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Dia g nó stic o

MUNICIPALIDAD DE CAJUATA
3º SECCIÓN MUNICIPAL- PROVINCIA INQUISIVI
FONDO NACIONALDE DESARROLLO ALTERNATIVO
INGENIERIA AGRONOMA ASOCIADOS SIGLO XXI

PLAN
DE DESARROLLO
LA PAZ MUNICIPAL

CAJUATA

M unic pio de
CAJ U AT A

CAJ U AT A - BOLI V IA
2006

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 1


Dia g nó stic o

PRESENTA CI ÓN

En t r e l o s m eses d e No vi em br e d el 2 0 0 5 y M a r z o d el 2 0 0 6 , el M u n i ci pi o d e
Ca ju a t a h a vi vi d o u n o d e l o s pr o ceso s m á s i m po r t a n t es d e pl a n i fi ca ci ó n
co n cer t a d a , las Ba ses, OTB´ s, Co m i t é de Vi g i l a n ci a y Go bi er n o
M u n i ci pa l m i em br o s d e l a m i sm a , a con vo ca t o r i a d e l a Mu n i ci pa l i d a d y
l a En t i d a d Ejecu t o r a I .A.A.S. Si g l o XXI Sr l . h a n pa r t i ci pa d o a ct i va m en t e
en el pr o ceso d e El a bo r a ci ó n d el PD M, l a s m i sm a s ex pr esa r o n las
n ecesi d a d es e i n qu i et u d es qu e per m i t i er o n co n t a r co n i n su m o s
i m po r t a n t es pa r a co n so l i d a r el m i sm o .

La si st em a t i z a ci ó n d e t o d a l a i n fo r m a ci ó n br i n d a d a po r l o s a ct o r es
so ci a l es en est e t r a ba jo , es l a qu e n o s o fr ece u n a vi si ó n m u n i ci pa l ,
est r a t eg i a s d e d esa r r o l l o , pr o g r a m a s y pr o yect o s qu e en l o s pr ó x i m o s
ci n co a ñ o s ser á n l a l í n ea a seg u i r pa r a co n seg u i r u n a r ea l i n ser ci ó n en
pr o g r a m a s d e d esa r r o l l o , h ech o ba st a n t e a n h el a d o en n u est r a z o n a .

La el a bo r a ci ó n d el PD M se h a en m a r ca d o d en t r o d e t o d a s l a s n o r m a s y
t ér m i n o s d e r efer en ci a pr o pu est o s pa r a l a ejecu ci ó n d e est e t r a ba jo , el
M u n i ci pi o esper a qu e el m i sm o si r va co m o ba se pa r a co n so l i d a r u n a
est r u ct u r a i n st i t u ci o n a l só l i d a y so br e t o d o pa r a m ejo r a r l a ca l i d a d d e
vi d a de l a s co m u n i d a d es qu e se en cu en t r a n en la ju r i sd i cci ó n
m u n i ci pa l .

Co m o ver á n est e l o g r o es el r esu l t a d o d e u n t r a ba jo co n ju n t o , po r el l o


qu e pr esen t o el PLA N D E D ESARRO LLO MU NI CI PAL 2 0 0 7 - 2 0 1 1 d el
M u n i ci pi o d e Ca ju a t a , en est e se pl a sm a n l a s n ecesi d a d es y a spi r a ci o n es
qu e d ebem os sa t i sfa cer pa r a sa l i r d e l a s co n d i ci o n es ex t r em a s d e
po br ez a en l a s cu a l es est a m o s i n m er sos. Est e es el i n i ci o , per o es d eber d e
n o so t r o s co m o Au t o r i d a d es y u st ed es co m o m i em b r o s d el Co n t r o l So ci a l
h a cer efect i vo t o d o cu a n t o n o s o fr ece est e i n st r u m en t o d e pl a n i fi ca ci ó n .

Fi n a l m en t e i n vi t o a i n st i t u ci o n es pú bl i ca s y pr i va d a s; n a ci o n a l es e
i n t er n a ci o n a l es, su m a r se a l esfu er z o d i g n o pa r a sa ca r a d el a n t e u n a

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z o n a po r d em á s a t r a ct i va y co n g en t e m u y t r a ba ja d o r a qu e sa br á
r espo n d er a l o s r et os qu e h a ya qu e en fr en t a r en b en efi ci o d e n u est r o
d esa r r o l l o .

Ben ed i ct o Ca l d er ó n Mo r a l es

H ONORABLE ALCALD E M U NI CI PAL

FI NANCI AD O PO R:
FOND O NACI O NAL D E D ESARROLLO ALTERNATI VO
H ONORABLE ALCALD Í A M U NI CI PAL D E CAJU ATA

SU PERVI SAD O:
I n g . Ja vi er Teja d a
CO NSU LTOR FONAD AL
I n g . Ro sm er y Lá z a r o
SU PERVI SOR D EL PROYECTO

ELABORAD O POR:
I n g en i er í a Ag r ó n o m a Aso ci a d o s Si g l o XXI Sr l .
Co o r d i n a d o r Pr o yect o : I n g . Br a u l i o Ad r i á n
Vá squ ez

H ONORABLE CONSEJO M U NI CI PAL ( H CM ) :

H . Lu ci o H u a n t a M .
PRESI D ENTE
H . Ti t o Vei z a g a Co ssi o
VI CEPRESI D ENTE
H . Fél i x Ca spa Ca ch i .
SECRETARI O

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H . Sr a . Resba H u a r a ch i F.
CONCEJAL
H . Fél i x M a d a n i Fer n á n d ez
CONCEJAL

CO M I TÉ D E VI GI LANCI A:

Al eja n d r o Bl a cu t Ca bez a s
RERESENTANTE D EL CO M I TÉ D E VI GI LANCI A.

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INDICE

I. DIAGNOSTICO.................................................................................................................. 1
A. ASPECTOS ESPACIALES ............................................................................................... 1
A.1. UBICACIÓN GEOGRAFICA ........................................................................................1
A.1.1. LÍMITES PROVINCIALES...............................................................................................1
A.1.2. LÍMITES TERRITORIALES..............................................................................................1
A.1.3. EXTENSIÓN................................................................................................................3
A.2. DIVISION POLITICO – ADMINISTRATIVA ..................................................................3
A.2.1. CANTONES Y SUS COMUNIDADES.................................................................................4
A.2.2. DISTRITOS ................................................................................................................6
A.3. MANEJO ESPACIAL ...................................................................................................8
A.3.1. USO Y OCUPACIÓN DEL ESPACIO.................................................................................8
B. ASPECTOS FISICOS NATURALES.................................................................................8
B.1. DESCRIPCION FISIOGRAFICA................................................................................10
B.1.1. ALTITUDES...............................................................................................................10
B.1.2. RELIEVE. .................................................................................................................11
B.2. CARACTERÍSTICAS FÍSICO - BIOLOGICAS.......................................................................12
B.2.1. PISOS ECOLÓGICOS Y ZONAS AGROECOLÓGICAS. .....................................................12
B.2.1.1. CLIMA...................................................................................................................15
B.2.1.1.1. TEMPERATURAS MÁXIMAS Y MÍNIMAS ...................................................................15
B.2.1.1.2. PRECIPITACIONES PLUVIALES PERIODOS. ............................................................16
B.2.1.1.3. RIESGOS CLIMÁTICOS.........................................................................................17
B.2.1.2. SUELOS................................................................................................................18
B.2.1.2.1. PRINCIPALES CARACTERÍSTICAS..........................................................................18
B.2.1.2.2. ZONAS Y GRADOS DE EROSIÓN ............................................................................19
B.2.1.2.3. PRÁCTICAS Y SUPERFICIES RECUPERADAS...........................................................20
B.2.1.3. FLORA ..................................................................................................................20
B.2.1.4. FAUNA ..................................................................................................................21
B.2.1.5. RECURSOS FORESTALES .......................................................................................21
B.2.1.6. RECURSOS HÍDRICOS ............................................................................................21
B.2.1.6.1. FUENTES DE AGUA, DISPONIBILIDAD Y CARACTERÍSTICAS ......................................22
B.2.1.6.2. CUENCAS, SUB CUENCAS Y RÍOS EXISTENTES ......................................................22
B.2.1.7. RECURSOS MINERALES .........................................................................................24
B.2.1.7.1. PRINCIPALES METALES Y NO METALES .................................................................24
B.2.2. COMPORTAMIENTO AMBIENTAL .................................................................................24
B.2.2.1. SUELO ..................................................................................................................24
B.2.2.2. AIRE .....................................................................................................................24
B.2.2.3. AGUA ...................................................................................................................25
B.2.2.4. INCLEMENCIAS .............................................................................................25

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C. ASPECTOS SOCIO CULTURALES ............................................................................... 25


C.1. ASPECTOS HISTORICOS........................................................................................25
C.2. DEMOGRAFIA ..........................................................................................................26
C.2.1. POBLACIÓN POR EDAD Y SEXO ..................................................................................26
C.2.2. NÚMERO DE FAMILIAS POR CANTÓN ..........................................................................31
C.2.3. DENSIDAD POBLACIONAL .........................................................................................32
C.2.4. ESTRUCTURA DE LA POBLACIÓN: RURAL Y URBANA ...................................................32
C.3.1. EMIGRACIÓN ...........................................................................................................32
C.3.1.1. TEMPORAL: PROPORCIÓN SEGÚN TIEMPO, ÉPOCA, EDAD SEXO Y OCUPACIÓN ...........32
C.3.1.2. DEFINITIVA: PROPORCIÓN SEGÚN TIEMPO, ÉPOCA, EDAD SEXO Y OCUPACIÓN ...........33
C.3.2. INMIGRACIÓN ...........................................................................................................33
C.3.3. TASA DE NATALIDAD ................................................................................................33
C.3.4. TASA DE MORTALIDAD GENERAL, MATERNA E INFANTIL. ..............................................33
C.3.5. TASA DE CRECIMIENTO POBLACIONAL ........................................................................34
C.3.6. TASA DE ANALFABETISMO POR SEXO ........................................................................34
C.3.7. ESPERANZA DE VIDA. ................................................................................................35
C.4. BASE CULTURAL DE LA POBLACION.....................................................................36
C.4.1. ORIGEN ÉTNICO ........................................................................................................36
C.4.2. IDIOMAS ..................................................................................................................36
C.4.3. RELIGIONES Y CREENCIAS ........................................................................................37
C.4.4. CALENDARIO FESTIVO Y RITUAL .................................................................................37
C.5. EDUCACION.............................................................................................................38
C.5.1. EDUCACIÓN FORMAL................................................................................................38
C.5.1.1. ESTRUCTURA INSTITUCIONAL: NUMERO, TIPO Y COBERTURA DE LOS
ESTABLECIMIENTOS ..................................................................................................38
C.5.1.2. UBICACIÓN DE LOS ESTABLECIMIENTOS ..................................................................42
C.5.1.3 ESTADO Y CALIDAD DE LA INFRAESTRUCTURA Y EQUIPAMIENTO DISPONIBLE ..............43
C.5.1.4. DOTACIÓN DE SERVICIOS BÁSICOS POR ESTABLECIMIENTO ......................................44
C.5.1.5. COBERTURA ESCOLAR ..........................................................................................44
C.5.1.6. DESERCIÓN ESCOLAR ...........................................................................................45
C.5.1.7. PERSONAL DOCENTE Y ADMINISTRATIVO EN EL MUNICIPIO DE CAJUATA ....................46
C.5.1.8. GRADO DE APLICACIÓN Y EFECTOS DE LA REFORMA EDUCATIVA ...............................47
C.5.2. EDUCACIÓN ALTERNATIVA.........................................................................................47
C.5.2.1. COBERTURA .........................................................................................................48
C.5.2.2. PERSONAL RESPONSABLE .....................................................................................48
C.5.2.3. INFRAESTRUCTURA, MOBILIARIO Y EQUIPAMIENTO ..................................................49
C.5.2.4. NUMERO DE INSTITUCIONES DE CAPACITACIÓN. ......................................................49
C.5.3. CALIDAD Y COBERTURA DE LOS SERVICIOS EDUCATIVOS EN EDUCACIÓN NO FORMAL....50
C.6. SALUD......................................................................................................................50
C.6.1. MEDICINA CONVENCIONAL. .......................................................................................50
C.6.1.1. ESTRUCTURA INSTITUCIONAL: NUMERO TIPO Y COBERTURA DE LOS
ESTABLECIMIENTOS..................................................................................................50
C.6.1.2. UBICACIÓN Y DISTANCIA DE LOS ESTABLECIMIENTOS DE SALUD. ...............................53
C.6.1.3. ESTADO, CALIDAD Y CAPACITAD DE LA INFRAESTRUCTURA Y EQUIPAMIENTO
DISPONIBLE POR ESTABLECIMIENTO...........................................................................54
6.6.1.4. PERSONAL MEDICO POR ESTABLECIMIENTO. ............................................................54
C.6.1.5 CAUSAS PRINCIPALES PAR LA MORTALIDAD..............................................................55
C.6.1.6. EPIDEMIOLOGÍA: TIPO DE VACUNAS Y COBERTURA ..................................................55
C.6.1.7. GRADO Y COBERTURA DE DESNUTRICIÓN INFANTIL ..................................................56
C.6.2. MEDICINA TRADICIONAL............................................................................................56
C 6.2.1. NÚMEROS DE CURANDEROS Y PARTEROS. ..............................................................56

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C.6.2.2. PRINCIPALES ENFERMEDADES TRATADAS ...............................................................56


C.7. SANEAMIENTO BASICO..........................................................................................57
C.7.1. ESTRUCTURA INSTITUCIONAL....................................................................................57
C.7.2. CALIDAD, GRADO Y COBERTURA DE LOS SERVICIOS DE AGUA POTABLE. .......................57
C.7.3. COBERTURA PARA LA ELIMINACIÓN DE EXCRETAS......................................................61
C.7.3.1. RECOJO DE BASURA .............................................................................................61
C.7.3.2. ELIMINACIÓN Y DISPOSICIÓN DE DESECHOS SÓLIDOS Y LÍQUIDOS ............................61
C.8. FUENTES Y USO DE ENERGÍAS......................................................................................62
C.8.1. TIPO DE FUENTES: ELÉCTRICA, GAS LICUADO, LEÑA Y OTROS ......................................62
C.9. VIVIENDA ....................................................................................................................66
C.9.1. ESTADO Y CALIDAD...................................................................................................66
C.9.2. NÚMERO DE AMBIENTES POR VIVIENDA......................................................................66
C.10. TRASNPORTES Y COMUNICACIONES.................................................................66
C.10.1. RED VIAL ...............................................................................................................66
C.10.2. RED DE COMUNICACIONES .....................................................................................67
D. ASPECTO ECONÓMICO PRODUCTIVO ....................................................................... 71
D.1. ACCESO Y USO DE SUELO.....................................................................................71
D.1.1. TAMAÑO Y USO DE LA TIERRA ....................................................................................71
D.1.2. SUPERFICIE DE TIERRAS BAJO RIEGO Y A SECANO ......................................................72
D.1.3. TENENCIA DEL SUELO ...............................................................................................73
D.1.3.1. TAMAÑO DE LA PROPIEDAD COMUNAL Y FAMILIAR ....................................................73
1.3.2. RÉGIMEN DE LA PROPIEDAD ......................................................................................77
1.3.3. ORIGEN DE LA PROPIEDAD.........................................................................................78
D.2. SISTEMAS DE PRODUCCIÓN .................................................................................78
D.2.1. SISTEMA DE PRODUCCIÓN AGRÍCOLA.........................................................................78
D.2.1.1. PRINCIPALES CULTIVOS Y VARIEDADES ...................................................................79
D. 2.1.3. ROTACIÓN DE CULTIVOS Y MANEJO DE SUELOS ......................................................84
D.2.1.4. RELACIÓN SUPERFICIE CULTIVABLE/CULTIVADA .......................................................85
D.2.1.5. INSUMOS: SEMILLA, FERTILIZANTES Y FITOSANITARIOS ............................................85
D.2.1.6. SUPERFICIE POR CULTIVO ......................................................................................85
D.2.1.7. RENDIMIENTOS POR CULTIVO .................................................................................87
D.2.1.8. DESTINO DE LA PRODUCCIÓN .................................................................................88
D.2.1.9. PRINCIPALES SUBPRODUCTOS ...............................................................................89
D.2.1.10. PLAGAS Y ENFERMEDADES ..................................................................................90
D.2.1.11. INFRAESTRUCTURA PRODUCTIVA..........................................................................90
D.2.1.12. ORGANIZACIÓN DE LA FUERZA DE TRABAJO ...........................................................91
D.2.1.13. COSTO DE PRODUCCIÓN Y RENTABILIDAD .............................................................91
D.2.2. SISTEMA DE PRODUCCIÓN PECUARIA .........................................................................93
D.2.2.1. POBLACIÓN POR ESPECIES PRINCIPALES ................................................................93
D.2.2.2. TECNOLOGÍA Y MANEJO..........................................................................................95
D.2.2.3. PRODUCTOS Y SUBPRODUCTOS. ............................................................................99
D.2.2.4. INSUMOS UTILIZADOS. ...........................................................................................99
D.2.2.5. MANEJO DE PASTIZALES Y FORRAJES. ....................................................................99
D.2.2.6. CARGA ANIMAL......................................................................................................99
D.2.2.7. DESTINO DE LA PRODUCCIÓN...............................................................................100
D. 2.2.8. PRESENCIA DE ENFERMEDADES Y SANIDAD ANIMAL. ............................................. 100
D.2.2.9. INFRAESTRUCTURA PRODUCTIVA.......................................................................... 101
D.2.2.10. ORGANIZACIÓN DE LA FUERZA DE TRABAJO......................................................... 101
D.2.2.11. COSTO DE PRODUCCIÓN Y RENTABILIDAD. .......................................................... 101
D.2.3. SISTEMA DE PRODUCCIÓN FORESTAL. ..................................................................... 102

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D.2.3.1. ESPECIES Y SUPERFICIES. ................................................................................... 102


D.2.3.2. TECNOLOGÍA: TIPO DE PRODUCCIÓN Y MANEJO. .................................................... 102
D.2.3.3. VOLUMEN Y DESTINO DE LA PRODUCCIÓN. ............................................................ 102
D.2.3.4. REFORESTACIÓN: SUPERFICIES Y ESPECIES.......................................................... 103
D.2.3.5. ORGANIZACIÓN DE LA FUERZA DE TRABAJO........................................................... 103
D.2.3.6. COSTOS DE PRODUCCIÓN.................................................................................... 103
D.2.4. SISTEMA DE CAZA. PESCA Y RECOLECCIÓN. ............................................................. 103
D.2.4.1. PRINCIPALES ESPECIES DE CAZA.......................................................................... 103
D.2.4.2. PRINCIPALES ESPECIES DE PESCA........................................................................ 104
D.2.4.3. PRINCIPALES ESPECIES DE RECOLECCIÓN ............................................................ 104
D.2.5. SISTEMA DE PRODUCCIÓN ARTESANAL Y/O MICROEMPRESARIAL................................ 104
D.2.5.1. PRINCIPALES PRODUCTOS. .................................................................................. 104
D.2.5.2. TECNOLOGÍA EMPLEADA. ..................................................................................... 104
D.2.5.3. VOLUMEN Y DESTINO DE LA PRODUCCIÓN. ............................................................ 104
D.2.5.4. ORGANIZACIÓN DE LA FUERZA DE TRABAJO........................................................... 105
D.2.6. SISTEMA DE PRODUCCIÓN MINERA. ......................................................................... 105
D.2.6.1. PRINCIPALES PRODUCTOS....................................................................................105
D.2.6.2. TECNOLOGÍA EMPLEADA ...................................................................................... 105
D.2.6.3. VOLUMEN Y DESTINO DE LA PRODUCCIÓN ............................................................. 106
D.2.6.4. ORGANIZACIÓN DE LA FUERZA DE TRABAJO........................................................... 106
D.3. SISTEMA DE COMERCIALIZACIÓN................................................................................ 106
D.3.1. FORMAS DE COMERCIALIZACIÓN. ............................................................................ 106
D.3.2. FERIAS Y MERCADOS ..............................................................................................109
D.3.3. PRINCIPALES PRODUCTOS COMERCIALIZABLES, ÉPOCAS.......................................... 110
D.3.4. COMPORTAMIENTO DE PRECIOS SEGÚN ÉPOCA ........................................................ 111
D.4. RECURSOS TURÍSTICOS ............................................................................................111
D.4.1. RUINAS, CAVERNAS, CHULLPAS, TEMPLOS Y OTROS. ................................................ 111
D.4.2. CARACTERÍSTICAS DEL FLUJO TURÍSTICO.................................................................112
E. ASPECTOS ORGANIZATIVOS INSTITUCIONALES ................................................... 113
E.1. FORMAS DE ORGANIZACIÓN SECCIONAL, COMUNAL E INTERCOMUNAL ........................... 113
E.1.1. ORGANIZACIONES TERRITORIALES DE BASE Y ASOCIACIONES COMUNITARIAS. .......... 115
E.1.2. ORGANIZACIONES SOCIALES FUNCIONALES: ............................................................ 117
E.1.3. MECANISMOS DE RELACIONAMIENTO ÍNTER ORGANIZACIONES ................................... 118
E.1.3. COMO SE RELACIONA EL GOBIERNO MUNICIPAL CON LAS ORGANIZACIONES FUNCIONALES
............................................................................................................................. 118
E.1.4. INSTITUCIONES PÚBLICAS Y PRIVADAS QUE APOYAN AL MUNICIPIO............................. 119
E.1.5. INSTITUCIONES PRIVADAS, IDENTIFICACIÓN Y SU ÁREAS DE ACCIÓN ............................ 120
E.2. FUNCIONAMIENTO DEL GOBIERNO MUNICIPAL ............................................................... 121
E.2.1. ESTRUCTURA ADMINISTRATIVA................................................................................. 121
EL CONCEJO MUNICIPAL. .................................................................................................. 121
E.2.2. CAPACIDAD INSTALADA Y RECURSOS ........................................................................ 126
E.2.3 INGRESOS Y GASTOS .............................................................................................126
E.2.3.1. INGRESOS .......................................................................................................... 126
F. SITUACIÓN SOCIOECONÓMICA................................................................................. 129
F.1. ÍNDICE DE POBREZA ................................................................................................... 129
F.2. ESTRATIFICACIÓN SOCIOECONÓMICA .......................................................................... 130
F.2.1. CARACTERÍSTICAS DE CADA ESTRATO...................................................................... 131
F.2.2. PESO COMPARATIVO ENTRE ESTRATOS .................................................................... 132
F.3. ANÁLISIS DE GASTOS E INGRESOS .............................................................................. 133

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F.3.1. INGRESOS: FAMILIARES MONETARIOS Y NO MONETARIOS........................................... 133


F.3.2. GASTOS: PRODUCTIVOS, CANASTA FAMILIAR, VESTIDO Y SERVICIOS. .......................... 135
F.4. MANO DE OBRA ASALARIADA ....................................................................................... 136
F.4.1. PROPORCIÓN SEGÚN, TIEMPO, ÉPOCAS, EDAD, SEXO Y OCUPACIÓN............................ 136
F.5. RELACIONES DE GÉNERO ............................................................................................136
F.5.1. ROLES DE HOMBRES Y MUJERES EN LOS SISTEMAS DE PRODUCCIÓN .......................... 136
F.5.2. PARTICIPACIÓN DE LA MUJER EN LA TOMA DE DECISIONES (NIVEL FAMILIAR, COMUNAL, Y
DISTRITAL).............................................................................................................137
HORAS DEDICADAS AL DÍA ................................................................................................. 138
G. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES ....................................................................... 139
G.1. DINÁMICA INTERNA............................................................................................... 139
G.1.1. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES DE LOS ASPECTOS FÍSICO-NATURALES ................. 139
G.1.2. Potencialidades y limitaciones del desarrollo humano..........................................142
G.1.3. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES DEL DESARROLLO FÍSICO AMBIENTAL ................... 143
G.1.4. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES DE LOS ASPECTOS ORGANIZATIVO-INSTITUCIONALES.
............................................................................................................................. 144
G.2. DINÁMICA EXTERNA.............................................................................................. 144
G.2.1. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES PROVENIENTES DE LA PLANIFICACIÓN ATINGENTE. 144
H. ANALISIS DE LA PROBLEMÁTICA ............................................................................. 145
H.1. IDENTIFICACIÓN DE PROBLEMAS EN EL MUNICIPIO......................................145
H.2. ANÁLISIS DE LA PROBLEMÁTICA................................................................................... 145

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INDICE DE CUADROS

CUADRO 1. Límites de la provincia Inquisivi............................................................................................................1


CUADRO 2. Límites del municipio de Cajuata...........................................................................................................1
CUADRO 3. Distribución Político Administrativa y fechas de creación de los cantones...........................................3
CUADRO 4. Cantones y comunidades..........................................................................................................................4
CUADRO 5. Distritos Municipales.............................................................................................................................6
CUADRO 6. Zonas agroecológicas y sus características en el municipio ..................................................................12
CUADRO 7. Temperaturas medias Provincia Inquisivi (Promedio año 2005)..........................................................15
CUADRO 8. Precipitación mensual (Promedio de año 2005)...................................................................................16
CUADRO 9. Riesgos Climáticos ................................................................................................................................17
CUADRO 10. Especies forestales ..............................................................................................................................20
CUADRO 11. Fauna Silvestre ..................................................................................................................................21
CUADRO 12. Principales especies forestales.............................................................................................................21
CUADRO 13. Cuencas, Sub Cuencas y Ríos principales del Municipio....................................................................22
CUADRO 14. Principales Metales y No Metales en el Municipio ...........................................................................24
CUADRO 15. POBLACION TOTAL DEL MUNICIPIO DE CAJUATA POR SEXO......................................26
CUADRO 16. Población total Municipio Cajuata....................................................................................................28
CUADRO 17. Población según Cantones municipio de Cajuata ...............................................................................30
CUADRO 18. Población por grupos etareos Municipio de Cajuata..........................................................................30
CUADRO 19. Número de familias por Cantón .........................................................................................................31
CUADRO 20. Porcentaje de Población analfabeta en el Municipio .........................................................................34
CUADRO 21. Idiomas prevalecientes en el municipio de Cajuata ............................................................................36
CUADRO 22. Fiestas celebradas en el municipio Cajuata ........................................................................................37
CUADRO 23. Núcleos, establecimientos, nivel y numero de cursos de Sección Cajuata...........................................42
CUADRO 24. Núcleos, establecimientos, nivel y numero de cursos de Sección Cajuata...........................................42
CUADRO 25. Características de la dotación de servicios básicos por establecimientos educativos, Municipio de
Cajuata...........................................................................................................................................44
CUADRO 26. Cobertura Escolar Total hasta el 2004...............................................................................................45
CUADRO 27. Deserción escolar en el municipio de Cajuata.....................................................................................45
CUADRO 28. Personal docente Administrativo gestión 2005..................................................................................46
CUADRO 29. Matricula Gestión Educativa 2005 ...................................................................................................48
CUADRO 30. ESTADISTICA DE ALUMNOS INSCRITO POR NIVEL Y SEXO...........................................48
CUADRO 31. Cobertura Institucional de atención...................................................................................................50
CUADRO 32. Distancia de los establecimientos de salud al municipio. ...................................................................53

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C.6.1.3. ESTADO, CALIDAD Y CAPACITAD DE LA INFRAESTRUCTURA Y EQUIPAMIENTO DISPONIBLE POR


ESTABLECIMIENTO. .....................................................................................................................................54
CUADRO 33. Infraestructura, Equipamiento de Servicios de Salud.......................................................................54
CUADRO 34. Personal Medico por establecimiento .................................................................................................55
CUADRO 35. Principales fuentes de agua.................................................................................................................58
CUADRO 36. Eliminación de excretas, desechos sólidos y líquidos......................................................................61
CUADRO 37. Tipo de fuentes: eléctrica, gas licuado, leña y otros............................................................................63
CUADRO 38. Vías de comunicación, tramo y longitud ............................................................................................67
CUADRO 39. Servicio de ENTEL............................................................................................................................69
CUADRO 40. Distribución del uso de la tierra a nivel Municipal en Has ..............................................................71
CUADRO 41. Superficie de tierras cultivadas con riego y a secano en la sección municipal Cajuata en Has ...........72
CUADRO 42. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar por comunidad Cantón Suri ............................73
CUADRO 43. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Huaritolo .....................................74
CUADRO 44. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Cajuata ........................................75

CUADRO 45. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Circuata ......................................76
CUADRO 46. Régimen legal de la tierra ...................................................................................................................77
CUADRO 47. Origen de la propiedad en porcentaje..................................................................................................78
CUADRO 48. Principales cultivos y variedades........................................................................................................79
CUADRO 49. Superficie promedio de principales cultivos por familia en Has Cantón Cajuata ..............................81
CUADRO 50. Superficie de los principales cultivos por familia Cantón Suri...........................................................82
CUADRO 51. Superficie promedio de los principales cultivos por familia Cantón Circuata ....................................83
CUADRO 52. Superficie de los principales cultivos por familia Cantón Huaritolo..................................................84
CUADRO 53. Relación superficie cultivable/cultivada............................................................................................85
CUADRO 54. Superficie por cultivo..........................................................................................................................86
CUADRO 55. Rendimiento por cantón de los principales cultivos ...........................................................................87
CUADRO 56. Destino de la producción ....................................................................................................................88
CUADRO 57. Principales plagas y enfermedades de los cultivos..............................................................................90
CUADRO 58. Costo de producción de coca 1 Ha para implantación........................................................................91
CUADRO 59. Costo de producción de coca 1 Ha para los siguientes años................................................................92
CUADRO 60. Costo de producción de cítricos 1 Ha para implantación ...................................................................92
CUADRO 61. Costo de producción de cítricos 1 Ha para producción permanente ...................................................93
CUADRO 62. Relación Beneficio/Costo ...................................................................................................................93
CUADRO 63. Población de especies de animales principales ....................................................................................94
CUADRO 64. Carga Animal en la sección municipal para ganado vacuno. .............................................................99
CUADRO 65. Destino de la producción pecuaria....................................................................................................100
CUADRO 66. Enfermedades principales.................................................................................................................100
CUADRO 67. Organización de la fuerza de trabajo en la actividad pecuaria en porcentaje..................................101
CUADRO 68. Costo de producción por cabeza de ganado vacuno ..........................................................................101
CUADRO 69. Principales especies de caza..............................................................................................................103
CUADRO 70. Producción artesanal y/o microempresarial......................................................................................105
CUADRO 71. Destino de la producción en porcentaje............................................................................................105
CUADRO 72. Centros de Comercialización según Productos.................................................................................109
CUADRO 73. Principales productos comercializables, épocas. ..............................................................................110
CUADRO 74. Atractivos turísticos en el Municipio de Cajuata............................................................................112
CUADRO 75. Comunidades Campesinas y Juntas Vecinales..................................................................................115
CUADRO 76. Organizaciones Funcionales.............................................................................................................117
CUADRO 77. Formas de relacionamiento de las organizaciones ............................................................................118
CUADRO 78. Relación del Gobierno Municipal con las organizaciones funcionales............................................119
CUADRO 79. Instituciones Públicas y Privadas que apoyan en el Municipio......................................................119
CUADRO 80. Instituciones Públicas y Privadas con presencia en el Municipio...................................................120
CUADRO 81. Capacidad Instalada de la H. Alcaldía Municipal de Cajuata........................................................126
CUADRO 82. Presupuesto de los Recursos Económicos de la Gestión 2006 en el Municipio ...............................127

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CUADRO 83. Planilla Presupuestaria de haberes Ejecutivo Municipal. ..............................................................128


CUADRO 84. Planilla Presupuestaria deL Personal Eventual del Ejecutivo Municipal.....................................128
CUADRO 85. Planilla Presupuestaria de Renumeraciones del Concejo Municipal................................................128
CUADRO 86. Planilla Presupuestaria de Haberes del Personal del Concejo Municipal. .......................................129
CUADRO 87. Resumen Total de Planilla Presupuestaria de Haberes 2006...........................................................129
CUADRO 88. Indicadores de Pobreza de las Secciones Municipales Según INE .................................................130
CUADRO 89. Estratificación según Índice de Intensidad de Pobreza..................................................................131
CUADRO 90. Estimación promedio GENERAL del Ingreso Anual (Expresado en Bs) ......................................133
CUADRO 91. Estimación promedio CANTÓN SURI del Ingreso Anual (Expresado en Bs)...............................134
CUADRO 92. Estimación promedio CANTÓN HUARITOLO del Ingreso Anual (Expresado en Bs) ................134
CUADRO 93. Estimación promedio CANTÓN CAJUATA del Ingreso Anual (Expresado en Bs) ......................135
CUADRO 94. Estimación promedio CANTÓN CIRCUATA del Ingreso Anual (Expresado en Bs)....................135
CUADRO 95. Gasto Familiar Anual (Expresado en Bs). ......................................................................................136
CUADRO 96. Roles de Hombres y Mujeres en los Sistemas de Producción ...........................................................137
CUADRO 97. Valoración de los Miembros de Familia a Nivel Familiar y Comunal...........................................138
CUADRO 98. Participación de la Mujer y el Hombre en la Toma de Decisiones a Nivel Familiar.........................138
CUADRO 99. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Económico ....................................................................140
CUADRO 100. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Económico (continuación) .........................................141
CUADRO 101. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Humano.....................................................................142
CUADRO 102. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Físico Ambiental .......................................................143
CUADRO 103. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Organizativo Institucional .......................................144
CUADRO 104. Potencialidades y limitaciones: Planificación Atingente ..............................................................144
CUADRO 105. Potencialidades y limitaciones: Oferta Institucional....................................................................145

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INDICE DE GRAFICOS

GRAFICO 1. Altitud de las diferentes comunidades del Municipio de Cajuata ........................................................11


GRAFICO 2. Temperaturas medias mensuales ..........................................................................................................16
GRAFICO 3. Precitación Mensuales .........................................................................................................................17
GRAFICO 4. Población por grupos etéreos Municipio de Cajuata............................................................................31
GRAFICO 5. Tasa de Analfabetismo en el Municipio ...............................................................................................35
GRAFICO 6. Organigrama Educativa ......................................................................................................................41
GRAFICO 7. Estructura Institucional del Servicio de salud....................................................................................51
GRAFICO 8. Organigrama Funcional y Jerárquico del Gobierno Municipal de Cajuata ........................................125
GRAFICO 9. Estratificación según Índice de Pobreza ...........................................................................................131
GRAFICO 10. Porcentaje de Participación en la Toma de Decisiones ....................................................................139

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I. DIAGNOSTICO

A. ASPECTOS ESPACIALES

A.1. UBICACIÓN GEOGRAFICA

El Municipio de Cajuata se encuentra ubicada al Sud Este del Departamento de La Paz


geográficamente esta ubicada a los 16º 31’ 10” Latitud Sud y 67º 08’ 32” y 67º 20’ 15”
Longitud Oeste y se encuentra a una altitud de 1682 m.s.n.m.

El municipio de Cajuata, pertenece a la Tercera Sección Municipal de la Provincia Inquisivi, la


cual se encuentra a 325 Km. Aproximadamente del Departamento de La Paz, el acceso es a
través de la carretera interdepartamental (Asfaltada) que une la ciudad de La Paz con la
población de Konani, de ahí se toma un desvío hacia el Municipio pasando por la
poblaciones de Tablachaca, Caxata (antes de cruzar la Cordillera Tres Cruces, Quime,
Inquisivi, Licoma hasta llegar a Cajuata.

La otra vía de acceso es a través de la carretera troncal de Sud Yungas, pasando por los
pueblos de Chulumani, Irupana, la Plazuela que conecta a Miguillas, Circuata, Cajuata.

A.1.1. Límites Provinciales.

La provincia Inquisivi se sitúa en al Sud Este del Departamento de La Paz y limita con las
siguientes provincias como se puede apreciar en el Mapa No 2:

CUADRO 1. Límites de la provincia Inquisivi

Norte Sud Este Oeste


§ Departamento de § Departamento de
§ Provincia Sud Yungas § Provincia Loayza
Oruro (Prov. Cercado) Cochabamba
Fuente: Elaboración Propia, Diagnostico Municipal 2005.

A.1.2. Límites territoriales.

El Municipio de Cajuata limita territorialmente con los siguientes municipios:

CUADRO 2. Límites del municipio de Cajuata

Norte Sud Este Oeste


§ Municipio de Irupana
§ Municipio de Licoma
(2ª Sección de la
(6ª Sección Provincia § Municipio de Quime
Provincia Sud Yungas)
Inquisivi) § Municipio de Inquisivi (2ª Sección Provincia
§ Parte del Municipio de (1ª Sección de la Inquisivi)
§ Parte del Municipio de Provincia Inquisivi)
Inquisivi (1° Sección
Inquisivi (1° Sección de
de la Provincia
la Provincia Inquisivi)
Inquisivi)
Fuente: Elaboración Propia, Diagnostico Municipal 2005

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A.1.3. Extensión.

La extensión territorial del municipio de Cajuata, alcanza una superficie total aproximada de
324.67 km2 (INE 2001). La superficie de la tercera sección municipal comprende el 5,05 % del
total de la provincia, por otro lado con respecto a la superficie del departamento de La Paz
esta representa el 0,25 % del total de superficie departamental.

De la extensión total del Municipio de Cajuata, El Cantón Circuata presenta la mayor


superficie con 229.43 Km2, seguido del Cantón Cajuata con 62.5 Km2 y con menor extensión
los Cantones de Suri con 18.67 Km2 y Huaritolo con 14 Km2.

A.2. DIVISION POLITICO – ADMINISTRATIVA

El municipio de Cajuata políticamente está divido en 4 Cantones y 5 Distritos (según se


muestra en el Mapa No. 2 y No. 3) las cuales están conformadas por Comunidades,
Sindicatos, a su vez están sub dividas por Estancias, producto de la creación de la Provincia y
aplicación de la Ley de Participación Popular este mismo tiene como base los cantones y su
jurisdicción territorial las cuales están reconocidos por ley como se muestra en el cuadro
siguiente.

CUADRO 3. Distribución Polític o Administrativa y fechas de creación de los cantones

Código geográfico
Sección y/ o cantón Base Legal Año de promulgación
Dp - Pr - Sc - Ca
3° Sección Municipal Cajuata 02 - 10 - 03 - 00 CSL 03 – NOV – 1945
Cantón Cajuata 02 - 10 - 03 - 01 ML 03 – NOV – 1945
Cantón Suri 02 - 10 - 03 - 02 ML 03 – NOV – 1945
Cantón Circuata 02 - 10 - 03 - 03 ML 03 – NOV – 1945
Cantón Pedro Domingo Murillo (Huaritolo) 02 - 10 - 03 - 04 ML 03 – NOV – 1945
Fuente: Subsecretaria de Ordenamiento Territorial (2005)
CSL = Creación Según Ley ML = Mediante Ley
Dp = Departamento Pr = Provincia Sc = Sección Ca = Cantón

La Tercera Sección de Cajuata fue Creada Según Ley de 3 de Noviembre de 1945 que
posteriormente a partir de la Promulgación de la Ley 1551 de Participación Popular llega a
ser Sección Municipal de Cajuata, en la actualidad es administrada por el Gobierno
Municipal de Cajuata con base en la capital de Cajuata, esta descentralización fue con el
objeto de promover la eficacia de la gestión administrativa de toda la Tercera Sección
Municipal, favoreciendo la adecuada utilización de los recursos humanos, técnicos y
financieros, de tal forma facilitar la participación de las Organizaciones Territoriales de Bases,
del Comité de Vigilancia y todos los actores sociales del Municipio en la Planificación
Participativa Municipal, considerando y priorizando la dotación de servicios básicos y su

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accesibilidad, contribuyendo a la gestión adecuada de las unidades productivas,


ecológicas, geográficas y económicas existentes en el Municipio.

A.2.1. Cantones y sus comunidades

El municipio de Cajuata esta conformada por cuatro cantones y como tambien por
comunidades y sindicatos como se observa en el cuadro siguiente y mapa No. 2:

CUADRO 4. Cantones y comunidades

Municipio Cantón Comunidad / Sindicato Denominativo

Huaritolo Capital de cantón


Rica Rica Comunidad
Queaconi Comunidad
Huaritolo
Checa Comunidad
Torra Comunidad
Poqueleuque Comunidad
Suri Capital de cantón
Moxacoca Comunidad
Suri Parpada Comunidad
Chajna Comunidad
Alfajiani Comunidad
Cajuata (incluye Mina Chillaya) Capital – Cantón
Puente Alegre Comunidad
Siquimirani Comunidad
Viscachala Comunidad
Espigapampa Comunidad
Sujura Comunidad
Cajuata
La Apacheta Comunidad
Loma Linda Comunidad
Ullumani Comunidad
Municipio de Turculi Comunidad
CAJUATA
Naranjani Comunidad
(3° Sección Municipal
Coricamaña Comunidad
de la Provincia
Circuata Capital de cantón
Inquisivi)
Polea Comunidad
Departamento de Agua Rica Comunidad
La Paz San José Comunidad
Villa San José Sindicato
Kollpa Sindicato
J.V. Cañamina Comunidad
J.V. Villa Barrientos Comunidad
Pichincha Chico Sindicato
Pichincha Grande Sindicato
Villa Pichincha Sindicato
Villa Khora Comunidad
Circuata
Los Andes Sindicato
El Paztizal Sindicato
Villa Angélica Comunidad
Limónvado Comunidad
Playa Verde Comunidad
Lujmani Comunidad
J.V. Miguillas Comunidad
Alto Lujmani Sindicato
Cuñurani Sindicato
Nuevo Amanecer Sindicato
Villa Florida Sindicato

Fuente: Diagnostic o Municipal, 2005

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De acuerdo al Cuadro anterior y mapa No. 2 el Municipio esta conformado por cuatro de
Cantones de los cuales: el Cantón Suri cuenta con 5 comunidades; el Cantón Pedro
Domingo Murillo en la actualidad se denomina Cantón Huaritolo con 6 comunidades; el
Cantón Cajuata con 11 comunidades y finalmente el Cantón Circuata que es la mas grande
del municipio esta conformada por 12 comunidades y 11 sindicatos agrarios estos últimos ya
cuentan con su personalidad jurídica pero sin embargo no cuentan con asentamientos
humanos o en su caso 2 a 4 familia por sindicato por lo que se considera zonas cultivables,
como se refleja en el cuadro siguiente:

A.2.2. Distritos

La Distritación fue con el fin de conformar y consolidar unidades geográficas, socioculturales,


económico productivas, socio étnicas, ambientales y otras, optimizando el acceso a los
servicios, con un control social legitimo que permita ejercer la planificación participativa
municipal y lograr la desconcentración administrativa municipal, que permita mejorar la
calidad de vida de los habitantes del municipio de Cajuata.

Entre las diversas formas de organización y división territorial fue el motivo principal para que
el Estado implemente un mecanismo jurídico en la Ley 1551 de Participación Popular y Ley
2028 de Municipalidades en el capitulo de distritación, para subsanar problemas y evitar
futuros conflictos en la administración del municipio y los actores concurrentes en el proceso
de participación popular, La cual esta conformada por 5 Distritos Municipales presentada
por el Lic. Fernando Vilaseca el 14 de Septiembre del año 2002, que orienta la conformación
de los siguientes distritos de Cajuata como se muestra en el Mapa No. 3 y Cuadro siguiente:

CUADRO 5. Distritos Municipales

Unidad La jurisdicción territorial


Municipio Distrito Comunidades
territorial comprende
Cajuata, La Apacheta,
Cajuata Distrito 1 Viscachala, Sujura, Loma Linda, Sub Central Sindical Cajuata
Turculi y Naranjani

Polea, Agua Rica, San José, J.V. Sub Central Sindical Circuata
Circuata Distrito 2
Circuata, Kollpa, J.V. Cañamina

Sub Central Sindical Suri mas las


Suri, Alfagiani, Chajna
Cajuata Moxacoca, Parpada mas las comunidades de Siquimirani,
Suri Distrito 3
comunidades de Siquimirani, Espigapampa y Puente Alegre del
Espiga Pampa y Puente Alegre Cantón Huaritolo

Huaritolo, Rica Rica , Checa, Sub Central Sindical Huaritolo


Huaritolo Distrito 4
Poqueleuque, Keaconi y Tojra

Miguillas, Villa Barrientos, Villa


Miguillas Distrito 5 Khora, Limonvado, Lujmani, Villa Sub Central Miguillas
Angelica y Playa Verde
Fuente: Talleres Comunales Municipio Cajuata, 2005

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De acuerdo al cuadro anterior y mapa No. 3 se tiene 5 distritos para una población de 7757
Habitantes, según estudios realizados de distritación la población optima recomendada para
un distrito es de 3000 habitantes por lo que en la actualidad la distritación del municipio de
Cajuata no tiene funcionalidad al no haber sido adecuadamente conformada.

A.3. MANEJO ESPACIAL

A.3.1. Uso y Ocupación del espacio

Las caracteristicas topograficas del municipio en sus distintos pisos ecológicos, determinan el
uso y ocupación del espacio.

La ocupación del espacio en los centros poblados se caracterizan por asentamientos


humanos concentrados en áreas urbanas, ubicadas especialmente cerca de caminos de
acceso ya sea vecinales o troncales, teniendo en su mayoría infraestructura de viviendas,
iglesias, infraestructura educativa e infraestructura deportivas como canchas polifuncionales.

La distribución espacial del territorio y el uso del suelo en la población rural (todo el
municipio) esta destinado fundamentalmente para la agricultura, teniendo estas grandes
extensiones de acuerdo a la zona de ubicación estas son denominadas comúnmente
chacras u huertos donde se muestra la diversidad de cultivos y plantaciones desde hortalizas
a diversidad de frutas y especialmente en estos últimos años se esta introduciendo el cultivo
masivo de la coca, la cual se convierte en una fuente principal económica para la
subsistencia de los pobladores de la zona.

B. ASPECTOS FISICOS NATURALES

En municipio de Cajuata presenta tres zonas agroecológicas, las cuales están caracterizadas
principalmente por su ubicación altitud, producción agrícola y temperatura.

En primer lugar por su altitud se encuentra la zona denominada Zona Baja, que se
caracteriza por la producción de mango y esta ubicada en el cantón de Circuata,
especialmente en el lugar de la encañada.

La zona media, caracterizándose principalmente por la producción de coca, café y cítricos


complementándose con la producción de hortalizas, chirimoya, palto, etc., en esta zona,
están ubicadas los cantones de Cajuata, Huaritolo, Suri y Circuata.

Finalmente se encuentra las zonas altas, cuyas características son el de la producción de


papa, zapallo, locoto durazno y hualusa, las comunidades que conforman esta zona se
encuentran en los cantones de Cajuata, Circuata y Suri.

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B.1. DESCRIPCION FISIOGRAFICA

La fisiográfica del municipio es variada, teniendo una vegetación espesa, recursos hídricos y
mineralógicos; distinguiéndose tres unidades fisiográficas: colinas, valles profundos y valles
profundos con mayor pendiente o valles Sub Tropicales.

La zona agroecológica alta esta considerada por las colinas con niveles montañosos, donde
es predominante la vegetación de estratos arbóreos: como eucaliptos, en esta zona
agroecológica están las comunidades de Checa, Rica Rica del Cantón Huaritolo; Alfajiani,
Suri, Moxacoca y Parpada del Cantón Suri, Loma Linda, La Apacheta y Espigapampa del
Cantón Cajuata, Agua Rica, Polea del Cantón Circuata.

La zona agroecológica baja está caracterizada por valles profundos, se distingue por un
relieve con una disección baja a media cuya estructura de suelos se encuentra asentados
en lomeríos y terrazas aluviales. Los suelos se caracterizan por la presencia de cultivos
anuales, mixto y/o asociados especialmente tubérculos, leguminosas como también cultivos
perennes como cítricos, palto, chirimoya y mango, esta unidad agroecológica se
encuentran en las comunidades de: Cañamina, Villa Barrientos, Villa Kora, Villa Angélica,
Limón Vado, Playa Verde, Villa San José, Lujmani y Miguillas, perteneciendo al Cantón
Circuata.

La zona agroecológica media se caracteriza por los valles profundos con pendientes
mayores o Sub Tropicales, donde la disección es de mediana a baja, con pendientes más
profundos y con presencia de bosques siempre verdes, esta unidad esta ubicada en las
Comunidades de Huaritolo, Keaconi, Tojra del Cantón Huaritolo; Suri y Chajna del Cantón
Suri; Cajuata, Siquimirani, Puente Alegre, Viscachala, La Apacheta, Turculi, Naranjani y Sujura
del Cantón Cajuata; San José, Kollpa, Cuñurani, Villa Los Andes, Pichincha Chico, Pichincha
Grande, Villa Florida del Cantón Circuata.

B.1.1. Altitudes

La tercera sección Municipal de la Provincia Inquisivi, abarca un rango de alturas entre los
1.000 a 2.600 msnm.

La capital del municipio se encuentra a una altura de 1.682 msnm. Polea presenta la altura
más elevada a 2.503 y la comunidad mas baja Playa verde a 1.110 msnm.

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GRAFICO 1. Altitud de las diferentes comunidades del Municipio de Cajuata

ALTITUD DE LAS COMUNIDADES

3000

2500
ALTURA (m.s.n.m.)

2000

1500

1000

500

Villa Kora
J.V. Villa
J.V. Cajuata

J.V. Circuata

Alto Lujmani

Villa Florida
Checa

Tojra
Moxacoca
Parpata
Chajna

Puente

Apacheta
Loma Linda
Apacheta

Polea

Villa

Playa Verde
Kollpa

Limón Vado
Queaconi

Naranjani

Cuñurani
Siquimirani
Viscachala
Espigapampa

Agua Rica

J.V.

Lujmani
J.V. Miguillas
J.V. Huaritolo

J.V. Suri
Alfajiani

Villa Los
Sujura-

San José

Pichincha
Pichincha

Villa Angélica
Turculi
Rica Rica

Huaritolo Suri Cajuata Circuata

CANTONES Y COMUNIDADES

Fuente: Elaboración Propia, 2005.

B.1.2. Relieve.

La topografía del municipio es accidentada ya que se caracteriza por ser una zona
montañosa, por lo general tiene montañas muy elevadas donde se puede advertir que la
pendiente de sus suelos son muy inclinadas; siendo esta zona con clima muy benigno la
vegetación es exuberante con especies de árboreas y arbustos propios del lugar como
introducidos; el municipio tiene como vocación principal la Agricultura con una diversidad
de productos según los pisos ecológicos, con preponderancia en su producción de Papa,
durazno, zapallo, hualusa locoto y eucaliptos en las zonas altas; en la zona media y baja la
topografía se caracteriza por tener cañadones y montañas elevadas; sus suelos son
susceptibles a la erosión las temperaturas elevadas donde la producción de la coca es la
que predomina en la zona; por otro lado también existen especies arbóreas de tipo
maderable como también árboles frutales como una variedad de cítricos, plátano, papaya,
café, mango en toda sus variedades, etc.

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B.2. Características Físico - Biologicas.

B.2.1. Pisos Ecológicos y Zonas Agroecológicas.

En función al mapa Ecológico de Bolivia (mapa No. 5), el municipio de Cajuata corresponde
a:

Región: Subtropical
Piso: Basal, montano bajo y montano

Por los rangos altitudinales, las características fisiográficas observadas en la zona y la


descripción de Montes de Oca, el municipio comprende: Bosque Muy Húmedo Montano Sub
Tropical (bmh-MST), Bosque Húmedo Montano Bajo Sub Tropical (bh-MBST) y Bosque Húmedo
Sub Tropical (bh-ST), con una producción diversificada entre ellos tubérculos, hortalizas,
frutales, coca, café, etc.

Además la tercera sección municipal de la Provincia Inquisivi, presenta tres zonas


agroecológicas como se muestra en el cuadro siguiente y mapa No. 6:

CUADRO 6. Zonas agroecológic as y sus características en el municipio

Zonas
Potencial agrícola Comunidades
agroecologicas
Checa, Rica Rica del Cantón Huaritolo; Alfajiani, Suri,
Papa, durazno, zapallo, hualusa Moxacoca y Parpada del Cantón Suri, Loma Linda y
Alta
locoto y eucaliptos Espigapampa del Cantón Cajuata, Agua Rica, Polea
del Cantón Circuata.
Huaritolo, Keaconi, Tojra del Cantón Huaritolo y Chajna
del Cantón Suri; Cajuata, Siquimirani, Puente Alegre,
Coca, cítricos, café, chirimoya y Viscachala, La Apacheta, Turculi, Naranjani y Sujura del
Media
palta Cantón Cajuata; San José, Kollpa, Cuñurani, Los Andes,
Pichincha Chico, Pichincha Grande, Villa Florida del
Cantón Circuata.
Cañamina, Villa Barrientos, Villa Kora, Villa Angélica,
Mango, Aji camba, banano maíz,
Baja Limón Vado, Playa Verde, Villa San José, Lujmani y
limón y coca
Miguillas, perteneciendo al Cantón Circuata.
Fuente: Elaboración Propia, 2005

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Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 14


Dia g nó stic o

B.2.1.1. Clima.

El clima del municipio es variado templado en el sector de las zonas altas a semi calido en la
zona baja, especialmente en la zona denominada encañada; estas temperaturas en el
último año han tenido una variación entre 12,15 Cº media mínima a 24,46 Cº media máxima.

Los datos recabados pertenecen a la estación Metereologica del SENAMHI (Servicio


Nacional de Metereología e Hidrológica), ubicada en la Sección Municipal Inquisivi, la cual
se encuentra mas próximo al municipio de Cajuata. El municipio actualmente no cuenta con
estación metereológica.

B.2.1.1.1. Temperaturas máximas y mínimas

Para efectuar una comparación del comportamiento climático en el municipio se ha


tomado datos de referencia de la estación metereológica del SENAMHI (Servicio Nacional
de Metereologia e Hidrológica) ubicada en la Sección Municipal Inquisivi, que a
continuación se describe en el cuadro y grafico:

CUADRO 7. Temperaturas medias Provincia Inquisivi (Promedio año 2005)

Temperaturas/ meses Ene. Feb. Mar. Abr. May. Jun. Jul. Agos. Sept. Oct. Nov. Dic.

Temperatura máxima
25,7 24,3 25,8 23,6 24,5 23,6 21,07 25,00 23,30 24,00 26,4 26,30
media
Temperatura mínima
14,7 13,5 14,1 12,4 10,2 9,6 9,2 10,5 11,4 12,6 13,9 13,7
media
Fuente: SENAHI 2005; Estación metereológica Inquisivi

En el Cuadro anterior y Grafico siguiente se ha registrado la temperatura media máxima


anual en el mes de noviembre alcanzando un registro de 26,4 Cº, del mismo modo se registro
la temperatura mínima media en el mes de julio con 9,2 Cº; para tener un media anual de
temperatura se tomo ambos extremos alcanzando a una temperatura promedio de 16.69 Cº
para el año 2005.

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Dia g nó stic o

GRAFICO 2. Temperaturas medias mensuales

TEMPERATURAS MENSUALES

30

GRADOS CENTIFRADOS (°C)


25,7 25,8 26,4 26,3
25 25
24,3 23,6 24,5 23,6 23,3 24
20 21,07

15 14,7
13,5 14,1 12,4 12,6
13,9 13,7
10 10,2 9,6 10,5 11,4
9,2
5

0
.

.
e.

b.

r.

n.

l.

.
ar

ay

ic
os

ov
pt

ct
Ju
Ab
En

Ju
Fe

D
O
Se
M

N
Ag
MESES

Máxima media Mínima media

Fuente: Elaboración Propia, 2005

B.2.1.1.2. Prec ipitaciones Pluviales Periodos.

De acuerdo a datos de la estación metereológica del SENAMHI en la Sección Municipal


Inquisivi, se registra la precipitación pluvial donde se muestra que la precipitación máxima
en el mes de febrero con 176,2 mm; y la mínima en el mes de junio donde no se registra
precipitación.

CUADRO 8. Precipitación mensual (Promedio de año 2005)

Meses Ene. Feb. Mar. Abr. May. Jun. Jul. Agos Sept. Oct. Nov. Dic.

Precipitación
134,5 176,2 40,1 70,0 2,3 0,0 62,6 6,9 130,9 87,4 76,7 157,5
Total mm
Fuente: SENAHI 2005; Estación metereológica Inquisivi

De acuerdo al Cuadro anterior y grafico siguiente se observa que los meses con mayor
precipitación pluvial se registra a partir de Diciembre – Enero – Febrero, en algunos años
prolongándose hasta Marzo, por el contrario los meses con menor precipitación se advierte
en los meses de Mayo – Junio con una precipitación de 2,3mm y 0,0mm respectivamente.

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Dia g nó stic o

GRAFICO 3. Prec itación Mensuales

PRECIPITACIONES MENSUALES

200
180 176,2

PRECIPITACIÓN (mm)
160 157,5
140 134,5 130,9
120
100
87,4
80 76,7
70
60 62,6
40 40,1
20
2,3 6,9
0 0
b.

r.

.
e.

n.

l.

.
.

ov
ar

ay

pt

ic
os

ct
Ju
Ab
Fe
En

Ju

D
O
Se
M

N
M

Ag
MESES

Fuente: Elaboración Propia, 2005

B.2.1.1.3. Riesgos Climáticos.

De acuerdo a las características de la zona donde está situado el municipio de Cajuata las
amenazas mas fundamentalmente riesgos climáticos que se van desarrollando a
consecuencia de las alteraciones ecológicas y son sequías, inundaciones, lluvias torrenciales
granizos y vientos huracanados:

CUADRO 9. Riesgos Climáticos

Evento
Frecuencia Intensidad Meses Observaciones
ocurrido
Mayo – Junio - Julio - Se presenta especialmente por la carencia de
Agosto y algunos años lluvia en pocas de siembra y desarrollo de
Sequía Temporal Fuerte se prolonga hasta los cultivos, este fenómeno de la naturaleza causa
meses de Septiembre perjuicio para los productos agrícolas,
y Octubre especialmente en las zonas altas de la región.
En las comunidades que se encuentran a orillas
de los rios Villa Khora, Playa Verde, lujmani, y
Épocas de
Inundaciones Fuerte Enero - Febrero otros, produciendo grandes perdidas en la
lluvias
agricultura. Se deterioran los caminos y se
produce la intransitabilidad vehicular
Ocasionan inundaciones, destrozos de los
Épocas de
Lluvia Torrencial Fuerte Enero - Febrero caminos y lo cual dificulta la transitabiliadda y
lluvias
la movilización.
Este fenómeno especialmente se presente
zona alta del municipio y tiene incidencia en
Julio - Agosto los rendimientos de los cultivos y árboles
Granizo Temporal Fuerte
Noviembre frutales de la producción agrícola, sin
embargo este no se presenta con frecuencia
año tras año.
Este fenómeno ocasiona perdidas en los
Vientos Julio – Agosto -
Temporal Fuerte árboles frutales presentando la caída de los
Huracanados Septiembre
mismos.
Fuente: Elaboración propia, 2005

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Dia g nó stic o

B.2.1.2. Suelos.

La característica de los suelos en el municipio de Cajuata es de muy poca profundidad y


permeabilidad, por otro lado son susceptibles a la erosión por factores climáticos
especialmente la lluvia en aquellos terrenos que no están protegidos por la vegetación y
aquellos que han sido chaqueados; otro factor importante que influye son las pendientes
con alto grado de inclinación.

B.2.1.2.1. Principales características.

La característica de los suelos en el municipio de Cajuata es por la presencia de pendientes


muy pronunciadas con posibilidades de erosionarse; la profundidad de los suelos está
relacionada con la fisiografía por lo que varían desde suelos de fuertes a moderadamente
profundos; la permeabilidad de los suelos varia de acuerdo con la zona va desde moderado
a moderadamente rápido.

Descripción del complejo de tierras de Cajuata.

a) Zona Agroecológica baja: (Cantón Circuata)

Geomorfología

La geomorfología de este tipo de zona es que la superficie es plana a ligeramente inclinada


con pendientes relativas que va entre 0º y 1º compuesta de material reciente de clastos de
cuarcitas, pizarras y material suelto.

Suelos

Estos suelos ocupan espacios reducidos y son poco profundos, pardo grisáceos muy oscuros
y pardo amarillentos, francos a francos arcillo-limosos; capacidad de uso de suelo
pertenece al grupo VI, esto significa que son suelos con algunas limitaciones para la
producción agropecuaria. En este tipo de suelos se presenta una leve erosión en surcos, en
cárcavas y eólica no existe.

b) Zona Agroecológica alta: Pendiente inferior de serranía. (Cantones de Circuata, Cajuata


y Suri).

Geomorfología

Su geomorfología en esta zona es que es rectilínea a convexa con pendientes fuertes entre
32º y 40º cubiertos superficialmente de materia orgánica; afloran rocas ordovícicas,
compuestas por lutitas pizarras y limonitas de deslizamientos.

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Dia g nó stic o

Suelos

Estos son muy poco profundos, aunque en algunos lugares profundos, con grava en la
superficie y acumulación de material vegetal, con distintos grados de descomposición; la
tierra pardo grisáceo oscuro, franco a franco arcillo limoso o arcillo limosos, fuertemente
ácida; capacidad de uso de suelo VI, VIII, suelos con serias limitaciones para la agricultura y
ganadería, el uso de la tierra debe ser forestal maderable; presenta limitaciones por la
topografía y erosión laminar existente.

c) Zona Agroecológica media: Pendiente media de serranía. (Cantones Huaritolo, Suri,


Cajuata y Circuata).

Geomorfología

La característica de esta zona en su geomorfología es que tiene la parte más inclinada


presenta una pendiente media que va de 8º a 10º cubierta de material suelto con algunos
guijarros de lutitas, sobre rocas paleozoicas plegables.

Suelos

Están caracterizados por ser muy profundos a profundos, pardo oscuros y francos en la parte
superior pardo rojizas, franco arcillosos, reacción fuerte moderadamente ácida, material
orgánico en la superficie; capacidad de uso IV, esto indica que son suelos con algunas
limitaciones para la producción agrícola especialmente relacionada con la topografía y
erosión; la capacidad de uso está dirigida a la agrosilvicultura, donde se caracterizan las
siembras anuales asociadas con plantaciones perennes.

B.2.1.2.2. Zonas y grados de erosión

Los suelos en el municipio se encuentran en proceso de erosión, esto debido a las


características de la zona donde esta ubicada y a las condiciones climáticas que imperan
en la región. Las zonas susceptibles a erosión hídrica están identificadas especialmente en la
Zona Agroecológica Media, donde se encuentra especialmente los cultivos de coca; esta
erosión paulatina se debe fundamentalmente a la perdida de fertilidad de los suelos y la
ausencia de cubierta vegetal esto por ser un cultivo perenne, y la falta de una adecuada
acción conservación de suelos; esta característica se presenta en los cantones de Cajuata,
Huaritolo y Suri que forman parte de la Zona Agroecológica Media.

De acuerdo con los suelos del municipio se establece que estos son aptos para la
agricultura. En las tres zonas agroecológicas Alta, Media y Baja, sin embrago estas son
también susceptibles a la erosión, por las condiciones de prácticas agrícola inadecuada,

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Dia g nó stic o

topografía accidentada y la ausencia de conocimientos de conservación de suelos, estos se


puede convertir en un futuro como mediato en suelos degradados y erosionados.

Otro factor que influye para la pérdida de suelos con posibilidades de ser aprovechadas
para la agricultura, son las constantes riadas especialmente las que se encuentran en las
riveras de los ríos de Suri, Miguillas, Khora Zona Agroecológica Baja.

B.2.1.2.3. Práctic as y superficies recuperadas

De acuerdo a información e investigación en el presente estudio se ha llegado a determinar


que no se realizaron acciones o trabajos que impliquen la recuperación de suelos, mediante
la práctica directa de los comunarios. La presencia de ONG “Ayuda en Acción” en pincipio
trabajo con conservación de los recursos naturales realizando talleres de capacitación,
posteriormente fue transferida a la ONG SEMTA (Servicios Múltiples Tecnológicos
Agropecuarios) la que actualmente realizo practicas de reforestación en zonas de Miguillas
con especies de Mara, cedro, ceibo como cercos vivos o linderos que indirectamente evita
la erosión de suelos. En la comunidad de Polea se realizo la forestación de una extensión de 2
hectáreas con la finalidad de su explotación dentro el programa de apoyo a la producción
e la ONG SEMTA.

B.2.1.3. Flora

B.2.1.3.1. Principales especies.

Las principales especies existentes e identificadas en los talleres municipales y en las


encuestas familiares en el municipio de Cajuata son:

CUADRO 10. Especies forestales

Nombre común Nombre científico Nombre común Nombre científico


Achiote Bixa Orellana Llantén Pla ntg o sp
Nogal Junglas boliviana Koa Id e ntific a c ió n lo c a l
Bambú Bambusa sp Laurel La urus sp
Cañahueca Identificación local Leche leche Bo ro dinuma lic a strum
Cebadilla Identificación local Lujma Po ute ria ma c ro p hilla
Boldo Identificación local Manzanilla Ma tric a ria Cha linilla
Cedro Blanco Cederta Odarta Ortiga Ure ra b a c ife ra
Cedrón Lipria atridiora Pacay Ing a ma c ro p ylla
Cidra Identificación local Palmera Da c tilus sp
Coca Identificación local Ruda Rud a c a la p e nsis
Cola de Caballo Identificación local Yerba buena Me nta pip e rita
Diente de león taxacun oficialis Amor seco Xa ntium spino sum
Granada Identificación local Pino Cip re s sp
Guayaba Psidiumguajara Eucalipto Euc a lip to s sp
Hierba buena Identificación local Toronjil Me lissa o ffic ina lis
Zarzamora Rubís Fuicosus Wira wira Id e ntific a c ió n lo c a l
Fuente: Diagnostic o municipal, 2005

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Dia g nó stic o

B.2.1.4. Fauna

La fauna silvestre en el municipio es variada en algunos casos, en las encuestas familiares del
autodiagnóstico como en la información directa de los comunarios, se han identificado
algunas variedades que son como sigue:

CUADRO 11. Fauna Silvestre

Nombre común Especie Nombre común Especie


Armadillo Mamífero Aguila Ave
Jabalí Mamífero Buitre Ave
Jochi Mamífero Buho Ave
Jochi pintado Mamífero Gallinazo Ave
Jucumari Mamífero Golondrina Ave
Murciélago Mamífero Halcón Ave
Puma Mamífero Loro Ave
Ratas Mamífero Tordo Ave
Sari Mamífero Mauri Pez
Venado Mamífero Suchi Pez
Cascabel Reptil Tilapia Pez
Lagarto Reptil
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

B.2.1.5. Recursos Forestales

Los recursos forestales en el municipio son escasos, siendo que las especies maderables se
han ido agotando, esto debido a las actividades propias de los productores, en este sentido
se tienen las siguientes especies forestales identificadas:

CUADRO 12. Principales especies forestales

Especie Nombre científico


Cedro Ce d re la o ra d ata
Nogal Jug la nsBo livia na
Laurel Pte uo phyrium b ra c tre a tm
Siquile Ing a sp
Quina quina Myro xylo n b alsa mun
Ambaibo Ce c ro p ia sp
Colo Id e ntific ac ió n lo c a l
Eucalipto Euc a lip to s sp
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

B.2.1.6. Recursos hídricos

La existencia de recursos hídricos es considerable en la tercera sección municipal, siendo


empleada en sistemas de riego, abrevaderos y consumo humano. Son permanentes y se
caracterizan por el buen caudal, considerándolos como potencial para la generación de
energía eléctrica. Podemos mencionar desde ríos, riachuelos, arroyos, vertientes y pozos que
son aprovechados especialmente para la actividad agropecuaria.

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B.2.1.6.1. Fuentes de agua, disponibilidad y características

Existen abundantes fuentes de agua en todo el municipio y disponibles todo el año, los
principales ríos que cruzan el territorio de Cajuata son: el Miguillas, Suri, Limonvado,
Cañamina, Santa Elena, Viscachala, Moxacoca, Grande Potrero, Chilaya, etc., estos son
utilizados para riego y en algunos casos para el consumo humano y animal.

B.2.1.6.2. Cuencas, Sub cuencas y ríos existentes

El Municipio de Cajuata está comprendido dentro de la cuenca Amazónica, ya que los ríos
que pasan por el municipio como los ríos: La Paz que se encuentra al norte el cual es el limite
entre la provincia Sud Yungas con el municipio, río Miguillas, Suri, Limonvado, Cañamina,
Moxacoca, en su recorrido afluyen entre ellos y van a formar a la cuenca del río Beni, que es
afluyente del gran río Amazonas como se puede apreciar en el cuadro y mapa siguiente.

CUADRO 13. Cuencas, Sub Cuencas y Ríos principales del Municipio

Cuenca Sub Río Río


Ríos afluyentes
grande cuenca Principal secundario
Ríos: Claras, Lujmani,
Miguillas, Villa Angelica,
Río Miguillas Pichincha Grande, Khora,
Beni Pichincha Chico, Cañamina
Amazonas Rio La Paz
(169 946 km2) y Polea
Rios: Checa, Poqueleuque,
Río Suri Surumpi, Moxacoca, Sujura,
Coricamaña
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

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B.2.1.7. Recursos Minerales

B.2.1.7.1. Principales metales y no metales

En el Municipio de Cajuata se encuentran yacimientos de oro y antimonio. En la


“comunidad” de Chillaya del Cantón de Cajuata se viene explotando antimonio y oro por
una empresa privada asentada en ese lugar; por otro lado se conoce que en la zona de
Miguillas existen yacimientos de oro en forma de veta, como también en los ríos se puede
encontrar este mineral precioso en forma de pepitas.

CUADRO 14. Principales Metales y No Metales en el Municipio

Yacimientos Ubicación Tipo de explotación Observación


Actualmente viene explotando oro y
Oro – Cantón Cajuata sector Mina Empresa Minera antimonio en una cantidad aproximada de
Antimonio Chillaya “Chillaya” 800 qq por semana de Antimonio en 2
camiones hacia la ciudad de Oruro
Cooperativa Aurífera Esta cooperativa aurífera dejo de realizar sus
Cantón Circuata en la
Oro “Regimientos Tren actividad de explotación en la gestión 2003 a
Comunidad de Miguillas
Ltda.” 2004.
Encañada del cantón
Este tipo de explotación es muy reducida ya
Oro Circuata, en riberas del rio Familiar
que las familias se dedican en forma eventual.
Cañamina y miguillas
A esta explotación se dedican pocas familias
Piedra Pizarra Cantón Suri Familiar por diferencia de explotación en rentabilidad
entre el Oro y Antimonio
Fuente: Diagnóstico municipal, 2005

B.2.2. Comportamiento Ambiental

B.2.2.1. Suelo

La característica fisiográfica de los suelos en el municipio de Cajuata esta determinada por


ser esta una zona montañosa con pronunciadas elevaciones, y sus suelos son proclives a la
erosión por efecto de la lluvia, por lo general en los lugares donde existe elevada actividad
agrícola la capa de vegetación natural ha sido modificada y en este sentido no existe
protección al suelo.

B.2.2.2. Aire

Por las características de la región, en el municipio que esta llena de abundante vegetación
se puede considerar que no existe contaminación alguna; solamente la actividad agrícola
en la época del chaqueo hace que se queme los materiales producto de esta actividad,
produciendo humaradas que provoca infecciones respiratorias en la población afectada
por esta práctica.

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B.2.2.3. Agua

La contaminación de los recursos hídricos se produce por la explotación minera, esto


especialmente en la región de Cajuata, por las actividades mineras de la Empresa Chillaya
(que no realiza acciones de mitigación ambiental), lo que causa en algunos casos la
desaparición de algunas especies de peces.

B.2.2.4. Inclemencias

Los riegos climáticos en todo el territorio del municipio son evidentes por que afectan e
inciden en la producción agropecuaria, por un lado la sequía que no es de tan larga ya que
solo se presenta durante cuatro meses, afecta de manera reducida a la actividad
agropecuaria.

Otro fenómeno que afecta es la granizada cuya ocurrencia es ocasional y en determinadas


zonas o sectores, perjudicando a los productos agrícolas especialmente; este se presenta en
los meses de septiembre y noviembre.

Por otro lado en la época de lluvias se presentan lluvias torrenciales produciendo


inundaciones, desbordes de los ríos que afectan a las riberas de las poblaciones como Villa
Khora y Limonvado especialmente que sufren inundaciones por la crecida de los ríos que
cruzan su territorio.

C. ASPECTOS SOCIO CULTURALES

C.1. ASPECTOS HISTORICOS

Según investigadores, historiadores y escritores, se conoce que los jesuitas son los primeros en
ingresar a región de Inquisivi, la evidencia de la presencia de estos esta en las iglesias
construidas en las localidades de Quime, Cavari, Suri e Inquisivi.

De acuerdo a documentación se conoce que la provincia Inquisivi fue creada el 24 de


noviembre de 1844; la comunidad de Suri una de las poblaciones más antiguas fue creada
mediante decreto supremo del 16 de julio del año de 1838, en memoria al protomártir de la
revolución de la ciudad de Nuestra Señora de La Paz don Pedro Domingo Murillo que era
oriundo del lugar.

La tercera sección municipal de la provincia Inquisivi fue creada mediante Mención Ley del
22 de noviembre del año de 1919; fue modificada y a su vez consolidad en el como la
Tercera Sección Municipal de la Provincia Inquisivi con Cajuata como Capital y los Cantones
de Cajuata, Suri, Huaritolo, Circuata y Charapari en el gobierno de Gualberto Villarroel en el
año de 1945.

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C.2. DEMOGRAFIA

C.2.1. Población por edad y sexo

Según el Censo Nacional de Población y Vivienda (CNPV 2001), la provincia Inquisivi cuenta
con 59.495 habitantes; y la tercera sección municipal Cajuata según la misma fuente cuenta
con 7.757 habitantes, donde hombres son 4.127, representando el 53% del total de la
población; mientras que las mujeres hacen un total de 3.630 correspondiendo al 47%, lo que
demuestra que en el municipio existe una prevalencia de los varones sobre las mujeres de
acuerdo a este censo.

A continuación en cuadro, se presenta la población de las diferentes comunidades de


acuerdo al sexo:

CUADRO 15. POBLACION TOTALDELMUNICIPIO DECAJUATA POR SEXO

Comunidad Hombre Mujer Total


Cajuata 429 446 875
Chillaya 138 119 257
Comunidad Apacheta 75 64 139
Comunidad Puente Alegre 63 64 127
Comunidad Siquimirani 220 159 379
Comunidad Sujura 42 42 84
Comunidad Turculi 150 122 272
Comunidad Ullomani 9 7 16
Comunidad Viscachala 41 36 77
Loma Linda 123 146 269
Suticollo 14 13 27
Comunidad Agua Rica 111 100 211
Sindicato Agrario Polea 92 69 161
Comunidad Espiga Pampa 120 118 238
Comunidad Moxacoca 108 94 202
Comunidad Parpada 53 37 90
Suri 153 129 282
Chajna 78 67 145
Comunidad Torra 65 66 131
Cañamina 234 234 468
Circuata 473 354 827
Circuata Collpa 56 35 91
Comunidad Limonbado 67 47 114
Comunidad Lujmani 94 80 174
Comunidad Playa Verde 21 19 40
Comunidad San Jose 44 46 90
Miguillas 216 223 439
Nogalani 16 21 37
Villa Angelica 25 18 43
Villa Barrientos 257 190 447
Villa Khora 224 216 440
Comunidad Keaconi 44 42 86
Huaritolo 86 67 153
Rica Rica 96 74 170
Checa 90 66 156
TOTAL 4.127 3.630 7.757
Fuente: INE Censo 2001

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De acuerdo a datos obtenidos en el diagnostico y validados en los diferentes talleres


comunales y municipales, actualmente la población del municipio de Cajuata es de 10.105
habitantes con una distribución de 5.374 hombres que hacen el 53%, y de 4.731 mujeres que
representa el 47%.

CUADRO 16. Población total Municipio Cajuata

Nº de Total
Canton Comunidad Hombres Mujeres
flias. hab.
230 1.150 633 517
Suri 77 385 209 176
SURI Chajna 40 200 108 92
Parpata 27 135 80 56
Moxacoca 59 295 158 137
Alfajiani 27 135 80 56
203 995 543 452
Huaritolo 47 235 132 103
Torja 30 150 74 76
HUARITOLO
Rica Rica 45 225 127 98
Keaconi 24 120 61 59
Cheka 37 185 107 78
Poqueleuque 20 80 42 38
602 3.008 1.550 1.458
Cajuata 204 1020 500 520
Loma Linda 30 150 69 81
Apacheta 35 175 94 81
Viscachala 14 70 37 33
CAJUATA Coricamaña 24 120 55 65
Siquimirani 93 465 270 195
Turculi 71 355 196 159
Puente Alegre 30 150 74 76
Sujura 22 110 55 55
Espigapampa 65 325 164 161
Suticollo-Ullumani 14 68 36 32
990 4.952 2.688 2.264
Circuata 180 900 515 385
Agua Rica 40 200 105 95
San Jose 25 125 61 64
Cañamina 113 565 283 282
Villa Barrientos 120 600 345 255
Villa Khora 65 325 165 160
CIRCUATA
Playa Verde 23 115 60 55
Limonvado 45 225 132 93
Villa Angélica 32 160 93 67
Lujmani 40 200 108 92
Cuñurani 34 170 89 81
Miguillas 207 1037 550 487
Polea 45 225 129 96
Queñuani 21 105 53 52
TOTALPOBLACION 2.025 10.105 5.414 4.691
Fue nte: Diagnostico Municipal, 2005.

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Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 29


Dia g nó stic o

Luego de una comparación datos del INE, con los datos obtenidos en el diagnostico por
parte del equipo técnico, existe una diferencia de 2348 habitantes, lo cual indica que
muchos pobladores no participaron en el censo o no se encontraban en sus comunidades, o
no quisieron participar de este evento lo cual perjudicó al municipio.

CUADRO 17. Población según Cantones municipio de Cajuata

Cantón Hombres Mujeres Total habitantes


Cajuata 1.550 1.458 3.008
Huaritolo 543 452 995
Suri 633 517 1.150
Circuata 2.688 2.264 4.952
TOTAL 5.414 4.691 10.105
Fuente: Talleres municipales, 2005

De acuerdo al cuadro anterior y mapa No. 9, la población de Cajuata tiene 5.374 Hombres
que representa el 53%, las mujeres constituyen el 47% haciendo una cantidad de 4.731 del
total poblacional del municipio; en el siguiente cuadro se muestra la distribución por grupo
etareo del municipio:

CUADRO 18. Población por grupos etareos Municipio de Cajuata

Grupo etareo Hombres Mujeres Total


0-9 años 1.090 1.064 2.154
10-19 años 888 743 1.631
20-29 años 560 500 1.060
30-39 años 468 448 916
40-49 años 384 313 697
50-59 años 330 249 579
60-69 años 256 184 440
70-79 años 111 97 208
80-89 años 33 29 62
90-98 años 7 3 10
TOTAL 4.127 3.630 7.757
Fuente: Censo INE 2001

De acuerdo al cuadro anterior y grafico siguiente, se ve que la mayor parte de la población


se encuentra entre las edades de 0 a 9 años con una población de 2154 que representa al
27,8%, seguido de la población de 10 a 19 años con 1631 de población con un 21,0 %, por lo
contrario las edades con menor población se tiene a personas de la tercera edad de 80 – 89
años y 90 a 99 años con un porcentaje 0,8% y 0,1% respectivamente para cada grupo
etéreo.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 30


Dia g nó stic o

GRAFICO 4. Población por grupos etéreos Municipio de Cajuata

POBLACIÓN SEGÚN GRUPOS ETAREOS


2.7% 0.8%
0.1%
5.7%
7.5% 27.8%
9.0%

11.8%
21.0%
13.7%

0-9 años 10-19 años 20-29 años 30-39 años 40-49 años
50-59 años 60-69 años 70-79 años 80-89 años 90-98 años

Fuente: Elaboración Propia, 2005

C.2.2. Número de familias por Cantón

De acuerdo a los datos obtenidos del diagnostico efectuado en el municipio y las


comunidades se ha llegado a determinar que el número de familias que viven en el
municipio de Cajuata es de 2.025; considerando que en el número de miembros por familia
es de 5; en el siguiente cuadro y mapa No. 9 se muestra la distribución del número de familias
por cantón.

CUADRO 19. Número de familias por Cantón

Cantón Nº de familias Porcentaje (%)


Cajuata 602 29,7
Huaritolo 203 10,0
Suri 230 11,4
Circuata 990 48,9
TOTAL 2.025 100,0
Fuente: Talleres Municipales, 2005

Como se puede observar en el cuadro anterior y mapa No. 9 el cantón Circuata cuenta con
la mayor cantidad de habitantes 990 familias, representando el 48,9%, seguido del cantón
Cajuata que cuenta con 602 familias representando al 29,7%, mientras por el contrario los
cantones con menor numero de familias son el cantón Suri y Huaritolo con 230 y 203 familias
respectivamente, con un porcentaje menor a 11,4%.

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Dia g nó stic o

C.2.3. Densidad Poblacional

De acuerdo a los datos proporcionados por el Censo Nacional de Población y Vivienda


(CNPV) efectuado por el Instituto Nacional de Estadística (INE) en el año 2001, la densidad
poblacional de la Sección Municipal de Cajuata tiene es de 11,1 hab/km2 de acuerdo a la
extensión territorial.

C.2.4. Estructura de la Población: rural y Urbana

El municipio de Cajuata está caracterizado especialmente por la producción agropecuaria,


lo cual le da una dinámica económica especial a la región, sin descartar otras actividades,
esto da como parámetro que un porcentaje mayor de la población está dispersa; la mayoría
de los productores tienen sus viviendas en las comunidades donde se concentran. Las
poblaciones más importantes con elevada concentración de habitantes son: Cajuata,
Circuata, Cañamina, Miguillas, Huaritolo y Suri.

C.3. DINAMICA POBLACIONAL.

C.3.1. Emigración

Según el autodiagnóstico se ha llegado a determinar que en el municipio de Cajuata existe


migración temporal y definitiva; se puede mencionar que en la migración temporal los
habitantes salen de sus poblaciones o hacia los centros citadinos para poder efectuar
algunos trabajos temporales o a realizar estudios secundarios o universitarios y vuelven a su
comunidad después del periodo de estudios; en la migración definitiva se puede notar que
estos salen de su población en forma definitiva bajo las siguientes causas: matrimonio donde
van a vivir a otra comunidad; trabajo o cambio de residencia a otros puntos del país
especialmente a las ciudades más cercanas, también se llego a determinar una cantidad
menor migra hacia el exterior del país especialmente a la Argentina y España.

C.3.1.1. Temporal: proporción según tiempo, época, edad sexo y ocupación

Según los datos obtenidos de la información procesada, se tiene que el 15% de la población
migra en forma temporal, por lo general a otros Departamentos o las ciudades
especialmente en busca de trabajos temporales, en el caso de los jóvenes en época donde
no existe actividad agrícola; otro factor que influye en este tipo de migración son los estudios
en las personas que están en edad de efectuar estudios en las universidades y los colegios
de las ciudades de La Paz y Oruro fundamentalmente.

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Dia g nó stic o

C.3.1.2. Definitiva: proporción según tiempo, época, edad sexo y ocupación

La migración definitiva en el municipio de Cajuata en los últimos años ha tenido una


significancia de acuerdo con los datos obtenidos ya que en todo el municipio un 13,3%, ha
salido en forma definitiva hacia otros lugares como los departamento de La Paz,
Cochabamba, Santa Cruz, Oruro y Tarija, como también al exterior del país con preferencia
a la Argentina y España.

C.3.2. Inmigración

Por lo general la inmigración en el municipio se debe a la formación de nuevos hogares en


los diferentes centros poblados (aproximadamente un 2%), esto sucede entre los diferentes
habitantes de diferentes comunidades aledañas al municipio; también se ha observado que
algunos jornaleros se vienen asentando en algunas poblaciones del municipio lo cual
incrementa de alguna manera la población, por otro lado es muy raro ver a personas de
otros departamentos con radicatoria definitiva en el municipio.

C.3.3. Tasa de Natalidad

De acuerdo con los datos proporcionados por la responsable de salud del municipio de
Cajuata, la tasa de natalidad es de 20 niños nacidos por cada mil habitantes; tomando en
cuenta los casos atendidos en los diferentes centros de asistencia en salud con que cuenta
el municipio y también los partos atendidos en domicilio; por otro lado se puede indicar que
la asistencia al control prenatal durante la gestión del 2005 fue de 227 pacientes de las
cuales son nuevas antes del 5to. mes de embarazo 133 y nuevas a partir del 5to. mes de
embarazo 94. Finalmente se tiene un total de 128 pacientes que realizaron hasta la cuarta
consulta prenatal (el mínimo establecido en la etapa de gestación).

La atención de partos durante la gestión del 2005 fue de 151; la atención en los centros de
asistencia por médico o enfermera fue de 112 y los partos atendidos en domicilio por el
personal de salud fue de 33, en cambio otro tipo de atención durante el parto fue el de la
partera en este caso fueron atendidas por este tipo de asistencia 3.

De acuerdo con la información obtenida se tiene que solamente asistieron al control post
natal en los centros asistenciales un total de 150 pacientes de las 227 consultas prenatales
atendidas.

C.3.4. Tasa de Mortalidad General, materna e infantil.

Según los datos del SNIS (Sistema Nacional de Información en Salud) reportados por los
centros de salud en el municipio de Cajuata para la gestión 2005, se tiene la siguiente
información:

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Dia g nó stic o

Mortalidad General de 6.6 muertos por cada mil habitantes.


Mortalidad Infantil es de 7 x cada 1000 nacidos vivos menores a un año.
La Mortalidad Materna es 0.

Según el CENSO de Población y Vivienda de la gestión 2001, la tasa de mortalidad infantil


para el municipio de Cajuata es de 67 (por mil nacidos vivos). En el caso de Bolivia la tasa de
mortandad es de 8 por cada mil habitantes y la tasa de mortalidad materna es de 374 por
100.000 mujeres.

C.3.5. Tasa de crecimiento poblacional

De acuerdo con los datos del INE en el ceso de población y vivienda del año 2001 esta nos
da como resultado que existe una tasa de crecimiento negativa del -1.22%, o que demuestra
que en vez de crecer la población ha ido decreciendo en el periodo ínter censal (1992-
2001).

Según los datos obtenidos en las encuestas familiares y los datos recabados en el
autodiagnóstico nos demuestra que la tasa de crecimiento poblacional en el municipio de
Cajuata es del orden del 2,1%, en relación al anterior Censo, lo que demuestra que si a
existido un crecimiento en la población.

C.3.6. Tasa de analfabetismo por sexo

En el municipio de Cajuata la cobertura educativa es casi completa, ya que en todas las


comunidades principales especialmente en los centros más poblados existen unidades educativas
del nivel primario y secundario; y en las comunidades solamente el nivel primario, aunque las
mismas carecen de adecuada e insuficiente infraestructura, mobiliario y material didáctico.

Según los datos del Programa Municipal de Educación (PROME) de Cajuata 2006 – 2010, la tasa
de analfabetismo se muestra en el cuadro siguiente para la gestión 2005 en los diferentes distritos:

CUADRO 20. Porcentaje de Población analfabeta en el Municipio

Población total Población analfabeta


Distritos
V M T V M T %
CAJUATA 2.120 1.785 3.905 354 576 930 23,8
CIRCUATA 992 844 1836 210 330 540 29,4
HUARITOLO 489 415 904 137 190 327 36,2
SURI 300 200 500 69 88 157 31,4
MIGUILLAS 950 924 1.874 225 250 475 25.3
TOTAL 4.851 4.168 7.370 995 1434 2.429 29.2
Fuente: Dirección Distrital de Educación de Cajuata (PROME 2006 – 2010)

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Dia g nó stic o

GRAFICO 5. Tasa de Analfabetismo en el Municipio

TASA DE ANALFABETISMO

40 36,2
35 31,4
29,4
30

PORCENTAJE
25,3
23,8
25
20
15
10
5
0 CAJUATA CIRCUATA HUARITOLO SURI MIGUILLAS

CANTONES

Fuente: Elaboración Propia, 2005

De acuerdo al Cuadro y Grafico anterior, en el año 2005 los distritos que presentan el mayor nivel
de analfabetismo son Huaritolo que alcanza 36,2%, seguido del distrito de Suri con 34,4%, mientras
que con menor tasa de analfabetismo se tiene al distrito de Cajuata y Miguillas con 23,8% y 25,3%
respectivamente.

La tasa de analfabetismo se refiere a personas mayores de 15 años o mas de edad que no saben
leer y escribir, para la gestión 2005 según el PROME, en el municipio la tasa de analfabetismo
alcanza a 29,2%, la cual es muy elevada de acuerdo a esta información, esto se debe al poco
interés hacia la educación por parte de algunos padres de familia y de los propios habitantes en
edad escolar.

C.3.7. Esperanza de vida.

La esperanza de vida para la población en el municipio se tiene un promedio de 55 años


según los datos del INE-2001; esta información es relativa, ya que según los datos obtenidos
en el autodiagnóstico y de informantes claves se sabe que existe mucha población en la
tercera edad.

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Dia g nó stic o

C.4. BASE CULTURALDE LA POBLACION

C.4.1. Origen étnico

El origen étnico de la población es indígena y mestizos (Aymaras y Quechuas), debido a que


anteriormente que en la región estaban asentados los colonizadores, así lo demuestra
algunas ruinas y templos coloniales que quedaron como testigos de esta época.

Luego de la fundación de la republica se convirtieron en grandes señoríos, donde se


empleaba a pobladores del lugar para el desarrollo de actividades agrícolas, principalmente
en el cultivo de la coca, que en ese entonces era comercializada en los centros mineros y en
determinadas épocas se exportaba a la republica de la Argentina y Chile.

El cambio principal introducido en este siglo a nivel organizativo y de participación en las


comunidades tradicionales fue efectivamente la red de organización sindical en la mayor
parte del campo a partir de la Reforma Agraria de 1.953. El éxito de la organización agraria y
la organización sindical condujo en muchas regiones céntricas a la aparente desaparición
de las autoridades tradicionales en el transcurso de pocos años esta nueva organización
sindical se vino a acoplar en muchos casos a la organización tradicional de las
comunidades. En la practica los sindicatos reproducen con frecuencia la antigua
comunidad en su nivel mínimo.

C.4.2. Idiomas

El idioma hablado con más frecuencia en los diferentes distritos y cantones es el español,
aymará, y el quechua, presentando la siguiente distribución según el Censo Nacional de
Población y Vivienda (CNPV, 2001) realizado por el INE:

CUADRO 21. Idiomas prevalecientes en el municipio de Cajuata

Idioma Población Combinación de idiomas Población


Castellano 4.539 Aymará/Castellano 1.725
Aymará 1.416 Quechua/Aymará/Castellano 922
Quechua 904 Quechua/Castellano 790
Guaraní 2 Originario Aymará 2.268
Extranjero 2 Originario Quechua 1.207
S/Especificar 49 Originario otro nativo 17
Fuente: INE (CNPV 2001)

En diagnósticos comunales realizados en el municipio de Cajuata, se determino población


tanto hombres como mujeres son trilingües, es decir, que hablan aymará, quechua y
castellano. El 85,67% habla castellano; aymará comprende el 20,49 % y la población que
habla quechua 13,08% castellano; y el originario aymará el 49,27%; el originario quechua el

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26,22%; el aymará/castellano el 22,24%; el quechua/aymará/castellano el 11,89%; quechua


castellano 10,16%.

C.4.3. Religiones y creencias

La religión que predomina el municipio de Cajuata es la católica con un 75%, seguida por los
evangélicos representados por el 17% y otras religiones menos preponderantes que se estima
en un 8%, siendo estos protestantes y metodistas.

La población católica es la única que mantiene las tradiciones y creencias religiosas,


recordando las fiestas patronales de los centros poblados más importantes. Los habitantes de
otras religiones inculcaron nuevas creencias y diferente tipo de culto, que cada vez se
enraízan con mayor fuerza en los diferentes círculos sociales de la región.

C.4.4. Calendario festivo y ritual

El calendario festivo del municipio esta estrechamente relacionado a creencias y costumbre,


especialmente aquellas relacionadas a deidades patronales y festividades relacionadas a la
naturaleza estas se pueden mencionar en el siguiente cuadro:

CUADRO 22. Fiestas celebradas en el municipio Cajuata

Lugar Fechas/ Mes Festividad


Sección Municipal 1 Enero Año Nuevo
Sección Municipal Febrero-Marzo Carnavales
Sección Municipal Marzo Semana Santa
Sección Municipal 24 de Junio San Juan
Torra Mayo-Junio Espíritu
Sección Municipal Mayo - Junio Corpus Cristo
Chajna (Puente) 25 de Julio Santiago
Huaritolo 5 de Agosto Virgen de las Nieves
Sección Municipal 6 de Agosto Fiestas Patrias
Turculi 9 de Agosto Virgen de Asunción
Miguillas 17 de Agosto Virgen de la Asunta
Suri y Circuata 8 de Septiembre Virgen de la Natividad
Mina Chilaya 14 de Septiembre Exaltación
Checa 3 de Octubre Virgen del Rosario
Sección Municipal 1-2 de Noviembre Todo los Santos
Sección Municipal 3 de Noviembre Creación de la 3ra Sección
Cajuata 8 de Diciembre Virgen de la Concepción
Sección Municipal 25 de Diciembre Navidad
Fuente: Taller comunal municipio Cajuata, 2005

De acuerdo a los talleres comunales del municipio se ve que la población católica es la que
celebra en las diferentes fechas las festividades que se muestra en cuadro anterior, al cual
incluimos las fechas cívicas y otras conmemoraciones festivas y religiosas.

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Dia g nó stic o

C.5. EDUCACION

C.5.1. Educación Formal.

El sector educativo en el Municipio se encuentra organizado de acuerdo a una estructura


administrativa y operativa denominada núcleo escolar, que agrupa a escuelas seccionales
de diferentes categorías: uní docente y pluridocente. Este tipo de organización muchas
veces presenta dificultades ya que el núcleo que agrupa varias escuelas asociadas no se
encuentra equidistante de estas.

El presente diagnostico actualiza y profundiza el análisis de la situación de la Educación en la


Sección Municipal Cajuata, considerando que el contexto global ha tenido cambios
sustanciales, especialmente al igual que en muchos municipios el sistema de enseñanza
vigente en el municipio, es el implementado a partir de la Reforma Educativa.

C.5.1.1. Estructura Institucional: Numero, tipo y cobertura de los establec imientos

Después de la aprobación y promulgación de la Ley de Participación Popular (Ley 1551),


toda la infraestructura educativa paso a depender de los municipios, quedando el estado
encargado específicamente del sector educativo, este representado por el Director Distrital
de Educación, los Directores de Núcleo y los profesores se encargan de la organización y el
manejo institucional de la educación.

La sede de la Dirección Distrital de Educación en el Municipio tiene su base en la comunidad


de la Capital de Cajuata perteneciente a la tercera sección de la provincia, de esta
dirección dependen dos núcleos y las diferentes unidades educativas que funcionan en el
Municipio.

El Municipio cuenta con una estructura institucional conformada por el Director Distrital de
Educación, para la atención de los Núcleos educativos de: Cajuata y Circuata, dos sub
centrales Miguillas y Suri que dependen directamente de la Dirección Departamental de La
Paz.

A continuación se presenta el Mapa No 10 y 11 de ubicación de los Núcleos Educativos y las


Unidades educativas de la Jurisdicción.

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GRAFICO 6. Organigrama Educativa

DIRECCION
DISTRITAL

NUCLEO NUCLEO
CAJUATA CIRCUATA

SUB CENTRAL SUB CENTRAL


SURI MIGUILLAS

Unidades
Unidades Educativas
Educativas - Circuata
- Rica Rica - Polea
- Huaritolo - San José
- Turculi - Agua Rica
- Cheka - Cañamina
- Sujura - Villa
- Espigapampa Barrientos
- Siquimirani - Simón
- Alfagiani Bolivar
- Moxacoca - Limonvado
- Viscachala - Lujmani
- Loma Linda
(particular)

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Dia g nó stic o

CUADRO 23. Núcleos, establecimientos, nivel y numero de cursos de Sección Cajuata

Tipo de Unidad Nombre del Numero de


N° Ciclos/ tipo
Educativa establecimiento grados
Núcleo Cajuata
1 Sub Central Suri Primaria/Secundaria 13
2 Seccional Rica Rica Primaria 5
3 Seccional Huaritolo Primaria 5
4 Seccional Turculi Primaria 5
5 Seccional Cheka Primaria 6
6 Seccional Sujura Primaria 5
7 Seccional Espigapampa Primaria 6
8 Seccional Siquimirani Primaria 6
9 Seccional Alfajani Primaria 3
10 Seccional Moxacoca Primaria 6
11 Seccional Ebenecer (UP) Primaria 8
12 Central Cajuata Primaria/Secundaria 14
13 Seccional Viscachala Primaria 3
Núcleo Circuata
14 Sub Central Miguillas Primaria/Secundaria 13
15 Central Circuata Primaria/Secundaria 13
16 Seccional Polea Primaria 5
17 Seccional San José Primaria 3
18 Seccional Agua Rica Primaria 5
19 Seccional Cañamina Primaria 8
20 Seccional Villa Barrientos Primaria 8
21 Seccional Villa Khora Primaria 8
22 Seccional Limonvado Primaria 3
23 Seccional Lujmani Primaria 3
Fuente: Dirección Distrital de Educación Cajuata, (2005)

C.5.1.2. Ubicación de los establecimientos

El cuadro siguiente nos muestra las Unidades Educativas de nivel primario y secundario, los
mismos están ubicados en los centros poblados cantónales y en comunidades de ubicación
estratégica. Además en la comunidad de Parpata existe una unidad educativa privada.

CUADRO 24. Núcleos, establecimientos, nivel y numero de cursos de Sección Cajuata

Nombre del Numero de


N° Comunidad Ciclos/ tipo
establecimiento grados
Núcleo Cajuata
1 Suri(sub. central) Suri Primaria/Secundaria 13
2 Rica Rica Rica Rica Primaria 5
3 Huaritolo Huaritolo Primaria 5
4 Turculi Turculi Primaria 5
5 Cheka Cheka Primaria 6
6 Sujura Sujura Primaria 5
7 Espigapampa Espigapampa Primaria 6
8 Siquimirani Siquimirani Primaria 6
9 Alfajani Alfajani Primaria 3
10 Moxacoca Moxacoca Primaria 6
11 Loma Linda Ebenecer (UP) Primaria 8
12 Cajuata Cajuata Primaria/Secundaria 14
13 Viscachala Viscachala Primaria 3

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Nombre del Numero de


N° Comunidad Ciclos/ tipo
establecimiento grados
Núcleo Circuata
14 Miguillas (sub. Central) Miguillas Primaria/Secundaria 13
15 Circuata Circuata Primaria/Secundaria 13
16 Polea Polea Primaria 5
17 San José San José Primaria 3
18 Agua Rica Agua Rica Primaria 5
19 Cañamina Cañamina Primaria 8
20 Villa Barrientos Villa Barrientos Primaria 8
21 Villa Khora Villa Khora Primaria 8
22 Limonvado Limonvado Primaria 3
23 Lujmani Lujmani Primaria 3
Fuente: Direcc ión Distrital de Educac ión, (2005)

C.5.1.3 Estado y calidad de la infraestructura y equipamiento disponible

En el Municipio de Cajuata en su generalidad la infraestructura y equipamiento se


encuentran en regular a mala condición, a la fecha necesita la construcción de
infraestructuras, considerando que este trabajo es de responsabilidad del Fondo de
Productivo Social conjuntamente la Honorable Alcaldía Municipal y Proyecto Educativo de
Núcleo, advirtiendo sin embargo, que en algunos establecimientos la falta de equipamiento
e infraestructura como ser aulas adecuadas:

Infraestructura: De acuerdo a la información obtenida de la dirección Distrital del municipio


de Cajuata, se sabe que la infraestructura de las aulas y viviendas de los maestros y otros, en
las unidades educativas en su generalidad están en mal estado. El distrito de educación del
municipio de Cajuata ha priorizado para presentar al gobierno municipal con urgencia de
acuerdo a las necesidades de cada unidad educativa el de contar con: 170 aulas en
construcción y 131 aulas en refacción, 56 ambientes para administración, 4 en ambientes en
construcción, 4 ambientes para la administración en refacción ,98 baterías sanitarias en
construcción y 41 baterías sanitarias en refacción, 37 porterías en construcción, 73 canchas
poli funcionales en construcción y 2 canchas poli funcionales en refacción, 63 salas múltiples
en construcción y una sala múltiple en refacción, 72 talleres en construcción, 56 laboratorios
en construcción y 1 laboratorio en refacción, 75 depósitos en construcción y 3 depósitos en
refacción esto todo lo que se puede detallar en cuando a la infraestructura de acuerdo al
diagnóstico elaborado.

Equipamiento: Se requiere en su generalidad de acuerdo a la información recogida 1.417


pupitres bipersonales,1.932 mesas rectangulares, 1.582 mesas medias hexagonales, 5.086 sillas
y en refacción 88 sillas, 250 estantes para la biblioteca, 4 estantes para bibliotecas en
refacción 311 escritorios medianos, 5 escritorios medianos en refacción, 353 mesas para los
maestros, 5 mesas para el maestro en refacción, 439 sillas para los maestros en dotación, 8
sillas para los maestros en refacción, 784 taburetes en dotación para todos los núcleos del
Distrito Educativo.

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C.5.1.4. Dotación de servicios básicos por establecimiento

Los servicios básicos considerados elementos muy importantes como Agua Potable y las
Letrinas o Baterías de Baño; el primero evita que se produzcan enfermedades estomacales y
este hecho perjudique al estudiante, el destino final de las eses evita que se produzcan
mayores enfermedades infecto contagiosas en las escuelas, por todas estas consideraciones
a continuación se presentan la relación de servicios básicos con que cuenta cada una de
los establecimientos educativos.

CUADRO 25. Características de la dotación de servicios básicos por establecimientos


educ ativos, Municipio de Cajuata

Servicios básicos Vivienda del profesor


Unidad
Batería de No
educativa Electricidad Agua Buena Regular Mala
baños existe
NUCLEO CAJUATA
Suri X X X X
Rica Rica X X X X
Huaritolo X X X X
Turculi X X
Cheka X X
Sujura X
Espigapampa X X X
Siquimirani X X
Alfajani X X
Moxacoca X X
Ebenecer (UP) X X
Cajuata X X X X
Viscachala X X
NUCLEO CIRCUATA
Miguillas X X X
Circuata X X X X
Polea X X X X
San Jose X
Agua Rica X X X
Cañamina X X X
Villa Barrientos X X X X
Simón Bolivar X X X
Limónvado X X X X
Lujmani X
Fuente: Diagnostico Municipal, 2005

C.5.1.5. Cobertura Escolar

El porcentaje de cobertura escolar en la sección municipal o la población en edad escolar


que se encuentra atendida por el sistema educativo en el municipio de Cajuata, de
acuerdo con la información obtenida para el año 2000 la cobertura alcanza a 90,6% y para
la gestión 2004 se incrementa a un 98,2%.

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CUADRO 26. Cobertura Escolar Total hasta el 2004

Población edad escolar Matrícula Cobertura (%)


AÑO
V M T V M T V M T
2000 2518 2344 4862 2291 2116 4407 90,9 90,3 90,6
2001 2670 2381 5051 2410 2169 4579 90,2 91,1 90,6
2002 2914 2600 5514 2643 2374 5017 90,7 91,3 91.0
2003 2950 2588 5532 2700 2353 5053 91,5 90,9 91,2
2004 2755 2468 5223 2720 2411 5131 98,7 97,6 98,2
TOTALPROM. 2761 2476 5236 2553 2285 4837 92,5 92,2 92,4
Fuente: Elaboración propia, Dirección Distrital de Educación Cajuata, 2000 - 2004

Observando los datos en el periodo 2000 a 2004 se puede apreciar que la cobertura ha
tenido un ascenso no muy significativo, teniendo un promedio de 92,4%. La cobertura escolar
favorece levemente a los niños (92,5%) frente a las niñas que alcanza a 92,2%, lo cual
muestra que los niños tienen mayores posibilidades en relación a las niñas.

C.5.1.6. Deserción Escolar

La Dirección Distrital de Educación del municipio reporta una información en que la gestión
del 2004 del total de los inscritos en la gestión escolar la deserción escolar llega a 607
alumnos que representan a un 11,8 % de deserción escolar, de los cuales un 54% son varones
y 46% de mujeres, considerándose reducida la deserción en comparación a los años
anteriores como se observa en el siguiente cuadro:

CUADRO 27. Deserción escolar en el municipio de Cajuata

Retirados
Años
Varones Mujeres Total %
2000 308 225 533 12,1
2001 256 248 504 11
2002 244 203 447 8,9
2003 293 187 480 9,5
2004 325 282 607 11,8
Fuente: Elaboración propia, Dirección Distrital de Educación Cajuata, 2000 – 2004

Considerando que las principales razones para la deserción escolar se deben a factores
como: la falta de recursos económicos para continuar con los estudios y la oportunidad de
migrar hacia los centros urbanos próximos, en busca de mayores ingresos económico.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 45


Dia g nó stic o

C.5.1.7. Personal docente y administrativo en el Municipio de Cajuata

Circuata es el más alejado del distrito, la accesibilidad a él es muy dificultosa en época de


lluvias y carece de servicios básicos; sin embargo las Unidades Educativas de este Núcleo
cuenta con un número de elevado de maestros normalistas y egresados normalistas; también
es importante destacar que el 90% de las Unidades Educativas se encuentran sobre la
carretera.

Mientras en el Núcleo de Cajuata trabajan la mayor cantidad de maestros egresados


normalistas y normalistas, esto se debe a que en el núcleo todas las Unidades Educativas
están sobre la carretera, este núcleo solo tiene 1 docente interino lo cual es un avance
significativo que incide favorablemente en el proceso de aprendizaje de los alumnos.

De los 130 docentes que se desempeñan en el distrito 7 son interinos o sea el 5,8%, 3
profesores son titulados por antigüedad que representa el 2,5% y entre normalistas y
egresados representan el 91,7%. Por otra parte es necesario mencionar que
aproximadamente el 4% de los maestros son de la sección.

CUADRO 28. Personal docente Administrativo gestión 2005

Unidades Maestros T.
Egresados Interinos Directores Porteros Total
educativas normalistas antigüedad

CAJUATA 8 10 - 1 1 1 21
SURI 6 2 - - 1 - 9
TURCULI 2 2 - - - - 4
CHEKA 2 - - - - - 2
HUARITOLO 4 1 - - - - 5
12 DE ABRIL DE RICA RICA - 1 - 1 - - 2
SUJURA EL PORVENIR 1 1 - 1 - - 3
VISCACHALA - - 1 - - - 1
SIQUIMIRANI 2 4 - - - - 6
ESPIGA PAMPA 2 - - - - - 2
MOXACOCA - 2 - - - - 2
ALFAGIANI 1 - - - - - 1
CIRCUATA 5 2 - - 1 1 9
MIGUILLAS I 5 2 1 1 1 1 11
CIRCUATA II 3 7 - 1 1 1 13
AGUA RICA LUZ DE KOLLASUYO 2 - - - - - 3
ASOCIADA CAÑAMINA 2 6 - - 1 - 9
POLEA 1 - - 1 - - 2
ASOCIADA VILLA BARRIENTOS 2 5 1 - 1 - 9
SAN JOSÉ - 1 - - - - 1
LIMON VADO 1 - - - - - 1
MIGUILLAS II 4 2 - - - - 6
LUJMANI 1 - - - - - 1
SIMÓN BOLIVAR 5 2 - 1 - - 8
TOTAL 59 50 3 7 7 4 130
Fuente: Dirección Distrital Cajuata, 2005

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Dia g nó stic o

C.5.1.8. Grado de aplicación y efectos de la reforma educ ativa

De acuerdo a Ley 1565 de Reforma Educativa del 7 de julio de 1994, la aplicación de esta
norma fue en forma gradual, de acuerdo a la implantación por la dirección Distrital del
Municipio, es así que se construyeron nuevas infraestructuras y sus correspondientes
equipamientos y a su vez todas las unidades educativas pasaron bajo la responsabilidad del
municipio para su ejecución y la administración de los activos de las unidades educativas;
dotando a la vez el material educativo y de escritorio.

En función a esta normativa el presupuesto para educación en el municipio es de 10% de


recursos HIPS y 10 de recursos propios, con este presupuesto, la alcaldía se hace cargo del
pago de la luz, agua, material de escritorio, mantenimiento, refacción y construcción de los
establecimiento educativos.

Según la Dirección Distrital, los criterios para la reorganización de los núcleos fue: la identidad
cultural, étnica y lingüística, la afinidad entre comunidades y la distancia, de esta manera la
Reforma Educativa beneficio a los núcleos con la dotación de material didáctico y el
mejoramiento de la infraestructura ya existente, pero este criterio es muy discutido por los
educadores.

C.5.2. Educación alternativa

Es un Área del Sistema Educativo Nacional, establecido por la ley 1565 (7/07/94), orientado a
complementar la formación de las personas y posibilitar el acceso a la educación a los que
por razones de edad, condiciones físicas y mentales excepcionales no hubieran iniciado o
concluido sus estudios en la educación Formal.

La Educación Alternativa es un Área que contribuye a la formación profesional alternativa de


la población menos favorecida por la educación, principalmente trabajadora, para que de
manera productiva sea generador del desarrollo personal y social, a partir de la construcción
y recreación participativa de conocimientos y saberes, orientado a reconvertir y optimizar
experiencias socio productivos, valores, aptitudes y actitudes culturales.

La educación alternativa en el Municipio de Cajuata se viene desarrollo a través de C.E.A.


“Cajuata que en la gestión escolar del 2005 se implemento mediante un convenio
interinstitucional (Alcaldía, Dirección Distrital de Educación y ONG SEMTA-Bolivia).

El personal responsable de la enseñanza de adultos son los mismos docentes de la Unidad


Educativa Cajuata que complementan horas de trabajo mediante incentivos económicos
que proporciona la ONG SEMTA.

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Dia g nó stic o

CUADRO 29. Matricula Gestión Educativa 2005

Medio inferior Medio común Medio superior Total


V M T V M T V M T V M T
10 8 18 12 10 22 8 9 17 30 27 57
Fuente: Dirección Distrital Cajuata, 2005

La educación de adultos del Municipio de Cajuata realizado en el cantón de Circuata inicia


sus actividades el año 1993, con la finalidad de lograr que hombres y mujeres concluyan y/o
continúen su educación, que por diversos motivos no pudieron iniciar o completar sus
estudios.

Inicialmente la Orden Religiosa Hermanas Ursolinas apoyaron esta labor a través de una
facilitadota y presta algunas de sus dependencias; posteriormente la Vicaria de la Pastoral
Educativa, Arquidiócesis de La Paz, realiza apoyo administrativo y pedagógico, al Sub Centro
“Pedro Domingo Murillo” CETHA Circuata a través del CETHA Irupana.

El Centro Educativo Técnico Agropecuario Humanístico CETHA Irupana, solo apoya al Sub
Centro de Circuata Técnico-Pedagógicamente es decir con el TECHO ACADEMICO
CORRESPONDIENTE.

CUADRO 30. ESTADISTICA DEALUMNOS INSCRITO POR NIVELY SEXO


2004 - 2005
Sub Centro CETHA Circuata

2004 2005
Niveles
V M Total V M Total
Pre-CETHA 0 0 0 0 0 0
Medio Inferior 0 6 6 16 10 26
Medio Común 9 9 18 10 6 16
Medio Superior 6 4 10 8 2 10
Total General 15 19 34 34 18 52
Fuente: Dirección Distrital Cajuata, 2005

C.5.2.1. Cobertura

Al Sub-Centro Pedro Domingo Murillo acuden principalmente estudiantes de las


comunidades de Circuata, también existe interés de las comunidades de Cajuata.

C.5.2.2. Personal Responsable

Para desarrollar el aspecto curricular que es por semestre: 4 materias elementales en el


primer semestre Lenguaje y Matemáticas, en el segundo semestre Ciencias Naturales y

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Dia g nó stic o

Sociales, se desarrolla según módulos que CETHA Irupana proporcionar (Cartillas, Fotocopias,
etc.) de acuerdo a la asignatura semestral y con un costo mínimo.

Con este material trabajan actualmente ocho profesores, cuatro del Colegio Técnico
Humanístico Circuata y cuatro de la Unidad Educativa Pedro Domingo Murillo, a los que se
les cancela un incentivo económico mensual.

Para la presente gestión (2006), la Delegación Jurisdiccional La Paz y Patacamaya en


coordinación con la Jefatura de Departamento Administrativo de la delegación Episcopal
de educación están consiguiendo un Ítem para una facilitadora, exclusivamente para este
Sub-Centro.

Asimismo la Dirección Distrital de Educación Cajuata-Licoma, ha realizado las gestiones


necesarias para la dotación de un ítem para el CEA Cajuata.

C.5.2.3. Infraestructura, Mobiliario y Equipamiento

Hasta la pasada gestión 2005 se ha utilizado parte de la infraestructura de la Orden Religiosa


y el Centro de Salud Circuata, recibiendo como donaciones tizas, papeles y prestamos de
garrafas. A partir de la presente gestión se esta utilizando las aulas de las Unidades
Educativas de Circuata y Pedro domingo Murillo, empero, no cuenta con el suficiente
material fungible.

Luego de haber realizado el diagnostico municipal podemos establecer que el Municipio


adolece de infraestructura y obviamente de equipamiento destinados a programas de
educación no formal. Eventualmente Instituciones No Gubernamentales ejecutan
programas de capacitación, los mismos son desarrollados en ambientes de la iglesia en
Cajuata, Escuela, Salón comunal, corregimiento en las comunidades, estas infraestructuras
no reúnen las condiciones pedagógicas necesarias, limitando así la mayor efectividad del
proceso de capacitación, por otra parte todos los equipos y medios que son necesarios para
los programas de capacitación son proveídos por las mismas instituciones.

C.5.2.4. Numero de instituciones de capacitación.

En el Municipio Cajuata, existen instituciones que vienen desarrollando programas y/o


proyectos de Educación Alternativa, cada una con objetivos, estrategias y grupos meta
particulares. Estas instituciones de acuerdo a la información recabada en el proceso del
diagnóstico son: SEMTA, FONADAL y ONGs que apoyan al sector educativo y al aspecto
productivo, saneamiento básico, etc.

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Dia g nó stic o

C.5.3. Calidad y cobertura de los servic ios educativos en educación no formal.

La calidad y cobertura en el aspecto educativo no formal se puede apreciar en el siguiente


cuadro:

CUADRO No. 31. Cobertura Institucional de atención

Institución Área de acción Sector Calidad de servicio


INTEGRAL Aceptable, siendo la metodología
Educación Formal y No formal aplicada adecua a las costumbres de la
SEMTA Todo el Municipio Salud y Saneamiento Básico región, en trabajos de construcción de
Productivo, Fortalecimiento infraestructuras, equipamientos y
Institucional capacitaciones.
INTEGRAL Buena cobertura en el área de acción
Educación Formal y No formal del municipio, apoyo a construcciones de
FONADAL Todo el Municipio Salud y Saneamiento Básico infraestructuras, refacciones, etc.
Productivo, Fortalecimiento
Institucional
Fuente: Diagnostico Municipal, 2005

C.6. SALUD

C.6.1. Medicina convencional.

Los indicadores sociales que permiten diagnosticar el estado de salud de los habitantes del
Municipio son las condiciones económicas, sociales y culturales críticas que favorecen la
prevalecía y transmisión de enfermedades, que son posibles de ser prevenidas, a estos
problemas se suma la falta de asignación de recursos humanos.

La prestación de servicios de salud en el municipio, principalmente está basado en la


atención a través de los establecimientos como ser los puestos de salud que tienen su
funcionamiento en algunas comunidades del Municipio. Existe un total de 3 establecimientos
en calidad de puestos de salud, un centro de salud y un denominado hospital (centro de
salud).

C.6.1.1. Estructura institucional: Numero tipo y cobertura de los establecimientos.

La estructura responde a una implementación desde el Gobierno Central, que a nivel


Departamental esta administrado por el Director del Servicio Departamental de Salud (SEDES
– La Paz), seguido por el director de la Red de Salud Inquisivi, y posteriormente por el Director
Local de Salud (DILOS) del Centro de Salud Cajuata que comprende a 3 puestos de salud y
dos centros de salud en diferentes comunidades.

El personal asignado para este sector, tiene una relación constante y fluida con sus niveles
superiores a través de los reportes que evacuan a la Red de Salud Inquisivi y al SEDES La Paz,
de igual manera sostienen relación los responsables de los centros de salud con el Director

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Dia g nó stic o

del DILOS con sede en la Capital de Cajuata. El organigrama siguiente refleja la estructura
institucional de funcionamiento del sector salud del Área de Cajuata:

GRAFICO 7. Estructura Institucional del Servicio de salud

SEDES
(Red de Salud Inquisivi)

Director
Dirección Local de Salud
Centro de Salud Cajuata

Posta de Posta de
Posta de Centro de Salud Villa
Salud
Salud Suri Salud Circuata
V. Barrientos Khora

No cuenta con un hospital, pero si se evidencia la presencia de dos centros de salud, uno en
Cajuata y otro en Circuata, 3 puestos sanitarios ubicadas en Villa Khora, Villa Barrientos y Suri,
con relación al centro de Salud de Circuata en la actualidad se cuenta con el ítem de
medico profesional y auxiliar de enfermería. Los servios que ofrece el sector de salud en el
municipio son insuficientes, puesto que la población de municipio asciende a un total de
7.756 habitantes.

El municipio de Cajuata pertenece a la Red de Salud Inquisivi, ubicada en la capital del


mismo nombre. La dependencia y la distancia que existe entre el centro de salud de
Cajuata con lal Red dificulta muchas veces la comunicación especialmente en el caso de
la elaboración de estadísticas y resolver los problemas mas importantes del municipio en lo
que respecta a la salud.

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Dia g nó stic o

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Dia g nó stic o

El Municipio de Cajuata cuenta con 5 establecimientos de salud en funcionamiento,


ubicados en los cantones de Cajuata, Suri, Circuata, Villa Barrientos y Villa Khora, como se
muestra en el mapa No 12.

C.6.1.2. Ubicación y distancia de los establecimientos de salud.

Los diferentes establecimientos de salud, que en número son limitados, se encuentran


distantes de muchas comunidades, esto implica que la población debe recorrer varios
kilómetros para acceder al servicio de salud.

CUADRO 32. Distancia de los establecimientos de salud al municipio.

Tipo de establecimiento Distancia del


Distrito de centro de salud
Ubicación Centro de Puesto de Cobertura áreas de influencia
salud Cajuata a las
salud salud
postas (km)

Cajuata, Huaritolo, Tojra,


Queaconi, Rica Rica, Checa,
Naranjani, Turculi, La
CAJUATA Apacheta, Loma Linda, 0
Sujura, Puente Alegre,
Siquimirani, Espigapampa,
Viscachala

Circuata, Polea, Agua Rica,


CIRCUATA San José, Villa San José, 18
DDILOS CAJUATA

Kollpa

J.V. Cañamina, Pichincha


Chico, Pichincha Grande,
VILLA KORA 19
Villa Pichincha, Villa Kora, Los
Andes, El Paztizal

Suri, Moxacoca, Parpada,


SURI
Chajna, Alfajiani, Siquimirani,
28
Espigapampa, y Villa
Barrientos

Villa Angélica, Limónvado,


Playa Verde, Lujmani, J.V.
VILLA BARRIENTOS Miguillas, Alto Lujmani, 33
Cuñurani, Nuevo Amanecer
Villa Florida
Fuente: Diagnostico municipal, 2005.

En el municipio de Cajuata existen 6 establecimientos de salud que están distribuidos en las


comunidades de Cajuata, Circuata, Suri, Villa Khora, Villa Barrientos, Miguillas y finalmente
Huaritolo, los mismos están ubicados donde existe mayor población, las cuales tienen bajo su
dependencia varias comunidades a su servicio. La Posta de Salud de Huaritolo tiene la
infraestructura pero no así el personal de salud ni el equipamiento correspondiente.

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Dia g nó stic o

C.6.1.3. Estado, Calidad y Capacitad de la Infraestructura y Equipamiento disponible por


establecimiento.

El Centro de Salud Cajuata, cuenta con equipamiento adecuado en el aspecto


instrumental, pero en el caso farmacéutico es insuficiente. Los centros de salud de las
comunidades cuentan con equipamiento necesario para atención de los casos de
emergencia. El apoyo logístico con que cuentan es precario, el Centro de Salud Cajuata
dispone de una ambulancia, y los establecimientos de salud cuentan con infraestructura
mínima y una motocicleta cada uno de ellos.

CUADRO 33. Infraestructura, Equipamiento de Servicios de Salud

Infraestructura Equipamiento
Servicios
Municipio Establecimiento de salud N° de N° N° de
básicos Suf. Insuf.
ambientes cónsultorios camas
C. S. CAJUATA TIENE 6 2 2 X
C. S. Circuata TIENE 4 1 2 X
P. S. Villa Khora TIENE 5 1 1 X
CAJUATA
P. S. Suri TIENE 4 1 1 X
P. S. Villa Barrientos TIENE 4 1 1 X
* P. S. Huaritolo TIENE - - - X
TOTAL 23 6 5
Fuente: Diagnostico municipal, 2005.
* Posta sanitaria con infraestructura, sin personal ni equipamiento

En el municipio el establecimiento de salud, que reúne las mínimas condiciones es el centro


de salud Cajuata que cuentan con 6 dependencias, los mismos están distribuidos en
consultorios y enfermerías, que son calificados como mas que regulares. Asimismo los demás
establecimientos son en su totalidad Puestos de Salud que cuentan de 4 a 5 ambientes, los
cuales no cuentan con un equipamiento adecuado para cirugías, cesarias para la buena
atención de los pobladores por lo cual son evacuados al Centro de Salud de Cajuata o en
su caso a la ciudad de La Paz. Por otro lado existe insuficiente suministro de fármacos
indispensable para urgencias médicas.

6.6.1.4. Personal medico por establecimiento.

La capacidad destinada en cuanto a personal es reducido, la Dirección Local de Salud de


Cajuata (DILOS), los establecimientos de Salud de Cajuata y Circuata son los que cuenta
con médico general para atender a todos los pobladores del Municipio con la colaboración
de un especialista odontólogo y 5 auxiliares de enfermería, a excepción de la comunidad de
Huaritolo que no cuenta con personal y la infraestructura se va deteriorando.

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CUADRO 34. Personal Medico por establecimiento

Administrativos
Lic. enfermera
Odontólogo

Enfermeras
auxiliares
Médicos
Número de personal de salud
municipio To t a l
de Cajuata

C. S. Hospital CAJUATA 1 1 1 4
C. S. Circuata 1 1 2
P. S. Villa Khora 1 1
P. S. Suri 1 1
P. S. Villa Barrientos 1 1
* P. S. Huaritolo 0
TO TA L 2 1 0 5 0 9
Fuente: Diagnostico municipal, 2005.

C.6.1.5 Causas principales par la mortalidad.

Las principales causas de mortalidad infantil, según la información proporcionada por los
responsables de los establecimientos de salud: son principalmente las Infecciones
Respiratoria Agudas (IRAS) y las Enfermedades Diarreicas Agudas (EDAS) que afectan
principalmente a menores de 5 años, causando infecciones gastrointestinales por falta de
higiene en la alimentación y medidas preventivas por parte de la región, esta enfermedad
también afecta a menores de edad y adultos. Igualmente existe una elevada tasa de
mortalidad materna e infantil en el Municipio de Cajuata.

Por otra parte, se considera que las Enfermedades Diarreas Agudas (EDAS), constituye una
de las causas de la mortalidad infantil antes de llegar a los 5 años de edad, según SEDES más
del 25% de la población infantil se enfrenta con este tipo de enfermedad; asimismo las
Infecciones Respiratorias Agudas (IRAS), están en segundo orden dentro de las causas de
mortalidad infantil porque más del 7 % de la población infantil esta dentro de estos casos
respiratorios.

También se puede considerar como causas para la mortalidad a las distancias de las
comunidades a los centros de salud, deficiente infraestructura vial, falta de apoyo logístico
adecuado, escasa dotación de profesionales y la existencia de una farmacia regularmente
abastecida hacen que la asistencia médica no sea efectiva.

C.6.1.6. Epidemiología: Tipo de vacunas y cobertura

El Distrito de Salud Cajuata, durante el año 2005 ha llevado adelante las diferentes
campañas de vacunación con el objeto de prevenir diferentes enfermedades
principalmente en niños menores a 5 años y mujeres de 15 a 49 años. La cobertura de

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 55


Dia g nó stic o

vacunas es de: BGC, DPT, OPV, VAS y TOXOIDE para prevenir las enfermedades de la
tuberculosis, Difteria, Coqueluche, Tétanos, Poliomelitis y Sarampión, tuvo una atención
adecuada, de acuerdo a informes evacuados por el responsable de salud.

C.6.1.7. Grado y cobertura de desnutrición infantil

Las causas principales para la desnutrición infantil es la baja disponibilidad alimentaría


basado principalmente en la falta de proteinas y carbohidratos, por tanto no existe una
alimentación complementaria.

En el Municipio se muestra que existe una elevada tasa de desnutrición infantil a nivel de la
sección municipal de Cajuata en niños de 0 a 5 años de edad, lo cual es preocupante para
el buen desarrollo de la población menor, las causas fundamentales obedecen a que
muchas familias no cuentan con alimentos complementarios principalmente de proteínas
(carne) y otro factor es el bajo nivel nutricional de la madre lo cual incide en la lactancia
materna. Al margen de las campañas de vacunación también se tiene la atención a la
mujer dentro del programa del Seguro Básico de Salud los cuales son gratuitos.

C.6.2. Medicina Tradicional

Como en todas las zonas rurales del país se emplea la medicina tradicional practicada por
ancianos y curanderos que aprenden de sus antecesores. En el Municipio de Cajuata es
común la práctica de la medicina natural, esta influenciada por los escasos recursos y la
baja disponibilidad de medicamentos en los puestos de salud, la población prefiere los
servicios de la medicina tradicional ya que en la zona se cuenta con una diversidad de
hierbas medicinales.

C 6.2.1. Números de curanderos y parteros.

El mundo tradicional establece que la medicina la practican casi todos los pobladores de las
comunidades cuya transmisión la ejercen de sus antepasados, emplean las plantas
medicinales de su hábitat, tienen fama de “curanderos” y “parteros”. Son especialistas
además, en la curación de resfríos y diarreas y otras enfermedades de la región, de acuerdo
al lugar en que viven. Se estima que hay alrededor de 30 en todo el municipio y 32
promotores de salud.

C.6.2.2. Principales enfermedades tratadas

Existe una omnipresencia de la medicina tradicional en todo el Municipio, tanto en la


concepción-salud-enfermedad, como en el uso de los agentes de la medicina tradicional,
en el curandero esta el secreto de la curación de las enfermedades sobrenaturales que

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 56


Dia g nó stic o

afectan a la vez al cuerpo y al alma, domina los recursos mágicos y los rituales, aunque
conoce también los naturales.

Las principales enfermedades que son tratadas por la medicina tradicional destacan: el
J’apeca, Lari Lari, dolor estomacal, diarrea, resfríos, dolor de oído y parálisis facial.

C.7. SANEAMIENTO BASICO

El Saneamiento Básico (Agua Potable, Disposición de Residuos Sólidos) corresponden a una


necesidad muy importante para la salud de la población del municipio de Cajuata, también
es un indicador importante para determinar el índice de pobreza, principalmente si
consideramos el abastecimiento y procedencia del agua, disponibilidad y uso del servicio
sanitario o sistemas de desagüe, involucra además la provisión de energía eléctrica y el
combustible utilizado en forma domestica.

C.7.1. Estructura Institucional.

En la Capital, Cantones y comunidades de la Sección Municipal no existe una estructura de


carácter institucional consolidada que se ocupe de velar el saneamiento básico, porque
ninguna de las poblaciones dispone con servicios de alcantarillado a excepción de la
Capital Cajuata, puesto que en algunas comunidades se dispone de baterías higiénicas
públicas. Solo existe la provisión de agua potable y son administrados por la propia
comunidad para tal efecto se conformo comités de agua potable que regula la distribución
y el mantenimiento de las instalaciones.

La distribución y control del sistema de agua potable esta regulado por el comité de aguas,
compuesto por tres personas un presidente, vicepresidente y el tesorero, que trabajan en
forma ad-honorem, por un año, su misión es efectuar el mantenimiento respectivo. La forma
de administración de este Comité es autónoma en cada comunidad y el pago mensual
asciende a la suma de 3 Bs como mínimo, lo cual no cubre el mantenimiento y repuesto de
algún desperfecto del sistema de agua, lo cual debería ser autosostenible.

Con respecto a la energía eléctrica la institución encargada de la dotación de esta energía


es la Empresa de Luz y Fuerza Eléctrica de Oruro (ELFEO), con base de la sub central en el
municipio de Quime; también se tiene una oficina en la Capital de Cajuata, Circuata, y
Miguillas por la institución SACEG la cual es la encargada de realizar los cobros respectivos
mensuales, mantenimiento del servicio, instalaciones y cortes de energía eléctrica.

C.7.2. Calidad, grado y cobertura de los servicios de agua potable.

Los sistemas de dotación de agua a la población y comunidades en el municipio, se


caracterizan por tener contaminación en menor porcentaje.

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Dia g nó stic o

Por las observaciones realizadas, se pudo verificar que el agua proveniente para consumo
humano viene de vertientes, riachuelos o ríos que presentan aspectos gustativos favorables,
pero que a simple vista nos puede determinar la calidad optima a aceptable para el
consumo humano.

Según el autodiagnóstico comunal de la gestión 2005 presenta un 69% de las familias


cuentan con agua por cañería y el restante 31% se abastece de pileta pública o de otra
fuente; teniendo que recurrir al traslado desde vertientes o riachuelos, cuya distancia oscila
entre los 500m a 1,5 Km., la disponibilidad de agua por cañería alcanza al 85% del total de
familias en los últimos años la cobertura de los sistemas de abastecimiento de agua debe
ampliado.

CUADRO 35. Principales fuentes de agua

Pozo o Pozo o
Noria Noria Río/
Comunidad Curiche Otra Total
Cañería Pileta con sin Vertiente/
de Red Pública Bomba Bomba Acequia
Cajuata 140 28 4 15 1 188
Chillaya (Empresa Minera ) 6 50 2 1 60
Comunidad La Apacheta 2 25 27
Comunidad Puente Alegre 4 3 30 37
Comunidad Siquimirani 72 5 14 1 92
Comunidad Sujura 1 17 18
Comunidad Turculi 60 1 4 3 68
Comunidad Ullomani 3 3 6
Comunidad Viscachala 6 6 1 13
Loma Linda 35 1 15 3 54
Suticollo 8 8
Comunidad Agua Rica 41 2 12 2 57
Sindicato Agrario Polea 26 2 1 11 1 1 42
Comunidad Espiga Pampa 29 4 2 20 55
Comunidad Moxacoca 46 46
Comunidad Parpada 23 2 25
Suri 81 9 1 91
Chajna 2 7 34 43
Comunidad Torra 7 2 2 23 34
Cañamina 93 7 15 3 118
Circuata 199 2 2 1 204
Circuata Collpa 9 2 13 24
Comunidad Limonbado 27 6 1 34
Comunidad Lujmani 22 2 2 12 38
Comunidad Playa Verde 12 12
Comunidad San Jose 15 5 2 22
Miguillas 99 3 9 1 112
Nogalani 6 6
Villa Angelica 15 15
Villa Barrientos 69 2 1 35 107

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 58


Dia g nó stic o

Villa Khora 89 4 2 13 108


Comunidad Queaconi 17 2 1 2 1 23
Huaritolo 34 1 2 8 1 46
Sojetaca-Rica Rica 39 1 9 49
Cheka 35 5 3 43
TOTAL 1.332 128 14 52 377 6 15 1.925
Fuente: INE Censo 2001

De acuerdo con la información obtenida de la encuesta familiar y confirmada en los talleres


comunales y datos del INE 2001, se tiene la siguiente forma de abastecimiento de agua para
el consumo humano en el municipio de Cajuata; del total de 1.925 familias encuestadas en
el municipio de Cajuata, 1.332 se abastecen de agua por conexión domiciliaria; 128 familias
se abastecen de pileta pública; 14 de pozos de agua con bomba; 52 familias lo realizan de
pozo sin bomba; 377 se abastecen del río, vertiente o acequia; 6 familias se abastecen de
agua para su consumo de curiche y 15 familias se abastecen de otro tipo de fuentes de
agua.

A continuación en el mapa No 13 se presentan las comunidades que cuentan con el servicio


de agua potable.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 59


Dia g nó stic o

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 60


Dia g nó stic o

C.7.3. Cobertura para la eliminación de excretas

C.7.3.1. Recojo de Basura

Se presta este servicio en la Capital de Sección en forma diaria que presenta muchas
deficiencias y en forma intermitente, en las capitales de cantón el recojo de basura se la
realiza semanalmente y el responsable directo es el Agente Cantonal y resto de las
comunidades no cuenta con este servicio ocasionándose focos de infección que van en
contra de la salud de los niños, niñas y población en general.

C.7.3.2. Eliminación y Disposición de Desechos Sólidos y Líquidos

Aún no cumple con esta responsabilidad el Gobierno Municipal de Cajuata en la eliminación


y disposición de desechos sólidos y líquidos proveniente de la actividad domestica, lo que
ocasiona focos de infección. En la sección municipal solamente la capital cuenta con el
servicio de alcantarillado.

CUADRO 36. Eliminación de excretas, desechos sólidos y líquidos

Cámara
Comunidad Alcantarillado Pozo ciego a la superficie
Séptica
Cajuata 157 7 21 3
Chillaya 12 25 23
Comunidad Apacheta 17 10
Comunidad Puente Alegre 3 22 12
Comunidad Siquimirani 2 35 55
Comunidad Sujura 10 8
Comunidad Turculi 6 33 29
Comunidad Ullomani 6
Comunidad Viscachala 2 11
Loma Linda 15 39
Suticollo 8
Comunidad Agua Rica 27 30
Sindicato Agrario Polea 1 18 23
Comunidad Espiga Pampa 27 28
Comunidad Moxacoca 14 32
Comunidad Parpata 3 11 11
Suri 7 24 60
Tinchajna 4 39
Comunidad Tojra 5 29
Cañamina 15 27 76
Circuata 17 55 132
Circuata Collpa 10 14
Comunidad Limonbado 1 13 20
Comunidad Lujmani 17 21
Comunidad Playa Verde 3 9
Comunidad San José 6 16
Miguillas 5 32 75

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 61


Dia g nó stic o

Nogalani 6
Villa Angélica 4 11
Villa Barrientos 6 44 57
Villa Khora 4 37 67
Comunidad Queaconi 2 21
Huaritolo 16 30
Sojetaca-Rica Rica 1 2 46
Cheka 7 36
TOTAL 157 90 585 1.093
Fuente: INE Censo 2001

El deshecho de excretas por lo general en el municipio de Cajuata lo realizan de forma


abierta o sea al aire libre, muy pocas familias cuentan con alguna infraestructura, para la
eliminación de desechos sólidos y humanos; de acuerdo a la información obtenida en las
encuestas familiares, talleres comunales y las visitas a las comunidades del municipio se
recabado la siguiente información; se puede indicar que solamente la capital del municipio
de Cajuata cuenta con una red de alcantarillado es en ese sentido que los usuarios de este
servicio son 157 familias; en todo el municipio 90 familias tienen cámaras sépticas; 585 usan
pozos sépticos y 1093 familias lo realizan hacia la superficie.

C.8. Fuentes y uso de energías

C.8.1. Tipo de fuentes: eléctrica, gas licuado, leña y otros

En el municipio la fuente de energía utilizada para sus usos domésticos es mayormente la


leña, posteriormente se sigue en orden de prioridades el gas licuado que se abastecen de las
ciudades cercanas como La Paz y Oruro, donde el transito es más frecuente, el kerosén es
otra fuente de energía que utilizan especialmente para el uso de sus mecheros en las
comunidades donde no existe energía eléctrica.

La energía eléctrica ha llegado especialmente a los centros más poblados como las
capitales de los distritos y las comunidades adyacente a estas capitales.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 62


Dia g nó stic o

CUADRO 37. Tipo de fuentes: eléctrica, gas licuado, leña y otros

Combustible Electricidad
Guano
Comunidad / Bosta Gas
Leña Kerosén Otro Usa No usa
o Licuado
taquia
Cajuata 102 - 1 83 2 138 50
Chillaya 35 1 - 24 - 54 6
Comunidad Apacheta 27 - - - - 3 24
Comunidad Puente
36 - - 1 - 6 31
Alegre
Comunidad Siquimirani 87 - - 4 1 92
Comunidad Sujura 16 - - 2 - 18
Comunidad Turculi 66 - - 2 - 2 66
Comunidad Ullomani 6 - - - - 6
Comunidad
13 - - - - 13
Viscachala
Loma Linda 49 - - 5 - 54 49
Suticollo 8 - - - - 8
Comunidad Agua Rica 53 - 1 3 - 1 56
Sindicato Agrario Polea 40 - - 2 - 1 41
Comunidad Espiga
54 - - 1 - 3 52
Pampa
Comunidad
45 - - 1 - 46
Moxacoca
Comunidad Parpata 24 - - 1 - 1 24
Suri 68 - 1 21 1 73 18
Chajna 43 - - - - 43
Comunidad Tojra 34 - - - - 8 26
Cañamina 94 - 1 21 2 1 117
Circuata 158 - - 45 1 190 201
Circuata Collpa 24 - - - - 24
Comunidad
33 - - - 1 34
Limonbado
Comunidad Lujmani 37 - - 1 - 38
Comunidad Playa
12 - - - - 12
Verde
Comunidad San José 21 - - - 1 2 20
Miguillas 98 - - 12 1 95 112
Nogalani 6 - - - - 6
Villa Angélica 15 - - - - 1 15
Villa Barrientos 98 - - 9 - 1 106
Villa Khora 95 - - 12 1 107
Comunidad Keaconi 23 - - - - 27 23
Huaritolo 43 - - 3 - 19
Sojetaca-Rica Rica 47 1 - 1 - 49
Cheka 41 - - 2 - 4 39
TOTAL 1.651 2 4 256 11 334 1.591
Fuente: INE 2001, elaboración propia datos autodiagnóstico 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 63


Dia g nó stic o

El medio de combustión en todo el municipio de Cajuata por lo general es la leña para la


cocción de sus alimentos es el combustible más común es así que 1.651 familias usan este
combustible; por otro lado el guano de animal solamente lo usan 2 familias; el Kerosene
utilizan 4 familias; el gas licuado es usado por 256 familias este combustible por lo general lo
traen de las ciudades de La Paz y Oruro y otro tipo de combustible y energía (paneles
solares) usan solamente 11 familias.

El uso de la energía eléctrica en todo el municipio llega a 334 familias, lo que indica que no
todo el municipio cuenta con este servicio es así que 1.591 familias no cuentas con este
servicio, sin embargo existe pedido de todas las comunidades para que se pueda contar
con este servicio que es una necesidad muy sentida.

A continuación en el mapa No. 14 se tiene comunidades que cuenta con energía eléctrica
según los autodiagnósticos comunales:

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 64


Dia g nó stic o

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 65


Dia g nó stic o

C.9. Vivienda

C.9.1. Estado y calidad

Realizada la muestra en las distintas comunidades, se tiene la siguiente información que el


79% de las familias habitan en viviendas propias, el 16 % son viviendas alquiladas en los
centros poblados donde existe mayor movimiento económico, por ultimo indicar que el 5%
tiene viviendas en contrato o anticrético.

Según los indicadores de pobreza el municipio de Cajuata esta en la categoría V (mas


Pobres) esto se debe al tipo de vivienda, calidad y estado, la mayor parte de las viviendas se
caracterizan por ser rusticas y estar construidas con materiales del lugar especialmente
poblaciones dispersas, también existiendo viviendas que presentan apariencia moderna por
el empleo de materiales como el ladrillo y el cemento y cubierta de calamina en las
capitales de cantón y comunidades mas pobladas.

C.9.2. Número de ambientes por vivienda.

Las familias del Municipio generalmente utilizan como promedio de viviendas en las
comunidades es de 4 a 2 ambientes o cuartos, los cuales tienen diferente usos como
dormitorio, cocina, y excepcionalmente para otros fines (sala, depósito, alojamiento). Esta
situación es generalizada en todas las comunidades, por lo que la ampliación de las
viviendas para muchas familias significa un costo adicional al margen de la mantención de
sus miembros tanto para vestimenta, educación y otros; así son muy pocas las viviendas que
cuentan de 4 a 5 ambientes por vivienda.

C.10. TRASNPORTES Y COMUNICACIONES

C.10.1. Red Vial

El municipio posee un red vial troncal que conecta las principales comunidades pobladas y
comunidades dispersas. El acceso es a través de la carretera interdepartamental (Asfaltada)
que une la ciudad de La Paz con la población de Konani, de ahí se toma un desvio hacia el
Municipio pasando por la poblaciones de Tablachaca, Caxata (antes de cruzar la Cordillera
Tres Cruces), Quime, Inquisivi, Licoma hasta llegar a Cajuata.

La otra vía de acceso es a través de la carretera troncal de Sud Yungas, pasando por los
pueblos de Chulumani, Irupana, la Plazuela que conecta a Miguillas, Circuata y Cajuata.

Al margen de ello existen otros caminos vecinales que articula a las distintas comunidades al
interior del Municipio, que a continuación describimos en el siguiente cuadro:

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 66


Dia g nó stic o

CUADRO 38. Vías de comunicación, tramo y longitud

Tipo de camino Longitud Estado


Tramo
Troncal Vecinal (km) Bueno Regular Malo
Licoma-Huaritolo-Cajuata X 45 X
Licoma -Alfajiani-Suri X 40 X
Licoma-Polea-Circuata X 65 X
Suri-Parpata-Moxacoca-Cajuata X 36 X
Siquimirani-Puente Alegre.Cajuata X 15 X
Puente Alegre- Viscachala X 12 X
Cajuata-Sujura-Loma Linda-
X 18 X
Circuata
Cajuata-Turculi X 15 X
Circuata-Cañamina-Limonvado-
X 27 X
Villa Khora-Lujmani-Miguillas
Limonvado-Playa Verde X 5 X
Circuata-San José X 8 X
Circuata-Polea X 22 X
Suri-Chajna X 10 X
Cajuata-Puente Alegre-Siquimirani-
Espigapampa-Moxacoca-Parpata- 25 X
Suri-Alafgiani-Licoma
Fuente: Talleres Municipales 2005

La prestación de servicios de transporte es a través de dos sindicatos (Trans Inquisivi y Trans


Santiago) que cuentan con sus respectivas fichas de operaciones para el tralado de
personas. En el caso del transporte de carga para los productos agropecuarios de las
comunidades a los principales centros de comercialización, no existe un servicio mediante
una organización de transportistas, razón por la cual este servicio lo cumplen los trasportistas
libres presentes en la zona y en función a la existencia de carga, principalmente en los meses
de cosecha de sus productos, por ejemplo en el caso del mango comienza de la segunda
quincena de noviembre a la primera quincena de enero.

C.10.2. Red de Comunicaciones

El municipio de Cajuata cuenta con servicios de ENTEL, ubicadas en los distintas


comunidades y la conexión o comunicación es a nivel nacional e internacional, en forma
constante. Las comunidades que cuentan con el servicio de ENTEL, se puede apreciar en el
cuadro 39.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 67


Dia g nó stic o

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 68


Dia g nó stic o

CUADRO 39. Servicio de ENTEL.

Numero Estado
No. Comunidades y cantones
telefónico B R M
1 * Cajuata 022137285-7284 X
2 Siquimirani 022137156 X
3 Suri 022137231 X
4 Huaritolo 022137387 X
5 * * Circuata 022137857-7858 X
6 Miguillas 022137260 X
7 Cañamina 022137159 X
8 Villa Barrientos 022137390 X
9 Villa Khora 022137160 X
Fuente: Autodiagnóstico comunal, 2005
* En el caso del teléfono de Cajuata existen 2 Números.
** En el caso de Circuata existe 3 Números telefónicos 2 de ENTEL y 1 de UN

Sin embargo la calidad de servicios en la actualidad es insuficiente por cuanto los aparatos
telefónicos instalados en las poblaciones (modalidad de tarjetas ÚNICAS) no cumplen con las
expectativas esperadas, por cuanto las comunicaciones tanto a nivel interno entre
comunidades, de carácter departamental y otros son irregular, habiendo algunas
dificultades en la comunicación (línea saturada), siendo recomendable tramitar ante las
autoridades de ENTEL, que la forma de uso sea de cabinas de modalidad delegada, con el
fin de optimizar y garantizar la fluidez de comunicación.

No se cuenta con los servicios de DITER, pero sin embargo se tiene un medio de
comunicación oral que es la Radio Cajuata 99,3 FM con localización en la capital de
Municipio con cobertura local. Sin embargo con mayor sintonía se tiene a la Radio Yungas
con corresponsales en las comunidades de Circuata, Villa Barrientos, Villa Khora y Miguillas;
no existe ningún medio de comunicación escrita o audio visual con presencia en el
municipio. En lo que se refiere a radio comunicaciones solo estas funcionan en los puestos de
salud al interior del municipio con cobertura a la ciudad de La Paz (SEDES) y la Dirección
Local de Salud Cajuata.

Además se recibe señales de televisión: Canal 2 Telesistema, Canal 9 ATB y Canal 7; de igual
manera los pobladores sintonizan radio emisoras como Yungas, Fides, Panamericana, etc,
principalmente en horas matinales, cumpliendo así un rol importante para efectuar
comunicados y/o avisos.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 69


Dia g nó stic o

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 70


Dia g nó stic o

D. ASPECTO ECONÓMICO PRODUCTIVO

D.1. ACCESO Y USO DE SUELO

El acceso y uso de suelos en el Municipio de Cajuata en el orden de importancia es de tipo


individual y comunal, que son utilizadas para el desarrollo de sus actividades productivas.

D.1.1. Tamaño y uso de la tierra

Desde la promulgación de la Ley de Reforma Agraria, la tierra es de propiedad comunal en


algunos casos es de tipo Individual, el uso del suelo es con fines agrícolas donde los
comunarios en la medida de sus posibilidades, preparan el suelo para los cultivos
correspondientes la preparación del suelo lo practican por partes y la medida clásica en el
sector es el cato lo cual es equivalentes a ¼ hectárea de terreno.

A nivel de la tercera Sección Municipal de Cajuata, la distribución del uso de la tierra se


puede observar en el cuadro 40.

CUADRO 40. Distribución del uso de la tierra a nivel Municipal en Has

Cantones Superficie
promedio a
Uso actual del suelo
Huaritolo Cajuata Suri Circuata nivel
seccional
Cultivada 312.75 753.00 252.20 1852.35 3170.30
Incultivable 108.00 247.50 130.00 914.50 1400.00
* Incultivable 80.00 1820.00 134.60 1075.00 3109.60
Bajo riego 60.30 27.90 23.00 96.35 153.55
Descanso 225.00 799.60 303.18 2496.94 3824.72
* Descanso 125.00 598.20 130.00 1316.00 2179.20
Pastizal 167.60 340.80 213.30 1692.18 2413.88
* Pastizal 0.00 930.80 394.9 1745.82 3017.54
Forestal 90.00 93.00 111.20 480.00 774.75
* Forestal 291.36 639.25 175.30 601.15 1707.06
Tierras no ocupadas 0.00 0.00 0.00 10.672 10672.00
Total Cantonal 140601 6250.00 1868.00 12271.00 21.795.00
Total superficie seccional + tierras no ocupadas 32467.00
Fuente: PDM Cajuata (2001 – 2005)
• Superficie de pertenencia comunal

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Dia g nó stic o

D.1.2. Superficie de tierras bajo riego y a secano

La producción agrícola en las comunidades de la sección municipal de Cajuata, se


caracteriza por una explotación a secano. Sin embargo en el caso de labores agrícolas bajo
riego este se desarrolla mediante sistemas de microriego y un riego rudimentario tradicional
por aspersión implementado por Organizaciones No Gubernamentales (Ayuda en Acción y
SEMTA), el gobierno municipal e iniciativa propia de los comunarios. La relación de la
superficie bajo riego por cantón se puede apreciar en el siguiente cuadro:

CUADRO 41. Superficie de tierras cultivadas con riego y a secano en la sección municipal
Cajuata en Has

SUPERFICIE CULTIVADA
CANTÓN TOTAL
CON RIEGO SIN RIEGO
Suri 21 313,4 334,4
Huaritolo 12 271,1 283,1
Cajuata 30 790,7 820,7
Circuata 100 1.927,7 2027,7
TOTAL 163 3.302,9 3465,9
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

La extensión de superficie de cultivo en la sección municipal con riego se estima en 163 Has,
lo cual constituye el 4,7 % y 3.302 Has sin riego representando el 95,3 %.

La tercera sección municipal Cajuata en el sector productivo cuenta con micro riegos en las
comunidades: de Polea con un área incremental 1,2 Ha/familia, Parpata con un área
incremental de 0,8 Ha/familia, en Checa con un área incremental de 0,90 ha/familia,
Pichincha Grande con un área incremental de 1,2 Ha/familia proyectos de mucha
envergadura y benéficos fue entregado a los beneficiarios en gestión 2005, los cuales se
encuentran en buenas condiciones de manejo y administración. Así mismo se debe indicar
las comunidades de Loma linda y Villa los andes tienen sistemas de microriego ejecutados
por el Gobierno Municipal y SEMTA, los mismos que fueron entregados en la gestión 2004 a los
beneficiarios.

Por otra parte SEMTA en coordinación con el municipio, realizo un ensayo piloto de
investigación en la comunidad de Villa Barrientos, mediante el uso de riego por goteo a nivel
de parcela en el cultivo del limón, el cual tuvo excelentes resultados debido a que se obtuvo
una producción durante toda la gestión, el mismo que será replicado en varias comunidades
de la tercera sección municipal.

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Dia g nó stic o

D.1.3. Tenencia del suelo

La inseguridad jurídica de la tenencia de tierra, ha conducido a un proceso desordenado e


irracional de apropiación y explotación de tierras, dando lugar no solo a un problema social
sino también económico.

El saneamiento de titulación de tierras se encuentra estancado, por lo que los campesinos


del municipio de Cajuata tiene una gran preocupación y consideran un problema
constante. Por esta situación los campesinos no se consideran propietarios de forma
colectiva ni individual pero son comunidades y tierras establecidas.

D.1.3.1. Tamaño de la propiedad comunal y familiar

El tamaño de la propiedad familiar es variado uno de acuerdo a dotación comunal en los


cantones de Suri, Huaritolo y Cajuata, por otra parte en el cantón Circuata el tamaño
comunal es de acuerdo a las concesiones y cantidad de afiliados; en ambos casos llega al
minifundio por la propiedad familiar.

El tamaño de la propiedad de la tierra, varia de acuerdo a las características geográficas


que presentan las comunidades de cada cantón, siendo su uso de tipo individual y comunal
empleadas principalmente para cultivos y en mínima proporción para el pastoreo.

La distribución de tierras por familia en los diferentes cantones, se detallan a continuación en


los siguiente cuadro:

CUADRO 42. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar por comunidad Cantón Suri

Comunidad Cultivado Pastizal Incultivable Otros Total

Suri 1,4 0,5 0,5 2,0 4,4


Chajna 2,1 1,0 0,8 4,0 7,9
Parpada 1,5 1,4 0,6 1,6 5,1
Moxacoca 1,1 1,1 0,7 1,4 4,3
Alfagiani 1,7 1,1 0,6 1,6 5,0
Promedio 1,6 1,0 0,6 2,1 5,3
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Según el cuadro anterior el Canton Suri muestra la superficie promedio por familia de cada
comunidad, donde la comunidad de Chajna cuenta con la mayor cantidad de tierras

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 73


Dia g nó stic o

cultivadas con 2,1 Has/cultivadas y con la menor cantidad de tierras cultivadas la


comunidad de Moxacoca con 1,1 Has./cultivadas

En las tierras de pastizales se tiene el mayor promedio de tenencia de suelo a la comunidad


de Parpata con 1,4 Has, y el menor promedio le corresponde a Suri con 0,5 Has.

La comunidad de Chajna posee un promedio familiar de tierras incultivables con 0,8 Has, en
sentido contrario la comunidad de Suri con 0,5 Has, representa el menor promedio de
tenencia de suelo

Otras tierras de tipo familiar tiene un promedio mayor la comunidad de Suri 2,0 Has y el
menor la comunidad de Moxacoca con 1,4 Has.

De todo el Cantón, se tiene un promedio de 5,3 Has, y se tiene en tierras cultivados 1,6 Ha,
en pastizales 1,0 Ha, incultivables 0,6 Ha y otras tierras 2,1 Has.

CUADRO 43. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Huaritolo

Comunidad Cultivado Pastizal Incultivable Otros Total

Huaritolo 1,3 0,3 0,2 0,6 2,4


Torra 0,8 0,5 0,7 2,0 4,0
Queaconi 1,7 0,6 0,6 0,7 3,6
Rica Rica 1,0 1,3 0,8 1,2 4,3
Poqueleuque 1,0 0,6 0,3 2,0 3,9
Checa 1,3 0,6 0,4 2,6 4,9
Promedio 1,2 0,7 0,5 1,5 3,9
Fuente: Diagnostico municipal , 2005

El cuadro anterior muestra que el mayor promedio de superficie cultivado con 1,7 Has/fam.
le corresponde a la comunidad de Queaconi y la comunidad de Tojra tiene el menor
promedio con 0,8 Has/fam.

En tierras con pastizal el mas alto promedio de tenencia de tipo familiar lo tiene la
comunidad de Rica Rica con 1,3 Has y Huaritolo tiene una extensión mínima de pastizales
0,3 Has.

En relación a tierras incultivables la comunidad de Rica Rica con 0,8 Has y el menor la
comunidad de Huaritolo con 0,2 Has.

En otras tierras el promedio mayor le corresponde a la comunidad de Checa con 2,6 Has y
Huaritolo con el menor promedio de 0,6 Has.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 74


Dia g nó stic o

El promedio cantonal de tenencia de suelos es de 3,9 Has y los promedios de Ha de tierras


es: cultivos 1,2 pastizales 0,7 incultivable 0,5 y otras tierras 1,5.

CUADRO 44. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Cajuata

Comunidad Cultivado Pastizal Incultivable Otros Total

Puente Alegre 1,5 0,5 0,3 2,0 4,3

Sujura 1,1 0,2 0,6 2,0

Turculi 1,1 2,0 1,0 3,9 8,0

Loma Linda 1,6 1,1 2,6 5,2

Apacheta 1,2 0,2 0,6 2,0

Suticollo - Ullumani 1,1 2,0 0,4 2,1 5,5

Viscachala 1,0 1,3 0,1 2,2 4,6

Naranjani 1,6 1,6 1,0 2,4 6,6

Coricamaña 0,5 0,3 0,2 1,1 2,0

Siquimirani 1,8 0,4 0,3 1,2 3,7

Cajuata 1,0 0,5 0,2 0,8 2,5

Espigapampa 2,0 1,5 0,8 3,3 7,6

Promedio 1,3 0,9 0,5 2,0 4,7


Fuente: Diagnostico municipal , 2005

En el Cantón Cajuata el promedio mayor de superficie cultivada familiar presenta la


comunidad de Espigapampa con 2 Has y la comunidad de Coricamaña tiene el menor
promedio de 0,5 Ha.

Las comunidades de Sujura, Apacheta y Loma Linda no presentan según el diagnostico


tierras con pastizal, en cambio el mayor promedio de estas tierras corresponden a las
comunidades de Turculi y Suticollo-Ullumani con 2 Has cada una.

Las tierras incultivables en promedio a nivel familiar con mayor extensión se presentan en las
comunidades de Loma Linda, Turculi y Naranjani con 1,1; 1 y 1 Ha respectivamente.

Como promedio familiar de otras tierras, entro las cuales se consideran tierras en descanso y
forestales, el mayor área lo presenta Turculi con 3,9 Has y el menor Sujura con 0,6 Has.

El promedio cantonal de tenencia de suelos es de 4,7 Has: cultivos 1,3; pastizales 0,9;
incultivables 0,5 y otras tierras 2 Has.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 75


Dia g nó stic o

CUADRO 45. Superficie promedio de tierras de propiedad familiar Has Cantón Circuata

Comunidad Cultivado pastizal incultivable Otros Total

Circuata 1,32 4,0 0,5 3,5 9,3

Agua Rica 1,13 0,6 0,25 1,8 3,8

San José 1,00 0,2 0,5 1,5 3,2

Polea 1,44 1,5 0,5 2,0 5,4

V. San Jose 1,39 0,5 0,5 1,2 3,6

Cañamina 1,32 2,1 0,5 2,4 6,3

V. Barrientos 1,82 1,6 0,7 3,5 7,6

P.Chico 2,26 1,3 1,0 3,5 8,1

V.Pichincha 1,21 0,5 0,45 2,2 4,4

V. Khora 2,08 0,6 1,3 3,5 7,5

Pichincha grande 1,59 0,9 2,0 3,2 7,7

Playa Verde 1,07 4,0 1,6 1,0 7,7

Limonvado 1,39 1,5 1,0 4,1 8,0

Los Andes 2,38 0,5 0,5 3,0 6,4

V. Angelica 1,57 1,0 1,0 3,5 7,1

Lujmani 1,33 2,0 1,0 1,25 5,6

V. Florida 1,42 1,5 0,5 1,0 4,4

Cuñurani 1,22 1,0 2,0 2,0 6,2

Kollpa 1,81 0,6 0,5 2,2 5,1

Miguillas 1,9 1,2 1,5 4,99 9,6

Promedio 1,5 1,4 0,9 2,6 6,3


Fuente: Diagnostico municipal 2005

El Cantón Circuata tiene la mayor extensión territorial de toda la sección municipal, por lo
cual el promedio familiar mayor de tierra cultivada alcanza a 2,69 Has que se presenta en la
comunidad de Miguillas y el promedio menor se da en las comunidades de San José y
Queñuani con 1 Ha cada uno.

El mayor promedio familiar de área de pastizal corresponde a las comunidades de Circuata


y Playa Verde con 4 Has cada uno, el menor promedio lo presenta la comunidad de San
José con 0,2 Ha.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 76


Dia g nó stic o

Cuñurani y Pichincha son las comunidades con mayor superficie de terreno incultivable
ambos con 2 Has y Agua Rica esta con el menor promedio de tierra incultivable de 0,25 Has.

Miguillas tiene el mayor promedio familiar de otras tierras con 4,9 Has, en cambio con los
promedios menores están las comunidades de Villa Florida y Playa Verde con 1 Ha cada
uno.

El promedio cantonal es de 6,2 Has y se tiene en tierras cultivadas 1,3; pastizales 1,4;
incultivables 0,9 y otras tierras 2,6 Has.

1.3.2. Régimen de la propiedad

En la sección municipal existen problemas de titulación de sus tierras como se observa en el


siguiente cuadro, donde el 57 %, no tienen titulo de propiedad de sus tierras y solo el 43 %
poseen titulo de tipo ejecutorial. Las causas para este problema son fundamentalmente, el
coste involucra el tramite y el proceso burocrático de adquisición del mismo y la falta de
información en el aspecto legal.

Por otra parte el 43 % de la población que cuenta con titulo ejecutorial, el 81 % de los
mismos esta a nombre del sexo masculino.

CUADRO 46. Régimen legal de la tierra

Propiedad Propiedad a nombre


Cantón
Con titulo % Sin titulo % Mujer % Hombre %
Suri 41 59 12 88
Huaritolo 39 61 22 78
Cajuata 55 45 24 76
Circuata 35 65 18 82
Promedio 43 57 19 81
Fuente : Diagnostico municipal 2005

Por otra parte según la información del Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) en el
cantón Huaritolo, Suri, Cajuata y Circuata estén 26, 23, 78 y 36 expedientes saneados
respectivamente, de acuerdo a la reforma agraria del año 1953, los cuales se constituyen en
títulos ejecutoriales de propiedad.

En los últimos años se tiene además registrado en el INRA, dos solicitudes de saneamiento de
tierras que corresponden a las comunidades de Cañamina y los Olivos (Sindicato que no
cuenta con personería jurídica).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 77


Dia g nó stic o

1.3.3. Origen de la propiedad

Según el autodiagnóstico el origen de la propiedad es principalmente por la distribución de


tierras a los campesinos en el año 1953 por el efecto de Reforma Agraria. En la actualidad se
sigue manteniendo algunas haciendas en estos caso el origen de la propiedad es por
herencia y en caso aislados el origen de la propiedad es adquirido por compra y venta,
quienes tienen documentos en tramite en Juzgados Agrarios y otros relacionados con la
tenencia de tierras, sin embargo es necesario contemplar diferentes aspectos que
contribuyen al origen de la propiedad como son los asentamientos por dotación del
gobierno, todos estos origenes llegan a acrecentarse el minifundio.

CUADRO 47. Origen de la propiedad en porcentaje

Reforma Dotación del Compra y


Cantón Pueblo colonial
agraria 1953 gobierno venta

Suri 85 15
Huaritolo 85 15
Cajuata 70 15 15
Circuata 80 20
Promedio 80 4 12 4
Fuente: Diagnostico municipal 2005

En función al autodiagnóstico el origen de la propiedad esta dado principalmente por la


distribución de tierras a los campesinos en 1953 por efecto de la reforma agraria con el 80 %,
tierra de compra y venta el 12 %, dotación del gobierno en un 4 % y finalmente considerando
Suri como un pueblo colonial el 4 %.

Según el cuadro anterior las comunidades Suri y Huaritolo tiene un mayor porcentaje de
terrenos obtenidos por la Reforma Agraria, Cajuata con 15 % con tierras de dotación por
parte del gobierno central y en los cantones Cajuata y Huaritolo los porcentajes son mayores
de compra y venta de terrenos con 15 % cada uno.

D.2. SISTEMAS DEPRODUCCIÓN

D.2.1. Sistema de producción agrícola

Las actividades productivas en las diferentes comunidades de la jurisdicción municipal están


orientadas básicamente a la producción agrícola. Las faenas con un sistema tradicional en
este rubro se efectúan con algunas limitaciones, debido a diversos factores, como son la

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 78


Dia g nó stic o

topografía, el reducido espacio de la capa arable, el factor técnico económico. Sin


embargo esta actividad se constituye en la principal fuente de sustento económico de los
pobladores.

D.2.1.1. Principales cultivos y variedades

Existe una gran diversidad y variedad de cultivos en los cantones y comunidades del
municipio de Cajuata, entre ellos indicamos a continuación los de mayor importancia:

CUADRO 48. Principales cultivos y variedades

Cantón Cultivo Variedades

Suri Cítricos Criollo


Durazno Ulincate blanco
Café Criollo
Coca Criolla yungueña
Papa Toralapa, huaycha
Chirimoya Criolla
Maíz Cubano, blanco
Locoto
Vainitas
Yuca Rosada
Pepino
Hualusa Blanca japonesa
Huaritolo Coca
Hualusa Blanca japonesa
Café Criollo
Cítricos Criollo e injerto
Yuca Blanca rosada
Chirimoya Criolla monda
Mani
Maíz Cubano, blanco
Durazno Criollo, ulincate
Palto Criollo
Papa Huaycha, Toralapa
Zapallo
Camote
Racacha
Locoto
Arveja

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 79


Dia g nó stic o

Cajuata Coca
Cítricos Criollo
Café Criollo
Papa Huaycha
Maíz Cubano
Hualusa Japonesa
Locoto
Durazno Ulincate
Vainitas
Granada
Palto Criollo
Yuca Blanca, rosada
Plátano
Zapallo
Achiote
Circuata Cítricos Criollo
Manga Criollo, piña, manzana, amarillo, etc
Palto Criollo
Durazno Ulincate, blanco
Café Criollo
Coca Criolla, yungueña
Papa Toralapa, Huaycha
Maíz Criolla
Locoto Cubano, blanco
Vainitas
Yuca
Pepino Rosada
Ají camba
Hualusa Blanca, japonesa
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Es escasa la variación de cultivos en los cuatro cantones existentes en la sección municipal,


donde los principales cultivos son los siguientes: cítricos, coca, café, hualusa, yuca, durazno,
papa y maíz, sin embargo por ciertas diferencias debido a las condiciones microclimaticas
existen algunas comunidades como por ejemplo Moxacoca, Parpata, Turculi, Loma Linda,
Sujura, Polea, Poqueleuque, Checa y Espigapampa son productores de papa. Por otra parte
las comunidades de Villa Barrientos, Villa Khora, Lujmani, Playa Verde, Limonvado, Miguillas y
los sindicatos de Pichincha Grande, Pichincha Chico y Villa Pichincha son productoras de
manga.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 80


Dia g nó stic o

La producción de coca se realiza en los cuatro cantones, pero fundamentalmente el los


Distritos Municipales 1, 2, 3 y 4. En el cantón Cajuata en los últimos años se esta introduciendo
el achiote, que esta siendo promocionado por una Organización No Gubernamental.

CUADRO 49. Superficie promedio de principales cultivos por familia en Has Cantón Cajuata

Superficie por familia en hectáreas

Espiga pampa

Puente alegre
La Apacheta

Coricamaña

Siquimirani
Viscachala
Loma linda
Total

Naranjani
Ullumani
Suticollo-

Cajuata
Cultivo
Turculi
Sujura

Promedio

Coca 0,125 0,125 0,125 0,250 0,250 0,125 0,250 0,500 0,25 0,063 0,500 0,21
Cítricos 0,125 0,250 0,125 0,125 0,500 0,125 0,500 0,15
Café 0,500 0,125 0,125 0,125 0,063 0,125 0,125 0,125 0,063 0,25 0,14
Papa 0.125 0,125 0,125 0,35 0,25 0,500 0,11
Maíz 0,250 0,500 0,125 0,125 0,25 0,500 0,500 0,25 0,063 0,125 0,22
Hualusa 0,063 0,250 0,125 0,063 0,125 0,125 0,125 0,25 0,125 0,125 0,12
trigo 0,063 0,01
Durazno 0,125 0,250 0.125 0,125 0,04
Yuca 0,125 0,063 0,02
Palto 0,125 0,01
Amaranto 0,125 0,01
Ajipa 0,063 0,063 0,01
Platano 0,125 0,01
Zapallo 0,125 0,500 0,05
Chirimoya 0,125 0,063 0,750 0,125 0,09
Vainitas 0,500 0,04
Granada 0,125 0,01
Locoto 0,250 0,125 0,03
TOTAL 1.063 1,063 1,563 1,226 1,126 1,000 1,625 0,500 1,750 1,001 2,001 1,500 1,28
Fuente: Diagnostico municipal 2005

Según el cuadro anterior el promedio de superficie cultivable por familia en el cantón


Cajuata es de 1,28 Ha/Flia, de los cuales las comunidades que presentan mayor terreno
cultivado son Espigapampa, Naranjani, Loma Linda y Puente Alegre con 13,0 %; 10,54 %;
10,14 % y 9,7 % respectivamente.

Los cultivos que tienen mayores superficies son el maíz con 0,22 Ha/Flia, la coca con 0,21
Ha/Flia y los cítricos con 0,15 Ha/Flia.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 81


Dia g nó stic o

CUADRO 50. Superficie de los principales cultivos por familia Cantón Suri

Superficie por familia (en Has) Total


Cultivo
Promedio
Suri Chajna Parpata Moxacoca Alfagiani
Cítricos
0,125 0,750 0,125 0,20
Café
0,125 0,125 0,05
Coca
0,250 0,750 0,250 0,25
Papa
0,063 0,500 0,25 0,750 0,31
Maíz
0,125 0,500 0,25 0,125 0,20
Hualusa
0,250 0,125 0,25 0,125 0,15
Chirimoya
0,063 0,125 0,063 0,05
Durazno
0,125 0,063 0,04
Vainitas
0,125 0,125 0,05
Palto
0,063 0,063 0,03
Maní
0,063 0,01
Zapallo
0,250 0,125 0,063 0,09
Plátano
0,063 0,01
Yuca
0,063 0,125 0,063 0,063 0,06
Locoto
0,125 0,063 0,063 0,05
Total
1,377 2,063 1,500 1,127 1,690 1,55
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Las superficies por familia en el cantón Suri en función al cuadro anterior, nos muestra que el
promedio alcanza a 1,55 Ha/Flia, donde los cultivos que cuentan con superficies
relativamente superiores en cuanto a su extensión son la papa con 0,31 Ha/Flia , la coca con
0,25 Ha/Flia, el maíz y los cítricos con 0,20 Ha/Flia cada uno.

Las comunidades que presentan mayor superficie cultivada son Chajna con 26,6 %; Alfajiani
con 21,8 % y Suri con 17,8 %.

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Dia g nó stic o

CUADRO 51. Superficie promedio de los principales cultivos por familia Cantón Circuata

Superficie por familia (en Has)

Pichincha Chico
V Barrientos

Playa Verde
V Pichincha
V San Jose

Limonvado

Los Andes
Total

V Angélica
Agua Rica

Cañamina
San Jose

Cuñurani

Miguillas
V Florida
Pichinch
Circuata

V Khora

Lujmani
Cultivo

Grande

Kollpa
Polea
Promedio

Manga 0,13 0,25 0,13 0,25 0,5 0,25 0,13 0,25 0,25 0,25 0,25 0,75 0,17
Cítricos 0,25 0,06 0,25 0,75 0,5 0,13 0,5 0,13 0,13 0,25 0,5 0,13 0,13 0,13 0,25 0,25 0,5 0,24
Palto 0,06 0,06 0,13 0,25 0,13 0,13 0,13 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06
Café 0,25 0,13 0,25 0,25 0,25 0,13 0,06 0,5 0,09
Coca 0,25 0,06 0,06 0,06 0,13 0,25 0,06 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,08 0,08 0,5 0,06 0,14
Chirimoya 0,06 0,13 0,01
Maíz 0,13 0,25 0,13 0,13 0,13 0,25 0,25 0,25 0,13 0,25 0,13 0,25 0,25 0,5 0,25 0,25 1 0,08 0,25 0,75 0,28
Yuca 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,06 0,13 0,06 0,05
Hualusa 0,06 0,06 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,13 0,08
Ají camba 0,06 0,13 0,06 0,13 0,25 0,25 0,08 0,13 0,25 0,07
Papa 0,13 0,25 0,25 0,5 0,25 0,25 0,08
Zapallo 0,25 0,25 0,13 0,03
Locoto 0,06 0,06 0,25 0,06 0,25 0,25 0,25 0,06
Plátano 0,06 0,06 0,06 0,13 0,13 0,06 0,03
Maní 0,06 0,13 0,01
Durazno 0,06 0,13 0,13 0,25 0,25 0,04
Achiote 0,06 0,25 0,13 0,13 0,03
Camote 0,06 0,00
Amaranto 0,13 0,13 0,01
Granadilla 0,06 0,00
Pepino 0,06 0,06 0,01
Arveja 0,13 0,01
Vainitas 0,06 0,06 0,06 0,06 0,13 0,13 0,13 0,25 0,25 0,13 0,13 0,13 0,08
TOTAL 1,32 1,13 1,00 1,44 1,39 1,32 1,82 2,26 1,21 2,08 1,59 1,07 1,39 2,38 1,57 1,33 1,42 1,22 1,81 2,63 1,57
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

En el cantón Circuata según el cuadro anterior, el promedio de superficie cultivada por


familia es de 1,57 Ha. Los cultivos que presentan mayor superficie son el maíz con 0,28 Ha/Flia,
seguido de los cítricos con 0,24 Ha/Flia y la manga con 0,18 Ha/Flia.

Las comunidades que tienen mayor extensión cultivada son Miguillas con 8,4 %, los Andes
con 7,6 %, Pichincha Chico con 7,2 % y Villa Khora con el 6,6 % del total de la superficie
cultivada en el cantón.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 83


Dia g nó stic o

CUADRO 52. Superficie de los principales cultivos por familia Cantón Huaritolo

Superficie por familia en Has Total


Cultivo
Promedio
Huaritolo Tojra Queaconi Rica Rica Poqueleuque Checa
Coca 0,500 0,125 0,700 0,250 0,125 0,250 0,33
Hualusa 0,125 0,063 0.125 0,063 0,04
Café 0,125 0,250 0,250 0,063 0,125 0,500 0,22
Cítricos 0,250 0,125 0,500 0,250 0,125 0,125 0,23
Yuca 0,063 0,063 0,063 0,063 0,04
Chirimoya 0,125 0,125 0,125 0,063 0,075 0,063 0,10
Maíz 0,063 0,250 0,125 0,063 0,125 0,10
Durazno 0,250 0,250 0,08
Maní 0,063 0,125 0,03
Palto 0,063 0,063 0,02
Papa 0,063 0,125 0,125 0,125 0,07
Camote 0,063 0,01
Zapallo 0,063 0,125 0,063 0,04
Locoto 0,063 0,063 0,02
Pepino 0,063 0,01
Total 1,252 0,813 1,700 1,003 1,014 1,314 1,18
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

En función al cuadro anterior se puede señalar que las superficie cultivada por familia en el
cantón Huaritolo es de 1,18 Ha/familia.

Los cultivos que presentan con mayor superficie son la coca con 0,33 Ha/Flia, los cítricos con
0,23 Ha/Flia y el café con 0,22 Ha/Flia.

D.2.1.2. Tecnología empleada

La tecnología empleada para la producción agrícola es tradicional, es decir no utilizan


tecnología mecánica (tracción motriz principalmente) debido a factores económicos,
espaciales y técnicos, siendo la herramienta mas habitual la picota, pala, chonta, carretilla,
barreno, etc.

D. 2.1.3. Rotación de cultivos y manejo de suelos

No existe un manejo integral del recurso suelo en toda la sección municipal, sin embargo el
agricultor con la experiencia que tiene en la practica agrícola realiza en forma tradicional y
rudimentaria el manejo de suelos. Existen productores que realizan las prácticas de rotación
de cultivos en las que aplican el descanso del terreno de 3 a 5 años (cantón Circuata) y otros
de 2 a 3 años (cantones Suri y Huaritolo).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 84


Dia g nó stic o

Principalmente en cultivos anuales se realiza la rotación de cultivos en los cantones de Suri y


Huaritolo, por las características de los productos implantados en esta zona, como por
ejemplo el primer año se cultiva papa, el segundo y tercer año maíz o vainita para
posteriormente hacer descansar de 2 a 3 años

D.2.1.4. Relación superficie cultivable/ cultivada

CUADRO 53. Relación superficie cultivable/ cultivada

Superficie Superficie
Cantón cultivable/ cultivada
cultivable (*) cultivada

Suri 660 334,4 1,97

Huaritolo 400 283,1 1,41

Cajuata 1.170 820,7 1,43

Circuata 4.286 2.027,7 2,11

TOTAL 6.516 3.465,9 1,88


Fuente: Diagnostico municipal 2005
* PDM (2001-2005)

La superficie total cultivable de la sección municipal de Cajuata es 6.516 Has


aproximadamente, y según el autodiagnóstico efectuado, la superficie de cultivado actual
es de 3.465,9 Has aproximadamente, lo que nos da una relación de superficie cultivable
cultivada de 1,88.

D.2.1.5. Insumos: Semilla, fertilizantes y fitosanitarios

Los insumos mas usuales son las semillas las cuales son adquiridas de las ciudades de La Paz y
Oruro, y en un porcentaje de 10 utilizan de la misma producción obtenida por los
productores. Los fertilizante son orgánicos e inorgánicos, utilizadas en forma continua y en
cantidades reducidas. En cambio los productos fitosanitarios son utilizados en mínima
proporción para el control de enfermedades y plagas, sendo los principales insumos
empleados en la producción; stermin, cypertrin, tamarón y azufre. Por otra parte
mencionamos la utilización de herbecidas en proporciones reducidas como ser el rencor.

D.2.1.6. Superficie por cultivo

La superficie por cultivo varia según especie, familia, cantón, etc. Como indicamos en el
siguiente cuadro de extensiones de cultivo por cantón.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 85


Dia g nó stic o

CUADRO 54. Superficie por cultivo

Cantón Total
Cultivo Has.
Circuata Huaritolo Cajuata Suri
Manga 290,82 290,8
Cítricos 374,50 47,10 100,80 43,00 565,4
Palto 79,14 4,90 2,90 7,40 94,2
Café 99,15 44,50 67,60 14,60 225,8
Coca 173,21 68,30 150,3 56,00 447,9
Chirimoya 16,00 20,00 32,60 11,60 80,2
Maíz 381,56 21,10 159,0 39,80 601,4
Yuca 60,15 10,00 14,60 14,90 99,7
Hualusa 88,34 11,90 95,30 40,90 236,4
Ají camba 94,05 94,1
Papa 79,15 15,10 66,30 51,90 212,3
Zapallo 27,75 8,90 36,90 26,00 99,5
Locoto 53,48 4,20 16,90 8,40 83,0
Plátano 26,78 1,80 3,30 31,9
Maní 7,53 6,60 1,70 15,8
Durazno 29,35 16,80 28,90 5,10 80,1
Achiote 13,93 13,9
Camote 1,68 1,90 3,6
Amaranto 8,58 2,90 11,5
Granadilla 10,80 3,80 14,6
Pepino 19,20 1,90 21,1
Arveja 2,34 2,3
Vainitas 90,19 32,50 10,00 132,7
Trigo 1,50 1,5
Ajipa 6,40 6,4
Total 2027,70 283,10 820,70 334,40 3465,9
Fuente: Diagnostico municipal 2005

El cuadro nos muestra superficies aproximadas determinadas en el autodiagnóstico en primer


lugar se encuentra el cultivo maíz con 601,4 Has, luego le sigue los cítricos con 564,4 Has, en
tercer lugar esta la coca con 447,9 Has, también se tiene una superficie importante de
cultivos como el mango con 290,8 Has, hualusa 236,4 Has, café con 225,8 Has y papa con
212,3 Has.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 86


Dia g nó stic o

D.2.1.7. Rendimientos por cultivo

CUADRO 55. Rendimiento por cantón de los principales cultivos

Cantón
Cultivo Suri Huaritolo Cajuata Circuata
(1/ 4 Ha) (1/ 4 Ha) (1/ 4 Ha) (1/ 4 Ha)
Coca (cestos) 8 7 9 8
Hualusa (qq) 10 8 13 14
Café (qq) 4 6 7 6
Cítricos (unidades) 12.500 8.500 11.300 12.700
Yuca (qq) 6 25 18
Chirimoya (unidades) 1000 750 1000 1500
Maiz (qq) 7 5 9 20
Durazno (cargas) 36 21 12
Palto (unidades) 300 800 700
Papa (qq) 21 27 30 28
Zapallo (qq) 130 175 375
Mango (cargas) 52
Ají camba (qq) 3
Locoto (qq) 15 5 16 12
Pepino (cargas) 9 30
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

El rendimiento de los cultivos es variado por cantones, debido a varios factores que inciden
en la producción tales como el manejo del cultivo, suelo, clima, etc.

Entre los principales productos tenemos:

Coca, el rendimiento promedio de la zona es de 32 cestos/Ha.

Manga, el rendimiento promedio que obtienen los productores del área de la encañada es
de 202 cargas/Ha.

En el caso de los cítricos (naranja, mandarina y limón), el rendimiento promedio es de 45.000


unidades/Ha.

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Dia g nó stic o

D.2.1.8. Destino de la producción

CUADRO 56. Destino de la producción

Destino de la producción en %
Cantón Cultivo Venta Auto Trueque Semilla Merma
consumo
Coca 85 10 5
Cítricos 75 15 2 8
Café 80 10 10
Suri Papa 90 10 10
Maíz 70 30
Palto 80 15 5
Zapallo 95 5
Locoto 85 5 10
Coca 80 10 10
Cítricos 80 14 6
Café 84 8 8
Papa 90 10
Palto 75 15
Huaritolo Durazno 85 15
Maíz 90 7 3
Yuca 90 10
Hualusa 85 15 5
Locoto 80 5 5 10
Zapallo 95 5
Chirimoya 80 10 10
Coca 85 5 10
Cítricos 80 7 3 10
Café 80 10 10
Papa 83 14 3
Maíz 80 20
Cajuata
Hualusa 70 20 5 5
Chirimoya 80 10 10
Durazno 83 10 7
Zapallo 90 10
Vainitas 80 15 5
Circuata Coca 90 5 5
Cítricos 80 12 8
Café 80 10 10

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Dia g nó stic o

Mango 80 5 5 15
Papa 70 20 10
Maiz 70 30
Hualusa 60 40 10
Yuca 85 15
Chirimoya 80 10 10
Durazno 70 20 10
Palto 81 9 10
Locoto 75 5 5 15
Pepino 80 5 15
Vainitas 80 5 5 10
Ají camba 80 10 10
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

La mayor parte de la producción agrícola en el municipio de Cajuata lo destinan a la vente


por las condiciones medioambientales de la zona, por ejemplo la coca una vez cosechado
se lleva al secado, el mismo que tiene una duración de 4 a 6 horas para luego empacar por
cesto (1 cesto = 30 lb.) o también en taquis (1 taqui = 50 lb.) para posteriormente
comercializarlo.

Los productos como la yuca, hualuza, manga y otros, no pueden ser almacenados para su
utilización posterior debido a que son alimentos de consumo inmediato, por lo tanto solo una
reducida cantidad lo destinan para el autoconsumo como se puede apreciar en el cuadro
anterior.

D.2.1.9. Principales subproductos

La producción obtenida en la jurisdicción municipal es directamente destinado a la


comercialización como materia prima y no pasa por la etapa de transformación, por lo cual
se obtendría un valor agregado. Esta situación se presenta por falta de plantas procesadoras
para los cultivos del café, mango, cítricos y otros.

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Dia g nó stic o

D.2.1.10. Plagas y enfermedades

CUADRO 57. Principales plagas y enfermedades de los cultivos

Cultivo Plagas Enfermedades


Ulo, yaja, chaka, hormiga
Coca Sarna
negra,
Loro, chancho de monte,
Hualusa
escarabajo
Broca, minador de hojas del
Café Hongo y mildiu del café
café
Mosca de la fruta, tujo, taladro,
Cítricos Sarna y gomosis
chanka, hormiga negra, afidos
Maíz Ticona, pulgón, coleópteros
Gusano blanco, lakato, pulgón
Papa Tizón tardío
yaja, polilla
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

La causa mas frecuente de perdida en la producción de los cultivos son las plagas como el
ulo, yaja, broca del café, mosca de la fruta, ticona, lakato, etc. Por otra parte las
enfermedades también afectan de gran manera en la producción, entre estas tenemos la
sarna, el mildiu y el tizón tardío como las más importantes.

D.2.1.11. Infraestructura productiva

Por lo general en las comunidades del municipio de la tercera sección municipal de la


provincia Inquisivi, en lo que se refiere a infraestructura de apoyo a la producción es muy
limitada, comenzando por la falta de vinculación caminera entre todas sus comunidades, la
energía eléctrica es de muy baja potencia (monofásica), no se cuenta con instalaciones
especificas como almacenes y/o depósitos, existe algún sistema de microriego en algunas
comunidades.

La única organización que cuenta con una planta beneficiadora del café es PASYBOL Srl.
(Productores Agroecológicos Subtropico Yungas Bolivia), que esta asentada en las
proximidades de la comunidad de Agua Rica en una extensión aproximada de 1 Ha. Sus
actividades principales son la transformación (cítricos, mango y café) y comercialización de
café orgánico con un rendimiento de 1 contenedor/año. La infraestructura y la
implementación estuvo a cargo del municipio, SEMTA y los socios productores.

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Dia g nó stic o

D.2.1.12. Organización de la fuerza de trabajo

La organización de la fuerza de trabajo en el campo agrícola esta en base a la unidad


familiar, donde la distribución de las actividades esta regida de acuerdo al genero y edad
de los componentes de la familia, estableciéndose que el padre emplea el 65 % de su
tiempo en esta actividad, la madre el 28 % y los hijos el solo el 7 %, debido a que estos últimos
generalmente se dedican al estudio.

D.2.1.13. Costo de producción y rentabilidad

CUADRO 58. Costo de producción de coca 1 Ha para implantación

Costo unitario
Actividad Unidad Cantidad Costo Total (Bs.)
(Bs)
Preparación del terreno
Llameo Jornal 10 30 300
Quema Jornal 3 25 75
Roturado Jornal 120 25 3.000
Terraceado Jornal 80 25 2.000
Transplante
Plantado Jornal 54 25 1.350
Labores culturales
Deshierbe Jornal 50 25 1.250
Fumigado Jornal 2 25 50
Insumos
Costo planta Cabeza 52 30 1560
Depreciación herramienta Glb. 1 100 100
Cosecha Jornal 40 25 1.000
Total 10.310
Rendimiento (3 cosechas/año) Cesto 32 400 12.800
Fuente: Diagnostico municipal 2005

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Dia g nó stic o

CUADRO 59. Costo de producción de coca 1 Ha para los siguientes años

Costo unitario Costo


Actividad Unidad Cantidad
(Bs.) Total (Bs.)
Labores culturales
Deshierbe Jornal 50 25 1.250
Fumigado Jornal 2 25 50
Insumos
Costo planta Cabeza 52 30 1.560
Depreciación herramienta Glb 1 100 100
Cosecha Jornal 40 25 1.000
Total 3.960
Rendimiento 3 cosechas/año Cesto 32 400 12.800
Fue nte: Diagnostico municipal, 2005

CUADRO 60. Costo de producción de cítricos 1 Ha para implantación

Costo unitario Costo


Actividad Unidad Cantidad
(Bs.) Total (Bs.)
Preparación del terreno
Chaqueo Jornal 32 25 800
Quema Jornal 3 25 75
Hoyado Jornal 48 25 1.200
Transplante
Plantación Jornal 32 25 800
Deshierbe Jornal 60 25 1.500
Labores culturales
Cosecha Jornal 32 25 800
Total 5.175
Rendimiento Unidad 45.000 0,05 2.250
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

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Dia g nó stic o

CUADRO 61. Costo de producción de cítricos 1 Ha para producción permanente

Costo unitario Costo


Actividad Unidad Cantidad
(Bs.) Total (Bs.)
Labores culturales
Deshierbe Jornal 10 20 200
Remoción Jornal 30 20 600
Fumigado Jornal 2 20 40
Control enfermedades Jornal 2 20 40
Cosecha Jornal 32 20 640
Comercialización Jornal 5 20 100
Total 1530
Rendimiento Unidad 45.000 0.05 2.250
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Para la determinación del Beneficio/Costo se toma en cuenta los rendimientos medios y el


precio del producto comercializado.

CUADRO 62. Relación Beneficio/ Costo

Descripción Coca Cítricos


Implantación 1,24 0,44
Posterior a la implantación 3,23 1,11
Fuente : Diagnostico municipal, 2005

D.2.2. Sistema de producción pecuaria

D.2.2.1. Población por especies principales

La producción ganadera en la sección municipal esta constituido principalmente por la


reducida población de vacunos, porcinos, ovinos y aves de corral principalmente (Mapas 17,
18 y 19).

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Dia g nó stic o

CUADRO 63. Población de especies de animales principales

Especies de animales
Cantón Comunidad Total
vacuno ovino porcino aves

Suri 250 95 240 585


SURI
Chajna 5 60 120 185
Parpata 54 80 115 249
Moxacoca 120 40 250 410
Alfagiani 50 125 175
Huaritolo 10 28 60 98
HUARITOLO
Tojra 12 20 196 228
Queaconi 18 52 70
Rica Rica 50 21 92 163
Poqueleuque 7 7
Cheka 19 100 119
Puente Alegre 150 150
CAJUATA Sujura 62 92 154
Turculi 400 50 500 950
Loma Linda 49 40 150 239
Apacheta 40 54 94
Suticollo - Ullumani 425 250 300 975
Viscachala 60 45 105
Naranjani 0
Siquimirani 300 300
Cajuata 200 150 350
Espigapampa 200 130 330
CIRCUATA Circuata 100 30 100 200 430
Agua Rica 25 60 50 135
San Jose 25 55 80
Polea 44 100 70 400 614
V. San Jose 60 50 110
Cañamina 70 95 750 915
V. Barrientos 20 50 90 400 560
Pichincha Chico 10 100 110
Pichincha 0
El Pastizal 100 50 150
V. Khora 180 40 100 200 520
Pichincha grande 23 20 30 73
Playa Verde 10 100 110
Limonvado 30 40 120 190
Los Andes 40 60 100
V. Angélica 50 100 150
Lujmani 50 10 150 210

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Dia g nó stic o

V. Florida 55 50 105
Cuñurani 150 10 150 310
Queñuani 700 300 1000
Miguillas 500 100 150 750
TOTAL 4.176 810 1.186 6.386 12.558
Fuente: Diagnostico municipal 2005

El cuadro 63, nos indica que en la sección municipal se tiene la siguiente relación de
animales: vacunos alcanza 4176 cabezas que representa un 33 %, 810 ovinos representa 7 %,
1186 porcinos representa 9 % y 6386 aves representa un 51%.

En el caso del ganadería vacuna la proporción de especies mejoradas el siguiente: criollos el


65 % y mejorados el 35 % (razas Cebú, Pardo Suizo y en menor proporción Holstein)

Además se cuenta con el ganado equino, principalmente caballos, mulas y burros, que son
utilizados para el transporte de sus productos desde sus parcelas a las vías de comunicación
(caminos).

Entre otras especies existe la crianza de cuyes y conejos para su alimentación cotidiana.

D.2.2.2. Tecnología y manejo.

Por lo reducido de la población ganadera en la sección municipal, el manejo tiene las


siguientes características:

√ Para el manejo de la ganadería no se hizo conocer una tecnología


apropiada, el manejo es rudimentario o muy precario
√ La ganadería se caracteriza por ser de un pastoreo semicontrolado, en la
mayor parte de las comunidades existentes.
√ La fuente de alimentación del ganado vacuno y ovino son las praderas
nativas, con la única fuente suplementaria de mineral que es la sal común, la
que brinda los minerales necesarios para una buena producción
√ El manejo del ganado es tradicional con pocos criterios técnicos. Las
enfermedades y parásitos son las principales causas de la baja producción,
después de la alimentación.
√ En la sección municipal no poseen ningún tipo de infraestructura productiva a
nivel familiar ni comunal.
√ Los comunarios dedicados a la actividad ganadera, tienen como un
complemento a la actividad agrícola.

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Dia g nó stic o

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Dia g nó stic o

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Dia g nó stic o

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Dia g nó stic o

D.2.2.3. Productos y subproductos.

El producto principal obtenido de la actividad ganadera en las comunidades dedicadas a


esta actividad es la carne y la piel, los cuales se comercializa en las diferentes ferias internas y
externas.

D.2.2.4. Insumos utilizados.

En la producción ganadera en el municipio de Cajuata son pocos los insumos utilizados,


entre estos tenemos a los productos veterinarios usados para las desparasitaciones como ser
Gamazol, Sarnavet e Ivomec. Es preciso hacer notar que existe poco conocimiento sobre el
uso de estos medicamentos que es de mucho cuidado, debido a que es necesario tener un
conocimiento exacto de la dosificación, tiempo de espera, efectos colaterales,
contraindicaciones, efectos sobre el medio ambiente y posibles efectos sobre los
consumidores de la carne de los animales tratados.

D.2.2.5. Manejo de pastizales y forrajes.

No existe un manejo de praderas y forrajes debido a la topografía accidentada en la


sección municipal. El manejo de pastizales y forrajes es de forma tradicional no llegando a un
sobre pastoreo por la experiencia empírica de los productores y el reducido número de
ganado existente en la zona.

D.2.2.6. Carga animal.

Las áreas destinadas al pastoreo poseen una capacidad de carga animal de acuerdo a las
especies o asociaciones de especies presentes en las praderas.

La carga animal se expresa por el numero de animales que soporta una Hectárea en un año
agrícola.

CUADRO 64. Carga Animal en la sección municipal para ganado vacuno.

Carga animal en el municipio Carga animal recomendada


1,99 2
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

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Dia g nó stic o

D.2.2.7. Destino de la producción.

Los ganaderos de la sección municipal en su generalidad la producción lo destinan a la


comercialización de animales en pie.

La compra de los animales lo realizan los matarifes en la capital y cantones del municipio,
quienes proveen de carne a la poblaciones. Por otra parte debemos indicar que en algunas
oportunidades los productores faenean por cuenta propia y destinan un 5 % para su
autoconsumo y el resto lo comercializan a los intermediarios denominados “mañasos”.

En la comercialización de carne existen pequeñas organizaciones de matarifes como por


ejemplo en el cantón Suri y Cajuata, son en número de 7 y 9 familias respectivamente
quienes se dedican a esta actividad.

CUADRO 65. Destino de la producción pecuaria.

Destino de la producción en %
Cantón
Venta en carne Venta en pie
Suri 10 90
Huaritolo 100
Cajuata 5 95
Circuata 5 95
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

D. 2.2.8. Presenc ia de enfermedades y sanidad animal.

Las enfermedades mas comunes que afectan la producción del ganado mayor
principalmente de los vacunos, se muestra a continuación en el siguiente cuadro.

CUADRO 66. Enfermedades principales

Especies Principales enfermedades

Vacunos Fiebre aftosa, brucelosis, carbunclo


sintomático, anemia, rabia, etc.
Porcinos Diarrea, bocio, cisticercosis
Aves Moquillo, fiebre
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

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Dia g nó stic o

D.2.2.9. Infraestructura productiva.

Dentro la infraestructura familiar para el ganado vacuno es muy deficiente, debido a que se
encuentran a campo abierto, los porcinos y aves cuentan con corrales rústicos (cercos de
palos o cañahuecas) que no ofrecen las condiciones básicas de higiene.

D.2.2.10. Organización de la fuerza de trabajo.

La organización de la fuerza de trabajo es similar a las actividades agrícolas, basado en la


familia siendo la madre la que dedica mas tiempo a esta actividad y los hijos apoyan en su
tiempo que disponen después de sus actividades escolares.

CUADRO 67. Organización de la fuerza de trabajo en la actividad pecuaria en porcentaje

Actividad Padre Madre Hijo Total

Pastoreo o alimentación del ganado 15 45 40 100


Sanidad animal 95 5 - 100
Comercialización 50 50 - 100
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

D.2.2.11. Costo de producción y rentabilidad.

Los costos de producción de la principal especie de ganado mayor existente en el municipio


de Cajuata en función al sistema de producción realizado en las comunidades, se presenta
a continuación en el siguiente cuadro.

CUADRO 68. Costo de producción por cabeza de ganado vacuno

Costo Costo total


Actividad Unidad Cantidad
unitario (Bs.) (Bs.).

Sanidad Animal
Vacunación Dosis 2 9 18
Dosificación Dosis 1 5 5
Alimentación
Pastoreo jornal 6 25 150
Sal común Kg. 15 2 30
Afrechillo bolsa 5 33 165
TOTAL 363
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 101


Dia g nó stic o

En función a la relación Beneficio/Costo, considerando los ingresos brutos y el costo de


producción se tiene que por cada boliviano invertido en la actividad pecuaria de ganado
vacuno existe 6 Bs. de ganancia para el productor.

D.2.3. Sistema de producción forestal.

Las especies forestales son reducidas, teniendo una mayor presencia de la especie eucalipto
en algunas comunidades, luego se observa la presencia del willca que es utilizado para
cercos y las especies de alto valor maderero casi ya no tiene presencia, puesto que ellas han
sido extraídas o taladas por los habitantes de las comunidades.

D.2.3.1. Especies y superficies.

El municipio de Cajuata cuenta con áreas forestales dentro de éstas las principales especies
son el eucalipto, cedro, nogal, laurel y willca (k’uchi).

El eucalipto es la especie con mayor presencia en la mayoría de los cantones del la sección
municipal alcanzando a una superficie aproximada de 125 Has y en menor proporción otras
especies como Cedro y Nogal en los cantones de Huaritolo y Cajuata con una superficie
aproximada de 5 Has.

D.2.3.2. Tecnología: tipo de producción y manejo.

La producción forestal no es una actividad principal de los pobladores del municipio de


Cajuata, por lo que no existen técnicas de manejo ni de producción especifica en el área
para realizar una planificación sostenible de la explotación forestal.

D.2.3.3. Volumen y destino de la producción.

El volumen de extracción de las especies forestales por parte de los comunarios es reducida
y utilizada solo para la construcción de sus viviendas y para uso como fuente de combustible.

En pequeña escala también existe la extracción de especies forestales para la


comercialización, donde los denominados “palizeros” compran por extensión forestal,
pudiendo ser este de ½ a 1 cato.

No se tiene un inventario de los volúmenes y destino de la producción de las especies


forestales existentes en la sección municipal, por consecuencia tampoco se conoce el
volumen de producción de estas especies.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 102


Dia g nó stic o

D.2.3.4. Reforestación: superficies y espec ies.

En su generalidad los comunarios no practican las acciones de reforestación debido a que


no es su principal actividad económica, sin embargo algunas familias que tienen una
extensión considerable de áreas forestales practican la reforestación de forma tradicional
por iniciativa propia y por motivación de Organizaciones no Gubernamentales (SEMTA).

D.2.3.5. Organización de la fuerza de trabajo.

La explotación forestal es una actividad esporádica que cuando es necesario lo realiza la


familia en su conjunto, pero debido a las características del trabajo pesado es una labor
destinada al sexo masculino.

D.2.3.6. Costos de producción.

Como en el municipio de Cajuata no se realiza la producción forestal, no es posible


cuantificar los costos de producción.

D.2.4. Sistema de caza. pesca y recolección.

D.2.4.1. Principales especies de caza.

La casa de los animales silvestres según el convenio Internacional de CITES esta prohibido por
lo que los habitantes se reservan a esta actividad.

La caza de algunos animales silvestres se efectúa por que estos se constituyen en plagas y
afectan a los cultivos de los productores, de tal manera se ven obligados a eliminar a estos
animales perjudiciales, esta caza es por cuidar su producción. El destino que le dan a estos es
el autoconsumo o venta en algunos casos, lo cual se muestra en el siguiente cuadro:

CUADRO 69. Principales especies de caza

Cantón Espec ie Cantidad unid/ año


Suri Sari, chancho de monte,
1-2
comadreja, jochi pintado, tatu
Huaritolo Sari, chancho de monte,
2-3
comadreja
Cajuata Sari, chancho de monte, loro 1-2
Circuata Sari, chancho de monte, loro 3-5
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 103


Dia g nó stic o

D.2.4.2. Principales especies de pesca.

Por las condiciones no aptas a la zona no existe especies de para la pesca a pesar.

D.2.4.3. Principales especies de recolección

Los habitantes de la Tercera Sección Municipal de Cajuata no se dedican a la recolección


de especies.

D.2.5. Sistema de producción artesanal y/ o microempresarial.

El sistema de producción artesanal esta destinado en gran parte o proporción hacia el


autoconsumo (95 %) y en menor porcentaje a la comercialización (5 %). El 33 % de la
población del municipio se dedica a esta actividad, como tarea complementaria a sus
faenas principales.

Además podemos señalar que no existe una organización microempresarial relativa esta
actividad.

D.2.5.1. Principales productos.

Entre los principales productos que se elaboran o se producen en el sector están camas,
chompas, tapetes, alforjas y aguayos.

D.2.5.2. Tecnología empleada.

La tecnología empleada para la producción artesanal es tradicional, no utilizan herramientas


ni maquinaria de tecnología avanzada, para el procesamiento de estos productos.

D.2.5.3. Volumen y destino de la producción.

El volumen de la producción no se puede determinar con exactitud. La producción es


destinada para el autoconsumo y en menor proporción para la venta. El precio de venta en
el caso de camas, chompas, aguayos, tapetes y alforjas es de 100, 60, 150, 35 y 120 Bs.
respectivamente.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 104


Dia g nó stic o

CUADRO 70. Producc ión artesanal y/ o microempresarial

Cantidad de producción artesanal/ Flia


Producto
Suri Huaritolo Cajuata Circuata
Cama 1 1 1 1
Chompa 2 1 1 1
Aguayo 1 1 1 1
Tapetes y alforjas 2 2 1 1
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

CUADRO 71. Destino de la producción en porcentaje.

Destino de la producción %
Producto
Venta Autoconsumo
Cama 80 20
Chompa - 100
Aguayo 60 40
Tapetes y alforjas 90 10
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

D.2.5.4. Organización de la fuerza de trabajo.

Referente a la producción artesanal, los que se dedican a esta actividad son las mujeres,
como labor domestica o bien mediante su organización de mujeres.

D.2.6. Sistema de producción minera.

La explotación minera se focaliza en un centro minero denominado “Empresa Minera


Chillaya” de carácter privado, ubicado en la capital Cajuata en el sector denominado
Chillaya, siendo sus propietarios el Lic. Mrcos Gutierrez, Ing. Pastor Trujillo y el Dr. Jaime
fernandez con base en la ciudad de Oruro. Según el diagnostico realizado también existe
oro en los lechos de los ríos existentes en el municipio que no es explotado.

D.2.6.1. Principales productos.

Los minerales en explotación son el oro y el antimonio

D.2.6.2. Tecnología empleada

En el centro minero privado de “Chillaya” la explotación se realiza con tecnología


adecuada para este tipo de actividad minera. Cuenta con equipo completo que consta de
perforadoras, compresoras, guinches, palas mecánicas, tractores pequeños y grandes,

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 105


Dia g nó stic o

volquetas; asi mismo cuenta con un ingenio implementado de molinos, mesas


concentradoras, bombas y otros. El trabajo que realizan es de dos tipos: a campo abierto y
en mina.

D.2.6.3. Volumen y destino de la producción

El volumen de producción en el centro minero es de 880 qq/semana de antimonio y una


cantidad no reportada de oro, en forma de pepitas, granular y fina molida.

D.2.6.4. Organización de la fuerza de trabajo

El centro minero “Chillaya”, utiliza trabajadores provenientes de todos los cantones del
municipio, creando fuentes de trabajo para los pobladores de las comunidades. Se estima
que en promedio se cuenta con 197 trabajadores permanentes y eventuales (perforistas,
compresorcitas, carrileros, ayudantes y otros) que desarrollan sus actividades en tres turnos,
de los cuales 97 en interior mina y 80 en exterior mina entre administrativos e ingenio.

D.3. Sistema de Comercialización.

Actualmente los sistemas de comercialización presentes en el Municipio, se caracterizan por


la venta directa de los productos obtenidos en la zona por parte de los productores, en las
diferentes ferias locales o en ciudades importantes de consumo fundamentalmente La Paz y
Oruro. Por otra parte al igual que en otros municipios son participes del sistema de
comercialización los intermediarios que proceden de las ciudades de La Paz y Oruro.

D.3.1. Formas de Comercialización.

La forma de comercialización es a través de las ferias locales que se llevan a cabo en las
poblaciones principales como son Cajuata, Circuata y Cañamina y/o la venta a los
intermediarios en las mismas zona de producción para posteriormente ser transportados a los
mercados de las ciudades más próximas como son La Paz y Oruro.

La venta en las ferias y zonas de producción de los productos obtenidos como son el café,
las vainitas, chirimoya, mango y cítricos es por mayor y menor, donde los intermediarios
principalmente compran a los productores en cantidades considerables en las mismas
comunidades productivas en función a la disponibilidad del transporte hacia los centros
urbanos, donde se comercializa.

En el caso de la coca la comercialización es diferente debido a que el mismo productor


transporta al mercado de la coca en la ciudad de La Paz, de donde se distribuye a los
intermediarios quienes son los que se encargan de comercializar al consumidor final.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 106


Dia g nó stic o

Por otra parte en el caso de los productos como son el zapallo, papa, locoto, granada,
hualusa y durazno los productores llevan sus productos a los a mercados de La Paz y Oruro,
para vender a los detallistas mayoritarios y/o consumidor final.

Finalmente podemos indicar que todavía aún se realiza el trueque en mínima proporción,
principalmente de los productos como locoto, manga, hualusa, cítricos y ajipa con chuño,
papa, tunta, oca y lisa en la feria aledañas al municipio como en Lahuachaca.

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Dia g nó stic o

GRAFICO 7. Cadena Productiva de la Producción Agrícola:

PRODUCIÓN AGRICOLA
Producción

CULTIVOS: Walusa, Cítricos,


Café Coca Yuca, Chirimoya, Maíz,
Durazno, Palto, Papa, Zapallo,
Mango, Aji camba, Locoto,
Pepino

Secado y Consumo
Descacarado Familiar

FERIAS DENTRO EL
MUNICIPIO:
Comunidad Cajuata
Comunidad Circuata
Interrmediario Feria Local Comunidad Cañamina
Comunidad Villa Khora
Rescatador
acopiador
Comunidad Miguillas
Comunidad Suri

MERCADOS: FERIAS FUERA DELMUNICIPIO:


Ciudad de LA PAZ Feria de Lahuachaca
Ciudad de EL ALTO Feria de Tablachaca
Feria de Inquisivi
Ciudad de ORURO

Interrmediario
Procesado Rescatador
Obtención del acopiador
Café

Venta a
Detallistas

Venta al
Exportación Detalle

Consumidor final

Fuente: Elaboración propia, 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 108


Dia g nó stic o

La coca es el único cultivo que cuenta con una organización al cual deben afiliarse los
productores para poder comercializar este producto. Esta organización denominada
ADEPCOCA (Asociación Departamental de Coca) cuenta con sus regionales en Cajuata y
Circuata y es quien les otorga la identificación y el permiso de venta en las ciudades
consumidoras.

D.3.2. Ferias y mercados

Las principales ferias dentro del Municipio lo constituye la feria semanales de aniversario del
municipio donde se dan cita en su mayoría residentes e intermediarios. Existen varias ferias
locales donde se realiza la comercialización y adquisición de productos, también la
población del Municipio acude de igual forma a ferias importantes como la Feria del
Tablachaca, Inquisivi (Capital) y Lahuachaca .

Los principales mercados potenciales de consumo son la ciudad de El Alto, La Paz y Oruro; sin
embargo las cantidades que se venden son menores a las que se compran.

CUADRO 72. Centros de Comercialización según Productos

Feria Día y Transporte día de


Lugar de
fecha de
la feria Anual Semanal Quicenal Ingreso Retorno
la feria
Cajuata (Mun. de Cajuata) X Sábado Diario Diario
Circuata (Mun. de Cajuata) X Domingo Diario Diario
Cañamina (Mun. de Cajuata) X Domingo Diario Diario
Villa Khora (Mun. de Cajuata) X Domingo Diario Diario
Miguillas (Mun. de Cajuata) X Domingo Diario Diario
Suri (Mun. de Cajuata) X Sábado Diario Diario
Tablachaka (Prov. Loayza) X Viernes Diario Diario
Inquisivi (Prov. Inquisivi) x 21-Agosto Diario Diario
Lahuachaca X Miércoles Diario Diario
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Las ferias en el Municipio son de: Cajuata que se realiza el día sábado; de Circuata, Villa
Khora y Miguillas que se lleva a cabo en la mañana del domingo y la de Cañamina que se
desarrolla los domingos por la tarde y finalmente la feria de Suri que se realiza el día Sábado.
Estas ferias son los principales centros de encuentro entre los productores y consumidores de
las principales poblaciones aledañas . La feria de Cajuata es la mas concurrida por ser la
Capital del Municipio donde se hacen presentes vendedores y compradores de los cuatro
cantones pero principalmente de Huaritolo y Suri.

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Dia g nó stic o

D.3.3. Principales productos comercializables, épocas.

Por las características fisiográficas que presenta el municipio de Cajuata y la diversidad


productos que cuenta y contando con microclimas adecuadas para la producción agrícola
existen diferentes épocas de comercialización.

En el Cuadro 68 se resume los productos agropecuarios que se presenta en las diferentes


comunidades donde se realizan las ferias es una muestra de las potencialidades físico
naturales que posee el municipio.

Cuadro 73. Principales productos comercializables, époc as.

Época en meses
Productos
Cantón Cantón Cantón Cantón
agrícolas
Cajuata Circuata Huaritolo Suri
Coca MAR–JUL–NOV MAR–JUL–NOV MAR–JUL–NOV MAR–JUL–NOV
Hualusa ENE - FEB ENE – FEB ENE - FEB ENE - FEB
Café MAR – SEP MAR – SEP MAR – SEP MAR – SEP
Cítricos MAY - AGO MAY – AGO MAY - AGO MAY - AGO
Yuca ENE – FEB ENE - FEB ENE - FEB
Chirimoya DIC - FEB DIC - FEB DIC - FEB DIC - FEB
Maiz JUN - JUL JUN - JUL JUN - JUL JUN - JUL
Durazno FEB - MAR FEB - MAR FEB - MAR
Palto DIC - FEB DIC - FEB DIC - FEB
Papa AGO - DIC AGO - DIC AGO - DIC AGO - DIC
Zapallo AGO - DIC AGO - DIC AGO - DIC
Mango DIC - ENE
Aji camba AGO - SEP
Locoto DIC - ENE DIC - ENE DIC - ENE DIC - ENE
Pepino JUN - AGO JUN - AGO JUN - AGO
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Los principales productos agrícolas en general que se comercializan en común en el


Municipio de Cajuata se la realiza todo el año y estos productos son: Coca, Walusa, Café,
Cítricos, Chirimoya, Maiz, ,Papa y Locoto.

Actualmente la coca es el producto de principal importancia, ya que se va ampliando las


superficies de siembra, el cual se hace la cosecha en tres épocas del año en los meses de
Marzo, Julio y Noviembre en este ultimo mes baja la producción y sube el precio. En cambio
la comercialización de cítricos se realiza entre mayo y agosto y la papa es comercializado
entre agosto y diciembre.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 110


Dia g nó stic o

En los meses de enero a abril, e incluso hasta mayo principalmente se realiza la venta de
ganado porcino por el precio de comercialización y en el caso del ganado vacuno es de
diciembre a febrero.

D.3.4. Comportamiento de precios según época

El comportamiento de precios del mercado es cíclico, tienden a variar según épocas es


decir que, en época de cosecha los precios de los productos agrícolas generalmente son
bajos, especialmente en años agrícolas buenos, debido a que existe mucha oferta y no
justifican los costos de producción de los cultivos.

En el caso del café mantiene un precio estable en todo el año, en cambio los cítricos y la
manga principalmente al inicio de la cosecha viene un precio alto que va reduciéndose
conforme aumenta la producción y por lo tanto la oferta del producto.

En cuanto a los productos pecuarios, en particular si se trata de animales mayores estas se


constituyen en su capital en especie (ganado) a la venta de ganado en pie o carne esta
corre la misma suerte que los productos agrícolas de caer en manos de los intermediarios,
quienes adquieren a precios bajos fijados por ellos (intermediarios), en desmedro de los
productores que en algunos casos no recuperan los insumos suplementarios proporcionados
a su ganado. El precio de la carne en el municipio de Cjuata es de 11 Bs/kg.

D.4. Recursos Turísticos

La región pese a sus limitaciones y condiciones naturales fisiográficas de acceso, el turismo


cobra una creciente importancia dada por la riqueza de valores turísticos con paisajes
naturales encantadores en el cual se puede realizar Turismo - Aventura, expediciones, la
existencia de lugares turísticos potenciales para visita al municipio como son los cascadas
del Río Surupi, Río de Miguillas, la Casa de Don Pedro Domingo Murillo, las iglesias que datan
desde la colonia, etc.

D.4.1. Ruinas, cavernas, chullpas, templos y otros.

En diferentes comunidades del Municipio existen ruinas precoloniales, templos coloniales, ríos,
etc. Los cuales se presenta en el siguiente cuadro:

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Dia g nó stic o

CUADRO 74. Atractivos turísticos en el Municipio de Cajuata

Acceso
Nombre del
Cantón Ubicación Características
atractivo B R M
Este es uno de los mas importantes atractivos del
Casa de
Comunidad de Suri Municipio ubicada en el Cantón Suri, que es la
Pedro
SURI en la Plaza principal Casa Colonial del Protomartir, Don Pedro Domingo
Domingo
del Cantón Murillo el cual data desde tiempos de la Colonia,
Murillo
que hace poco tiempo atrás fue restaurado.
El agua de esa vertiente es limpia, pura ya que
debe provenir de un rió subterráneo, esta cueva es
Tunel de
sin duda inexplicable se ha formado por la erosión
Agua, o Ubicada en el sector
hídrica en la cual se alojan una gran cantidad de
casa de SURI Juturi del Cantón de
murciélago, algunos de los comunarios del lugar
Murciélagos Suri
comentan, que esta forma d cueva también en lo
JUTIRI
mas alto une de cerro a cerro dando solo un paso
para estar en el otro cerro.
Nos encontramos con uno de las pocas Cascadas
Ubicación en el en el sector de 20 metros de altura, el agua de la
Cascadas
sector Surumpe cascada proviene de una vertiente la cual es
del Río SURI
hacia arriba de la limpia, ya sale del cerro de venas subterráneas de
SURUPI
Comunidad de Suri agua, este sector es visitada por estudiantes los
cuales practican lo que turismo aventura.
En la Actualidad el cantón de Suri cuenta con una
Iglesia Comunidad de Suri iglesia Colonial que cuenta con un altar altar, que
Colonial de SURI en la Plaza principal el día de hoy se puede apreciar en la Basílica de
SURI del Cantón San Francisco. Este ultimo se ha realizado una
refacción de la Torre.
Uno de los atractivos turístico son las ruinas de la ex
Ex Fabrica Comunidad de hacienda, que en la época colonial fue una
de Alcohol Circuata Cañamina del fabrica de alcohol llamado “OSO” ubicado en
OSO Cantón de Circuata Cañamina, pues esta se cerro después de la
Reforma Agraria del año 1952.
Entre los recursos turísticos de mayor belleza se
Comunidad de encuentra en el sector de Miguillas, el rió del mismo
Miguillas en el Rio nombre, es uno de los lugares con paisajes
Río Miguillas Circuata del Mismo Nombre naturales encantadores, Para lograr impulsar este
en el Cantón de rubro es necesario promover la construcción de
Circuata Pucara una ruta turística, ya sea con apoyo de empresas
privadas o con aporte del Gobierno Municipal.
Camino de las Otro recurso turístico representa el camino de
Ruinas
Cantón Comunidades de Herradura de la comunidad Turculi a Naranjani
Precolombin
Circuata Turculi a Naranjani donde se puede apreciar varias ruinas
as
del Cantón Circuata precolombinas..
Conocido los recursos turísticos el circuito mas
MUNICIPIO importante seria el que comprende el recorrido
DE IRUPANA y Municipio de Irupana a Miguillas (Municipio de
CIRCUITO Comunidad de
la Cajuata), con la participación y coordinación de
TURISTICO Miguillas
Comunidad ambos municipios, para realizar caminatas,
de Miguillas canotaje en aguas tranquilas identificada de los
ríos La Paz y Miguillas.
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

D.4.2. Características del flujo turístico.

A causa de las debilidades de las instituciones publicas y privadas que promueven y realizan
actividades turísticas en el país y en el departamento, las mencionadas atracciones turísticas
son escasamente promocionadas. Pero sin embargo existen presencia muy reducida de
turismo en la zona.

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Dia g nó stic o

El flujo turístico más importante es en fiestas patronales que convoca a un considerable


número de personas provenientes de los departamentos La Paz, El Alto, Oruro, Cochabamba
y comunidades aledañas, donde se tiene la visita de los residentes y de personas invitadas,
para el efecto participan en forma activa.

En la localidad de Miguillas por la belleza de la zona recibe un reducido flujo de turistas


nacionales y extranjeros, con una permanencia de algunos días. De la misma forma en el
mes de Junio a Julio en el Cantón de Suri existe la presencia de estudiantes de Colegio, los
cuales se hacen presentes para descansar y deleitarse de la naturaleza existente con turismo
aventura, como también la vista a expediciones en la zona.

E. ASPECTOS ORGANIZATIVOS INSTITUCIONALES

E.1. Formas de organización seccional, comunal e intercomunal

En los Primero años de la implementación de la Ley de Participación Popular, se


establecieron Directivas de las OTB´s que empezaron a atribuirse actividades que
originalmente habían correspondido a los sindicatos agrarios, hasta el año 1998 inclusive se
había establecido una Presidencia y Vice presidencia de los Comités de Vigilancia de los
Municipios de Cajuata y Licoma, forma de organización que desapareció sin haber
demostrado poder de decisión ni de convocatoria en ningún evento.

Las OTB’s eran entonces entes paralelos a las organizaciones sociales de los comunarios y no
estaba claro el mecanismo para la elección del Comité de Vigilancia ya que la Ley de
Participación Popular (N° 1551) establecía que las organizaciones eran socialmente
reconocidas y representativas, que debían ser las que determinen la composición de los
miembros del Comité de Vigilancia, así tanto la Central Agraria de Cajuata como la directiva
de las OTB’s se sentían con iguales derechos para convocar, dirigir y designar a los miembros
del Comité de Vigilancia.

Ante la falta de una cultura y orígenes comunes entre los habitantes del a sección municipal,
las organizaciones sociales no parten de la esencia originaria ni tradic ional aunque si
conservan algunas características propias de las organizaciones originarias: la forma de
convocatoria en algunos sindicatos agrarios es mediante el “Pututu”, el idioma en el cual
pueden expresarse los comunarios en las reuniones es indistintamente el originario de la zona
y el castellano; los hombres y las mujeres se concentran dentro de la asamblea, los cargos
diligénciales recaen en los hombre solo ante una contingencia o ausencia la esposa ocupa
la función acéfala y no así el miembro inmediato inferior en el cargo.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 113


Dia g nó stic o

La base de organización de los habitantes de la Sección Municipal de Cajuata es mediante


asociaciones comunitarias, comunidades campesinas, juntas vecinales, sindicatos agrarios,
pero con indudables rasgos de organización socio-territorial en plena vigencia.

Por otro lado la estructura organizativa con que cuenta el Municipio es la siguiente:

G Autoridades polític as: Representados por el Sub Prefecto y los Corregidores de los
diferentes Cantones.

G Gobierno Municipal: Representado por el Consejo Municipal, H. Alcalde Municipal y


de las diferentes comunidades representada por Agente Municipal.

G Autoridades que imparten Justic ia: Representado por la Policía (Circuata).


G Comité de Vigilancia: este comité esta compuesto por un representante cada
cantón, el cual ejerce control social de los recursos de Participación popular.

G Organizaciones Territoriales de Base: están determinadas por las comunidades que se


encuentran dentro de cada una de las seis Sub Centrales agrarias, ya que engloba la
población o conjunto de poblaciones importantes alrededor de las cuales se
desarrolla toda una organización social cuyos limites están socialmente reconocidos.

Cada Asociación Comunitaria de cada una de las Sub Centrales Agrarias aglutinan a
los Sindicatos Agrarios que están conformados por una estructura organizativa , que
tiene su base en estatutos y reglamentos internos reconocidos socialmente al interior
de las comunidades campesinas. La mesa directivas de los sindicatos

G Los Sindicatos Agrarios. Los Sindicatos Agrarios se encuentran enmarcados dentro las
Sub Centrales Agrarias y estas a su vez Dependen de la Central Agraria que abarca
todas las comunidades campesinas del municipio de Cajuata, Además las Juntas
Vecinales de Circuata y Miguillas. Sus funciones son de carácter reivindicativo,
tenencia de la tierra, participación orgánica en la toma de decisiones, como la
atención de sus principales problemas.

G Central Agraria. La Central Agraria esta afiliada a su vez a la Federación Sindical de


Trabajadores Campesinos de la Paz y a la Confederación Nacional Única de
Trabajadores Campesinos de Bolivia (FSTCLP – TK y CSUTCB respectivamente). Su Rol
esta sujeto a compatibilizar entre las reivindicaciones de sus afiliados y las políticas del
sector

G Asociaciones Comunitarias: Comunidades que se encuentran dentro de cada una


de las seis sub centrales agrarias, aglutinan a Sindicatos Agrarios con estructura

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 114


Dia g nó stic o

organizativa, estatutos y reglamentos internos reconocidos al interior de las


comunidades. Su rol es la implementación de la Ley de Participación Popular

G Organizaciones de Mujeres: Estructuradas anteriormente con el apoyo de la ONG


Ayuda en Acción. Su Rol es la participación de la Mujer en la alfabetización de
adultos, mejorar la nutrición integral de las familias, defensa de los derechos de la
mujer y del Niño.

G Asociación de Productores: Engloba a varias comunidades y tiene como meta la


institucionalización mediante estatutos orgánicos y reglamentos internos. Su función es
la de mejorar la producción, acopio y comercialización de productos agrícolas del
Municipio.

G Cooperativas: Estas se encuentran en proceso de desaparición.

E.1.1. Organizaciones Territoriales de Base y Asociaciones Comunitarias.

Desde la promulgación de la Ley de Participación Popular en 1994; se conforma un nuevo


escenario en el desarrollo de Municipio y comunidades campesinas, en la cual los actores
principales, junto a las autoridades como son el Legislativo, ejecutivo, son las Organizaciones
Territoriales de Base (OTB’s), Juntas Vecinales (J.V.) representados por su Comité de Vigilancia
reconocidas por Ley de la Republica mediante su Personería Jurídica, los representados de
las asociaciones comunitarias, comunidades campesinas y juntas vecinales llegan a adquirir
un empoderamiento en la toma de decisiones en su desarrollo y control en el ámbito social.
A partir de este hecho todas las asociaciones comunitarias, comunidades campesinas y
juntas vecinales sobre la base de sus usos y costumbres estas logran adquirir su personalidad
jurídica.

CUADRO 75. Comunidades Campesinas y Juntas Vecinales

Comunidades No. de Personalidad No. de Fa milias


No. Asociación Comunitaria
(OTB’s) Jurídica Afiliadas
1 J.V. Cajuata 32/95 233
2 Epigapampa 37/95 62
3 Viscachala 15
4 Puente Alegre 23
5 Siquimirani 28/95 87
6 Cajuata Apacheta Alta 14
7 Apacheta Baja 18
8 Turculi 172/95 70
9 Naranjani 38/95 21
10 Sujura 27/95 44
11 Loma Linda 24/95 35
12 Moxacoca 171/95 40
13 Parpada 25
14 Suri Chajna 43
15 Alfajiani 20/95 25
16 J.V. Suri 23/95 80
17 Cheka 26/95 50
18 Rica Rica 19/95 46
19 Huaritolo Queaconi 170/95 26
20 Torra 174/95 30
21 J.V. Huaritolo 137/95 98

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 115


Dia g nó stic o

22 Polea (Incluido Pucarillo) 169/95 56


23 Agua Rica 22/95 45
24 Circuata San José 34/95 52
25 Kollpa 27
26 J.V. Circuata 175/95 225
27 Cañamina 114
28 Villa Barrientos 67
29 Villa Barrientos Pichincha Chico 37
30 Pichincha Grande 50
31 Villa Pichincha 35
32 Villa Khora 50
33 Villa Los Andes 22
34 Villa Angelica 12
35 Playa Verde 18
36 Limonvado 30
Villa Khora Miguillas
37 Lujmani 50
38 Miguillas 215
39 Alto Lujmani 33
40 Cuñurani 36
41 Villa Florida 55
Fuente: Fortalecimiento Municipal
N° DE AFILIADOS. Cada una de las OTB’s, está en función al número de familias que
son las mismas existentes en las comunidades del municipio.

De acuerdo al Cuadro anterior el Municipio de Cajuata, existen 41 Organizaciones


Territoriales de Base (OTB´s), todos con personería jurídica, el rol que cumple este tipo de
organización es velar los intereses de cada una de las comunidades, de acuerdo a la Ley
1551 de Participación Popular, que le permite identificar, priorizar los diferentes proyectos y
como el de gestionar para su financiamiento ante el Gobierno Municipal y otras instituciones
y además de participar en la ejecución de los mismos. La representatividad de estas
autoridades está sustentada a través de la elección de estos en sus comunidades.

La Sección Municipal de Cajuata existen varias OTB’s (Representadas por las Asociaciones
Comuniarias, Comunidades Campesinas y Juntas Vecinales), algunas de las Comunidades y
Asociaciones que se encuentran en proceso de obtención de la personalidad jurídica y no
se encuentran registrados en el cuadro anterior, sin embargo la Sub Prefectura de la
Provincia es el ente encarando esta situación con el fin de regularizar y actualizar toda la
información referente a la conformación tal cual dispone la Ley de Participación Popular.

Cabe poner en relieve que en los primeros años de implementación de la Ley de


Participación Popular

Competencia de las Organizaciones Territoriales de Base:

G Identificar, jerarquizar y priorizar las necesidades y aspiraciones comunales, que se


constituyen en la base para la elaboración del PDM.

G Controlar la ejecución de los programas y proyectos que se realicen en su jurisdicción


territorial y reportar información al comité de vigilancia.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 116


Dia g nó stic o

G Participar y cooperar en la ejecución de programas, proyectos o actividades


emergentes del Plan de Desarrollo Municipal.

G Proponer y sugerir el ajuste del Plan de Desarrollo Municipal, para optimizar el uso de
sus recursos y la efectivización de sus demandas.

E.1.2. Organizaciones sociales Funcionales:

Las organizaciones funcionales juegan un papel muy importante en el desarrollo de una


región, ya sean estas de carácter social, productivo, educativo, de salud, etc,
definitivamente estas aportan al desarrollo del municipio. A continuación se detallan las
organizaciones existentes en el municipio:

CUADRO 76. Organizaciones Funcionales

No. de
Activad No. de
Organización sociales funcionales Comunidades familias
principal OTB’s
beneficiarias
Cooperativa de excombatientes
Cooperativa de producción y
Regimiento Tren Limitada (Afiliada a la Miguillas 1 22
consumo agrícola
Asociación nacional de Cooperativas)
Cooperativa de producción y Sin actividades
Cooperativa de Producción Limonvado Limonvado 1
consumo agrícola Ni afiliados
Cooperativa de producción y
Cooperativa de Producción Villa Barrientos Villa Barrientos 1
consumo agrícola
Cooperativa de producción y
Cooperativa de Producción Loma Linda Loma Linda 1
consumo agrícola
Cooperativa de producción y
Cooperativa de Producción Villa Angélica Villa Angelica 1
consumo agrícola
Extracción familiar y eventual
Cooperativa Aurífera Miguillas Miguillas 1 20
del oro
Circuata
Concreción de su personería
San José
Asociación Integral de Productores juridica y la producción
Agua Rica 6 86
Ecológicos AIPRE ecologica del café con miras
Kollpa
a explotación
Polea
Producción de Papa y su
Asociación Regional de Productores de Espigapampa comercialización sin
3 93
Papa del sector Inquisivi Cajuata ARPPIC Noxacoca intermediarios a la ciudad del
Alto y La Paz
Producción de Citricos en
Asociación de Productores agropecuarios
Villa Barrientos especial mandarina y limón 1 18
de Villa Barrientos
mejorados mediante ingertos
Alfabetiz Repostería, Nutrición
Grupo de Mujeres Villa Barrientos Villa Barrientos y labores en bordados y 1 16
tejidos
Alfabetiz Repostería, Nutrición
Grupo de Mujeres Polea Polea y labores en bordados y 21
tejidos
Alfabetiz Repostería, Nutrición
Grupo de Mujeres La Coronilla Espigapampa y labores en bordados y 18
tejidos
Alfabetiz Repostería, Nutrición
Grupo de Mujeres de Miguillas Miguillas y labores en bordados y 26
tejidos

TOTAL 13 20 320
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 117


Dia g nó stic o

En cuanto a la existencia de organizaciones sociales funcionales, en el cuadro anterior se se


puede advertir que existen 13 organizaciones funcionales de los cuales 4 son de mujeres
(Grupos de Mujeres), estructuradas con el apoyo de la ONG Ayuda en Acción, las
organizaciones económicas denominadas Asociación de Productores estan en pleno
proceso de consolidación.

E.1.3. Mecanismos de relacionamiento ínter organizaciones

Las Organizaciones de Bases como las demás se relacionan de acuerdo a las características
de representación, especialmente en lo que se refiere al interés de cada sector, donde la
reunión mayor es realizada el primer domingo de cada mes, es la instancia mas importante,
debido a que es en esta donde se solucionan los problemas y se plantean las estrategias de
acción de cada sector.

CUADRO 77. Formas de relacionamiento de las organizaciones

Formas de reunión Frecuencia Cobertura

Reunión general de Autoridades Originarias,


Políticas y Municipales como ser Sindicatos,
Asambleas Generales o Cabildos Trimestrales OTB’s, Corregidores, Agentes Municipales,
Honorable Municipal, Consejales Municipes,
Salud, Educación, Sub Prefectura, etc.

Todas las Autoridades de la Capital de los


Reunión de Autoridades Sindicales Mensual
diferentes Sindicatos

Concejo Municipal Semanal Municipal


Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Las principales instancias de relación Inter-organizaciones son las Asambleas, donde existe
una amplia representatividad de las bases quienes son las que toman las decisiones a nivel
de los cantones.

E.1.3. Como se relaciona el Gobierno Municipal con las organizaciones funcionales

En el municipio de Cajuata, el grado de reracionamiento esta dado para realizar algunas


actividades como se describe en el cuadro Siguiente:

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 118


Dia g nó stic o

CUADRO 78. Relación del Gobierno Municipal con las organizaciones funcionales

Recibir o dar Coordinar Realizar trabajos


El G.M. se relaciona con: Planificación
informes actividades conjuntos
Comunidades Si Si Si No
Asociaciones Comunitarias Si Si Si No
Comité de Vigilancia Si Si Si Si
Maestros Si Si Si No
Promotores de Salud Si Si No No
Vecinos del Pueblo Si Si No No
Iglesia Católica No No No No
Transportistas Si Si Si No
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Los mecanismos de relacionamiento del Municipio de Cajuata están determinados por lo


estipulado en la Ley de Participación Popular, en el sentido que todas las organizaciones
públicas y privadas deben coordinar esfuerzos y actividades con el Municipio.

Como se puede observar con las organizaciones que en un 87.5% existe una buena relación
para dar o recibir informes, como también para Coordinar Actividades, mientras que en un
62.5% se reúnen para Realizar Trabajos Conjuntos, finalmente el 12.5% se reune para hace
una planificación, pues este lo realiza solo con el Comité de Vigilancia

E.1.4. Instituciones públicas y privadas que apoyan al Municipio

Con la promulgación de la ley del Dialogo Nacional No 2235, se reconfigura el panorama de


apoyo a las diferentes entidades publicas como son las alcaldías. se crean diferentes
instituciones, así mismo continúan apoyando otras organizaciones como son las no
gubernamentales y otras. A continuación se detalla las organizaciones que apoyan al
municipio de Cuajata

CUADRO 79. Instituciones Públicas y Privadas que apoyan en el Municipio

Institución Nivel Área de acción

F. P. S. Nacional Apoyo financiero en proyectos de Equipamientos en Salud

PDCR II Departamental Asistente Técinico

PLANE – PER Nacional Apoyo financiero para mejoramientos de caminos vecinales

Prefectura Departamental Electrificación

SEDCAM Departamental Mantenimiento Vial

Mancomunidad Departamental Asistencia Técnica

SEMTA Servicios Múltiples


Municipal Múltiple Productivo, Salud y Educación
Tecnológicos Agropecuarios

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 119


Dia g nó stic o

Institución Nivel Área de acción

FONADAL Municipal Integral


Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

E.1.5. Instituciones privadas, identificación y su áreas de acción

En el municipio de Cajuata luego de haber culminado el trabajo de campo se pudieron


identificar a instituciones públicas y privadas que tienen vienen trabajando en la jurisdicción.

CUADRO 80. Instituciones Públic as y Privadas con presencia en el Municipio

Instituciones
No. administrativas y de Instituciones Actividad
desarrollo social
Tiene que velar por la seguridad de la población de la
Policía Nacional Sección Municipal, impartir justicia en casos leves y
resguardarlos.

Impartir justicia en caso de daños en cultivos, mejorar la


Corregidores
Político infraestructura vial del cantón, hacer cumplir las leyes del
1 Cantónales
Administrativas estado y otros
El rol del Sub Prefecto es el velar de los intereses de la
provincia viabilizando los problemas de titulación en las
Sub Prefectura comunidades, gestiona planes y programas para
municipios, solucionando problemas Inter. Comunales y
vecinales.
Elabora y administra programas educativos, el buen
funcionamiento del sistema Educativo en área de
Dirección Distrital de
influencia, evaluación del rendimiento escolar, asignación
Educación
de Item’s, capacitación y actualización de Docentes,
finalmente el cumplimiento del calendario Educativo.
Velar por la salud, presta atención primaria de Salud,
Dirección Distrital de
realiza campañas de prevención en función a directrices
Salud
emanadas por SEDES.

Encargada de la comunicación a nivel comunal,


Desarrollo Social
2 ENTEL municipal, departamental y nacional, a traves teléfonos
Públicas
con Tarjetas UNICAS de ENTEL.

Su cobertura es a nivel Municipal, su función es la atención


Defensoría de la Niñez
de la niñez y adolescencia, la difusión de los Derechos y
y Adolescencia
deberes

Tiene la tuición del registro de inscripción de nuevos


Registro Civil
ciudadanos, matrimonios, defunciones, etc,

Es el Servicio de comunicación en el Municipio, a traves de


Radio Emisora Cajuata
Frecuencia Modulada FM

Los Servicios Múltiples Tecnológicos Apropiados el cual


SEMTA realiza trabajos Integrales de Salud, Educación,
Desarrollo Social Saneamiento Básico, Productivo.
3
Privadas
Integral en el aspectos de Productivos y Fortalecimiento
FONADAL
Institucional
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 120


Dia g nó stic o

E.2. Funcionamiento del gobierno municipal

Desde la promulgación de la Ley de Municipalidades No 2028, que remplaza a la ley


Orgánica de Municipalidades (LOM), se crean instancias de control, fiscalización y un ente
ejecutivo, estos se detallan a continuación:

E.2.1. Estructura administrativa

Está conformado por:

El Concejo Municipal.

Es la máxima autoridad del Gobierno Municipal, constituye el órgano representativo,


deliberativo, normativo y fiscalizador de la gestión municipal. Entre sus facultades están
deliberar, aprobar o rechazar, y en su caso asumir los resultados del proceso de la gestión
Municipal, de acuerdo a lo que dispone la Ley de Municipalidades.

Al ser la instancia política del proceso, participa en las actividades de concertación y de


toma de decisiones, asume las siguientes atribuciones:

1. Organizar su directiva
2. Elegir en su primera sesión al Alcalde Municipal de entre sus miembros
3. Dictar sus reglamentos, ordenanzas, resoluciones y otros instrumentos normativos
municipales.
4. Formular las políticas generales de la Municipalidad y fijar los objetivos de los planes y
programas a realizarse.
5. Aprobar los planes, programas y proyectos de desarrollo, regularización y mejoramiento
urbanos sometidos a su consideración por el Alcalde Municipal.
6. Dictar y aprobar ordenanzas para normar el Gobierno y la Administración Municipal
conforme a Ley.
7. Aprobar, anualmente el presupuesto general Municipal por Programas a iniciativa del
Alcalde.
8. Conocer en grado de apelación, las resoluciones y los fallos técnicos administrativos
del Alcalde. En caso de que no fueren apelados, los conocerá en grado de revisión.
9. Aprobar los Estados Financieros y la Memoria Anual que presente el Alcalde Municipal
al final de cada gestión administrativa.
10. Aprobar los convenios y contratos que suscriba el Alcalde con cualquier persona
natural o jurídica de carácter público o privado.
11. Autorizar la adquisición de bienes y trámites ante el poder Legislativo, la enajenación y
otros actos que afecten el patrimonio de la Municipalidad.
12. Dictar las Ordenanzas necesarias para las expropiaciones Municipales

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 121


Dia g nó stic o

13. Aprobar la participación de la Municipalidad en Mancomunidades, asociaciones,


fundaciones y organismos intermunicipales estatales y privados con sujeción a la
Constitución Política del Estado.
14. Fiscalizar las labores del Alcalde Municipal y en su caso disponer su procesamiento por
delitos cometidos en el ejercicio de sus funciones conforme a Ley.
15. Considerar las Ordenanzas de Patentes e Impuestos Municipales que serán presentadas
al Senado Nacional.
16. Nominar calles, avenidas y parque a propuesta del Alcalde previos los informes
evacuados por la Ofíciala Mayor o la Dirección de Cultura del Municipio, excluyendo
los nombres de personas en vida.
17. Aprobar los reglamentos de infracciones, contravenciones y sanciones
correspondientes.
18. Designar entre sus miembros, al suplente del Alcalde titular, en caso de ausencia o
impedimento temporal de éste.
19. Censura, constructiva al final de una gestión anual al Ejecutivo Municipal proponiendo
ratificación ó destitución del cargo.
20. Evaluar el avance y cumplimiento de los objetivos del Plan de Desarrollo Municipal y
aprobar su ajuste.
21. La elección de los concejales es producto del voto popular y universal.

En la actualidad el máximo órgano deliberativo del Municipio está cumpliendo sus labores en
forma regular, faltando sin embargo entre sus componentes el conocimiento a fondo de las
Leyes (Ley de Municipalidades, Participación Popular, Ley SAFCO) y competencias que le
asignan para el buen desempeño de sus funciones.

De acuerdo a la Ley de Municipalidades y por la cantidad de habitantes que cuenta el


Municipio, deberían contar con cinco Concejales, pero por razones de habilitación en la
Corte Nacional Electoral en la actualidad solo están en funciones cuatro Concejales,
divididos en diferentes comisiones al interior del Concejo. Denotándose una debilidad al
interior del mismo en la conformación de las comisiones.

El Alcalde Municipal (Ejecutivo)

Es la máxima autoridad ejecutiva del Gobierno Municipal que coordina y operativiza las
acciones de la Administración del municipio, asume la responsabilidad directa para
implementar el proceso de Planificación Participativa Municipal.
Entre sus atribuciones están:

1. Representar al Gobierno Municipal.


2. Velar por la eficiente prestación de servicios a la comunidad

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 122


Dia g nó stic o

3. Planificar, organizar, dirigir y controlar el funcionamiento técnico y administrativo de las


unidades de su dependencia y la coordinación de los respectivos sistemas, en
concordancia con el art. 5 de la presente Ley.
4. Cumplir y hacer cumplir las ordenanzas, resoluciones, acuerdos y reglamentos
municipales así como ejecutar las decisiones del Concejo.
5. Dictar resoluciones técnico administrativas.
6. Designar y remover a los Oficiales Mayores y personal, conforme a disposiciones legales
vigentes.
7. Dirigir la ejecución de planes, programas y proyectos de desarrollo en el área de su
jurisdicción, aprobados por el Concejo o la Junta Municipal.
8. Elevar informes periódicos ante el Consejo sobre la marcha de los diferentes programas
y proyectos, evaluarlos y controlarlos sugiriendo enmiendas y modificaciones.
9. Representar al Gobierno Municipal ante los organismos regionales de Desarrollo.
10. Elaborar los proyectos de presupuesto anual y de ordenanzas de patentes, impuestos,
tasas y contribuciones especiales.
11. Conocer en grado de revisión las resoluciones y fallos en los juicios coactivos, técnicos y
administrativos.
12. Presentar proyectos de ordenanzas a consideración del Concejo, con la respectiva
fundamentación.
13. Presentar proyectos de reglamentos de régimen interno a consideración del Concejo
Municipal.
14. Aprobar manuales de funciones y procedimientos administrativos.
15. Ejecutar las expropiaciones acordadas por el Concejo Municipal para trabajos y obras
municipales conforme a Ley.
16. Presidir los comités de Licitaciones y selección de consultorías.
17. Presidir los Consejos de Administración o directorios de empresas y entidades
dependientes del Municipio con la facultad de delegar su representación.
18. Aplicar el reglamento de honores y condecoraciones municipales.
19. Promover e impulsar el desarrollo cultural y la defensa de los valores autóctonos y
populares.
20. Ejercitar cualesquiera otras funciones que le atribuyan las Leyes, Ordenanzas y
reglamentos y que no estén expresamente reservadas al Concejo Municipal.

Para comprender la extensión y la operativización de las competencias, atribuciones y


funciones señaladas líneas arriba, es conveniente considerar algunos criterios de
dimensionamiento de las municipalidades que permita establecer una diferenciación según
las características espaciales, poblaciones y económicas correspondiente al ámbito
jurisdiccional de la municipalidad, así mismo se consideran aspectos al interior de la
municipalidad como sus presupuestos financieros (ingresos) y el número de funcionarios que
inciden en la capacidad operativa, por tanto estos son los criterios básicos que permiten
definir el tamaño de las municipalidades que existen en el país.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 123


Dia g nó stic o

El Municipio de Cajuata se encuentra considerado como municipio Pobre de la categoría IV


con Necesidades Básicas Insatisfechas, como la mayor parte de los municipios del
departamento de Oruro, donde prevalece el carácter rural de la jurisdicción a la que tienen
que servir. Actualmente se encuentran en plena construcción de sus aparatos
administrativos, adecuando para el efecto, los escasos recursos económicos que cuentan
para su funcionamiento.

El personal técnico y administrativo es insuficiente, con poca experiencia en el servicio


municipal debido a la ausencia de una estructura adecuada. El presupuesto que tiene
asignado por concepto de coparticipación no le permite ampliar el número de funcionarios
que le posibiliten asumir las amplías funciones que han sido establecidas en las leyes en
vigencia.

Debido a la limitación presupuestaria del gobierno Municipal de Cajuata, tiene una


estructura organizacional simple compuesta por 5 cargos que deben cumplir diversas
actividades según se presenten.

1) Nivel Representativo, Normativo y Fiscalizador: CONSEJO MUNICIPAL.


2) Nivel Directivo: Conformado por el Ejecutivo Señor: HONORABLE ALCALDE.
3) Nivel Ejecutivo – Operativo: Conformado por el OFICIALMAYOR
4) Nivel Operativo: Conformado por la UNIDAD TÉCNICA Y ADMINISTRATIVA, DEFENSORIA
NIÑO, NIÑA Y ADOLESCENTE, ENCARGADO DE DESARROLLO HUMANO Y PERSONAL DE
SERVICIO.

Según el CAPITULO III EN EL Articulo 53 de la Ley de Municipalidades, los Oficiales Mayores son
los funcionarios Jerárquicos inmediatos del Alcalde municipal en la dirección y
administración del Gobierno Municipal. Sus atribuciones serán establecidas en el Reglamento
Interno de cada Gobierno Municipal.

A continuación se presenta un organigrama de la estructura Orgánica del Gobierno


Municipal de Cajuata.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 124


Dia g nó stic o

Grafico 8. Organigrama Funcional y Jerárquico del Gobierno Municipal de Cajuata

Nivel Legislativo HONORABLE CONSEJO


MUNICIPAL DE
CAJUATA

Stria. DEL CONCEJO

Nivel Ejecutivo
HONORABLE ALCALDE
MUNICIPAL DE
CAJUATA

SECRETARIA
ASESOR
LEGAL
CHOFER

Nivel Operativo
OFICIAL MAYOR
ADMINISTRATIVO

UNIDAD
UNIDAD
TECNICA
ADMINISTRATIVA

DEFENSORIA NIÑO, ENC. DESARROLLO


INSPERTOR DE
NTENDENTE NIÑA Y ADOLESC. HUMANO
OBRAS
MUNICIPAL

ENC. MEDIO
ENCARGADO DE
AMBIENTE Y
ASEO
FORESTAL
REFERENCIA
AGENTES
CANTONALES
Línea Funcional
Línea Coordinación y Staff
Línea Asesoramiento

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 125


Dia g nó stic o

E.2.2. Capacidad instalada y recursos

La capacidad instalada del Gobierno Municipal es la siguiente:

Cuenta con la siguiente infraestructura:

F Un edificio propio ubicado en la plaza principal, de la capital del Municipio que


actualmente se encuentra en estado Regular, . todo el personal y equipamiento se
encuentra instalado en dicha infraestructura.

F Un Infraestructura Desatina a ser deposito de materiales

CUADRO 81. Capacidad Instalada de la H. Alcaldía Municipal de Cajuata

Clasificación Cantidad Descripción

1 Edificio de la H.A.M. de Cajuata


INMOBILIARIOS
1 Depósito
6 Equipos de computación
3 Impresoras
1 Fotocopiadora
2 Mesas de Computadora
MAQUINARIA Y
3 Escritorio
EQUIPO
1 Estante de Madera
1 Mesas de comedor (Consejo Municipal)
10 Sillas
Glb. Material de Escritorio
1 Motocicleta JAWA
EQUIPO DE 1 Camioneta MAZDA
TRANSPORTE 1 Volqueta
1 Antena Parabólica
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

E.2.3 Ingresos y Gastos

E.2.3.1. Ingresos

Dentro del proceso de transformación basado en la Ley de Participación Popular, Ley de


Municipalidades, el municipio de cuenta con ingresos de diferentes fuentes como ser
coparticipación tributaria, el HIPIC II, IDH, recursos propios y otros.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 126


Dia g nó stic o

CUADRO 82. Presupuesto de los Recursos Económicos de la Gestión 2006 en el Municipio

Gestión 2005 Porcentaje


Fuente
(en bolivianos) (%)
Recursos de Coparticipación Tributaria 1.755.707,00 50,63
Recursos Propios 20.000,00 0,58
HIPC II – Salud 24.869,00 0,72
HIPC II – Educación 52.805,00 1,52
HIPC II – FPS 273.411,00 7,89
IDH – Compensación 224.447,00 6,47
IDH – Coparticipación Tributaria 261.791,00 7,55
Saldo Bancario – Participación Popular 532.170,00 15,35
Saldo Bancario – SUMI 35.000,00 1,01
Saldo Bancario – HIPC Salud 11.186,00 0,32
Saldo Bancario – HIPC Educación 23.764,00 0,69
Saldo Bancario – HIPC FPS 165.302,00 4,77
Saldo Bancario - Recursos Propios 10.000,00 0,29
Saldo Bancario – IDH Coparticipación Tributaria 60.265,00 1,74
Saldo Bancario – IDH Fondo de Compensación 51.664,00 1,49
Total 3.467.381,00.-- 100.00
Fuente: POA Municipal 2006

Para la gestión 2006 y de acuerdo a los recursos asignados por el Ministerio de Hacienda
para los diferentes Municipios del país en la presente gestión el Municipio de Cajuata tiene
previsto percibir un total de 3.467.381,00 Bs.

En el cuadro anterior podemos observar el moto total de ingreso en el Municipio en la gestión


2006, esta asciende a 3.467.381,00 Bs., de este total el 50,63 % es proveniente de los recurso
de la Coparticipación Tributaria, el 15,35 % de recursos Saldos bancarios de Coparticipación
Tributaria, el 10.13 % de los Recursos HIPIC II (Salud, educación y FPS), 7.55 % de recursos IDH
de Coparticipación Tributaria, el 6,47% de IDH de Compensación, el 0,58 de Recursos Propios
y el resto que es el mayor porcentaje que asciende al corresponde a otros recursos.

E.2.3.1. Gastos de Funcionamiento

De acuerdo a la Ley de gastos municipales, referente a los gastos de funcionamiento se


enmarca dentro las disposiciones que estable como porcentaje máximo un 25 % de gastos
de funcionamiento, para fines de calculo se la realiza de las siguientes fuentes: recursos de
coparticipación tributaria, ingresos propios y recursos de la cuenta especial Dialogo 2000,
pero para financiar los gastos solo se pueden utilizar de Ingresos Municipales propios y los
Recursos de coparticipación.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 127


Dia g nó stic o

CUADRO 83. Planilla Presupuestaria de haberes Ejecutivo Municipal.

Aportes patronales
Total Aaguinald Total
Haber Total anual CNS AFP FONVIS
No Descripción de cargos Meses aportes os general
básico 10% 1.71 % 2%
11700 13110 13120 13200 13000 11400 1000
1 Alcalde Municipal 3.000,00 12 36.000,00 3600,00 615,60 720,00 4.935,60 3.000,00 43.935,60

2 Oficial Mayor Administrativo 2.000,00 12 24.000,00 2.400.,00 410,40 480.00 3.290.40 2.000.00 29.290.40

3 Resp. Defensoria Niño, Niña y Adolec. 2.000,00 12 24.000,00 2.400,00 410,40 480.00 3290.40 2.000.00 29.290.40

4 Intendente Municipal 900,00 12 10.800,00 1.080,00 184,68 216.00 1.480.68 900.00 13.180.68

5 Encargado de Medio Ambiente 500,00 12 6.000,00 600,00 102,60 120.00 822.60 500.00 7.322.60

6 Inspector de Obras encañada 500,00 12 6.000,00 600,00 102,60 120.00 822.60 500.00 7.322.60

7 Inspector de Ogras Cajuata 500,00 12 6.000,00 600,00 102,60 120.00 822.60 500.00 7.322.60
18.306.60
8 Encargado de Desarrollo Humanoi 1250,00 12 15.000,00 1.500,00 256,50 300.00 2.056.50 1.250.00
.
9 Secretaria 800,00 12 9.600,00 960,00 164,16 192.00 1.316.16 800.00 11.716.16

TOTALES 11.450,0 137.400,00 13.740,0 2.350,0 2.748.00 18.838.00 11.450.00 167.688,00


Fuente: POA Municipal 2006

CUADRO 84. Planilla Presupuestaria deLPersonal Eventual del Ejecutivo Municipal.

Total
No. Descripción de cargos Meses Total anual
sueldo

1 Encargado de Aseo 400,00 12 4.800.,00

2 Encargado de Agua Potable 400,00 12 4.800,00

3 Chofer Volqueta- Camionta 1.400,00 12 16.800,00

4 Asesor legal 2.000.00 12 24.000,00

TOTAL 4.200,00 50.400,00


Fuente: POA Municipal 2006

CUADRO 85. Planilla Presupuestaria de Renumeraciones del Concejo Municipal.

Aportes patronales
Total Total
Total anual CNS AFP FONVIS Aguinaldos
No Descripción de cargos Haber básico Meses aportes general
10% 1.71 % 2%
11700 13110 13120 13200 13000 11400 1000
1 Presidente 2.500,00 12 30.000,00 3.000,00 513,00 600,00 4.113,00 2.500,00 36.613,00

2 Vicepresidente 2.500,00 12 30.000,00 3.000,00 513,00 600,00 4.113,00 2.500,00 36.613,00

3 Secretario 2.500,00 12 30.000,00 3.000,00 513,00 600,00 4.113,00 2.500,00 36.613,00

4 Concejal 2.500,00 12 30.000,00 3.000,00 513,00 600,00 4.113,00 2.500,00 36.613,00

5 Concejal 2.500,00 12 30.000,00 3.000,00 513,00 600,00 4.113,00 2.500,00 36.613,00

TOTALES 12.500,0 150.00,00 15.000,00 2.565,0 3.000,00 20.565,00 12.500,00 183.065,00


Fuente: POA Municipal 2006

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 128


Dia g nó stic o

CUADRO 86. Planilla Presupuestaria de Haberes del Personal del Concejo Municipal.

Aportes patronales
Total Total
Haber Total anual CNS AFP FONVIS Aguinaldos
No Descripción de cargos Meses aportes general
básico 10% 1.71 % 2%
11700 13110 13120 13200 13000
1 Secretaria del Consejo 500,00 12 6.000,00 600,000 102,60 120,00 822,60 500,00 7322,60

2 Agente Municipal de Suri 500,00 12 6.000,00 600,000 102,60 120,00 822,60 500,00 7322,60
Agente Municipal de
3 500,00 12 6.000,00 600,000 102,60 120,00 822,60 500,00 7322,60
Circuata
Agente Municipal de
4 400,00 12 4.800,00 480,00 82,08 96,00 658,08 400,00 5.858,08
Huaritolo
TOTALES 19.000,0 22.800,00 2.280,00 390,00 456,00 3.123,00 1.900,00 167.688,00
Fuente: POA Municipal 2006

CUADRO 87. Resumen Total de Planilla Presupuestaria de Haberes 2006

Aportes patronales
Total Total
Haber Total anual CNS AFP FONVIS Aguinaldos
No Descripción de cargos Meses aportes general
básico 10% 1.71 % 2%
11700 13110 13120 13200 13000
TOTAL GENERAL DE SERVICIOS
14.400,0 12 172.800,00 17.280,00 2.955,0 3.456,00 23.691,00 14.400,00 210.891,00
PERSONALES
Fuente: POA Municipal 2006

De acuerdo al análisis al cuadro anterior los se tiene un gastos de 210.891,00 Bs que


representa un porcentaje de 6.08 % de planillas de renumeraciones que están dentro de los
porcentajes de gastos de funcionamiento, los cuales implican los programas de central de
Consejo Municipal y Administración general, que se muestran con mas detalles en los
cuadros anteriores, Estos gastos deben ser destinados a financiar actividades recurrentes
para la prestación de servicios personales obligaciones sociales, impuestos, transferencias
corrientes, exclusivo de la administración del Gobierno Municipal.

F. SITUACIÓN SOCIOECONÓMICA

F.1. Índice de pobreza

La incidencia de la pobreza según Necesidades Básicas Insatisfechas en la Sección


Municipal es alta. En el municipio en general tiene una incidencia de pobreza de 99.6 %.
Con relación a los indicadores de Incidencia de Pobreza y de extrema, sitúan a Nivel
Nacional el Municipio se encuentra entre los mas pobres del país.

Para este Índice de Pobreza se tomo en cuenta las Necesidades Básicas Insatisfechas (NBI),
que refleja el nivel promedio de satisfacción o insatisfacción de las necesidades del hogar en
relación a las normas y niveles mínimos de vida, lo que muestra la brecha existente entre los
niveles de vida de una unidad familiar con relación a las mínimas condiciones de vida.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 129


Dia g nó stic o

CUADRO 88. Indicadores de Pobreza de las Secciones Municipales Según INE

Detalle/ Municipio Características


Municipio CAJUATA
Sección Municipal 3ra SECCIÖN MUNICIPAL
Provincia INQUISIVI
Departamento LA PAZ
Población CNPV 2001 7.757 Habitantes
Población por área de residencia 100 % Rural
Tasa Anual de Crecimiento Intercensal 1992 - 2001 -121,59%
Categoría Poblacional B
Categoría de Pobreza V
Incidencia de Pobreza según NBI % (a) 99.6 %
Pobreza Critica (b) 0.4 %
Superficie Municipal (Km2) 697 Km2
Densidad Poblacional (Hab/Km2) 11.1 Hab/Km2
Numero de Hogares Particulares (Familias) 1880 Familias
Tamaño Medio del Hogar (Miembros/familia) 4,0 Miembros/familia
Fuente: CNPV 2001
NBI Necesidades Básicas Insatisfechas:

G De acuerdo a los bajos índices de desarrollo y al alto índice de pobreza, El Municipio de


Cajuata ha sido tipificado dentro del “GRUPO V”.

G Porcentaje de la población condición de pobreza general (a).

G Población que vive en hogares que residen en viviendas con pisos de tierra, muros de
desecho, caña o palma provisión de agua de pozo no posee sanitario y no disponen de
electricidad. Cocina a carbón o leña, no atiende su salud o se auto recetan. (b).

G Porcentaje de niños menores a cinco años que presentan desnutrición moderada y


severa, sobre el total de casos atendidos en los centros médicos. Corresponde a la
relación peso edad. (c)

F.2. Estratific ación socioeconómica

La estratificación socioeconómica es uno de los parámetros que ayuda a conocer las


características de los pobladores en cuanto a sus diferencias socioeconómicas dentro de
una comunidad, y poder diferenciar estrategias de desarrollo.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 130


Dia g nó stic o

F.2.1. Características de cada estrato

En la Ley del Diálogo Nacional en función de los índices de desarrollo y de pobreza se


tipifican a los municipios formando grupos de características comunes. De acuerdo a los
bajos índices de desarrollo y al alto índice de pobreza, El Municipio de Cajuata ha sido
tipificado dentro del “GRUPO V”.

Una vez sancionada la ley Dialogo Nacional No 141, la distribución de recursos de la se la


realiza sobre la base del mapa de pobreza, para el municipio de Cajuata se establece los
siguientes índices:

Cuadro 89. Estratificación según Índice de Intensidad de Pobreza

Datos de pobreza Estrato Cantidad Porcentaje (%)


Con Necesidades Básicas
29 0,4%
No Pobres Satisfechas (NBS)
Umbral de Pobreza 352 4,6%
Pobres Moderados 3912 51,3%
Pobres Pobres Indigentes 3293 43,2%
Pobres Marginales 36 0,5%

PORCENTAJEDE POBRES 7593 99.6%


Fuente: Mapa de pobreza. INE – UDAPE 2001

Grafico 9. Estratific ación según Índice de Pobreza

ESTRATIFICACIÓN SEGÚN EL INDICE DE POBREZA

Con Necesidades
P o bres B ásicas
M arginales Satisfechas (NB S)
0,5% 0,4% Umbral de P o breza
4,6%

P obres Indigentes
43,2%

Po bres
M oderado s
51,3%

Con Necesidades Básicas Satisfechas (NB S) Umbral de Pobreza


Pobres M oderados Pobres Indigent es
Pobres M arg inales

Fuente: elaboración Propia

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 131


Dia g nó stic o

Según el Grafico y Cuadro anterior La tasa de incidencia de pobreza en el área rural del
Municipio de Cajuata es muy preocupante ya que el 99,63 % de la población son pobres, de
las cuales en el 0,5 % de la población se desenvuelven en condiciones de marginalidad, el
43,2 % en condiciones de indigencia y el 51,3 % tienen pobreza moderada; por el contrario el
4,6 % están en el umbral de pobreza y solo el 0,4 % de la población tienen sus Necesidades
Básicas Satisfechas (NBS)

F.2.2. Peso comparativo entre estratos

A partir del índice de Intensidad de Pobreza del Hogar se establece la clasificación a los
distintos estratos sociales que están en la condición de pobreza o no pobreza. Estos estratos
se establecieron en función de rangos de valores que asume el (NBI)

§ Pobreza marginal. En este estrato se encuentran la personas que viven en la extrema


pobreza; los ingresos que perciben son muy bajos, poseen pequeñas parcelas,
reducido número de animales y la mayoría son trabajadores rurales por cuenta propia,
sin poder acceder a otros trabajos ocasionales.

§ Indigencia. Este estrato se caracteriza por que los ingresos son bajos, también son
trabadores rurales por cuenta propia y combina esta actividad con trabajos
ocasionales como vendedores ambulantes, lo que les obliga a emigrar
temporalmente.

§ Pobreza moderada. Este estrato se caracteriza fundamentalmente por tener algún tipo
de ingreso mas o menos regular, las familias tienen pequeñas extensiones de terreno,
numero regular de ganado, cuentan con viviendas modestas, principalmente se
dedican a la actividad agrícola y pecuaria, además diversifica sus actividades con
trabajos de baja calificación profesional técnica.

§ Umbral de pobreza. Se caracteriza por ya casi llegar al limite de la pobreza es decir que
se encuentran cerca de ser pobres, las personas que se encuentran en este estrato
percibe ingresos regulares que no son continuos, poseen viviendas mejor construidas,
algunos bienes, terrenos y ganados, generalmente las actividades que desarrollan son
la agrícola, la pecuaria y el comercio.

§ Estrato con NBS. Se caracteriza por tener ingresos buenos y fijos, poseen viviendas
cómodas, construidas con material adecuado y con servicios básicos, bienes simientes,
terrenos agrícolas y/o de pastoreo, apreciable cantidad de ganado, maquinaria y
equipo; en general la actividad principal es la de servicios especializado, comercio
mayorista y transporte liviano y pesado.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 132


Dia g nó stic o

F.3. Análisis de gastos e ingresos

F.3.1. Ingresos: familiares monetarios y no monetarios

El ingreso familiar ha sido calculado tomando en cuenta el promedio de producción agrícola


que es la principal fuente de ingresos en la mayor parte de las familias de los cuatro
cantones de la venta de la producción, seguido de la venta de ganado vacuno ocasional,
etc.

Como se puede apreciar en una familia tipo se dedica a tres actividades principales, este
análisis permite conocer los ingresos para familias que se dedican solamente a una
actividades de la cual perciben los ingresos económicos.

CUADRO 90. Estimación promedio GENERALdel Ingreso Anual (Expresado en Bs)

Precio
Cantidad promedio Costo total
Producto Unidad Destino unitario
vendida el ultimo año ( Bs.)
( Bs )
Coca 4,93 (cestos) La Paz 400 2828,8
Walusa 2,89 (qq) Cajuata 30 126,56
Café 3,25 (qq) La Paz 200 478,4
Cítricos 10010 (unidades) La Paz 0,1 918
Yuca 1,47 (qq) Cajuata 35 63,88
Chirimoya 297,5 (unidades) La Paz 0,4 105,82
Maiz 4,92 (qq) Oruro 60 494,46
Durazno 3,79 (cargas) La Paz 100 420
Palto 58,5 (unidades) La Paz - Cajuata 100 4725
Papa 10,69 (qq) Oruro 90 1373,76
Zapallo 5,1 (qq) Oruro 40 1743
Mango 2,7 (cargas) La Paz 150 331,5
Aji camba 0,05 (qq) La Paz 50 2,63
Locoto 1,68 (qq) Oruro - Cajuata 60 115,92
Pepino 0,99 (cargas) Oruro 40 7,8
TOTAL 13735,54
Fuente: Diagnostico Municipal, 2005

Considerando que en el Municipio las familias tienen un ingreso económico promedio anual
de 13735,54 Bs. por familia/año, lo que hace un ingreso mensual de 1144,63 Bs. Por familia
mes.

A continuación se tiene los ingresos por familia anuales de los diferentes cantones en el cual
claramente se puede ver que el cantón que percibe mayores ingresos por la venta de
productos es el Cantón de Circuata.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 133


Dia g nó stic o

CUADRO 91. Estimación promedio CANTÓN SURI del Ingreso Anual (Expresado en Bs)

Precio Costo
Cantidad promedio
Producto Unidad Destino unitario total
vendida el ultimo año
( Bs ) ( Bs.)
Coca 8 (cestos) La Paz 400 3200
Walusa 10 (qq) Cajuata 30 180
Café 4 (qq) La Paz 200 160
Cítricos 12.500 (unidades) La Paz 0,1 1000
Yuca 6 (qq) Cajuata 35 52,92
Chirimoya 1000 (unidades) La Paz 0,4 80
Maiz 7 (qq) Oruro 60 336
Durazno 15 (cargas) La Paz 100 228
Palto 300 (unidades) La Paz - Cajuata 100 3000
Papa 21 (qq) Oruro 90 2366,28
Zapallo 130 (qq) Oruro 40 1830,4
Mango (cargas) La Paz 150 0
Aji camba (qq) La Paz 50 0
Locoto 15 (qq) Oruro - Cajuata 60 180
Pepino (cargas) Oruro 40 0
TOTAL 12613,6

CUADRO 92. Estimación promedio CANTÓN HUARITOLO del Ingreso Anual (Expresado en Bs)

Precio Costo
Cantidad promedio
Producto Unidad Destino unitario total
vendida el ultimo año
( Bs ) ( Bs.)
Coca 7 (cestos) La Paz 400 3136
Hualusa 8 (qq) Cajuata 30 28,8
Café 6 (qq) La Paz 200 672
Cítricos 8.500 (unidades) La Paz 0,1 782
Yuca 25 (qq) Cajuata 35 70
Chirimoya 750 (unidades) La Paz 0,4 120
Maiz 5 (qq) Oruro 60 120
Durazno 36 (cargas) La Paz 100 1152
Palto 800 (unidades) La Paz - Cajuata 100 3200
Papa 27 (qq) Oruro 90 680,4
Zapallo 175 (qq) Oruro 40 1120
Mango (cargas) La Paz 150 0
Aji camba (qq) La Paz 50 0
Locoto 5 (qq) Oruro - Cajuata 60 24
Pepino 9 (cargas) Oruro 40 14,4
TOTAL 11119,6

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Dia g nó stic o

CUADRO 93. Estimación promedio CANTÓN CAJUATA del Ingreso Anual (Expresado en Bs)

Precio
Cantidad promedio Costo total
Producto Unidad Destino unitario
vendida el ultimo año ( Bs.)
( Bs )
Coca 9 (cestos) La Paz 400 3081,6
Hualusa 13 (qq) Cajuata 30 179,4
Café 7 (qq) La Paz 200 761,6
Cítricos 11.300 (unidades) La Paz 0,1 659,92
Yuca (qq) Cajuata 35 0
Chirimoya 1000 (unidades) La Paz 0,4 142,4
Maiz 9 (qq) Oruro 60 483,84
Durazno 21 (cargas) La Paz 100 352,8
Palto (unidades) La Paz - Cajuata 100 0
Papa 30 (qq) Oruro 90 1220,4
Zapallo 375 (qq) Oruro 40 3120
Mango (cargas) La Paz 150 0
Aji camba (qq) La Paz 50 0
Locoto 16 (qq) Oruro - Cajuata 60 119,04
Pepino (cargas) Oruro 40 0
TOTAL 10.121

CUADRO 94. Estimación promedio CANTÓN CIRCUATA del Ingreso Anual (Expresado en Bs)

Precio
Cantidad promedio Costo total
Producto Unidad Destino unitario
vendida el ultimo año ( Bs.)
( Bs )
Coca 8 (cestos) La Paz 400 1792
Hualusa 14 (qq) Cajuata 30 134,4
Café 6 (qq) La Paz 200 432
Cítricos 12.700 (unidades) La Paz 0,1 1219,2
Yuca 18 (qq) Cajuata 35 126
Chirimoya 1500 (unidades) La Paz 0,4 24
Maiz 20 (qq) Oruro 60 1344
Durazno 12 (cargas) La Paz 100 192
Palto 700 (unidades) La Paz - Cajuata 100 16800
Papa 28 (qq) Oruro 90 806,4
Zapallo 150 (qq) Oruro 40 720
Mango 52 (cargas) La Paz 150 5304
Aji camba 3 (qq) La Paz 50 42
Locoto 12 (qq) Oruro - Cajuata 60 172,8
Pepino 30 (cargas) Oruro 40 48
TOTAL 29.156,8

F.3.2. Gastos: productivos, canasta familiar, vestido y servicios.

Los gastos recurrentes que debe erogar los jefes de familia, para la manutención de su
familia así mismo como para generación de ingresos (producción), se detallan en el cuadro
siguiente:

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Dia g nó stic o

CUADRO 95. Gasto Familiar Anual (Expresado en Bs).

Porcentaje Todo el
Detalle Suri Huaritolo Cajuata Circuata
(%) municipio
GASTO CANASTA FAMILIAR(Bs) 8241,324 7568,16 6671,76 834104,402 2206633,27
Alimentación 54 7417,19 6811,34 6004,58 750693,96 1985969,95
Vestido 2 274,71 252,27 222,39 27803,48 73554,44
Salud 1 137,36 126,14 111,20 13901,74 36777,22
Educación 2 274,71 252,27 222,39 27803,48 73554,44
Combustible 1 137,36 126,14 111,20 13901,74 36777,22
GASTOS PRODUCTIVOS (Bs.) 5082,15 4667,03 4114,25 514364,38 1360757,19
Herramientas 3 412,07 378,41 333,59 41705,22 110331,66
Insumos semillas 5 686,78 630,68 555,98 69508,70 183886,11
Productos
3
veterinarios 412,07 378,41 333,59 41705,22 110331,66
Alquiler equipo 8 1098,84 1009,09 889,57 111213,92 294217,77
Transporte 18 2472,40 2270,45 2001,53 250231,32 661989,98
Fuente: Diagnostico municipal, 2005

Los gastos que realizan las unidades familiares del municipio de Cajuata, están distribuidos en
dos tipos de gastos, los mismos se muestran en el cuadro anterior y el total asciende a
12364,05; por concepto de la canasta familiar se gasta 6676,59 Bs. y los gastos productivos
son 4574,68 Bs, Se considera el análisis que los ingresos monetarios recibidos se destinan en el
cien por cien a los gastos descritos en los cuadros anteriores, siendo el ahorro nulo a nivel del
municipio.

F.4. Mano de obra asalariada

F.4.1. Proporción según, tiempo, épocas, edad, sexo y ocupación

En todas las comunidades que integran el Municipio de Cajuata, la proporción de mano de


obra asalariada no se manifiesta; al margen del personal tanto varones como mujeres que
prestan sus servicios en la Alcaldía, quienes cuentan con un personal permanente y no
permanente, Educación, Salud, Industria Extractiva, Construcción, Manufacturera,
representando aproximadamente el 6,93 %. La mano de obra familiar se caracteriza por que
es empleada en actividades agrícolas y pecuarias la misma que no es remunerada, siendo
retribuida por la misma producción.

F.5. Relaciones de género

F.5.1. Roles de hombres y mujeres en los sistemas de producción

Uno de los procedimientos mas empleados en la identificación de la división del trabajo es la


construcción de perspectiva comunal de los roles masculinos y femeninos. Se parte del
principio que esta percepción refleja fielmente la división del trabajo en la familia, o que por

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 136


Dia g nó stic o

lo menos muestra las grandes tendencias. La participación de hombres y mujeres en


actividades productivas están relacionado a los sistemas de producción que maneja la
familia en cada comunidad y por tanto de cada municipio, que contribuyen en la economía
familiar.

En el municipio de Cajuata los hombres y mujeres emplean su mano de obra en la actividad


agropecuaria en el municipio, siendo el sistema de producción característico de la zona,
como también tanto hombres como mujeres emplean su mano de obra en las actividades
agrícolas, principalmente en la siembra, cosecha.

Dentro de las actividades reproductivas las mujeres son las encargadas de todas las
actividades con la ayuda de los hijos/as menores, el padre de familia contribuyen en algunas
ocasiones cuando se encuentra ausente algún miembro de la familia.

CUADRO 96. Roles de Hombres y Mujeres en los Sistemas de Producción

Genero Tiempo
Actividades
Hombre Mujer Niño Niña Hombre Mujer Niño Niña
DOMESTICAS
Preparar alimentos No Si No No -- A -- --
Recolectar leña Si Si Si Si B A B B
Abastecer agua No Si No No -- A -- --
Cuidar niños No Si No No -- A -- --
PECUARIA
Empadre Si No No No A -- -- --
Parición Si Si No No B C -- --
Sanidad Animal Si Si No No A C -- --
Cuidado diario Sí Si Si Si A B A A
AGRÍCOLA
Roturado Si No No No A -- -- --
Rastrado Si Si No No A B -- --
Siembra Si Si No No C A -- --
Cosecha Si Si Si Si A A B B
Almacenado Si Si No No A A -- --
Fuente: Diagnósticos Municipal, 2005
Referencias: A= Participación alta; B= Participación media; C= participación baja

F.5.2. Participación de la mujer en la toma de dec isiones (nivel familiar, comunal, y distrital)

La participación de la mujer en la toma de decisiones a nivel familiar es regular, las mujeres


deciden principalmente en cuanto a los problemas y propuestas que afectan directamente
a su área de trabajo diferenciado genéricamente. La participación de la mujer en la toma
de decisiones a nivel comunal solo es realizada cuando se tratan problemas referido temas
que son enteramente de interés de ellas como la educación de los hijos y la salud.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 137


Dia g nó stic o

CUADRO 97. Valoración de los Miembros de Familia a Nivel Familiar y Comunal

Horas dedicadas al día Tiene Es


Actividad capacit. remunerado
Ocupación Hombre (hrs) Mujer (hrs)
a realizar
2 4 6 8 2 4 6 8 SI NO SI NO
Seguridad Familiar
Educación de los niños
Reproductivo
Alimentación. Familiar
Protección de la Familia
Labores Agrícola
Labores Pecuaria
Productivo
Comercio
Artesanía
Participación Salud
Participación Educación.
Participación. S. Básico
Comunal Cargo político
Participación. OTB
Organiza grupos
Otros
Fuente: Diagnóstico Municipal, 2005

De acuerdo al cuadro anterior existe una gran participación por parte de las mujeres en
actividades productivas, reproductivas y de gestión comunal, realizando el denominado
triple rol, teniendo una sobre carga de trabajo en relación con los hombres, lo que dificulta
una mayor participación equitativa dentro de la familia y en el ámbito comunal.

CUADRO 98. Participación de la Mujer y el Hombre en la Toma de Decisiones a Nivel Familiar

Más el Más la Los dos


Actividad Total %
hombre % mujer % igual %
Control de recursos económicos 40 30 30 100
Decisión de gastos de ingresos 33 10 57 100
Labores Culturales y crianza de ganado 65 26.67 8.33 100
Siembra y Cosecha 40 40 20 100
Comercialización 40 60 00 100
Hijo (a) se retira de la escuela 11 45 44 100
Migración 30 0 70 100
Decisión de cuanto comprar 35 15 50 100
Decisión de cuando vender 40 0 60 100
TOTALPromedio % 37,1 25.2 37.7 100
Fuente: POA Municipal 2005

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Dia g nó stic o

Grafico 10. Porcentaje de Participación en la Toma de Decisiones

% DE PARTICIPACIÓN EN LA TOMA DE DESICIONES

LOS DOS IGUAL MÁS EL HOMBRE


38% 37%

MÁS LA MUJER
25%

MÁS EL HOMBRE MÁS LA MUJER LOS DOS IGUAL

Fuente: Elaboración Propia, 2005

De acuerdo al anterior gráfico podemos analizar que existe un mayor porcentaje de


participación en la toma de decisiones de parte del hombre y la mujer jefes de hogares del
Municipio, teniendo a su cargo las diferentes actividades que realizan de acuerdo a sus roles
de género.

G. POTENCIALIDADES Y LIMITACIONES

G.1. DINÁMICA INTERNA

G.1.1. Potencialidades y limitaciones de los aspectos físico-naturales

Las potencialidades y limitaciones de la Sección Municipal se muestran en los siguientes


cuadros que se detallan por eje temático:

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 139


Dia g nó stic o

CUADRO 99. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Económico

Variable de
Eje temático Potencialidades Limitaciones Problema
referencia
Existencia reducida de Características Falta de asistencia técnica que
ganado Vacuno el topográficas oriente y mejore la producción
algunas comunidades inadecuadas para pecuaria.
como ser: Queñuani, la crianza del
Miguillas,Turculi, ganado vacuno Carencia de infraestructura
Moxacoca Suri, productiva para el
Suticollo-Ullumani, mejoramiento del manejo
Cajuata y zootécnico de las especies.
Pecuaria Espigapampa.
Presencia de plagas y
Existencia de campos enfermedades (piojos,
aptos para el pastoreo garrapatas, otros) que dificulta
con presencia de el crecimiento y desarrollo
especies nativas normal del ganado,
adaptadas a la zona. perjudicando de igual forma en
la calidad de los productos que
se obtienen.
Desarrollo Diversidad de especies Áreas extensas de Presencia de plagas y
Económico y variedades agrícolas tierras no aptas para enfermedades.
en los diferentes pisos el cultivo agrícola.
ecológicos. Infraestructura productiva
Terrenos con insuficiente.
Importante productor pendiente
de coca, cítricos, moderada a fuerte. Desconocimiento del manejo
mango y café. técnico de los cultivos.

Agricultura Interés de los


productores en mejorar
el manejo de sus
cultivos y frutales.

Conocimiento de
técnicas tradicionales
de la producción
agrícola.

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Dia g nó stic o

CUADRO 100. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Económico (continuación)

Variable de
Eje temático Potencialidades Limitaciones Problema
referencia
La población tiene Materia prima reducida para la
conocimientos básicos producción artesanal.
sobre técnicas para la
confección de prendas de La producción artesanal es
Producción
vestir y otros. reducida, esta destinada solo
artesanal
para uso familiar y no existen
Existe actividad Artesanal artículos para la comercialización.
principalmente en
diferentes comunidades.
Se tienen recursos La ubicación distante Los recursos mineralógicos y no
mineralógicos como oro, y la falta de mineralógicos que tiene el
antimonio y recursos no infraestructura Municipio no son explotados.
mineralógicos como ser: caminera adecuada
piedra pizarra en Suri. incrementa los costos Reducidos estudios técnicos que
de explotación. cuantifiquen y proyecten la
Minería
explotación minera en la zona.
Los yacimientos
mineralógicos están
concesionados a
personas privadas.

El Municipio posee un Inaccesibilidad a No se cuenta con planes de


potencial turístico lugares con atractivos desarrollo turístico, que exploten
extraordinario potenciales que en beneficio propio, los atractivos
principalmente por el clima dificultan la del municipio.
y el paisaje en el cantón programación de
Circuata y la casa de circuitos más Escasa difusión sobre las
Pedro Domingo Murillo atrayentes. oportunidades de desarrollo
Turismo ubicada en Suri. económico social provenientes de
Desarrollo
la actividad turística.
Económico
Inexistencia de vías de acceso
adecuadas para la prestación de
este servicio.

Se cuenta con dos Durante el período de Limitados servicios de transportes


caminos de acceso lluvias no son y comunicaciones a comunidades
principales, el primero de transitables los dispersas.
La Paz – Konani – Cajuata y caminos vecinales y
el segundo de La Paz – son interrumpidos por Los caminos principales y
Circuata – Cajuata. los constantes secundarios no cuentan con el
derrumbes mantenimiento adecuado y
Se tienen caminos de ocasionados por las oportuno.
órdenes secundarios y precipitaciones
vecinales que unen pluviales y la crecida Los caminos de orden vecinal no
algunas poblaciones en el de los ríos. cumplen las condiciones técnicas
Transporte y
Municipio. mínimas como ancho de la
comunicación
plataforma y radio de las curvas.
14 centros poblados
cuentan con servicio de No se tiene acceso a las
Telefonía Rural (ENTEL) en comunidades en temporada de
el Municipio. lluvias.

Deficientes servicio de
comunicación (ENTEL) con
interrupciones constantes y con
permanente congestionamiento
de la línea.

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Dia g nó stic o

G.1.2. Potencialidades y limitaciones del desarrollo humano

CUADRO 101. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Humano

Eje Variable de
Potencialidades Limitaciones Problema
temático referencia
Población municipal Esperanza de vida corta. Constante
relativamente importante. migración, temporal
con tendencia a
La población que definitiva, a distintos
Dinámica permanece en la zona no centros urbanos
poblac ional abandona sus nacionales y del
comunidades pese a las exterior, con el
bajas condiciones de vida propósito de mejorar
y mantiene la esperanza sus ingresos
de insertarse en procesos económicos.
de desarrollo.
Gran parte de las familias La mayoría de las comunidades tienen Reducida
asentadas en la Municipio asentamientos dispersos (chacras o disponibilidad de
cuentan con viviendas letrinas domiciliarias y
lotes) que dificultan la distribución de
propias. agua potable a domicilio. deficiente
Desarrollo
funcionamiento de
Humano
Existen muchas Distancias alejadas a las fuentes de letrinas publicas para
comunidades que agua en algunas comunidades que la eliminación de
cuentan con sistemas de todavía no cuentan con el servicio de excretas en las
Vivienda y agua potable que agua potable. poblaciones
servicios suministran el servicio a principales.
básicos nivel comunal.

La mayoría de las
comunidades cuentan
con fuentes de agua de
buena calidad y
cantidad, para la
implementación de
sistemas de agua
potable.
Las comunidades Número reducido de profesores. No se cuenta con
cuentan con unidades opciones técnicas
educativas, con que complementen
infraestructura regular a la formación de los
buena. bachilleres
aumentando de
Dentro del Municipio se esta forma sus
cuenta con dos núcleos oportunidades.
escolares (Circuata y
Cajuata), donde se Deserción escolar
Educación imparten los dos niveles, por motivos
primario y secundario. económicos y
migratorios.
Elevada instrucción
básica de la población, Insuficiente material
perteneciente al didáctico y
Municipio. equipamiento en los
establecimientos.
Mejoramiento y
ampliación de la Baja aplicación de la
infraestructura educativa. reforma educativa.
Dentro del Municipio se Insuficiente equipamiento e insumos en La calidad de los
cuenta con 3 postas de los centros de salud. servicios de salud no
salud y 2 centros de salud. satisface
Salud
Insuficiente cobertura por las oportunamente las
distancias alejadas a los centros de demandas de la
salud. población.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 142


Dia g nó stic o

G.1.3. Potenc ialidades y limitaciones del desarrollo físico ambiental

CUADRO 102. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Físico Ambiental

Eje Variable de
Potencialidades Limitaciones Problema
temático referencia
Presenc ia de diferentes pisos Ubicación del municipio La ubicación
ecológicos. alejada con respecto a las dispersa y poco
principales capitales urbanas. accesible de las
Geográfica Clima favorable para la comunidades limita
producción en la zona. su inserción en los
procesos de
desarrollo
Suelos patos para la producción La topografía es muy No se conocen
agrícola. accidentada con pendientes técnicas adecuadas
pronunciados hasta 75º lo cual de manejo y
dificulta ampliar la frontera conservación de
agrícola en las comunidades. suelos en las
Suelos
actividades
Existe gran porcentaje de suelos agrícolas.
en proceso de desertificación a
consecuencia de erosiones
eólicas e hídricas.

Disponibilidad de recursos Escasos recursos económico Inadecuado


hídricos permanentes, de buena financieros para la aprovechamiento
Desarrollo calidad para el consumo implementación de de los recursos
Físico humano y uso agropecuario, infraestructura productiva que hídricos.
Ambiental proveniente de, ríos y vertientes. permita la utilización del recurso
agua de manera sostenible.
Recursos Hídricos
Ríos y vertientes no
permanentes o con poco
caudal para la producción.

El Municipio cuenta con Inadecuada


diversidad de animales silvestres utilización de los
típicos distribuidos en toda la recursos
provincia Inquisivi provenientes de
destacándose: Sari, Jochi especies silvestres
pintado, chancho de monte y (animales y
Biodiversidad Jucumari. vegetales).

Existe una variedad de flora en


el municipio.

Presencia de bosques en los


cantones de Huaritolo, Cjuata y
Suri.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 143


Dia g nó stic o

G.1.4. Potencialidades y limitaciones de los aspectos organizativo- institucionales.

CUADRO 103. Potencialidades y limitaciones: Desarrollo Organizativo Institucional

Variable de
Eje temático Potencialidades Limitaciones Problema
referencia
Se cuenta con oficinas y Los recursos de coparticipación No se cuenta con un
equipamiento propio en la tributaria son insuficientes, nivel organizativo
Capital de Cajuata accesible a aspecto que dificulta la acorde con las
todos los servicios de implementación de proyectos expectativas del
comunicación. de gran envergadura como ser Municipio.
electrificación y red vial.
La organización municipal se Insuficiente Control
encuentra fortalecida y Las comunidades se encuentra Social sobre las
enmarcan sus funciones en el alejadas de la Capital del acciones del
marco legal municipal vigente. Municipio, lo cual dificulta una gobierno Municipal.
buena comunicación.
En el Municipio están constituido Escasa capacidad
Desarrollo
legalmente los Comités de de gestión de G.M.
Organizativo Municipio
Vigilancia los cuales representan para coordinar y
Institucional
a la sociedad civil. concertar con los
actores sociales.
Organizaciones establecidas y
estructuradas en la Central Limitada
Agraria de Cajuata. participación de la
mujer.
Presencia de instituciones de
desarrollo ( FPS, FONADAL, Cobertura limitada
SEMTA) de algunas
instituciones.
Nuevas Políticas de
fortalecimiento Municipal

G.2. DINÁMICA EXTERNA

Las potencialidades y limitaciones de la dinámica externa se detallan a continuación:

G.2.1. Potencialidades y limitaciones provenientes de la planificación atingente.

CUADRO 104. Potencialidades y limitaciones: Planificación Atingente

Eje Variable de
Potencialidades Limitaciones Problema
temático referencia
Define políticas y estrategias de Susceptible a cambios de Cumplimiento parcial e
mediano y largo plazo dirigido a acuerdo a situaciones inoportuno del plan, que
lograr el desarrollo integral y coyunturales en el ámbito no satisface las demandas
sostenible en el ámbito regional, nacional e internacional. municipales.
PGDES
departamental y nacional.
Son planes que se originan
en contextos diferentes al
municipal.
Define en el marco Sufre cambios en los Asignación escasa de
departamental las políticas y enfoques estratégicos recursos económicos para
Planificación PDDES estrategias nacionales de según las coyunturas el cumplimiento de los
Atingente desarrollo. económicas, sociales y objetivos
políticas.
Ajuste de los PDM’s, enmarcado Limitada participación de
en las nuevas disposiciones los representantes sociales
legales y en la realidad actual por la pérdida de
PDM’s
del país. credibilidad en el
instrumento de gestión
municipal.
Programa que da referencia Insuficiente información y No existe difusión e
PDOT sobre la división territorial, difusión información.
capacidad de uso de suelo

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 144


Dia g nó stic o

CUADRO 105. Potencialidades y limitaciones: Oferta Institucional

Variable de
Eje temático Potencialidades Limitaciones Problema
referencia
Disponibilidad de recursos Burocratización de los Parámetros de
económicos para ejecutar procesos en la aprobación de evaluación exigentes
proyectos de desarrollo. proyectos. para las capacidades
municipales.
FPS
Apoyo a la infraestructura de
educación, salud y de Restricción de
saneamiento básico. Cobertura proyectos elegibles.
en todo el municipio.
Apoyo técnico y logístico en El apoyo se reduce a Contrapartes elevadas
procesos de desarrollo a proyectos de fortalecimiento por parte de municipios
PDCR II
municipios de escasa población Municipal para acceder a
Oferta
algunos servicios.
Institucional
Ejecución de proyectos que Cobertura solo en Retardación en el
mejoran las actividades en poblaciones definidas por la financiamiento.
FONADAL
apoyo a la producción integral institución
municipal.
Existencia de programas de El área de acción es Conclusión del
Apoyo a la Educación, Salud, especifica. proyecto en el año
SEMTA
Saneamiento Básico y 2007.
productivos.
Apoyo de proyectos de Salud, Son recursos rembolsables. Recursos municipales
FNDR educación, saneamiento Básico reducidos.
y Productivos.

H. ANALISIS DELA PROBLEMÁTICA

H.1. IDENTIFICACIÓN DEPROBLEMAS EN ELMUNICIPIO

En el municipio de Cajuata se han identificado diversos factores negativos que configuran un


problema central que determina que el municipio no tenga un desarrollo adecuado al ritmo
de otros municipios esto hace que exista la baja calidad de vida de sus pobladores.

Por otro lado se ha podido detectar que el problema central del municipio está determinado
por otros problemas sectoriales detectados en el análisis efectuado en base a observación e
información recibida de las autoridades y pobladores del municipio; a su vez estos problemas
están determinados por problemas-causas que configuran su importancia y efecto en el
problema central, esto se puede apreciar en el árbol de problemas.

H.2. Análisis de la problemátic a

Problema principal: El problema central identificado en el municipio de Cajuata es:

“Baja Condición de vida de los habitantes del Municipio de Cajuata”

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 145


Dia g nó stic o

Problemática del Aspecto Físico Natural

Problema principal:

“uso y manejo inadecuado de los recursos naturales”

Problema – causa:

1.- Uso irracional del suelo:

El uso irracional del suelo se debe esencialmente a la constante perdida de la vegetación


nativa por efectos del chaqueo que efectúan los productores de la zona, lo que da como
resultado a pérdida de la cobertura vegetal.

2.- Poco aprovechamiento de los recursos hídricos:

Los recursos hídricos existentes en el municipio son poco aprovechados, debido


especialmente al tipo de topografía existente y a la falta de una infraestructura apropiada,
otro factor es el desconocimiento del potencial hídrico en el municipio.

3.- Erosión de los suelos:

Debido principalmente a la escasa capacidad en el manejo de suelos consecuencia lógica


de la falta de conciencia y capacitación en los productores, afecta principalmente en los
cultivos en terrazas donde el suelo va perdiendo fertilidad y por la acción del clima esta en
etapa de erosión.

Problemática del aspecto Soc io – Cultural

Problema principal:

“Inadecuada cobertura de infraestructura y servicios para el desarrollo humano”

Problema – causa:

1.- Baja calidad educ ativa:

La baja calidad educativa está dada principalmente por el elemento humano que a servir al
municipio, ya que en los últimos años han ido maestros interinos; otro factor principal es la
falta de coordinación entre las juntas escolares que no cumplen su rol de coordinación y
supervisión de los estamentos relacionados con la educación.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 146


Dia g nó stic o

La inadecuada infraestructura y falta de equipamiento educativo hace que la educación


en el municipio tenga falencias especialmente en las materias troncales.

2.- Insuficiente servic io de salud:

La insuficiente atención del servicio de salud se debe principalmente a la falta de


infraestructura, equipamiento y recursos humanos lo cual impide dar una cobertura
completa a todo el municipio; otro factor que influye es la falta de comunicación por la
escasa y lejanía centros de atención en salud, existentes en el municipio.

3.- Insuficiente cobertura de servicios básicos:

La insuficiente cobertura de servicios básicos, especialmente en algunas poblaciones del


municipio, donde no existe agua para suministro humano y tiene que abastecerse de fuentes
como riachuelo, ríos y pozos de agua, poniendo en riesgo su salud; también se tiene las
mismas limitaciones con el sistema de alcantarillado, auque solamente la capital del
municipio cuenta con este servicio, restando las otras poblaciones.

Problemática de los aspectos Económico – Productivo

Problema principal:

“Débil capacidad productiva y económica”

Problema – causa:

1.- Baja capacidad productiva del sector agrícola:

Esto esta ocasionada por el bajo rendimiento de la producción agrícola, debido a la


carencia de suficientes conocimientos técnicos e incentivos económicos (créditos), y el uso
de tecnología tradicional; otro factor perjudicial es la aparición de plagas y enfermedades
que no pueden ser controlados por los productores.

2.- Poca promoción y difusión turístic a de la región

Esta no es aprovechada debidamente, pese que en la región existen sectores con lato
grado de explotación turística caminos de incas, cementerios y el mimo paisaje, lo cual no es
promocionado ni incentivado a las empresas de este rubro para que puedan asentarse en el
municipio.

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Dia g nó stic o

Problemática de los aspectos Organizativos e Institucionales

Problema principal:

“Capacidad limitada de gestión y coordinación interinstitucional”

Problema – causa:

1.- Limitada promoción del desarrollo municipal:

La falta de difusión e interés por parte de las instituciones y organizaciones de base, hace
que exista poca promoción de las actividades que desarrolla el municipio, además el
desconocimiento en la aplicación de las normas de planificación participativa.

2.- Falta de coordinación interinstitucional:

En los organismos del municipio se puede observar poca capacidad de coordinación


interinstitucional, poca interrelación entre programas y proyectos de desarrollo.

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CARENCIA DE
INFRAESTRUCTURA
POCO
ADECUADA
APROVECHAMIENTO
DE LOS RECURSOS
HIDRICOS
FALTA DE GESTION
MUNICIPAL

ESCASA CAPACIDAD DE
MANEJO DE SUELOS

EROSIÓN DE LOS
SUELOS
DE RUCURSOS NATURALES
USO Y MANEJO INADECUADO

FALTA DE REPOSICIÓN DE
ESPECIES VEGETATIVAS

BAJA COORDINACION
INSTITUCIONAL

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011


BAJA CALIDAD
EDUCATIVA

INSUFUCIENTE EQUIPAMIENTO
EDUCATIVO

INSUFICIENTE
INFRAESTRUCTURA Y
EQUIPAMIENTO DE SALUD
INSUFICIENTE
SERVICIO DE SALUD

FALTA DE PERSONAL PARA


ATENCION EN SALUD
SERVICIOS PARA EL
INFRAESTRUTURA Y

DESARROLLO HUMANO
INADECUADA COBERTURA DE

ESCASA COBERTURA DE INSUFICINETE


AGUA POTABLE Y COBERTURA DE SERV
ALCANTARILLADO ICIOS BASICOS
CAJUATA

BAJO RENDIMIENTO DE LA
PRODUCCION AGRICOLA
BAJA CAPACIDAD
PRODUCTIVA DEL
SECTOR AGRICOLA
BAJA CALIDAD DE VIDA DE LOS
POBLADORES DEL MUNCIPIO DE

FALTA DE CAPACITACION
EN LA PRODUCCION

POCO CONOCIMIENTO DEL


POTENCILA TURISTICO
DEBIL CAPACIDAD

POCA PROMOCION Y
DIFUSIÓN TURISTICA
DE LA REGIÓN
PRODUCTIVA Y ECONOMICA

POCA COORDINACION
INTERINSTITUCIONAL
SOBRE EL TURISMO

FALTA DE APLICACIÓN DE
LA PLANIFICACION
PARTICIPATIVA
LIMITADA PROMOCION
DEL DESARROLLO
MUNICIPAL
DEBIL INTERACCION
ENTRE PROGRAMAS Y
PROYECTOS DE
DESARROLLO

IPOCA CAPACIDAD DE
GESTION DE LAS
INTERINSTITUCIONAL

ORGANIZACIONES
CAPACIDAD LIOMITADA DE

COMUNALES FALTA DE
GESTIÓN Y COORDINACIÓN

COORDINACION
INTERINSTITUCIONAL

POCA PARTICIPACION
CIUDADANA EN LA
GESTION MUNICIPAL
Dia g nó stic o

1
Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 39


Estrate g ia

INDICE

III. ESTRATEGIA DE DESARROLLO MUNICIPAL ............................................................................. 39


A. VISION................................................................................................................................................. 39
A.1. VISIÓN ESTRATÉGICA...........................................................................................................................39
A.1.1. CONTENIDO DE LA VISIÓN.............................................................................................................39
A.2. VOCACIÓN ................................................................................................................................................40
A.2.1. VOCACIÓN ZONA AGRÍCOLA ALTA ...............................................................................................40
A.2.2. VOCACIÓN ZONA AGRÍCOLA MEDIA ...........................................................................................40
A.2.3. VOCACIÓN ZONA AGRÍCOLA BAJA................................................................................................41
A.3. OBJETIVOS ................................................................................................................................................41
A.3.1. OBJETIVO GENERAL ..........................................................................................................................41
A.3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................................................................................41
A.3.2.1. CONTEXTO FÍSICO Ï NATURAL ....................................................................................................42
A.3.2.3. CONTEXTO DE DESARROLLO HUMANO....................................................................................42
A.3.2.3. CONTEXTO ECONÓMICO Ï PRODUCTIVO ..................................................................................42
A.3.2.4. CONTEXTO INSTITUCIONAL Y ORGANIZATIVO.....................................................................43
A.4. ANALISIS DEL F.O.D.A..........................................................................................................................43
A.4.1. MATRIZ F.O.D.A. ASPECTOS FÍSICOS - NATURALES................................................................43
A.4.2. MATRIZ F.O.D.A. DE ASPECTOS DEL DESARROLLO HUMANO ...........................................44
A.4.3. MATRIZ F.O.D.A. DE ASPECTOS ECONÓMICO Ï PRODUCTIVO.............................................46
A.4.4. MATRIZ F.O.D.A. DE LOS ASPECTOS INSTITUCIONALES Y ORGANIZATIVOS. ...............47
A.5. POLÍTICAS MUNICIPALES..................................................................................................................48
A.5.1. EN EL ÁMBITO FÍSICO Ï NATURAL..............................................................................................48
A.5.2. EN EL ÁMBITO DEL DESARROLLO HUMANO ..........................................................................48
A.5.3. EN EL ÁMBITO ECONÓMICO Ï PRODUCTIVO............................................................................49
A.5.4. EN EL ÁMBITO INSTITUCIONAL Y ORGANIZATIVO...............................................................49
A.6. ESTRATEGIAS..........................................................................................................................................50
A.6.1. ASPECTOS FÍSICO Ï NATURAL.........................................................................................................51
A.6.2. ASPECTOS DE DESARROLLO HUMANO........................................................................................51
A.6.3. ASPECTOS ECONÓMICO Ï PRODUCTIVO.......................................................................................52
A.6.4. ASPECTOS INSTITUCIONALES Y ORGANIZATIVOS...................................................................53
B. PROGRAMAS Y PROYECTOS............................................................................................................. 54
B.1. ORGANIZACIÓN DEL PROGRAMA....................................................................................................54
B.2. ESTRUCTURA PROGRAMÁTICA.........................................................................................................54
B.2.1. DIMENSIÓN DE DESARROLLO ECONÓMICO.............................................................................54
B.2.2. DIMENSIÓN DESARROLLO HUMANO .........................................................................................56
B.2.3. DIMENSIÓN FÍSICO NATURAL ......................................................................................................57
B.2.4. DIMENSIÓN POLÍTICO INSTITUCIONAL.....................................................................................58
C. PRESUPUESTO................................................................................................................................... 59
C.1. RECURSOS MUNICIPALES. .................................................................................................................59
C.1.1. PROYECCIÓN DE INGRESOS MUNICIPALES ..............................................................................59
C.2. PRESUPUESTO POR PROGRAMAS Y PROYECTOS...........................................................................62
MATRICES DE PROGRAMA MULTIANUAL DE INVERSION (PMI)..................................................62

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 40


Estrate g ia

D. ESTRATEGIA DE EJECUCIÓN......................................................................................................... 62
D.1. MARCO INSTITUCIONAL.....................................................................................................................62
D.2. ACCIONES ESTRATÉGICAS PARA LA EJECUCIÓN DEL PDM...................................................67
D.2.1. ESTRATEGIA DE EJECUCIÓN EN LA DIMENSIÓN DESARROLLO ECONÓMICO............68
D.2.2. ESTRATEGIA DE EJECUCIÓN EN LA DIMENSIÓN DESARROLLO HUMANO .................68
D.2.3. ESTRATEGIA DE EJECUCIÓN EN AL DIMENSIÓN FÍSICO NATURAL .............................68
D.2.4. ESTRATEGIA DE EJECUCIÓN EN LA DIMENSIÓN POLÍTICO INSTITUCIONAL.............68
D.4. ESTRATEGIA DE FINANCIAMIENTO ..............................................................................................69
D.5. SEGUIMIENTO Y EVALUACIÓN. .....................................................................................................74
D.5. RESUMEN DEL PMI............................................................................................................................74

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 41


Estrate g ia

INDICE DE CUADROS

CUADRO 1. Inversión, sector, programas y proyectos de desarrollo económico ...........................................55


CUADRO 2. DImensión, sector, programas y proyectos de desarrollo humano ............................................57
CUADRO 3. Dimensión, sector, programas y proyectos de desarrollo físico natural ....................................58
CUADRO 4. Dimensión, sector, programas y proyectos de desarrollo político institucionaL......................58
CUADRO 5. Recursos presupuestados y proyectados....................................................................................60
CUADRO 6. Presupuesto general programado..............................................................................................60
CUADRO 7. Proyección del presupuesto global de inversión del municipio ...............................................61
CUADRO 8. Prresupuesto de gastos municipal de funcionamiento proyectado ..........................................61
CUADRO 9. Matriz de evaluación y seguimiento ......................................................................................76

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 42


Estrate g ia

III. ESTRATEGIA DE DESARROLLO MUNICIPAL

A. VISION

A.1. Visión estratégica

La visión estratégica es el pronunciamiento o declaración sobre lo que el municipio de


Cajuata aspira a ser y sobre sus expectativas hacia el futuro; describe la imagen de éxito del
municipio.

La visión de futuro considera la comprensión del pasado y el presente (en los distintos
ámbitos, social, económico – productivo, institucional y ambiental) y es la cadena o el lazo
que une al municipio del presente y del futuro; bajo esta consideración conceptual se ha
formulado la visión del municipio.

“Cajuata es un municipio eficiente, incentivando la producción agropecuaria, siendo un


municipio productivo, con empresas de transformación de sus productos agrícolas en su
jurisdicción; con vinc ulación caminera, infraestructura educ ativa de acuerdo al sistema y
cobertura de salud adecuada”.

Esta orientación de VISION, sería simplemente un sueño sino se tiene la capacidad de buscar
su perspectiva, ejecución y operacionalidad; la Visión planteada se constituye en el faro
direccional que el municipio de Cajuata deberá ver en el horizonte y asumiendo las
contingencias futuras

A.1.1. Contenido de la Visión

La visión debe lograrse de forma eficiente, identificando y aprovechando al máximo las


potencialidades del municipio, para llegar a convertir a éste en un entorno altamente
competitivo; pero el desarrollo económico y social debe afectar a todos los sectores y
beneficiar a todos los segmentos de la población, de modo que la justicia, equidad,
solidaridad e igualdad de oportunidades para hombres y mujeres sean los principios de toda
actividad.

La sostenibilidad de este desarrollo implica el respeto y protección del medio ambiente, el


aprovechamiento y utilización racional de los recursos, evitando su deterioro y progresiva
degradación (especialmente de los graves problemas de erosión que pueden afectar a la
región) y haciendo del municipio un entorno atractivo, confortable, saludable y habitable;
por otra parte la sostenibilidad económica productiva permite perdurar en el tiempo para un
futuro en mejores condiciones de vida.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 39


Estrate g ia

En este contexto la Visión estratégica se basa en el cumplimiento de condiciones específicas


en los distintos ámbitos (físico-ambiental, desarrollo humano, económico-productivo e
institucional); el logro de estas condiciones permitirá mejorar la actual situación de vida de
las comunidades, generando microeconomías sostenibles en las cuales los productores se
desenvuelvan bajo condiciones competitivas y en forma sustentable, cuidando y
preservando su medio ambiente.

A.2. Vocación

La vocación es la capacidad o característica especial ya desarrollada que tiene el


municipio para su desarrollo, en este entendido, las vocaciones constituyen las prioridades
del desarrollo municipal sobre la base de la identificación de las ventajas comparativas del
municipio de Cajuata en las tres zonas identificadas (zona alta, zona media y zona baja)
constituyéndose los pivotes del desarrollo, los subsectores competitivos debe sustentarse al
desarrollo y son identificados a partir de las fortalezas y debilidades.

El municipio de Cajuata por las condiciones agroecológicas y sus capacidades privilegiadas


reconstituyen en tres zonas Alta, media y baja.

A.2.1. Vocación Zona agrícola Alta

La zona alta esta caracterizada por colinas de niveles montañosos, con predominacia de
producción arbórea como el eucalipto, y la por la producción de verduras y tubérculos
como la papa, locoto, y zapallo; frutas propias de los valles como el durazno, la pera, en esta
zona están situadas las comunidades de Checa, Rica Rica del Cantón Huaritolo, Suri y
Parpada del Cantón Suri, Loma Linda, Apacheta Alta y Espigapampa del Cantón Cajuata,
Agua Rica, Polea del Cantón Circuata.

A.2.2. Vocación Zona agrícola Media

La vocación de la zona agroecológica media se caracteriza por la producción de frutas


como una variedad de la manga, diversidad de cítricos, palta, chirimoya y la producción de
coca y café; y la presencia constantes de bosques húmedos siempre verdes; esta zona esta
caracterizada por estar ubicada por valles profundos y pendientes pronunciadas; en esta
zona agroecológica están ubicadas las comunidades de: Huaritolo, Keuaconi, Torra del
Cantón Huaritolo; Cajuata, Siquimirani, Puente Alegre, Viscachala, Apacheta Baja, Turculi, y
Sujura del Cantón Cajuata; Cajuata, San José, Kollpa Cuñurani, Villa Los Andes, Pichincha
Chico, Pichincha Grande, Villa Florida del Cantón Circuata.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 40


Estrate g ia

A.2.3. Vocación Zona agrícola Baja

La zona agroecológica baja es de vocación agrícola por las condiciones de clima y suelo
con tierras aptas para el cultivo de café, cítricos, manga en todas sus variedades, coca y
café, este último se ha venido cultivando la estevia, esta zona es denominada la encañada;
esta comprendida las comunidades de Cañamina, Villa Barrientos, Villa Khora, Villa Angélica,
Limón Vado, Playa Verde, Lujmani y Miguillas

Por lo general como se ha visto en las tres zonas la vocación del municipio de Cajuata es
agrícola con preponderancia en el cultivo de la coca y el café, siendo estos últimos los
productos con más incidencia en su producción.

A.3. Objetivos

Con la orientación de las potencialidades, limitaciones, vocaciones y demandas priorizadas,


se ha estructurado un conjunto de objetivos estratégicos que se constituyen en la definición
de los principios fundamentales que orientarán el proceso de desarrollo del municipio de
Cajuata durante el periodo en el que tenga vigencia el Plan de Desarrollo Municipal.

A.3.1. Objetivo General

De acuerdo con el análisis e identificación de los problemas y dada las condiciones y la


realidad en que se desenvuelve los habitantes del municipio de Cajuata, se plantea el
objetivo central de la siguiente manera:

MEJORAR LAS CONDICIONES DE VIDA DE LOS HABITANTES DEL MUNICIPIO DE CAJUATA


El mejoramiento de las condiciones de vida es un concepto clave, que va más halla de la
consecución de un determinado nivel de vida que permite satisfacer las necesidades
básicas del se humano, supone además la satisfacción de sus deseos y aspiraciones e
implica disfrutar de los servicios básicos, salud, educación, seguridad, medio ambiente
saludable, etc. En este sentido y para el logro del objetivo general propuesto se ha
determinado objetivos específicos que son planteados para cada ámbito del desarrollo
municipal.

A.3.2. Objetivos específicos

Los objetivos específicos están relacionados con cada uno de los contextos que hacen al
Plan de Desarrollo Municipal y los problemas identificados en los mismos, los cuales se
plantean a continuación:

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 41


Estrate g ia

A.3.2.1. Contexto físico – natural

Los factores naturales identificados dentro de las potencialidades del municipio de Cajuata,
muestran condiciones ambientales favorables de cuyo aprovechamiento sostenible
depende el bienestar de su población, en este sentido se debe trabajar un conjunto de
acciones que permitan el equilibrio ecológico, materializando de este modo la satisfacción
de las necesidades materiales sin sacrificar el bienestar de generaciones futuras; en este
sentido se plantea el objetivo estratégico para este contexto de la siguiente manera:

OPTIMO APROVECHAMIENTO Y MANEJO ADECUADO DE LOS RECURSOS NATURALES DEL


MUNICIPIO DE CAJUATA

A.3.2.3. Contexto de Desarrollo Humano

El objetivo definido en este ámbito, está orientado a alcanzar una mejor y apropiada
utilización de las capacidades humanas en el entendido de que el desarrollo se basa en la
disponibilidad de servicios que permitan mejorar la calidad de vida, con una implantación
adecuada de los servicios básicos como la red de electrificación llegando no solo a los
centros donde existen concentración de población sino a las comunidades dispersas, otro
factor es la implementación de un buen servicio educativo mejorando la infraestructura y
dotando de equipo adecuado para este servicio, la ampliación de la cobertura de salud es
importante para dar mayor atención a la población, por lo que se plantea el siguiente
objetivo especifico para este contexto:

AMPLIAR Y MEJORAR LA CALIDAD DE LA INFRESTRUCTURA, EQUIPAMIENTO DE LOS SERVICIOS


DE EDUCAIÓN Y SALUD, SANEAMIENTO BÁSICO, INFRAESTRUCTURA VIAL

A.3.2.3. Contexto Económico – Productivo

La formulación del objetivo estratégico para este contexto nace de la necesidad de ampliar
la capacidad productiva y competitiva del municipio de Cajuata, sobre los cuales se definen
posteriormente las políticas y estrategias cuya ejecución busca minimizar las condiciones
adversas y aprovechas las potencialidades que permitan incrementar el nivel y la eficiencia
en la inversión productiva tanto pública como privada en este contexto es importante
considerar la iniciativa de los productores en efectuar e incrementar el valor agregado a sus
productos como la transformación de estos; en este sentido se plantea el siguiente objetivo
estratégico:

INCREMENTAR Y MEJORAR LA CAPACIDAD DE PRODUCTIVIDAD E INFRAESTRUCTURA


PRODUCTIVA

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 42


Estrate g ia

A.3.2.4. Contexto Institucional y Organizativo

Este contexto está orientado a profundizar los procesos de planificación y gestión, no solo a
nivel de gobierno municipal, sino al conjunto de sus organizaciones sociales del municipio de
Cajuata, que posibiliten la modernización de las estructuras administrativas y una
profundización de los procesos de participación popular, especialmente el de plantear los
procesos de desarrollo del municipio, en este entendido se plantea el siguiente objetivo
específico para este contexto:

MEJORAR LA CAPACIDAD DE GESTION Y COORDINACION INTERINSTITUCIONAL PARA EL


DESARROLLO MUNICIPAL

A.4. ANALISIS DELF.O.D.A.

A.4.1. Matriz F.O.D.A. Aspectos Físicos - Naturales

Fortalezas Oportunidades
1. Existencia de tierras aptas para el 1. Existencia de instituciones que
cultivo y con cobertura vegetal. financian proyectos productivos.
2. Se tiene tres pisos ecológicos con 2. existen instituciones con
climas benignos para la práctica posibilidades de financiar
de la agropecuaria. estudios sobre biodiversidad.
3. existencia de recursos hídricos 3. Efectuar infraestructura de riego
abundantes ríos, riachuelos, y captación de agua para
vertientes y aguas subterráneas. consumo humano.
4. Se cuenta con yacimientos 4. Implementar incentivos de
mineralógicos no explotados. asentamiento de empresas
Mineras para la explotación de
los yacimientos mineros.
Debilidades Amenazas
1. No se aprovecha los recursos 1. Degradación, erosión de los
hídricos superficiales y suelos.
subterráneos adecuadamente. 2. Extinción de especies nativas
2. Falta de conciencia y tanto flora y fauna.
conocimiento en el manejo del 3. Contaminación ambiental.
recurso suelo. 4. riesgos climáticos adversos,
3. El chaqueo indiscriminado y mal granizadas, sequías, lluvias.
manejado sin sostenibilidad. 5. Existencia de plagas.
4. Falta de vinculación caminera en
todo el municipio.

Dentro de los aspectos físico naturales el principal recurso natural es el suelo y el hídrico que
se tienen dentro del municipio de Cajuata, pero estos no son aprovechados
adecuadamente yen forma racional, es necesario realizar estudios técnicos que permitan
conocer la potencialidad y viabilidad de estos recursos, para el aprovechamiento
adecuado de los mismos.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 43


Estrate g ia

Para la explotación minera se requiere el asentamiento de empresas o de cooperativas los


cuales estén predispuestos a invertir en este rubro y posibilitar la generación de empleo como
lo viene haciendo la mina que esta en proceso de explotación en la comunidad de Chilaya.

A.4.2. Matriz F.O.D.A. de aspectos del Desarrollo Humano

Fortalezas Oportunidades
Educación: Educación:
1. Existencia de cuatro núcleos 1. Elaboración del PEN del municipio
educativos 2. Infraestructura y equipamiento
2. Existencia de dos Institutos de acorde con el sistema educativo.
educación no formal (CETHA, 3. Ampliación de la cobertura
CEA) educativa en todo el municipio.
3. Existe población para la Salud:
educación formal y no formal. 1. Incremento de profesional médico
Salud: y de insumos.
1. Infraestructura de salud 2. Continuidad del seguro básico de
equipada (Ambulancia e salud.
instrumental). 3. Mejoramiento e incremento de la
2. Dos centros y dos puestos de infraestructura de salud;
salud existentes. equipamiento con instrumental
3. vigencia del seguro básico de adecuado.
salud. Vivienda, servicios básicos y
Vivienda, servicios básicos y comunicaciones:
comunicaciones: 1. Financiamiento y construcción de
1. Proyectos a diseño final de red de la red de electrificación.
electrificación. 2. vinculación caminera vecinal
2. Servicios básicos existentes.
3. Existencia de carretera troncal
que vincula al municipio con las
áreas citadinas.
4. Servicios de ENTEL, medios de
comunicación (radios Yungas y
Cajuata), y televisión.
Debilidades Amenazas
Educación: Educación:
1. Aplicación inadecuada de la 1. Irregularidad de actividades
reforma educativa. escolares.
2. Bajo rendimiento escolar por falta 2. Distancia a los diferentes centros
de equipamiento (bibliotecas) educativos.
3. Carencia de equipamiento 3. Falta de recursos para fortalecer
escolar (mobiliario). la infraestructura y el
4. Infraestructura en malas equipamiento educativa.
condiciones. Salud:
Salud: 1. La distancia a las distintas
1. Cobertura inadecuada e comunidades par la asistencia
insatisfecha de emergencia.
2. Infraestructura en malas 2. No se cuenta con un hospital de
condiciones que no son segundo nivel
adecuadas para la práctica 3. La lejanía de hospitales para la
medica. asistencia de heridos y enfermos

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 44


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3. Falta de insumos médicos. de gravedad.


Vivienda, servicios básicos y Vivienda, servicios básicos y
comunicaciones: comunicaciones:
1. Hacinamiento y baja calidad de 1. Elevado costo para la ejecución
infraestructura de las viviendas. de proyectos de dotación de
2. Limitaciones de transporte, no servicios.
existe vinculación caminera a 2. Deterioro de los medios de
muchas comunidades. transporte e infraestructura
3. No existe energía eléctrica en insegura.
muchas comunidades.

Dentro las limitaciones que existen en el municipio de Cajuata es la mala infraestructura


educativa y el equipamiento especialmente inmobiliario acorde con el sistema; en este
sentido; la reforma educativa como política de estado, permite a los maestros encarar en
mejores condiciones el proceso enseñanza aprendizaje, contar con los insumos necesarios, el
PEN también contribuye en el mejoramiento de la infraestructura educativa que son
importantes en el desarrollo humano.

En el servicio de salud el municipio cuenta con dos centros relativamente equipados


solamente para atender emergencias y no así para realizar tratamientos mayores, por otro
lado también cuenta con dos puestos de salud, los cuales no tienen una buena
infraestructura, para atender a los pacientes estos puestos solamente cuenta con un auxiliar
de enfermería.

Las viviendas en las comunidades rurales están limitadas a un dormitorio, un depósito y una
cocina, en muco de los casos son insuficientes por el número de miembros de una familia,,
esto hace que exista hacinamiento en las viviendas; por otro lado los materiales utilizados en
la construcción son locales en muchos de los casos utilizando la madera existente y los
agregados respectivos; el agua no es potable ya que no es tratada pese a que es distribuida
por cañería, esto no garantiza la salud de la población y en mucho de los casos el
abastecimiento es del río o riachuelos existentes en la zona; otro factor que influye en la
región es que no existe una adecuada vinculación caminera especialmente a las
comunidades alejadas de la capital del municipio el transporte se la hace a pie.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 45


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A.4.3. Matriz F.O.D.A. de aspectos Económico – Productivo

Fortalezas Oportunidades
1. Zona con clima calido, con tres 1. Oferta de institucional de
pisos ecológicos. financiamiento para proyectos
2. Suelo aptos para la producción productivos.
agrícola. 2. La exportación de productos
3. Presencia de asociaciones de transformados (PASYBOL,
transformación de productos Productos Agropecuarios
agrícolas. Yungas Bolivia).
4. Existencia de la Asociación de 3. Comercialización de la coca
Productores de coca organizada y garantizada.
(ADEPCOCA) regional. 4. Explotación minera con alto
5. Existencia de yacimientos grado de conciencia
mineralógicos. ambiental.
Debilidades Amenazas
1. No existe inversión y apoyo 1. Suelos susceptibles a la
económico hacia los degradación y erosión.
productores agrícolas. 2. Existencia de plagas en los
2. Falta de capacitación y diferentes cultivos.
asesoramiento técnico a los 3. Factores climáticos adversos
productores. (granizadas, sequías)
3. Ausencia de infraestructura 4. Poca capacidad de gestión de
turística. proyectos.
4. Escaso mantenimiento del 5. La intransitabilidad de los caminos
camino de penetración troncal. en época de lluvia.
5. Poco financiamiento de las
empresas de transformación
agrícola.

La principal producción en le municipio de Cajuata es la coca, seguida del café, cítricos,


palta y mago, los cuales son comercializados en las ciudades de Oruro, La Paz en forma
rustica especialmente la fruta que sale de la zona sin ningún tipo de orientación ni
organización, de los cuales son aprovechados en muchos casos por los rescatistas, los cuales
compran en algunos casos en los mimos lugares de producción utilizando sus movilidades
para transportar el producto.

No existe en el municipio una organización de productores de café, lo cual dificulta la


comercialización y la oportunidad de contar con créditos para ese sector productivo.

La organización ADEPCOCA que aglutina a los productores de coca de la región, esta


siendo fortalecida por sus dirigentes, a la vez que esta tratando de buscar la diversificación
de la producción de coca para la transformación de la misma en otros productos como el
vino de coca, la miel, y algunas pomadas medicinales.

Existe poca capacitación técnica hacia los productores agrícolas solamente se ha notado la
presencia de SEMTA, la cual realiza trabajos coordinados con los productores y el municipio.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 46


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Las fuentes de financiamiento para proyectos provienen especialmente del FPS, FNDR,
recursos Propios, recursos de Coparticipación Tributaria, HIIPIC, IDH, FONADAL Y SEMTA este
último en coordinación con los productores.

A.4.4. Matriz F.O.D.A. de los aspectos institucionales y organizativos.

Fortalezas Oportunidades
1. Gobierno municipal organizado. 1. Existencia de apoyo al
2. La alcaldía municipal cuenta con Fortalecimiento Municipal.
infraestructura propia. 2. Administración eficiente del
3. Presencia del Comité de municipio.
vigilancia. 3. Control Social eficiente.
4. Existencia de ONG’S y 4. Presencia de ONG’s promotores al
Organizaciones de apoyo. desarrollo.
5. Centrales Agrarias organizados. 5. Apoyo de instituciones de
6. Presencia de instituciones respaldo al desarrollo municipal,
financieras en el municipio FPS, FNDR y otras.
Debilidades Amenazas
1. Escasos recursos económicos y 1. Insatisfacción de los comunarios al
reducida capacidad de gestión cumplimiento de sus necesidades.
de proyectos. 2. Falta de interés institucional para
2. Limitado apoyo al fortalecimiento coordinar el desarrollo del
comunitario. municipio.
3. Limitada capacidad 3. Demora en los trámites de
representativa y articuladora de desembolsos.
las aspiraciones comunales, 4. Escasez de fuentes de
funcionales de coordinación financiamiento para proyectos
interinstitucional e inadecuada específicos.
infraestructura.
4. Poco apoyo institucional al
fortalecimiento comunitario.

La alcaldía de Cajuata cuenta con una infraestructura propia muy estrecha inadecuada
para el funcionamiento de una institución que regenta el desarrollo de la circunscripción, y
que pueda cumplir sus labores en forma regular, se nota un hacinamiento por parte de la
administración, y no existe un salón de sesiones del honorable concejo Municipal.

Las OTB’s como organizaciones civiles y el Comité de Vigilancia en su mayoría cuenta con
personería jurídica en muy pocos casos estos están en trámite, que les habilite legalmente
ante el municipio con facultades para afectar un control en las labores del municipio.

Los actores sociales tienen la obligación de participar en forma activa en el desarrollo del
municipio, haciéndose coparticipes de de las decisiones en la formulación de sus líneas
maestras planificadas en sus comunidades.

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A.5. Polític as Municipales

La definición de políticas municipales constituyen acciones que debe encarar el municipio


en el marco del Plan de Desarrollo Municipal; estas parten de la sistematización de las
potencialidades con miras a lograr los objetivos propuestos, estas políticas están enmarcadas
en los diferentes ámbitos de desarrollo y son:

A.5.1. En el ámbito Físico – Natural

Se debe realizar una campaña de educación ambiental ecológica y concientización de los


habitantes del municipio, que serán herramientas fundamentales para garantizar la
supervivencia del medio ambiente de la región para futuras generaciones; esta acción
contribuirá así a la salud felicidad y prosperidad de todos los habitantes y visitantes del
municipio que en última instancia, debe ser el objetivo principal de todos los actores del
municipio.

A.5.2. En el ámbito del Desarrollo Humano

El desarrollo humano tiene como fundamento principal al fortalecimiento del área de


educación y salud como las políticas de gran importancia para la población del municipio
de Cajuata, la satisfacción de estos factores generará una población con una grado de
ecuación elevada y comprometida con mayores oportunidades para alcanzar su plena
realización; se podrá en el área de salud satisfacer la mayor cobertura que haga que los
habitantes confíen en un servicio con mayor eficiencia y eficacia; el deporte, como
elemento integrante de la cultura tendrá un papel importante en un Municipio pues
contribuye a fomentar buenos hábitos de vida y valores tan importantes como el
compañerismo, la competencia sana y la amistad.

La cultura, el arte de todas sus manifestaciones son actividades generadas de belleza y


riqueza es un sector dinámico y vital que llena de energía el entorno; el municipio tendrá el
compromiso de revalorizar el patrimonio existente en la región tanto histórico como la
inserción de actividades en consonancia a las tradiciones y tendencias de modo que la
cultura empape de todas las manifestaciones de la vida.

Una política importante para propiciar una mayor cohesión es el fortalecimiento de la


cobertura de los servicios básicos que se prestan actualmente, así como son los servicios
sociales, mejorando la calidad en prestación de estos servicios.

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A.5.3. En el ámbito Económico – Productivo

Las políticas a encarar en el ámbito productivo, tienen que estar referida especialmente a las
potencialidades que posee el municipio para convertirse en centro motor de la producción
agropecuaria de la región y transformación de sus productos en todas sus variedades, esto
potenciara y generara más recursos y fuentes de empleo.

Para convertir el sector productivo agrícola en parte del eje productivo de la región, las
políticas municipales estarán dirigidas a apoyar la producción, transformación y
comercialización de los productos, con el fin de fomentar la modernización y
reestructuración productiva y la capacitarán a un nivel que permita el tan ansiado desarrollo
del sector y hacer una cadena productiva integrada, con relaciones transparentes,
exportadora de productos competitivos de calidad y un valor agregado que de
posibilidades de rendimientos económicos más altos.

La sección municipal dispone de suficientes atractivos para desarrollar las fuentes turísticas
que no han sido explorados, desarrollados, potencial que se puede explotar en beneficio del
municipio e incentivando el asentamiento de empresas dedicadas a esta actividad; con una
promoción de un turismo ecológico y sostenible garantizará una actividad sana en
crecimiento y perdurable en el tiempo.

La tendencia hacia el pleno empleo debe ser una política municipal permanente,
impulsando la industrialización de los productos agrícolas para incrementar los ingresos
familiares y estimular la creación de nuevos empleos.

A.5.4. En el ámbito Institucional y Organizativo

El municipio como eje de integración tendrá la labor de acercamiento con los actores
sociales para que de esa manera se pueda construir lazos de confianza, para fortalecer el
sistema democrático y de esa manera estructurar canales de relación mediante los canales
del diálogo y la concertación dentro de una negociación abierta que contribuyan a
disminuir tensiones de insatisfacción en la sociedad.

El desarrollo institucional y organizativo implica la adopción de políticas de gestión y


administración acordes con las exigencias de los entes reguladores y de modernas normas
de administración locales, que deben establecer la aplicación de sistemas de evaluación y
seguimiento que aseguren calidad técnica de los proyectos, coherencia de los objetivos; la
aplicación de las estrategias del Plan de Desarrollo Municipal junto a la participación de la
población, esto permite mejorar la eficiencia, eficacia de las acciones institucionales en pro
del desarrollo municipal.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 49


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A.6. ESTRATEGIAS

De acuerdo con la metodología se ha planteado para cada uno de los objetivos específicos
definidos en cada ámbito, un conjunto de instrumentos que permitan orientar en el horizonte
del tiempo del Plan de Desarrollo Municipal dentro de la sección, tomado en cuenta los
medios administrativos y legales que condicionan sus estrategias, del como se hade realizar
los objetivos.

Objetivo general
MEJORAR LAS CONDICIONES DE VIDA DE LOS HABITANTES DEL MUNICIPIO DE CAJUATA

Objetivos específicos Estrategias


OPTIMO APROVECHAMIENTO Y MANEJO 1. Aprovechar los recursos hídricos
ADECUADO DE LOS RECURSOS existentes en el municipio
NATURALES DEL MUNICIPIO DE CAJUATA 2. Crear un grado de conciencia
ambiental y fortalecer las
instituciones y organizaciones
existentes en el municipio.
AMPLIAR Y MEJORAR LA CALIDAD DE LA 1. Identificar, ampliar y ejecutar
INFRESTRUCTURA, EQUIPAMIENTO DE LOS proyectos de infraestructura vial.
SERVICIOS DE EDUCAIÓN Y SALUD, 2. Incrementar, mejorar los
SANEAMIENTO BÁSICO, INFRAESTRUCTURA programas de inversión destinados
VIAL a la construcción y refacción y
equipamiento de infraestructura
escolar.
3. Mejorar y equipar la los centros de
atención de salud, dotando de
insumos necesarios para ampliar
la cobertura de atención.
4. Ampliar la cobertura de
saneamiento básico en todo el
municipio.
5. Gestionar recursos para la
ejecución de las redes de
electrificación, par dotar de este
servicio a la población.
INCREMENTAR Y MEJORAR LA 1. Identificar, ejecutar proyectos de
CAPACIDAD DE LA INFRAESTRUCTURA riego aprovechado los recursos
PRODUCTIVA hídricos.
2. fortalecer las organizaciones de
productores para la creación de
industrias de transformación de
productos agrícolas.
3. Incentivar la explotación del
turismo en base a la zona
privilegiada y los centros de
atracción turística ancestral y
natural.
MEJORAR LA CAPACIDAD DE GESTION Y 1. Mejorar y fortalecer la capacidad
COORDINACION INTERINSTITUCIONAL de control social de las OTB’s,

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 50


Estrate g ia

PARA EL DESARROLLO MUNICIPAL asociaciones de productores y


comité de vigilancia.
2. Mejorar el sistema de Planificación
Participativa en las comunidades.
3. Incrementar los ingresos de
recursos propios para apalanca
recursos de otras fuentes.
4. fortalecer la capacidad de
organización, coordinación y
gestión municipal que permita un
eficiente servicio hacia la
sociedad civil comunitaria, en lo
administrativo y financiera,
garantizando el mejoramiento de
los servicios.

A.6.1. Aspectos Físico – Natural

Objetivo:

OPTIMO APROVECHAMIENTO Y MANEJO ADECUADO DE LOS RECURSOS NATURALES DEL


MUNICIPIO DE CAJUATA

Estrategias:

Identificar, desarrollar, elaborar y ejecutar proyectos de aprovechamiento de los recursos


hídricos, asegurando recursos de contraparte para interesar a los entes financiadores
nacionales e internacionales que apoyan este tipo de actividad (FPS, PRONAR, ETC), para
dar un impulso a la producción agrícola y aprovechar los suelos aptos para la producción.

Gestionar recursos financieros para la apertura de caminos vecinales y tener una vinculación
caminera permanente.

Crear un alto grado de conciencia ambiental entre los productores de la región, a través de
la educación ambiental encaminada a la preservación de las especies nativas de la zona.

A.6.2. Aspectos de Desarrollo Humano

Objetivo:

AMPLIAR Y MEJORAR LA CALIDAD DE LA INFRESTRUCTURA, EQUIPAMIENTO DE LOS SERVICIOS


DE EDUCAIÓN Y SALUD, SANEAMIENTO BÁSICO, INFRAESTRUCTURA VIAL

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Estrate g ia

Estrategias:

Elaborar y ejecutar proyectos de infraestructura vial tomando en cuenta la identificación


concertada con los beneficiarios.

Incrementar los programas de inversión destinados a la construcción, mejoramiento y


equipamiento de la infraestructura educativa que acompañe a la demanda de acuerdo
con la reforma educativa.

Ampliar la cobertura de salud implantando, mejorando y equipando los centros de salud y


dotando de insumos médicos necesarios para satisfacer las necesidades de atención.

Elaborar y ejecutar proyectos, para mejorar y ampliar la cobertura de saneamiento básico


en todo el municipio; gestionar recursos para la ejecución de los proyectos de electrificación
identificados y priorizados, esto contribuirá a mejorar las condiciones de vida de la población
del municipio de Cajuata.

Diseñar y ejecutar planes maestros, concertados para ampliar la cobertura y mejorar la


calidad de los servicios, protegiendo al medio ambiente.

A.6.3. Aspectos Económico – Productivo

Objetivo:

INCREMENTAR Y MEJORAR LA CAPACIDAD DE LA INFRAESTRUCTURA PRODUCTIVA

Estrategias:

Identificar, elaborar y ejecutar los proyectos de riego, aprovechando los recursos hídricos
existentes, identificados por los comunarios para el mejoramiento e incremento de la
producción agrícola.

Propiciar y fortalecer laceración de asociaciones empresariales de transformación de la


producción agrícola en los diversos espacios de producción de acuerdo con su vocación, e
incentivando el asentamiento de industrias que quieran invertir en el municipio.

Fomentar las inversiones en el sector turístico, proporcionando facilidades de atracciones


turísticas, sectores de paisaje y ecoturismo y lugares de atractivo ancestral, a través de
instituciones especializadas en el rubro.

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Desarrollar proyectos de apoyo a la comercialización de productos agrícolas, con la


capacitación a productores e incrementado las ferias de productos tradicionales de la zona,
elaborando programas de difusión y promoción de apoyo a la producción.

Fortalecimiento y apoyo de las unidades productivas familiares y las asociaciones de


productores, instancia a través del que se buscará mejorar las condiciones de vida de los
productores, resultado con el que se encarara otra etapa importante la transformación y la
comercialización de los productos obtenidos del trabajo agrícola; para el efecto se deberá
elaborar proyectos y se buscar fuentes de apoyo financiero tanto estatales como privados.

A.6.4. aspectos Institucionales y Organizativos

Objetivo:

MEJORAR LA CAPACIDAD DE GESTION Y COORDINACION INTERINSTITUCIONAL PARA EL


DESARROLLO MUNICIPAL

Estrategias:

Fortalecer la capacidad de organización, coordinación y gestión del municipio que permitan


la consolidación de la institucionalidad técnica administrativa y financiera garantizando el
mejoramiento de los servicios.

Incrementar los ingresos propios para la ejecución de proyectos de acuerdo con las
competencias que tiene el Municipio, estableciendo acciones encaminadas a reducir los
niveles de incumplimiento, creando y fortaleciendo la conciencia tributaria.
Generar las prácticas de información que permita el control y seguimiento de la
programación y la ejecución de los planes de inversión municipal y de las instituciones
privadas de desarrollo social que realizan actividades en el municipio.

Mejoramiento de la capacidad de gestión y control social de las OTB’s, Asociaciones de


productores y Comité de Vigilancia mediante acciones coordinadas con el municipio, en
estricta aplicación de las leyes 1551 y 2028 mejorando los niveles de coordinación
interinstitucional para promover el desarrollo del municipio a través de la concertación y la
planificación participativa.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 53


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B. PROGRAMAS Y PROYECTOS

B.1. ORGANIZACIÓN DELPROGRAMA

El programa multianual de inversión pública municipal, refleja el componente estratégico del


plan de desarrollo municipal, instrumento fundamental de aplicación de la estrategia de
ejecución del desarrollo comunal y marco orientador del proceso de inversión municipal.

El conjunto de programas propuestos para el próximo quinquenio, resultado de la


planificación participativa municipal, se encontrara en la línea de la visión y en la dirección
de los objetivos y metas planteados en la elaboración del Plan de desarrollo municipal.

El PMI se muestra en las matrices siguientes, respondiendo a las demandas comunales,


cantonales y municipales, las que fueron concertadas consensuadas y priorizadas,
agrupándoles por sectores de desarrollo, programas, proyectos, actividades y/u obras.

B.2. Estructura programátic a

Según los grupos de desarrollo en la planificación nacional se consideran las siguientes


dimensiones:

1. Dimensión Desarrollo Económico


2. Dimensión Desarrollo Humano
3. Dimensión Desarrollo Físico Natural
4. Dimensión Desarrollo Organizativo Institucional

B.2.1. Dimensión de desarrollo económico

En el proceso de desarrollo económico, se identifica actividades, con potencial productivo y


exportador y que indiquen la adición de mayores niveles de valor agregado a la producción,
como es el caso de la agrícola, pecuaria, infraestructura de apoyo a la producción.
Entonces será necesario superar los problemas identificados en el árbol de problemas, entre
los que resalta la baja capacidad de transformación de la producción.

En la dimensión desarrollo económico se incluyen los sectores:

- Agropecuario
- Transportes y comunicaciones
- Energía
- Industria y turismo

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 54


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El desarrollo económico se define como el proceso por el cual aumenta el producto de una
zona, región o país, durante un periodo de tiempo determinado con incrementos continuos
en la productividad per cápita, esta definición quizá tenga sus inconvenientes, pero en
forma general se entenderá como el incremento del producto acompañado del aumento
del capital humano

El sector agropecuario tiene su papel fundamental en el proceso de desarrollo de una zona,


región o país, este sector productivo es uno de los que mas absorben la mano de obra y es la
fuente de trabajo para la industrialización, por que con el incremento de la producción
agrícola y pecuario, existirá oferta de mano de obra para la industria, sin quebrantar la oferta
de alimentación. No obstante, para ello es necesario una mejor organización, uso
combinado de tecnología actual y tradicional, acceso a recursos financieros, en este sentido
los recursos de la participación popular, del HPC II y del IDH son prioritarios para las
organizaciones productivas, en función a las relaciones de los diferentes sectores que
apoyan a la producción.

En el plazo largo es necesario fomentar aún mas la implantación de pequeñas y


microempresas, en el proceso de transformación de la producción existente en la zona.

El municipio en los siguientes cinco años dentro la programación de operaciones, los


siguientes programas y proyectos, concertados y priorizados por las comunidades. A
continuación se detallan la estructura de sectores de desarrollo que contiene el plan.

CUADRO 1. INVERSIÓN, SECTOR, PROGRAMAS Y PROYECTOS DEDESARROLLO ECONÓMICO

Dimensión Sector Programa Proyectos


Mejoramiento del cultivo de cítricos
Beneficiadora y comercialización de
la producción de café
DESARROLLO ECONÓMICO

Construcción sistemas de microriego


Agrícola por aspersión
Construcción sistema de microriego
Agropecuario

por canales
Ampliación de sistemas de
microriego
Capacitación en manejo del
ganado lechero
Manejo de la producción apícola
Pecuario Capacitación y mejoramiento de
ganado vacuno
Capacitación e implementación en
la crianza de truchas

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 55


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Industrialización del cultivo de


Agroindustria

Industria y
manga

turismo
Industria
Capacitación en corte y confección
manufacturera
Turismo Estudio circuito turístico

Construcción puentes vehiculares

comunicaciones
Mejoramiento de caminos vecinales
Transportes y Ampliaciones de caminos vecinales
Caminero
Apertura de caminos vecinales
Mejoramiento camino troncal
(Miguillas – Circuata)
Construcción de puentes peatonales

Electrificación
Energía eléctrica
Energía

Ampliación electrificación

Otros energía Electrificación con paneles solares

B.2.2. Dimensión desarrollo humano

Existe una relación muy estrecha entre el crecimiento económico y el desarrollo humano. El
desarrollo humano en las poblaciones rurales significa la oportunidad de acceso a los
servicios básicos, legitimidad en el ejercicio de los derechos y deberes de los ciudadanos, y la
participación social en la solución de los problemas comunes.

La situación de calidad de vida de la población en la sección municipal de Cajuata es


critica debido a diversos factores como la distancia, falta integral de prestación de servicios
esenciales, inaccesibilidad cultural, etc. El gobierno central, departamental y local municipal,
deberán promover inversiones publicas dirigidas a desarrollar el sector humano, tan eficaz
como sea posible, administrando racionalmente los recursos muy limitados del municipio,
debiendo lograrse decisiones precisas de inversión de capital en el sector, para aportar al
desarrollo sostenible.

En razón a ello se hace necesario, optimizar la inversión social en forma selectiva permitiendo
la ejecución de proyectos actividades y/u obras demandadas para satisfacer las
necesidades básicas de educación, salud, saneamiento básico, vivienda y gestión social.

Esta dimensión contempla programas y proyectos para mejorar el desarrollo humano, siendo
los siguientes:

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 56


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CUADRO 2. DIMENSIÓN, SECTOR, PROGRAMAS Y PROYECTOS DEDESARROLLO HUMANO

Dimensión Sector Programa Proyectos


Ampliación agua potable

Saneamiento
básico
Mejoramiento agua potable
Agua potable
Construcción agua potable
Construcción sistema de
alcantarillado
Construcción muro perimetral
Construcción aula hexagonal

Construcción aula multigrado

Infraestructura Construcción bateria sanitaria


DESARROLLO HUMANO

Educación y cultura

de educación Estudio construcción complejo


técnico humanístico
agropecuario
Construcción polifuncional

Refacción escuela

Otros Apoyo a la Educación


educación Desayuno escolar

Cultura y Apoyo a la cultura


deportes Fomento al deporte
Planificación y
seguridad

Seguro Universal Materno Infantil


Salud y

social

prevención de
salud Seguro de vejes
Otros salud Apoyo a la Salud
nismo

vivien

Enlosetado plaza
Urba

da

Urbanismo
y

Construcción casa de gobierno

B.2.3. Dimensión físico natural

Reversión del proceso actual de deterioro de los recursos naturales; suelo, cobertura vegetal
y agua, mediante la implementación de procesos y tecnologías adecuadas, constituyen
acciones que deben ser encaradas con prioridad para lograr el uso integral de los mismos en
el ámbito de la preservación de los recursos naturales.

La dimensión físico natural presenta los siguientes programas y proyectos

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 57


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CUADRO 3. DIMENSIÓN, SECTOR, PROGRAMAS Y PROYECTOS DEDESARROLLO FÍSICO NATURAL

Dimensión Sector Programa Proyectos


Recursos

Multisectorial
RR.NN y M.A.
físico natural
naturales y
Desarrollo
Prevención desastres naturales
medio
ambiente
Recursos
Construcción de gaviones
hídricos

B.2.4. Dimensión político institucional

En esta dimensión se debe continuar mejorando las capacidades políticas, técnicas y


administrativas de los actores sociales e institucionales en la gestión pública, para consolidar
los procesos de descentralización y fortalecimiento municipal y comunitario. Instaurar las
organizaciones sociales funcionales e incorporar a la sociedad civil como actores del
proceso de desarrollo.

En este sentido se pretende mejorar la capacidad institucional del municipio tanto a nivel
público como a nivel social funcional, mediante la actualización del aparato administrativo
público y la promoción de la participación de la sociedad en la planificación, gestión y
control social, a través de instituciones informadas y facilitadoras en lo que se refiere a la
inversión pública y privada. Esta situación será clave para la buena ejecución del plan de
desarrollo municipal ya que influirá en la correcta ejecución de las políticas de inversión
pública. Y se dará énfasis a la equidad del ejercicio de los derechos de todos los grupos
sociales.

La dimensión político institucional presenta los siguientes programas, proyectos y actividades:

CUADRO 4. DIMENSIÓN, SECTOR, PROGRAMAS Y PROYECTOS DE DESARROLLO POLÍTICO


INSTITUCIONAL

Dimensión Sector Programa Proyectos

Fondo de Control Social


institucional

institucional
Multisectori
Desarrollo
político

Fortalecimiento Aporte Mancomunidad


al

institucional Aporte AMDEPAZ


Fortalecimiento Municipal

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C. PRESUPUESTO.

C.1. RECURSOS MUNICIPALES.

Los recursos económicos con que cuenta el municipio son de las fuentes; Coparticipación
tributaria, recursos propios, cuenta del dialogo 2000 (HPC II) y de los impuestos directos a los
hidrocarburos (IDH), son asignados fundamentalmente para apalancar las contrapartes en el
cofinanciamiento de proyectos de preinversión e inversión con otras fuentes de
financiamiento externo.

En concordancia con el artículo 57 de la Ley N° 3058, de Hidrocarburos las municipalidades


destinaran estos recursos para los sectores de Salud, Educación, Caminos y Desarrollo
Productivo y todo lo que contribuya a la generación de fuentes de trabajo, de acuerdo a sus
competencias establecidas en la norma vigente.

Cada una de las dimensiones contempla a los sectores y estos a su vez a los programas y
proyectos correspondientes en cada una de las comunidades.

Los cuadros Matrices del PMI que se describen acorde a los formularios presentados en la
Guía, es decir incluye a los formularios. Las matrices mencionadas corresponden a los
siguientes:

I: RESUMEN DEL PMI: LISTADO GENERAL DE PROGRAMAS Y PROYECTOS


II: RESUMEN DEL PMI: COBERTURA TERRITORIAL DE PROGRAMAS Y PROYECTOS
III: DESCRIPCIÓN DE LOS PROGRAMAS DE INVERSIÓN
IV: DESCRIPCIÓN DE LOS PROYECTOS DE INVERSIÓN
V: PROGRAMAS Y PROYECTOS POR FUENTES DE FINANCIAMIENTO: EXTERNAS E INTERNAS Y
POR FUENTES ESPECÍFICAS
VI: PROGRAMAS Y PROYECTOS SEGÚN: INVERSIÓN Y PREINVERSIÓN
VII: PROGRAMAS Y PROYECTOS POR TRANSVERSAL DE GENERO
VIII: A PROGRAMAS Y PROYECTOS DISTRIBUIDOS POR AÑOS (No se encuentra en la GUÍA)

C.1.1. Proyección de ingresos municipales

La tendencia histórica reciente de 4 años de los ingresos por coparticipación tributaria,


recursos propios por concepto de operaciones y recaudación de tributos municipales,
recursos HIPC II e IDH; su tendenc ia futura, su potencial tributario y la capacidad de
recaudación municipal, se puede ver en el siguiente cuadro.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 59


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CUADRO 5. RECURSOS PRESUPUESTADOS Y PROYECTADOS

Coparticipación

Recursos HIPC II

Recursos IDH

presupuesto
Recursos
tributaria

propios

Total
Años

$us.

$us.

$us.

$us.

$us.
Bs.

Bs.

Bs.

Bs.

Bs.
2003 1.228.954 0 471.820 1.700.774

2004 1.526.454 0 428.771 1.955.225

2005 1.503.424 18.902 379.386 111.930 2.013.642


2006 1.755.707 20.000 351.085 486.238 2.613.030

2007 1.937.716 240.114 21.098 2.614 276.420 34.253 522.750 64.777 2.757.984 341.758

2008 2.078.004 257.497 22.196 2.750 247.300 30.644 561.150 69.535 2.908.650 360.428

2009 2.218.292 274.881 23.294 2.886 218.180 27.036 599.550 74.294 3.059.316 379.097

2010 2.358.580 292.265 24.392 3.023 189.060 23.428 637.950 79.052 3.209.982 397.767

2011 2.498.868 309.649 25.490 3.159 159.940 19.819 676.350 83.810 3.360.648 416.437
Fuente.- Participación Popular en base a datos del Ministerio de Hacienda, 2006. Tipo de cambio 8.07 Bs.

Esta tendencia del crecimiento de recursos es acorde a los presupuestos programados de los
4 años (2003, 2004, 2005 y 2006), tomando como datos para la proyección de los recursos se
ha optado por el método de regresión lineal (a excepción de los recursos propios) y se ha
podido evidenciar el porcentaje de incremento (%) de estos cuatro años en cada uno de los
recursos para luego proyectarlo con la misma regresión lineal hasta el año 2011. Esta
situación es estimativa, ya que ello se comportará de acuerdo a la situación financiera del
país, donde influyen varios factores como la ayuda de países amigos, la concesión de
financiamientos y la recaudación tributaria del estado.

Las asignaciones presupuestarias por Coparticipación Tributaria y de recursos Propios tiene su


tendencia ascendente en los últimos años, cuyos montos son importantes dado que
representan una asignación cercana al 73,1% del presupuesto total, en forma general; se
describe el siguiente cuadro referido a las inversiones de cada gestión.

CUADRO 6. PRESUPUESTO GENERALPROGRAMADO

AÑO MONTO PROGRAMADO


2003 1.700.774
2004 1.955.225

2005 2.013.642

2006 2.613.030
Fuente.- Participación Popular en base a datos del Ministerio de Hacienda, 2006.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 60


Estrate g ia

En el cuadro anterior muestra que el presupuesto general programado en los últimos cuatro
años, el cual refleja una tendencia ascendente y hace que el Municipio tenga que buscar su
sostenibilidad, quizá en el futuro con recursos moderados.

CUADRO 7. PROYECCIÓN DELPRESUPUESTO GLOBALDE INVERSIÓN DELMUNICIPIO

PRESUPUESTO DE INVERSIÓN PROYECTADO


AÑOS
Bs. $us.
2007 2.199.176 272.512
2008 2.321.775 287.704
2009 2.444.375 302.896
2010 2.566.974 318.088
2011 2.689.574 333.280

TOTALTECHO PRESUPUESTARIO INVERSIÓN 1.514.482

En el caso del gastote funcionamiento o administración central, se considera los siguientes


aspectos legales que rigen su distribución:

Artículo 2.- (Tipos de Gastos). A efectos de aplicación de la presente Ley entendiéndose por:

Gastos de Funcionamiento. Son gastos destinados a financiar las actividades recurrentes


para la prestación de servicios personales, obligaciones sociales, impuestos, transferencias
corriente, compra de materiales, servicios, enseres e insumos necesarios para el
funcionamiento exclusivo de la administración del Gobierno Municipal. Comprende también
los pasivos generados o el costo financiero por contratación de créditos en gastos de
funcionamiento incurridos.

Articulo 3.- (Limite al Gasto de funcionamiento)

I. Se establece como porcentaje máximo para el gasto de funcionamiento el 25 % que para


fines de calculo se aplica sobre el total de ingresos de las siguientes fuentes: recursos de
Coparticipación Tributaria, Ingresos Municipales Propios y Recursos de la Cuenta Especial
Dialogo 2000. Para Financiar los Gastos de Funcionamiento solo se pueden utilizar los Ingresos
Municipales Propios y los recursos de Coparticipación Tributaria.

II. Los recursos del alivio de la deuda (HIPC II) y los del Fondo Nacional de Inversión
Productiva y Social (FPS) se regulan por lo determinado en la Ley Nº 2235 del 31 de Julio de

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 61


Estrate g ia

2001, de Dialogo Nacional, por lo tanto no pueden destinarse a gastos de funcionamiento


solo se pueden utilizar los Ingresos Municipales Propios y recursos de la Coparticipación
Tributaria.

CUADRO 8. PRESUPUESTO DE GASTOS MUNICIPALDE FUNCIONAMIENTO PROYECTADO

Presupuesto de funcionamiento proyectado


Años
Bs. $us
2007 558.809 69.245
2008 586.875 72.723
2009 614.942 76.201
2010 643.008 79.679
2011 671.075 83.157
Fuente: Elaboración Propia, 2006.

C.2. PRESUPUESTO POR PROGRAMAS Y PROYECTOS


MATRICES DEPROGRAMA MULTIANUALDEINVERSION (PMI).

Previamente a la asignación presupuestaria se hace un análisis de la tendencia de la


inversión mediante regresión lineal para los cuatro últimos periodos, obteniéndose un
crecimiento anual, utilizando esa tendencia se realiza la asignación para cada año, ésta
para el caso del municipio de Cajuata tiende a aumentar año tras año, de esa manera se
calcula UN TECHO PRESUPUESTARIO EN EL RUBRO INVERSIÓN de Bs. 12.221.873 ($us. 1.514.482).
Su distribución en los cinco años se puede apreciar en los cuadros l al VIII de PMI.

D. ESTRATEGIA DEEJECUCIÓN.

El Plan Desarrollo Municipal de Cajuata, que es el resultado de un proceso participativo y de


concertación entre los actores involucrados (autoridades municipales, instituciones públicas,
privadas y la sociedad civil organizada), para su ejecución requiere contar con una
estructura institucional y la realización de algunas acciones que garanticen el cumplimiento
de los objetivos, estrategias, programas y proyectos definidos.

D.1. Marco Institucional

La norma de Planificación Participativa Municipal involucra a actores sociales e


institucionales públicos y privados que ejercen diversos roles y funciones en la jurisdicción del
Municipio de Cajuata. En ese marco, en la ejecución, seguimiento y evaluación de los
proyectos contemplados y priorizados en el PDM y el POA pueden sufrir algunos cambios de
acuerdo a las necesidades que se presenten durante el proceso.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 62


Estrate g ia

Los actores sociales principales en este proceso son: el Comité de Vigilancia (CV), las
Asociaciones Comunitarias (AC), las Organizaciones Territoriales de Base (OTB’s) o Sindicatos
Comunales Agrarios y otras organizaciones de la sociedad civil. Son actores institucionales: el
Gobierno Municipal, la Prefectura, Sub Prefectura y otras instituciones publicas, que
participan en todo el proceso de implementación del PDM.

Roles y funciones de los actores institucionales:

• Prefecto del Departamento

La participación de la máxima autoridad Ejecutiva a nivel Departamental, en el marco del


proceso de Planificación Participativa Municipal a través del Servicio Departamental de
Fortalecimiento Municipal y Comunitario, es el de impulsar, apoyar y cofinanciar proyectos
concurrentes y compatibles con el Plan General de Desarrollo Económico y Social (PGDES).

• Sub Prefecto

El Sub Prefecto, debe establecer una relación directa entre el accionar del Gobierno
Departamental y Municipal, para realizar acciones de competencia Prefectural en beneficio
del desarrollo de su Provincia.

• Consejo Departamental

Es el órgano colegiado de consulta y decisión departamental, que facilita la concentración


de los objetivos y prioridades del desarrollo municipal, con los objetivos del desarrollo
departamental y asume las siguientes funciones:

F Participar activamente a lo largo del proceso de la formulación y ejecución de los


PDMs de su respectivo Municipio y Provincia.

F Representar y canalizar las actividades identificadas en el PDM ante el consejo


Departamental, velando por que los proyectos que se incluyan en el Plan de
Desarrollo Departamental tengan relación con el PDM.

F Efectuar seguimiento al cumplimiento de las acciones emanadas del proceso de


compatibilización y articulación entre el proceso de Planificación Municipal y el
Departamental.

F Promover la coordinación de acciones conjuntas de desarrollo entre los municipios.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 63


Estrate g ia

• Alcalde Municipal

Es la máxima autoridad ejecutiva del Gobierno Municipal que coordina y operativiza las
acciones de la Planificación Participativa Municipal; para efectuar sus tareas contará con
una Unidad Técnica de Planificación Municipal o con el apoyo de las Unidades de
Fortalecimiento Municipal publico o privado. Sus funciones son:

√ Dirigir la elaboración, ejecución, ajuste y control del Plan de Desarrollo Municipal bajo
los lineamientos de la Planificación Participativa Municipal (PPM).

√ Establecer conjuntamente con el Consejo Municipal el marco institucional para la


ejecución, seguimiento y evaluación del PDM, fomentando la acción concertada de
los actores.

√ Asegurar la compatibilidad técnica del PDM con el Plan General de Desarrollo


Económico social (PGDES), el Plan de Desarrollo Departamental (PDD) y con aquellos
PDMs elaborados por municipios vecinos o POA’s mancomunados.

√ Remitir copias del PDM y de los Planes Operativos Anuales (POAs) a las instancias
correspondientes APRA su difusión y conocimiento de la información producida
durante el proceso de la Planificación Participativa.

√ Reportar información periódica y permanente al Concejo Municipal sobre la


ejecución de los diferentes planes, programas y proyectos.

√ Promover y efectivizar la participación social en el proceso de Planificación


Participativa Municipal.

• Concejo Municipal.

Es la máxima autoridad del Gobierno Municipal, constituye el órgano representativo,


normativo y fiscalizador de la gestión municipal, emitiendo normas aprobando, rechazando
o en su caso asumiendo los resultados del proceso del PDM.

Desarrolla los siguientes roles y funciones:

√ Aprobar el PDM, velan do su concordancia con los lineamiento del PGDES, del Plan
de Desarrollo Departamental y con las normas del sistema de Planificación Nacional
(SISPLAN).

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 64


Estrate g ia

√ Velar que la elaboración del PDM tenga un carácter participativo y conjuntamente


con el Gobierno Municipal establecer el marco institucional para la elaboración,
ejecución, seguimiento y evaluación del Plan .

√ Aprobar las Estrategias Distritales de Desarrollo y los elementos que componen el PDM.
√ Controlar la ejecución de programas y proyectos incluidos en el PDM.

√ Aprobar el POA del municipio garantizando su concordancia con el Plan Desarrollo


Municipal.

√ Evaluar el cumplimiento de los objetivos de PDM y aprobar su reformulación.

√ Apoyar, regular e incentivar la permanente coordinación del gobierno Municipal con


la representación del poder ejecutivo a nivel Departamental.

√ Aprobar la participación del Gobierno Municipal en mancomunidades y


asociaciones para la articulación de acciones de planificación intermunicipal.

• Agentes Cantonales.

Los agentes cantonales actuarán en su Cantón bajo supervisión y control del Gobierno
Municipal, sus atribuciones son las siguientes.

√ Ejercer funciones delegadas por el Concejo Municipal a nivel de Cantón y coordinar


con el Subalcalde u otras autoridades que actúen en Cantón.

√ Participar en la elaboración del PDM y POAs, incorporando los programas y proyectos


inherentes a su cantón.

√ Canalizar las demandas de las OTBs, conforme a sus derechos y obligaciones que les
confiere la ley.

• Instituciones Públicas sectoriales (Educación y Salud)

Las instituciones de los sectores de salud y educación con presencia en el municipio,


asumirán los siguientes roles y funciones:

- Participar en el proceso de planificación del desarrollo municipal,


promoviendo, proporcionando información y profundizando el análisis de la
problemática sectorial y la inserción de las políticas, programas, proyectos y
acciones sectoriales, nacionales y departamentales.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 65


Estrate g ia

- Solicitar demandas sectoriales para su inclusión y ejecución en el PDM y POA


municipal.

• Instituciones privadas de desarrollo social

Las instituciones privadas de desarrollo social como las ONGs y otras instituciones privadas de
carácter social, coadyuvan de manera concertada con el Gobierno Municipal en la
implementación del proceso, apoyando técnica y económicamente en la formulación y
ejecución del PDM y POA municipal.

• Comité de vigilancia

El comité de Vigilancia como ente de representación de las OTB’s, cumple las funciones de
articulación y de control social de la gestión municipal, velando por la inserción y de las
demandas priorizadas en el PDM y su inserción en el POA Municipal para su ejecución.

Sus roles y funciones principales son:

Velar por que las prioridades identificadas y definidas por las juntas vecinales,
comunidades campesinas, indígenas y asociaciones comunitarias estén insertos en el
PDM aprobado, mediante ordenanza municipal.

Realizar el seguimiento y control a la ejecución del PDM y el POA, velando su


adecuado cumplimiento.

Promover, apoyar, controlar y efectuar el seguimiento del proceso de planificación,


asegurando la participación efectiva de las organizaciones territoriales de base en
cada uno de los talleres.

Pedir al alcalde Municipal el ajuste al PDM, y por ende a los programas y proyectos
en ejecución, así como las medidas correctivas necesarias para mejorar la eficacia y
eficiencia institucional.

Controlar que los recursos municipales sean invertidos correctamente en el POA de


manera equitativa.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 66


Estrate g ia

• Asociaciones Comunitarias

Las asociaciones comunitarias son instancias de agrupación, representativas de las


Organizaciones Territoriales de Base como son los ayllus en el Municipio de Cajuata, que
coadyuvan en la concertación de los intereses regionales de carácter originario.

• Organizaciones Territoriales de base.

Los sujetos de la Participación popular, como son las Organizaciones Territoriales de Base
traducidas en comunidades campesinas, indígenas y juntas vecinales, son los actores y
protagonistas principales del proceso de Planificación Participativa y gestión del desarrollo
municipal sostenible en su jurisdicción, siendo sus principales funciones establecidas en la Ley
1551 las siguientes:

Identificar, priorizar y solicitar demandas comunales (proyectos y/o servicios), que son
la base para la elaboración del PDM.

Apoyar en la ejecución de los proyectos que se realicen en su comunidad.

Controlar la ejecución de los programas, proyectos o actividades emergentes del


PDM.

Proponer y sugerir ajustes al PDM para optimizar el uso de los recursos y la


efectivización de sus demandas.

• Organizaciones Sindicales.

Las Organizaciones sindicales como ser el Central Agraria, Subcentrales y Secretarios


Generales participan en el proceso de planificación participativa municipal, coadyuvando a
las acciones y funciones de las Organizaciones Territoriales de Base (OTB’s).

D.2. Acciones estratégicas para la ejecución del PDM

Identificadas, ordenadas las dimensiones de desarrollo, enunciamos las acciones que se


efectuaran en la propuesta de ejecución del plan de desarrollo municipal, sin salirse del
marco emitido por la participación plena de los actores sociales con respecto a paliar el sin
fin de problemas que les atingen, haciendo uso de las ventajas naturales y sociales que
poseen, orientadas hacia una visión estratégica de desarrollo en función del tiempo y el
espacio territorial, se tiene las siguientes acciones:

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 67


Estrate g ia

D.2.1. Estrategia de ejecución en la dimensión desarrollo económico

La orientación estratégica del desarrollo económico en la sección municipal se basa


fundamentalmente en los sectores agropecuario, industria y turismo, transportes y
comunicaciones y energía. Cada uno de estos sectores con programas y proyectos
específicos, sean estos de preinversión e inversión, los cuales deberán ser apalancados por
entidades financieras no rembolsables y rembolsables, tomándose en cuenta la contraparte
municipal y local

D.2.2. Estrategia de ejecución en la dimensión desarrollo humano

La estrategia de ejecución de esta dimensión se basa fundamental mente en la mejora de


los servicios de educación, salud, urbanismo vivienda y saneamiento básico, de los cuales se
despliega los programas y proyectos, entonces se hace necesario coordinar con las
instituciones del sector para el tema de concientización y capacitación, para la
construcción de infraestructura social la coordinación será con instituciones financieras.

D.2.3. Estrategia de ejecución en al dimensión físico natural

Se promoverá acciones que viabilicen el desarrollo sostenible y cuidado del medio


ambiente, con mayor énfasis en lo que se refiere a la capacitación y asistencia técnica en el
manejo de los recursos naturales y recursos hídricos, asimismo se deberá buscar la
colaboración de entidades financieras principalmente para la construcción de
infraestructura de apoyo a los recursos naturales. Será también necesario la coordinación
con la prefectura del departamento y defensa civil respecto a la conservación de recursos
naturales y la previsión de desastres naturales respectivamente.

D.2.4. Estrategia de ejecución en la dimensión Polític o institucional

La estrategia de ejecución de esta dimensión será potenciar y optimizar la institución pública,


con personal capacitado, eficiente y transparente. Incrementar la participación de la
sociedad civil en los procesos de planificación para que pueda ser partícipe, fiscalizadora y
de control de los procesos de desarrollo

Capacitación técnica de los funcionarios municipales, principalmente en los ámbitos manejo


administrativo institucional y administración técnica de proyectos, con el apoyo de
instituciones especializadas publicas y privadas del nivel nacional y departamental
especialmente

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 68


Estrate g ia

Por otra parte fomentar la participación de las organizaciones comunales, vecinales,


sociales, culturales, productivas y de otra índole; promover y recuperar los valores propios de
las organizaciones sociales tradicionales como la solidaridad.

D.4. ESTRATEGIA DE FINANCIAMIENTO

En la estrategia de financiamiento están definidas las inversiones para el próximo quinquenio


(2007 –2011) y están regidas por las Normas Básicas del Sistema Nacional de Inversión Pública
(SNIP) y de su reglamento de cofinanciamiento.

Los recursos económicos asignados al municipio mediante las Leyes de Participación Popular
(LPP N° 1551 del 20 de abril de 1994), del Diálogo Nacional (LDN N° 2235 del 31 de julio de
2001), la Política Nacional de Compensación – PNC (DS N° 25984, de noviembre de 2000) y
de Impuestos Directos A los Hidrocarburos LIDH N° 3058, así como las disposiciones conexas
que constituyen el marco normativo gubernamental, que orientan las acciones
institucionales, prioridades, estratégicas y asignaciones de recursos financieros tendientes a
reducir de la pobreza y el impulso al crecimiento económico sostenible a nivel municipal.

El presente Plan de Desarrollo Municipal refleja explícitamente estas líneas de prioridad en la


visión compartida, Estrategia de Desarrollo, Demanda Priorizada y Programa Multianual de
Inversión, permitiendo que los actores públicos y privados del Municipio de Cajuata definan,
autónoma y concertadamente las asignaciones sectoriales y territoriales especificas en cada
distrito municipal.

Adicionalmente de los recursos municipales con que cuenta el municipio por transferencias
del Tesoro General de la Nación (TGN), el gobierno municipal de Cajuata de acuerdo a la
naturaleza de los proyectos, realizará gestiones ante las diferentes instituciones financieras
como son: el Fondo Productivo y Social (FPS) que es un cofinanciamiento no reembolsable
en función a la categoría municipal (Cajuata: Grupo V) y al tipo de proyecto (sector
productivo, social, fortalecimiento institucional municipal y otros con un porcentaje de 90, 85,
80, 90 % respectivamente), el Fondo Nacional de Desarrollo Regional (FNDR) vía crédito (85 %
de contraparte para el Municipio de Cajuata), la Prefectura, FONADAL, SEMTA, PRONAR y
otros que aprueban y financian proyectos inscritos en la lista de demandas municipales,
cantonales y comunales descritas en el PDM.

Para su ejecución cada proyecto deberá contar con una carpeta a diseño final elaborada
de acuerdo a los términos de referencia de la institución financiera correspondiente. Una vez
que los financiadores aprueben los proyectos del municipio, se suscriben los respectivos
convenios o contratos para definir cronogramas de actividades y desembolsos que darán
lugar a la inscripción de los proyectos en el presupuesto municipal.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 69


Estrate g ia

El gobierno municipal de acuerdo a programas y proyectos tiene la responsabilidad de


identificar las fuentes de financiamiento para que estos sean aprobadas por las mismas, para
lo cual deberán suscribir los respectivos convenios y contratos institucionales, para definir
cronogramas de actividades y desembolsos lo que asegura la ejecución de los proyectos

Con relación a las instituciones que están comprometidas con el desarrollo nacional y
regional podemos enunciar lo siguiente:

a) Fondo de Inversión Productiva y Social (FPS)

- Educación

Financia programas educativos de núcleo a nivel urbano y rural. Preinversión e


Inversión

- Infraestructura: Refacción, ampliación o construcción nueva en ; escuelas


multigrado, escuelas centrales escuelas periurbanas y centros de recursos
pedagógicos
- Equipamiento: Dotación de mobiliario y equipo para aulas, bibliotecas y
administración. Material didáctico. Equipo y materiales para la implementación
de procesos pedagógicos
- Capacitación: Programas dirigidos a directores y maestros. Procesos
pedagógicos

- Salud

Financia preinversión e inversión

- Infraestructura: Refacción, ampliación o construcción nueva en centros de


salud, hospitales distritales, de segundo nivel, de tercer nivel, laboratorios,
almacenes, centros infantiles nutricionales, establecimientos para vacunaciones
y lucha contra enfermedades endémicas. Todos de competencia municipal.

- Equipamiento: Dotación de mobiliario equipo y suministros para


establecimientos de salud.

- Capacitación: en programas de información, educación y comunicación para


la promoción de establecimientos de salud, sobre costos vinculados a acciones
de redes municipales en relación al escudo epidemiológico, procesos de
organización social de instancias de apoyo y gestión para la prestación de
servicios y apoyo a la conformación de comités de gestión, procesos de

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 70


Estrate g ia

implementación de modalidades de atención que combinen la medicina


moderna con la tradicional – originaria, y fortalecimiento del sistema de
vigilancia epidemiológica.

- Saneamiento básico

Financia Preinversión e inversión de proyectos de agua potable, saneamiento básico


y manejo de residuos sólidos.

- Infraestructura: Refacción ampliación o construcción nuevas en; sistemas con


conexiones domiciliarias, sistemas de llaves públicas, pozos comunales, pozos
familiares, manantiales naturales, sistemas de alcantarillado sanitario, sistemas
de tratamiento, fosas sépticas, letrinas familiares.

- Equipamiento: Dotación de equipo de bombeo y tratamiento de agua


(residuales), dotación de equipo de limpieza y barrido, dotación de equipo de
recolección de basura, y dotación de equipo para relleno sanitario y
tratamiento.

- Capacitación: Programas de fortalecimiento dirigidos a los gobiernos


municipales, entidades operadoras y grupos comunitarios encargados de la
operación y mantenimiento, programas de desarrollo comunitario y educación
sanitaria.

- Caminos y puentes vehiculares

Preinversión e inversión

- Infraestructura: Refacción ampliación o construcción nueva de; puentes,


accesos, alcantarillas, badenes, cunetas, obras de protección, y mejoramiento
de plataforma.

- Equipo: señalización vertical y horizontal.

- Capacitación: programas de capacitación sobre operación y mantenimiento


de caminos.

- Puentes y pasos peatonales e infraestructura fluvial.

- Infraestructura: Refacción ampliación o construcción nueva de; pasos


peatonales, puentes peatonales, muelles, embarcaderos y puertos.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 71


Estrate g ia

- Riego

- Infraestructura: Refacción ampliación o construcción nueva de; presas, obras


de toma superficial y en galerías filtrantes, atajados, tanques de sedimentación,
canales principales y secundarios, obras de paso, muros de contención.

- Equipos: compuertas y válvulas.

- Capacitación: Programas de fortalecimiento y asistencia técnica, desarrollo


comunitario, operación y mantenimiento.

- Apoyo a la producción, transformación y comercialización.

- Infraestructura: Refacción ampliación o construcción nueva de; invernaderos,


viveros, secadores solares, beneficiadoras, centros de acopio,, silos, mercados
campesinos, baños antiparasitarios, abrevaderos, ahijaderos, vigiñas, potreros,
apriscos, establos, salas de esquila, mataderos, playas de faeneo, estanques,
jaulas flotantes, piscinas de incubación, salas de elaboración de alimentos.

- Equipamiento: básico para la producción, herramientas, insumos solo para fines


demostrativos.

- Capacitación: programas de fortalecimiento y asistencia técnica para


comercialización operación y mantenimiento

- Energía rural:

- Infraestructura: construcción en interconexión nacional y aislados, obras en


microcentrales hidroeléctricas, salas de maquinas para generación, sistemas de
subtransmisión, subestaciones, cercos de protección, sistemas de distribución,
acometidas.

- Equipamiento: grupos electrógenos a gas y diesel, turbinas hidroeléctricas,


paneles fotovoltaicos, generadores eólicos – fotovoltaicos – hidráulico – diesel,
transformadores, medidores, luminarias.

- Capacitación: programas de fortalecimiento, desarrollo comunitario y


educación.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 72


Estrate g ia

- Fortalecimiento institucional municipal:

Catastro, fiscalización y control de impuestos y otros ingresos, sistemas de


administración financiera, reorganización administrativa, terciarización de
servicios, operación y mantenimiento, gestión ambiental
Aspectos de genero generacionales, aspectos de etnias

b) Fondo Nacional de Desarrollo Regional (FNDR)

El financiamiento del FNDR es rembolsable, acorde a sus normas los proyectos que financia
son los siguientes

- Puentes vehiculares peatonales

- Obras de riego

- Plazas parques urbanos y mataderos

- Canalización embovedados y drenaje

- Agua potable y alcantarillados

- Aseo urbano

- Edificaciones municipales públicos incluyendo salud y educación

- Fortalecimiento institucional

c) FONADAL

El Fondo Nacional de Desarrollo Alternativo coofinancia proyectos productivos, sociales, de


recursos naturales y de fortalecimiento institucional para inversión.

d) SEMTA

La Organización No Gubernamental SEMTA apoya con financiamiento económico para el


área de salud, educación, servicios básicos (principalmente sistemas de agua potable),
infraestructura productiva y forestación.

e) PRONAR (BID-PRONAR)

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 73


Estrate g ia

El Programa Nacional de Riegos financia sistemas de riego (presas, obras de toma, diques) a
nivel nacional de infraestructura de gran envergadura.

f) Prefectura del departamento

La participación de la prefectura es muy importante dentro el desarrollo departamental y


además tomando en cuenta la competencia que le asigna la ley de descentralización
especialmente en la determinación y asignación de proyectos presentados en el plan de
desarrollo departamental PDD’s, los cuales son proyectos de desarrollo intermunicipal: como
ser infraestructura vial caminera, electrificación, saneamiento básico y apoyo a la
producción.

D.5. SEGUIMIENTO Y EVALUACIÓN.

El seguimiento al Plan de Desarrollo Municipal es fundamental, no solo en lo que se refiere a


la supervisión y verificación del cumplimiento de las metas, objetivos y la administración de
los recursos, si no en la solución de los problemas, debiendo primar el concepto de
“Acompañamiento”, que implica un compromiso y una responsabilidad de la buena
ejecución de los programas y proyectos del PDM de Cajuata.

La evaluación del PDM en su etapa de ejecución, según la Resolución Suprema N° 216779 de


26 de julio de 1996, que aprueba la Norma Básica del Sistema Nacional de Planificación,
establece:

Art. 59: “En el nivel Municipal el seguimiento y el control social de la ejecución de proyectos
debe efectuarse a través de los comités de vigilancia y las comunidades campesinas, las
comunidades, pueblos indígenas y las juntas vecinales. La adaptación continua de los Planes
de Desarrollo debe realizarse mediante las evaluaciones ex - post efectuadas por las
representaciones de los Ministerios de desarrollo, la unidad técnica de planificación
Departamental y los Municipios en términos de los impactos logrados en la ejecución de los
programas. Esta evaluación tendrá un horizonte anual.”

Art. 60. “Los resultados de las evaluaciones de las instancias Nacional, Departamental y
Municipal deben servir, a su vez para el ajuste periódico del Plan General de Desarrollo
Económico y Social de la República y de los Planes de Desarrollo Nacionales,
Departamentales y Municipales”.

Las fases que se deben considerar en la evaluación del PDM son:

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 74


Estrate g ia

FASE 1. ORGANIZACIÓN DELPROCESO DEEVALUACIÓN.

1. El concejo municipal emite la Ordenanza Municipal instruyendo la realización de la


evaluación del PDM en el municipio.

2. El Concejo, el Ejecutivo Municipal y el Comité de Vigilancia la conformación del


EQUIPO DE EVALUACION. El personal técnico de la Alcaldía deberá ser parte del
EQUIPO DE EVALUACION.

3. EL EQUIPO DE EVALUACION es responsable de emitir el informe final de evaluación del


PDM, para lo cual organizara el proceso en función a las capacidades y posibilidades
técnicas del municipio.

4. Para iniciar el proceso evaluación se debe contar con el PDM vigente, los POA’s
ejecutados y otros documentos de respaldo NECESARIOS. En municipio donde no
exista esta documentación, se instruirá mediante ordenanza municipal la búsqueda y
recuperación de la misma.

FASE II. EVALUACION PARTICIPATIVA DELPDM – USO DE LA GUIA DEEVALUACION.

1. EL EQUIPO DE EVALUACION DEL PDM OBTIENE UNA GUIA.

2. Con base en el cuestionario que presenta la guía se procederá a elaborar las


respuestas correspondientes.

FASE III. TOMA DE DESICIONES.

1. El Gobierno Municipal aprueba el Informe de Evaluación.

2. La población urbana – rural del municipio es informada del proceso y de los


resultados obtenidos.

3. En base a las conclusiones del proceso de evaluación. Se decide de manera


colectiva la formulación de un nuevo PDM o la realización de ajustes al anterior (o en
actual vigencia).

4. Se remite una copia del informe final de evaluación al Servicio Departamental de


Fortalecimiento Municipal y un ejemplar a la Dirección o Unidad de Planificación de
la Prefectura correspondiente.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 75


Estrate g ia

Por otra parte, la presente matriz del Cuadro 9, puede ser utilizada tanto a nivel de las
organizaciones sociales como del Gobierno Municipal, para contar con información
referencial del avance físico y financiero, o la no ejecución de un determinado proyecto
identificando los logros o problemas para cada uno de ellos.

Cuadro 9. MATRIZ DE EVALUACIÓN Y SEGUIMIENTO

El proyecto Grado de a vance


Nombre de Proyecto no Proyecto en vías Proyecto
corresponde al
proyecto ejecutado de ejecución terminado Físico % Financiero bs.
pdm
(1) (3) (4) (5) (6) (7)
(2)

Donde:

1) Descripción del nombre del proyecto programado en el Plan de Desarrollo Municipal o


Programa de Operaciones Anual.
2) Se señala si el proyecto programado esta inscrito en el PDM.
3) Se señala los motivos y dificultades para la no ejecución del proyecto.
4) Se señala los logros y problemas por cada proyecto.
5) Se señala los logros y problemas por cada proyecto
6) Se cuantifica el grado de avance físico en porcentaje.
7) Se cuantifica el grado de avance financiero en porcentaje.

Por otra parte las organizaciones sociales y principalmente el comité de Vigilancia, deberá
analizar el informe del Gobierno Municipal, que será llevado a las bases para su
correspondiente análisis y evaluación. Sobre este informe este comité deberá pronunciarse
en forma favorable u observando la misma. Este procedimiento en caso de no ser cumplido
establece mecanismos por el que el comité de Vigilancia puede solicitar a las instancias
correspondientes el congelamiento de los recursos del municipio.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 76


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI


I.

LISTADO GENERAL
DE PROGRAMAS Y PROYECTOS

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 40


Estrate g ia

I. RESUMEN DELPMI: LISTADO GENERALDEPROGRAMAS Y PROYECTOS

Municipio: Cajuata Periodo del PDM: Gestión 2007 – 2011

I. DIMENSIÓN DE DESARROLLO ECONÓMICO

1. 1. PROGRAMA AGROPECUARIO
MONTO
1.1.1. SUB PROGRAMA PECUARIO COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Estudio capacitación en manejo del ganado Espigapampa – Loma Linda 2.000
lechero
Estudio manejo de la producción apícola Espigapampa 2.500
Estudio capacitación y mejoramiento de ganado Suticollo Ullumani – Villa Khora – 2.500
vacuno Playa Verde
Capacitación y mejoramiento de ganado vacuno Suticollo Ullumani – Villa Khora – 12.000
Playa Verde
Capacitación e implementación en la crianza de Villa Angélica, Puente Alegre 18.000
truchas

1.1. PROGRAMA AGROPECUARIO


MONTO
1.1.2. SUB PROGRAMA AGRÍCOLA COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Estudio sistema de microriego por aspersión Alfagiani, Suri, Huaritolo, Rica 14.000
Rica, La Apacheta, Cañamina,
Villa San José
Construcción sistema de microriego por aspersión Moxacoca 28.000
Estudio construcción sistema de microriego por Huaritolo, Rica Rica 4.000
aspersión
Construcción sistema de microriego por aspersión Huaritolo 12.000
Construcción sistema de microriego por aspersión Rica Rica 35.000
Construcción sistema de microriego por aspersión La Apacheta 32.000
Estudio construcción sistema de microriego por Villa San José, Villa Khora, San 6.000
aspersión José
Construcción sistema de microriego por aspersión Cañamina 21.000
Construcción sistema de microriego por aspersión Villa Khora 65.000
Construcción sistema de microriego por aspersión San José 21.000
Estudio sistema de microriego Turculi 2.000
Construcción sistema de microriego Turculi 35.000
Ampliación microriego Lomalinda 14.000
Construcción sistema de riego Kollpa Circuata 120.000
Ampliación microriego Los Andes 22.000
Construcción sistema de microriego por aspersión Playa Verde 17.174
Construcción sistema de microriego Limonvado 11.000
Construcción sistema de microriego (V. Florida, V. Miguillas 90.000
Vista, N. Amanecer)
Construcción sistema de microriego Fase II0 Villa Barrientos 25.000
Construcción sistema de microriego por aspersión Agua Rica 21.000
Ampliación microriego Espigapampa 16.000
Estudio mejoramiento del cultivo de cítricos Agua Rica, Coricamaña, Los 3.300
Andes, Polea, Villa Khora,
Pichincha Chico, Pichincha
Grande
Mejoramiento del cultivo de cítricos Agua Rica, Coricamaña, Los 27.000

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 41


Estrate g ia

Andes, Polea, Villa Khora,


Pichincha Chico, Pichincha
Grande
Estudio beneficiadora y comercialización de la Circuata 2.500
producción de café
Beneficiadora de la producción de café Circuata 50.000
Estudio industrialización del cultivo de manga Lujmani, Miguillas 2.500
Industrialización del cultivo de manga Miguillas 95.000

1.3. PROGRAMA ARTESANAL, MICRO EMPRESARIALY TURISMO


MONTO
1.3.1. SUB PROGRAMA MICROEMPRESARIAL COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Capacitación en corte y confección Polea 3.000
MONTO
1.3.2. SUB PROGRAMA TURISMO COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Estudio circuito turístico Municipio 5.500

1.4. PROGRAMA TRANSPORTE


MONTO
1.4.1. SUB PROGRAMA CAMINOS COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Construcción puente vehicular Fase (Continuidad) Chajna 36.000
Mejoramiento camino vecinal Chajna 23.000
Construcción puente vehicular (Azati) Parpada 28.800
Mejoramiento de camino vecinal Moxacoca 32.000
Ampliación camino vecinal Checa 24.000
Estudio camino vecinal Tojra 1.200
Apertura camino vecinal Tojra 24.000
Mejoramiento camino vecinal Siquimirani 80.000
Apertura camino vecinal (San José – C. santiago) San José 20.000
Estudio camino vecinal (Polea – Cañamina) Polea, Cañamina 1.200
Apertura camino vecinal (Polea – Cañamina) Polea, Cañamina 24.000
Apertura camino vecinal (Villa Khora - Lluyllica) Villa Khora 56.000
Mejoramiento camino troncal (Miguillas – Circuata) Lujmani 100.000
Construcción puente peatonal Los Andes 8.000
Estudio puente peatonal Playa Verde 2.000
Construcción puente peatonal Playa Verde 40.000
Apertura camino vecinal (Villa Angélica – Altura) Villa Angélica 24.000
Mejoramiento camino vecinal Cuñurani 60.000
Mejoramiento camino vecinal Villa Barrientos 40.000
Mantenimiento camino vecinal Poqueleuque- Poqueleuque 10.000
Cajuata-Agua Rica
Estudio apertura camino vecinal (Viscachala - Coricamaña 4.500
Coricamaña)
Estudio apertura camino vecinal Limonvado 4.500
Mejoramiento camino vecinal (Sujura – Abra) La Apacheta 35.000
Mejoramiento camino vecinal (Miguillas – Villa Miguillas 48.000
Florida – Las Claras)
Estudio apertura camino vecinal Loma Linda 3.000
Estudio apertura camino vecinal (Turculi – Roca Turculi 4.065
Blanca)
Estudio apertura camino vecinal Playa Verde 3.000
Ampliación camino vecinal Rica Rica 18.900
Apertura camino vecinal Limonvado 31.200

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 42


Estrate g ia

1.5. PROGRAMA ENERGÍA


MONTO
1.5.1. SUB PROGRAMA ENERGÍA ELÉCTRICA COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Electrificación Alfagiani 4.000
Electrificación Chajna 15.000
Electrificación Parpata 40.000
Electrificación Moxacoca 40.000
Electrificación Checa 35.000
Electrificación (Continuidad) Rica Rica 10.000
Ampliación electrificación Tojra 10.000
Estudio electrificación Poqueleuque 2.000
Electrificación Poqueleuque 8.125
Electrificación (Continuidad) Coricamaña 25.000
Electrificación (Continuidad) La Apacheta 25.000
Electrificación (Continuidad) Siquimirani 10.000
Electrificación (Continuidad) Turculi 18.212
Electrificación (Continuidad) Puente Alegre 15.000
Electrificación (Continuidad) Espigapampa 30.000
Electrificación Loma Linda 25.000
Electrificación (Continuidad) Sujura 10.000
Electrificación (Continuidad) Viscachala 25.000
Electrificación (Continuidad) San José 14.000

1.5. PROGRAMA ENERGÍA


MONTO
1.5.2. SUB PROGRAMA OTRA ENERGÍA COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Electrificación con paneles solares Suticollo – Ullumani 8.000

II. DIMENSIÓN DESARROLLO HUMANO

2.1. PROGRAMA DESANEAMIENTO BÁSICO


MONTO
2.1.1. SUB PROGRAMA AGUA POTABLE COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Ampliación agua potable Alfagiani 15.000
Mejoramiento agua potable Parpata 5.000
Ampliación agua potable Huaritolo 4.500
Mejoramiento agua potable Checa 11.500
Estudio construcción agua potable Coricamaña 1.850
Construcción agua potable Coricamaña 44.000
Estudio construcción agua potable La Apacheta 1.800
Construcción agua potable La Apacheta 35.000
Mejoramiento agua potable Loma Linda 4.617
Ampliación agua potable Viscachala 10.000
Estudio construcción agua potable Suticollo – Ullumani 1.300
Construcción agua potable Suticollo – Ullumani 25.000
Ampliación agua potable Limonvado 4.000
Construcción sistema de alcantarillado Suri 52.300
Construcción sistema de alcantarillado Circuata 39.550
(Continuidad)

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 43


Estrate g ia

Estudio construcción sistema de alcantarillado Miguillas 2.500

2.2. PROGRAMA EDUCACIÓN Y CULTURA


2.2.1. SUB PROGRAMA INFRAESTRUCTURA DE MONTO
COMUNIDAD BENEFICIADA
EDUCACIÓN ($us)
Construcción muro perimetral Huaritolo 16.250
Construcción muro perimetral Rica Rica 13.000
Construcción aula hexagonal Turculi 6.875
Construcción aula multigrado Sujura 13.750
Construcción batería sanitaria Viscachala 4.200
Estudio construcción complejo técnico humanístico Circuata 4.500
agropecuario
Estudio polifuncional Agua Rica 850
Construcción muro perimetral Agua Rica 7.500
Construcción de aula Polea 8.125
Construcción de aula Puente Alegre 8.125
Refacción escuela Linonvado 4.500
Construcción viviendas para maestros Siquimirani 15.000
Construcción batería sanitaria Alfagiani 4.200
Construcción aula multigrado Parpata 8.125
Construcción aula hexagonal Suri 6.875
Construcción vivienda para maestros Suri 7.500
Construcción polifuncional Turculi 17.000
Construcción polifuncional Alfagiani 17.000
Construcción complejo técnico humanístico Circuata 45.000
agropecuario Fase I
Apoyo a la educación Municipio 67.037
Apoyo a la cultura Municipio 18.093
Defensoría de la niñez y la adolescencia Municipio 5.180
Fomento al deporte Municipio 41.231

2.3. PROGRAMA SALUD Y SEGURIDAD SOCIALY CULTURA


2.3.1. SUB PROGRAMA DEPLANIFICACION Y MONTO
COMUNIDAD BENEFICIADA
PREVENCION DE SALUD ($us)
Apoyo a la salud Municipio 39.969
Seguro Universal Materno Infantil Municipio 137.441
Seguro de vejez Municipio 34.805

2.4. PROGRAMA DEURBANISMO Y VIVIENDA


MONTO
2.4.1. SUB PROGRAMA URBANISMO COMUNIDAD BENEFICIADA
($us)
Enlosetado plaza principal Suri 35.280
Área escolar Puente Alegre 2.000
Construcción casa de gobierno municipal Cajuata 66.000
Enlosetado plaza principal Cajuata 33.400
Enlosetado plaza principal Circuata 52.000
Estudio construcción sistema de alcantarillado Cañamina 3.000

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 44


Estrate g ia

III. PROGRAMA FÍSICO AMBIENTAL

3.1. PROGRAMA MULTISECTORIALRR.NN. Y MEDIO AMBIENTE


3.1.1. SUB PROGRAMA RR.NN. Y MEDIO MONTO
COMUNIDAD BENEFICIADA
AMBIENTE ($us)
Estudio construcción de gaviones Villa Angélica, Lujmani 899
Construcción de gaviones Villa angélica 8.400
Construcción de gaviones Lujmani 16.800
Desastres naturales Municipio 12.268

IV. PROGRAMA DESARROLLO ORGANIZATIVO INSTITUCIONAL

4.1. PROGRAMA MULTISECTORIAL


4.1.1. SUB PROGRAMA FORTALECIMIENTO MONTO
COMUNIDAD BENEFICIADA
MUNICIPAL ($us)
Fondo de Control Social Municipio 13.744
Aporte AMDEPAZ Municipio 1.374
Aporte mancomunidad Municipio 68.720
Fortalecimiento municipal Municipio 32.271

Cantidad total de proyectos para inversión: 139


Monto total (En $us) para inversión: 1.514.482

LISTA DE PROYECTOS PRIORIZADOS

PROYECTO COMUNIDAD BENEFICIADA


Ampliación agua potable Moxacoca
Apertura camino vecinal (Viscachala – Coricamaña) Coricamaña
Construcción vivienda para maestros Siquimirani
Construcción estadium Cajuata
Construcción universidad Cajuata
Construcción mercado Cajuata
Apertura camino vecinal (Turculi – Roca Blanca) Turculi
Ampliación agua potable Espigapampa
Apertura camino vecinal Loma Linda
Construcción de sistema de microriego por aspersión Suticollo Ullumani
Estudio apertura camino vecinal (Cañamina – Totoni) Cañamina
Apertura camino vecinal (Cañamina - Totoni) Cañamina
Estudio apertura camino vecinal (Circuata – Villa San José) Villa San José
Apertura camino vecinal (Circuata – Villa San José) Villa San José
Estudio apertura camino vecinal Playa Verde
Mejoramiento sistema de microriego Villa angélica
Estudio camino vecinal (Villa Khora – Los Andes) Los Andes
Apertura camino vecinal (Villa Khora – Los Andes) Los Andes

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 45


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

II.

RESUMEN DELPMI: COBERTURA


TERRITORIALDE PROGRAMAS Y
PROYECTOS

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 46


Estrate g ia

II. Resumen del PMI: COBERTURA TERRITORIALDEPROGRAMAS Y PROYECTOS

Municipio: Cajuata Provincia: Inquisivi Departamento: La Paz Período del PDM: 2007 - 2011

COMPOSICION DISTRIBUCIÓN TERRITORIAL


Dimensión de Monto Cantón
Desarrollo/ Programa / Proyecto Total Cantón: Suri Cantón: Huaritolo Cantón: Cajuata Circuata
Sector Estimado
Actividad ($us.)
Comunidad % Comunidad % Comunidad % Comunidad %

1.Económico Pecuario
Estudio capacitación
Espigapampa – Loma
en manejo del ganado 2.000 17
Agropecuario lechero
Linda
Estudio manejo de la Espigapampa, Puente
2.500 17
producción apícola Alegre
Estudio capacitación y
Villa Khora –
mejoramiento de 2.500 Suticollo - Ullumani 8 9
Playa Verde
ganado vacuno
Capacitación y
Villa Khora –
mejoramiento de 12.000 Suticollo - Ullumani 8 9
Playa Verde
ganado vacuno
Capacitación e
implementación en la 18.000 Puente Alegre 8 Villa Angélica 4
crianza de truchas
Agrícola
Estudio sistema de Cañamina, Villa
Huaritolo, Rica
microriego por 20.000 Alfagiani, Suri 40 33 La Apacheta 8 San José, Villa 13
Rica
aspersión Khora
Construcción sistema
de microriego por 28.000 Moxacoca 20
aspersión
Estudio sistema de Huaritolo, Rica
4.000 33
microriego Rica
Construcción sistema
de microriego por 12.000 Huaritolo 17
aspersión
Construcción sistema
de microriego por 35.000 Rica Rica 17
aspersión
Construcción sistema
de microriego por 32.000 La Apacheta 8
aspersión
Estudio construcción
Villa Khora, San
sistema de microriego 6.000 9
José
por aspersión
Construcción sistema
de microriego por 21.000 Cañamina 4
aspersión

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 47


Estrate g ia

Construcción sistema
de microriego por 65.000 Villa khora 4
aspersión
Construcción sistema
de microriego por 21.000 San José 4
aspersión
Estudio sistema de
2.000 Turculi 8
microriego
Construcción sistema
35.000 Turculi 8
de microriego
Ampliación microriego 14.000 Loma linda 8
Construcción sistema
120.000 Circuata 4
de riego Kollpa
Ampliación microriego 22.000 Los Andes 4
Construcción sistema
17.174 Playa Verde 4
de microriego
Construcción sistema
11.000 Limonvado 4
de microriego Fase II
Construcción sistema
de microriego (V.
90.000 Miguillas 4
Florida, V. Vista, N.
Amanecer)
Construcción sistema
de microriego 25.000 Villa Barrientos 4
(Continuidad)
Construcción sistema
de microriego por 21.000 Agua Rica 4
aspersión
Ampliación microriego 16.000 Espigapampa 8
Los Andes, Polea,
Villa Khora,
Estudio mejoramiento
3.300 Rica Rica 17 Coricamaña 8 Pichincha Chico, 22
del cultivo de cítricos
Pichincha
Grande
Los Andes, Polea,
Villa Khora,
Mejoramiento del
27.000 Rica Rica 17 Coricamaña 8 Pichincha Chico, 22
cultivo de cítricos
Pichincha
Grande
Estudio beneficiadora y
comercialización de la 2.500 Circuata 4
producción de café
Beneficiadora de la
50.000 Circuata 4
producción de café
Estudio industrialización
2.500 Lujmani, Miguillas 9
del cultivo de manga
Industrialización del
95.000 Miguillas 4
cultivo de manga
Industria Industria
Capacitación en corte
y turismo y confección
3.000 Polea 4

Turismo

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 48


Estrate g ia

Estudio circuito turístico 5.500 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100
Transporte Caminos
Construcción puente
y vehicular (Continuidad)
36.000 Chajna 8
comunicacion Mejoramiento camino
23.000 Chajna 8
es vecinal
Construcción puente
28.800 Parpata 8
vehicular (Azati)
Mejoramiento de
32.000 Moxacoca 20
camino vecinal
Ampliación camino
24.000 Checa 17
vecinal
Estudio camino vecinal 1.200 Tojra 17
Apertura camino
24.000 Tojra 17
vecinal
Mejoramiento camino
80.000 Siquimirani 8
vecinal
Apertura camino
20.000 San José 4
vecinal
Estudio camino vecinal
1.200 Polea, Cañamina 9
(Polea – Cañamina)
Apertura camino
vecinal (Polea – 24.000 Polea, Cañamina 9
Cañamina)
Apertura camino
vecinal (Villa Khora – 56.000 Villa Khora 4
Lluyllica)
Mejoramiento camino
troncal (Miguillas – 100.000 Lujmani 4
Circuata)
Construcción puente
8.000 Los Andes 4
peatonal
Estudio puente
2.000 Playa Verde 4
peatonal
Construcción puente
40.000 Playa Verde 4
peatonal
Apertura camino
vecinal (Villa Angélica – 24.000 Villa Angélica 4
Altura)
Mejoramiento camino
60.000 Cuñurani 4
vecinal
Mejoramiento camino
40.000 Villa Barrientos 4
vecinal
Estudio apertura
camino vecinal
4.500 Coricamaña 17
(Viscachala –
Coricamaña)
Mantenimiento camino
vecinal Poqueleuque-
10.000 Poqueleuque 25
Cajuata-Agua Rica

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 49


Estrate g ia

Estudio apertura
4.000 Limonvado 4
camino vecinal
Mejoramiento camino
35.000 La Apacheta 8
vecinal
Mejoramiento camino
vecinal (Miguillas – Villa 48.000 Miguillas 4
Florida – Las Claras)
Estudio apertura
3.000 Loma Linda 8
camino vecinal
Estudio apertura
camino vecinal (Turculi 4.065 Turculi 8
– Roca Blanca)
Estudio apertura
3.000 Circuata 4
camino vecinal
Ampliación camino
18.900 Rica Rica 17
vecinal
Apertura camino
31.200 Circuata 4
vecinal
Energía Energía eléctrica
Electrificación 4.000 Alfagiani 20
Electrificación 15.000 Chajna 20
Electrificación 40.000 Parpata 20
Electrificación 40.000 Moxacoca 20
Electrificación 35.000 Checa 17
Electrificación
10.000 Rica Rica 17
(Continuidad)
Ampliación
10.000 Tojra 17
electrificación
Estudio electrificación 2.000 Poqueleuque 17
Electrificación 8.125 Poqueleuque 17
Electrificación
25.000 Coricamaña 8
(Continuidad)
Electrificación
25.000 La Apacheta 8
(Continuidad)
Electrificación
10.000 Siquimirani 8
(Continuidad)
Electrificación
18.212 Turculi 8
(Continuidad)
Electrificación
15.000 Puente Alegre 8
(Continuidad)
Electrificación
30.000 Espigapampa
(Continuidad)
Electrificación 25.000 Loma Linda 8
Electrificación Fase
10.000 Sujura 8
(Continuidad)
Electrificación Fase
25.000 Viscachala 8
(Continuidad)
Electrificación
14.000 San José 4
(Continuidad)
Otros energía

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 50


Estrate g ia

Electrificación con
8.000 Suticollo – Ullumani 8
paneles solares
2.Social Agua potable
Saneamiento Ampliación agua
15.000 Alfagiani 20
básico potable
Mejoramiento agua
5.000 Parpata 20
potable
Ampliación agua
4.500 Huaritolo 17
potable
Mejoramiento agua
11.500 Checa 17
potable
Estudio construcción
1.850 Coricamaña 8
agua potable
Construcción agua
44.000 Coricamaña 8
potable
Estudio construcción
1.800 La Apacheta 8
agua potable
Construcción agua
35.000 La Apacheta 8
potable
Mejoramiento agua
4.617 Loma Linda 8
potable
Ampliación agua
10.000 Viscachala 8
potable
Estudio construcción
1.300 Suticollo – Ullumani 8
agua potable
Construcción agua
25.000 Suticollo – Ullumani 8
potable
Ampliación agua
4.000 Limonvado 4
potable
Construcción sistema
52.300 Suri 20
de alcantarillado
Construcción sistema
de alcantarillado 39.550 Circuata 4
(Continuidad)
Estudio construcción
sistema de 2.500 Miguillas 4
alcantarillado
Infraestructura
Educación
educativa
Construcción muro
y perimetral
16.250 Huaritolo 17
Construcción muro
Cultura perimetral
13.000 Rica Rica 17
Construcción aula
6.875 Turculi 8
hexagonal
Construcción aula
13.750 Sujura 8
multigrado
Construcción batería
4.200 Viscachala 8
sanitaria

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 51


Estrate g ia

Estudio construcción
complejo técnico
4.500 Circuata 4
humanístico
agropecuario
Estudio polifuncional 850 Agua Rica 4
Construcción muro
7.500 Agua Rica 4
perimetral
Construcción de aula 8.125 Polea 4
Construcción de aula 8.125 Puente Alegre 8
Refacción escuela 4.500 Linonvado 4
Construcción viviendas
15.000 Cajuata 8
para maestros
Construcción batería
4.200 Alfagiani 20
sanitaria
Construcc ión aula
8.125 Parpata 20
multigrado
Construcc ión aula
6.875 Suri 20
hexagonal
Construcción viviendas
7.500 Suri 20
para maestros
Construcción
17.000 Turculi 8
polifuncional
Construcción
17.000 Alfagiani 20
polifuncional
Construcción complejo
téc nico humanístic o 45.000 Circuata 4
agropecuario Fase I

Otros educación
Apoyo a la Educación 67.037 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100
Defensoria de la niñez y 100
5.180 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio
la adolescencia
Apoyo a la cultura 18.093 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100
Fomento al deporte 41.231 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100

Salud y Otros salud


Seguridad Apoyo a la Salud 39.969 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100
Seguro Universal 100 100
social Materno Infantil
137.441 Municipio 100 Municipio 100 Municipio Municipio
Seguro de vejes 34.805 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100 Municipio 100
Urbanismo Urbanismo
Estudio enlosetado
Y vivienda plaza principal
46.800 Suri 20
Área escolar 2.000 Puente Alegre 8
Construcción casa de
66.000 Cajuata 8
gobierno municipal
Enlosetado plaza
33.400 Cajuata 8
principal
Enlosetado plaza
52.800 Circuata 4
principal

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 52


Estrate g ia

Estudio construcción
siste ma de 3.000 Cañamina 4
alcantarillado
3. Físic o Recursos hídricos
Estudio construcción de Villa angélica,
natural gaviones
899
Lujmani
9
Construcción de
Multisectorial gaviones
8.400 Villa angélica 4
Construcción de
RR.NN. y M.A. gaviones
16.800 Lujmani 4
Desastres naturales 12.268 Municipio 100 Municipio Municipio 100 Municipio 100
Fortalecimiento
4.Polític o
institucional
institucional Fondo de Control Social 13.744 Municipio 100 Municipio Municipio 100 Municipio 100
Aporte AMDEPAZ 1.374 Municipio 100 Municipio Municipio 100 Municipio 100
Multisectorial Aporte Mancomunidad 68.720 Municipio 100 Municipio Municipio 100 Municipio 100
Fortalecimiento
institucional Municipal
32.271 Municipio 100 Municipio Municipio 100 Municipio 100

Cant. Sec t: 4
TOTAL Cant. Prog: 10
Cant Proy: 137

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 53


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

III.

DESCRIPCION DE LOS PROGRAMAS DE


INVERSION

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 54


Estrate g ia

III. DESCRIPCION DE LOS PROGRAMAS DEINVERSIÓN

Municipio: Cajuata Provincia: Inquisivi Departamento: La Paz Período del PDM: 2007 - 2011

CONTENIDO
COMPOSICIÓN DESCRIPCIÓN
ESTRATÉGICO
Dimensión/ Metas Cobertura Duración y
Programa Objetivos Beneficiarios Componentes Monto
Sector Resultados Territorial año de inicio
1. Económico Agrícola Mejorar la Tres proyec tos Ocho comunidades Capacitación y 24 % 2007 – 2011 791.474
productividad integral de beneficiadas asistencia téc nica.
Agropecuario de los cultivos e mejoramiento
incentivar su de cultivos. Dos c omunidades 6% 2007 – 2011
industrialización. beneficiadas

Incrementar la Dieciseis Diecisie te comunidades Infraestructura 50 % 2007 - 2011


superficie bajo proyectos de productiva
riego de las microriego y un
comunidades. proyec to de
riego
ejec utados.
Pecuario Mejorar la Un proyecto de 37.000
producción de ganadería
ganado vacuno vacuna cárnica
de aptitud ejec utado. Cinco comunidades Capacitación y
cárnica. beneficiadas con asistencia téc nica. 15 % 2007 – 2011
proyectos de ganadería
Incentivar la Un estudio a vacuna. Elaboración c arpeta
producción de diseño final de
ganadera ganadería
lechera. lechera
elaborado.
2007 – 2011
Introducir la Un proyecto de Dos c omunidades Capacitación e 6%
crianza de peces crianza de beneficiadas. infraestructura
aprovechando truchas productiva
las fuentes de ejec utado.
agua del
municipio.

Incrementar y Un estudio a Dos c omunidades Elaboración c arpeta 6% 2007 - 2011


mejorar la diseño final de beneficiadas.
producción apicultura
apícola de la elaborado.
región.
Artesanal, Microempresarial Capacitar en 80 muje res
Microempresarial corte y capacitadas e n
1 comunidad Capacitación y
y Turismo confección a corte y 3% 2007 - 2011 3.000
beneficiada asistencia téc nica.
organización de confección.
mujeres

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 55


Estrate g ia

Turismo Establecer un Un estudio a


circuito turístico diseño final
34 comunidades
a nivel concluido Elaboración c arpeta 100 % 2007 - 2011 5.500
beneficiadas.
municipal. referente a
turismo.
Transporte Caminos Mejorar el Veinticinco
acceso, proyectos
comunicación y ejec utados
vinculación entre entre estudios,
Elaboración de carpeta
las comunidades aperturas, 25 comunidades
74 % 2007 - 2011 785.865
del municipio mejoramiento y beneficiadas.
Infraestructura vial
construcción de
puentes
vehiculares y
peatonales.
Energía Energía eléc trica Dotar de energía Diecinueve
eléctrica a las proyectos entre
Elaboración de carpeta
comunidades estudios e 19 comunidades
56 % 2007 - 2011 361.337
del municipio. instalación beneficiadas.
Infraestructura eléc trica
eléctrica
ejec utados.
Otra energía Dotar de energía Un proyecto de
eléctrica a las dotación de 1 comunidad Implementación de
3% 2007 - 2011 8.000
comunidades paneles solares. beneficiaria. bienes.
del municipio.
2. Desarrollo Agua potable y Dotar de Quince
Humano alcantarillado servicios básicos proyectos
a la población ejec utados
Saneamiento del municipio. entre estudios, Elaboración de carpeta
Básico construcciones, 14 comunidades
41 % 2007 - 2011 257.917
mejoramiento y beneficiadas. Infraestructura de
ampliación de servicios básicos
sistemas de
agua potable y
alcantarillado.
Educación y Infraestructura Ampliar y Veintitrés
cultura educativa mejorar la proyectos
calidad de los ejec utados
Elaboración de carpeta
servicios entre estudios,
educativos a obras de
Infraestructura eléc trica
través de la infraestructura y
construcción de actividades
34 comunidades Implementación de 100 % 2007 - 2011 339.916
infraestructura e educativas.
bienes.
implementación
de insumos,
Dotación de materiales
material
e insumos educativos.
educativo y
apoyo al
deporte.

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 56


Estrate g ia

Salud y Mejorar la Tres ac tividades


Seguridad soc ial calidad de desarrolladas 34 comunidades Apoyo y asistencia
100 % 2007 - 2011 212.215
salubridad de la en el campo de beneficiadas técnica
población . la salud.
Urbanismo y Urbanismo Mejorar el Cinco
vivienda paisajismo de las proyectos
Elaboración de carpeta
poblaciones. ejec utados 4 comunidades
12 % 2007 - 2011 192.480
entre e studios e beneficiadas.
Infraestructura urbana
infraestructura
construida.
3. Físico R.R.N.N. y Medio Proteger y Tres proyec tos
Ambiental Ambiente. apoyar en la entre estudios,
conservación infraestructura y Apoyo en insumos y
Multisec torial sostenible de los actividades 34 comunidades materiales.
100 % 2007 - 2011 38.367
R.R.N.N. y Medio recursos Físico- eje cutadas. beneficiadas
Ambiente. Naturales Infraestructura

4. Político Fortalecimiento Mejorar la Cuatro


Institucional Municipal gestión y actividades de Apoyo y asistencia
administración fortalecimiento técnica.
Multisec torial municipal y de institucional. 34 comunidades
100 % 2007 - 2011 116.109
las beneficiadas Implementación de
organizaciones bienes.
sociales
funcionales.
3.149.180
TOTAL

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 57


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

IV.

DESCRIPCION DE LOS PROYECTOS DE


INVERSION

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 58


Estrate g ia

IV. DESCRIPCION DELOS PROYECTOS DEINVERSION

Municipio: Cajuata Provincia: Inquisivi Departamento: La Paz Período del PDM: 2007 - 2011

COMPOSICION CONTENIDO ESTRATEGICO DESCRIPCION


Dimensión/ Proyecto Objetivos Metas Beneficiarios Localización y Duración y Monto
Sector/ Resultados (tipo y cantidad) Cobertura Territorial año de Total Inv Preinv
Programa inicio
1.Económico
Pecuario Estudio Estudio para Carpeta concluida Comunidades campesinas Espigapampa – Loma 3 meses 2.000 2.000
capacitación en mejorar la para su ejecución 15 – 25 Flias. Linda 2008
manejo del productividad
ganado lechero del ganado
lechero
Estudio manejo Estudio para la Carpeta concluida Comunidad campesina Espigapampa 3 meses 2.500 2.500
de la mejor para su ejecución 20 Flias. 2009
producción producción
apícola apícola
Capacitación y Mejorar la Mejorar en un 80 % Comunidad campesina Suticollo Ullumani – Villa 6 meses 14.500 12.000 2.500
mejoramiento de producción del la producción de 15 – 30 – 15 Flias. Khora – Playa Verde 2010
ganado vacuno ganado vacuno ganado vacuno
Capacitación e Mejorar la Mejorar en un 80 % Comunidad campesina Villa Angélica, Puente 6 meses 18.000 18.000
implementación producción de la producción de 20 – 41 Flias. Alegre 2011
de crianza de truchas truchas
truchas
Agrícola Estudio sistema Estudio para Carpeta concluida Comunidades campesinas Alfagiani, Suri, La 6 meses 7.500 7.500
de microriego mejorar la para su ejecución 30 – 70 –35 – Apacheta, Cañamina, 2007
por aspersión producción 25 – 25 –45 Flias. Villa San José
agrícola
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Moxacoca 6 meses 28.000 28.000
sistema de producción mejorada en un 85% 30 Flias. 2009
microriego por agrícola con el con incremento de
aspersión riego 1Ha de proa.
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Huaritolo 6 meses 14.000 2.000 12.000
sistema de producción mejorada en un 30 Flias. 2010
microriego por agrícola con el 85%, 12 has de área
aspersión riego incremental
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Rica Rica 6 meses 37.000 35.000 2.000
sistema de producción mejorada en un 85% 30 Flias. 2008
microriego por agrícola con el
aspersión riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina La Apacheta 6 meses 34.500 32.000 2.500
sistema de producción mejorada en un 85% 30 Flias. 2010
microriego por agrícola con el
aspersión riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Cañamina 6 meses 25.000 21.000 4.000
sistema de producción mejorada en un 85% 25 Flias. 2007
microriego por agrícola con el
aspersión riego

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 59


Estrate g ia

Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Villa khora 6 meses 68.000 65.000 3.000
sistema de producción mejorada en un 85% 65 Flias. 2008
microriego por agrícola con el
aspersión riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina San José 6 meses 24.000 21.000 3.000
sistema de producción mejorada en un 85% 45 Flias. 2010
microriego por agrícola con el
aspersión riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Turculi 6 meses 37.000 35.000 2.000
sistema de producción mejorada en un 85% 104 Flias. 2010
microriego por agrícola con el
canales riego
Ampliación Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Loma linda 4 meses 14.000 14.000
microriego producción mejorada en un 85% 25 Flias. 2011
agrícola con el
riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Circuata 10 meses 120.000 120.000
sistema de riego producción mejorada en un 85% 110 Flias. 2008
Kollpa agrícola con el
riego
Ampliación Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Los Andes 4 meses 22.000 22.000
microriego producción mejorada en un 85% 20 Flias. 2010
agrícola con el
riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Playa Verde 4 meses 17.174 17.174
sistema de producción mejorada en un 85% 60 Flias. 2008
microriego agrícola con el
riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Limonvado 6 meses 11.000 11.000
sistema de producción mejorada en un 85% 30 Flias. 2008
microriego agrícola con el
(Continuidad) riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Miguillas 6 meses 90.000 90.000
sistema de producción mejorada en un 85% 78 Flias. 2007
microriego (V. agrícola con el
Florida, V. Vista, riego
N. Amanecer)
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Villa Barrientos 6 meses 25.000 25.000
sistema de producción mejorada en un 85% 50 Flias. 2008
microriego agrícola con el
(Continuidad) riego
Construcción Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Agua Rica 6 meses 21.000 21.000
sistema de producción mejorada en un 85% 80 Flias. 2008
microriego por agrícola con el
aspersión riego
Ampliación Mejorar la Producción agrícola Comunidad campesina Espigapampa 5 meses 16.000 16.000
sistema de producción mejorada en un 85% 35 Flias. 2111
microriego agrícola con el
riego

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 60


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Mejoramiento Mejorar la Producción Comunidad campesina Rica Rica, Coricamaña, 6 meses 30.300 27.000 3.300
del cultivo de producción de mejorada en un 80% 20 – 20 – 25 Los Andes, Polea, Villa 200 – 2009
cítricos cítricos con capacitación y 60 – 60 – 22 - 55 Khora, Pichincha Chico,
apoyo técnico Flias. Pichincha Grande.
Beneficiadora y Mejora de la Producción Comunidad campesina Circuata 6 meses 52.500 50.000 2.500
comercialización producción y los mejorada en un 85% 110 Flias. 2009 - 2010
de la ingresos de los
producción de productores de
café café
Industrialización Industrialización Mejora de la Comunidades campesinas Miguillas - Lujmani 8 meses 97.500 95.000 2.500
del cultivo de del cultivo de la producción en un 60 – 120 Flias. 2009 - 2010
manga manga 85% y los ingresos de
los productores
Microempresarial Capacitación en Capacitación a 80 mujeres Comunidad campesina Polea 2 meses 3.000 3.000
corte y mujeres de la preparadas en corte 80 mujeres 2009
confección comunidad confección y tejidos
a maquina
Turismo Estudio circuito Estudio para la Estudio concluido Toda la sección municipal municipio 3 meses 5.500 5.500
turístico implementación par su ejecución 2011
del fluido
turístico y
mejorar los
ingresos de la
población
Caminos Construcción Vinculación Construcción Comunidad campesina Chajna 8 meses 36.000 36.000
puente vehicular vehicular de puente de 15 m de 250 Flias. 2007
Fase II comunidades largo de una sola
vía
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 5 Comunidad campesina Chajna 4 meses 23.000 23.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 42 Flias. 2009
comunidades
Construcción Vinculación Construcción Comunidad campesina Parpata 8 meses 28.800 28.800
puente vehicular vehicular de puente de 12 m de 35 Flias. 2008
(Azati) comunidades largo de una sola
vía
Mejoramiento de Vinculación Mejoramiento de 8 Comunidad campesina Moxacoca 6 meses 32.000 32.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 60 Flias. 2009
comunidades
Ampliación Vinculación Ampliación de 3 Km. Comunidad campesina Checa 6 meses 24.000 24.000
camino vecinal vehicular de De camino 45 Flias. 2009
comunidades
Apertura camino Mejorar la Construcción 3 Km. Comunidad campesina Tojra 4 meses 25.200 24.000 1.200
vecinal vinculación De camino vecinal 30 Flias. 2009 y 2011
vehicular entre
comunidades
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 20 Comunidad campesina Siquimirani 10 meses 80.000 80.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 86 Flias. 2008
comunidades vecinal
Apertura camino Mejorar la Construcción 2,5 Comunidad campesina San José 6 meses 20.000 20.000
vecinal vinculación Km. de camino 45 Flias. 2008
vehicular entre vecinal de San José
comunidades – Choro Santiago

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 61


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Construcción Mejorar la Construcción 3 Km. Comunidad campesina Polea, Cañamina 8 meses 25.200 24.000 1.200
camino vecinal vinculación De camino vecinal 150 Flias. 2008
(Polea – vehicular entre
Cañamina) comunidades
Apertura camino Mejorar la Construcción 10 Comunidad campesina Villa Khora 10 meses 56.000 56.000
vecinal (Villa vinculación Km. de camino 60 Flias. 2010
Khora – Lluyllica) vehicular entre vecinal
comunidades
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 27 Comunidad campesina Lujmani 8 meses 100.000 100.000
camino troncal vehicular de Km. de camino 2007
(Miguillas – comunidades troncal
Circuata)
Construcción Comunicación Construcción Comunidad campesina Los Andes 8 meses 8.000 8.000
puente peatonal vial puente de 20 m de 20 Flias. 2007
largo
Construcción Comunicación Construcción Comunidad campesina Playa Verde 10 meses 42.000 40.000 2.000
puente peatonal vial puente de 100 m de 30 Flias. 2008 - 2009
largo
Apertura camino Mejorar la Construcción 3 Km. Comunidad campesina Villa Angélica 8 meses 24.000 24.000
(Villa Angélica – vinculación De camino vecinal 32 Flias. 2007
Altura) vehicular entre
comunidades
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 17 Comunidad campesina Cuñurani 12 meses 60.000 60.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 34 Flias. 2007
Cuñurani - comunidades troncal
miguillas
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 10 Comunidad campesina Villa Barrientos 10 meses 40.000 40.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 120 Flias. 2009
comunidades troncal
Estudio apertura Elaboración Mejoramiento de 1,5 Comunidad Campesina Coricamaña 3 meses 4500
camino vecinal carpeta a diseño Km. de camino 25 Flias. 2010
Viscachala - final vecinal
Coricamaña
Mantenimiento Vinculación Mejoramiento de Comunidad campesina Poqueleuque 3 meses 10.000 10.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 180 Flias. 2007
Poqueleuque- comunidades vecinal
Cajuata-Agua
Rica
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de 9 Comunidad campesina La Apacheta 6 meses 35.000 35.000
camino vecinal vehicular de Km. de camino 35 Flias. 2011
comunidades troncal
Mejoramiento Vinculación Mejoramiento de Comunidad campesina Miguillas 3 meses 48.000 48.000
camino vecinal vehicular de 12 Km. de camino 100 Flias. 2011
Miguillas – Villa comunidades vecinal
Florida – Las
Claras
Estudio apertura Elaboración Apertura de 2 Km. Comunidad Campesina Loma Linda 3 meses 3.000 3.000
camino vecinal carpeta a diseño De camino vecinal 30 Flias. 2011
final

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 62


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Estudio apertura Elaboración Apertura de 15 Km. Comunidad Campesina Turculi 3 meses 4.065 4.065
camino vecinal carpeta a diseño De camino vecinal 104 Flias. 2011
Turculi – Roca final
Blanca
Estudio apertura Elaboración Mejoramiento de 5 Comunidad Campesina Playa Verde 3 meses 3.000 3.000
camino vecinal carpeta a diseño Km. de camino 30 Flias. 2011
final vecinal
Ampliación Mejorar la Construcción 1,5 Comunidad campesina Rica Rica 6 meses 18.900 18.900
camino vecinal vinculación Km. de camino 45 Flias. 2011
vehicular entre vecinal
comunidades
Apertura camino Mejorar la Construcción 3 Km. Comunidad campesina Limonvado 6 meses 35.200 31.200 4.000
vecinal vinculación De camino vecinal 40 Flias. 2010 - 2011
vehicular entre
comunidades
Energía Electrificación Implementación 500 m de tendido Comunidad campesina Alfagiani 4 meses 4.000 4.000
del servicio de eléctrico 30 Flias. 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 3 Km. de tendido Comunidad campesina Chajna 8 meses 15.000 15.000
del servicio de eléctrico 42 Flias. 2010
energía eléctrica
Electrificación Implementación 3 Km. de tendido Comunidad campesina Parpata 8 meses 40.000 40.000
del servicio de eléctrico 35 Flias. 2009
energía eléctrica
Electrificación Implementación 8 Km. de tendido Comunidad campesina Moxacoca 8 meses 40.000 40.000
del servicio de eléctrico 30 Flias. 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 7 Km. de tendido Comunidad campesina Checa 8 meses 35.000 35.000
del servicio de eléctrico 45 Flias. 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Rica Rica 6 meses 10.000 10.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 45 Flias. 2010
energía eléctrica
Ampliación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Tojra 6 meses 10.000 10.000
electrificación del servicio de eléctrico 30 Flias. 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Poqueleuque 6 meses 10.125 8.125 2.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 20 Flias. 2007 - 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Coricamaña 6 meses 25.000 25.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 20 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 5 Km. de tendido Comunidad campesina La Apacheta 6 meses 25.000 25.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 35 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Siquimirani 8 meses 10.000 10.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 86 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 4 Km. de tendido Comunidad campesina Turculi 8 meses 18.212 18.212
(Continuidad) del servicio de eléctrico 110 Flias. 2007
energía eléctrica

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 63


Estrate g ia

Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Puente Alegre 8 meses 15.000 15.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 41 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 6 Km. de tendido Comunidad campesina Espigapampa 8 meses 30.000 30.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 65 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 5 Km. de tendido Comunidad campesina Loma Linda 8 meses 25.000 25.000
del servicio de eléctrico 30 Flias. 2008
energía eléctrica
Electrificación Implementación 2 Km. de tendido Comunidad campesina Sujura 6 meses 10.000 10.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 23 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 5 Km. de tendido Comunidad campesina Viscachala 8 meses 25.000 25.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 14 Flias. 2007
energía eléctrica
Electrificación Implementación 4 Km. de tendido Comunidad campesina San José 8 meses 14.000 14.000
(Continuidad) del servicio de eléctrico 45 Flias. 2007
energía eléctrica
Otros energía Electrificación Implementación 8 paneles solares Comunidad campesina Suticollo – Ullumani 3 meses 8.000 8.000
con paneles de energía 20 Flias 2008
solares eléctrica
2. Desarrollo
Humano
Saneamiento
Básico

Agua potable Ampliación Ampliar la 3 Km. de entubado Comunidad campesina Alfagiani 4 meses 15.000 15.000
agua potable dotación de 20 Flias. 2011
agua potable
Mejoramiento Mejora de la 1km cambio de Comunidad campesina Parpata 4 meses 5.000 5.000
agua potable dotación de cañería 35 Flias. 2010
agua potable
Ampliación Ampliar la Conexión de 60 Comunidad campesina Huaritolo 8 meses 4.500 4.500
agua potable dotación de piletas domiciliarias 60 Flias. 2007
agua potable
Mejoramiento Mejora de la 2,3 Km. mejora de Comunidad campesina Checa 6 meses 11.500 11.500
agua potable dotación de cañería 45 Flias. 2010
agua potable
Estudio Estudio para la Estudio concluido Comunidad campesina Coricamaña 3 meses 1.850 1.800
construcción dotación de para su ejecución 25 Flias. 2008
agua potable agua potable
Construcción Construcción de 6 Km. de entubado Comunidad campesina Coricamaña 6 meses 44.000 44.000
agua potable Sistema de agua 25 Flias. 2009
potable
Construcción Construcción de 5 Km. de entubado Comunidad campesina La Apacheta 8 meses 36.800 35.000 1.800
agua potable Sistema de agua y tanque de 35 Flias. 2010
potable almacenamiento
Mejoramiento Mejora de la 1,5 Km. mejora de Comunidad campesina Loma Linda 4 meses 4.617 4.617
agua potable dotación de cañería 30 Flias. 2009
agua potable

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 64


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Ampliación Ampliación de 2 Km. de Comunidad campesina Viscachala 6 meses 10.000 10.000


agua potable dotación de ampliación de 20 Flias. 2008
agua potable cañería
Construcción Construcción de 3 Km. de Comunidad campesina Suticollo – Ullumani 8 meses 26.300 25.000 1.300
agua potable Sistema de agua entubado, tanque 24 Flias. 2008 - 2009
potable de almacenamiento
Ampliación Ampliación de 3 Km. de Comunidad campesina Limonvado 4 meses 4.000 4.000
agua potable dotación de ampliación de 25 Flias. 2009
agua potable cañería
Construcción Dotación de Construcción de la Comunidad campesina Suri 10 meses 52.300
sistema de sistema de matriz principal, red 78 Flias. 2007
alcantarillado alcantarillado domiciliaria y laguna
de oxidación
Construcción Dotación de Construcción de la Comunidad campesina Circuata 12 meses 39.550 39.550
sistema de sistema de matriz principal, red 250 Flias. 2007
alcantarillado alcantarillado domiciliaria y laguna
continuidad de oxidación
Estudio Estudio dotación Estudio concluido Comunidad campesina Miguillas 3 meses 2.500 2.500
construcción de sistema de para ejecución 210 Flias. 2009
sistema de alcantarillado
alcantarillado
Educación y Construcción Mejora de la Construcción de 200 60 alumnos Huaritolo 4 meses 16.250 16.250
Cultura muro perimetral infraestructura m de muro 2009
educativa
Infraestructura
Educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 30 alumnos Rica Rica 4 meses 13.000 13.000
muro perimetral infraestructura 200 m de muro 2009
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 105 alumnos Turculi 6 meses 6.875 6.875
aula hexagonal infraestructura aula hexagonal 2008
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 25 alumnos Sujura 6 meses 13.750 13.750
aula multigrado infraestructura aula multigrado 2009
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 45 alumnos Viscachala 6 meses 4.200 4.200
batería sanitaria infraestructura batería de baño 2010
educativa
Estudio Estudio para Estudio concluido 50 alumnos Agua Rica 1 mes 850 850
polifuncional mejorar la para su ejecución 2010
escuela infraestructura
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 30 alumnos Agua Rica 5 meses 7.500 7.500
muro perimetral infraestructura 115 m de muro 2010
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 45 alumnos Polea 2 meses 8.125 8.125
aula infraestructura aula 2007
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 alumnos Puente Alegre 3 meses 8.125 8.125
aula infraestructura aula 2010
educativa

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 65


Estrate g ia

Refacción Mejora de la Mejoramiento 30 alumnos Limonvado 1 mes 4.500 4.500


escuela infraestructura infraestructura 2010
educativa unidad educativa
Construcción Dotar de Mejoramiento 3 profesores Siquimirani 3 meses 15.000 15.000
vivienda para viviendas a los habitacional 2010
maestros profesores.
Construcción Proporcionar Mejoramiento de la alumnos Alfagiani 2 meses 4.200 4.200
batería sanitaria mejores servicios salubridad 2007
higiénicos
Construcción Mejora de la Construcción de 1 32 alumnos Parpata 2 meses 8.125 8.125
aula multigrado infraestructura aula multigrado 2007
educativa
Construcción Mejora de la Construcción de 1 alumnos Suri 3 meses 6.875 6.875
aula hexagonal infraestructura aula hexagonal 2008
educativa
Construcción Dotar de Mejoramiento 5 profesores Suri 6 meses 7.500 7.500
vivienda para viviendas a los habitacional 2008
maestros profesores.
Construcción Incentivar la Mejoramiento alumnos Turculi 6 meses 17.000 17.000
polifuncional práctica del recreativo 2009
deporte
Construcción Incentivar la Mejoramiento alumnos Alfagiani 6 meses 17.000 17.000
polifuncional práctica del recreativo 2010
deporte
Construcción Mejorar la Construcción de un alumnos Circuata 12 meses 49.500 45.000 4.500
complejo infraestructura complejo educativo 2010 - 2011
técnico educativa
humanístico
agropecuario
Estudio Estudio para Estudio concluido 50 alumnos Agua Rica 1 mes 850 850
polifuncional mejorar la para su ejecución 2010
escuela infraestructura
educativa
Apoyo a la Mejora del El servicio de alumnos Municipio 12 meses 67.037 67.037
Educación servicio de educación 2007 - 2011
educación mejorado en un 80%
Apoyo a la Fomentar las Cinco eventos de Municipio Municipio 1 mes 18.093 18.093
cultura actividades promoción cultural 34 comunidades 2007 - 2011
culturales
Defensoría de la Proteger los Apoyo legal a 250 Municipio Municipio 12 meses 5.180 5.180
niñez y derechos de los niños y jóvenes 34 comunidades 2007 - 2011
adolescencia niños y jóvenes
Fomento al Fomentar las Diez campeonatos Municipio Municipio 3 meses 41.231 41.231
deporte actividades deportivos 34 comunidades 2007 - 2011
deportivas estudiantiles y
comunales
Salud y Apoyo a la Salud Mejorar la salud Incrementar la Municipio Municipio 12 meses 39.969 39.969
Seguridad Social de la población atención médica en 34 comunidades 2007 - 2011
municipal un 25 %.
Planificación y
prevención de la
salud

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 66


Estrate g ia

Seguro Universal Reducir la morbi Incrementar el Municipio Municipio 12 meses 137.441 137.441
Materno Infantil mortalidad número de partos 34 comunidades 2007 – 2011
materno-infantil atendidos en un
15%.
Seguro de vejes Proporcionar Mayor cobertura de Municipio Municipio 12 meses 34.805 34.805
atención atención médica 34 comunidades 2007 - 2011
médica a los (5%)
habitantes de la
tercera edad
Urbanismo Enlosetado plaza Mejora del 1.764 m 2 de Comunidad campesina Suri 8 meses 35.280 35.280
principal urbanismo de la enlosetado 78 Flias. 2009
población
Área escolar Compra de 1 Ha adquirida Unidad educativa Puente Alegre 1 mes 2.000 2.000
terreno 2009
Construcción Mejorar la 1 edificio de cuatro Municipio Cajuata 8 meses 66.000 66.000
casa de administración y plantas construido 34 comunidades 2007
gobierno la atención a la
municipal población
Enlosetado plaza Mejora del 1.760 m 2 de Comunidad campesina Cajuata 5 meses 33.400 33.400
principal urbanismo de la enlosetado 204 Flias. 2008
población
Enlosetado plaza Mejora del 2.640 m 2 de Comunidad campesina Circuata 6 meses 52.800 52.800
principal urbanismo de la enlosetado 450 Flias. 2011
población
Estudio Elaboración de Carpeta a diseño Comunidad campesina Cañamina 3 meses 3.000 3.000
construcción carpeta a diseño final 50 Flias. 2011
sistema de final
alcantarillado
3. Físico natural
Multisec torial Construcción de Construcción de Construcción de Comunidad campesina Villa angélica 4 meses 8.849 8.400 449
R.R.N.N. y Medio gaviones infraestructura gaviones de 50 m 32 Flias. 2010
Ambiente para protección por 2 m
de desastres
R.R.N.N. y Medio naturales
Ambiente

Construcción de Construcción de Construcción de Comunidad campesina Lujmani 4 meses 17.250 16.800 450
gaviones infraestructura gaviones de 100 m 60 Flias. 2011
para protección por 2 m
de desastres
naturales
Desastres Apoyar en la Apoyo al 100 % de Municipio Municipio 12 meses 12.268 12.268
naturales mitigación de las comunidades 34 comunidades 2007 - 2011
desastres afectadas
naturales
4. Político
institucional

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 67


Estrate g ia

Multisec torial Fondo de Mejorar el Pronunciamientos a Municipio Municipio 12 meses 13.744 13.744
Control Social control social los POA’s y 34 comunidades 2007 - 2011
Fortalecimiento municipal Ejecuciones
Municipal presupuestarias de
cada gestión
municipal
Aporte AMDEPAZ Mejorar la Recibir asistencia Municipio Municipio 12 meses 1.374 1.374
capacidad de técnica y 34 comunidades 2007 - 2011
gestión capacitación
municipal municipal.
Aporte Fortalecer la Gestión de un Municipio Municipio 12 meses 68.720 68.720
Mancomunidad mancomunidad proyecto 34 comunidades 2007 - 2011
municipal mancomunado en
cada gestión.
Fortalecimiento Mejorar la Eficiencia en un 25 % Municipio Municipio 12 meses 32.271 32.271
Municipal administración y en el manejo del 34 comunidades 2007 - 2011
gestión municipio.
municipal
TOTAL 3.149.180 3.062.566 86.614

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 68


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

V.

PROGRAMA Y PROYECTOS
POR FUENTES DE FINANCIAMIENTOS
Externas e Internas fuentes específicas

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 69


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 70


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 71


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 72


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 73


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

VI.

PROGRAMA Y PROYECTOS
SEGÚN: INVERSIÓN Y PREINVERSIÓN

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 74


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 75


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 76


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 77


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 78


Estrate g ia

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 79


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

VII.

PROGRAMA Y PROYECTOS
POR TRANSVERSALDE GENERO

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 80


Estrate g ia

VI. PROGRAMAS Y PROYECTOS POR TRANSVERSALDE GÉNERO

Municipio: Cajuata Provincia: Inquisivi Departamento: La Paz Período del PDM: 2007 - 2011

DIMENSION
Sector de Actividad/ Problema a resolver Resultados Indicadores Beneficiarios Componentes Localización Monto
Programa/ y potencialidad Esperados y Cobertura total
Proyecto aprovechable territorial estimado
($us)

ECONOMICO

Programa Artesanal
Mujeres Una
Mic roempresarial y Carencia de
capacitadas organización Comunidad
Turismo recursos 80 mujeres Capacitación 3.000
en corte y de mujeres Polea
económicos
confección capacitas
Capacitación en
corte y confección

TOTAL 3.000

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 81


Estrate g ia

RESUMEN DEL PMI

VIII.

PROGRAMAS Y PROYECTOS DISTRIBUIDOS


POR AÑOS

Plan de Desarrollo Municipal de “Cajuata” 2007 – 2011 82


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 83


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 84


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 85


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 86


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 87


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 88


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 89


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 90


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 91


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 92


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 93


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

GLOSARIO DE ABREVIATURAS

$us Dólares Americanos


@ Arroba
ADM Administración
B/C Beneficio Costo
Bs. Bolivianos
C.M. Consejo Municipal
C.S.L. Creación de Según Ley
C.V. Comité de Vigilancia
Cab/flia Cabeza por familia
CNE Corte Nacional Electoral
CNPV 2001 Censo Nacional de Población y Vivienda 2001
Cr. Criollo
Dpto. Departamento
DS Decreto Supremo
EBRP Estrategia Boliviana de Reducción de la Pobreza
EDA’s Enfermedades Diarreicas Agudas
ENTEL S.A. Empresa Nacional de Telecomunicaciones Sociedad Anónima
FNDR Fondo Nacional de Desarrollo Regional
FONADAL Fondo Nacional de Desarrollo Alternativo
FPS Fondo de Inversión Productivo y Social
GM Gobierno Municipal
GTZ Cooperación Técnica Alemana
Glb Global
HR Humedad Relativa
Ha Hectárea
Ha/flia Hectárea por familia
HAMC Honorable Alcaldía Municipal de Cajuata
HIPC II Recursos de la E.B.R.P. de acuerdo a la ley del Diálogo (Lucha Contra la
Pobreza)
IDH Índice de Desarrollo Humano
IGM Instituto Geográfico Militar
INE Instituto Nacional de Estadística
INRA Instituto Nacional de Reforma Agraria
IRA’s Infecciones Respiratorias Agudas
kg. Kilogramo
Km Kilómetro
Km2 Kilómetro Cuadrado
l. Litro
LM Ley de Municipalidades
LP Línea de Pobreza
LPP Ley de Participación Popular
M.L. Mención Ley
m.s.n.m. Metros sobre el nivel del mar
m2 Metros cuadrados
Mej. Mejorado
Mpal. Municipal
NBI Necesidades Básicas Insatisfechas
NBS Necesidades Básicas Satisfechas
ONG’s Organizaciones No Gubernamentales
ORG Organismo

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 94


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Ogr. Organización
OTB Organización Territorial de Base
Pp Precipitación
PDCR II Proyecto de Inversión Rural y Participativo
PDM Plan de Desarrollo Municipal
PER Plan de Empleo Rural
PLANE Plan Nacional de Empleo de Emergencia
POA Programa Operativo Anual
PPM Planificación Participativa Municipal
Prog. Programado
Prom. Promedio
PRONAR Programa Nacional de Riego
qq. Quintal
s.m.d.o. Sin mano de obra
S.A.L. Sin antecedente legal
SABS Sistema de Administración de Bienes y Servicios
SEDES Servicio Departamental de Salud
SEDUCA Servicio Departamental de Educación
SENAMHI Servicio Nacional de Meteorología e Hidrología
Sp. o Ssp. Especies
Strio. Secretario
T/C Tipo de Cambio
TGN Tesoro General de la Nación
Tn. Tonelada
UDAPSO Unidad de Análisis de Políticas Sociales

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 95


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 1. Taller de elaboración del Plan de Desarrollo Municipal de Cajuata


(Participación del Honorable Alcalde Municipal, Sr. Benedicto
Calderón).

Foto 2. Explicación del facilitador en el proceso de elaboración del Plan de


Desarrollo Municipal de Cajuata (Lic. Freddy Saravia S.)

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 96


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 3. Plaza principal de la Tercera Sección Municipal de la Provincia


Inquisivi del Departamento de La Paz.

Foto 4. Medio de comunicación principal de la Municipalidad de Cajuata


(ENTEL).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 97


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 5. Medio de transporte principal a nivel municipal.

Foto 6. Empresa productiva Minera (Mina Chilaya).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 98


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 7. Unidad Educativa Cajuata.

Foto 8. Centro de Salud Cajuata.

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 99


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 9. Sistema de comercialización de productos tradicionales de la zona


(Feria en Cajuata).

Foto 10. Cultivo de coca (Municipio de Cajuata).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 100


Pro g ra ma Multia nual d e Inve rsio ne s P.M.I.

Foto 11. Cultivo de cítricos (Municipio de Cajuata).

Foto 12. Bosques de Eucalipto (Cantón Suri).

Pla n d e De sa rro llo Munic ipa l d e “ Cajua ta ” 2007 - 2011 101

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