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Universidad de Chile INDICE

Facultad de Ciencias
Físicas y Matemáticas PRESENTACION.................................................................................................... 11
Departamento de Ingeniería Eléctrica 1. INTRODUCCION ............................................................................................... 12
1.1. Dispositivos de Conversión Electromecánica ................................................................. 12
1.2. Componentes de un Sistema Eléctrico de Potencia ........................................................ 13
2. ELECTROMAGNETISMO Y CIRCUITOS MAGNETICOS ........................... 15
2.1. Conceptos de Electromagnetismo ................................................................................... 15
2.1.1. Generalidades. .......................................................................................................... 15
2.1.2. Campo magnético..................................................................................................... 15
2.1.3. Principios básicos del motor eléctrico...................................................................... 18
2.1.4. Principios básicos del generador eléctrico. .............................................................. 20
2.2. CIRCUITOS MAGNETICOS......................................................................................... 21
2.2.1. Generalidades. .......................................................................................................... 21
2.2.2. Circuito magnético simple. ...................................................................................... 23
2.2.3. Circuito eléctrico equivalente................................................................................... 24
2.2.4. Corriente-variable en el tiempo................................................................................ 26
APUNTES EL42C 2.2.5. Inductancias.............................................................................................................. 27
2.2.6. Energía en el campo magnético. .............................................................................. 30
2.2.7. Circuitos magnéticos con entrehierro....................................................................... 33
2.3 Problemas Resueltos ........................................................................................................ 35

CONVERSION 3. TRANSFORMADORES ..................................................................................... 41


3.1. GENERALIDADES. ..................................................................................................... 41
3.1.1. Principio básico de funcionamiento y campos de aplicación. ................................ 41
3.1.2. Aspectos constructivos............................................................................................. 43
ELECTROMECANICA 3.2. TRANSFORMADOR MONOFASICO IDEAL............................................................. 46
3.2.1. Definición................................................................................................................. 46
3.2.2. Relación de voltajes. ................................................................................................ 46

DE LA ENERGIA 3.2.3. Relación de corrientes. ............................................................................................. 48


3.2.4. Circuito equivalente referido a uno de los enrollados.............................................. 50
3.3. TRANSFORMADOR MONOFASICO REAL (NO IDEAL)........................................ 51
3.3.1. Permeabilidad magnética finita................................................................................ 51
3.3.2. Existencia de flujos de fuga. .................................................................................... 54
3.3.3. Efecto de resistencias de enrollados......................................................................... 57
3.3.4. Consideración de pérdidas en el fierro..................................................................... 57
3.3.5. Determinación experimental de los parámetros del circuito equivalente. .............. 60
3.3.6. Análisis del comportamiento a partir del circuito equivalente................................. 63
3.3.7. Conexión en paralelo de transformadores monofásicos........................................... 68
3.5 Transformadores Trifásicos.............................................................................................. 70
3.5.1 Consideraciones básicas............................................................................................ 70
3.5.2. Núcleos de Transformadores trifásicos .................................................................... 71
3.5.3 Principales características de las conexiones trifásicas de transformadores. ............ 73
VERSION OTOÑO 2003 3.5.4 Armónicas en las distintas conexiones trifásicas de transformadores....................... 80
3.5.5. Designación normalizada de conexiones de transformadores trifásicos.................. 85
3.5.6. Conexión en paralelo de transformadores trifásicos. ............................................... 95
3.6 Transformadores Especiales........................................................................................... 107
3.6.1. Transformadores de medida. .................................................................................. 107
3.6.2 Autotransformadores............................................................................................... 111

1
3.6.3. Transformadores para circuitos de audio. .............................................................. 115 6.8 APLICACIÓN: UN NUEVO ESQUEMA DE ANÁLISIS DE FALLAS MEDIANTE
3.6.4 Transformadores de fuga......................................................................................... 119 LA MEDICIÓN DE LA CORRIENTE DE ESTATOR EN MOTORES DE INDUCCIÓN
3.6.5 Transformadores de Pulso....................................................................................... 121 .............................................................................................................................................. 217
3.6.6 Transformadores de 3 enrollados. ........................................................................... 121 6.8.1 INTRODUCCIÓN .................................................................................................. 217
3.6.7 Transformadores para rectificadores de potencia................................................... 123 6.8.2 LA TRANSFORMADA HILBERT ....................................................................... 217
4. Principios Básicos de Máquinas Eléctricas........................................................ 125 6.8.3 DEMOSTRACIÓN ANALÍTICA DE LA ENVOLVENTE DE UNA SEÑAL .... 218
4.1 Introducción ................................................................................................................... 125 6.8.4 FORMAS DE ONDA EN MOTORES DE INDUCCIÓN ..................................... 220
4.2 Motor Electrico .............................................................................................................. 127 6.8.5 INTERPRETACION DEL ESPECTRO DE FRECUENCIAS .............................. 222
4.2.1 Motor elemental de un enrollado ........................................................................... 127 6.8.6 APLICACIÓN DEL ESQUEMA PROPUESTO.................................................... 225
4.2.2 Motor de dos enrollados.......................................................................................... 132 6.8.7 Comentarios ............................................................................................................ 233
4.3 Generador Eléctrico........................................................................................................ 139 7. Máquinas Síncronas ........................................................................................... 235
5. Maquinas de Corriente Continua ....................................................................... 145 7.1 Introducción ................................................................................................................... 235
5.1. Principios de Funcionamiento....................................................................................... 145 7.2. Principio de funcionamiento del generador síncrono.................................................... 236
5.1.1. Principio de funcionamiento del generador de C.C. o dínamo. ............................. 145 7.2.1. Generador desacoplado de la red. .......................................................................... 236
5.1.2. Principio de funcionamiento del motor de C.C...................................................... 150 7.2.2. Generador conectado a la red. ................................................................................ 237
5.2. Desempeño de máquinas de C.C. reales ....................................................................... 151 7.3. Principio de funcionamiento del motor síncrono. ......................................................... 239
5.2.1. Saturación del material ferromagnético. ................................................................ 152 7.4. Operación en los cuatro cuadrantes............................................................................... 241
5.2.2. Reacción de armadura. ........................................................................................... 154 7.5. Características constructivas ......................................................................................... 243
5.2.3. Pérdidas en máquinas de C.C................................................................................. 158 7.5.1. Características del estator....................................................................................... 243
5.3. Aspectos Constructivos de máquinas de C.C................................................................ 160 7.5.2. Características del rotor.......................................................................................... 243
5.4. Conexiones de máquinas de C.C................................................................................... 164 7.5.3. Generadores síncronos. .......................................................................................... 244
5.4.1. Generadores de C.C............................................................................................... 164 7.5.4. Motores síncronos. ................................................................................................. 245
5.4.2. Motores de C.C. .................................................................................................... 177 7.6. Ejes directo y en cuadratura .......................................................................................... 246
5.5 Aplicaciones ................................................................................................................... 186 7.7. Flujos enlazados en las bobinas del rotor y estator ....................................................... 247
5.5.1 Introducción ............................................................................................................ 186 7.7.1. inductancias propias del estator.............................................................................. 249
5.5.2 Aplicaciones domésticas ......................................................................................... 186 7.7.2. inductancias mutuas del estator.............................................................................. 252
5.5.3 Aplicaciones industriales......................................................................................... 187 7.7.3. inductancias mutuas entre rotor y estator............................................................... 253
5.5.4 Aplicaciones en transporte ...................................................................................... 188 7.8. Transformación DQ0..................................................................................................... 255
5.5.5 Ejemplo característico Chileno: La gran industria minera del cobre. ..................... 188 7.8.1. voltajes en el estator en términos de los ejes d-q ................................................... 257
Ejercicios resueltos............................................................................................................... 189 7.8.2. Potencia y torque en términos de los ejes d-q ........................................................ 257
6. Máquinas de Inducción ...................................................................................... 194 7.9. Circuito equivalente de la máquina síncrona ................................................................ 259
6.1 Introducción ................................................................................................................... 194 8. Control de Máquinas Eléctricas ........................................................................ 263
6.2. Principio de Funcionamiento ....................................................................................... 194 8.1. Introducción a la Electrónica de potencia ..................................................................... 263
6.2.1. Campo Magnético Rotatorio del estator............................................................... 194 8.1.1. Interruptores ........................................................................................................... 263
6.2.2. Torque motriz......................................................................................................... 198 8.1.2. Conversores de potencia......................................................................................... 267
6.2.3. Deslizamiento........................................................................................................ 200 8.2. Conversión AC-DC: rectificador .................................................................................. 268
6.3. Características constructivas ......................................................................................... 201 8.2.1. Calculo de la tensión generada............................................................................... 272
6.4. Modelo Equivalente monofásico del Motor de Inducción ......................................... 203 8.2.2. Calculo de la corriente generada. ........................................................................... 273
6.5. Cálculo de Parámetros.................................................................................................. 208 8.3. Conversión DC-AC: Inversor........................................................................................ 276
6.5.1. Prueba en vacío. .................................................................................................... 208 8.4. Conversión DC-DC: Chopper ....................................................................................... 277
6.5.2. Prueba de rotor bloqueado. ................................................................................... 209 8.4.1. Conversor DC-DC de bajada (Chopper Buck)....................................................... 278
6.6. Análisis del motor de inducción a partir del Modelo Equivalente.............................. 210 8.4.2. Conversor DC-DC de subida (Chopper Boost)...................................................... 279
6.6.1. Potencia transferida al eje. .................................................................................... 210 8.5. Conversión AC-AC: Cicloconvertidor.......................................................................... 282
6.6.2. Torque electromagnético........................................................................................ 210 8.6. Partidores suaves ........................................................................................................... 283
6.6.3. Punto de operación. ................................................................................................ 213 8.7. Aplicación de Electrónica de Potencia al control de motores....................................... 288
6.7. Motor de inducción monofásico.................................................................................... 214 8.7.1. Control de motores de CC...................................................................................... 288
8.7.2. Control de motores de inducción ........................................................................... 293

2 3
8.7.3. Control de motores síncronos................................................................................. 298 10.6.4 Almacenamiento quimico ..................................................................................... 361
9. Energía Eólica .................................................................................................... 300 10.6.5 Almacenamiento liquido ....................................................................................... 361
9.1. Introduccion .................................................................................................................. 300 10.6.6 Esferas de vidrio.................................................................................................... 362
9.1.1. Desarrollo histórico de la generación eólica. ......................................................... 301 10.6.7 Transporte liquido ................................................................................................. 362
9.1.2. Desarrollo en Chile................................................................................................. 302 10.6.8 Poros atractores de hidrogeno ............................................................................... 362
9.2 CarActerización del recurso eólico. ............................................................................... 303 10.7 Formas de Generacion Hidrogeno................................................................................ 362
9.2.1. condiciones del emplazamiento. ............................................................................ 303 10.7.1 Generacion Tipica ................................................................................................. 363
9.2.2. variabilidad del viento............................................................................................ 305 10.7.2 Generacion Biotecnologica ................................................................................... 364
9.2.3. Potencia extraíble del viento. ................................................................................ 308 10.7.3 Fotoproduccion de hidrogeno ............................................................................... 364
9.3. Control de una central eólica ........................................................................................ 311 10.8. COMENTARIOS ........................................................................................................ 365
9.3.1. Control sobre la operación de los aerogeneradores................................................ 311 11. ENERGÍA DEL MAR ..................................................................................... 368
9.3.2. Control sobre la Potencia inyectada a la red .......................................................... 314 11.1 INTRODUCCIÓN ................................................................................................... 368
9.4 GENERACION EOLICA Y Calidad de suministro ...................................................... 315 11.2 CARACTERISTICAS FISICAS DEL MEDIO MARINO ..................................... 369
9.4.1 Impacto en el voltaje en régimen permanente......................................................... 315 11.2.1 TEMPERATURA ............................................................................................ 369
9.4.2 Variaciones dinámicas de voltaje............................................................................ 315 11.2.2 LUZ .................................................................................................................. 369
9.4.3 Inyección de reactivos............................................................................................. 316 11.2.3 DENSIDAD ..................................................................................................... 370
9.4.4 Distorsión armónica ................................................................................................ 316 11.2.4 Presión.............................................................................................................. 371
9.5 Calidad de Suministro para diferentes Tipos de generadores ........................................ 318 11.2.5 EL SUSTRATO ............................................................................................... 371
9.5.1 Calidad de suministro en aerogeneradores de velocidad fija .................................. 318 11.3 CORTE DE UNA CUENCA OCEANICA.............................................................. 371
9.5.2 Calidad de suministro en aerogeneradores de velocidad variable........................... 319 11.4 Características químicas del medio marino.............................................................. 373
10. CELDAS DE COMBUSTIBLE....................................................................... 327 11.4.1 Salinidad........................................................................................................... 374
10.1 INTRODUCCIÓN ....................................................................................................... 327 11.4.2 Distribución de la salinidad en los mares......................................................... 374
10.2. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO DE LAS CELDAS DE COMBUSTIBLE TIPO 11.4.3 Otras sustancias disueltas ................................................................................. 375
“PEM” .................................................................................................................................. 328 11.4.4 GASES DISUELTOS ...................................................................................... 375
10.3. TIPOS DE CELDAS DE COMBUSTIBLE ........................................................... 331 11.4.5 VALORES DEL pH......................................................................................... 376
10.3.1 Celda de Ácido Fosfórico (PAFC) ........................................................................ 331 11.5 MOVIMIENTOS DE LAS AGUAS OCEANICAS................................................ 377
10.3.2 Celda de Carbonatos Fundidos (MCFC)............................................................... 332 11.5.1 MAREAS ......................................................................................................... 377
10.3.3 Celdas de Oxido Sólido......................................................................................... 332 11.5.2 CORRIENTES MARINAS.............................................................................. 379
10.3.4 Celda de Membrana de Intercambio Protónico (PEM)......................................... 334 11.5.3 ONDAS Y OLAS............................................................................................. 381
10.3.5 Celdas Alcalinas.................................................................................................... 336 11.6 FORMAS DE ENERGÍA PRESENTE EN AGUAS MARINAS ........................... 383
10.3.6 Otras Celdas de Combustible ................................................................................ 337 11.7 SISTEMAS DE EXTRACION DE ENERGÍA DEL OCEANO............................. 384
10.3.7 CLASIFICACION DE LAS CELDAS DE COMBUSTIBLE ............................. 338 11.7.1 Ondas................................................................................................................ 384
10.4. APLICACIONES ........................................................................................................ 340 11.7.2 Olas .................................................................................................................. 385
10.4.1 Generación de Electricidad Masiva....................................................................... 340 11.7.3 Temperatura ..................................................................................................... 387
10.4.2 Generación de Electricidad Menor........................................................................ 345 11.7.4 Mareas .............................................................................................................. 388
10.4.2.1 Celda de Combustible en el Hogar..................................................................... 345 11.7.5 Corrientes ......................................................................................................... 389
10.4.2.2 Celda de Combustible en las Transmisiones...................................................... 346 11.7.6 Gradientes de salinidad .................................................................................... 391
10.4.2.3 Celda de Combustible Portátil............................................................................ 348 11.7.7 Efecto osmótico por métodos mecánicos ......................................................... 392
10.4.3 Celda de Combustible en la Telefonía Móvil........................................................ 349 11.8 SISTEMAS DE GENERACIÓN EN operación ACTUAL..................................... 394
10.4.4 Industria Automotriz ............................................................................................. 349 11.8.1 Mareotérmica ................................................................................................... 394
10.4.5 Industria Aeroespacial........................................................................................... 353 11.8.2 Mareomotriz ..................................................................................................... 396
10.4.6 Aplicaciones Varias............................................................................................... 353 11.8.3 Corrientes ......................................................................................................... 397
10.5. Ciclo del Hidrogeno .................................................................................................... 356 11.8.4 Ondas y Olas .................................................................................................... 398
10.6 Almacenamiento del Hidrógeno................................................................................... 357 11.9 Ventajas y desventajas de la energía a partir del océano ......................................... 403
10.6.1 Hidruros de metal ............................................................................................. 357 12. Energía Geotérmica.......................................................................................... 404
10.6.2 Nanotubos de carbon............................................................................................. 359 12.1 Introducción ................................................................................................................. 404
10.6.3 Hidrogeno comprimido ......................................................................................... 360 12.2 Tipos de Energía Geotérmica..................................................................................... 405

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12.3 GENERACION ELECTRICA A PARTIR DE GEOTERMIA................................... 407 INDICE DE FIGURAS
12.3.1 Explotación Convencional .................................................................................... 407
12.3.2 Plantas Tipo Flash ................................................................................................. 408
12.3.3 Tecnología de Ciclo BInario ................................................................................. 408
12.4 Situación Internacional................................................................................................. 410
Figura 1.1. Clasificación máquinas eléctricas............................................................................ 12
13. Anexo: Problemas Resueltos........................................................................... 418 Figura 1.2. Sistema eléctrico de potencia................................................................................... 13
Figura 2.1. Campo magnético de imán permanente................................................................... 16
Figura 2.2. Campos magnéticos creado por corriente eléctrica ................................................. 17
Figura 2.3. Ley de Biot-Savarat. ................................................................................................ 18
Figura 2.4. Motor elemental....................................................................................................... 19
Figura 2.5. F.e.m. inducida en una espira .................................................................................. 20
Figura 2.6. Característica B - H.................................................................................................. 22
Figura 2.7. Circuito magnético simple ....................................................................................... 23
Figura 2.8. Circuito magnético y su equivalente eléctrico......................................................... 26
Figura 2.9. Corrientes de Foucault. ............................................................................................ 27
Figura 2.10 Característica O-i..................................................................................................... 28
Figura 2.11. Flujos propios y mutuos......................................................................................... 29
Figura 2.12. Energía en campo magnético................................................................................. 31
Figura 2.13. Energía por unidad de volumen ............................................................................. 31
Figura 2.14. Energía perdida en el núcleo.................................................................................. 32
Figura 2.15. Ciclo de histéresis .................................................................................................. 33
Figura 2.16. Circuito magnético con entrehierro ....................................................................... 34
Figura 3.1. Principio de funcionamiento del transformador. ..................................................... 41
Figura 3.2. Núcleos de transformadores monofásicos. .............................................................. 43
Figura 3.3. Núcleos de transformadores trifásicos..................................................................... 43
Figura 3.4. Traslapo de chapas y transformador monofásico armado. ...................................... 44
Figura 3.5. Enrollados concéntricos con núcleo tipo ventana.................................................... 44
Figura 3.6. Partes esenciales de transformador sumergido en aceite. ........................................ 45
Figura 3.7: Transformador ideal................................................................................................. 46
Figura 3.8. Circuito magnético equivalente ............................................................................... 48
Figura 3.9. Marcas de polaridad................................................................................................. 49
Figura 3.10. Diagrama fasor del transformador ideal. ............................................................... 50
Figura 3.11. Circuito referido al primario. ................................................................................. 50
Figura 3.12. Circuito equivalente de transformador en vacío. ................................................... 52
Figura 3.13 Característica magnética no lineal. ......................................................................... 53
Figura 3.14. Diagrama fasor con carga secundaria. ................................................................... 54
Figura 3.15. Circuito equivalente con carga en el secundario. .................................................. 54
Figura 3.16. Flujos de fuga. ....................................................................................................... 55
Figura 3.17. Circuito equivalente incluyendo el efecto de flujos de fuga.................................. 56
Figura 3.18. Circuito equivalente incluyendo resistencia de enrollados.................................... 57
Figura 3.19. Corriente en vacío para núcleo con perdidas. ........................................................ 58
Figura 3.20. Representación fasorial de corriente en vacío para núcleo con pérdidas. ............. 58
Figura 3.21. Forma de onda de la corriente en vacío ................................................................. 59
Figura 3.22. Circuito equivalente exacto. .................................................................................. 59
Figura 3.23. Circuito equivalente aproximado........................................................................... 60
Figura 3.24. Prueba de circuito abierto ...................................................................................... 61
Figura 3.25. Prueba de corto circuito ......................................................................................... 62

6 7
Figura 3.26. Conexión en instante v1 = vm. ................................................................................ 66 Figura 6.9. Circuito equivalente por fase (general).................................................................. 204
Figura 3.27. Conexión en instante v1 = 0. .................................................................................. 67 Figura 6.10. Circuito equivalente por fase (referido al estator). .............................................. 207
Figura 3.28. Corriente de inrush................................................................................................. 67 Figura 6.11. Circuito equivalente por fase (con carga representada)....................................... 207
Figura 3.29. Banco de transformadores en paralelo sin carga. .................................................. 68 Figura 6.12. Prueba de en vacío. .............................................................................................. 208
Figura 5.1. Generador elemental .............................................................................................. 146 Figura 6.13. Prueba de corto circuito ....................................................................................... 209
Figura 5.2. Sistema de conmutación. ....................................................................................... 147 Figura 6.14. Curva Torque-velocidad ...................................................................................... 212
Figura 5.3 .Voltaje rectificado.................................................................................................. 148 Figura 6.15. Curva Torque-velocidad en función de rr’........................................................... 212
Figura 5.4. Generador con 4 delgas.......................................................................................... 148 Figura 6.16. Curva Corriente rotórica-velocidad en función de rr’.......................................... 213
Figura 5.5. Voltaje rectificado con 4 delgas............................................................................. 149 Figura 6.17. Curva Torque-velocidad (motor monofásico). .................................................... 216
Figura 5.6. Curva de excitación ............................................................................................... 152 Figura 7.1. Generador monofásico desacoplado de la red ....................................................... 236
Figura 5.7. Generador de excitación separada operando en vacío ........................................... 153 Figura 7.2. Característica Torque velocidad del motor síncrono ............................................. 240
Figura 5.8. Característica de excitación o curva de saturación en vacío.................................. 153 Figura 7.3. Operación de la máquina síncrona en el diagrama P-Q......................................... 241
Figura 5.9. Curvas de excitación a distintas velocidades........................................................ 154 Figura 7.4. Diagrama de operación de un generador síncrono................................................. 242
Figura 5.10. Cambio en la distribución del flujo magnético en el entrehierro........................ 156 Figura 7.5. Rotores de máquina síncrona................................................................................. 244
Figura 5.11. Cambio de línea neutra. ...................................................................................... 157 Figura 7.6. Barras amortiguadoras en motor síncrono ............................................................. 245
Figura 5.12. Interpolos. ........................................................................................................... 158 Figura 7.7. Ejes directo y en cuadratura................................................................................... 246
Figura 5.13. Estator de máquina de C.C. de 2 polos ................................................................ 161 Figura 7.8. Circuitos de estator y rotor..................................................................................... 247
Figura 5.14. Rotor de máquina de C.C..................................................................................... 162 Figura 7.9. Descomposición de la fuerza magnetomotriz (fase a) .......................................... 250
Figura 5.15. Enrollado imbricado ............................................................................................ 163 Figura 7.10. Flujo magnético en el entrehierro (fase a) .......................................................... 250
Figura 5.16. Diagrama extendido del enrollado imbricado...................................................... 164 Figura 7.11. Variación de la inductancia propia de los enrollados del estator......................... 252
Figura 5.17. Circuito equivalente de un generador de excitación separada............................. 165 Figura 7.12. Variación de la inductancia mutua de los enrollados de las fases a y b. ............. 253
Figura 5.18. Característica VL v/s IL en generador de excitación separada. ............................ 167 Figura 7.13. Circuito equivalente por fase de la máquina síncrona. ........................................ 259
Figura 5.19. Circuito equivalente de un generador shunt. ....................................................... 167 Figura 7.14. Diagrama fasorial de una máquina síncrona operando como generador. ............ 260
Figura 5.20. Fenómeno de auto-excitación de un generador shunt.......................................... 168 Figura 7.15. Diagrama fasorial de una máquina síncrona operando como motor. .................. 260
Figura 5.21. Resistencia de campo para generación. ............................................................... 169 Fotografía 9.1.1. Generador de Brush ...................................................................................... 301
Figura 5.22. Característica VL v/s IL en generador shunt......................................................... 170 Fotografía 9.1.2. Parque eólico de Palm Springs, California................................................... 302
Figura 5.23. Circuito equivalente de un generador serie.......................................................... 171 Figura 9.1.3: Variabilidad de la velocidad del viento en el corto plazo................................... 306
Figura 5.24. Característica VL v/s IL en generador serie. ......................................................... 172 Figura 9.1.4: Variabilidad de la velocidad del viento diurna (Beldringe, Dinamarca) ............ 306
Figura 5.25. Circuito equivalente de un generador compound aditivo. ................................... 173 Figura 9.1.5: Variabilidad de la velocidad del viento estacional ............................................. 307
Figura 5.26. Característica VL v/s IL en generador compound aditivo()................................... 175 Figura 9.1.6: Variaciones anuales de la velocidad del viento .................................................. 307
Figura 5.27. Circuito equivalente de un generador compound diferencial. ............................. 176 Figura 9.1.7: Distribución de Weibull...................................................................................... 308
Figura 5.28. Característica VL v/s IL en generador compound diferencial............................... 177 Figura 9.1.8: Potencia de entrada, disponible y de salida de un aerogenerador....................... 309
Figura 5.29. Circuito equivalente de un motor de excitación separada. .................................. 178 Figura 9.1.9: Curva de potencia de un aerogenerador.............................................................. 310
Figura 5.30. Circuito equivalente de un motor shunt............................................................... 178 Fotografía 9.1.10: Mecanismo de orientación de un aerogenerador ........................................ 312
Figura 5.31. Curva Torque-velocidad de un motor de excitación separada............................. 180 Figura 9.1.11: Esquema simplificado de un parque eólico conectado a la red ........................ 316
Figura 5.32. Curva Torque-velocidad de un motor shunt. ....................................................... 180 Figura 9.1.12: Aerogenerador de velocidad fija conectado a la red......................................... 318
Figura 5.33. Circuito equivalente de un motor serie. ............................................................... 182 Figura 9.1.12: Generador de inducción con convertidor en el rotor ........................................ 320
Figura 5.34. Curva Torque-velocidad de un motor de serie..................................................... 183 Figura 9.1.13: Generador de inducción jaula de ardilla ........................................................... 320
Figura 5.35. Circuito equivalente de un motor compound aditivo........................................... 184 Figura 9.1.14: Generador sincrónico........................................................................................ 321
Figura 5.36. Curva Torque-velocidad de un motor compound aditivo.................................... 185
Figura 6.1. Motor de inducción de un par de polos.................................................................. 195
Figura 6.2. Motor de inducción con dos pares de polos........................................................... 196
Figura 6.3. Grados eléctricos y geométricos según los pares de polos. ................................... 197
Figura 6.4. Campos magnéticos rotatorios del estator y rotor. ................................................ 199
Figura 6.5. Estator con enrollado tipo imbricado..................................................................... 202
Figura 6.6. Rotor tipo jaula de ardilla. ..................................................................................... 202
Figura 6.7. Rotor bobinado. ..................................................................................................... 203
Figura 6.8. Relación de transformación. .................................................................................. 204

8 9
INDICE DE TABLAS PRESENTACION
Tabla 2.1. Unidades de I y B. .................................................................................................... 16 Estos apuntes son el resultado de una compilación y actualización de apuntes usados en el
Tabla 2.2. Analogía de variables magnéticas y eléctricas.......................................................... 25 curso de Conversión Electromecánica de la Energía del Departamento de Ingeniería Eléctrica
Tabla 5.1.: Designación de terminales de conexión de acuerdo a la norma. ........................... 161 de la Universidad de Chile.

El equipo que realizó estos apuntes esta compuesto por los siguientes profesores:

ƒYamille del Valle,


ƒJorge Romo,
ƒLuis Vargas, (Coordinador)

Además han participado en la elaboración de capítulos o aplicaciones específicas los siguientes


ayudantes: Guillermo Jiménez, Felipe Lineo, David Algaze, y Ricardo Alvarez B.

El texto trata el fenómeno de generación y conversión de la energía eléctrica. Comienza con


una introducción sobre electromagnetismo y conceptos básicos de circuitos magnéticos. A
continuación se revisan los temas de transformadores, máquinas eléctricas y electrónica de
potencia. Luego se presentan aplicaciones a energías renovables no convencionales como
energía eólica, mareomotriz y geotérmia, y también se incluye un capítulo sobre celdas de
combustible. Con ello esperamos entregar una visión general de las temáticas clásicas en la
materia, así como las tecnologías que se avizoran con mayor proyección en el futuro cercano.
Se entrega además bibliografía de apoyo y; en el caso de datos, tablas o figuras; se indica los
sitios web de acceso público que se han usado.

Luis Vargas D.

Santiago, Julio de 2003

10 11
1.2. Componentes de un Sistema Eléctrico de Potencia
1. INTRODUCCION
Se denomina usualmente como sistema eléctrico de potencia al sistema encargado de llevar
grandes cantidades de energía, en forma de energía eléctrica, desde las fuentes hasta los
consumos. Así, se pueden distinguir los siguientes elementos en estos sistemas (Ver figura
1.1. Dispositivos de Conversión Electromecánica 1.2.).

La conversión electromecánica de la energía comprende todos aquellos fenómenos relativos a


la transformación de energía eléctrica en energía mecánica y viceversa. La importancia de estos
procesos es indudable, dado que la electricidad es una forma de energía que resuelve Transformador Transformador
convenientemente los problemas básicos de transmisión, distribución y utilización en Elevador de voltaje Reductor de voltaje Iluminación
innumerables aplicaciones. Calefacción
Energía
G
En términos básicos, los dispositivos de conversión electromecánica se pueden clasificar en M Energía Mecánica
Mecánica
dos tipos dependiendo del tipo de conversión que realicen: Otros Consumos

i) Motor : Es un dispositivo que convierte energía eléctrica en energía mecánica.


ii) Generador : Es un dispositivo que convierte energía mecánica en energía eléctrica. Líneas de Transmisión Consumos
Centrales Generadoras

Energía MOTOR Energía Figura 1.2. Sistema eléctrico de potencia


Eléctrica Mecánica

i) Centrales generadoras: están fundamentalmente constituidas por uno o más


generadores eléctricos que transforman la energía proporcionada desde una fuente
Energía GENERADOR Energía (usualmente energía mecánica) en energía eléctrica.
Mecánica Eléctrica Las fuentes energéticas tradicionales empleadas para las Centrales generadoras
permiten clasificarlas en:
Centrales hidroeléctricas: la turbina(1) es accionada por la energía de caídas de agua
(desde embalses naturales, artificiales etc.)
Figura 1.1. Clasificación máquinas eléctricas. Centrales térmicas: la turbina es accionada por la presión de vapor de agua u otro
fluido, producido por calor liberado al quemar algún combustible (carbón, petróleo
y sus derivados, etc.). También dentro de las centrales térmicas se consideran las
Estas definiciones, consideradas en el sentido más amplio, abarcan cualquier dispositivo que centrales nucleares, donde el calor es producido por fisión nuclear, y las centrales
realice las conversiones energéticas señaladas (un parlante, por ejemplo, seria un motor y un diesel, que en lugar de turbina propiamente tal, utilizan como accionamiento
micrófono un generador), sin embargo, el presente estudio se orienta especialmente en motores mecánico un motor de combustión interna (Diesel).
y generadores de potencias elevadas (maquinas eléctricas de potencia). En los últimos años, a causa de la conocida crisis energética mundial, las
investigaciones se han orientado a la explotación de fuentes energéticas alternativas
Sin perjuicio de lo anterior, los fundamentos teóricos son válidos para el estudio de cualquier a las tradicionales, surgiendo las centrales generadoras no-convencionales.
dispositivo de conversión electromecánica de energía. Particular interés tienen aquellos recursos energéticos renovables y no
contaminantes como son la energía solar, eólica, geotérmica y mareomotriz.

ii) Líneas de transmisión: son los elementos necesarios para llevar la energía eléctrica
desde las centrales hasta los centros de consumo. En general son líneas trifásicas de
corriente alterna, de varios kilómetros de longitud

(1)
La energía mecánica es proporcionada al eje del generador mediante un dispositivo denominado turbina.

12 13
iii) Consumos: los consumos de energía eléctrica pueden ser de diverso tipo, como por
ejemplo para calefacción, iluminación, etc. Sin embargo, un gran porcentaje del 2. ELECTROMAGNETISMO Y CIRCUITOS
consumo lo constituyen los motores eléctricos (mas del 70% en Chile). MAGNETICOS
iv) Transformadores: en general, por razones constructivas y de seguridad, el voltaje a
la salida de las centrales generadoras es menor de 20 [kV]. Efectuar la transmisión
de grandes cantidades de potencia a este nivel de voltaje, significaría elevadas
2.1. Conceptos de Electromagnetismo
pérdidas Joule(2) en las líneas debido a las altas corrientes transmitidas. Para evitar
este problema se emplean unos dispositivos llamados transformadores, los cuales
2.1.1. Generalidades.
permiten transferir la energía eléctrica modificando sus niveles de voltaje y
corriente. De este modo un transformador elevador de tensión es requerido para
En el año 1820, Oersted descubrió que una corriente eléctrica origina un campo magnético a su
adaptar la tensión de salida de las centrales al nivel de transmisión y un
alrededor, lo que constituyó un hecho clave para el desarrollo de dispositivos de conversión
transformador reductor de tensión para adaptar el nivel de voltaje desde la
electromecánica de la energía.
transmisión hacia el consumo.
En efecto, como es sabido, la presencia del campo magnético es imprescindible para la
conversión de energía eléctrica en energía mecánica y viceversa:
En un sistema eléctrico de potencia los dispositivos conversores electromecánicos de energía, o
maquinas eléctricas (generadores y motores) juegan un papel muy importante, ya que
constituyen la principal fuente de demanda de energía eléctrica en la red. x En un motor, la energía eléctrica (corriente) crea un campo de fuerza (campo magnético)
bajo el cual otro elemento de corriente produce una fuerza que, bajo ciertas condiciones,
genera movimiento (energía mecánica).

x En un generador, la variación en el tiempo de la geometría de un circuito magnético


(energía mecánica) produce una variación en el tiempo del flujo magnético que induce
voltajes en los circuitos eléctricos que lo enlazan (energía eléctrica).

Siendo fundamental en ambos casos la presencia del campo magnético, se estudiara éste con
algún detalle.

2.1.2. Campo magnético.

Ciertos minerales (magnetita) tienen la propiedad de atraer trozos de fierro, y constituyen los
denominados imanes permanentes naturales. Se dice entonces, que existe un "campo de
fuerzas" o "campo magnético" en el entorno del imán permanente, cuya variable fundamental
G
que lo describe es la inducción magnética o densidad de flujo magnético: B .

Esta variable vectorial define las líneas de fuerza o líneas de campo magnético: tiene dirección
tangente a ellas y su magnitud es mayor mientras mayor es la cantidad de líneas por unidad de
área. En la figura 2.1 se ilustra el campo magnético en el caso de un imán permanente y se
observa que la densidad de flujo magnético es mayor en el interior del imán, donde es mayor la
densidad de líneas de campo magnético.

(2)
R·I2

14 15
G
B
i
N
G G
B B
G
B
S i

G (a) (b)
B

Figura 2.2. Campos magnéticos creado por corriente eléctrica


Figura 2.1. Campo magnético de imán permanente.
G
La ley de Ampere relaciona la densidad de corriente eléctrica J y la densidad de flujo
G
magnético B creado por esta, mediante:
Se define el flujo de líneas de campo a través de una superficie S cualquiera, como:
G G G G
G G ³ B ˜dl P o ³ J ˜ dS (2.2)
I ³ B ˜ dS (2.1) S

S
La primera integral se efectúa sobre una trayectoria cerrada, plana, cualquiera, y la segunda
G
Las unidades de I, y las correspondientes de B , son las indicadas en la Tabla 2.1. integral sobre la superficie encerrada por dicha trayectoria; P0 es una característica del medio,
denominada permeabilidad magnética, y tiene un valor Po = 4S•10-7 [H/m] para materiales no
ferromagnéticos.
Tabla 2.1. Unidades de I y B.
G En el caso que las líneas de corriente eléctrica no estén distribuidas en el medio material, sino
I B concentradas en un conductor, la segunda integral de la ecuación (2.2) no es otra cosa que la
corriente eléctrica “i” por el conductor, simplificándose dicha ecuación a:
Sistema CGS [lines] [lines/cm2 ] = [Gauss]
G G
Sistema MKS [Wb] (Weber) [Wb/m2] = [Tesla] Po ˜ i
8 4
³ B ˜dl (2.3)
Equivalencias 1 [Wb] = 10 [lines] 1 [Tesla] = 10 [Gauss ] = 10 [kGauss]
Siendo en este caso “i” la corriente eléctrica total que atraviesa la trayectoria de integración
G
considerada para B .
El campo magnético también puede ser creado por una corriente eléctrica. En la figura 2.2 (a) La ecuación (2.3) (ley de Ampere) también se puede escribir en una forma más generalizada
se indica la forma de una de las líneas del campo magnético creado por una corriente “i” que G
(ley de Biot-Savarat); para ello puede expresarse el valor dB de la densidad de flujo producida
circula en un conductor rectilíneo infinito (experiencia de Oersted). G
por un elemento conductor de longitud d A recorrido por una corriente “i”, en un punto a
En la figura 2.2.(b) se indica la forma que adopta el campo magnético al disponer el conductor G
distancia r del elemento de conductor, como: (ver figura 2.3)
en forma de una bobina. Se aprecia que en este caso la configuración se asemeja a la de un
imán permanente, razón por la cual a la bobina se le suele llamar electroimán. G G
G Po ˜ i ˜ dA u r
dB (2.4)
4Sr 3

16 17
G Así, en un motor, si los conductores están dispuestos en forma que sea factible desplazarlos,
dB esta fuerza provocara su movimiento, produciéndose entonces la conversión electromecánica
de la energía.
G Como ejemplo ilustrativo, en la figura 2.4 se muestra un motor formado por una espira plana,
dr
alimentada por una corriente “i”, libre de girar sobre su eje, y ubicada en un campo magnético
G
de valor B uniforme.
i G
dA G
El campo B puede ser producido por un imán permanente, o bien por un electroimán
constituido por una bobina alimentada por una fuente de C.C.
G G
Los lados axiales de la espira quedan sometidos a las fuerzas indicadas ( F i ˜ A ˜ B ),
produciéndose un torque motriz sobre el eje que es función de la posición:
Figura 2.3. Ley de Biot-Savarat.

G
2.1.3. Principios básicos del motor eléctrico A G
Como se vio, un campo magnético (ya sea producido por un imán permanente o por una G
corriente eléctrica) es un campo de fuerzas, donde al ubicarse un segundo conductor recorrido N G B G
por una corriente eléctrica, este queda sometido a una fuerza, lo cual es el principio básico de F F
G
cualquier motor eléctrico. i A S
G
G
En el caso más elemental de una partícula con carga “q” que se desplaza a velocidad v en un l B
G D
campo magnético B , ésta queda sometida a una fuerza:
G G G
F q˜v u B (2.5)

Si en lugar de una carga eléctrica se trata de una corriente “i” que circula por un conductor, la
expresión anterior puede expresarse:

i = dq/dt Figura 2.4. Motor elemental.


G G
v = d A /dt
G G G
dF i ˜ dA u B (2.6) G G G
Tm 2F u r
(2.8)
G G G D
Donde d A es la longitud del elemento de conductor. Tm 2 ˜ F ˜ sen(G )
2
Conforme a lo anterior, la fuerza total sobre el conductor será:
Las fuerzas sobre los otros lados de la espira son axiales y se anulan entre sí.
G G G
F ³ i ˜d A u B (2.7) Se observa que el torque se anula para G=0, por lo que la espira tiende a tomar esta posición.

En el caso que exista un torque resistente “TR” la posición de reposo es para Tm=TR. A modo de
ejemplo se tiene que al colocar un resorte en espiral como carga mecánica en la espira, el

18 19
ángulo de reposo G se modifica. El valor final de reposo es función de la corriente circulante Luego, por (2.9), en los terminales de la espira se produce una f.e.m. de la forma:
con lo cual este circuito puede utilizarse como un amperímetro.
e E máx ˜ sen(Z t )
G (2.11)
2.1.4. Principios básicos del generador eléctrico. E máx B ˜ A ˜ D ˜Z

La ley de Faraday constituye el principio básico de un generador eléctrico: en un conductor o Es decir, el dispositivo constituye un generador de corriente alterna, cuya frecuencia eléctrica
circuito eléctrico que enlaza un flujo magnético variable en el tiempo, se induce una fuerza Z 2Sf coincide con la velocidad angular mecánica Z. En este caso, se dice que la frecuencia
electromotriz (f.e.m.) dada por: eléctrica está sincronizada con la velocidad mecánica, por lo cual se denomina usualmente
como generador sincrónico.
dI (t )
e(t )  (2.9)
dt

Este voltaje o f.e.m. hará circular una corriente por el circuito correspondiente. 2.2. CIRCUITOS MAGNETICOS.

La variación de I en el tiempo puede producirse por una corriente variable en el tiempo (efecto 2.2.1. Generalidades.
de transformador) o una por variación de la geometría del sistema (efecto de generador). Este
último caso, es el que interesa, por cuanto la entrada es energía mecánica (necesaria para En general se denominara circuito magnético a un conjunto de enrollados alimentados por
modificar la geometría) y la salida es energía eléctrica. corrientes, y enlazados magnéticamente entre sí. Para nuestros propósitos, interesara en
particular el estudio de circuitos magnéticos que emplean núcleos de materiales
Considérese una espira sometida a un campo magnético constante cuyo eje se encuentra ferromagnéticos que tienen la propiedad de ofrecer baja resistencia a la circulación del flujo
girando a velocidad angular “Z”, tal como muestra la figura 2.5. magnético, permitiendo encausarlo adecuadamente.

Para el estudio de circuitos magnéticos, es necesario definir otra variable fundamental en


campos magnéticos: la intensidad de campo magnético, y su relación con la densidad de flujo
en materiales no ferromagnéticos y ferromagnéticos.
D
G La intensidad de campo magnético se define como: G
G B
B B H (2.12)
Po

Donde P0 es la permeabilidad magnética del medio.


G G
l De acuerdo a lo anterior, al ser P0 constante, H es proporcional a B .
G
Z La intensidad de campo H está relacionada con la corriente eléctrica, o sea con la fuente que
G
origina el campo magnético. Esto se aprecia colocando la expresión (2.3) en función de H :
Figura 2.5. F.e.m. inducida en una espira G G
³ H ˜ dA i
(2.13)
Considerando G(t=0) = 0, el flujo enlazado por esta espira es de la forma:
G
Se emplea como unidad MKS para la intensidad de campo magnético ( H ) el [Amp. vuelta/m],
2
G y en unidades CGS el [Amp. vuelta/cm] que equivale a 10 [Amp. vuelta/m]. A veces
I (t ) I máx cos(G ) Ÿ I ( t ) B ˜ A ˜ D ˜ cos( Z t ) (2.10) se utiliza la unidad [Oersted] equivalente a 79,55 [Amp. vuelta/ m].

20 21
G
Un aumento en el valor de la fuente “i”, aumenta la intensidad H en los diversos puntos del En esta misma figura se muestra la característica B-H de un material no ferromagnético,
G apreciándose la notable diferencia entre la pendiente de esta recta con la pendiente P de la zona
campo magnético, subiendo proporcionalmente la densidad de flujo B .
lineal de los materiales ferromagnéticos. En general, P en la zona lineal es del orden de 103
Sin embargo, existen ciertos materiales llamados ferromagnéticos (fierro, cobalto, níquel y veces P0.
G
aleaciones de los mismos), en los cuales un determinado valor de H produce un aumento de
G G La propiedad anterior, lleva a la conclusión que ante la presencia de materiales magnéticos las
B mucho mayor que P0· H . líneas de flujo se cerraran preferentemente siguiendo las trayectorias definidas por dichos
materiales. Por ello, el empleo de núcleos ferromagnéticos es la base en la construcción de toda
Esto se debe a que dichos materiales están constituidos por dipolos magnéticos moleculares. maquina eléctrica, y la fabricación de fierro para usos eléctricos se orienta a lograr altos valores
G
Estos dipolos están orientados al azar cuando no hay campo magnético externo aplicado ( H = G
G de P, codos de saturación a B elevados (~ 2 Wb/m2) y bajas perdidas magnéticas, lo que se
0), sin embargo, al aplicar un campo magnético externo ( H  0) los dipolos se orientan en el
sentido del campo, produciendo un campo interno adicional que aumenta notablemente la consigue en gran medida con aleaciones con silicio (fierro silicoso).
densidad de flujo total en el interior del material.

Una vez que los dipolos terminan de alinearse con el campo magnético, el aumento en la 2.2.2. Circuito magnético simple.
G G G
intensidad de campo H produce que la densidad de flujo interna B sólo aumente según P0· H ,
G G En general se puede designar como circuito magnético a un conjunto de uno o mas enrollados
en este caso se dice que el material esta saturado. De este modo, H y B se relacionaran eléctricos recorridos por corrientes eléctricas, y que están acoplados magnéticamente entre sí.
mediante: En particular, interesaran aquellos que empleen núcleos ferromagnéticos para mejorar el
G G acoplamiento magnético.
B P˜H
(2.14)
En la figura 2.7 se muestra un circuito magnético muy simple: una bobina ideal (sin perdidas),
de N vueltas, recorrida por una corriente “i”, y ubicada en un núcleo magnético determinado de
Donde la permeabilidad magnética P es no constante. longitud media “ A ” y sección transversal uniforme “A”.

En la figura 2.6 se ve la característica B-H típica de un material ferromagnético. Se distingue


G G
una zona lineal, donde B es proporcional a H y P es prácticamente constante, un codo de
G G
saturación y una zona de saturación, donde B = P0 · H , por lo cual resulta indeseable
trabajar.
ªWb º
B « 2»
¬m ¼ i
Zona de saturación Material
Ferromagnético N

Codo de saturación

Zona
lineal Material No
Ferromagnético
Figura 2.7. Circuito magnético simple
ª Amp.vuelta º
H « » Si se supone que todo el flujo se cierra únicamente por el núcleo (o sea no hay flujos de fuga),
¬ m ¼ G G
B y por lo tanto H (3), tendrán un valor constante en cualquier punto del núcleo.
Figura 2.6. Característica B - H.
(3)
En adelante B y H respectivamente

22 23
Así, aplicando la ley de Ampere (ecuación (2.13)) a la trayectoria de integración indicada con Siendo “V” la fuente de voltaje, “I” la corriente que circula por el circuito y “rK” las
línea de segmentos en la figura 2.7, se tiene: resistencias en serie que representan las caídas magnéticas H k ˜ A K .

H ³ dA N ˜i Así, es posible definir en el circuito magnético el equivalente de una resistencia eléctrica, y que
(2.15)
H ˜A N ˜i en este caso se denomina reluctancia:

Esta relación permite evaluar H y encontrar el respectivo valor de B en la característica B-H A


R (2.19)
del material. Esto indica la necesidad de contar con este tipo de información al estudiar PA
problemas que incluyan la zona no lineal de la característica B-H.
El valor de la reluctancia es constante al trabajar dentro de la zona lineal de la característica
Cuando el circuito magnético no es tan simple, suele ocurrir que el núcleo, a pesar de constituir B-H.
una trayectoria cerrada sencilla (sin trayectorias paralelas), está formado por trozos de sección
transversal uniforme AK y longitud A K , de modo que H será constante dentro de cada trozo. En Si comparamos la fórmula (2.19) con la expresión que define la resistencia eléctrica en función
este caso la integral de la ecuación (2.13) se podrá expresar como una sumatoria: de la conductividad, la longitud y la sección del conductor eléctrico (fórmula (2.20)),
podemos entonces definir a la reluctancia “R” como un parámetro de “resistencia” al flujo
magnético y a la permeabilidad magnética P como una medida de la "conductividad" del
N ˜i ¦H k ˜AK
(2.16)
núcleo. De este modo, mientras mayor sea “R”, se necesitará un valor mayor de la fuente
K magnética para establecer determinado flujo.

N·i : Se denomina fuente magnética o fuerza magnetomotriz designándose a veces AC


r (2.20)
como F = N·i. V ˜ AC
Hk ˜AK : Se denominan caídas magnéticas del circuito magnético.

En la Tabla 2.2. se muestra la equivalencia descrita entre variables magnéticas y eléctricas:

2.2.3. Circuito eléctrico equivalente. Tabla 2.2. Analogía de variables magnéticas y eléctricas.

Es posible hacer una analogía entre un circuito magnético como el descrito por la ecuación
(2.16) y un circuito eléctrico. Para ello, la fuente magnética N·i puede asimilarse a una fuente Variable eléctrica
Variable magnética
equivalente
de voltaje, y las caídas magnéticas H k ˜ A K serian caídas de voltaje en el circuito eléctrico. El
F = N·i Fuerza magnetomotriz V Voltaje o fuerza electromotriz
flujo magnético I tendría su equivalente en la corriente del circuito eléctrico.
I Flujo magnético I Corriente eléctrica
Esta analogía es aún mas clara, y presta entonces su real utilidad, cuando los circuitos H•l Caída magnética 'V Caída de voltaje
magnéticos son lineales (es decir formados con núcleos de P=constante.). En este caso la
R Reluctancia r Resistencia eléctrica
ecuación (2.16) puede escribirse:
P Permeabilidad magnética V Conductividad eléctrica.
BK IA K AK B Densidad de flujo J Densidad de corriente
N ˜i ¦P
K
AK ¦P
K AK
I ˜¦
K P K AK
(2.17)
K K

La ecuación equivalente de un circuito eléctrico seria: La ecuación (2.17) puede escribirse en función de las reluctancias del circuito magnético,
como:
V I ˜¦ r K
K (2.18) N ˜ i I ˜ ¦ RK I ˜ Req
(2.21)

24 25
Donde Req es la reluctancia equivalente vista desde la fuente. un campo magnético alterno en el tiempo (producido por una corriente alterna, no
necesariamente sinusoidal).
En la figura 2.8 se muestra un circuito magnético y su equivalente eléctrico.
ii) Perdidas por corrientes parásitas o de Foucault: como los núcleos ferromagnéticos
son a la vez buenos conductores eléctricos, un flujo magnético variable en el
2
i I tiempo, I(t), inducirá corrientes parásitas (ip) que circularan por el núcleo según se
R2
muestra en la figura 2.9.(a).
R1
N R3
3
I(t)
1 N·i
4
R4

Figura 2.8. Circuito magnético y su equivalente eléctrico


ip
Por otra parte, puede demostrarse que la relación (2.21) es valida en general para circuitos
magnéticos lineales con un solo enrollado y con cualquier configuración del núcleo
(trayectorias serie y paralelo). En todos estos casos, Req será la reluctancia equivalente vista
desde la fuente en el circuito eléctrico equivalente.

Para circuitos magnéticos lineales con más de una fuente (más de un enrollado), basta ubicarlas (a) (b)
adecuadamente y con el sentido correcto en el circuito eléctrico equivalente. La resolución de
este circuito entrega información necesaria para evaluar las variables magnéticas I, B y H.
Figura 2.9. Corrientes de Foucault.
Cuando los circuitos magnéticos no son lineales, en general no conviene trabajar con
reluctancias (ya que estos dejan de ser parámetros constantes), y es necesario trabajar con la ley
de Ampere propiamente tal y con la característica B-H, para relacionar estas dos variables. Estas corrientes parásitas producirán perdidas de Joule debido a la resistencia eléctrica del fie-
rro (rfierro · ip2), las que serán mayores mientras mayor sea la trayectoria permitida para la
circulación de las corrientes parásitas.
2.2.4. Corriente-variable en el tiempo.
Por esta razón, los núcleos que se emplean con corriente alterna se fabrican laminados, como
La forma de actuar de los campos magnéticos se deduce de las leyes de Maxwell. En los se muestra en la figura 2.9 (b), de modo de restringir las trayectorias de las corrientes parásitas
dispositivos que aquí se estudian, las frecuencias de las variables son tales que permiten a cada una de las laminas. Las laminas tienen barniz aislante eléctrico en cada una de sus caras,
despreciar las corrientes de desplazamiento en las ecuaciones de Maxwell (casos cuasi- y sus espesores son del orden de 0,5 [mm]. En el capitulo 3 se encontraran las expresiones
estáticos). Es decir, los campos variables en el tiempo son los mismos que en condiciones analíticas para las perdidas por histéresis y por corrientes de Foucault, demostrándose que estas
estáticas para un mismo nivel eléctrico, de modo que los circuitos magnéticos se pueden últimas son proporcionales al cuadrado del espesor de las chapas o laminas.
resolver como si fueran estáticos, introduciéndose posteriormente cualquier variación en el
tiempo. 2.2.5. Inductancias.

Un problema adicional que aparece con corriente alterna, son las perdidas magnéticas. En los Para una bobina o enrollado de un circuito magnético su inductancia propia se define en
núcleos reales existen dos tipos de perdidas: general como:

i) Perdidas de histéresis: son las perdidas producidas por roce molecular cuando las dO
L (2.22)
moléculas magnéticas deben orientarse en uno y otro sentido al estar excitadas con di

26 27
Donde O es el flujo enlazado por las N vueltas de la bobina ( O N ˜I ) De la relación de circuitos magnéticos lineales (2.21) y de (2.26) se obtiene:

“L” es la pendiente de la característica O v/s. “i”, así, para un circuito simple en que no haya N2
L (2.27)
flujos de fuga (ver figura 2.7) se tiene: Req
O bien
B = I/A (2.23) L N 2 Peq (2.28)
O N ˜ A˜ B
(2.24)
Donde Peq = 1/Req es la permeancia equivalente del circuito magnético, vista desde la bobina.
Considerando la ecuación (2.15): Cuando los circuitos magnéticos tienen más de una bobina, es posible que cada bobina, aparte
de enlazar su propio flujo I11 producido por su corriente i1 enlace parte del flujo producido en
A una segunda bobina, I12, producido por una corriente i2 en dicha bobina (figura 2.11).
i ˜H (2.25)
N
I11
Se tiene que O es proporcional a B, e “i” es proporcional a H, por lo cual la característica O-i I12
del núcleo será, en general, semejante a la característica B-H del mismo (figura 2.10). I22
i1 i2
O [Wb] N1 N2

Zona de Saturación

Figura 2.11. Flujos propios y mutuos.

Zona Lineal En este caso es posible definir (considerando caso lineal):

- Inductancia propia I11


i [Amp] L11 N1 (2.29)
i1
- Inductancia mutua I12
L12 N1 (2.30)
Figura 2.10 Característica O-i. i2

Si el circuito magnético lineal tiene “n” bobinas, para la bobina “j” la inductancia propia será
En general la inductancia propia no será constante, sino que dependerá del valor de la de la forma:
corriente. En la zona lineal, “L” (que es la pendiente de la curva O-i) será constante y de valor
elevado. En la zona de saturación (altas corrientes), la inductancia decaerá notablemente a I jj
valores similares al caso que no hubiera núcleo ferromagnético. L jj Nj (2.31)
ij
Para la zona lineal, es posible evaluar en forma simple la inductancia:
Y las inductancias mutuas respecto a otra bobina k:
dO O N ˜I
L (2.26) I jk
di i i L jk Nj (k=1,2,…,nj) (2.32)
ik

28 29
Se puede demostrar que, en general, Ljk = Lkj. Luego, ecuación queda representada por el área bajo la curva O-i, como se indica en la figura
2.12.
La evaluación de inductancias mutuas es similar a la evaluación de inductancias propias, es O [Wb]
decir, es necesario resolver el circuito magnético y evaluar Ijk.
O2
El voltaje en una bobina “j”, supuesta de resistencia nula, esta dado por la relación:

n
di k Hc
(4)
vj ¦L
k 1
jk
dt
(2.33)
O1
O bien expresado matricialmente para las n bobinas:

>v@ >L@ d >i @ (2.34)


i [Amp]
dt

Figura 2.12. Energía en campo magnético


2.2.6. Energía en el campo magnético.
Si O e “i” se expresan en función de B y H, de acuerdo a las expresiones (2.24) y (2.25) la
En un circuito magnético simple, donde no haya perdidas ni en los enrollados ni en el núcleo, ecuación (2.36) puede escribirse como:
la energía que entra al sistema a través del circuito eléctrico, sólo puede almacenarse en el B2
núcleo, es decir, en el campo magnético. Hc (2.37)
³ H ˜ dB
B1
Así, haciendo un balance de energía, puede decirse que la energía eléctrica es igual a la energía
acumulada en el campo magnético. 0 sea, la energía acumulada en el campo, Hc, se puede
Como A ˜ A representa el volumen del núcleo (espacio ocupado por el campo magnético) puede
evaluar a través de la energía eléctrica:
escribirse la relación:
B2
t2 t2 Hc (2.38)
Hc ³ p(t )dt ³ v(t ) ˜ i(t )dt (2.35)
Vol ³ H ˜ dB [Joule/m ]
B1
3

t1 t1

Es decir, la energía por unidad de volumen acumulada en el campo magnético corresponde al


Siendo p(t) la potencia eléctrica instantánea que entra al sistema.
área bajo la curva B-H, según se indica en la figura 2.13.
Como v(t) = dO/dt, de (2.35) se tiene:
B ªWb º
« m2 »
¬ ¼
O2
(2.36) B2
Hc ³ i ˜ dO
O 1 H c / vol

B1

(4)
Esta relación proviene de la ley de Faraday, y es válida para circuitos magnéticos de geometría fija; en caso
i
dL H ª Amp.vuelta º
« »
contrario, Ghabrá que sumar los términos del tipo dt , según puede deducirse de la ecuación de Maxwell ¬ m ¼
H wB G G
’u E   ’uv u B H
wt donde E es el campo eléctrico y vG la velocidad del conductor respecto al campo; al
,
primer sumando se le llama voltaje de transformación, y al segundo de generación. Figura 2.13. Energía por unidad de volumen

30 31
Para circuitos magnéticos lineales (donde L y P son constantes), si se considera que en el
O [Wb]
instante inicial i = 0, la expresión para la energía acumulada puede escribirse como:
Omáx
1 1 1 O2
Hc L ˜i2 Oi (2.39)
2 2 2 L
OR
Hc 1 1 1 B2 - imáx
P˜H2 BH (2.40)
Vol 2 2 2 P ic imáx i [Amp]
Si el circuito magnético no tiene pérdidas, al aumentar la corriente de la bobina de 0 a “i”, Curva de
entrará una determinada energía Hc al sistema, la cual se acumulará en el campo magnético, magnetización
inversamente, si la corriente se reduce de “i” a 0, la misma cantidad de energía Hc se devuelve -Omáx
a la fuente eléctrica.

Sin embargo, si en el núcleo existen pérdidas (histéresis o corrientes parásitas), la cantidad de Figura 2.15. Ciclo de histéresis
energía Hc devuelta a la fuente eléctrica será menor que la energía Hc entregada inicialmente al
campo magnético. Por este motivo, la trayectoria de regreso en el grafico O-i (o B-H) no es la
misma trayectoria inicial, según se aprecia en la figura 2.14 y el área entre ambas curvas Como puntos particulares del ciclo de histéresis se pueden destacar la corriente es necesaria
representa la energía que se pierde en el núcleo (pérdidas por histéresis y Foucault). para que el flujo sea cero (N·ic = fuerza magnetomotriz coercitiva) y el enlace de flujo OR que
persiste en el núcleo a pesar de ser i = 0 (flujo remanente). La trayectoria que pasa por el
O [Wb] origen, o curva de magnetización, sólo se tendrá para núcleos magnéticos vírgenes, o núcleos
desmagnetizados.
Omáx
En la práctica, se tratan de fabricar núcleos con bajas perdidas, de modo que los ciclos son
Hc relativamente angostos. La información que entregan los fabricantes es la curva de
magnetización junto a la denominada curva de perdidas, donde se grafican los Watts/Kg de
H c* pérdidas en el núcleo, en función de Bmáx .
Hc  H c* Pérdidas en el Núcleo

2.2.7. Circuitos magnéticos con entrehierro.


0 imáx i [Amp]
A continuación se analiza el caso de circuito magnéticos con entrehierros. Este caso reviste de
gran interés puesto que las máquinas eléctricas constituyen necesariamente circuitos de este
Figura 2.14. Energía perdida en el núcleo tipo para permitir el desplazamiento de una parte móvil respecto a una parte fija.

En primer lugar considérese un circuito magnético ideal con un enrollado, el cual posee las
Si la corriente es alterna, y varia entre imáx y - imáx, el punto de operación en el grafico O-i (o B- siguientes características:
H) recorrerá una trayectoria denominada ciclo de histéresis. El área de este ciclo representará
las perdidas en el núcleo por el ciclo de la corriente (ver figura 2.15).
x No hay flujos de fuga por el aire.
x La resistencia eléctrica del enrollado es despreciable.
Si la trayectoria se recorre muy lentamente, de modo que las corrientes parásitas inducidas
puedan despreciarse, el área de la curva representara solo las perdidas de energía de histéresis, x Las perdidas en el núcleo son despreciables.
por ciclo. x La permeabilidad P es constante y su valor tiende a infinito (consecuentemente, el valor de
la reluctancia del núcleo tiende a cero, evitando las caídas de potencial magnético).

32 33
Al aplicar un voltaje v(t) a la bobina se establece un flujo magnético I(t) y por tanto una Es decir, prácticamente toda la energía se acumula en el entrehierro.
densidad de flujo B = I/A en el núcleo (“A” es la sección transversal del núcleo). Sin embargo,
como P tiende a infinito la intensidad de campo magnético H será siempre igual a cero (ver Además, la inductancia queda dada por:
ecuación (2.14)). Esto fuerza a que la corriente que circula por la bobina sea nula (según
fórmula (2.15)), la inductancia propia tienda a infinito (ecuación (2.26)) y por lo tanto la N2
L (2.44)
energía acumulada en el campo magnético sea nula (Hc = 0). R Fe  Reh

Considérese el mismo circuito magnético anterior al cual se ha agregado un entrehierro según Pero como P o f y consecuentemente RFe o 0 se tiene:
se aprecia en la figura 2.16.
N2 N2
A L# Po A (2.45)
i Reh g

O sea, la inductancia propia de la bobina es prácticamente determinada por el entrehierro.


v N g

I 2.3 Problemas Resueltos

1. ¿Qué entiende por Reluctancia de un circuito magnético?


Respuesta:
Figura 2.16. Circuito magnético con entrehierro
Es posible hacer una analogía entre un circuito magnético como el descrito por la ecuación
El circuito magnético es lineal, sin perdidas, el núcleo tiene una longitud media A , una sección Ni ¦ H k A K y un circuito eléctrico. Para ello, la fuente magnética Ni puede asimilarse a
transversal “A” uniforme, y un entre hierro de longitud g << A . K

una fuente de voltaje, y las caídas magnéticas H k A K serian caídas de voltaje en el circuito
Suponiendo que no existe dispersión de flujo magnético en el entrehierro se tiene:
eléctrico. El flujo magnético I tendría su equivalente en la corriente del circuito eléctrico.
I Esta analogía es aun mas clara, y presta entonces real utilidad, cuando los circuitos
Beh B Fe B
A (2.41) magnéticos son lineales (es decir formados con núcleos de P=constante.). En este caso la
ecuación anterior puede escribirse:
N ˜I H Fe ˜ A  H eh ˜ g
B IA K
NI ¦ K A K ¦
Donde: K PK K P K AK

Beh es la densidad de flujo en el entrehierro


Bfe es la densidad de flujo en el fierro Como I es constante en todos los trozos "en serie" del circuito magnético supuesto, puede
Heh es la intensidad de flujo en el entrehierro sacarse fuera de la sumatoria, quedando
Hfe es la intensidad de flujo en el fierro AK
NI I ¦
K P K AK
Si el núcleo es ideal, HFe = 0, con lo cual:
La ecuación equivalente de un circuito eléctrico seria:
Bg
N ˜ I # H eh ˜ g (2.42) V I ˜¦ r K
Po K

Y la energía acumulada en el campo magnético es: Siendo V el voltaje, I la corriente y r K las resistencias en serie. Así, es posible definir en el
circuito magnético el equivalente de una resistencia eléctrica, y que en este caso se denomina
1 reluctancia:
Hc # BH eh ˜Vol eh (2.43)
2

34 35
A corrientes parásitas. Por esta razón, los núcleos que se emplean con corriente alterna se
ƒ fabrican laminados, como se muestra en la Fig. 2.9 (b), de modo de restringir las
PA
trayectorias de las corrientes a cada una de las laminas. Estas laminas tienen barniz
Que será constante al trabajar dentro de la zona lineal de la característica B-H. aislante eléctrico por una de sus caras, y sus espesores son del orden de 0,5 [mm] o me
nos. En el capitulo 3 se encontraran las expresiones analíticas para las perdidas por
histéresis y por corrientes de Foucault, demostrándose que estas ultimas son
2. ¿Cómo varia la permeabilidad de un material ferromagnético ante la fuerza proporcionales al cuadrado del espesor de las chapas o laminas. Como con corriente
electromotriz? continua ambos tipos de perdidas son nulas, es posible usar núcleos macizos en ese caso.
Respuesta:
4. ¿Qué condiciones son necesarias para que un campo magnético produzca un voltaje
en un conductor?
La permeabilidad magnética P es una medida de la "conductividad" del núcleo para la
Respuesta:
circulación del flujo. Mientras mayor sea ƒ , se necesitara un valor mayor de la fuente
magnética para establecer determinado flujo. La ley de Faraday constituye el principio básico de un generador eléctrico: en un conductor o
circuito eléctrico que enlaza un flujo magnético variable en el tiempo, se induce una fuerza
F Ni I ˜ ¦ ƒ K Iƒeq electromotriz (fem) dada por:
dI (t )
e(t ) 
A dt
ƒ
PA Este voltaje o fem hará circular una corriente por el circuito correspondiente. Como el flujo
magnético I se relaciona directamente con el campo magnético B , según la siguiente
relación:
3. ¿Cómo se atenúa la magnitud de las corrientes parásitas, o de Foucault? d ( B ˜ A)
I B ˜ A Ÿ e(t ) 
Respuesta: dt
Donde A es el área por donde circula el campo magnético. Luego de la expresión anterior se
Como los núcleos ferromagnéticos son a la vez buenos conductores eléctricos, un flujo determinan las siguientes condiciones para producir un voltaje en un conductor:
magnético variable en el tiempo, I (t ) , inducirá corrientes I p (parásitas) de acuerdo a la ley
de Faraday, que circularan por el núcleo según se muestra en la siguiente figura. a. Campo magnético variable en el tiempo y al área A constante o fija.
b. Campo magnético constante y área A variable en el tiempo.
c. Ambos pueden ser variables, campo magnético como área
I(t)

5. Defina la permeabilidad magnética y muestre como se puede determinar


experimentalmente esta cantidad en un medio particular. ¿Qué es la permeabilidad
relativa?
Respuesta:

ip La permeabilidad magnética P , es una constante escalar para un medio físico particular. Se


puede hacer un paralelismo con la conductividad eléctrica, en la cual la permeabilidad
representa la facilidad o dificultad de un material en permitir el traspaso (propagación) del
campo magnético.
B
Dada la siguiente relación B P˜H Ÿ P se pude calcular experimentalmente la
(a (b H
permeabilidad aplicando una intensidad de campo magnético a un material dado y midiendo la
densidad de campo magnético. Esto implica trazar la curva característica de los materiales
2
Estas corrientes producirán perdidas Joule debido a la resistencia del fierro (Rfierro x ip ), las ferromagnéticos B-H
que serán mayores mientras mayor sea la trayectoria permitida para la circulación de las

36 37
La permeabilidad de un material se puede considerar como el producto de la permeabilidad del La diferencia principal entre las dos variables (B y H) esta en que la intensidad de campo
vacío Po 4S u 10 7
> H / m @ y la permeabilidad relativa P r , la cual varía ampliamente magnético es independiente de las propiedades de los materiales empleados en la
construcción de los circuitos magnéticos.
con el medio.
P
P Pr ˜ Po Ÿ Pr 7. ¿Qué es la fuerza magnetomotriz? ¿Qué lo diferencia de la fuerza electromotriz? ¿En
Po que se parecen ambas?
Respuesta:
Por ejemplo para el aire y para la mayoría de los conductores y aisladores eléctricos, P r 1 .
Para los materiales ferromagnéticos este valor puede ser de cientos o de miles. Por lo tanto, se Dada la siguiente ecuación:
puede definir la permeabilidad relativa como la permeabilidad de un material respecto a la
permeabilidad del vació.
Ni ¦H A
K
k K

Es posible hacer una analogía entre un circuito magnético como el descrito por la ecuación
6. ¿Qué es la intensidad del campo magnético? ¿Que lo diferencia de la intensidad del anterior y un circuito eléctrico. Para ello, la fuente magnética Ni puede asimilarse a una
flujo magnético? fuente de voltaje, y las caídas magnéticas H k A K serian caídas de voltaje en el circuito
Respuesta:
eléctrico. El flujo magnético I tendría su equivalente en la corriente del circuito eléctrico.
En el estudio de campos magnéticos, aparte del campo magnético (o densidad de flujo) B, se
define una segunda variable fundamental denominada intensidad de campo magnético, Luego a esta fuente magnética se de denomina Fuerza Magnetomotriz (fmm), la cual esta
definida como: directamente relacionada con la intensidad de campo magnético. También se puede relacionar
con la corriente que pasa por la(s) espera(s) de una bobina y con l numero de estas.
G
G B
H F Ni fmm
P La principal diferencia es que la fmm es generada por campos magnéticos, en cambio, la
fuerza electromotriz es generada por campos eléctricos.
Donde P es la permeabilidad magnética del medio. Es decir H es proporcional a B (al ser P =
constante).
8. ¿Qué entiende por saturación de un material ferromagnético?
Por otra aprte, la intensidad de campo H esta relacionada con la corriente eléctrica, o sea con Respuesta:
la "fuente magnética" que origina el campo, según la Ley de Ampere
En los materiales llamados ferromagnéticos (fierro, cobalto, níquel y aleaciones de los
³ H ˜ dA i mismos), en los cuales un determinado valor de H produce un aumento de B mucho mayor
que Po•H. Esto se debe a que dichos materiales están constituidos por dipolos magnéticos
De aquí que se emplea como unidad mks para H [Amp. vuelta/m], y unidad cgs para H [Amp. moleculares, orientados al azar cuando no hay campo magnético externo aplicado (H = 0).
vuelta/cm] = 102 [Amp. vuelta/m]. A veces se utiliza la unidad [OerstedJ = 79,55 [Amp. Ante la presencia de un campo magnético externo (H  0), los dipolos se orientan en el
vuelta/ m]. sentido del campo, produciendo un campo interno adicional que aumenta notablemente la
densidad de flujo total en el interior del material.
Un aumento en el valor de la fuente magnética i, aumenta la intensidad H en los diversos
puntos del campo magnético, subiendo proporcionalmente la densidad de flujo B. Sin No obstante, el aumento de B en estos materiales no es proporcional con H, ya que mientras
embargo, existen ciertos materiales llamados ferromagnéticos (fierro, cobalto, níquel y mas aumenta H, es menor el aumento de B pues la gran mayoría de las moléculas se habrán
aleaciones de los mismos), en los cuales un determinado valor de H produce un aumento de B alineado con el campo externo. Cuando todas las moléculas ya estén orientadas (H elevado),
por mas que aumente H, la densidad de flujo interna no aumentara, y B total solo
mucho mayor que P•H. Esto se debe a que dichos materiales están constituidos por dipolos
magnéticos moleculares, orientados al azar cuando no hay campo magnético externo aplicado aumentara según Po•H; se dice que el material esta saturado.
(H = 0). Ante la presencia de un campo magnético externo (H  0), los dipolos se orientan en
el sentido del campo, produciendo un campo interno adicional que aumenta notablemente la
densidad de flujo total en el interior del material.

38 39
B 3. TRANSFORMADORES
Zona de saturación
ªWb º
1,5  2 « 2 »
¬m ¼ 3.1. GENERALIDADES.
Codo de saturación Los transformadores son básicamente, circuitos magnéticos de dos bobinas que convierten
energía eléctrica de un nivel de voltaje y corriente a otro nivel de voltaje y corriente diferente,
Zona lineal gracias al distinto numero de vueltas de cada uno de los enrollados y al flujo común, variable
en el tiempo, que ambos enlazan. Estas características lo hacen indispensable en aplicaciones
Po H de transmisión y distribución de energía eléctrica de corriente alterna (CA), donde es necesario
un alto nivel de voltaje para transmitir la energía a grandes distancias con pocas perdidas. El
H transformador de dos enrollados se denomina monofásico, y es el más elemental. En circuitos
de potencia trifásicos se usan bancos de tres transformadores monofásicos o bien
transformadores trifásicos propiamente tales.

9. ¿Cuáles la relación numérica entre Tesla y Weber/m2? ¿Entre Gauss y Weber/m2? 3.1.1. Principio básico de funcionamiento y campos de aplicación.
¿Entre Tesla y Gauss?
En el caso más simple, un transformador es un dispositivo de dos enrollados, uno de los cuales
Respuesta: (enrollado primario) se conecta a una fuente de alimentación variable en el tiempo, v1(t). Esto
origina un flujo magnético también variable en el tiempo I(t), que es enlazado por el segundo
enrollado (enrollado secundario), induciéndose en este un voltaje v2(t) que puede alimentar un
consumo determinado (figura 3.1.).
B
2
Sistema cgs [líneas/cm ] = [Gauss ] i1(t) i2(t)
2
Sistema mks [ Wb/m ] = [Tesla]
V1(t) N1 N2 V2(t)
Equivalencias 1 [ Wb/m2 ] = 104 [Gauss ] = 10 [KGauss ]

I(t) Núcleo

Figura 3.1. Principio de funcionamiento del transformador.

Si el transformador es ideal, es decir si no hay pérdidas de flujo, ni perdidas de potencia y la


permeabilidad magnética del núcleo es infinita, el flujo I(t) es enlazado totalmente por las N1
vueltas del enrollado primario y por las N2 vueltas del enrollado secundario, cumpliéndose:

dI
v1 N1 (3.1)
dt
dI
v2 N2 (3.2)
dt

40 41
Es decir : 3.1.2. Aspectos constructivos.
v1 N1
(3.3) Los transformadores se fabrican en un amplio rango de potencia, dependiendo de la aplicación,
v2 N2
que va desde algunos Watts para pequeños transformadores monofásicos de aplicación en
electrónica, hasta potencias del orden de los 100 o más MVA en transformadores trifásicos de
Además, por las condiciones de transformador ideal descritas, debe cumplirse:
grandes sistemas eléctricos de potencia. Las partes principales que caracterizan los
transformadores son el núcleo ferromagnético y los enrollados, además, dependiendo del nivel
v1i1 v2 i2 de potencia, se agregan accesorios
(3.4)
Núcleo:
Y de (3.3) y (3.4) se tiene también que:
Está formado por un paquete de chapas o laminas de acero silicoso, de espesores de 0,3 a 0,7
i1 N2 [mm] por lámina. Se emplean núcleos laminados (en que las láminas están aisladas
(3.5)
i2 N1 eléctricamente entre sí con barniz) de modo de reducir las perdidas por corrientes de Foucault.

Eligiendo adecuadamente los números de vueltas, se puede elevar o reducir el voltaje a los Para transformadores monofásicos se emplean básicamente dos tipos de núcleos, denominados
niveles requeridos. tipo ventana y tipo acorazado, como se muestran en la figura 3.2.

Lo anterior corresponde al denominado transformador monofásico (una fase) de dos Enrollados


Núcleo tipo ventana Núcleo tipo acorazado
enrollados. Sin embargo, en sistemas de potencia se emplean circuitos trifásicos donde se
requerirán tres transformadores monofásicos (uno para cada fase) o una unidad trifásica (los
tres pares de enrollados con un núcleo común).

Por otra parte, los transformadores monofásicos pueden ser de más de dos enrollados si se
requieren varios niveles de voltaje; igualmente en transformadores trifásicos pueden tenerse
más de dos enrollados por fase. Aparte de lo anterior, hay una gran variedad de otros tipos de
transformadores (transformadores hexafásicos, transformadores en conexión Scott, etc.), todos
Figura 3.2. Núcleos de transformadores monofásicos.
los cables se basan en el mismo principio fundamental antes descrito.

Considerando lo anterior, en general un transformador se puede definir como un sistema Los núcleos correspondientes para transformadores trifásicos se indican en la figura 3.3, en que
formado por un conjunto de circuitos eléctricos (enrollados) magnéticamente acoplados. Cabe A, B, C corresponden a los circuitos de cada una de las fases.
indicar que bajo esta definición la acción de transformación también se cumple con "núcleo de
aire" siendo obviamente mucho menos efectiva (por Ej.: interferencia cerca de cables de Alta Enrollados
Tensión). Sin embargo, lo usual será el empleo de núcleos de material ferromagnético Núcleo tipo ventana Núcleo tipo acorazado
(normalmente fierro silicoso).

La posibilidad de elevar o reducir voltajes alternos mediante transformadores, significó el gran


auge de la corriente alterna (CA) en sistemas eléctricos de potencia ya que mediante estos A B C A B C
dispositivos era posible que los sistemas generación-transmisión-consumo, funcionaran a los
niveles adecuados de tensión: baja tensión (BT) en generación (por limitaciones de los
generadores), alta tensión (AT) en transmisión (para bajar la corriente y reducir las perdidas
Joule en las líneas) y baja tensión en los consumos (por razones de seguridad).
Figura 3.3. Núcleos de transformadores trifásicos.
Sin embargo este no es el único campo de aplicación, pues hay múltiples usos a otros niveles
de voltaje, como por ejemplo en circuitos electrónicos, donde no sólo se emplean Cabe indicar además, que cada chapa del núcleo esta particionada para facilitar el armado del
transformadores para modificar niveles de tensión, si no también para aislar circuitos, bloquear mismo sobre los enrollados previamente construidos. Las 1aminas se van traslapando, como se
corriente continua, adaptar impedancias, etc.

42 43
indica en la figura 3.4 para el caso de núcleo acorazado monofásico, de modo de reducir el Accesorios:
efecto de los entrehierros.
Aunque las partes esenciales de un transformador son el núcleo y los enrollados, existen (una
gran cantidad de accesorios cuyas características dependen principalmente de la potencia y de
los niveles de voltaje del transformador. Entre estos accesorios pueden mencionarse elementos
de sujeción del núcleo, carcaza del transformador, terminales de enrollados, sistema de
refrigeración, protecciones, etc.

En aplicaciones de potencia, los transformadores se construyen tradicionalmente con el núcleo


y enrollados sumergidos en aceite aislante, dentro de un estanque (carcaza). Los terminales de
los enrollados llegan a través de aisladores de porcelana (bushings), hasta cuyo interior llega el
nivel de aceite.
Figura 3.4. Traslapo de chapas y transformador monofásico armado. Los sistemas de refrigeración son de diversa naturaleza, dependiendo de la potencia, pudiendo
ser, en orden creciente de disipación de calor: refrigeración natural al aire o en aceite (con
Enrollados: radiadores para aumentar la superficie de disipación de la carcaza), refrigeración con aceite
forzado (motobombas que hacen circular aceite interiormente) y refrigeración con aceite
Son de conductores de cobre recubierto con aislación adecuada (esmalte, papel, seda, etc.) forzado y aire forzado (con ventiladores exteriores).
según los niveles de voltaje. El total de vueltas de cada enrollado va distribuido en capas con
aislación entre las mismas (salvo en transformadores de voltajes bajos), además de 1levar En la figura 3.6 se muestran las partes esenciales de un transformador con estanque de aceite y
aislación entre ambos enrollados y entre enrollados y núcleo. refrigeración natural.

En general se trata de ubicar los enrollados primario y secundario concéntricos para reducir lo
más posible los flujos de fuga. Aún en el caso de núcleo ventana monofásico, los enrollados
primario (P) y secundario (S) se suelen subdividir en dos partes en serie, de modo de dejarlos
concéntricos como se muestra en la figura 3.5.

S P P S S P P S

Figura 3.5. Enrollados concéntricos con núcleo tipo ventana.

Para transformadores de potencias elevadas existen otras formas de distribución de vueltas que
no se detallan aquí, pero que pueden consultarse en la bibliografía respectiva.
Figura 3.6. Partes esenciales de transformador sumergido en aceite.

En los últimos años, se han desarrollado también los denominados transformadores secos (en
potencias entre 10 KVA y 10 MVA), los que en lugar de un estanque con aceite refrigerante
emplean una resina moldeable (resina epóxica y harina de cuarzo) resistente, que sirve de

44 45
protección, facilita la disipación de calor y con la cual prácticamente no se necesita Luego, si el voltaje es sinusoidal, el flujo también lo será:
mantención.
I I máx sen (Zt )
(3.7)
3.2. TRANSFORMADOR MONOFASICO IDEAL. De modo que de (3.6):

3.2.1. Definición. v1 | e1 (t ) Z ˜ N 1 ˜ I máx cos(Zt )


(3.8)
Un transformador ideal es aquel en el cual no hay perdidas de potencia ni perdidas de flujo
magnético, y además la permeabilidad magnética del núcleo es mucho mayor que Po. Siendo:
En suma, en un transformador ideal se cumplen las siguientes condiciones: Z 2Sf (3.9)

x Permeabilidad del núcleo P o f (reluctancia despreciable). Con f la frecuencia de la fuente de alimentación (red).
x No hay flujos de fuga, es decir, el flujo es enlazado en su totalidad por ambos enrollados.
x No hay perdidas Joule en los enrollados (la resistencia eléctrica de los enrollados es nula). Así, el valor efectivo del voltaje, V1 o E1, esta relacionado con el flujo máximo mediante:
x No hay perdidas de potencia en el núcleo.
2S
En estas condiciones, el transformador monofásico que se muestra esquemáticamente en la V1 | E1 N 1 fI máx Ÿ V1 4.44 ˜ N 1 ˜ fI máx (3.10)
2
figura 3.7(a) puede representarse mediante el circuito equivalente de la figura 3.7(b). Este
circuito contiene toda la información del transformador físico, salvo el sentido de los
enrollados, el cual se indica con las denominadas marcas de polaridad como se verá mas Es importante notar que, al aplicar un voltaje V1 al primario (valor efectivo), se establece un
adelante (figura 3.9). flujo en el núcleo cuyo valor máximo es independiente de la corriente y solo depende de la
razón V1/f:

i1(t) i2(t) 1 V
i1(t) i2(t) I máx ˜ 1 (3.11)
4,44 N 1 f
v1(t) e1(t) N1 N2 e2(t) v2(t) v1(t) = e1(t) v2(t) = e2(t)
Además, por (3.6), el flujo está retrasado con respecto al voltaje en 90°.

N1 : N2 = a : 1 Si se considera que “AN” es el área transversal neta del núcleo, la relación (3.10) se puede
I(t) Núcleo escribir también como:
(a) (b) V1 | E1 4,44 N 1 ˜ f ˜ Bmáx ˜ AN (3.12)

Figura 3.7: Transformador ideal. Donde Bmáx es la densidad de flujo máxima en el núcleo, cuyo valor para los núcleos reales (no
ideales) no debe superar los límites de saturación (1,5 a 1,8 [Wb/m2]).

3.2.2. Relación de voltajes. En el secundario, como todo el flujo I es enlazado por las N2 vueltas de dicho enrollado,
similarmente se cumplirá para el voltaje efectivo.
Si el primario se alimenta desde una fuente alterna sinusoidal v1(t), la fuerza electromotriz
(f.e.m.) del primario el(t) será igual a Vl(t) al no haber flujos de fuga ni resistencia del V2 | E 2 4,44 ˜ N 2 ˜ f ˜ I máx (3.13)
enrollado, cumpliéndose que
O bien
dI
v1 | e1 (t ) N1 (3.6) V2 | E 2 4,44 ˜ N 2 ˜ f ˜ Bmáx ˜ AN (3.14)
dt

46 47
Siendo E2 la f.e.m. inducida y V2 el voltaje en los terminales del enrollado, que en este caso Esto justifica los sentidos elegidos para las corrientes en la figura 3.7(a). (De haber
coinciden (transformador ideal). seleccionado sentido contrario para i2, la ecuación (3.18) habría resultado con signo
negativo). Este tipo de enrollados se denomina con polaridad sustractiva, puesto que ambas
Así, de (3.10) y (3.13) se encuentra que para los valores efectivos (o fasores): f.e.m. se restan (ecuación (3.17)). Si el secundario estuviera enrollado en el sentido contrario,
las f.e.m. se sumarían, denominándose polaridad aditiva.
V1 E1 N1
a (3.15) Esta información se indica en el circuito equivalente con las denominadas marcas de
V2 E 2 N2
polaridad (•), en las cuales se debe entender que cuando la corriente i1 entra a la marca de
polaridad y la corriente i2 sale, corresponde a polaridad sustractiva; en cambio cuando ambas
Siendo “a” la razón de vueltas del transformador. corrientes entran o ambas corrientes salen de las marcas de polaridad, es polaridad aditiva.
En la figura 3.9 se resume lo dicho anteriormente.
O sea, para los valores efectivos se cumple la misma relación de voltajes instantáneos (3.3)
vista anteriormente.
Polaridad Sustractiva
i1(t) i2(t)
3.2.3. Relación de corrientes. i1(t) i2(t)
Ya se vio antes (ecuación (3.5)) que las corrientes instantáneas en ambos enrollados están en
relación inversa al número de vueltas. Igual conclusión se puede obtener si se analiza como
circuito magnético. En la figura 3.8 se indica el circuito magnético del transformador de la
figura 3.7(a) cuando circula una corriente i1 por el primario e i2 por el secundario; R es la
reluctancia del núcleo, y ambas fuerzas magnetomotrices (f.e.m.) N1·i1 y N2·i2 son opuestas
de acuerdo al sentido de las corrientes indicado en la figura 3.7(a).

R Polaridad Aditiva
i1(t) i2(t)
i1(t) i2(t)
I
N1·I1 N2·I2

Figura 3.8. Circuito magnético equivalente

Se cumple así:
Figura 3.9. Marcas de polaridad.
N 1 ˜ i1  N 2 ˜ i2 R ˜I (3.16)

Por otra parte, como la alimentación es sinusoidal, i1 e i2 serán sinusoidales de modo que la
Como R o 0 y siendo I  0 se tiene:
relación (3.18) se cumplirá también para los valores efectivos de corrientes (fasores):
N 1 ˜ i1  N 2 ˜ i2 0 (3.17)
I1 N2 1
(3.19)
Es decir: I2 N1 a

i1 N2 1 La ecuación (3.15) indica que V1 (o E1 ) y V2 (o E 2 ) están en fase. Igualmente (3.19) indica
(3.18)
i2 N1 a que I1 e I2 también están en fase. Además I2 estará desfasado con respecto a V2 en un

48 49
ángulo \, equivalente al ángulo de la impedancia de carga conectada al secundario. Así, el I2
diagrama fasor será el de la figura 3.10. Puesto que V1 aV2 , e I1 , se tiene:
a
V2
V 2 E 2 V 1 E 1 Z c| a2 ˜ (3.21)
I2
\ V2
Y como Z c , se tiene finalmente:
I2
I1 Z c| a2 ˜ Zc (3.22)

I2 Z c| es denominada impedancia de carga referida al primario, o vista desde el primario. En


general se puede encontrar que cualquier impedancia en el circuito secundario se puede
referir al primario multiplicándola por a2.
I
Al voltaje y la corriente en Zc' se les designara por V2 ' e I2 ' : voltaje y corriente secundarios,
referidos al primario, cumpliéndose:
Figura 3.10. Diagrama fasor del transformador ideal.
V2 ' a ˜ V2
(3.23)

3.2.4. Circuito equivalente referido a uno de los enrollados.


I2
I2 ' (3.24)
Por facilidad para los cálculos (en transformadores reales, no ideales) es conveniente trabajar a
con un circuito equivalente referido a uno de los enrollados. Por ejemplo, en la figura 3.11(a)
se muestra el circuito equivalente ya visto, y en la figura 3.11(b) el mismo referido al Análogamente se puede encontrar un circuito equivalente referido al secundario, en cuyo
primario. caso los voltajes en el primario se dividen por “a”, las corrientes deben ser multiplicadas por
“a” y cualquier impedancia Z conectada al circuito primario habrá que dividirla por a2 para
I1 I2 referirla al secundario,
I1 I2

V2 V1
V1 Zc V ' 2 Z’c 3.3. TRANSFORMADOR MONOFASICO REAL (NO IDEAL).

En este capítulo se estudia como se modifica el circuito equivalente de un transformador, si


se quieren representar los fenómenos que ocurren al no cumplirse cada una de las
Z’c restricciones impuestas en el punto 3.2.1 para el transformador ideal.
(a) (b)
3.3.1. Permeabilidad magnética finita.

Figura 3.11. Circuito referido al primario. Se considerara que el núcleo tiene una reluctancia R  0; sin embargo siempre se asumirá la
permeancia magnética P constante. El resto de suposiciones del transformador ideal se
Para que el circuito (b) sea equivalente con (a), la impedancia Z’c debe tener un valor tal que mantendrá inalterable por el momento.
siga entrando I1 al primario:
Si R  0 la ecuación (3.16) queda:
V1
Z c| (3.20) N 1 ˜ i1  N 2 ˜ i2 R ˜I z 0 (3.25)
I
1

50 51
Si el secundario esta abierto (i2 = 0), la corriente por el primario i1(t=0) = i0 conocida como 2 io
corriente en vacío, esta dada por: I [Wb/m ) Fundamental

N 1 ˜ i0 R ˜I0 z 0
(3.26)
Entonces: t
§ A ·
i0 ¨¨ ¸¸ ˜ I 0 (3.27) ra
3 Armónica
i [Amp]
© P A ˜ N1 ¹
(a) (b)
Donde A es el largo medio de la trayectoria magnética en el núcleo.

De la expresión anterior se deduce que i0 está en fase con I. Además, conforme a la ecuación Figura 3.13 Característica magnética no lineal.
(3.13), V1 está adelantado 90º con respecto a I. Como I0 está retrasado 90º con respecto a
V , el circuito equivalente en vacío sería una inductancia pura, llamada de magnetización
1
Así, i0 tiene principalmente un contenido de 3a armónica, razón por la cual el valor de I0
(Lm), a la cual la corresponde una reactancia de magnetización (Xm) dada por: (efectivo) que se considera en la práctica es el de una onda sinusoidal equivalente, que tiene
el mismo valor efectivo que la onda real deformada.
Xm 2S ˜ f ˜ Lm
(3.28) Cuando se conecta una carga en el secundario:
Con
N 12 RI N 2 (5)
Lm (3.29) N 1i1  N 2 i 2 RI Ÿ i1  i2 (3.30)
R N1 N1

Por tanto, el circuito equivalente es el de la figura 3.12.


I1 Io Luego:

RI N 2 N
i1  i 2 = i0  2 i 2 (3.31)
N1 N1 N1
V1 V1 E 2 jX m

Fasorialmente:

I1 I0  I2 ' (3.32)


Figura 3.12. Circuito equivalente de transformador en vacío.
N2 
Es importante notar, que en las ecuaciones anteriores se ha denotado I0 como el fasor de i0, Siendo I2 ' I 2 la corriente secundaria referida al primario.
N1
considerando i0 como sinusoidal. En la práctica debido a la no-linealidad del material
magnético (figura 3.13(a)), i0 resulta no sinusoidal tal como se ve en la figura 3.13(b).
En la figura 3.14 se ve el diagrama fasor para este caso.

(5)
I es el mismo que en vacío (I0), pues su valor máximo, depende solo de V1 y f, que se mantienen.
V1
I máx
(4,44 ˜ N 1 ˜ f )

52 53
V1 E 1 V ' 2 E ' 2 I
\
i1 i2
I' 2
Io If1 If2

I1
Figura 3.16. Flujos de fuga.
Figura 3.14. Diagrama fasor con carga secundaria.
El flujo mutuo, se seguirá denominando I. Igualmente se designaran por e1, e2 los voltajes
inducidos por el flujo mutuo. Es decir:
Se aprecia que en este caso I1 ya no esta en fase con I2 . El circuito equivalente es entonces
dI
el de la figura 3.15. e1 N1 (3.34)
dt
I1 I ' 2 I2
dI
e2 N2 (3.35)
Io dt
V1 jX m E 1 E 2 V2 Es decir, se seguirá cumpliendo e1:e2 = N1: N2; o bien E 1 : E 2 = N1: N2.
Z c
Los voltajes en los terminales serán ahora:
N1 : N2
dI11
v1 N1 (3.36)
dt
Figura 3.15. Circuito equivalente con carga en el secundario.
dI 22
v2 N2 (3.37)
Se representa la reactancia de magnetización Xm referida al primario, aunque también se dt
puede colocar en el secundario, con el valor:
Donde:
2
§N · I11 I  I f 1 (3.38)
X m ' ' ¨¨ 2 ¸¸ X m (3.33)
© N1 ¹
I 22 I If2 (3.39)

3.3.2. Existencia de flujos de fuga. Luego:


dI f 1 dI dI f 1
En la práctica existen flujos de fuga en ambos enrollados, como se ilustra en la figura 3.16, v1 N1  N1 = N1  e1 (3.40)
dt dt dt
los que se denominaran Ifl y If2 respectivamente.
v1 v x1  e1

De las ecuaciones anteriores se observa que existe un voltaje vx1 en adelanto de 90º con
respecto al flujo. Se puede definir entonces una inductancia de fuga:

dO f 1 dI f 1
L1 N1 (3.41)
di1 di1

54 55
Debe notarse que como el circuito magnético para el flujo de fuga se cierra en el aire, no hay 3.3.3. Efecto de resistencias de enrollados.
saturación, es decir es lineal:
Si se consideran las resistencias r1 y r2 (6) de los enrollados, habrá una caída de tensión en
di1 ellas, de modo que la ecuación (3.40) queda:
v1 L1  e1 (3.42)
dt
V1 r1 I1  jx1 I1  E 1 (3.49)
vx1 es una caída de voltaje en la reactancia inductiva, que se denomina reactancia de fuga del O bien
primario, dada por: V1 r1  jx1 I1  E 1 (3.50)

X1 2S ˜ f ˜ L1 (3.43) Z1 = r1 + jx1 se denomina impedancia del primario, se tendrá:

Fasorialmente, la ecuación (3.43) es: V1 Z 1 I1  E 1 (3.51)


Para el secundario (3.50) se convierte en:
V1 jx1 ˜ I1  E 1 (3.44)
E 2 r2 I2  jx 2 I2  V2 (3.52)
Análogamente para el secundario:
dI f 2 Si: Z2 = r2 + jx2 es la impedancia del secundario, se tendrá:
v2 N 2  e2 (3.45)
dt
E 2 r2  jx 2 I2  V2 (3.53)
Definiendo la inductancia de fuga del secundario:
dI f 2 Luego, el circuito equivalente será el de la figura 3.18.
L2 N2 (3.46)
di 2
I1 I2 ' I2
Y la reactancia de fuga del secundario: jX 1
r1 Io r2
jX 2

X2 2S ˜ f ˜ L2 (3.47)
jX m E1 E 2 Z c
Se tendrá: V1 V2

V2 E 2  jx 2 ˜ I2 (3.48)


N1 : N2
Luego, el circuito equivalente se puede modificar agregando x1 y x2 en serie con el primario
Transformador Ideal
y secundario respectivamente, obteniéndose el circuito de la figura 3.17.

I1 I2 Figura 3.18. Circuito equivalente incluyendo resistencia de enrollados.


jX 1 Io jX 2

V1 E1 E 2
3.3.4. Consideración de pérdidas en el fierro.
V2
jX m Z c Según se estudió en la sección 2.2.6., en el caso de existir pérdidas en el fierro, la
característica I-i es un ciclo de histéresis. Si se considera el transformador en vacío ( I1 =
N1 : N2 I0 ), se puede analizar la forma de onda de la corriente i0, para un flujo I sinusoidal, como se
hace en la figura 3.19.
Figura 3.17. Circuito equivalente incluyendo el efecto de flujos de fuga.
(6)
Las resistencias r1, r2 deben corresponder a C.A. a la frecuencia f, y a la temperatura media de los enrollados.

56 57
e i0
ip
I im
Imáx t
I
t

i0 t
io

t Figura 3.21. Forma de onda de la corriente en vacío

Figura 3.19. Corriente en vacío para núcleo con perdidas. En consecuencias, I0 tiene una componente inductiva Im , y una resistiva IP .

Se observa que I0 esta desfasada (adelantada) en un pequeño ángulo (\p) con respecto al El circuito equivalente debe modificarse de manera que I0 se descomponga en una corriente
flujo. En un diagrama fasor la situación es la de la figura 3.20. por una inductancia (xm), y una corriente por una resistencia (rp) (7), obteniéndose el circuito
equivalente de la figura 3.22, denominado circuito equivalente exacto (aunque sin embargo
tiene aún varias simplificaciones implícitas).
Ip E1 I1 I2 ' I2
\p Io
r1 jX 1 r2 jX 2
Ip Im
E1 E 2
Im V1
rp jX m V2 Z c

Io

N1 : N2
I

Figura 3.22. Circuito equivalente exacto.


Figura 3.20. Representación fasorial de corriente en vacío para núcleo con pérdidas.
De este modo, la resistencia rp representa las pérdidas en el fierro:
De este modo, I0 puede descomponerse en una corriente IP en fase con E1 , y una corriente
I, m en fase con I denominadas corriente de pérdidas en el núcleo y corriente de E12
W Fe rp I P E1 I P (3.55)
magnetización respectivamente. rP

I0 IP  Im


2
(3.54)
Si se considera V1 | E1, se tiene que W Fe | V1 , lo cual significa que las perdidas en el fierro
rP
Igual descomposición puede apreciarse en las formas de onda en función del tiempo (figura son aproximadamente independientes de la carga (I2).
3.21).

(7)
Normalmente xm es bastante mayor que rp.

58 59
Debido a los órdenes de magnitud de las corrientes, no se comete mucho error si se coloca la
rama de magnetización del transformador a la entrada del circuito. El circuito así logrado se
P0
denomina circuito equivalente aproximado y su equivalente referido al primario se muestra
Io
en la figura 3.23.
Z eq
I1 I2 '
V1 rp jX m
Io

V1 Z 0 V2 '


Z c '

Figura 3.24. Prueba de circuito abierto


Figura 3.23. Circuito equivalente aproximado.
Los parámetros, en función de las medidas V1, I0, P0, son:
En la figura se tiene que:
2
V1
Z eq Z1  Z 2' Z1  a 2 ˜ Z 2 (8) (3.56) rP (3.57)
P0
Z r  j˜X
0 p m
2
V1
xm (3.58)
3.3.5. Determinación experimental de los parámetros del circuito equivalente. Q0

En la práctica es posible realizar la determinación experimental de los parámetros del circuito


Q0 (V1 I 0 ) 2  P0
2 (3.59)
equivalente de un transformador mediante dos pruebas, la de circuito abierto y la de
cortocircuito, pudiendo además medirse en forma directa la resistencia de los enrollados.

Prueba de circuito abierto: Prueba de cortocircuito:

Se efectúa la medición de voltaje (V1) corriente (I0), potencia activa (P0) en uno de los Se miden el voltaje, (V1) corriente (I1) y potencia (Pc) entrando a uno de los enrollados
enrollados del transformador conectado a la red y manteniendo el otro enrollado en circuito conectado a una fuente, y manteniendo el otro enrollado en cortocircuito. La prueba debe
abierto. La prueba se efectúa a tensión nominal, normalmente en el lado de baja tensión, y a efectuarse a voltaje V1 reducido, de modo que I1 sea la corriente nominal (para no dañar los
frecuencia nominal para no saturar el núcleo y lograr condiciones similares a las nominales. enrollados).

Dado que la impedancia de la rama paralela del transformador es alta, la corriente circulante Puesto que la prueba se realiza a voltaje reducido es posible despreciar las pérdidas de la
durante la prueba es baja, por lo cual es posible despreciar las perdidas de la rama serie del rama paralela del circuito equivalente del transformador y determinar los parámetros de las
primario y determinar así únicamente los parámetro de la rama de excitación (rp y xm) (ver ramas serie del primario y secundario (ver figura 3.25).
figura 3.24).

(8)
Zeq es llamada impedancia equivalente del transformador (corresponde a la impedancia equivalente, si se
desprecia I0 ).

60 61
req jX eq Esta ecuación sirve para evaluar las resistencias a las temperaturas de trabajo (75°C) a partir
P0 I1 de la medida hecha a temperatura ambiente.

También esta relación se utiliza a la inversa, es decir para determinar la temperatura de un


enrollado a través de medir su resistencia en régimen de trabajo, y compararla con la misma a
temperatura ambiente. La temperatura así determinada corresponde a un valor promedio en el
V1 enrollado, y el método se denomina "determinación de temperatura por variación de
resistencia".

Otras pruebas:
Figura 3.25. Prueba de corto circuito
Hay una gran variedad de pruebas que se realizan a los transformadores de poder para medir
la calidad de sus aislaciones (pruebas dieléctricas, como son la resistencia de aislación, de
Así, los parámetros quedan dados por:
impulso, de voltaje aplicado, de voltaje inducido), obtención de la curva de saturación del
fierro, determinación de la relación de vueltas, etc.
Pc
req 2 (3.60)
I1 De estas pruebas, es importante la determinación de la razón vueltas (N1/N2), ya que como
las pruebas de vacío y cortocircuito se realizan en BT y AT respectivamente, será necesario
Qc referir los parámetros allí obtenidos a uno de los lados del transformador mediante la relación
x eq 2 (3.61) de vueltas.
I1
Con Un método simple para obtener N1/N2 es mediante dos voltímetros, uno conectado en el
Qc (V1 I 1 ) 2  Pc
2 (3.62) primario (V1) y otro en el secundario (V2) en la prueba de vacío(9). Así,

Además, puede suponerse con buena aproximación que: N1 V1


(3.65)
r1 = r2’ = 0,5 ˜ req N2 V2
x1 = x2’= 0,5 ˜ xeq (3.63)

Adicionalmente, r1 y r2 se pueden medir directamente con las precauciones que se indican en


el punto siguiente. 3.3.6. Análisis del comportamiento a partir del circuito equivalente.

Conocidos los parámetros del circuito equivalente de un transformador, la fuente de


Medida de resistencias de enrollados: alimentación y la carga conectada en su secundario, se pueden calcular, mediante el circuito,
todas las corrientes, voltajes y otras variables eléctricas en los distintos parámetros. En
Las medidas de resistencias de enrollados se pueden efectuar directamente con un óhmetro. particular interesa determinar el comportamiento del transformador a través de su eficiencia,
Sin embargo los valores así obtenidos corresponden a resistencia en corriente continua. En regulación y durante transientes.
general, el valor de resistencia aumenta con la frecuencia y con la sección del conductor
(efecto skin o pelicular), resultando valores de resistencia en corriente alterna del orden de Eficiencia:
1,1 a 1,2 veces mayor que el valor en continua.
La eficiencia se define como la relación porcentual entre la potencia de salida o potencia útil
Otro aspecto que influye en el valor medido es la temperatura. En efecto, sobre la resistencia respecto de la potencia de entrada del transformador:
de un conductor de cobre a una temperatura T1[ºC] y la misma resistencia a temperatura
T2[°C], están relacionados por:

R(T1 ) 234.5  T1 (9)


(3.64) Pues en este caso, V1 = E1 y V2 = E2.
R(T2 ) 234.5  T2

62 63
Potencia util La regulación se define como un porcentaje respecto del valor de la tensión nominal del
K ˜ 100 (3.66) secundario, de acuerdo a la expresión:
Potencia de entrada

V1
 V2 (3.71)
La potencia de salida de un transformador (potencia en el secundario) puede calcularse: Re g a ˜ 100 (10)
V2
P2 V2 I 2 cos < V2 ' I 2 ' cos < (3.67)
Considerando el circuito equivalente aproximado referido al secundario y teniendo como
Donde \ es el ángulo de desfase entre el voltaje y la corriente en la carga (asumiendo la referencia el voltaje en el secundario ( V2 V2‘0 ) se tiene:
carga conectada al secundario).
V1 a V2  I2 ˜ (req''  jx'eq' ) (3.72)
Además, las pérdidas en el transformador corresponden a la suma de las pérdidas en el cobre
(Joule) y las pérdidas en el fierro (Histéresis y Foucault), las que calculadas del circuito
equivalente exacto, son: V1 a ^
V 2  I 2 ˜ req'' ˜ cos( < )  x eq'' ˜ sen ( < )  j x eq'' ˜ cos( < )  req'' ˜ sen ( < ) `
2
2 E1 Donde:
wp r1 I 1  r2 ' ( I 2 ' ) 2  (3.68)
rp \ es el ángulo de desfase entre voltaje y corriente en la carga conectada al secundario.
req' ' , x eq' ' son la resistencia y la reactancia equivalentes del transformador referidas al
Y del circuito equivalente aproximado: ''
2
secundario, es decir, req'' ( r1 / a 2 )  r2 y xeq ( x1 / a 2 )  x 2
wp r1  r2 ' ˜ ( I 2 ' )  V1
2
(3.69)
rp Normalmente, el término imaginario j x eq'' ˜ cos(<2 )  req'' ˜ sen(<2 ) es pequeño comparado
con la parte real (11), por lo cual la regulación se obtiene aproximadamente como:
Con lo cual es posible rescribir (3.66) como:

V2 ˜ I 2 cos(< )
K 2 (3.70)
Re g

I 2 ˜ req'' ˜ cos( < )  x eq'' ˜ sen ( < ) (3.73)
2V
V2 ˜ I 2 ˜ cos(< )  req ˜ ( I 2 ' )  1 V2
rp
Es importante notar como la regulación depende del factor de potencia de la carga, por
Se observa que las perdidas en el fierro son prácticamente independientes de la carga (I2), a ejemplo, una carga resistiva o bien inductiva generarán una regulación positiva, en tanto que
diferencia de las perdidas en el cobre, pudiendo demostrarse que la eficiencia es máxima al conectar una carga capacitiva la regulación puede ser nula o incluso negativa.
cuando las perdidas en el cobre son iguales a las perdidas en el fierro.
Comportamiento transiente:

Regulación: En cuando al comportamiento transiente, considerando únicamente el caso de alimentación


sinusoidal, ocurre un transiente eléctrico importante en el instante en que el transformador se
Se define como regulación de un transformador la variación que experimenta el voltaje del conecta a la red. En efecto, 1a forma del flujo (o enlace de flujo) en el núcleo dependerá del
secundario al variar una carga, de determinado factor de potencia, entre su valor nominal y valor de v1(t) al momento de la conexión.
cero, manteniendo el voltaje en el primario constante.
En el mejor de los casos, la conexión se hace cuando v1(t) pasa por su valor máximo positivo
o negativo (ver figura 3.26).

(10)
§V1  V · corresponde a una resta algebraica y no fasorial.
¨ a 2¸
© ¹
(11)
Esto implica suponer a V1 a colineal con V2

64 65
V1 V1
vm vm

S
S S
S Zt Zt
2 2

O O
2Om
Om
S
S
Zt S
2
S Zt
2

Figura 3.26. Conexión en instante v1 = vm.

(12)
En este caso v1 (t ) v m cos(Zt ) = dO/dt , por lo tanto: Figura 3.27. Conexión en instante v1 = 0.
t
vm
O O0  ³ v1 dt O0  ˜ sen(Zt ) (3.74) Como se aprecia, en este caso el máximo enlace de flujo es 2Om. Este valor puede saturar el
0
Z
fierro del núcleo, produciéndose un fenómeno denominado de "inrush" que se caracteriza por
la aparición de elevadísimas corrientes transientes (ver figura 3.28).
Como O debe ser cero para el instante inicial (en caso ideal en que no hay flujo remanente) y
consecuentemente O0 debe ser cero, se tiene: En la práctica, la amplitud inicial de la corriente de inrush no se mantiene, debido a que
existen perdidas que la amortiguan, llegándose en pocos ciclos a régimen permanente.
v1
O sen(Zt ) O m sen(Zt ) (3.75) O
Z 2Om

Es decir, O(t) es una sinusoide de amplitud máxima Om, como se aprecia en la Figura 3.26. Om

El peor de los casos ocurre cuando el transformador se conecta en el instante en que v1(t)
tiene su cruce por cero (ver figura 3.27). t io

io
En este caso v1 v m sen(Zt ) , por lo que se tiene:

vm vm
O O0  cos(Zt )  (3.76)
Z Z

Como O (t = 0) = 0 y O0= 0, se tiene:


|
vm |
O (1  cos(Zt )) O m (1  cos(Zt )) (3.77)
Z

La ecuación (3.77) corresponde a la sinusoide desplazada tal como muestra la figura 3.27.

(12)
Figura 3.28. Corriente de inrush.
Considerando un circuito magnético ideal

66 67
3.3.7. Conexión en paralelo de transformadores monofásicos. Por ello, las condiciones para eliminar la corriente de circulación son razones de
transformación iguales y polaridades iguales. Por otra parte, obviamente las tensiones
Para aumentar la potencia transferida en un sistema monofásico, es posible emplear dos o nominales de ambos transformadores deben ser iguales (o muy similares).
más transformadores conectados en paralelo. Sin embargo, la potencia total del banco de
transformadores en paralelo no es la simple suma de las potencias de cada transformador. Por Si los dos transformadores de la figura 3.29 cumplen estas condiciones (Icir = 0) y se cierra el
otra parte es necesario tomar una serie de precauciones para evitar problemas en la operación interruptor K, se encuentra que (13):
del conjunto.
z a'' ˜ I a ' z b'' ˜ I b ' (3.80)
En la figura 3.29 se muestra el caso más simple de dos transformadores en paralelo, cuyos
circuitos equivalentes, referidos al secundario, se han simplificado a las impedancias serie za”
Así, la corriente total consumida por la carga, Iz ' Ia ' Ib ' , se reparte entre ambos
y zb” respectivamente. El transformador A es de razón a:l, y el transformador B de razón b:l.
transformadores en forma inversa a las impedancias equivalentes.
Z a '' K
En este caso, la potencia que aporta el transformador A es S A V2 ˜ Ia'* , y el transformador
B, S B V2 Ib'* , de modo que los transformadores se reparten la potencia en la razón:
V
V Z c
a
S A V2 Ia '* Z b*
(3.81)
a:1 S B V2 Ib '* Z a*

Z b '' La potencia total transferida hacia la carga es S T S A  S B .


V
b
Como los transformadores no pueden sobrecargarse, si SA = SA nominal, debe ser SB < SB nominal,
o viceversa. Para que ambos transformadores entreguen exactamente su potencia nominal
Icir
b:1 (máxima transferencia posible del banco), debe cumplirse:

S An Zb
Figura 3.29. Banco de transformadores en paralelo sin carga. (3.82)
S Bn Za

En vacío (interruptor K abierto), si los voltajes inducidos en los secundarios V/a, V/b, son En caso contrario, solo un transformador operara a carga nominal, y el otro operará
diferentes (en módulo y/o en ángulo), habrá una corriente de circulación Icir dada por: subcargado. En general, para varios transformadores en paralelo, la máxima potencia del
banco se alcanza si
v v
 (3.78)
a b v ba 1 1 1
I cir S An : S Bn : S Cn : " : :
z a " z b " ab z a " z b " (3.83)
Za Zb Zc

Esta corriente, que circula aún estando desconectada la carga, provoca perdidas que pueden
llegar a ser elevadas cuando a y b son muy diferentes.

Por otra parte, aunque a=b existirá corriente de circulación si los transformadores tienen
polaridad diferente. En este caso:

v ab
I cir (3.79)
ab z a " z b "

Obteniéndose valores elevadísimos de Icir en vacío. (13)


En este caso se sigue despreciando la rama paralela de los transformadores.

68 69
3.5 Transformadores Trifásicos 3.5.2. Núcleos de Transformadores trifásicos

3.5.1 Consideraciones básicas. En la Fig. 3.47 se ilustra una primera aproximación al empleo de un núcleo común para
tres transformadores monofásicos idénticos.
En los sistemas eléctricos de potencia (trifásicos), para obtener distintos niveles de
voltaje se emplean transformadores Trifásicos, pudiendo emplearse tres transformadores
monofásicos idénticos, uno por cada fase (o bancos trifásicos de transformadores Primario
Ia
monofásicos), o bien transformadores trifásicos propiamente tal, en el cual los tres pares de Secundario
enrollados correspondientes a las tres fases emplean núcleo magnético común. Primario Ib
Secundario Ic
En cualquiera de los dos casos anteriores, cada primario se conectará a cada una de las Primario
fases de alimentación, de modo que en los secundarios se tendrá el sistema trifásico a otro nivel
Secundario
de voltaje. Los tres primarios se pueden conectar entre cada fase y neutro del sistema (conexión
estrella o Y), o entre fases (conexión delta o ǻ). Igualmente los secundarios pueden entrega la
potencia a la carga conectados en Y o ǻ. Así, es posible tener 4 tipos de conexión: YY, ǻǻ,
Yǻ, ǻY, indicando el primer símbolo el tipo de conexión de los primarios y el segundo de los
secundarios.
Fig. 3.47 Tres Transformadores monofásicos con núcleo común.
Además, cabe indicar aquí que para los análisis posteriores de supondrá (salvo que se
diga lo contrario), el sistema trifásico equilibrado en fuentes (módulos iguales y desfases de Los flujos por cada una de las ramas del núcleo, ĭa, ĭb y ĭc, son iguales en magnitud y
120º entre sí) y en cargas (cargas idénticas en las tres fases). desfasados en el tiempo en 120º entre sí. De esta manera el flujo de la rama central ĭT= ĭa +
ĭb + ĭc será nulo en todo momento (ĭT = 0). Entonces, la rama central del núcleo no será
En los puntos siguientes se verá las características de los distintos tipos de conexión, y necesario (en condiciones de equilibrio), lo que da origen al denominado núcleo trifásico tipo
su análisis en sistemas trifásicos, indicándose previamente algunos aspectos de construcción de ventana, mostrado en la Fig. 3.48.
transformadores trifásicos, en particular sus núcleos.

Ia Ib Ic

Fig. 3.48 Núcleo trifásico tipo ventana.

70 71
En casos de desequilibrios significativos en los voltajes, ĭT  0, debiendo éste cerrarse Ia Ib Ic
por el aire, elevándose en consecuencias en forma apreciable la corriente magnetizante. Esto se 2 2 2
puede evitar con un núcleo tipo ventana de 5 piernas, como el de la Fig. 3.49, que es
relativamente costoso, o bien empleando un núcleo trifásico tipo acorazado (“shell”), como el
A
indicado en la Fig. 3.50. En este último caso, las secciones de los distintos tramos del núcleo
son diferentes, ya que se trata de mantener la densidad de flujo constante en todo el núcleo. Ia Ib Ic
Así, las secciones deben estar en la proporción de los respectivos flujos por ella; y si por
ejemplo A es la sección de los tramos centrales, por las que circula |ĭa| = |ĭb| = |ĭc| = ĭ, los
tramos de la periferia deben ser de sección A/2, pues por ellos circula |ĭa/2 - ĭb/2| = ¥3 ĭ/2,
debiendo ser su sección de ¥3 A/2.
Ia Ib Ic
2 2 2

Fig. 3.50. Núcleo tipo acorazado.

IT IT
3.5.3 Principales características de las conexiones trifásicas de transformadores.
I a Ib I c
En este punto se describirán los principales aspectos de los distintos tipos de conexión,
2 2 considerando transformadores ideales.

i) Conexiones YY.

Fig. 3.49. Núcleo ventana 5 piezas.


Cada enrollado primario se conecta entre una de las fases y el neutro de la red de
alimentación. Análogamente las secuencias se conectan en Y dando origen a las tres fases y un
neutro en común. Esto es valido tanto para un banco trifásico de transformadores monofásicos,
o para un transformador trifásico propiamente tal.

En la Fig. 3.51 (a) se indica la forma de conectar cada unidad monofásica para formar la
conexión YY. En la Fig. 3.51 (b) se ilustra una forma esquemática de representar esta misma
conexión, donde se dibujan paralelos los primarios y secundarios respectivos.

72 73
I L1 I e1 Ie2 I L2
a' a '' Potencia: S3ĭ = 3S1ĭ (3.157)

Ve1 Ve 2
V ff 1 V ff 2 Voltajes: En cada unidad monofásica siempre se especifican los voltajes por enrollado,
cumpliéndose para conexión YY:
b' b ''

V ff 1 V ff 2 (3.158)
Ve1 ; Ve 2
3 3

c' c ''
Corrientes: En cada unidad monofásica siempre se especifican las corrientes por enrollado
(Ie1/Ie2) en cambio en el equipo trifásico se deben especificar las corrientes por línea (IL1/IL2).
En este caso (YY), obviamente se cumple:

n' n ''
Ie1 = IL1 ; Ie2 = IL2 (3.159)

(a)
Las corrientes están relacionadas con la potencia y el voltaje
I L1 I L2
a' a ''

S1I S1I (3.160)


Ve1 Ve 2 I e1 ; I e1
Ve1 Ve1
V ff 1 V ff 2
n' n ''

S 3I (3.161)
b' b ''
I L1 I e1 3
V ff 1
c' c ''
3
(b)
S3I S3I
I L1 ; I L2
Fig. 3.51 Conexión YY 3V ff 1 3V ff 2

Los equipos trifásicos se acostumbra a nominarlos mediante su potencia trifásica (S3ĭ) y


Es fácil ver que estas últimas relaciones son generales, válidas para cualquier conexión, y
su voltaje entre fases (Vff). Así, los transformadores trifásicos se especificaran por S3ĭ y la
para cualquier equipo trifásico en condiciones equilibradas (ver Fig 3.52).
razón Vff1/ Vff2. La relación entre estas variables trifásicas y los valores nominales de cada una
de las unidades monofásicas o de los enrollados depende del tipo de conexión. En este caso de
conexión YY se tiene:

74 75
I L1 I e1 Ie2 I L2
a' a ''
S3I
IL Ve1 Ve 2
a V ff 1 V ff 2

V ff Equipo S3I
b IL b' b ''

3I 3V ff
c
c' c ''
Fig.3.52 Corriente de línea en equipo trifásico.

En la conexión analizada, los voltajes primarios y secundarios respectivos del


transformador 3ĭ estarán en fase. Igualmente las corrientes de línea primarias y secundarias.
I L1 I L2
a' a ''
La conexión YY se emplea usualmente para sistemas primarios y secundarios de tensón I e1

elevada (>30 [KV]), ya que los enrollados deben soportar sólo 1 3 veces dicha tensión. En V ff 1 V ff 2
estos niveles de tensión las corrientes de línea (y por lo tanto de enrollados) son relativamente Ve1 Ve 2
Ie2
bajas. c' c ''

ii) Conexión ǻǻ b' b ''

Cada enrollado se conecta entre dos fases de la red de alimentación, formando una ǻ. Fig. 3.53. Conexión ǻǻ
Análogamente los secundarios se conectan en ǻ dando origen a 3 fases, sin neutro.

En este caso, cada unidad monofásica estará especificada por S1ĭ, Ve1/Ve2, Ie1/Ie2, siendo
En la Fig. 3.53(a) se indica la forma de conectar cada unidad monobásica, y en la fig. S1ĭ = 1/3 S3ĭ, los voltajes aplicados a los enrollados son los voltajes fase-fase, Ve1= Vff1, Ve2=
3.53(b) se ilustra una representación esquemática de la conexión ǻǻ, donde se dibujan paralelo Vff2 y las corrientes por:
los primarios y secundarios respectivos.

I L1 I L2 (3.162)
I e1 ; I e2
3 3

76 77
Donde Il1, Il2 son las corrientes de línea dadas por (3.161). Al igual que en el caso anterior, A diferencia de las conexiones anteriores, Vff1 no está en fase con Vff2, como se aprecia en
los voltajes primarios y secundarios respectivos del transformador 3ĭ están en fase. el diagrama fasorial de la fig.3.55. Existe un desfase de 30º (o algún múltiplo de 30º como se
Igualmente las corrientes de línea primarias y secundarias. vera mas adelante) entre Vff1 y Vff2. Igualmente ocurre con las respectivas corrientes de línea.

Por otra parte, como los enrollados deben soportar la tensión entre fases, esta conexión a'
se emplea con tensiones bajas en primario y secundario (<=30 KV). Las altas corrientes de a ''
Ve1
línea en estos niveles de tensión, se ven reducidas en 1 3 en los enrollados, por lo que esta no V ff 1
c '' Ve 2
es tan critica

c' b' b ''


iii) Conexión Yǻ.
Fig. 3.55. Diagrama fasorial de la conexión Yǻ

Es una combinación de las conexiones anteriores. La fig. 3.54 ilustra esquemáticamente


La conexión Yǻ se emplea usualmente con la Y en alta tensión y con la ǻ en baja tensión,
esta conexión, dibujándose paralelos los enrollados primario y secundario de cada unidad
por las mismas razones dadas antes. O sea como transformador reductor de tensión.
monofásica.

I L1
a' iii) Conexión ǻY.
I L2
I e1 a ''

Ve1 Es totalmente análogo al caso anterior, intercambiando variables de primario y secundario.


V ff 1
Ve 2 V ff 2 Luego, también en este caso están desfasados Vff1 con Vff2, y IL1 con IL2.
n'
Esta conexión se utiliza normalmente para elevar voltajes (ǻ en BT, Y en AT). Una
Ie2 excepción la constituyen los transformadores de distribución, que son de 13KV/380V, y
b ''
b' utilizan conexión ǻY (en lugar de ǻǻ) pues se requiere neutro secundario en los consumos.
c' c ''
La fig. 3.56 ilustra un diagrama unilineal típico de un sistema eléctrico de potencia, donde
Fig.3.54 Conexión Yǻ se indica las conexiones usuales de los distintos transformadores según los niveles de voltaje.
Cada unidad monofásica estará especificada por S1ĭ, Ve1/Ve2, Ie1/Ie2, siendo la relación con Los generadores de las centrales, por razones de diseño, en general
las variables trifásicas:

S1ĭ = S3ĭ/3, Ve1 V ff 1 / 3 y Ve2 = Vff2, Ie2 = IL1, I e 2 I L2 / 3

78 79
magnetización con un alto contenido de 3ª armónica. Se analizará lo que ocurre con estas
6,9 / 66 [kV] 66 / 110 [kV] 110 / 13,8 [kV] 13,8 / 0,38 [kV]
armónicas en los distintos tipos de conexión

'Y YY Y'
Central Línea De Línea De
Consumo
i) Conexión de primario en Y
Generadora Transmisión Transmisión
Corta Larga

ia ia (1)
'Y
Línea De Transformadores
Distribución De Distribución
ia
ia (3)
Fig. 3.56. Conexión de transformadores un sistema eléctrico de potencia
ib
3i (3) ib (1)
Generan voltajes menores de 20 KV lo que hace necesario transformadores elevadores ǻY
para la transmisión a largas distancias. La elevación de tensión se suele hacer por tramos, en ib (1)
sub-estaciones (SS/EE) transformadoras, de modo que las líneas de transmisión más largas ic
ib
sean las de mayor voltaje. A la llegada a los centros de consumo, los voltajes deben bajarse a
ic ic (1)
niveles que no sean peligrosos (10 o 15 KV) con transformadores reductores Yǻ, formándose
la red de distribución trifilar, que usualmente va en las crucetas de las postaciones. Los
ic (1)
transformadores de distribución (ǻY, para tener neutro en los consumos) entregan la tensión de
380 V (220 V fase-neutro) que se distribuye en 4 líneas (neutro y 3 fases) a los consumidores, Fig 3.57 Armónicas en conexión Y
tratándose de lograr un consumo lo más equilibrado posible.
La tensión aplicada es sinusoidal, y las corrientes por enrollado (y de línea) tendrán una

3.5.4 Armónicas en las distintas conexiones trifásicas de transformadores. componente fundamental y una componente de 3ª armónica. Como se aprecia en la fig. 3.57,
las componentes fundamentales suman cero en cualquier instante ( ia(1)  ib(1)  ic(1) 0 ), y por lo
Aparte de las recomendaciones generales dadas anteriormente para la utilización de una u
tanto no circula corriente fundamental por el neutro. No obstante, las componentes de 3ª
otra conexión en transformadores trifásicos, al decidir una instalación deben considerarse
armónica están en fase y son de igual magnitud:
además una serie de otros aspectos técnicos y económicos; uno de estos, de relativa
importancia, corresponde a las armónicas de corriente y voltaje que introduce el transformador
ia( 3) ib(3) ic( 3) i ( 3) (3.163)
trifásico en el sistema, los que dependen fuertemente del tipo de conexión.

Como se vio en su oportunidad, el diseñar los transformadores con el punto de De modo que si existe neutro de retorno (conductor o al terreno), por éste circulará una

operación en la zona del codo de saturación del núcleo, provoca la aparición de corrientes de corriente in = 3i(3); es decir, sólo 3ª armónica. Así, cuando los primarios están en Y con neutro
de retorno, hay circulación de corrientes de 3ª armónica por las líneas y por el neutro. Esta alta
frecuencia puede provocar interferencia telefónica importante.

80 81
neutro presenta 3ª armónica, pero no así los voltajes fase-fase. Cabe agregar que, como se
(3)
Cuando no hay neutro de retorno, debe ser in = 0; es decir 3i = 0. Luego, si las aprecia en la Fig. 3.58, el voltaje fase-neutro, con 3ª armónica, es mayor que el de la
corrientes de 3ª armónica no existen, las corrientes por los enrollados (y las líneas) deben ser fundamental, pudiendo existir sobre tensiones peligrosas para la aislación, considerando que en
sinusoidales de frecuencia fundamental (sin 3ª armónica). Y como las características ĭ v/s i algunos casos el voltaje de 3ª armónica puede alcanzar valores del 30 al 50% de la componente
tiene saturación, la única posibilidad es que ĭ sea no sinusoidal (Fig. 3.58), con una fundamental. Por ello, los transformadores para conexión Y sin neutro de retorno se diseña con
componente de 3ª armónica principalmente (ĭ = ĭ1sen(wt) + ĭ3sen(3wt)). densidades de flujo relativamente menor que la usual.

v ii) Conexión de primario en ǻ


I I
iLa (3) 0
iab (3)

t Zt i
iLc (3) 0 ica (3)
i ibc (3)
(3)
iLb 0

Fig 3.59 Armónicas en conexión ǻ.


Cada enrollado tiene aplicado un voltaje sinusoidal, y circulará por él una corriente
fundamental y una 3ª armónica:
Zt (1) (3)
iab iab  iab
Fig 3.58 Armónicas con Y sin neutro.
ib ibc(1)  ibc(3)
Esto significa que el voltaje fase-neutro tendrá 3ª armónica
ic ica(1)  ica(3)
v dI v1 cos wt  v3 cos 3wt
( dt ).

va va(1)  va(3) (3)


Siendo iab ibc(3) ica(3) i (3) . Luego, las corrientes por las líneas no tendrán 3ª armónica,

vb vb(1)  vb(3) iab  ica (1)


 ica(1) .
pues por ejemplo iLa iab
vc vc(1)  vc(3)
Sin embargo los voltajes fase-fase no tendrán 3ª armónica ya que por ejemplo En consecuencias, con los primarios en ǻ no circulan corrientes de 3ª armónica por las
vab va  vb (1)
a
(1)
v  v , pues v
b
(3)
a v(3)
b v(3)
c
(3)
v . En resumen, cuando los primarios están en líneas, pero sí por la ǻ, es decir por los enrollados del transformador.

Y sin neutro de retorno, no hay circulación de 3as armónicas por las líneas, los voltajes fase-
iii) Armónicas en los Secundarios.

82 83
En los transformadores 3ĭ con núcleo tipo ventana, no hay un camino para la
En los enrollados secundarios se inducirá un voltaje no sinusoidal si el flujo magnético circulación de flujos armónicos (en caso que estos se presenten, como en la conexión de
originado por el primario es no sinusoidal. Así, en el caso de primarios en Y con neutro de primarios en Y sin neutro de retorno). Entonces este flujo armónico deberá circular por el aire
retorno o primarios en ǻ, donde ĭ es sinusoidal, no se inducirán voltajes armónicos en el (alta reluctancia), por lo que alcanza magnitudes reducidas (aproximadamente 5% del
secundario. La corriente magnetizante de 3ª armónica que se presenta en este caso, queda fundamental) siendo pequeña la deformación del voltaje. En este aspecto, esta alternativa
compartida entre el primario y el secundario, siempre que en la conexión secundaria haya favorable con respecto a núcleo acorazado o a bancos 3ĭ de transformadores donde la 3ª
caminos de circulación para la 3ª armónica como en el caso de Y conectado a tierra o ǻ. armónica del flujo tiene un camino de circulación expedito.

En el caso de primarios en Y sin neutro de retorno, el flujo magnético presenta 3.5.5. Designación normalizada de conexiones de transformadores trifásicos.
armónicas y por lo tanto en los enrollados secundarios se inducirán voltajes con 3ª armónica
Los transformadores trifásicos se designan, normalizadamente mediante 2 letras y un
principalmente, pudiendo darse los casos siguientes:
número. La 1a letra, en mayúscula, indica la conexión de los enrollados de alta tensión Y:
estrella o D: delta; la 2a letra, en minúscula, indica la conexión de los enrollados de baja
- Secundarios en Y con neutro.
tensión (y ó d) y el número indica el ángulo de adelanto del voltaje fase-neutro de AT respecto
Aquí, los voltajes fase-neutro presentan 3ª armónica, pero no así los voltajes fase-fase. Por
al voltaje fase-neutro de BT, dividido por 30o. Por ejemplo un transformador Yd7 significa:
las líneas y por el neutro podrán circular las corrientes de 3ª armónica, lo que reduce la
- Enrollados de AT conectados en estrella.
distorsión del voltaje.
- Enrollados de BT conectados en delta.
- Voltaje fase-neutro de AT respecto al voltaje fase-neutro de BT en 210º.
- Secundarios en Y sin neutro.
En este caos los voltajes fase-neutro presentan 3ª armónica (no así los voltajes fase-fase),
Los ángulos de desfase que es posible encontrar en las distintas conexiones pueden ser
pero no hay camino de circulación para las 3as armónicas de corriente. Luego, éstas no
muchos como se vera a continuación:
circulan por las líneas pero la distorsión de los voltajes fase-neutro es significativa

i) Desfases en conexión Yy.


- Secundarios en ǻ.
El caso mas usual visto en el párrafo 3.5.3, corresponde a lo que se ilustra en la
Los voltajes fase-fase (de enrollados) presentan 3ª armónica, y por lo tanto circulan
Fig.3.60, con los diagramas fasoriales de voltajes. Se aprecia que el voltaje fase neutro de
corrientes de 3ª armónica en el interior de la ǻ (enrollados del transformador) pero no en las
líneas secundarias. Este, camino de circulación para la 3ª armónica de corriente puede atenuar
significativamente la distorsión del voltaje. Por ello, en algunos transformadores se usa un
"terciario" en ǻ únicamente para proporcionar un camino de circulación a las corrientes de 3ª
armónica y mejorar así la forma de onda de los voltajes.

iv) Influencia del Tipo de núcleo en transformadores trifásicos.

84 85
Si en lugar de polaridad sustractiva los enrollados tuvieron polaridad aditiva, la
a' a ''
situación sería la de la Fig.3.61. Es decir, Va` adelanta a Va`` en 180º (= 6 x 30º). Luego, es un
Va ' Va '' Yy6.

a' a ''
b' b ''
c' c '' Va ' Va ''

AT a' BT a ''

Va ' Va '' b' b ''

n' c' c ''


n ''
AT a' BT Va '
n'

Va '
Va '
n' n ''
Va ''
a ''
a' b' c' n'

a '' b '' c ''


Va '

Va ''

a' b' c'


n '' a '' b '' c ''
Representación
Normalizada
Va ''
Fig.3.60 Conexión Yy0
AT, Va`, está en fase con el de BT, Va``. Luego el desfase es 0o, y por lo tanto, el n ''
transformador es un Yy0. La figura incluye además la representación normalizada de esta Representación
conexión. Normalizada

Fig.3.61 Conexión Yy6

86 87
Otros desfases se logran con la “permutación cíclica de fases”, que consiste Análogamente se puede encontrar que con una permutación cíclica de fases sobre el Yy4,
simplemente en designar en la caja de terminales a`` al terminal b`` original; b`` al terminal c`` se obtiene el Yy8; con una permutación cíclica sobre el Yy6 se logra el Yy10; y con una
original y c`` al terminal a`` original. El transformador que se logra al hacer esta permutación permutación cíclica sobre el Yy10, se logra el Yy2. Cabe indicar que el Yy10 tiene polaridad
en el Yy0 es el de la Fig. 3.62, donde se aprecia que Va` adelante a Va`` en 120º (= 4 x 30º), o inversa al Yy4, y el Yy2 polaridad inversa al Yy8. Las distintas conexiones Yy se relacionan
sea es un transformador Yy4. entonces como se muestra en la Fig. 3.63; es decir se tienen siempre números pares (múltiplos
de 30º) como desfase.

a' c ''

Va '

Va ''
Yy 0 Yy 4 Yy8
b' a ''
c' b ''
a'
AT BT c '' Yy 6 Yy10 Yy 2
Va '
Va ''
n' n ''
b '' a ''
: Permutación Cíclica
n'
: Polaridad Inversa
Va '
Fig.3.63 Grupos de conexión Yy

a' b' c'


Los transformadores Yy que usualmente se fabrican son los Yy0 e Yy6.
c '' a '' b ''

ii) Desfases en conexión Dd.


Va ''
El caso más simple es el que se ilustra en la fig. 3.64. Para conoces el número de desfase,
n '' debe compararse los voltajes fase-neutro Va` y Va``. En este caso están en fase; o sea, se trata
Representación de un transformador Dd0.
Normalizada

Fig.3.61 Conexión Yy4

88 89
a' a ''

Dd 0 Dd 4 Dd 8
Va 'b ' Va ''b ''
c' c ''

b' b ''

AT a' BT Dd 6 Dd10 Dd 2
a ''
Va ' Va 'b '
Va '' Va ''b ''
n' n ''
: Permutación Cíclica
c' b' c '' b ''
: Polaridad Inversa

Fig.3.65 Grupos de conexión Dd.

Además, también en este caso los transformadores usualmente fabricados son los Dd0 y
Dd6.
a' b' c'
a '' b '' c '' iii) Desfases en conexión Yd

El caso mas simple es el ilustrado en Fig. 3.66, donde, al comparar los voltajes fase-neutro
Va` y Va``, se aprecia un adelanto de 30º del primero con respecto al segundo. Es decir, se trata
de un Yd1.

Representación
Normalizada

Fig.3.64 Grupos de conexión Dd0

Procediendo igual que, en la conexión Yy, se encuentra que las conexiones Dd tienen
siempre desfases que son múltiplos pares de 30º, relacionados como se muestra en la Fig. 3.65.

90 91
El transformador de polaridad inversa a éste es el Yd7. A la vez haciendo sucesivas
a' permutaciones cíclicas de fases sobre el Yd1 y sobre el Yd7, se puede encontrar que se
a ''
obtienen respectivamente el Yd5 e Yd9, y el Yd11 e Yd3. En resumen, se obtienen desfases
Va '
Va ''b '' múltiplos impares de 30º, que se relacionan como se muestra en la Fig. 3.67.
n'

b' b ''

c' c '' Yd1 Yd 5 Yd 9


AT a' BT Va '

Va ' a '' T 30q

c ''
T
Va ''
Yd 7 Yd11 Yd 3
Va ''b ''
c' b'
b ''
: Permutación Cíclica

: Polaridad Inversa

Fig.3.67 Grupos de conexión Yd.

a' b' c' Los transformadores Yd que normalmente se fabrican son, en las fabricas americanas
a '' b '' c '' (normas IEC) el Yd1 (preferentemente) y el Yd7; y en la fábricas europeas que se rigen por la
norma alemana VDE, el Yd5 (preferentemente) y el Yd11.

iv) Desfases en conexión Dy.

Los desfases que se obtienen en la conexión Dy son, obviamente, los mismos de la


Representación conexión Yd (notar sin embargo que si por ej. Un Yd1 se rediseña con la D para AT, pasaría a
Normalizada
ser un Dy11). La Fig.3.68 muestra un Dy1, y la Fig. 3.69 un resumen de los desfases posibles y

Fig.3.65 Transformadores Yd1. sus relaciones entre sí.

92 93
c ''
a' a ''
Dy1 Dy5 Dy9
c'
Va 'b '
Vb ''
b'
b ''

AT BT Dy 7 Dy11 Dy3
a'
Va '
c '' a ''
Va ' T
c' : Permutación Cíclica
Va 'b ' Va ''
T 30q
: Polaridad Inversa
b'
b ''
Fig.3.69 Grupos de conexión Dy.

Al igual que en las conexiones Yd, los transformadores Dy que usualmente se fabrican

Va 'b ' Dy1, Dy7 (normas IEC) y los Dy5, Dy11 (normas VDE).

3.5.6. Conexión en paralelo de transformadores trifásicos.


a' b' c'
b '' c '' a '' Al conectarse en paralelo 2 transformadores trifásicos deben tenerse en cuenta las mismas
condiciones que en transformadores monofásicos (voltajes fase-fase primarios, nominales,
aproximadamente iguales; razones de transformación, Vff1/Vff2, iguales; impedancia en [o/1]
Vb ''
base propia similares) y además, una vez conectados los bornes primarios respectivos, la
diferencia de voltaje en vacío entre los terminales secundarios que se conectaran entre sí debe
Representación ser nula. Por ejemplo, la Fig. 3.70 ilustra la conexión en paralelo de un transformador Dy1 con
Normalizada
uno Yd9. Cuando se conectan los primarios a`, b`, c` de los transformadores, los diagramas

Fig.3.68 Grupos de conexión Dy1. fasores (fase-neutro) de los secundarios son los que se ilustran (utilizando la denominada
“regla del reloj”, para el transformador A, que es Dy1, Va`` debe estar en la 1; y para el
transformador B, que es Yd9, Va``debe estar en las 9). Así el desfase es nulo entre Va``A y
Vb``B; luego debe unirse a``A con b``B. Análogamente b``A con c``B y c``A con a``B.

94 95
secundarios tuviera los 3 pares de terminales de las bobinas secundarias accesibles, e
intercambiar nombres n`` ÍÎ a``, n`` ÍÎ b``, n`` ÍÎ c``, para invertir la polaridad.

a' (A) a '' A


b' b '' A
c' Dy1 c '' A
Va ''
a'
Yd1
(B) a ''B
b ''B
Yd 9 c ''B

c' b'

Va ''A
Va ' Vc ''A
Dy1 Yd 7
Va ''
Vb ''A

Fig.3.71. Transformadores Yd1 e Yd7.

Vc ' Vb '
Vb ''B Conexiones en paralelo imposibles de hacer son, obviamente los de transformadores Yd
Va ''B
Yd 9 con Dd o Yy, y transformadores Dy con Dd o Yy.

Vc ''B
Finalmente cabe agregar que la expansión de sistemas trifásicos, a veces obliga a usar
conexiones diferentes a las convencionales como son Dd o Yy con desfases 2, 4, 8 ó 10, y las
Fig.3.70. Conexión en paralelo de transformadores Dy1 e Yd9. conexiones Yd ó Dy con desfases 3 ó 9. Por ejemplo, la fig. 3.72 muestra un sistema de
potencia radial, donde desde la central alimenta a 2 centros de consumo mediante 2
`` ``
Se observa el peligro que significaría intentar unir a A con a B, pues entre ellos hay una transformadores Yd1 en un caso, y mediante transformadores Yd5, Yd6 e Yd1 en el otro.
diferencia de potencial equivalente al voltaje fase-fase secundario. Considerando un sistema ideal (sin perdidas), se indican los voltajes en las barras, con su
ángulo respectivo de acuerdo al transformador utilizado en cada caso. Si, como ocurre muchas
Hay transformadores que no pueden conectarse en paralelo como por ej. Yd1 con Yd7, veces, para asegurar continuidad de servicio ante fallas en líneas, se unen las barras de 12 KV
pues entre ninguna de las fases secundarias hay diferencia de tensión nula, como se observa en de ambos, por haber un desfase de -60º entre ellos, sería necesario unirlas a través de un
los diagramas fasores de la Fig.3.71. La única posibilidad en este caso sería que alguno de los transformador Dd2.

96 97
Yd1 ZL
Yd1
66‘30q
V ff 2 ZC' ZC'
V ff 1 V ffC
13 / 110 [kV] 66 / 12 [kV]
12‘0q
'Y Y' ZL ZC'
Yd 5
Dd 2 12 / 12 [kV] ZL
13 / 110 [kV]
110‘150q (a)
'Y ZL
Yy 6 Yd1 12‘  60q
V ff 1
66‘  30q V ff 2 V ffC ZC '
V fn1 ZCY
3 V fn 2 V fnC 3
110 / 66 [kV] 66 / 12 [kV]
3 3
YY Y'
ZCY ZCY
ZL
3.72 Sistema de potencia ZL
(b)
i) Caso de transformadores ideales.
ZL

Para estudiar el comportamiento de un sistema trifásico equilibrado, que contiene V fn1 V fn 2 V fnC Z CY
transformadores, basta analizar un equivalente monofásico, considerando que lo que ocurre en
las otras fases es idéntico en magnitud, con los desfases que corresponda.
(c)

Como los elementos del sistema trifásico (fuentes enrollados de transformadores y cargas) V ff 1 / V ff 2
pueden estar conectados en Y o en ǻ, primeramente es conveniente pasar las ǻ a sus ZL
S3I
equivalentes en Y, como se indica en el ejemplo de la Fig. 3.73 donde la Fig. 3.73(a)
(d) V ffC
corresponde al sistema original y la Fig. 3.73(b) al equivalente en Y. En este última figura, una
fase corresponde al equivalente monofásico a estudiar (Fig. 3.73(c)). Cabe indicar que los
Fig.3.73. Sistema trifásico equilibrado con Transformadores DY.
sistemas trifásicos equilibrados se suelen representar con un diagrama unilineal como el de la
figura 3.73 (d) donde se indican los valores trifásicos de los elementos (voltaje fase-fase y
Finalmente, debe asegurarse que el equivalente monofásico se resuelve igual que los
potencia trifásicas) y las impedancias por fase de las líneas (ZL). En este ejemplo, se trata de
sistemas monofásicos ya estudiados anteriormente.
una fuente de alimentación conectada a un transformador ǻY de razón V1ff/V2ff, el que a través
de una línea de impedancia ZL [:/fase] alimenta una carga en ǻ de impedancia ZL1 [:/fase].
ii) Transformadores con impedancia
En la misma fig.3.73 se indican las relaciones para el equivalente en Y de los elementos
conectados en ǻ.

98 99
Al considerar transformadores reales, deben incluirse las impedancias propias de éstos. Sin
embargo, en estudios de sistemas trifásicos de potencia que incluyen transformadores solo se Z 'eq1I ZL
acostumbra a considerar la impedancia serie de los mismos, denominada "impedancia de
cortocircuito" o simplemente "impedancia equivalente del transformador". El valor que se V fnC Z CY
utiliza en el equivalente monofásico dependerá de la conexión del transformador. Por ejemplo
si es un transformador ǻY y se conoce la impedancia equivalente referida al primario, Ze1
V fn1 / V fn 2
[:/enrollado primario], como los enrollados primarios están en ǻ, en el equivalente
(a)
monofásico debe usarse:

1 (3.164) Z ''eq1I ZL
Z eq` 1I Z e1[:]
3
V fnC Z CY
Pero si se conoce la impedancia referida al secundario Ze2 [:/enrollado primario], como
estos enrollados están en Y, en el equivalente monofásico este voltaje no se alterará:

Z eq` 1I Z e 2 [: ] (3.165) V fn1 / V fn 2


(b)
Así, el circuito equivalente monofásico será el de la fig. 3.74 (a) ó (b). Es fácil ver que las
relaciones anteriores son coherentes con esta representación.
Fig.3.74.Equivalente monofásico considerando impedancia del transformador.

En efecto en el transformador original, si la impedancia Ze2 referida al enrollado


secundario (en Y) se refiere al enrollado primario (en ǻ), debe usarse la relación:

§ V ff 1 ·
2
§ V fn1 ·
2 (3.166)
Z e1 ¨ ¸ Z e 2 o Z e1 3¨ ¸ Z e2
¨V ¸ ¨V ¸
© fn 2 ¹ © fn 2 ¹

Luego, remplazando Ze1 y Ze2 de (3.164) y (3.165):

§ V fn1 ·
2 (3.167)
Z ' eq1I ¨ ¸ Z ' ' eq1I
¨V ¸
© fn 2 ¹
Lo cual es concordante con la Fig. 3.74.

iii) Uso de variables en [o/1].

100 101
En sistemas trifásicos es posible usar [o/1] en la misma forma que en sistemas
monofásicos. Aquí, la base de voltaje se elige entre fases (VBff) y la de potencia es trifásica
(S3ĭ). En esta forma, la impedancia base trifásica coincide con la monofásica:
2

Z B 3I
VBff2 3VBff 2
VBfn
S B 3I 3S B1I S B1I

Luego:
Z BSI Z B1I (3.168)
Fig. 3.75 Diagrama unilineal del problema.

Así, en el diagrama unilineal los voltajes entre fase, potencias trifásicas e impedancias que Si se está alimentando al consumo indicado, se desea determinar el voltaje en bornes de la
se indican se llevan directamente a [o/1] dividiendo por las bases trifásicas respectivas: central generadora para lograr exactamente 13.2 [KV] en la carga.
V ff >V @ (3.169)
V ª¬ o /1º¼
VBff >V @
(Nota: Usualmente estos problemas se resuelven independientemente de los desfases
S3I >VA@ (3.170) introducidos por los transformadores, a menos que ello se requiera específicamente).
S ª¬ o /1º¼
S B 3I >VA@ Solución:
Z >:@ (3.171) La Fig. 3.76 muestra el equivalente monofásico del sistema.
Z ª¬ o /1º¼
Z B 3I > : @

Las impedancias equivalentes de los transformadores una vez llevados al equivalente


monofásico, se llevan a [o/1] según (3.171), con la impedancia base correspondiente.

Ejemplo: La Fig. 3.75 ilustra el diagrama unilineal de un sistema de potencia, donde los
transformadores son bancos trifásicos de las siguientes características:
ƒ Banco E: Cada transformador monofásico es de 1 [MVA], 63.5/33 [KV], 10.7 + j Fig. 3.76 Equivalente monofásico.

86.4 [:] referidos a BT (=Z``E).


ƒ - Banco R: Cada transformador monofásico es de 1 [MVA], 33/13.2 [KV], 1.71 + j Se desea conocer el voltaje Vff1 necesario para que Vff2 = 13.2 [KV]. Entonces Vff1 se

9.33 [:] referidos a BT (=Z``R). puede calcular como:


110 ``
V ff 1 3V1 V1 V1
, con 33 ,
``
Y donde V1 se calculara a partir de

102 103
V1`` Z ``
EY
`
 Z L  Z RY I  V2`
Lo primero que hay que hacer es define las bases en cada una da las zonas del sistema
Siendo
correspondientes a cada nivel de voltaje nominal, como lo muestra la Fig. 3.77.
33  V 13.2 o 33
V2` V2 2 ‘0 Ÿ V2` ‘0o > KV @
13.2 ; 3 3
*
§ S1I · 1000
I I``
13.2 I`` ¨  ¸ 3‘0o
33 , con © Ve ¹ 13.2

Y las impedancias:

Se da para el transformador E la impedancia referida a BT, donde la conexión es ǻ. Osea,


se da ZEǻ`` y se necesita ZEY``
1 `` Fig. 3.77 Valores bases.
``
Ÿ Z EY Z E' 3.6  j 28.8 > : @
3 .

Las impedancias dato de los transformadores hay que pasarlas a su equivalente Y, y


Para el transformador R se conoce la impedancia referida a BT, donde la conexión es ǻ. luego dividir por la base que corresponda:
Osea, se conoce ZRǻ`` y se necesita ZRY`

1 ``
``
Z EY Z E' 3.6  j 28.8 > : @
1 `` 1 3
ŸZ ``
RY Z R' 1.71  j9.33 >:@
3 3 ``
Z EY
Y Ÿ Z E ª¬ o /1º¼ 0.010  j 0.080 ª¬ o /1º¼
362
2
§ 33 · ``
`
Z RY ¨ ¸ Z RY 3.6  j19.4 > : @
© 13.2 ¹ 1 ``
``
Z RY Z R' 0.57  j 3.11> : @
 `` 3
Reemplazando los valores numéricos en la expresión de V1 :
``
Z RY
Ÿ Z R ª¬ o /1º¼ 0.010  j 0.054 ª¬ o /1º¼
58
13.2 1000 33
V1'' 3.6  j 28.8  7.3  j18.2  3.6  j19.4 ˜ ˜ 3‘0 o  ‘0 o y para la línea:
33 13.2 3
Z L >:@
Obteniendo finalmente Ÿ Z L ª¬ o /1º¼ 0.020  j 0.050 ª¬ o /1º¼
363
110 ''
V ff 1 3˜ V1 117>KV @. El circuito equivalente en o/1 es el de la fig.3.28, de donde:
33
V1 Z E
ª¬ o /1º¼  Z L ª¬ o /1º¼  Z R ª¬ o /1º¼ ˜ I ª¬ o /1º¼  V2 ª¬ o /1º¼
o
Resolución en /1.

104 105
*
§ S ª o /1º · 1‘0o
Siendo V1 ª¬ o /1º¼ 1‘0o ª¬ o /1º¼ , I ¬ª o /1¼º ¨ ¬ ¼¸ 1‘0o , se obtiene finalmente 3.6 Transformadores Especiales
¨ V2 ª o /1º ¸ 1‘0o
© ¬ ¼¹

V1 1, 06 ª¬ o /1º¼ 110 ˜1.06 117 > KV @ entre fases. Existe una gran diversidad de transformadores para aplicaciones especiales, como son
los transformadores de medida, autotransformadores, transformadores de 3 enrollados, etc.,
algunas de los cuales se analizarán en los párrafos siguientes.

3.6.1. Transformadores de medida.


Son transformadores destinados a obtener una muestra reducida y fiel de voltaje o
corriente de un sistema de potencia, con el fin de utilizar en sus secundarios instrumentos
convencionales:
i) Transformadores de voltaje o de potencial (T/P)
Sirven para tomar una muestra reducida de voltaje desde un sistema de alta tensión,
como muestra la Fig. 3.79 en un cierto equivalente referido al primario. Se pueden usar así
Fig.3.78 Circuito equivalente en [o/1].
voltímetros convencionales y además éstos quedan eléctricamente aislados del sistema.

Z 'eq
Línea VAT
s
de V '2 V Z 'Voltímetro

Fig. 3.79. Transformador de potencia, referido al primario.


Si el T/P fuera ideal, se tendría que V2` # VAT de manera que el voltaje leído en el
instrumento multiplicado por la razón de transformación del T/P, sería el voltaje de AT:
§V · (3.172)
VAT # ¨ 1 ¸ ˜ Vvoltmetro
© V2 ¹
En la práctica se utiliza esta fórmula, en el supuesto que el T/P se aproxima a un
transformador ideal en lo que a voltaje se refiere. Para ello, el diseño del T/P debe ser tal que
Z eq` | 0 ; es decir los conductores deben estará muy sobredimensionados en sección req` | 0 y

106 107
las fugas de flujo deben ser mínimas X eq` | 0 . En todo caso, de todas formas nunca se logra Para que la aproximación sea válida, es necesario que la impedancia de magnetización
Zo del T/C sea de valor muy elevado de modo que Io | 0 . Y como
Z eq` | 0 , y la ec.(1.171) involucra errores de módulo y ángulo en la estimación de VAT. Estos
A
errores máximos están normalizados y se incluyen como dato en la placa del T/P a través de la Zo | X m 2S fN 2 P §¨ N ·¸ , significa que el diseño del núcleo del T/C debe hacerse con una
© l ¹
denominada "clase de precisión". Por ej. Un T/P de razón 100:1, cuando mide 100 [V] en el
sección transversal AN muy elevada; es decir densidad de flujo muy baja (< 0.3 [WL/m2]).
vóltmetro significaran voltaje de 10 [KV] en AT. Y si el error de módulo es 0.1%, el voltaje en
Cabe indicar que como en estas condiciones la reluctancia del fierro es muy pequeña, se hacen
AT será 10000 r 10 [V]. También están normalizados los voltajes secundarios entre 100 y 200
significativas las reluctancias de los entrehierros en las junturas de las chapas del núcleo (Fig.
[V] usualmente.
3.81(a)); por ello en los T/C suele usarse una laminación o fleje continuo, enrollado sobre si
ii) Transformadores de corriente (T/C)
mismo para formar un núcleo toroidal sin entrehierros (Fig. 3.81(b)).
Sirven para tomar una muestra reducida de corriente desde un sistema de alta corriente,
como muestra reducida de corriente desde un sistema de alta corriente, como muestra la Fig.
3.80. Así se puede utilizar un amperímetro convencional, que queda eléctricamente aislado del
sistema. El primario del T/C debe conectarse obviamente en serie con la línea de alta corriente
a medir IL. Si el T/C fuera ideal, I L | I 2` , y por lo tanto la alta corriente de línea se calcularía a Entrehierros

partir de la lectura del amperímetro como:


§I · (3.173)
I L # ¨ 1 ¸ ˜ I Amperimetro
© I2 ¹ (a)

§I ·
Donde ¨ 1 ¸ es la razón de transformación de corrientes del T/C (usualmente en los T/C se da
© I2 ¹

§N · §N ·
esta razón, es decir ¨ 2 ¸ , en lugar de ¨ 1 ¸ )
N
© 1¹ © N2 ¹

IL (b)
I '2
Z 'eq
Io Fig.3.81. Núcleos con y sin entrehierros.

Zo A Z 'Voltímetro
Al igual que en los T/P, están normalizados los errores de módulo y ángulo que se
cometen al evaluar IL con (3.173), lo cual se indica mediante la “clase de precisión” en la placa
del T/C.

Fig.3.80. Transformador de corriente referido al primario

108 109
El error de ángulo es importante en los T/P y T/C, pues muchas veces se utilizan ambos bien en cortocircuito. Esto es porque, como el T/C es un reductor de corriente, también es un
simultáneamente para alimentar un wattmetro y medir la potencia del sistema, debiendo elevador de tensión; de manera que en circuito abierto la caída de tensión en Zo, que puede ser
cometerse así un mínimo error en el desfase į entre voltaje y corriente. elevada ya que Zo es muy alto, se ve amplificada en el secundario, pudiendo llegar fácilmente a
voltajes en vacío del orden de los [KV]
El enrollado primario de los T/C es en general de muy pocas vueltas, siendo muchas
veces suficiente sólo 1 vuelta, que en la práctica es el mismo conductor de la línea cuya 3.6.2 Autotransformadores
corriente se va a medir que se hace pasar por el interior del núcleo. Esto permite utilizar los
Un autotransformador es un transformador en el cual sus enrollados se conectan en serie para
T/C “tipo tenaza” que evitan tener que abrir la línea a medir (no obstante introducen un
tener la posibilidad de una tensión más elevada. La conexión eléctrica de los 2 enrollados
entrehierro en el núcleo, y por ende un mayor error), como se aprecia en la Fig. 3.82
restringe su amplificación al caso en que dos enrollados del transformador original tengan
niveles de voltaje similares para evitar problemas de aislación. La Fig. 3.83 muestra el
transformador original de enrollados separados y el autotransformador que se puede formar con
éste. Considerando transformador ideal, se tiene que los enrollados poseen como valores
IL
IL nominales.
ƒ Enrollado de N1 vueltas: voltaje V1, corriente I1
A ƒ Enrollado de N2 vueltas: voltaje V2, corriente I2

Fig.3.82. T/C con una vuelta primaria.


Los T/C tienen una corriente normalizada secundaria de 5 [A]. Así, un T/C de razón
50:1 (razón de corrientes) podrá utilizarse para medir hasta 250 [A] de línea.
Por otra parte, cabe indicar que muchas veces los T/C se utilizan para sistemas de
protección, de manera que en el secundario se debe reflejar cualquier elevación excesiva de
corrientes de línea, y operar así los sistemas de apertura de los interruptores de potencia. Para
cumplir este objetivo, el diseño de estos T/C debe ser tal que la precisión se mantenga (es decir
que el T/C no se sature) hasta niveles muy por encima de la corriente nominal. No así en los
t/C para medidas, en que conviene que el T/C se sature cuando la corriente primaria es
excesiva, para que esto no se refleje en el secundario, protegiéndose así el amperímetro.
Finalmente es importante notar que debe tomarse la siguiente precaución en los T/C:
si el primario está energizado, el secundario debe cerrarse ya sea a través del amperímetro o

110 111
I1 I2
IH I1 (3.176)

V1 V2 de modo que la corriente en BT será:


IL I1  I 2 (3.177)
La razón de transformación del autotransformador es:
N1 : N 2
N1  N 2 (3.178)
(aT :1) aA aT  1
N2
IH Donde aT=N1:N2 es la del transformador original.
I1

V1 Se comprueba que se cumple VH/VL=a1, IH/IL=1/aA, con lo cual, desde los terminales el
autotransformador se puede considerar un “transformador convencional equivalente” de razón
VH IL
aA.
La potencia transferida por el autotransformador es

V2 § 1 ·
V2 N2 SA V L I L* V2 ( I 1  I 2 ) * V 2 I 2* ¨¨  1¸¸
a
© T ¹
I2 Y como V2 I 2* es la potencia transferida por el transformador original (ST), se tiene:
N1  N 2 : N 2 § 1 · (3.179)
SA S T ¨¨1  ¸¸
(a A :1) © a T ¹

Fig.3.83. Conexión como autotransformador. es decir SA>ST gracias a que ambos enrollados están conectados a la fuente. Se puede decir
también que el autotransformador transfiere parte de la potencia en forma inductiva
Estos valores no pueden separarse al conectarse como autotransformador, de modo que § ·
( ST V2 I 2 ) y parte en forma conductiva ¨ S T V2 I 2 V2 I 1 ¸ .
el voltaje de alta tensión máximo que puede aplicarse es © aT aT ¹

VH V1  V2 (3.174)
(notar que puede tomarse la suma algebraica, pues V1 y V2 están en fase al considerar Cabe indicar que el autotransformador puede ser elevador o reductor de voltajes, y

transformador ideal) cualquiera de los enrollados puede hacer de enrollado común.

En baja tensión:
(3.175) Si en lugar de transformador ideal se considera la impedancia equivalente de éste, Zeq,
VL V2
conviene tenerla referida al lado no común ( Z eq` en el caso de la Fig. 3.83). Así, en el circuito

Además, la corriente en el lado de AT no puede superar el valor nominal del enrollado equivalente del autotransformador quedará en serie en el lado de alta tensión (H). Si se desea
de N1 vueltas pues

112 113
tener en el lado de baja tensión (L), bastara dividirla por el cuadrado de la razón del analizar los diseños de ambas alternativas. Y las desventajas radican en no tener aislados
2 eléctricamente primarios y secundarios, y poseer corrientes de cortocircuito mas elevadas.
autotransformador, a (ver Fig. 3.84).
A

Un caso particular de autotransformador lo constituye el autotransformador de razón


Z 'eq variable (“Variac”) que posee un cursor de posición regulable para extraer V2 de modo de
poder variar, teóricamente aA, entre 1 (N1=0) e infinito (N2=0). En el caso trifásico, también
N1 : N 2 se usan autotransformadores para la conexión Y.

Z 'eq 3.6.3. Transformadores para circuitos de audio.


N1 Z 'eq
Z ''eqA
{
N1
a A2 Son transformadores pequeños, que deben diseñarse de modo de responder
adecuadamente en un rango amplio de frecuencias, puede se circuitos de audio, las señales de
N2 N2 voltaje varían sus frecuencia entre algunos ciclos y decenas de kilociclos. En estos circuitos
electrónicos los transformadores se usan para elevar tensiones, para aumentar la ganancia de
Z ''eqA z Z ''eq amplificadores y principalmente como transformador de salida, para adaptar la impedancia de
la carga(Z`=a2Z)(ej. parlantes), de manera de conseguir una relación optima entre la
Fig.3.84. Autotransformador con impedancia.
impedancia aparente de una carga y su alimentador; se usan además transformadores en
Así, si hay una carga Zc en BT del autotransformador, el circuito equivalente referido a
circuitos electrónicos para bloquear la corriente continua.
AT será el de la Fig. 3.85.

1 El requisito que se debe cumplir en estos transformadores, en particular los de salida es


I 'L IL
IH aA que su relación Vsalida/Ventrada se mantenga constante en magnitud, y con un desfase cercano a 0
Z 'eq en determinado rango de frecuencias o “ancho de banda”.

VH V 'L a AVL Z 'C a A2 Z c Se analizara esto, en base a circuito equivalente considerando 3 niveles de frecuencia:

i) Frecuencias intermedias(100 [Hz] a 1 [KHz])


En este rango de frecuencias, generalmente podrán despreciarse las reactancias

Fig.3.85. Circuito equivalente referido a AT. X1, X `


2 X 2SfL frente a las resistencias de los enrollados (ocurre con
En general a partir de un transformador V1/V2 se podrán lograr autotransformadores de transformadores pequeños generalmente) r1 y r2`. Además, Xin suele ser lo
(V1+ V2)/V2, (V1+ V2)/V1, V2/(V1+ V2) o V1/(V1+ V2). suficientemente elevado como para despreciar Io. Así, el circuito equivalente referido al
Las ventajas del autotransformador frente a un transformador de enrollados separados primario (si se hace un equivalente Thevenin EG, rG para el resto del amplificador) es el
de iguales voltajes en AT y BT, son principalmente de costo, lo cual se puede encontrar al

114 115
de la Fig. 3.86, donde se incluye la impedancia de carga, generalmente resistiva en Fig.3.87. Circuito equivalente para frecuencias altas.
estos casos. La característica de amplitud es:
VL § N2 · rL`
¨¨ ¸¸ , X eq` X 1  X 2`
rG r1 r '2 EG © N 1 ¹ Rse`  X eq` 2

VL § N 2 · rL` 1
¨¨ ¸¸ ˜ ` ˜
EG © N 1 ¹ R se 2 (3.182)
§ L` ·
EG r 'L 1  ¨¨ 2Sf eq ` ¸¸
V 'L © R se ¹
O sea, disminuye al aumentar la frecuencia.
Y la característica fase-frecuencia es:
Fig.3.86. Circuito equivalente para frecuencias intermedias.
§ 2SfL`eq ·
< VL  EG arctg ¨ ¸
¨ R` ¸ (3.183)
© se ¹
§ N2 · ˜V `
VL ¨ N 1 ¸¹ L § N2 · rL`
© ¨¨ ¸¸ ˜ ` (3.180)
EG Eg © N1 ¹ R se o sea, VL retrasa a EG; y el desfase aumenta con f.
Donde
R se` rG  r1  r2`  rL` (3.181) iii) Frecuencias bajas o industriales (>100 [Hz])

La razón de voltajes es constantes y el desfase nulo para variaciones de


frecuencia. O sea, la característica amplitud-frecuencia y el característica fase- X1,X2` pueden despreciarse. Pero debe considerarse Xm pues Io no será

frecuencia son ideales en estos niveles de frecuencia. despreciable por ser Xm pequeño, el circuito equivalente es entonces el de la Fig. 3.88.

ii) Frecuencias altas o de audio ( >1 [KHz])


rG r1 r '2
Aquí X1,X2` son comparables a r1,r2`; pero Xm es mayor, y con mayor razón
podrá despreciarse Io. El circuito equivalente es el de la Fig. 3.87.
EG xm V 'L r 'L

rG r1 x1 r '2 x '2

Fig.3.88. Circuito equivalente para frecuencias bajas.


EG V 'L r 'L

La característica de amplitud-frecuencia es:

116 117
VL § N 2 · rL` 1
¨¨ ¸¸ ˜ ` ˜
EG © N 1 ¹ R se §R `
·
2 (3.184)
1  ¨¨ par
¸ VL
2SfLm ¸
© ¹ EG
§ N · r'
máx ¨ 2 ¸ L
© N1 ¹ R 'Se
o sea, disminuye al disminuir la frecuencia.
máx
Y la característica fase-frecuencia es: 2

`
§ R par ·
< arctg ¨ ¸
¨ 2SfL ¸ (3.185) fL fH
© m ¹ f

Retraso
o sea, VL adelanta a EG; y el desfase aumenta al disminuir f.
rG  r1 ˜ r2`  rL` 0
En las relaciones anteriores, R `par
rG  r1  r2`  rL` f

Adelanto
Luego, las características amplitud-frecuencia y fase-frecuencia son las de la Fig. 3.89.
Frec. Frec. Frec.
Bajas Medias Altas

Fig.3.89. Características amplitud y fase v/s frecuencia.

Ancho de banda: es el rango de frecuencias tal que la razón VL/EG decae a 0,707( 1 )
2
de su valor máximo, pudiéndose encontrar que:

R``se R``par (3.187)


fH ; fL
2SL`eq 2SLm

Así, para lograr un ancho de banda lo mayor posible, en el diseño de estos


transformadores conviene Lm >> Leq`(niveles de B muy bajos, y pocas fugas).

3.6.4 Transformadores de fuga.

Normalmente en el diseño de transformadores se trata de minimizar las fugas. Sin


embargo, hay transformadores en los que deliberadamente se aumentan las fugas, de modo que

118 119
la reactancia de fuga sirva para limitar la corriente. Un caso típico son las soldadoras estáticas 3.6.5 Transformadores de Pulso.
de arco, que son simplemente un transformador monofásico de alta corriente secundaria como
Se usan en circuitos digitales donde los fines son amplificar señales, bloquear CC.,
se ilustra en la Fig. 390, donde se incluye también el circuito equivalente.
adaptar impedancias, etc. Siendo aquí las señales de voltaje pulsos, de modo que el diseño debe
estar orientado a que este tipo de señales se reproduzcan fielmente en el secundario. La Fig.
3.92, muestra el caso típico de un pulso de entrada y la repuesta en el secundario.

I2

V1 V2

Rarco
V1 V2

r 'eq x 'eq

I2 I soldaje V1 V2

Rarco

t t
[ P s] [ P s]
Fig.3.90. Soldadora estática.
Fig.3.92. Transformador de pulso.
Muchas veces el control de frecuencia se logra con reactancia de fuga variable,
por ej: mediante un núcleo móvil como el de la Fig. 3.91. Para lograrlo deben tener reactancias de fuga pequeñas (son de pocas vueltas) y núcleos

I de P elevados (ferritas o cintas enrolladas de aleaciones de alto P como el “permalloy” o


“hipersil”.)
I2
I fuga 3.6.6 Transformadores de 3 enrollados.

En general un transformador monofásico puede tener más de un enrollado secundario,


para obtener distintos niveles de tensión. En la Fig. 3.93 se ilustra por ejemplo un
Control de I fuga Ÿ de I 2 transformador con su primario, un secundario y un “terciario”, y el circuito equivalente que se
logra, referido al primario.

Fig.3.91. Soldadora de núcleo móvil.

120 121
I2 iii) Transformadores hexafásicos, utilizando secundarios y terciarios idénticos, en Y,
I1
pero con polaridad invertida (Fig. 3.93). En este caso, los 6 terminales de carga,
N2 V2 ZC 2
V1 N1 (secundarios y terciarios) entregan voltajes de igual magnitud, y desfasados en
I3 60º(sistema hexafásico equilibrado).
ZC 3
N3 V3
a' a' a'

Z1 Z '2
I1
I '2 b' b' b'
I0
c' c' c'
V1 jxm Z 'c 2 Primarios Secundarios Terciarios
(Y o ' )
Va ' Va ''
Z '3
Vc '''
Vb '''
I '3
60q
Z 'c 2 Vc ' Vb ' Vb ''
Vc ''

Va '''
Fig.3.92. Transformador monofásico de 3 enrollados. Fig.3.94. Transformador hexafásico.
En transformadores trifásicos también se utilizan transformadores de 3 enrollados, en Una aplicación de los transformadores hexafásicos es en rectificadores de potencia,
los siguientes casos más comunes: como se verá luego. Los transformadores de 3 enrollados se designan normalizadamente
indicando el desfase del secundario con respecto al primario y del terciario con respecto al
i) Subestaciones de AT que requieran un nivel de BT (logrado con el terciario) para primario. Así por ejemplo el transformador de la Fig. 3.94 es un Yy0y6.
sus propios consumos.

3.6.7 Transformadores para rectificadores de potencia


ii) Empleo de terciarios en ' para proporcionar un camino de circulación a las 3ª El desaroll0o tecnológico de la electrónica de potencia permite disponer hoy día de

armónicas de corriente (por ejemplo si primario y secundario están en Y sin neutro) dispositivos semiconductores para aplicaciones industriales, que soportan altos voltajes y altas

y evitar así una distorsión del voltaje. El terciario en ' es útil también en estos casos frecuencias. En particular, en el caso de rectificadores, existen diodos de potencia aptos para

para evitar que cargas desequilibradas tengan influencia importante en el los requerimientos de estas aplicaciones.

transformador (' “estabilizadora”).

122 123
Dentro de los rectificadores de potencia los rectificadores trifásicos son los más utilizados
por las buenas características que se logran en la onda rectificada. De acuerdo a la forma de
4. Principios Básicos de Máquinas Eléctricas
dicha onda, se distinguen rectificadores de 3 pulsos y rectificadores de 6 pulsos por ciclo.

4.1 Introducción
En los capítulos anteriores, se han tratado circuitos
magnéticos estáticos en general, incluyendo los
transformadores. En dichos circuitos, cuando no se considera
pérdidas, la variación de energía eléctrica en los terminales
del sistema se traduce en una variación de la energía
acumulada en el campo magnético. Sin embargo, cuando el
circuito magnético no es estático, es decir tiene partes
móviles, habrá que considerar además la variación de energía
mecánica. En este capítulo se tratan estos circuitos
magnéticos no estáticos, que también se denominan máquinas
elementales, y que constituyen la base de las máquinas
eléctricas rotatorias tradicionales y de cualquier dispositivo
de conversión-electromecánica de la energía.

H cm (4.1)
³ id O

0 bien, la energía acumulada por unidad


de volumen:

H cm (4.2)
vol ³ HdB

Y queda representada gráficamente por el área indicada en


las Fig. 4.1.

124 125
O
B

4.2 Motor Electrico


H cm
H cm vol 4.2.1 Motor elemental de un enrollado

H 'cm Si se considera un circuito magnético de un enrollado, sin


H 'cm vol
pérdidas y estático, cualquier variación de la energía
eléctrica en los terminales del enrollado se convertirá en una
i H variación igual de la energía acumulada en el campo magnético:
Fig. 4. 1. Energía y co-energía en el campo magnético
d H e1 d H cm (4.7)
La co-energía H 'cm se define como el área complementaria de la
energía (ver Fig. 4.1.). Es decir: Sin embargo, si e1 circuito magnético tiene partes
móvi1es, una parte de 1a variación de energ1a e1ectrica puede

H 'cm (4.3) traducirse en una variación de energía mecánica; es decir:


³ O di
d H e1 d H cm  d H mec (4.8)
O bien

i) Maquinas de desp1azamiento lineal.


H 'cm (4.4)
vol ³ BdH
La variación de energía mecánica significará un
Además, cuando el circuito magnético es lineal, es fácil desplazamiento de la parte móvi1 del circuito magnético, y por
encontrar que la energía y la co-energía son iguales. Es decir: lo tanto un trabajo Fdx rea1izado por la fuerza actuante.
Además, la variación de energía eléctrica vi ˜ dt , se puede

1 1O 2 (4.5) escribir también como id O .


H cm H 'cm Oi Li 2
2 2 L
De esta manera, la expresión (4.8) queda:
O bien
id O d H cm  Fdx (4.9)
H cm H 'cm 1 1B 2
1 (4.6)
BH PH 2
vol vol 2 2 P 2

126 127
La energía acumu1ada en e1 campo magnético, dependerá tanto H 'cm Oi  H cm (4.14)
del enlace de f1ujo O , como del desplazamiento x. Entonces
considerando H cm como una función de dos variables O sea d H 'cm O di  id O  d H cm
independientes ( O , x), puede escribirse:
Reemplazando de: de (4.9), se obtiene:
GH cm GH (4.10)
d H cm d O  cm dx
GO Gx d H 'cm O di  Fdx (4.15)

Igualando con d H cm de (4.9):


Así, considerando análogamente H 'cm como función de las dos
variables independientes i, x,
GH cm GH (4.11)
d O  cm dx id O  Fdx
GO Gx
GH 'cm GH 'cm (4.16)
d H 'cm di  dx
Gi Gx
De donde se deducen dos ecuaciones al igualar los factores
correspondientes de d O y dx :
Igualando coeficientes con (4.15) se obtienen las relaciones:

GH cm (4.12)
i GH 'cm (4.17)
GO x cte. O
Gi x cte.

Que es 1a relación conocida (4.1), para 1a energía acumu1ada en


Que es la misma relación (4.3), válida para circuitos
e1 campo en circuitos magnéticos estáticos (x = cte.).
magnéticos estáticos y además:

GH cm (4.13)
F  GH 'cm (4.18)
Gx O cte. F 
Gx i cte.

Relación que permite evaluar F a través de la variación de la


Gráficamente, puede apreciarse también que las expresiones
energía acumulada en el campo con la posición, considerando
(4.13) y (4.18) son iguales. En efecto, en la Fig. 4.2. se
flujo constante.
muestra la variación de la curva O i al producirse un
desplazamiento de x o x  'x . De acuerdo a (4.13), el punto de
Una expresión similar puede obtenerse empleando la co-
operación se desplazar a de Ao B, aumentando la energía
energía, ya que por definición:
 área (OAB)
acumulada en 'H cm área (OAB ) , siendo F . Y de acuerdo
'x

128 129
a la relación (4.18), el punto de operación se desplazar1a de O bien
AoC, disminuyendo la co-energía en 'H 'cm área (OAC ) , y

área (OAC ) GH 'cm (4.20)


evaluándose entonces la fuerza como F ' . Como se ve, T
'x GT i cte.

la diferencia entre F y F' es únicamente el área triangular


ABC , la cual tiende a cero cuando 'x es infinitesimal. Las expresiones deducidas para F y T son validas en general
para circuitos magnéticos no lineales. Para circuitos

O magnéticos lineales, como la energía y co-energía son iguales,


x
pueden emplearse las relaciones, que resultan más prácticas.
A x  'x
O cte
B (4.21)
GH cm
F
C Gx i cte.

wH cm (4.22)
T
wT i cte.

i cte i
1 2
Así, considerando que H cm Li , para este caso de un
Fig. 4.2. Variación de la geometría en un circuito magnético 2
enrollado:

ii) Maquinas de desplazamiento rotatorio. 1 2 wL (4.23)


F Li
2 wx
Las máquinas convencionales tienen las partes móviles
rotatorias. En estos casos será más conveniente encontrar 1 2 wL (4.24)
F i
expresiones para el torque en el eje de la misma, que para la 2 wT
fuerza tangencial sobre la parte móvil. En este caso, la
variación de la energía mecánica de la ecuación (4.8) podrá Cabe destacar que las variables F y T son instantáneas, ya
expresarse como el trabajo efectuado por el torque, TdT , siendo que i, y además la posición ( x ó T ), dependen de t. En el caso
dT el desplazamiento angular de la pieza móvil. Así, en forma particular del torque, mas que el torque instantáneo
análoga se encuentran las relaciones: interesara el torque medio (valor medio en el tiempo), siendo
en general deseable que este tenga un valor no nulo, de modo

GH cm (4.19) que la rotación del eje sea en un solo sentido. El torque


T 
GT O cte.
medio esta dado por:

130 131
W
1 (4.25) La co-energía H 'cm tendría esta misma expresión ya que el

T ! T (t )dt
0 circuito magnético es lineal.
Donde W es el periodo de la función torque instantáneo Por otra parte, la variación de energía eléctrica de entrada
T(t). en ambos enrollados es v1i1dt  v2i2 dt , o bien:

d H e1 i1d O1  i2 d O2 (4.29)
4.2.2 Motor de dos enrollados

En 10 que sigue, se trataran solo maquinas rotatorias Pero para circuitos lineales, O1 y O2 esta relacionados con
trabajando en la zona lineal del núcleo magnético. i1 e i2 mediante:

ª O1 º ª L11 L12 º ª i1 º (4.30)


Las maquinas rotatorias mas elementales, tendrán usualmente «O » «L L22 »¼ «¬i2 »¼
¬ 2¼ ¬ 21
dos enrollados, uno en la parte fija del circuito magnético
Reemplazando (4.28) y (4.29) en (4.8), se tiene:
(denominado estator) y otro en la parte móvil 0 rotatoria
1 1 (4.31)
(denominada rotor). i1d ( L11i1  L12i2 )  i2 d ( L21i1  L22i2 ) d ( L11i12  L12i1i2  L22i2 2 )  TdT
2 2
Para desarrollar esta expresión, hay que tener en cuenta que
La energía acumulada en el campo magnético, para un
como el circuito magnético no es estático, tanto las
circuito lineal de varios enrollados, se puede escribir
inductancias como las corrientes pueden variar y deberán
1 2 incluirse sus diferenciales. Así, se obtiene
mediante la relación matricial (equivalente a Li para el
2
1 2 1
TdT i1 dL11  i1i2 dL12  i2 2 dL22
caso de un enrollado): 2 2

1 T (4.26) que coincide con d H cm i ,i (ó d H 'cm i ,i )


H cm [i ] [ L][i ] 1 2 ctes . 1 2 ctes .
2
Luego:
Para enrollados
wH cm (4.32)
1 ªL L12 º ª i1 º (4.27) T
H cm >i1 i2 @ « L11 wT i1 ,i2 ctes .
2 ¬ 21 L22 »¼ «¬i2 »¼
Las relaciones anteriores se pueden generalizar para un motor
de n enrollados trabajando en la zona lineal del núcleo
donde L jj son inductancias propias, y L jk inductancias
magnético. En este caso, el torque instantáneo es:
mutuas. De (4.27) teniendo en cuenta que L12 L21 se obtiene wH cm (4.33)
T
1 1 (4.28) wT i1 ,i2 ,...,in ctes .
H cm L11i12  L12i1i2  L22i2 2
2 2 Con
1 T (4.34)
H cm [i ] [ L][i ]
2

132 133
O sea habrá un L11máximo y L11mínimo para dichas posiciones. Si se supone
1 T wL (4.35) para L11 una variación sinusoidal, esta deberá ser de 1a forma:
T [i ] [ ][i ]
2 wT
L11 La  Lb cos(2T )

Como ejemplo ilustrativo, sea un motor como el de la Fig.


4.3., en que el estator se alimenta con una corriente alterna - Inductancia propia del rotor:

i1 I m sin(Z t ) , con Z 2S f , y el rotor con una corriente continua Cuando i1 0 , 1a inductancia propia del rotor es independiente

i2 I cc , en el cual se desea calcular el torque medio o torque de 1a posición ya que 1a re1uctancia es 1a misma para cua1quier
valor de 0 (despreciando 1a discontinuidad que significa 1as
motriz de régimen permanente. Este motor se denomina
ranuras del estator). Luego
sincrónico monofásico con rotor de polos salientes. El rotor
L22 cte.
se debe alimentar a través de un sistema de anillos rozantes.
La bobina del estator, por simplicidad, se ha supuesto
concentrada en un par de ranuras como se indica en la figura. - Inductancia mutua:
Si i2 z 0 , e1 f1ujo producido por e1 rotor que es en1azado por 1a
bobina de estator es nu1o para T 0, T S , y es máximo positivo
para T S / 2 y máximo negativo para T 3S / 2 . Luego, si se supone
T una variación sinusoidal:
i1 i2 L12 Lm sin(T )
Entonces, de acuerdo a (4.35):
1 2 wL11 wL 1 wL (4.36)
T i1  i1i2 12  i2 2 22
2 wT wT 2 wT

T I b I m 2 sin(2T ) sin 2 (Z t )  Lm I cc I m cos(T ) sin(Z t )

Fig. 4.3. Motor sincrónico monofásico con rotor de polos


Si en régimen permanente 1a ve1ocidad angular del rotor es
salientes.
dT
Para poder aplicar la ecuación (4.35), es necesario primero
Zr , puede expresarse T como:
dt
encontrar las inductancias en función de la posición: T Zrt  G (4.37)
- Inductancia propia del estator:
donde  G es 1a posición del rotor respecto a1 estator para
Cuando i2 0 , hay 2 posiciones particulares del rotor, una en
Zr t kS (k entero, Zr constante ya que se trata de régimen
la cual la reluctancia para el flujo producido por i1 es m1nima permanente).
(T S / 2 ), y la otra para la cual esta es máxima ( T 0 ,T S ). Luego, e1 torque instantáneo queda como:
Así, como L11 es inversamente proporcional a la reluctancia,

134 135
T (t ) I b I m 2 sin(2(Z r t  G )) sin 2 (Z t )  Lm I cc I m cos(Z r t  G ) sin(Z t )
T

Expresión que mediante transformaciones trigonométricas queda: Tm


TR
1 ª 1 1 º
T (t ) Lb I m 2 «sin(2(Z r t  G ))  sin(2(Z r t  Z )t  G )  sin 2 (2(Z r t  Z )t  G ) »
2 ¬ 2 2 ¼
1
..........  Lm I cc I m >sin((Z r t  Z )t  G )  sin((Z  Z r )t  G ) @
2

El valor medio de T (t ) es entonces nulo,  T (t ) ! 0 , a menos que Zr Z Zr

Zr Z , en cuyo caso: Fig. 4.4. característica torque velocidad.


1 1 (4.38)
T (t ) Lb I m 2 sin(2G )  Lm I cc I m sin(G )
4 2
Como se vera en el Capitulo 6, en los motores sincrónicos se
acostumbra a trabajar con la característica torque-ángulo
Es decir, el torque motriz no es nulo solo cuando la
(G " ángulo..de..torque " 0 ), que en el caso del motor monofásico, de
velocidad angular mecánica Zr coincide (esta "sincronizada")
acuerdo a (4.38), tiene la forma indicada en la Fig. 4.5. El
con la velocidad angular eléctrica Z , razón por la cual se
ángulo G de operación, Go , depende del valor del torque
denomina motor sincrónico.
resistente para Z r Z , y será mayor, mientras mayor sea TR . En

En general, un motor se empleara para mover una carga particular, G 0 para TR 0 , o sea con el motor funcionando "en

mecánica acoplada a su eje, la cual presentara cierto torque vac1o".

resistente TR . Si se conoce el torque resistente en función de

la velocidad del eje TR , la velocidad de régimen permanece se

encontrara con la intersección de TMotriz (Z R ) y TR (Z R ) , ya que

cuando el torque acelerante, Tac Tm  TR , es nulo, la velocidad


será constante.

En este caso particular, el torque motriz es no nulo solo


para Zr Z ; por lo tanto para cualquier característica de
torque resistente, la velocidad de régimen permanente será
Zr Z (Ver Fig. 4.4).

136 137
T
Tm (G )

T
TR

i1

i2

G Fig. 4.6. Motor sincrónico monofásico de rotor cil1ndrico.


0 Go
S S
2

Fig. 4.5. Curva torque-ángulo 0. 4.3 Generador Eléctrico


Otra caracter1stica particular del motor sincrónico
monofásico es que aun cuando la corriente que alimenta al En un generador eléctrico la salida es una variación de la
rotor sea nula, I cc 0 , habrá un torque motriz dado por: energ1a eléctrica, producida gracias a la variación de
energ1a mecánica en la entrada. Sin embargo, para que se
1 (4.39)
Tm Lb I m 2 sin(2G ) produzca esta conversión electromecánicas de energ1a, como
4
ya se ha dicho, es imprescindible que exista campo
magnético. En la Fig. 4.7. se muestra un generador de
Un motor de estas características (con rotor de polos
desplazamiento lineal. En la Fig. 4.7.(a) el campo es
salientes, sin enrollado), se denomina motor de reluctancia.
proporcionado por el imán permanente que constituye la pieza
móvil, de modo que al desplazarse esta var1a el flujo
Por otra parte, si el rotor es cilíndrico como en la Fig.
enlazado por la bobina de la pieza fija, y se induce un
4.6., significa que L11 cte. , o sea Lb 0. Así, el torque
voltaje en ella dado por la ley de Faraday. En la Fig.
motriz es solamente: 4.7.(b), el campo es proporcionado por una bobina adicional
1 (4.40)
Tm Lm I cc I m sin(G ) (bobina de campo) alimentada con corriente continua I c .
2

138 139
N I (t ) I (t ) dO
v . En e1 caso lineal en que O Li , siendo L su inductancia
dt
Ic
F F propia e i 1a corriente por 1a bobina, se tendrá:
V (t ) V (t )

d ( Li ) d (i ) d ( L) (4.41)
v L i
S dt dt dt

Fig. 4.7. Generador Eléctrico.


dL § dL · § dT ·
donde ¨ ¸˜¨ ¸ , considera 1a variación de 1a inductancia
dt © dT ¹ © dt ¹
Los generadores usuales para aplicaciones de potencia son
con 1a posición.
rotatorios y emplean bobina de campo, ya sea en el estator
(como en la Fig. 4.7) 0 en el rotor. En adelante se
Para una maquina de dos enro11ados, se tendrá ana1ogamente:
considerara solo estos generadores, en 10s cuales la entrada
mecánica es proporcionada por el torque externo de una
di1 di dL dL (4.42)
maquina motriz (turbina) acoplada al eje. v1 L11  L12 2  i1 11  i2 12
dt dt dt dt
di1 di2 dL21 dL22
v2 L22  L22  i1  i2
dt dt dt dt
Text

Así, si se trata de un generador en e1 cua1 1a bobina 2 se


usa como enro1lado de campo, i2 Ic (corriente continua), e1
V (t ) vo1taje generado en 1a bobina 1 en vacío ( i1 0 ) queda dado, de
acuerdo a (4.42), por:
dL12 dL12 dT (4.43)
v1 Ic Ic ˜ ˜
dt dT dt

Ic es decir, se genera energ1a e1ectrica cuando L12 var1a con 1a


posición, y a 1a vez se esta proporcionando una ve1ocidad
dT
Z r T a1 eje del rotor mediante 1a maquina motriz.
Fig. 4.8. Generador rotatorio. dt

Las re1aciones (4.41) y (4.42) se pueden escribir, para e1


En una bobina cualquiera, la re1acion entre e1 vo1taje en
caso general de varios enro11ados, en forma matricia1:
sus termina1es y e1 flujo en1azado por e1 mismo esta dado por

140 141
d >i @  wL (4.44) Es decir se genera un voltaje a1terno de frecuencia angular
>v@ L T >i @
dt wT eléctrica igual a la velocidad mecánica del rotor, Z r Z , razón
0 bien, si se consideran las resistencias de 10s
por la cual se denomina generador sincrónico. E1 ángulo G vale
enro11ados:
cero si i1 0 (vació).
d >i @  wL (4.45)
>v@  R >i @  L T >i @ Si 1a velocidad del eje se expresa en función de n [rpm]:
dt wT
2S n (4.46)
Siendo: Zr
60
R >i @ : Ca1das de vo1taje en 1as resistencia, donde R es
y la frecuencia angular en función de f [Hz] :
matriz diagonal.
Z 2S f (4.47)
d >i @ : Vo1tajes de transformación (propios de 1os
L
dt transformadores o circuitos magnéticos
La igualdad Z r Z que se produce en 1a máquina sincrónica en
estáticos).
wL : Voltajes de generación (propios de losa régimen permanente es:
T >i @
wT dT n (4.48)
generadores), en que T es la velocidad f
dt 60

angular del rotor. Así, para generar un vo1taje de 50 [Hz], debe hacerse
girar e1 rotor a 3000 [rpm]. No obstante, 1a re1acion

Como ejemplo, se puede ana1izar un generador sincrónico (4.48) es valida para una maquina de 2 polos (p=2) como la

monofásico con rotor de polos sa1ientes, como el de la Fig. de la Fig. 4.9.(a).

4.3, donde el rotor se hace girar a una velocidad T Z r , el


campo lo proporciona el rotor a1imentado desde una batería V,
con una corriente continua I c . E1 vo1taje generado en vacó en T V1
N N
e1 estator, en régimen permanente se puede entonces calcular S
con (4.45):
ª wL11 wL11 º S
« wT N
ª R1 0 º ª 0 º ª L11 L12 º ª 0 º wT » ª 0 º S
>v1 @ 
R2 ¼» ¬«  I c ¼» ¬« L21
 Zr « »
«
¬0
» « »
L22 ¼ ¬ 0 ¼ « wL21 wL22 » ¬« I o ¼»
¬« wT wT ¼»
y como L11 La  Lb cos(2T ) , L22 cte. , L12 L21 Lm sin(T ) , se tiene:

v1 Z r Lm I c cos(Z r t  G )
vc R2 I c

142 143
V1 V1
5. Maquinas de Corriente Continua
Entre los distintos tipos de máquinas eléctricas que actualmente se emplean en aplicaciones de
S S 3S 2S 5S T Zrt S S 3S 2S 5S T Zrt potencia, la primera que en ser desarrollada fue la maquina de corriente continua (C.C.). La
2 2 2
2 2 2 razón de ello fue que, en un principio, no se pensó que la corriente alterna tuviera las ventajas
que hoy se le conocen, especialmente en la transmisión de energía eléctrica a grandes
distancias.
Fig. 4.8. Influencia del número de polos.
La primera máquina de C.C., fue ideada por el belga Gramme alrededor de 1860 y empleaba
un enrollado de rotor especial (anillo de Gramme) para lograr la conmutación o rectificación
Para una maquina de 4 polos (p = 4) como la de la Fig. del voltaje alterno generado. Posteriormente, el físico W. Siemens y otros, contribuyeron al
desarrollo de estas máquinas realizando rectificaciones en su construcción, hasta llegar a la
4.9.(b), en que el estator lo constituyen en este caso bobinas máquina de CC que se conoce hoy.
en serie (no es la única alternativa), una revolución completa
Pese a las mejoras que han sido desarrolladas en su diseño, la máquina de corriente continua es
del rotor ( T : 0 o 2S ), significan dos ciclos para el voltaje. O constructivamente más compleja que las máquinas de corriente alterna, el empleo de escobillas,
colector, etc., la hace comparativamente menos robusta, requiere mayor mantenimiento y a la
sea, Z 2Z r .
vez tiene un mayor volumen y peso por kilo-watt de potencia.

No obstante a lo anterior, la máquina de C.C. tiene múltiple aplicaciones, especialmente como


En general, se encontrara que para una maquina (motor o motor, debido principalmente a:
generador) de p polos, se cumple: x Amplio rango de velocidades (ajustables de modo continuo y controlables con alta
precisión).
P (4.49)
Z Zr x Característica de torque-velocidad variable, constante o bien una combinación ideada
2 por tramos.
O bien x Rápida aceleración, desaceleración y cambio de sentido de giro.
x Posibilidad de frenado regenerativo.
Pn (4.50)
f
120 En el presente capítulo, se estudian los principios de funcionamiento del generador y motor de
C.C., se describen varios aspectos que afectan el desempeño de estas máquinas, tales como la
característica de saturación del material ferromagnético, los problemas de conmutación y las
pérdidas en operación. Además, se presentan las características más relevantes relativas a la
construcción de las máquinas de C.C. y se analiza en detalle el comportamiento de generadores
y motores para distintos tipos de conexión (serie, shunt, excitación separada, etc).

5.1. Principios de Funcionamiento

5.1.1. Principio de funcionamiento del generador de C.C. o dínamo.

Considérese una espira plana, rotando a velocidad Z r alrededor de su eje (movida por una
o
máquina motriz externa), ubicada en un campo magnético B uniforme proporcionado por un
imán permanente o un electroimán (ver figura 5.1).

144 145
El voltaje inducido en la espira está dado por, e  dI dt donde: T G para t = 0.

o o (5.1) De este modo, el circuito de la figura 5.1 representa un generador de voltaje alterno y además
I B˜ S B ˜ D ˜ A ˜ cos T sincrónico, ya que la frecuencia eléctrica coincide con la velocidad angular mecánica Zr.

Siendo D y A las dimensiones de la espira, y T el ángulo de posición medido entre la normal Si se desea obtener un voltaje rectificado (continuo), deberá emplearse un sistema que permita

n al plano de la espira y el eje de los polos. conectar la carga eléctrica al voltaje generado “e” para T 0 o S , y al voltaje generado “-e”
para T S o 2S .

 Esto se consigue a través de un sistema de rectificación o conmutador, donde el voltaje de la


n
A carga se obtiene mediante un par de contactos (escobillas o carbones) fijos al estator, que se
deslizan sobre los terminales de las bobinas del rotor (delgas).
T
N B
F En la figura 5.2 (a) se muestra la situación de un colector que posee un par de delgas (una
F S bobina), y en la figura 5.2 (b) una representación esquemática de este mismo caso.
i
A B
D
l
Zr
Zr

n
Delgas
T S E
N

Ic
Escobillas
Plano de la
Figura 5.1. Generador elemental Bobina

(a) (b)
Considerando (5.1) se tiene:
dT
e B ˜ D ˜ A ˜ sen T ˜ (5.2)
dt Figura 5.2. Sistema de conmutación.

Si en lugar de una espira, se considera una bobina plana de Nb espiras (en serie): Si “E” es el voltaje en los terminales de las escobillas, se observa que al girar el rotor se
obtiene:
e Z r ˜ N b ˜ B ˜ D ˜ A ˜ sen T (5.3)
Donde: E = e para T 0 oS
Z dT
r dt E = -e para T S o 2S

Equivalentemente:
e Emax ˜ sen Z r ˜t  G (5.4) Además se tiene que T c 0, S , 2S ,... son los ángulos donde se produce la conmutación, es
decir, el paso de escobillas de una delga a la siguiente.
Donde:
Emax Z r ˜ N b ˜ B ˜ D ˜ A La forma del voltaje rectificado obtenido en los terminales de las escobillas se muestra en la
figura 5.3.

146 147
E= -e2 para T 3S o 5S
E 4 4
E= -e1 para T 5S o 7S ...
4 4
En la figura 5.5 se muestra la forma de onda que se obtiene para el voltaje rectificado en las
escobillas.

0 S 2S T
Emáx

Figura 5.3 .Voltaje rectificado.


S S S S S
3 5 7 9 T
Este voltaje puede mejorar (aumentando su componente continua), si se agregan más delgas. 4 4 4 4 4
Por ejemplo si se usan 2 bobinas ortogonales, con 4 delgas, como se muestra
esquemáticamente en la figura 5.4, los voltajes inducidos en ambas bobinas estarán desfasados
en 90°: e1
e2

e1 Emax ˜ sen T (5.5) Figura 5.5. Voltaje rectificado con 4 delgas.

e2 E max ˜ sen T  90q E max ˜ cos T Si se sigue aumentando el número de delgas se logrará un voltaje prácticamente continuo en
los terminales de las escobillas:

E | Emax Z r ˜ Nb ˜ B ˜ D ˜ A (5.6)

Si se expresa en función de la velocidad n[rpm] ( Z r 2S ˜ n


), y del flujo I proporcionado
60
por el campo ( I B ˜ D ˜ l ), la expresión anterior puede rescribirse:
N S E
2S ˜ n
E ˜ Nb ˜I
60 (5.7)

E Ke ˜ n ˜I

Debe notarse que, en el ejemplo propuesto, el voltaje “E” es proporcionado en cada instante
Figura 5.4. Generador con 4 delgas sólo por una bobina, que es la que en ese momento tiene voltaje inducido máximo, o sea flujo
enlazado nulo. El resto de la bobinas, están generando voltajes e  E , los cuales no están
S , 3S , 5S , 7S ,... , con ello: siendo aprovechados. Este tipo de enrollado, en que las bobinas están eléctricamente aisladas
En este caso, los ángulos de conmutación serán T c
4 4 4 4 entre sí, se denomina enrollado de bobinas independientes y es, en general, muy poco eficiente
E= e2 para T 0oS por la razón recién mencionada.
4
E= e1 para T S o 3S
4 4

148 149
En la práctica, las bobinas se conectan en configuración tal que los voltajes de todas las Al emplear muchas delgas la bobina del rotor que está alimentada es sólo aquella ubicada entre
bobinas contribuyen al valor de “E”. En este aspecto, el denominado enrollado imbricado es la S
configuración más usada en la actualidad. los terminales de las escobillas(15), donde el ángulo T adquiere un valor igual a , con lo cual
2
se tiene:
Pese a las distintas características de diseño de los enrollados del rotor, siempre se cumple la T t T G ˜ Ic ˜ I a (5.10)
relación (5.7), que indica que el voltaje generado en vacío es proporcional a la velocidad y al
flujo. Por su parte, la constante de proporcionalidad Ke es la que cambia dependiendo de las
características constructivas del enrollado. Es decir, el torque instantáneo es a la vez el torque medio (constante), y resulta proporcional al
producto de las corrientes de campo y de armadura.

5.1.2. Principio de funcionamiento del motor de C.C. El término LM usualmente se designa por “G”, denominada inductancia rotacional de la
maquina de C.C., que corresponde a un parámetro típico de la máquina.
En presencia del campo magnético descrito anteriormente, si se alimenta la máquina de C.C.
con una fuente continua través de las escobillas, se genera una corriente por el rotor y la Adicionalmente, si se considera la relación(16):
máquina comienza a operar motor.
P Zr ˜T (5.11)
Según lo estudiado en el capítulo anterior, en esta situación es posible evaluar el torque motriz
(17)
medio que se origina en el eje a través de la ecuación: Con P = Ea·Ia , se tiene:

1 2 § dL11 · dL ·  1 I 2 § dL22 Ea ·I a K e ·n·I ·I a


T t Ic ¨  I I § 12 · T ŸT KT ·I ·I a
2 © dT ¸¹ c a ¨© dT ¸¹ 2 a ¨© dT ¸¹ (5.8)
2S ˜ n 2S ˜ n
(5.12)

Donde:
o Análogamente es posible definir:
Ic es la corriente que produce el campo magnético uniforme B (corriente en el estator),
denominada corriente de campo. T ·Z r G·I c ·I a ·Z r
Ia es la corriente que se establece al alimentar el rotor, denominada corriente de armadura. Ea Ÿ Ea G·Z r ·I c (5.13)
Ia Ia
El cálculo de L11, L12 y L22 (14) debe considerar:

L11: constante, independiente de la posición, pues el rotor es cilíndrico.


L22: la inductancia de una bobina cualquiera del rotor depende de la posición, teniendo un valor 5.2. Desempeño de máquinas de C.C. reales
máximo para T 0, S , 2S ,... , y un mínimo para T S , 3S , 5S , 7S ,... .
4 4 4 4 En la práctica, existen varios efectos que impactan la eficiencia y el funcionamiento de las
En general puede asociarsele la siguiente expresión: L22 LA  LB cos 2T máquinas de C.C. tanto cuando están configuradas como motor o como generador, dentro de
L12: la inductancia mutua entre una bobina cualquiera del rotor y el enrollado de campo, tiene ellos se encuentran la característica de saturación del material ferromagnético, la reacción de
armadura y las pérdidas eléctricas y mecánicas debido a que el proceso de conversión de la
un máximo negativo para T 0 y positivo para T S , y es nula para T S y T 3S . energía no es ideal. A continuación se analizan cada uno de estos efectos de manera
2 2
Puede asociársele la expresión: L12 LM cos T independiente, indicando algunas soluciones que minimizan estos efectos.

De este modo, el torque instantáneo es:


(15)
Esto corresponde al caso de enrollado de bobinas independientes, no obstante en bobinados imbricados ocurre
T t I c ˜ I a ˜ LM ˜ sen T  Ia2 ˜ LB ˜ sen 2T (5.9) algo similar
(16)
Esta relación se deriva al considerar que la potencia es la derivada del trabajo y para sistemas rotatorios el
trabajo se define como el momento de torsión por el ángulo del vector donde es aplicada la fuerza.
De este modo: dW d (T ˜T ) dT
P T Ÿ P Zr ˜T
dt dt dt
(17)
Esta ecuación considera un sistema sin pérdidas en el cual la potencia eléctrica de entrada es igual a la potencia
(14)
El subíndice 1 denota al estator y el subíndice 2 al rotor. mecánica de salida.

150 151
5.2.1. Saturación del material ferromagnético. Ic
Estator
Puesto que las máquinas de corriente continua está constituidas de material ferromagnético con Rr
características no ideales, es conveniente analizar el efecto de la saturación del material en las
relaciones de voltaje y corriente de la armadura y campo. Para ello debe obtenerse la llamada Vg I Ea
“característica de excitación de la máquina de C.C” o “curva de saturación en vacío”, la cual es
la misma para la máquina actuando como generador o como motor.
Rotor
Para un material ferromagnético, la relación entre la densidad de flujo y la intensidad de campo
no es constante debido al alineamiento de los dipolos que conforman el material (curva de n =cte
magnetización).

El mismo efecto se aprecia al observar la curva de flujo v/s corriente de campo debido a las
relaciones de proporcionalidad involucradas (I v % e , v +) (ver figura 5.6) Figura 5.7. Generador de excitación separada operando en vacío

I (~ B)
En este caso (máquina de corriente continua operando como generador), el voltaje generado Ea
es proporcional al flujo I (ecuación (5.7)), de tal manera que la curva de magnetización del
material ferromagnético antes vista (figura 5.6) se evidencia en el gráfico Ea v/s Ic (según
muestra la figura 5.8).
Zona de
Saturación
E
Zona Lineal
n = Cte.

I c (~ H )

Figura 5.6. Curva de excitación

En la práctica el flujo generado no es posible de medir en forma directa, por lo cual el


procedimiento empleado consiste en configurar la máquina de C.C. como un generador de
excitación separada(18) y hacerlo funcionar en vacío de modo de medir el voltaje generado en Ic
los bornes del rotor (ver figura 5.7).
Figura 5.8. Característica de excitación o curva de saturación en vacío.

La curva Ea v/s Ic corresponde a la “característica de excitación” o “curva de saturación en


vacío” mencionada previamente.

Esta curva se puede obtener en un laboratorio conectando la máquina de C.C. como generador
de excitación separada (como ya fue explicado), y midiendo el voltaje generado en los bornes
de la armadura cuando se aumenta progresivamente la corriente de campo (a través de la
variación del reóstato Rr).
(18)
En la configuración de excitación separada el estator (campo) y el rotor (armadura) se encuentran
eléctricamente aislados y su interacción se produce únicamente a través del circuito magnético de la máquina
de C.C.

152 153
Es importante notar que la velocidad de giro del eje debe mantenerse constante durante toda la
prueba, ya que de lo contrario, la relación de proporcionalidad entre el flujo y el voltaje Si los bornes del rotor (armadura) son conectados a una carga eléctrica, una corriente circulará
generado varía (E = Ke·n·I) y la curva de saturación en vacío se deforma. por la armadura de la máquina (Ia) generando un flujo magnético Ia. Este flujo de armadura se
suma al flujo magnético producido por el campo, produciendo un efecto denominado “reacción
En general, basta con obtener la característica de saturación en vacío para una única velocidad de armadura” o “reacción de inducido”.
n1, ya que una vez obtenida es posible determinar fácilmente esta curva para cualquier otra
velocidad n2 distinta a la anterior (ver figura 5.9). La reacción de armadura afecta el desempeño de la máquina de C.C. tanto en el voltaje
inducido como en el proceso de conmutación que ocurre en el colector.
El método que se emplea para hacerlo, consiste en construir el gráfico Ea v/s Ic punto a punto
considerando que para corriente de campo constante, los valores de voltaje inducido tienen una Por una parte, la reacción de armadura cambia la distribución del flujo magnético en el
relación de proporcionalidad idéntica a la que existe entre las velocidades: entrehierro, existiendo zonas en que la resultante total de flujo (ITotal = Ic+Ia) es de mayor
magnitud que la componente de flujo de campo y otras en que la magnitud es notoriamente
E1 n1 menor.
(5.14)
E2 n2 I c* cte.
La figura 5.10(a) muestra la distribución del flujo magnético en el entrehierro cuando la
corriente por la armadura es nula. En este caso la forma de la distribución se explica por la
geometría de las cabezas o caras polares. La figura 5.10 (b) muestra como varía la distribución
del flujo magnético por efecto de la reacción de armadura.

E Es importante notar que en aquellas zonas donde las magnitudes de los flujo de armadura y
campo se suman (ITotal > Ic) la resultante total de flujo hace que el núcleo se sature,
n2 = Cte. aumentando las pérdidas en el fierro por concepto de calentamiento, corrientes parásitas, etc.
E2 Asimismo, existen zonas donde las magnitudes de los flujos de campo y armadura se restan por
lo cual el flujo magnético total es menor que el flujo de campo (ITotal < Ic) y consecuentemente
E1 n1 = Cte. el valor del voltaje inducido disminuye, empeorando la eficiencia de la máquina.

n2 ! n1

I *c Ic

Figura 5.9. Curvas de excitación a distintas velocidades.

Desde un punto de vista práctico, las máquinas de C.C se diseñan de modo de lograr una
máxima potencia por unidad de peso. Esto se consigue al situar el punto de operación nominal
de la máquina cercano al codo de la curva de saturación del material ferromagnético, con lo
cual cualquier aumento del voltaje generado en torno a este punto va a requerir de un aumento
importante de la corriente de campo que se está proporcionando a la máquina.

5.2.2. Reacción de armadura.

De acuerdo con lo estudiado, una corriente circulando por el estator o campo de una máquina
de C.C. produce un flujo magnético Ic que permite la generación de una tensión en el inducido
Ea cuya magnitud depende del valor de la corriente de campo y de la velocidad de giro del eje
(relación (5.13)).

154 155
I Línea neutra Ia ITotal
Ic Línea neutra

Ic Ic
Ic

0 S 2S T
Ic Línea neutra (a) (b)
(a) original

Figura 5.11. Cambio de línea neutra.


ITotal
I Ic Para poder resolver los inconvenientes producidos por la reacción de armadura, se han
Nueva línea desarrollados diferentes estrategias:
Ia neutra
Ia
x Antiguamente, se trataba de ajustar físicamente la posición de las escobillas de modo de
ITotal hacerlas coincidir con la línea neutra, sin embargo, la línea neutra se desplaza con la
variación de carga, lo cual obliga a estar ajustando constantemente la posición de las
0 S 2S T
escobillas. Actualmente este sistema solo se utiliza en motores muy pequeños donde se
sabe que la carga no varía y donde otras soluciones son económicamente inviables.
Ic x Para máquinas de más de 1[kW], se prefiere utilizar los llamados “polos de
Desplazamiento de
la línea neutra conmutación” o “interpolos”. Los interpolos son bobinas conectadas en serie con la
armadura de modo de ser recorridas por Ia y situados a 90º grados eléctricos de las
(b) caras polares de modo de coincidir con el eje del flujo de armadura. De este modo el
flujo producido por los interpolos anula el efecto de la reacción de armadura.
Figura 5.10. Cambio en la distribución del flujo magnético en el entrehierro.
La ventaja de usar interpolos radica principalmente en que no es necesario ningún
ajuste con la variación de carga puesto que la corriente de armadura crece o decrece
Por otro lado, para que el proceso de conmutación sea óptimo, el paso de las escobillas de una consecuentemente y lo mismo ocurre con los flujos generados en los polos de
delga a otra debe realizarse en el momento en que la diferencia de tensión entre las delgas compensación, además también existe un ajuste automático al usar la máquina como
vecinas sea nula. Esto debido a que existe un instante en que cada escobilla está en contacto generador o motor, ya que el sentido de la corriente de armadura cambia de acuerdo a la
con ambas delgas vecinas y si existiese una diferencia de potencial entre ellas habría un configuración de la máquina y por ende lo hace el flujo de los interpolos.
cortocircuito y se producirían arcos eléctricos en el colector.
En la figura 5.12(a) se muestra la disposición física de los interpolos en una máquina de
El momento optimo de conmutación ocurre cuando las escobillas se sitúan en la llamada “línea C.C., la figura 5.12(b) muestra un esquema de la conexión de los interpolos donde se
de neutro magnético” o “línea neutra”. Como se aprecia en el esquema de la figura 5.11(a), aprecia que son recorridos por la corriente de armadura. Finalmente, la figura 5.12(c)
cuando no existe corriente en la armadura, la línea de neutro magnético se sitúa en plano muestra esquemáticamente como se cancela la reacción de armadura al ser sumada con
perpendicular al flujo originado por el campo, coincidiendo con la posición física de las los flujos de los interpolos.
escobillas por lo cual la conmutación se lleva a cabo sin problemas.

Sin embargo al existir reacción de armadura (figura 5.11(b)), la línea de neutro magnético se
desplaza hasta situarse en el plano perpendicular a la resultante del flujo magnético ITotal,
resultando así una conmutación poco óptima lo que se traduce en un mal funcionamiento y
desgaste prematuro del colector.

156 157
Interpolos
O equivalentemente:
Pentrada  Pperdidas
Ia Ia K ˜100 (5.16)
Pentrada

Ic = ITotal
Los objetivos de diseño se encuentran orientados a maximizar la eficiencia de cada máquina
para las características nominales a las cuales a sido diseñada, sin embargo existen perdidas
que no son factibles de eliminar: perdidas eléctricas, perdidas mecánicas y perdidas
Iinterpolos magnéticas.

(a) (b) (c) Perdidas eléctricas:

Las perdidas eléctricas son aquellas producto de las resistencias de los enrollados (pérdidas en
Figura 5.12. Interpolos. el cobre) y pérdidas en los contactos eléctricos (pérdidas en las escobillas).

En la práctica, el efecto del flujo de los interpolos es suficiente para evitar los problemas en la Las pérdidas en el cobre se producen tanto en el campo como en el inducido y se pueden
conmutación de las escobillas, sin embargo para máquinas de altas potencias y ciclos de trabajo calcular como:
pesados es necesario mejorar el efecto del debilitamiento del flujo y menor voltaje inducido: Pcampo I c2 ˜ Rc
(5.17)
Pinducido I a2 ˜ Ra
x En este caso, la estrategia consiste en colocar los llamados “enrollados de
compensación” los cuales son enrollados que se encuentran colocados en ranuras
talladas en las cabezas polares (en forma paralela a las bobinas del rotor) y conectadas Donde:
en serie con la armadura. Pcampo, Pinducido: son las pérdidas en el campo e inducido respectivamente
Ic, Ia: son las corrientes de campo e inducido respectivamente
Al estar en las cabezas polares, los enrollados de compensación producen un flujo Rc, Ra: son las resistencias de campo e inducido respectivamente(19)
de magnitud mayor al de los interpolos, que permite anular los efectos de
debilitamiento de campo producido por la reacción de armadura. Este método, al Por su parte, las perdidas en las escobillas se calcula como:
igual que los interpolos, se adapta automáticamente al tipo de operación (motor o
generador) y a las diferentes condiciones de carga, sin embargo su uso se encuentra Pescobillas I a ˜ Vescobillas (5.18)
limitado a grandes maquinas de C.C. principalmente debido al alto costo que
suponen los enrollados de compensación. Donde:
Pescobillas: es la potencia perdida en las escobillas
Ia: es la corriente de armadura
Vescobillas: es el voltaje que cae en las escobillas, el cual es en general constante para un amplio
5.2.3. Pérdidas en máquinas de C.C. rango de operación (se asume en un valor de 2[V]).

Las máquinas de C.C. son conversores de energía eléctrica a mecánica y viceversa muy Particularmente en modelos más simplificados no se considera las pérdidas en las escobillas,
eficientes, sin embargo su rendimiento no alcanza el 100% debido a la no idealidad de los sino solamente las pérdidas de Joule por concepto de R·I2.
elementos que la constituyen.

Esto implica que, en la práctica, es necesario definir un parámetro de eficiencia a partir de la Perdidas mecánicas:
siguiente relación:

Psalida
K ˜100 (5.15)
Pentrada (19)
El valor de resistencia empleado corresponde al valor a temperatura ambiente

158 159
Las pérdidas mecánicas están asociadas a las pérdidas por concepto de roce entre las partes
móviles de la máquina (rodamientos, etc.) y entre la máquina y el aire. Las pérdidas mecánicas
son una función cúbica de la velocidad de rotación de la máquina. Figura 5.13. Estator de máquina de C.C. de 2 polos

Perdidas magnéticas:
En motores pequeños, las piezas polares pueden ser un imán permanente (sin enrollado de
campo).
Las pérdidas en el núcleo (estudiadas en capítulos anteriores) se manifiestan principalmente en
las pérdidas por el ciclo de histéresis del material ferromagnético y por corrientes parásitas de
Muchas de las máquinas de C.C. permiten conectar el campo o excitación ya sea en paralelo o
Focault.
en serie con la armadura, en este caso, dentro del estator pueden reconocerse los enrollados
serie y paralelo de la excitación. En general, el enrollado paralelo (“shunt”) o de excitación
independiente corresponde a un enrollado de sección transversal reducida y alta resistividad,
Adicionalmente a las pérdidas anteriores existen otros tipos de pérdidas cuyos orígenes no se
que soporta corrientes más bien pequeñas y que por ende debe presentar un alto número de
explican necesariamente por los efectos ya mencionados. En general estas pérdidas se agrupan
vueltas. En el caso del enrollado serie, a través de él circula la misma corriente que por la
como “pérdidas adicionales” y se les asigna un valor cercano al 1% de la potencia nominal de
armadura por tanto es un conductor grueso, de pocas vueltas y baja resistividad (para disminuir
la máquina.
las pérdidas).

La estructura soportante se denomina carcaza y es donde se ubica la placa con los terminales de
conexión. Estos terminales de conexión se encuentran identificados de acuerdo con distintas
5.3. Aspectos Constructivos de máquinas de C.C.
normas, tal como muestra la tabla 5.1.
Estator (figura 5.13)
Tabla 5.1.: Designación de terminales de conexión de acuerdo a la norma.
El estator puede estar formado por un núcleo macizo o laminado. No obstante, no necesita ser
laminado debido a que el flujo magnético es constante en él, y por lo tanto las pérdidas por Terminales de conexión según Norma
efecto Focault son nulas. Por otra parte, el flujo necesario en el entrehierro se logra distribuir Elemento VDE ASA BS IEC
en forma aproximadamente uniforme mediante las denominadas “piezas polares”, “cabezas Armadura A-B A1-A2 AA-A A1-A2
polares”, “caras polares” o simplemente “polos”, en los cuales se ubica el enrollado de campo Campo Shunt C-D F1-F2 Z-ZZ E1-E2
o excitación de la máquina. Campo Serie E-F S1-S2 Y-YY D1-D2
Interpolos G-H - HH-H B1-B2
Piezas Polares Interpolo simétricamente distribuido en el lado A GA-HA - - 1B1-1B2
Interpolo simétricamente distribuido en el lado B GB-HB - - 2B1-2B2
Campo de Excitación Separada (20) I-K F1-F2 X-XX F1-F2
Entrehierro Enrollados de
Excitación o
de Campo
Rotor (figura 5.14)

El rotor está formado por un núcleo de fierro laminado (pues cada punto del rotor es atravesado
N B S por un flujo alterno, por la frecuencia de la rotación, produciéndose pérdidas de histéresis y de
G
Foucault). El enrollado rotórico o enrollado de armadura está formado por bobinas que se
ubican en ductos o ranuras practicadas en la laminación.

Los terminales de las bobinas se conectan a las delgas, ubicadas en un tambor, que forman el
Núcleo
colector, donde hacen contacto rozante las escobillas o “carbones” fijas al estator, permitiendo
de Fierro
Carcaza Macizo así la entrada o salida de corriente al enrollado de armadura.

(20)
Cuando es diferente del enrollado Shunt

160 161
Adicionalmente, en motores de más de 1[kW] se encuentran presentes los interpolos y los Cabezas polares
enrollados de compensación para máquinas de mayor potencia y ciclo de trabajo pesado.
4
El eje, mediante descansos (usualmente rodamientos) se afirma a la carcaza. También suele 3 5
llevar un ventilador para facilitar la disipación de calor mediante convección forzada.

c
b d
Eje N 2 6 S
a e

Escobillas o h f
g
Carbones
(Fijos al estator) Núcleo
Laminado 1
7 Delgas
Ranuras
Una de las Bobinas 8
Escobilla
bobinas del
Colector o enrollado de
Tambor de rotor o de
Delgas armadura
Figura 5.15. Enrollado imbricado

Figura 5.14. Rotor de máquina de C.C. La figura 5.15 muestra la disposición física de una máquina de C.C. de dos polos y un rotor
con 8 ranuras en las que se ubican las bobinas. Es posible observar que cada bobina tiene sus
La configuración del enrollado del rotor puede adoptar diversas formas, cada bobina puede ser terminales conectados a una delga, si se considera por ejemplo la bobina de color gris de la
independiente (enrollados de bobinas independientes) o bien pueden interconectarse de modo figura, esta nace de la delga denotada como “a” y se ubica en la ranura número 1, rodea el
de aprovechar de mejor manera los voltajes inducidos en ellas. Tal como fue mencionado al núcleo del rotor, aparece por la ranura número 4 y se conecta a la delga “b”. Puesto que los
comienzo del capítulo, la configuración más utilizada actualmente es el enrollado imbricado terminales de conexión son “a-b” el enrollado se denomina “enrollado imbricado progresivo”,
que se aprecia en las figura 5.15 y 5.16. en caso que la bobina en cuestión hubiese tenido sus terminales en “a-h” el enrollado se
hubiese denominado “enrollado imbricado regresivo”.

La figura 5.16 muestra el diagrama extendido del enrollado imbricado del rotor de la figura
5.15.

1 2 3 4 5 6 7 8 1

... a b c d e f g ...

162 163
Figura 5.16. Diagrama extendido del enrollado imbricado
En el caso del generador de excitación independiente, el circuito equivalente es el de la figura
5.17. Es posible apreciar que el circuito de campo es eléctricamente independiente del circuito
La figura muestra el camino que recorre una corriente aplicada a los bornes de la armadura. En de armadura y la dependencia de ambos circuitos es únicamente magnética, a través del flujo
primer lugar la corriente entra por la escobilla que está en contacto con la delga “c” y recorre la I , lo cual constituye la característica distintiva de este tipo de configuración.
bobina con terminales “c-d”, la delga “d” es su vez terminal de entrada de la bobina de
terminales “d-e”, la cual es también recorrida por la corriente aplicada, el proceso continúa con
la bobina “e-f” y termina con la corriente recorriendo la bobina “f-g” y saliendo por éste
terminal hacia la escobilla correspondiente de modo de cerrar el circuito eléctrico. Ia = IL

Es posible observar que enrollado imbricado permite sumar los efectos producido en las Ic Ra
bobinas tanto desde el punto de vista de motor en la conversión energética electro-mecánica Rr
como desde el punto de vista del generador en la conversión mecánica-eléctrica (suma de Va = VL
voltajes inducidos).
I RL
Vg
Ea
5.4. Conexiones de máquinas de C.C. Rc

Las máquinas de corriente continua, operando tanto como motor o como generador, pueden ser n
conectadas en diferentes configuraciones dependiendo de las fuentes de alimentación y los
enrollados de campo y armadura. La forma de conectar la máquina determinará su desempeño
y características de operación, así como sus curvas de torque-velocidad, regulación, y la forma
de control y partida en el caso de los motores. Figura 5.17. Circuito equivalente de un generador de excitación separada.
De este modo si se conecta el campo de la máquina a una fuente de alimentación y la armadura
a una fuente de alimentación diferente, se está conectando la máquina (motor en este caso) en En la figura:
una configuración llamada de “excitación independiente”.
RL = Resistencia de carga alimentada por el generador.
Si por el contrario, se dispone de una sola fuente de alimentación y se conectan campo y VL = Voltaje en los terminales de la carga.
armadura en paralelo con la fuente, entonces la configuración será denominada “shunt” y en IL = Corriente en la carga.
caso de emplear una conexión serie entre campo y armadura, la configuración de denominará Ea = Voltaje generado en la armadura.
consecuentemente “serie”. Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
Ia = Corriente de armadura.
Las máquinas de C.C. pueden poseer enrollado paralelo (que se utiliza en las conexiones shunt Va = Voltaje en los terminales de armadura.
y excitación independiente), enrollado serie o ambos, en cuyo caso además pueden realizarse Rc = Resistencia del enrollado de campo.
conexiones serie-paralelo entre la armadura y el campo, obteniendo configuraciones mixtas que Ic = Corriente por el enrollado de campo.
se denominan “compound”. Vg = Fuente de alimentación del enrollado de campo.
n = Velocidad del rotor, proporcionada por una máquina motriz externa.
Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta a los terminales del generador
para controlar la magnitud de Ic.
5.4.1. Generadores de C.C.
En general Ra << Rc, Rr, pues el enrollado de armadura debe conducir la corriente elevada de la
5.4.1.1. GENERADOR DE EXCITACIÓN SEPARADA. carga eléctrica (Ia >> Ic).

Circuito equivalente y funcionamiento


De la figura es posible deducir:
El circuito equivalente es una representación esquemática de la máquina de C.C. que permite
analizar su configuración y desempeño a través de ecuaciones simples que se derivan del Va VL
(5.19)
mismo circuito. Ia IL

164 165
VL
Ecuación del circuito de campo: Tensión generada en vacío
E0 u
Vg Rc  Rr ˜ I c (5.20) v
Va = VL Ea
Ecuación del circuito de armadura:

Ea Va  Ra ˜ I a u
(5.21)
Va RL ˜ I L
IL

Ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas: Figura 5.18. Característica VL v/s IL en generador de excitación separada.

Ea Ke ˜ n ˜I (5.22)

5.4.1.2. GENERADOR SHUNT.


Además de acuerdo a (5.13) se tiene:
Circuito equivalente y funcionamiento
Ea G·Z r ·I c (5.23)
La figura 5.19 muestra el circuito equivalente del generador shunt.

Característica Voltaje-corriente de carga


IL
Ra Ia
El generador de C.C., considerado como una fuente de tensión continua, debiera, en el caso Rr
ideal, entregar en bornes de la armadura un voltaje continuo Va de magnitud independiente de Ic
la carga que está alimentando. Sin embargo, en la practica existen caídas internas de voltaje I Va = VL RL
que hacen disminuir Va a medida que la corriente Ia solicitada por la carga, aumenta. De este Ea
modo, la curva voltaje-corriente en la carga “VL v/s IL” (para “n” e Ic constantes) es una de las Rc
curvas que determinan el desempeño de los generadores de C.C.
n
Con el modelo considerado hasta ahora para el generador de excitación independiente, esta
característica se calcula de la ecuación del circuito de armadura del generador
VL Va Ea  Ra ˜ I a (5.20), siendo Ea, “n” e Ic constantes.
Figura 5.19. Circuito equivalente de un generador shunt.
De la ecuación (5.20) se deduce que la característica de carga es una recta de pendiente
negativa pequeña, puesto que en general Ra es de valor bajo ( | 102 [:] en motores de En la figura:
potencias medias). En la práctica existen otras caídas internas de voltaje aparte de Ra ·Ia, que
RL = Resistencia de carga alimentada por el generador.
pueden ser importantes tales como la caída de voltaje en escobillas y la caída de voltaje por
VL = Voltaje en los terminales de la carga.
reacción de armadura.
IL = Corriente en la carga.
Ea = Voltaje generado en la armadura.
En la figura 5.18 se muestra la característica VL v/s IL del generador de excitación separada,
Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
donde “u” representa la caída de voltaje por concepto de pérdidas en el cobre (Ra ·Ia) y “v” son
Ia = Corriente de armadura.
las pérdidas debido a otros efectos como los mencionados anteriormente.
Va = Voltaje en los terminales de armadura.
Rc = Resistencia del enrollado de campo.

166 167
Ic = Corriente por el enrollado de campo. En la práctica, si la máquina ha generado tensión al menos una vez, existe un flujo remanente
n = Velocidad del rotor, proporcionada por una máquina motriz externa. que permiten que aparezca una pequeña tensión inducida en los bornes de la armadura. Al
Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta a los terminales del generador conectar una carga, este voltaje produce una corriente de excitación Ic1 la cual provoca una
para controlar la magnitud de Ic. elevación de la tensión que hará que la corriente de campo aumente y así sucesivamente.

El proceso se auto-limita gracias a la característica de saturación del material ferromagnético


De la figura es posible deducir: estabilizándose los valores de tensión y corriente generadas de acuerdo a la velocidad de giro
del eje y el valor de la resistencia de campo R=Rc+Rr. Esto se observa gráficamente en el
Va VL Vc (5.24) punto de intersección de la curva de saturación en vacío y la recta que pasa por el origen con
pendiente igual a tg-1(R).
Ecuación del circuito de campo:
El fenómeno de auto-excitación descrito requiere de ciertas condiciones para poder llevarse a
cabo:
Vc Rc  Rr ˜ I c (5.25)
x Debe existir un flujo remanente.
x El flujo generado en primera instancia debe sumarse al flujo remanente existente (de lo
Ecuación del circuito de armadura: contrario el campo se debilita y no se produce la generación).
x El valor de la resistencia de campo (R=Rc+Rr) debe ser menor a un cierto valor crítico
Ea Va  Ra ˜ I a Rcrit.
(5.26)
Va RL ˜ I L
Si la resistencia de campo es muy elevada, la corriente que se establece al conectar la carga
Ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas: resulta insuficiente para elevar la tensión y el fenómeno de auto-excitación no se produce.

Ea Ke ˜ n ˜I (5.22) En la práctica, al momento de comenzar a generar la resistencia de campo no debe superar un


valor de resistencia crítico que está dado por la pendiente de la recta tangente a la curva de
saturación del material ferromagnético.
Además:
Ea G·Z r ·I c (5.23)
En la figura 5.21, si R=R3>Rcrit no se produce la generación y sí se produce para R=R2<Rcrit.

El generador shunt es denominado generador auto-excitado, debido que existe un proceso de


Ea RCrit
realimentación positiva como el que se muestra en la figura 5.20. R1>RCrit R2<RCrit

Ea

Ea*

Ear

Ic
tg-1(R)

Ear
Figura 5.21. Resistencia de campo para generación.
Ic
Ic1 Icj Ic*
Además, tal como fue mencionado anteriormente el fenómeno de auto-excitación termina
Figura 5.20. Fenómeno de auto-excitación de un generador shunt.
cuando la curva de saturación del material ferromagnético interseca la recta de pendiente dada
por la resistencia de campo (tg-1(R)). En el caso de resistencias mayores a Rcrit el punto de
estabilización no tiene solución ya que las curvas mencionadas solo coinciden en el origen.

168 169
Ra Ic=Ia
Característica Voltaje-corriente de carga Rr
El generador de C.C. en configuración shunt presenta una característica VL v/s IL mostrada en
la figura 5.22. VL RL
Ea
Rc
VL I
Tensión generada en vacío
n
E0
Característica
Característica Generador
Generador Excitación Figura 5.23. Circuito equivalente de un generador serie.
Shunt Separada
Donde:

I cc I Nom I Crit IL RL = Resistencia de carga alimentada por el generador.


VL = Voltaje en los terminales de la carga.
IL = Corriente en la carga.
Figura 5.22. Característica VL v/s IL en generador shunt. Ea = Voltaje generado en la armadura.
Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
En un primer tramo la curva característica es similar a la del generador con excitación Ia = Corriente de armadura.
separada, sin embargo las perdidas por concepto de reacción de armadura (entre otros) son Rc = Resistencia del enrollado de campo.
mayores debido a que las variaciones en el voltaje en la armadura también afectan la excitación Ic = Corriente por el enrollado de campo.
del generador. n = Velocidad del rotor, proporcionada por una máquina motriz externa.
Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta a los terminales del generador
Además se aprecia que existe un valor crítico de corriente, a partir del cual el voltaje en la para controlar la magnitud de Ic.
carga cae bruscamente. En efecto, si se considera que la carga eléctrica comienza a demandar
una corriente mayor que un cierto un valor crítico (dado por la máxima potencia factible de Conforme a la figura es posible deducir:
suministrar) el voltaje en bornes de la armadura comienza a decrecer, debilitando el campo que
excita la máquina, lo cual hace decrecer aún más el voltaje. En el caso más extremo, si se Ea VL  ( Ra  Rc  Rr ) ˜ I a
(5.27)
cortocircuita la carga , el voltaje en los terminales de la armadura es cero, consecuentemente la VL RL ˜ I L
corriente de excitación es cero y la única corriente circulante es la que produce la tensión
debida al flujo remanente (que tiene un valor mínimo). Por este motivo se dice que el Ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas (misma que para los casos
generador shunt se auto-protege de los cortocircuitos. anteriores):

Ea Ke ˜ n ˜I (5.22)

Además:
5.4.1.3. GENERADOR SERIE.
Ea G·Z r ·I c (5.23)
Circuito equivalente y funcionamiento

La figura 5.23 muestra el circuito equivalente del generador serie. Característica Voltaje-corriente de carga

El generador de C.C. en configuración serie presenta una característica VL v/s IL creciente (ver
figura 5.24). El funcionamiento de este generador es muy similar al caso anterior, el flujo

170 171
remanente posibilita la existencia de una corriente inicial que excita el campo, aumentando la
tensión generada, consecuentemente la corriente y así sucesivamente hasta saturar el núcleo. Circuito equivalente y funcionamiento

De esta manera, en un primer tramo (zona lineal del material ferromagnético) el voltaje La figura 5.25 muestra el circuito equivalente de un generador compound aditivo.
generado crece en forma prácticamente lineal al igual que la tensión generada en vacío, en este
caso la diferencia entre las curvas se explica debido principalmente a las pérdidas en el cobre
las cuales crecen linealmente con el aumento de corriente. Ra Ia IL
Rr
Pasado el nivel de corriente nominal, el núcleo se satura, razón por la cual el voltaje en bornes Ic
queda limitado y por ende el valor de la corriente del circuito (corriente de carga). En esta Ip Is
situación, se dice que el generador está en zona de corriente constante. RL
VL
Ea Va
Rcp Rcs
VL
Tensión generada en vacío
n
Característica
Generador
Serie Figura 5.25. Circuito equivalente de un generador compound aditivo.
Zona lineal Zona de corriente
constante En la figura:

I Nom IL RL = Resistencia de carga alimentada por el generador.


VL = Voltaje en los terminales de la carga.
IL = Corriente en la carga.
Figura 5.24. Característica VL v/s IL en generador serie.
Ea = Voltaje generado en la armadura.
Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
Es importante notar que en la zona de corriente constante la caída de tensión se explica por un Ia = Corriente de armadura.
efecto predominante de la reacción de armadura que se suma a las perdidas de Joule del Rcs = Resistencia del enrollado de campo serie.
generador. Esta particularidad es aprovechada sobre todo en aplicaciones de soldadura de arco, Rcp = Resistencia del enrollado de campo paralelo.
donde al momento de tocarse los electrodos (antes de soldar) el voltaje es bajo y la corriente Ic = Corriente por el enrollado de campo paralelo.
que fluye es alta y al momento de separar los electrodos el voltaje aumenta bruscamente y la n = Velocidad del rotor, proporcionada por una máquina motriz externa.
corriente se mantiene en un valor alto lo que propicia la aparición del arco eléctrico y permite Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta a los terminales del generador
el proceso de soldadura. para controlar la magnitud de Ic.
Is = flujo de campo serie.
Ip = flujo de campo paralelo.

5.4.1.3. GENERADOR COMPOUND ADITIVO. La figura permite establecer las siguientes relaciones:

Tal como fue mencionado, aquellas máquinas de C.C. que poseen enrollado paralelo y serie Ea Ra ·I a  Va
son posibles de configurar como máquinas compound. Este tipo de configuración tiene la (5.28)
característica de emplear el campo en disposición serie-paralelo de modo de combinar las Va VL  Rcs ˜ I L
características de operación shunt y serie. VL RL ˜ I L

Particularmente, si lo flujos generados por el campo serie y paralelo se suman, se dice que la Va ( Rcp  Rr ) ˜ I c
configuración es compound aditiva. Si por el contrario los flujos se restan, entonces la (5.29)
Ia I L  Ic
conexión es de tipo compound diferencial.

172 173
En este caso, la ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas es: Dependiendo de cual sea el efecto predominante (shunt o serie) la curva se eleva por sobre el
valor de tensión generada en vacío o bajo él. En efecto, si la característica serie es pequeña
Ea Ke ˜ n ˜I predominan las caídas por efecto Joule y la tensión generada es menor que el valor E0 generado
(5.30) en vacío; en este caso, la curva característica VL v/s IL es similar a la del generador shunt y se
I Is  I p
dice que el generador compound es “parcialmente compuesto” o “hipocompuesto”.

Además: Si el enrollado serie es grande, entonces el efecto de fortalecimiento del campo predomina
Ea G p ·Z r ·I c  Gs ·Z r ·I L (5.31) sobre las pérdidas de Joule y la tensión inducida se eleva por sobre E0 (tal como muestra la
figura 5.26). En este caso se dice que el generador compound aditivo es “hipercompuesto”.
En este caso, la ecuación (5.31) se modifica respecto de la relación (5.23) debido a que la
inductancia mutua del rotor respecto del campo paralelo (Gp) es diferente de la inductancia
mutua que desarrolla la armadura con el campo serie (Gs). Además las corrientes de campo que VL Característica Generador
excitan los campos del generador son diferentes en este caso. Compound Aditivo
E0
Es importante notar que el esquema de conexión mostrado en la figura 5.25 corresponde a un
generador compound aditivo con “derivación corta”, lo cual significa que el campo paralelo se
conecta inmediatamente en los bornes de la armadura. Característica
Generador Shunt Característica Generador
Compound Plano
En el caso del generador compound aditivo con “derivación larga”, el campo paralelo se
conecta posterior al campo serie (en paralelo con la carga) por lo las ecuaciones que rigen su Característica
comportamiento son: Generador Serie
I Nom IL
Ea Ra ·I a  Va
(5.32)
Va VL  Rcs ˜ I a
Figura 5.26. Característica VL v/s IL en generador compound aditivo(21).
VL RL ˜ I L
Un caso particular a los anteriores es el denominado generador “compound plano”, el cual se
VL ( Rcp  Rr ) ˜ I c diseña de modo que, en el punto de operación nominal, se tenga un valor de tensión inducida
(5.33)
Ia I L  Ic igual al valor de generación en vacío.
5.4.1.3. GENERADOR COMPOUND DIFERENCIAL.
La ecuación 5.30 es todavía válida sin embargo la relación 5.31 se modifica levemente en
función de la corriente que recorre en campo serie: Circuito equivalente y funcionamiento

Ea G p ·Z r ·I c  Gs ·Z r ·I a (5.34) El generador compound diferencial posee una configuración idéntica al caso anterior (ver
figura 5.27), con la salvedad que la polaridad de una de las bobinas de campo (en general serie)
El generador compound aditivo requiere de las mismas condiciones que el generador shunt se cambia de modo de tener un flujo de campo total equivalente a la resta de los flujos de
para poder generar, ya que también se cumple el principio de auto-excitación, sólo que en este campo serie y paralelo.
caso se refuerza el campo producto de la característica serie. De este modo, debe cumplirse las
condiciones de existencia de flujo remanente, que el flujo generado por el campo shunt en
primera instancia se sume al flujo remanente y que el valor de la resistencia de campo paralelo
sea inferior al valor de Rcrit.

Característica Voltaje-corriente de carga

El generador de C.C. en configuración compound aditiva presenta una característica VL v/s IL


que combina las propiedades del generador shunt y serie (ver figura 5.26)
(21)
Característica no constructible por superposición

174 175
(22)
con la carga) las ecuaciones (5.32), (5.33), (5.34) y (5.35) son las que rigen en
Ra Ia IL comportamiento del generador.
Rr
Ic
Ip Is Característica Voltaje-corriente de carga
RL
Ea VL El generador de C.C. compound diferencial presenta la característica VL v/s IL mostrada en la
Va
Rcp Rcs figura 5.28.

n En ella es posible observar que los efectos de caída de la tensión inducida producto de la
característica serie y paralelo se suman, al contrario que en el caso anterior (generador
compound aditivo) donde estos mismos efectos se contrarrestaban pudiendo elevar el voltaje
sobre la generación en vacío.
Figura 5.27. Circuito equivalente de un generador compound diferencial.
Así, cuando la corriente de armadura aumenta, existe una primera caída de tensión producto de
En la figura se observan los mismos parámetros que en el caso anterior: las pérdidas Ra·Ia, además el flujo de campo serie se fortalece debilitando el flujo total del
generador ( I I p  Is ), lo que se traduce en un menor voltaje inducido. Este fenómeno explica
RL = Resistencia de carga alimentada por el generador. porque en el generador compound diferencial la caída de tensión es tan brusca respecto del
VL = Voltaje en los terminales de la carga. cambio de corriente.
IL = Corriente en la carga.
Ea = Voltaje generado en la armadura.
Ra = Resistencia del enrollado de armadura. VL
Tensión generada en vacío
Ia = Corriente de armadura.
Rcs = Resistencia del enrollado de campo serie. E0
Rcp = Resistencia del enrollado de campo paralelo.
Ic = Corriente por el enrollado de campo paralelo. Característica Generador
n = Velocidad del rotor, proporcionada por una máquina motriz externa. Compound Diferencial
Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta a los terminales del generador
para controlar la magnitud de Ic.
Is = flujo de campo serie.
IL
Ip = flujo de campo paralelo. Icc

La figura permite establecer las mismas relaciones eléctricas que para el caso anterior
(ecuaciones (5.28) y (5.29)).Sin embargo, la relación entre variables eléctricas y magnéticas Figura 5.28. Característica VL v/s IL en generador compound diferencial.
cambia:
El generador compound diferencial posee característica de inmunidad frente a los
Ea Ke ˜ n ˜I cortocircuitos, puesto que, en el caso extremo en que la carga se cortocircuita, la corriente de
(5.35) armadura aumenta a un nivel tal, que los flujos de excitación serie y paralelo se cancelan y el
I I p  Is
voltaje inducido cae a cero, por lo que la corriente de cortocircuito queda limitada a un valor
La relación (5.31) se mantiene sin embargo debe considerarse que la inductancia mutua varía mínimo tal como ocurre en el generador shunt.
para adaptarse al cambio de polaridad en el caso del campo serie. 5.4.2. Motores de C.C.

Al igual que en el generador compound aditivo, el esquema de conexión mostrado en la figura


5.27 corresponde a un generador compound diferencial con “derivación corta”. En el caso del 5.4.2.1. MOTOR DE EXCITACIÓN SEPARADA Y MOTOR SHUNT.
generador compound diferencial con “derivación larga” (el campo shunt se conecta en paralelo

(22)
Al igual que en el caso de la ecuación (5.31), la ecuación (5.34) sigue siendo válida pero considerando un
cambio en el valor de la inductancia mutua.

176 177
Circuito equivalente y funcionamiento Vg = Fuente de alimentación (motor shunt).
Ig = Corriente de alimentación (motor shunt).
Debido a la gran similitud que existe en el comportamiento de los motores shunt y paralelo, Vg1 = Fuente de alimentación de campo (motor excitación separada).
estos serán analizados en conjunto. Vg2 = Fuente de alimentación de armadura (motor excitación separada).
Ea = Voltaje generado en la armadura.
En la práctica, los motores shunt son comparativamente más utilizados debido a que solo Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
requieren de una fuente para poder operar, lo cual representa una ventaja respecto de la Ia = Corriente de armadura.
configuración de excitación separada. Rc = Resistencia del enrollado de campo.
Ic = Corriente por el enrollado de campo.
Las figuras 5.29 y 5.30 muestran los circuitos equivalentes de los motores de excitación n = Velocidad del rotor.
separada y shunt respectivamente. Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta para controlar la magnitud de
Ic.
Adicionalmente se puede incluir un resistencia variable en el circuito de armadura (R’r) de
Ia
modo variar la corriente Ia,. En ese caso se tendría una resistencia de armadura equivalente
Ic Ra (R’=Ra+R’r)
Rr
En el caso del motor de excitación separada las ecuaciones asociadas a los circuitos de
I Vg2 armadura y campo son:
Vg1
Ea
Rc Ecuación del circuito de campo :

n Vg1 Rc  Rr ˜ I c (5.36)

Ecuación del circuito de armadura:


Figura 5.29. Circuito equivalente de un motor de excitación separada.
Ea Vg 2  Ra ˜ I a (5.37)

La ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas es:


Ig Ia Ra
Ea Ke ˜ n ˜I (5.22)
Rr
Ic
Adicionalmente se tiene:
Vg I
Ea Ea G·Z r ·I c (5.23)
Rc

n T G ˜ Ic ˜ Ia KT ·I ·I a (5.38)

En el caso del motor shunt las ecuaciones son análogas a las anteriores con la salvedad que en
Figura 5.30. Circuito equivalente de un motor shunt. este caso Vg1 = Vg2 = Vg y además Ig = Ic + Ia.

Curva Torque-velocidad.
En las figuras se puede identificar:

178 179
Al igual que en caso de la máquina de C.C. conectada como generador, existen curvas que
permiten explicar el comportamiento de los motores y estimar su desempeño de acuerdo a las T G·I c ·I a
distintas configuraciones de conexión (shunt, serie, etc.). En este sentido una de las curvas Vg1
características de los motores de C.C. más representativa es la curva de Torque –velocidad que Ic con R Rc  Rr
se muestra, para el caso de generador excitación separada y shunt, en las figuras 5.31 y 5.32. R
Vg 2  Ea Vg 2  G·Z r ·I c
Ia
T Ra Ra

G ˜Va ˜Vc
Tp G·Vg1 ·Vg 2 G 2 ·Vg12 (5.39)
Ra ˜ Rc ?T  ˜Zr
R·Ra R 2 ·Ra
Ia>0 ¦T resistente

Conforme a la expresión (5.39) se obtienen los valores de torque en la partida y la velocidad en


Ia=0 la que el torque se anula según se muestra en los gráficos correspondientes.
Zr
Aparte de lo anterior, también es importante destacar las regiones de operación definidas para
Z0m Va ˜ Rc Ia<0 el motor (ver figura 5.31):
Zr Zr Zr
G ˜ Vc
T x Cuando el motor tiene un sentido de torque en contraposición con el sentido de giro,
T T
entonces la máquina de C.C. se encuentra actuando como freno (en la práctica esto se
Freno Motor Generador consigue cambiando la polaridad del voltaje de armadura).

x Por el contrario si los sentidos de torque y velocidad son los mismos, la máquina está
Figura 5.31. Curva Torque-velocidad de un motor de excitación separada. operando como motor.

x Si la máquina está operando como motor y se aumenta la velocidad de giro, el torque


generado comienza a disminuir hasta el punto en que se torna cero, si en este caso se
T
G ˜ Vg 2 sigue aumentando la velocidad entonces la corriente de armadura se invierte y la
Tp máquina comienza a operar como generador.
Ra ˜ Rc

Zr
5.4.2.2. MOTOR SERIE.
Rc
G Circuito equivalente y funcionamiento

La figura 5.33 muestran el circuito equivalente del motor serie, donde se tiene:

Figura 5.32. Curva Torque-velocidad de un motor shunt. Vg = Fuente de alimentación.


Ea = Voltaje generado en la armadura.
Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
Es posible observar de las figuras que las características torque-velocidad para ambas máquinas Ia = Corriente de armadura.
son idénticas considerando que para el caso del motor shunt: Vg1 = Vg2 = Vg. Va = Voltaje de armadura.
Rc = Resistencia del enrollado de campo.
La característica en la forma de un recta de pendiente negativa se explica al considerar (caso Ic = Corriente por el enrollado de campo.
excitación separada): n = Velocidad del rotor.

180 181
Rr = Resistencia variable (reóstato) que normalmente se conecta para controlar la magnitud de Curva Torque-velocidad.
Ic.
La curva de Torque –velocidad del motor en conexión serie se muestra en la figura 5.34.

La forma de la curva en este caso se obtiene considerando:


Ic=Ia Ra T G·I c ·I a G·I a2
Rr Vg R·I a  Ea  Ra ·I a con R Rc  Rr
I Ea G·Z r ·I a
Vg Va
Ea Vg
Ia
Rc ( R  G·Z r  Ra )

n
G·Vg2 (5.41)
?T 2
( R  G·Z r  Ra )
Figura 5.33. Circuito equivalente de un motor serie.
Con las ecuaciones anteriores en posible calcular el torque de partida para este motor, además
es posible determinar que la curva tiene un par de asíntotas que corresponden a Zr=(Ra+Rc)/G
y al eje T=0. Esto significa que el motor serie no tiene transición de motor a generador y si el
En este caso las ecuaciones asociadas a los circuitos de armadura y campo son: motor se hace operar en vacío (sin carga mecánica) se embala.
Ig Ic Ia
(5.40)
Vg Rc  Rr ˜ I a  Va T
Ea Va  Ra ˜ I a
G ˜ Vg 2
Tp
( Ra  Rc )2
La ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas es:

Ea Ke ˜ n ˜I (5.22)

Adicionalmente se tiene: ( Rc  Ra ) Zr
G
Ea G·Z r ·I c (5.23)

T G ˜ Ic ˜ Ia KT ·I ·I a (5.38) Figura 5.34. Curva Torque-velocidad de un motor de serie.

5.4.2.3. MOTOR COMPOUND ADITIVO.


Circuito equivalente y funcionamiento

En la figura 5.35 se muestra el circuito equivalente del motor compound aditivo. El motor
compound diferencial no se estudia debido a que en esta configuración la máquina de C.C. no
puede operar debido a que el sentido de giro es muy inestable.

182 183
Ea G p ·Z r ·I c  Gs ·Z r ·I g (5.43)
Adicionalmente se tiene:
Ig Ra Ia
Rr Ic T G p ˜ I c ˜ I a  Gs ˜ I g ˜ I a (5.44)
R’r
T | G p ˜ I c ˜ I a  Gs ˜ I a2 I g | I a puesto que I c es pequeño
Is Va Ip
Vg
Ea
Rcs Rcp Curva Torque-velocidad.

n La curva de Torque –velocidad del motor compound aditivo se muestra en la figura 5.36.

T
Figura 5.35. Circuito equivalente de un motor compound aditivo.
Gs ˜ Vg 2 Gp ˜ Vg 2
Tp 2

En la figura: ( Ra  Rcs ) (Ra ˜ Rcp )2

Vg = Fuente de alimentación. Característica Compound Aditivo


Ig = Corriente de alimentación.
R’r = Resistencia variable (reóstato) conectada para controlar la magnitud de Ia.
Rcs = Resistencia del enrollado de campo serie. Característica Serie
Ea = Voltaje generado en la armadura.
Ra = Resistencia del enrollado de armadura.
Ia = Corriente de armadura. Zm
Va = Voltaje de armadura.
Ic = Corriente por el enrollado de campo Característica Shunt
Rr = Resistencia variable (reóstato) conectada para controlar la magnitud de Ic.
Rcp = Resistencia del enrollado de campo paralelo.
n = Velocidad del rotor.
Is = flujo de campo serie. Figura 5.36. Curva Torque-velocidad de un motor compound aditivo.
Ip = flujo de campo paralelo.
La forma de la curva en este caso se obtiene considerando:
En este caso las ecuaciones asociadas a los circuitos de armadura y campo son:
T | G p ·I c ·I a  Gs ·I a2
Ig Ic  Ia
(5.42) Gs ·Vg2 G p ·Va2 G p ·Va2 (5.45)
Vg R cs  Rr' ˜ I g  Va T|
( R  Gs ·Z r  Ra ) 2

Ra ·R

Ra ·R 2
˜Zr con R Rc  Rr
Va Ea  Ra ˜ I a ( Rcp  Rr ) I c
Si además se considera Va | Vg entonces:

La ecuación que relaciona las variables eléctricas y magnéticas es: Gs ·Vg2 G p ·Vg2 G p2 ·Vg2 (5.46)
Ea K e ˜ n ˜ I T| 2
  2
˜Zr
(5.30) ( R  Gs ·Z r  Ra ) Ra ·R Ra ·R
I Is  I p
Lo que corresponde a la suma de las características torque-velocidad serie y paralelo.
Además:

184 185
Audio-video: casetteras, lector de CD, Motores de C.C.
video, etc.

5.5 Aplicaciones
5.5.3 Aplicaciones industriales
5.5.1 Introducción
Aplicación Tipo de Motor
Los motores eléctricos tienen una amplia utilización tanto en artefactos de tipo doméstico Servicios de Agua potable: Motor de Inducción tipo jaula de ardilla.
como en aplicaciones industriales: Bombas hidrúlicas
Embotelladoras: Motor de C.C. (debido a la precisión de posición
Los motores de corriente continua son apropiados cuando se requiere gran precisión de Correa transportadora de envases. requerida).
velocidad o posición, en general se emplean en configuración de excitación separada, ya que Imprenta: Motor de C.C. (debido a la precisión de posición
con esta conexión es posible desacoplar las variables y establecer estrategias de control lineal. Prensa, rodillos de papel, etc. requerida para la prensa y a la precisión de torque
La aplicación de los motores de C.C. se lleva a cabo en potencias bajas o medias y velocidades y velocidad en los rodillos).
no muy altas. La velocidad queda limitada desde el punto de vista del desgaste del colector y Aserraderos: Motor de Inducción jaula de ardilla (desde el
las escobillas, además para potencias altas la diferencia de potencial entre delgas es muy alta lo Sierras. punto de vista flicker son menos nocivos los
cual también desgasta prematuramente el colector debido a los grandes arcos eléctricos que se motores síncronos, sin embargo a potencias
producen por el efecto de armadura. Además, la existencia de chisporroteo en el colector (aún medias los motores de inducción (200-600 [HP])
en los casos en que la máquina cuenta con interpolos) hace que los motores de C.C. sean son mucho más económicos).
prohibitivos en ambientes de trabajo donde existan gases o materiales inflamables. Papelera: Motor de C.C. (debido a la precisión de torque y
Los motores de C.C. son menos robustos, requieren mucha mantención y tiene un mayor Rodillos. velocidad requeridos ya que el papel es frágil y si
volumen y peso por unidad de potencia, motivo por el cual están siendo remplazados por se corta el rollo debe reciclarse completo).
motores de alterna, especialmente motores de inducción tipo jaula de ardilla. Industria de cemento: Motor de C.C.
Hornos rotatorios.
Los motores de corriente alterna son de mucha mayor robustez y simpleza, tienen diseños más Barcos: Motor de inducción rotor bobinado (alto torque
compactos y requieren de menos mantenimiento que los motores de C.C. Por estas razones son Elevador de ancla. de partida y menos perturbador del sistema que el
cada vez más utilizados en aplicaciones de diversa índole. Además los avances en electrónica motor jaula de ardilla).
de potencia a permitido desarrollar controles cada vez más precisos y versátiles a través del Acerías: Las cintas se mueven mediante motores de C.C.
control de frecuencia. Cintas transportadoras, sierra. debido a la alta precisión requerida en el
posicionamiento (el proceso de producción es
En general, los motores síncronos son utilizados para aplicaciones de gran potencia (Ej: en la totalmente continuo, ya que el tubo o lámina de
industria minera) en tanto que los motores de inducción predominan en las aplicaciones de acero no se interrumpe). La sierra rota gracias a
potencias bajas y medias. un motor de inducción trifásico, pero su
posicionamiento (en el punto de corte) se realiza
A continuación se muestran las aplicaciones más comunes de motores eléctricos y un ejemplo a través de un motor de C.C.
de realidad nacional:
Otras Cintas transportadoras. Motores de C.C. o motor de inducción jaula de
aplicaciones: ardilla (dependiendo de la precisión requerida)
5.5.2 Aplicaciones domésticas
Elevadores, montacargas. Motores de Inducción jaula de ardilla.
Grúas Motores de inducción jaula de ardilla en los ejes
En la siguiente Tabla se muestran aplicaciones típicas
de menor precisión y motor de C.C. en la pluma.
Robots Motor de C.C.
Aplicación Tipo de Motor
Electrodomésticos: batidoras, jugueras, Motor de Inducción, monofásico (aplicaciones de Ascensores Motor de C.C. (más antiguo) y motor de
lavadoras, secadoras, lavavajillas, motores trifásicos solo en máquinas industriales). inducción jaula de ardilla (nuevo).
ventiladores, etc. Máquinas de precisión: Motor de C.C.
Automóvil: motor de arranque, Motores de C.C. Fresas, tornos, etc-
limpiaparabisas, alzavidrios eléctrico,
etc.

186 187
5.5.4 Aplicaciones en transporte

Aplicación Tipo de Motor Ejercicios resueltos


Metro Los antiguos carros del Metro empleaban motores de C.C.
en configuración serie (Línea 1), sin embargo los nuevos Problema 1:
carros de la Línea 5 emplean motores de alterna,
específicamente motores de inducción jaula de ardilla. Un motor shunt es alimentado con una corriente de armadura de 40[A] desde una fuente de
Automóviles eléctricos: Años atrás dominaban los motores de C.C. en configuración 120[V]. En estas condiciones, el motor entrega potencia mecánica de 4[kW] en su eje a una
autos, motos, camiones, etc. serie (configuración traccionaria) mientras que los motores velocidad de 20 [rev/s]. La resistencia de armadura es de 0.25[:].
de alterna se encontraban en fase de investigación . En la
actualidad aún existe mayor número de motores de C.C., Se pide calcular:
principalmente debido a su tecnología de control ya a) El torque mecánico que se pierde por efecto de roce a 20[rev/s].
consolidada, pero los motores de inducción han ido b) La corriente de armadura requerida para entregar la mitad de la potencia mecánica a la
ganando terreno en forma progresiva. misma velocidad.

5.5.5 Ejemplo característico Chileno: La gran industria minera del cobre. Solución:

En la industria minera del cobre se pueden encontrar gran cantidad de motores eléctricos en a) Se sabe que:
distintas aplicaciones y a diferentes niveles de potencia: Tm = Te - Tperd

x Proceso de chancado: en general las máquinas chancadoras son de potencias medias en Pm 4000
Pm = 2S·n·Tm Ÿ Tm 31.8 [ Nm]
torno a 500 [HP]. La tecnología antigua empleaba motores sincrónicos para estas 2S ˜ n 2S ˜ 20
máquinas pero en la actualidad se emplean motores de inducción tipo jaula de ardilla.
Ea ˜ I a
x Proceso de harneado: los harneros también de potencia medias emplean motores de Pe = Ea·Ia = 2S·n·Te Ÿ Te
2S ˜ n
inducción tipo jaula de ardilla para hacer la selección del material por tamaño de roca.
Además:
x Proceso de transporte de material: en general, para el transporte del material a través de Ea = Vf – Ra·Ia = 120 - (40·0.25) = 110 [V]
correas transportadoras, coexisten dos tecnologías de motores, los motores de C.C. que
dominaban esta aplicación años atrás y los motores de inducción tipo jaula de ardilla 110 ˜ 40
que están penetrando el mercado en los últimos años. Te 35 [ Nm]
2S ˜ 20
x Proceso de molienda: este proceso se realiza a niveles de potencia bastante superiores a Con ello:
los anteriores, los molinos SAG, de potencias en torno a los 17.000 [HP], ocupan
motores síncronos. Lo mismo ocurre con los molinos de bola pese a tener potencias Tperd = 35-31.8 = 3.2 [Nm] .
menores que lo molinos SAG (7.000-8.000 [HP]).

x Proceso de fundición: en este proceso los motores eléctricos se emplean en extractores


y ventilación, las tecnologías son variadas pero solo excepcionalmente se ocupan los b) Puesto que P = Z·T , mitad de potencia implica mitad de torque, por lo tanto:
motores síncronos (potencias muy altas). Adicionalmente se emplea para
realimentación del proceso un hidrociclón (centrífuga) el cual posee un motor a Tm=15.9 [Nm].
potencia media tipo jaula de ardilla.

188 189
Además, las pérdidas por roce son idénticas debido a que la Ia = 100-1 = 99 [A]
velocidad no cambia, por lo cual:
Por otro lado:
Te = 15.9 + 3.2 = 19.1 [Nm] Ea = Vf – Ra·Ia = 250-(0.1·99) = 240.1 [V]

Entonces:
Del torque eléctrico se sabe que:
Ps = Ea·Ia = 240.1 · 99 = 23.77 [kW] .
Te=KT·I·Ia

Dado que el flujo sólo depende del voltaje aplicado al estator, el cual es constante, se puede b) De la relación P = Z·T , se tiene:
establecer la siguiente relación:
Te I a I a ˜ Te'
' '
Ÿ I a' Ps 23770
Te I a Te Te 189 [ Nm]
2S ˜ n § 1200 ·
Con ello: 2S ˜ ¨ ¸
© 60 ¹
40 ˜19.1
I a' 21.8 [ A]
35
c) L a regulación de velocidad se define:

nSin C arg a  nPlena C arg a


Re g vel ˜100
nPlena C arg a
Problema 2:

Un motor shunt alimentado con 250[V] tiene una corriente de alimentación de 100[A] a En el caso a plena carga conocemos: Ea = 240.1 [V] y la velocidad n = 20 [rev/s].
velocidad nominal (1200 [RPM]). La resistencia del circuito de armadura es Ra = 0.1[:] y la
Para el caso sin carga se tiene:
resistencia de campo es Rc = 250[:].
Ea = Vf – Ia· Ra = 250 - (10 · 0.1) = 249 [V]
Se pide calcular:
Y:
a) La potencia mecánica de salida a plena carga sin considerar pérdidas.
Ea Sin C arg a 249
b) Torque electromagnético a plena carga. nSin C arg a ˜ nPlena C arg a ˜ 20 20.74 [rev / s ]
c) La regulación de velocidad, dado que la corriente de armadura sin carga es de 10[A]. Ea Plena C arg a 240.1

Por lo tanto la regulación de velocidad es:


Solución:
20.74  20
a) Se sabe que la corriente de alimentación (If) es igual a Re g vel ˜100 3.7 %
20
la suma de las corrientes de armadura y campo:
If = Ia + Ic Ÿ Ia =If - Ic

Además:
Vf 250
Ic 1[ A]
Ra 250 Problema 3:

Por lo tanto:

190 191
Un generador de excitación separada posee los siguientes valores nominales: 100[A], 250[V] y Rr = Rc’-250 = 42 [:] .
1200 [RPM]. La resistencia de armadura es de 0.1[:] y la de campo es de 250[:].

Excitado desde una fuente independiente de 250[V] el generador entrega 100[A] a 250[V] con b) Se tiene que:
una velocidad de 1400 [RPM]. Ps Ea ˜ I a 260 ˜100
Te
En estas condiciones se pide calcular: 2S ˜ n 2S ˜ n § 1400 ·
a) La resistencia de un reóstato agregado en serie al campo del generador, de modo de 2S ˜ ¨ ¸
© 60 ¹
lograr condiciones nominales.
Con lo cual:
b) El torque electromagnético cuando n=1400[RPM].
c) La regulación de voltaje. Te = 177 [Nm]
c) L a regulación de voltaje se define:
Solución:
Vs Sin C arg a  Vs Plena C arg a
Re g volt ˜100
a) Se sabe que para las condiciones de operación del Vs Plena C arg a
generador: 250[V] y 100[A] generados a 1400[RPM], la
En el caso a plena carga Vs = 250 [V].
resistencia total de campo es de 250 [:].

Por otra parte, la nueva resistencia de campo será la suma de


la resistencia de campo del generador y el reóstato (cuyo valor Para el caso sin carga (circuito abierto) se tiene que:
se debe calcular): Ia = 0 Ÿ Vs = Ea=260 [V]

Rc’ = 250 + Rr Por lo tanto la regulación de voltaje es:

Además el voltaje y corriente generados son idénticos al caso 260  250


Re g volt ˜100 4%
nominal, lo cual implica que la f.e.m. inducida Ea es la misma 250
para ambas velocidades:

Ea = Vs + Ra·Ia =250 + 0.1·100 =260 [V]

Puesto que Ea = Ke·Ic·n se pude deducir la siguiente relación:

Ic· n1 = Ic’·n2

O equivalentemente:
Vf Vf Rc ˜ n2
˜ n1 ˜ n2 Ÿ Rc'
Rc Rc' n1
Por lo tanto:

250 ˜1400
Rc' 292 > : @
1200

Finalmente:

192 193
(ver figura 6.1, donde se ejemplifica este fenómeno para la fase “a”)
6. Máquinas de Inducción Fea
6.1 Introducción
Fea
Las máquinas de inducción trifásicas o asincrónicas, y en particular los motores con rotor tipo Ia
jaula de ardilla, son en la actualidad las máquinas eléctricas de mayor aplicación industrial Fe_Total
(entre el 80% y 90% de los motores industriales son de inducción trifásicos).
S Iea
La razón de este amplio uso radica principalmente en que este tipo de máquinas son en general
Bobinas estator
de bajo costo de fabricación y mantención, su diseño es compacto obteniendo máxima potencia
por unidad de volumen, además gracias a los avances en electrónica de potencia, los métodos T
de control son cada vez más sofisticados y precisos lo que permite que, cada vez con mayor Rotor
frecuencia, el motor de inducción reemplace al motor de corriente continua en aplicaciones
industriales (correas transportadoras, ascensores, etc.).

La operación usual de la máquina de inducción es como motor, en cuyo caso el funcionamiento Ib


N 120º
básico consiste en alimentar el enrollado del estator desde una fuente trifásica para producir un
campo magnético rotatorio. Este campo magnético gira a una velocidad síncrona (Zs) de Ic
acuerdo con la frecuencia eléctrica de alimentación e induce corrientes en el rotor mediante el Fec Feb
mismo efecto que el transformador (inducción). Gracias a las corrientes de estator y rotor es
posible generar torque motriz en el eje de la máquina.
Figura 6.1. Motor de inducción de un par de polos.
Además de la aplicación como motor, la máquina de inducción tiene algunas aplicaciones
como generador, particularmente dentro de la industria eólica, donde el control sobre la Las expresiones para las fuerzas generadas por cada fase, en un punto cualquiera del
velocidad de giro del campo magnético rotórico permite que la potencia eléctrica generada siga entrehierro, resultan ser:
una referencia constante ante cambios razonables del viento.
Fea = N·ia· cos (T)
En el presente capítulo se estudia con detalle la máquina de inducción analizando su principio Feb = N·ib· cos (T-120º) (6.2)
de funcionamiento, características constructivas más relevantes y modelo circuital. Se describe Fec = N· ic· cos (T-240º)
además la operación de este máquina para los casos en que el rotor es tipo jaula de ardilla y
rotor bobinado. Donde T es el ángulo que determina la posición donde están siendo calculadas las fuerzas
magnetomotrices.

6.2. Principio de Funcionamiento Si definimos:


ia = Imax· cos (Zt)
6.2.1. Campo Magnético Rotatorio del estator. ib = Imax· cos (Zt-120º) (6.3)
ic = Imax· cos (Zt-240º)
Un estator con tres enrollados idénticos, ubicados físicamente a 120º y alimentados con voltaje
trifásico equilibrado, origina un campo magnético rotatorio de magnitud constante el cual gira Donde Z=2Sf [rad/seg] es la frecuencia eléctrica de alimentación.
a una cierta velocidad (Zs) constante.
La fuerza magnetomotriz total, correspondiente a la suma de las fuerzas generadas las fases
En efecto, cada uno de los enrollados origina un flujo cuya magnitud varía sinusoidalmente en “a”, “b” y “c”, es:
el tiempo y cuya dirección principal, coincide con el eje del enrollado. De este modo, se genera
para cada fase una fuerza magnetomotriz en el estator (Fe) que, de acuerdo con la ley de Fe_Total= Fm [cos (Zt) cos (T)+ cos (Zt-120º) cos (T-120º)+ cos (Zt-240º) cos (T-240º)] (6.4)
Ampere, está dada por:
Donde:
Fej = N·ij j: a,b,c (6.1)

194 195
Fm=N·Imax Desde el punto de vista del campo magnético rotatorio del estator, cuando se tiene un único
par de polos, el recorrido entre Norte y Sur (que equivalen a 180º eléctricos (23)) corresponde a
180º geométricos, sin embargo, cuando existen dos pares de polos, estos mismos 180º
La expresión anterior puede simplificarse en: eléctricos corresponden sólo a 90º geométricos (ver figura 6.3).
Fea (Zt =0, T =0) Fea1 (Zt =0, T =0)
3
Fe ˜ Fm cos Z t  T (6.5) Fea1 (Zt =45, T =22.5)
2 Fa (Zt =45, T =45)
S S
De acuerdo con el análisis anterior es posible establecer que la fuerza magnetomotriz
producida por el estator es una onda viajera que se mueve a velocidad constante (Z) y cuya
magnitud varía sinusoidalmente en cada punto del entrehierro. N Fea1 (Zt =180, T =90)
N
En efecto, en la posición determinada por el ángulo T (T constante) la resultante de la fuerza
magnetomotriz del estator, es un vector cuya magnitud varía en forma sinusoidal en el tiempo,
por otra parte, si se observa el comportamiento de la fuerza magnetomotriz máxima, es decir S
N
cuando Zt-T =S/2, se establece que la onda Fe se mueve a velocidad T Z , la cual es
denominada velocidad síncrona (Zs).
Fea (Zt =180, T =180)
Cuando el estator tiene un único par de polos (caso de la figura 6.1) se tiene que Zs=Z (tal
como muestra la ecuación (6.5)), sin embargo, al aumentar el número de polos, el aporte que
realiza cada fase al campo magnético rotatorio corresponde a la suma de los aportes de cada Figura 6.3. Grados eléctricos y geométricos según los pares de polos.
par de polos (ver figura 6.2).
De este modo, para dos pares de polos la ecuación los grados eléctricos equivalen a dos veces
Fea1 Ia los grados geométricos, por lo tanto la ecuación (6.4) se rescribe como:
Iea1
Iea1
Fe_Total= Fm [cos (Zt) cos (2T)+ cos (Zt-120º) cos (2(T-60º))+ cos (Zt-240º) cos (2(T-120º))]
(6.6)
Fea1 Ÿ Fe_Total= Fm [cos (Zt) cos (2T)+ cos (Zt-120º) cos (2T-120º)+ cos (Zt-240º) cos (2T-240º)]
S Ib
Ic
60º
Al igual que el caso anterior, la expresión (6.5) puede reducirse a:
N
N 3
Fe ˜ Fm cos Z t  2T (6.7)
2
Ib
Fea2
S
Iea2 Con ello la velocidad de giro del campo magnético rotatorio del estator corresponde a T Z ,
2
Ic de modo que la velocidad síncrona es equivalente a la mitad de la frecuencia de alimentación
Iea2
( Z s Z ).
Fea2 Ia 2

Generalizando este análisis para un mayor número de pares de polos se tiene que la velocidad
Figura 6.2. Motor de inducción con dos pares de polos. síncrona es:

(23)
180º eléctricos corresponden a los grados comprendidos entre un máximo y un mínimo.

196 197
Z 2S f ª rad º P0 es la permeabilidad magnética del entrehierro.
Zs « seg » (6.8)
2
p p
2
¬ ¼
De acuerdo a las ecuaciones (6.2) y (2.15) se tiene:
O bien:
120 f F Total2
ns > RPM @ (6.9) Hc # K· (6.11)
p A
Donde: Donde:
p es el número de polos de la máquina. FTotal es la magnitud del vector resultante de sumar las fuerzas magnetomotrices del estator y
Z 2S f es la frecuencia de la red. rotor.
A es la longitud del entrehierro.
Así, para 50 [Hz] de frecuencia de alimentación en el estator, se tiene que el campo magnético
rotatorio gira a:
ns = 3000 [RPM] con p = 2 La expresión (6.11)) puede rescribirse como (ver figura 6.4):
ns = 1500 [RPM] con p = 4
ns = 1000 [RPM] con p = 6 H c # K1 ·( F 2e  F 2r 2·Fe ·Fr ·cos(G er )) (6.12)
ns = 750 [RPM] con p = 8
Donde:
Fe es la magnitud del campo magnético rotatorio del estator.
Fr es la magnitud del campo magnético rotatorio del rotor.
6.2.2. Torque motriz G er es el ángulo entre las fuerzas magnetomotrices del rotor y estator
K
En términos simples el rotor de una máquina de inducción está compuesto por una serie de K1
A
bobinas cortocircuitadas, en las cuales la presencia del campo magnético rotatorio del estator
produce corrientes por efecto de inducción (mismo fenómeno que ocurre en el transformador).
Fe
Las corrientes rotóricas provocan un campo magnético rotórico que gira en el mismo sentido FTotal
del campo magnético del estator y consecuentemente hace que aparezcan fuerzas tangenciales
que producen un torque motriz en el eje de la máquina.

El torque motriz está dado por la derivada de la energía almacenada en el campo magnético, la
cual en este caso se concentra en el entrehierro(24):
Ger
1 Fr
H c # B ˜ H eh ˜Voleh (2.45)
2
Equivalentemente:
H c # K ·H eh2
(6.10)
Donde:
H c es la energía almacenada en el campo magnético.
B es la densidad de flujo magnético en el entrehierro. Figura 6.4. Campos magnéticos rotatorios del estator y rotor.
H eh es la intensidad de flujo en el entrehierro.
Voleh es el volumen del entrehierro. De acuerdo a lo anterior el torque motriz es:
1
K Voleh ·P0 wH c ( F , G er )
2 T 2·K1 ·Fe ·Fr ·sen(G er ) (6.13)
wG er

(24)
Mayores referencias en el capítulo 2.

198 199
Generalizando la expresión para un mayor número de polos se tiene: (S<1), en cambio si la velocidad mecánica del rotor es mayor a Zs, lo que equivale a decir que el
deslizamiento es menor que 0, entonces la máquina se encuentra operando como generador y
§ p· finalmente, si el deslizamiento es mayor a 1 (lo que implica Zm negativo) indica que la máquina
T 2·¨ ¸ K1 ·Fe ·Fr ·sen(G er ) (6.14)
©2¹ está actuando como freno(26).

Como es posible apreciar en la ecuación (6.14), la existencia de torque medio queda


condicionada por que el valor del ángulo Ger sea constante, lo cual implica que las velocidades Desde el punto de vista práctico, para la operación como motor, el deslizamiento se mantiene
relativas entre las fuerzas magnetomotrices del rotor y estator debe ser nula: dentro de un rango de 90% a 97%, lo cual implica que para una frecuencia de alimentación de
50 [Hz] la frecuencia de las corrientes rotóricas es entre 1,5 [Hz] y 5 [Hz].
ZF  ZF
e r
0 Ÿ Zs Zr  Zm (6.15)

6.3. Características constructivas


Donde:
Estator:
Z Fe es la velocidad angular de la fuerza magnetomotriz del estator.
Z F es la velocidad angular de la fuerza magnetomotriz del rotor.
r
El estator de una máquina de inducción está compuesto por un núcleo laminado (que permite
Zs es la velocidad del campo magnético rotatorio del estator. reducir las pérdidas por corrientes parásitas que se inducen en él), el cual tiene ranuras axiales
Zr es la velocidad del campo magnético rotatorio del rotor (25). donde se alojan los enrollados del estator.
Dentro de las configuraciones más usadas para disponer los enrollados del estator se encuentra
Zm es la velocidad mecánica del rotor.
el enrollado imbricado que se muestra en la figura 6.5. En el diagrama de la derecha (figura
6.5(a)) se muestra la conexión entre las bobinas de un enrollado (bobina 1, bobina 2 y bobina
3) y la disposición física de éstas en las ranuras axiales del núcleo. La figura 6.5(b) muestra el
esquema de conexión por fase (fase “a”) y el sentido de la corriente de alimentación para el
6.2.3. Deslizamiento
caso de un estator con dos pares de polos.
Se define como deslizamiento (S) el cuociente de las velocidades de los campos magnéticos
rotatorios del rotor y estator:

Zr Zs  Zm Zm
S 1 (6.16)
Zs Zs Zs Bobina 2 Bobina 3
Bobina 1
Visto desde el punto de vista eléctrico, el deslizamiento permite establecer una relación entre la N S N S
frecuencia de las corrientes de alimentación y las corrientes inducidas en el rotor, de este modo:
Ranuras 8 9
7
fr S· f (6.17)

1 2 3
Donde:
fr es la frecuencia de las corrientes rotóricas. i
i i
f es la frecuencia de las corrientes de alimentación del estator. i
a a’
Fase a
En general, el deslizamiento es un parámetro que permite caracterizar la operación de la máquina
de inducción. En efecto, la maquina actúa como motor (la energía de la fuente que alimenta al (a) (b)
estator se transfiere al eje) sólo si la velocidad angular del rotor es menor a la velocidad sincrónica

(25) (26)
Esta velocidad también es conocida como velocidad de deslizamiento (Zd) Las formas de operación mencionadas (motor, generador y freno) se analizarán en las secciones siguientes.

200 201
Figura 6.5. Estator con enrollado tipo imbricado. Por su parte el rotor bobinado es más complejo, los enrollados son similares a los del estator y
conservan el mismo número de polos. Internamente las fases se encuentran conectadas en
configuración estrella y los terminales libres de las bobinas están conectados a anillos rozantes
montados sobre el eje de la máquina (ver figura 6.7). La placa de terminales se conecta con los
Si consideramos que el estator tiene un total de 24 ranuras, entonces cada paso polar abarcará 6 anillos mediante carbones.
ranuras, sin embargo, el ancho de cada bobina mostrada en la figura es en realidad de 5 ranuras
razón por la cual este tipo de enrollado se denomina de “paso acortado”, además puesto que los En general, los aspectos constructivos de este rotor hacen que la máquina pierda los atributos
polos están conformados por más de una bobina (tres en este caso) se dice que el enrollado es de simplicidad y mantención respecto de la máquina con rotor tipo jaula de ardilla, sin
“distribuido”. embargo, el hecho de tener acceso a los anillos rozantes permite agregar resistencias a los
enrollados para mejorar las condiciones de partida del motor o bien controlar la potencia
Los enrollados de las fases restantes (fases “b” y “c”) son idénticos a la fase “a” y se ubican a generada en ante un cambio en la velocidad de giro del eje en el caso de la operación como
120º y 240º grados eléctricos respectivamente. Esto significa que, dado que un par de polos generador.
contiene 12 ranuras (360º eléctricos), si la bobina 1 de la fase “a” está alojada en la ranura 1,
entonces la bobina 1 de la fase “b” se alojará en la ranura 5 (120º eléctricos) y la bobina 1 de
la fase “c” estará en la ranura 9 (240º eléctricos).

Los extremos de las bobinas del estator se encuentran conectados a la placa de terminales
ubicada en la carcaza de la máquina, de este modo los bornes son accesibles para elegir entre
una conexión delta o estrella de los enrollados.

Rotor:

Dentro de las máquinas de inducción, se puede encontrar dos tipos de rotor: el rotor jaula de
ardilla (figura 6.6) y el rotor bobinado (figura 6.7).
Figura 6.7. Rotor bobinado.
El rotor tipo jaula de ardilla consiste en una serie de barras axiales (alojadas en las ranuras del
rotor) cortocircuitadas en sus extremos por dos anillos conductores (figura 6.6(a)). La jaula es
de aluminio o cobre y su apariencia física es la que se muestra en la figura 6.6(b). En general,
la gran simplicidad en el diseño de este rotor es la que otorga a la máquina de inducción las 6.4. Modelo Equivalente monofásico del Motor de Inducción
ventajas de diseño compacto, costo (debido a la facilidad en su construcción) y mantención (no
requiere escobillas). Una máquina de inducción corresponde a un sistema trifásico equilibrado(27), por lo cual su
desempeño es posible de caracterizar a través de un circuito equivalente por fase.

Dado que la máquina funciona a través del principio de inducción, su circuito equivalente es
muy similar al de un transformador monofásico, considerando el estator como el primario y el
rotor como el secundario. La diferencia con respecto al transformador es que la frecuencia de
las variables eléctricas inducidas en el rotor (fr) son distintas a las del estator (f), por lo cual el
transformador, que es un dispositivo estático, corresponde al caso particular en que la máquina
de inducción está detenida, es decir, Zm = 0 y consecuentemente S=1 (Zs = Zr)).

(a) (b) De este modo es posible definir la relación de transformación de la máquina de inducción de
acuerdo al esquema de la figura 6.8.

Figura 6.6. Rotor tipo jaula de ardilla.

(27)
Esta afirmación asume que los desgastes eléctricos y mecánicos han sido parejos en cada una de las fases.

202 203
x Las inductancias Xe y Xr modelan las perdidas por flujos de fuga en el estator y rotor
respectivamente.
Estator: Rotor
M.I.
ee(Zst) er(SZst) x La rama paralela en el estator representa las pérdidas en vacío tales como pérdidas en el
ie(Zst) Ir(SZst) fierro en el estator y rotor, perdidas por roce (que son función de la velocidad) y
pérdidas adicionales.

Figura 6.8. Relación de transformación. Para poder observar el comportamiento de la máquina de inducción a partir del circuito
equivalente es necesario determinar como afecta el deslizamiento a la magnitud de los
parámetros del rotor, es decir, encontrar una razón de transformación entre las variables del
Tal como se muestra en la figura, la frecuencia eléctrica de las variables rotóricas debe
rotor y estator:
corregirse en función del deslizamiento S.
1) Para establecer la relación entre las magnitudes de E e y E r , se considera el principio de
Es importante destacar que la expresión S·Zs representa físicamente la velocidad del campo
magnético rotatorio del rotor respecto de si mismo, por lo tanto se trata de una velocidad inducción analizado en el capítulo 3, obteniendo ecuaciones análogas a la ecuación (3.10)
relativa. Para obtener la velocidad en términos absolutos debe sumarse la velocidad de giro vista en transformadores:
mecánica del rotor con lo cual la velocidad de la fuerza magnetomotriz es S·Zs+Zm que
corresponde a la velocidad sincrónica Zs. Ee E e 4, 44· f · N e ·I
(6.18)
Er E r 4, 44·S · f · N r ·I
Desde el punto de vista del circuito equivalente, el hecho que las variables de rotor y estator
compartan una misma frecuencia (frecuencia síncrona) permite que todos los cálculos sean Donde:
realizados en forma fasorial al igual que en el caso del transformador. Conforme a esto, el f es la frecuencia de alimentación (estator).
circuito equivalente por fase de la máquina de inducción es el que se muestra en la figura 6.9. Ne es el numero de espiras del estator.
Nr es el numero de espiras del rotor.
I es el flujo mutuo que es enlazado tanto por el rotor como por el estator.

Ie Ir ' Ir De este modo:


re jX e Io rr jX r Ee Ne a
Ip Im (6.19)
E e E r Er S ·N r S
Donde:
Ve rp jX m Ne
a
Nr
ESTATOR ROTOR
2) En el caso de las corrientes se considera la relación entre las fuerzas magnetomotrices del
Figura 6.9. Circuito equivalente por fase (general). rotor y estator y el flujo mutuo enlazado de acuerdo con la ecuación (2.17):

La deducción del circuito de la figura es análoga a la desarrollada en el capítulo 3 para el caso R·I N e ·I r' N r ·I r
(6.20)
'
del transformador: Ir Nr 1
Ir Ne a
x Las resistencias re y rr representan las pérdidas en los enrollados de estator y rotor
respectivamente. Donde:

204 205
I’r es la corriente efectiva que produce el flujo mutuo (descontada la corriente de pérdida Ie
G Ir '
de la rama de paralela del estator), I r' I r' .
G Io
Ir es la corriente efectiva inducida en el rotor ( I r I r ).
re jX e rr' jX r'
Ip Im
S
3) Para las magnitudes entre las impedancias se tiene: Ve rp jX m E e
Z e re  j·Z s ·Le re  j· X e
(6.21)
Zr rr  j·S ·Z s ·Lr rr  j·S · X r
Figura 6.10. Circuito equivalente por fase (referido al estator).
Donde:
Z e es la impedancia del estator.
rr'
Z es la impedancia del rotor. Es común que, en el circuito presentado en la figura 6.10, la resistencia del rotor sea
r S
representada como una resistencia fija (independiente del deslizamiento) más una resistencia
Además: variable. De este modo se tiene una analogía de un circuito con carga tal como muestra la
E r S E e S ' Z r' a2 figura 6.11.
Z r · ·Z r Ÿ (6.22)
I r a a·Ir' a2 Z r S
Ie Ir '
Donde Z r' es la impedancia del rotor referida al estator. Io
re jX e rr' jX r'
Ip Im
Analizando el caso particular de las componentes resistiva e inductiva de la impedancia del § (1  S ) ·
rr' ¨ ¸
rotor se tiene: © S ¹
Ve rp jX m E e
a2 § a 2 ·r ·
Z r' rr  j·S · X r ¨ r  j·a 2 · X r ¸ Z r' (6.23)
S © S ¹
Se define:
rr' a 2 ·rr Figura 6.11. Circuito equivalente por fase (con carga representada).
(6.24)
X r' a 2 · X r
De este modo, rr' representa la resistencia equivalente de los enrollados de rotor referidos al
Por lo tanto la expresión (6.23) puede escribirse como:
§ (1  S ) ·
estator y la expresión rr' ¨ ¸ corresponde a la resistencia en el eje, es decir, a la carga
r' © S ¹
Z r' r
 jX r' (6.25) mecánica de la máquina.
S
Como la carga en el eje es función del deslizamiento S, se tiene que:
Conforme al análisis anterior se obtiene el circuito equivalente por fase referido al estator de la
figura 6.10. § (1  S ) ·
x Cuando el motor está en vacío : rr' ¨ ¸ o f por lo cual So 0 y Zr = Zs.
© S ¹

§ (1  S ) ·
x Cuando el motor está detenido: rr' ¨ ¸ o 0 por lo cual S=1 y Zr =0.
© S ¹

206 207
6.5. Cálculo de Parámetros
Q0 (V1 I 0 ) 2  P0
2 (6.28)
Desde el punto de vista práctico, es posible determinar los parámetros del circuito equivalente
monofásico de una máquina de inducción real mediante las pruebas de circuito abierto y
cortocircuito que, en este caso en particular, se denominan “prueba en vacío” y “prueba de
rotor bloqueado” respectivamente.
6.5.2. Prueba de rotor bloqueado.

6.5.1. Prueba en vacío. La prueba de rotor bloqueado es análoga a la prueba de cortocircuito del transformador, es
decir, permite encontrar los parámetros de la rama serie de la máquina de inducción.
La prueba en vacío (sin carga mecánica en el eje) permite determinar la rama paralela del
estator en el circuito equivalente de la máquina de inducción. Para ello se procede a detener (mediante una fuerza externa) en rotor de la máquina de modo
§ (1  S ) ·
que es deslizamiento sea unitario y la expresión rr' ¨ ¸ tienda cero (ver figura 6.13).
La prueba se realiza de modo que la única corriente circulante sea I0. Para ello, se procede a © S ¹
llevar la máquina a velocidad síncrona mediante una máquina motriz externa. De modo que el
deslizamiento es nulo (S=0) y la expresión correspondiente a la carga mecánica
§ (1  S ) · Pc
rr' ¨ ¸ tiende a infinito (ver figura 6.12). I1
© S ¹

P0 req jX eq

Io V1

V1 rp jX m
Figura 6.13. Prueba de corto circuito

En este caso, la prueba debe efectuarse a voltaje V1 reducido, de modo que la corriente I1 sea
la corriente nominal (para no dañar los enrollados). Esto implica que las pérdidas en la rama
paralela pueden despreciarse obteniendo directamente los valores de la rama serie.
Figura 6.12. Prueba de en vacío.

Al igual que en el caso del transformador la prueba se realiza con voltaje y frecuencia nominal De acuerdo con la figura 6.13, la rama serie, mediante los valores req y Xeq, representan los
en el estator. Dado que la impedancia paralela es grande, la corriente circulante durante la valores de estator y rotor según las siguientes expresiones:
prueba es mas bien pequeña, con lo cual es válido omitir la rama serie del estator.
req re  rr'
Las mediciones obtenidas en la prueba son el voltaje aplicado al estator (V1), la corriente (6.29)
circulante (I0) y la potencia activa (P0). Con esta información es posible calcular: X eq X e  X r'

V1
2 Al igual que en el caso anterior, las mediciones obtenidas en la prueba son el voltaje aplicado
rP (6.26)
al estator (V1), la corriente circulante (I1) y la potencia activa (Pc).
P0
Así, los parámetros quedan dados por:
2
V1 (6.27)
xm
Q0

208 209
Pc (6.30)
req
I1
2 § 1 S · ' 2
3·rr' ·¨ ¸·( I r )
Pmec 3I © S ¹ 1 ª 3·rr' ·( I r' ) 2 º
T3I ·
Qc Zm (1  S )·Z s Z s «¬ S »
¼ (6.38)
x eq (6.31)
2
I1
Con El valor de la corriente I r' Ir' se obtiene al resolver el circuito de la figura 6.10:
Qc (V1 I 1 ) 2  Pc
2 (6.32)
Ve
Ir' (6.39)
Además, al igual que en el caso del transformador, puede suponerse con buena aproximación § rr' · '
que: ¨ re  ¸  j·( X e  X r )
© S¹
re = rr’ = 0,5 ˜ req (6.33) Con lo cual:
Xe = Xr’= 0,5 ˜ Xeq
3·rr' Ve2
T3I · 2 (6.40)
S ·Z s § '
rr · ' 2
¨ re  ¸  ( X e  X r )
© S¹
6.6. Análisis del motor de inducción a partir del Modelo Equivalente.
El torque máximo en función del deslizamiento es:
6.6.1. Potencia transferida al eje.
wT3I 3 Ve2
La potencia monofásica transferida al eje corresponde a la potencia transferida al rotor: 0 Ÿ Tmax · (6.41)
wS 2·Z s re  re2  ( X e  X r' ) 2
rr' ' 2
Protor ·( I r ) (6.34)
S Es importante mencionar que la ecuación (6.41) muestra que el valor del torque máximo no
depende de la resistencia rr' . Sin embargo, no ocurre lo mismo al considerar el deslizamiento al
Sin embargo parte de esta potencia se pierde en calor: cual se produce dicho torque:

Pperd rr' ·( I r' ) 2 (6.35) rr'


STmax (6.42)
Por lo tanto la potencia efectiva transferida al eje es: r  ( X e  X r' ) 2
e
2

§ 1 S · ' 2 En este caso es posible controlar la velocidad a la que se produce el valor máximo del torque
Pmec rr' ·¨ ¸·( I r ) (6.36) mediante la resistencia rotórica. Esta particularidad permite que, en los motores de inducción
© S ¹
de rotor bobinado (donde es posible agregar resistencias en forma externa), lo usual sea hacer
coincidir el torque máximo con la partida y una vez llegado al régimen permanente,
Para el caso trifásico basta con multiplicar la potencia monofásica por tres:
cortocircuitar las resistencias rotóricas para disminuir las pérdidas de potencia en ellas.
Conforme a lo anterior, las ecuaciones (6.41) y (6.42) permiten determinar la curva de torque-
§ 1 S · ' 2 velocidad de la máquina de inducción (figura 6.14) y como se desplaza esta curva al cambiar el
Pmec 3I 3·rr' ·¨ ¸·( I r ) (6.37)
© S ¹ deslizamiento en el que se produce el torque máximo (figura 6.15).

6.6.2. Torque electromagnético.

A partir de la ecuación (6.37) es posible obtener la siguiente expresión para el torque


electromecánico:

210 211
T máximo a la partida, lo cual representa una gran ventaja en aplicaciones donde se debe vencer
una gran inercia en la partida.
Tmax
¦T resistente
Además, la variación de la resistencia rotórica también permite controlar el valor de la
corriente en la partida, la cual suele ser entre 5 a 7 veces la corriente nominal de acuerdo con la
ecuación (6.39) (ver figura 6.16).
Ia>0
S=1 S=0
Ia<0 Zm (S) Ir’
Z0m Ve/(Xe+Xr’)
Zr Zr Zr

T T T

Motor Generador rr’ crece


Freno
0<S<1 S<0
S>1 S=0
Inom Zm (S)

Figura 6.14. Curva Torque-velocidad S=1

En la figura 6.14, el torque comienza aumentar desde la partida hasta llegar a un máximo que
se produce en un deslizamiento en torno al 95%. Pasado este punto, el torque desciende Figura 6.16. Curva Corriente rotórica-velocidad en función de rr’.
bruscamente debido a que si el rotor alcanza la velocidad síncrona (S=0) significa que está
girando junto con el campo magnético rotatorio y en esta situación los flujos enlazados no De este modo, el aumento de la resistencia rotórica no solo mejora la magnitud del torque de
varían en el tiempo, las corrientes inducidas en el rotor son nulas y en consecuencia el torque partida, sino que además permite limitar la corriente de partida que normalmente, debido a su
generado es cero. Posteriormente, si la velocidad de giro del rotor aumenta por sobre la alto valor, es dañina para el motor.
velocidad síncrona (mediante una máquina motriz externa), entonces la corriente de armadura
se invierte y la máquina comienza a actuar como generador.

T 6.6.3. Punto de operación.


Tmax
Tal como muestra la figura 6.14, cuando la máquina opera como motor de inducción, se tiene
que el punto de operación de equilibrio frente a una determinada carga en el eje (Z0m),
corresponde a aquel punto donde el torque generado por la máquina se iguala a suma de los
rr’ crece torques resistentes (Tmec = Tr).

S=0 En efecto, visto desde un punto de vista transiente, la partida o cualquier otro cambio en las
Zm (S) referencias de velocidad o carga mecánica en torno a un punto de operación, produce un torque
acelerante dado por:
S=1
Tac Tmec ( s )  Tr ( s ) (6.43)
Donde:
Figura 6.15. Curva Torque-velocidad en función de rr’. Tac es el torque acelerante.
Tr es el torque resistente.
En la figura 6.15 se aprecia como se traslada el valor máximo del torque al cambiar la
resistencia rotórica. De este modo, una resistencia rotórica alta permite acercar el torque

212 213
Este torque corresponde a un torque transiente que desaparece una vez que se llega a régimen
permanente, definiendo un nuevo punto de operación donde los torques resistente y generado
son idénticos (Z0m). La ecuación anterior puede escribirse como:

Visto desde un punto de vista mecánico, la expresión (6.43) puede igualarse a: Fe N e ·I m ·cos(Z t )·cos(T ) Fm ·cos(Z t )·cos(T )
(6.46)
1 1
wZ m w (1  S )Z s wS Fe Fm ·cos(T  Z t )  Fm ·cos(T  Z t )
Tac J J  JZ s (6.44) 2 2
wt wt wt
La expresión (6.44) corresponde a una fuerza magnetomotriz pulsante cuya magnitud depende
Donde: de la posición física arbitraria definida por el ángulo T . Por otra parte, también representa dos
J es la inercia del motor. ondas viajeras que se mueven a la misma velocidad pero en sentidos opuestos.
La ecuación (6.44) indica que si el cambio en las referencias generan un torque acelerante
positivo, entonces la nueva velocidad de giro (Zm) será mayor a la actual, en cambio si el Considerando que el rotor debe girar en uno de estos sentidos es factible definir:
torque acelerante es negativo la máquina se estabilizará en una velocidad menor respecto al
caso original. Fe Fe  Fe
(6.47)
Por otra parte, el hecho que el motor tenga asociada una inercia implica que el cambio en el 1 1
Fe Fm ·cos(T  Z t ), Fe Fm ·cos(T  Z t )
punto de operación) no es instantáneo, lo que se traduce en que, dado que la velocidad síncrona 2 2
no varía, el deslizamiento sea el que determine la velocidad de respuesta del motor (S=S(t)).
Donde
Fe corresponde a la componentes de la fuerza magnetomotriz que gira en el mismo sentido
que el rotor.
6.7. Motor de inducción monofásico Fe corresponde a la componentes de la fuerza magnetomotriz que gira en sentido contrario al
Este tipo de motores está ampliamente difundido en aplicaciones de baja potencia, rotor.
principalmente en aparatos de uso doméstico y pequeñas industrias artesanales. El motor tipo
jaula de ardilla resulta muy apropiado en estas aplicaciones debido a que, en general no existen Las dos fuerzas magnetomotrices definidas actúan en forma independiente, superpuesta la una
grandes requerimientos de control y la velocidad de giro suele ser constante. Por su parte, con la otra, por lo cual es posible describir el torque del motor monofásico como:
debido a características de tamaño (volumen por unidad de potencia), complejidad y costo, el
motor de inducción de rotor bobinado no se usa en este tipo de funciones.
Te Te  Te
(6.48)
El motor de inducción monofásico tiene el mismo principio de funcionamiento de que el motor T 
Fe ·Fr ·sen(G er ), Te Fe ·Fr ·sen(G er ),
e
trifásico, con la salvedad que el campo magnético rotatorio del estator se encuentra
conformado por el aporte de una sola fase.
La ecuación (6.48) establece que la característica de torque de este motor es la resultante de la
Sin pérdida de generalidad se puede suponer: acción combinada de ambos campos magnéticos rotatorios. Considerando que cada uno de
estos campos genera una curva de torque-velocidad como la mostrada en la figura 6.14, se
Ia I m cos(Z t ) tiene la curva característica mostrada en la figura 6.17.
(6.45)
Fe N e ·I a ·cos(T )
En general, esta máquina va a presentar las siguientes características:
Donde:
Im es la corriente máxima de alimentación x El torque inicial es nulo.
Fe es la fuerza magnetomotriz generada por el estator x Consecuentemente, el sentido de giro del motor va a estar determinado por el impulso
Ne es el número de espiras del estator inicial.
T es el ángulo que determina la posición donde está siendo calculada la fuerza magnetomotriz x Se requiere de una baja resistencia rotórica para tener buena característica de torque.
del estator.

214 215
6.8 APLICACIÓN: UN NUEVO ESQUEMA DE ANÁLISIS DE FALLAS MEDIANTE
LA MEDICIÓN DE LA CORRIENTE DE ESTATOR EN MOTORES DE INDUCCIÓN
T T=T+ T- con rr’ pequeño
1.06.8.1 INTRODUCCIÓN
+ El mantenimiento predictivo es una disciplina que día a día cobra más importancia, debido a
T que fundamentalmente su aplicación ha significado grandes ahorros económicos en la
industria como consecuencia de la disminución de los tiempos de falla de procesos
T=T+ T- industriales. Una de las variantes del mantenimiento predictivo es el monitoreo en línea de
equipos donde se han implementado diferentes métodos como el análisis de vibraciones,
análisis cromatográfico, medición de temperaturas, estimación de niveles de ruido, etc.. Uno
de éstos es el monitoreo en línea de la corriente del estator, temática que se viene
Zm (S) investigando desde principios de los años 80 [1].

T=T+ T- con rr’ grande Mediante la aplicación de esta metodología a motores de inducción con rotor de jaula de
ardilla en régimen permanente se busca detectar tres tipos de fallas:
– Rotura de barras en el rotor.
T- – Cortocircuito entre espiras del estator.
– Fallas en rodamientos.

Durante la etapa de simulación se hizo uso de modelos desarrollados previamente [2-3],


donde se pueden identificar fenómenos como saturación, ranurado, excentricidades
Figura 6.17. Curva Torque-velocidad (motor monofásico). dinámicas y estáticas, y la rotura de barras . Éstos métodos se complementaron con la
adición de los efectos producidos por fallas en rodamientos, ya que en trabajos anteriores se
El torque de arranque nulo de este tipo de motores hace que sea imprescindible usar lograron establecer las frecuencias en las cuales es posible detectar una falla de este tipo [4-
mecanismos de partida, es decir mecanismos que permitan crear un campo magnético rotatorio 5]. También se analizaron mediciones tomadas experimentalmente en [6], donde se trabajó
inicial. Para lograrlo existen diversos métodos: con pequeños motores de 5.5 HP. Finalmente se estudiaron señales obtenidas en terreno, las
cuales fueron extraídas de motores que funcionan en faenas mineras, y consistieron en
x Fase de partida o campo dividido: consiste en colocar un segundo enrollado en el mediciones de corriente de estator y del flujo axial. Este último se utilizó como herramienta
estator, ubicado físicamente en cuadratura con el enrollado principal de modo de crear para detectar los cortocircuitos en bobinas del estator, gracias a los estudios previos descritos
un campo magnético rotatorio inicial. Este campo aparece solo en la partida ya que en en [7].
general los motores cuentan con un interruptor centrífugo que desconecta el enrollado
auxiliar cuando se alcanza la velocidad de operación. Una vez establecidas las frecuencias características de las fallas a estudiar y diferenciadas
Las condiciones para la existencia del este campo magnético rotatorio es que exista un las señales obtenidas, se les aplicó la Transformada Hilbert para poder así obtener la
desfase entre las corrientes que alimentan ambos enrollados de estator, ya que de lo envolvente y de esta manera eliminar la presencia de la componente fundamental (50 Hz). Al
contrario el campo total obtenido es pulsante y se anula en el instante de partida. procesar estas envolventes con la Transformada Rápida de Fourier (FFT) y analizar su
Los métodos para crear el desfase entre los enrollados pueden ser resistivos o espectro de frecuencias se observa un desplazamiento de éstas, lo que obliga a reformular las
capacitivos, en el primer caso se crea un enrollado auxiliar con una resistencia eléctrica frecuencias descritas con anterioridad permitiendo así la implantación de un nuevo esquema
muy alta de modo de cambiar el ángulo de la impedancia. En el segundo caso, se para la detección de fallas, pues al eliminarse la componente fundamental se hace mucho más
coloca un condensador en serie con la bobina, logrando cambiar el desfase de corriente fácil interpretar el espectro de frecuencias y controlar la evolución de una anomalía en el
y voltaje. motor.

x Método de arranque con espira de sombra: este método consiste en colocar una espira 2.06.8.2 LA TRANSFORMADA HILBERT
en cortocircuito la cual enlaza parte de la cara polar del estator. Al parecer un campo Cuando una señal real x(t) y su Transformada Hilbert y(t)= {x(t)}, son usadas para formar
magnético, se inducirá una corriente en la espira que generará un campo y un pequeño
torque inicial que saca al motor del reposo. una nueva señal compleja [8],
z (t ) x (t )  jy (t ) (2.1)

216 217
La señal z(t) es la Señal Analítica correspondiente a x(t). La señal z(t) tiene la propiedad de que Ahora se calcula la señal analítica obteniéndose,
todas las frecuencias negativas de x(t) han sido filtradas. En efecto, supóngase que la señal x(t)
está compuesta por una componente de frecuencia positiva y otra de frecuencia negativa: z (t )  je
jZ t j 2 sZ t
¬ª A  Be ¼º (3.4)

x (t ) e jZ0 t Finalmente encontrada una expresión para z(t) se procede a calcular su módulo, encontrando:
(2.2)
x (t ) e  jZ0t
j 2 sZ t
E (t ) z (t ) A  Be (3.5)
La transformada y(t) se obtiene agregando un desfase de +90° a las componentes de
frecuencia negativas y uno de –90° a las positivas [8],
jZ 0 t  jS jZ 0 t
Ahora bien, ¿qué significado tiene esta expresión?. Se puede observar claramente que la
y  (t ) e ˜e 2
 je frecuencia fundamental no tiene ningún tipo de interferencia y que por el contrario está
jS
(2.3) presente una variación de la frecuencia fundamental dos veces deslizada, que corresponde a la
 jZ 0 t  jZ 0 t
y  (t ) e ˜e 2
je falla en sí. Por lo tanto, se podría afirmar que la envolvente es la magnitud de la suma de la
amplitud de la componente fundamental y el fasor B que oscila a la frecuencia de falla. Para
Sumando ahora (2.5) y (2.6) se obtiene [18], corroborarlo se puede analizar la expresión para distintos valores de 2s t y graficarlos, como
lo enseñan la Tabla 1 y la Figura 1.
z  (t ) x (t )  jy (t ) e
jZ 0 t

 j  je jZ 0 t
2e
jZ 0 t

(2.4) TABLA 1 - Variación de la magnitud de la Envolvente


 j je
 jZ 0 t  jZ 0 t
z  (t ) x (t )  jy (t ) e 0
2s t |E(t)|
De esta forma, las componentes negativas han sido completamente filtradas y las positivas 0 A+B
aumentadas al doble. Si se aplicara este análisis a las funciones sen( 0t) y cos( 0t) se puede /2 A B
2 2

deducir la correspondiente Transformada Hilbert de cada una, siendo éstas -cos( 0t) y sen( 0t) A-B
respectivamente. Es por esto que también se asocia la Transformada Hilbert a un continuo 3 /2 A B
2 2

cambio entre senos y cosenos. 2 A+B

3.06.8.3 DEMOSTRACIÓN ANALÍTICA DE LA ENVOLVENTE DE UNA SEÑAL Como se puede observar en la Figura 1, se puede ver la variación de la sinusoide a frecuencia
2s y alrededor de la componente fundamental de magnitud A
La envolvente de una señal se puede definir matemáticamente como,
A+B

E (t ) z (t ) x (t )  jy (t ) (3.1)
es decir, el valor absoluto de la señal analítica mencionada anteriormente.
B
A-B

Para comprender aún más este concepto es útil analizar el caso siguiente: Supóngase que se
quiere encontrar la envolvente de la corriente de estator de un motor que presenta fallas en el 2 A
B
rotor, caracterizada por la presencia de la frecuencia 2sf́ y que por lo tanto podemos expresarla +2
A
como:

I M Asen(Z t )  Bsen > Z  2 sZ t @ (3.2)


Entonces, se procede a plantear nuestra señal original y su Transformada Hilbert 2sZt
 S S S S

x (t ) Asen(Z t )  Bsen > Z  2 sZ t @


FIGURA 1 - Envolvente de una corriente con falla
(3.3)
y (t )  A cos(Z t )  B cos > Z  2 sZ t @

218 219
6.8.4 FORMAS DE ONDA EN MOTORES DE INDUCCIÓN

La forma de onda para un motor sano consiste básicamente en una sinusoide perfecta a
frecuencia fundamental. Cuando se trata de una señal real esta presenta pequeña
imperfecciones debidas a diferentes fenómenos entre los cuales merecen ser destacados el
efecto de un convertidor de frecuencia, si la máquina se alimenta a través de este, y
desbalanceos de tensión. Los motores que presentan fallas poseen formas de onda muy
similares a los motores sanos, por lo cual las fallas no son previsibles a simple vista.

Una manera novedosa de poder extraer las fenomenologías de las fallas es por medio del
análisis de envolvente, pues cuando se analiza esta se puede observar que en un motor sano
tiende a ser una línea recta y cuando se trata de un motor con falla presenta una oscilación de
baja frecuencia. Además se tiene la gran ventaja de que se elimina el efecto de la frecuencia
fundamental cuando se hacen análisis espectrales, pudiendo emitir juicios más certeros en la
detección.

A continuación se pueden observar las corrientes de estator para un motor sano y otro con falla.
FIGURA 3 – Corriente de estator de un motor con falla

De igual manera también se ilustran las envolventes de las corrientes de estator mostradas
anteriormente,

FIGURA 2 – Corriente de estator de un motor sano

FIGURA 4 - Envolvente de una corriente con falla

220 221
E spectro de Frecuencias A nalisis Clasico
1

0.9

0.8

0.7

0.6

A m plitud
0.5
Fre cue ncia s de fa lla
50±2sf
0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Frecuencia [Hz]
FIGURA 5 - Envolvente de una corriente con falla
FIGURA 6 - Análisis espectral de corriente de estator
E s pectro de Frec uencias E nvolvente
4.06.8.5 INTERPRETACION DEL ESPECTRO DE FRECUENCIAS 0.04

Como se trató en la sección anterior, la envolvente contiene las frecuencias de falla y esto
0.035
permite un análisis más certero al momento de diagnosticar una posible falla, pues la
frecuencia fundamental (50 Hz) ha sido removida. A continuación se analizará la corriente de
0.03
estator de un motor con rotura de barras, observando las claras diferencias entre un análisis Fre cue ncia de falla
clásico (análisis espectral de la señal original) y uno de la envolvente. La señal aquí 2sf
0.025
estudiada fue obtenida de un motor de 5.5 HP con una barra cortada a una frecuencia de

A m plitud
muestreo de 10KHz, permitiendo analizar máximo hasta 5KHz y a una resolución de
0.02
frecuencia de 0.25 Hz. En las Figuras 2 a 3 se observan las diferencias entre ambas
metodologías, haciendo mucho más preciso el diagnóstico de la falla cuando se estudia la 0.015
envolvente de la corriente de estator. Al observar las figuras, se puede apreciar la facilidad
que permite el análisis espectral de la envolvente de la señal en identificar las frecuencias de 0.01
falla. Nótese que cuando se utiliza la Transformada Hilbert para dichos propósitos se debe
buscar la frecuencia 2sf y no 50 ± 2sf como en el análisis clásico, esto ya fue demostrado con 0.005
el ejemplo que se desarrolló en las ecuaciones
0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Frec uenc ia [Hz ]

FIGURA 7 - Análisis espectral de la envolvente de la corriente de estator

(3.3) A (3.5), PUES SIEMPRE LA COMPONENTE FUNDAMENTAL ES


EXTRAÍDA DE LAS FUNCIONES DE FRECUENCIA DE FALLA. DE MANERA
ANÁLOGA ESTE FENÓMENO OCURRE PARA LA DETECCIÓN DE OTRO TIPO DE
EFECTOS (RANURADO, SATURACIÓN, EXCENTRICIDAD) Y FALLAS
(RODAMIENTOS, CORTO CIRCUITO DE BOBINAS DE ESTATOR). PARA UNA

222 223
MAYOR CLARIDAD ILUSTRAMOS LA VARIACIÓN DE FRECUENCIAS DEBIDO A
LA METODOLOGÍA UTILIZADA EN LAS TABLAS 2 A 6.
TABLA 5 - Componentes de frecuencia para motor con falla en rodamientos
TABLA 2 - Componentes de frecuencia para un motor sano Análisis Análisis
Análisis Análisis Clásico Envolvente Causa
Clásico Envolvente Causa Frecuencia Frecuencia
Frecuencia Frecuencia f 0 Frecuencia de la
f 0 Frecuencia de la red red
nfr ± f nfr Discretización campo f±nfo nfo Falla en pista
1d n d 2 magnético y ranurado del 1d n d 3 externa
rotor. f±nfi nfi Falla en pista
1d n d 3 interna
TABLA 3 - Componentes de frecuencia para un motor saturado y excéntrico TABLA 6 - Componentes de frecuencia para detección de
Análisis Análisis corto circuito de espiras en flujo axial
Clásico Envolvente Causa Análisis Clásico Análisis Envolvente
Frecuencia Frecuencia Causa
Frecuencia Frecuencia
f 0 Frecuencia de la red f 0 Frecuencia
f±fmec fmec Excentricidad de la red
Dinámica. [k±n(1-s)/p]f [n(1-s)/p]f Falla en
(2n+1)f 2nf Saturación 1 d n d (2 p  1) para k=1 bobinas de
1d n d 5 k=1,3 estator
fr±f fr Ranurado de rotor [k±n(1-s)/p]f
fr±fmec±f fr±fmec Ranurado de rotor y para k=3
excentricidad donde,
dinámica 2
fr±(2n+1)f fr±2nf Ranurado de rotor y fr f 1  s N B (4.1)
p
saturación f
f mec 2 1  s (4.2)
p
TABLA 4 - Componentes de frecuencia para motor con barras
Con,
cortadas
p = número de polos
Análisis Análisis f = frecuencia fundamental
Clásico Envolvente Causa NB = número de barras
Frecuencia Frecuencia s = deslizamiento
f 0 Frecuencia de la red
f(1±2s) 2sf Barra cortada.
fr±f fr Ranurado de rotor 5.06.8.6 APLICACIÓN DEL ESQUEMA PROPUESTO
fr±f(1±2s) fr±2sf Ranurado de rotor y
barra rota En las Figuras 8 y 9 se puede observar la fenomenología tratada en las tablas anteriores.
Para este fin se simuló un motor saturado con un deslizamiento de 0.15, 4 polos y 44
barras, obteniéndose las frecuencias incluidas en la Tabla 7. De igual manera se simuló
una falla en rodamientos para observar el comportamiento de las componentes de
frecuencia en ambas metodologías de análisis. Las diferencias son notorias en las Figuras
10 y 11, utilizando un procedimiento análogo al primer ejemplo se ilustran las frecuencias
en la Tabla 8.

225

224
E s pec tro de F rec uenc ias A nalis is Clas ic o Espe ctro de Fre cue ncia s Envolve nte
8 0.12
Ra nura do
Ra nura do y sa tura ción 935 Hz
7 S a tura ción
735 y 835 Hz
100 Hz
0.1
6

0.08
5
Ra n ura do
A m plitud

S a tu ra ción 885 y 985 Hz

A m plitud
4 150 Hz
0.06

3
Ra n ura do y S a tura ció n
785 Hz 0.04
2

1 0.02

0
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
0
Frec uenc ia [Hz ] 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
Frec uenc ia [Hz ]
FIGURA 8 - Espectro de frecuencias de un motor saturado.
FIGURA 9 - Espectro de frecuencias motor saturado
(Envolvente)

TABLA 7 - Componentes de frecuencia para un motor


saturado.
Análisis
Análisis
Clásico Envolvente
Causa
Frecuencia
Frecuencia
[Hz]
[Hz]
50 0 Frecuencia
de red
150, 250, 350 100,200,300 Saturación
885, 985 935 Ranurado de
rotor
685, 785, 735, 835 Ranurado de
585, 1085 1035, 1135 rotor y
saturación

226 227
Espe ctro de Fre cue ncia s Ana lisis Cla sico Espe ctro de Fre cue ncia s Envolve nte
6 0.35

0.3
5

0.25

4
0.2

A m plitud
A m plitud

3 Fa lla e n pista e x te rna


Fa lla e n roda m ie ntos 0.15 136 y 272 Hz
P ista Ex te rna
186 y 322 Hz
2 0.1

0.05
1

0
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
0 Frecuencia [Hz]
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
Frecuencia [Hz]
FIGURA 11 - Espectro de frecuencias falla en rodamientos
FIGURA 10 - Espectro de frecuencias falla en rodamientos (Pista Externa)
(Pista Externa)

TABLA 8 - Componentes de frecuencia para falla en pista


externa de Rodamiento 6307-ZZ
Análisis Análisis
Clásico Envolvente
Causa
Frecuencia Frecuencia
[Hz] [Hz]
50 0 Frecuencia de
la red
186, 322 136, 272 Pista externa

De igual manera se realizó un análisis del espectro de la


envolvente para una señal que se obtuvo de la corriente de
estator de un motor de 1500 HP, 3.3 kV, 4 polos y 1485
rpm que acciona una correa de 600 m de longitud en la mina
Candelaria, ubicada en la III Región. Las Figuras 12 y 13

228 229
ilustran las diferencias entre las metodologías, así como -4 E s p e c tro d e F re c u e n c ia s E n v o lv e n te
x 10
la Tabla 9 muestra las frecuencias en consideración. 4

x 10
-4 E spectro de Frecuencias Analisis C lasico 4H z R o tu ra d e B a rra
3. 5

9
3 37 H z Ex ce n tricid a d D i n a m ica

8
2. 5
46 Hz , 54Hz Rotura de Ba rra s
7

A m plitud
100 H z , 200 H z S a tu ra cio n
2
6
A m plitud

1. 5
5
13 Hz , 87 Hz Ex ce ntricida d Dina m ica
4 1

150 Hz , 250 Hz S a tura cion


3 0. 5

2
0
0 50 100 150 2 00 2 50 30 0 350 400 4 50 5 00
1 F rec uenc ia [H z ]

0 FIGURA 13 - Espectro de frecuencias para un motor real


50 100 150 200 250 300 350 400 450 (Envolvente)
Frec uenc ia [Hz ]

FIGURA 12 - Espectro de frecuencias para un motor real


TABLA 9 - Componentes de frecuencia para un motor real.
Análisis Análisis
Clásico Envolvente
Causa
Frecuencia Frecuencia
[Hz] [Hz]
50 0 Frecuencia de
la red
150, 250 100,200 Saturación
13,87 37 Excentricidad
Dinámica
46,54 4 Rotura de
Barras

Los resultados aquí ilustrados sugieren un diagnóstico


más certero al aplicarse el análisis espectral a la
envolvente. Como se puede observar resulta más fácil
identificar las posibles fallas y la fenomenología de la
máquina. La presencia de los 50 Hz sólo predice que en una
señal completamente experimental es casi imposible filtrar
su efecto, pero para efectos de análisis se puede
considerar anulada por completo. Se puede observar

230 231
claramente los beneficios que trae el análisis de An alisis E sp ectral E n vo lven te F lu jo Axial P erfo rad o ra R 01 1
frecuencias de la envolvente (en el caso del diagnóstico) 0.12
sobre el análisis de la señal original, las componentes de
25 Hz
falla o que indiquen otro tipo de fenómeno en la máquina
son mucho más fáciles de observar y por lo tanto el 0.1
predecir una posible anomalía en el motor durante su
operación facilita las labores de mantenimiento. 50 Hz

0.08
Finalmente, el análisis del flujo axial de un motor
también es más simple realizar con la Transformada

A m plitud
Hilbert. En efecto, las Figuras 14 y 15 consideran la
0.06
diferencia de aplicación de metodologías y la Tabla 10 las
diferencias pertinentes en el espectro de frecuencias. 75 Hz
A n a lis is E s p e c tra l F lu jo A x ia l P e rfo ra d o ra R 0 1 1 0.04
0.2

0.18
0.02
0.16
25 Hz
0.14
0
0 50 100 150 200 250
0.12 Frec uenc ia [Hz ]
A m plitud

0.1 75 Hz FIGURA 15 - Análisis espectral de la envolvente del flujo axial


100 Hz
0.08
TABLA 10 - Componentes de frecuencia para el flujo axial
0.06 Análisis Análisis
Clásico Envolvente
Causa
0.04 Frecuencia Frecuencia
[Hz] [Hz]
0.02
50 0 Frecuencia de
0
la red
0 50 100 150 200 250 75,100,125 25,50,75 Corto
F re c u e n c ia [ H z ] Circuito de
FIGURA 14 - Espectro de frecuencias del flujo axial Espiras
NOTA: Sólo se consideraron las frecuencias calculadas para k=1 y argumento positivo

6.8.7 Comentarios

Se presentó un nuevo esquema en la detección de fallas en motores de inducción


considerando el análisis de la corriente del estator y del flujo axial. La aplicación de la
Transformada Hilbert fue de gran ayuda permitiendo eliminar la presencia de la
componente fundamental (50 Hz) y centrando el análisis espectral en la envolvente de la
señal original.

232 233
[7] Penman J, Sedding H.G and Fink W.T. Detection and location of interturn short
Gracias al efecto proporcionado por la Transformada Hilbert se logró formular de nuevo circuits in the stator windings of operating motors. IEEE Transactions on Energy
las frecuencias características para distintos fenómenos del motor que incluyen la Conversion, Vol. 9, No.4, December 1994.pp 652 – 658.
saturación, el ranurado y la excentricidad dinámica. Como también las fallas en las cuales
se centra este estudio: rotura de barras, rodamientos y cortocircuito de espiras en el [8] Smith, J. O. Mathematics of the Discrete Fourier Transform (DFT). Center for
estator. El análisis espectral de la envolvente presenta varias ventajas sobre el análisis Computer Research in Music and Acoustics (CCRMA), Stanford University, 2002. Web
clásico haciendo más fácil la identificación de la falla al simplificarse la formulación de published at http://www-ccrma.stanford.edu/~jos/mdft/.
las frecuencias a detectar y por supuesto, al eliminarse el efecto de la componente
fundamental.

El esquema propuesto demostró ser útil pues se pudo aplicar con éxito a todos los tipos de
señales que se analizaron, desde las puramente teóricas a señales reales extraídas de
motores que hacen parte de faenas mineras. 7. Máquinas Síncronas
7.1 Introducción

REFERENCIAS Las maquinas sincronas son maquinas cuyo estator se encuentra alimentado por corriente
alterna, en tanto el rotor tiene alimentación continua ya sea a través de un enrollado de
campo o bien mediante imanes permanentes.
[1] Benbouzid M. Bibliography on Induction Motors Faults Detection and Diagnosis. IEEE
Transactions on Energy Conversion, Vol. 14, No. 4. December 1999.pp 1064 – 1074. En términos prácticos, las máquinas síncronas tienen su mayor aplicación a altas potencia,
particularmente como generadores ya sea a bajas revoluciones en centrales hidroeléctricas,
o bien a altas revoluciones en turbinas de vapor o gas.
[2] Gallardo E. Diagnóstico del estado Electromecá-nico de
motores de inducción en base a pruebas de aceleración. Tesis Cuando la máquina se encuentra conectada a la red, la velocidad de su eje depende
directamente de la frecuencia de las variables eléctricas (voltaje y corriente) y del número
de Ingeniero. Departamento de Ingeniería Eléctrica,
de polos. Este hecho da origen a su nombre, ya que se dice que la máquina opera en
Universidad de Chile. Santiago, 1996 sincronismo con la red. Por ejemplo, una máquina con un par de polos conectada a una red
de 50 [Hz] girará a una velocidad fija de 3000 [RPM], si se tratara de una máquina de dos
pares de polos la velocidad sería de 1500 [RPM] y así sucesivamente, hasta motores con 40
[3] Barrios A. Diagnóstico de fallas incipientes en maquinas de inducción en base a
o más pares de polos que giran a bajísimas revoluciones.
análisis multiresolución y descomposiciones tiempo – frecuencia. Tesis de Ingeniero.
Departamento de Ingeniería Eléctrica, Universidad de Chile. Santiago, 1997
En la operación como generador desacoplado de la red, la frecuencia de las corrientes
generadas dependen directamente de la velocidad mecánica del eje. Esta aplicación ha sido
[4] Martelo A. Detección de fallas en rodamientos de bolas de motores eléctricos mediante
particularmente relevante en el desarrollo de centrales de generación a partir de recursos
análisis espectral de vibraciones, ruido y corriente de estator. Tesis de Magíster.
renovables como la energía eólica.
Departamento de Ingeniería Mecánica, Universidad de los Andes. Bogotá D.C, 2000
Las máquinas síncronas también se emplean como motores de alta potencia (mayores de
[5] Schoen R, Habetler T, Kamran F and Bartheld R. Motor bearing damage detection
10.000 [HP]) y bajas revoluciones. Un ejemplo particular de estas aplicaciones es al interior
using stator current monitoring. IEEE Transactions on Industry Applications, Vol. 31, No.
de la industria minera como molinos semiautógenos (molinos SAG) .
6. November/December 1995.pp 1274 - 1279.
Adicionalmente a la operación como motor y generador, el control sobre la alimentación
[6] González D. Desarrollo de patrones de re-conocimiento de fallas en motores de
del rotor hace que la máquina síncrona pueda operar ya sea absorbiendo o inyectando
inducción mediante registros de fenómenos transitorios. Tesis de Ingeniero. Departamento
reactivos a la red en cuyo caso se conocen como reactor o condensador síncrono
de Ingeniería Eléctrica, Universidad de Chile. Santiago, 1998
respectivamente. Particularmente este última aplicación es utilizada para mejorar el factor
de potencia del sistema eléctrico el cual tiende a ser inductivo debido a las características
típicas de los consumos.

234 235
B es la densidad de flujo magnético generada por el rotor.
En el presente capítulo se describe el principio de funcionamiento de la máquina síncrona Z es la velocidad mecánica del rotor.
tanto como generador, motor, condensador y reactor y se detalla su modelo matemático a
través de dos ejes ficticios denominados ejes directo y en cuadratura. Además se comentan De acuerdo con la ecuación (7.1), la tensión inducida en los terminales de la bobina del
algunos aspectos constructivos de este tipo de máquinas y se explica el modelo equivalente estator corresponde a una sinusoide de frecuencia equivalente a la velocidad de giro del eje
de esta máquina junto a su comportamiento en régimen permanente. y magnitud proporcional a la densidad de flujo magnético. De este modo, si en lugar de un
imán permanente se coloca un enrollado de excitación es posible controlar el valor máximo
del voltaje inducido a través de la alimentación en continua.

Bajo este mismo esquema, si en lugar de una bobina, se sitúan 3 enrollados en el estator
espaciados físicamente en 120º geométricos, entonces el resultado es un generador trifásico
cuyos voltajes estarán desfasados en 120º uno respecto del otro y tendrán una frecuencia
eléctrica equivalente a la velocidad de giro del eje.

7.2. Principio de funcionamiento del generador síncrono En el caso de un generador con más pares de polos, la frecuencia eléctrica será equivalente
a:
7.2.1. Generador desacoplado de la red.
n· p
Considérese un generador monofásico como el de la figura 7.1. El rotor del generador f > Hz @ (7.2)
120
consiste en un imán permanente que genera un campo magnético B constante y se Donde:
encuentra rotando (gracias a una máquina impulsora externa) a una velocidad angular Z. f es la frecuencia eléctrica.
n es la velocidad de giro del eje en [RPM].
p es el número de polos del generador.
Z e(t)

Emax 7.2.2. Generador conectado a la red.

T = Zt Si el generador se encuentra conectado a la red eléctrica, la frecuencia de los voltajes y


S 2S corrientes generados quedan impuestas por la red al igual que la velocidad de giro del eje.
N
e(t) Esta última dependerá de la del número de pares de polos que posea la máquina de acuerdo
Zt
S a la ecuación:
-Emax
120 f
n > RPM @ (7.3)
p

Donde:
Figura 7.1. Generador monofásico desacoplado de la red f es la frecuencia eléctrica de la red a la que está interconectada el generador.
n es la velocidad de giro del eje.
p es el número de polos del generador.
El giro del eje del rotor hace que el flujo enlazado por la bobina del estator sea variable de
modo que la tensión generada en sus terminales es: En esta condición, la potencia mecánica aplicada al eje no variará la velocidad del rotor
sino que se transformará en potencia eléctrica que será entregada a la red. El factor de
e(t ) k ·B·Z ·sen(Z t ) Emax sen(Z t ) (7.1) potencia, con que la red va a recibir la potencia mecánica aplicada al eje, va a depender de
la corriente de excitación de la máquina. De este modo, si la corriente de excitación es baja
Donde: (la máquina se encuentra subexcitada) la tensión inducida será baja y por lo tanto el
k es una constante de diseño de la máquina. generador necesitará consumir reactivos para operar a cierta potencia activa, contrariamente

236 237
si el generador está sobrexcitado se entregarán reactivos a la red. En medio de estas dos
condiciones de operación es factible hacer funcionar la máquina con factor de potencia
unitario (28). 7.3. Principio de funcionamiento del motor síncrono.

Al igual que la máquina de inducción el estator de la máquina síncrona se encuentra


alimentado con corrientes alternas. Esto hace que se produzca un campo magnético
rotatorio en el estator según la ecuación (29):
3
Fe ˜ Fm cos Z t  T (6.5)
2
Donde:
Fe es la fuerza magnetomotriz del estator.
Fm es la fuerza máxima equivalente a N·Imax (N es el número de vueltas de las bobinas del
estator e Imax el valor máximo de la corriente de alimentación)
Z es la velocidad síncrona.
T es el ángulo que determina la posición del punto del entrehierro donde se está
calculando la fuerza magnetomotriz.

La expresión anterior implica que el máximo de la fuerza magnetomotriz (cuando


cos Z t  T 0 ) se desplaza a través del entrehierro a velocidad T Z , es decir a la
velocidad síncrona.

Esta velocidad síncrona, también denotada como Zs, corresponde a la frecuencia de la red
Z
cuando la máquina posee un par de polos o a cuando la máquina tiene "p" polos.
2
p

En el caso del rotor de la máquina síncrona, éste se encuentra alimentado por una corriente
continua (o bien tiene imanes permanentes) lo cual hace que el fuerza magnetomotriz del
rotor sea de magnitud constante y se encuentre fija a él. En estas condiciones, el campo
magnético del rotor tiende a alinearse con el campo magnético rotatorio de estator haciendo
que el eje gire a la velocidad síncrona.

La expresión para el torque instantáneo de la máquina está dado por:

7(t ) KT ˜ Fe ˜ Fr ˜ sen(G ) (7.4)

Donde:
KT es una constante de diseño de la máquina.
Fe es la fuerza magnetomotriz del estator.
Fr es la fuerza magnetomotriz del rotor.
G es el ángulo entre las fuerzas magnetomotrices del estator y rotor.

(28) En secciones posteriores se analizarán estas formas de operación. (29)


Para mayor detalle de cómo se obtiene esta fórmula conviene revisar el capítulo anterior, sección 6.1.1.

238 239
De la expresión (7.4) es factible comprobar que la existencia de torque medio está 7.4. Operación en los cuatro cuadrantes.
supeditada a la condición de que el ángulo entre las fuerzas magnetomotrices (G) sea
constante, lo cual se cumple ya que ambos campos magnéticos giran a la velocidad La figura 7.3 muestra la operación de una máquina síncrona en los cuatro cuadrantes de un
síncrona. Adicionalmente, la magnitud del torque dependerá del valor del ángulo entre las diagrama P-Q. En el diagrama se considera potencia activa positiva cuando ésta es
fuerzas magnetomotrices siendo este valor máximo cuando G = 90º (caso teórico). suministrada a la red, con lo cual los cuadrantes I y IV corresponden a la máquina operando
como generador. En el caso de la potencia reactiva, ésta es positiva si se está inyectando a
Conforme a lo anterior, en el caso del motor síncrono, la característica torque velocidad es la red, lo cual se consigue en los cuadrantes I y II.
la que se muestra en la figura 7.2.
Generador
De la figura es posible apreciar que este tipo de motor no posee torque de partida por lo
cual requiere de mecanismos adicionales que permitan el arranque hasta llevarlo a la
P
velocidad sincrona. IV I
(P1,Q1)
(P5,0)

T (P4,Q4)

Tmax
(0,Q6) (0,Q5)
Absorve Q Q Inyecta Q
Zs
Z
(P3,Q3)
-Tmax (P2,Q2)

(P6,0)
Figura 7.2. Característica Torque velocidad del motor síncrono
III II

Motor

Figura 7.3. Operación de la máquina síncrona en el diagrama P-Q

Los puntos señalados en el diagrama corresponden a las condiciones de operación definidas


en la Tabla 1.

Tabla 1: Operación de la máquina síncrona en el diagrama P-Q


PUNTO OPERACIÓN
(P1,Q1) Generador sobrexcitado o generador inductivo (P1>0 , Q1>0)
(P2,Q2) Motor sobrexcitado o motor capacitivo (P2<0 , Q2>0)
(P3,Q3) Motor subexcitado o motor inductivo (P3<0 , Q3<0)
(P4,Q4) Generador subexcitado o generador capacitivo (P4>0 , Q4<0)
(0,Q5) Condensador síncrono (P=0, Q5>0)
(0,Q6) Reactor síncrono (P=0, Q6<0)

240 241
(P5,0) Generador operando con factor de potencia unitario (P5>0, Q=0) perjudica la vida útil de la máquina debido al calentamiento y posible fallas en
(P6,0) Motor operando con factor de potencia unitario(P6<0, Q=0) aislaciones de la máquina.

En el caso particular de la máquina síncrona operando como generador (su configuración


más ampliamente utilizada), es posible establecer un diagrama de operación práctico como 7.5. Características constructivas
el que muestra la figura 7.4.
7.5.1. Características del estator

Tensión Generada Dada la alimentación alterna de la armadura, el estator de la máquina síncrona es muy
P
G=90º Máxima similar al estator de la máquina de inducción, por lo cual las características constructivas
(límite teórico) G<90º Corriente de del mismo no se repetirán en esta sección (30).
(límite práctico) Armadura
Máxima
Potencia
Activa 7.5.2. Características del rotor
Máxima
El rotor de una máquina síncrona puede estar conformado por:

x Imanes permanentes
Q x Rotor de polos salientes
Tensión Generada x Rotor cilíndrico
Mínima
Los imanes permanentes representan la configuración más simple ya que evita el uso de
anillos rozantes para alimentar el rotor, sin embargo su aplicación a altas potencias se
Figura 7.4. Diagrama de operación de un generador síncrono. encuentra limitada ya que las densidades de flujo magnético de los imanes no es, por lo
general, alta. Adicionalmente, los imanes permanentes crean un campo magnético fijo no
En la figura, el área coloreada en amarillo corresponde a la zona donde el generador es controlable a diferencia de los rotores con enrollados de excitación donde se puede
factible de ser operado, los límites están dados por condiciones prácticas tales como: controlar la densidad de flujo magnético.

x Máximo ángulo entre las fuerzas magnetomotrices: el límite teórico, tal como Dentro de los rotores con enrollados de excitación se tienen los de tipo cilíndrico y los de
muestra la ecuación (7.4), es 90º, sin embargo en la práctica se opera con ángulos polos salientes, ambos ilustrados en la figura 7.5.
menores ya que se debe garantizar la estabilidad en la operación (si el ángulo G
llegase a sobrepasar los 90º la máquina se sale de sincronismo y se acelera La figura 7.5(a) muestra el diagrama del estator de una máquina síncrona, la figura 7.5(b)
peligrosamente). corresponde a un rotor de polos salientes, en tanto que el dibujo 7.5(c) muestra el esquema
de un rotor cilíndrico. Por su parte, en las figuras 7.5(d) y (e) se observan la apariencia de
x Potencia activa máxima: corresponde al límite de potencia activa que es capaz de una máquina síncrona vista desde fuera y la representación de los enrollados de rotor y
entregar la máquina operando en condiciones nominales (límite dado por el estator, respectivamente.
fabricante del generador) .

x Tensión generada mínima y máxima: el generador requiere una excitación mínima


en el rotor para poder generar tensión y puede generar hasta un límite práctico dado
por la máxima corriente rotórica de la máquina.

x Máxima corriente de estator (armadura): corresponde al límite de corriente que


puede circular por la armadura en condiciones nominales. Exceder este límite
30
Los detalles de las características constructivas del estator se describen en la sección 6.2 del capítulo
anterior.

242 243
7.5.4. Motores síncronos.

De acuerdo con lo estudiado, los motores síncronos no pueden arrancar en forma autónoma
lo cual hace que requieran mecanismos adicionales para la partida:

x Una máquina propulsora externa (motor auxiliar).


x Barras amortiguadoras.

Particularmente en el segundo caso, se intenta aprovechar el principio del motor de


inducción para generar torque a la partida. Constructivamente, en cada una de las caras
polares del rotor (polos salientes), se realizan calados donde se colocan una barras,
denominadas amortiguadoras, que le dan al rotor una característica similar a los segmentos
tipo jaula de ardilla del motor de inducción (ver figura 7.6).

Barras
amortiguadoras

Figura 7.5. Rotores de máquina síncrona

Desde el punto de vista de modelamiento el rotor cilíndrico es bastante más simple que el
rotor de polos salientes ya que su geometría es completamente simétrica. Esto permite
establecer las relaciones para los voltajes generados respecto de las inductancias mutuas del
rotor y estator, las cuales son constantes.

En el caso del rotor de polos salientes, su geometría asimétrica provoca que el


modelamiento de las inductancias propias de estator y rotor, así como las inductancias
mutuas entre ambos, tengan un desarrollo analítico bastante complejo.

Figura 7.6. Barras amortiguadoras en motor síncrono

7.5.3. Generadores síncronos. De este modo, el motor se comporta como una máquina de inducción hasta llegar a la
velocidad síncrona. Es importante notar que el circuito de compensación se construye de
Dependiendo de la aplicación los generadores síncronos tienen características constructivas modo que el campo magnético rotatorio inducido en el rotor sea débil comparado con el
bastante diferentes: campo magnético fijo del rotor (producido por la alimentación con corriente continua). De
este modo se evita que el efecto de inducción perturbe la máquina en su operación normal.
x En el caso de generadores de centrales hidroeléctricas se utilizan máquinas de eje
vertical, con un rotor de polos salientes corto pero de gran diámetro. Puesto que la
velocidad de rotación es bastante lenta (300-350 [RPM]) se requiere de un gran
número de polos para efectuar la generación.

x En el caso de centrales térmicas o de ciclo combinado se emplean máquinas de eje


vertical con un rotor cilíndrico largo pero de poco diámetro. Estas características
constructivas permiten que el eje del generador rote a altas velocidades, ya sea
1.500 o 3.000[RPM] dependiendo del numero de polos (usualmente dos).

244 245
7.6. Ejes directo y en cuadratura 7.7. Flujos enlazados en las bobinas del rotor y estator

El estudio del comportamiento de las máquinas síncronas se simplifica al considerar dos Para llevar a cabo el desarrollo de las ecuaciones que definen los flujos enlazados del rotor
ejes ficticios denominados eje directo y eje en cuadratura, que giran solidarios al rotor a la y estator de la maquina sincronía, se han realizado las siguientes simplificaciones:
velocidad de sincronismo (ver figura 7.7):
x Los enrollados del estator tienen una distribución sinusoidal a lo largo del entre
x El eje directo es aquel que se define en la dirección Norte-Sur del rotor, con su hierro.
origen en el centro magnético y en dirección hacia el Norte. x Las ranuras del estator causan una no despreciable variación en la inductancia con
respecto a la variación de la posición del rotor
x El eje en cuadratura tiene el mismo origen que el anterior pero su dirección es x La histéresis magnética es despreciable
perpendicular a éste. x Los efectos de la saturación magnética son despreciables

Las corrientes por ambos enrollados ficticios (Id e Iq) están desfasadas en 90º eléctricos y la Las simplificaciones a), b), y c) son razonables. Y su principal justificación viene dada por
suma de ambas es equivalente a la corriente por fase en los enrollados reales. la comparación de los resultados teóricos obtenidos y mediciones del funcionamiento de
las maquinas. La simplificación d) está mas bien echa por conveniencia del análisis, esto ya
q (Eje en cuadratura) que no siempre es particularmente cierto la línealidad de las relaciones flujo-corriente.
d
(Eje directo) a Eje de la fase a
d
N Ifd
Ia q
Ia
Ikq
S
T efd

Ib Circuitos
Ic amortiguadores
Ikd
Figura 7.7. Ejes directo y en cuadratura
Ic Ib
c b
El uso de estos enrollados ficticios permite simplificar el análisis de las máquinas
síncronas. En particular, en el caso de la máquina con rotor cilíndrico que posee una Estator Rotor
geometría simétrica es posible establecer un circuito eléctrico equivalente para definir el
comportamiento de esta máquina.
Figura 7.8. Circuitos de estator y rotor
En el caso del rotor de polos salientes, si bien no se puede esquematizar el comportamiento
de la máquina a través de un circuito eléctrico equivalente, el empleo de los ejes directo y
En la figura 7.8 se muestra el circuito relacionado con el análisis de la maquina síncrona.
en cuadratura contribuye a simplificar notablemente el desarrollo analítico y las ecuaciones
En el circuito del estator se muestran los enrollados y las corrientes pertenecientes a cada
debido a que permite independizarse del ángulo de posición entre el rotor y los ejes de las
una de las tres fases. En el diagrama del rotor se muestra el enrollado del campo que está
fases.
conectado a una fuente de corriente continua y los enrollados de amortiguación, que se
modelan cortocircuitados
En la sección siguiente se presenta el desarrollo analítico del comportamiento de la
máquina de polos salientes (más compleja) y posterior a ello se analiza el comportamiento
El ángulo T esta definido como el ángulo entre el eje directo y el centro del enrollado de la
de la máquina con rotor cilíndrico a partir de su circuito equivalente.
fase “a”, en la dirección de rotación. De este modo, el ángulo crece en forma continua y se
relaciona con la velocidad angular y el tiempo a través de T Z t .

246 247
Ic  Lca ·ia  Lbc ·ib  Lcc ·ic  Lafd ·i fd  Lakd ·ikd  Lakq ·ikq
De la misma figura podemos establecer las siguientes variables:
En las ecuaciones anteriores, el signo negativo asociado a las corrientes de los enrollados
Tabla 2: Variables eléctricas y magnéticas de una máquina síncrona del estator es por la conveniencia de tomar estas direcciones.
VARIABLE DEFINICIÓN
ea , eb , ec voltaje instantáneo en el estator (fase – neutro)
i a , ib , i c corriente instantánea en las fases a, b, y c Ecuaciones del rotor:
e fd voltaje en el campo del rotor
Las ecuaciones del circuito del rotor son las siguientes:
i fd corriente en el circuito de campo .
ikd , ikq corriente en los circuitos amortiguadores wI fd
e fd  R fd ˜ i fd
Laa , Lbb , Lcc inductancia propias de los enrollados del estator wt (7.7)
wIkd
Lab , Lbc , Lca inductancias mutuas entre los enrollados del estator 0  Rkd ˜ ikd
wt
L jfd , L jkd , L jkq , j : a, b, c inductancias mutuas entre los enrollados de estator y rotor wIkq
L fd , Lkd , Lkq inductancias propias de los enrollados del rotor 0  Rkq ˜ ikq
wt
L fkd inductancia mutuas entre los enrollados del rotor
Las ecuaciones que expresan los flujos enlazados por las bobinas del rotor son:
Ra resistencia de armadura por fase
R fd resistencia rotórica ª § 2S · § 2S ·º
I fd L fd ˜ i fd  L fkd ˜ ikd  Lafd «ia cos T  ib cos ¨T  ¸  ic cos ¨T  ¸»
Rkd resistencia del circuito amortiguador directo ¬ © 3 ¹ © 3 ¹¼
Rkq resistencia del circuito amortiguador en cuadratura ª § 2S · § 2S ·º (7.8)
Ikd L fkd ˜ i fd  Lkd ˜ ikd  Lakd «ia cosT  ib cos ¨T  ¸  ic cos ¨T  ¸»
¬ © 3 ¹ © 3 ¹¼
Conforme a las definiciones anteriores en posible determinar las ecuaciones que definen el ª 2S · 2S · º
§ §
comportamiento del estator y rotor respecto de los flujos enlazados en las respectivas Ikq Lkq ˜ ikq  Lakq «ia senT  ib sen ¨T  ¸  ic sen ¨T  ¸ »
bobinas. ¬ © 3 ¹ © 3 ¹¼

Ecuaciones del estator: 7.7.1. inductancias propias del estator.

El voltaje en cada una de las tres fases esta dado por: La inductancia propia del enrollado “a”, es igual a la razón entre el flujo de la fase a, y la
corriente por el enrollado de esta fase, cuando la corriente en todos los otros circuitos es
wIa igual a cero. La inductancia es directamente proporcional a la permeabilidad y es posible
ea  Ra ˜ ia entender que la inductancia Laa estará en un valor máximo cuando T =0º, y un valor
wt
wIb (7.5) mínimo cuando T =90º, un máximo nuevamente cuando T =180º, y así sucesivamente.
eb  Ra ˜ ib
wt
wIc Despreciando efectos armónicos, la fuerza magnetomotriz de la fase “a” tiene una
ec  Ra ˜ ic distribución sinusoidal en el espacio con un máximo centrado en el eje de la fase a. Este
wt
valor máximo esta dado por N a ˜ ia , donde N a son las vueltas efectivas del enrollado.
Los flujos enlazados por cada bobina del estator son:
En la figura 7.9 se muestra la descomposición de la fuerza magnetomotriz en los ejes de
Ia  Laa ·ia  Lab ·ib  Lac ·ic  Lafd ·i fd  Lakd ·ikd  Lakq ·ikq referencia directo y de cuadratura, quedando el valor máximo proyectado en los ejes de la
(7.6) siguiente manera:
Ib  Lba ·ia  Lbb ·ib  Lbc ·ic  Lafd ·i fd  Lakd ·ikd  Lakq ·ikq

248 249
Fead max N a ˜ ia cos T
(7.9) Donde Pd y Pq son los coeficientes de permeabilidad de los ejes directo y de cuadratura
Feaq max N a ˜ ia cos T  90º  N a ˜ ia sen T
respectivamente.

El total del flujo enlazado en el entrehierro es:

Iaaeh Iadeh cosT  Iaqeh senT N a ˜ ia Pd cos 2 T  Pq sen 2T


(7.11)
§ P  Pq Pd  Pq ·
?I eh
aa N a ˜ ia ¨ d  cos 2T ¸
© 2 2 ¹

La inductancia propia Laa corresponde a:

Figura 7.9. Descomposición de la fuerza magnetomotriz (fase a) N a ˜ (Iaaeh  Iafuga )


Laa (7.12)
ia
La razón para expresar la fuerza magneto motriz en términos de los ejes directo y de Donde:
cuadratura es por que en cada instante se puede definir adecuadamente la geometría del Iaaeh es el flujo enlazado en el entrehierro.
entrehierro.
Iafuga es el flujo de fuga no enlazado en el entrehierro.
La figura 7.10 muestra la distribución interna del flujo magnético de una maquina síncrona
cuando sólo esta circulando corriente por la bobina “a”. De este modo es posible obtener las
inductancias propias en el estator, analizando la variación de flujo magnético en las Con ello:
bobinas de acuerdo al movimiento del rotor. Laa L0  L1 cos(2T )
d
q § P  Pq · N a ˜ Iafuga (7.13)
L0 Na2 ¨ d ¸
© 2 ¹ ia
§ P  Pq ·
L1 Na2 ¨ d ¸
© 2 ¹

De esta misma manera se pueden encontrar las inductancias propias para las fases b y c,
estando desplazadas en 120º y en 140º respectivamente:

ª § 2S · º
Lbb L0  L1 cos « 2 ¨ T  ¸ (7.14)
Figura 7.10. Flujo magnético en el entrehierro (fase a) ¬ © 3 ¹ »¼
ª § 2S · º
Lcc L0  L1 cos « 2 ¨ T  ¸
Es posible definir la trayectoria del flujo magnético en el entrehierro ( I eh ) respecto de los ¬ © 3 ¹ »¼
ejes directo y en cuadratura como:
La variación de la inductancia propia de los enrollados del estator se muestra en la siguiente
I eh
N a ˜ ia cosT Pd figura, en donde se puede apreciar la dependencia de esta con el ángulo T
ad
(7.10)
Iaqeh  N a ˜ ia senT Pq

250 251
Figura 7.11. Variación de la inductancia propia de los enrollados del estator.
Figura 7.12. Variación de la inductancia mutua de los enrollados de las fases a y
b.

7.7.2. inductancias mutuas del estator.

La inductancia mutua Lab , es posible de evaluar encontrando el flujo en el entrehierro Iabeh 7.7.3. inductancias mutuas entre rotor y estator.
que es enlazado por la fase “b” cuando solo la fase a es excitada. Esto se consigue
reemplazando el valor de T en la ecuación (7.11) por ( T  2S 3 ) de modo de proyectar las Para este cálculo se considera:
x Las variaciones en el entrehierro debido a las ranuras del estator son despreciables.
variables al eje de la fase “b”, quedando la siguiente ecuación:
x El circuito del estator tiene una permeabilidad constante.
x La variación de la inductancia mutua se debe al movimiento relativo entre los
§ 2S · eh § 2S · ª§ Pd  Pq · § Pd  Pq · § 2S · º enrollados.
Ibaeh Iadeh cos ¨T  ¸  Iaq sen ¨T  ¸ N a ˜ ia «¨  ¸¨ ¸ cos ¨ 2T  ¸» (7.15)
© 3 ¹ © 3 ¹ ¬© 4 ¹ © 2 ¹ © 3 ¹¼
Cuando el enrollado del rotor y del estator están el línea el flujo enlazado por ambos es
De esta manera la inductancia mutua entre las fases a y b es: máximo, sin embargo, cuando se encuentran en forma perpendicular no hay flujo entre los
dos circuitos y la inductancia mutua es cero.
N a ˜ (Iabeh  Iabfuga )
Lab Lba (7.16) De este modo, la inductancia mutua de la fase “a” del estator y los enrollados del rotor son:
ia
§ 2S · § S· Lafd Lafd max cos T
Lab  L0 m  L1 cos ¨ 2T  ¸  L0 m  L1 cos ¨ 2T  ¸
© 3 ¹ © 3¹ Lakd Lakd max cos T (7.18)
§ S·
Similarmente: Lakq Lakq max cos ¨T  ¸  Lakq max senT
© 2¹
Lbc Lcb  L0 m  L1 cos 2T  S
(7.17) Para considerar la inductancia entre la fase “b” y el rotor se debe reemplazar el valor de T ,
§ S· de las ecuaciones anteriores por T  2S 3 , y en al caso de la fase “c” se debe remplazar por
Lca Lac  L0 m  L1 cos ¨ 2T  ¸
© 3¹ T  2S 3 .
En general, para circuitos balanceados el término L0m es aproximadamente L0/2. El análisis anterior permite establecer una ecuación final para los flujos enlazados por las
bobinas del estator:
De acuerdo con la ecuación (7.5), la variación de la inductancia mutua entre las fases a y b
corresponde a lo mostrado en la figura 7.12.

252 253
ª § S ·º ª § S ·º
Ia ia ª¬ L0  L1 cos 2T º¼  ib « L0 m  L1 cos ¨ 2T  ¸ »  ic « L0 m  L1 cos ¨ 2T  ¸ » (7.19) 7.8. Transformación DQ0
¬ © 3 ¹¼ ¬ © 3 ¹¼
i fd ˜ Lafd max cos T  ikd ˜ Lakd max cos T  ikq ˜ Lakq max sen T Las ecuaciones anteriores, asociadas al circuito del estator rotor, permiten describir
completamente el funcionamiento de la maquina síncrona, sin embargo estas ecuaciones
contienen inductancias que varían en función del ángulo T , el cual depende del tiempo.
Esto introduce una considerable complicación en la resolución de las ecuaciones que rigen
Análogamente para las fases “b” y “c”: el comportamiento de las maquinas síncronas, por lo cual se propone transformar los
valores asociados a las fases a un nuevo sistema denominado DQ0.
ª § S ·º ª ­ § 2S ·½º
Ib ia « L0m  L1 cos ¨ 2T  ¸»  ib « L0  L1 cos ®2 ¨T  ¸¾»  ic ª¬ L0m  L1 cos 2T  S º¼ (7.20) Considerando en forma conveniente las corrientes de estator proyectadas sobre los ejes d-q,
¬ © 3 ¹¼ ¬ ¯ © 3 ¹ ¿¼ se tiene la siguiente transformación de variables:
§ 2S · § 2S · § 2S ·
i fd ˜ Lafd max cos ¨T  ¸  ikd ˜ Lakd max cos ¨T  ¸  ikq ˜ Lakq max sen ¨T  ¸
© 3 ¹ © 3 ¹ © 3 ¹ ª § 2S · § 2S ·º
id k d «ia cosT  ib cos¨T  ¸  ic cos¨T  ¸
¬ © 3 ¹ © 3 ¹»¼ (7.22)
ª § S ·º ª ­ § 2S · ½º ª § 2S · § 2S · º
Ic ia « L0m  L1 cos ¨ 2T  ¸»  ib ¬ª L0m  L1 cos 2T  S ¼º  ic « L0  L1 cos ®2 ¨T  ¸ ¾» (7.21)  kq «ia senT  ib sen ¨T 
iq ¸  ic sen ¨ T  ¸
¬ © 3 ¹ ¼ ¬ ¯ © 3 ¹ ¿¼ ¬ © 3 ¹ © 3 ¹ »¼
§ 2S · § 2S · § 2S ·
i fd ˜ Lafd max cos ¨T  ¸  ikd ˜ Lakd max cos ¨T  ¸  ikq ˜ Lakq max sen ¨T  ¸
© 3 ¹ © 3 ¹ © 3 ¹ Donde k d y k q son constantes arbitrarias, que se toman de manera de simplificar los
desarrollos numéricos en las ecuaciones. En general k d y k q se toman iguales a 2 3 .

Si se considera ia=Im·sen(Zt) y consecuentemente las restantes fases, las ecuaciones


anteriores pueden rescribirse como:

ª § 2S · § 2S · § 2S · § 2S ·º
id kd ˜ I m « sen Zt ˜ cosT  sen ¨ Zt  ¸ ˜ cos ¨T  ¸  sen ¨ Zt  ¸ cos ¨T  ¸»
¬ © 3 ¹ © 3 ¹ © 3 ¹ © 3 ¹¼
3 (7.23)
id kd I m cos Zt  T
2

Se puede notar que el valor máximo para la corriente id esta dado por I m , siempre y cuando
se cumple que k d = 2 3 . De manera análoga para la corriente del eje de cuadratura:

3
iq  kq I m cos Z t  T (7.24)
2

También es conveniente considerar una secuencia de variable cero i0 asociado a la simetría


de las componentes eléctricas (corrientes en el estator).

1
i0 ia  ib  ic (7.25)
3

En condiciones de balance ia  ib  ic 0 , entonces i0 =0.

254 255
Iq  Lq iq  Lakq ikq
I0  L0i0
Finalmente, la transformación de las variables de estator a,b,c a las variables d,q,0 se puede
presentar resumida en la siguiente matriz.
De manera similar es posible encontrar las ecuaciones para el flujo enlazado por el rotor
expresados en función de las componentes d-q.
ª º
ªid º
« cosT 3
cos T  2S
cos T  2S
3 » ªia º
(7.26)
3
2« » I fd L fd i fd  L fkd ikd  Lafd id
«i »
« q»
«  senT  sen T  2S
 sen T  2S » ««ib »» 2
3« 3 3 »
«¬ i0 »¼ « 1 1 1 » «¬ ic »¼ 3 (7.31)
Ikd L fkd i fd  Lkd ikd  Lakd id
«¬ 2 2 2 »¼ 2
3
Ikq Lkq ikq  Lakq iq
La transformada inversa esta dada por: 2

ª º
ªia º « cos T  senT 1» ªi º (7.27) 7.8.1. voltajes en el estator en términos de los ejes d-q
d
« »
«i »
« b» 2S
« cos T  3 3
 sen T  2S 1» «« iq »»
wId wT
«¬ ic »¼ « » «i » ed  Iq  Ra id
¬
«cos T  2S 3  sen T  2S
3
1» ¬ 0 ¼
¼
wt
wIq
wt
wT (7.32)
eq  Id  Ra iq
Al aplicar la transformación anterior a las ecuaciones previamente obtenidas para lo flujos wt wt
del estator (ecuaciones (7.19) a (7.21)) se tiene: wI0
e0  Ra i0
wt
§ 3 ·
Id  ¨ L0  L0 m  L1 ¸ id  Lafd ˜ i fd  Lakd ˜ ikd
© 2 ¹
7.8.2. Potencia y torque en términos de los ejes d-q
§ 3 · (7.28)
Iq  ¨ L0  L0 m  L1 ¸ id  Lakd ˜ ikd
© 2 ¹ La potencia instantánea trifásica a la salida del estator es:
I0  L0  2 L0 m ˜ i0 (31)
Pt ea ia  eb ib  ec ic (7.33)
Definiendo una nueva inductancia:
Con ello:
3
3
Ld L0  L0 m  L1 Pt ed id  eq iq  e0 i0 (7.34)
2 2
3 (7.29)
Lq L0  L0 m  L1 En condiciones de equilibrio, se cumple que e0 i0 0 obteniendo la siguiente expresión
2
L0 L0  2 L0 m para la potencia eléctrica cuando se trata de un sistema equilibrado.

3
Con ello, las ecuaciones de flujo son: Pt ed id  eq iq (7.35)
2
Id  Ld id  Lafd i fd  Lakd ikd
(7.30) El torque electromagnético se puede determinar considerando las acciones de las fuerzas en
los conductores producto del flujo por la corriente.
(31)
Esta igualdad es cero cuando el sistema esta balanceado

256 257
Considerando las ecuaciones (7.32) que expresan los voltajes en términos de los flujos
enlazados y las corrientes y la igualdad wT wt Z r (velocidad de giro del rotor), la relación
para que torque eléctrico es: 7.9. Circuito equivalente de la máquina síncrona

La existencia de los ejes ficticios directo y en cuadratura permiten modelar eléctricamente


3 ª§ wId wI wI · º
Pt «¨ id  iq q  2i0 0 ¸  Id id  Iq iq Z r  id 2  iq 2  2i0 2 Ra » (7.36) las variables del estator a través de la resistencia del estator y las reactancias del eje directo
2 ¬© wt wt wt ¹ ¼ y en cuadratura.

Donde conceptualmente: Particularmente, si el rotor es de polos salientes las reactancias en ambos ejes son diferentes
§ wId wI wI · y su cálculo supone un desarrollo complejo como el presentado precedentemente. En el
¨ id  iq q  2i0 0 ¸ representa la tasa de variación de la energía magnética en la rotor cilíndrico, sin embargo, se define una única reactancia: Xs=Xd=Xq por lo cual es
© wt wt wt ¹
posible establecer un circuito como el de la figura 7.13.
armadura
Id id  Iqiq Z r corresponde a la potencia transferida a través del entre hierro Re Xs
i d
2
 iq 2  2i0 2 Ra representa las perdidas de potencia en la armadura
I

E
V

Figura 7.13. Circuito equivalente por fase de la máquina síncrona.

A partir de la figura se define:

E Ler ·I r ·Z ·sen(Z t )
(7.37)
N e ·N r
Ler
R

Donde:
E es la tensión inducida de la máquina
Re es la resistencia en los enrollados del estator.
Ler es la inductancia mutua entre rotor y estator.
Ne, Nr son el número de vueltas de los enrollados de estator y rotor respectivamente.
R es la reluctancia del circuito magnético.
Ir es la corriente rotórica (de excitación).

En el caso de la máquina operando como generador se tiene:


G G G G
E Re ·I  j· X s ·I  V (7.38)

258 259
El diagrama fasorial correspondiente se muestra en la figura 7.14. E·V (7.40)