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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA

MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA


A Seleção do Pneu La Seleción del Neumático
1. Correto Correcto

Para se substituir um pneu de tração, deve-se saber realmente quando Antes de reemplazar el neumático de una rueda motriz se debe saber
este pode ser considerado fora de uso. Esta decisão está diretamente con seguridad cuándo se lo puede considerar impropio para el uso. Esta
relacionada com as reais condições do terreno onde o pneu é utilizado. decisión está directamente relacionada con las condiciones reales del
De maneira geral, podemos afirmar que, onde a quantidade de pedras terreno donde se utiliza el neumático. En general se puede afirmar que
no solo é pequena, um pneu deve ser substituído quando a tração estiver en terrenos con una pequeña cantidad de piedras el neumático debe
perdida e, por outro lado, quando a quantidade de pedras no solo é grande, reemplazarse cuando haya perdido la tracción. Si el terreno contiene
é aconselhável substituir o pneu tão logo aumente o risco de avarias muchas piedras, se aconseja reemplazar el neumático cuando se presente
graves na banda de rodagem já desgastada. el riesgo de daños a la banda de rodamiento, debido al desgaste.
Tendo em vista a problemática da escolha do pneu correto, abaixo Teniendo en cuenta la problemática de la elección del neumático correcto,
relacionamos alguns itens que deverão ser levados em consideração nestes se enumeran a continuación algunos puntos que se deberán considerar en
casos. estos casos.

CAPACIDADE ADEQUADA DE CARGA CAPACIDAD ADECUADA DE CARGA

Certifique-se de que a capacidade do pneu seja compatível com o peso Asegúrese de que la capacidad del neumático sea compatible con el peso
que lhe será imposto. Não se esqueça de considerar como peso, além al cual se lo someterá. Además del equipamiento, se debe considerar como
do equipamento, qualquer dispositivo de transferência de carga, lastros peso cualquier dispositivo de transferencia de carga, lastres de metal y de
metálicos e de água, implementos etc. Para a escolha correta do pneu agua, aditamentos, etc. Para la selección correcta del neumático consulte el
consulte o item 3 deste manual. Em caso de dúvida consulte o Serviço de punto 3 de este Manual. En caso de duda consulte al Servicio de Asistencia
Assistência Técnica Pirelli. Técnica Pirelli.

AS DIMENSÕES CORRETAS LAS DIMENSIONES CORRECTAS

Em geral devemos sempre empregar no trator pneu de medida igual ao En general el neumático del tractor debe tener la misma medida del
equipado originalmente, pois seu diâmetro externo e largura de secção neumático original pues su diámetro exterior y anchura de sección se han
foram calculados para oferecer o desempenho ideal em serviço. calculado para ofrecer el rendimiento ideal en el campo. Cuando se
Quando há necessidade de se alterar a medida original dos pneus, deve-se necesite cambiar la medida original de los neumáticos, hay que tener en
sempre levar em consideração as recomendações do fabricante do trator cuenta las recomendaciones del fabricante del tractor y del neumático.
bem como do fabricante do pneu. Eventuales adaptaciones que no cumplan con los estándares establecidos
Eventuais adaptações que fogem aos padrões estabelecidos poderão pueden causar averías mecánicas prematuras del neumático.
provocar tanto avarias mecânicas como falhas prematuras nos pneus.

LA ELECCIÓN DE LAS LLANTAS


A ESCOLHA DOS AROS
Los neumáticos deben montarse en llantas de anchura permitida. El
Os pneus devem ser montados somente em aros de largura admitida. montaje en llantas excesivamente estrechas o anchas resultará en el apoyo
A montagem em aros muito estreitos ou muito largos ocasionará um apoio imperfecto de los talones y esto a su vez acortará la vida útil del neumático
imperfeito dos talões reduzindo a vida útil dos pneus e prejudicando o bom y perjudicará el buen rendimiento del tractor.
desempenho do trator. La información sobre las llantas permitidas para todas las medidas de
As informações sobre aros admitidos para todas as medidas de pneus neumáticos agrícolas fabricados por Pirelli se encuentra en la sección 12
agrícolas fabricados pela Pirelli estão contidas no item 12 deste manual. de este manual.

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A Seleção do Pneu La Seleción del Neumático
1. Correto Correcto

O TIPO DE DESENHO MAIS ADEQUADO EL TIPO DE DIBUJO MÁS ADECUADO

Esta escolha dependerá do uso para o qual se destina o pneu. Numa La elección depende de la utilización del neumático.
situação onde a principal utilização é sobre a terra, tanto para campos Los neumáticos TM95 y TM93 se han desarrollado específicamente para
como para estradas, os pneus indicados são TM95 e TM93, que foram aplicaciones sobre tierra sea en labores agrícolas como en carreteras.
desenvolvidos especialmente para este fim. El neumático diagonal PD22 (resaltos altos), se ha desarrollado
Se o trator for utilizado em terrenos alagadiços ou inconsistentes, onde se especialmente para tractores que trabajan en terrenos pantanosos o de
exige uma tração máxima, o tipo indicado é o diagonal PD22 (garra alta), baja sustentación, que requieren fuerza de tracción máxima.
desenvolvido especialmente para trabalhos nestas condições. El neumático TI11 ofrece los mejores resultados para trabajos en
Em trabalho de desmatamento e de movimentação de terra, sobre terrenos desmontes y movimiento de tierra en terrenos firmes o accidentados.
consistentes e acidentados o TI11 oferece os melhores resultados. El neumático TD500 es la mejor elección en los diversos trabajos en
O complemento ideal para o Trator, nos vários serviços sobre qualquer todos los terrenos. Dotado de surcos longitudinales permite conducir
terreno, é o pneu TD500, que com seus sulcos longitudinais permite con eficiencia evitando las desviaciones que podrían perjudicar el buen
dirigir eficazmente, impedindo desvios que podem prejudicar o bom funcionamiento del tractor sobre determinados terrenos y causar retrasos
funcionamento dos tratores sobre determinados terrenos, retardando de operación.
o trabalho. Quando o trator trafegar sobre solos muito compactados ou Los neumáticos CT65 se recomiendan para las ruedas direccionales de
estradas pavimentadas, como é o caso do tracionamento de carreta de tractores que trabajan en terrenos muy compactados o en carreteras
cana-de-açúcar, recomenda-se utilizar nas rodas direcionais o pneu CT65. pavimentadas, p. ej. remolques de caña de azúcar.

AVANÇO - FATOR DE DESLIZAMENTO AVANCE - FACTOR DE DESLIZAMIENTO

Em casos específicos onde haja a necessidade de troca de aros e medidas, En los casos específicos que requieran el cambio de llantas y de medidas
com conseqüente alteração do diâmetro em tratores com tração 4x4 ou 4x2, con el consecuente cambio del diámetro de los tractores con tracción 4x4 ó
recomendamos: 4x2 se recomienda:

1- Posicionar o trator em uma superfície seca e plana, de asfalto ou 1- Estacionar el tractor en una superficie pavimentada seca y plana. El
concreto. O mesmo deve estar lastrado e com a correta calibragem nos tractor debe llevar lastre (no líquido) y los neumáticos deben estar
pneus. Não utilize lastro líquido. debidamente calibrados.

2- Com um giz, marque na face lateral do pneu dianteiro o ponto em que 2- Con una tiza marque, en el flanco del neumático delantero, el punto de
este toca o solo. Para isto, use a linha vertical imaginária que passa pelo contacto con el suelo. Para definir el punto, use la línea imaginaria que
centro do eixo do pneu dianteiro (ver fig. seguinte). pasa por el centro del eje del neumático delantero (vea la figura siguiente).

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A Seleção do Pneu La Seleción del Neumático
1. Correto Correcto

3- A seguir, numere as garras do pneu dianteiro no sentido contrário ao do 3- Enseguida, numere los resaltos del neumático delantero en el sentido
movimento, adotando a garra adjacente àquela que identifica o ponto de contrario al de movimiento y considere como número uno, el resalto
contato com o solo como sendo a número um. Utilize a face lateral do pneu adyacente al que identifica el punto de contacto con el suelo. Use el flanco
para esta marcação (ver fig. a seguir). del neumático para esa marcación (vea la figura siguiente).

4- Sem movimentar o trator, marque na face lateral do pneu traseiro o 4- Con el tractor estacionario marque, en el flanco del neumático trasero, el
ponto de contato entre este e o solo, de maneira análoga ao descrito no punto de contacto del neumático y el suelo, como se ha descrito en el punto
item 2 (ver fig. anterior). 2 (vea la figura anterior).

5- Após feitas as marcações, movimente o trator à frente uma distância 5- Después de haber hecho las marcaciones, desplace el tractor hacia
equivalente a exatas dez voltas do pneu traseiro, contando o número de adelante una distancia equivalente a exactas diez vueltas del neumático
voltas conseqüentes do pneu dianteiro (interna + fração). Para esta etapa, trasero y cuente el número de vueltas consecuentes del neumático
observe o seguinte: delantero (interna + tracción). Para esta etapa observe lo siguiente:
- A tração dianteira auxiliar deve estar desacoplada. - La tracción delantera auxiliar debe estar desacoplada.
- Não deve haver patinagem dos pneus no momento da partida. - Los neumáticos no deben patinar en el momento de la puesta en marcha.
- A velocidade de deslocamento deve ser constante, em torno de 5 a 6 - La velocidad de desplazamiento debe ser constante de 5 a 6 km/h.
km/h. - El neumático trasero debe desplazarse exactamente diez vueltas, ni más
- O pneu traseiro deve deslocar-se dez voltas exatas, nem mais, nem ni menos.
menos. - El tractor debe desplazarse en línea recta, sin girar el volante.
- O trator deve deslocar-se em linha reta, sem qualquer giro do volante. - O trator deve deslocar-se em linha reta, sem qualquer giro do volante.

6- Repita o procedimento, agora com a tração dianteira auxiliar acoplada. 6- Repita ese procedimiento, con la tracción delantera acoplada. Utilice el
Utilize o mesmo trecho de pista da medição anterior no mesmo sentido. mismo trayecto de la pista de medición anterior y desplace el tractor en el
mismo sentido.

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1. Correto Correcto

7- Para calcular o fator de deslizamento, utilize a fórmula abaixo: 7- Para calcular el factor de deslizamiento, utilice la fórmula a
continuación:
%F = A - B x 100
B %F = A - B x 100
B
Onde:
%F = Fator de deslizamento entre pneus dianteiros e traseiros. Donde:
A = Número de voltas do pneu dianteiro para dez voltas do pneu traseiro, %F = Factor de deslizamiento entre neumáticos delanteros y traseros.
com a tração dianteira auxiliar acoplada. A = Número de vueltas del neumático delantero, para diez vueltas del
B = Idem, com tração dianteira auxiliar desacoplada. neumático trasero, con la tracción delantera auxiliar acoplada.
B = Número de vueltas del neumático delantero, para diez vueltas del
Se o cálculo final resultar em um valor positivo do fator de deslizamento, neumático trasero con la tracción delantera auxiliar desacoplada.
então os pneus testados são compatíveis.
Vale salientar que o não cumprimento de tais valores traz como Si el cálculo final resultar en un valor positivo del factor de deslizamiento,
conseqüência: los neumáticos probados son compatibles.
- Fadiga nas barras. Vale la pena resaltar que el incumplimiento de esos valores trae las
- Desgaste prematuro do pneu. siguientes consecuencias:
- Comprometimento do rendimento. - Fatiga en los resaltos.
- Possíveis quebras nos componentes mecânicos. - Desgaste prematuro del neumático.
- Menor rendimiento.
- Posible rotura de los componentes mecánicos.

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Armazenagem Almacenamiento
2. dos Pneus de los Neumáticos

LOCAL DO ARMAZÉM UBICACIÓN DEL ALMACÉN

O local destinado à armazenagem deve ser necessariamente coberto e com El local de almacenamiento debe ser cubierto y tener las características a
as seguintes características: continuación:

A) SECO - não deve existir umidade que possa prejudicar a carcaça. A) SECO - no deberá haber humedad que pueda perjudicar la carcasa. Se
As variações de umidade são aquelas decorrentes apenas das estações do permiten variaciones de humedad propias de las estaciones del año.
ano.
B) FRESCO - las variaciones de temperatura ambiente permitidas deben
B) FRESCO - as variações da temperatura ambiente admitidas devem estar quedar entre + 5º y + 40º.
contidas entre + 5º e + 40º C.
C) OSCURO - los cristales de las puertas deben pintarse de amarillo, con
C) ESCURO - os vidros das portas e janelas devem ser pintados de amarelo, barniz, para limitar la temperatura y filtrar los rayos ultravioleta.
com verniz, para limitar a temperatura e filtrar os raios ultravioleta. Se debe igualmente limitar la utilización de luces artificiales a las
É oportuno limitar também o uso de luzes artificiais às operações de operaciones de movimiento de los neumáticos. Los neumáticos no
movimento dos pneus. Evitar também a exposição dos pneus à luz solar, deben quedar expuestos a la luz del sol pues ésta contribuye para el
pois esta contribui para o envelhecimento da borracha. envejecimiento del caucho.

D) BAIXO TEOR DE OZÔNIO - ozônio é uma forma muito ativa de D) BAJO CONTENIDO DE OZONO - el ozono es una forma muy activa
oxigênio, presente no ar. Ele acelera sensivelmente o desenvolvimento de oxígeno presente en al aire y acelera sensiblemente el desarrollo
de rachaduras nos flancos e no fundo dos sulcos da banda de rodagem. de grietas en los flancos y en el fondo de los surcos de la banda de
Portanto devem ser tomadas as seguintes precauções: rodamiento. Por lo tanto, se deben tomar las siguientes precauciones:

- evitar geração artificial de ozônio (aparelhos elétricos, soldadores de arco - evitar la producción artificial de ozono (aparatos eléctricos, soldadoras
ou oxi-acetilênico e carregadores de baterias); por arco eléctrico, oxiacetilénica y cargadores de baterías);

- rebocar as paredes com cal, que tem a propriedade de coibir o ozônio. - revestir las paredes con cal pues tiene la propiedad de inhibir el ozono.

E) GRAXAS E SOLVENTES - por nenhuma razão os pneus devem ser E) GRASAS Y SOLVENTES - no se debe jamás colocar los neumáticos
colocados perto de solventes, gasolina, lubrificantes, graxas e ácidos. cerca de solventes, gasolina, lubricantes, grasas y ácidos. Los elementos
Os elementos de origem mineral causam a degradação da borracha, de origen mineral causan el deterioro y ablandamiento del caucho y
provocam seu amolecimento, fazendo-a perder grande parte de suas consecuentemente la pérdida de gran parte de sus propiedades mecánicas.
propriedades mecânicas.
F) PROTECCIÓN CONTRA INCENDIOS - los materiales de que están hechos
F) PROTEGIDO CONTRA INCÊNDIOS - é bom recordar que os pneus são los neumáticos son altamente inflamables y, por lo tanto, se deben tomar
constituídos de materiais altamente combustíveis e portanto devem ser precauciones contra incendios, principalmente en lo que se refiere a la
tomadas as precauções contra incêndios, principalmente no que se refere à instalación eléctrica.
instalação elétrica.
G) PAVIMENTACIÓN - la pavimentación debe mantenerse en buenas
G) PAVIMENTADO - a pavimentação deve ser conservada em boas condiciones y constituirse de materiales que no produzcan polvo y que
condições e constituída com materiais que não formem poeira e sean impermeables.
impermeáveis.
H) AMBIENTES NO CUBIERTOS - los neumáticos que están fuera de uso
H) AMBIENTES DESCOBERTOS - é desaconselhável guardar pneus que deberán quedar resguardados de la intemperie. Cuando no haya otra
não estejam sendo usados ao ar livre, sob os efeitos dos raios solares, alternativa se los debe limpiar y proteger con un tejido impermeable
chuvas e outros agentes meteorológicos. Quando, por alguma razão, não oscuro.
houver outra alternativa, os pneus devem ser protegidos com tecidos
impermeáveis escuros depois de previamente limpos.

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COMO ARMAZENAR CÓMO SE DEBE ALMACENAR

A) Os pneus devem ser armazenados limpos. Lama, detritos, óleos, graxas A) Los neumáticos deben almacenarse limpios. Barro, detritos, aceites,
e outros derivados de petróleo devem ser removidos. Para a limpeza grasas y otros derivados del petróleo deben quitarse. Para la limpieza se
recomenda-se o uso de água e sabão neutro. recomienda usar agua y jabón neutro.

B) Os pneus agrícolas direcionais podem ser armazenados verticalmente, B) Los neumáticos agrícolas de las ruedas direccionales pueden
em pilhas ou em prateleiras especiais. almacenarse verticalmente, en pilas o en estantes especiales.

C) Devido à sua característica, os pneus agrícolas das rodas motrizes C) Debido a su característica, los neumáticos agrícolas de las ruedas
devem permanecer empilhados. É importante que as bandas de rodagem motrices deben permanecer apilados. Es importante que las bandas
coincidam pneu com pneu para evitar deformações. de rodamiento coincidan neumático con neumático para prevenir
deformaciones.
D) Quando a armazenagem é feita em pilhas, estas não devem ultrapassar
as seguintes quantidades: D) Las cantidades de las pilas deben ser:
- pneus direcionais: 10 unidades por pilha; - 10 neumáticos direccionales;
- pneus de tração: 6 unidades por pilha. - 6 neumáticos motrices.

E) Terminados os serviços, é conveniente abrigar o trator em local E) Después de la jornada de trabajo, el tractor debe estacionarse en un
protegido, para se evitar que os pneus fiquem expostos à ação da luz solar local libre de la luz solar y de la intemperie. Si el tractor permanecerá
e às intempéries. Se o equipamento for permanecer parado durante longo inactivo por un largo periodo se aconseja dejarlo apoyado sobre caballetes
tempo, é aconselhável levantá-lo sobre cavaletes a fim de que o peso do para que los neumáticos no soporten el peso del vehículo.
veículo não se apóie sobre os pneus.

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PRODUTOS QUE AFETAM OS PNEUS PRODUCTOS PERJUDICIALES

Muitos usuários sabem que o óleo mineral contamina o pneu, causando Muchos usuarios saben que el aceite mineral contamina el neumático,
envelhecimento prematuro e porosidade na borracha. Se o pneu é mantido causando el envejecimiento prematuro y porosidad del caucho. Si el
em serviço desgasta-se rapidamente na área afetada. Todavia, existe neumático se mantiene en servicio se desgasta en el área afectada. Sin
grande número de substâncias químicas, muitas na forma líquida, que são embargo, hay una gran cantidad de substancias químicas muchas de las
usadas nas fazendas e que podem causar danos no pneu, caso não sejam cuales en forma líquida, que se usan en las haciendas y que pueden causar
removidas a tempo. daños a los neumáticos si no se quitan a tiempo.
Nunca deixe o trator, ou outra máquina, estacionado sobre poças de No se debe jamás dejar el tractor estacionado sobre aceite u otro producto
óleo ou outro material prejudicial. Durante o trabalho é conveniente que nocivo. Durante el trabajo se debe quitar el exceso de grasa o de aceite de
qualquer excesso de graxa ou óleo seja removido das buchas, cubos de los bujes, cubos de ruedas, etc.
rodas etc. Muchos productos son relativamente perjudiciales al neumático e incluso
Muitos produtos são relativamente perigosos para o pneu e até mesmo a el agua puede penetrar en cortes o pinchazos y causar desprendimiento.
água pode penetrar em cortes ou perfurações, provocando descolamento. Par facilitar la identificación de varios materiales y el grupo al cual
Para facilitar a identificação de vários materiais e o grupo ao qual pertenecen hemos elaborado la siguiente lista en función de la severidad
pertencem, a seguinte lista foi elaborada em quatro grupos, em função da de los perjuicios que pueden causar al neumático. Los grupos y las posible
severidade dos efeitos que podem causar aos pneus. Os grupos e as soluciones que se pueden utilizar son:
possíveis soluções que poderão ser utilizados são os seguintes:

GRUPO 1
GRUPO 1 Representado por materiales que penetran y causan “dilatación” y
É representado por materiais que penetram e causam “inchaço” e “ablandamiento” del caucho con efecto perjudicial PERMANENTE. Se
“amolecimento” da borracha, com efeito prejudicial PERMANENTE. incluyen en este grupo principalmente las grasas, queroseno, aceites
Neste grupo estão incluídos, principalmente graxas, querosene, óleos minerales, fluidos de frenos, anilina y alquitrán bituminoso.
minerais, fluídos para freios, anilina e alcatrão betuminoso.
SOLUCIÓN: limpie el área contaminada con un tejido humedecido con
SOLUÇÃO: logo após a contaminação limpe a área afetada com um pano gasolina o, preferentemente, lave con detergente sintético en agua
umedecido com gasolina ou nafta ou, de preferência, lave com detergente caliente. Esto quitará el producto de la superficie y evitará la penetración.
sintético em água quente. Isto removerá o produto da superfície e evitará
a penetração.
GRUPO 2
En este grupo se incluyen los productos que destruyen químicamente el
GRUPO 2 caucho por oxidación u otro efecto químico. Ejemplos: naftanato de cobalto,
Neste grupo estão incluídos os produtos que destroem quimicamente oleato de cobre y solución de cloruro.
a borracha, por oxidação ou outro efeito químico como, por exemplo: o El aire con exceso de Ozono (O3) también se incluye en esta categoría y
naftanato de cobalto, oleato de cobre e solução de cloro. causa la rotura del caucho. Máquinas eléctricas en funcionamiento generan
O ar contendo excesso de Ozônio (O3) também se inclui nesta categoria e altas concentraciones de Ozono (O3) y por lo tanto los neumáticos no deben
causa a quebra da borracha. Altas concentrações de Ozônio (O3) podem ser almacenarse en sitios con esas características.
geradas nas proximidades de máquinas elétricas em funcionamento. Caso
os pneus estejam estocados próximos, recomendase removê-los para um SOLUCIÓN: lave el neumático varias veces con agua y detergente antes de
local onde não ocorra esse fenômeno. que comience el deterioro. De lo contrario la única solución es desechar el
neumático.
SOLUÇÃO: lave o pneu várias vezes com água ou detergente e água antes
que a degradação tenha se iniciado. Caso contrário não há outra solução
além de retirar o pneu de uso e eliminá-lo.

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GRUPO 3 GRUPO 3
Os produtos incluídos neste grupo, apesar de causarem “amolecimento” e Los productos de este grupo causan el “ablandamiento” y la “dilatación”
“inchaço” da borracha são normalmente menos perigosos. del caucho pero en general son menos peligrosos. Al perder el caucho el
Quando a borracha é retirada do contato com o solvente e deixada para contacto con el solvente y secarse recupera su estado original. Por lo tanto
secar, ela volta normalmente ao estado original. los efectos pueden considerarse temporales.
Os efeitos podem, portanto, ser classificados como de natureza temporária; Salpicaduras ligeras no tienen mucha consecuencia pues secarán antes
leves respingos não têm grandes conseqüências pois secarão antes que que ocurra una penetración considerable.
aconteça uma penetração considerável. Imersão prolongada, entretanto, Sin embargo, una inmersión prolongada (más de una hora) podrá causar
(mais de uma hora) poderá causar perda valiosa e resultará em fraqueza una pérdida valiosa y resultará en debilidad permanente aún después que
permanente, mesmo após o “amolecimento” desaparecer. desaparezca el “ablandamiento”.

Exemplos: acetona, benzeno, disulfeto de carbono, heptano, nafta de Ejemplos: acetona, benzina, bisulfuro de carbono, heptano, nafta de
alcatrão de hulha, tetra cloreto de carbono e thinner. alquitrán de hulla, tetracloruro de carbono y diluyente.
As áreas que tenham sido severamente afetadas devem ser inspecionadas Las áreas severamente afectadas deben verificarse por posible rotura
para verificar se existem quebras prematuras ou outros sinais de prematura u otras señales de envejecimiento y se deberá desechar
envelhecimento. Se isto for constatado o pneu deverá ser eliminado. el neumático ante esa evidencia.

GRUPO 4 GRUPO 4
É representado por produtos que são relativamente prejudiciais para Se incluyen en este grupo los productos que son relativamente
pneus que apresentem algumas avarias simples (cortes, perfurações etc.). perjudiciales a los neumáticos con algunas averías simples como cortes y
Estes em serviço poderão sofrer penetração através destas avarias e o pinchazos. Los productos pueden penetrar a través de esas averías durante
conseqüente enfraquecimento da carcaça poderá causar a eliminação el trabajo y debilitar la carcasa a punto de inutilizarla prematuramente.
prematura do pneu.
Ejemplos: amoníaco, acetato de anilina, ácido cético, ácido cítrico, alcohol,
Exemplos: ácido cítrico, álcool, detergentes, glicerina, glicose, óleo de detergentes, glicerina, glicol, aceite de ricino, jabón, sosa cáustica y
rícino, sabão, soda cáustica e tintas. pinturas.

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Montagem e Montaje y
3. Desmontagem Desmontaje

MONTAGEM MONTAJE

Após lubrificar os talões do pneu e os flanges e bases do aro, apoiar o pneu Después de lubricar los talones y los bordes y bases de la llanta, apoyar el
sobre o aro, observando o sentido de rotação que deverá ter. Empurrar o neumático sobre la llanta observando el sentido de giro que el neumático
pneu com o braço direito de modo que seu primeiro talão penetre no aro. deberá tener. Empujar el neumático con el brazo derecho hasta que su
Continuar a operação com o auxílio de uma alavanca até a introdução total primer talón penetre en la llanta. Continuar el montaje con el auxilio de
do primeiro talão. una palanca hasta que se introduzca totalmente el primer talón en la
llanta.

Encher ligeiramente a câmara de ar quando a mesma estiver com talco Aplicar talco industrial en la cámara de aire e inflarla ligeramente.
industrial. Levantar o talão do pneu e introduzir a câmara inserindo a Levantar el talón del neumático, introducir la cámara e insertar la válvula
válvula no furo correspondente do aro. en el respectivo agujero en la llanta.

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Montagem e Montaje y
3. Desmontagem Desmontaje

Para a montagem do segundo talão, introduzir, partindo da direita da Para el montaje del segundo talón introducir las palancas separadas de 30
válvula, as alavancas a uma distância de 30 a 40 cm, uma da outra. a 40 cm, desde el lado derecho de la válvula.

Movimentar a alavanca direita ao longo da circunferência do aro, até que Desplazar la palanca derecha por la circunferencia de la llanta hasta que
se torne necessário segurá-la com o pé; continuar com uma só alavanca da sea necesario retenerla con el pie; seguir con una única palanca hasta la
esquerda até a introdução total do talão. introducción completa del talón.

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Montagem e Montaje y
3. Desmontagem Desmontaje

Retirar a água e o ar que enchem o pneu, desmontando o núcleo da válvula. Extraer el obús de la válvula con el fin de que salga todo el aire y el agua
Afastar o talão do flange do aro e calçá-lo até que deslize no canal da parte de la cámara para facilitar su desmontaje. Alejar el talón del borde de la
oposta à válvula. llanta y calzarla hasta que se deslice del canal en la zona diametralmente
opuesta a la válvula.

Introduzir duas alavancas, a uma distância de 30 a 40 cm uma da outra Introducir dos palancas separadas de 30 a 40 cm (mantener la válvula en
(mantendo a válvula no centro). A partir do centro do aro, pressionar com o el centro). A partir del centro de la llanta, presionar con el pie una de las
pé uma das duas alavancas e, com a outra, iniciar a desmontagem. palancas y empezar el montaje con la otra palanca.

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Montagem e Montaje y
3. Desmontagem Desmontaje

Levantar, da parte oposta da válvula, o talão desmontado e extrair a câmara Levantar de la zona opuesta de la válvula el talón y extraer la cámara sin
evitando puxões. darle tirones.

Após extrair a câmara, introduzir uma alavanca até ultrapassar a borda Después de haber sacado la cámara, introducir una palanca hasta el borde
externa do aro, forçando-a a fim de sair o talão por cima da flange do aro. externo de la llanta y apalancarla para quitar el talón por encima del borde
Continuar a operação até extrair totalmente o pneu. de la llanta.
Continuar la operación hasta quitar completamente el neumático.

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

A eficiência de tração pode ser aumentada, incrementando o peso sobre El rendimiento de tracción del tractor puede incrementarse mediante
as rodas motrizes ou, como se diz tecnicamente, lastrando, sem superar la colocación de pesos adicionales sobre las ruedas o, como se dice
os limites máximos de carga e pressão especificados para cada medida de técnicamente, lastrando sin superar, los límites máximos de carga y
pneu. presión especificados para cada medida del neumático.
Os pneus com lastração insuficiente patinam facilmente, provocando Los neumáticos con lastre insuficiente patinan fácilmente causando
perda de velocidade, desgaste rápido da banda de rodagem e consumo reducción de velocidad, desgaste rápido de la banda de rodamiento y
excessivo de combustível. Por outro lado, a lastração excessiva aumenta consumo excesivo de combustible. Por otro lado, el lastrado excesivo
a compactação do solo e a resistência ao rolamento, criando maiores aumenta la compactación del suelo y la resistencia a la rodadura, creando
solicitações tanto nos pneus como nos componentes mecânicos do trator. mayores esfuerzos sea en los neumáticos sea en los componentes
Pesquisas realizadas demonstraram, entretanto, que a máxima eficiência mecánicos del tractor.
de tração é obtida quando ocorre um determinado deslizamento dos pneus Sin embargo, investigaciones realizadas han demostrado que se obtiene la
no solo, cujo valor ideal em porcentagem depende do tipo de terreno onde máxima eficiencia de tracción cuando hay un determinado deslizamiento
o trator desenvolve seu trabalho. de los neumáticos en el suelo, cuyo valor ideal depende del tipo de terreno
Ajustando-se a quantidade de lastro no trator e a força de tração no donde el tractor trabaja.
implemento, uma mesma operação agrícola pode ser realizada com menor Al ajustar la cantidad de lastre en el tractor y la fuerza de tracción en el
consumo de potência e combustível. Dessa forma, o máximo de aditamento, una misma operación agrícola puede realizarse con menor
aproveitamento da força disponível nas rodas de tração, em função do consumo de potencia y combustible. De esta manera, el aprovechamiento
tipo de solo ocorre em tratores 4x2, quando o deslizamento dos pneus máximo de la fuerza disponible en las ruedas de tracción en función del
traseiros se situa entre os seguintes valores: tipo de suelo ocurre en los tractores 4x2, cuando el deslizamiento de los
- 5 a 7% em superfícies asfaltadas ou de concreto; neumáticos traseros se halla entre los siguientes valores:
- 7 a 12% em terrenos duros; - 5 a 7% en superficies pavimentadas;
- 10 a 15% em terrenos firmes porém macios; - 7 a 12% en terrenos duros;
- 13 a 18% em terrenos soltos, arenosos ou lamacentos. - 10 a 15% en terrenos firmes pero blandos;
- 13 a 18% en terrenos sueltos, arenosos o pantanosos.

PERFORMANCE DE TRAÇÃO EM RENDIMIENTO DE TRACCIÓN EN


TRATORES AGRÍCOLAS 4x2 TRACTORES AGRÍCOLAS 4 x 2

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MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

Deslizamentos muito reduzidos em geral representam excesso de peso no En general, los deslizamientos muy reducidos indican exceso de peso en el
trator. O acerto deve ser feito reduzindo a lastração. tractor. Para ajustar se debe reducir el lastre.
Quando os deslizamentos forem excessivos deve-se reduzir o esforço de Si el deslizamiento es excesivo se debe reducir la fuerza de tracción en la
tração na barra ou incrementar a lastração. barra o aumentar el lastrado.
A pressão utilizada nos pneus também afeta a tração, porém nunca La presión de inflado de los neumáticos también perjudica la tracción pero
devemos reduzi-la para valores abaixo dos recomendados para a carga no se debe jamás reducirla a valores inferiores a los recomendados para la
aplicada no pneu. carga aplicada al neumático.
Outro fator que pode afetar muito a eficiência de tração é a autolimpeza da La autolimpieza de la banda de rodamiento es otro factor que puede
banda de rodagem. afectar la eficiencia de tracción.
Por isso, conforme as características do terreno e do trabalho a ser Por eso, se debe emplear el neumático más apropiado de acuerdo con las
desenvolvido, deve-se utilizar o tipo de pneu mais adequado. características del terreno y del trabajo a ejecutar.
De forma prática, considerando o trator já com lastros aplicados e seus De forma práctica, considerando un tractor con lastre y los aditamentos
implementos acoplados, examinando as marcas dos pneus deixadas no montados, al examinar las marcas de los neumáticos en el suelo, se puede
solo, podemos definir se o deslizamento está sendo satisfatório, dentro dos definir si el deslizamiento está satisfactorio dentro de los índices deseados.
padrões ideais.

Fig. 1 - pouco peso Fig. 1 - poco peso


Marcas no solo pouco definidas (fig.1) indicam deslizamento excessivo. Marcas mal definidas en el suelo (fig.1) indican deslizamiento excesivo. En
Neste caso deve-se aumentar a lastração. este caso se debe aumentar el lastre.

Fig. 2 - muito peso Fig. 2 - mucho peso


Marcas no solo claramente definidas (fig.2) indicam deslizamento muito Marcas bien definidas en el suelo (fig.2) indican deslizamiento muy
reduzido. Neste caso deve-se diminuir a lastração. reducido. En este caso se debe disminuir el lastre.

Fig. 3 - peso adequado Fig. 3 - peso adecuado


A lastração e o deslizamento estarão corretos quando, no centro, houver El lastrado y el deslizamiento están correctos cuando hay señales de
sinais de deslizamento e as marcas nas bordas externas estiverem bem deslizamiento en el centro y marcas bien definidas en los bordes externos
definidas (fig.3). (fig.3).

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

MEDIÇÃO DO DESLIZAMENTO (TRATOR 4X2) MEDICIÓN DEL DESLIZAMIENTO (TRACTOR 4 X 2)

A medida do deslizamento pode ser feita de forma prática no campo, La medición del deslizamiento puede realizarse de forma práctica en el
utilizando-se o trator sem e com implementos, da seguinte forma: campo utilizando el tractor con y sin aditamentos, como se describe a
continuación:
a) com um giz, fazer um traço radial no flanco de um dos pneus traseiros;
a) con una tiza, hacer un trazo radial en el flanco de uno de los neumáticos
b) com o implemento levantado colocar o trator em movimento, sobre o traseros;
terreno a ser trabalhado;
b) con el aditamento levantado, poner en marcha el tractor sobre el terreno
c) quando o traço de giz tocar o solo na perpendicular, fazer uma marca no donde va a trabajar;
terreno, após completadas 10 (dez) voltas do pneu;
c) después de 10 (diez) vueltas del neumático marcar, en el terreno, el
d) com o implemento acionado não no trecho anterior, iniciar as operações punto de contacto perpendicular del trazo de tiza;
com o trator. Contar o número de voltas do pneu na distância entre as duas
marcas feitas no terreno; d) con el aditamento accionado fuera del trayecto anterior, empezar las
operaciones con el tractor. Contar el número de vueltas del neumático en la
e) estimar a última volta em forma de fração (1/4, 1/2 etc.) e subtrair o distancia entre las dos marcas hechas en el terreno;
número de voltas dadas das 10 voltas anteriores;
e) estimar la última vuelta en forma de tracción (1/4, 1/2 etc) y restar el
f) multiplicar a diferença encontrada por 100 e dividir o resultado por 10 número de vueltas dadas de las 10 vueltas anteriores;
para definir o percentual de deslizamento.
f) multiplicar por 100 la diferencia encontrada y dividir por 10 el resultado
Exemplo: para definir el porcentaje de deslizamiento.
Nº de voltas do pneu sem o implemento = 10,0
Nº de voltas do pneu na condição normal de trabalho (c/implemento) = Ejemplo:
11,5 Número de vueltas del neumático sin el aditamento = 10,0
Diferença de voltas: 11,5 - 10 Número de vueltas del neumático en la condición normal de trabajo (con
Percentual de deslizamento: P aditamento) = 11,5
Diferencia de vueltas = 11,5 - 10
P = 1,5 x 100 P = 15% Porcentaje de deslizamiento = P
10
P = 1,5 x 100 P = 15%
Os valores obtidos devem ser confrontados com o gráfico da pág. 46 e, caso 10
necessário, corrigidos conforme o tipo de terreno.
Los valores obtenidos deben compararse con el gráfico de la página 46 y
corregidos de acuerdo con el terreno, si es necesario.

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

FORMAS DE LASTRAÇÃO MÉTODOS DE LASTRADO

A lastração pode ser efetuada através dos seguintes métodos: Los métodos de lastrado son:

a) Lastração com água a) Lastrado con agua


A maneira mais simples de aumentar o peso das rodas é através da El hidroinflado es la manera más sencilla de aumentar el peso de las
introdução de água nos pneus. ruedas motrices y presenta las siguientes ventajas:
O enchimento com água dos pneus das rodas motrizes apresenta as - bajo costo
seguintes vantagens: - rápido y fácil
- baixo custo - posibilidad de controlar el lastrado como se desee
- rápida e fácil realização
- possibilidade de graduar à vontade a lastração b) Lastrado metálico de las ruedas (contrapesos)
Algunos fabricantes de tractores suministran lastres metálicos que se
b) Lastração metálica das rodas (contra-pesos) aplican fácilmente a las ruedas. Los contrapesos deben utilizarse sólo en
Algumas fábricas de tratores fornecem lastros metálicos, facilmente trabajos pesados y quitarse en trabajos normales.
aplicáveis às rodas. En la práctica, raramente se quita del neumático el agua y los contrapesos
Eles devem ser empregados somente em trabalhos pesados e retirados de metal.
quando o trator é utilizado em trabalhos normais. Durante los trabajos ligeros el lastrado aumenta inútilmente el consumo
Na prática, tanto a água como os lastros metálicos raramente são retirados de combustible y el desgaste del tractor. Por lo tanto se recomienda quitar
do pneu. el agua y los lastres de metal cuando el tractor no esté trabajando. Cuando
Durante os trabalhos leves, a lastração aumenta inutilmente o consumo de la delantera del tractor se vuelve muy liviana en el trabajo y se somete a
combustível e o desgaste do trator. Recomenda-se, portanto, retirar a água oscilaciones se recomienda aplicar lastres de metal en la parte frontal del
e os lastros metálicos quando o trator não estiver em trabalho agrícola. tractor.
Quando a dianteira do trator se torna muito leve em serviço e sujeita a Por otro lado, no se aconseja colocar pesos sobre la plataforma trasera del
oscilações é recomendável colocar lastros metálicos na parte frontal do tractor pues causa sobrecarga en los semi-ejes y cojinetes.
trator.
Por outro lado é desaconselhável a colocação de pesos sobre a plataforma
traseira do trator, por causar sobrecarga nos semi-eixos e rolamentos.

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

PROCEDIMENTO DO USO DA ÁGUA PROCEDIMIENTO DE HIDROINFLADO

ENCHIMENTO LLENADO

a) Levantar a roda do veículo e girá-la até que a válvula tenha alcançado a a) Levantar la rueda del tractor y girarla hasta que alcance la posición
posição vertical mais elevada. vertical más alta.

b) Desparafusar o núcleo da válvula. Introduzir água no pneu com um tubo b) Quitar el obús de la válvula e introducir agua en el neumático con
de borracha aplicado sobre o corpo da válvula, utilizando-se uma torneira un tubo de caucho conectado a la válvula, utilizando el grifo común o
comum ou reservatório situado num ponto mais elevado. depósito ubicado en un punto más elevado.

c) Destacar, de tempos em tempos, o tubo da válvula para permitir que o c) Desconectar, a intervalos, el tubo de la válvula para purgar de aire el
ar contido no pneu saia livremente. neumático.

d) Suspender o enchimento quando a água começar a sair pela válvula. d) Interrumpir el hidroinflado cuando el agua comience a salir por la
Nesse ponto, o enchimento corresponderá aproximadamente a 75% do válvula. En este punto el llenado corresponderá a aproximadamente un
volume interno do pneu. 75% del volumen interno del neumático.

e) Para diminuir este valor, mover o pneu até outra posição, de modo que e) Para reducir este índice, mover el neumático hasta la otra posición de
a válvula regule a quantidade de água introduzida. manera que la válvula ajuste la cantidad de agua introducida.

f) Parafusar novamente o núcleo sobre o corpo da válvula e efetuar o f) Volver a montar el obús de la válvula e inflar con aire hasta obtener la
enchimento com ar, até atingir a pressão recomendada. presión recomendada.

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

ESVAZIAMENTO VACIADO

a) Levantar a roda do veículo, fazendo-a girar até a válvula atingir a a) Levantar la rueda del tractor y girarla hasta que alcance la posición
posição vertical mais baixa. vertical más baja y quitar el obús de la válvula para vaciar el agua.
Desparafusar o núcleo da válvula deixando sair a água.
b) Aplicar un pequeño tubo de caucho con una longitud conveniente en el
b) Aplicar um tubinho de borracha de comprimento conveniente soporte de la válvula e introducirlo en la cámara de aire. Después de
(pescador) no suporte do núcleo, introduzindo-o na câmara de ar e, em volver a montar el obús inflar el neumático.
seguida, após parafusar o núcleo no corpo da válvula, encher de ar o pneu.
c) Quitar la estructura interna del obús para dejar salir todo el agua.
c) Remover a armação interna do núcleo, deixando sair a água residual.
d) Quitar el tubo de caucho y volver a poner el obús en la válvula.
d) Retirar o tubinho de borracha e aparafusar o núcleo da válvula.
e) Inflar el neumático a la presión recomendada.
e) Encher o pneu com ar na pressão recomendada.

SOLUÇÃO ANTICONGELANTE SOLUÇÃO ANTICONGELANTE

Durante o inverno, em alguns países onde a temperatura ambiente atinge Durante el invierno, en algunos países donde la temperatura alcanza
valores muito baixos, a água empregada na lastração dos pneus está valores muy bajos, el agua utilizada para el lastrado puede congelarse.
sujeita a congelamento. En estos casos se recomienda utilizar una solución anticongelante que
Nestes casos recomenda-se utilizar uma solução anticongelante, obtida se compone de cloruro de calcio (Ca Cl2) con agua, según las siguientes
com uma mistura de cloreto de cálcio (Ca Cl2) com água, observando-se as recomendaciones:
recomendações a seguir:
a) Poner en un recipiente la cantidad de agua que se recomienda en
a) Colocar num recipiente a quantidade de água recomendada na tabela la tabla siguiente y añadir el cloruro de calcio. No invertir nunca esta
abaixo, adicionando posteriormente o cloreto de cálcio. Nunca efetuar a operación para prevenir una reacción química violenta.
operação inversa para evitar uma reação violenta.
b) Esa mezcla causará una reacción con consecuente generación de calor.
b) Esta mistura provocará uma reação com conseqüente geração de calor. Por lo tanto, es indispensable que la solución esté fría antes de utilizarla.
Portanto é indispensável aguardar que a solução esfrie, antes de seu uso.
c) Terminada la operación de inflado del neumático, lavar con agua pura
c) Terminada a operação de enchimento do pneu, lavar com água pura as las partes metálicas del tractor que se hayan mojado con la solución.
partes metálicas do trator, eventualmente molhadas pela solução.

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Deslizamento Deslizamiento
4. e Lastração y Lastrado

LASTRAÇÃO LÍQUIDA E COM SOLUÇÃO ANTICONGELANTE

CONTEÚDO DE ÁGUA A 75% SOLUÇÃO ANTICONGELANTE PROTEÇÃO ATÉ -20º C.


MEDIDA DO PNEU ARO VOLUME CLORETO DE CÁLCIO PESO DA SOLUÇÃO
MEDIDA DEL LLANTA VOLUMEN CLORURO DE CALCIO PESO DE LA SOLUCIÓN
NEUMÁTICO (litros) (kg) (kg)
9.5-24 W8 50 13 58
12.4-24 W11 80 22 93
14.9-24 W13 150 40 174
14.9-26 W13 170 46 197
18.4-26 W16L 280 76 325
23.1-26 DW20 470 127 545
28.1-26 DW25A 630 170 731
12.4-28 W11 110 30 128
14.9-28 W13 180 49 209
16.9-28 W15L 220 59 255
16.9-30 W15L 250 67 290
18.4-30 W16L 320 86 371
21L-30 W18L 420 113 487
23.1-30 DW20 510 138 592
24.5-32 DW21 600 162 696
30.5L-32 DW27A 750 203 870
35.5L-32 31VA 900 243 1044
16.9-34 W15L 280 76 325
18.4-34 W16L 360 97 418
12.4-36 W11 150 40 174
12.4-38 W11 140 38 162
13.6-38 W12 190 51 220
15.5-38 W14L 230 62 267
18.4-38 W16L 370 100 429
20.8-38 W18L 480 130 557

Nota: Os valores da tabela são indicativos e foram calculados considerando-se 75% do volume interno do pneu.

Nota: Los valores de la tabla son indicativos y se han calculado considerando un 75% del volumen interno del neumático.

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5. Rodagem Dupla Ruedas Gemelas

Os tratores modernos, de elevada potência, para determinados tipos Los tractores modernos de alta potencia para determinados tipos de
de trabalhos podem ser equipados com rodagem dupla. A utilização de trabajos pueden ser equipados con ruedas gemelas.
rodas duplas é recomendável principalmente para trabalhos a serem Se recomienda utilizar ruedas gemelas principalmente para trabajos en
desenvolvidos em terrenos arenosos e inconsistentes. O trator dotado de terrenos arenosos o de baja sustentación.
uma maior quantidade de pneus terá maior área de apoio no solo para El tractor con más neumáticos tiene más área de apoyo sobre el suelo para
distribuir seu peso, o que incrementará sua flutuação, melhorando a distribuir su peso, aumentar la flotación y mejorar la capacidad de tracción.
capacidade de tração. Para trabalhos a serem desenvolvidos em terrenos Para trabajos en terrenos muy irregulares las ruedas gemelas aumentan la
com muitos desníveis, a rodagem dupla oferecerá ao trator também uma estabilidad del tractor.
maior estabilidade. A lastração com água, quando necessária, deve ser feita El lastrado con agua, cuando sea necesario, debe efectuarse solamente en
somente nos pneus internos, para evitar esforços excessivos nas pontas los neumáticos internos, para evitar esfuerzos excesivos en las manguetas
dos eixos durante os trabalhos e manobras do trator. Os valores de cargas e al maniobrar el tractor. Los valores de carga y de presión de inflado de los
pressões para uso em rodas duplas são diferentes daqueles apresentados neumáticos gemelos difieren de la tabla de la página 54.
para montagem simples e são indicados na tabela da página 54. Quando Las ruedas gemelas deben limpiarse periódicamente durante la operación
da utilização de rodagem dupla é necessário durante o trabalho efetuar para quitar el material retenido y acumulado entre los neumáticos, para
limpezas periódicas, retirando o material que fica retido e acumulado entre evitar que posibles piedras causen daños a los flancos.
os pneus, para que eventuais pedras não provoquem avarias nos flancos.

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5. Rodagem Dupla Ruedas Gemelas

PNEUS PARA TRATORES AGRÍCOLAS - RODAS DE TRAÇÃO - MONTAGEM DUPLA


NEUMÁTICOS PARA TRACTORES AGRÍCOLAS - RUEDAS MOTRICES - RUEDAS GEMELAS

VELOCIDADE MÁXIMA 32 KM/h / VELOCIDAD MÁXIMA 32 KM/h


Pressão de Inflação kPa (lbf/pol2) / Presión de Inflado kPa (lbf/pulg2)
Designação Espaço entre
de Tamanho Rodas (mm) 95 110 125 140 150 165 180 190 210 220
Designación Espacio entre (14) (16) (18) (20) (22) (24) (26) (28) (30) (32)
de Tamaño Ruedas (mm) Carga por Pneu / Carga por Neumático (kg)

(4) (6)
9.5-24 305 530 570 615 650 690 725 760 825 - - -
(4) (6) (8)
12.4-24 384 765 830 885 945 1000 1055 1100 1150 1200 1245 -
(6) (8)
14.9-24 455 1080 1165 1250 1330 1405 1480 1550 - - - -
(6) (8) (10) (12)
14.9-26 455 1110 1205 1285 1370 1450 1525 1600 1675 1740 1805 1870
(6) (8) (10) (12)
18.4-26 552 - 1750 1875 2000 2105 2215 2325 2430 2525 2630 -
(6) (10) (12) (14)
23.1-26 683 - 2510 2685 2860 3020 3180 3330 3475 - - -
(4) (6)
12.4-28 384 815 885 950 1010 1065 1120 - - - - -
(6) (8) (10) (12)
16.9-28 511 - 1505 1615 1720 1820 1915 2010 2090 2175 2260 2345
(6) (8)
14.9-28 455 1150 1245 1335 1425 1500 1575 1655 1730 1800 1865 -
(6) (8)
16.9-30 510 - 1555 1665 1780 1880 1980 - - - - -
(6) (8) (10) (12)
18.4-30 552 - 1870 2000 2130 2250 2365 2480 2600 2685 2800 -
(10) (12)
21L-30 528 - - 2125 2340 2500 2570 2705 2790 2860 - -
(8) (10) (12)
23.1-30 683 - 2670 2860 3040 3215 3380 - - - - -
(10) (12) (14)
24.5-32 724 - 3045 3260 3475 3670 3860 4045 4220 - - -
(10) (12) (14) (16)
30.5L-32 892 3370 3650 3895 4140 4385 4655 4875 - - - -
(6) (8)
16.9-34 511 - 1650 1770 1880 1990 2095 - - - - -
(6) (8) (10) (12)
18.4-34 552 - 1980 2125 2255 2385 2515 2630 2760 2860 2970 -
(4) (6)
12.4-36 384 925 1000 1075 1140 1205 1265 - - - - -
(4) (6)
12.4-38 384 950 1025 1100 1170 1240 1300 - - - - -
(4) (6)
13.6-38 419 1120 1210 1300 1380 1460 - - - - - -
(6) (8)
15.5-38 472 1260 1360 1460 1550 1635 1715 1810 - - - -
(6) (8) (10) (12)
18.4-38 552 - 2095 2245 2385 2525 2660 2785 2910 3030 3145 -
(8) (10) (12) (14)
20.8-38 620 - 2535 2720 3000 3060 3220 3375 3520 3660 3810 -

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5. Rodagem Dupla Ruedas Gemelas

1. Os números entre parênteses indicam a capacidade de lonas para a qual 1. Los números entre paréntesis indican la capacidad de capas para la cual
a carga sublinhada e a pressão de inflação indicadas são as máximas. la carga subrayada y la presión de inflado indicadas son máximas.

2. 14 lbf/pol2 é a pressão de inflação mínima a ser usada em pneus de 2. 14 lbf/pulg2 es la presión de inflado mínima en ruedas gemelas.
rodas duplas.
3. Para transporte y trabajos que no requieran un par elevado y continuo y
3. Para os serviços de transporte e operações que não exijam torque velocidad no superior a 16 km/h, las cargas arriba pueden aumentarse en
elevado e contínuo, e velocidade não superior a 16 km/h, as cargas hasta un 20% sin aumentar la presión.
recomendadas poderão ser aumentadas em até 20% sem aumentar a
pressão. 4. Ídem a 24 km/h, en hasta un 10%.

4. Idem a 24 km/h, em até 10%. 5. Para los neumáticos usados en trabajos cíclicos de carga (excepto
segadoras) sin par elevado, con velocidade de hasta 8 km/h, las cargas
5. Para os pneus usados em serviço cíclico de carregamento (excluindo as pueden incrementarse en hasta un 50% con un incremento en la presión
ceifadeiras para encostos) sem alto torque, com velocidade até 8 km/h, as de inflado de 28 kPa (4 lbf/pulg2). Ese incremento de carga también se
cargas podem ser aumentadas em até 50% com um aumento na pressão aplica a los neumáticos usados en tractores con mecanismos capaces
de inflação de 28 kPa (4 lbf/pol2). Esse aumento de carga também se aplica de mantener los neumáticos y las ruedas en la posición vertical en
aos pneus usados em veículos com o mecanismo capaz de manter os pneus inclinaciones de hasta 11º (nivel de 20%).
e as rodas numa posição vertical nas inclinações de até 11º (graduação
de 20%).

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Cálculo de Cargas e Cálculo de Cargas y su
6. sua Distribuição Distribución

A distribuição de cargas estáticas por eixo é uma questão mecânica, e seu La distribución de cargas estáticas por eje es una cuestión mecánica y se
cálculo pode ser feito de uma maneira simples. puede calcular de manera sencilla.
Devemos salientar que o peso encontrado poderá exceder a capacidade de Se debe resaltar que el peso encontrado podrá exceder a la capacidad de
carga máxima do pneu, havendo, portanto, ocasiões em que se recomenda carga máxima del neumático y, por lo tanto, habrá ocasiones en las que se
uma redução na lastração e, se isso não for possível, é aconselhável a recomienda una reducción del lastrado. Si esto no es posible se aconseja
mudança do pneu, no que se refere à capacidade de lonas e medida do cambiar por un neumático con otra capacidad de capa y medida.
pneu. Sin embargo, todo deberá hacerse de acuerdo con la tabla de cargas y
Ressaltamos que tudo deverá ser feito de acordo com a tabela de cargas e presiones indicados en la sección 3 de este manual.
pressões constantes no item 3 deste manual. A continuación se dan las fórmulas de obtención de cargas estáticas sobre
A seguir, fornecemos as fórmulas para se obter as cargas estáticas neumáticos agrícolas con aditamentos.
incidentes sobre os pneus de tratores agrícolas com implementos.

A) TRACTOR CON ADITAMENTO COMPLETO


A) TRATOR COM IMPLEMENTO COMPLETO
V - Peso del lastro de metal delantero montado en el bastidor del tractor.
V - Peso do lastro metálico dianteiro montado na estrutura do trator. b - Distancia desde el eje delantero al centro de gravedad del lastre
b - Distância do eixo dianteiro ao centro de gravidade do lastro montado montado en el bastidor del tractor.
na estrutura do trator. S - Peso sobre el eje delantero y lastres de las ruedas (si los hubiera).
S - Peso incidente no eixo dianteiro mais lastros de rodas (se montados). a - Distancia entre ejes (tractor.)
a - Distância entre eixos (trator). t - Peso sobre el eje trasero y lastres (contrapeso y agua).
t - Peso incidente no eixo traseiro mais lastros (contrapeso e/ou água). x - Distancia, desde el eje trasero al punto de enganche.
x - Distância do eixo traseiro ao ponto de engate. C - Distancia, desde el eje trasero al centro de gravedad del aditamento.
C - Distância do eixo traseiro ao centro de gravidade do implemento. d - Distancia, desde el punto de enganche al centro de gravedad del
d - Distância do ponto de engate ao centro de gravidade do implemento. aditamento.
Z - Peso do implemento. Z - Peso del aditamento.
W- Peso incidente no eixo dianteiro. W- Peso sobre el eje delantero.
Y - Peso incidente no eixo traseiro. Y - Peso sobre el eje trasero.
O - Ponto de engate. O - Punto de enganche.

FÓRMULAS FÓRMULAS
- Para calcular a carga estática incidente no eixo traseiro: - Para calcular la carga estática sobre el eje trasero:

Y = t + Z + Z.C - V.b Y = t + Z + Z.C - V.b


a a a a

- Para calcular a carga estática incidente no eixo dianteiro: - Para calcular la carga estática sobre el eje delantero:

W = S + V + V.b - Z.C W = S + V + V.b - Z.C


a a a a

Nota: lembre-se de que estas são as cargas estáticas incidentes por eixo. Nota: recordar que éstas son las cargas estáticas por eje. Para obtener la
Para obter a carga estática incidente em cada pneu deve-se dividir o carga estática sobre cada neumático, se debe dividir el resultado final de
resultado final dos cálculos pela quantidade de pneus existentes em cada los cálculos por la cantidad de neumáticos de cada eje.
eixo.

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Cálculo de Cargas e Cálculo de Cargas y su
6. sua Distribuição Distribución

B) TRATOR COM IMPLEMENTO DE UM EIXO B) TRACTOR CON ADITAMENTO DE UN EJE

V - Peso do lastro metálico dianteiro montado na estrutura do trator. V - Peso del lastro de metal delantero montado en el bastidor del tractor.
b - Distância do eixo dianteiro ao centro de gravidade do lastro montado na b - Distancia desde el eje delantero al centro de gravedad del lastre
estrutura do trator. montado en el bastidor del tractor.
S - Carga do eixo dianteiro do trator mais lastros de rodas (se montado). S - Carga sobre el eje delantero y lastres de las ruedas (si los hubiera).
a - Distância entre eixos (trator). a - Distancia entre ejes (tractor).
t - Peso do eixo traseiro mais lastros (contrapeso e/ou água). t - Peso sobre el eje trasero y lastres (contrapeso y agua).
x - Distância do eixo traseiro ao ponto de engate. x - Distancia, desde el eje trasero al punto de enganche.
f - Comprimento do implemento, do ponto de engate ao centro do eixo. f - Longitud del aditamento, desde el punto de enganche al centro del eje.
d - Distância do ponto de engate ao centro de gravidade do implemento. d - Distancia, desde el punto de enganche al centro de gravedad del
e - Distância do centro de gravidade ao eixo do implemento. aditamento.
Z - Peso total do implemento. e - Distancia, desde el centro de gravedad al eje del aditamento.
O - Ponto de engate. Z - Peso total del aditamento.
W- Carga incidente no eixo dianteiro (estática). O - Punto de enganche.
Y - Carga incidente no eixo traseiro (estática). W- Carga sobre el eje delantero (estática).
P - Peso incidente no eixo/roda do implemento. Y - Carga sobre el eje trasero (estática).
P - Peso sobre el eje/rueda del aditamento.

FÓRMULAS FÓRMULAS
- Para calcular a carga estática incidente no eixo traseiro: - Para calcular la carga estática sobre el eje trasero:

Y = t - V.b + Z.e + Z.e.x Y = t - V.b + Z.e + Z.e.x


a f a.f a f a.f

- Para calcular a carga estática incidente no eixo dianteiro: - Para calcular la carga estática sobre el eje delantero:

W = V + V.b + S - Z.e.x W = V + V.b + S - Z.e.x


a a.f a a.f

- Para calcular a carga incidente no implemento: - Para calcular la carga estática sobre el aditamento:

P = Z.d P = Z.d
f f

Nota: lembre-se de que estas são as cargas estáticas incidentes por eixo. Nota: recordar que éstas son las cargas estáticas por eje. Para obtener la
Para obter a carga estática incidente em cada pneu, deve-se dividir o carga estática sobre cada neumático, se debe dividir el resultado final de
resultado final dos cálculos pela quantidade de pneus existentes em cada los cálculos por la cantidad de neumáticos de cada eje.
eixo.

24
MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Cálculo de Cargas e Cálculo de Cargas y su
6. sua Distribuição Distribución

C) TRATOR COM REBOQUE (VAGONETA) DE UM EIXO C) TRACTOR CON REMOLQUE (VAGONETA) DE UN EJE

Salientamos que a posição do eixo deste reboque pode ser alterada e Observar que se puede cambiar la posición del eje de este remolque y se
geralmente, cinco posições podem ser obtidas. pueden obtener cinco posiciones.
Se o operador não variar a posição, então qualquer cálculo de carga pode Si el operador no cambia la posición, cualquier cálculo de carga puede
ser feito com o eixo na posição mais afastada a fim de permitir uma melhor hacerse con el eje en la posición más alejada para permitir una mejor
distribuição de carga na barra de tração e no eixo traseiro do trator. distribución de carga en la barra de tiro y en el eje trasero del tractor.

FÓRMULAS FÓRMULAS
As mesmas utilizadas para trator com implemento de um eixo. Las mismas utilizadas con el aditamento de un eje.

Exemplo: consideramos um trator com implemento completo que Ejemplo: vamos a considerar un tractor con aditamento completo, que
apresenta os seguintes dados: presenta los datos siguientes:

Distância entre eixos 2.159 mm - a Distancia entre ejes 2.159 mm - a

Peso do eixo dianteiro 792 kg - S Peso del eje delantero 792 kg - S

Peso das rodas dianteiras 82 kg Peso de las ruedas delanteras 82 kg

Distância do eixo dianteiro de gravidade do lastro Distancia, desde el eje delantero de gravedad del lastre
dianteiro da estrutura do trator 762 mm - b delantero del bastidor del tractor 762 mm - b

Peso do lastro montado na dianteira 182 kg - V Peso del lastre montado en la delantera 182 kg - V

Peso líquido do eixo traseiro 1.275 kg - t Peso neto del eje trasero 1.275 kg - t

Peso das rodas traseiras 182 kg Peso de las ruedas traseras 182 kg

Lastro líquido 425 kg Lastre líquido 425 kg

Distância, do eixo traseiro ao ponto de engate 965 mm - x Distancia, desde el eje trasero al punto de enganche 965 mm - x

Peso do implemento 626 kg - Z Peso del aditamento 626 kg - Z

Distância, do ponto de engate ao centro de Distancia, desde el punto de enganche al centro


gravidade do implemento (*) 1.702 mm - d de gravedad del aditamento (*) 1.702 mm - d

Distância, do eixo traseiro ao centro de gravidade Distancia, desde el eje trasero al centro de gravedad del
do implemento (*) 2.667 mm - C aditamento (*) 2.667 mm - C

Eixo traseiro (2 pneus) 13.6-38, 6 p.r. Eje trasero (2 neumáticos) 13.6-38, 6 p.r.

Aro traseiro W12 Llanta trasera W12

(*) Se houver dificuldade em calcular essas distâncias, adotar como centro (*) Si es difícil calcular estas distancias, adoptar como centro de gravedad
de gravidade o ponto central do implemento. el punto central del aditamento.

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Cálculo de Cargas e Cálculo de Cargas y su
6. sua Distribuição Distribución

CÁLCULOS EIXO TRASEIRO CÁLCULOS EJE TRASERO

Y = t + Z + Z.C - V.b Y = t + Z + Z.C - V.b


a a a a

Y = 1882 + 626 + 626.2667 - 182.762 Y = 1882 + 626 + 626.2667 - 182.762


2159 2159 2159 2159

Y = 1882 + 626 + 773 - 64 Y = 1882 + 626 + 773 - 64

Y = 3217 Y = 3217

Portanto, a carga estática incidente em cada pneu é 3217 ou 1.608,5 kg, Por lo tanto, la carga estática sobre cada neumático es de 3217 , ó
2 2
requerendo uma pressão de inflação de 22 lbf/pol2 para trabalhos onde a 1.608,5 kg y requiere una presión de inflado de 22 lbf/pulg2 para trabajos a
velocidade máxima não ultrapasse 32 km/h. una velocidad no superior a 32 km/h.

VELOCIDADE MÁXIMA 32 KM/h / VELOCIDAD MÁXIMA 32 KM/H


Pressão de Inflação kPa (lbf/pol2) / Presión de Inflado kPa (lbf/pulg2)
Designação
de Tamanho 95 110 125 140 150 165 180 190 210 220
Designación (14) (16) (18) (20) (22) (24) (26) (28) (30) (32)
de Tamaño Carga por Pneu / Carga por Neumático (kg)

(4) (6)
13.6-38 1275 1375 1475 1570 1660 - - - - - -

CÁLCULOS EIXO DIANTEIRO CÁLCULOS EJE DELANTERO

W = S + V + V.b - Z.C W = S + V + V.b - Z.C


a a a a

W = 874 + 182 + 182 . 762 - 626 . 2667 W = 874 + 182 + 182 . 762 - 626 . 2667
2159 2159 2159 2159

W = 874 + 182 + 64 - 773 W = 874 + 182 + 64 - 773

W = 347 W = 347

Portanto, a carga estática incidente em cada pneu é 347/2 ou 173,5 kg, Por lo tanto, la carga estática sobre cada neumático es de 347/2 ó 173,5
requerendo uma pressão de inflação de 24 lbf/pol2 (PRESSÃO MÍNIMA kg y requiere una presión de inflado de 24 lbf/pulg2 (PRESIÓN MÍNIMA
RECOMENDADA). RECOMENDADA)

VELOCIDADE MÁXIMA 32 KM/h / VELOCIDAD MÁXIMA 32 KM/H


Pressão de Inflação kPa (lbf/pol2) / Presión de Inflado kPa (lbf/pulg2)
Designação
de Tamanho 165 190 220 250 275 305 330 360 385 415 440 470
Designación (24) (28) (32) (36) (40) (44) (48) (52) (56) (60) (64) (68)
de Tamaño Carga por Pneu / Carga por Neumático (kg)

(4) (6) (8)


6.00-16 345 380 415 455 485 515 545 570 600 625 655 675

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Manutenção Mantenimiento de
7. dos Pneus los Neumáticos

A) INCONVENIENTES DA SOBRECARGA A) INCONVENIENTES DE LA SOBRECARGA

A incidência de sobrecarga nos pneus ocasiona um aumento na La sobrecarga causa un aumento de temperatura en los neumáticos y un
temperatura dos mesmos e uma excessiva solicitação dos cordonéis da excesivo esfuerzo de los hilos de la carcasa lo que resulta en la reducción
carcaça, reduzindo a durabilidade do pneu. Para a escolha do pneu certo de la vida útil del neumático. Para la elección del neumático correcto en
em relação à carga utilizada no trabalho, consulte o item 3 deste manual e, función de la carga utilizada en el trabajo, vea al punto 3 de este manual
em caso de dúvidas, consulte o Serviço de Assistência Técnica Pirelli. Evite y, en caso de dudas, consulte al Servicio de Asistencia Técnica Pirelli. Con
com isso a perda prematura do pneu. esto estará previniendo la pérdida prematura del neumático.

B) PRESSÕES B) PRESIONES DE INFLADO

A durabilidade do pneu depende, também, do emprego de pressões La duración del neumático depende también de la utilización de presiones
corretas de inflação e da boa manutenção. de inflado correctas y de un buen mantenimiento.
Portanto, os pneus nunca devem ser usados com pressões insuficientes ou Por lo tanto, los neumáticos no deben nunca utilizarse con presiones
excessivas. Um controle periódico evitará contratempos e prejuízos. de inflado insuficientes o excesivas. Un control periódico evitará
Abaixo, relacionamos algumas conseqüências do incorreto emprego de contratiempos y perjuicios. A continuación algunas consecuencias de
pressões: presiones de inflado incorrectas:

PRESSÕES INSUFICIENTES PRESIÓN INSUFICIENTE


- Diminuição do raio de rolamento e, por conseguinte, do avanço, - Reducción del radio de rodadura y, por consiguiente, de avanzo, causando
acarretando um sensível aumento no consumo de combustível. un sensible aumento de consumo de combustible.
- Ruptura das lonas na zona de flexão, por excessiva movimentação. - Rotura de las capas en la zona de flexión, debido al movimiento excesivo.
- Redução da resistência dos flancos do pneu aos cortes causados pelos - Reducción de la resistencia de los flancos del neumático contra cortes
terrenos. causados por los terrenos.
- Consumo irregular da banda de rodagem. - Consumo irregular de la banda de rodamiento.
- Derrapagem do pneu sobre o aro, com conseqüente arrancamento da - Patinaje del neumático sobre la llanta con consecuente desgarramiento
válvula e dilaceração da câmara de ar. de la válvula y rotura de la cámara de aire.

PRESSÕES EXCESSIVAS PRESIÓN DE INFLADO EXCESIVA


- Maior consumo de combustível. - Mayor consumo de combustible.
- Perda de tração. - Pérdida de tracción.
- Desgaste prematuro da banda de rodagem. - Desgaste prematuro de la banda de rodamiento.
- Impressões profundas sobre o terreno (compactação acentuada). - Surcos profundos sobre el terreno (compactación acentuada).

C) LIMPEZA DOS PNEUS C) LIMPIEZA DE LOS NEUMÁTICOS

Após um trabalho de adubagem, é oportuno lavar os pneus com água Después de un trabajo de fertilización se debe lavar los neumáticos
e sabão neutro para retirar qualquer resíduo químico que possa ser con agua y jabón neutro para eliminar cualquier residuo químico que
prejudicial à borracha. Além disso, deve-se inspecionar com freqüência pueda causar daños al caucho. Además, se debe examinar con frecuencia
o estado externo dos pneus, eliminado os corpos estranhos que el estado exterior de los neumáticos y eliminar cuerpos extraños que
possam penetrar na borracha. Nos casos de cortes ou furos superficiais, hayan penetrado en el caucho. Los cortes y pinchazos deben repararse
providenciar imediata reparação. inmediatamente.

D) ANCORAGEM DO TRATOR D) ANCLAJE DEL TRACTOR

Quando o trator é utilizado para transmitir potência tende a se movimentar. Al utilizarse para transmitir potencia el tractor tiende a desplazarse. Para
Para esses casos, o sistema adequado de bloqueio consiste em colocar lograr un bloqueo absoluto en estos casos, el sistema adecuado de bloqueo
cunhas sob as rodas motrizes para obter um bloqueio absoluto. consiste en calzar con cuñas las ruedas motrices.
Durante a operação de joeiramento, a correia pode danificar os pneus do Durante determinadas labores agrícolas la correa de la máquina puede
trator, quando usado como gerador de potência. Deve-se prevenir esse causar daños a los neumáticos del tractor cuando usado como generador
inconveniente com soluções apropriadas, inclusive desmontando as rodas. de potencia. Este inconveniente debe evitarse con soluciones apropiadas,
incluso el desmontaje de las ruedas.

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Manutenção Mantenimiento de
7. dos Pneus los Neumáticos

E) ELETRICIDADE ESTÁTICA E) ELECTRICIDAD ESTÁTICA

Quando o trator é usado como gerador de potência, é comum o Al usar el tractor como generador de potencia suele generarse electricidad
desenvolvimento de eletricidade estática, o que é perigoso, pois pode estática que presenta el peligro de incendio. Una cadena o cualquier
causar incêndio. Uma corrente ou qualquer outro dispositivo de metal, otro dispositivo de metal conectando a masa la parte metálica del tractor
ligando a parte metálica do trator com a terra, descarregará a eletricidade descargará la electricidad estática.
estática.

F) OTRAS CONSIDERACIONES
F) OUTRAS CONSIDERAÇÕES
Investigaciones realizadas han demostrado que la presión de inflado
Pesquisas realizadas demonstram que o fator de maior influência na vida es el factor de mayor influencia en la vida de un neumático. Por lo tanto
de um pneu é a pressão. Portanto, deve-se manter as pressões dos pneus la presión debe mantenerse de acuerdo con las recomendaciones del
rigorosamente de acordo com as recomendações dos fabricantes, para a fabricante para la carga que debe soportar. El control de la presión deberá
carga que devem suportar. O controle das pressões deverá ser feito com um efectuarse con un manómetro común preferentemente a cada semana,
manômetro comum, de preferência a cada semana, sempre com os pneus siempre con los neumáticos fríos.
frios. Es importante no disminuir nunca la presión cuando el neumático está
É importante nunca diminuir a pressão quando o pneu estiver quente. todavía caliente.

Para esclarecer quaisquer dúvidas, consulte o Serviço de Atendimento ao En caso de dudas consulte al Servicio de Asistencia al Consumidor Pirelli.
Consumidor Pirelli.

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Considerações Consideraciones
8. Teóricas Teóricas

O bom funcionamento do trator depende do conhecimento que o tratorista El buen funcionamiento del tractor depende del conocimiento del operador
tem das características de funcionamento do mesmo. acerca de sus características de funcionamiento. Los neumáticos del tractor
Os pneus montados em um trator têm a função de suportar o peso que tienen como función soportar el peso tanto bajo condiciones estáticas
sobre ele incide, tanto em condições estáticas como dinâmicas, e de como dinámicas y de asegurar la transmisión de las fuerzas motrices o de
garantir a transmissão das forças motrizes ou frenantes do veículo ao frenado del vehículo en el terreno y viceversa.
terreno e vice-versa. Para cumplir con estos requisitos el neumático debe presentar
Para atender a estas exigências, o pneu tem que apresentar determinadas determinadas características de resistencia de la carcasa, adhesión al suelo
características de resistência de carcaça, de aderência ao solo e de y autolimpieza.
autolimpeza. El tractor en movimiento debe vencer a las diversas resistencias causadas
Um trator em movimento encontra uma série de resistências que deve por:
vencer, tais como:
R1 - la tracción de aditamentos o remolques;
R1 - resistência decorrente da tração de implementos ou reboques; R2 - la inclinación del terreno;
R2 - resistência devido à inclinação do terreno; R3 - el giro de las ruedas;
R3 - resistência devido à rotação das rodas; R4 - la inercia durante las variaciones de velocidad;
R4 - resistência devido à inércia durante as variações de velocidade; R5 - diversas causas.
R5 - resistência de natureza diversa.
La fuerza motriz “F” del tractor tiene que vencer a las resistencias
A força motriz “F” do trator tem que vencer as resistências citadas, cujo mencionadas, cuyo total indicamos como siendo R.
total indicamos como sendo R. Al considerar una rueda apoyada sobre el terreno y representar su radio
Se agora levarmos em consideração uma roda apoiada no terreno e como “r”, para poner esa rueda en movimiento y vencer a las resistencias
indicamos com “r” o raio da mesma, para colocarmos em movimento a roda ya mencionadas, se debe aplicar a la rueda un momento motor “Mm” de la
e vencermos as resistências antes mencionadas, devemos aplicar à roda siguiente forma:
um momento motor “Mm” da seguinte forma:
Mm = F.r = R.r
Mm = F.r = R.r
Para que la rueda se mueva con una velocidad angular “ω” la potencia
A fim de que a roda se movimente com velocidade angular “ω”, é indicada debe ser:
necessário que a potência aplicada seja:
N = Mm. ω = R r. ω = R. v
N = Mm. ω = R r. ω = R. v
Donde com v = ω . r, se indica la velocidad periférica de la rueda.
Onde como v = ω . r, indicamos a velocidade periférica da roda. Por lo tanto, la potencia necesaria depende de la velocidad y de la
A potência necessária depende portanto da velocidade e das resistências resistencia aplicadas que actúan sobre el vehículo.
aplicadas que agem sobre o veículo. Para que el vehículo se ponga en marcha debe haber la condición
Para que o veículo possa movimentar-se é necessário que seja verificada a siguiente:
seguinte condição:
Pa. f>R (1)
Pa. f>R (1)
Donde “Pa” indica el peso adhesivo o sea, la porción del peso del vehículo
Onde com “Pa” indicamos o peso aderente, ou seja, a parte do peso do sobre el eje motriz y “f” indica el coeficiente de adhesión.
veículo que grava sobre o eixo motor e com “f” indicamos o coeficiente de Si no se verifica la condición (1) la potencia del motor hace girar la rueda
aderência. pero el tractor permanece estacionario porque el neumático, que es el
Se a condição (1) não é verificada, a potência do motor faz girar a roda, último elemento de la cadena de transmisión del movimiento, desliza
mas o veículo permanece parado porque o pneu, que é último elemento da sobre el suelo.
cadeia de transmissão do movimento, desliza sobre o solo. Para que se verifique la condición (1) se puede actuar tanto sobre “Pa”
Para que se verifique a condição (1) podemos agir tanto sobre “Pa” como como sobre “f”. El aumento del peso de adhesión en general es más
sobre “f”. O aumento do peso aderente em geral é mais interessante e pode interesante y se puede obtener al cargar los neumáticos preferentemente a
ser obtido carregando oportunamente os pneus, de preferência através través de lastrado con agua pero observando que el neumático, de acuerdo
da lastração com água, observando-se todavia, que o pneu, de acordo com con su medida y capacidad de capas soporta un determinado peso máximo
sua medida e capacidade de lonas, suporta um determinado peso máximo permitido como se puede ver en las tablas de cargas y presiones de la
admissível, conforme pode-se ver nas tabelas de cargas e pressões no item sección 3 de este manual.
3 deste manual. Por lo tanto, el incremento del peso de adhesión debe realizarse con
Portanto, o aumento do peso aderente deve ser realizado com o devido el debido cuidado para no causar desgaste excesivo de ciertas partes
cuidado para não provocar desgaste excessivo de certas partes mecânicas mecánicas y de los neumáticos.
e dos pneus. Por otro lado, si el aumento del peso es útil o hasta indispensable
Por outro lado se o aumento do peso é útil ou até indispensável durante durante el periodo de trabajo del tractor, se vuelve nocivo durante las
a fase de trabalho do trator, ele torna-se danoso durante as fases de etapas de transferencia del tractor por la mayor potencia absorbida y
transferência do trator, pela maior potência absorvida e conseqüentemente consecuentemente por el mayor consumo de combustible que requiere.
pelo maior consumo de combustível que requer.

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MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Considerações Consideraciones
8. Teóricas Teóricas

O aumento do coeficiente de aderência “f”, por sua vez, é sempre positivo. El incremento del coeficiente de adhesión “f”, a su vez, es siempre positivo.
O coeficiente de aderência é notavelmente influenciado pelas condições Ese coeficiente es substancialmente afectado por las condiciones del
do terreno, sobre as quais não podemos agir, mas depende também das terreno, sobre las cuales no podemos actuar pero depende también de
características técnicas dos vários tipos de medidas de pneus a serem las características técnicas de los varios tipos de medidas de neumáticos
empregados e que podem apresentar diferentes comportamentos em a utilizar y que pueden presentar distintos comportamientos en función
função do tipo de estrutura, de seu perfil, do tipo de desenho de banda del tipo de estructura, de su perfil, del tipo de dibujo de la banda de
de rodagem, do composto de borracha empregado, das características de rodamiento, del compuesto de caucho utilizado, de las características de
autolimpeza, etc. autolimpieza, etc.
Lembramos que, de acordo com o que já foi abordado no item 7 deste Recordamos que de acuerdo con lo que se ha descrito en la sección 7 de
manual, é sempre interessante haver um certo deslizamento dos pneus, este manual, es siempre interesante que haya un cierto deslizamiento
conforme o tipo de terreno, para se obter a máxima eficiência na tração do de los neumáticos de acuerdo con el tipo de terreno, para obtenerse la
trator. máxima eficiencia de tracción del tractor.

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MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Aros e Llantas y
9. Válvulas Válvulas

PERFIS PARA AROS DE CENTRO REBAIXADO (DC) 5º PARA RODAS DE PERFILES DE LLANTAS DE UNA CAVIDAD (DC) 5º PARA RUEDAS
DIREÇÃO DE TRATORES AGRÍCOLAS, IMPLEMENTOS E MICROTRATORES. DIRECCIONALES DE TRACTORES AGRÍCOLAS, ADITAMENTOS Y MICRO-
TRACTORES

DIÂMETRO DIÂMETRO D L LF (MIN) AF PR (MIN) FIG.


NOMINAL (POL) DIÁMETRO D (mm) (mm) (mm) (mm)
PERFIL
DIÁMETRO (mm)
NOMINAL (PULG)
3.00D 12 304.0+-0.4 76.2+-1.6 10.7 17.8+-0.8 19.0 1
4.00E 16 405.6+-0.4 101.6+-1.6 11.7 20.2+-0.8 25.4 1
19 487.4+-0.8
4.25KA 16 405.6+-0.4 108.0+-1.6 9.1 20.0+-0.8 26.2 1
4.50E 16 405.6+-0.4 114.3+-1.6 11.7 20.2+-0.8 26.2 1
19 487.4+-0.8
4.1/2K 12 304.0+-0.4 114.3+-1.6 9.4 20.0+-0.8 20.3 2
16 405.6+-0.4
5KB 16 405.6+-0.4 127.0+-1.6 9.4 20.0+-0.8 20.3 2
5.00F 19 487.4+-0.8 127.0+-1.6 12.2 22.6+-0.8 26.2 1
20 512.8+-0.8
5.50F 16 405.6+-0.4 139.7+-1.6 12.2 22.6+-0.8 26.2 1
18 462.0+-0.8
20 512.8+-0.8
6LB 16 405.6+-0.4 152.4+-1.6 9.4 22.0+-0.8 25.4 1

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MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Aros e Llantas y
9. Válvulas Válvulas

PERFIS “W” E “DW” PARA AROS 5º CENTRO REBAIXADO (DC) PERFILES DE LLANTAS DE UNA “W” Y DE DOS “DW” CAVIDADES (DC)
PARA RODAS DE TRATORES AGRÍCOLAS

AROS TIPO “W” E “DW” DE CENTRO REBAIXADO DC-5* LLANTAS DE UNA “W” Y DE DOS “DW” CAVIDADES DC-5*

DIMENSÕES (mm) / DIMENSIONES (mm)


Tamanho do Aro
LF AF LT B LR (a) PR (a) β
Tamaño del Aro L RF
mín. ±0.8 mín. máx. mín. mín. máx mín.
W7 177.8 22,6 44,5 83,8
W7L 177.8 7,9 19,7 9,5 23,8 60,5 54,3 9º
W8 203.2 22,6 44,5
W8H 203.2 25,8 33,0 57,1 83,8
W8L 203.2 22,0 38,1
W9 228.6 27,0 50,8
W10 254.0 ± 2,4 25,8 104,1
W10H 254.0 33,0 20,6
W10L 254.0 22,0 57,1
9,5
W11 279.4 160,0
DW11 279.4 53,8 - 34,3
W12 304.8 25,8 11,1 27,0 57,1 160,0 38,1
DW12 304.6 53,8 - 34,3
W13 330.2 57,1 160,0 38,1
W14L 355.6
DW14 355.6 29,0 36,5 63,5 - 27,0 34,3
DW14L 355.6 -
25,8
W15L 381.0 ± 4,7 11,1 33,0 57,1 160,0 20,6 38,1
DW15 381.0 29,0 36,5 63,5 - 27,0 34,3 15º
DW15L 381.0 -
W16L 406.4 25,8 33,0 57,1 160,0
20,6 38,1
W16A 406.4 15,7 15,2 41,1 66,0 160,0
DW16 406.4 ± 6,4 29,0 36,5 63,5 - 27,0 34,3
DW16L 406.4 11,1 11,1 50,8 95,3 -
W18L 457.2 ± 4,7 25,8 33,0 57,1 160,0 20,6 38,1
W18A 457.2 15,7 15,2 41,1 66,0 160,0
DW18 457.2 29,0 36,5 63,5
DW18L 457.2 25,8 50,8 95,3
DW20X26 508.0 36,5 63,5
± 6,4 11,1 11,1 - 27,0 34,3
DW20X30 508.0
DW20X34 508.0 29,0 82,5
DW21 533.4 41,3
DW25 635.0 95,2
DW27 685.8

NOTA: 1) Num mesmo aro a variação da largura (L) não deve exceder NOTA: 1) En la misma llanta la variación de la anchura (L) no debe exceder
4.7mm 2) Para controle das dimensões dos aros veja seção de inspeção a 4,7mm 2) Para control de las dimensiones de las llantas, vea la sección de
inspección

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Aros e Llantas y
9. Válvulas Válvulas

VÁLVULAS

VÁLVULAS PARA PNEU SEM CÂMARA PARA USO AGRÍCOLA


VÁLVULAS PARA NEUMÁTICO SIN CÁMARA PARA UTILIZACIÓN AGRÍCOLA

VÁLVULA  FURO DO ARO PRESSÃO MÁXIMA


VALVULA  DEL AGUJERO DE LA LLANTA PRESIÓN MÁXIMA
TR-618A 15,9 1035 kPa (150 lbf/pol2)
Nota: torque recomendado para montagem da válvula: 52 a 63 kg.cm
Nota: Par de apriete recomendado para montaje de la válvula: 52-63 kg.cm

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Tabelas de Conversão e Tablas de Conversión y
10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

PARA CONVETER EM MULTIPLIQUE POR


Jarda (yd) Metro (m) 0.9144
Metro (m) Jarda (yd) 1.094
MEDIDAS LINEARES

Metro (m) Pé (ft) 3.281


Metro (m) Polegada (in) 39.37
Milha Metro (m) 1,852.0
Milha Quilômetro (km) 1.609
Milímetro (mm) Polegada (in) 0.03937
Pé (ft) Metro (m) 0.3048
Polegada (in) Metro (m) 0.0254
Polegada (in) Milímetro (mm) 25.4
Quilômetro (km) Milha 0.62137
PARA CONVETER EM MULTIPLIQUE POR
Acre Hectare (há) 0.404684
Acre Metro Quadrado (m2) 4,046.84
Centímetro Quadrado (cm2) Pé Quadrado (sq. ft) 0.00107
MEDIDAS DE SUPERFÍCIE

Centímetro Quadrado (cm2) Polegada Quadrada (sq. in) 0.155


Hectare (ha) Acre 2.4710
Metro Quadrado (m2) Acre 0.0002471
Metro Quadrado (m2) Pé quadrado (sq. ft) 10.76
Milha Quadrada (sq. m) Quilômetro Quadrado (km2) 2.59
Milímetro Quadrado (mm2) Polegada Quadrada (sq. in) 0.00155
Pé Quadrado (sq. ft) Centímetro Quadrado (cm2) 0.000009
Pé Quadrado (sq. ft) Metro Quadrado (m2) 0.0929
Polegada Quadrada (sq. in) Centímetro Quadrado (cm2) 6.452
Polegada Quadrada (sq. in) Milímetro Quadrado (mm2) 645.2
Quilômetro Quadrado (km2) Milha Quadrada (sq. m) 0.3861
PARA CONVETER EM MULTIPLIQUE POR
Centímetro Cúbico (cm3) Polegada Cúbica (cu. in) 0.061025
Galão Americano (US. gal) Litro (l) 3.785
MEDIDAS DE VOLUME

Jarda Cúbica (cu. yd) Metro Cúbico (m3) 0.76452


Litro (l) Galão Americano (US. gal) 0.2642
Litro (l) Pé Cúbico (cu. ft) 0.0353
Litro (l) Polegada Cúbica (cu. in) 61.025
Metro Cúbico (m3) Jarda Cúbica (cu. yd) 1.308
Metro Cúbico (m3) Pé Cúbico (cu. ft) 35.315
Pé Cúbico (cu. ft) Litro (l) 28.320
Pé Cúbico (cu. ft) Metro Cúbico (m3) 0.02832
Polegada Cúbica (cu. in) Centímetro Cúbico (cm3) 16.39
Polegada Cúbica (cu. in) Litro (l) 0.01639
PARA CONVETER EM MULTIPLIQUE POR
Grama (g) Grão (Av. y Troy) 15.4
Grama (g) Onça (oz) 0.03527
MEDIDAS DE PESO

Grão (Av. y Troy) Grama (g) 0.06


Libra (lb) Onça (oz) 16.0
Libra (Ib) Quilo (kg) 0.4536
Onça (oz) Grama (g) 28.350
Onça (oz) Libra (Ib) 0.0625
Onça (oz) Quilo (kg) 0.02835
Quilo (kg) Libra (lb) 2.2046
Quilo (kg) Onça (oz) 35.27

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Tabelas de Conversão e Tablas de Conversión y
10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

PARA CONVERTIR EN MULTIPLIQUE POR


Yarda (yd) Metro (m) 0.9144
Metro (m) Yarda (yd) 1.094
MEDIDAS LINEALES

Metro (m) Pie (ft) 3.281


Metro (m) Pulgada (in) 39.37
Milla Metro (m) 1,852.0
Milla Kilómetro (km) 1.609
Milímetro (mm) Pulgada (in) 0.03937
Pie (ft) Metro (m) 0.3048
Pulgada (in) Metro (m) 0.0254
Pulgada (in) Milímetro (mm) 25.4
Kilómetro (km) Milla 0.62137
PARA CONVERTIR EN MULTIPLIQUE POR
Acre Hectárea (ha) 0.404684
Acre Metro Cuadrado (m2) 4,046.84
Centímetro Cuadrado (cm2) Pie Cuadrado (sq. ft) 0.00107
MEDIDAS DE SUPERFICIE

Centímetro Cuadrado (cm2) Pulgada Cuadrada (sq. in) 0.155


Hectárea (ha) Acre 2.4710
Metro Cuadrado (m2) Acre 0.0002471
Metro Cuadrado (m2) Pie Cuadrado (sq. ft) 10.76
Milla Cuadrada (sq. m) Kilómetro Cuadrado (km2) 2.59
Milímetro Cuadrado (mm2) Pulgada Cuadrada (sq. in) 0.00155
Pie Cuadrado (sq. ft) Centímetro Cuadrado (cm2) 0.000009
Pie Cuadrado (sq. ft) Metro Cuadrado (m2) 0.0929
Pulgada Cuadrada (sq. ft) Centímetro Cuadrado (cm2) 6.452
Pulgada Cuadrada (sq. ft) Milímetro Cuadrado (mm2) 645.2
Kilómetro Cuadrado (km2) Milla Cuadrada (sq. m) 0.3861
PARA CONVERTIR EN MULTIPLIQUE POR
Centímetro Cúbico (cm3) Pulgada Cúbica (cu. in) 0.061025
Galón Americano (US. gal) Litro (l) 3.785
MEDIDAS DE VOLUMEN

Yarda Cúbica (cu. yd) Metro Cúbico (m3) 0.76452


Litro (l) Galón Americano (US. gal) 0.2642
Litro (l) Pie Cúbico (cu. ft) 0.0353
Litro (l) Pulgada Cúbica (cu. in) 61.025
Metro Cúbico (m3) Yarda Cúbica (cu. yd) 1.308
Metro Cúbico (m3) Pie Cúbico (cu. ft) 35.315
Pie Cúbico (cu. ft) Litro (l) 28.320
Pie Cúbico (cu. ft) Metro Cúbico (m3) 0.02832
Pulgada Cúbica (cu. in) Centímetro Cúbico (cm3) 16.39
Pulgada Cúbica (cu. in) Litro (l) 0.01639
PARA CONVERTIR EN MULTIPLIQUE POR
Grama (g) Grano (AV. y Troy) 15.4
Grama (g) Onza (oz) 0.03527
MEDIDAS DE PESO

Grano (Av y Troy) Grama (g) 0.06


Libra (lb) Onza (oz) 16.0
Libra (lb) Kilo (kg) 0.4536
Onza (oz) Grama (g) 28.350
Onza (oz) Libra (lb) 0.0625
Onza (oz) Kilo (kg) 0.02835
Kilo (kg) Libra (lb) 2.2046
Kilo (kg) Onza (oz) 35.27

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MANUAL TÉCNICO DE PNEUS PARA AGRICULTURA
MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Tabelas de Conversão e Tablas de Conversión y
10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

TABELA DE PESOS ESPECÍFICOS

PRODUTOS AGROPECUÁRIOS PESO UNIDADE


ALGODÃO (em fardo, dependendo da prensagem) 180-250 kg p/ fardo
ARROZ 560 kg/m3
CEVADA 620 kg/m3
FARELO 250 kg/m3
FENO (prensado) 170 kg/m3
FENO (solto) 70 kg/m3
LARANJA (caixa com dimensões p/ exportação) 40 kg/caixa
LEITE 1.040-1.200 kg/1.000 l
MANTEIGA 800 kg/m3
MILHO (graúdo debulhado) 900 kg/m3
MILHO (graúdo em espigas) 720 kg/m3
MILHO (debulhado) 780-900 kg/m3
MILHO (pequeno em espigas) 450 kg/m3
SEBO 230-260 kg/m3
SEMENTE DE ALGODÃO 420 kg/m3
TRIGO 620-760 kg/m3

MADEIRAS PESO UNIDADE


AMENDOIM 770 kg/m3
ANGICO 700-960 kg/m3
CABREÚVA 980 kg/m3
CANELA 530 kg/m3
CAVIÚNA 870 kg/m3
CEDRO 420 kg/m3
EUCALIPTO 930-980 kg/m3
IPÊ 960-1.030 kg/m3
JACARANDÁ 790 kg/m3
JATOBÁ 910-1.020 kg/m3
PAINEIRA 250-340 kg/m3
PAU MARFIM 800-870 kg/m3
PEROBA 770-870 kg/m3
PINHO-DO-PARANÁ 520-570 kg/m3

MATERIAIS COMBUSTÍVEIS PESO UNIDADE


ÁLCOOL 790 kg/1.000 l
BENZINA 700-750 kg/1.000 l
CARVÃO COQUE 360-530 kg/m3
CARVÃO VEGETAL DE MADEIRA LEVE 150 kg/m3
CARVÃO VEGETAL DE MADEIRA PESADA 220 kg/m3
GASOLINA COMUM 720-770 kg/1.000 l
HULHA 1.200-1.500 kg/m3
LENHA 340-420 kg/m3
ÓLEO DIESEL (crú) 840-860 kg/1.000 l
QUEROSENE 700-750 kg/1.000 l

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MANUAL TÉCNICO DE NEUMÁTICOS PARA AGRICULTURA
Tabelas de Conversão e Tablas de Conversión y
10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

TABLA DE PESOS ESPECÍFICOS

PRODUCTOS AGROPECUARIOS PESO UNIDAD


ALGODÓN (en fardos dependiendo del prensado) 180-250 kg p/ fardo
ARROZ 560 kg/m3
CEBADA 620 kg/m3
AFRECHO 250 kg/m3
HENO (prensado) 170 kg/m3
HENO (suelto) 70 kg/m3
NARANJA (caja con dimensiones para exportación) 40 kg/caja
LECHE 1.040-1.200 kg/1.000 l
MANTECA 800 kg/m3
MAÍZ (grande desgranado) 900 kg/m3
MAÍZ (grande en espigas) 720 kg/m3
MAÍZ (desgranado) 780-900 kg/m3
MAÍZ (pequeño en espigas) 450 kg/m3
SEBO 230-260 kg/m3
SEMILLA DE ALGODÓN 420 kg/m3
TRIGO 620-760 kg/m3

MADERA PESO UNIDAD


CACAHUETE 770 kg/m3
ANGICO* 700-960 kg/m3
CABREÚVA* 980 kg/m3
CANELA 530 kg/m3
CAVIUNA* 870 kg/m3
CEDRO 420 kg/m3
EUCALIPTO 930-980 kg/m3
TECOMA 960-1.030 kg/m3
JACARANDÁ 790 kg/m3
YATAZ 910-1.020 kg/m3
PAINEIRA* 250-340 kg/m3
PAU MARFIM* 800-870 kg/m3
PEROBA* 770-870 kg/m3
PINHO-DO-PARANÁ* 520-570 kg/m3

MATERIALES COMBUSTIBLES PESO UNIDAD


ALCOHOL 790 kg/1.000 l
BENZINA 700-750 kg/1.000 l
CARBÓN DE COQUE 360-530 kg/m3
CARBÓN VEGETAL DE MADERA LIVIANA 150 kg/m3
CARBÓN VEGETAL DE MADERA PESADA 220 kg/m3
GASOLINA COMÚN 720-770 kg/1.000 l
HULLA 1.200-1.500 kg/m3
LEÑA 340-420 kg/m3
GASÓLEO (crudo) 840-860 kg/1.000 l
QUEROSENO 700-750 kg/1.000 l
* Brasil

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10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

TABELA DE PESOS ESPECÍFICOS

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO PESO UNIDADE


ALCATRÃO 1.000-1.200 kg/1.000 l
AREIA MOLHADA 1.900-2.100 kg/m3
AREIA SECA, BATIDA 1.600-1.900 kg/m3
AREIA SECA, SOLTA 1.500-1800 kg/m3
AREIA ÚMIDA, SOLTA 1.900 kg/m3
ARGAMASSA 1.400-1.800 kg/m3
ARGAMASSA COM CASCALHO 2.500 kg/m3
ARGAMASSA COM CASCALHO, SECA 2.200 kg/m3
ARGILA MOLHADA 1.900-2.250 kg/m3
ARGILA REFRATÁRIA 2.100 kg/m3
ARGILA SECA, SOLTA 1.000-1.400 kg/m3
ARGILA SÓLIDA 1.900-2.400 kg/m3
ARGILA E PEDREGULHOS, SECOS 1.600 kg/m3
BETUME 1.100-1.200 kg/m3
CAL EM BARRIL 1.100 kg/m3
CAL MOÍDA, SOLTA 900-1.150 kg/m3
CAL VIVA 1.500 kg/m3
CAL VIVA, MOÍDA, SACUDIDA 1.200 kg/m3
GRANITO BRITADO 1.600 kg/m3
GRANITO EM BLOCOS 2.700 kg/m3
MÁRMORE 2.500-2.700 kg/m3
PEDRA BRITADA 1.600 kg/m3
PEDREGULHO 1.600-1.900 kg/m3
PEDREGULHO E AREIA, MOLHADOS 1.850-2.100 kg/m3
PEDREGULHO E AREIA, SECOS 1.400-1.800 kg/m3
TELHA 1.600-1.800 kg/m3
TERRA COMUM, SECA, SOLTA 1.000-1.300 kg/m3
TERRA MOLHADA, MOLE (barro) 1.700-1.900 kg/m3
TERRA MOLHADA, MOLE, PRENSADA 1.800-1.900 kg/m3
TERRA SECA, COMPRIMIDA 1.400-1.600 kg/m3
TERRA SECA, SACUDIDA 1.300-1.500 kg/m3
TERRA ÚMIDA, COMPRIMIDA 1.400-1.600 kg/m3
TERRA ÚMIDA, SACUDIDA 1.200-1.450 kg/m3
TERRA ÚMIDA, SOLTA 1.100-1.200 kg/m3
TERRA E AREIA OU PEDREGULHO, MOLHADOS 1900 kg/m3
TERRA E AREIA OU PEDREGULHO, SECOS, SOLTOS 1.600-1.900 kg/m3
TIJOLO COMUM 1.300-1.700 kg/m3
TIJOLO FURADO 600-800 kg/m3

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TABLA DE PESOS ESPECÍFICOS

MATERIAL DE CONSTRUCCIÓN PESO UNIDAD


ALQUITRÁN 1.000-1.200 kg/1.000 l
ARENA MOJADA 1.900-2.100 kg/m3
ARENA SECA, COMPACTADA 1.600-1.900 kg/m3
ARENA SECA, SUELTA 1.500-1800 kg/m3
ARENA HÚMEDA, SUELTA 1.900 kg/m3
ARGAMASA 1.400-1.800 kg/m3
ARGAMASA CON CASCAJO 2.500 kg/m3
ARGAMASA CON CASCAJO, SECA 2.200 kg/m3
ARCILLA HÚMEDA 1.900-2.250 kg/m3
ARCILLA REFRACTARIA 2.100 kg/m3
ARCILLA SECA, SUELTA 1.000-1.400 kg/m3
ARCILLA SÓLIDA 1.900-2.400 kg/m3
ARCILLA Y GRAVA, SECAS 1.600 kg/m3
BETUMEN 1.100-1.200 kg/m3
CAL, EN BARRIL 1.100 kg/m3
CAL MACHACADA, SUELTA 900-1.150 kg/m3
CAL VIVA 1.500 kg/m3
CAL VIVA, MACHACADA, SACUDIDA 1.200 kg/m3
GRANITO TRITURADO 1.600 kg/m3
GRANITO EN BLOQUES 2.700 kg/m3
MÁRMOL 2.500-2.700 kg/m3
ROCA MACHACADA 1.600 kg/m3
GRAVA 1.600-1.900 kg/m3
GRAVA Y ARENA, MOJADOS 1.850-2.100 kg/m3
GRAVA Y ARENA, SECOS 1.400-1.800 kg/m3
TEJA 1.600-1.800 kg/m3
TIERRA COMÚN, SECA, SUELTA 1.000-1.300 kg/m3
TIERRA MOJADA, BLANDA 1.700-1.900 kg/m3
TIERRA MOJADA, BLANDA, COMPACTADA 1.800-1.900 kg/m3
TIERRA SECA, COMPRIMIDA 1.400-1.600 kg/m3
TIERRA SECA, SACUDIDA 1.300-1.500 kg/m3
TIERRA HÚMEDA, COMPRIMIDA 1.400-1.600 kg/m3
TIERRA HÚMEDA, SACUDIDA 1.200-1.450 kg/m3
TIERRA HÚMEDA, SUELTA 1.100-1.200 kg/m3
TIERRA Y ARENA O GRAVA, MOJADAS 1900 kg/m3
TIERRA Y ARENA O GRAVA, SECOS, SUELTOS 1.600-1.900 kg/m3
LADRILLO COMÚN 1.300-1.700 kg/m3
LADRILLO PERFORADO 600-800 kg/m3

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10. de Pesos Específicos de Pesos Específicos

PROFUNDIDADE EM MILÍMETROS DOS PNEUS DIAGONAIS PARA TRATORES E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS


PROFUNDIDAD EN MILÍMETROS DE LOS NEUMÁTICOS DIAGONALES PARA TRACTORES AGRÍCOLAS Y ADITAMENTOS

MEDIDA TIPOS
CT65 TD92 TD300 TD500 RA28 RA45
11L15 – – – – – 9,0
6.00-16 – 16,0 – 14,5 – 6,0
7.50-16 – 19,0 – 15,5 – 7,0
9.00-16 – – 23,5 18,0 – –
10.00-16 – – 27,0 23,0 – –
10.5/65-16 – – – – 11,0 –
7.50-18 11,2 19,0 – 15,5 – 7,6
10.5/80-18 – – – – – 9,5
6.50-20 – – – – – 6,9
7.50-20 – – – – – 7,6

PROFUNDIDADE EM MILÍMETROS DOS PNEUS DIAGONAIS PARA TRATORES AGRÍCOLAS E COLHEITADEIRAS


PROFUNDIDAD EN MILÍMETROS DE LOS NEUMÁTICOS DIAGONALES PARA TRACTORES AGRÍCOLAS Y COSECHADORAS

MEDIDA TIPOS
TG22 PD22 MB39 Tl11 TM93 TM95 TM94
6-12 19,0 – – – – – –
9.5-24 – – – – – 33,0 –
12.4-24 – – – – – 36,0 –
14.9-24 – 73,0 – – 39,0 38,0 –
14.9-26 – – – – – 38,0 –
18.4-26 – – 39,0 – – – –
23.1-26 – 81,0 41,0 – – – –
28.1-26 – – 41,0 – – – –
12.4-28 – – – – 36,0 36,0 –
14.9-28 – 73,0 – – 39,0 38,0 –
16.9-28 – – – – – 39,0 –
16.9-30 – – – – 39,5 – –
18.4-30 – 73,0 39,0 – 41,0 40,0 –
21L-30 – – 39,0 – – – –
23.1-30 – 89,0 – – – 43,0 –
24.5-32 – – – – – 43,5 –
30.5L-32 – – 47,0 – – – –
35.5L-32 – – 47,0 – – – –
16.9-34 – – – – – – 40,0
18.4-34 – – – 29,0 41,0 40,0 –
12.4-36 – – – – 36,0 – –
12.4-38 – – – – 36,0 – –
13.6-38 – – – – – 36,8 –
15.5-38 – – – – – 37,0 –
18.4-38 – – – – – 40,0 –
20.8-38 – – – – – 42,0 –

40