ARQUIVO NACIONAL
BR RJANRIO.TT.O.IRR.PRO.55
Processo SECOM n° 31.579
17/09/1966
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rincipiado em:
Terminado em:
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Senhor Ministro
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CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ
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ANEXO NQ 1 - 22 Set 66
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SECRETO
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SECRETO 6
ANEXO nfc 2 - 22 de setembro de 1966
HüSPOSTAjAO PEDIDO DE BUSCA n*> Z*0/66-S/2, DO §R DELEGADO DE POLÍCIA
DE BAHUERI: Em 16 de setembro de 1966. Em atgnçao ao seu pedido de //
busca nc Zj0/66-S/2 informo-lhe que com diligencias feriam de ser fei
tas na Capital , solicitei o concurso, como alias ja deve ser de seU/£
conhecimento, de um investigador da Chefia /la Zona Oest#e, o qual, apos
diligenciar, forneceu-no § o seguinte relatorio: ''RLLATOHIO - Ao Senhcr
Doutor Delegado de Município de Barueri - Em cumprimento a vossa ordem
verbal, informo-vos que, procedendo investigações em tc^rno do que exls
te de fato com a motoniveladora d$ Prefeitura do Municipio de Barueri*
conçlamos o seguinte): I - Essa maquina foi para oficina Guarani situa
da a alameda Santo ámaro 6;3 de propriedade do senhor i>lois Frelsinzêr
para conserto de Z| dentes d^ coroai* no enta,ntio pela exiguidade de espa
ço gli existente o proprietário sr Àlois nao aceitou a maquina, segun
do ele informou, a qual ficou em um terrenc em /rente deixada pelo Sr.
Felisberto Santiado que dirigia, entao funciona-lo dessa Prefeitura. /
Tempos depois sem que estivesse consertada, a maquina foi retirada coo
aatorizaçao da Prefeitura, sem que o sr Alo^s nos apresentasse essa au
torizaçao, po^s alegoíi te-la perdida, que nac^ se lembra quem eram ais
pessoas que la estiveram e que retiraram a maquina, mas que poderia re
conhece-las as visse novamente; que essa maquina deu entrada na Ofi
clna Arma c Maquinas Pesadas Ltda de proprèedade do sr Armando, a rua
Camposa Sales 595 em,Santo Amaro, isso a ceraa de um ano, apresentada/
que foi pelo Sr ândre Atanazin como sendo de sua propriedade, conforme
declarou o sr armando, o qual poderia, digo, procedia a retirada e re-
posiçoes de peças sem nhnhum embargo. II Quanto aos quisitos <^o doeu-/
mento secreto &0/66-S/2: a) A maquina de fato existe- b) A maquina //
pertence a Prefeitura, a cerca de 5 anos - c) £ maquina tem conserto /
com custojauito elevado, o ganhador da concorrência orçou-o em treze e
meio milhões„de cruzeiros, d) A maquina foi recolhida a Oficina Guara
ni para conserto de Í4 dentes quebrados da coroa, no entanto podamos ve
rificar que a carcaça da caixa de cambio estaca trincada e tambem algü
mas outras peças avariadas, e) Atualmente a maquina encontra-se na ruâ
Campos Sales 595 em Santo Amaro, o motivo supoe-se que seja paja re-/
forma, visto o edital £o DO de 30 Ago 66 e 31 de Ago 66. f ) A Camaray
Municipal de Barueri nao v/>tou lei autorizando a venda de peças da máç
q^ina. III- Os paaus da maqiyLna estão colocados na mesma, pgr indaga-/
çoes^fomos j^nformados que ha fp^ta de peças no complexo mecanicc^ que
compoem a ^aquina, no entanto iso na sua montagem e que se poderá deter,
minar o numero e natureza dessas peças. Quaaito ao documento $5$, a caF
caça do cambio foi soldada, ainda que no dizer de alguns mecânicos on
de ela se encontra atualmentep,9 serviço não corresponda as necessida
dgs. Documento 66l, correspondje a reforma de peças das discriminadas 7
nao conseguimos localizar dois volantes. Documento 665, foram executa4
dos, porem nas mesmas peças podem s^ notar outros defeitos. Esses repa
ros foram faltos a mando do sr Andre Atanazin que se apresentava como
o dono da maquina tendo assim acesso a raestnajia oficina onde estava,ou
trossim inf,ormo-vos que procedendo averiguações a respeito^da pessoa 7
do sr Andr^ no local onde o mesmo trabalhava na Av Conceição 3008, Ja-
baquara, la fomos informados que o mesmo falece# a cerca de J meses.Po
demos, digo, Pelos lugares onde passamos, na^ nossas indagações, toma
mos conhecimento de que as pessoas abaixo> la tambem estiveram, rela-/
cionadas, direta ou indiretamente com a maquina motoniveladora da Pre
feitura Municj^al de Barueri, são elas os Sr Felisberto Santlado atual
meaate funcionariç Municipal de Carapicuiba. Llzaouro Nomura vereador 7
licenciado da Camara Municipal de Barueri, e contador da Prefeitura./
Ten Josias de tal, Sr Mario de Dominicis, Narciso Cezar motorista da
Prefeitura- quanto a razao porque foram procedidos os reparos constant
tes dos documentos numerados acinja, ge a finalidade er^^J^^nsertar
apenas quatro dentes da coros, nos nao sabemos, o c ~
de municipal ou outra pessoa a determinar aqueles/
se podera apurar em processo regular. ,Era o que tii
tenciosamente (a) Rubens Moral (*uèiros Investigadf
Zona Policial Oeste11.
SECRETO
SECRETO ?)
COPIA DOS
DOCUMENTOS REFERENTE AO PREFEITO DE BARUERI
Sr ADONAI D:, ALfoEIDA SILLOS
SECRETO
SECRETO /a g l
Complementando o Relatorio
01/66, passo a informai os fatos
do citado relatorio ate a presente data:
- Bste Comando através do Oficio datado de 8 Jun 66
do Sr JOSE MARIA BALIEIRO Vice Presidente da Camara Munici
pal, recebeu em dupla via um relatorio com 22 folhas (acom
panhado de uma pasta-dupla via com Co^pia de 7U documentos)
contendo as comprovaçoes do oficiante acerca das irregula*
ridades imputadas ao Pref eito Municipal de Barueri, Sr ADO
NAI DE AIMEIDA SILLOS. Uma via do relatorio acompanhado de
uma pasta com os documentos, foi ermiado em 1U Jun 66 ao
Sr Coronel Comandante da Guarnição de Quitauna, e a outra/
via esta arquivada nesta Unidade;
- Foi recebido o oficio nC l88/66-10Í4/l8/5c de 7 Jun
66,do Sr CONSTANTINO CAMARGO, Presidente da Camara Munici
pal de Barueri, dando ciência que esta providenciando os e
lementos solicitados no oficio n£ 238-Sec de 2.U Mal 66 //
deste Comando (citado no REI)
- Em ofiMo ne 197/66-113/18/5* de 17 Jun 66 do Sr
CONSTANTINO CAMARGO êste Comando foi informado que a Cama
ra Municipal de Barueri vai assinar um contrato com a fir
ma SOCIEDADE TÉCNICA DE ATUARIA e REVISÃO CONTÁBIL (vence
dora de concorrência publica), a fim de que esta faça um
levantamento minucioso das contas do Prefeito Municipal re
ferentes ao Exercicio de 1965. Nesse mesmo oficio é coloca
do à disposição das autoridades militares os arquivos e do
cumentos da câmara Municipal^
- Foi entregue*^ à êste Comando uma copia do requeri
mento nc 1*5/66 (com U folhas), datado de 10 Jun 66, dos ve
readores da oposição ao Prefeito Municipal, solicitando ao
Presidente da Camara empenho no sentido de examinar as con
tas do Executivo e responsalhilizando-o pela não convocação
de Sessões da Camara, apo"s a Sessão Extraordinaria de 19 /
Mai 66, Sessão esta que dado ao não comparecimento do Pre
sidente da Camara e dos 6 (seis^ vereadores que apoiam o
Prefeito, o Presidente era Exercicio da Camara solicitou à
êste Comando a instauração de um IPM na Prefeitura;
- Informo ainda que a Camara Municipal é composta de
13 (treze) vereadores e os 6 Cseis) que integram a Oposi-/
ção ao Prefeito são: JOSE* MARIA BALIEIRO, ISAIAS P.SOUTO ,
DEC10 QUEIROZ, GUILHERME GUGLIELMO, ROQUE BARLLETA e JOÃO
VILA LOBO QUERO;
- Através do oficio nC 90/TDE de 21 Jun 66 do Chefe/
da turma de Diligências Especiais da Delegacia Regional do
SECRETO
SECRETO
-k -
SECRETO
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- 5-
SECRETO
SECRETO
- 6-
SECRETO
SECRETO
-7-
secreto
SECRETO
- 8 -
SECRETO
SECRE i O
- 10-
Pedido de informaçao
Bxmo Sr presidente Nr<y^'?|Sv^
Os vereadores infra-assinados, com base Tier"regimento In
terno, requerem à V Excia depois de ouvido em plenário, seja ofi
ciado ao Senhor Prefeito Municipal solicitando as seguintes infor
mações:
ic. Quantos servidores municipais tinha o quadro da muni
cipalidade *> {Ate 26/3/65).
2£. Funcionários nomeados e contratados quantos foram re
colhidos ate a presente momento?
3C. Nomes, data de seu recolhimento e quanto percebem men
salmente?
Alguns funcionários novos foram demitidos. Quais? ...
Quanto percebiam?
5C. Quanto atingia a folha de pagamento no mes de abril /
dos efetivos e contratados?
6c. Quando foi iniciado a 5& Legislatura, quais os funcio
nários efetivos e quais os contratados e quais os seus vencimentos?
7e. Somente os funcionárias novos efetivos e contratados
qual e a despesa mensalmente com a folha de pagamento?
8c. Pretende 0 Executivo ainda recolher mais. Quantos ?
Sala das Sessões, 19 de novembro de 1965
RESPOSTA CONFORME OFICIO NC 29/65 do Sr Prefeito
Requerimento 73/65 - 0 roí dos serviçoes municipais dà
Prefeitura Municipal de Barueri ate 23/3/1965 e respectivos venci
mentos constam, s.m.j. das folhas de pagamentos do mes de dezembro
de 196 /4., que foram eníiados juntamente com todos os comprovantes/
e balanço encerrado em 3 I/I2/6 I4.entregue à câmara Municipal de Ba
rueri , dentro do proazo estipulado pela Lei Orgânica Municipal. A
contratação de outros em epocas posteriores foi feito com fundamai
to no Artigo 52 da Lei Orgânica dos Municípios.
19 - IliFOuME NC l\2/60S /2 de 26 Ago 66
Consta que vereadores da oposição da Camara Municipal de Barue
ri, em número de seis estao pleiteando uma renúncia total, em vis,
ta das arbitrariedades cometidas pelo Prefeito, Sr ADONAI DE AL-/
MEIDA SILLOS, e já informadas à esses Comandos.
20 - ITFQ.l-E nc 1:5/66-3/2 de 26 Ago 66
Consta que o Prefeito de Barueri, Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS
anda falando na cidade para amigos que não vive "puxando 0 saco"de
oficiais no s quartéis e que já conseguiu tirar o Cel FIUZA do Co
mando do Grupo Bandeirante", bem como 0 Sr Juiz de Direito.
SECRETO
»R2 I A I 0 H I 0-
Os crimes de responsabilidade dos PRHFEITOS
MUNICIPAIS estão definidos na Lei na 3.528, de 3
de janeiro de 1.959 (LEI FâmSHALMDOC.JT« 1) e que
podem aqui dentre outro3 serem citados os seguin
tes i
a) - 2 - Negar execução &s leis federais,ejs
taduais ou municipais;
b) - 8 - Recusar-se aos documentos públicosj
c) -10 - Estabelecer ou subvencionar cultos
religiosos, sem pre juizo de colabo
ração reciproca em prol do interâsse coletivo na
forma da Lei, ou lhes embargar o exercicio}
d) -12 - Omitir ou retardar dolosamente a
publicação das leis e resoluçoes
da Câmara dos Vereadores, ou deixar de prestar-lhes
dentro de 20 (vinte) dias, as imformaçoeo que 30li-
citarj
e) -14 - Exceder ou transportar, sem autori
zação da Câmara dos Vereadores, as
verbas do orçamento, bera como realizar o seu extÔr-
no ou infriíJLr disposiçoÕ3 da mesma lei;
f) -15 - Ordenar despesas imo autorizadas
por lei ou sem observância de suas
prescrições;
g) -16 - Abrir crédito em desaoônJo com a
Lei ou sem as suas formalidades.
Como se vê, ê crime de responsabilidade do
Chefe do Poder Executivo estabelecer ou subvencio-
nar cultos religiosos* omitir ou retardar dolosamen
te a publicação das leis e resoluçoes da Câmara dos
Vereadores, ou deixar de prestar-lhes dentro em 20
dias as infoxmaçoÕ3 solicitadas; exceder ou trans
portar sem autorização da Câmara, as verbas do or
çamento, bem como realizar o seu extômo ou infrin
gir disposiçoõs legai3 e ordénar despesas nao auto
rizadas por lei ou sen observância de suas prescri
ções.
-Folha
Como ficou dito, os crimes de responsabilida
de dos Prefeitos f^unicipais são os estabelecidos na
mencionada Lei Federal ns 3.528,
0 PRESENTE RELATORIO TEM POR FINALIDADE DE
MONSTRAR 03 CRIMES DE RESPONSABILIDADE DO SENHOR
PR3F ’ITO MÜNICIPAL DE BAHÜERI e, que resumem-se no
que se segue.
1* (DOCUMENTOS 2. 3. 4. 5» 6. 7 e 8)
Para o devido esclarecimento do crime de res
ponsabilidade no que se refere à abertura de credito
adicional sem o revestimento das formalidades estatui
das na LEI FSDERAL4320, de 17 de março de 1.964 que
traça nomas gerais de direito financeiro para elabo
ração dos orçamentos e balanços da Uniao, dos Estados,
dos Municipios e do Distrito Federal, é citada m le
gislação especificat
"Art. 43 — A abertura de créditos suple
mentares e especiais depende
da existência de recursos disponiveis para ocorrer à
despesa e será precedida de exposição justificativa.
§ 1« - ....
I - ....
I I - .....
§ 22 — . . . . . . .
§ 3* - Entende-se por excesso de ar
recadação, para os fins dêste
artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas
mês a mês, entra a arrecadação prevista e a realiza
da, considerando-se, ainda, a tendência do exercicio.
§ 4® - Para o fim de apurar os recur
sos utilizáveis, provenientes
de excesso de arrecadação, deduzir-se-á a importância
dos créditos extraordinários abertos no exercicio.
Pelos documentos números 2,3,4,5,6,7 e 8tobser
va-se oue o sr. Prefeito Municipal não cumpriu as exi
gências da Lei n» 4.320;
Não cumpriu o disposto no artigo 82 da Lei n»
1, de 18 de setembro de 1947 (Lei Crganioa dos Munici
pios), quando diz*
"Artigo 82 - Nenhuma despesa será ordena
da ou satifeita, sem que
exista saldo de verba ou credito votado pela Câmara".
Não cumpriu o estabelecido no artigo 243 da
Eeselução n» 5» de 7 de agosto de 1961 (Regimento In-
terao-Doc. a® 8) da Câmara rtunicipal que preceituai
"Artigo 243- Nenhum encargo será criado
pela Câmara, ao erário muni
cipal sem que especifiquem nas respectivas leis os re
cursos hábeis para atender ao valos das despesas" •
Não cumpriu o artigo 43 da lei aft 4*320 que
prevê para abertura de créditos suplementares e espe
ciais a necessidade da existência de recursos disponi
veis para ocorrer a despesa e que 3erão precedidos de
exposição justificativa,
Nos documentos anexos observa-se ainda inúme
ras irregularidades, ou sejam:
a) Autorização ao Executivo para abrir
crédito sem prever os recursos hábeis;
b) Concorrência administrativa, quando o
legal ê publica;(
c) Nas leis de créditos suplementares ou
especiais não consta a importância pa
ra a abertura de créditos;
d) A menção de recurso como "excesso de
arrecadação" está em desacordo com a
Legislação, pois, ê necessaria a expo
sição de motivos, apresentando os indi,
ces de direito se realmente existe o
excesso,
A Lei a* 4# 320, tão oportunamente posta «a vi-
gÕr, vem de encontro as necessidades da regularização
dos poderes constituidos naquilo que diz respeito &
administração, pois, coloca um paradeiro aos demandos
das Casas legislativas e Prefeitos Municipais ao con
cederem subvenções e auxilios, autorizarem despesas
sem os devidos recursos# Agora, realmente, sé se pode
gastar aquilo que se arrecada.
Pela Lei nâ 4«320 não existe possibilidade de
serem executadas leis que não apresentem os recursos
hábeis para atender as despesas legais*
Os documentos 2,3,4,5,6,7 • ® provam cabal
mente a infração do Executivo no presente caso,
(eri
-folha ns
4 .(DOMENTOS NSg. 28.29.30 e 31)
% * (POCirTBNTO N8 32)
Pelo documento n® 32» constata-se o pagamen
to de C 100*000 à IOEBJA N033A 3ENB0SA DA3 GRAÇA3
DO JARDIM BluLVAl. Ê dispensável qualquer comentário*
Os documentos de números 33, 34 e 35 anexos,
levantam duvidas por inúmeras circunstancias, Tra
tam de deoapropriaçeõ de terrenos e abertura de ore
ditos.
Em 6 de julho de 1965* foi apresentado o pro
jeto de lei n*> 45/65 (Doo. n® 33) o transformado em
lei desapropriando os terrenos constantes dos lotes
nfis* 58,59#60t38*39*40 Q de propriedade do ar*
Emilio Guerra, medindo 1*507 metros quadrados e uma
área de propriedade da firma MINEBRA MXHBBXOS BRA3I
IEIE03 S/k ou quem de direito*
Como ne vê duae áreas de terras.
0B.,2JRVAC05a8
1 — desapropriação de duas áreas de ter
ras,
2 - pelo artigo 4fi nota-se que as despe
sas correrão por conta das verbas
próprias do orçamento» o que presumia
se que em 6 de julho existia verba
orçamentaria.
Agora, o que acontece, é que em 20 de agôeto
de 1965 (Doc*34-projeto de lei a» 55/65)* o sr* Pre
feito encaminhou à Câmara o projeto de lei nô 55/65*
solicitando a abertura de um credito especial na im
portância de Cr$ 13.000.000 (treze milhões de cruzei
ros) (Doe* n* 34) para pagamento da desapropriação
dos lotes 58,59*60*33*39*40 e 41* de propriedade do
sr* Emilio Guerra. Apenas para a propriedade do sr.
Emilio Guerra* Ssseprojeto foi retirado pelo 3r.Pre
feito o, cinco dias ap<5s a apresentação do citado
projeto nfi 55 e retirada do memo, ou seja, em 25 de
agfisto de 1965* o sr. Chefe do íxecutivo, envia à
Câmara o projeto de lei n* 59/65 (Doc*na 35) trans
formado em lei pelo 3r* Profeito e solicitando a
abertura de um credito na importância de Cr# .......
32*268*156 sendo que para pagamento da desapropria
ção, objeto desta argumentação, consta a importância
de 0$ 8*288*500.
Além das duvidas quanto a abertura dos crédi
tos solicitados dada a diferença de importâncias*exi£
te o crime de resposabilidade previsto na Lei 3528,
considerando que em 6#7« 65» não existia verba no orça
mento para atender a lei sancionada pelo sr. Prefeito
e» ainda mais, as leis de desapropriação e abertura
de crédito contrariam frontalnente a Lei n» 4.320.
APRECIAÇÃO CrERAL
x Çf l c MA 8 íl§l)eAf}^ U IRlosiçoes
1,079 de 10 de Abril de 1950 „ que define os crimes de
responsabilidade o regula o respectivo processo de julgamento o
ArtíXfi - Sfvo crimes do responsabilidade doo Prefeitos Municipais?
1 - atentar contra a Constituição da Heptfallca ® a do respectivo
Betado
2 - negar <tr.ecuçao ás leis federais* estaduais ou municipais?
3 - incidi?; nas infrações prevista,<9 nos artigos 312 a 327 do Códl
go PeiVíl;
4 - praticar qttnlquer do?? atos punidoe na o legislação federai, so
bre elelcore e sobre defesa do Eatndo e de ordew política e 80
ciai;
5 - impedir 5 por qualquer melo* o efeito doe atos5 mandados ou-
dectsoee do l-oder Judiciário ou negar-H7.es cumprimento no que
dejjendex’do -leroício de auas funções?
6 «* obstar* de cjjalquer ir.odo, ao funcionamento regular de serviço
publico da Vuiao ou do Betado s que executado diretamente * quer
por via de conofssâo;
7 - opor-se às i.dens emanadas de autoridades federal ou estadual?,
no exeroioic da respectiva uompetenoàa?
8 - recusar-se ros documentos mfblicos 9
9 * criar dist-nçoeR entre brasileiros ou preferencias em favor .de
uns contra outros Estados ou Municípios*
10 - estabelece: ou subvencionar cultos religiososv u m prejuízo de
oolat>oraç£V.i recíproca em prol do interesse coletivo na forma -
da Lei* or lhes embargar o exercício;
11 - opor-eeç .:lretemente? por si ou subordinados,, ou em concerto ~ t
cora outro! autoridades® ao livre exerc-íoio da Gamara dos~Verea
dores;
12 - omitir ou retardar dolosamente a publicaçáo dae leis e reeolu-
çoes da (finara dos Vereadoresf ou deixar de prestar-lhes dentro
em 20 (víi.te) diaa* as infcxmaçoés que solicitai1;
13 - nao apresentar à Gamara dos Vereadores9 nos prazos da Lei * a -
proposte ie orçamento ou contas documentadas* relativas a© exer
ciclo ar/.erior* bem como nao lograr aprovação das mesmas eonfeaet
por mo tire de emprlgo ilícito dos dinheiros públicos?
14 - exceder ou transportar« sem autorizaçao da Gamara dos Verea do»
reaf ei verbas do orçamentop bem como realisãr o seu externo -
ou infringir disposição da mesma lei;
15 - ordonay despesas náo autorizadas por lei ou sem obaej
de suts' prescrições;
lú - abrir t-edito e& desacordo a%m & lei ou ooui a» âft
dr/Iec; ~ '
17 - odBtrair emprostimos* emitir apaLiceSj ou efetuar- ©peraça o de
codito sem autorização legal 3
18 * deixar de oumprlr obi'igaçao prevista em lei fedex*al píira apli
cação do arte 15 *§ 49* da Constituição da Republica*
19 « negligenciar a arrecadação das rendas 9 impostos e taras 3 too»
como a conservação do patrimônio nunicipali
20 - alienar bens municipais „ arx*endá~los ou dá-los em comodato»
sem permissão legal ou empenhar x'enda publica, sen que pjrooe
da autorização dos poderes competentes«,
21 - utilizar-se* em proveito próprio ou de terceiros de bens p^-
bllCOS}
22 - servix^-ae de autoridades(bo)sob sua auòordin&çào para pxatlear
abuso de poder* ou tolerar que essas autoridades o pratiquem
oem repressão sua;
23 - violar qualquer direito ou garantia individual constante do
artigo 14-1 da Constituição da República ou de lei oomplenum-
tar do art o 1*>7 da mesma Constituição*
24 - expedir ordem contraria à disposição expressa em lei ,
2*5 - ausentar-se do Município 'sera licença da respectiva ciwara, 'xoq
casos prescritos em lei estadual ou municipal t-, bem como per-'
manecer fora do território de sua jurisdição por mais tempo
que o oonoedidoj
26 - proceder de modo incompatível oom a dignidade, a honra e o
decoro do cargoo
Art o 22 ~ Cs crir.es definidos neste, lei» ainda quando simpleeme»-•
•
te tentados9 são possíveás da pena de perda do cargos iom
inabllitação até cinco anosf para $ exercício de qualquer funçãoo
Parágrafo Único - A imposição d * pena referiia neste arti
go não exclui o processo <=> julgamento do acusado por crlae^conm pe
rante a justi ça ordinária* nos tertaos âas leis processuais o
Arto 3e - Os Prefeitos Municipais serao processados e julgados9 nos
crimes de responsabilidade t. pelo modo previsto na Consti
tuição -3 nas leis estaduaÍ3 o
Art « 4â - Nos Estados , onde as Cor.atltuiçoes ou as leis orgânicas
não determinarem o processo nos crimes de responsãbllidade
dos prefeitos«ohservecp^se^ão, par,, os respectivos atos, mo que lhe
for aplicável e enquanto perdurar a.comissão do legislador competen-
têtas non&atà» ^estabelecidaé na Lei n® lo0799 Ge 10 de abril ãe 1*950 •>
w Parágrafo unieo - QUfUido m o dispuser de outra forma a .Le- ■ ’
gislaoao estadualj o julgamento incumbir^ à Gamara dos Vereadçÿ^f*
que su poâerá proferir sentença oondenatçria pelo voto de doi£^‘
ços des seus membros5e da sentença caberá recurso de oficio ?J*
feito suspensivof, para a 4ssembleia Legislativa0 w
Arto 52 » ssta -kfâi entrará em vigor na data <|e sua publicaçãoe \
Ax*to 62 » KevogaBâf-se as disposlçoos em contrario* v
f BARUERI U
de^ w JÍT'
CÂMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I
PRUCTTIJKA DO IUITICIPIO 33E BAUDEEI
Estado Ag São Paulo
-OdPIÀ AUTENTICA-
!-í." ;
cessários o
Artigo 4 ü ) ~ Esfco Lei ontrai-á en vi:;;or na data <le sua
§ PHEEEITO MUNICIPAL
CAMARA M t ^ 4 CWMrL DE B A R U E R I
m PREFEITURA DO MUNICÍPIO jv» BARUEHI
Estado do São Paulo flSol-
0 PREFEITO MUNICIPAL
João- fcendrcm
CÂM ARA MUNICIPAL DE BARUERÍ
REGIMENTO INTERNO
★
RESOLUÇÃO N.” 5/61 DE 7 DE AG Ô STO DE 1961
A C A M A R A M U N IC IP A L DE B A R U E R I, invocando
o nom e de Deus resolve adotar o seguinte:
REGIMENTO INTERNO
CAPITULO I
DA CAM ARA M U N IC IP A L
1
to nas respectivas bancadas. Km seguida, empossados
os vereadores declarará, in stalad a a Câm ara M unicipal,
passando esta a eleg er a sua Mesa, que d everá servir
du ran te o p rim eiro ano legislativo. P roclam a do o resul
tado, o Juiz E leito ra l con vid a rá os eleitos a assumir os
seus cargos, dando-ihes posse, e, com êsse ato fin a liza
a sua intervenção.
2
§ 3.°) — se nenhum dos candidatos tiv e r obtida
aquela m aioria, realiza r-se-á segundo escrutínio entre
os dois m ais votados, considerando-se eleito o que al
cançar m a io r votação. Em caso de em pate, considerar-
se-á eleito o mais idoso.
“ P R O M E T O E X E R C E R COM D E D IC A Ç A O E LE ALD AD E
O M EU M A N D A T O , R E S P E IT A N D O A LE I E PROM O
V E N D O O BEM G E R A L DO M U N IC ÍP IO .”
CAPITULO II
DA MESA
3
§ 1.°) — A Mesa cujo m andato te rá duração de um
ano, com por-se-á de um Presidente, de um V ic e -P re
sidente, de um l.o S ecretário e de um 2.° S ecretário:
§ 2.0) — Os m em bros da M esa poderão ser reeleitos;
§ 3.°) — ocorrendo va g a de qualquer cargo da Mesa,
a eleição para o respectivo p reen ch im en to só poderá
ser realizad a no expedien te da prim eira sessão ordin ária
seguinte a que se der con h ecim en to d a vaga.
A R T .0 12.o) — As funções dos m em bros da M esa so
m en te cessarão:
a ) — pela posse da Mesa eleita para o exercício
s e g u in te ;;
b ) — pelo térm in o do m an dato;
c ) — pela m orte, renúncia oú perda de m andato.
ART.o l3.o) — N enhum a proposição que m od ifiqu e os
serviços da S ecretaria da Câm ara, ou as condições de
seu pessoal, ainda m esm o que seja com o em enda ao
P ro je to de L e i orçam entária, poderá ser subm etida a
deliberação do plenário, sem p arecer da Mesa, que terá
para isso, o prazo im p ro rro g á vel de dez (10) dias.
CAPITULO III
DO PR E S ID E N T E
4
tu ra da ata e dem ais papéis que devem ser apreciados
p ela C âm ara;
b ) — observar e fa ze r ob servar o R egim en to In tern o;
5
1 ) — su perintender a publicação dos trabalhos da
Câmara, evitando o em prêgo de têrmos, expressões e
conceitos an ti-regim en tais;
m ) — rubricar os livros destinados aos serviços da
C âm ara e da Secretaria;
CAPITULO IV
DO V IC E -PR E S ID E N TE
7
CAPITULO V
DOS S E C R E TÁ R IO S
8
b) — la vra r as atas das sessões secretas;
c ) — fa ze r a inscrição dos oradores pela ordem
cron ológica;
d ) — anotar o tem po e núm ero de vêzes que cada
orad or ocupar a tribuna, com unicando-o ao Presidente;
e ) — an otar as respostas que os vereadores derem
na votação nom inal.
CAPÍTULO VI
DOS VEREAD O RES
9
Câm ara, em sôbre-carta la cra d a e que som ente por so
licita çã o da m a ioria absoluta se torn ará pública;
10
§ 2 .°) — quando solicitad a a licen ça no expediente
de um a sessão, poderá ser em possado o respectivo su
plente, se presente estiver;
§ 3.°) — a convocação do Suplente, obedecerá r i
gorosam en te a cla ssifica çã o o b tid a no resultado das
eleições. Nos casos de ausência com provada, im p ed i
m en to le g a l ou recusa p o r escrito do convocado, a P re
sidência con vocará o suplente seguinte da lista.
11
AR T.o 31.°) — O processo de p erd a de m an dato de
vereador, nos casos previstos nas le tra s “ a” , “ b” e “ d ” do
a rtig o anterior, terá in icio m ed ian te p roposta de qu al
qu er verea d or ou representação docum entada de P a r ti
do P o lític o ;
§ l.o) — recebida p ela M esa a representação, será
esta en viad a a Com issão de Justiça e Redação, para
instauração do respectivo processo, assegurado am pla
defesa ao acusado.
§ 2 .o) — a Comissão de Justiça e Redação, sem pre
que con clu ir p ela procedência da representação, fo r
m u lará p ro je to de Resolução nêsse sentido.
§ 3.°) — quando a Comissão de Justiça e Redação
op in ar p relim in a rm en te con tra instauração de processo
sôbre perda de m andato, p rop orá a Câm ara, desde logo,
o arqu ivam en to da representação.
12
A R T .0 33.°) — A perda de m andato de veread or só
poderá ser declarada, p ela Câm ara, depois de aprovada
pelo voto, no m ínim o, de dois terços (2/3) dos V eread o
res que a com põem . (A rt.° 35, § 2.°, d a L e i Orgânica,
com a nova redação que lh e fo i dada na L ei 1406, de
21-12-1951).
CAPÍTULO VII
DOS LÍD E R E S
13
ART.o 37.°) — É da com petência do Líder, além de
outras atribuições que lhe co n fere o R egim en to Interno,
a In d icação dos m em bros substitutos do respectivo p ar
tido, nas Comissões.
ART.o 3 8 .0) —. é facu ltad o aos Líderes, em caráter
excepcion al e a c rité rio do Presidente, em qualquer m o
m ento da sessão, salvo quando se estiver procedendo a
votação ou h a v e r ora d or na tribuna, usar da palavra,
para tra ta r assunto que, por sua relevân cia e urgência,
interesse ao conhecim ento d a Câm ara. A Juízo do P r e
sidente poderá o líder, se p or m otivo pon d erável não
lh e fo r possível ocupar pessoalm ente a tribuna, tra n s
m itir a p a la vra a um dos seus liderados. O Presiden te
p re fix a rá o tem p o destinado ao ora d or que preten der
usar da facu ld ad e estabelecida nêste artigo.
ART.o 3 9 .0) — Sem pre que os partidos políticos, com
representação na Câm ara, con stitu írem coligação in ter-
partid ária, fic a rá esta com a faculdade de in d icar um
líd e r para in té rp re te de seu pensam ento nos trabalhos
L egislativos, gosando êsse L íd e r das p rerrogativas do
artigo anterior.
CAPÍTULO VIII
DAS COM ISSÕES
14
1.® — Justiça e Redação
2.® — Finanças, O rçam en to e Contas
15
ART.o 48.°) — O Presiden te da Mesa, terá o voto
n a eleição das Comissões, mas n ão poderá fa ze r parte
das mesmas.
A R T .0 4 9 0 ) — n o caso de vaga, ausência ou im p e
dim en to de qualquer m em bro das Comissões, o Presidente
da M esa n om eará o seu substituto, escolhido en tre os
representantes da legen d a p a rtid á ria a que p erten cia o
substituído, respeitan do a indicação do líd e r de cada
bancada.
A R T .0 5 o.o) — As Comissões elegerão os respectivos
Presidentes em sua p rim eira reunião, deliberando, nessa
oportunidade, sôbre o dia e ordem de seus trabalhos,
o que será consignado em liv ro próprio.
ART.o 5 i.o _ o s papéis serão entregues as Comissões
por m eio de protocolos, e do seu estudo será incum bido
aquele d e seus m em bros que fo r designado pelo Presiden
te da Comissão.
A R T .0 5 2 .o) — P oderão as Comissões requesitar do
P re fe ito , por in term éd io do Presid en te da Câm ara, e
in depen den tem en te de votação desta, tôdas as in fo rm a
ções que ju lg a r necessárias.
CAPÍTULO IX
DO T R A B A L H O DAS COM ISSÕES
16
A R T.o 55.°) — S alvo deliberação em contrário, as
reuniões serão públicas.
17
c) a prestação de contas do P refeito , rela tiva ao
exercício findo, que con clu irá por p ro je to de Resolução,
aceitan d o-a ou re je ita n d o .a ;
d ) proposições referen tes a m a téria tribu tária, a b er
tu ra de créditos, em préstim os públicos e as que, d ire ta
m ente, m ed iata ou rem otam ente, alterem a despesa ou
a receita do M unicípio, acarretem responsabilidade para
o T ezou ro M u n icip al ou interessem ao créd ito público.
18
A R T .° 62.°) — As Comissões Especiais e de R ep re
sentação com petem as atribuições que lhe ío rem ex
pressam ente con feridas pela Câmara.
ART.o 63.°) — As Comissões deliberarão somente
com a presença da m aioria de seus m em bros e por
m aioria de votos.
ART.o 64.°) — Recebida proposição sôbre qual se deva
m an ifestar a Comissão, o seu Presidente designará, des
de logo, o relator.
19
A R T .° 70.°) — Nas reuniões secretas, deliberar-se-á
sem pre a resp eito da con ven iên cia de ser o assunto nelas
tratan d o, discutido e votado, tam bém , em sessão secreta
d a Câm ara.
20
ART.o 77.°) — O processo sôbre o qual deva pronun-
ciar.se m ais de um a Comissão será encam inhado d ire
tam en te de uma para outra, feitos os registros nos pro
tocolos com petentes.
ART.o 78.o) — Quando um a Comissão pretender que
outra se m an ifeste sôbre a m a téria a ela submetida, ou
com ela se reuna para d eliberar a respeito, seu Presi
dente requererá, no p róprio processo, no prim eiro caso,
ao Presidente da Câm ara, e no segundo entender-se-á com
o Presidente da outra Comissão, designando ambos, de
com um acôrdo, a data em que se realizará a sessão
conjunta.
ART.o 7 9 .o) — Quando o veread or p reten der que uma
Comissão se m an ifeste sôbre determ in ada m atéria, re-
quere-lo-á, sendo o requerim ento subm etido a votação
da Câmara, sem discussão.
ART.o só.0) — é vedado a qualquer Comissão m a
nifestar-se:
21
a questão apresentada, nos têrm os em que se a ch a r fo r
m ulada.
A E T ." 82.°) — Os pareceres serão apresentados por
escrito, em têrm os explícitos, sôbre a c o n ven iên cia da
ap rovação ou rejeiçã o da m a téria a que se reportarem ,
e term in a rã o por conclusões sintéticas.
CAPITULO X
%
DAS SESSÕES
22
$6/ X I
§ l.o) — A Câm ara, para o exercício de suas funções,
reu nir-se-á ordin àriam en te tôdas as segundas-feiras,, com
exceção dos períodos de 15 de Junho a 15 de Julho e de 15
de Dezem bro a 15 de Janeiro, considerado período de
férias.
§ 2.o) — C oincidindo com feriado, dia-santo ou pon
to facu ltativo, o dia da sessão ordinária, esta realizar-
se-á no p rim eiro dia ú til im ediato.
23
CAPÍTULO XI
DAS SESSÕES PÚ B LIC A S
24
A R T .» 96.°) — Qualquer veread or poderá requerer
p rorrogação de prazo de duração de uma sessão, sendo o
seu R equ erim ento subm etido a votação im ediata, não se
adm itin do discussão.
§ ú n ico ) — os pedidos de prorrogação deverão es
p e c ific a r o seu prazo, devendo os fequ erim entos ser
apresentados a M esa até o m om ento de ser anunciada a
O rdem do D ia da sessão seguinte.
A R T .» 97.°) — As sessões ordinárias serão divididas
em duas partes: E X PE D IE N T E e O RD EM DO DIA.
o
A R T .» 9 8 ») — expedien te terá duração de uma
h ora e m eia, sendo a prim eira m eia h ora destinada a
leitu ra da a ta e dos papéis de expediente, e a, hora
restan te aos oradores inscritos para versarem assuntos
de sua liv re escolha, cabendo a cada um, vin te ( 2 0 ) m i
nutos, no m áxim o, na sua vez, observando as seguin
tes norm as:
a ) — se a p rim eira m eia h ora não fo r utilizada
to ta lm en te para o seu fim , a M esa dará a p alavra aos
Vereadores que solicitarem ;
b ) — o prazo destinado ao E xpediente é im p ror
ro g á vel;
C) — é facu ltad o a qualquer orad or inscrito ceder
seu tem po, no todo ou em parte, ao V ereador que se
ache na tribuna, para que term in e explanação in adiável;
d ) — é facu ltad o ao orador, se não tiv e r ultim ado
o seu discurso, requerer ao Presidente considerá-lo ins
crito em explicação pessoal n a m esm a sessão.
e ) — decorrido o tem po do expediente, sem que o
ora d or ten h a podido u tiliza r os seus vin te ( 2 0 ) minu-
25
í> ' . ,
tos de tem po p ara fa la r, p od erá requ erer ao P resid en te
sua inscrição, em exp licação pessoal n a m esm a sessão,
ou, na sua fa lta , com o p rim eiro o ra d o r do exp ed ien te
da sessão seguinte, sem pre p elo tem p o restante, sem
d ire ito de ced ê-lo a ou trem e com p re fe rê n c ia sôbre
os dem ais inscritos;
f ) — as in crições dos oradores p ara o exp ed ien te
serão feita s de próp rio punho, em liv r o especial, em
ordem cro n ológica ;
g ) — qualquer orad or que es te ja in scrito p ara o e x
pediente, não desejando fa z e r uso da palavra, poderá
ced ê-la a outro verea d o r in scrito ou não;
26
ART.o 101.°) — A m atéria da O rdem do Dia, salvo
a concessão de inversão preferencial, será assim dis
tribuída:
1.0) — M atéria de redação fin a l
2 .0) — M atéria de segunda discussão
3.0) — M atéria em prim eira discussão.
A R T ." i02.o) — Esgotada a Ordem do Dia e se ne
nhum V ereador pedir a palavra para E xplicação Pessoal,
ou fin d o o prazo de três (3 ) horas a que se refere o
artigo 93.o, 0 Presidente dará por term inada a sessão.
§ Ú nico) — o Presidente poderá prorrogar o tempo
das sessões, a pedido de qualquer vereador, com a apro
vação da m aioria da Câmara.
A R T .0 io3.°) — Esgotada a m atéria da Odrem do
Dia, o tem po restante dos trabalhos será destinado a
E xplicação Pessoal.
A R T .0 i04.o) — a inscrição para explicação pessoal
será feita, pelo vereador em livro especial, de próprio
punho, observando o disposto na letra “ e” do art.° 98.°.
§ ú n ico) — terão p referên cia para fa la r em p ri
m eiro lu gar os oradores inscritos no expediente e que
não tiverem term inado os seus dicursos, na form a do
disposto na letra “ d ” do artigo 98.°.
A R T .0 i05.o) — Em explicação pessoal o vereador po
derá fa la r durante vin te ( 2 0 ) minutos, versando assunto
de sua liv re escolha.
ART.o 106.°) — A Ordem do Dia só poderá ser alte
rada ou in terrom pida por m otivo de urgência, inversão
p referen cial ou adiam ento, nos dois últimos casos m e.
27
d ian te requerim ento de dois ou m ais vereadores, apro
vado pela Câm ara, não cabendo sôbre êle discussão.
ART.o 107.°) — A u rgência é a dispensa de exigên
cias regim entais, salvo a de núm ero legal, de pareceres
e de duas discussões e votações, para que determ in ada
proposição seja im ediatam en te discutida e vo ta d a até
a sua fin a l decisão.
CAPÍTULO XII
DAS SESSÕES SECRETAS
29
§ 4.°) — as atas assim lacradas só poderão ser aber
tas para exam e em sessão secreta, sob pena de respon
sabilidade c iv il e crim inal.
CAPITULO XIII
DAS A T A S E R E L A T Ó R IO S
30
Expediente, serão som ente indicados na ata com a d e
claração do ob jeto a que se referirem , salvo se a sua pu
blicação in teg ra l fo r requerida e aprovada pela Câ
mara.
ART.o 118.°) — A ata da sessão an terior será sem
pre lid a na sessão subseqüente e não havendo pedido
de retifica çã o ou im pugnação se .considerará aprovada,
in dependentem ente de votação.
§ l.° ) — os vereadores poderão fa la r sôbre a ata
para pedir a sua retifica çã o ou im pugná-la.
§ 2 .°) — se o pedido de retifica çã o não fo r contes
tado, a ata se considerará aprovada com essa re tific a
ção, em caso contrário, o plen ário deliberará a respeito.
§ 3.°) — quando se tra ta r de im pugnação será a
ata subm etida a deliberação do plenário.
§ 4.°) — aprovada a ata, será ela assinada pelo
Presidente e pelos Secretários. Em caso contrário, será
la vra d a nova.
31
w
A R T .0 120.°) — an u alm en te a M esa fa rá ela b ora r r e
la tó rio dos trabalhos da Câm ara.
§ ú n ico ) — êsse rela tó rio , síntese do m ovim en to
anual do legisla tivo , fa rá re fe rê n c ia especial as p rin cipais
ocorrên cias do an o e será lid a n a ú ltim a sessão do
exercício.
CAPÍTULO XIV
D AS PR O PO S IÇ Õ E S
c ) — a n ti-reg im en ta is;
32
§ ú n ico ) — da decisão da Mesa, nos casos dos in
cisos das letras “ a” , “ b ” , “ c” e “ d ” , caberá ao autor
reco rrer ao p len ário até 24 horas antes da sessão o rd i
n ária seguinte, quando será êsse recurso lid o no exp e
diente, na fo rm a dêste R egim en to, devendo ser incluído
na p rim eira O rdem do D ia a ser organizada
33
§ ú n ic o ) — excetu am -se do disposto nêste a rtig o as
proposições assinadas p ela m a io ria absoluta dos V e re a
dores.
CAPÍTULO XV
DOS P R O J E T O S DE L E IS E DE RESO LU ÇÕ ES
b) licen ça do P r e fe ito ;
34
, fé
35
n6/]^v
fo re m apresentadas em endas durante essa discussão, o
p ro je to retorn a rá ao exam e das Comissões Perm anentes,
após o que v o lta rá a O rdem do Dia, para prosseguim ento
da discussão e votação fin al.
§ 5.°) — aprovado em segunda discussão, o p ro je to
de le i será encam inhado a Comissão de Justiça e R e
dação p ara ser fe ita a redação fin al, de acôrdo com o
aprovado.
§ 6 .°) — oferecid a a redação fin a l para sua discus
são e votação, o p ro je to de le i será inclu ído na O rdem
do Dia, não podendo ser oferecid o emendas, a não ser
para ev ita r incorreção, incoerência, con tradição eviden te
ou absurdo m anifesto.
CAPÍTULO XVI
DAS M OÇÕES E IN D IC A Ç Õ E S
V
36
AR T.o 136.°) — R ecebida pela Mesa e lida no expe
diente, a m oção será levad a ao conhecim ento do plenário
na O rdem do D ia dessa m esma sessão, a menos que seja
solicitado o parecer de um a ou m ais comissões.
§ ú n ico ) — dado o parecer, será a moção incluída
na O rdem do Dia, para discussão e votação única.
A R T .” 137.°) — Se a m oção fo r aprovada com em en
da, irá a Comissão de Justiça e Redação, para consignar
n ovo tex to de acordo com o pronunciam ento da m aioria.
38
i) in form ações sôbre trabalhos em pauta ou sôbre
a O rdem do D ia;
j) requisição de docum ento, liv ro ou publicação
existen te na Câm ara, sôbre proposição em discussão;
k) p reen ch im en to de lu ga r em com issão;
1) inclusão, em O rdem do Dia, de proposição em
condições regim en tais de n ela fig u ra r;
m) ju s tific a tiv a de v o to ;
n) votação n om in a l;
o) renú ncia de m em bro da M esa;
p ) ausência de Comissão, quando por outra apre
sentado;
q) designação de re la to r especial;
r) ju n ta d a ou d esen tran h am en to de docum ento;
s) in form ações oficiais.
C A P ÍT U L O X V III
DOS R E Q U E R IM E N T O S S U JE ITO S AO P L E N Á R IO
40
*6 ■)
C A PÍTU LO X IX
D AS EMENDAS
C A P ÍT U L O XX
D A R E T IR A D A DE PR O PO SIÇ Õ E S
41
$V
pronunciam ento con trário de tôdas as Comissões com pe
tentes, e que ainda não tenham sido submetidas a
p rim eira discussão.
§ ü n ico ) — o disposto neste artigo não se aplica
aos p rojetos de Leis propostos pelo executivo ou por
Comissão da Câm ara, sem audiência p révia dos respec
tivos autores.
C A PÍTU LO X X I
DAS DISCUSSÕES
42
artigos, ou artigos, sendo lícito, nêste caso, ao vereador
inscrito, d iv id ir em vários discursos o tem po que dis
puser para tra ta r da m atéria.
CA P ÍT U L O X X II
DOS O R AD O R E S
43
f) ao ocupar a tribuna, o vereador deverá d irig ir
as suas palavras ao Presiden te e a Câm ara, de um m o
do g e r a l;
a) no expedien te;
b) sôbre proposição em discussão;
c) para apartear na form a regim en tal;
d ) ■ pela ordem ;
e) para suscitar questão de ordem ;
f) para encam inhar a votação;
g) em explicação pessoal;
h) para requerim entos, na fo rm a regim en tal;
i) para ju stifica tiva de voto.
ART.o 155.0) — o V ereador que solicitar a p alavra
para fa la r sôbre proposição em discussão, não poderá:
a) desviar-se da questão em debate;
44
A R T .° 156.0) — O Presidente solicitará ao orador, por
deliberação própria ou a pedido de qualquer vereador,
que in terrom p a o seu discurso, nos seguintes casos:
a) se houver núm ero lega l para deliberar e a m a
téria em discussão não tiv e r em regim e de urgência;
b) para leitu ra de requerim ento de urgência;
c) p ara com unicação im portan te a Câm ara;
d ) para recepção de personagem excepcional relêvo,
n acional ou estrangeiro em visita a Câm ara;
e) para votação de requerim ento de prorrogação de
sessão.
A R T .° 157.°) — Quando mais de um vereador pedir
a palavra sim ultâneam ente, para fa la r sôbre o mesmo
assunto, o Presidente con ced e-la-á na seguinte ordem:
a) ao autor da proposição;
b) ao rela to r;
c) ao autor de um voto em separado;
d) ao autor da em enda;
CAPÍTU LO X X III
DOS APARTES
45
§ ú n ico) — O vereador só poderá apartear o orador,
se êste o perm itir.
ART.o 159.°) — N ão serão perm itidos apartes:
a) a palavra do Presidente conform e disposto no
artigo 16, § 2.°;
b) paralelos ou cruzados;
c) por ocasião de encam inham ento de votação;
d) quando o orador declarar que não o perm ite;
e ) quando o orador estiver suscitando questão de
ordem ou falan do pela ordem ;
f) durante as ju stifica tiva s de voto;
§ ú n ico) — não serão consignados os apartes pro
ferid os em desacordo com os dispositivos regim entais.
C APÍTU LO X X IV
DOS PR A Z O S
46
e) pelo prazo de três m inutos, para form u lar ques
tão de ordem ou fa la r pela ordem ;
f) pelo prazo de cinco minutos, para encam inha
m ento de votação;
g) pelo p razo de dois minutos, para apartear;
h ) pelo prazo de cinco m inutos, para ju stifica tiva
de vo to ;
§ 1.°) — o autor e o relator, em cada discussão, po
derão fa la r duas vêzes pelo m esm o prazo a quem tem
d ireito os dem ais vereadores de cada vez, falando, a se
gunda vez, ao fin d a r.se a discussão, p ara prestar escla
recim entos solicitados no d ecorrer dos debates.
§ 2.°) — sôbre a redação fin a l só poderá fa la r um
vereador de ,cada bancada, além dos relatores.
§ 3.°) — é ilíc ito ao vereador, depois de inscrito, ce
d er a outro verea d or em todo ou em parte, o tem po em
que tiv e r direito, fican d o nêste caso preju dicada a sua
inscrição, não m ais lh e cabendo o d ireito de fa la r numa
m esm a fase de discussão, a não ser pelo restante do
tem po a que tiv e r direito.
§ 4.°) — os prazos e suas prorrogações serão con
cedidas em dôbro, quando a m a téria d eva ser discutida
por partes.
C A P ÍT U L O X X V
A D IA M E N T O E V IS T A
47
§ único) — a aceitação do requerimento, que não
sofrerá discussão, será subordinada as seguintes con
dições:
a) ser apresentado durante a discussão cujo adia
m ento se requer;
b) não ser votado havendo orador na tribuna;
,c) p refixar o prazo de “ adiam ento” ou “ vista” , que
não pode exceder de uma (1) sessão;
d) não estar a proposição em regim e de urgência.
ART.o 162.°) — Quando, para a mesma proposição,
fo r apresentada mais de um requerim ento de adiamento,
a Mesa submeterá a votação o prim eiro dêles, por ordem
cronológica, ficando prejudicados os demais.
A R T.° i 6 3 .o) — se a Mesa receber, simultaneamente,
mais de um pedido de vista para a mesma proposição,
porá todos ao mesmo tem po em votação.
§ ú n ico) — o prazo de vista será contado a partir da
data da assinatura no livro carga ou do registro postal
de cópia da proposição enviada.
C A PÍTU LO X X V I
DO ENCERRAM ENTO
48
C A P ÍT U L O X X V II
D ISPO SIÇ Õ E S G E R A IS
49
ART.o 170.°) — O veread or presente a sessão não
poderá excusar.se de votar. Deverá, entretanto, abster-se
de opin ar e de votar em assunto de seu interêsse p a r
ticu lar ou de pessoas de que seja procurador ou rep re
sentante e de parentes até o 3.° grau civil. (L e i N.° 1,
art.° 46.°).
C A P IT U L O X X V III
DOS PROCESSOS DE V O TA Ç A O
b) n om inal;
c) por escrutínio secreto.
50
b ) term in a d a a cham ada, proceder-se-á, ato co n tí
nuo, a ch am ada dos veread ores cu ja ausência tenha sido
v e rific a d a ;
c) ao verea d o r que não responder a qualquer das
cham adas, não m ais será p erm itid o votar;
d ) o Presid en te p roclam ará o resultado e m andará
le r os nom es dos V ereadores que ten h am votado S IM e
dos que ten h am votad o NAO.
ART.o 174.0) — S alvo os casos previstos nêste R e g i
m en to In tern o, as votações serão simbólicas.
AR T.o 1 7 5 .0) — As deicisões sôbre contas e vetos do
P re fe ito , serão tom adas, ob rigatoriam en te, em votação a
descoberto e nom inal. (L e i N.° 1, de 18/9/47 A rtig o 45).
AR T.o i 7 6 .o) — P a ra que h a ja votação nom inal, é
preciso que seja requ erida por um verea d or ao Presidente,
que despachará autom àticam ente.
A R T.o 1 7 7 .0) — a votação secreta, requerida e apro
vad a pelo plenário, será fe ita por m eio de cédulas im
pressas ou d atilogra fa d a s, recolhidas em urna.
§ ú n ic o ) — para essa votação serão escolhidos, pelo
Presiden te, dois escrutinadores de bancadas d iferen tes
e o resultado será proclam ado depois de anotado pelos
Secretários.
DO M É TO D O DE V O T A Ç Ã O E DOS DESTAQUES
C A P ÍT U L O X X IX
51
ART.o 179.°) — As proposições serão sem pre votadas
em globo, salvo as emendas, que, em seguida, serão
votadas uma a uma.
§ l.o) — poderá ser a votação por partes, quando
requerida p rèviam en te e aprovada pelo plenário;
§ 2 .o) — a requerim ento de qualquer vereador po.
derá ser concedida a votação de emendas em grupos,
considerando-se em prim eiro lu gar as de parecer fa v o .
rável e depois as de parecer .contrário,
§ 3.o) — fic a ressalvado ao autor de qualquer em en
da, o direito de pedir o seu destaque do respectivo grupo,
para votação em separado.
ART.o ISO.0) — T erá p referên cia para votação o subs
titu tivo oferecid o a qualquer Comissão.
§ ú n ico) — se houver substitutivo oferecid o por mais
de uma Comissão, terá p referên cia o m ais recente.
ART.o 181.0) — Destaque é o ato de separar parte
do texto de uma proposição em votação, para possi
b ilita r a sua apreciação isolada pelo plenário.
CAPÍTU LO X X X
D A J U S T IF IC A T IV A DE VOT.Q-.,
V
ART.o 182.0) — Ju stificativa de voto é o direito que
assiste ao vereador de esclarecer, depoia da votação de
qualquer proposição, as razões que o levaram a vo ta r
dessa ou daquela m aneira.
§ l.o) — a ju s tific a tiv a deve ser requerida verb al
m ente ao Presidente, ao ser anunciada a votação e antes
de ser proclam ado o resultado.
52
§ 2 .°) — nas ju stifica tiva s de votos os oradores não
poderão exced er ao prazo de cin co (5 ) m inutos e não se
rão aoarteados.
C A P IT U L O X X X I
DO E N C A M IN H A M E N T O DE V O TA Ç A O
53
C A P IT U L O X X X II
DA V E R IF IC A Ç Ã O
54
§ ú n ico ) — ap rovad a qualquer emenda, volta rá a
proposição a Com issão para n o va redação fin al, n a con
form id a d e do vencido.
C A P ÍT U L O X X X IV
D A P R E F E R Ê N C IA
C A P ÍT U L O X X X V
DO V E TO
55
§ l.o) — quando o veto tiv er por fundam ento a in-
constitucionalidade ou ilegalid ad e da proposição, será
encam inhado a Com issão de J u stiça e Redação, para
em itir o seu parecer, dentro de sete (7 ) dias.
§ 2.0) — se o veto fu n d a r.se no interêsse público, o
parecer caberá as Comissões de m érito que tenh am
opinado sôbre a m atéria, e para êsse fim terão o
prazo con jun to de dez (10) dias.
§ 3.°) — se as Com issões referid as nos parágrafos
anteriores não se pronuciarem dentro do prazo previs
to, a Mesa, in clu irá a proposição vetad a n a Ordem do
Dia, independentem ente de parecer.
ART.o 193 °) — A proposição vetad a será subm etida
a um a ú n ica discussão e votação, dentro de vin te (20)
dias, contados da d a ta do seu recebim ento.
§ ún ico) — a discussão far-se-á englobadam ente, e
a votação por partes, quando fo r o caso, cabendo, sem pre
encam inham ento de votação.
A R T .o i94.o) — o veto, ou parte dêle, será conside
rado rejeitad o quando .contra êle votarem dois terços
(2/3 ) dos vereadores presentes.
§ l.o) — rejeitad o o veto, será a lei prom ulgada pelo
Presidente da Câm ara, dentro do prazo de dez ( 10) dias.
§ 2 . o ) — se o veto rejeitad o fôr parte, apenas, de
um projeto, a lei que prom ulgar essa parte fa rá m enção
expressa ao te xto a que p ertencia originariam ente.
ART.o 195.0) — As proposições vetadas, com vetos
confirm ados pela Câm ara, não poderão ser renovadas no
mesmo ano, a não ser m ed iante proposta su b scrita por
dois terços (2/3 ) dos vereadores.
56
C A P ÍT U L O X X X V I
D A T O M A D A DE C O N TA S DO P R E F E IT O
57
v)
§ l.o) — encerrada a discussão do p rojeto e das
emendas, se houver, será a proposição im ediatam ente
votada a descoberto, em votação nom inal (L e i N.° 1, de
18-9-47, ART.o 45.o).
§ 2 .°) - - term in ada a votação, v o lta rá o processo a
Comissão de Finanças para redação fin al.
ART.o 201.°) — Se não fô r aprovada pelo plenário
a prestação de contas, no todo ou em parte, encam inhará
a Mesa o processo a Comissão de Justiça e Redação para
que, através de parecer, indique as providências a serem
tom adas pela Câmara.
ART.o 202) — P ara em itir seu parecer, a Comissão
de Finanças poderá solicitar, na form a dêste regim ento,
o pronunciam ente de qualquer outra Comissão técnica,
que terá, para isso prazo im p rorrogá vel de dez ( 1 0 ) dias,
contados da data que lh e fô r dada vista do processo.
C APÍTU LO X X X V II
DAS QUESTÕES DE ORDEM
58
minando, ainda, que não se faça registro dela nos anais
da Câm ara.
A R T .» 205.°) — Caberá ao Presidente resolver, sobe
ranam ente, as questões de ordem , não sendo lícito a
qualquer veread or opor-se a decisão ou criticá-la na
sessão em que fô r proferid a.
§ ú n ico ) — o Presiden te poderá subm eter a questão
de ordem a decisão do plenário.
C A P ÍTU L O X X X V III
PE L A O RDEM
C A P ÍTU L O X X X IX
D A E LA B O R A Ç A O L E G IS L A T IV A E SPE C IA L DO
O R Ç A M E N TO
59
tabelas descrim inativas da receita e despesa. (L e i N.° 1,
de 18-9-47, Arts. 39 e 58 Ns. 6 e 7).
ART.o 209.°) — O p ro je to de le i orçam en tária será
organ izad a com observância das regras da unidade e
u niversalidade, englobando-se, ob rigatoriam en te na re
ceita, tôdas as verbas e suprim entos de fundos, e, in
cluindo-se, discrim inadam ente, na despesa, as dotações
necessárias ao custeio de todos os serviços públicos e
nêle não poderá fig u ra r disposição que:
a) não corresponda a tributação vigen te:
b) consigne despesa para exercício diverso daquele
que a le i v a i reger;
c) ten h a caráter de proposição p rin cip al;
d ) autorize ou consigne dotação para função ou
cargo e fe tiv o ou não, e serviço e repartição, não criados
an teriorm en te p o r le i;
e) não caiba, diretam ente, na le i de orçam ento.
60
§ l.o) — cada veread or poderá nessa fase de discus
são, fa la r pelo m áxim o de trin ta (30) minutos, com
direito a cessão dêsse prazo.
§ 2 .0) — para falar, terão p referên cia os autores de
em endas e, sôbre êstes, os relatores, observada em am
bos os casos a ordem de inscrição.
61
K jW )
C A P ÍT U L O XL
DA PR O M U LG A Ç A O E PU B LIC A Ç Ã O DAS LE IS E
RESOLUÇÕES
62
§ l.o) — se en ten der que o p rojeto de lei é ilegal
ou co n trá rio ao interêsse público, o P refeito poderá ve
tá-la, no todo ou em parte, dentro do prazo de dez (10)
dias, contados da data em que o receber, devolvendo-o
a C âm ara ccm as razões do veto. (A rt.° 38, da Lei
O rgân ica dos M u n icíp ios).
“ A C A M A R A M U N IC IP A L DE B A R U E R I DECRETA
E EU PR O M U L O A S E G U IN T E L E I-’ .
63
§ único) — quando outra cousa não dispuserem, as
leis, resoluções e regulamentos só entrarão em vigor
trinta (30) dias depois de sua publicação.
ART.o 220.°) — Serão registrados em livros .compe
tentes e arquivados na Secretaria da Câmara os originais
das leis e resoluções, ou provimentos, remetendo-se ao
P refeito, para os devidos fins, as respectivas cópias au
tenticadas pela Mesa.
ART.o 2 21.0) — as ordens do Presidente aos funcio
nários subordinados a Câmara serão expedidas por por
tarias.
ART.o 222.0) — a s representações da Câmara, d iri
gidas aos poderes do Estado ou da União, e os papéis de
seu expediente, serão assinados pelo Presidente, que se
corresponderá com o Prefeito por m eio de ofícios..
ART.o 223.0) — Não é perm itido ao vereador decla-
rar-se vencido na correspondência da Câmara, nem fazer
qualquer outra declaração antes ou em seguida a sua
assinatura, devendo reservar para a ata a consignação
do seu voto.
C A PÍTU LO XLI
DOS RECURSOS
64
§ l.o ) — o con tribu in te que tiv e r reclam ado contra
o lan çam en to de qualquer im posto, taxa ou contribuição,
pelos quais tiv e r sido coletado, e não sendo atendido
pelo P re fe ito , poderá recorrer do despacho, dentro de
dez (10) dias seguintes a publicação na fô lh a o fic ia l ou
com unicação ao interessado.
§ 2.°) — o recurso será in terposto pelo contribuinte
em petição d irigid a ao P refeito .
§ 3.°) — ch egado a Câm ara o recurso, o Presidente
fa rá distribu ir a Comissão de Justiça e Finanças. Estas
m arcarão aos interessados o prazo de dez (10) dias,
p ara ju n tar os docum entos e ju stificações que tiverem
para prova de seus direitos.
§ 4.°) fin d o êsse prazo, as Comissões, exam inando
as razões do recorren te e as inform ações do Prefeito,
darão os seus pareceres, seguindo-se dai em diante os
trâm ites regim en tais comuns.
§ 5.°) — se o P re fe ito , no prazo legal, não enviar o
recurso a Câm ara, a esta se d irig irá o interessado repe
tindo o recurso e ju n tan d o a prova de o h aver in ter
posto tem p estivam en te perante o P refeito.
C A P ÍT U L O X L II
DA CO N VO C AÇ AO E C O M P A R E C IM E N T O DO PR E F E IT O
65
§ 2.°) — aprovada a convocação, nos têrm os do pa
rá g ra fo an terior o Presiden te en ten der-se-á com o P re
fe ito a fim de fix a r dia e h ora para o seu com pareci-
m ento dando-lhe, ao mesmo tem po, ciên cia da m atéria
sôbre que versará a interpelação.
ART.o 227.°) — Quando o P re fe ito desejar com pare
cer a Câm ara e as Comissões para prestar esclareci
m entos, a Mesa designará o dia e h ora de sua recepção.
ART.o 228.°) — O P re fe ito poderá fazer-se acom pa
n h ar de técnicos, se ju lga r conveniente, para prestar
os esclarecim entos que se fizerem necessários.
ART.o 229.°) — N a sessão ou reunião a que com pa
recer, o P re fe ito fará, in icialm en te, por si ou p or in te r
m édio do técnico, uma exposição do ob jeto de seu com -
paracim ento, respondendo, a seguir, as interpelações de
qualquer vereador.
ART.o 230.°) — O P re fe ito durante a sua exposição
ou na fase das respostas as interpelações que lh e forem
feitas, e bem assim os vereadores ao enunciarem as su-s
perguntas, não poderão desviar-se do ob jeto da con
vocação.
C A P ÍT U L O X L I I I
DA P O L ÍC IA IN T E R N A
C A P ÍT U L O X L IV
DA S E C R E T A R IA
DAS D IS PO S IÇ Õ E S G E R A IS
B A R U E R I, FE V E R E IR O DE 1962
70
^OC-U°q
BARUERI
tL>U Oi ; nC
v o a m s m o de
DESPESA
na 685
PHEFSITX3HA ©0 MUNICÍPIO DE BAEÜERI
Departamento da Fazenda
Ordem de pagamento n S _____
PAZ 3 - SR* CHEFE*
X vista do '•’ue consta no processo na
determino o pa;™xmento da inportancia de Cr$ 4*000*000
(quatro milhoês de cmzelros), que onerou a verba n&
Lei Especial nfi de____ de de 1.965.-
do orçamento vidente, conforme empenho na
a SttDâJf — Jociedade Distribuidora de Autonoveia &aci£
nais Itáa*-
correspondente a entrada para aquisição de um automo—
vel maroa Aero-Willys, ncvo, 0 quilômetros, 4 marcha»,
conforme pedido efetuado pela Prefeitura, nas seguintes
condi$ços de pagamento*- Preço total Ct$ 9.455.650 -3n-
trada Gr2 4*000.000 no ato da en%roja e o saldo restante
eu 3 pagamentos mensais sucessivos de C ri 1*818*550»ven
cendo a la paroela 30 dias após a entrega do veiculo o
a ultima dentro de 90 dias da entrega, tudo conforme o
pedido já mencionado*—
Barueriv 19 de Outubro d© 1*965
Assinatura lle:;ivel
Diretor" de iíninisfexçao
IfO VERSO COKTEK 0 oEC-UIS1? »
FAZ1—SR, OHEFSl
Esta despesa foi escriturada às fie.158 do livro Caixa
nfi 22*
Barueri, 23<Af Otrttttors 4e 1*9 C5
Assinado Benedito Santana
tesoureiro
OBSJttYAÇCSs:
Cr$ 4*000*000
Secebi da PREFBITÜÍA DO MüfflClPIO DE BARUERIt
a importancia supra de Cr& 4*000*000 (quatro milhões de
cruseiros), referente a entrada para aquisição de um
auto m r c a Aero- illjs, 0 quilometro, conforme descri
ção no verso.- I para maior clareza firso 0 presente
recibo*Barueri, 19 de Outubro de 1.S65-S0DA2?-Joc* Diotr*
Aut.Macionais Itda*-
OÔFlr, k V t & t t & E J U m A 3ECB2TAKIA DA CÂMARA
WJSI0IPA1 DE BAEUr '3 1*966.
“ »sourelro
CAMARA MUI t l CI E BARUERI
FKE&ST.TQR& DO vmiZlTxQt Dfc 3ARIDSBI
Estado ds São Paulo WÊÈÉÊ
-[!-y,l
Municipal«
Artigo 3í>) - Esta Lei’entrara era vigor na data de sua pu
bli.cação*, revogadas as disposiçoês era contra
rio o
0 PREFEITO MUNICIPAL
Í&*l
-oóriA AUTr,miOA-
-M&PJ^*^.JédS2r
Guilherme de Gugllelmo
Constantino 0amargo
Haul Macayoasi
Copia autenticada pela Oeoretaria da Câma
ra Hinicipal de Barueri, aos 25 de Maio de 1*966»
iã)
>s^M uc dê
-GÔrià AUTDNTICAPA-
-Requerimento «9 5/66-
(Pedido de InformaçoSs)»
è r ite / ^ e ^ d r o n
iro
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARÜERI
Estado de Sao Paulo
OP, Nü 15/6&.- _
Senhor Predidente
Sirvo-me do presente para acusar o recebimento
dos requerimentos e indicações, da egregia Câmara, os quais
passo a responder:-
Requerimento nfi 18/65, de autoria do nobre verea
dor Décio Alves de Queiroz, solicitando informaçoes da enti
dades que recebem ou receberam auxilios desta Municipalidade
até esta data, * Ao senhor Contador* Senhor Prefeito tenho
a informar que as instituições que receberam auxilio desta
Municipalidade foram as seguintes:- Comissão dos Formandos
do Ginásio Estadual de Barueri, e Carapicuiba; receberam e
recebem auxilios desta Prefeitura, o Dispensário Padre Cur-
sino, Dispensário Nacional da Saude e tambem recebem o auxi^
lio a Sociedade Amigos do Jardim Belval.
Requerimento nfi 38/65, de autoria do nobre verea
dor Décio Alves de Queiroz, solicitando informaçoes si os
projetos de leis aprovados pela Câmara foram sancionados em
tempo habil - Ja foi enviada a Egregia Câmara, Copia de to
das as leis homologadas.
Requerimento nfi 36/65 de autoria do nobre vereador
Décio Alves de Queiroz solicitando copias dos Decretos Leis
asinados até a presente data e os que posteriomente forem
aprovados.- Informe a Egregia Câmara. Todos os Decretos
leis homologados de 26/3/65 até 8/6/65.
Requerimento nfi 26/65 de autoria dos nobres verea
dores, AKIRA HASHIMOTO, GUILHERME DE GUGLIELMO, e ARNALDO
R. BITTENCOURT, solicitando providências para que seja ins
talada uma Sub-Delegacia, no distrito de Aldeia. - Sim o sr.
Prefeito agaurda que o ilustre vereador Akira Hashimoto indi^
que o sub delegado de Policia e o suplente.
Requerimento nfi 25/65 de autorias dos nobres vere
adores AKIRA HASHIMOTO, GUILHERME DE GUGLIELMO, solicitando
a instalação de uma Sub-Prefeitura no distrito de Aldeia de
Barueri- Deverá ser instalada ainda este ano.
Requerimento nfi 21/65, de autoria do nobre vereador
Arnaldo Rodrigues Bittencourt, solicitando providências con
tra a empresa de onibus que vinha servindo as vilas Boa Vis
ta, Barros e Porto.- Ao ilustre vereador Bittencourt, infor
me que já tem onibus na linha.
Requerimento nfi 54/65 - pedindo infoimaçoes das
entidades <|se receberam e recebem auxilios desta Prefeitura
neste exercicio:- Verificar - Recebem^o Dispensário Padre
Cursini e o Departamento Nacional de Saúde— Receberam tam
bem a Comissão de Formandos dos Ginásios Estaduais, de Baru
eri, e Carapicuiba, e a Sociedade Amigos do Jrdim Belval.
Indicação nfi 10/65 - de autoria dos senhores ve
readores Isaias Pereira Souto e João Villalobo Quero, soli
citando de3ta Municipalidade um operário, para fazer a lim
peza da rua onde funciona a feira livre, logo apoá o seu
termino.- Já foi providenciado.
Indicaçao nfi 11/65, de autoria do Nobre vereador
Gentil Pires Pédroso, indicando a necessidade da construção
de dois abrigos no Municipio. - Estamos aguardando planta.
Indicação nfi 12/65 - de autoria do nobrewerea-
dor Gentil Pires Pédroso, solicitando providências no senti
do de ser recolhido a esta Municipalidade, o patrimonio de
nosso Municipio, que encontra-se em Carapicuiba
(CONTINUfii
s CONT.DO
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI
Estado de são Paulo
Na 15/65.-
L
/ DS " '
\ y-vami
O PR IM EIR O JORNAL £
SUBURBANO
D A FLORESCENTE
R E G IÃ O DA
B A IX A S O R O C A B A N A
Quinzenário d a s reivindicações dos municípios de S. P A U L O - O S A S C O - BARUERI - ITAPEVI C O T IA - P A R N A IB A Tir. 15.000 Exem plares
N ú m e r o
P IR A P Ó R A . C A J A M A R . C A R A P IC U IB A e J A N D IR A Distribuição Gratuita
Emancipação
Nomeado Nicolettí
Reportagem de
(
Interventor
1
M AU RÍC IO BECHARA )
de Osasco
0 Presidente Castelo Bran de, como é o caso — por licitando dêle o reconhecimen substanciados na forma de tomou posse como interven
co acaba de nomear para exemplo — do Lions Clube lo to aos inestimáveis iserviços serviços públicos e ordem ad tor em Osasco o sr. dr. M a
exercer a interventoria em cal, enviaram telegramas ao prestados por Nicoletti à Re ministrativa, fatores realmen rino Pedro Nicoletti.
SUMÁRIO: Osasco. o e x - prefeito dessa
Cidade, engenheiro Marino
Marechal Castelo Branco, so volução de 31 de Março, con- te ponderáveis para o prestí
gio de uma causa política.
Congratulamo-nos com o
Interventor Marino Pedro Ni
Pedro Nicoletti, que vinha coletti e com a população da
exercendo até o diá 19 de fe POSSE sofrida cidade de Osasco pela
L E IA E V E J A
vereiro, próximo passado, o magnifica escolha do Presi
N ESTE NÚM ERO: cargo de Prefeito deixado va No dia 2 último, às 15 hon dente da República. E temos
go em 14 de julho de 1964, ras, na sede do M inistério a certeza de que Nicoletti,
pelo senhor Hirant Sanazar. da Justiça, em Brasília, pre agora sem a interferência dos
sentes os srs. m inistro Mem vereadores locais na Adminis
São Paulo - A noticia, tornada públ;ca
no dia 25, do mês passado, foi de Sá, titular daquela im tração da seu Município, sabe
A nova L ei Orgânica dos recebida com ampla satisfa portante pasta; o sr. depu rá imprimir à Osasco os ru
Municípios e os R egi ção em tódas as camadas so tado Mário Telles, o sr. Hu mos que farão dessa Cidade
mentos das C âm aras — ciais do Município, em razão go Crepaldi Filho e o sr. o que o seu povo merece:
C A G E S P inform a — João Pessoa de Albuquerque, uma grande cidade.
da notória simpatia que o en
Promoção
genheiro Marino Pedro Nico-
leti lograra alcançar no seio
Osasco da população osasquense, mer U M A D E U M A S ftR IE
N o seu quarto aniversá cê da administração honesta
rio — Nomeado Nico e proficiente que vinha fa
•
letti Interventor
zendo há cêrca de sete meses
Nossa Reportagem, em con
«0 JOIO D0 TRIGO»
B. M. NERY
Bortieri tato com comerciantes e ope
rários locais, poude sentir a
Adonai vítima de Anti- Muito embora estejamos ainda há um ano e meio
opinião pública osasquense,
Progressistas — Elei das eleições municipais, estamos notando uma certa mo
ção da Mesa — P roje verificando serem todos favo vimentação dos políticos que são candidatos' à candidato.
tos — Autógrafos — ráveis a continuação do Dr.
Já se propalam nomes de uns quatro ou cinco cida
Leis — Vetos e P are Marino no poder, inclusive dãos, todos êles candidatos à Prefeito, consoante não sa
ceres — Convocação — para que se efetivasse a «con
Reportagem Im aginária bermos quantas legendas teremos até cutubro de 1967,
- Editais tinuidade administrativa», tão data em que deverá realizar-se a nossa eleição.
frequentemente citada pelo Fala-se de Aylton, fala-se de Almi, fala-se de Ro
próprio atual interventor, e berto, fala-se de Maurício e de Bemvindo, inclusive do
que significa a não interrup
Itapeví ção dos trabalhos já iniciados,
ex-prefeito.
~ Dos cinco primeiros citados, todos êles possuem uma
de construção de pontes, g a certa bagagem de serviços prestados à população, o úl
Constituição da Mesa —
Câm ara. Sessão bolene lerias, jardins, etc. timo, porém, não acreditamos que tenha coragem de en
— ü íício ao Governaaor Antes mesmo de isua esco trar na luta, pois, como tôda a população tem conheci
— Vereador irá licen- lha como interventor, Nico mento, mais não fêz quando prefeito por absoluta falta
ciar-se — Bacharelando
— Prim eira Turm a de letti já era assim chamado de senso de administração. A sua gestão, no nosso en
Formandos — Prêmio pala maioria dos moradores N o clichê, instante em que o Interventor de Osasco, Dr. tender, foi uma calamidade!
da Loteria Federal — de Osasco, tal a certeza de Distribuiu ponta-pés a torto e a direito — , seus ex-
Audiência com o tir. Marino Pedro Nicoletti, recebia cumprimentos do Sr. Co
que o Presidente o tonfirma- -amigos que o digam — , e, no ocaso do seu mandato, fêz
Governador — Reflexos
ría nêsse cargo. Não obstan ronel Vicente Afonso Vieira Ferreira, Comandante do 2» aquele papelão; escondendo a chave da Prefeitura no dia
de uma adntinistraçàu
— Convênio — «O Jôio te, algumas entidades dais em que deveria transmitir o cargo!...
G. C A N 9 « A . A . E E. Além de tudo o que acima expomos, devemos ainda
do Trigo» — Movimen mais representativas da Cida
to Paroquial — <Show» acrescentar que o Sr. Rubens Caramez — , segundo do
Artístico — Os Raspa cumentação constante do arquivo da Câmara Municipal
«0 OBSERVADOR DE BARDE.RI»
dos — O Baile da Sau — , teve as suas contas rejeitadas dos anos de 1962, pela.
dade — Protesto
Câmara anterior e de 1963 pela atual.
ADONAI VITIMA DE ANTI- bana, admirado por várias posição através de denuncias Aliás, não sabemos porque a atual Câmara ainda não
Cotia PROGRESSISTAS latentes das nossas gloriosas
Forçais Armadas, pela sua
caluniosas, intrigas e «fofó-
cas», julgando que poderá
ventilou o assunto, mormente levando-se em considera
ção que dentro da atual conjuntuna político-administra.
Q uarta Sessão Ordinária Désde que assumiu o cargo honradez e pela dedicação que usar autoridades como «tes- tiva, dezenas de ex-mandatários já perderam os seus di
— Eleição da Mesa tas-de-ferro» de sua descabi
de Prefeito,— pela 2.a vêz, sempre devotou às causas pú reitos políticos por terem incorrido em atos de corrupção;
guindado através do vóto li blicas. da ambição! enquadrados que foram nos Atos institucionais números
Todos aquêles que o conhe Contudo, êste «grupo» não
Carapicuíba vre e democrático do povo, ob
tendo uma vitória que não cem sabem perfeitamente que perde por esperar; a verdade
1 e 2. Só aqui, para surpresa nossa, ainda não se pro
curou apurar responsabilidades a fim de banir os possí
Trabalhos da Câm ara —
deixou absolutamente nenhu tudo quanto os seus adversá é como o óleo, sempre vem a veis corruptos!
R eeleição. do Presidente
— Relação do E xecuti ma margem de dúvidas, Ado- rios políticos falam não pas tona, e, quando isto acontecer Vai daqui a nossa advertência a atual Câmara Mu
vo — O que ocorreu em nai de Almeida Sylos vem sa de méra perseguição, mo todos serão desmascarados e nicipal para que procure — , dentro daquele rígido prin
nove meses de mandato sendo vitima das mais tôrpes tivada, talvês, pela inveja das apontados ao povo e as auto cípio de Justiça que tem norteado as suas ações — ,
— IndicaçOes — Muni acusações, numa campanha suas qualidades; qualidades ridades, como verdadeiros ca apurar as responsabilidades de todos, indistintamente,
cípio em Fóco
caluniosa que vem lhe moven estas provadas através da sá- luniadores e subvertedores da a fim de evitar que a laboriosa população de Itapevi seja
do alguns anti-progressistas dia administração que vem ornem. Adonai continuará a ludibriada na sua boa fé.
Jandira de Barueri que, — repudiados desempenhando no município
através das urnas livres pelo Chegam ao cúmulo de se
sua administração honrada e
progressista, o povtf continua
Isto que estamos expondo é apenas o começo de uma
série de reportagem que êste órgão passará a trans
Município se Transform a
— Ato n ' 3 — P lan ifi povo, — tentam galgar algu reunirem em residências par rá a ser atendido como até crever.
cação — Alavanca do ma potsição a custa de menti ticulares ou mesmo em esta aqui o foi, isto é, com toda a Por hoje é só, mas havemos de separar o "Joio do
~**regçgsso — Os frutos ras, de difamações e de sub- belecimentos comerciais tra dedicação e respeito, Barueri trigo’’.
de uma àrdua luta — terfugios. mando contra Adonai, urdindo continuará crescendo, até o
A estação de Jandira —
Projetos de Lei — Edi calúnias, com o intuito de dia em que o «sindicato da ca
tal de Concorrência Adonai, v,tima dêsse ver subverterem as determinações lúnia, formado por êste gru
dadeiro «sindicato da calúnia», da ordem.
reside no município de Barue Êste malfadado «grupo»
po de maus políticos receba o-
prêmio a que fáz j ú s ... O
RECANTO FAMILIAR
ri, há mais de trinta anoa, on- tem os seus nomes conhecido, Despreso dos homens de bem
ALFRED O THOM AZ
Diversos jxerce a função de Oficial' do e, o que almeja é conseguir
Registro Civil e Tabelião; ad
de Barueri!.
Sociais — Esporte — Bom Pizzas, fran gos e churrascos diàriamente.
Humor — Religião — vogado, com o seu Diploma P R O M O ÇÃO
Publicidades — Crôni registrado no Egrégio Tribu Foi promovido, de m ajor Ao tenente-coronel O sval O ponto da elite osasquense.
cas — Poesias — Men nal de Justiça do Estado, íem a tenente-coronel, o grande do, os sinceros parabéns da Rua José Bacarelli, 191 — V ila Campesina
sagens — Conselhos e
Comunicados
nunca ter sofrido siquer uma am igo dos itapeví enses, Os fam ília itapeviense pela pro ------O sasco -------
junição, pessôa benquista pe valdo Corrêa de Andrade, do moção.
lo povo do toda a zona subur- Q. G. da 2.a Região M ilitar.
O S U B U R B A N O Itapevi, 19 de M arço de 1966
Movimento Paroquial
Escreveu:
de Itapeví
OS
Eram duas turmas. Tu r
RASPADO S J. M ESSIAS U
(Moisés Jomelessa-s)
perior. ficavam aguardando ça, apesar de não desejar tdanos'. e verificou que eram
QUARESMA Páscoa o Padre atenderá mas Qoostas que sa respei ordens daqueles para o que demonstrar isso. demasiados.
aos batizandoS até meio-dia tavam. Tanto de um lado có- desse e viesse. Viera para a praça e alí • onvocou a turma, traçou
Tôda quarta e sexta-feira som ente. mo do outro, as fôrças eram Chiquinho acordara mal encontrara-se com alguns de »■squcmas, fêz esboços e a-
da quaresma realiza-se a idênticas, e ambas sabiam Hisposto acuêle dia. Era do- sua turma; conversaram provou planos.
solene Via Sacra na M atriz disso. mineo e como no sábado ti animadamente e, depois de Depois que a «asseniblíin”
às 20 horas. PE. G IO V A N N I VIAJOU H á longo tempo, qualquer nha ido a uma festa, sentia- algum tempo, se dispersa ficou satisfeita com os es
“ V ig o ra 1à lei da abstinên Atingido de forte esgota coisa pairava no ar. Alguns kb como que embriagado ram. tudos elaborados, resolveram
cia das carnes em tôda sex mento nervoso, sob indica se olhavam e procuravam Rapazola de seus treze prá finha a cabeça bem fo r agir.
ta -feira da quaresma. Mas ção médica do Prof. Ventu- «atiçar» uns aos outros. euatorze anos. sentia em seu mada, com uma vasta cabe Olvidiram-se em grupos e
pela nova lei eclesiástica rini, Pe. G iovanni Cornaro, Moleques já crescidos, com xêr. aquela fôrca pujante que leira negra que era o seu or postaram-se em pontos es-
estão obrigados a esta lei valioso Vigário Cooperador seus bisodinhos enfeitando o anima os jovens às aventu gulho de jovem viril. Era tratftKlcos. Cada grupo ficou
as pessoas que completaram da nossa Paróquia desde rosto, para chamar a aten ras. o seu «ch ic». incumbido de f a z e r uma
14 anos de idade até 60- in i agôsto do ano passado, dei ção. Os que não possuiam E aventras era o que mais Avançava êle despreocupa- «raspada».
ciados . xou Itapevi no dia 18 de o clássico rahisco entre as empolgava aquele espírito damente pela rua, assobian 4 primeira conseguiu Ia-
★ Fevereiro, rumando para a narinas, acima do lábio su ainda com sonhos de crian- do baixinho, quando de re le r duas «peladas». Em cada
sua terra natal em busca de pente surgiu, sabe lá de on um fo i feita uma meia lua
PRECEITO PASCAL saúde. Figura simpática tí de, um grupo de rapazooes.
acima da testa. Raspagem i>
O tempo útil para a de zelante de verdadeiro cava- gritando: — «É êste! Segu-
gilete.
lheeiro do Confessionário,
sobriga iniciou com o do
m ingo de setuagésima e vai
até o dia 16 de Julho, festa
deixou um grande vazio no
coração dos que o conhece
O BAILIE DA SAUDADE rêm o-lo!”
Chiquinho se debatia inde
E, assim. Coram os diver
sos bandos. Alguns ousaram,
feso, gritando, e espernean-
de Na. Sra. do Carmo: pra ram em Itap evi. ,A saudade voesar dos protestos das «v l-
no sem resultados. A valen
zo mais ue longo para que da sua pessoa não será fà - Umas», cortarem os bigodi-
todo católico dg fato e não cilmente apagada. Quem
(S a u d a d c ó de Jíapcví) tia dos demais foi suficien
nhos o em seguida fazerem
te para subjugá-lo.
só de nome cumpra o seu mais sofreu pela saída dele uma marca transversal no
Várias pessoas tem me so que marcou época. Fiz esta Seguraram-nos pelos pés e
dever de confessar o co foram as Capelas que por «oflro” cabeludo. Outros f i
licitado para publicar a le paródia para que os partici nraços, enquanto um outro
mungar uma vez durante enquanto ficaram sem a as zeram uma cruz partindo de
tra da paródia da música do pantes do baile pudessem foi, com uma navalha, ras
êste período; lembramos sistência religiosa. Fazemos uma orelha na outra e da
“ Baile da Saudade” de Fran. canta-la: pando seu bigodinho e fize nuca à testa.
que a obrigação é grave. votos de um rápido restabe
cisco Petronio. “ Atenção jsenhores e se ram uns «caminhos de rato» N o fim , todos da turma
Aproveitem por isso os lecim ento de saúde de Pe.
O baile da saudade pro nhoras. todos a postos! Vai vtn sua vasta rabeleira. «oosta haviam sido «sacrifi
paroquianos para cumprir o G iovanni criando-se assim a
possibilidade (aliás muito movido pelo Am érica /F.C. começar o .grande baile da Apesar dos esforços, a cados».
seu dever religioso*em qual
rem ota) da sua volta para de Itapevi- foi um sucesso saudade!” turma fêz o «serviço». Del- O barbeiro teve serviço.
quer um destes dias sem es
perar a Semana Santa. Itap evi ou da vinda de ou xaram-no de tal maneira /Para não ficar**m marcados
O Padre Vigário atendera tro Padre para substituí-lo. Lá, lá. rá, lá- rà, l á . . . que o pobre chorava como resolveram cortar o cabelo a*
às Confissões de manhã o j Rezemos e muito para êste criança, de raiva, é claro! z e r o ).
a noite antées das Missas fim . “ A i que saudades tenho de Itapevi. Depois que a turma fu N o domingo seguinte, hou
ou da V ia Sacra. ★ das valsas qu’eu tocava lá no Itaqui giu, Chiquinho, sob o olhar ve Jôgo no campo do «que-
dos beijos e abraços nas noites de lua dos curiosos e adultos, que
★ Ura-osso». © foram os dois
FELIZ PASCOA ao som dos violões e cantatas na rua. «ao quiseram se intrometer ronãuntos que se enfrenta
SEMANA SANTA Através deste hospitaleiro Já não se tocam mais aquêles sons tão lindos, na «brincadeira», levantou- ram.
Inicia-se com o Domingo Jornal, a congregação Mas dos violões alegres de amôres infindos *ie e rol comunicar ao «che
dos Ramos, 3 de Abril. A culina e Fem inina da Sa evocação divina de vozes canoras fe ” da mesma. Onze carecas de um lado,
bênção dos Ramos será co grada Fam ília de Itapevi dos bandolins alegres e músicas sonoras. <Timbiras» era um rapaz e um raspado com mais dez
mo sempre na Missa das deseja uma Feliz Páscoa às Que saudade da bandinha- do América, Cipe e Portela atlético, muito vivo, de seus ft raspar do outro. A partida
9,30 horas. Autoridades, ao Povo, ao Dos subúrbios de cem réis, das varandas e dos coronéis” dezessete anos, que aava in foi amistosa e. no fini. após
N a quinta, sexta-feira e Comércio, à Indústria, às veja a qualquer atjeta. Foi ao empate que se apresen-
Sábado Santo haverá M is escolas e à tôdas as R eli E aí está a letra da paró que o Am érica em feliz data escolhido como, «ch efe» da rlmas, as turmas demons tra
sa somente à noite no ho giões cristãs de Itapevi r pa dia para àqueles que m e pe féz rememorar as músicas de turma por suas qualidades tava com perspectivas acér-
rário costumeiro. No Sába ra todos Paz e Felicidade. diram e para os que não ti a n tan h o. estratégicas. ram grande valor, eumprii-
do Santo a Igreja será aber veram a felicidade de irem Escreveu: MOISÉS JOME- Ouviu a história do Chi mentando-se com um vibran
ta às 18 horas e no dia de Pe. Romeo Mecca naquele tão delicioso baile LESSAS quinho, pesou na balança os te «H ip-H u rra».
A Diretoria do
Frigorífico Itapevi
Na passagem do 7.o Aniversário da Emanci
Em S. PAULO:
Estrada do Quarenta, 1.100 Rua Benjamin Constant, 42
ITAPEVI - E. F. S. 6.0 andar - Sala 60
Fone: 33-2280
#
Jandira, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO
Técnico da Ferrovia, acredi
A estação de Jandira continua
depondo contra o bom conceito
tamos. que os estudos do
Planejamento das mesmas
3.a e 4.a Lnhas já tenha si
fíeportagem imaginária
do concluído e nessas condi Reportagem, no meu en vulgando somente fatos ve o órgão para o qual escreve
da administração da Estrada de ções a Plataform a faltante tender é tudo aquilo que os rídicos. ou é o seu R edator Chefe
O que foi publicado naquela
Ferro Sorocabana já poderia ter sido construí homens da imprensa trans Infelizm ente, e para des
da, onde de fato deve servir portam para os jornais, pa prazer meu, isto, não se deu sua Infeliz reportagem não
Viajamos nos trens da Es sentam: Duas plataformas as demais linhas assim co ra o rádio ou para a televi com o Sr. Benedito de L i foi dito por ninguém, cons
trada de Ferro Sorocabana cobertas e iluminadas. mo a passagem inferior ou são no fã de esclarecerem a ma- repórter do Jornal edi titui em obra de sua im agi
ficamos conhecendo diversas Porteiras ou Sinais dfl superior de comunicação com opinião pública. Dois fa to tado em Itapeví, "O B R A nação. Nem eu. bem como
obras de arte, as quais exi Passagem de N ivel e Aguo a estação. res existem, é lógico, para a SÃO ” , que, na última edição os meus prezados colegas da
giram o máximo de esforços Encanada nas Instalações Será que a água encanada, realização de uma reporta daquele órgão, transcreveu Câmara Municipal de Ba.
da Administração da Ferro Samitárías. a Porteira ou Sinal na Pas gem: o prim eiro é o fato. e- um artigo sôbre o Jardim rueri, dissemos coisa àlguma
via e de modo geral do pes Pois bem, am igo leitor, es sagem de N ível também es o segundo, obviamente, o en. Berval e os seus represen daquilo que foi publicado;
soal que contribuiu para a sas necessidades perduram tejam de fato, dependendo trevistador ou r e p ó r t e r . tantes no Legislativo, ao tudo foi forjado pela Im agi
realização das mesmas obras. sacrificando e expondo a aci das mesmas 2a. e 4a. L i Após o acontecimento- o en qual eu orgulhosamente per nação do Tal Benedito de
Para exemplo citamos a li dentes aos usuários dos trens nhas? trevistador ou o repórter co tenço, que não representa Lima. cuja finalidade é a de
nha Mairinque-Santos e a da Ferrovia e o que dizer-se Esperamos que esta pu lide os dados e os divulga, e, absolutamente a verdade. confundir a opinião pública
variante Presidente Altino- das pessoas e veículos que blicação possa chegar ao co justamente ai é que reside a Referiu-se, o infeliz a rti com respeito a m im e aos
Evangelista de Souza. em grande número fazem nhecimento dos ilustres e grande responsabilidade do culista. a mim e aos meus e aos meus colegas. Escla
Tendo isso em devida con uso da Passagem de N ível? dignos responsáveis pelos representande do órgão de leais companheiros, oposi reço- a bem da verdade, ao
ta, é natural que nos cause Consta que as mesmas ne bons serviços da Estrada de divulgação que, acima de cionistas ao Executivo de S r . Benedito de Lim a ou
grande espanto as dificulda cessidades perdurarão até Ferro Sorocabana e possa tudo, deve ser uma criatura Barueri. Pergunto à êle: àqueles que influiram em
des apresentadas à mesma quando a Ferrovia conseguir oferecer motivos para medi equilibrada- de conduta re por acaso é crime fazer-se sua mente para que publi
Administração no caso da a construção das 3.a e 4.a L i tações e consequentes acer ta, cônscia de seus deveres e oposição? Não está expresso casse aquilo que sempre agí
estação de J A N D IR A ! nhas! . . . tadas providências. Imparcial. Pois tôda as di na nossa Constituição o d i cem a consciência tranqui
Já não têm conta as quei Admitamos qüe isso este O Jandirense interessado vulgações deverão constitu reito de defendermos o nos la de estar cumprindo o
xas, reclamações e apelos, ja exigindo muito dinheiro e na conservação e no bom ir-se em esclarecimentos à so ponto de vista? Cícou o sr meu dever como represen
no sentido de que a mesma trabalho, mas, aíndsl tendo conceito da Estrada de F er opinião pública, evitando-se Benedito de Lim a o Ato tante do povo de Barueri e
Estação seja dotada dos re em alta conta a capacidade ro Sorocabana. a transcrição de notícias que Complementar n.o 5. Por- não me intim idarei diante
quisitos que as demais apre dos Engenheiros e Pessoal M- Nunes não representam a expres .ventura sabe o Sr. Benedito de ameaças vindas de cria.
são da verdade, ou então de de Lima explanar, em pú turas irresponsáveis que, a-
W W VW VVW W W VW VW W W VW W W M W W VW W W m M WVVW VVM WtHHMM M M
imputações à pessoas de blico ou em recinto privado través de REPORTAGENS
pronunciamentos que não a significação daquele Ato? IM A G IN A R IA S , tentam jo
foram feitos pelas mesmas. Reside o articulista em Ba gar-me a execração do povo
S e c ç ã o L i v r e A meu ver. o homem que rueri ou no Jardim B erval’ que orgulhosamente repre
m illta na imprensa- quer fa. Conhece o repórter a vida do sento nêste Município.
êles dizem “ Adorar a Deus” lada ou escrita, deve situar nosso município? E’ simples- Calunias- difamações e
falando até no meu modo fatos forjados pela im agina
a sua ação dentro dos mais mente acintoso uma criatu
i p s @ tr de trajar.m e, demonstran
do assim uma espécie de
rígidos principio de honesti ra que não tem o mínimo
dade e do respeito devido à conhecimento de determ ina
ção de criaturas irresponsá
veis não me farão mudar o
cobiça. Depois de trinta dias meu modo de pensar.
criatura humana; os que do assunto- imiscuir-se na
o “A n jo de Deus” , com a Continuarei, com os meus
Agradecemos a boa acolhi resolvê-los. Como eu não agirem contráriam ente à ês- vida alheia, e mais, para co
igreja, usaram das armas do leais companheiros, na luta
da por parte de “O SUBUR aceitei a maneira com que tes princípios não são dignos mentar assuntos que fogem
Satanás, mentindo que a co
B A N O ” , grande órgão de di de ocuparem cargos de d i ' completamente aos seus co. pelo engrandecimento de
êle se apresentou, resolveu missão havia ido à minha
vulgação de nossa cidade, então fazer uma visita em vulgação, consequentemente, nhecimentos. Ainda mais Barueri, município a que me
casa. Assim eliminou-me
para declararmos aquilo que casa, pensando que havia devem ser marginalizados do levando-se em consideração propúz defender, rechaçan
com minha família, pratican
é necessários,'como: deixado tüdo muito certo. selo da Im portante classe. que esta criatura se intitula do a tudo e a todos que
do a mais grave injustiça,
Mais uma injustiça na Êste homem que se diz “ A n Aqueles que são ou se in representante de um órgão queiram denegrir aquilo que
sendo que nós não pratica
prim eira Igreja batista em jo de Deus” , não ficando sa. titulam jor n a 11 s t a s- que de imprensa, cujo conceito honestamente tenho e con
mos pecado contra Deus
Itapevi, prom ovida p e l o tisfelto com sua irregulari nem tão pouco contra as ocupam cargos de repórteres para mim o tenho em alta tinuarei defendendo: Os su
pastor Edson José Ribeiro. dade para comigo, revolu e de entre v l s t a d o r e s de conta. Aconselho ao Sr. B e periores interêsses do muni
leis da Pátria.
Edson, com seu modo de ad cionou a igreja, criando as nedito de Lima. se é que cípio e do Povo.
Caros irmãos e amigos, quaisquer órgãos da im pren
ministrar, interveio na m i sim uma comissão, após ha quer cont"nuar no seio da Quer queiram ou não. os
cuidado com êsse mercená- sa, devem ter em conta, aci
nha vida particular, que ver usado palavras que não ma de tudo, as suas sagra Importante classe de jorn a Repórteres Im aginários!
rendo resolver os meus pro se devem usar com nenhum Assinado: das missões de esclarecerem listas. a realizar reporta Assinado:
blemas. que só a mim cabe cidadão, no santuário, que José Pereira Llno a opinião pública- respeitan gens honestas e procurar, Isaias Pereira Souto
do os seus semelhantes e di que é o seu dever, enaltecer Vereador
Cimento Santa Rita S. II, Os frutos de uma árdua luta Ainda permanece presente à pulação jandirense, como a colocação do semáforo na pas
lembrança da população Jan prápria construção da plata sagem de nível, a qual tem
dirense e especialmente aos forma da linha Um, e outras colorado em risco vidas hu
moradores da sofrida Vila Ou semelhantes. manas, a retificação do Rio
ro Verde, a tenaz, luta em Portanto, reconhecemos os Barueri-Mirim, a extensão da
FÁBRICA: preendida pela Câmara Muni resultados positivos da com rêdei de energia elétrica, do
cipal de Jandira, contra o batividade de alguns vereado miciliar e pública, a pavimen
malfadado tráfego de boiadas. res em levantar tal problema, tação das ruas centrais, a ins
sua publicação, revogadas as Aproveito do ensejo, para Carta Magna proibe o bene Sou pela rejeição veto e con zembro de 1965. a Câmara cipal de Barueri, em data
fício afirás "mencionado. A g o sequentemente pela conces Municipal rejeitou veto do supra.
disposições em contrário. reiterar a V. Excelência
Sala das Sessões) 17 de aos nobres Vereadores, os ra, acontece que a Associa são do auxílio. P refeito Municipal ao proje Contador Tesoureiro: João
Ê o parecer. , to de Lei n.o 67/65, em vir- Guerra zenaron.
novembro de 1965. protestos de minha alta es ção Assistencial da Paróquia
Presidente tima e distinta consideração. de São João Batista de Ba
Doutor Milton Campos O P refeito Municipal, rueri não é culto religioso; C Â M A R A M U N IC IP A L D E B A R U E R I
1.9 Secretário Adonai de Almeida Sylos não é entidade que professa
LE I N.o 4/60
José Maria Balieiro outrina de qualquer espécie
Publicado e Registrado na Comissão do Justiça que possa aquilatar como re
Dr. M ilton Campos, presi
Secretaria da Câmara Muni e Redação ligiosa, ou com tendências
dente da Câmara Municipal
cipal de Barueri em data su- religiosas. A entidade atrás
de Barueri, Estado de S ã o
Contador-Tesoureiro PROCESSO N.o 67/65 mencionada é uma associa
Paulo, usando de suas a tri
João Guerra Zendron ção, que possui estatuto, tem
buições e de conform idade
Relator: Décio Alves personalidade jurídica e es com a Lei n.o 9.205, de 28 de
de Queiroz tabelece no seu Estatuto, ar Dezembro de 1965 (L ei Or
Barueri, 19 de novembro tigo 2 .9 : gânica dos Municípios) e alí
del965. P A R E C E R N.» 82/65 « A Associação dará, gra nea “ u” , do artigo 14, da R e
Exmo. Snr. tuitamente, 1/3 de seus prés solução n.o 5, de 7 de Agos
Dr- Milton Campos Senhor Presidente: timos para uso público aos to de 1961 (R egim ento I n
D. D. Presidente da Câma O Sr. Prefeito Municipalnecessitados, sem distinção tern o), etc.,
ra Municipal de Barueri. vtou o projeto de L ei n.» 67/ de qualquer natureza, quer Faço saber, que em sessão
Senhor Presidente: 65, que dispõe sôbre a con quanto a côr, credo religio realizada ontem, dia 7 de-
Tenho a subida honra de cessão de auxilio à A S S O so ou político». Ora, como Março de 1966, a Câmara
encaminhar a V. Excia. e à CIAÇÃO A S S IS T E N C IA L se vê, ao contrário do que Municipal rejeitou o Veto do
Egrégia Câmara Municipal, D A P A R Ó Q U IA D E SAO afirm a o sr. prefeito, a A s Vista do Plenário da Câmara Municipal de Barueri, no Prefeito Municipal ao p ro-'
JOÃO B A T IS T A DE B A sociação presta seus serviços instante em que fie procedia a eleição da Mesa para 1966. jeto de lei n.o 9/66, em v ir
as Justificativas do veto ao
RU ERI, na ’importância de a quem quer que seja, tem tude do que promulgo a se
projeto de Lei n.o 43, de 17
Cr$ 500.000- Realizou-se no dia 17 úl guinte Lei:
novembro de 1965, enviado fins upramente assistenciais
tim o a eleição da Mesa que A Câmara Municipal de
ao Poder Executivo. Nas razões de seu veto, o Poderíamos discorrer mais
dirigirá os trabalhos para o Barueri decreta e promulga
a ) Considerando, um fato sr. chefe do Executivo atra acuradamente sôbre o assun
exercício 1966-1967, a qual a seguinte Lei:
superveniente e de extrema vés das alíneas a, c e d, a- to, mas os nobres vereado
ficou assim constituída: A rtigo l.o ) — Fica o Poder
importância que é a promul presenta «considerandos» que res conhecem perfeitamente
Executivo autorizado a con
gação do A T O INSTITU-* além de não espelharem a o problema.
Presidente Constantino ceder a subvenção mensal
C IO N A L N.* 2, de 27 de ou realidade de seus conteúdos, Finaliza o seu veto, o sr. I Camargo; dt Cr$ 100.000 (cem m il cru
tubro de 1965, reafirmou e vêm uma vez <mais paten prefeito, dizendo que o pro zeiros) à Associação Assis
ampliou a oempetência ex tear o pensamento e orien jeto não é conciso no seu tencial da Paróquia de São
Vice Presidente. — José
clusiva do Poder^Executivo tação errônea do Executivo artigo 1 .9, ou seja, não apre-. João Batista de Barueri, a
M aria Balieiro;
para a iniciativa de leis que ao tratar da coisa pública. senta clareza na sua reda partir de l.o de Março do
criem cargos ou impliquem Senão, vejamos. ção, não sabendo se o auxi 1.° Secretário — Raul corrente ano.
no aumento da despesa pú Diz o Sr. Prefeito que o lio destina.se a fins assis Macayossi; v § Único — As d espessas
blica ; A to Institucional n.9 2, de tenciais ou para subvencio decorrentes com a execução
b) Considerando ainda, que outubro de 1965 reafirmou e 2.° Secretário — Roque da presente Lei, correrão por
nar culto religioso. Discor
por fôrça da L ei Federal n-' ampliou a competência ex B arletta Sobrinho. conta da verba constante da
damos inteiramente do ex Ocasião em que o novo pre
3.528, de 3 de janeiro de clusiva do Poder Executivo posto, de vez que o artigo I o sidente da Câmara, sr. Cons orçamento vigente, Encargos
tantino Camargo, agradecia Municipais — Código 3.2 1.
1959, inciso 10, do art. 1.’ , (M unicipal????) para a ini é claro e prevê que o auxí
não é permitido ao senhor ciativa de leis que criem car lio será a Associação Assis 5.8.9. — Instituições P riva
Prefeito Municipal estabele
cer ou subvencionar ou dar
gos ou impliquem no au
mento da despesa pública.
tencial da Paróquia de São
João Batista de Barueri- Ora
BAR E RESTAURANTE das — Item 1001 — S u b v e n
ções, Contribuições e Auxí
subvenção (subventio) pe Nada tem com isso o Mu se a entidade mencionada é lios.
cuniário a cultas religiosos, nicípio, primeiramente por uma associação de fins as M A R IA FR A N Ç A DA SILV A A rtigo 2.0) — Esta lei en
sob pena de responsabilida que a Constituição do Esta sistenciais. se o município já trará em vigor na data de
de criminal; do ainda não fo i adaptada ao Concedeu subvenções como Bebidas Nacionais e E xtrangeiras sua publicação, revogadas as
mencionado A to ; segundo, a disposições em contrário.
c) Considerando mais, que fala o sr. P refeito em res Petiscos a toda hora - Delicioso Churrasco
d art. 1.' do projeto de L ei legislação estadual referente posta ao requerimento n.° Sala das Sessões, 08 de
n.o 43/65 N AO DISPÕE COM aos Municípios também "ne 12/65 de autoria do vereador A V . C O N C E IÇ Ã O S A M M A R T IN O , 580 Março de 1966.
C L A R E Z A a tiestinação da nhuma alteração sofreu. O- Roque B arletta Sobrinho e
ra, que tem a ver o Ato Ins J A N D I R A Presidente
importância de Cr$ 500.000 outro e ao requerimento n.°
?.'■Dr. Milton Campos
para fins assistenciais ou se titucional e respectiva am 18/65 do vereador Décio A l
w w w w w + w w w x w w w w w w w w w w w w w w w w w w w i x w w w w w w w w w w w v v v w w v \w w w v w v w v \w w w w v *\ vv\*w w vvv
*
P ADA RI A E M E R C E A R I A ESTRELA e agora a nova Transportadora «MAZITO»
de d evidam ente registrada n o Estado e na Prefeitura. A ceita-se qualquer tipo de
transporte p ara q ualquer Estado. Frota com pletam ente nova, com ga ra n tia de
W ALD EM AR PE TEN Á DE O L IV E IR A c h e g a d a a o destino. A única T ranspo rtado ra do Estado que está apta p ara satis
(M A Z IT O ) fazer os clientes. — M A T ER IA IS EM GERAL PA R A M O N T A G E M DE O LARIA. —
A ne xo , Se çã o de materiais p ara construções, ond e V. S. encontra: tijolos, telhas
Pães de tôdas as qualidades, variado estoque de ’ atarias em francesas, pedra britada, areia, pedregulhos, cal, cimento, m adeira, eucaliptos
geral, bebidas nacionais e estrangeiras, sorvetes Kibon. etc. — (Pedreira p ró p ria ).
------------ R U A JO A Q U IM N U N E S , 45 — I T A P E V I — E. F . S.
Jandira, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO
E nós, membros de cidades amanhã feliz, pois os diri
IN D Ú S T R IA P A U L IS T A D E E X P L O S IV O S S. A.
Relatório da Diretoria
Senhores Acionistas:
•Cumprindo as dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de, submeter-lhes à apreciação, o Balanço Geral e a Documentaçã da conta de Lucros e Perdas,
referentes ao exercício findo em 31 de dezembro do ano de 1965, acompanhados do Parecer do Conselho Fiscal.
Para qualquer outros esclarecimentos que desejardes, estamos ao vobso dispôr.
Itapevi, 3 de fevereiro de 1966
aa) A DIRETORIA
A T I V O P A S S I V O
P r e f e i t u r a M u n i c i p a l de B a í u e r i
Prefeitu ra Municipal de Ba- so desequilíbrio em sua ar ma e distinta consideração. dores de continuarem a fazer
viada pelo Executivo dentro contrariando as normas le
rueri, 11 de Março de 1966. recadação municipal; do prazo legal, donde a con gais, esquecendo talvez por O Prefeito- Municipal as- saus lastimáveis demogo-
Senhor Presidente. 3.°) — Que, além disso, de clusão de estar lutando com conveniências, que só o P o .. Adonai de Almeida Sylos gias, artigo 4.o e 32, do A to
Tenho a honra de comu. conformidade com o aritgo sérias dificuldades financei der Executivo pode determ i Exmo. Sr. Institucional, n.o 2, que é lei
nicar a Vossa Excelência e 9.° da Lei Orgânica dos Mu. ras para atendimentos de nar obras administrativas, Dr. M ilton de Campos constitucional que se sobre
à Câmara Municipal, que • nicípíos, fixou taxativam en obras julgadas Inadiáveis; elabora lei de auxílios e sub DD. Presidente da Egrégia põe às Leis inferiores, que con
vetei o P rojeto de Lei, n.° te a competência das Câm a 8.°) — Por isso, o Ato Ins venções; Câmara Municipal de trariam os seus dispositivos;
5/66, e o fiz pelas seguintes ras Municipais, nos seus titucional n. 2, em boa hora 9.°) — Que, aplicando-se Barueri
razões de fato e de direito: itens de I a IX ; ademais, baixado pelas gloriosas F or nos casos omissos as disposi Senhor Presidente. c) Além disso, os calçamen
1.°) — O Poder Legislati 4.°) — Que o Ato In sti ças Arm adas Revolucioná ções concernentes aos casos tos, asfaltamentos, constru
vo Municipal, tomando a si tucional n.° 2, em seus a rti rias, salvadora do nosso re análogo, e não as havendo, Tenho a honra da levar ao ções, abertura de ruas, aveni
a iniciativa dêste Projeto de gos ns. 4 e 32, aplica.se por gim e democrático, deve ser os princípios gerais e direi conhecimento de Vossa Exce das, retificações de ruas, es
Lei, ora vetado, contrariou analogia aos senhores Ve cumprido e respeitado e to, julgo o referido projeto lência e da Câmara Municipal tradas, iluminação por ener
normas, legais vigentes, in readores, êstes não podem acatado por todos os bons de lei, n. 5/66, carecedor de que neguei sanção e promul gia elétrica, auxílios, subven-
do, assim, de encontro aos apresentar projetos de lei brasileiros, o qual proíbe aos sanção e promulgação. gação, ao projeto de lei, 6/66, sões e compras de veículos,
princípios contidos na Lei que aumentem as despesas senhores Deputados Fede Com estas razões que jus pelas razoeis que seguem: consertos e compra de peçais,
Orgânica dos Municípios, ou acarretem despesas nos rais, Estaduais e Vereadores tificam , face interêsse pú a) O projeto de lei, n. 6/66, materiais de construções é
que fixam a sua competên orçamentos ou alteração de de continuarem a fazerem as blico, vejo-m e obrigado a ve é inconstitucional, por con prerrogativa do Poder Execu
cia. Ora, a Câmara M unici suas verbas, muitas das ve suas lastimáveis dem ago tar totalm ente o projeto de trariar dispositivos legais vi tivo, em vista os recursos or
pal não pode legislar, por zes já empenhadas em P la gias com propostas mais dis lei, n. 5/66, por sua ilegali gentes; çamentários do que dispõe;
iniciativa própria, sôbre a no Diretor; paratadas de auxílios de be dade.
execução de obra alguma, 5.°) — Que é proibido na nefícios, subvenções e re Aproveito do ensejo para b) O Poder Legislativo por d) Ademais, é também de
por isso que, sendo m atéria esfera Federal e Estadual, é compensas, lançando mão de reiterar ao senhor Presiden. força do artigo 9.o da Lei Or se ponderar o fato virgem na
exclusiva da competência do também aos Vereadores, aumentos às despesas do te te da Egrégia Câmara M u gânica dos Municípios, só po história deste Município, o de
Poder Executivo, só a êle é porquanto o Ato Institucio souro municipal para con nicipal, os meus sinceros de legislar as matérias, cons o Chefe do Executivo não dis
dado saber qual ou quais as nal, que é Lei Maior, que tem plar entidades diversas, protestos da mais alta esti tantes do item I à IX, do re por no presente exercício de
obras administrativas que se sobrepõe às outras leis. ferido artigo, e por determi uma lei orçamentaria, não
devem ser executadas, no Nêstes têrmos, a Câmara nação constitucional do Ato aprovada pela Câmara Munici
plano administrativo; Municipal não pode votar Institucional, n.o 2, não pode pal, apesar de ser enviada no
w w vvw vw vw w w vvw w vw w w vw vw w »
R O M E U M A N F R IN A T O V E R E A D O R E S :
P refeito
P E D R O DE O L IV E IR A S IL V A A Y L T O N F E R R A Z F R E IT A S
V ice-P refeito
L IN O P IA Z Z A B E N E D IT O F R A N C IS C O C H A V E S
fÜ | oi ■?«
Presidente CLARO C A M A R G O R IB E IR O
::
C L A U D IO N O R B R U N O
E L IZ IÁ R IO M E N D E S a
Vice-Presidente
M A U R ÍC IO B E C H A R A M Á R IO L O P E S F IL H O ::
::
1.’ Secretário O S M A R DE SO U ZA <*
::
A L M I A L V E S D A S IL V A
TU G U O U E T A i*
2.° Secretário
H U U U U U U U U V V U H U U U U V m V \U W H U U U U V V H U H U V 1
Barueri, 19 de Março de 1966 O SUBURBANO
Osasco no s e n 4 ° a n i v e r s a r i o
Depois de várias marchas da já famosa “ merenda es atual pela “ Aliança Para o gamento das vias de escoa
P R O N T O S O C O R R O
e contra-marchas. das quais colar” para 35.000 crianças, Progresso” , que é quem fo r mento das aguas pluviais, o
sua população já nem mais graças à confiança deposita nece o leite para a merenda. que foi feito sem vacilações
Um dos pfîntos mais im construída. Esta m agnifica
se recorda, e que culmina, da no govêrno municipal pelo Engenheiro Nicoletti.
portantes da Administração Unidade de Saúde- será do
ram com sua emancipação Determinou- êle. assim, a re
Marino Pedro Nicoletti em tada de moderno equipa
política e econômica, Osasco tificação dos dois principais
Osasco e a construção de um mento médico e cirúrgico,
completou no próximo dia moderníssimo Pronto-Socor devendo libertar os 200.000 I N S T A L A Ç Ã O DA C O M A R C A córregos da Cidade: o Cór
19 de fevereiro do corrente rego Rico e o Córrego Bus-
ro, destinado a ser o maior habitantes da Cidade, dos Nicoletti não se descuidou do por sua notória austeri
ano o seu 4o aniversário de socaba. As obras de retifica-
da reg'âo da baixa-Soroca- problemas inerentes à falta tampouco, do problema da dade no trato dos problemas
vida autônoma. çao, em sua fase final- já Io.
bana- com cêrca de 1.600 de assistência médica. Justiça em seu Município. que lhe são atinentes. Vem
ram testadas pelas primeiras
Am plo progresso registra metros quadrados de área Assimilando a alta im poi. para Osasco com as melho
chuvas caidas no verão,
do no Município nêstes úl tância dêsse problema não res credenciais que poderiam
apresenta n d o excelentes
timos quatro anos- constitue vacilou em ceder o próprio ser exigidas para o exercício
condições de vasão às águas
a melhor prova de .que o Po edifício onde funcionava a de sua função. Já tem onde
que tanto já afligiram a po
vo de Osasco estava com a séde da Prefeitura para ser morar, à Avenida dos Auto
pulação osasquenSe.
razão ao pleitear sua liber vir como “ forum ” da novel nomistas. n o 9137 — em
dade política' e a autonomia comarca de Osasco. Efetuou Osasco, mesmo- e já provi
encontra-se hoje plenamen também as laboriosas d ili denciou a m atrícula dos f i
EDUCAÇAO E CU LTU RA
te consolidade, registrando- gências no sentido de conse- lhos em estabelecimento de
. sp nesta cidade renovado gr/r a nomeação do Juiz ensino de Osasco.
No terreno da Educação e
ím peto econôm ico. vendo hoje plenamente re
Cultura, grandes aconteci
compensados êsses trabalhos Igualm ente já foi designa
Vale como exemplo o úl mentos culturais tem m ar
com a nomeação do Dr. Coa- do o Prom otor Público para
tim o ano da Administração cado a profícua administra
racy Carlos Lacerda Madu- a nova Comarca, a saber o
Municipal, especialmente os ção de N icoletti. Um coral
reira para o desempenho do Doutor José Roberto Franco
últimos séte mêses com a m agnifico, composto de cer
delicado mister. O Dr. Coa- da Fonseca- mais conhecido
permanência do atual P re ca de 25 coristas- represen-
racy. que vem de ser trans como Dr. Fonseca, de igual
feito Marino Pedro Nicoletti. am o Município em certa
ferido da Comarca de Itape.. forma- portador das mais
jovem engenheiro civil de mes de arte vocal, dando à
tininga é homem dos mais encomiásticas r e comenda-
profissão, a quem a cidade Aqui funcionará o futuro Pronto Socorro Mc.lêlo, de Osasco notável prestígio no
íntegros, operoso e conheci çces.
deve muitos e importantes Osasco, o maior da A lta Sorocabana, com 1.600 ints. terreno das belas artes Ex
de construção, em três pavimentos. posições fotográficas e ou
m elhoram entos. Tanto no
setor de Obras, como no da tras iniciativas, marcam
Saúde Pkblica e outros, são também o cuidado da atual
CAM PANH AS DA das- ganhou da Prefeitura
notáveis os melhoramentos adm inistração municipal em
ASSISTÊN C IA MÉDICA um prédio que até se poderia
verificados. Increm entar junto à popula
qualificar de luxuoso, dota
ção o gôsto pelas artes.
No terreno da assistência do das mais modernas con
Mais de cincoenta bolsas
médica, várias campanhas dições de habitabilidade e
M ELHORAM ENTOS de estudo, para os cursos su
importantíssimas foram rea funcionalidade. H oje o Cen
periores e ginasiais, foram
lizadas pelo Departamento tro de Saúde do Estado, lo
este ano distribuídas pelo
da Saúde, destacando-se as calizado à R. Coronel Cons
Prefeito de Osasco. Im por
. Som ente no Setor de Obras de vacinação ânti-tetânica- tantino- n.o 97 é um dos
tante iniciativa esta, de am
foram realizados nos últimos tríplice e Sabin. Vacinação mais bem instalados desta
paro aos estudantes pobres-
séte mêses os seguintes be- em massa nos parques in região.
que têm assim oportunidade
, nefícios públicos: 6 novos fa n tis. da Prefeitura e ou
de continuarem seus estu
jardins. 15 m agnificas pon tras medidas preventivas ASSISTÊNCIA
dos, que de ano para ano f i
tes de concreto, 36.000m2 de com vistas à saúde da popu ODIO NTO LÓ G ICA
cam mais caros e dispendio
pavim entação asfáltica, em lação, m arcaram a intensa
Fachada do prédio d 3 futuro Forum de Osasco, que dentro sos.,
Im portantes vias públicas ação verificada nos últimos Outro im portante capítu
que ainda não haviam re sete mêses no setôr da Assis em breve será instalado.
lo da Adm inistração Nicolet.
M uito espaço seria neces
cebido êste melhoramento; tência Médica e Social. ti é o da Assistência Odon-
sário para fazer constar aqui
30.000 m l. de guias e sarge- Foi promovida à reorgani tológica aos operários- Uma FIN AN Ç AS R E TIF IC A Ç Ã O DE a longa lista de m elhora
tas. 10 quilometros de gale zação do antigo Pôsto de Eu im portante “ perua” Kom bi CÓRREGOS mentos verificados nestes
rias de captação de águas genia. com a posterior ins dotada de avançado equipa O fato mais notável da as.
últimos sete mêses- por esta
pluviais 50 novos focos de talação do mesmo em local mento odontológico foi ad cenção do P refeito Marino Como ninguém desconhe razão, abstemo-nos de pro
ilum inação pública (a gás de adequado, em prédio melhor quirida, para que se pudesse Pedro N icoletti ao cargo de ce, Osasco tem sido vítima longar ainda mais esta ex
m ercúrio) e reparação de dotado das Indispensáveis processar ao levantam ento Prefeito, é sem dúvida o que de enormes enchentes, o que posição que- nada obstante
274 ruas, com a m ovim enta condições de higiêne e onde das condições da população se observa com relação às já ueterminou até a decre já consideramos bastante
ção de 500.000 metros cúbi as mães podem agora ser no tocante às suas necessi finanças do Município. Tão tação. ocorrida no ano pas- expressiva- e que cumpre so O
cos de terra. atendidas com mais conforto dades nêsse particular. A logo êle assumiu a P refeitu Rado, de Estado de Calam i bremaneira sua função in
nas suas visitas à impres princípio os dentistas da ra, a arrecadação subiu as- dade Pública naquele Muni. form ativa, visando dar aos
cindível unidade de saúde Prefeitura faziam apenas al tronômicamente. numa pro cípio. Urgia- portar to- ata leitores uma imagem do que
A SSISTÊ N C IA SO C IAL pública. gumas extrações de urgên porção de 700 por cento, car corajosamente o proble é Osasco, neste seu 4.0 an i
cia. e hoje. em muitos casos, passando a seção de recebi ma da desobstrução e alar versário de Emancipação.
COOPERAÇÃO COM O dão ampla assistência à po mentos à registrar de um dia
A ampliação dos serviços ESTADO pulação fazendo tratam en para o outro a diferença de
atribuidos ,ao “ SASMO” — tos gerais, além da preciosa
1 para 7 milhões de cruzei
Serviço de Assistência Social Objetivando m anter uma orientação sanitária de que
do Município de Osasco. que ros, como já aconteceu.
política de boas relações com é tão carente a população
vinha funcionando precaria o Estado, a Prefeitura vem brasileira em geral.
mente., antes da posse do realizando amplo programa O orçamento- por êle mes
D r. Nicoletti, foi uma das de cooperação, como é o que A LIM E N TA Ç Ã O ESCOLAR mo elaborado no ano passa
importantes medidas ocorri ®e observta n a conservação do- da ordem de 2 milhões
das no período acim a citado dos prédios escolares perten A alimentação escolar foi
e 700 m il cruzeiros, está em
Êste Serviço passou a forne centes ao Estado- A jardina- notàvelm ente m e 1horada
cer alimentação para os po. sendo que hoje são distribuí vias de ser totalm ente arre
mento e outros benefícios
bres que vem ter ao Alber são pfestados pela Prefeitu das nos Parques In fan tis da cadado- numa demonstra
gue Noturno, m antido pela ra aos próprios do Govêrno- Prefeitura, substanc osas re ção- assim, da inequívoca
Prefeitura até o dia 6, de fe dentro dêsse extraordinário feições na form a de leites,
confiança nêle depositada
vereiro fluênte. data em que espírito de cooperação. sopas enriquecidas com m a
O Centro de Saúde do Es carrão, frutas e outros re fo r pelo Povo de sua Cidade. O
o mesmo passou para a res.
tado, por exemplo, que se ços — orientados Dor dietis. orçamento de Osasco para
ponsabilidade de uma insti
achava péssimamente insta tas especializados.
tuição espírita de caridade 1966. é da expressiva ordem A J. U . C- O. (Juventude Unida Cívica de Osasco)
lado, funcionando em cond;- Nos grupos escolares ob
mas ainda sob a supervisão serva-se o mesmo louvável de 5 bilhões o 125 milhões desfilando por ocasião da passagem do aniversário
ções às piores possíveis, por
da Prefeitura. fa lta de instalações adequa- critério- com a distribuição de cruzeiros. da Emancipação.
H W H M m V M W M H V U W H M U H M M M W W M M M W H V W M M H H U tH M H V M W M W H V m V M V m V «* M W V W W V W W M M V M * V W * * * W W V W W V * W W M W W V M « W W W V W M ÍW
A L T IN O — Rua J o ã o d e Oliveira, 35 — ITAPEVf — Praça C a rlo s de Castro — BARU ERI — Rua Prof. J o ã o da M a tta e Luz, 36 — S Â O P A U LO : Rua S. Bento, 405
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M U U U U m W U M U W W U W W i U W U i U U U W U W W U W U i H U W W V W W H M H H V M W H V W H W U V U W M Í^ W U \ M W «H U M H H M U W W H U M H V W W W U U H H U V
Cotia, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO
A TESOURA
4» Sessão Ordinária, reali havendo por parte do povo de cursos clássico, científico, senvolvendo no sentido de
zada em 7 de março de 1966. com relação ao nosso serviço normal' e equivalentes. conseguir árvores e pedre DE O U R O
Sob a Presidência do Sr telefônico que está sendo gulhos para o Município bem RUA 5ANTA IM G ÍN IA , 367
Décio Rodrigues dos Sa*ntos instalado no Município. C o n g r a tulou-se com o como a extensão de uma li
e Secretária do Sr. Antonio Agradeceu à essas manifes Executivo pelo atendimento nha de São Paulo até o km
Mansur. tações de confiança na Com de uma sua reivindicação no 21. Fez um veemente apêlo
panhia que ganhou o con que diz respeito ao serviço aos caçadores e pescadores
Duranfò"t> expedieiftâ usa de água para os bairros do Oferece perfeita alegria para o seu L A R
trato para operar o serviço do Municiípio para presti
ram da palavra os seguintes
telefônico. Bigarelli e Santa Rita de giarem a construção do Linha completa de Televisores e Rádios
S rs . Vereadores: Cássia. E comunicou à Casa Clube de Caça e Pesca que
Pres t o u esclarecimentos que provàvelmente êsse ser
Raimundo Olívio de Oli ora esta se fundando nesta
sôbre a luta que está tra viço estará pronto até o fim
veira — Reclamou providên cidade, e que brevemente se
vando em benefício da cons do corrente ano. Deu conta
cias dos poderes Estaduais, rá ma realidade.
trução do campo de futebol dos trabalhos que vem de-
responsáveis pelo serviço ‘de
para o Esporte Clube P or
transporte coletivo que ser
ve o nosso Município. Fez
tão, cujas obras serão con Os mais modernos modelos de
cluídas ainda na gestão do
ver a essas Autoridades a
Atual Chefe do Executivo,
situação calamitosa que se
T E L E V IS O R E S
Eleição da Mesa
conforme suas próprias de
encontram êsseS serviços,
pois a empresa que explora
clarações . Consolete
os mesmos está às portas da Solicitou providências ao e de
fa 1 ê n c i a . Consequente Executivo para que sejam Realizou-se dia 30 p .p . a Eleição da Mesa, inclusive Mesa
mente, o povo cotiano fica melhoradas as estradas mu das Comissões, que dirigirão os trabalhos para o exerci, Super 157."
rá brevemente privado dêsse nicipais, pois com as recen cio do corrente ano, e que ficou assim constituída: 23”
serviço de transporte. tes chuvas, as mesmas es
tão em péssimo estado. Presidente — Décio Rodrigues dos Santos
Benedito Lopes — Con R Á D IO S
gratulou-se com o Vereador Trouxe ao conhecimento Vice — K eyro Simomoto
Raimundo Olívio de Oliveira ■ da Edilidade o que se está Secretário — Antônio Mansur
de Mesa e de
pelas críticas que o. mesmo programando para os feste
teceu à emprêsa que explo jes de dois de abril, que é COMISSÃO DE JUSTIÇA
cabeceira
ra o serviço de transporte o aniversário de Emancipa • V 5 válvulas
coletivo nesta cidade. Es ção do Município. Presidente — Antônio Bastos 2 e 3 faixas
clareceu sua posição no lití Membros — Raimundo Olívio de Oliveira e Lajas
K eyro Simomoto — Teceu e ainda:
gio que existe entre os pa Novack Filho *
considerações sôbre o péssi
dres da paróquia de Cotia, e
mo serviço de transporte que GELADEIRAS — ENCERADEIRAS — LIQ U ID IFIC A D O
êle, com respeito a organi COMISSÃO DE FINANÇAS
serve o nosso Município, e
zação da Romaria de Cau- RES — B ATED EIRAS — ASPIRAD O RES DE PÓ, ETC.
congratulou-se também, com
caia do A lto à Pirapora do Presidente — Raimundo Olivio de Oliveira
o Vereador Raimundo Olívio Roupas para Homens, Meninòs e Rapazes
Jesus. E agora os padres Membros — Antônio Bastos e Lajas Novack Filho
de Oliveira na campanha que
tentam afastá-lo da organi VERIFIQ U E AS SUAS PO SSIBILID AD ES E
vem encetando contra a
zação, sob pretextos incom COMISSÃO DE OBRAS E URBANISMO FAÇA-NOS A SUA PR O PO STA
Empresa que opera êsse ser
preensíveis . O cargo de
viço. Representante em: Presidente Altino — Osasco —
chefe da Romaria, é escolhi Presidente — Antônio Bastos
do por eleição dos romeiros, Carapicuiba — Barueri — Itapevi
Decio Rodrigues dos San Membros — José Bruno e Raimundo O. de oliveira
e êste Vereador há 16 anos, EM C A R A P IC U IB A : AV. R U Y BARBOSA, 466
tos — Criticou a Secretaria
consecutivos, é o preferido
de Educação com respeito ao COMISSÃO- DE H1GIÊNE E SAÚDE
pelos romeiros.
abandono do ensino primá JOÃO A L B E R T O R IC H A R D
Antonio Mansur — Mani rio, secundário dentro de Presidente — Raimundo O. de Oliveira
festou seu .contentamento de nosso Município, impos Membros — Luiz Ramos Palm ar e Lajas Novack /\V»VW*WVWWWVWVW»VW\V\WWWWWV\VVV\VVWVWVVVV\%
pela receptividade que está sibilitando assim a criação Filho.
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C â m a r a M u n i c i p a l de I t a p e v i
Comemora aniversario de emancipação: sessão solene
lativo não pudera contar o feitos de um elemento e do
Município com a atuação seu grupo de elite, enquan
CONSTITUIÇÃO DA MESA PARA O ANO
harmônica dos poderes de to que os verdadeiros pala DE 1966 .
vido a fa lta de entrosamen- dinos da luta eram esqueci Presidente L IN O P IA Z Z A
to o que já não se verifica dos, referiu-se ainda, ao Vice-Presidente CLAUDIONOR BRUNO
nesta Legislatura onde o trabalho desenvolvido pela 1.° Secretário M A U R ÍC IO BECHARA
dinâmico Prefeito, Sr. R o Comissão, pelos abnegados 2.° Secretário A L M I ALVES D A S ILV A
meu M anfrinato. conta com voluntários que se dedica
o apoio leal e decidido de ram a fundo nos recensea CONSTITUDÇAO DAS COMISSOES PERMANENTES
uma pleiade de vereadores mentos e rendeu hom ena P A R A O AN O DE 1966
bem intenciosados e como gem aos que acorreram aos
resultado desta compreen pontos de votação para de Redação, Legislação e Justiça:
são mútua é que podemos positarem seus “ sim” posi Osmar de Souza;
verifica r o surto de pro tivo nas urnas. Ao finalizar Claro Camargo Ribeiro;
gresso adm inistrativo e de sua oração, reafirm ou sua Elisiário Mendes.
realizações nestes primeiros confiança no futuro de Ita -
dois anos da 2a. Legislatura, pevi e na conquista de seu Orçamento, Finanças e Contas:
o que contrasta sobrema povo. afirm ando que a Claro Cam argo Ribeiro;
neira com os quatro anos emancipação não fo i em Tuguo Ueta;
da la. onde seu m andatário vão e que os trabalhos de A ylton Ferraz Freitas.
se preocupava mais com o Raul Leonardo, Sub-Prefei<-
N o flagrante, grupo form odo pelas autoridades municipais,
Jornalistas e convidados, que participaram da Sessão So s e n s a cionalismo político, to de Itapevi na ocasião, Urbanismo, Obras e Serviços Públicos:
lene comemorativa do 7f aniversário da Emancipação de com as placas alusivas com deram seus frutos m a gn ífi Aylton Ferraz Freitas;
Itapevi«' as publicldades lisongeiras cos: pois, se compararmos Benedito Francisco Chaves;
mas nada de objetivo e de Ita p evi de hoje com o de Tuguo Ueta.
res faltosos bem como das positivo que o povo pudesse antes da emancipação, con-
Dia 18 de fevereiro de
classes representativas do usufruir os benéficos resul cluimos que o progresso . Educação, Saúde e Assistência Social:
1966, Ita p evi comemorou
Município e fêz ainda sen tados . Finalizando, rendeu atingido nos últimos sete Claro Camargo Ribeiro;
festivam ente, mais um ani
versário de sua Emancipa tir a necessidade da insti homenagens aos que se ba anos já compensa os nossos Tuguo Ueta;
tuição de uma comissão de teram pela emancipação de esforços. Mário Lopes Filho.
ção Política Adm inistrativa.
P ela m anhã a Câmara festejos para que no futuro, Itapevi, congratulando - se Ninguém mais .desejando
M unicipal fêz realizar uma não se repita tal fato. Em com o trabalho desenvolvido fazer uso da palavra encer
na ocasião pela comissão rou o Sr. Presidente a Ses
Sessão Solene, que pela sua
im portância e pelo colorido
dos pronunciamentos dos
bora intempestiva a crítica
do vereador não deixou de
ser oportuna. Falou fin a l
executiva e ao Sr. Carm eli-
no Pires de Oliveira, P re fe i
são Solene, agradecendo aos
presentes e enaltecendo o
AUTO POSTO
to de Cotia na ocasião, que trabalho de todos aqueles
■que dela tomaram parte,
deve passar para a História
d o M unicípio para conheci
mente como vereador o Sr.
Claudionor Bruno que his
toriando de maneira sinté
recebeu com sim patia os
anseios d o s itapevienses.
que ontem se bateram pela
emancipação e a t o d o s
SANTO A N T 0 N I 0
m ento da posteridade. tica a vida do Município e
E ’ de se lam entar porém, de seu povo aduziu que a
POSTO DE G ASO LIN A,
que homens eleitos pelo po ausência de elementos do
vo, não devotem o menor povo na Câmara, as 10 ho ÓLEOS E LU B R IF IC A N T E S
interêsse por um aconteci ras da manhã era perfeita
m ento tão elevado, deixando mente justificável, porquan
o brilho da solenidade, a
cargo de apenas, cinco a b - ,
to, dado aos seus afazeres
e por tratr.se de um dia de
Pissarra & Pissarra Ltda.
nega d o s vereadores que semana, não feriado Esta
•cônscios de seus deveres, r i» *
dual, era de se adm itir es R U A A N T O N IO A G U ’, 1.034 — T E L . 138
Tesponderam presentes nes sa ausência.
ta m em orável Sessão Sole Concluindo esta página OSASCO — EST. S. P A U L O
ne, e dada a importância dos vereadores devemos con
■do fato, seus nomes devem siderar que todos indistin
ser reproduzidos aqui, para tam ente ao fazerem uso da AYLTON FERRAZ FREITAS LICENCIAR-
■que deles, todos tomem co
nhecim ento. Eis os verea
palavra se m anifestavam SE-Á DA CÂMARA
entusiasticamente pelo sig O vereador A ylton voltará ao estará nos sertões de Mato
dores presentes: Lino P iaz- nificado do acontecimento^ sertão matogressense com a ■Grosso. O objetivo dessa E x
55a — Presidente; Claudionor a começar pelo Sr. presi Expedição da Bandeira P ira- pedição é a pesquisa de uma
Bruno — Vice-Presidente; dente e todos renderam O sr. Romeu Manfrinato, prefeito municipal de Itapevi
tininga — Pesquisa de Gruta Gruta descoberta pela Ban
M aurício Bechara — 1.° Se (na tribuna), no momento em que proferia a sua oração.
suas homenagens àqueles Pré-H istórica deira Piratininga e ainda não
A Mesa, o sr. U n o Piazza. presidente do Legislativo, la
cretário; Alm l Alves da S il que postulavam pela causa deado pelos srs. Maurício Bechara, 1? secretário da Câ IT A P E V I — Segundo esta penetrada pelos civilizados.
va — 2.° Secretário; Osmar da Em ancipação. ., mara, e o funcionário João Celestino Beneducci. refortagem fo i informada, o Vários cientistas de renome
de Souza e Aylton Ferraz A seguir, o Sr. Presidente vereador Aylton, da Câmara estarão presentes para os es
de Freitas. concedeu a palavra ao Sr. Finalizando, falou o Sr. R o aqueles que hoje lutam e Municipal de Itapevi, irá se tudos da gru ta .
Anotam os também, a pre Pedro de Oliveira Silva, meu M anfrinato, Prefeito colaboram com a adminis
licenciar, por sete meses, a O jornal «O Suburbano»
sença dos Srs. Romeu M an- Vice Prefeito, que analisan Municipal que, começou com tração para que os sacrifí
fim de participar da Expedi irá publicar artigos da ex
frinato, P refeito Municipal do em breves palavras, os profunda análise da situa cios de ontem não sejam em
ção da Bandeira Piratininga, pedição, que o referido edil
e Pedro de Oliveira Silva, feitos das Comissões pró ção política, financeira e vão e nossos filhos se sin
a qual, em maio próximo, irá nos enviar.
V ice P refeito . Emancipação, asseverou en- adm inistrativa do M unicí tam honrados com as nos
Aberto os trabalhos, o p ri fàticam ente! Até aqui, fa pio, asseverou que se de um sas realizações.
m eiro orador que assomou a lamos e enaltecemos os fe i lado tem deparado com sé Anotam os ainda a presen
OFICIO
tribuna, fo i o vereador A l- tos das Comissões executi rias dificuldades financeiras ça do Sr. José Batista Sil- O fício dirigido ao G over Excelência pela audiência
m i Alves da Silva que dis vas e deixamos de lado o por outro, sua adm inistra vielra. Tabelionato local nador do Estado, agradecen concedida ao P refeito e aos
correu demoradamente sô- m aior herói desta jornada ção tem sido poderosamen Fotógrafos e elementos da do audiência concedida ao Vereadores dêste Município-
bre vários aspectos da vida histórica, que fo i o povo. te auxiliada pela Câmara de imprensa, e como não pode Prefeito e Vereadores. assim como, pela atenção e
do M unicípio. A seguir, fa O que poderia adiantar a Vereadores, que não »mede ria deixar de ser o Jornal Secretaria. interêsse com que foram os
lou o Sr. Aylton Ferraz de existên c i a de Comissões sacrifício para ajudá-lo na “ O SUBURBANO” sente-se O f. — 50/60. mssmos atendidos e ouvidos
Freitas que fêz ligeira aná executivas bem organizadas solução dos magnos proble honrado em poder estam Assunto: Agradece audi em suas reivindicações.
lise da vida adm inistrativa e cheias de pom pa. Se o po mas. Voltando-se aos fatos par em suas páginas êste ência concedida- Aproveito o ensêjo para
d a comuna num retrospecto vo na sua essência não da Emancipação, disse que prim eiro feito do ano rela Itapevi- 4 de Março de reiterar a Vossa Excelência,
com parativo admitiu a pu compartilhasse do ideal de o jorn a l exibido pouco an cionado com as festividades 1966. os protestos da mais alta es
jan ça do Município e o pro emancipação? Temos exem tes em plenário não repor de emancipação e rende Excelentíssimo Senhor: tima e distinta consideração.
gresso alcançado nestes sete plo vivo disso onde Comis tava a verdade sôbre a luta suas homenagens bem m e Cumpro o indeclinável de
anos de vida autônoma. sões organizadas com todo travada em prol da Em an recidas a todos quantos ver de agradecer a Vossa L IN O P IA Z Z A - Presidente
Relembrou ameia aquele ve o lustro, nada coi^seguiram. cipação afirm ando que o contribuiram para que êste
reador, as lutas do passado, Eis s motivos, porque con referido Jornal, tratava com fato se tornasse realidade.
o apoio integral com que
contamos na ocasião do en
tinuo a afirm ar que o povo
de Itapevi, foi o m a io r,h e
redobrada importância, os A DIREÇÃO
BancoSul AmericanodoBrasilS/À
tão Deputado D a n t e Y . rói na batalha travada pela A G Ê N C IA IT A P E V I
Perri, que abraçou como emancipação do Município:
sua, a causa da emancipa
ção de Itap evi e exibiu um
porque desde o recencia-
mento até o depósito da cé
FERROIL L E I N.» 4.595 d? 31-12-64, vigência a partir de 31-12-65
Câmara Mu n i c i p a l de C a r a p i c u i b a
T R A B A H O S D A C Â M A R A M U N IC IP A L D E C A R A P IC U IB A (10/4/65 a 10/12/65)
PROCESSO M O Ç A O ASSUNTO D E S P A C H O D A T A ENTR.
J O R G E J U L I A N
0003/6Í) REQUERIM ENTO N.o 1/65 ............. Solicitando o envio de Planta delimitando o Perímetro Urbano . . . APROVADO 10/4/65
0015/66 PROJETO DE LE I N.o 7/65 ......... Autorizando o Executivo abrir Concorrência Pública para aqui APROVADO 20/5/65
sição de Caminhão Basculnnte e Ambulância para o Municípicj. .
0023/65 PROJETO DE *LEI N.o 13/66 ......... Solictando informações do Senhor Prefeito das condições de fun APROVADO 20/5/65
cionamento do Matadouro Municipal d© Carapicuiba ............
0024/65 PROJETO DE LE I N.o 8/65 . . . . . . Denominando Avenida Emilio Carlos a atual Avenida Carapicuiba, APROVADO 21/5/65 í
que inicia na Praça da Vitória e termina no Rio Cotia, divisa
deste Municipio com Barueri ......................................... ................
0040/65 PROJETO DE LE I N.o 15/65 ......... Dispondo sôbre autorização Legislativa para ser atsinado contrato APROVADO 2/6/65
de locação entre a Prefeitura e -o Senhor Salim Gebara do imó
vel situado à Av. Tâmara......................................................................
0058/65 PROJETO DE L E I N.o 29/65 ......... Suplementando a verba para aquisição do Caminhão Basculante APROVADO 23/7/65
para coleta de lixo e aquisição da ambulância .............................
0059/65 PROJETO DE LE I N.o 30/65 ......... Dispondo de isenção de reavaliação para cobrança do Imposto de APROVADO 23/7/65
transmissão de Propriedade imobiliária «Inter-Vivos» aois contri
buintes que fizerem o pagamento até o dia 31-12-65.
0074/65 PROJETO DE L E I N.o 38/65 ......... Autorizando desconto de 20% (vinte por cento) no pagamento do APROVADO 23/8/65
Imposto Predial aois contribuintes que fizerem o pagamento até
dia 30 de Setembro................................................................................
0080/65 PROJETO DE LE I N.o 40/65 ......... Concedendo auxilio na importância de Cr$ 250.000 a Associação Be- APROVADO 30/8/65
neficiente da Carapicuiba ...................................................................
0082/65 PROJETO DE L E I N.o 42/65 ......... Denominando Avenida Corifeu de Azevedo Marques a atual Ave APROVADO 3/9/65
nida Ondina .......................................................................................... ..
0087/65 REQUERIM ENTO N.o 31/65 ............ Solicitando para ser lavrado em ata um voto de pesar pelo faleci APROVADO 6/9/65
mento do Sr. Corifeu de Azevedo Marque;? ...................................
0093/65' PROJETO DE L E I N.o 45/65 ......... Dispondo sôbre o BRAZAO E ARM AS do Município de Carapicuiba APROVADO 27/9/65
0094/65 PROJETO DE LE I N.o 46/65 ......... Regulamentando os dias feriados no Municipio de Carapicuiba . . APRO VAD O 27/9/65
0103/65 PROJETO DE RESOLUÇÃO N.o 7/65 Autorizando a Entronização de Cristo Crucificado no Plenário da APROVADO 4/10/65
Câmara Municipal ............................................. ......... .......................
0115/65 PROJETO DE RESOLUÇÃO N.o 9/65 Dispondo sôbre a criação de cargos de Assessor Jurídico e Conta APROVADO 25/10/65
dor da Câmara Municipal de Carapicuiba ....................... .............
0116/65 PROJETO DE. RESOLUÇÃO N.o 10/65 Dispondo autorização no sentido do Senhor Prefeito depositar em APROVADO 25/10/65
Casa Bancária e em nome da CAMARA M UNICIPAL DE CA-
RAPICUIBA, a verba destinada ao Legislativo, a partir do ano
de 1.96« ....................... ............................................ ....................... •••
0119/65 REQUERIM ENTO N.o 39/65 ............ Requerendo para ser oficiado .ao Senhor Diretor do D . S . T ., Dr. APROVADO 25/10/65
Alberto Zagottis, diversaB providências para regulamentação do
trânsito no. Municipio de Carapicuiba ................................... .
0118/65 REQUERIM ENTO N.o 40/65 ............ Solicitando para ser oficiado ao Sr. Prefeito Municipal, pedindo APROVADO 25/10/65
informações com referência a reforma do Jeep, o gasto de lubri
ficantes do referido veículo e o gasto em lubrificantes pelo ca
minhão que está coletando o lixo .................................................
0139/65 REQUERIM ENTO N.o 47/65 . Solicitando para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal para APROVADO 13/11/65
que ai3 plantas de loteamentos aprovadas pela Prefeitura tenham
o seu fiel cumprimento ........................................... ...........................
0143/65 REQUERIM ENTO N.o 49/65 '. Solicitando informações do Poder Executivo com respeito ao fun ................ . APROVADO ................... . 20/13/65
cionamento da JUNTA DE ALISTAM ENTO M IL IT A R ...............
•> *0138/65 PROJETO DE L E I N.o 65/65 Concedendo isenção de Impostos Municipais ao Hospital e Mater EM A N D A M E N TO . N A S COMISSÕES 13/11/65
nidade Santa Clara ..................................... .................. .......... ......... »
0144/65 REQUERIM ENTO N.o 50/65 . Requerendo para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal infor .................. APRO VAD O .................. 20/11/65
mações sôbrs categorias e verbas dois funcionários Municipais e
eruais os vencimentos ....................................................... ..
.; 0146/65 REQUERIM ENTO N.o 52/65 . Solicitando para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal inqui APROVADO 20/11/65
rindo sôbre o sàldo da verba 3 .1 .4 .0 .6 .1 . e 3 .14 .0 .7 .9 e qual
o excesso de arrecadação já verificado ? ................... .....................
0147/65 PROJETO DE LE I N.o 69/65 Abrindo c réd ito r.a importância d« Cr$ 1.000.000 destinado a Cor EM A N D AM E N TO N A S COMISSÕES 20/11/65
poração Musical Manosla Raymundo da Cryz ........... .....................
0156/65 PROJETO DE L E I N.o 72/65 . Abrindo crédito suplementar a fim de ser procedido a reforma do .................. APROVADO ................ 10/12/65
préd:o destinado a Delegacia de Policia e dá outras providências.
1 8 ^ ' c a Í s ’
DR. M A R IO B E N I — Presidente
PR O F . J. B. D A R O C H A C O R R E A — 1.’ Vice-Presidente
DR. P A U L O A L V E S M O T T A — 2.° Vice-Presidente
DR. C A SSIO C IA M P O L IN I — Superintendente
DR. A N I B A L H A M A N — Diretor-Gerente
nhores vereadores, notamos reivindicações de Itapevi,
Audiência com o Sr. Governador a manifesta alegria de todos assim como vem atendendo-
e a exteriorização dos m e à todos os municípios Paulis
lhores agradecimentos ao tas.
Ilustre Governador de São Está. pois. de parabéns a
Paulo, pela maneira cava nossa Itapevi e as suas d ig
Esteve no último dia 5 no expuzeram as mais sentidas
lheiresca como atendeu as nas autoridades.
Palácio Bandeirantes, onde reivindicações do município
fôra recebido em audiência tais como, construção do G i
pelo Sr. Governador do Es násio. aquisição de uma m o.
tado, o Sr. Romeu M a n fri. to-niveladora e outros me
nato. Prefeito Municipal de lhoram entos mais.
Itap evi. Na ocasião, S Posteriormente, receberam
Excia. se fazia acompanhar de S. Excia. telegram a de
dos seguintes senhores ve comunicação de que os seus
readores: Maurício Bechara. pedidos foram atendidos
Secretário da Câmara M uni pois o Sr. D r, Adhem ar de
cipal e secretário geral do Barros concedeu à Itapevi
ex-P-S.P.- Sr. Osmar de Sou um empréstimo de 75 m i
za, Sr. Ailton Ferraz Freitas. lhões de cruzeiros, além de
Sr. Alm i Alves da Silva e ter determinado a construção
Eliziário Mendes. do prédio para o Ginásio e a
N a ocasião, as autoridades cessão da motoniveladora.
municipais de Itap evi foram Em palestra que tivemos
cordialm ente recebidas por a oportunidade de m anter
Instante em que o Prefeito de Itapevi agradecia ao Dr. Walter S. Excia.. Sr. Dr. Adhem ar com o Sr. Prefeito M unici
Lobo, Chefe do Serviço de Cooperação com os Munioipios, a
gentil acolhida da Comitrva Pereira de Barros. a quem pal, bem como os demais se Os representantes de Itapevi, no instante em que entre
gavam nas mãos do Sr. Governador do Estado, as reivin-
- r ■ O PR IM EIRO JO R N A L
___________________ vidicações do Municiipio.__________________
0 SUBURBANO R E G IÃ O DA
B A IX A S O R O C A B A N A
QUANTO PODE O HOMEM
QUANDO QUER REALIZAR
Nós que estamos aCostu
mados à d ificll tarefa de en.
pleno funcionamento uma.
escola rural; na Vila A n ita
trevistar vereadores, p refei Costa, execução do serviço
Q U I N Z E N Á R I O das Reivindicações dos Municípios de tos, etc., sentimos grande sa terraplenagem onde será
São Paulo - Osasco - Barueri - Itapevi - Cotia - Parnaiba - tisfação quando temos uma construído o G r u p o Es
oportunidade como a que se colar “ Themudo Lessa” , nos
Pirapóra - Cajamar - Carapicuiba e Jandira
nos apresenta agora, isto é, mais avançados moldes da
ANO XV — 19 DE M A R Ç O D E 1966 N.* 1.069 levarmos ao conhecimento técnica dó ensino moderno;
do povo os feitos de um ho no setor de estradas, foi
mem político que acima de executado o alargam ento da
tudo, luta pelo engrandeci estrada entre Jandira e o K l
m ento de sua comuna e pe .33 de modo a propiciar * •
^ R e f - l e x o é d e u m a a ò m í n í é t r a ç ã o
lo bem estar da coletividade seu prolongam ento até Ita -
N o subtítulo de um artigo 5.900.000; Jardim da R a i pela de São Pedro, no bairro lizar a atual administração que representa. p evi.. além da conservação-
inserido nêste número, sô municipal, ainda no decorrer Trata-se de um homem da e s t r a r a Jandira - Ita-
nha, Rua Hum, Cr$ 600.000; das Quatro Encruzilhadas e
bre o progressista Município Jardim Sorocabana, Km!" 40 a de Am ador Bueno, depen dêste ano. simples, de um homem m o pevi que se pretende asfal
de Jandira, lê-se «Q U A N T O desto, marcado pelo destino tar com a ajuda do DJSJEl. e-
— Rua 3, Cr$ 300.000, num dendo esta última da doação Acresce dizermos que, vá
PO D E UM HOM EM Q U A N a tornar-se um adminis com a Imprescindível colabo
total de Cr$ 41.900.000 (qua do terreno. Ainda êste ano, rias das obrás programadas,
DO Q U E R R E A L IZ A R ». cujas concorrências já f o trador que. para gaudio da ração do ilustre Engenheiro
renta e hum milhões e no* será firm ado com a S. Paulo
Nêste, nós poderíamos usar queles que lhes depositaram D r. Renee. Providências ur
vecentos m il cruzeiros), que Ligh t S. A . contrato no sen- ram publicadas, tais como:
a mesma frase, levando-se Iluminação do Parque Su o voto, está dando um exem- gentes estão sendo tomadas
..em consideração que vamos pio vivo de perspicacia, de junto à E grégia Câmara Mu
burbano. do Jardim Julieta
ía la r do dinamismo e da boa honestidade e de denôdo! nicipal no sentido da obten
e da Vitápolis, já deviam ter
vontade do Sr. Romeu Man- Quem conheceu o então ção de suplementação de-
sido realizadas pela adminis
írinato, P refeito de Itapevi Distrito e Jandira. legado verbas a fim de que seja
tração passada, quando o ex-
quando êle nos anuncia as prefeito, fazendo-se acompa
pelos administradores do executada a elevação do lei
inúmeras obras a serem exe passado ao mais completo to que liga o Kl. 33 ao Jar
nhar por vereadores e por
cutadas nesta sua adminis abandono, e hoje tem a dim Alvorada, inclusive a-
pessoas da sua amizade, em
tração. oportunidade de lhe fazer guarda-se autorização da
verdadeiras chanchadas de
Augusta Câmara para a a -
Falar da pessoa, íalar do magógicas, onde até lágri- I uma visita, por certo have
rão de convir conosco quan quisição de uma m otonivela
caráter, falar da personali mas foram vertidas, — (lá
do afirm am os que o povo dora, que servirá na conser
dade do P refeito de Itapevi, grimas de crocodilo), prome
acertou escolhendo Oswaldo vação de ruas e estradas.
julgam os perfeitamente dis-, teu re a liz a r !... Mas, como
Sammartino para o espinho Foi aberta Concorrência
pensável, uma vêz que todos as outras promessas que fo
so cargo de l.o P refeito. Pública para 0 asfaltam ento
conhecem o homem de so ram feitas, estas também f i
0 >homem é de uma tem pe da Praça Dr. N ilo Am aral e
bejo. caram no esquecimento.. .
ra extraordinária; se cons da A v. Conceição Sam m ar
É um tipo calado, embora O homem prometeu tanto,
titui realm ente num exem tino- cujas obras já se en
comunicativo, sí m muita que êle mesmo não deve se
O Sr. Prefeito Municipal, acompanhado dos senhores ve plo à ser seguido por deze contram em andam ento.
tendência para a política, lembrar do que fez!
avêsüo, completas ncnte avês-
res dores, examinando a Av. Brasil, que se encontra em
Êle não se lembra, mas, a
nas de Prefeitos que conhe- - -Franco entedim ento com a.
péssimo estado de conservação e que s e r á calçada- a mos! São Paulo Light-Serviço de
so à publicidadí, tanto as exemplo da Rua D . Pedro. fam ília do nosso am igo Chi-
H aja vista que num ano Eletricidade, no sentido de
sim que dificilmente se vê cão, a fam ília do Adriano e
apenas de administração. extender rêde de energia
uma sua fotografia nos jo r serão empregados só no se tido de que seja iluminada a a maioria da população da
Oswaldo Sammartino já rea elétrica dom iciliar a quasi
nais, que gosta de íazer ou tor de iluminação elétrica atual Av. Bonifácio de Abreu, Vitápolis, assim como nós
lizou na sua Jandira o que tôdas as Vilas, bem como, a
de realizar sem alarde, e que, domiciliar, sem falarmos de do último bico existente até não esquecemos. . .
muitos não fizeram em mais iluminação pública da P ra
dentro dessa sua mania, dês- outras importantes obras a entrada da via de acesso Enfim , aguardemos 0 cor
de cinco anos! ça Dr. N ilo A m aral e da A v -
se seu mutismo, — «por de que serão realizadas, tais de Vitápolis. rer dos dias, quando outras
É obvio, com o apôio de Conceição Sammartino.
trás das cortinas-», como se como, construção de escolas, A lém das obras acima enu- coisas mais virão, outros co
uma plêiade de outros bra Além de tôdas estas im
diz vulgarmente — , vaj con mentários por certo surgi
vos Jandirenses O s w a l d o portantes obras- algumas jà
duzindo o Município para o rão. .. É uma questão de es
Sammartino, em apenas um quasi concluídas e outras em
lugar que lhe é devido no perar . . .
ano de administração, con andamento, conse g u i u o-
consenso das mais adianta- A DIREÇÃO
seguiu isto: ilustre P refeito de Jandira,
tadas cidades do nosso hin-
Instalação de um Posto de — conform e publicação no-
terland.
ftsto é Romeu Manfrinato CONVÊNIO: Saúúe; Posto de Puericultu
ra; Coletoria Estadual; a
Diário Ofic-al do Estado, de-
2-3-66. — com Exmo Sr.
no nosso entender. N a presença do General
Prefeitura e a Câmara ins Governador do Estado a
Prova cabal do que esta Enio Gratidiano Doriléo, foi
tala d a s confortavelm ente; concessão de uma verba d e
mos afirmando está *no que assinado dia 8 último as 16
ambulância e um veículo p a Trezentos milhões de cru
vamos adiantar aos municí- horais, o Convênio da merenda
ra os serviços municipais- zeiros para a instalação de
pes da nossa Ita p e v i. Escolar, através do Ministé
além de outras tantas obras água e esgôto em Jandira, e-
E is um relato daquilo que rio da Educação e Cultura da
que vieram beneficiar a po ainda, dentro em breve, se
Rom eu Manfrinato, com a Campanha Nacional, cujo re
pulação 4 0 centro da cidade rão instalados teiefones n o
imprescindível a j u d a da presentante é o sr. General.
e da pereferia. município, de acôrdo com
E grég ia Câmara Municipal, Assinou o Convênio o Pre
feito Municipal Romeu Man E não para ai o dinam is entendimentos que já foram
realizará dentro em breve:
frinato, que conseguiu para m o do homem- eis o progra feitos com a Companhia T e
N o setor da iluminação
as crianças do município 4.000 ma de obras a serem exe lefônica B rasileira.
elétrica domiciliar: O Prefeito Rcmeu Manfrinato. ladeado pelos srs. Verea
dores Osmar de Souza, Claudionor Bruno, Tuguo Ueta e cutadas, algumas já em a n Fica pois aqui- nêste sim
Jardim Julieta, obra no ks. de" leita em pó que será
Maurício Bechara, defronte o pTédio em que funcionará damento; ples apanhado, o relato da
montante de Cr? 6.600.000 ; distribuido gratuitamente e
a escola do Bairro da Vitápolis. Na V ila Denise, construção ação de um homem a quem
Parque Suburbano, Cr$ ---- indistintamente mudando a
calçamento de ruas, etc.! \ meradas, pretende ainda o de uma Escola de 6 classes- nós, — pela sua bondade e-
7.400.000; Vila Aurora — «tatica» da geistão passada a
Exemplo: calçamento da Sr. Romeu Manfrinato, den todas as crianças que fre cuja alvenaria se encontra no pela capacidade dem onstra-,
Rua São Roque, Cr$ .........
A v. Brasil, cujo Edital de tro em breve, proceder uma quentam os grupos escolares respaldo; no Kl. 33- am plia da través das obras que vem
2.400.000; Jardim Jurema,
Concorrência Pública já foi revisão nos salários aos ab do municipio de Itapevi. ção de mais 2 salas, instala realizando- — rendemos a
Rua Hum, Cr$ 600.000; V i-
publicado e cujo custo orça negados servidores munici Em nome das crianças nos ções sanitárias até aqui ine nossa homenagem.
tápolis, Cr$ 15.000.000 (ilu
rá aproximadamente Cr$ .. pais, a cujos esforços muito sos agradecimentos General xistente; no Jardim Alvirada Parabéns Jandira, p ara
minação de quase todo o
30.000.000. deve a atual administração. Enio. èm entendim ento com o clu béns Jandirenses, P A R A .
b a irro !) ; Rua R io Branco,
N o que tange aos bairros, Eis, prezados leitores, um Ao Sr. Prefeito nossos pa be da localidade, foi cons BÉNS OSW ALDO S A M M A R
no «Jardim Portela” , Cr$ ..
incluem-se as obras da Ca- relato do que pretende rea- rabéns. truída a sede onde está em T IN O !
3.900.000; Parque Ciras, Cr$
^ ) Q Ç - V lS \ t f 0
Senhor Presidente
dron
•C. vji?
: —
-CÓPIA AUTENTICADA-
-R e q u e r im e n to nü 5 8/65*
L ü S B R A 3
Autori^do Willys-Rua Augusta, 2556-Telt 807112
São Pau3o, 27 de outubro de 1.965*
Pi*ezad oa Ser.ho ro e,
cão Paulo
28 do outubro de 1965
»5-2 33/55
X Cariara Municipal de Barueri
Baraeri
INTERESSADO
SODAN - SOCIEDADE DISTRIBUIDORA DE AÜTOMOVEIS NACIO
NAIS LTDA.
DATA:- 28/10
NÚMEROS
DO EMPENHO:- 542
DO PROCESSO:- 542
DA VERBA:- DECRETO 25/65 - Lei 33/65
NATUREZA DAS DESPESAS:- AQUISIÇÍO DE AUTOMOVEL MARCA
IMPCRTANCIA EMPENHADA
NO DIA:- 4.000.000
ATS A DATA:- 4.000.000
SALDOS
ANTERIOR:- 9.455.950
NOVO:- 5.455.950
PREPARADO POR
CONFERIDO POR
VISTO
c Am a r a BARUERÍ
PR2FEITURA DO MUT7ICIPIC BS BARIT^I
Eotado de Soo Paulo
ran
PBKFFJTUHA DO M O HIOmO DE BARUHHI
betado de 3ao Paulo
OF/ffg-162/66.-
Prefeitura üuniclpol de Barueri, 16 de Maio de 1.966.
Senhor Presidente,
M m -a & M ã z
CÂMARA M U NfC IP A L D E B A R U E R í
-C O p I a A llT k lV r j.Ü A -
Exiao* 3nr.
Constantino de Camargo
DD* 2residente da Egrégia Camara Municipal de
fraruerl*
Copia autenticada pela Secretaria da Camara Muni
cipal de Barueri, aos 1 de Junho de 1*966*
~ ÍX ! t Ul? $
cAmara municipal de B A r ue r i
0 PHEPSÍTG MDlfcCfià:?jffl‘
* À XJ **■« XÁ xJ +~* x*
0 PR-PrXTO MUNICIPAL
C Â MA R A MUNICIPAL DE B A R U E R Í
STO DS LEI Hfl 75/6$ 358 5' DE NOVEMBRO DE 1.965*
SaäSs® &
gsvütao
M ju JU
Artigo 3») - -osta LPi ^ntrará «nm vigor na data d« sua publicação
U 4M 4i ^
* J *
,- .... revogadas as disposiço«s contrario.
lizados o
João Grue;
^>0C u?ix)
CAMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I
& -o S r i A ^ - r a ir x O A -
• -i’.i0J'.50 t h m :m 67/Q5-
A o a iu iu titr .r x o iP A i in j » r a a iv m b w a i
contrario 4
3ala áft® DütíMoêa, 84 $ a aetemfcr© de
*•
—c 6yza aitiíntioa-
FREPEITURA DO TÎUNIOIPIO DE BAHÜERI
ESTADO DE 3%0 P\UL0
Senhor Presidente*
0 Tenho a s u M t a honra de encaminhar a
V*Excia* e a % r % Í € Cagara MuniclpaX, as justificativas
do veto ao projeto lei# nfi 43» de 1? cte Novembro de 1*965#
enviado ao Poder Executivo*
aJ-^Considera^do, um fato supervenie»-
• te e d® extreme importância que e a proaulgaçao
VfSmVOlOMJO, na 2, de 27 de Outubro de 1*965,
e ampliou a oompetenoia exclusiva do Poder Executivo para
a iniciativa de leia que criem cargos ou impliquem no au
mento da despesa publicaj
b)- Considerando ainda, que por força
da Lei Federal ns^3*§28f de 3 de Janeiro ae 1*959, inciso
10, do art* 1 % não e permitido ao senhor Prefeito Munici
pal estabelecer ou subvencionar ou da» subvenção (subven-
tio) pecuniário a cultos "religiosos, sob pena de responsa
bilidade oriminal;
o)- Considerando mais, que © art*16 do
projeto de le«. nfi 43/65 T O DISPCE OOK CLARESA a destina
ção da importância de Cc*& 500*000* se para fins assiste»-
cionais ou se para subvencionar culto religioso, tanto as
sim que não dispõe igualmente sobre a sua aT)lica£ão,nem
condiciona a obrigatoridade da posterior prcstaçao de oon-
9 tas, pela entidade beneficiada;
d)- Considerando, entretanto, em faoe
da obscuridade de que se roveste o diploma, vejo-me for
çado a veta-lo nessa parte, não sé para resguardo de uma
prerrogativa constitucional e o art* 12 inoiso 10 da Lei
federal nfi 3*528, ãe 1,955*
Nestas oondiçoSft» ve;jo-me obri
gado a vet.^r e negar sanção a propositura* Todavia, a fim
de que a Gamara Maniotpoî possa atingir seus altos objeti
vos, sugiro- data~veniay ocra apoio nas rasoes do veto ora
invocadas,- que seja elaborado novo projete de lei, dentro
das normas legais*
Aproveito do ensejo, para reiterar a V*
Excelência e aos nobres Vereadores, os protestos de minha
alta estima e distinta consideração*
• 0 Prefeito Municipal*
Assinado:-Adonai de Almeida^Sylos-
Oopia autenticada pela Secretaria da Camara Municipal de Ba-
rueri, aos 2 de Junho de I .966
^ ) o c .VA.0-
C A MA R A MUNICIPAL DE B A R U E R I
>■!€i h b ^ i
r n i n i r s v u 5« ih ic ip f ' D'", j v .i '' c ^ -./io â
jS tivV do -ã- i-u:ir,
0 PE v-irr :II."icIp/IL
na Tesouraria Municipal0
£) PBEFEITO MDHIECPAT.
>n
iro
CÂMARA MUNICIPAL’
H ÍB I e ITURA LO MJHICIPIO-B e BABUe E I e comarca
Estado da Sao Paulo
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Artigo Ift ) -^ica abf,rto na Contadoria da Pivf^itura Munici*ai
/“í ’ j/Tl \\ «*■* -w J-4 —
0 P E ^ M T O MUNICIPAL
c z m m ic A M w su. a m m m A $ * e s m u m m o & ja m
mmssi, m e m
0 abaijco-assinado t Contador-fesourei-
ro e refir<ona«vol pela Secretaria da C^msra Itmi-
cipel d© Barueiri, Li.’CLABÀ para todos Of- efeitos
legais que o Prefeito MUnlolpal áe B-\mer1, não
enviou ao Legislativo* ate a prsaeafce data «anbu»
balancete trimestral, eorrsepoiKiwite ao exercício
2* l*9t»5 a neste osioroicic não f o i vevetyido naa~
n3mm balrmeete.Di£CIJJU rsaie que, o sr* Pr-«feito -
Municipal aitoaniiahea ao uiclslativo n jonna balan
cetes meneais reíarentes ao exerolelo de 1*965 a
Dezeinbro, ?endo que, tais balancetes nao apresen
ta» as oaigenolas correspondentes aos balancetes
tríne«;rai!3, na £01»» de Lei Crganiea dos Municí
pios»
Secretaria da Canara líunicipal de Barue
rit aos £ de de .
Heaporusa teria*
-CÓPIA AUTENTICA-
Senhor Presidente.
Tenho o prazer de remeter a V.Exoia, e
a Egrégia gámsra Municipal, as respostas doa requerimentos
e indicações, abaixo deucriminadas,
Aproveito a oportunidade para re itftra r a V.Ex-
oia e aos Senhores Vereadores os protestos de minha a lta
estima e d is tin ta consideraçao,
RESPOSTAS»
Requerimento ns 34/66. Os balancetes trim estrais, atrazou—
ae devido o acumulo de serviço no Departamento de Contabiü
dade Municipàl, uma voz que E.CSmara, não aprovou o Crça-
mento do e x e rc ício de 1.966, enviado na prazo le g a l, obri
gando a Contabilidade, a re la to rlo s pedidos pelos Poderes
Federais e Estadual.
Requerimento na 36/66, Por força de d iap ositivos le ga is ,a s
subvenções e a u x ílio s finan ceiroa, aomentg competem a sua
concessão ao Poder Executivo, as concesaoes pagas de con
formidade com a L ei Orçamentaria de 1.965, constam dos ba
lancetes e contas remetidas a E.C&nara e recibos na conta
bilidade municipal.
Requerimento nfi 37/66, A fich a de Caixa diariamente são —
afixadas no lo c a l de costume, por ser ato interno do Poder
Executivo, in clu sive a de s eis de A b ril do*corrente ano,pe
lo funcionário encarregado da Caixa,
Requerimento n» 35/66, 0 balancete re la tiv o á re ce ita e des
pesa, ô publicado na P refe itu ra e afixado em lo c a l de cos
tume, nos termos da l e i e regulamentos.
Requerimento nc 32/66, Os funcionários municipais exercem
cargos criados por l e i , oa seus vencimentos e os recursos
fin a n ceiros, constam da l e i orçamentaria, e das folhas de
pagamentos enviadas a E.CSmara,
Requerimento n« 33/66, 0 Poder Executivo, coloca a dispo
sição do senhor Vereador a pasta dos contratos internos
da P refe itu ra , afim de sua le itu r a .
Requerimento verbal sem n ». 0 Chefe do Poder Executivo,Já
determinou aos funcionários o cumprimento do a r t. 25, in c i
so X V III, da l e i Organica dos Municípios, nos casos corre-
la to s .
Atenoiosas saudações
0 P r e fe ito Municipal.
As. Adonai de Almeida Sylos
(Adonai de Almeida Sylo)
CÓPIA AUTENTICADA PEIA SECRETARIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DE BARUERI, AOS 25 DE FAIO DE 1V9Í$*
CpMtàdn» fteapuròiro
$
-CÓPIA AÜTEKTICA—
-Requerimento n2 35/66-
(Pedido de informaçoes)
João Guerra
. t.-\ À í-, c . .
Zendron
"Î)GC U.Ç
___
WlUN/C/t.. ■
.4 . r A/
V ut V
-o 6p i a AtirrrocA- BARUEHI
T ^ ü d OE Sf^O
-Requerimento n^9/65-
(Peûido de informaçoes)
Coaéiüôi'. ji« o ^que o sr. Prefeito Huniolpol não ven
cumprindo a Loi organisa doa Kurdaipios en aou artigo n«
101Ï
Congiderando que o sr» 3hefe#do Executivo nao en-
OíudLnha a est» Legislativo a neoessaria prestação de
suas contas ooni’ora» e previuto aa v^ncionada Lei n « 1 *
de 18 do setcribro de 1.547}
Connidernndo que e cri»» capitulado ne. Lei a*
3.520 de 3 de Janeiro de 1*959# oorainoda eora a Lei Fede
ral n» 1079 de 10 de abiil de 1*950, o fato do or. Pre
feito não atender nos dispoaltivos atras;
Concdderando quo o artigo 101 da Lei afi 1, de 18-
9-1*947» preve que o sr» Prefeito deve enviuç a esta Oa-
aa balancetes trimestrais ate o dia 1 0 do »es seguinte,
acompanhados de relação gas despesaa referentes a cada
veroa ou dotação. de acordo cor* as tabelas explicativas,
devendo tal relaçao declRrar, seripre que se trate de des
pesa superior a mil cruzeiro®, quem recebeu O pagamento,
qual o serviço prestado ou as mercadorias adquiridas m e n
cionadas globalmente;
Considerando que o ar* Prefeito não atende aos
dispositivos da Legislação em vigort
REQUER^íCS à Mesa, na foz«» Regimental, depois de
ouvido o plenário, seja solicitadas do Sr» Prefeito as
seguintes inforuaçoSsi
1 « Qual o Estivo que o sr» Chefe do rxecutivo
não encaminhaAao Legislativo os balancetes trimestrais
oonforms preve a Lei Organioa doa llmioipios ?•
2 - Porque o T&ecutivo não envia balancetes desde
o raês de junho do oorronte ano ? t
3 - l’orque o sr* Prefeito enviou a Caiara balance
tes mansais, ssk. -ienclomir quem reoebeu pa^arientoa ,^quáis
os nerviços prestados, conforme determina a Lei Organisa?
4 - Q^al o saldo de numerário no Cídxa ou estabele
cimento bancarioa, atualmente ?
5» - yuais os saldos das dotaçoes ory untarias, no
presente»
Sala das Ressoes, 26 de novembro de 1*96$»
âuilherma de Quglieli&o
Isçlae Pereira .souto
L e d o Alves de jueiros
José Maria Balielro
Gentil Pires Pedxoso ^
Copia autenticada
autentioada pela
i»ela oeçretarla
oeçreiaria da Camara fluni-
cipal de Borueri,
Baruerlf aos 30 de ífaifr'der
ffel’
è-"'de rl*t/<í66..
JjC *
Ut v
BARüERI
CÂMARA MUNICIPAL ÜE B fl R I ^ E J * t .
Copia da Resposta do Sr, Prefeito ao
Requerimento n2 86/. Os "balancetes trimestral, devido ao
acumulo de serviço da Contadoria, »-.— "a nõo ioi reme
tido a Egrégia Camara, já entao quasi prontos, afim
de ser enviado a Camara, os demais edidos constará
de folhas de pagamentos, da prestação de contas.
Copia autenticada pela Secretaria da
Camara Municipal de Barueri, aos 1 de Junho de 1,966*
cXwdss P a r t i u souto-
Uc
('
baruehi
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUER^V; de são p^y
Estado de Sao Paulo
OF. Ng 25/65»-
Senhor Presidente.
0 Prefeito Municipal
Assinado ádonai de Almeida Sylos
Senhor Presidente
Em atençãoao oficio nfi 230/65, tenho o pra
zer de informar a V.Excia., e a Egrégia Câmara, o seguin-
te:
a) - Desde o dia 8 de dezembro de 1.937, tenho res:i
dencia e domicilio juridico na cidade de Barueri, nos ter
mos do artigo 25, inciso III, do Codigo Civilj
b) - Desde o dia 18 de julho de 1.956, tenho domici
lio eleitoral no Municipio de Barueri, por força do titulo
de eleitor nfi 0 1.335? por força da Lei nfi 4.738?
c) - Exerci pela primeira vez o cargo de Prefeito
Municipal do Municipio de Barueri, em 26 de março de 1.953
a 26 de março de 1.957* com domicilio juridico na cidade?
d) - Na lutas politicas, os meus ilustres adversa-
rios discutiram o assunto, sobre a minha residencia e o p£
vo reconheceram como sendo na cidade de Baruarri, tanto as
sim que fui eleito com a maioria respeitável?
e) - A minha residencia na cidade de Barueri, & atu
almente na Prefeitura Municipal, onde funciona a adminis
tração. (rev. dos tribunais, vol. 68, pag. 20);
f) - Tenho outras residencias no Municipio, o Pré
dio do Cartorio na Largo Sao ffoão nfi 3# na cas do ilustre
suplente do Dr. Delegado de Policia do Municipio, Senhor
Sulvio Chalupa, a av. Henrique ta Mendes Guerra, a ràa Pro
fessor Joao da Mata e Luz nfi 35* e possuo ainda diversas
propriedades no Municipio, onde tambem tenho residencia,
inclusive Chacara na Aldeia, e na divisa de Jandira com Ba
rueri?
g) - Em diversas residencias minhas no Municipio,
já tive o prazer de receber visitas do senhor Presidente e
Vereadores deste Municipio, que tomaram café e algum até
almoçaram comigo, diversos dias, principalmente a noite,
tomando aperitivos.
0 meu domicilio legal e necessário, meu é na Prefei^
tura Municipal de Barueri, lei nfi 208, de 27 de Maio de
1.936
Sem outro particular, subscrevo-me atenciosamente
grato.
Prefeitura Municipal de Barueri, em 29 de Outubro de 1.965
0 PREFEITO MUNICIPAL
Assinado Adonai de Almeida Sylos
- ADONAI DE ALMEIDA 3YL0S-
Ao
Excelentissimo Senhor
Dr. MILTON CAMPOS
D.D. Presidente da Câmara Municipal de Barueri
CÓPIA AUTATIÇADA-J>ELA SECRETARIA DACÄMARA
MUNICIPAL DE BARUERI, 66.
"2>QC.0 4
—QÓPIA autenticad a ^
-Requerimento ns 61/65-
Pedido d© informsçoSs*
Exmo. Sr. Presidente
-Requerimento na 68/65-
Pedido de informação.
Guilherme de Guglielmo
José Maria Balieiro
Isalas Pereira Souto
João Yillalobo Quero
D e d o Alves de Queiroz
Roque Barletta Sobrinho
Oonstantino Camargo
Gentil Pires Pedroso
Raul Maoayossi
Copla autentioada pela Seoretarla da Camara
Municipal de Barueri, aos 27 de Maio de 1.966»
*
st iro
- o g y iA A i^ s y r iC A -
Pedidc de iníoriaaçof?©*
Tísno. S r, President©*
iro
S8TÂD0 VS Sa b PAOLO
R E Q U ilfílM E K - r O na 4/65
Sr•Presidente*
Oficio na 29/65
Senhor Prsraifl^nte j
PREIOTDÓ M CJÍTICIPA1
Aasinado-idonai de Almeida Sylcs
Pr. Adonai de Almeida Sylo
Ao
Excelentíssimo Senlior
Doutor Milfcon Campos
Digni33imo Senhor P.-esidonte da Gamara Municipal de
Baruorl
CSmarc Muni cipal de Barueri
Pedido do infciviação*
Gopia autenti
Municipal de Barueri, so
PREFEITURA PO MUNICÍPIO DE BARUERI
Estado de bao Paulo
Qg. m 29/65
Senhor Presidente*
- Respostas e Tnformacoea -
continua na folha n® 4-
ê
iro
^>oc
Sr, Presidente:
Ae.
■^xmo« Sr*
BR. MUTOlf GAKPOS
BB. Presidente da Câmara ITunicipal de
B A E ü E II I.-
CÂMARA MUNICIPAL DE B
-OÓPIA AIJTBHT-ICA—
-Reqnerir^n.to na 4/66-
(Fedido de informação)
Senhor Breaidnnte
OuiXaewiie de ffuflioliúo
-.p .ô q u ^ r iis e a to a ) 6 / 6 6 -
f
-O&cTA AUTENTICA-
Guilherina de Guglielmo
Isaias Pereira Souto
Pecio Alves de Qaoiro*
J0S 0 Villalobo Quero
Copia autenticada pala Secretaria da
Ja
CÂMARA MUNICIPAL DE B
—0(5PIA AUTENTICA-
Senhor Presidente
Gtillhermt de Guglielmo*
Senhor Presidente t
Subscrevo-me
- oc$p i a AUTENTICA-
-Renuerinento OM 32/66
(Pedido do infomaçoõs;
X
■3>ec.vj^U#
-C^KLA ^Lr.llCA-.
■ Ip fò tx
-K G i U u r im tm ^ o íi% 33/66-
(Pedido de informações)
Assinado:---------Cuilheiiiie de GrUglielno-
Josc iir.ria Balieiro
De cio Alvee de Queíroi
-Requerimento n* 36/66-»
(Pedido de informação)
Assinado:-Guilherme de Guglielmo
José Maria Baileiro
Decio Alves de Queirós
Copia autenticada pela Secretaria da Cg
mara Itmioipal de Barueri, aos 30 de Maio de 1*966*
^ g j Í S ciS x .
JoãoTMOuerra Zendron
CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ
-U-? loQ
0 p r e i t o municipal
Assinado - Adoaai de Al.o ida .»yloe
—A" JAI f» o 'II V. JYXO ,-
hxqo. ar.
OCríJTAUTINO 0: ‘AKSO
BT», Iresidente da Câmara Municipal de
m.mRi
•CÓIIA AOTSKTICA.
•Baquerimento 39/65-
Senhor Presidente,
Sirvo-me dc^pre^ento para solieitar
ao ilustre Presidente desta Caiara Municipal, providen
ciac quc o oaco requer, csu.Joa fatos para melhor julga
mento de V.Excia irai oxpor*
Exercendo o onrgQ de Gontadcr-Tesou-
reiro düsta Edilidade, send© nomeado, ooupandc cargo
de provimento efetivo, gosoii enmpre da araisade do Se
nhor Prefeito Municipal de Barueri, Sr# Adonai de Al
meida Syloß, aendo visto con«tantemente no Gabinete do
Chefe do Ereoutiv« tratando de interesse do Município
no inicio déata geatão, apesar de ter lutado para ou
tro condidgto.
Acontece porem, que o vereador Dou
tor Milton Campoe erá o Preéidonte desta#Casa, naque
la ocasião e determinou que este funcionário fosse na
oasa do vereador Guilherme de Guglielmo# levasse o grg
vador e que iria mais vereadores para testemunharem
possíveis denuncias contra um detezviinaac funcionário
da Prefeitura.
Cumprindo deteránação, como era a
minha obrigação, fui em companhia dos vereadores De-
cio Alveg de Queiroz e Guilherme de Guglielmo na resi
dência dgete e 1*1*. a ligação do gravador e la fiquei
para testemunhar.
- 0 que aconteceu então, foi £ue a
pessoa que iria fazer a denuncia, realmente fez; mas
não Sontra o tal funcionwrio, mas sim, contra um graa
de jjolitioo do reunicipio.
Quando houve ca comeut arioo, fui cha
mado ao Gabinete do Sen-.or Prefeito e S.Excia queria
saber quem me mandou ir cor:, o aparelho na casa do vere
ador Guilherme*
Expliquei tudo, tendo o sr. Prefeito
Municipal desejado saber se tinha ordem por escrito*
Desse dia em diante, o cr. Prefeito começou a tratar-
me diferente. Certa ocasiaao, estando eia companhia
.do vex’eadoz’ Guilherme da Gugliel;rx na Padaria Cirondi-
nha, quando 3urgiu virdo do lado da Igreja ílatriz de
Barueri^um veiculo Aero Vtfllis, estando dirigindo-o
funcionário da Prefeitura »r. Ifaroiso Cezar, que pa
rando o veiculo ao lado da Padaria , o sr. Adonai d©
Alsieida Syloc v descendo do mesmo e entrando no referi
do estabeleoimento dizia "VAM33 NA P0SS2 DO IRÄNI, VA
M03 NA POSSE DO IHANI" e olhanao onde me aohava em cõ»
panhia do vereador Guilherme de Guglielmo, batendo
na cinta, como estivesse batendo em ua revolver disse "
L
folha ns 2
revolver disse "HOJE VOU Ba TER EH DUAS PE3SÔAS A^UI EM BA
RUERIJf
A maioria aos senhores Veçeadores ain
da por certo se lembram daquela 2a. feira apos o termino
do una sessão da Camara, quando este funcionário conversa
va com o vereador Decio Alves de Queiroz e mais o Presidên
te naquela época Dr* Mil toa Campo» no Bar Central, quando”
adentrou o ar* Prefeito e dirigindo-se ao vereador Decio -
Alves de Queiroz em voz nlta, dizia que era homen e uma poj*
ção de coisa mais ate que aquele vereador respondeu, neces
sitando a intsrfe-renoia do Dr. Milton Campos*
£ã>*& atitude ao sr. Prefeito surpreendeu
a todos, com exoessso de tóLnna pensôa e a do versador Gui
lherme de Guglielmo que compreendemos que as palavras nao
eram dirigidas ao vereauoi' Decio, mas sim, a nos*
Ka aeseão seguinte, numa atitude digna
de elogios foi aprovado o requerimento 1 0 / 6 5 e foi conrti
tuida uma Comissão de Investigação para apurar os fatos*"”
Lembro perfeitamente em outra ooasião
quando vei na Seoretaria da Camara , o sr* Joao B.B.da
Silveira e dlsse-me na presença do vereador Guilherme
de Guglielmo, de que o sr. Prefeito mandou saber se a
Camara aprovou o projeto de lei sobre o pagamento de gaso
lina que foi gasto em seu posto*
Disse o sr* João que o projeto de lei que
ele se referia, o vereador Isaías P.souto tinha pedido vis
ta por considera-lo irregular.
Ä Aquele senhor, se retirou da Secretaria
da Camera e foi fr.lar com o sr. Prefeito em seu gabinete e
provavelmente expos os fatos.
Continuando na Secretaria trabalhando,
ouvi a voz do sr. .Prefeito que en alto brado gritava, não
entendo o que S.Exoia diaia*
Vim saber posteriormente, que o Senhor
Prefeito, gritando, vinha encaminhando-ae para a Camara Vbx
niolpal, detando-se soube tue estava em minha companhia o*~
vereador Guilherme*
Agora, ha dias atraz, neu ti Antonio Guex
ra, disse-me que desejava falar com minha pessoa e levou-mê
a sua residencia, pois o assunto era muito sério*
La chegando o sr. Antonio Guerra diese-me.
Hontem no Bar do Fujita o Adonai chamou-me
a um canto, disse para mim, que voce o esta atrapalhando mui
to, que ele esta velho, doente e que nao arredaria o pe dê
nada e que IRIA ME MATAR JTO LARGO DE BARUERI, a aconselhou-me
que deverig largar de tudo, pois tinha mulher e filho e que
o Prefeito nao era de brincadeira.
Agradeci o conselho e ainda perguntei o
que foi que ele respondeu ao sr. Prefeito*
Diese que voce era maior de idade,casado
e vacinado e responsável pelos seus atos*
Expliquei ao meu tio entao, que tudo que
f^zia, era cumprir oom minhas obrigaçoês, pois e
t o lh a n» 3-
obrigaçoês,j>oi8 era funcionário ao roder Legislativo © não
do Poder Executivo*
Fui pare a Occsara trabalhar, preocupado,
sem sc-bcr que atitude devarie touiar, até que checou o verejã
dor Br* Milton Bamijoa © ©xpusí u S.Exoia os fatos e S.Excia
dissa-ne*
õ Adonal deve estar louco cm dizer que
vai te matar, eu falarei cosa ele*
(Jontei tombem no meamo dia, ao vereador
Uuilhertie © eate se prontificou a ficar diariamente m Ca-
mara era rainha oorapanhia para ue proteger« ^
?»o cia 21 de Abril, no Bar Central em
presença de V.Ibcoia, do vereador Becio Alves de Queiro#
perguntei ao Ur» flilxcn Casais ac tinha falado com o
Sr* Prefeito a respeito da ameaça dirigida a minha pessfia
© S*!.xoia disse o se&uinte*
Que a vsrdad# deveria ser dita, pois
oJLe inuaguu do ar* Prefeito e e&te confirmou que de fato
falou ao ar* Antonic (fcisrra qu© me mataria, nas que foi em
brinoadelra*
Ha alguns dias apos, o sr. Brefeito TfunJ.
olpal mandou-me oharaar pelo^Sr* Alberto Siaoã® que queria
zalar comigo, perguntei snt~o quem se achava em sua compa-
nhla, recebendo resposta de que S*Excle estava ecsinho em
seu gabinete.
Logo em seguida* isto ©, cepois de uns
qUinae minutos, veio o cr. Benedito Soares ohamor-ft© nova
mente* M a s © nu© não poderia ir, pois aguardava o Pr©3iden-
to © como hao tinha fiaicionnrio nàtnhum não poderia feehar a
Caraara para atende-lo, esc - foi a iieoulpa qu« dei*
Tudf" isso ocorreu, estando em minha com
panhia o jornalista Hunes do Jornal A Rtgiõo e mais o verejg,
dor Guilherme*
Porgunto agora, depois de todos esses
fatos ocorridos, posso acreditar que e brincadeira ?•
A Câmara esta cuidando da verifioação
das contas, poúera o;.tar certa ou podara estar errada, e o
unico que guarda todos Ob do a /isento* e este fünolonarlo, e
se amanha _or ventura coisa ©oonteoer a minha peru;©
ate^ouo normalizo tudo ciç novo ira do.uòrar tempo e a Lei -
Ogganioa dos líunicipioc- e elara., pois estabelece ou© se nao
for aproei ida, aprovrdn ov. rftj^ítada as oontas atl determi
nado prazo os mesmas astao au temático: v..ate aprovada«*
Jr* Profjid©. .to, tentei sxçor da melhor
manelrg o que ven oceirrr^ndo, deixando ej critério de V»
Jixoia«, as medida» que se faaem necssstaia**
% Aproveito a oportunidade para apresentar
a V*^xoia*j| oa ne*’« de e**evada estima e distinta
oonsideraçao*
João (Kxerra <&ndron
Contador fes^ureiro
Copia autenticaôn pela Secretaria ^o#&rçr- timicipal de Ba
rueri, aoa 6 de Junho de 1*966« ^
joão
Contad
(Tsiscurso pronunciado peio Vereador ^uilherae da Gu-
/rlielmo na 8a. sessão Ordinarla (linha 35» folha 76 do livro de
Ata)
Senhor Presidente e Senhores Vereadoroo.
Apresento! o requerimento 30/66, no qual sè-
litavaru aos estabelecimento o ‘bancários, noa quais a Pre»
feitura 'Municipal de Baruerl tem conta, uma fotocópia de
todos oo cheques emitidos pela rnamicipalidafle no dia 6
de Abril deste ano. 0 re^ueriaento, quando erüiscussao,
o vereodcr AmalSo R.Bittencourt lider do sr. Prefeito
néata Casa, fazendo uso da palavra, criticou veer.entemen
te o neu^ requerimento, principalmente em um dos neus con
siderandos que dii, qut sa fosse requerido ao jr. 1‘refei
to, eate não informaria. ar. Presidente e senhores ve
readoreB um certo trecho d© discurso do nobre vereador
Anialdo R.iíittencourt “isso á uma incoerência do verea
dor, se requeresse e não viesse reapoata, isso sim, mas
antepôr oa fatos, d isend o que :iao vai reoeber resposta
isso <1 um tantc precipitado”. 0 requerimento foi aprova
do; mas pensando bam durante a oenana, pendei comigo mes
mo, talvez o senhor Profüifco tonha modificado, talvez o
sr. Prefeito achou melhor cumprir as leis dando as infor-
maçoe3 que d.nre ser dada. Pensando assim, resolve apresen
tar o requerimento n® 37/66 que dizia o seguinte* Pedido
de informs?çees, Hxmo. Sr. rooidontc. Euqueiro s Meea, se
ja oficiado ao Senhor Prefeito Municipal solicitando có
pia da ficha de caixa do dia 6 de ebril deste exereicio
mencionando eu® 6 de 20 di^s o px^zo para responder a es
ta Casa. de ecflrdo cem o iter, 12 da lei 3528 de 3 de jane^L
ro de 1959 e siencioner o item 8 da citais lei que diz ”re
casar-se ao 3 decuir^-^-os public sos", estardc ^cfinidc como
- crime de raspe:.' b da '’os Prefaitá '^micipais. Sala
das Sesso^s, 2* do abril de 1966, assinarem tanbem o mes
mo requerimento oa ver© a" ores? -Joc* ’Taris> Balieiro e DÓcic
Alves de Queiroz. ?i a reposta d*? senhor Prefeito '.Munici
pal, notem bea a respostax A ficha de caixa diariaraente sao
afixadas no local de costume, por ser- ato interno do Poder
executivo, inclusive a de seit de abril cio coire-vlo ano,
pelo encarregado da caixa. Veja ber: senhor Presidente a no
bres colega»} pedi uma cdxia da ficha de caixa e o senhor
Prefeito responde que s.~o afixadas no local de costume.
— -folha na
Acredito Penhor Presidente, que guando e Senhor
Prefeito responde dessa maneira. deve rir da Câmara e
dos vereadores. Irei tomar as providências que a lei
me concede. C 3en,ber Prefeito está infrin&Lndp leis
federais e estaduais ao recusar euses requerimentos.
Poderia eu Saithor iresidente, convidar 2 ou 3 verea
dores ou 2 ou 3 u:.it-;oa e ir ao local onde estao afixadas
as fichaa de caixa e t i m r cópias* Penhor Presidente @
ue .horbB exeadoros, íssc ê muito perigoso, todcs ou pe
lo menos un>.a bfta parte dos Senhores Vereadores se lem
bram de quando combiner»» para Irmos na Prefritura Mual-
cipar tiznr cópia do decreto que c ar. Prefeito abri» ua
credito para compre,r o já fS&iaoso Aero tfiUpa. o que acon
teceu nesse dia então ?. Sm frc.its do prédic da Premei tu
ra, arci/jos do nr, Pr-feito em atitude anonçadora, guaame
ciam o predio, disante nua ca ve real créa iriam invadir o
gabine te do sr. Prefeita para tirar d oçumantos jH<53 Senhor
Presidente, nem tontar t i m r às cópias temamos» pois cor
riamos ri3co ae ser agredidas e aar baleado5 tomande co
nhecimento de rus o br. Profeito e o Preaíiente da Câmara
Municipal nacuela ooasiao Pr. Si1ton Campa» tinha» recebi
do telefonema ce Parueri em Sa Paulo onde residem, o ve
reador 00 aé Maria jíaliaxro chegou até ir no GQMM 40 pedir,
as gara.itiau necesaarias* Ainda o.r* Presidente me recordo
quo 0 sr. Prefeito Municipal a o sr. Presidente des ba Ca
sa chegarem neste ironieipio por volta das 1 S»30 horas s
haviam requisitados o com pare cimento do T5CPS* ?oi uma
vergonha Senhor Presidenta para 0 muaioipio de Barueri o
que aoont 'oeu naquele dia* Ca vereadores de se j a v m tirar
cópias do decreto rue ati ?o^e sr. Praaid r.te, como Ó do
conLecia^nto da todos, o sr. Prefeito não qucr mandar pa
re esta Caoa, m\ pelo raeno» C'f fcraralei 3 requerimentos
nesse sentido* Coincidiu ^enhor Presidenta, como t M o a
(todos) devem estar- le abra los* nnev.ola 2a. feira o Vereo
dor Ei lábaro Tíor.rara da ai st.lu de ;ua licerçe. e foi novamen
te empossado no cargo de vereador. Aquela triste 2a.feira
para o nosso munlcipic, ainda ar* Presidenta, me recordo
de todas as ameaças eue fama# alvo* ira vista elementos
armados até os dentes» tendo 0 vereador Ponura por exem
plo sr* Presidente, chegado ao cumulo de dar tiros antes
do inicio da aaaaaa para experimentar o seu revolver* Ss-
—'
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