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UNIVERSIDAD CATÓLICA LOS ÁNGELES

CHIMBOTE
FACULTAD DE CIENCIAS CONTABLES,
FINANCIERAS Y ADMINISTRATIVAS
ESCUELA PROFESIONAL DE CONTABILIDAD
TITULO:
LA CULTURA TRIBUTARIA COMO MECANISMO PARA
COMBATIR LA EVASION DE IMPUESTO DEL IGV DE
LAS MYPES DISTRITO SAN MARTIN DE PORRES - 2017

TESIS PARA OPTAR EL GRADO DE MAESTRIA EN


CONTABILIDAD MENCION EN TRIBUTACION
AUTOR:

BACH. YAQUI YENI JERONIMO RAMOS

ASESOR:

MGTR. JULIO JAVIER MONTANO BARBUDA

LIMA - PERÚ
2018
UNIVERSIDAD CATÓLICA LOS ÁNGELES
CHIMBOTE
FACULTAD DE CIENCIAS CONTABLES,
FINANCIERAS Y ADMINISTRATIVAS
ESCUELA PROFESIONAL DE CONTABILIDAD
TITULO:
LA CULTURA TRIBUTARIA COMO MECANISMO PARA
COMBATIR LA EVASION DE IMPUESTO DEL IGV DE
LAS MYPES DISTRITO SAN MARTIN DE PORRES - 2017

TESIS PARA OPTAR EL GRADO DE MAESTRIA EN


CONTABILIDAD MENCION EN TRIBUTACION
AUTOR:

BACH. YAQUI YENI JERONIMO RAMOS

ASESOR:

MGTR. JULIO JAVIER MONTANO BARBUDA

LIMA - PERÚ
2018

i
HOJA DE FIRMA DEL JURADO

PRESIDENTE: --------------------------------------------------------------------------
DRA. ERLINDA ROSARIO RODRIGUEZ CRIBILLEROS

MIEMBRO: --------------------------------------------------------------------------
MGTR. DONATO AMADOR CASTILLO GOMERO

MIEMBRO: --------------------------------------------------------------------------
MGTR. VICTOR HUGO ARMIJO GARCIA

ii
AGRADECIMIENTO

A dios padre todo poderoso por concederme la dicha de la vida, por haberme

Guiado por el camino correcto para llegar hasta aquí, también por darme

Sabiduría y el conocimiento de su palabra.

A mi madre, hermanos y mi familia hoy comparto este logro en mi vida con ustedes por

Vuestro apoyo incondicional, por todo su amor, confianza inquebrantable

En todo este tiempo.

A todos los profesores de la escuela de posgrado de la universidad ULADECH

Por sus enseñanzas, experiencias y sus sabios concejos

Y conocimientos.

Por ultimo a mis compañeros de tesis porque en esta armonía grupal y compartimiento

De experiencia diversas he aprendido muchísimo y lo hemos logrado.

iii
RESUMEN

La investigación se planteó como objeto de estudio el de establecer la incidencia de la

cultura tributaria como mecanismo para combatir la evasión de impuestos del IGV.

Motivándonos a proponer como objetivo principal, determinar y describir la implicancia

de la cultura tributaria para combatir la evasión de impuestos del IGV en las Mypes del

distrito de San Martin de Porres – 2017 La investigación desarrollada es cuantitativa

descriptiva no experimental. El universo fue constituido por 77 personas de las empresas

encuestadas de los cuales se tomaron como muestra 40 personas a quienes se les aplico

24 preguntas, las respuestas obtenidas nos ayudaron a determinar nuestros objetivos

planteados, de la misma manera nos facilitó la presentación estadística y grafica también

los análisis e interpretaciones de cada una de las preguntas. Consiguiendo como

resultados del 100% de encuestados el porcentaje de 22.5% (Tabla 1) de encuestados no

tiene conocimientos acerca de la cultura tributaria, el 40% (Tabla 17) respondieron que

el evadir impuestos del IGV afecta significativamente su negocio el 60% (Tabla 19) está

de acuerdo que se debería implantar programas de difusión de temas tributarios, el 40%

(Tabla 24) está de acuerdo que pagar impuestos mejora la calidad de vida en el país. De

los resultados antes indicados se ha logrado constar y verificar al 100% la hipótesis

alternativa ha determinado que si la cultura tributaria como mecanismo combatirá la

evasión de impuestos del IGV de las Mypes distrito de San Martin de Porres año 2017.

Palabras clave:

Cultura tributaria, Evasión de impuestos, IGV.

iv
ABSTRACT

The research was raised as an object of study to establish the incidence of tax culture as

a mechanism to combat VAT evasion. Motivating us to propose as main objective, to

determine and describe the implication of the tax culture to combat the tax evasion of the

VAT in the Mypes of the district of San Martin de Porres - 2017 The research developed

is quantitative descriptive non-experimental. The universe was constituted by 77 people

of the companies surveyed of which 40 people were taken as sample to whom 24

questions were applied, the answers obtained helped us to determine our objectives, in

the same way we facilitated the statistical and graphic presentation also the analyzes and

interpretations of each one of the questions. Achieving as a result of 100% of respondents

the percentage of 22.5% (Table 1) of respondents has no knowledge about the tax culture,

40% (Table 17) responded that evading taxes from the IGV significantly affects their

business 60% (Table 19) agrees that tax dissemination programs should be implemented,

40% (Table 24) agrees that paying taxes improves the quality of life in the country. From

the results indicated above, it has been established and verified 100% the alternative

hypothesis has determined that if the tax culture as a mechanism will combat the tax

evasion of the IGV of the Mypes district of San Martin de Porres year 2017.

Keywords:

Tax culture, Tax evasion, IGV.

v
RESUMO

A pesquisa foi levantada como objeto de estudo para estabelecer a incidência da cultura

tributária como mecanismo de combate à evasão do IVA. Motivando-nos a propor

objetivo principal é identificar e descrever as implicações da cultura fiscal para combater

a evasão fiscal do IVA nos Mypes do distrito de San Martin de Porres - 2017 é uma

pesquisa quantitativa descritiva desenvolvido não experimental. O universo foi

constituído por 77 pessoas das empresas pesquisadas das quais 40 pessoas foram levadas

como amostra para as quais 24 questões foram aplicadas, as respostas obtidas nos

ajudaram a determinar nossos objetivos, da mesma forma que facilitamos a apresentação

estatística e gráfica também as análises e interpretações de cada uma das questões.

Ficando como resultados de 100% dos entrevistados o percentual de 22,5% (Tabela 1)

dos entrevistados não têm conhecimento sobre a cultura fiscal, 40% (Tabela 17)

responderam que a evasão fiscal IGV afeta significativamente os seus negócios de 60% (

A Tabela 19) concorda que os programas de divulgação tributária devem ser

implementados, 40% (Tabela 24) concorda que o pagamento de impostos melhora a

qualidade de vida no país. A partir dos resultados acima foi recorde alcançado, e verificar

100% a hipótese alternativa determinou que se a cultura fiscal como mecanismo de

combate à evasão fiscal IGV do distrito de MPEs de San Martin de Porres 2017.

Palavras chave:

Cultura fiscal, evasão fiscal, IGV.

vi
CONTENIDO
Pagina

TITULO DE LA TESIS (caratula)………………………..….........................................i


HOJA DE FIRMA DEL JURADO ............................................................................. ii
AGRADECIMIENTO ................................................................................................ iii
RESUMEN ................................................................................................................. iv
ABSTRACT ................................................................................................................. v
RESUMO .................................................................................................................... vi
CONTENIDO ............................................................................................................ vii
INDICE DE GRAFICOS, TABLAS Y CUADROS ................................................ viii
I. INTRODUCCION ......................................................................................... 11
II. MARCO TEORICO ...................................................................................... 16
2.1 Antecedentes. ........................................................................................... 16
2.2 Bases Teóricas Relacionadas con el Estudio........................................... 28
2.3 Marco Teórico – Conceptual................................................................... 39
2.4 Hipótesis .................................................................................................. 70
2.5 Variables. ................................................................................................. 70
III. METODOLOGIA. ......................................................................................... 72
3.1 El tipo y nivel de investigación. ............................................................... 72
3.2 Diseño de la investigación. ......................................................................72
3.3 Población y Muestra. ............................................................................... 72
3.4 Definición y Operacionalizacion de las Variables y los Indicadores. .... 74
3.5 Contrastación de Hipótesis. .................................................................... 74
3.6 Técnicas e Instrumentos. ......................................................................... 75
3.7 Plan de Análisis. ...................................................................................... 76
3.8 Matriz de Consistencia. ........................................................................... 77
3.9 Principios Éticos. ..................................................................................... 78

vii
IV. RESULTADOS. ............................................................................................. 79
4.1 Resultados ................................................................................................ 79
4.2 Análisis de Resultados ........................................................................... 115
4.3 Prueba de hipótesis general ................................................................... 125
V. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES. ......................................... 133
5.1 Conclusiones .......................................................................................... 133
5.2 Recomendaciones .................................................................................. 135
VI. ASPECTOS COMPLEMENTARIOS ........................................................ 136
6.1 Referencias Bibliográficas. .................................................................... 136
6.2 Anexos. ................................................................................................... 140

INDICE DE GRAFICOS, TABLAS Y CUADROS

Tabla 1. Conocimiento de la cultura tributaria........................................................ 79


Tabla 2. Influencia del valor de la honestidad en la cultura tributaria ................... 80
Tabla 3. Conocimiento de las obligaciones tributarias ............................................ 82
Tabla 4. Cabal cumplimiento de las obligaciones tributarias .................................. 83
Tabla 5. Conocimiento sobre las funciones de SUNAT. ........................................... 85
Tabla 6. Conocimiento acerca de los impuestos ....................................................... 86
Tabla 7. Obligación a los contribuyentes a pagar impuestos ................................... 88
Tabla 8. Loa impuestos que se pagan ayudan al desarrollo del país. ...................... 89
Tabla 9. Declaración y pago de las obligaciones tributarias voluntariamente. ....... 91
Tabla 10. Orientación y charlas informativas de parte de SUNAT. ........................ 92
Tabla 11. Fomento del estado de la cultura tributaria ............................................. 94
Tabla 12. Interés en recibir capacitación tributaria ................................................ 95
Tabla 13. Pago del impuesto correspondiente. ......................................................... 97
Tabla 14. Conocimiento del motivo de la emisión de un comprobante de pago. ..... 98

viii
Tabla 15. Conocimiento de las causas del incumplimiento .....................................100
Tabla 16. Sanción a la empresa por incumplimiento tributario .............................101
Tabla 17. Evadir impuesto del IGV perjudica a su negocio. ..................................103
Tabla 18. Las personas deben pedir sus comprobantes de pago. ...........................104
Tabla 19. Difusión de programas tributarios en el distrito. ....................................106
Tabla 20. La difusión de la cultura tributaria en escuelas, colegios, institutos y
universidades ............................................................................................................107
Tabla 21. La educación tributaria ampliaría la recaudación fiscal. .......................109
Tabla 22. Los medios de comunicación para promover la cultura tributaria. .......110
Tabla 23. El incumplimiento tributario aflige a la sociedad ...................................112
Tabla 24. Pagar impuestos mejoraría la calidad de vida en el país ........................113

INDICE DE FIGURAS

Figura 1. Conocimiento de la cultura tributaria ...................................................... 79


Figura 2. Influencia del valor de la honestidad en la cultura tributaria ................. 81
Figura 3. Conocimiento de las obligaciones tributarias ........................................... 82
Figura 4. Cabal cumplimiento de las obligaciones tributarias ................................ 84
Figura 5. Conocimiento sobre las funciones de SUNAT. ......................................... 85
Figura 6. Conocimiento acerca de los impuestos. ..................................................... 87
Figura 7. Obligación a los contribuyentes a pagar impuestos ................................. 88
Figura 8. Los impuestos que se pagan ayudan al desarrollo del país. ..................... 90
Figura 9. Declaración y pago de las obligaciones tributarias voluntariamente. ..... 91
Figura 10. Orientación y charlas de parte de SUNAT. ............................................ 93
Figura 11. Fomento del estado de la cultura tributaria ........................................... 94
Figura 12. Interés en recibir capacitación tributaria. .............................................. 96
Figura 13. Pago del impuesto correspondiente......................................................... 97

ix
Figura 14. Conocimiento del motivo de la emisión de un comprobante de pago. ... 99
Figura 15. Conocimiento de las causas del incumplimiento ...................................100
Figura 16. Sanción a la empresa por incumplimiento tributario ...........................102
Figura 17. Evadir impuesto del IGV perjudica a su negocio. .................................103
Figura 18. Las personas deben pedir sus comprobantes de pago. ..........................105
Figura 19. Tipos de programas de educación tributaria para implementar ..........106
Figura 20. La difusión de la cultura tributaria en escuelas, colegios, institutos y
universidades ............................................................................................................108
Figura 21. La educación tributaria ampliaría la recaudación fiscal. .....................109
Figura 22. Los medios de comunicación para promover la cultura tributaria. .....111
Figura 23. El incumplimiento tributario aflige a la sociedad. ................................112
Figura 24. Pagar impuestos mejoraría la calidad de vida en el país ......................114

x
I. INTRODUCCION

La presente investigación se centralizó en el distrito de San Martin de Porres debido a

que en este lugar del cono norte Lima, existe demasiada informalidad e evasión de

impuestos por parte de las micro y pequeñas empresas.

Es por ello que en esta investigación se revela la importancia de la cultura tributaria

hacia los empresarios, con el objetivo de que puedan desarrollar de la mejor manera

su rol de contribuyente, mayormente los empresarios poseen muy poca educación en

lo referente a la cultura tributaria debido a ello algunos contribuyentes desarrollan de

una manera equivoca el manejo de los temas tributarios, en consecuencia caen en

infracciones que a futuro les genera contingencia tributarias, pero si el contribuyente

tuviera más educación en temas tributarios podría perfeccionar aplicando un

planeamiento tributario además debería contar con una mejor conciencia tributaria,

por que cabe resaltar que los tributos que pagamos al fisco son utilizados por el estado

para los gastos con el objetivo del bien común, por siguiente es muy favorable ya que

el aporte que se le hace al sistema no es perjudicial sino que trae consigo desarrollo

económico para el país entero.

Los cambios mostrados en los entornos sociales, culturales y económicos como réplica

a los fenómenos de globalización y comienzo, han promovido una nueva percepción

del rol que desempeña la economía en la sociedad y su notabilidad para conseguir el

desarrollo y perfección de calidad de vida en un país.

11
El número de empresas localizadas y creadas en una ciudad, es un indicador de su

posición económica que establece las posibilidades de lograr mayores niveles de

desarrollo, empleo y bienestar, así como de aumentar la riqueza local, regional y

nacional. Una ciudad es llamativa al capital de inversión en la medida en que consigue

posicionarse como un lugar que promete un entorno que proporciona la actividad

productiva, que cuenta con un recurso humano de calidad y con escenarios de

seguridad económica y jurídica. Razonablemente con esto brota el concepto de

determinación de la cultura tributaria, que plantea cómo las empresas toman sus

obligaciones tributarias en los diferentes fragmentos que conforman la economía de

un país.

Actualmente en el Perú aún existe informalidad y evasión de impuestos por parte de

contribuyentes naturales y jurídicos, sobre todo aquel micro y pequeñas empresas que

se encuentran ejerciendo una actividad productiva pequeña sin saber del todo sobre

sus compromisos tributarios. La Cultura Tributaria es el eje principal que guía a todo

empresario y como tal debe asumirla, en caso contrario se ve afectada su obligación

tributaria; trayendo como consecuencia incumplimiento voluntario y evadiendo

impuestos hacia el estado.

Esta investigación se concentra en estudio de la Cultura Tributaria que poseen las

micro y pequeñas empresas del distrito de San Martin de Porres en el año 2017 en el

acatamiento a sus obligaciones tributarias con la consigna de combatir la evasión fiscal

del IGV, donde además se pudo observar que la informalidad ha aumentado en los

12
últimos años. Se utilizó la encuesta como técnica para recopilar información y fue

dirigida a las Mypes informales.

Haciendo énfasis en aplicar un proceso educativo que incremente la conciencia de la

ciudadanía acerca de sus deberes y derechos fiscales acorde al pago tributario, se

propone un diseño de estrategias tributarias como un aporte importante para contribuir

a la misión la SUNAT en fomentar una verdadera Cultura Tributaria dentro del país,

aumentando voluntariamente las obligaciones tributarias, favoreciendo a las personas

sumergidas en el estudio. Ante esta situación el presente trabajo de investigación

describió las principales características de la cultura tributaria como mecanismo para

combatir la evasión de impuesto del IGV de las Mypes distrito San Martin de Porres

año 2017. Además nos permitió estudiar el comportamiento de la cultura tributaria que

se propone como una alternativa para combatir la evasión de impuesto del IGV en el

distrito.

En consecuencia a lo anteriormente indicado hemos planteado el siguiente enunciado

del problema; ¿De qué manera incide la cultura tributaria como mecanismo para

combatir la evasión de impuesto del IGV en las Mypes en el distrito de San

Martin de Porres – 2017? Para dar respuesta a la interrogante planteada

anteriormente hemos propuesto un objetivo general que es; Determinar y describir

la implicancia de la cultura tributaria para combatir la evasión de impuesto del

IGV en las Mypes en el distrito de San Martin de Porres – 2017. También para

poder alcanzar o dar respuesta a nuestro objetivo general se propuso cuatro objetivos

específicos siguientes:

13
1. Determinar de qué manera la cultura tributaria influye en el pago de

los impuestos tributarios en las Mypes del distrito de San Martin de

Porres – 2017.

2. Determinar el nivel de evasión de impuesto del IGV en las Mypes del

distrito San Martin de Porres – 2017.

3. Determinar en qué medida influye la difusión y orientación de la

cultura tributaria como mecanismo para afrontar la evasión de impuestos

de las Mypes del distrito de San Martin de Porres.

4. Determinar una propuesta o elemento de mejora para elevar el nivel

de cultura tributaria en las Mypes del distrito de San Martin de Porres.

Según la presente investigación se justifica por el motivo de no existir una verdadera

cultura tributaria en el distrito de San Martin de Porres, pues se continúa con las

violaciones a las obligaciones con el estado, de esta manera el estado peruano se ve

afectado seriamente en la recaudación de los impuestos.

También podemos afirmar que la informalidad se genera principalmente por

contribuyentes de bajo grado de estudios, que no poseen un seguro o una pensión

alguna. En consecuencia es la población misma la más débil ante cualquier

inconveniente, del mismo modo la vida y las costumbres adquiridas de sus ancestros

es decir de los pueblos que emigran se ve expresado en la forma de ida que llevan.

La evasión tributaria se manifiesta descomunalmente por el conjunto de

contribuyentes formales e informales. Ante este problema la cultura tributaria es un

14
mecanismo que ayudaría bastante, proponiendo una cultura tributaria con el aval del

ministerio de educación, desarrollando de forma obligatoria en todos los colegios

particulares y estatales también en superior el curso de cultura tributaria, con la

finalidad de inculcar principios, valores y conocimientos. De esa manera lograríamos

minimizar el margen demasiado alto de la evasión tributaria no solo sería en la zona

norte de Lima si no en todo el estado peruano, puesto que a largo plazo los individuos

que recibieron este tipo de educación, en el futuro obtendrán buenos principios y

valores de esa manera ser conscientes de decidir lo bueno y lo malo.

Para una alineación tributaria conveniente se presenta la “indagación” como una

herramienta fundamental para conseguir los objetivos satisfactorios en el proceso de

estimulación y generalización, lo que consentirá la formación de ciudadanos. Una

propuesta que viene realizando la SUNAT es ejecutar programas de divulgación y

concientización tributaria que está establecida en ajustar las diferentes acciones de los

contribuyentes para así alcanzar una buena “Conciencia Tributaria”. Asimismo estos

resultados ayudarán en la toma de decisiones adecuadas por la SUNAT, para el

progreso e ejecución de tácticas de creación de cultura tributaria en los empresarios,

es decir contribuirá realidades positivas sobre la importancia de la cultura tributaria y

la implementación del cumplimiento de obligaciones tributarias de una forma educada.

15
II. MARCO TEORICO

2.1 Antecedentes.

Internacionales

En el presente investigación se deduce como referencias internacionales todo

trabajo de indagación desarrollado por diferentes autores de países internacionales

menos Perú; utilizando variables y unidades de análisis de nuestra investigación.

Camacho & Patarroyo (2017) En su trabajo de investigación denominado:

Cultura tributaria en Colombia de la ciudad de Bogotá, en la Universidad Minuto

de Dios, para optar el título de: de contador público. Teniendo como objetivo

general analizar el perfil el contribuyente frente a la cultura tributaria en

Colombia, justificando la investigación de la siguiente manera: Se carece de

compromiso frente a la cultura tributaria tanto por las personas jurídicas y

naturales ya que el contribuyente muchas veces desconoce la información y

responsabilidad tributaria que como ciudadano tiene con el Estado, razón por la

cual el país deja de percibir grandes entradas de dinero que le ayudaría a tener un

mejor desarrollo, pues la recaudación de dichos tributos son uno de los mayores

ingresos con los que cuenta para poder tener un desarrollo en la parte pública,

social, económica y ambiental.

En Colombia la entidad encargada de vigilar todo el proceso de recaudación y

validar que el contribuyente informe de manera correcta los pagos que realiza por

los diferentes tributos es la (DIAN), lo anterior debido a que algunos

contribuyentes obligados a declarar no lo hacen de manera correcta lo que les

16
implica grandes sanciones con factores perjudiciales a futuro afectando los

ingresos de la nación. Y llegando a la conclusión: Con la culminación de este

trabajo se puede concluir que la cultura tributaria en Colombia es una herramienta

fundamental que le permite al Estado generar un desarrollo económico, social,

cultural y político, por lo que el perfil del contribuyente frente a la tributación es

una de los componentes indispensables que permiten tener un desarrollo de la

cultura tributaria.

Por esta razón el contribuyente debe saber que como herramienta fundamental en

el desarrollo de la cultura tributaria su comportamiento frente a la tributación

tiene consecuencias que impactan en el desarrollo del país, pues de sus

actuaciones depende en gran parte el desarrollo del mismo, es por esto que con el

desarrollo de esta investigación se puede definir que uno de los perfiles del

contribuyente, es el de una persona que desde que inicia su etapa de crecimiento

debe adquirir valores que le permitan crecer como una persona honesta la cual al

momento de tener obligaciones tributarias las cumpla según las normas

establecidas, coadyuvando de esta manera con el buen progreso y funcionamiento

de todo un país.

Anchaluisa (2015) En su trabajo de investigación denominado: La cultura

tributaria y la recaudación del impuesto a la renta del sector comercial de la ciudad

de Ambato, en la Universidad Técnica de Ambato – Ecuador, para optar el título

de ingeniero en contabilidad y auditoría. Desarrollando como objetivo general:

Analizar la incidencia de la insuficiente cultura tributaria en la disminución de la

17
recaudación del impuesto de la renta en el sector comercial de la ciudad de

Ambato. Y finalmente llegando a la conclusión: De acuerdo a la percepción

obtenida de los contribuyentes encuestados como muestra estadística

representativa del sector comercial de la ciudad de Ambato se pudo inferir que

aún falta una mayor cultura tributaria especialmente en ese sector tan dinámico en

la economía local y nacional. Fue evidente que las practicas evasión y elusión aún

son aplicadas a todo nivel tanto en lo económico como en lo social y que a pesar

de los esfuerzos del servicio de rentas internas por conseguir una verdadera

ciudadanía fiscal todavía ese trabajo aún no ha arrojado el resultado esperado.

Godoy (2015) En su trabajo de investigación denominado: Desarrollo de la

cultura tributaria en el ecuador y su impacto en la recaudación tributaria periodo:

2011-2014. En la ciudad de Guayaquil – Ecuador en la Universidad de Guayaquil,

para optar título de grado de magister en tributación y finanzas. Teniendo como

objetivo general: La educación fiscal tiene como objetivo primordial el de

cimentar conductas favorables al cumplimiento fiscal y contrarias a las actitudes

de defraudación, por medio de la transmisión de ideas y valores que sean

asimilados por los contribuyentes y valorados por la sociedad en su conjunto, su

propósito no es tanto facilitar comprendidos ilustrados con contenidos morales,

sino que se debe tratar en el aula como un tema de responsabilidad ciudadana. Y

llegando a la conclusión: la presente investigación, el autor se permite indicar que

la hipótesis planteada inicialmente, El desarrollo de una cultura tributaria permitió

incrementar las recaudaciones tributarias, durante el periodo: 2010-2013, ha sido

18
comprobada, por cuanto la capacitación que permanentemente imparte el SRI y la

difusión que se realiza en convenio con el Ministerio de Educación a los

estudiantes de Bachillerato, ha permitido inicialmente reducir la evasión tributaria

del 60% al 40% en el 2014, esto atraído por ende el incremento de los niveles de

recaudaciones más allá de las metas propuestas al inicio de los ejercicios

económicos.

Tirape & Verastigue (2016) En su trabajo de investigación de título: Incidencia

de la cultura tributaria en el sector informal de la provincia de Santa Elena, año

2016. En la ciudad de Guayaquil – Ecuador, Universidad Católica de Santiago de

Guayaquil, para optar el título de economista. Proponiéndose como objetivo

general: Cuantificar los efectos de la cultura tributaria sobre la actividad

económica informal mediante la elaboración de un modelo econométrico a partir

de la información de corte trasversal. También llegando a la siguiente conclusión:

En la actualidad el sector informal de la provincia de Santa Elena carece de

capacitación con el cumplimiento de las obligaciones tributarias debido a que no

han recibido una educación acerca de los tributos su función y sus beneficios para

la sociedad. Además, no conocen como funciona la economía nacional y no

perciben que reciben parte del pago de los impuestos. Sin embargo, si no recibe

una atención de calidad no asumirá su responsabilidad de aportar el tributo que le

corresponde al Estado.

El cuestionario aplicado a 305 personas que trabajan en el sector informal de la

economía de la provincia de Santa Elena muestra que el 69.51% no cancela algún

19
tipo de impuestos mientras que el 30.49%mencionó que no. Además, si tienen

RUC o pertenecen al RISE el 67.87% mientras respondió que No mientras que el

32.13% dijo que Sí. Con respecto a la pregunta si recibió educación tributaria

acerca del pago de los tributos el 74.43% contestaron que No. Además, se validó

la escala de Likert del 1 al 5 obteniendo un alfa de Cronbach de 0.83 y mediante

el test KMO se obtuvo 0.86. Más de la mitad de la varianza fue explicada con la

consideración de dos componentes de la incidencia de la cultura tributaria en el

sector informal de la provincia de Santa Elena. De las 7 preguntas cuatro fueron

considerados relevantes por los participantes de esta muestra. El primer

componente explicó el 40.87% de la varianza y englobó exclusivamente a las

preguntas acerca de evasión: la evasión del impuesto y si evasión es sancionada,

Mientras que el componente dos explica el 65.02% de la varianza acumulada

incluye las preguntas acerca de la moral tributaria si evaden poco es normal y si

las sanciones para los que no pagan impuestos no son suficientes en el país.

Amaguaya & Moreira (2015) En su trabajo de investigación de título: La cultura

tributaria y las obligaciones fiscales de los negocios informales de Guayaquil. En

la Universidad de Guayaquil, Ecuador, para optar el grado de Contador Público

Autorizado CPA. Se plantearon como objetivo general: Diseñar una Guía

Tributaria como herramienta para el cumplimiento de las obligaciones fiscales

para las personas naturales no obligadas a llevar contabilidad de los negocios

informales de comidas rápidas. También llegaron a la conclusión de que: La

finalidad del trabajo de investigación se lo efectúa con el propósito de ser una

20
contribución u ayuda a los contribuyentes (personas naturales no obligadas a

llevar contabilidad), para lo cual se realizó una investigación de campo

(encuestas).

En la ciudad de Guayaquil la mayor parte de los contribuyentes encuestados tienen

poco conocimiento de las obligaciones que deben cumplir ante la Administración

Tributaria.

Por los resultados obtenidos a través de la investigación de mercado (encuesta)

el 52% de los contribuyentes afirmaron que la razón principal es la falta de

información para comprender los temas tributarios.

Los problemas de las persona naturales no obligadas a llevar contabilidad son

varios uno de ellos es el desconocimiento sobre qué impuestos deben declarar, ya

que solo el 38% de los encuestados respondieron que saben.

Los contribuyentes no obligados a llevar contabilidad poseen muchas dudas en

lo que se refiere a la declaración de sus impuestos debido al desconocimiento, por

ello acuden a los servicios de una terceras personas para el llenado de formularios

para el pago de impuestos.

Los contribuyentes están teniendo un poco de conciencia tributaria, el 58%

respondieron a la encuesta que sus impuestos están invertidos en obras para el

bien de la sociedad.

21
Nacionales.

Delgado (2016) En su trabajo de investigación de título: Formación de la cultura

tributaria para disminuir el grado de la evasión tributaria en la zona industrial del

distrito de Independencia, Universidad San Andrés, para optar el título de

contador público. Teniendo como objetivo general: Analizar el grado de cultura

tributaria mediante el empleo de encuestas, con la finalidad de establecer en que

forma influye en la evasión tributaria dentro de las Empresas formales e

informales en el Distrito de Independencia y así dar una solución en este proyecto

de investigación. Y llegando a la siguiente conclusión: La Formación de la Cultura

Tributaria para Disminuir el Nivel de Evasión Tributaria en la Zona Industrial del

Distrito de Independencia, nos permite crear una conciencia que genere a los

contribuyentes, principios y valores éticos en el cumplimiento de sus deberes y

obligaciones ante la Administración Tributaria (SUNAT).

La corrupción, la informalidad, hace que crezca de una manera impresionante, la

evasión tributaria en la zona Industrial del Cono Norte del Distrito de

Independencia, son hechos que se demuestran y han sido corroborados con los

análisis de investigación y las encuestas realizadas, afirmando una vez más que la

corrupción, la informalidad y la evasión son delitos que se reflejan en un escenario

tolerante delante de las autoridades competentes, que lo único que hacen es

aceptar y convivir con la corrupción que es un lastre que no nos deja avanzar

decididamente hacia un distrito moderno promoviendo bienestar para todos.

22
Burga (2015) En su trabajo de investigación denominado: Cultura tributaria y

obligaciones tributarias en las empresas comerciales del emporio gamarra 2014.

La victoria – Lima, Universidad San Martin de Porres, para obtener el título de:

contador público. Teniendo como objetivo general: Establecer la influencia de la

cultura tributaria y las obligaciones tributarias en las empresas comerciales del

Emporio Gamarra, 2014, justificando su investigación de la siguiente manera: La

ejecución de la tesis se justificó en función a la gran importancia que cobra el tema

de la cultura tributaria, ya que es la clave de la generación de empleo, de la lucha

contra la pobreza y, en general, del desarrollo nacional; debido a que el correcto

cumplimiento de las obligaciones tributarias generan un crecimiento económico

en un determinado país.

También es conveniente señalar que el problema de la evasión fiscal es un

problema de cultura que debe ser tratado para así disminuir la evasión del pago de

los tributos. Y llegando a la conclusión de:

a) La falta de una atención apropiada de la conciencia tributaria en nuestro país,

no permite efectuar con la programación de las obligaciones tributarias en las

empresas comerciales.

b) La falta de sensibilización de los contribuyentes en el aspecto cultural y ético,

produce que incurran en transgresiones y sanciones tributarias.

23
c) Los contribuyentes tienden hacia la informalidad, principalmente porque le

atribuyen poca legitimidad al rol recaudador del Estado y de su Administración

Tributaria.

Yman & Ynfante (2016) En su trabajo de investigación de título: Programa de

difusión tributaria y su incidencia en la cultura tributaria de los comerciantes del

mercado modelo de tumbes. En la Universidad Nacional de Tumbes, para optar el

título profesional de contador público. Teniendo como objetivo general:

Determinar como el programa de difusión tributaria incide en la cultura tributaria

de los comerciantes del mercado modelo de Tumbes, justificando de la siguiente

manera: La investigación es importante porque nos permite conocer la incidencia

de un programa de difusión tributaria en la cultura tributaria de los comerciantes

del mercado modelo de Tumbes, y a la vez les permitió a los comerciantes tener

un mayor conocimiento de las normas tributarias, la importancia de sus

responsabilidades tributarias y los beneficios que de ella provienen. Y llegando a

la conclusión siguiente: Existe una falta de cultura tributaria por parte de los

comerciantes del mercado modelo de Tumbes y también por parte de los

consumidores al momento de pagar sus compras, al respecto un 48% de los

comerciantes no emite el comprobante de pago cuando no se lo solicitan.

Un 15% de los comerciantes indican que sus ventas diarias promedio son mayores

a las declaradas mensualmente, refiriendo que es común ver que otros

comerciantes no paguen impuestos.

24
Mostacero & Vasquez (2014) En su trabajo de investigación de título: Análisis

comparativo de la aplicación de un programa de orientación y cultura tributaria

en estudiantes del quinto año de secundaria de instituciones educativas públicas y

privadas de la ciudad de Trujillo. Universidad Privada Antenor Orrego, para optar

el título de licenciado en administración. Teniendo como objetivo general: Medir

los resultados de la aplicación de un Programa de Orientación y Cultura Tributaria

en los estudiantes del quinto año de secundaria de las Instituciones Educativas

públicas y privadas de la ciudad de Trujillo (centro cívico). Justificando su

investigación de la a siguiente manera: La investigación se justifica en la

necesidad de fomentar la cultura tributaria, la que debe sustentarse en valores que

tiendan al bien común, y desde el sistema educativo, se debe concientizar a los

futuros contribuyentes, de estos valores referidos a la tributación. Es necesario

que todos los estudiantes de nivel secundario trasmitan los conocimientos

tributarios adquiridos a sus familiares y amigos contribuyentes, para que se

fortalezca la cultura tributaria en Trujillo, de esta manera contribuir con el estado

peruano pagando sus obligaciones tributarias, colaborando indirectamente con el

desarrollo socio económico del país. Y llegando a la siguiente conclusión: Los

resultados muestran claramente el poco interés de temas tributarios en la

educación impartida por las Instituciones Educativas públicas y privadas de la

ciudad de Trujillo. Este contexto se suscita muy a pesar de la existencia de un

convenio que existe entre SUNAT y el Ministerio de Educación, en el cual se

precisó, que dichos temas deberían ser tratados incluso desde la etapa inicial;

hecho que no se ha visto, ya que incluso se determinó que en las Instituciones

25
Educativas estos temas no se encontraban dentro de su diseño curricular. La

aplicación del Programa de Orientación y Cultura Tributaria realizado a los

estudiantes del quinto año de secundaria de las Instituciones Educativas públicas

y privadas de la ciudad de Trujillo (centro cívico),se ha desarrollado tomando en

cuenta las herramientas necesarias planificadas para su aplicación, obteniendo

resultados favorables, sin embargo podemos deducir que tanto en instituciones

públicas y privadas existe la necesidad de crear cultura tributaria, que consienta

a los futuros ciudadanos concebir las obligaciones tributarias como un obligación

particular, acorde con los valores democráticos. Un mayor nivel de razón cívica

respecto al acatamiento tributario, junto a una percepción de inseguridad efectivo

por el incumplimiento, admitirá al país disminuir los elevados índices de evasión,

informalidad y corrupción.

Altamirano & Iberico (2018) En su trabajo de investigación de título: La cultura

tributaria y el cumplimiento de las obligaciones tributarias de las MYPEs del

sector confecciones en el Parque Industrial N° 1 de Huaycán - Ate, Lima 2018.

En la ciudad de Lima – Perú, Universidad Peruana Unión, para optar el Contador

Público. Planteando como objetivo general la siguiente interrogante: ¿Cuál es la

relación de cultura tributaria con el cumplimiento de las obligaciones tributarias

de las MYPEs del sector confecciones en el Parque Industrial N° 1 de Huaycán -

Ate, Lima 2018? Finalmente llegando a la conclusión siguiente: Tras la

evaluación de los resultados y en base a los objetivos de la investigación, se

concluye el presente informe mediante los siguientes puntos: Existe una

26
correlación positiva media y significativa (R = .433, p < .05) entre la cultura

tributaria y el cumplimiento de las obligación tributarias en las MYPEs del sector

confecciones en el Parque Industrial N° 1 de Huaycán – Ate, Lima 2018. La razón

de esto proviene principalmente del nivel de conocimiento de los sujetos

analizados y menor cuantía de sus actitudes y valores como complementos. Por

otro lado, existe una correlación positiva considerable y significativa (R = .520, p

< .05) entre la dimensión conocimiento tributario y la variable cumplimiento de

las obligación tributarias, por lo que se infiere que al capacitar y educar a los

contribuyentes en materia de tributos, se logrará alcanzar un mejor desempeño

respecto a sus obligaciones formales y sustanciales. Además, entre la dimensión

valores tributarios y la variable cumplimiento de las obligaciones tributarias existe

una correlación positiva muy débil y no significativa (R = .079, p > .05). Por lo

que se aduce que, aun cuando el contribuyente tenga presente el ser responsable,

transparente y puntual, esto no implicará que mejoren el pago de sus impuestos o

que cumplan con los requisitos establecidos por la Administración tributaria.

Finalmente, la dimensión actitudes tributarias y la variable cumplimiento de las

obligaciones tributarias presentan una correlación positiva débil y no significativa

(R = .141, p > .05). Esto implica que aun si los empresarios percibieran una mala

gestión de los tributos y una excesiva carga tributaria, esto no intervendría

directamente en su nivel de cumplimiento.

27
2.2 Bases Teóricas Relacionadas con el Estudio

Principios según Adam Smith

Según Adam Smith, en su libro La Riqueza de las Naciones, plantea, cuatro

principios fundamentales de los impuestos gracias a su certeza y gran importancia

aún siguen teniendo influencia en la actualidad:

a) Principio de justicia o proporcionalidad

El principio de proporcionalidad en palabras de Adam Smith radica en que:

“los súbitos de cada estado deben contribuir al sostenimiento del gobierno

en una proporción lo más cercana posible a sus respectivas capacidades: es

decir, en proporción a los ingresos de que gozan bajo la protección del

estado. De la observancia o menosprecio de esta máxima depende lo que se

llama equidad o falta de equidad de los impuestos” Smith (1794)

Es decir que habrá equidad en la tributación si es la obligación de los

habitantes, de contribuir al mantenimiento del gobierno, se cumple en la

medida más próxima a sus capacidades económicas. De lo contrario el

producto seria desigualdad en la imposición practica nada bueno en un

sistema tributario, por el desconcierto que genera al contribuyente.

b) Principio de certidumbre o certeza

El principio de certidumbre reside según Adam Smith en que: “el impuesto

que cada individuo está obligado a pagar deben ser fijo y no arbitrario. La

fecha del pago, la forma a realizarse, la cantidad a pagar deben ser claras y

patentes para el contribuyente y para cualquier otra persona. Cuanto no

28
ocurre todos los que están sujetos al impuesto se encuentra más o menos a

merced del recaudador, que puede recargar al contribuyente que a él le

molesta o arrancarle por miedo a tal recargo algún regalo o propina. La

inseguridad del impuesto estimula toda insolencia y favorece la corrupción

de una categoría de personas que son por naturaleza impopulares, incluso

cuando no son insolentes o corrompidos. La certeza de lo que cada individuo

debe pagar en cuestión de impuestos es asunto de importancia tal que yo

creo, y lo prueba la experiencia de todas las naciones, que la importancia es

un notable grado de desigualdad no es un mal tan grande como la de un grado

pequeñísimo de incertidumbre” Smith (1794)

Resulta este principio de suma importancia al señalar puntualmente cada

elemento del impuesto como son: sujeto, objeto, base, tasa, cuota o tarifa,

momento de causación, época de pago, obligación y sanción deben ser

determinados con claridad en la ley.

c) Principio de comodidad

El principio de comodidad dispone que todo impuesto debe cobrarse en el

tiempo y la forma que sean más oportunos para el contribuyente, esto nos

indica el significado de que los plazos y las fechas deben fijarse de modo

que a los contribuyentes les resulte practico y menos engorroso para poder

así cumplir con su obligación tributaria.

29
d) Principio de economía

Este principio se basa en que todo contribución debe percibirse de tal

manera que resulte menor diferencia posible entre las sumatorias que

emergen de su bolsillo del contribuyente y las que ingresan al tesoro

público.

Por lo tanto si la diferencia es significativa se pueden generar causas que se

transforman en antieconómico el impuesto, por lo siguiente:

 La recaudación del impuesto puede necesitar un gran número de

funcionarios cuyos sueldos pueden absorber la gran mayor parte.

 La existencia de impuestos opresivos que desalienten a las personas.

 Las multas y penas en que infringen algunos individuos que tratan sin

éxito de evadir el impuesto.

 Someter a la gente a frecuentes visitas y a exámenes engorrosos de los

recaudadores de impuestos.

Principios según Harold M. Sommers

Según Harold M. Sommers, en su libro Finanzas Publicas e Ingreso Nacional,

plantea, indudablemente influenciado por Adam Smith, cinco principios:

a) Principio de capacidad de pago

Este principio básicamente es de acuerdo a la proporcionalidad o justicia,

implica que las personas o empresas de mayor capacidad económica

30
deberán contribuir al estado en mayor proporción que aquellas que posean

una capacidad mínima económica. Esto alude a que se generen tasas

progresivas, es decir, el que más recursos posee, es el que está obligado a

aportar en mayor cantidad al estado. Todo esto simplemente con la finalidad

de lograr una mejor distribución de la riqueza.

b) Principio del beneficio

Este principio se incluye dentro del principio de capacidad de pago y

enuncia que los individuos y las empresas pagan de acuerdo con los

beneficios que reciben de los gastos gubernamentales. Básicamente este

principio se puede distinguir con claridad solamente cuando el fruto de un

impuesto se destina financiar un servicio concreto para el contribuyente.

c) Principio del crédito por ingreso ganado

Sommers en este principio establece que el origen del ingreso será el criterio

a considerar para la distribución de las cargas tributarias, dando un

tratamiento propicio a los ingresos procedentes de cualquier clase de

trabajo, mientras que los ingresos provenientes de la especulación o suerte

son castigados.

d) Principio de la ocupación plena

Este principio de caracteriza por pugnar una política tributaria que no se

oprima a la industria ni al comercio, más bien se oriente hacia una continua

31
reinversión de las utilidades con propósitos de generación de fuentes de

trabajo, o en su caso, con la finalidad de mantener un nivel de ocupación se

asegure la prosperidad y consecuentemente la riqueza.

e) Principio de la conveniencia

Este principio da la idea de que algunos impuestos se deben establecer con

la única finalidad de recaudar lo más posible con la menor dificultad.

Principios tributarios en el Perú

La tributación es un concepto que se enuncia en torno a algunos principios

básicos, que emanan de varios enfoques como: económico, jurídico,

administrativo, social entre otras disposiciones de la política tributaria.

También se puede afirman que es un elemento de la política fiscal, la tributación

esta especialmente propuesta a producir ingresos, para el presupuesto público, que

financien el egreso del estado. Esta situación de la política tributaria debe estar

encaminada por algunos principios esenciales sobre la imposición que se han

expresado, desarrollando y ensayando a través del tiempo, estos se utilizan de

pautas para el esquema de los sistemas tributarios. Mientras más cercana a ellos

es una política tributaria, los efectos de su aplicación, son más deseables y

propicios, así como para el estado y para los ciudadanos.

En concordancia con lo anteriormente señalado, el estado goza de pleno poder y

facultad de crear, modificar o derogar tributos, así como también de otorgar

32
beneficios tributarios. Los límites de esta acción de potestad tributaria son los

principios tributarios, los cuales estas previstos en la constitución política del

Perú.

Los principios de la constitución son los únicos rectores de la tributación, pueden

ser usados como medidas o parámetros para resolver o dar solución sobre la

constitucionalidad de un tributo creado por el legislador, a continuación detallo

los principios según las constituciones del Perú.

a) Principio de Reserva de ley

Flores J. (2017) En cuanto a su contenido se entiende que exige la

regulación de los elementos esenciales o estructurales del tributo a través de

una norma o rango de ley. En nuestro país, la reserva de ley se extiende a lo

33
que podríamos llamar la vida de la relación jurídica tributaria, pues no

solamente inspira la creación normal del tributo sino inspira los elementos

fundamentales de este: sujetos, hecho imponible, base del cálculo y alícuota,

así como otros aspectos vinculados al régimen sancionador, a los beneficios

y a los modos de extinción de la deuda tributaria. (pág. 15)

b) Principio de Igualdad

Flores J. (2017) Comprende una igualdad en la ley, por la cual el legislador

no debe establecer distinciones artificiosas, no debe utilizar criterios

discriminatorios, es decir debe mantener un tratamiento uniforme sin

distinciones, y una igualdad ante la ley, por la cual los órganos

administrativos o jurisdiccionales al momento de aplicar las normas deben

actuar imparcialmente.

El principio de igualdad no significa tratamiento legal igual en todos los

casos. Consiste en que todas las personas deben recibir un tratamiento

similar frente al mismo hecho imponible, deben tributar sobre la base de su

capacidad contributiva: iguales tributan igual y desiguales tributan desigual,

en proporción a lo que puede pagar. (pág. 16)

c) Principio de No confiscatoriedad

Flores J. (2017) Derivado del derecho de propiedad, protege a la propiedad

en sentido subjetivo: no se puede afectar al gravar la esfera patrimonial de

los particulares. Garantiza el sistema económico y social plasmado en la

constitución. (pág. 16)

34
d) Principio de Respeto de derechos fundamentales

Flores J. (2017) El primer artículo de la constitución consagra los derechos

fundamentales de la persona. Estos derechos fundamentales de la persona

deben ser observados al establecerse los tributos. (pág. 16)

Teoría de la disuasión

Reatiguie J. (2012) Constantemente se ha pensado que bastaba que el ciudadano

tuviese desconfianza a que lo descubran y castiguen para que estuviera

convencido que era mejor pagar sus tributos. Esta forma de pensar se llama

la TEORÍA DE LA DISUASIÓN.

De acuerdo a dicha teoría - muy usada por las administraciones tributarias- para

una persona adversa al peligro, la disposición a pagar impuestos será mayor

cuanto mayor sea la posibilidad que la Administración Tributaria revele y

condene a los evasores y mayor sea la penalidad que se aplique a los evasores.

Sin embargo estudios ejecutados en muchos países, adjunto el nuestro, muestran

que esta teoría tiene restringido poder explicativo y que los

habituales métodos de contención solo una división del cumplimiento fiscal

voluntario.

Así se ha encontrado que en economías prósperas con altos niveles

de desempeño de sus obligaciones tributarias, como es el caso de

los países nórdicos, los ciudadanos perciben que en realidad

35
la administración tributaria de su país no tiene necesidad de extender operativos

para descubrir a los evasores.

En cambio en países como el Perú tenemos bajos niveles de cumplimiento de

nuestras obligaciones tributaria a pesar que percibimos que las posibilidades de

que nos detecten y sancionen son elevadas.

En síntesis, como aseveran los autores, para que el residente posea una

conveniente cultura tributaria, y tenga esa clarividencia se debe efectuar en hechos

notorios, que el cumplimiento tributario es primordial para su progreso; eso solo

se alcanzará cuando los que actúan (contribuyente, Estado) ejecuten de forma

conveniente sus funciones, y así se pueda tener un ambiente conveniente, por eso

es transcendental conocer que el único medio es a través de promover la educación

tributaria.

Teoría de la imposición tributaria

De acuerdo a esta teoría, se considera que el tributo tiene como finalidad costear

los servicios públicos del Estado.

También esta teoría consiste en que no toda la actividad del Estado es

específicamente un servicio público, tampoco se encaminada a la prestación de

los servicios públicos, por siguiente, no todos los recursos que percibe se destinan

únicamente a la satisfacción de servicios de esta naturaleza. Esto resultado,

ciertamente que grandes cantidades son las que reparte el Estado para la

satisfacción de los servicios públicos, asimismo lo es que una gran parte de

36
sus ingresos los destina a actividades que de ninguna manera constituyen

servicios públicos, como por ejemplo los gastos de las representaciones

diplomáticas en el extranjero.

Teoría de los servicios públicos

Los defensores de esta teoría dicen que la obligación de las personas de pagar

tributos surge simplemente de su condición de súbditos, es decir, de su obligación

de sujeción para con el Estado. En otras palabras la obligación no está sujeta a

que el contribuyente perciba ventajas particulares, pues el fundamento jurídico

para tributar es puro y meramente la relación de sujeción, por siguiente, esta teoría

carece de importancia la clasificación de los tributos en cuidado a los servicios

públicos que con ellos se sufragan.

En conclusión esta teoría es la interpretación del mundo feudal a nuestros días, la

relación de sujeción y de que por que simplemente somos súbditos de un estado

debemos tributar es impugnable, iniciando que no somos súbditos por que la

relación súbdito-rey perdió autoridad en la escena política con la muerte de las

monarquías totalitarias. Por lo siguiente, puesto que sólo formula que la

obligación de pagar los tributos brota por la sola relación Estado-súbdito, es decir,

simplemente una relación de poder.

Teoría de la relación de sujeción

El apoyo esencial del tributo es la complacencia de las necesidades sociales que

están a merced del Estado. Para explicar esta teoría, hace un paralelo entre las

37
necesidades del hombre en lo individual con las de la sociedad, que se dividen dos

clases: físicas y espirituales. Las necesidades físicas del hombre son: alimentos,

vestido, habitación y, en general, todas aquellas que son indispensables para

subsistir. Supone que una vez satisfechas las necesidades físicas, se le muestran

al hombre aquellas necesidades que significan perfeccionar sus circunstancias de

vida, las que lo enaltecerán espiritualmente y le suministrarán una recuperación

en su persona, como la cultura intelectual y física y, en general, todo lo que le

acceda su progreso personal.

Teoría de la necesidad social

A los tributos se les consideran como el pago de una prima de seguro por la

salvaguardia que el estado concede a la vida y al patrimonio de los ciudadanos.

El pago de los impuestos, tasas y contribuciones es una simple póliza de seguro,

es un pago por el resguardo de la propiedad y de los derechos primordiales, es un

pago por el resguardo estatal.

Antiguamente desde el inicio de la civilización el hombre se reunía o se agrupaba

por una protección mutua sin el pago de un tributo, es decir el fin de la sociedad

es la protección de unos y otros e una manera establecida cuya objetivación es lo

que usualmente llamamos estado.

38
2.3 Marco Teórico – Conceptual.

Cultura tributaria

Definición conforme a la Real Academia Española emana del latín cultos, que

significa cultivo o crianza y hace referencia al “conjunto de vida y costumbres,

conocimientos y grado de desarrollo artístico, científico, industrial, en una época,

grupo social, etc.” RAE (2014)

Cultura tributaria y su historia en el mundo

El inicio de los tributos se remonta a la época primitiva, cuando los hombres de

esa época ofrecían ofrendas a los dioses a canje de algunos beneficios.

Consecutivamente, desde el pueblo Hebreo, la cultura Egipcia, la civilización

Griega, el imperio Romano se utilizaba el término de progresividad en el pago de

impuestos por medio del cual se concordaban los tributos de acuerdo a las

capacidades de pago de las sujetos de la misma forma se controló su

administración y clasificación.

Los impuestos actuales que conocemos, se implantaron a finales del siglo XIX y

a comienzos del siglo XX. Se crearon tributos en esa época que acentuaron; el

impuesto a la renta del exportador, al importador, al vendedor y los impuestos a

la producción, entre otros muchos más. También inclusive en el siglo XXI con el

propósito de la globalización de conceptos y operaciones comerciales obtiene un

nuevo dimensionamiento.

39
La cronología es la siguiente:

Edad antigua (hasta año 476 d.c.)

PUEBLO HEBREO: (Hasta año 476 dc) durante la ocupación y dominación

romana al territorio hebreo, se desarrollan tanto las bases de la tributación como

el abuso en el recaudo por disposición del gobernante de turno, y como respuesta

a la resistencia judía en materia de religión y aceptación de la dominación romana.

CULTURA EGIPCIA: La división social era fijada por las órdenes del faraón, y

dio parte a un desarrollado procedimiento de tributación y contabilidad pública

para registrar, estar alerta y vigilar el recaudo entre las clases que no eran

autónomas y podían ser objeto de tributación.

CIVILIZACION GRIEGA: A causa de la lucha contra los persas, los griegos se

establecían de forma tal que se cobren tributos obligados para conservar la lucha,

sin embargo, luego da la finalización de los combates no solo extiende la

tributación sino que se reconstruyen los recursos así: ingresos ordinarios e

ingresos extraordinarios.

IMPERIO ROMANO: Internamente dentro de las principales características que

se presentaron en el área tributaria están:

 Costosos tributos de las provincias preliminarmente dominadas.

 Presencia de burócratas de impuestos de la aristocracia: Publicanos.

Consecutivamente, el recaudo es ejecuto por Cuestores.

40
 Amplificación de los impuestos a todo el territorio y unificación del

tesoro público (fisco).

 Corrupción política y altos tributos, fundamentalmente sobre el área

agrícola.

 Primera crónica histórica del IMPUESTO SOBRE LA RENTA:

Edad media (476 d.c. – 1453 d.c.)

Periodo caracterizado por la presencia de:

LA IGLESIA: Por su poder absoluto poseyó sus propias instituciones tributarias

para financiar y organizar las “cruzadas”.

EL FEUDALISMO: Los campesinos del feudo a permuta de seguridad, pagaban

tributos al señor feudal (dinero, especie -frutos, trabajo-, servicio militar). Los

señores feudales pagaban tributo a un rey reconocido por ellos.

LAS CIUDADES Y DEL COMERCIO: A pesar del naciente comercio se ostentan

impuestos fijos no muy altos: Por Entrada y salida de mercancías, Almacenaje,

Ventas.

Edad moderna (1453 – 1789)

En estos años no se presentan grandes desarrollos tributarios, a causa de que los

principales tributos se generan en las rentas aduaneras y comercio de las colonias

americanas. Los principales hechos son:

 Tributos en América

41
 Descubrimiento de América

 Tributos en la Nueva Granada: NUEVA GRANADA (La Colonia)

IMPUESTOS DIRECTOS:

 Espolios: Este impuesto se trata de que al morir los obispos y arzobispos

sus bienes correspondían ser tributados a la Real Hacienda.

 Derechos Herenciales: Es el impuesto a las sucesiones.

 Papel Sellado: Es el tributo por el manejo de papel necesario para los

trámites de asunto judiciales y territoriales.

IMPUESTOS INDIRECTOS:

 Armada de barlovento: Determinado para financiar la flota del mismo

nombre, delegada de prestar resguardo a las flotas españolas.

 Rentas estancadas: Fijación de monopolios estatales como: tabaco, sal,

y proceso de destilería y comercio de aguardiente.

 Alcabala: Implica toda transacción de bienes muebles e inmuebles.

 Los diezmos: Es el 10% de la producción agrícola para financiar el

culto.

 Quintos reales: Es el tributo que se pagaba por la marca de la moneda

en circulación y la explotación de minerales.

 Avería: Este impuesto de guerra estaba establecido para financiar las

flotas que salvaguardaban los galeones de ataques piratas.

42
La tributación y su historia en el Perú

La conquista e invasión española trajo una cadena de cambios en las relaciones

sociales y de producción del Tawantinsuyo. Centralmente de este conjunto de

cambios se estableció la obligación de pagar tributos por parte de la población

nativa a los conquistadores. Se fijaron o precisaron los medios que se utilizarían,

para recaudar los tributos indígenas, asimismo se marcaron las obligaciones

tributarias existentes para las otras castas del virreinato. También se formó la

institución que dirigió los tributos recaudados.

Concepto de Cultura tributaria

Solorzano D. (2012) “Conjunto de información y el grado de conocimientos que

en un determinado país se tiene sobre los impuestos, así como el conjunto de

percepciones, criterios, hábitos y actitudes que la sociedad tiene respecto a la

tributación”

En la mayoría de países latinoamericanos ha prevalecido una conducta social

adversa al pago de impuestos, manifestándose en actitudes de rechazo, resistencia

y evasión, o sea en diversas formas de incumplimiento. Dichas conductas intentan

auto justificar, descalificando la gestión de la administración pública por la

ineficiencia o falta de transparencia en el manejo de los recursos así como por la

corrupción.

Las Administraciones Tributarias de América Latina y del mundo han visto que

la solución a los problemas económicos y el desarrollo de los pueblos está en la

43
educación tributaria; considerándose desde un punto de vista social con la

obtención de valores éticos y morales, a través de una convivencia ciudadana que

dan base y legitimidad social a la tributación y al cumplimiento de las obligaciones

tributarias como una necesidad del país, siendo el estado el interesado de

promover este proyecto.

Moscoso J. (2008) Hoy en día el concepto de cultura tributaria, despierta un gran

interés en las administraciones tributarias latinoamericanas, esto es, por la

adopción de estrategias que permitan hacer conciencia en sus países sobre la

importancia del cumplimiento de las obligaciones tributarias, pero desde un

enfoque educativo que no se centra exclusivamente en la población contribuyente,

sino que más bien dirige sus esfuerzos a los no contribuyentes, que van desde los

niños y los jóvenes hasta los adultos que no forman parte de la base de

contribuyentes efectivos, ya sea porque legalmente no tienen obligaciones

impositivas directas o porque se desenvuelven en el ámbito de la informalidad.

Se entiende por cultura al conjunto de conocimientos, modos de vida y costumbres

de una sociedad determinada, o bien como el conjunto de las manifestaciones en

que se expresa la vida tradicional de un pueblo. Por cultura tributaria, se debe

entender como el al conjunto de investigación y el nivel de conocimientos que en

un explícito país se tiene sobre los impuestos, pero más importante aún, al

conjunto de percepciones, juicios, prácticas y cualidades que la sociedad tiene

respecto a la tributación.

44
Conciencia tributaria

Alva M. (2010) Tarea difícil resulta siempre tratar de dar una definición acerca

de algo que no puede ser descrito sobre la base de características percibidas por

nuestros sentidos; pero eso no significa que no podamos darla.

Sin ánimo de pecar de ser parciales o tal vez arbitrarios, pretendemos entregar en

este momento una definición que procure identificar con mayor nitidez a la

conciencia tributaria; entendiendo a ésta como la “interiorización en los

individuos de los deberes tributarios fijados por las leyes, para cumplirlos de una

manera voluntaria, conociendo que su cumplimiento acarreará un beneficio

común para la sociedad en la cual ellos están insertados”.

Esta definición incluye varios elementos:

El primero, es la interiorización de los deberes tributarios. Este elemento alude

necesariamente a que los contribuyentes poco a poco y de manera progresiva,

busquen conocer de antemano qué conductas deben realizar y cuáles no, que estén

prohibidas respecto del sistema tributario. Aquí es donde normalmente se percibe

el factor de riesgo, los contribuyentes observan que es mejor cumplir que faltar a

la normatividad tributaria.

El segundo, consiste en cumplir de manera voluntaria, que se refiere a que los

contribuyentes deben, sin necesidad de coacción, verificar cada una de las

obligaciones tributarias que les impone la Ley. Lo importante es que el

45
contribuyente, en ejercicio de sus facultades, desea hacerlas. La coacción no debe

intervenir aquí. Esto es aún extraño en nuestra sociedad.

Tercero, es que el cumplir acarreará un beneficio común para la sociedad. Siendo

el contribuyente un ser humano, debe pertenecer a una comunidad y disfrutar de

los beneficios que ésta tiene. Por ello, cuando se paguen los tributos en el monto

y tiempo respectivo, todo contribuyente necesariamente percibirá que se podrán

solventar los servicios públicos, se mejorará asimismo su funcionamiento. El

Estado podrá dar un eficaz cumplimiento a los servicios dirigidos a la sociedad en

general.

Mecanismos para la creación de una conciencia tributaria

Alva M. (2010) Luego de los cambios que han sufrido tanto la normatividad

tributaria como la misma Administración Tributaria (SUNAT) en los últimos

tiempos, surge la interrogante respecto a si los contribuyentes han asumido

realmente una Conciencia Tributaria.

Una respuesta afirmativa a esta pregunta podría parecer aventurada, dado que no

existen en el país mecanismos que procuren fomentar una conciencia Tributaria

entre toda la población.

Son los propios contribuyentes los que consideran que pagar tributos responde a

una obligación impuesta por el Estado y que no los beneficiará. Todos sabemos

que el Estado por el solo hecho de serlo brinda servicios a la población, por ello

los impuestos constituyen su principal, y no su única fuente de ingresos.

46
Debido a ello y para elevar hoy en día la recaudación tributaria no se necesita

simplemente aumentar las tasas de los impuestos, sino crear en el contribuyente

una conciencia tributaria. Por ello creemos necesario que pueden emplearse tres

mecanismos que permitirán crearla en el contribuyente.

1º Educación cívica: Esta no debe ser entendida únicamente como la enseñanza

de los símbolos patrios, como normalmente se dicta en las escuelas y colegios de

nuestro país.

Este tipo de educación debe ir mucho más allá de los temas clásicos, ya que

debemos incluir en ella la noción de pago de impuestos como parte integrante de

nuestra educación. No olvidemos que es justamente en la etapa de la niñez y

adolescencia en la que asimilamos no solo conocimientos sino también conductas,

diversos tipos de comportamientos, formándose los principios y valores tanto

éticos como morales.

Es necesario crear las bases de una Conciencia tributaria desde la niñez y la

juventud porque ésta forma parte del pensamiento integral de la persona, por ende,

esta conciencia no se podrá implementar de manera tardía cuando el contribuyente

ya aprendió y se acostumbró a burlar el ordenamiento tributario imperante.

Hay que entender que la conciencia tributaria constituya parte de una tradición que

debe ser inculcada en toda las personas en general. Como toda tradición, ésta no

puede resultar fruto de la improvisación, por tanto, se requerirá también la

colaboración del tiempo, de circunstancias propicias, de la paz, además de toda

47
una serie de condiciones que el Estado puede fomentar, que son necesarias pero

insuficientes para asegurar el nacimiento de lo que sólo el hombre puede

engendrar, si está colocado en un ambiente social favorable.

2º Crear reglas sencillas: Nadie niega que las leyes tributarias sean difíciles de

comprender en un primer momento surgiendo la frase de “solo lo entiende mi

abogado o mi contador”. La mayor o menor complejidad de las leyes tributarias

obedece simplemente a que la sociedad en que vivimos se ha ido convirtiendo

también en una sociedad compleja. Así, un mecanismo para crear Conciencia

Tributaria podría estar representado en formular leyes que sean menos gaseosas en

materia de interpretación y que por consiguiente son más esquemáticas.

3º Uso de sanciones: Para obligar a realizar cierta conducta por parte de los

individuos pertenecientes a una determinada sociedad, ésta se vale de diversos

mecanismos a fin de que estos individuos cumplan con las conductas.

La coacción es necesaria para que los contribuyentes cumplan con sus obligaciones

tributarias tanto formales como sustanciales. Pero hay que hacer una necesaria

precisión y es que no debe abusarse de las sanciones, sea creando nuevas o

incrementando la penalidad de las ya existentes. En ambos casos las sanciones no

deben significar de ningún modo un castigo demasiado fuerte que supere muchas

veces el propio pago del tributo. Toda sanción debe estar necesariamente en

relación con el pago del tributo, si la sanción es demasiada dura entonces no

48
guardará relación con un buen sistema tributario y se tenderá a una creciente

evasión fiscal.

Cumplimiento tributario

El cumplimiento tributario está relacionado cercanamente con la moral del

contribuyente, con la premisa de la tolerancia a la evasión y al fraude quedando al

criterio interno del individuo, en los resultados del incumplimiento a la

administración tributaria, hay una gran percepción del riesgo a la sensibilidad del

aumento de las sanciones todo esto implica la magnitud de incumplimiento de las

obligaciones tributarias.

También se tendría que orientar a las observaciones e investigación del nivel de

cumplimiento que la organización ha venido desarrollando de acuerdo a las normas

de los impuestos. Los resultados comprenden un análisis que valdría no sólo para

saber el nivel de cumplimiento fiscal, sino también para implementar

apropiadamente la planeación tributaria en las operaciones presentes de la

empresa.

El hecho tributario es un acto de dos vías entre el contribuyente y el Estado, en el

que a este último corresponde una doble función: la de recaudar los impuestos y la

de retornarlos a la sociedad bajo la forma de bienes y servicios públicos. Se trata

de un proceso social regulado, en el cual el cumplimiento tributario responde a un

mandato legal que el contribuyente debe acatar y que la autoridad debe hacer

cumplir, según las facultades que la ley le confiere.

49
La importancia de promover la cultura tributaria

Según Roca, Carolina; La obligación del cumplimiento tributario puede ser

suficiente para lograr los objetivos de la recaudación fiscal, dependiendo de la

percepción de riesgo de los contribuyentes y de la capacidad de fiscalización y

sanción de la Administración Tributaria. Pero hay contextos sociales en los que se

percibe una ruptura o disfunción entre la ley, la moral y la cultura, estos tres

sistemas regulan el comportamiento humano. La cultura ciudadana, es un conjunto

de programas y proyectos orientado a mejorar las condiciones de la convivencia

ciudadana mediante un cambio conductual consciente, partiendo de la premisa de

que la modificación voluntaria de los hábitos y creencias de la colectividad puede

llegar a ser un componente crucial de la gestión pública, del gobierno y la sociedad

civil.

No pueden llevarse a cabo políticas tributarias o fiscales verdaderamente eficaces

sin contar con el conglomerado humano, para ello, debe tomarse en cuenta el factor

humano y social. Todas las normas y planificaciones tributarias corren el riesgo de

ser estériles si no se presta la debida atención a las creencias, actitudes,

percepciones y formas de conducta de los ciudadanos, a su moral personal y

colectiva, e incluso a sus ideas sobre el modo de organizar la convivencia.

Elementos de la cultura tributaria

Ordoñez B. (2013) La Cultura Tributaria está compuesta por dos elementos:

Cultura y Tributo.

50
Cultura: Es el conjunto de símbolos (como valores, normas, actitudes, creencias,

idiomas, costumbres, ritos, hábitos, capacidades, educación, moral, arte, etc.)

y objetos (como vestimenta, vivienda, productos, obras de arte, herramientas, etc.)

que son aprendidos, compartidos y transmitidos de una generación a otra por los

miembros de una sociedad, por tanto, es un factor que determina, regula y moldea

la conducta humana.

Tributo: El vocablo tributo proviene de la palabra tribu, que significa " conjunto

de familias que obedecen a un jefe y que colaboran de alguna manera con el

sostenimiento de la tribu”. Por lo tanto, podemos relatar respecto al tributo ,como

el pago en dinero, establecido legalmente, que se entrega al Estado para cubrir los

gastos que demanda el cumplimiento de sus conclusiones, siendo exigible

coactivamente ante su falta.

Difusión de la cultura tributaria

Gomez M. & Macedo J. (2008) en los últimos años la investigación en el ámbito

tributario ha alcanzado un progreso significativo, ya que la cultura tributaria debe

sustentarse en valores que tiendan al bien común, y desde el sistema educativo, se

pretende concientizar a los maestros y alumnos en la práctica constante de estos

valores referidos a la tributación; de manera que la escuela debe asumir el

compromiso de formar ciudadanos capaces de definir, defender y hacer cumplir

normas de convivencia, para tener un país en el cual cada peruano sienta y sepa

que puede realizar sus aspiraciones personales y sociales. Esta convicción nos

51
lleva a sumar esfuerzos hacia la formación de un niño y futuro ciudadano crítico y

participativo, con carácter responsable, creativo, tolerante y que sea transparente

en sus actos, para que tienda a hacer posible una transformación profunda y real

de la sociedad en la que vive.

En síntesis, para que trascienda eficientemente la propagación de las obligaciones

y beneficios que tiene el peruano contribuyente en el aspecto tributario; es preciso

que se interrelacionen las numerosas entidades públicas y privadas, con ello

alcanzar tener conocimiento apropiado de esos temas, como los proyectos que se

viene ejecutando como el gobierno en la “Estrategia tributaria y aduanera” para

llevar adelante estos programas es obligatorio contar con un área especializada en

el tema, tal es el caso del Instituto de Administración Tributaria y Aduanera

(IATA), compuesto por profesionales con capacidades afines a la Educación,

Comunicación Social y Ciencias Sociales; cuya labor se orienta hacia la formación

de valores ciudadanos y tributario.

Evasión tributaria

Renteria J. (2016) “Cuando hablamos de evasión nos referimos a maniobras

utilizadas por los contribuyentes para evitar el pago de impuestos violando para

ello la ley. En la evasión tributaria simple y llanamente no se cumple con la ley, lo

cual indudablemente es ilegal. Esta es distinta de la elusión de impuestos, la cual

consiste en conductas del contribuyente que busca evitar el pago de impuestos

52
utilizando para ello maniobras o estrategias permitidas por la misma ley o por los

vacíos de esta, por lo cual no es técnicamente ilegal.”

Solorzano D. (2012) La clasificación de la evasión que se emplea comúnmente es

la de evasión y elusión o evitación. En el caso de evasión es cuando se violan las

normas jurídicas establecidas, en tanto que elusión es cuando se elude el

cumplimiento de las obligaciones acudiendo a medios lícitos, generalmente, la

elusión está relacionada con la vaguedad o laguna de la norma jurídica y ocurre

sin violación de la ley.

La evasión tributaria asume un carácter encubierto y derivado de una conducta

consciente y deliberada también, puede darse el caso de evasión en forma abierta

como los vendedores ambulantes, y que se deriva de un acto inconsciente (error o

falta). La intención o voluntad del infractor es un elemento importante en todas las

legislaciones al momento de configurar la objetividad o subjetividad de la

infracción y para efectos de determinar las sanciones que puedan corresponder.

La evasión tributaria no solo significa generalmente una pérdida de ingresos

fiscales con su efecto consiguiente en la prestación de los servicios públicos, sino

que implica una distorsión del sistema Tributario, fracturando la equidad vertical

y horizontal de los impuestos, haciendo que el contribuyente evasor obtenga

ventajas significativas frente al contribuyente cumplidor.

53
Elementos de la evasión tributaria

Sujeto Pasivo: Es el sujeto o la persona que es designada de acuerdo a ley. Por

siguiente está obligada a cumplir.

El Contribuyente: Es la persona que crea y realiza el pago como contribución al

estado. Independientemente de ser una persona natural o jurídica obligada a acatar

sus obligaciones fijadas en las leyes tributarias peruanas. El registro único de

contribuyente otorgado por SUNAT es la identificación de toda su actividad fiscal

sirve de rastreo y control de parte de la administración tributaria.

Responsable: Es aquella persona natural o jurídica sin el hecho de haber realizado

un hecho imponible, se halla obligado a efectuar las obligaciones a la SUNAT y

así mismo es la persona natural o jurídica que se halla obligado a efectuar con la

prestación tributaria que ha generado por la ocurrencia de un hecho ejecutado por

otra persona natural jurídica contribuyente. Es preciso señalar que la

responsabilidad de la SUNAT está reglamentada en el código tributario y plasmada

en el Art. 7, 8,9 del código tributario1. Cuando se determina que la responsabilidad

tributaria, consigue cobrar imparcialmente al contribuyente o al responsable o a

ambos.

Personas naturales: Según las ley del Perú se denomina persona naturales a las

personas físicas o individuales, incluyendo tanto a hombres como a mujeres, en

estado social en que se encuentren y obtengan renta de su trabajo personal. De la

54
misma forma se considera como persona natural para efectos de la obligación

tributaria, las sociedades conyugales y las sucesiones indivisas.

Persona Jurídica: Es una organización que practica derecho y efectúa

obligaciones a nombre propio de la organización creada, para distinguir de las

personas naturales con las empresas, el empresario no es quien asume todas las

obligaciones de esta, lo que sucede es que las deudas u obligaciones que pueda

acarrear la organización, están aseguradas y se limitan solo a los bienes que posee

la empresa a su nombre.

Para la formación o constitución de una persona jurídica existen cuatro formas de

organización empresarial; Empresa Individual de responsabilidad Limitada

(E.I.R.L.), Sociedad Comercial de Responsabilidad Limitada (S.RL.) Sociedad

Anónima Cerrada (S.A.C.) Sociedad anónima (S.A.). Se establece mediante la

autorización de escritura pública y se inscribe en los registros públicos.

Sujeto Activo: El sujeto activo implica al estado, al que le corresponde la potestad

tributaria. Son merecedores de la obligación tributaria el gobierno central, los

gobiernos regionales y los gobiernos locales así como las entidades de derecho

Público con personería jurídica propia, La SUNAT en su particularidad de órgano

administrador y en la calidad de dirigir los tributos internos y de los derechos

arancelarios como el Impuesto General a las Ventas, El Impuesto a la Renta,

Impuesto de Promoción Municipal y el Impuesto Selectivo al Consumo.

55
Causa y Consecuencias de la evasión tributaria

Causas

 Ausencia de conciencia tributaria.

 Lograr beneficios propios al no cumplir con las obligaciones tributarias.

 Ignorancia de la evasión tributaria.

 Normas y Leyes tributarias complicadas.

 El descuido por ajustarse a la formalización y a la legalidad.

 Susceptibilidad del contribuyente a como el Estado administra los

recursos.

 Normas tributarias que causan inestabilidad por las modificaciones

constante.

 Carencia de capacidad por parte de la SUNAT, causando un

desequilibrio de desconfianza en los contribuyentes.

Consecuencias

 Falta de capacidad de parte de la administración tributaria en

direccionar los recursos que deben garantizar los derechos sociales del

ciudadano como servicios públicos y asistenciales y económicos de

calidad.

 La exageración de la carga tributaria a los buenos contribuyentes

formales, implicando a la creación de tributos o el aumento de tasas

inquietando a los que ya cumplen con sus obligaciones.

56
 Ausencia de progreso económico causando desempleo y retraso

tecnológico.

 La suspicacia de los empresarios o inversionistas, generando fuga de

capitales y disminución de la inversión privada.

 Ausencia de aliciente para la industria y el comercio lo que aflige el

desarrollo del distrito.

Elusión tributaria

Gerencie (2018) La elusión de impuestos hace referencia a las conductas del

contribuyente que busca evitar el pago de impuestos utilizando para ello

maniobras o estrategias permitidas por la misma ley o por los vacíos de esta. La

elusión no es estrictamente ilegal puesto que no se está violando ninguna ley, sino

que se está aprovechando mediante una interpretación en ocasiones amañada o

caprichosa, situación que es permita por una ley ambigua o con vacíos.

Yañes J. (2010) La elusión tributaria se define como la utilización de medios

legales para reducir la cantidad de impuestos a pagar. Es decir, el contribuyente

hace uso de las normas que están dentro de la ley para conseguir este propósito.

En la práctica la autoridad tributaria crea la posibilidad de disminuir el pago de

impuesto como un medio para incentivar otros objetivos económicos, como por

ejemplo, el ahorro y la inversión. Para ello crea mecanismos como: depreciación

acelerada, franquicias, deducciones, exenciones, declaración en base presunta,

diferir el pago de impuestos incentivos regionales, etc. Los contribuyentes con

57
una adecuada planificación tributaria pueden disminuir legalmente la cantidad de

impuesto a pagar.

Sistema tributario en el Perú

En primer lugar, el Sistema Tributario peruano es el conjunto metódico de normas,

principios e instituciones que regulan las relaciones procedentes de la aplicación

de tributos en el país. Se rige bajo el Decreto Legislativo N° 771 (enero de 1994),

denominado como la Ley Marco del Sistema Tributario Nacional. Según la

Constitución de 1993, el Estado es el poder político constituido en tres niveles de

gobierno: nacional, regional y local, y cada uno de ellos agrupa diferentes

unidades ejecutoras o productoras de bienes y servicios públicos cuyos precio

operativos deben ser desarrollados con tributos. El sistema tributario nacional se

detalla de la siguiente manera:

58
Elementos en el sistema tributario peruano

El Sistema Tributario peruano cuenta con 3 elementos principales, que sirven de

columna para su funcionamiento eficiente:

59
Política tributaria:

Son aquellos lineamientos que rigen el sistema tributario. Está diseñada por el

Ministerio de Economía y Finanzas (MEF). La política tributaria asegura la

sostenibilidad de las finanzas públicas, eliminando distorsiones y movilizando

nuevos recursos a través de ajustes o reformas tributarias.

Normas tributaria:

La Política tributaria se implementa a través de las normas tributarias. Comprende

el Código Tributario.

Administración tributaria

La constituyen los órganos del Estado apoderados de aplicar la política tributaria.

A nivel nacional, es ejercida por la Superintendencia Nacional de Administración

Tributaria (SUNAT), y la Superintendencia Nacional de Administración de

Aduanas (SUNAD).

Tributos administrados por el Gobierno Central:

 Impuesto a la Renta: Todas aquellas que provengan de una fuente

durable y susceptible de generar ingresos periódicos.

 Impuesto General a las Ventas: Grava la venta de bienes muebles,

importación de bienes, prestación o utilización de servicios, los contratos de

60
construcción y la primera venta de inmuebles que realicen los constructores

de los mismos.

 Impuesto Selectivo al Consumo: Tributo al consume específico. Grava

la venta de productos de determinados bienes, importación de los mismos,

la venta de los bienes cuando la efectúa el importador, y los juegos de azar

y apuestas.

 Impuesto Extraordinario de Solidaridad: Grava las remuneraciones

que se abonan a los trabajadores mensualmente, y de quienes presten

servicios sin relación de dependencia.

 Derechos Arancelarios: Se aplican sobre el valor CIF (Costo, seguro y

flete, en español) de los bienes importados al Perú.

Los Gobiernos locales suelen recaudar los tributos directamente.

Tributos administrados por el Gobierno Local:

 Impuesto Predial: Tributo de periodicidad anual que grava el valor de

los predios urbanos y rústicos (terrenos, edificaciones e instalaciones fijas y

permanentes). No aplica para propiedades de Universidades, centros

educativos y concesiones mineras.

61
 Impuesto de Alcabala: Grava la transferencia de inmuebles a título

oneroso o gratuito.

 Impuesto al Patrimonio Vehicular: Grava la propiedad de vehículos

(automóviles, camionetas y station wagons) nacionales o importados, con

antigüedad no mayor de 3 años. Son de periodicidad anual.

Existen otras instituciones que también son parte de la Administración financiera

y recaudan los siguientes tributos:

Tributos administrados por otras instituciones:

Contribuciones a la Seguridad Social:

 Contribución al Servicio Nacional de Adiestramiento Técnico

Industrial – SENATI: Grava el total de las remuneraciones que pagan a sus

trabajadores las empresas que desarrollan actividades industriales

manufactureras (Categoría D de la Clasificación Industrial Internacional

Uniforme – CIIU, de las actividades económicas según las Naciones

Unidas).

 Contribución al Servicio Nacional de Capacitación para la Industria

de la Construcción – SENCICO: Es el aporte al Servicio Nacional de

Capacitación para la Industria de la Construcción (SENCICO) que realizan

las personas naturales o jurídicas que construyan para sí o terceros dentro de

62
las actividades comprendidas en la Gran División 45 de la CIIU de las

Naciones Unidas.

En síntesis, la ejecución de un conveniente sistema tributario eficiente y eficaz, se

puede obtener, solo cuando los tributos que se aplican en un estado sean acorde a

la realidad de una sociedad, solo así funcionara, el ejemplo claro de este sistema

es el IGV que toda las clases de contribuyentes (Micro, Pequeña, Mediana y Gran

empresa) pagan lo mismo, lo cual no es lo apropiado para las Micro y Pequeñas

empresas, los cuales son los principales problemas para que dichas empresas

quiebren o subsistan en la informalidad.

Regímenes Tributarios.

Sunat (2017) A partir del ejercicio 2017, los regímenes tributarios han sufrido

modificaciones. Antes contábamos con sólo tres regímenes: NRUS, Régimen

Especial y Régimen General, desde enero de este año, los contribuyentes pueden

acogerse además al Régimen MYPE Tributario.

A continuación te presentamos un cuadro comparativo de los cuatro regímenes:

63
Conceptos NRUS RER RMT RG
Persona Natural Sí Sí Sí Sí

Persona Jurídica No Sí Sí Sí

Ingresos
netos que no
superen
Hasta S/.
1700 UIT en
96,000
Límite de Hasta S/.525, el ejercicio
anuales u Sin límite
ingresos 000 anuales. gravable
S/ 8,000
(proyectado
mensuales.
o del
ejercicio
anterior).

Hasta S/.
96,000 Hasta
Límite de
anuales u S/.525,000 Sin límite Sin límite
compras
S/. 8,000 anuales.
mensuales.
Boleta de
venta y
tickets que Factura,
Factura, boleta Factura, boleta
no dan boleta y
Comprobantes y todos los y todos los
derecho a todos los
que pueden emitir demás demás
crédito demás
permitidos. permitidos.
fiscal, permitidos.
gasto o
costo.
DJ anual - Renta No No Sí Sí

64
Renta: Si no
superan las
300 UIT de
ingresos
netos
Pago
anuales:
mínimo S/
pagarán el Renta: Pago a
20 y
1% de los cuenta mensual.
máximo
Renta: Cuota ingresos El que resulte
S/50, de
de 1.5% de netos como
acuerdo a
ingresos netos obtenidos en coeficiente o el
una tabla
mensuales el mes. Si 1.5% según la
de ingresos
(Cancelatorio). en cualquier Ley del
y/o
mes superan Impuesto a la
Pago de tributos compras las 300 UIT Renta.
mensuales por
de ingresos
categoría.
netos
anuales
pagarán
1.5% o
coeficiente.

El IGV
está
IGV: 18% IGV: 18% IGV: 18%
incluido en
(incluye el (incluye el (incluye el
la única
impuesto de impuesto de impuesto de
cuota que
promoción promoción promoción
se paga en
municipal). municipal). municipal).
éste
régimen.

Restricción por
Si tiene Si tiene No tiene No tiene
tipo de actividad

Trabajadores Sin límite 10 por turno Sin límite Sin límite

Valor de activos
S/70,000 S/126,000 Sin límite Sin límite
fijos

Posibilidad de
No tiene No tiene Si tiene Si tiene
deducir gastos

65
Pago del
Impuesto Anual
No tiene No tiene Si tiene Si tiene
en función a la
utilidad

Una vez decidido el régimen, si eres un contribuyente que recién vas a iniciar tu

negocio las reglas de acogimiento para cada uno de los regímenes son las

siguientes:

Acogimiento NRUS RER RMT RG

Con la
Sólo con la declaración
Con la
afectación al mensual que
declaración Sólo con la
Requisitos momento de corresponde
y pago declaración mensual.
la al mes de
mensual.
inscripción.* inicio de
actividades.*

*Siempre que se efectúe dentro de la fecha de vencimiento

Una vez acogido a los regímenes mencionados, los medios para cumplir con las

obligaciones de declaración y pago son las siguientes:

66
Medios de
declaración
y Código NRUS RER RMT RG
de
Tributos
FV 1621 FV 1621
FV
FV Simplificado
Simplificado
Medios de 1621
FV 1611 FV1611 1621
declaración
Declara
Declara Fácil
Fácil
PDT 621 PDT 621
1ra
Código de Categoría
tributo 4131
3111 3121 3031
(pago 2da
mensual) categoría
4132

Impuesto general a las ventas (IGV)

Según Sunat (2018)

Concepto: El IGV o Impuesto General a las Ventas es un impuesto que grava

todas las fases del ciclo de producción y distribución, está orientado a ser asumido

por el consumidor final, encontrándose normalmente en el precio de compra de

los productos que adquiere.

Tasa: Se aplica una tasa de 16% en las operaciones gravadas con el IGV. A esa

tasa se añade la tasa de 2% del Impuesto de Promoción Municipal (IPM). (*) De

tal modo a cada operación gravada se le aplica un total de 18%: IGV + IPM.

67
Características: Se le denomina no acumulativo, porque solo grava el valor

agregado de cada etapa en el ciclo económico, deduciéndose el impuesto que

gravó las fases anteriores.

Se encuentra estructurado bajo el método de base financiera de impuesto contra

impuesto (débito contra crédito), es decir el valor agregado se determina restando

del impuesto que se aplica al valor de las ventas, con el impuesto que gravo las

adquisiciones de productos relacionados con el giro del negocio.

Base Legal:

Art. 1° del T.U.O. de la Ley del Impuesto General a las Ventas aprobado

por Decreto Supremo N° 055-99-EF y Artículo 2 del Reglamento de la Ley del

IGV, Decreto Supremo N° 029-94-EF.

(*) Tasa del IGV: Art. 17°. TUO de la Ley del Impuesto General a las Ventas,

aprobado por D.S. 055-99-EF y Art.1° - Ley N° 29666

Tasa del IPM -Impuesto de Promoción Municipal - Art. 76° - Decreto Legislativo

N° 776.

El IGV grava muchas operaciones, pero existen excepciones en bienes como en

servicios exonerados, además de las actividades de exportación. El impuesto se

aplica sobre el valor agregado. El cual es obtenido por la diferencia entre las ventas

y las compras realizadas en un determinado periodo.

68
Liquidación del IGV

Mensualmente se realiza la liquidación de este impuesto, la misma que se debe

presentar ante la SUNAT mediante declaración jurada, el pago respectivo en una

entidad financiera.

Crédito fiscal

Es aquel monto de dinero que posee el contribuyente a su favor el cual se podrá

deducir del total de su deuda tributaria, el mismo que se seguirá deduciendo hasta

que se agote.

69
2.4 Hipótesis

La aplicación de la cultura tributaria como mecanismo combatirá la evasión de

impuesto del IGV de las Mypes distrito de San Martin de Porres año 2017.

Hipótesis Específicas:

a) La creación de la conciencia tributaria permite cumplir con sus obligaciones

tributarias de las empresas.

b) La implantación de la educación cívica tributaria ayuda a evitar sanciones e

infracciones tributarias.

c) La orientación tributaria así como la difusión ayuda al fomento de una cultura

tributaria también evita la informalidad en lo referente a sus obligaciones

tributarias.

2.5 Variables.

Variable Independiente:

Cultura Tributaria:

Conjunto de información y grado de conocimientos que en un determinado país

se tiene sobre los impuestos, así como el conjunto de percepciones, criterios,

hábitos y actitudes que la sociedad tiene respecto a la tributación.

70
Variable Dependiente:

Evasión de Impuesto del IGV:

Son todos aquellos actos que envuelvan la negativa al pago del tributo en forma

total o parcial que le hubiera correspondido abonar al estado de un determinado

contribuyente.

71
III. METODOLOGIA.

3.1 El tipo y nivel de investigación.

a) Tipo de investigación.

El horizonte del trabajo de investigación es Cuantitativo

b) Nivel de Investigación.

Descriptivo, ya que se basara en la representación de las variables de estudio.

3.2 Diseño de la investigación.

El diseño que se ha planteado en la investigación es de diseño no

experimental, porque se elaboró sin manipular deliberadamente las variables,

y se observó el fenómeno tal como se mostró internamente de su contexto.

3.3 Población y Muestra.

a) Población.

La presente investigación se estudió, está conformada por una población de

77 personas de Mypes del distrito de San Martin de Porres.

b) Muestra.

La muestra es una porción o subconjunto de una población regularmente

escogida de tal modo que pone de manifiesto las propiedades de la población.

Su peculiaridad más significativa es la representatividad, es decir, que sea una

72
parte propia de la población en la o las características que son notables para la

investigación.

Para concretar el tamaño de la muestra se ha manejado el método

probabilístico, aplicando la fórmula siguiente:

n= (p.q) Z² . N

(EE)² (N-1) + (p.q) Z²

Dónde:

n: Es la dimensión de la muestra que se va a tomar en cuenta para el trabajo

de campo, es la variable que se desea determinar.

p, q: Simbolizan la probabilidad de la población de estar o no incluidas en la

muestra. Se asume que p y q tienen el valor de 0.5 cada uno.

Z: Simboliza las unidades de desviación estándar con una posibilidad de error

de 0.09, lo que equivale a un intervalo de confianza de 90% en la estimación

de la muestra, por tanto el valor de Z es igual a 1.64.

N: Es el total de la población, considerando solo a aquellas personas que darán

indagación valiosa para la investigación, en este caso es 77

EE: Representa el error estándar de la estimación, que debe ser 9.99% o

menos, para éste caso se ha considerado 9%.

Reemplazando:

n = (0.5*0.5*(1.64)^(2)*77)/(((0.09)^(2)*76)+(0.5*0.5*(1.64)^(2)))

n = 40.1978

La muestra queda conformada por 40 personas de diferentes Mypes del

distrito de San Martin de Porres. Nivel de confianza 90%

73
3.4 Definición y Operacionalizacion de las Variables y los Indicadores.

HIPOTESI
VARIABLES DIMENCIONES INDICADORES ITEMS
S
Cultura - Responsabilidad de
Tributaria: * Responsabilidad declarar y pagar a
SUNAT.
Conjunto de Valores tributarios - Compromiso con el
información y * Compromiso
estado peruano.
grado de * Conciencia - Conocimiento para que
conocimientos tributaria se pagan los impuestos.
que en un * Deberes - Inculcar los deberes
determinado tributarios tributarios.
país se tiene Ventajas de la * Acatamiento de - Cumplimiento de
sobre los cultura tributaria manera voluntaria manera voluntaria.
General: impuestos, así
* Un avance para - Beneficio común para la
como el
la sociedad sociedad.
La conjunto de
* Sistema - Eficacia del sistema
aplicación de percepciones, tributario optimo tributario.
la cultura criterios,
hábitos y * Eficiencia de la - Responsabilidad de
tributaria Ventajas del SUNAT SUNAT.
como actitudes que la sistema tributario
mecanismo sociedad tiene * Servicios al - Beneficios para el
combatirá la respecto a la contribuyente contribuyente.
evasión de tributación.
impuestos - Formalidades del
* Formales
del IGV de contribuyente.
Obligaciones del
las Mypes - Obligaciones
contribuyente
distrito de * Sustanciales sustanciales del
San Martin contribuyente.
Evasión de
de Porres Impuestos: * Evasión
- Evasión fiscal.
año 2017. tributaria
Tipos de evasión
Todos aquellos * Elusión
- Elusión fiscal.
actos que tributaria
impliquen el no * Falta de cultura - Desconocimiento de la
pago del tributo tributaria cultura tributaria.
en forma total o - Tasas acordes a la
* Altas tasas
parcial que le realidad del
impuestas
hubiere Causas contribuyente.
correspondido * Insatisfacción
- Desconfianza y mala
abonar a un de los servicios
administración de la
determinado públicos que se
recaudación.
contribuyente. recibe

3.5 Contrastación de Hipótesis.

Para la Contrastación de las Hipótesis se utilizó la prueba estadística no

paramétrica Chi-Cuadrado, en el programa SPSS. V-25

74
3.6 Técnicas e Instrumentos.

3.5.1 Técnica de recolección de datos:

a) La observación.

Es una técnica que consiste en observar atentamente el fenómeno, hecho o

caso, tomar información y registrarla para su posterior análisis. Mediante esta

técnica podremos observar y analizar las discrepancias de la doctrina

existentes sobre el tema de estudio, observar las carencias y deficiencias de la

legislación nacional; así como analizar algunos casos relacionados al trabajo

de investigación.

b) La encuesta.

La encuesta es una técnica predestinada a conseguir datos de varias personas

cuyas dictámenes impersonales interesan al investigador. Para ello, se empleó

una encuesta de opinión dirigida a los propietarios, funcionarios y trabajadores

de las empresas.

c) Fichaje.

El fichaje es una técnica secundaria de todas las demás técnicas empleada en

la investigación científica; para ello vamos a registrar los datos que se van

obteniendo de la bibliografía encontrada en los instrumentos llamados fichas,

utilizando las fichas de registro (bibliográficas) y las fichas textuales.

75
3.7 Plan de Análisis.

a) Análisis de Datos

Se emplearán las siguientes técnicas:

a) Análisis documental

b) Tabulación de cuadros

c) Comprensión de gráficos

b) Procesamiento de Datos

El trabajo de investigación se procesará con los datos conseguidos de las

diferentes fuentes, por intermedio de las siguientes técnicas:

a) Ordenamiento y clasificación

b) Registro manual

c) En lo que respecta a Excel:

 Para la preparación de tablas de frecuencia absoluta y porcentual, se

utilizó el programa Excel, que cuenta con funciones para el conteo

sistemático de datos, estableciéndose para ello criterios predeterminados.

 Elaboración de los gráficos en barras que acompañaron a los cuadros

elaborados para describir las variables, permiten visualizar la distribución de

los datos en las categorías que son objeto de análisis

d) se usó el programa estadístico de SPSS, del modelo de correlación de

Pearson con una confianza de 90%

76
3.8 Matriz de Consistencia.

ENUNCIADO
TITULO DEL OBJETIVOS DE LA INVESTIGACION HIPOTESIS VARIABLE METODOLOGÍA
PROBLEMA

La cultura ¿De qué manera Objetivo general: La aplicación de la Variable Tipo de Investigación.
tributaria como incide la cultura cultura tributaria independiente:
Determinar y describir la implicancia de la cultura El tipo de investigación será
mecanismo tributaria como como mecanismo
tributaria para combatir la evasión de impuesto del Cultura cuantitativa.
para combatir mecanismo para combatirá la
IGV en las Mypes en el distrito de San Martin de Porres
la evasión de combatir la evasión de Tributaria Nivel de Investigación.
– 2017.
impuesto del evasión de impuesto del IGV
IGV de las impuesto del IGV de las Mypes Variable El nivel de la investigación será
Objetivos específicos:
Mypes Distrito en las Mypes en distrito de San dependiente: descriptivo.
1. Determinar de qué manera la cultura
San Martin de el distrito de San tributaria influye en el pago de los impuestos Martin de Porres Evasión de Diseño:
Porres Lima - Martin de Porres tributarios en las Mypes del distrito de San año 2017. impuestos del
2017 – 2017? Martin de Porres – 2017. No experimental, descriptivo,
IGV
2. Determinar el nivel de evasión de impuesto bibliográfico, documental y de caso.
del IGV en las Mypes del distrito San Martin Mypes
Técnica:
de Porres – 2017.
3. Determinar en qué medida influye la Revisión bibliográfica.
difusión y orientación de la cultura tributaria
Instrumento:
como mecanismo para afrontar la evasión de
impuestos de las Mypes del distrito de San Cuestionario
Martin de Porres.
4. Determinar una propuesta o elemento de
mejora para elevar el nivel de cultura
tributaria en las Mypes del distrito de San
Martin de Porres.

77
3.9 Principios Éticos.

A las personas escogidas para el estudio se les manifestara el porqué del

estudio y de las importancias que tiene para que participen de modo

voluntario y de modo informado

Para ello se procesara una aprobación enterada. Si el encuestado acepta

participar en el estudio se solicitara que firme el consentimiento informado.

También se les avisara a las personas encuestadas que se conservará en

reserva sus informes.

78
IV. RESULTADOS.

4.1 Resultados

Pregunta 01: ¿Usted tiene conocimiento que es la cultura tributaria?

Tabla 1. Conocimiento de la cultura tributaria

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca 9 22.5 22.5 42.5
A veces 8 20.0 20.0 62.5
Válido
Casi Siempre 8 20.0 20.0 82.5
Siempre 7 17.5 17.5 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 1. Conocimiento de la cultura tributaria


Fuente: Ídem Tabla 1.

79
INTERPRETACION: En la Tabla 1 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados el 22.5% consideran que casi nunca tienen conocimiento acerca de la

cultura tributaria mientras que un 20% considera que nunca tiene conocimientos también

un 20% de encuestados menciona que a veces tiene conocimientos acerca de la cultura

tributaria y un 17.5% siempre tiene conocimientos acerca de la cultura tributaria es decir

que si tiene.

Según la Figura 1 podemos observar el gran porcentaje de personas que no tienen

conocimientos acerca de la cultura tributaria lo que es algo preocupante.

Pregunta 02: ¿Considera usted que la honestidad es un valor que se debe poner en

práctica en la cultura tributaria?

Tabla 2. Influencia del valor de la honestidad en la cultura tributaria

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca 8 20.0 20.0 40.0
Válido Casi Siempre 8 20.0 20.0 60.0
Siempre 16 40.0 40.0 100.0
Total 40 100.0 100.0

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

80
Figura 2. Influencia del valor de la honestidad en la cultura tributaria
Fuente: Ídem Tabla 2.

INTERPRETACION: En la Tabla 2 se puede apreciar los resultados de la aplicación de

los instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados un 40% indica que siempre influye el valor de la honestidad en la

cultura tributaria y un 20% de encuestados indica que nunca influye como también casi

nunca un 20%, así mismo hay un 20% que indica casi siempre. De acuerdo a esta tabla

podemos afirmar que un gran porcentaje avala que el valor de la honestidad es sumamente

importante para la cultura tributaria.

81
Pregunta 03: ¿Usted tiene conocimiento de cuáles son sus obligaciones tributarias?

Tabla 3. Conocimiento de las obligaciones tributarias

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 9 22.5 22.5 22.5
A veces 15 37.5 37.5 60.0
Válido Casi Siempre 8 20.0 20.0 80.0
Siempre 8 20.0 20.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 3. Conocimiento de las obligaciones tributarias


Fuente: Ídem Tabla 3.

82
INTERPRETACION: En la Tabla 3 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De total de encuestados un 37.5% indica que a veces tiene conocimientos acerca de sus

obligaciones tributarias que equivale a 15 personas, también un 22.5% de encuestados

indica que nunca tiene conocimiento acerca de sus obligaciones tributarias que equivale

a 9 personas, mientras que un 20% de encuestados casi siempre tiene conocimientos que

equivale a 8 personas y un 20% de encuestados siempre tiene conocimientos acerca de

sus obligaciones tributarias con el estado que equivale a 8 personas.

Pregunta 04: ¿Cumple usted cabalmente con sus obligaciones tributarias, que le

corresponde?

Tabla 4. Cabal cumplimiento de las obligaciones tributarias

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 8 20.0 20.0 20.0
A veces 8 20.0 20.0 40.0
Válido Casi Siempre 16 40.0 40.0 80.0
Siempre 8 20.0 20.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

83
Figura 4. Cabal cumplimiento de las obligaciones tributarias
Fuente: Ídem Tabla 4.

INTERPRETACION: En la Tabla 4 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Según los encuestados un 40% indica que casi siempre cumple con sus obligaciones

tributarias a cabalidad que representa a 16 personas del total de la muestra, también un

20% de encuestados indicaron que casi nunca cumplen a cabalidad sus obligaciones

tributarias, así mismo un 20% de encuestados indica que a veces cumple a cabalidad con

sus obligaciones tributarias y un 20% de encuestados indica que siempre cumple a

cabalidad con sus obligaciones tributarias. De acuerdo a la Figura 4 podemos decir que

la gran mayoría de personas cumple con sus obligaciones casi siempre.

84
Pregunta 05: ¿Usted sabe cuáles son las funciones de la administración tributaria

(SUNAT)?

Tabla 5. Conocimiento sobre las funciones de SUNAT.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 8 20.0 20.0 20.0
A veces 8 20.0 20.0 40.0
Válido Casi Siempre 8 20.0 20.0 60.0
Siempre 16 40.0 40.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 5. Conocimiento sobre las funciones de SUNAT.


Fuente: Ídem Tabla 5.

85
INTERPRETACION: En la Tabla 5 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Los encuestados indicaron que casi nunca saben cuáles son las funciones de la SUNAT

que representa a un 40% de encuestados y equivale a 16 personas del total de la muestra,

también un 20% de encuestados respondieron que casi nunca saben cuáles son las

funciones de la SUNAT que representa a 8 personas, así mismo un 20% de encuestados

respondieron que a veces saben y finalmente un 20% indica de casi siempre sabe.

De acuerdo a la Figura 5 podemos decir que un gran porcentaje de encuestados si conoce

las funciones de la SUNAT.

Pregunta 06: ¿Usted tiene conocimiento de todos los impuestos?

Tabla 6. Conocimiento acerca de los impuestos

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20.0 20.0 20.0

Casi Nunca 8 20.0 20.0 40.0

A veces 8 20.0 20.0 60.0


Válido
Casi Siempre 8 20.0 20.0 80.0

Siempre 8 20.0 20.0 100.0

Total 40 100.0 100.0

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

86
Figura 6. Conocimiento acerca de los impuestos.
Fuente: Ídem Tabla 6.

INTERPRETACION: En la Tabla 6 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Los encuestados respondieron que siempre tienen conocimientos acerca de los impuestos

en el Perú que esto representa un 20% de encuestados equivalente a 8 personas también

un 20% de encuestados indica que casi siempre tiene conocimientos acerca de los tributos

en el Perú, así mismo un 20% indica de nunca tiene conocimientos de los tributos en el

Perú, y un 20% de encuestados dice que casi nunca sabe sobre los impuestos.

De acuerdo a la Figura 6 podemos decir que limitad de encuestados si tiene conocimiento

de los impuestos y la otra mitad no tiene conocimientos.

87
Pregunta 07: ¿Considera usted que está bien que la SUNAT, obligue a los contribuyentes

a pagar los impuestos?

Tabla 7. Obligación a los contribuyentes a pagar impuestos

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 16 40.0 40.0 40.0
A veces 8 20.0 20.0 60.0
Válido Casi Siempre 8 20.0 20.0 80.0
Siempre 8 20.0 20.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 7. Obligación a los contribuyentes a pagar impuestos


Fuente: Ídem Tabla 7.

88
INTERPRETACION: En la Tabla 7 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados el 40% indica que casi nunca, SUNAT no debería obligar a los

contribuyentes a pagar impuestos, también un 20% de encuestados indica que a veces

debería obligar SUNAT a pagar los impuestos, así mismo un 20% indica que casi siempre

SUNAT debería obligar a pagar los impuestos y un 20% de encuestados indica que

siempre SUNAT debería obligar a pagar impuestos.

De acuerdo a la Figura 7 podemos decir que el gran porcentaje de encuestados afirma que

si SUNAT debería obligar a pagar los impuestos.

Pregunta 08: ¿Los impuestos que paga usted a la SUNAT, ayudarán al desarrollo de

nuestro país?

Tabla 8. Loa impuestos que se pagan ayudan al desarrollo del país.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi
Nunca 8 20,0 20,0 20,0
A veces
16 40,0 40,0 60,0
Válido
Casi
Siempre 16 40,0 40,0 100,0
Total
40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

89
Figura 8. Los impuestos que se pagan ayudan al desarrollo del país.
Fuente: Ídem Tabla 8.

INTERPRETACION: En la Tabla 8 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados un 40% indica que casi siempre ayuda al estado a desarrollar el pagar

impuestos que esto representa a 16 personas, también un 40% de encuestados indicaron

que casi siempre ayuda el pago de impuestos, así mismo un 20% de encuestados indica

que casi nunca ayuda al estado a desarrollarse el pago de impuestos.

De acuerdo a la Figura 8 podemos decir que hay un porcentaje considerable que indica el

temor de la población a pagar impuestos ya que el estado no genera la confianza por los

actos de corrupción.

90
Pregunta 09: Si la SUNAT no controlaría el pago de los impuestos y no le multaría por

declarar fuera de plazo. ¿Usted declararía y pagaría en forma voluntaria y en el plazo

determinado?

Tabla 9. Declaración y pago de las obligaciones tributarias voluntariamente.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 8 20.0 20.0 20.0
A veces 8 20.0 20.0 40.0
Válido Casi Siempre 16 40.0 40.0 80.0
Siempre 8 20.0 20.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 9. Declaración y pago de las obligaciones tributarias voluntariamente.


Fuente: Ídem Tabla 9.

91
INTERPRETACION: En la Tabla 9 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Los encuestados indicaron que casi siempre cumplirían con la declaración y el pago de

los impuestos en la fecha establecida sin que SUNAT les obligue que esto representa a

un 40% equivalente a 16 personas, también un 20% de encuestados indica que siempre

lo cumpliría que equivale a 8 personas, así mismo un 20% de encuestados indica que casi

nunca lo cumpliría y finalmente un 20% indica que a veces lo cumpliría.

Según la Figura 9 podemos decir que hay un gran porcentaje de contribuyentes que si lo

cumplirían sus obligaciones tributarias sin que SUNAT les controle u obligue.

Pregunta 10: ¿Alguna vez ha recibido orientación o charlas informativas por parte de la

SUNAT o cualquier otra institución en temas tributarios?

Tabla 10. Orientación y charlas informativas de parte de SUNAT.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca
8 20.0 20.0 40.0
A veces
16 40.0 40.0 80.0
Válido Casi Siempre
8 20.0 20.0 100.0
Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

92
Figura 10. Orientación y charlas de parte de SUNAT.
Fuente: Ídem Tabla 10.

INTERPRETACION: En la Tabla 10 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Del total de encuestados un 40% indica que casi siempre ha recibido charlas de SUNAT

que representa a 16 personas, también un 20% de encuestados indica que siempre recibe

charlas de SUNAT, mientras que un 20% indica que casi nunca SUNAT da charlas y

finamente un 20% indica que SUNAT a veces lo realiza.

Según la Figura 10 podemos decir que la SUNAT hace poco en lo concerniente a la

orientación y a la difusión informativa acerca de los tributos.

93
Pregunta 11: ¿Usted cree que el estado fomenta la cultura tributaria?

Tabla 11. Fomento del estado de la cultura tributaria

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20,0 20,0 20,0
Casi
Nunca 8 20,0 20,0 40,0
Válido A veces 8 20,0 20,0 60,0
Casi
Siempre 16 40,0 40,0 100,0
Total 40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 11. Fomento del estado de la cultura tributaria


Fuente: Ídem Tabla 11.

94
INTERPRETACION: En la Tabla 11 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Los encuestados respondieron que casi siempre el estado fomenta la cultura tributaria que

representa a un 40% equivalente a 16 personas, también un 20% de encuestados

respondieron que nunca el estado fomenta la cultura tributaria así mismo un 20% de

encuestados indica que casi nunca el estado fomenta la cultura tributaria.

Según la Figura 11 podemos decir que el estado no cumple su función de fomentar la

cultura tributaria más aún se dedica a generar pánico y miedo hacia el contribuyente con

tasas de impuestos excesivos y la constante modificación de las leyes sin orientar o

informar al contribuyente.

Pregunta 12: ¿Usted tiene interés recibir capacitación tributaria?

Tabla 12. Interés en recibir capacitación tributaria

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi
Nunca 16 40,0 40,0 40,0
A veces
8 20,0 20,0 60,0
Válido
Casi
Siempre 16 40,0 40,0 100,0
Total
40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

95
Figura 12. Interés en recibir capacitación tributaria.
Fuente: Ídem Tabla 12.

INTERPRETACION: En la Tabla 12 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados un 40% indica que si está dispuesto o tiene interés en recibir una

capacitación tributaria y esto equivale a 16 personas del total de la muestra, así mismo un

40% de encuestados indicaron que casi nunca están interesados pero finalmente un 20%

de encuestados indica que a veces tiene interés en recibir una capacitación tributaria.

Según la Figura 12 podemos afirmar que la población si tiene mucho interés en recibir

una capacitación tributaria ya queda en las manos de los entes competentes en realizarlo.

96
Pregunta 13: ¿Se debería pagar conscientemente el impuesto que le corresponde al monto

de sus ventas?

Tabla 13. Pago del impuesto correspondiente.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 8 20.0 20.0 20.0
A veces 16 40.0 40.0 60.0
Válido
Casi Siempre 16 40.0 40.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 13. Pago del impuesto correspondiente.


Fuente: Ídem Tabla 13.

97
INTERPRETACION: En la Tabla 13 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados el 40% indicaron que si se debería pagar lo que corresponde al monto

de sus ventas, también un 40% indica que a veces se debería pagar lo que corresponde al

monto de sus ventas, finalmente un 20% de encuestados indica que casi nunca se debería

pagar lo correspondiente.

Según la Figura 13 podemos decir que el gran porcentaje de encuestados no está dispuesto

a pagar lo correspondiente a sus ventas esto indica que el contribuyente es reacio a la

obligación que tiene que cumplir con el estado.

Pregunta 14 ¿Sabe cuál es el motivo por el que emite un comprobante de pago?

Tabla 14. Conocimiento del motivo de la emisión de un comprobante de pago.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca
32 80.0 80.0 100.0
Válido Casi Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

98
Figura 14. Conocimiento del motivo de la emisión de un comprobante de pago.
Fuente: Ídem Tabla 14.

INTERPRETACION: En la Tabla 14 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De los encuestados un 60% indica que casi siempre sabe el motivo por el que se emite un

comprobante de pago esto representa a 32 personas y finalmente un 20% de encuestados

indica que casi nunca tiene conocimientos del motivo porque se emite un comprobante

de pago.

Según la Figura 14 podemos afirmar que el contribuyente si sabe el motivo por el cual se

emite un comprobante de pago.

99
Pregunta 15: ¿Sabe cuáles son las causas del incumplimiento tributario?

Tabla 15. Conocimiento de las causas del incumplimiento

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca
24 60.0 60.0 80.0
Casi Siempre
Válido
8 20.0 20.0 100.0
Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 15. Conocimiento de las causas del incumplimiento


Fuente: Ídem Tabla 15.

100
INTERPRETACION: En la Tabla 15 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados el 60% indica que si tiene conocimientos de las causas del

incumplimiento tributario que representa a 24 personas, también un 20% de encuestados

indica que casi nunca tiene conocimientos de las causas del incumplimiento tributario

mientras que el 20% de encuestados indica que siempre tiene conocimientos acerca del

incumplimiento tributario.

Según la Figura 15 podemos decir que el contribuyente si tiene conocimientos acerca de

las causas del incumplimiento tributario.

Pregunta 16: ¿Si alguna vez lo han sancionado le afecto el incumplimiento tributario a

su empresa?

Tabla 16. Sanción a la empresa por incumplimiento tributario

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20.0 20.0 20.0

Casi Nunca 8 20.0 20.0 40.0

Válido Casi Siempre 16 40.0 40.0 80.0

Siempre 8 20.0 20.0 100.0

Total 40 100.0 100.0

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

101
Figura 16. Sanción a la empresa por incumplimiento tributario
Fuente: Ídem Tabla 16.

INTERPRETACION: En la Tabla 16 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados el 40% respondió que casi siempre le ha afectado a la

empresa el incumplimiento tributario lo que representa a 16 personas, también un 20%

de encuestados respondió que siempre le afecta a la empresa el incumplimiento tributario,

así mismo un 20% menciona que nunca le ha afectado a su empresa el incumplimiento

tributario y finalmente un 20% indica que casi nunca le ha afectado.

Según la Figura 16 podemos afirmar que el gran porcentaje indica que si afecta el

incumplimiento tributario a un empresa.

102
Pregunta 17: ¿Usted considera que evadir el impuesto del IGV perjudicaría a su negocio?

Tabla 17. Evadir impuesto del IGV perjudica a su negocio.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi
Nunca 16 40,0 40,0 40,0
Casi
Siempre 16 40,0 40,0 80,0
Válido
Siempre
8 20,0 20,0 100,0
Total
40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 17. Evadir impuesto del IGV perjudica a su negocio.


Fuente: Ídem Tabla 17.

103
INTERPRETACION: En la Tabla 17 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados el 40% indica que casi siempre evadir impuestos del IGV

perjudica a su negocio que representa a 16 personas, también un 20% de encuestados

indica que siempre afecta evadir impuestos del IGV a su negocio, así mismo un 40% de

encuestados indica que casi nunca le afecta el evadir impuestos del IGV a su negocio.

Según la Figura 17 podemos afirmar por el gran porcentaje de personas que dicen que el

evadir impuestos del IGV afecta significativamente a su negocio.

Pregunta 18: ¿Todas las personas deberían pedir sus comprobantes de pago?

Tabla 18. Las personas deben pedir sus comprobantes de pago.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca
8 20.0 20.0 40.0
A veces
16 40.0 40.0 80.0
Válido Casi Siempre
8 20.0 20.0 100.0
Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

104
Figura 18. Las personas deben pedir sus comprobantes de pago.
Fuente: Ídem Tabla 18.

INTERPRETACION: En la Tabla 18 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados un 40% indica que casi siempre las personas saben y

deberían pedir sus comprobantes de pago, también un 20% de encuestados indica que

siempre deben pedir sus comprobantes de pago, así mismo un 20% indica que casi nunca

saben pedir sus comprobantes de pago y finalmente un 20% indica que a veces deben

pedir sus comprobantes de pago las personas.

Según la Figura 18 podemos afirmar que el gran porcentaje de personas saben y deben

pedir sus comprobantes de pago, para así sustentar la operación realizada.

105
Pregunta 19: ¿Considera usted que se debería implementar programas de difusión en

temas tributarios en el distrito de San Martin de Porres?

Tabla 19. Difusión de programas tributarios en el distrito.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi
Nunca 8 20,0 20,0 20,0
Casi
Siempre 24 60,0 60,0 80,0
Válido
Siempre
8 20,0 20,0 100,0
Total
40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 19. Tipos de programas de educación tributaria para implementar


Fuente: Ídem Tabla 19.

106
INTERPRETACION: En la Tabla 19 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados un 60% indican que casi siempre se debería implantar

programas de difusión en lo concerniente a temas tributarios en el distrito, también un

20% de encuestados responden que siempre se debería implantar programas de difusión

en lo concerniente a temas tributarios en el distrito y finalmente un 20% de encuestados

indica que casi nunca se debería implantar.

Según la Figura 19 se puede observar que el gran porcentaje de encuestados indica que si

se debería implantar programas de educación en temas tributarios en el distrito.

Pregunta 20: ¿Usted considera que la difusión de la educación tributaria en las escuelas,

colegios, institutos y universidades ayudaría a crear conciencia tributaria?

Tabla 20. La difusión de la cultura tributaria en escuelas, colegios, institutos y


universidades

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
16 40.0 40.0 40.0
Casi Nunca
8 20.0 20.0 60.0
Casi Siempre
Válido
16 40.0 40.0 100.0
Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

107
Figura 20. La difusión de la cultura tributaria en escuelas, colegios, institutos y
universidades
Fuente: Ídem Tabla 20.

INTERPRETACION: En la Tabla 20 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados el 40% indica que siempre es bueno la difusión de la

educación tributaria en las escuelas, colegios, institutos y universidades por que ayudaría

crea una conciencia tributaria, también un 20% de encuestados indica que casi siempre

es bueno la difusión de la educación tributaria en las escuelas, colegios, institutos y

universidades por que ayudaría crea una conciencia tributaria y finalmente un 40% indica

que casi nunca es bueno. Según la Figura 20 podemos afirmar por el gran porcentaje de

encuestados si es bueno la difusión de la educación tributaria en las escuelas, colegios,

institutos y universidades por que ayudaría crea una conciencia tributaria.

108
Pregunta 21: ¿Usted considera que la educación tributaria ampliaría la recaudación fiscal

para el estado?

Tabla 21. La educación tributaria ampliaría la recaudación fiscal.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Nunca 8 20.0 20.0 20.0
Casi Nunca 16 40.0 40.0 60.0
Válido Casi Siempre 8 20.0 20.0 80.0
Siempre 8 20.0 20.0 100.0
Total 40 100.0 100.0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 21. La educación tributaria ampliaría la recaudación fiscal.


Fuente: Ídem Tabla 21.

109
INTERPRETACION: En la Tabla 21 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

Según los encuestados el 40% respondieron que casi nunca seria de consideración la

educación tributaria para ampliar la recaudación fiscal ya que el estado también tiene otro

tipo de ingresos, también un 20% de encuestados indica que nunca sería la educación

tributaria de consideración para ampliar la recaudación fiscal y finalmente un 40% indica

que casi siempre y siempre es de consideración la educación tributaria para ampliar la

recaudación fiscal.

Según la Figura 21 podemos decir que un porcentaje considerable indica que no es de

consideración la educación tributaria para la recaudación fiscal ya que el estado también

tiene otras fuentes de ingreso.

Pregunta 22: ¿Los medios de comunicación serían recomendable para promover la

cultura tributaria?

Tabla 22. Los medios de comunicación para promover la cultura tributaria.

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi Nunca 24 60.0 60.0 60.0

Casi Siempre 8 20.0 20.0 80.0


Válido
Siempre 8 20.0 20.0 100.0

Total 40 100.0 100.0

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

110
Figura 22. Los medios de comunicación para promover la cultura tributaria.
Fuente: Ídem Tabla 22.

INTERPRETACION: En la Tabla 22 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a las personas encuestadas un 60% indica que los medios de comunicación

no es recomendable para la difusión de la cultura tributaria, también un 20% de

encuestados indica que casi siempre es recomendable los medios de comunicación para

la difusión de la cultura tributaria y finalmente un 20% de encuestados indica que siempre

es recomendable. Según la Figura 22 podemos decir según a los encuestados que los

medios de comunicación no son recomendable para la difusión de la cultura tributaria ya

que se debería realizar implantando al currículo escolar.

111
Pregunta 23: ¿Usted considera que el incumplimiento tributario aflige a la sociedad?

Tabla 23. El incumplimiento tributario aflige a la sociedad

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Casi
Nunca 16 40,0 40,0 40,0
A veces 8 20,0 20,0 60,0
Válido Casi
Siempre 8 20,0 20,0 80,0
Siempre 8 20,0 20,0 100,0
Total 40 100,0 100,0
Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

Figura 23. El incumplimiento tributario aflige a la sociedad.


Fuente: Ídem Tabla 23.

112
INTERPRETACION: En la Tabla 23 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados el 40% indica que casi nunca el incumplimiento tributario

aflige a la sociedad ya que hay otros factores más redundantes también un 20% de

encuestados respondieron que a veces el incumplimiento tributario aflige a la sociedad

así mismo un 20% respondió que casi siempre el incumplimiento tributario aflige a la

sociedad y finalmente un 20% indica que siempre.

Según la Figura 23 podemos afirmar que si aflige el incumplimiento tributario a la

sociedad ya que estos mismos son usados por el estado para el desarrollo de diferentes

obras, programas, etc. en beneficio de la sociedad.

Pregunta 24: ¿Es sensato usted que pagar los impuestos mejoraría la calidad de vida en

el país?

Tabla 24. Pagar impuestos mejoraría la calidad de vida en el país

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
16 40.0 40.0 40.0
Casi Nunca
16 40.0 40.0 80.0
Casi Siempre
Válido
8 20.0 20.0 100.0
Siempre
40 100.0 100.0
Total

Fuente: Encuesta dirigido a personas del distrito de San Martin de Porres.

113
Figura 24. Pagar impuestos mejoraría la calidad de vida en el país
Fuente: Ídem Tabla 24.

INTERPRETACION: En la Tabla 24 se observa los resultados de la aplicación de los

instrumentos de recolección de datos que son los siguientes:

De acuerdo a los encuestados un 40% respondieron que casi siempre el pagar impuestos

mejora la calidad de vida en el país, también un 20% indica que siempre mejora el pagar

impuestos a la calidad de vida de los peruanos y finalmente un 40% indica que casi nunca

mejoraría la calidad de vida de los peruanos al pagar impuestos.

Según la Figura 24 podemos afirmar por el gran porcentaje que afirma que pagar

impuestos al estado mejoraría la calidad de vida en el Perú.

114
4.2 Análisis de Resultados

A. Con respecto al objetivo específico N° 01: Determinar como la cultura

tributaria influye en el pago de los impuestos tributarios en las Mypes

del distrito de San Martin de Porres – 2017.

En la Tabla N°1: Con los resultados obtenidos de los encuestados el 22.5%

consideran que casi nunca tienen conocimiento acerca de la cultura tributaria

este porcentaje demuestra que la mayoría de los contribuyentes del distrito de

San Martin de Porres no tiene la menor idea de que es la cultura tributaria lo

cual afirma lo que los autores Camacho & Patarroyo (2017) señalan que el

contribuyentes muchas veces desconoce la información y responsabilidad

tributaria que como ciudadano tiene con el estado.

En la Tabla N°2: Los resultados obtenidos de los encuestados un 40% indica

que siempre influye el valor de la honestidad en la cultura tributaria, de

acuerdo a esta tabla podemos afirmar que un gran porcentaje avala que el

valor de la honestidad es sumamente importante para la cultura tributaria.

En la Tabla N°3: Los resultados obtenidos de los encuestados un 37.5%

indica que a veces tiene conocimientos acerca de sus obligaciones tributarias

que equivale a 15 personas, lo cual representa el mayor porcentaje y así

mismo se contrasta con lo dicho por los autores Tirape & Verastigue (2016)

que carecen de capacitación en el cumplimiento de sus obligaciones

115
tributarias debido a que no han recibido una educación acerca de los tributos

y sus beneficios para la sociedad.

En la Tabla N°5: Los encuestados indicaron que casi nunca saben cuáles son

las funciones de la administración tributaria (SUNAT) que representa a un

40% de encuestados y equivale a 16 personas del total de la muestra, todo

esto demuestra que los contribuyentes no tienen conocimientos acerca del

ente regulador.

B. Con respecto al objetivo específico N° 02: Determinar el nivel de

evasión de impuesto del IGV en las Mypes del distrito San Martin de

Porres – 2017.

En la Tabla N°7: De los encuestados el 40% indica que casi nunca, SUNAT

no debería obligar a los contribuyentes a pagar impuestos, también un 20%

de encuestados indica que a veces debería obligar SUNAT a pagar los

impuestos, así mismo un 20% indica que casi siempre SUNAT debería

obligar a pagar los impuestos y un 20% de encuestados indica que siempre

SUNAT debería obligar a pagar impuestos.

De acuerdo a la Figura 7 podemos decir que el gran porcentaje de encuestados

afirma que si SUNAT debería obligar a pagar los impuestos.

En la Tabla N°9: Los encuestados indicaron que casi siempre cumplirían con

la declaración y el pago de los impuestos en la fecha establecida sin que

SUNAT les obligue que esto representa a un 40% equivalente a 16 personas,

116
también un 20% de encuestados indica que siempre lo cumpliría que equivale

a 8 personas, así mismo un 20% de encuestados indica que casi nunca lo

cumpliría y finalmente un 20% indica que a veces lo cumpliría.

Según la Figura 9 podemos decir que hay un gran porcentaje de

contribuyentes que si lo cumplirían sus obligaciones tributarias sin que

SUNAT les controle u obligue.

En la Tabla N°11: Los encuestados respondieron que casi siempre el estado

fomenta la cultura tributaria que representa a un 40% equivalente a 16

personas, también un 20% de encuestados respondieron que nunca el estado

fomenta la cultura tributaria así mismo un 20% de encuestados indica que

casi nunca el estado fomenta la cultura tributaria.

Según la Figura 11 podemos decir que el estado no cumple su función de

fomentar la cultura tributaria más aún se dedica a generar pánico y miedo

hacia el contribuyente con tasas de impuestos excesivos y la constante

modificación de las leyes sin orientar o informar al contribuyente. Así se

puede contrastar con lo que afirma el autor Yman & Ynfante (2016) existe

una falta de cultura tributaria por parte de los comerciantes que representa un

48% que no emiten comprobantes de pago.

En la Tabla N°12: De los encuestados un 40% indica que si está dispuesto o

tiene interés en recibir una capacitación tributaria y esto equivale a 16

personas del total de la muestra, así mismo un 40% de encuestados indicaron

117
que casi nunca están interesados pero finalmente un 20% de encuestados

indica que a veces tiene interés en recibir una capacitación tributaria.

Según la Figura 12 podemos afirmar que la población si tiene mucho interés

en recibir una capacitación tributaria ya queda en las manos de los entes

competentes en realizarlo.

Muchas de las empresas formales e informales carecen de capital de trabajo

y de esta manera no tienen para su financiamiento para su desarrollo

empresarial. Más aún que la administración tributaria realice o imponga su

autoridad ante la informalidad que crece cada día y limita el crecimiento del

nivel empresarial formal, generando dificultades que ocasionan daño al

distrito, por ese motivo existe demasiada informalidad en el distrito.

C. Con respecto al objetivo específico N° 03: Determinar en qué medida

influye la difusión y orientación de la cultura tributaria como mecanismo

para afrontar la evasión de impuestos de las Mypes del distrito de San

Martin de Porres.

En la Tabla N°13: De los encuestados el 40% indicaron que si se debería

pagar lo que corresponde al monto de sus ventas, también un 40% indica que

a veces se debería pagar lo que corresponde al monto de sus ventas,

finalmente un 20% de encuestados indica que casi nunca se debería pagar lo

correspondiente.

118
Según la Figura 13 podemos decir que el gran porcentaje de encuestados no

está dispuesto a pagar lo correspondiente a sus ventas esto indica que el

contribuyente es reacio a la obligación que tiene que cumplir con el estado.

En la Tabla N°15: De acuerdo a los encuestados el 60% indica que si tiene

conocimientos de las causas del incumplimiento tributario que representa a

24 personas, también un 20% de encuestados indica que casi nunca tiene

conocimientos de las causas del incumplimiento tributario mientras que el

20% de encuestados indica que siempre tiene conocimientos acerca del

incumplimiento tributario.

Según la Figura 15 podemos decir que el contribuyente si tiene conocimientos

acerca de las causas del incumplimiento tributario

En la Tabla N°16: De acuerdo a los encuestados el 40% respondió que casi

siempre le ha afectado a la empresa el incumplimiento tributario lo que

representa a 16 personas, también un 20% de encuestados respondió que

siempre le afecta a la empresa el incumplimiento tributario, así mismo un

20% menciona que nunca le ha afectado a su empresa el incumplimiento

tributario y finalmente un 20% indica que casi nunca le ha afectado.

Según la Figura 16 podemos afirmar que el gran porcentaje indica que si

afecta el incumplimiento tributario a un empresa.

En la Tabla N°17: De acuerdo a los encuestados el 40% indica que casi

siempre evadir impuestos del IGV perjudica a su negocio que representa a 16

119
personas, también un 20% de encuestados indica que siempre afecta evadir

impuestos del IGV a su negocio, así mismo un 40% de encuestados indica

que casi nunca le afecta el evadir impuestos del IGV a su negocio.

Según la Figura 17 podemos afirmar por el gran porcentaje de personas que

dicen que el evadir impuestos del IGV afecta significativamente a su negocio.

En la Tabla N°18: De acuerdo a los encuestados un 40% indica que casi

siempre las personas saben y deberían pedir sus comprobantes de pago,

también un 20% de encuestados indica que siempre deben pedir sus

comprobantes de pago, así mismo un 20% indica que casi nunca saben pedir

sus comprobantes de pago y finalmente un 20% indica que a veces deben

pedir sus comprobantes de pago las personas.

Según la Figura 18 podemos afirmar que el gran porcentaje de personas saben

y deben pedir sus comprobantes de pago, para así sustentar la operación

realizada. Yman & Ynfante (2016) existe una falta de cultura tributaria por

parte de los comerciantes que representa un 48% que no emiten comprobantes

de pago cuando no se lo solicitan.

Según el objetivo planteado de determinar en qué medida influye la difusión

y orientación de la cultura tributaria para afrontar la evasión de impuestos en

el distrito analizando los resultados podemos afirmar que el estado y la

administración tributaria realiza muy poca difusión y orientación en temas

tributarios un 40% de encuestados lo respaldan también la administración

120
realiza constantes cambios en la normatividad sin realizar una masiva

difusión.

D. Con respecto al objetivo específico N° 04: Determinar una propuesta

o elemento de mejora para elevar el nivel de cultura tributaria en las

Mypes del distrito de San Martin de Porres.

En la Tabla N°19: De acuerdo a los encuestados un 60% indican que casi

siempre se debería implantar programas de difusión en lo concerniente a

temas tributarios en el distrito, también un 20% de encuestados responden

que siempre se debería implantar programas de difusión en lo concerniente a

temas tributarios en el distrito y finalmente un 20% de encuestados indica que

casi nunca se debería implantar.

Según la Figura 19 se puede observar que el gran porcentaje de encuestados

indica que si se debería implantar programas de educación en temas

tributarios en el distrito.

En la Tabla N°20: De acuerdo a los encuestados el 40% indica que siempre

es bueno la difusión de la educación tributaria en las escuelas, colegios,

institutos y universidades por que ayudaría crea una conciencia tributaria,

también un 20% de encuestados indica que casi siempre es bueno la difusión

de la educación tributaria en las escuelas, colegios, institutos y universidades

por que ayudaría crea una conciencia tributaria y finalmente un 40% indica

que casi nunca es bueno. Según la Figura 20 podemos afirmar por el gran

121
porcentaje de encuestados si es bueno la difusión de la educación tributaria

en las escuelas, colegios, institutos y universidades por que ayudaría crea una

conciencia tributaria.

En la Tabla N°21: Según los encuestados el 40% respondieron que casi

nunca seria de consideración la educación tributaria para ampliar la

recaudación fiscal ya que el estado también tiene otro tipo de ingresos,

también un 20% de encuestados indica que nunca sería la educación tributaria

de consideración para ampliar la recaudación fiscal y finalmente un 40%

indica que casi siempre y siempre es de consideración la educación tributaria

para ampliar la recaudación fiscal.

Según la Figura 21 podemos decir que un porcentaje considerable indica que

no es de consideración la educación tributaria para la recaudación fiscal ya

que el estado también tiene otras fuentes de ingreso.

En la Tabla N°22: De acuerdo a las personas encuestadas un 60% indica que

los medios de comunicación no es recomendable para la difusión de la cultura

tributaria, también un 20% de encuestados indica que casi siempre es

recomendable los medios de comunicación para la difusión de la cultura

tributaria y finalmente un 20% de encuestados indica que siempre es

recomendable. Según la Figura 22 podemos decir según a los encuestados

que los medios de comunicación no son recomendable para la difusión de la

cultura tributaria ya que se debería realizar implantando al currículo escolar.

122
En la Tabla N°23: De acuerdo a los encuestados el 40% indica que casi

nunca el incumplimiento tributario aflige a la sociedad ya que hay otros

factores más redundantes también un 20% de encuestados respondieron que

a veces el incumplimiento tributario aflige a la sociedad así mismo un 20%

respondió que casi siempre el incumplimiento tributario aflige a la sociedad

y finalmente un 20% indica que siempre.

Según la Figura 23 podemos afirmar que si aflige el incumplimiento

tributario a la sociedad ya que estos mismos son usados por el estado para el

desarrollo de diferentes obras, programas, etc. en beneficio de la sociedad.

En la Tabla N°24: De acuerdo a los encuestados un 40% respondieron que

casi siempre el pagar impuestos mejora la calidad de vida en el país, también

un 20% indica que siempre mejora el pagar impuestos a la calidad de vida de

los peruanos y finalmente un 40% indica que casi nunca mejoraría la calidad

de vida de los peruanos al pagar impuestos.

Según la Figura 24 podemos afirmar por el gran porcentaje que afirma que

pagar impuestos al estado mejoraría la calidad de vida en el Perú.

La Administración tributaria, (SUNAT) tiene que promover el cumplimiento

voluntario del tributo del IGV, muy aparte de que en las escuelas de todo

rango se deba implantar el curso de civismo acompañado de tributación se

debe implementar aparte una gestión eficaz por parte del sistema tributario,

así mismo se debe reforzar las garantías de derecho a todas las empresas que

123
vienen cumpliendo voluntariamente sus obligaciones, realizar campañas

informativas institucionales, apoyar con campañas de información y

asistencia a los informales haciéndoles conocer que el medio de trabajo que

realizan afecta la economía de nuestro distrito y de nuestro país, cabe indicar

que la barrera que existe entre la formalidad y la informalidad tienen un

origen por los derivados factores de insuficiente o incorrecta política activa

que hoy tiene la administración tributaria, debiendo implementar una

formación de cultura tributaria para disminuir el grado de evasión tributaria

del distrito de San Martin de Porres.

124
4.3 Prueba de hipótesis general

Formulación de las hipótesis estadísticas:

H1 = La aplicación de la cultura tributaria como mecanismo combatirá la

evasión de impuesto del IGV de las Mypes distrito de San Martin de Porres

año 2017.

H0 = La aplicación de la cultura tributaria como mecanismo NO combatirá la

evasión de impuesto del IGV de las Mypes distrito de San Martin de Porres

año 2017.
Tabla cruzada CULTURA TRIBUTARIA*EVASION DE IMPUESTO DEL IGV
EVASION DE IMPUESTO DEL IGV
Casi Nunca A veces Casi Siempre Siempre Total
CULTURA Casi Recuento 8 0 0 0 8
TRIBUTARIA Nunca Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 20,0% 0,0% 0,0% 0,0% 20,0%
A veces Recuento 0 16 0 0 16
Recuento 3,2 6,4 3,2 3,2 16,0
esperado
% del total 0,0% 40,0% 0,0% 0,0% 40,0%
Casi Recuento 0 0 0 8 8
Siempre Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 0,0% 0,0% 0,0% 20,0% 20,0%
Siempre Recuento 0 0 8 0 8
Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 0,0% 0,0% 20,0% 0,0% 20,0%
Total Recuento 8 16 8 8 40
Recuento 8,0 16,0 8,0 8,0 40,0
esperado
% del total 20,0% 40,0% 20,0% 20,0% 100,0%

125
Pruebas de chi-cuadrado
Significación
asintótica
Valor df (bilateral)
a
Chi-cuadrado de Pearson 120,000 9 ,000
Razón de verosimilitud 106,574 9 ,000
Asociación lineal por lineal 25,442 1 ,000
N de casos válidos 40
a. 15 casillas (93,8%) han esperado un recuento menor que 5. El recuento
mínimo esperado es 1,60.

INTERPRETACION:

Como el valor de significancia (valor critico observado) 0.000 < 0.05 rechazamos la

hipótesis nula H0 y aceptamos la hipótesis alternativa H1, es decir La aplicación de la

cultura tributaria como mecanismo SI combatirá la evasión de impuesto del IGV de las

Mypes distrito de San Martin de Porres año 2017. La cual ha sido contrastada mediante

la prueba de Chi-cuadrado, utilizando el programa estadístico SPSS, versión 25, para lo

cual se adjunta la tabla de contingencia y la prueba de resultado de Chi-cuadrado.

126
Prueba de hipótesis específica N° 01:

Formulación de las hipótesis estadísticas:

H1 = La creación de la conciencia tributaria permite cumplir con sus

obligaciones tributarias de las empresas.

H0 = La creación de la conciencia tributaria NO permite cumplir con sus

obligaciones tributarias de las empresas.

Tabla cruzada Cumplimiento de las obligaciones tributarias*EVASION DE IMPUESTO DEL IGV


EVASION DE IMPUESTO DEL IGV
Casi Casi
Nunca A veces Siempre Siempre Total
Cumplimiento de las Casi Nunca Recuento 8 1 0 0 9
obligaciones Recuento 1,8 3,6 1,8 1,8 9,0
tributarias esperado
% del total 20,0% 2,5% 0,0% 0,0% 22,5%
A veces Recuento 0 7 0 0 7
Recuento 1,4 2,8 1,4 1,4 7,0
esperado
% del total 0,0% 17,5% 0,0% 0,0% 17,5%
Casi Recuento 0 8 0 8 16
Siempre Recuento 3,2 6,4 3,2 3,2 16,0
esperado
% del total 0,0% 20,0% 0,0% 20,0% 40,0%
Siempre Recuento 0 0 8 0 8
Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 0,0% 0,0% 20,0% 0,0% 20,0%

Total Recuento 8 16 8 8 40
Recuento 8,0 16,0 8,0 8,0 40,0
esperado
% del total 20,0% 40,0% 20,0% 20,0% 100,0%

127
Pruebas de chi-cuadrado
Significación
asintótica
Valor df (bilateral)
a
Chi-cuadrado de Pearson 83,333 9 ,000
Razón de verosimilitud 78,115 9 ,000
Asociación lineal por lineal 20,316 1 ,000
N de casos válidos 40
a. 15 casillas (93,8%) han esperado un recuento menor que 5. El
recuento mínimo esperado es 1,40.

INTERPRETACION:

Como el valor de significancia (valor critico observado) 0.000 < 0.05 rechazamos la

hipótesis nula H0 y aceptamos la hipótesis alternativa H1, es decir La creación de la

conciencia tributaria SI permite cumplir con sus obligaciones tributarias de las empresas.

La cual ha sido contrastada mediante la prueba de Chi-cuadrado, utilizando el programa

estadístico SPSS, versión 25, para lo cual se adjunta la tabla de contingencia y la prueba

de resultado de Chi-cuadrado.

128
Prueba de hipótesis específica N° 02:

Formulación de las hipótesis estadísticas:

H1 = La implantación de la educación cívica tributaria ayuda a evitar sanciones

e infracciones tributarias.

H0 = La implantación de la educación cívica tributaria NO ayuda a evitar

sanciones e infracciones tributarias.

Tabla cruzada Conocimiento de los impuestos*EVASION DE IMPUESTO DEL IGV


EVASION DE IMPUESTO DEL IGV
Casi Casi
Nunca A veces Siempre Siempre Total
Conocimiento de los Casi Recuento 8 0 0 0 8
impuestos Nunca Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 20,0% 0,0% 0,0% 0,0% 20,0%
A veces Recuento 0 16 0 0 16

Recuento 3,2 6,4 3,2 3,2 16,0


esperado
% del total 0,0% 40,0% 0,0% 0,0% 40,0%

Casi Recuento 0 0 0 8 8
Siempre Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 0,0% 0,0% 0,0% 20,0% 20,0%

Siempre Recuento 0 0 8 0 8

Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0


esperado
% del total 0,0% 0,0% 20,0% 0,0% 20,0%

Total Recuento 8 16 8 8 40
Recuento 8,0 16,0 8,0 8,0 40,0
esperado
% del total 20,0% 40,0% 20,0% 20,0% 100,0%

129
Pruebas de chi-cuadrado
Significación
asintótica
Valor df (bilateral)
a
Chi-cuadrado de Pearson 120,000 9 ,000
Razón de verosimilitud 106,574 9 ,000
Asociación lineal por lineal 25,442 1 ,000
N de casos válidos 40
a. 15 casillas (93,8%) han esperado un recuento menor que 5. El recuento
mínimo esperado es 1,60.

INTERPRETACION:

Como el valor de significancia (valor critico observado) 0.000 < 0.05 rechazamos la

hipótesis nula H0 y aceptamos la hipótesis alternativa H1, es decir La implantación de la

educación cívica tributaria SI ayuda a evitar sanciones e infracciones tributarias. La cual

ha sido contrastada mediante la prueba de Chi-cuadrado, utilizando el programa

estadístico SPSS, versión 25, para lo cual se adjunta la tabla de contingencia y la prueba

de resultado de Chi-cuadrado.

130
Prueba de hipótesis específica N° 03:

Formulación de las hipótesis estadísticas:

H1 = La orientación tributaria así como la difusión ayuda al fomento de una

cultura tributaria también evita la informalidad en lo referente a sus obligaciones

tributarias.

H0 = La orientación tributaria así como la difusión NO ayuda al fomento de una

cultura tributaria también NO evita la informalidad en lo referente a sus

obligaciones tributarias.

Tabla cruzada Orientación difusión y fomento*EVASION DE IMPUESTO DEL IGV


EVASION DE IMPUESTO DEL IGV
Casi Casi
Nunca A veces Siempre Siempre Total
Orientación difusión y Casi Recuento 8 0 0 0 8
fomento Nunca Recuento 1,6 3,2 1,6 1,6 8,0
esperado
% del total 20,0% 0,0% 0,0% 0,0% 20,0%

A veces Recuento 0 16 0 0 16

Recuento 3,2 6,4 3,2 3,2 16,0


esperado
% del total 0,0% 40,0% 0,0% 0,0% 40,0%

Casi Recuento 0 0 8 8 16
Siempre Recuento 3,2 6,4 3,2 3,2 16,0
esperado
% del total 0,0% 0,0% 20,0% 20,0% 40,0%

Total Recuento 8 16 8 8 40
Recuento 8,0 16,0 8,0 8,0 40,0
esperado
% del total 20,0% 40,0% 20,0% 20,0% 100,0%

131
Pruebas de chi-cuadrado
Significación
asintótica
Valor df (bilateral)
a
Chi-cuadrado de Pearson 80,000 6 ,000
Razón de verosimilitud 84,394 6 ,000
Asociación lineal por lineal 34,714 1 ,000
N de casos válidos 40
a. 10 casillas (83,3%) han esperado un recuento menor que 5. El
recuento mínimo esperado es 1,60.

INTERPRETACION:

Como el valor de significancia (valor critico observado) 0.000 < 0.05 rechazamos la

hipótesis nula H0 y aceptamos la hipótesis alternativa H1, es decir La orientación

tributaria así como la difusión SI ayuda al fomento de una cultura tributaria también SI

evita la informalidad en lo referente a sus obligaciones tributarias. La cual ha sido

contrastada mediante la prueba de Chi-cuadrado, utilizando el programa estadístico

SPSS, versión 25, para lo cual se adjunta la tabla de contingencia y la prueba de resultado

de Chi-cuadrado.

132
V. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES.

5.1 Conclusiones

La información obtenida en el trabajo de investigación nos permite determinar las

siguientes conclusiones:

1. Objetivo específico N° 01: La formación de la cultura tributaria para disminuir

el grado de evasión tributaria del Impuesto general a las ventas (IGV) en el distrito

de San Martin de Porres, nos permite crear una conciencia que genere a los

contribuyentes, principios y valores éticos en el cumplimiento de sus deberes y

obligaciones ante la Administración Tributaria (SUNAT).

2. Objetivo específico N° 02: La corrupción, la informalidad, hace que crezca de

una manera impresionante, la evasión tributaria en el Distrito de San Martin de

Porres, son hechos que se demuestran y han sido corroborados con los análisis de

investigación y las encuestas realizadas, afirmando una vez más que la corrupción,

la informalidad y la evasión son delitos que se reflejan en un escenario tolerante

delante de las autoridades competentes, que lo único que hacen es aceptar y

convivir con la corrupción que es un lastre que no nos deja avanzar decididamente

hacia un distrito moderno promoviendo bienestar para todos.

3. Objetivo específico N° 03: Para combatir a la corrupción, informalidad y

evasión tributaria y de todo lo ilícito, es tarea de todos, mediante una formación

de cultura tributaria, fortaleciendo, implementando y reforzando a todas las

empresas del Distrito de San Martin de Porres, para incentivar el comportamiento

133
voluntario del sí tributo. Promoviendo las buenas prácticas y sancionar las malas

que deben ser sancionadas y repudiadas. Para ellos tenemos que en coordinación

con el Ministerio de Educación y la Administración Tributaria (SUNAT).

Reforzar todos los proyectos existentes con programas que despierten los

compromisos asumidos, buscando el interés de los docentes para impartir un

nuevo proyecto en todas las escuelas estatales y particulares de diferentes niveles

empezando con la educación básica regular, que son inicial primaria y secundaria

y Superior las universidades, con la finalidad de que los nuevos jóvenes futuros

ciudadanos, salgan con la moral y el conocimiento porque ellos serán los

ciudadanos conductores de nuestro país, actuando con firmeza y principios y

combatiendo la corrupción , y evasión tributaria.

4. Objetivo específico N° 04: Los contribuyentes deben tener el conocimiento de

que la cultura tributaria es una herramienta que le permite al estado a generar el

desarrollo económico, social, político y cultural, por siguiente sus

comportamientos frente a la tributación afectan fuertemente al desarrollo del país.

A sí mismo el contribuyente tiene que fortalecer sus conocimientos en relación a

la cultura tributaria en el Perú, participando de manera activa en las

actualizaciones de la información que tiene relación con la cultura tributaria de

esa manera estar preparados en materia tributaria que estén vigentes.

134
5.2 Recomendaciones

1. Es muy beneficioso que los contribuyentes tengan una constante capacitación,

aprendizaje e información sobre todo los cambios o modificaciones que realiza el

Estado, a si mismo es conveniente que el Estado de información de manera

pedagógica en los Colegios, Institutos y Universidades de esta manera se genera

un abanico de diferentes alternativas y estrategias para el contribuyente, los

cambios que ejecutan para que este puedan cumplir a cabalidad y

responsablemente con sus obligaciones tributarias.

2. De otra manera cabe recalcar que las acciones del contribuyente no

necesariamente están fundamentadas en los conocimientos y valores que estos

poseen, sino que tiene que existir ayudas como programas, capacitaciones que el

gobierno, estas acciones implementan para la construcción de la cultura tributaria.

3. Para poder afrontar la evasión de impuestos el estado debería instaurar

proyectos que estimulen a los ciudadanos a formar parte del pago de los

impuestos, esto beneficiaria al desarrollo del país.

4. Para contribuir al fomento de la cultura tributaria, la legalidad y el

cumplimiento de las obligaciones tributarias es de suma importancia que la

administración tributaria camine conjuntamente con los contribuyentes,

profundizando más el aspecto positivo que genera pagar puntualmente los tributos

e indicando la nocividad de la omisión.

135
VI. ASPECTOS COMPLEMENTARIOS

6.1 Referencias Bibliográficas.

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Tumbes - Peru.

139
6.2 Anexos.

UNIVERSIDAD CATÓLICA LOS ÁNGELES CHIMBOTE


FACULTAD DE CIENCIAS CONTABLES,
FINANCIERAS Y ADMINISTRATIVAS
ESCUELA PROFESIONAL DE CONTABILIDAD

ENCUESTA

INSTRUCCIONES:

La presente técnica tiene la finalidad recoger información relacionada con la

investigación “La Cultura Tributaria como Mecanismo para Combatir la Evasión

de Impuesto del IGV de las Mypes distrito San Martin de Porres - 2017”

En las preguntas que a continuación se les presenta, sírvase elegir una alternativa,

marcando para tal fin con un aspa (X). La información proporcionada será utilizada en

forma confidencial, anónima y acumulativa; por lo que agradeceré proporcionar

informaciones veraces, solo así serán realmente útiles para la presente investigación.

Nombre (opcional):……………………………………………………………………

140
Casi Siempre
Casi Nunca

Siempre
A veces
Nunca
ITMS O PREGUNTAS

Cultura Tributaria

¿Usted tiene conocimiento que es la cultura


1
tributaria?
¿Considera usted que la honestidad es un valor que
2
debe poner en práctica en la cultura tributaria?

¿Usted tiene conocimiento de cuáles son sus


3
obligaciones tributarias?

¿Cumple usted cabalmente con sus obligaciones


4
tributarias, que le corresponde?

¿Usted sabe cuáles son las funciones de la


5
administración tributaria (SUNAT)?

6 ¿Usted tiene conocimiento de todos los impuestos?


¿Considera usted que está bien que la SUNAT,
7
obligue a los contribuyentes a pagar los impuestos?

¿Los impuestos que paga usted a la SUNAT,


8
ayudarán al desarrollo de nuestro país?

Si la SUNAT no controlaría el pago de los


impuestos y no le multaría por declarar fuera de
9
plazo. ¿Usted declararía y pagaría en forma
voluntaria y en el plazo determinado?

¿Alguna vez ha recibido orientación o charlas


10 informativas por parte de la SUNAT o cualquier
otra institución en temas tributarios?

¿Usted cree que el estado fomenta la cultura


11
tributaria?

141
12 ¿Usted tiene interés recibir capacitación tributaria?
Evasión de Impuesto del IGV
¿Se debería pagar conscientemente el impuesto que
13
le corresponde al monto de sus ventas?

¿Sabe cuál es el motivo por el que emite un


14
comprobante de pago?

¿Sabe cuáles son las causas del incumplimiento


15
tributario?

¿Si alguna vez lo han sancionado le afecto el


16
incumplimiento tributario a su empresa?

¿Usted considera que evadir el impuesto del IGV


17
perjudicaría a su negocio?

¿Todas las personas deberían pedir sus


18
comprobantes de pago?

¿Considera usted que se debería implementar


19 programas de difusión en temas tributarios en el
distrito de San Martin de Porres?

¿Usted considera que la difusión de la educación


tributaria en las escuelas, colegios, institutos y
20
universidades ayudaría a crear conciencia
tributaria?
¿Usted considera que la educación tributaria
21
ampliaría la recaudación fiscal para el estado?

¿Los medios de comunicación serían recomendable


22
para promover la cultura tributaria?

¿Usted considera que el incumplimiento tributario


23
aflige a la sociedad?

¿Es sensato usted que pagar los tributos mejoraría la


24
calidad de vida en el país?

142