á
estos consejos vulgares , h a b l ó en pleno S e n a d o , y
dixo (a) q u e R ó m u l o c o n gran sabiduría admitió á
los’
(a) H i s , a t q u e talíbus b a n d p e r m o t u s P r i n c e p s , ¿9" s t a t i m c o n
t r r u a m d a i n s t r i e q r u u i i s t s , i m G u ? s ' C U l o a c u a s t - á u s. S ' o e r n i a g t i u n i e t a S a e x b o i r n s o u s , s e s i t m u : l ¡ M i e n j o r c e i s w ' m t e a i t e ( m q R u o o - i

m a n a m , ¿ 3 i n f a m i l i a s p a t r i c i o r u m o d s c i t u s e s t ) b o r t a n t u r u t i
p a r i b u s consiliis R e m p . ¿‘opel-sam , t r a m fi r e n d o biie q u o d u s q u a m
e g r e g i u m fi i e r i t . N e q u e e n i m i g n o r o j‘ulios A0171“: , C ' o r u n c a n i o s C a
m e r i ó , P o r t i o s T u r c u l ó 5 ¿ 3 n e r u e t e r a s c r u t e m u r , E t r u r i a , L u ' - .
c a m ' a q u e , ¿ 3 o m m ' I t a l i ñ i n S e n a t u m a c c i t o s . P o s t r e m b i p s a m fl d
d l p e s p r o m o t o m , u t n o n m o d o s i n g u l i 'v i r i t i m , s e d t e m e , g e n
t e s q u e i n n o m e n n o r t r u m e o a l e s c e r e n t . T u n e s o l i d a d o m i q u i e : , é ?
a d v e r s u s e x t e r n o fl o r u i m u s ' , c u m T r a n s p a d u n i i n c i w ' t a t e m r e c e p
t i , c u m s p e c i e d e d u t ï a r u m p e r o r b e m t e m e l e g i o n u m , a d d t ' t i s p r o
v i fl c i a l i u m w a l i d i s s i m i s , f e s r o i m p e r i o s u b v e n t u m est : n u m p e n i
ret B u l b o s e x H i s p a n i a , n e c m i n u s i n s i g n e s ’ rvz‘ros e G a l l i a N a r b o
n e m i t r a n s i v i s s e ? M a n e n t p o s t e r i e o r u m , n e c a m o r e i n b a n : p a - —
t r i a m n o b i s c o n e e d u n t . á Q u i d a l i u d e x i t i o L a c e d e m o n i i s ' fi ? A t h e
fl i e n s i b u s f u i t , q u u m q u a m a r m i s p o l l e r e m , m ' s i q u o d v i ñ a s p r o
olienigenis a r c e l m n t ? d t conditor noster R o m u l u s t a n t u m s a p i e n
tiá v a l u i t , u t p l e r o s q u e p o p u l a r e o d e m d i e b o r r e s , dez'n L‘Í’DeS 174-
b u c r i t . Á d u e n z i n n o s r e g n a u e r u n t . L i b e r t i n o r u m fi l i i s m a g i s t r a
tus m n n d u r i , n o n , u t plerique f a l h m t u r , repens- (*) , s e d priori p o
p u l o f a fi ‘ i t a t u m est . . . . . O m n i a P . C . q u e e n u m : v e t u s t i s s i m a c r e
d u n t u r ,t n o r i a f u e r e : p l e b e i m o g i s t r a t u s p o s t p a t r i c i o : , L a t i m ' "
0") A l t a s recent. ' . -
post
r' C o r n e l i o B a l b o “ u f3; 1 0 3
los estrangeros n o solo á las d í g n i d a d e s , sino á la
c o r o n a del I m p e r i o : q u e sus m a y o r e s se h a v i a n p o r
tado c o n igual generosidad : q u e él m i s m o deseen!
día d e los S a b i n o s y q u e á R o m a se h a v i a d e traer:
lo m e j o r q u e h u v i e s e e n otras partes. ¿ Q u i é n i g n o r a
que los J ulios vinieron d e A l b a , los C o r u n c a n i o s d e
c a m e r i n o ; los Porcios d e T ú s c u l o 5 y para n o dete
nernos en e x e m p l o s antiguos , la Etruria , la L u c a
nia , y ú l t i m a m e n t e t o d a la Italia o b t u v o lugar e n
el S e n a d o ? ¿ P o r v e n t u r a ‘estamos’ a r r e p e n t i d o s , q u e
los B a l b o s v i n i e s e n d e E s p a ñ a á o c u p a r las p r i m e r a s
dignidades , y otros h o m b r e s igualmente ilustres d e
la G a l i a N a r b o n e n s e ? V i v e n a u n sus descendientes,
y n o s o n inferiores á nosotros e n el a m o r y obse-F
q u i o s d e esta Patria. N o h a i c o s a t a n a n t i g u a , ni t a n
establecida , q u e n o h a y a sido n u e v a e n a l g u n t i e m
p o . N u e s t r a s d e t e r m i n a c i o n e s p r e s e n t e s , s e r á n e x e m
p l o á la posteridad. —
8 r H e m o s q u e r i d o p o n e r aquí. esta bella a r e n g a
:de T á c i t o , así p a r a desterrar las p r e o c u p a c i o n e s n a —
c i o n a l e s , q u e n o se e s t a n c a r o n e n R o m a , n í e n a q u e l
s i g l o , c o m o p o r q u e es u n t e s t i m o n i o i n s i g n e d e l acier
xto , c o n q u e d e s e m p e ñ ó Cornelio B a l b o los empleos
.de la R e p ú b l i c a : pues d e x ó f a m a d e sus, gloriosas
a c c i o n e s c a p a c e s d e p e r s u a d i r , q u a n útil p o d í a s e r
‘á R o m a la a d m i s i o n d e los‘ e s t r a n g e r o s al g o c e d e las
d i g n í d a d e s . T a m p o c o o m i t i r e m o s q u e el e r u d i t o A u
tor d e las A n t i g ü e d a d e s G a d i t a n o s (a) se e q u i v o c a
G 4 . e n
p o s t p l e b e j o : , c z e t e r o r u m I t a l h e g e n t z ’ u m p o s t L a t i n o s . I n v e t e r a r c e t
12cc q u a q u e : ¿ 3 q u o d b a d i e e x e m p l i s t u e m u r , i n l e r e x e m p l a e n } .
I b i d . c a p . 2 4 . ‘ .
( a ) S u a r e z . d e S a l a z a r A n t z ‘ g . G m h l i b . 1 . . c a p . r s . p á g , u 9 . . .\,—
1 0 4 Escrit. del tiempo-de A u g u s t o .
e n la inteligencia q u e d a al referido p a s a g e d e T á c i
to. “ P o r este a m o r , dice , q u e los B a l b o s tuvieron á
Q’Sl] p a t r i a C a d i z , y lo m u c h o q u e s e p r e c i a r o n d e
»ella , d i x o el E m p e r a d o r C l a u d i o e n u n a o r a c i o n q u e
,y h i z o e n e l S e n a d o : ¿ P o r v e n t u r a p é s a l e s á l o s B a l
» b o s ser E s p a ñ o l e s ? ” Este sabio leyó sin d u d a m u i
- d e prisa ó t r u n c a d a s las palabras d e T á c i t o , sin r e
cu rrir al original , ni r e fl e x i o n a r el cont exto . N o f ue
el intent o d e C l a u d i o persuadir el a m o r q u e los B a l
b o s tuvi eron á C a d i z , ni el a p r e c i o q u e h a c í a n d e s u
Patria y N a c i o n , sino mostrar q u a n útil , y honorí—
fi c o fue á R o m a q u e los B a l b o s h u v i e s e n ido d e E s
p a ñ a , n o s i e n d o inferiores estos ilustres p e r s o n a g e s
á los R o m a n o s m i s m o s 'en el afetï’to y h a z a ñ a s c o n q u e
sirvieron á esta capital del O r b e . A s í n o p r e g u n t a ,
si á los B a l b o s les p e s a b a ser E s p a ñ o l e s , sino si á
R o m a le p e s a b a , q u e h u v i e s e n v e n i d o á ella u n o s E s
p a ñ o l e s tan insi gnes. H e m o s h e c h o esta o b s e r v a c i ó n
‘en o b s e q u i o d e la v e r d a d sin ser nuestr o á n i m o q u e
e s t a c o r r e c c i o n crítica d i s m i n u y a el c r e d i t o d e e s t e
sabio escritor Gaditano. D . Nicolas A n t o n i o (a) ce‘
lebra j u s t a m e n t e su exactitud e n distinguir las a c c i o
» n e s d e los d o s B a l b o s , q u e o t r o s E s c r i t o r e s así n a
cionales c o m o estrangeros c o n f u n d e n y equivocan (1)
T a m
t (a) Q u a d n e s c i o a n t e m e a l i q u i : a n p r m t i t e r i t e x c e p t o u n á 3 0 m m :
B a p t i s t a S a l a z a r i o G a d i t a m e E c c l e s i a ’ p o r t i o n a r i á i n e o p r e s t a n
‘ t í s e r u d i t i o n í : , q u a n t u m ' v i s p a r q u e m o l i : l i b r o , q u e m d e G a d i t a n e e
: u r b i r a n t í q u i t a t i b u s ' v e r n a e u l ó s e r m o n e ¡ n p u b l i c a n : e d i d i t . N i c o l .
A n t . Bihlz'otb. V e r . H i s p a n . lib. r. c a p . 2 . n u m . 2 2 .
L ( r ) A m b r o s i o d e M o r a l e s ( lib. 8. c a p . 5 o . y 6 o . ) y-el P . M a r i a n a .
( lib. 3. c a p , 2 4 . y 2 ; . ) n i e g a n el C o n s u l a d o á C o r n e l i o B a l b o el
1 m a y o r .le c o n c e d e n al m e n o r . O t r o E s p a ñ o l , d i c e M o r a l e s , t u
— v 0 e n o m a el C o n s u l a d o . . . . E s t e f u e C o r n e l i o B a l b o n a t u r a l
d e la Isla d e C a d i z , s o b r i n o del o t r o q u e c o n C n . P o m p e y o h a
v i a v i d o á R o m a , c o m o e n l o d e S e r t o r í o s e d i x o . . . . ,, y f u e
s u b s
C o r n e l i o B a l b o . 1 0 5
T a m b i e n n o s p a r e c e justo el c o n c e p t o q u e f o r m a d e
su o b r a , l l a m á n d o l a libro d e corto t a m a ñ o , p e r o d e
vasta erudicion. U n o ú otro d e s c u i d o , n o b o r r a el
mérito d e la erudicion ó la diligencia.
8 2 V o l v i e n d o á nuestro a s u n t o , la o c a s i o n c o n
q u e B a l b o fue h e c h o C o n s u l , s e g u n refiere D i o n C a
S 1 0
',,substituido B a l b o c o n P u b l i o C a n i d i o á C n . D o m i c i o C a l v i n o ,
, , y á A s i n i o P o l i o n q u e f u e r o n C o n s u l e s el a ñ o 3 8 . a n t e s d e l
, , N a c i m i e n t o . . . E l a ñ o 1 6 . t r i u n f ó e n R o m a C o r n e l i o B a l b o ,
, , d e q u i e n a l g u n a s v e c e s h e m o s t r a t a d o . . . . H a v i a s i d o y a C o n
, , s u l . . . . . . y h a s e d e e n t e n d e r q u e n o e s e s t e el C o r n . B a l b o
, , q u e P o m p e y o l l e v ó d e C a d i z c o n s i g o , y l’e d e f e n d i ó d e s p u e s
, , M . T u l i o , s i n o u n s o b r i n o s u y o q u e s e f u e e n t o n c e s d e a c á
, , c o n él ,, H a s t a a q u í M o r a l e s . = Y el P . M a r i a n a e n el l u g a r ci
t a d o . , , V o l v a m o s , d i c e , al c o n s u l a d o d e D o m i c i o C a l v i n o d e
, , A s i n i o P o l i o n r E n el q u a l a ñ o n o m b r a r o n e n R o m a p o r o n
, , s u l s u f e é t o . . . á C o r n e l i o B a l b o G a d i t a n o : c o s a q u e hasta e n —
, , t o ' n c e s á n i n g u n e s t r a n g e r o s e c o n c e d i ó q u e f u e s e C o n s u l e n
, , R o m a . E r a este C o r n e l i o B a l b o d e u d o d e o t r o d e l m i s m o n o m
, , b r e , q u e a c a b a d a la' g u e r r a d e S e r t o r i o llevó á R o m a e n s u
, , c o m p a ñ i a C n . P o m p e y o ( c a p . 2 4 . ) E n R o m a C o r n e l i o B a l b o
,,nat-ural d e C a d i z , d e q u i e n se d i x o f u e C o n s u l , t r i u n f ó d e los
i , , G a - r a m a n t a s el a ñ o 16. a n t e s d e la v e n i d a d e C h r i s t o ( c a p . 2 ;.).,,
— P e r o c o n s t a de‘ C i c e r o n , P l i n i o , D i o n C a s t o y las t a b l a s c a p i
t o l i n a s , q u e B a l b o , h i j o d e L u c i o f u e c o n s u l s u f e fi o e n l u g a r
d e A s i n i o : y q u e , á e s t e m i s m o l l e v ó á R o m a P o m p e y o y d e
f e n d i ó C i c e r o n . E n v a n o p u e s d a n al s o b r i n o el C o n s u l a d o p r o
p r i o d e l tio. O m i u m o s l o q u e s o b r e e s t e p u n t o e s c r i b e el a u t o :
d e l E m p o r i o del O r b e , C a d i z ilustrada ( lib. a. cap. 9 . ) , P o r q u e
‘ m e r e c e m a s la c o n m i s e r a c i o n q u e la c r í t i c a d e l o s L e c t o r e s . , , C o n
,,la m u e r t e d e C e s a r , d i c e , q u e d a r o n las cosas d e R o m a m u y
, , a l t e r a d a s , y d i v i d i d o s e n v a n d o s : e r a n las d i s c o r d i a s g r a n d e s ,
, ¡ t a n t o , q u e ' p a r a d a r a l g u n c o r t e á‘ su_ c o m p o s i c i o n , f u e n e c e
, , s a r i o criar n u e v o s C ó n s u l e s , r e m o v i e n d o l os a n t i g u o s . C r í a
, , r o n s e e n es ta o c a s i o n C ó n s u l e s Asinio‘ P o l i o n , y C n . D o m i c i o
, , C a l v i n o á los a ñ o s 7 1 4 . d e la f u n d a c t o n d e R o m a . P o c o d u r ó
, , e n el C o n s u l a d o C a l v i n o . P o r q u e r e c o n o c i d a e n él la a fi c i o n á
,,la p a r c i a l i d a d d e C e s a r , le a m o v i e r o n d e l M a g i s t r a d o , y c r e a
, , r o n e n s u l
u g a r á L u c i o C o r n e l i o B a l b o el m a y o r G a d i t a n o ,
, , s e g u n r e fi e r e n D i o n y P l i n i o . ,, E n él p r i m e r p e r i o d o c o n f u n —
d e l o s C ó n s u l e s c r e a d o s c o n l o s d e p u e s t o s . E s t o s , s e g u n D i o n
f u e r o n A s i n i oy C a l v i n o . E n e l ú l t i m o p e r i o d o d a p o r r a z o n d e
l a d e p o s i c i o n d e C a l v i n o s u a fi c i o n á la‘ p a r c i a l i d a d d e C e s a r :
c o r n o si e s t o n o m i l i t a s e m u c h o m a s e n B a l b o . R e s t a l o m a j o r .
,, tro
1 0 6 Escrz'z‘. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
sio (a) , fue la siguiente. E l p u e b l o R o m a n o deseaba
q u e O é i a v i a n o y A n t o n i o hiciesen la p a z c o n Sexto.
P o m p e y o . Resistiéndose los d o s á sus instancias , se
a m o t i n ó la m u l t i t u d , a p e d r e a r o n á los M a g i s t r a d o s ,
derribaron las estat uas d e A n t o n i o y Oc'taviano , hi
riendo á algunos d e sus familiares , y á él m i s m o ras:
g á n d o l e el vestido. N o a p r o v e c h a r o n para sose gar-F
los ni los ruegos , n i las amenazas. F u e preciso e n ?
viar á P o m p e y o e m b a x a d o r e s sobre la p a z ; y a u n —
q u e el a ñ o estaba y a acia el fi n , f u e r o n p r i v a d o s d e
s u s e m p l e o s los _Pretores y los C ó n s u l e s , y e n s u l u
g a r n o m b r a d o s o t r o s . U n o d e e s t o s n u e v o s C o n s u e
‘les f u e L u c i o C o r n e l i o B a l b o . L o s C ó n s u l e s d e p u e s f
t o s f u e r o n C n . D o m i c i o C a l v i n o , y C . A s i n i o P o l i o n .
L o s
u,,0tro L u c i o C o r n e l i o B a l b o ( d i c e n u m . 7. ) s o b r i n o d e l r e f e r i d o ,
,,é h i j o d e P u b l i c C o r n e l i o B a l b o , n o m e n o s i n s i g n e , q u e s u
,,tio , m i l i t ó e n el e x é r c i t o d e S c i p i o n el A f r i c a n o e n las s a n ,
, , g r i e n t a s g u e r r a s c o n t r a S e r t o r i o : e n c u y o s e n c u e n t r o s h a v i e n '
, , d o d a d o s i n g u l a r e s m u e s t r a s d e s u p r u d e n c i a y v a l o r , a fi c i o
“ , , n a d o S c i p i o n á s u s p r e n d a s , d i c e el P . M a r i a n a , q u e c o n c l u i
» , , d a la g u e r r a d e S e r t o r i o , le l l e v ó c o n s i g o á R o m a , d o n d e l e
, , h i z o c i u d a d a n o R o m a n o , y d e allí p a s ó á A f r i c a c o n r a r g o d e
> , , P r o c o n s u l d e a q u e l l a P r o v i n c i a ” : R i r u m t e n e a t í : amz'cz‘? S c i
. p i o n el A f r i c a n o h i z o e n E s p a ñ a g u e r r a á S e r t o r i o ? B a l b o m i
:litó e n el e x é r c i t o d e S c i p i o n ? C o n c l u i d a la g u e r r a f u e l l e v a d o
‘ p o r S c i p i o n á R o m a ? E s t e A u t o r c o n f u n d e á S c i p i o n c o n P o r n
p e y o . , q u e f u e el q u e h i z o la g u e r r a á S e r t o r i o . E l P . M a r i a n a
— n o p u d o c o m e t e r u n e r r o r t a n C r a s o . H a b l a d e P o m p e y o , n o
- d e S c i p i o n . N i d i c e q u e P o m p e y o l l e v a s e á R o m a á B a l b o . e l
( ‘ m e n o r , s i n o á o t r o d e u d o s u y o d e l m i s m o n o m b r e : b i e n q u e
s e e q u i v o c a e n d e c i r , q u e e s t e y n o el C o n s u l s u f e é t o , f u e l l e
. s v a d o p o r P o m p e y o á R o m a . C o n s t a f u e u n o m i s m o el q u e m i
litó e n el e x é r c i t o d e S e r t o r i o , y f u e C o n s u l ' s u f e é t o s e g u n
k D i o n C a s i o . - ’
» (a) I n t e r e a t e m p a r i r , ¿2? ri j a m i n e x i t u e r a t a m m : , a b r o g a t ó ‘
P r c e t o r i b u r , 6:? C o n r u l i b u r , M a g i r t r a t u , alía: ii : .rqj’ecerunt , n i
ln'l c u r a n t e r , q u b d ii p a l m o : d i e : e r r e fl t c u m e a d í g m ' t a t e f u m r i .
- F u i : i n t e r e o : q u i z u m C o r r . f u e ; s u n t , L . C o r n . B a l ó n : G a d z ' b u :
natur. D i o C a s . lib. 4 8 . p á g . 4 2 9 . 4
tt‘ Gorizelio Balbo. " 1 0 7
L o s Triunvíros les substituyeron , ó permitieron al
P u e b l o q u e les substituyese á Cornelio B a l b o , y á
P. C a n i d i o : los" q u a l e s t u v i e r o n p o c o s d i a s el C o n - r
sulado , y n o fueron C ó n s u l e s ordinarios , sino s u b
rogados , ó sufeéi‘os. D e t o d a esta relacion se infiere
que Cornelio B a l b o era n o m e n o s grato al P u e b l o
q u e á l o s T r i u n v i r o s . T a n t a e r a s u d e s t r e z a p a r a c o n
ciliarse los á n i m o s d e todos. A
' J

5 . 1 K .
D e los d e m a s acciones de B a l b o hasta su m u e r t e , y
d e l l e g a d o .q u e d e x o ’ a l p u e b l o R o m a n o .
8 3 E i g n o r a , d i c e M r . d e la N a u z e (a) , el resto
d e la v i d a d e B a l b o , y el‘tiempo d e su muer-_
te. P e r o si f u e i B a l b o el m a y o r e l q u e se h a l l ó e n la
última e n f e r m e d a d d e A t i c o , c o m o es verosímil , vi;
via p o r los a ñ o s ( I ) d e D C C X X I . A d e m a s si f u e r a
cierto , q u e el‘ t e a t r o f a b r i c a d o e n R o m a p o r C o r
nelio B a l b o , fue o b r a del m a y o r y n o del m e n o r :
t a m b i e n p b d r i a m o s e s t e n d e r s u v i d a h a s t a el a ñ o d e
D C C X L . ó D C C X X X X I . e n q u e fue d e d i c a d o aqu el
T e a t r o , siendo Cónsules 'Ti berio C l a u d i o y Quint í
lio V a r o . E n efeéto Suarez d e Salazar en sus A n t i g ü e
dade s G a d i t a n o s (b),.atrib;uy e á: C o r n e l i o B a l b o el m a
' “ '
_ ¿ _ , .

(a) A c a d e m . d e lnscripc. t o m . 19-‘ p á g . 3 4 1 .


(r) P o m p o n i o A t i c o m u r i ó d e e d a d d e 7 7 . a ñ o s , s i e n d o C ó n
sules C n . D o m i c i o y C . S o s i o , c o m o c o n s t a d e C o r n e l i o N e p o s
e n s u v i d a ( c a p . 2 1 . y a z ) . E s t e C o n s u l a d o c o i n c i d e c o n e l
a ñ o d e 7 2 2 . d e R o m a , s e g u n el c ó m p u t o d e V a r r o n : s e g u n las
T a b l a s C a p i t o l i n a s 7 2 1 .
(b) S a l a z a r A n t i g . G a d i t a n . lib. r. c a p . 1 7 . p a g . ¡ 3 7 . : , , N o s o
n l o q u i s o n u e s t r o C o r n e l i o i l u s t r a r á R o m a c o n s u v i r t u d , y v a
: s l E I O S O S h e c h o s , s i n o t a m b i e n c o n o b r a s ‘ m a g n í fi c a s , q u a l l o fut:
rw:
n e
. 1 0 8 Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
y o r la construcción d e este Teatro. Y nosotros p o r
s u a u t o r i d a d lo d i x i m o s t a m b i e n e n el t o m o p r e c e
dente (a). M a s D . Nicolas A n t o n i o , a u n q u e dice q u e
Salazar distingue bien las acciones d e los d o s B a l
b o s (b) , se aparta d e él a t r i b u y e n d o la c o n s t r u c c i o n
del T e a t r o á B a l b o el m e n o r (o). L a m i s m a parece.
h a v e r sido la o p i n i o n d e M r . d e la N a u z e (d) , p u e s
n o m e n c i o n a la fábrica del T e a t r o entre las acciones
d e B a l b o el m a y o r , y d e s p u e s d e h a v e r referido su
C o n s u l a d o , dice (e), q u e se i g n o r a n los d e m a s h e
c h o s d e s u v i d a , á e x c e p c i o n del l e g a d o , q u e d e x ó
p o r su muerte (*).
84. C o n todo n o hallamos g r a v e f u n d a m e n t o p a —
r a d e t e r m i n a r , q u e f u e s e B a l b o el m e n o r , y n o el
m a y o r , q u i e n a d o r n ó á R o m a c o n este m a g n i fi c o
Teatro. L a cronología n o nos fuerza á atribuirlo al
m e
J

,,el s u n t u o s o t e a t r o q u e h i z o á s u c o s t a 5 d o n d e e n cierta v e n i —
, , d a d e A u g u s t o á R o m a h i z o u n a s s o l e m n e s fi e s t a s , a u n q u e s e
, , a g u a r o n a l g o c o n u n a g r a n i n u n d a c i ó n d e l t í b r e , q u e s u c e d i ó
, , a q u e l l o s d í a s , c o n la q u a l n o s e p u d o p a s a r al t e a t r o s i n o e n
, , b a r c o s . S u c e d i ó el a ñ o d e la f u n d a c í o n d e R o m a 7 4 1 . ,, A s í l o
e s c r i b e D i o n C a s i o H i s t o r . R o m . lib. 5 4 . y d e s p u e s d e ref erir:
u n o s v e r s o s d e A u s o n i o , y l o q u e S u e t o n í o d i c e d e l m i s m o t e a
t r o , c o n t i n ú a : , , O t r o C o r n e l i o B a l b o s o b r i n o d e l q u e h e m o s d i
, , c h o & c . , ,
(a) lib. V l l . p á g . 2 7 2 . n u m . x 4 3 . _ .
(b) Biblíotb. V e t . ffisp.—li‘b. r. c a p . 2. n u m . 2 2 . y 2 6 . ' ¿‘
(c) P o n t i fi c a t u s q u i d e m a m m : in o b s c u r o est : n o n a u t e m t b e a t r i
a b eo R o m e s t r u fi ‘ i , 8 C a n s u l i b u s T i b e r í á ¿5" Q u i n t i h ‘ ó P ’ a r á
( D C C X L . ) dedieati, A u fi ' o r e s s u n t D i o Cas. lib. s4. Pli’n. lib. 36*.
c a p . 7 . T a c i r . lib. 3. A n n a } . c a p . 7 2 . H t e c u l t i m a e s t i n R o m a n i :
libri s L . C o r n e l i i Balbz‘ jum‘orz’s m e m o r i a . I d e m n . 2 4 , 2 ; , ¿ z 2 6 .
(d) A c a d e m . d e I n s c r i p r . t o m . 1 9 . d e la v i d a y a c c i o n e s d e B a l b o
el a n t i g u o p á g . 3 2 7 . ,
(e) p á g . 34.1. _ _ _
( * ) B e l o r i o a t r i b u y e t a m b i e n el T e a t r o á B a l b o el t r i u n f a l : L .
C o r n . B a l b u s 'vir t r i u n fi z l i s b o r t a t u A u g u s t i , t b e a t r u m s t r u x i t a
J o a n . P e t . Bellor. F r a g m . vestíg. 'vet. R o m . e x L a p i d . F a r n e s .
Cornelio Balbo. 1 0 9
m e n o r : p u e s el a ñ o d e R o m a D C C X L , p u d o vivir a ú n
C o r n e l i o B a l b o el m a y o r , y tener e n t o n c e s o c h e n t a
años d e e d a d c o n p o c a diferencia. S e g u n lo q u e e x
p u s i m o s arriba , C o r n e l i o B a l b o entró á militar-en los
exércítos R o m a n o s el a ñ o d e D C L X X V I . d e R o m a
ó q u a n d o m a s presto el d e D C L X X I V . E n t o n c e s era
de m u i p o c a e d a d (a) dice Ciceron. Q u a n d o c o n o c i ó
la p r i m e r a v e z á C e s a r , a ñ a d e , q u e B a l b o e r a m u i
m o z o (o) : s i e n d o esto al t i e m p o d e su Q u e s t u r a e n
E s p a ñ a ’ , es preciso q u e el n a c i m i e n t o d e B a l b o n o
‘ se p u e d a a n t i c i p a r m u c h o al a ñ o d e ‘ D C L X . C e s a r
tenía q u a n d o fue Q u e s t o r X X X I I . a ñ o s y B a l b o era
d e m e n o r e d a d : p u e s á u n o l l a m a C i c e r o n h o m b r e
prudentísimo , y á otro m a n c e b o . Si B a l b o pues n a
ció el a ñ o d e D C L X , y entró á servir d e X V I . años,
t e n i a X X V I . a l t i e m p o d e l a Q u e s t u r a d e C e s a r :s l o
q u e v e r i fi c a la e x p r e s i ó n a b z’neunte retote , y a d o l e s
cens q u e usa Ciceron. E n esta h y p ó t e s i d e h a v e r n a
c i d o B a l b o el a ñ o d e D C L X , el d e D C C X L . q u a n
d o s e d e d i c ó el teatro , tenía L X X X . a ñ o s 5 e d a d
n a d a inverosimil en u n h o m b r e sano , robusto , y q u e
solo s a b e m o s padeciese fl u x i o n e s á los ojos (r) , y al
g u ‘
(a) A ! ) i n e u n t e e l o t e ‘ , reh'éi'ír- n o u s - s u i s o m n í b o : , ¡ n n o s t r i s b e l
h'r , n o s - t r i : c u m I m p e r a t o r i b u r e s s e ' v e r m t l m : : n u / l í u F i a / ‘ o r z ' s n u l
Iiur obridionz': , nulliur pra-Iii e x p e r t e m fois-re; C i c . p r o B a l b o n . 3 .
( b ) C o g n o w ' t a d o l e r c e n s . . . . . . I b i d . n u m . 2 8 .
(I) E s t a s d o s e n f e r m e d a d e s n o c o n s t a f u e s e n f r e q í i e n t e s , ó h a
b i t u a l e s e n C o r n e l i o B a l b o . Y a ú n se p u e d e d u d a r si f u e r o n v e r
(‘laderas , ó p r e t e x t a d a s . S o l o c o n s t a p o r las p a l a b r a s d e C i c e r o n
( a d F a m . lib. 6 . epist. r 9 . ¿ z lib. 1 6 . epist. 2 3 . : A d A t r i o . lib.
1 3 . epist. 4 7 . ) q u e e n d o s o c a s i o n e s se e s c u s ó d e t r a t a r d e l o s
n e g o c i o s , a l e g a n d o y a q u e e s t a b a m a l o d e g o t a , y a q u e p a d e
cía e p i p b o r a ó destilación á los ojos. A t e n d i d a s las circunstancias y
los t é r m i n o s c o n q u e s e e s c u s ó q u e e n t r a s e n á h a b l a r l e , p a r e
c e m a s b i e n r e s e r v a , y p r e t e x t o p o l í t i c o , q u e v e r d a d e r a e n —
f e r m e d a d . V é a s e á P a u l o M a n u c i o . ' ' . '
\
' I I O Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
g u n a v e z d o l o r e s d e g o t a , e n f e r m e d a d p r o p r i a d e
viejos (a) ó d e ricos q u a l era Balbo. N o consta p o r
a o t r a p a r t e q u e debilitase s u s a l u d c o n e x c e s o s d e c o
m i d a , ó d e incontinencia. Delitos q u e le h u v i e r a n
o b j e t a d o sus a c u s a d o r e s , d e m a s i a d o sutiles y m a l i g —
nos en buscar colores á su acusacion.
8 5 ‘ A d e m a s d e esto , ni D i o n Casio (b) , ni T á
cito (c) , ni Plinio (d) q u e cita D . Nicolas Antonio,
ni S u e t o n i o (e), ni los d e m a s A u t o r e s q u e h a b l a n d e
esto , d i c e n q u e C o r n e l i o B a l b o el m e n o r , y n o el
m a y o r fuese quien fabricó el teatro: ni p o n e n algu
n a n o t a q u e lo d e t e r m i n e : s o l o h a b l a n a b s o l u t a m e n t e
del teatro d e B a l b o , ó d e Cornelio Balbo. Y parece
q u e la exp resi on absol ut a y a n t o n o m á s t i c a d e C o r n e
lio B a l b o , q u a n d o n o se a ñ a d e otra c o s a q u e la c o n
t r a y g a al m e n o r , d e b e aplica rse al m a y o r . E s t r a
b o n ( f ) y Plin io (g) q u a n d o h a b l a n d e las o b r a s p r o
prías d e B a l b o el m e n o r , c o m o la guerra d e los G a
r a m a n t a s , y la construcción d e u n a n u e v a C i u d a d e n
C a d i z , tienen b u e n c u i d a d o d e di stínguirle c o n el epi
teto d e v a r o n triunfal , ú otro semejante. Cic eron
q u a n d o habla d e B a l b o el m a y o r le llama absol uta
m e n t e B a l b o 5 y para m e n c i o n a r al sobrino usa d e la
expresión d e B a l b o el m e n o r . P o r lo q u a l a u n a o r a
d u d a m o s q u e el T e a t r o sea o b r a p r o p r i a d e B a l b o el
m e
(al C i c . a d F a m . lib. 6. epist. t 9. = 8 : lib. 1 6 . epist. 2 3. = A d
A r t i c . lib. r 3 . epist. 4 7 .
(b ) lib. s 4 . p á g . 6 1 6 . ¿ z 6 1 7 .
(c ) lib. 3. A n u a l . c a p . 7 2 .
(d ) lib. 3 6 . c a p . 7 .
(e ) I n A u g u s - t . c a p . 2 9 .
( f ) l_lb. 3. p á g . 1 7 8 .
( g ) lib. s. c a p . s.
C o r n e l i o B a l b o . I I I
m e n o r , n o c o n s t a n d o esto d e a l g u n A u t o r a n t i g u o (I);
pues los q u e cita D . N i c o l a s A n t o n i o n o e x p r e s a n tal
cosa. Y a u n n o s inclinamos-á favor del m a y o r , c u y a
riqueza y m a g n í fi c e n c i a c o n c u r r e á hace rle autor d e
u n a o b r a tan célebre. E l sab io A l d r e t e (a) es d e la
m i s m a o p i n i o n , a u n q u e s u s p a l a b r a s á p r i m e r a vís
ta p a r e c e n a l g o e q u i v o c a s (2). D e qualquier m o d o
8 1 6 m
(t) A l g u n o s p r e t e n d e r á n c o l e g i r d e C o r n e l i o T á c i t o q u e B a l b o
el m e n o r f u e a u t o r del T e a t r o q u e m e n c i o n a n S u e t o n i o y D i o n
Casio. L a s p a l a b r a s d e T á c i t o s o n estas : N r c A u g u s t a : a r g u e r a t
(ali a‘r a r c u e m t ) T a u r u m , p l y í l i p p u m , B a l b u m , hostiles‘ e x u ' u i a r ,
a u t e x u n d a n t e s o p e s o r n a t u m a d u r b i r , ¿‘5” p o r t e r ú m g l o r i a m c o n
f e r r e ( d n n . li b. 3. c a p . 7 2 . ) . D i c e q u e e l E m p e r a d o r A u g u s t o
d i ó s u c o n s e n t i m i e n t o p a r a q u e T a u r o , P h i l i p o y B a l b o a d o r n a
s e n l a C i u d a d c o n e d i fi c i o s p ú b l i c o s , e m p l e a n d o e n e l l o s s u s
a b u n d a n t e s r i q u e z a s y los d e s p o j o s , ó t r o f e o s d e s u s e n e m i
g o s. E s t a ú l t i m a e x p r e s i o n p a r e c e c o n v e n i r á B a i b o el m e n o r ,
q u e h a v í e n d o t r i u n f a d o d e los G a r a m a n t a s , p u d o a d o r n a r s u
T e a t r o c o n l o s d e s p o j o s d e l o s v e n c i d o s , p e r p e t u a n d o d e e s ‘
ta s u e r t e la g l o r i a d e s u t r i u n f o ; lo q u a l n o p u e d e v e r i fi c a r s e
d e s u t i o B a l b o . P e r o c o m o n o e x p r e s a T á c i t o si ¡ e s t o s d e s p o j o s
militares f u e r o n a d o r n o s p r o p r i o s d e la o b r a d e B a l b o , y n o d e
la d e T a u r o , ó P h i l i p o , q u e d a s i e m p r e l u g a r p a r a a p l i c a r al
T e a t r o d e B a l b o la o t r a e x p r e s i o n d e la a b u n d a n c i a d e r i q u e z a s .
Y m a s p o n d e r a n d o A u s o n i o los i n m e n s o s g a s t o s d e e s t a o b r a .
E s t o s p o d í a n h a c e r c o m p e t e n c i a á las g r a n d e s s u m a s q u e s e e m
p l e a r o n e n el T e a t r o d e P o m p e y o : las q u a l e s f u e r o n t a n t a s , q u e
c o m o c o n s t a d e T á c i t o e n el m i s m o l u g a r , h a v i é n d o s e q u e m a
d o el T e a t r o d e P o m e y o , el E m p e r a d o r p r o m e t i ó q u e l o r e e d i
fi c a r i a , n o a l c a n z a n o el c a u d a l d e n i n g u n o d e s u f a m i l i a p a r a
l o s g a s t o s d e e s t a r e p a r a c i o n . A la v e r d a d C o r n e l i o B a l b o e l
r i c o , ó f a m o s o p o r s u s r i q u e z a s , e s el m a y o r : ‘pu e s e s t a e s la,‘
idea q u e n o s d a d e él D i o n Casio. S o n p u e s n e c e s a r i o s o t r o s p r i n
c i p i o s p a r a t e r m i n a r e s t a c o n t r o v e r s i a .
(a) O r z ‘ g . d e l a L e n g . Cast ell. lib. i. c a p . 3. p á g . 2 2 . y 2 3 .
(2) E l P. M . F l o r e z t a m b i e n a t r i b u y e el teatro á C o r n e l i o B a l
b o el m a y o r . " L u c i o C o r n e l i o B a l b o , d i c e , á q u i e n P o m p e y o
, , d e c l a r ó c i u d a d a n o R o m a n o a p r o b a n d o l o d e s p u e s el S e n a d o e n el
, , a ñ o 7 2 . a n t e s d e C h r i s t o , á los 3 2 . a ñ o s s i g u i e n t e s l o g r ó e l
, , p a r t i c u l a r h o n o r d e s e r C o n s u l d e R o m a . . . C i c e r o n le h o n r ó
, , m u c h o d e f e n d i é n d o l e e n la o r a c i o n 3 3 . E n R o m a f a b r i c ó u n
, , t e a r r o , y D i o n a p l a u d e la m a g n í fi c e n c i a y r i q u e z a d e e s t e g r a n
, , v a r o n s o b r e t o d o s los h o m b r e s d e s u t i e m p o . P l i n i o e l o g i a á
n u n s o b r i n o s u y o l l a m a d o t a m b i e n C o r n e l i o B a l b o o r e . , , M e d a g .
e
r I 2 Escrit. d e l t i e m p o d e A u g u s t o .
s i e m p r e q u e d a d e n t r o d e E s p a ñ a , d e C a d i z y
d e la
fa milia d e los B a l b o s la gloria d e h a v e r h e r m o s e a d o
la Capital del M u n d o c o n la fá bri ca d e u n teatro , q u e
en g r a n d e z a y co stos c o m p e t í a c o n lo s d e P o m p e y o y
A u g u s t o (a).
8 6 S u e t o n i o d i c e (12) q u e B a l b o f a b r i c ó este tea
tro á instancia y persuasión d e A u g u s t o , p a r a her
m o s e a r á R o m a c o n n u e v o s y m a g n í fi c o s edificios.
A u g u s t o se g l o r i a b a q u e h a v i e n d o h a l l a d o al p r i n c i
p i o d e s u I m p e r i o la C i u d a d d e R o m a h e c h a d e tie
rra y ladrillos , la d e x ó fabricada d e m a r m o l (c). A l u
dia e n esto á los bellos edificios c o n q u e la h a v i a h e r
m o s e a d o , y a p o r sí m i s m o , y a p o r m e d i o d e los b o m
b r e s p r i n c i p a l e s d e R o m a . T a l e s f u e r o n P h i l i p o , C o r
nificio , A s i n i o P o l i o n , M a n a c i o P l a n c o , C o r n e l i o
B a l b o , Statilio T a u r o , y M a r c o A g r i p a . A q u í tene
m o s á C o r n e l i o B a l b o a l t e r n a n d o e n l a c o n s t r u c c i ó n
' d e
d e E s p a ñ a t o m . 2. t a b . 2 6 . n u m . a . p á g . 4 3 3 . Y e n l a E s p a ñ a S a
g r a d a ( t o m . t o . p á g . s 8 . ) ‘ h a v i a d i c h o l o m i s m o , u e s h a ‘
b l a n d o d e C o r n e l i o B a l b o el m a y o r y d e s u C o n s u l a _ o a ñ a d e ‘ :
, , C o r r e s p o n d i ó él á R o m a n o s o l o c o n lo s b u e n o s o fi c i o s d e p a z
, , e n t i e m p o t a n i n q u i e t o , s i n o e n la f á b r i c a d e u n T e a t r o , q u e
, , e n t i e m p o d e D i o n m a n t e n í a e l n o m b r e d e B a l b o , y l e d e d i
, , c o c o n p ú b l i c o s e s p e é ’ r á c u l o s , y a s i s t e n c i a d e A u g u s t o e n _ el
, , a ñ o d e 7 4 1 d e R o m a ( 1 3. a n t e s d e C h r i s t o ) s e g u n r e fi e r e D l o n
, , s o b r e a q u e l a ñ o . D e s p u e s c u e n t a el l e g a d o d e s u t e s t a m e n t o . ,, r
(a) A u s o n . L u d . S e p t . S a p i e n t . P r o l o g .
(b) S e d 8 asteroi- P r í n c i p e s - 'uiro: r a p e b o r ta t u r est , u t p r o fi t
c u l t a t e . q u i r q u e m o n u m e u t i r ‘vel n o m ‘ s , ‘vel rq
fefi‘ir , ¿9" e x c u l p r i r
u r b e m a d o r n a r e n t : m u l t a q u e a‘ m u l t i : e x t r a ñ a : z m t , r i c u t a‘ M a r
tio P h i l i p p e «eder H e r c u l i r , E5’ M u r a r u m : d L . C o m z fi c i o d d e ’ :
D i r / m a z : a b A s i n i o P o l / i r m e a t r i u m L i b e r t a t i r : (i M m m t i o P l u n c a
redes S a t u r n i : á C o r n e l i o B a l b o t b e a t r u m : á S t a r i l i o T a u r o A m
p b i t b e a t r u m : d M a r c o 'verb d g r í p p a c o m p / a r a , ¿ 3 egregia. S u e —
t o n . i n A u g . c a p . 2 9 .
(c) ‘ U r b e m n a m q u e p r o m a j e r t a t e I m p e r i i o r n a t a m . . . . . . e x c a
Iuit a d e o , u t j u r a .rit g l o r i e t a : , m a r m o r e a m s e r e l i n q u e r e , q u a m
l n t e r i t i a m a c c e p i s s e t . S u c t o n . i n 0 6 7 m ) . c a p . : 8 .
C o r n e l i o B a l b o . ‘ I 1 3
de obras m a g n í fi c a s c o n los m a y o r e s personages d e
R o m a . , E d i fi c ó p u e s á su costa u n T e a t r o q u e se d e —
dicó el a ñ o d e D C C X L . ó X L I . d e R o m a , c o m o es
cribe D i o n C a s i o (a). A u s o n i o e n su P o e m a d e los
siete s a b i o s (b) dice q u e este T e a t r o era tan s o b e r v í o
y m a g n í fi c o q u e c o m p e t i a c o n los d e P o m p e y o y
A u g u s t o . A n t i g u a m e n t e e n R o m a los teatros e r a n d e
m a d e r a y se deshacian luego q u e se a c a b a b a n los es
p e fi á c u l o s . P o m p e y o fue el p r i m e r o q u e c o n s t r u y ó
teatro d e p i e d r a , y p e r m a n e n t e (c) : d e d o n d e le p r o
vino el s o b r e n o m b r e d e M a g n o (d). A su imitacion
fabricaron los s u y o s C o r n e l i o B a l b o y oé’taviano C e
sar (e). S i n p e r d o n a r gastos , y c o n g r a n d e ostenta
c i o n d e s u p o d e r h i c i e r o n p o r este m e d i o e t e r n a s u
Hz'st. Lz't. d e E s p . T b m l l / Í lib. V III. H m e
(a) A u g u s t a : . . . . R o m a m r e v e r s u s e st , Tz'berió E 3 Q u i n t i h ‘ ó V 2 1 6
r o C o n s u l r ' b u s . N u n t i u s a d o e n t ú s A u g u s t i fizrte‘ z'z 'sdem d í e b u s R a
m a m a l l a t u s est , q u i b u s t b e a t r u m C o r n e l i u s B a l b u s , q u o d n u m , "
q u o q u e a b ¡ p s 0 n o m e n b a b e t , d e d i c a n s , s p e c h e u l a e x b í b e b a t . I t a —
q u e B a l b u s i d si ln' g l o r i a d u x i t , qu‘ad A u g u s t u m e t i m p ¡ p r e e s s e t
in z‘d í n t r o d u é ï u r u s ( q u a m q u a m t a n t u m a q u a z T i b e r l s e x u n d a n s
p e r u r b e m d i fl ‘ u d e r a t , u t n o n n i s i n a v i i n t h e a t r u m p o s s e t v e
n i r i ) e u m q u e i n b o n o r e m t b e a t r i t u m Tibet -¡us s e n t e n t í a m p r í m i t m
o m m ' u m r o g t w i t . D i o C a s . lib. 5 4 . p á g . 6 x 6 . o : 6 1 7 .
( b ) E d i l i r o h ' m s c e n a m t a b u l a t u m d a b a ! ’
S u b i t b , e x c i t n t a n u i / á m o l e saxezi.
M i r a m e sic , ¿ 5 G a l h ‘ u s : n o t a e l o q u a r .
P o s t q u a m p o t e n t e s , n e c v e r e n t e s s u m p t u m n , ‘
N o m e n p e r e n n e c r e d í d e r u n t , sz' s e m e !
C o n s t r u i d a m o l e s s a x e ó fi m d a m i n e
I n o m n e t e m p u s e o n d e r e t l u d i s I o c u m :
C u n e a t a c r e m ' t luz-c t/oeatri i m m a n i t a s .
P o m p e j u s 1 m m : , é ? B a l b u s , ¿ 3 C e s a r d e d i t
O f l a w ’ a n u s c o n c e r t a n t e s s u m p t i b u s . A u s o n . i n I u d .
sept. S a p i e n t . P r ó l o g .
(c) T á c i t . A n u a l . lib. r 4 . = L i p s . i b i d . n u m . 4 8 .
(d) C a s i o d o r . V a r i a r u m I V . s l . y
(e) P o m p e j u s ¡lle m a g m a c o g n o m i n a t u s , o m n i u m p r i m a s , a c p o s t
¡ l l u m C o r n e l i u s B a l b u s , 8 A u g u s t a : C r e s a r O b i ' a w ‘ a n u s , t b e a t r a
R o m e e x t r u x e r u n r m a g n i fi c a . E l i a s V i n e t . i n A a r o n . loc. cit. n u m .
“ 3 .
I 1 4 Escrit.del t i e m p o d e A u g u s t o .
m e m o r i a . T o d o esto es d e A u s o n i o . D e d o n d e consta
q u e el T e a t r o d e C o r n e l i o B a l b o era d e p i e d r a ó m a r m o l , ‘
y por esta parte su n o m b r e fue tan célebre e n la pos
teridad , c o m o el d e P o m p e y o y A u g u s t o . E n tiem-v
p o d e D i o n C a s i o se d a b a a ú n á esta o b r a el n o m b r e .
d e T e a t r o d e B a l b o (a) . {
8 7 Plinio (b) dice q u e Cornelio B a l b o p u s o e n
s u T e a t r o q u a t r o p e q u e ñ a s c o l u n a s d e la p i e d r a l l a m a —
d a O n y x y q u e esto fue tenido p o r u n a rara maravi—_
lla. E l O n y x e r a u n a e s p e c i e d e j a s p e , ó a l a b a s t r o
q u e se c r i a b a e n la A r a b i a y e n la C a r m a n i a , del‘
q u a l se h a c í a n v a s o s y otros preciosos utensilios
C o r n e l i o B a l b o a d o r n ó s u o b r a c o n esta particulari-w'
d a d ‘para q u e sobresaliese el g u s t o y la m a g n i fi c e n c i a ;
8 8 S o b r e el sitio e n q u e f u e c o n s t r u i d o este T e a
tro n o c o n v i e n e n los E r u d i t o s (d) , n o h a v i e n d o q u e
d a d o vestigios seguros d e la antigüedad. D e la ¡nun-4
d a c i o n , q u e refiere D i o n C a s i o al t i e m p o d e su d e
d i c a c i o n , i n fi e r e n a l g u n o s (e) q u e e s t a b a e n l u g a r ‘ba-‘
x o y no. lexos d e la orilla del Tiber. E s t e T e a t r o ‘de
B a l b o fue c o n s u m i d o p o r el f u e g o ( f ) c o n otros m u :
c h o s edificios d e R o m a , el a ñ o despues q u e p o r la
e r u p
(a) D i o C a s s . citat.
(b) V a r i a r u m in b a e l a p i d e p o s t e a est. N a m q u e p r o m i r a c u l o i n
s i g m ' q u a l u o r m o d i c a s ( c o l u m n a s ) i n t l n e a t r o s u o C o r n e l i u s B a l
b u s p o s u i t . N o s a m p / ¡ a r e s t r i g i n t a ' u i d i m u s i n C’zenalione , q u a m
C a l l i x t u s , Q e s a r i s C / a u d i i l i b e r t o r u m p o t e n t i f t n o t a s sibi e x t e d i fi
c o v e r o t . P l i n . lib. 3 6 . c a p . 7 .
(c) V i d . F a c c i o l a t . v. O n y x . ' t
(d) N a r d i n . R o m . 'vet. V I . 7 . : 2 D o n a t . d e U r b . R o m . III. 8. =
B o r r i c h . A n t i q . U r b . c a p . 1 r. n u m . 6. 1 : P a n c í r o l . N o t t . D i g m ' t .
I ( m e p l e r S . a m O . c c P í i d t . i s cc . a p L . e x r 4 . . Á n t i q t R o m a n . l u . T i e a t r u m . L
( f ) T m e a t r u m Bit/bi , S c e n e Pompe'ii , Ofi'a'viana e d i fi c i o , a m i c u m
libris , T e m p l u m 3‘orvis C J p i t o Z i n L , ¿ ‘ u m f v r o x i m í s T e m p l e ’ : i g n i c o n
r u m p t a sunt. X i p h i l . E x c e r p t . D i o n . in Tito. p a g . 2 s2.

z / _ ,

3..
Cornelio B a l b o . 1 I 5'
erupcion del V e s u v i o f u e r o n sepultadas e n ceniza las
Ciudades d e H e r c u l a n o y P o m p e y o s , y m u r i ó Plinio
el h i s t o r i a d o r . E s t o s u c e d i ó e n el I m p e r i o de. T i t o ,
año setenta y n u e v e d e Christo s e g u n T i l e m o n t (a).
Belorio dice (b) q u e el E m p e r a d o r T i t o r e e d i fi c ó el
Teatro d e B a l b o c o n s u m i d o ántes p o r las llamas. P e
ro X í p h i l í n o q u e es el ú n i c o A u t o r d e aquella noticia,
habla d e l i n c e n d i o y n o d e la reedificacion. E s t e m i s
m o A u t o r n o s h a c o n s e r v a d o u n f r a g m e n t o d e anti,
g ü e d a d , d o n d e se delinea la estructura d e este T e a
tro q u é fue elegante y m a g n í fi c a . N o s a b e m o s p o r
q u é el P . M o n t f a u c o n e n s u A n t i g ü e d a d ‘ e x p / ¡ c a d a (c)
omitió la I c h n o g r a fi a d e e s t e T e a t r o , h a v i e n d o es.
t a m p a d o la del d e P o m p e y o y el d e A u g u s t o ó M a r
celo s o b r e la fe d e Serlio y Belorio.
8 9 L a s acciones d e la v i d a d e B a l b o y el m u c h o
í n fl u x o q u e t u v o e n las g r a n d e s r esoluc iones d e la R e —
p ú b l i c a , b a s t a b a n p a r a hac erle m e m o r a b l e á la pos‘
teridad. P e r o u n a q u e res ervó p a r a la h o r a d e la
m u e r t e , d e x ó i m p r e s o s los vesti gios d e su g r a n d e z a ,
n o s o l o e n l o s á n i m o s , s i n o e n los c o r a z o n e s d e los
H 2 R 0
(a) H i s t . de: E m p e r . t o m . 2. T i t o art. 7.
(b) T r í a in U r b e c e l e b r a n t u r T í z e a t r a ; e a f u e r e P o m p e i z ' , M a r
cel/í , B u l b i . T b e a t r z ' P o m p e i z ' i n t e g r u m v e s t i g i u m b a b e m u s i r f r a
t a b u l i z ¡ Y K M a r c e l l i f r a g m e n t u m i n fi n e b a j a : f a b u l a ’ . C o m e q m ‘ i u r
i n d e , u t h o c p r í m u m j i ' a g m e n t u m o d B a l b i t b e a t r u m r e f e r a i u r . L .
C o r n e l i u s B a l / 7 m - m ’ r t r i u m p b a l i s b o r t a t u d u g u r t i , T b e a t r u m s t r u
xit , c u j u r s e d e : i n c e r t a est. T i t o P r í n c i p e c o q fl a g r a s r e T b e a t r u m
Ballzí , ¿ 3 .reenam Pompeiz' , a u a o r est D i o n : [lluita R o m e c o n
fl a g r a v e r u n t , T b e a t r u m Ba lbz' , ¡ c e n a P o m p e i i . T ¡ t u r i m l a u r a v i r .
E x t e r n o T b e a t r í c u r v a t u r a , ¿‘3 b e m í - c y c l u : c o l u m m ' : , n o b i / i
xtraí‘ ïm'á fl l c i e b a t u r , a t q u e e l e g a n : , 8 p e r a m p l a f a i t u m ' r u e r m
m o l e : , c u j u : p u l p í t u m , 8 .rcc na p e r l i n e a : r e ó ï u : i n d i c a n t u r i n h o c
f r a g m e n t o ; qua» : irgfl‘á c o n c i n n e ‘ i n í n t e g r o P o m p e j a n i T h e / ¡ t r i w r
Iígio d e s - t r i b u t a r . J o a n . P e t . B e l l o r . N o t . a d F r a g m . V e s - H g . V e t .
R o m . e x lapid. F a r n e r . T a b . 12.
(c) T o m . 3. lib. 2 . c a p . 1. 2 . 8 : 4 .
I 1 6 Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
R o m a n o s . E n su testamento , dice D i o n Casio (a) ,
d e x ó al p u e b l o R o m a n o X X V . d r a c m a s ó d e n a r i o s p o r
c a b e z a . I n m e n s a s u m a si se r e fl e x i o n a q u e p o r este
t i e m p o havia e n R o m a m a s d e quatro millones (1) de
per
(a) L u c i a : C o r n e l i u s B a l b u s , G a d i b u s n o t a s , t a n t u m s u e ¿etatis
b o m i n e s d i w ' t i i s 8 m a g n i fi ' c e n t i á s u p e r a n : , u t m o r i e n s p o p u l o R o
m a n o i n s i n g u l a c a p i t a c í c e n o s q u i n a : dena r z ' o s lega'vet ‘it. D i o C a s .
lib. 4 8 . p a g . 4 2 9 . = E n el t e x t o G r i e g o e n l u g a r d e d e n a r i o s ,
está d r a c m a s . —_- L o m i s m o d i c e X í p h i l i n o i n E x c e r p t i s D i o n i :
lib. 4 8 . p a g . 5 9 . : P e r i d t e m p u s L . C o r n e l i u s B a l b u s G a d i t a n u s
'vir c o n s u l u t u m g e r e b a t : c u j u s m e n t i o fi t i n h i s t o r i a p r o p t e r e z i q u o d
i t a o m n i b u s c o p í i s o i r c u m fl u e b a t , t a n t fi q u e e r a t m a g n i t u d i n e a n i
m i , ut o m n e s b o m i n e s sure e r a n ‘ : facílé supera'verít : m o r i e n s e n i m
d e n a r i o s X X V . p o p u l o R o m a n o , 'virilím reliquit. : D i c e b i e n
M r . d e la N a u z e , q u e e s t a c a n t i d a d f u e l a t e r c e r a p a r t e d e l o
q u e d e x ó C e s a r , p u e s así l o d i c e X í p h i l i n o lib. 4 4 . p á g . 3 7 .
P o s t bloc t e s t a m e n t ó Citi-ari: publíce‘ r e r i t a t ó , i n g u o 7 5 . d e n u r i o s
p o p u l o ' v í r i t i m l e g a ' v e r a t ¿ 3 o . )
(1) A l d r e t e ( O r i g . d e la l e n g . castell. lib. 1. c a p . 3 . p á g . 2 2 . )
h a b l a n d o d e B a l b o y s u d o n a t i v o d i c e : , , s u m a m u i g r a n d e p o r
, , t e n e r R o m a e n t o n c e s t a n g r a n v e c i n d a d y m a n d a r á c a d a u n o
_ , , 2 5 . d e n a r í o s : si c a d a s i e t e d e n a r i o s h a c í a n o c h o r e a l e s , e r a n
, , m a s d e 2 8 . r e a l e s p o r c a b e z a , e n q u e s e c o n o c e q u a n t a v e n
,,taja h a c í a á los d e s u t i e m p o e n r i q u e z a s , y m a g n i fi c e n c i a . Y
,,al m a r g e n : t e n í a R o m a p o r a q u e l t i e m p o t r e c í e n t a s m i l p e r s o
, , n a s v e c i n a s . ,, P e r o si a j u s t ó l a c u e n t a d e l o s v e c i n o s d e R o m a
p o r el n ú m e r o d e l o s q u e e n l o s d o n a t i v o s d e A u g u s t o r e c i b í a n .
g r a n o s , s a l e u n a q ü e n t a m u i d i m i n u t a : p u e s s o l o d e la p l e b e
í n fi m a n u m e r ó A u g u s t o e n s u t i e m p o trecientos v e i n t e mil. Y si
e s t e e r a e l n ú m e r o d e l o s v e c i n o s p l e b e y o s p o b r e s ; ¿ q u á n t o s e
r í a e l d e l o s r i c o s ? d e l o s S e n a d o r e s y s u s f a m l í a s 's’ d e l o s E q u i
t e s ó c a b a l l e r o s , y d e o t r a g r a n p a r t e d e l a p l e b e , q u e v i v í a
d e su industria , ó d e s u c a u d a l , y n o d e las l i m o s n a s d e l p ú
b l i c o ? J u s t o L i p s i o ( d e M a g n i t . R o m a n . lib. 3. c a p . 3 . ) c o m p u
t a á l o m e n o s q u i n i e n t o s m i l v e c i n o s s i n c o n t a r n i ñ o s , n i m u
g e r e s : p u e s e n t r a n d o e s t o s , r e g u l a e n R o m a d o s m i l l o n e s d e
p e r s o n a s libres , y o t r o s t a n t o s d e e s c l a v o s . E s t o s i n l o s p e r e g r i
n o s , ó f o r a s t e r o s . M r . d e la N a u z e ( p á g . 3 4 1 . ) d i c e q u e si s e
j u z g a d e l n ú m e r o d e c i u d a d a n o s R o m a n o s p o r el p r i m e r c e n s o
h e c h o p o r A u g u s t o , d o c e a ñ o s d e s p u e s d e l C o n s u l a d o d e B a l b o ,
el l e g a d o d e e s t e h u v i e r a s i d o d e m a s d e s e s e n t a m i l l o n e s ( d e
l i b r a s ) , p u e s el c e n s o d e A u g u s t o , f u e d e q u a t r o m i l l o n e s , s e
¡ e n l a y t r e s m i l c i u d a d a n o s . N o d e b i ó p u e s A l d r e t e d e c i r q u e
R o m a ' p o r a q u e l t i e m p o ‘ t e n i a t r e c i e n t a s m i l p e r s o n a s v e c i n a s . .
A c a s o s e f u n d ó e n la p i e d r a d e A n c i r a , q u e e n e l C o n s u l a d o X 5 1 .
e
r
" í C o r n e l i o Balbo‘.'. ' I 1 7
personas (a). L a d r a c m a G r i e g a equivalía , c o n p o
c a diferencia al d e n a r i o R o m a n o . ( I ) . V e i n t e y c i n c o
HisLLz’t. de E s p fl b m l l f . lz'bJ/III. , H .3 d e
í l

d e A u g u s t o r e d u c e el n ú m e r o d e la p l e b e U r b a n a d e R o m a , q u e
r e c i b i ó s u d o n a t i v o , á t r e c í e n t o s y v e i n t e m i l h o m b r e s . P e r o ,
c o m o d i r é m o s , u n a c o s a e s la p l e b e , y o t r a el p u e b l o R o m a n o .
T a m b i e n la r e d u c c í o n d e l o s a 5 . d e n a r i o s á 2 8 . r e a l e s v e l l o n ,
es m u i d i m i n u t a : s i e n d o m a s v e r o s í m i l q u e el d e n a r i o R o m a n o
c o r r e s p o n d a a l r e a l d e p l a t a E s p a ñ o l :, y e n e s t a h y p ó t e s i l o s a s .
d e n a r i o s c o m p o n e n c e r c a d e 4 7 . r e a l e s v e l l o n . N i la c u e n t a d e
A l d r e t e d e x a m u i c o n s i d e r a b l e l a ¡ s u m a l e g a d a p o r B a l b o , r e d u —
c i e n d o l o s 2 ; . d e n a r i o s á 2 8 . r e a l e s d e v e l l o n , p u e s e n t o n c e s
s o l o c o m p o n e n la c a n t i d a d d e o c h o m i l l o n e s , y q u a t r o c i e n t o s
m i l r e a l e s : q u e e n a q u e l t i e m p o n o s u p o n d r í a r i q u e z a m u í n o
t a b l e , n i c o n v e n d r í a á la e x p r e s i o n d e D i o n C a s i o , q u e l a o p u
l e n c i a d e B a l b o e x c e d i a c o n m u c h o á l o s h o m b r e s r i c o s d e s u
t i e m p o . T a m b i e n fl a q u e a e s t a q ü e n t a p o r l a q u a l i d a d d e las per.
s o n a s : p u e s a u n c o n c e d i d o q u e a q u e l r e p a r t i m i e n t o s e h i c i e s e
solo á los p o b r e s , n o es ¡preciso e n t e n d e r l o d e los v e c i n o s ó c a
b e z a s ’ d e c a s a , e x c l u y e n d o á los n i ñ o s y m u g e r e s . L a s d i s t r i b u
c i o n e s p ú b l i c a s c o m p r e h e n d i a n á los n i ñ o s d e s d e la e d a d d e
'once a ñ o s ; y A u g u s t o r e p a r t i ó a u n á los d e m e n o r e d a d ( S u e t o n .
¡in 0 6 7 w . c a p . 4 1 . ).
(a) J u s t . Lips . de M a g n i t . R o m a n . lib. 3. c a p . 3. : M r . d e la
N a u z e Á c a d e m . d e I M C r í p c . t o m . ‘ 1 9 . p á g . 3 4 : . '
.(r-) D e n a r ï u r . . . . p a r e r a t d r a c b m e ü ’ l i n . lib. 2 1 . c a p . 3 4 . ).
. D r a c b m a A t t í c a d e n a r í í argentez' b a b e t p a r i d a s . . Q u í ¿5) p a s - r i m uba’
a p u d G r e c o : a u t b o r e : d r a c l z m i : J e fi n i r i p o n d e r a z'rrvem't , m o d
d r a c b m a : r e t i n e t , m o d o d e n a r i u : s u b j i c i t . P l u t a r c b u : i n F a b i o
M a x i m o p o r : c l a d e m a d T b r a r i m e n u m l a c u m l a d o : m a g n o : 'vaIa:
f z fi ' o s q u e i m p z m a i n e o : l a d o : d i c i t H S . C O C X X X I I I . , d e n a r i o s
C C C X X X I I I . t r i e n t m . ¡ Q u a n t s u m m a m m a x a d G r x c a m p e t - u n í a » ;
r e m c a t i : 631:. ( P i t i s c . v . D e n a r i u : c i t a n d o á B u d e o G r o n o v i o ,
y o t r o s ) . P l i n i o p u e s y P l u t a r c o e n t i e n d e n p o r lo m i s m o d e
n a r i o , q u e d r a c m a . N o p o r q u e h u v i e s e u n a p e r f e é l a c o r r r e s
p o n d e n C i a , s i n o p o r q u e n o h a v i a o t r a m o n e d a e n R o m a , q u e
s e a c e r c a s e m a s al v a l o r d e la d r a c r n a q u e el d e n a r í o ,c o m o
n o t a el m i s m o P i t i s c o . E l d e n a r i o R o m a n o e x c e d i a e n u n a q u a r —
t a p a r t e á l a d r a c m a ; y p o r c o n s i g u i e n t e t r e s d e n a r i o s p e s a b a n
u a t r o d r a c m a s ( i b i d e m ). D i o n C a s i o c o m o E s c r i t o r , G r i t g o u s a
e la v o z d r a c b m a . P e r o es v e r o s í m i l q u e c o r r e s p o n d a exáé'taa
m e n t e al d e n a r i o R o m a n o : ( p u e s la m i s m a i n o p i a d e v o c e s l e
o b l i g a r í a á e x p r e s a r la m o n e a R o m a n a c o n el n o m b r e G r i e g o
q u e c o n m e n o s d i f e r e n c i a la significaba._ E n los escritos latinos
q u e t u v o p r e s e n t e s p a r a f o r m a r s u H i s t o r i a , h a l l a r i a la v o z d e w
n a r i m ‘ , y p o r esto los I n t é r p r e t e s h a n h e c h o b i e n e n t r a d u c i r
p o r esta v o z la p a l a b r a d r a m a d e q u e usa.
I I 8 Escrit. ‘deltiempo‘ d e A u g u s t o .
denarios s e g u n varios Et‘uditos (a) c o m p o n í a n u n au
reo R o m a n o : y e n b u e n c ó m p u t o equivalen á 37.
reales y m e d i o d e vellon.‘ I n c l u y e n d o e n l a m a n d a to
d o s los h a b i t a n t e s d e R o m a , p o d í a a s c e n d e r e1.to
Tal á diez millones d e pesos ó casi trece millones y
m e d i o d e d u c a d o s . Y n o c o m p r e h e n d i e n d o e n el n ú
m e r o d e los legatarios á los esclavos , estrangeros , ni
ñ o s , ni m u g e r e s , sino solamente á las cabezas d e fa
milia. y personas libres ( e n c u y a hipótesi entre S e n a
d o r e s , E q u i t e s y p l e b e y o s p o d e m o s c o m p u t a r qui-'
n i e n t a s m i l p e r s o n a s (17) ) , el t o t a l d e la m a n d a f u e
c l a l s o i n d d o i c e i z e y n t oo s c h c o i n m q i u l e l n o t n a e s m i d l e p r e e s a o l s e s , ó v e l u l n o n m i , l ó l o n u n s e m t i e - i

‘¿cientos q u a t r o m i l q u i n i e n t o s q u a r e n t a y ' c i n c o d u c a
d o s y c i n c o reales d e vellon. E s t o se entiende r e d u
c i e n d o el d e n a r i o R o m a n o á d o c e ases (c) , 5 1 . ma-l
'ravedis ó real y m e d i o d e vellon d e nuestra m o n e d a ,
q u e es u n a - d e las q ü e n t a s m a s m o d e r a d a s : p o r q u e
a u n q u e a l g u n o s (d) r e g u l a n el d e n a r i o p o r diez q u a r
tos ó q u a r e n t a m a r a v e d i s , s e g u n otros'(e) equivalía
á catorce quartos ó 5 6 . m a r a v e d i s , á 6 5 . m a r a v e f
dis ( f ) , 16. quartos ó u n real d e plata: á 8 o . m a r a —
vedis (g) ó 2o. quartos. E n estas tres últimas supo-'
siciones a s c i e n d e á p r o p o r c i o n el total d e la m a n d a .
N o
(a) Just. L i p s . d e M a g m ' t . R o m . lib. 2. c a p . 1 ; . = G r o n o v . d e
P e c u n . rvet. III. r s. : : V i d . Pitisc. v . Á u r e u s ¿ 3 _ D e n a r i u r .
(b) J u s t . L i p s . cit.
(c) L i p s . in T á c i t . A m t . lib. 1. n . 8 9 . = E l e fi . lib. I . c a p . 2. :7.
P i t i s c . V . D e n a r i u r ,
(d) C o v a r r u b . C o l l a r . n e t . N u m i r m . a d c a l c . 1 . t o m . e j u s o p e r .
(e) H a r d u i n in Plin. lib. 19. c a p . 8.
( f ) Pitisc. i n L e x . V . D e n a r i u r . = S a r d s d e N u m m a p u d G r a e v .
t o m . I r .
(g) A c a d e m . d e l m c r i p t . t o m . ¡ 2 . p á g . 3 4 x .
Cornelio Balbo. i I r 9
9 o
N o es. c r e í b l e q u e u n h o m b r e c o m o B a l b o ,
que havia tenidovta'ntos a m i g o s y bienhechores s e g u n
el estilo d e a q u e l l o s t i e m p o s ' n o deitase o t r o s l e g a d o s (a)
m u y considerables á las p r i m e r a s p e r s o n a s d e la R e
p ú b l i c a (r). T a m p o c o . olvidaría á sus parientes y p a
tricios los G a d i t a n o s , e s p e c i a l m e n t e á su sobrino C o r
nelio B a l b o , h o m b r e t a n b e n e m é r i t o , y q u e verosi
m i l m e n t e d e b i e n d o á s u .tio-su"exáltacion , n o seria ol
v i d a d o e n el testamento , y, p o r ventura r e c a y ó e n él
el g r u e s o d e la herencia. D e q u a l q u i e r m o d o la a c c i o n
d e C o r n e l i o B a l b o c o m p i t e renosu linea c o n las d i s p o —
s i c i o n e s ú l t i m a s d e J u l i o C e s a r y d e O é i a v i a n o A u
gusto (b). ‘Tanta era la riqueza y m a g n i fi c e n c i a d e es<
te i n s i g n e E s p a ñ o l . y t
l 9 I E l sabio A c a d é m i c o M r . d e la N a u z e (o) c o n
espíritu d e e c o n o m í a procura d ism in uir la magn ificen-—
cia d e Ba l b o . D i c e “ q u e si s u leg ad o se estend ia á to
a» d o s l o s ciudadanos R o m a n o s sin ex cepcion , e ntónces
¡»sus f a c u l t a d e s h u v i e r a n e x c e d i d o e n m u c h o á los‘ p a r
»ticulares m a s o p u l e n t o s d e su t i e m p o . C o n t o d o Pli
v nio ( d ) p o q d e r a las riquezas d e m u c h o s , sin hacer‘
v m e n c i o n a l g u n a d e B a l b o , E s p u e s m a s n a t u r a l r e

(a) J u s t . Lips. d e M g . R o m a n , lib. 2. c a p . r 5. = S u a r e z d e S a


laz. Á n t í g . G a d í t . lib. r. c a p . 1 2 .
( t ) S u a r e z d e S a l a z a r ' ( A n t z ’ g . Gadz't. lib. r. c. r 2 . p á g . r o 3 . ) 1 o
a fi r m a p o s i t i v a m e n t e p o r e s t a s p a l a b r a s : , , F u e r a d e la i n s t i t u
, , c i o n y m a n d a s , q u e e n s u t e s t a m e n t o - hizo‘ á p a r i e n t e s y a m i —
,,gos , — d e x ó á c a d a u n a p e r s o n a ' d e l p u e b l o R o m a n o 2 5 . d e n a
, , r i o s ,.. . . . L w E s t a e s s o l a u n a . m a n d a . q u e l l e g a r i a n o t r a s _ m e
, , " m o r i a s y. o b r a s m a g n i fi c a s q u e e n s u v i d a h i z o ? ;, J u s t o L i p s t o
s u p o n e t a m b i e n c o m o c o s a c i e r t a , q u e d e x o g r a n d e s s u m a s á
s u s h e r e d e r o s ’, y ‘ l e g a t a r i o s . ‘ Q u i d p u t e m u s n o n e ‘ b d ’ r e d e s ‘ 6 5 ’ l e g a
t a r i o s b a b u i s s e ? d e M u g n í t . R o m . lib. 2. cap.- r 5 .
(b) Sueto'n'. in jul. c a p . 8 3. = I d e m - i n O c h o . c a p . t o r .
(c) ¿ c a d e n a d e Inscrip'c. t o m ’ . '19. p á g . 3 4 1 .
. ( d ) l i b . 3 3 ‘ , c a p r r o . .,2 _, A
1 2 o Escrit. del t i e m p o d e A u g u s t o .
n d u c i r el l e g a d o d e su testamento á sola u n a parte d e
n C i u d a d a n o s 5 esto es, á los habitantes d e R o m a , á
n quienes la m e d i o c r i d a d d e su fortuna , p o n í a e n es
» t a d o d e a p r o v e c h a r s e d e las distribuciones p ú b l i
v cas. ” T a l es la r e fl e x i ó n d e este sabio F rances , c u
y a crítica parece m a s estrecha , q u e la g r a n d e a l m a , y
‘las copiosas faculta-des ‘de B a l b o (1),.
9 2 E n p r i m e r l u g a r , lo q u e M r . d e la N a u z e d e
d u c e c o m o i n c o n v e n i e n t e , esto es , q u e B a l b o e n la
referida hypótesi huviera excedido e n riquezas á sus
contemporaneos; 5 es expreso d e D i o n Casio (a): y n o
8 0 - !
.(t) C o n t o d o , s e g u n la c u e n t a d e M r . d e 1a N a u z e sale a ú n
b i e n c o n s i d e r a b l e el l e g a d o d e B a l b o . L a s 2 ; . d r a c m a s , s e g u n
é l , c o m p o n í a n casi 1 ; . l i b r a s F r a n c e s a s . M u l t i p l i c a n d o p u e s t r e s —
c i e n t a s v e i n t e m i l p e r s o n a s p o b r e s d e la p l e b e p o r s e s e n t a , r e
s u l t a n d i e z y n u e v e m i l l o n e s y