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UNIVERDIDADE FEDERAL DA BAHIA

INSTITUTO DE LETRAS

DATA: 14/02/2013

DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA LET A 21

PROFESSORA: ALVANITA ALMEIDA SANTOS

ASSUNTO: RELACIONAR OS TEXTOS: IDENT.CULTURAL PÓS- MODERNO COM ESTAMPAS DO


IMAGINÁRIO

ALUNA: MARIA DA CONCEIÇÃO N. DOS SANTOS

As nações buscam uma identidade através de uma cultura homogênea, ainda que se
observe que a nacionalidade não está vinculada ao local de nascimento, sabendo se
que a sua construção é consequência da sua representatividade.

As narrativas históricas ou estóricas são sempre recheadas de utopias e invenções que


convergem para solidificar a Nação. Criando no cidadão a ideia de lealdade e
identidade, mas são apenas ideias fantasiosas baseadas em mitos, epopeias e
fracassos, tradições, intemporalidade, mitos de fundação e fatos reais ( fundação de
Roma; dia D na segunda guerra mundial) se comparar a cultura brasileira com a de
outros países tem-se um retrato fiel do perfil de nacionalização.

Pode-se citar como exemplo o Império Britânico cuja nacionalização se deu pela
imposição dos vencedores aos vencidos, sem se esquecer que os beligerantes eram
egressos de etnias e cor semelhantes. Os vencedores para forjar a nacionalização
impingia a indulgência dos vencidos, indulgência esta que nunca se efetivou
plenamente.

No Brasil a (estória dos indígenas receptivos e humildes) é questionável. Os indígenas


do Brasil eram antropófagos e guerreiros, fato questionável com relação a descrição
feita por Pero Vaz de Caminha. Em razão disso a nacionalização brasileira, até hoje, é
discutível. A discriminação e o “apartheid camuflado” que se impõe as raças e as
camadas sociais menos privilegiadas. Os colonizadores sempre olharam os colonizados
com indiferença e desprezo, achando-os inferiores. Como unificar classes tão
díspares?.

Não se deve deixar de observar a exclusão da participação do negro na unidade


nacional, o braço forte do negro foi a base de todo o investimento sócio- econômico
do país, mais nunca foi reconhecido e muito menos citado até o século XIX. Até
apresente data as estratificação social está estanque, sem muitas perspectivas de
evolução, ainda que representante de camadas menos privilegiadas possuam recursos
econômicos de estratificação superior.

Tanto Hall quanto Eneida, se assemelham quando falam sobre comunidades


imaginadas, que é, a imposição ou atribuições de valores para reverter ou manter as
regras que organizam a representação dessas “Nações”.