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s hospitais filantrópicos poderão contar com uma nova linha de crédito de R$ 1 bilhão,

lançada esta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto. Resultado de parceria entre o


Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da
Saúde, o “BNDES Saúde” destina financiamentos a instituições filantrópicas de saúde
sem fins lucrativos que prestam atendimentos a usuários do Sistema Único de Saúde
(SUS).
O objetivo é aprimorar a gestão das entidades filantrópicas de saúde, responsáveis por

metade dos atendimentos do SUS. A expectativa é que a iniciativa contribua para

melhorar a qualidade do serviço prestado à população, com redução do tempo de

atendimento e da taxa de mortalidade hospitalar.

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, o programa de linha de crédito permitirá que

o BNDES destine financiamentos àqueles que mais precisam, como as Santas Casas:

“Quem precisava [de financiamento] para o bem, como a Santa Casa, ia a outros

estabelecimentos bancários e pegava os juros a 4, 5 vezes superior”, afirmou o

presidente, durante o lançamento do programa. Agora, o governo apoia a recuperação

financeira destas instituições e a consequente melhoria do atendimento público prestado

por elas.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou durante o evento que não precisa

mais haver instituição financeira entre o BNDES e o hospital, como antes. ”O BNDES

assinou com o Ministério da Saúde o contrato das Santas Casas. O Fundo Nacional de

Saúde garante para que não haja inadimplência e o default em relação ao BNDES, que

nós repassaremos os recursos da parcela na data certa, no dia combinado, o que abre

espaço para o BNDES trabalhar com a menor taxa de juros que vocês já tiveram”, disse o

ministro . Ele destacou que os juros não passarão de 9%, enquanto o mercado trabalha

com cerca de 20%.

Para participar, os hospitais filantrópicos devem apresentar diagnóstico institucional e

plano de ação. O BNDES Saúde contará com dois subprogramas: um voltado à melhorias

de gestão, governança e eficiência operacional das entidades e outro, para ampliação e

modernização dos hospitais.