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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

República de Nicaragua
Ministerio de Transporte e Infraestructura
División General de Planificación
División de Planes de Desarrollo

Dirección Superior:

Ministro Gral. ® Óscar Mojica Obregón


Vice-ministra de Infraestructura Ing. Tania Díaz Flores
Vice-ministro de Transporte Lic. Amaru Ramírez Avendaño
Secretaria General Lic. Gioconda Alvarado Vanegas.

División General de Planificación:

Director General Ing. Abel Garache Zamora


Director División de Planes de Desarrollo Lic. Pablo Centeno Blandón.

Oficina de Estadísticas de Transporte

Responsable Lic. Félix Ramón Delgado.


Analista Lic. María Patricia Gonzalez.

Oficina de Estadísticas de Transporte


Managua Nicaragua Marzo del 2018

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Presentación ............................................................................................................................................... 7

Introducción. .............................................................................................................................................. 9

Capitulo № 1: Infraestructura Vial y Parque Vehicular. ...................................................................... 11

1.1– Tipo de superficie de rodamiento. ........................................................................................................... 12


1.2 – Red vial por región geográfica. .............................................................................................................. 13
1.2.1 – Región del Pacífico. ......................................................................................................................... 13
1.2.2 – Región Central. .................................................................................................................................. 13
1.2.3 – Región Atlántica. .............................................................................................................................. 13
1.3 – Evolución de la Red Vial 2007-2017. ....................................................................................................... 14
1.4 - Seguridad Vial. .............................................................................................................................................. 15
1.4.1 – Accidentes por Regiones. .............................................................................................................. 16
1.4.2 – Accidentes con Muertos. ............................................................................................................... 17
1.4.3 – Accidentes con Víctimas. .............................................................................................................. 17
1.4.4 – Accidentes con Lesionados. ......................................................................................................... 17
1.4.5 - Pérdidas Económicas por Accidentes de Tránsito. ................................................................. 18
1.4.5 – Accidentes por departamentos................................................................................................... 18
1.4.6 - Mejoramiento de la Seguridad Vial. ............................................................................................ 19
1.5 - Medios de Transporte Automotor. ........................................................................................................... 20
1.5.1 - Parque Vehicular Automotor. ........................................................................................................ 20
1.5.2 - Parque Vehicular de Pasajeros y Carga. ................................................................................... 21

Capitulo № 2: El sector Transporte. ........................................................................................................ 24

2.1 - Movimiento de pasajeros por modalidad de transporte. ................................................................ 25


2.2 - Movimiento de carga por modos de transporte. ............................................................................... 27
2.3 - Viajes por Modo de Transporte. ............................................................................................................... 27
2.4 – Transporte de carga terrestre. .................................................................................................................. 28
2.4.1- Carga en tránsito................................................................................................................................ 28
2.4.2 – Vehículos por tipología y báscula. .............................................................................................. 29
2.4.5 – Básculas fronterizas........................................................................................................................... 30

Capitulo № 3: Transporte Terrestre de Pasajeros.................................................................................. 31

3.1 – Transporte terrestre de pasajeros a nivel nacional. ........................................................................... 33


3.2 - Transporte de Pasajeros de Servicio Público por Sistema. ................................................................ 34
3.2.1 – Sistema de transporte interurbano. ............................................................................................. 34
3.2.2 – Sistema de transporte intermunicipal. ........................................................................................ 35
3.2.3 – Sistema de transporte rural. ........................................................................................................... 36
3.2.4 – Sistema de transporte de taxis interlocales. .............................................................................. 37

Capitulo № 4: Transporte Aéreo. ........................................................................................................... 39

4.1 – Transporte aéreo de pasajeros. ............................................................................................................... 40


4.1.1 - Pasajeros internacionales. .............................................................................................................. 40

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4.1.1.1 – Pasajeros por rutas. ....................................................................................................................... 40


4.1.1.2 – Pasajeros por líneas aéreas. ....................................................................................................... 41
4.1.1.3 – Evolución del movimiento de pasajeros internacionales. ................................................. 42
4.1.2 - Pasajeros nacionales. ....................................................................................................................... 42
4.1.2.1 – Pasajeros por rutas. ....................................................................................................................... 42
4.1.2.2 – Pasajeros por líneas aéreas. ....................................................................................................... 43
4.2 – Transporte aéreo de carga....................................................................................................................... 44
4.2.1 – Carga Internacional. ....................................................................................................................... 45
4.2.1.1 – Carga por rutas. ............................................................................................................................. 45
4.2.1.2 – Carga por líneas aéreas. ............................................................................................................. 46
4.2.2 – Carga Nacional. ............................................................................................................................... 47
4.2.2.1 – Carga por rutas. ............................................................................................................................. 47
4.2.2.2 – Carga por líneas aéreas. ............................................................................................................. 48

Capitulo № 5: Transporte Acuático. ...................................................................................................... 49

5.1 – Transporte acuático de pasajeros. ......................................................................................................... 50


5.2 – Transporte acuático de carga. ............................................................................................................... 51
5.2.1 – Transporte de carga internacional. ............................................................................................. 52
5.2.1.1 – Carga importada y exportada. ................................................................................................ 52
5.2.2.1 – Carga acuática nacional de cabotaje. ................................................................................ 57
5.2.2.2 – Carga de cabotaje lacustre. ..................................................................................................... 57
5.2.2.3 – Carga de cabotaje marítimo. ................................................................................................... 59

Anexos. ...................................................................................................................................................... 60

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Siglas y Abreviaturas.

MTI Ministerio de Transporte e Infraestructura

PNDH Plan Nacional de Desarrollo Humano

EPN Empresa Portuaria Nacional

INAC Instituto Nicaragüense de Aeronáutica Civil

DGTT Dirección General de Transporte Terrestre

DGTA Dirección General de Transporte Acuático

DGT-PN Dirección General de Tránsito - Policía Nacional

RACCN Región Autónoma de la Costa Caribe Norte

RACCS Región Autónoma de la Costa Caribe Sur

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Presentación

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI), como institución del Gobierno de Reconciliación y


Unidad Nacional (GRUN), es rector de los sectores de transporte e infraestructura y tiene como misión
normar, planificar, ejecutar, evaluar y controlar las actividades que conlleven a conservar la
infraestructura vial del país y facilitar sistemas de transporte eficientes, seguros y competitivos, con el
propósito de apoyar la integración y la vinculación de las áreas y de recursos de la producción,
mercados y centros poblados.

Asimismo, desarrolla políticas, programa proyectos y ejecuta obras con el objetivo de mejorar las
condiciones para que la oferta de servicios de transporte y comunicaciones atienda
adecuadamente la demanda, proyectando el desarrollo de la infraestructura en el ámbito de su
competencia.

El Anuario Estadístico de Transporte de Nicaragua 2017 muestra la información actualizada del


comportamiento, avances y logros en la modernización de la infraestructura del país, resumiendo
en números la demanda y oferta registrada de los servicios y las variaciones en la infraestructura
disponible.

Por su naturaleza, este documento es una herramienta técnica que proporciona información y
elementos de análisis a las instancias formuladoras de políticas orientadas al fortalecimiento del
sector y por ende al desarrollo económico y social en el país. Su utilidad va más allá de una simple
publicación, se espera que este trabajo brinde elementos de análisis y críticas constructivas
alrededor del papel que juegan los sistemas de transporte y la infraestructura vial en el desarrollo,
fortalecimiento y la competitividad del país.

Managua, Marzo del 2018


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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Introducción.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI) tiene como objetivo principal llevar beneficios a
toda la población nicaragüense, en cumplimiento con lo establecido en el Plan Nacional de
Desarrollo Humano (PNDH); a través de la ejecución de proyectos de inversión en la infraestructura
vial principal y secundaria, por medio de la ampliación, rehabilitación, mejoramiento y
mantenimiento de la red vial (carreteras, caminos y puentes) y regulando el funcionamiento del
transporte de pasajeros en sus diferentes modalidades.

El “Anuario Estadístico de Transporte de Nicaragua 2017” muestra una compilación de datos


agrupando las informaciones referentes al sector para que sirvan de herramienta útil a todas las
personas e instituciones interesadas en el tema. Para su elaboración se continúa con el valioso
aporte de la Empresa Portuaria Nacional (EPN), el Instituto Nicaragüense de Aeronáutica Civil (INAC)
y diferentes instancias del Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI). Este documento, ofrece a
los interesados en la materia una perspectiva general de los principales indicadores operativos del
sector transporte en Nicaragua, los cuales son de gran utilidad porque proveen una panorámica
que contribuye al propósito de lograr un mayor desarrollo del mismo.

Esta edición contiene las principales informaciones estadísticas del año 2017, estructurándose en
cinco capítulos que compilan los registros estadísticos de los subsectores de transporte: terrestre,
aéreo, marítimo e información vial. El capítulo 01 está referido a la infraestructura vial y comprende
información relevante a la infraestructura nacional de carreteras. Se presenta la evolución de la red
de carreteras; una caracterización del parque vehicular automotor nacional y equipos disponible
por tipología, departamento y evolución. El capítulo 02 presenta el sector transporte en su conjunto,
ubica la participación del movimiento del transporte de pasajeros por los modos aéreos, acuáticos
y terrestres del transporte, al igual que el transporte de carga en los modos aeronáuticos y marítimos,
y el movimiento de viajes realizados por modo de transporte.

El capítulo 03 expone las estadísticas del transporte terrestre por modalidades y sistema del transporte
intermunicipal de pasajeros, números de rutas, vehículos operando, viajes realizados, así como
pasajeros transportados y kilómetros recorridos. El capítulo 04 presenta el transporte aéreo e incluye
el movimiento y tráfico de pasajeros y de carga, a nivel nacional e internacional, las principales
aerolíneas, rutas troncales de origen destino, carga internacional y local.

El capítulo 05 presenta lo concerniente al transporte acuático, brindando información sobre los flujos
y movimiento del tráfico de pasajeros, así como el movimiento de la carga internacional y local en
sus modalidades de cabotaje marítimo y lacustre. Además, se incluye por su importancia como
indicador de modernización del transporte y elemento del intermodaismo el movimiento de la carga
contenerizada. Por último, se adjuntan anexos, que muestra la información complementaria en
cuadros relacionados a todos los temas desarrollados en los capítulos anteriores.

Todas las gráficas incluidas a lo largo del presente anuario representan de manera consolidada los
registros administrativos de los diferentes sectores de transporte de Nicaragua en sus diferentes
modalidades.

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Capitulo № 1: Infraestructura Vial y Parque Vehicular.

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1.1– Tipo de superficie de rodamiento.

Para 2017, la red nacional de carreteras alcanzó una


longitud de 24,514.9 kilómetros (km), de los cuales el
17.5%, corresponden a las carreteras pavimentadas; y el
82.5% a las carretas sin pavimentar.

El gráfico № 1.1 presenta la distribución porcentual de la


red vial por tipo de superficie y región, y el cuadro № 1.1
presenta la composición de la red vial nacional de los
últimos dos años por tipo de superficie.

La red vial registró un aumento de 180.1 km. en su longitud


al pasar de 24, 334.8 km. en 2016 a 24,514.9 km en 2017.
Al igual que el año anterior, el 70% de las carreteras son
transitables en todo el año según datos proporcionado
por la Oficina de Inventario Vial del MTI.

 Carreteras Pavimentadas.

La red de carreteras pavimentadas alcanzó una longitud de


4,300.2 km, registrando un significativo incremento del 4.2%
con respecto al 2016; es decir, 173.1 km.

Del total de la red vial pavimentada el 57.3% corresponde a


carreteras asfaltadas de dos o más carriles; el 35.8% a las
adoquinadas; y el 6.9% a las carreteras de concreto
hidráulico. Estas últimas registraron incremento del 41.4%,
impulsadas con fondos del gobierno central y préstamos de
los organismos internacionales.

 Carreteras No Pavimentadas.
Con una longitud de 20,214.7 km, de
Cuadro Nº 1.1
ellas el 15.5% corresponden a
Comparativo de la Red Vial, según Tipo de Superficie, 2017
caminos revestidos; el 48.3% a
2016 2017 Variación
Carreteras caminos de todo tiempo; el 36.0% a
km % km % Absoluta Relativa (%)
las de estación seca; y el 0.1% a los
Pavimentadas 4,127.1 17.0% 4,300.2 17.5% 173.1 4.2%
Asfaltadas 2,467.4 10.1% 2,465.6 10.1% -1.7 -0.1%
empedrados.
Adoquinadas 1,449.5 6.0% 1,537.4 6.3% 87.9 6.1%
Conc. Hidráulico 210.2 0.9% 297.1 1.2% 86.9 41.4% En el periodo 2016-2017 la longitud de
No Pavimentadas 20,207.7 83.0% 20,214.7 82.5% 7.0 0.0% la red vial no pavimentada tuvo un
Empedradas 25.7 0.1% 34.9 0.1% 9.2 36.0% aumento de 7.0 km. lo que
Revestido 3,139.3 12.9% 3,140.8 12.8% 1.5 0.0%
representó en términos relativo el
Todo Tiempo 9,819.8 40.4% 9,756.3 39.8% -63.5 -0.6%
0.1%, ello se debió entre otras cosas
Estación Seca 7,222.9 29.7% 7,282.8 29.7% 59.9 0.8%
Total km 24,334.8 100.0% 24,514.9 100.0% 180.1 0.7% porque:
Fuente: MTI, Oficina de Inventario Vial, 2017.
Los caminos de todo tiempo
registraron una disminución 63.5 km.
en su longitud, lo que significó decrecimiento del 0.6% debido a que los mismas pasaron a ser intervenidas con
macadán y pavimentos. Los caminos de estación seca en conjunto registraron un incremento del 0.8% en su longitud,
los cuales aumentaron su longitud en 59.9 km.

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1.2 – Red vial por región geográfica.

1.2.1 – Región del Pacífico.

Las carreteras del pacífico en su


conjunto registran una longitud de
8,194.6 km. las cuales, respecto a la
red vial nacional, representan el 33.4%,
distribuido entre pavimentadas (8.3%)
y no pavimentadas (25.2%).

La red vial se concentra mayormente


en los departamentos de
Chinandega, Managua, Rivas y León,
representando estos tres el 75.1% de la
red vial de la región pacífica y el 25.1%
de la red nacional. El departamento
de León es el que concentra la mayor
longitud (2,078.5 km), equivalente al
8.5% de la red vial nacional.

Con respecto a la red vial pavimentada, Managua, Rivas, León y Chinandega representan el 62.4% de la red vial de
la región pacífica, siendo el departamento de Managua el que concentra la mayor longitud de carreteras
pavimentadas con 502.1 km. equivalente al 11.7% de la red vial nacional pavimentada.

1.2.2 – Región Central.

Las carreteras de esta región suman una longitud de 12,929.8 km. las cuales, respecto a la red vial nacional,
representan el 52.8%, distribuidos entre pavimentadas (8.0%) y no pavimentadas (44.7%).

Entre los departamentos que tienen mayor longitud de carreteras están Matagalpa, Jinotega, Nueva Segovia y Estelí
representando estos cuatros el 65.5% de la red vial de la región central y el 34.6% de la red nacional, siendo el
departamento de Matagalpa el que concentra la mayor longitud (2,950.1 km), equivalente al 12.0% de la red vial
nacional.

Con respecto a la red vial no pavimentada de la región,


está mayormente concentrada en los departamentos de
Matagalpa y Jinotega representando estos dos el 22.5%. El
departamento de Matagalpa concentra la mayor longitud
con 2,498.6 km., equivalente al 12.4% de la red vial nacional
no pavimentada.

1.2.3 – Región Atlántica.

Las carreteras de esta región suman una longitud de 3,385.9


km. las cuales, respecto a la red vial nacional representan
el 13.8%, distribuido entre pavimentadas (1.2%) y no
pavimentadas (12.7%).

Los departamentos que forman esta región son: Región


Autónoma de la Costa Caribe Norte (RACCN) y Región
Autónoma de la Costa Caribe Sur (RACCS) siendo la que
tienen mayor longitud de carreteras la RACCN con el 59.9%
de la red vial de la región y el 7.9% de la red nacional.

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En relación a la red vial pavimentada es la región menos desarrollada, ya que en ellas sólo se concentra el 7.0% de
la red vial pavimentada nacional.

1.3 – Evolución de la Red Vial 2007-2017.

Con un mayor enfoque en desarrollo en la infraestructura nacional, en el periodo (2007 – 2017), se ha dado un impulso
considerable en la construcción de obras viales hasta alcanzar el actual nivel de desarrollo de las carreteras.

En el periodo la longitud total de la red tuvo un desarrollo 4,1821 km. de ellos la red pavimentada aumentó en 1,860.5
km. de carreteras de dos o más carriles, con un crecimiento sostenido de 5.6% promedio anual.

Las carreteras no pavimentadas para ese mismo período mostraron un aumento de 2,321.6.0 km. y a fines del 2017
su distribución es la siguiente: el 15.5% corresponde a los caminos revestidas; el 48.3% de todo tiempo; 36.0% de
estación seca; y 0.1% a las carreteras empedradas. En este periodo se experimentó un incremento anual del 0.7% de

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la red vial no pavimentada. En general hubo un


factor de decrecimiento en la red vial porque ha
sido absorbida por la red vial pavimentada
cuando se cambia el tipo de superficie.

El desarrollo obtenido del crecimiento de la red


en los últimos 10 años ha aportado a la creciente
movilidad y accesibilidad, lo que ha tenido una
función relevante en el desarrollo del país, al
permitir un mejor aprovechamiento de los
recursos nacionales, desarrollando la
producción, la expansión de los mercados de
consumo, la inversión de capital al sector
agropecuario, el turismo, las exportaciones e
importaciones, y la inversión extranjera, situación
que se ha logrado en Nicaragua con la
construcción de las carreteras que garantizan el
flujo permanente vehículos. En la ilustración 1.3
se puede apreciar el aumento del total de km
de la red vial en el período 2007-2017.

Cuadro Nº 1.3
Evolución de la Red Vial de Carretera, según Superficie de Rodamiento, en Kilómetros, 207-2017
Carreteras 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 % de Crec.
Pavimentadas 2,439.7 2,502.6 2,552.5 2,815.0 3,150.8 3,282.4 3,446.8 3,653.4 3,883.8 4,127.1 4,300.2 5.6%
% 12.0% 11.7% 11.6% 12.7% 13.3% 13.7% 14.3% 15.1% 16.1% 17.0% 17.5%
Asfaltadas 2,044.7 2,067.4 2,077.6 2,141.0 2,298.9 2,333.2 2,374.8 2,346.2 2,462.0 2,467.4 2,465.6 1.8%
Adoquinadas 395.0 435.2 474.9 660.0 797.5 894.2 1,005.9 1,175.3 1,269.7 1,449.5 1,537.4 13.5%
Concreto Hidráulico - - 14.0 54.3 55.0 66.1 131.9 152.1 210.2 297.1 54.7%
No Pavimentadas 17,893.1 18,939.0 19,422.9 19,296.0 20,496.3 20,614.2 20,586.5 20,484.1 20,287.9 20,207.7 20,214.7 0.7%
% 88.0% 88.3% 88.4% 87.3% 86.7% 86.3% 85.7% 84.9% 83.9% 83.0% 82.5%
Empedradas 17.7 21.7 23.5 25.7 34.9 18.5%
Revestido 3,538.5 3,630.0 3,905.1 3,730.0 3,650.8 3,634.3 3,620.4 3,496.6 3,335.8 3,139.3 3,140.8 -1.4%
Todo Tiempo 7,060.2 8,053.0 8,335.1 8,388.0 9,721.3 9,796.8 9,722.3 9,794.6 9,786.0 9,819.8 9,756.3 1.9%
Estación Seca 7,294.4 7,256.0 7,182.6 7,178.0 7,124.2 7,183.1 7,226.2 7,171.2 7,142.6 7,222.9 7,282.8 0.0%
Total km 20,332.8 21,441.5 21,975.4 22,111.0 23,647.1 23,896.6 24,033.4 24,137.5 24,171.7 24,334.8 24,514.9 1.3%
Fuente: MTI, Oficina de Inventario Vial, 2017.

1.4 - Seguridad Vial.


Cuadro Nº 1.4
En el 2017, por las calles y carreteras del país Evolución del la Accidentabilidad en las Carreteras, 2017
ocurrieron 43,912 accidentes de tránsito, con un Año Variación
Conceptos
aumento 2,324 accidentes con relación al año 2016 2017 Absoluta Relativa (%)
anterior, registrándose un incremento del 5.6%. Los No. de Accidentes con:
accidentes ocurridos en el país dejaron como
Daños materiales37,813 40,674 2,861 7.6%
resultado 40,674 accidentes con daños materiales,
Víctimas 3,775 3,238 -537 -14.2%
3,238 accidentes con víctima, 3,657 lesionados y
Total Accidente 41,588 43,912 2,324 5.6%
782 personas muertas. Según estas cifras, se puede
No. de Victimas Totales:
inferir que en Nicaragua ocurrieron 120 accidentes
por día y 5 accidentes cada hora, siendo este Muertos 791 782 -9 -1.1%

comportamiento estadísticamente similar al 2016. Lesionados 4,781 3,657 -1,124 -23.5%


Total 5,572 4,439 -1,133 -20.3%
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

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1.4.1 – Accidentes por Regiones.

De 43,912 accidentes ocurridos en el país, el 85.8%


(equivalente a 37,668), se registró en la región del Pacífico
de Nicaragua; el 12.3% equivalente a 5,402 accidentes
ocurrieron en centro y solo 1.9% en el atlántico con 842
accidentes.

 Región del Pacífico.

Los departamentos con mayor índice de accidentalidad


fueron Managua, León, Chinandega y Masaya los cuales,
en conjunto registraron el 79.8% del total de los accidentes
de tránsito del país. Individualmente, Managua es el
departamento con la mayor frecuencia de accidentes con el 68.6%, seguido de Chinandega con el 3.9%, León 3.8%
y Masaya con 3.5%. Según estas cifras, en el Pacífico ocurrieron 103 accidentes por día, es decir, que ocurrieron 4
accidentes por hora y de los cuatro departamentos sólo en Managua ocurrieron 82 accidentes por día, equivalente
a 3 a 4 accidentes por hora.

Gráfico Nº 1.4
Accidentabilidad por Regiones, 2016

Nor Central
11.7% Atlántica
2.0%

Pacífica
86.3%

Gráfico Nº 1.5
Accidentabilidad por Regiones, 2017
 Región Norte y Central.
Nor Central
12.3% Atlántica
1.9% En esta región los departamentos con mayor grado de
accidentalidad fueron Matagalpa, Chontales y Estelí los que
en conjunto registraron el 8.7% de los accidentes del país. El
departamento que más accidentes registró fue Matagalpa
con el 4.0% (equivalentes 1,752 accidentes), seguido de
Estelí con el 2.9% y Chontales con el 1.9% del total nacional.
En esta región ocurrieron 15 accidentes por día o 1
accidente cada hora. Matagalpa el departamento con
Pacífica mayor frecuencia de accidentes ya que registró 5
85.8%
accidentes por día y 0.2 accidentes por hora.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Región Atlántica.

Las dos regiones (RACCN y RACCS) no superaron el 2.0% de accidentalidad de los ocurridos en el país, (842
accidentes) y estadísticamente hay igualdad en el comportamiento de los datos. La región con mayor número fue
la RACCN con 492. En esta región ocurrieron 2 accidentes por día o 0.1 accidentes cada hora.

1.4.2 – Accidentes con Muertos.

Durante el 2017, los accidentes de tránsito generados por vehículos automotores dejaron como resultado 782
muertos, con una disminución de 9 con relación al año anterior, registrando un decrecimiento del 1.1%. Del total de
los muertos ocurridos por accidentes de tránsito el 55.2% fueron en el pacifico; el 38.4% en la región norte y central; y
la atlántica el 6.4%.

La región del Pacífico registró el mayor número de muertos, con un total de 432 y los departamentos que presentan
un crecimiento en 2017, se encuentran: Masaya (15.8%), seguido de León (14.8%) y Managua (8.5%), pero en términos
absolutos Mangua es el departamento con mayor número de muertos con 205.

En las regiones norte y central y Atlántico los accidentes de tránsito dejaron como resultado un total de 350 muertos,
pero es importante señalar que en todos los departamentos decreció, a excepción de Matagalpa que creció un
1.3%.

1.4.3 – Accidentes con Víctimas.

Este tipo de eventualidad reportan 3,238 accidentes con


víctimas, con una disminución considerable de 537
víctimas con relación al año anterior, registrando un
decrecimiento notable 14.2% Del total de accidentes
con víctimas, el departamento de Managua registró el
71.2%, León 3.8% y Masaya 3.2.

1.4.4 – Accidentes con Lesionados.

Del total de accidentes de tránsito registrados en todo


el territorio nacional dejaron como resultado 3,657
lesionados, registrándose una disminución de 1,124 con
relación al año anterior, lo cual nos da decremento del
23.5%. El departamento de Managua registró el 37.9% de
los accidentes con lesionados, Masaya el 9.0% y
Matagalpa 7.5%.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 17


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

1.4.5 - Pérdidas Económicas por Accidentes de Tránsito.

Según cifras de la Policía de Tránsito, el total de las pérdidas económicas como resultante de los accidentes de
tráfico por las calles y carreteras del país, sólo en daños a vehículos automotores se estimó en más 20 millones de
córdobas.

 El Ministerio de Salud (MINSA) informó que durante el 2017 invirtió más de 350 mil dólares en la compra de
materiales quirúrgicos para atender lesiones de huesos en pacientes lesionados en accidentes de tráfico.
 El costo de atender a una persona grave se calculó en US$ 300 y US$ 500 (dólares), mientras que una persona
en condición leve genera un costo de US$ 100.0.

En este total no se incluyen las pérdidas registradas en accidentes mortales, la pérdida de horas/hombres laborables,
sin el agregado de las pérdidas en pago de salarios, gastos médicos y los costos de administración de seguros y el
invaluable costo que representa en las familias hijos huérfanos, incapacidad física o la pérdida irreparable de una
vida.

1.4.5 – Accidentes por departamentos.

Los accidentes de tráfico registrados también dejaron


cuantiosas pérdidas económicas y de vidas humanas. El
departamento de Managua es el principal generador
de accidentes de tránsito en todo el país, debido a que
el 48.5% del parque vehicular automotor se concentra
en este departamento, seguido de Chinandega y León
con el 6.8% y 6.3% respectivamente.

En la región norte y central, Matagalpa con el 5.7% y


Estelí con el 4.8% son los departamentos con más parque
vehicular del total nacional. Los cuadros siguientes
presentan entre otros datos sobre el nivel de
accidentabilidad por departamentos; los accidentes
según tipología, departamentos; y el índice de
accidentabilidad por cada 1,000 medios automotores
por departamentos.

Cuadro Nº 1.6
Comparativo de la Accidentabilidad por Tipo, 2017
Año Variación
Carreteras
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
Atropello de peatones 1,453 815 -638 -43.9%
Colisión entre vehículos 37,163 40,295 3,132 8.4%
Vuelcos 472 358 -114 -24.2%
Con objeto fijo 1,626 1,481 -145 -8.9%
Provocar acc y darse a la fuga 186 289 103 55.4%
Atropello y darse a la fuga 43 25 -18 -41.9%
Acc con semovientes 298 410 112 37.6%
Caída de pasajeros 132 44 -88 -66.7%
Caída de objeto 78 82 4 5.1%
Denuncia de acc con placa 5 4 -1 -20.0%
No se tomó placa 2 2
Sin contacto 130 107 -23 -17.7%
Total 41,588 43,912 2,324 5.6%
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

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Cuadro Nº 1.7
Accidentabilidad por Departamentos y Tipo 2017
Regiones / Daños
Total Víctimas Muertos Lesionados
Departamentos Materiales
Pacífica 37,668 35,542 2,126 432 2,449
Carazo 865 785 80 21 84
Chinandega 1,716 1,575 141 55 135
Granada 953 774 179 21 213
León 1,676 1,545 131 61 103
Managua 30,105 28,948 1,157 189 1,385
Masaya 1,550 1,298 252 38 329
Rivas 803 617 186 47 200
Nor Central 5,402 4,566 836 300 883
Boaco 503 433 70 15 87
Chontales 814 674 140 44 179
Estelí 1,261 1,169 92 41 91
Jinotega 555 436 119 57 111
Madriz 199 151 48 22 43
Matagalpa 1,752 1,499 253 78 273
Nva. Segovia 202 115 87 31 78
Rio San Juan 116 89 27 12 21
Atlántica 842 566 276 50 325
RACCN 491 319 172 27 207
RACCS 351 247 104 23 118
Total 43,912 40,674 3,238 782 3,657
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

Cuadro Nº 1.8
Evolución del la Accidentabilidad por cada 1,000 vehículos, 2017
Región / Años Variación
Departamentos 2016 2017 Absoluta Relativa (%)
Pacífica 66 73 7 10.6%
Carazo 45 44 -1.00 -2.2%
Chinandega 42 37 -5.00 -11.9%
Granada 41 48 7.00 17.1%
León 25 39 14.00 56.0%
Managua 82 91 9.00 11.0%
Masaya 35 51 16.00 45.7%
Rivas 42 30 -12.00 -28.6%
Nor Central 31 35 4 12.9%
Boaco 47 43 -4.00 -8.5%
Chontales 39 36 -3.00 -7.7%
Estelí 15 38 23.00 153.3%
Jinotega 32 28 -4.00 -12.5%
Madriz 16 24 8.00 50.0%
Matagalpa 43 45 2.00 4.7%
Nueva Segovia 20 13 -7.00 -35.0%
Río San Juan 40 27 -13.00 -32.5%
Atlántica 101 63 -38 -37.6%
RACCN 124 83 -41.00 -33.1%
RACCS 84 47 -37.00 -44.0%
Promedio Nacional 59 64 5 8.5%
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

1.4.6 - Mejoramiento de la Seguridad Vial.

Aun cuando hubo menos fallecidos por accidentes de tráfico en Nicaragua, 782 personas perdieron su vida en un
accidente de tráfico en calles y carreteras del país, lo que denota una “CRISIS VIAL” por la alarmante tendencia al
alza en los accidentes de tráfico que ha experimentado un aumento desde el 2012.

La Seguridad Vial sigue siendo prioridad del Gobierno de Reconciliación y Unidad Nacional (GRUN), para lograr
reducir los muertos y lesionados por siniestros viales, se hace necesario e importante divulgar las cifras estadísticas
que reflejan el crecimiento acelerado de accidentalidad que ocurren cada año, la que representan grandes
pérdidas económicas, junto con la pena y el sufrimiento que provoca en las familias.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 19


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Mejoramiento en la infraestructura.

Por otra parte, el gobierno está dando un impulso considerable al mantenimiento, conservación, ampliación y
modernización de la infraestructura, mejorando carrereas plagadas de puntos conflictivos cruces y pueblos, con
mayor capacidad de tránsito. Se ha mejorado la señalización vial y la campaña de semaforización es permanente,
estas mejoras económicas a las carreteras tienden a reducir las pérdidas de vida humanas, reducen las tasas de
accidentalidad, traen consigo ahorro monetario para los usuarios de las carreteras y para el público en general.

1.5 - Medios de Transporte Automotor.

1.5.1 - Parque Vehicular Automotor.

El parque vehicular que se presenta en este documento se obtuvo de la Dirección de la Seguridad del Tránsito
Nacional, entidad encargada de llevar los registros de vehículos matriculados en el país. La matriz muestra la
situación actual del parque vehicular, por tipología, el uso y su distribución por departamento.

Nicaragua hasta finales del 2017 registró un incremento de 1.4%, de vehículos automotores, al pasar de 670,120 a
contabilizar 679,259 vehículos de diferentes características, tal como lo muestra el cuadro № 1.9. De ello, se infiere
que hay un promedio de 28 vehículos por km. de carretera de todo tipo y un vehículo por cada 9 habitantes.

Cuadro Nº 1.9
Parque Vehicular por Departamentos, 2017

rga

ora
ta
ta

eta
óvil

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olqu
cicle
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Cam

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Auto

Cab

T ra
Auto

Rem
Moto
Cam

Mic

Apla
Mo n
F ur

Pacífica 123,627 5,278 7,877 29,993 115,555 4,489 9,741 70 200,072 7,417 2,705 6,569 692 514,085
Carazo 4,424 160 72 992 3,944 35 947 8,343 78 40 470 19,505
Chinandega 5,424 528 1,349 2,886 7,943 25 729 1 23,866 1,563 1,351 602 37 46,304
Granada 3,459 241 112 940 3,930 96 394 1 9,905 48 40 312 19,478
León 7,024 505 587 2,362 8,591 66 851 7 20,892 643 647 715 1 42,891
Managua 94,051 3,266 5,518 19,716 82,646 4,133 5,890 60 104,304 4,851 481 3,891 654 329,461
Masaya 6,252 342 169 1,929 5,028 116 643 15,328 142 27 312 30,288
Rivas 2,993 236 70 1,168 3,473 18 287 1 17,434 92 119 267 26,158
Nor Central 13,331 1,786 828 12,246 38,393 159 1,224 23 79,823 729 274 3,048 71 151,935
Boaco 1,241 158 19 924 3,328 15 95 8 5,537 25 21 324 1 11,696
Chontales 1,958 195 46 1,912 5,127 24 161 12,031 46 17 505 2 22,024
Estelí 3,476 380 314 2,632 9,859 69 317 4 14,895 247 53 649 9 32,904
Jinotega 1,068 249 68 1,390 4,051 16 111 3 12,316 65 53 299 2 19,691
Madriz 734 62 24 408 2,082 9 41 4,413 23 5 179 7,980
Matagalpa 3,633 562 293 3,986 10,346 22 393 5 18,220 278 87 749 55 38,629
Nueva Segovia 986 107 58 754 3,141 4 56 3 9,271 44 29 297 2 14,752
Río San Juan 235 73 6 240 459 50 3,140 1 9 46 4,259
Atlántica 2,741 184 47 1,189 1,978 5 103 6 6,785 56 28 113 4 13,239
RACCN 1,201 131 34 489 816 1 18 1 3,144 44 3 24 2 5,908
RACCS 1,540 53 13 700 1,162 4 85 5 3,641 12 25 89 2 7,331
Total 139,699 7,248 8,752 43,428 155,926 4,653 11,068 99 286,680 8,202 3,007 9,730 767 679,259
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

Del total de vehículos automotores registrado en el país, el


66.2% corresponde a los de transporte; el 32.5% a los
vehículos de carga y 0.6% a las unidades agrícolas y/o
construcción.

Como resultado del aumento acelerado del parque


vehicular, se incorporaron 18,278 nuevos vehículos, de los
cuales el 59.8% fueron de pasajeros por haber entrado en
circulación más 10 mil motos. Según estas cifras en
Nicaragua hay 45 habitantes por cada automóvil, 345
habitantes por cada vehículo de pasajeros, 121 habitantes
por cada camión y 22 habitantes por cada moto.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 20


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El parque vehicular está conformado por 679,259 unidades de carga y pasajeros de servicio particular o
AUTOTRANSPORTE, de los cuales el 75.7% se concentra en el Pacífico, el 22.4% en la norte y central y el 1.9% en el
Caribe. El gráfico № 1.9 presenta el crecimiento del parque vehicular respecto al 2016.

1.5.2 - Parque Vehicular de Pasajeros y Carga.

Según datos del parque vehicular de pasajeros y carga de la Dirección de Seguridad de Tránsito, el 66.9% del mismo
corresponden a los vehículos de pasajeros, el 32.5% a las unidades de carga y el 0.6% a las unidades agrícolas y
construcción. Del total de parque vehicular de pasajeros, se estima que el 4.0% corresponde al servicio público o
colectivo de pasajeros y el 23.6% al servicio público de carga nacional.

Por otro lado, el 48.5% del parque vehicular se concentra en el departamento de Managua, equivalente a
329,461unidades de diferentes características, seguido de Chinandega con 6.8%, León con 6.3% en el Pacífico de
Nicaragua. En el Centro y Caribe, Matagalpa registró el 5.7% de la población vehicular, seguido de Estelí con el 4.8%
del total. El departamento con menor parque vehicular es Río San Juan que tiene 0.6% (equivalente a 4,259) unidades
a nivel nacional.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 21


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 1.10 La evolución del parque vehicular en el


Parque Vehicular por Tipología y Uso, 2017 periodo 2016-2017 registra un crecimiento
Tipo
2016 2017 Variación
permanente. En el periodo 2010-2011
Vehículos % Vehículos % Absoluta Relativa (%)
presenta un crecimiento consistente del
Transporte 443,495 66.2% 454,425 66.9% 10,930 2.5%
flujo vehicular de 32% equivalente a
Autobús 7,210 1.1% 7,248 1.1% 38 0.5%
Automóvil 138,684 20.7% 139,699 20.6% 1,015 0.7%
13,914 unidades, luego entre 2013-2014
Microbús 11,083 1.7% 11,068 1.6% -15 -0.1% registra un crecimiento del 19.2%
Motocicleta 276,625 41.3% 286,680 42.2% 10,055 3.6%
Varu 9,893 1.5% 9,730 1.4% -163 -1.6% Entre el 2014-2017 registra un incremento
Carga 222,639 33.2% 220,961 32.5% -1,678 -0.8%
del 11.4% equivalente a 69,388 unidades.
Cabezal 8,649 1.3% 8,752 1.3% 103 1.2%
Camión 43,621 6.5% 43,428 6.4% -193 -0.4%
A lo largo de todo el período se produce
Camioneta 156,553 23.4% 155,926 23.0% -627 -0.4% un sustantivo aumento de 237,615
Furgoneta 4,613 0.7% 4,653 0.7% 40 0.9% vehículos, dando una tasa media anual
Remolque 9,203 1.4% 8,202 1.2% -1,001 -10.9% de 6.3% en crecimiento del parque
Trabajo 3,986 0.6% 3,873 0.6% -113 -2.8%
vehicular.
Varios 809 0.1% 870 0.1% 61 7.5%
Tractor 3,177 0.5% 3,003 0.4% -174 -5.5%
Total 670,120 100.0% 679,259 100.0% 9,139 1.4%
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

Cuadro Nº 1.11
Evolución del Parque Vehicular Nacional según Tipología, 2010-2017
Tipología 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Autobús 6,739 6,904 7,256 7,404 8,443 7,076 7,210 7,248
Automóviles 116,943 112,373 119,446 125,200 142,741 134,691 138,684 139,699
Cabezal 7,649 6,816 7,278 7,636 8,709 8,469 8,649 8,752
Camiones 30,438 32,532 35,443 37,001 42,181 41,470 43,621 43,428
Camioneta 136,756 131,439 140,097 141,751 161,610 151,986 156,553 155,926
Furgoneta 4,296 3,871 3,998 4,138 4,717 4,551 4,613 4,653
Microbuses 8,457 9,008 9,683 10,106 11,521 10,785 11,083 11,068
Montacargas 99 107 99
Motos 112,632 134,456 169,055 181,781 207,246 266,589 276,625 286,680
Rastra/Remolque 5,729 5,857 6,221 6,710 7,650 7,900 9,203 8,202
Retroexc. 4
Tractor 2,416 2,235 2,372 2,390 2,725 2,866 3,177 3,003
Varu 9,589 9,583 9,955 9,950 11,343 9,653 9,893 9,730
Aplanadoras 484 827 864 985 800 702 767
Total 441,644 455,558 511,631 534,931 609,871 646,935 670,120 679,259
Fuente: Policía Nacional, Direc. Gral. de Tránsito, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 22


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 23


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Capitulo № 2: El sector Transporte.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 24


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

2.1 - Movimiento de pasajeros por modalidad de transporte.

En Nicaragua, el transporte tiene una relevancia significativa permitiendo la circulación de bienes y personas, con lo
cual se logra la integración social que favorece el desarrollo mediante el fortalecimiento de las acciones
encaminadas a garantizar la eficiencia de los medios de transporte.

En el año 2017, el movimiento de pasajeros en los diferentes modos que conforman el sistema nacional de transporte
fue de 180,220.3 miles personas, experimentado un leve incremento del 1.5% respecto al año anterior, siendo el
movimiento de personas por carretera el modo predominante en el tráfico de pasajeros; ya que movilizó el 98.8% de
la demanda total, con un crecimiento del 1.5%.

Cuadro Nº 2.1
Consolidado Anual de Indicadores de Transporte (Miles de Pasajeros), 2017 Aunque, el transporte aéreo moviliza menos
Indicador
Año Variación del 1.0% de la demanda de pasajeros,
2016 2017 Absoluta Relativa (%) experimentó un crecimiento del 6.0%
Terrestre 175,432.3 178,082.1 2,649.8 1.5% transportando 92.0 miles de personas más
Aeronáutico 1,534.2 1,626.3 92.0 6.0% con relación al año anterior.
Nacional 183.5 180.2 -3.3 -1.8%
Internacional 1,350.7 1,446.0 95.3 7.1%
Lacustre 606.2 511.9 -94.3 Por su parte, el transporte acuático en el
-15.6%
Total 177,572.8 180,220.3 2,647.5 2017 al igual que en los años anteriores sigue
1.5%
Fuente: MTI, INAC, EPN, 2017 siendo el modo con menos participación
(0.3%) en la movilización de pasajeros. El
mismo aumentó sus operaciones, pero bajó en el número de personas trasladadas (511.9 miles de personas),
experimentando un cambio del -15.6%, al haber disminuido en 94.3 miles de pasajeros respecto al 2016.

Este decrecimiento de pasajeros en el sector acuótico


se debe al incremento de la red vial pavimentada que
facilita la movilización en zonas que antes sólo eran
accesibles por medios acuáticos. Esto se puede asumir
como un efecto positivo, ya que la movilizacion
terrestre en general requiere menos recursos
económicos y de tiempos que el transporte acuático.

En el periodo 2010-2017 el tráfico total de pasajeros a


lo interno del país registró un aumento sostenible,
siendo el modo por carretera el de mayor dinamismo
con un crecimiento del 5.4% con respecto al 2010.

El modo aéreo nacional ha tenido un comportamiento


variado durante el periodo, inició con una tendencia
ascendente y registró un declive durante el periodo
2008 -2009, continuó una tendencia de crecimiento en
los siguientes años, pero en el periodo 2012 -2013 registra un decremento, en el siguiente periodo recuperó su
tendencia ascendente y registró un declive del –1.8% en 2017 con relación al año anterior. Aún con todo y ello en el
período 2010-2017 ha experimentado una tasa de crecimiento medio anual del 2.2%.

El movimiento de pasajeros internacional ha tenido un comportamiento sostenido durante el periodo 2010 -2017. (Ver
cuadro № 2.2)

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 25


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 2.2
Pasajeros Movilizados por Medios, 2010-2017
Modo de Transporte 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017

Terrestre 122,987.0 117,655.0 121,572.0 149,076.0 162,475.0 162,615.0 175,432.0 178,082.1


Aereo 1,102.0 1,120.0 1,198.0 1,206.0 1,299.0 1,500.0 1,534.0 1,626.3
Nacional 135.0 143.0 144.0 142.0 158.0 187.0 183.5 180.2
Internacional 967.0 977.0 1,054.0 1,064.0 1,141.0 1,312.0 1,351.0 1,446.0
Maritimo 441.0 484.0 454.0 415.0 562.0 654.0 606.2 511.9
Total 124,530 119,259 123,224 150,697 164,336 164,769 177,572 180,220
Fuente: MTI, INAC, EPN, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 26


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

2.2 - Movimiento de carga por modos de transporte.

Los diferentes modos de transporte que operan en Nicaragua manejaron en total 12,599.8 miles de TM. De ellas las
básculas ubicadas en las principales zonas del país controlaron un flujo de 7,491.7 miles de TM, lo que significa un
crecimiento del 3.5%, ya que se controlaron 252.9 miles de TM adicionales respecto al 2016.

Por su parte, el modo acuático movilizó un


Cuadro Nº 2.3
total de 5,079.7 miles de TM de carga,
Tráfico de Carga por Modo de Transporte (Miles TM), 2017
logrando un incremento del 7.7%. Dicho
Indicador
Año Variación comportamiento se sustentó en el
2016 2017 Absoluta Relativa (%) considerable aumento del comercio
Terrestre 7,247.1 7,491.7 252.9 3.5% exterior con volúmenes de 430.7 miles de TM
Marítima 4,718.5 5,079.7 361.2 7.7% adicionales. La carga nacional, aunque no
- Internacional 4,397.1 4,827.8 430.7 9.8% es de gran volumen, decreció en 21.6%.
- Importación 3,374.9 3,552.7 177.8 5.3%
- Exportación 1,022.2 1,275.1 252.9 24.7% Respecto al movimiento de carga aérea,
- Nacional 321.4 251.8 -69.6 -21.6%
experimentó un incremento del 11.0%, pero
la misma por los pequeños volúmenes que
- Cabotaje maritimo 195.3 134.8 -60.5 -31.0%
moviliza su participación no incide en el
- Cabotaje lacustre 126.1 117.0 -9.1 -7.2%
Aeronáutica 25.6 28.4 2.8 11.0%
comportamiento del movimiento de carga
- Nacional 0.1 0.10 0.0 -3.1%
nacional. (Ver gráfico № 2.3)
- Internacional 25.5 28.3 2.8 11.1%
Carga Total 11,991.2 12,599.8 616.9 5.1%
Fuente: M TI, INA C, EP N, 2017

2.3 - Viajes por Modo de Transporte.

La participación de los modos de transporte en la movilidad de los


flujos de persona y carga nacional e internacional experimentó un
crecimiento del 1.5% con relación al año pasado. Los modos
aeronáutico y marítimo nacional e internacional realizaron el 0.9%
de los viajes destinados a la movilización de los flujos de carga y
pasajeros (transporte mixto), equivalente a 45.5 miles de viaje y
ambos experimentaron comportamientos del -4.5% y -1.6%
respectivamente.

En resumen; se estima que se realizaron más de 5,023.0 miles de


viajes, de los cuales 99.1% corresponde a los de pasajeros y el 0.9%
de carga. En los diferentes servicios prestados en las terminales de
pasajeros se realizaron 13.8 miles de viajes diarios, con una
ocupación promedio de 36 pasajeros por viaje.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 27


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cua dro Nº 2.4 Sólo en las terminales de pasajeros de servicio del


Número de Via jes por Modo de Tra ns porte )Miles Via jes ), 2017 transporte Intermunicipal por carretera se realizaron más
Año Va ria ción
Indica dor de 4,977.5 miles de viajes, lo que equivale a 13.6 miles de
2016 2017 Abs oluta Rela tiva (%)
viajes diario con un índice de ocupación promedio de 37
Terres tre 4,903.0 4,977.5 74.5 1.5%
pasajeros por unidad por viaje.
Ma rítima 12.8 12.2 -0.6 -4.5%
- Na ciona l 12.1 11.6 -0.6 -4.6%
- Interna ciona l 0.7 0.7 0.0 -3.4% El tráfico de viajes en el servicio de la carga en el modo
Aeroná utica 33.8 33.3 -0.5 -1.6% terrestre por carretera fue de 248.1 miles de viajes y
- Na ciona l 18.0 17.3 -0.7 -3.6% generó más de 7 millones de TM., lo que equivale a 678
- Interna ciona l 15.8 15.9 0.1 0.7%
viajes por día y una ocupación promedio de 10.7 TM por
Ca rga Tota l 4,949.6 5,023.0 73.4 1.5%
Fuente: MTI, INAC, EPN, 2017
viajes.

El movimiento de aeronaves en 2017 fue de 33.3 miles de operaciones o vuelos, lo que representa un decrecimiento
del 1.6% con respecto al año anterior, con una ocupación promedio de 45 pasajeros por viaje. Por lo general, los
viajes aeronáuticos operan el servicio mixto; carga y pasajeros.

Los puertos recibieron más de 12 mil embarcaciones y atendieron un tráfico aproximado de más de 5.0 millones de
carga y recibieron 35 embarcaciones por día, con una ocupación promedio de 426 TM por embarcación.

2.4 – Transporte de carga terrestre.

2.4.1- Carga en tránsito.

El Ministerio de Trasporte e Infraestructura (MTI), con la misión de cuidar y conservar la infraestructura vial nacional ha
dado un impulso considerable en la instalación de básculas fija y móvil, con el objeto de controlar a los vehículos
que transportan carga a nivel nacional e internacional para garantizar la accesibilidad y movilidad del transporte
automotor. Para un efectivo control de vehículos de carga se cuenta con estaciones de pesajes; 8 básculas fijas y 2
básculas móviles.

En el 2017 por las diferentes estaciones de pesaje se controló 255,396 vehículos de carga en tránsito, los que
movilizaron más 7,491.7 mil TM, con aumento superior a 246.2 mil TM con respecto al 2016, lo que significó un
incremento del 3.4%.

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2.4.2 – Vehículos por tipología y báscula.

Del total de vehículos controlados, 226,737 fueron vehículos


clasificados como tractores y semirremolques (Tx2 hasta Tx3) y (S1
hasta S3), y 30,342 vehículos de tipología camiones y remolques
(C2 hasta C3 y R2 hasta R3), lo cual significó un incremento de
estos medios del 4.1%.

El cuadro N° 2.5 presenta un comparativo de los medios de


transporte de carga controlados en el 2017, los cuales
experimentaron un aumento del 2.9% al haber registrado 7,296
vehículos más. El siguiente gráfico muestra un comparativo de la
estructura porcentual de los vehículos controlados por los 3 tipos
de básculas en operación.

Cuadro Nº 2.5
Tipo de Vehículos en Tránsito Registrados por las Básculas, 2017
Año Variación
Código Indicador
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
C-2 Camión 22,912 19,644 (3,268) -14.3%
C-3 Camión 7,198 8,654 1,456 20.2%
C-4 Camión 231 361 130 56.3%
C2-R2 Camión y Remolque - -
C3-R2 Camión y Remolque 1 (1) -100.0%
T2-S1 Tractor y Semiremolque 43 66 23 53.5%
T2-S2 Tractor y Semiremolque 116 58 (58) -50.0%
T2-S3 Tractor y Semiremolque 1 1 -
T3-S1 Tractor y Semiremolque 21 34 13 61.9%
T3-S2 Tractor y Semiremolque 176,736 181,392 4,656 2.6%
T3-S3 Tractor y Semiremolque 40,841 45,186 4,345 10.6%
T4-S3 Tractor y Semiremolque - - -
Total 248,100 255,396 7,296 2.9%
Fuente: MTI, Dirección General de Vialidad
2017

2.4.3 – Carga por básculas.

Respecto a la carga controlada por las básculas, los vehículos


tipificados como camiones y semirremolques transportaron 796.8 miles
TM y los clasificados como tractores y semirremolques transportaban
6,694.9 miles de TM., experimentando un crecimiento del 3.4% al pasar
de controlar 7,247.1 miles de TM en 2016 a 7,491.1 miles de TM en el 2017.

Las básculas con mayor volumen de carga controlada fueron las


ubicadas en Chilamatillo (25.9%), Mateare (18.7%) y los cedros (15.3%).

En el gráfico siguiente, se puede apreciar que las básculas en las


fronteras controlaron menos carga, ello se debe a la baja en la
actividad económica en la región centroamericana.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

2.4.5 – Básculas fronterizas.

Los controles establecidos por el MTI al transporte de mercadería reflejan que por las básculas fronterizas se
contabilizaron 2,385.2 miles TM y 80,984 vehículos, mientras que para el resto del país fue de 5,106.4 miles de TM y un
total de 174,412 vehículos.

 Frontera norte:

Las básculas ubicadas en la frontera norte; El Espino y El Guasaule,


en conjunto controlaron el 31.7% de los vehículos en tránsito,
(80,984 camiones y remolques), y el 31.8% del volumen de carga
en tránsito (2,385.3 miles de TM).

 Frontera Sur.

La báscula ubicada en la Frontera Sur, en Sapoa no operó en 2017.

Fuente: MTI, Dirección General de Vialidad, 2017

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Capitulo № 3: Transporte Terrestre de Pasajeros.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 31


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

En 1987, la Dirección General de Transporte Terrestre (DGTT) presentó un documento de clasificación de rutas de
transporte de pasajeros, quedando establecido todo lo referente al clasificador de rutas.

Existe la tendencia natural de agrupar las rutas de transporte de pasajeros bajo criterios territoriales, sin embargo,
nuestro país tiene un desarrollo económico desigual, de manera que no todos los centros poblacionales de igual
jerarquía urbana tienen el mismo nivel de desarrollo poblacional lo que dificulta la comparación de flujos de
pasajeros. Considerando lo anterior, una vez establecidas las diferentes agrupaciones a usar, se ubican las rutas
tomando en cuenta los siguientes criterios:

 La territorialidad o ubicación geográfica de la ruta.


 Clasificación de acuerdo a la división política del país (departamento, municipios y comarcas).
 Tipo de superficie de rodamiento de las carreteras.
 Priorización de las rutas cuyo origen y destino están unidos por superficies (pavimentadas).
 El rango poblacional de los puntos a unir, como elemento de importancia de la ruta
 En algunos casos se consideró el conocimiento propio de la demandad servida y el desarrollo económico
social de los lugares que sirven la ruta.

 Transporte Interurbano: son las rutas que comunican diferentes centros urbanos y se dividen en troncales y
secundarias.

 Rutas Interurbanas Troncales: constituyen la red principal de la transportación interurbana de pasajeros en el


país. Comunican la capital de la República con las cabeceras departamentales respectivas y
excepcionalmente con otras ciudades de importancia sobre los corredores principales. Ejemplo de las mismas
son:

 Estelí – Managua.
 León – Managua.
 Granada – Managua.
 Juigalpa – Managua.

 Rutas Interurbanas Secundarias: son las rutas que prestan servicio entre cabeceras departamentales y
excepcionalmente entre estas y municipios importantes sobre los corredores principales. Entre ellas están:

 Ocotal – Somoto.
 León - San Isidro.
 Managua – Tipitapa.
 El Rama – Managua.
 Rivas - Managua.

 Rutas Intermunicipales: son las rutas que prestan servicio entre las cabeceras departamentales y sus
municipios, entre municipio del mismo o de otros departamentos y excepcionalmente entre cabeceras
departamentales y poblados de importancia sobre los corredores principales, tales como:

 Estelí – San Juan de Limay.


 Managua – San Francisco Libre.
 Managua – Ciudad Sandino.

 Rutas Rurales: son las rutas que comunican comarcas, poblados y valles entre sí o con las cabeceras
departamentales y municipios, tales como:

 Managua – El tránsito.
 Managua – San Cayetano.
 León - Salinas Grandes.
 Managua – Las Jaguitas.
 León – Las Peñita

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Rutas Taxis Interlocales: Son las rutas que comunican diferentes centros urbanos, cabeceras departamentales
y municipios.

 Granada – Managua.
 León – El Sauce.
 Masaya – Granada.
 Chinandega – El Guaséale.
 Managua – León.
 Jinotepe – Masaya.

3.1 – Transporte terrestre de pasajeros a nivel nacional.

En el 2017, el movimiento de pasajeros en los diferentes


sistemas de transporte intermunicipal colectivo movilizó
más de 178 millones de personas, lo que significó un leve
incremento del 15%. La distancia total recorrida por los
diferentes modos fue de más de 210 millones de km.
anual, lo que representó incremento igual al movimiento
de pasajeros, El cuadro № 3.1 presenta los indicadores
operativos del transporte de pasajeros en sus diferentes
sistemas.

Como en años anteriores, la distribución del tráfico de


pasajeros por sistema favoreció ampliamente al sistema
intermunicipal, su participación total se estima fue del
48.6%; el sistema de taxis interlocales e Interurbano
movilizaron el 22.5% y 15.6% respectivamente. El sistema
rural este año se mantuvo en el último lugar con una
contribución del 13.3%.

En materia del aprovechamiento de las unidades inscritas, las estadísticas reflejaron que todas fueron superiores al
80.0% y el sistema interurbano e interlocal mostraron un mayor porcentaje, equivalentes al 88.8% y 86.2%
respectivamente.
Para este año operaron un promedio de 552 rutas, con
aumento de 1 ruta con respecto al periodo anterior,
registrando un incremento del 0.2%.

Las rutas fueron atendidas por 2,595 unidades promedio diario


operando, con un leve aumento de 29 unidades, por lo que
registró un leve crecimiento del 1.1% en relación al 2016.

Se realizaron 13,120 viajes promedio diario, con un aumento


de 444 viajes, reflejando un incremento del 3.5% con relación
al 2016.

Durante el periodo, cada unidad realizó en promedio 5


viajes/unidad, transportó 37.6 pasajeros/viajes y recorrió 222
km/unidad en un día de trabajo.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 33


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 3.1
Indicadores Operativos del Transporte de Pasajeros por Sistema, 2017
2017
Indicadores UM 2016
Interurbano Intermuncip. Rural Interlocal Total

Rutas Operando Rutas 552 51 209 244 49 553

Vehículos Inscritos Unidad 2,967 482 1,139 492 905 3,018


Vehículos Operando Unidad 2,567 428 966 421 781 2,595
Aprovechamiento % 86.5% 88.8% 84.8% 85.5% 86.2% 86.0%

Viajes prom. diario Proyec. Viajes 13,244 1,426 4,425 1,443 6,343 13,637
Viajes prom. diario Real Viajes 12,675 1,428 4,398 1,431 5,863 13,120
Aprovechamiento % 95.7% 100.1% 99.4% 99.2% 92.4% 96.2%

Distancia anual recorrida Miles/km 206,969 39,604 66,930 25,371 78,150 210,056
Pasajeros transportados Miles/Pasaj. 175,433 27,715 86,509 23,741 40,118 178,082

Fuente: DGTT-MTI, 2017

3.2 - Transporte de Pasajeros de Servicio Público por Sistema.

3.2.1 – Sistema de transporte interurbano.

El sistema de transporte interurbano movilizó a lo interno del


país el 15.6% de la demanda total de pasajeros y registró un
incremento del 8.1% con relación al 2016, al pasar de 25,649
miles de pasajeros a 27,715 miles de pasajeros en el 2017.
Operaron 51 rutas, este indicador experimentó un cambio
del -1.8% con relación al año anterior.

Las rutas fueron cubiertas con 428 unidades promedio diario


(14 unidades más que en 2016), reflejando un incremento en
términos relativo del 3.5%.

Se realizaron 1,428 viajes promedio diario, para un aumento


de 375 viajes, equivalente a un 35.7% de incremento.

Cuadro Nº 3.2
Indicadores Operativos del Sistema de Transporte Interurbano, 2017
Año Variación
Indicadores UM
2016 2017 Absoluta Relativa (%) Recorrieron más de 39,604 miles de km que
representó un aumento de 12,588 miles de
Rutas Operando 52 51 -1 -1.8%
Rutas km. y por ende un incremento del 3.3%.
Vehículos inscritos promedio diario 474 482 7 1.6%
Durante el período laborado según
Unidad
Vehículos operando promedio diario Unidad 414 428 14 3.5% análisis, cada unidad realizó 3.3
Aprovechamiento % 87.2% 88.8% viajes/unidad; transportó 53
pasajeros/viajes; y recorrieron 254
Viajes Prom. Diario Programados Viajes 1,084 1,426 342 31.5% km/unidad en un día de trabajo.
Viajes Prom. Diario Realizados Viajes 1,052 1,428 375 35.7%
Cumplimiento % 97.0% 100.1%

Distncia anual recorrida Miles/km 38,346 39,604 1,258 3.3%


Pasajeros tranportados Miles/Pasaj. 25,649 27,715 2,066 8.1%

Fuente: DGTT-MTI, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 34


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

3.2.2 – Sistema de transporte intermunicipal.

El sistema intermunicipal transportó el 48.6% de la


demanda total de pasajeros y registró una leve caída del
0.8% al dejar de transportar aproximadamente un millón
de pasajeros menos en el 2017.

Operaron un promedio de 209 rutas autorizadas, siendo


estas servidas por un promedio de 966 unidades diario,
para una baja de 4 unidades promedio diario,
registrando un decrecimiento de 0.4%. Se realizaron 4,398
viajes promedio diario, con una disminución de 47, lo que
en términos relativo registró un decrecimiento del -1.1%

Se recorrieron más 66,930 miles de km, con una disminución 158 mil km,
significando un decrecimiento del -0.2%. Durante el periodo laborado
cada unidad realizó 4.6 viajes/unidad, transportó a 54
pasajeros/viajes/ y recorrieron 190.0 km/unidad en día de trabajo.

Cuadro Nº 3.3
Indicadores Operativos del Sistema lntermunicipal, 2017
Año Variación
Indicadores UM
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

Rutas Operando Rutas 209 209 0 0.1%

Vehículos inscritos promedio diario Unidad 1,137 1,139 2 0.1%


Vehículos operando promedio diario Unidad 970 966 -4 -0.4%
Aprovechamiento % 85.3% 84.8%

Viajes Prom. Diario Programados Viajes 4,498 4,425 -73 -1.6%


Viajes Prom. Diario Realizados Viajes 4,445 4,398 -47 -1.1%
Cumplimiento % 98.8% 99.4%

Distncia anual recorrida Miles/km 67,088 66,930 -158 -0.2%


Pasajeros tranportados Miles/Pasaj. 87,234 86,509 -725 -0.8%

Fuente: DGTT-MTI, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 35


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

3.2.3 – Sistema de transporte rural.

En el 2017, el sistema de transporte rural movilizó el


13.1% de la demanda total del transporte de
pasajeros con 23,741 miles (759 miles más que en
2016), registrando un incremento de 3.3%.

Operaron un promedio de 244 rutas, lo cual fue casi


similar al 2016, ya que para ese año trabajaron 243.

Las rutas fueron servidas por 421 unidades con un


aumento de 6 respecto al 2016, logrando un leve
incremento del 1.5%.

Se realizaron 1,431 viajes en promedio


diario, con un aumento de 33 viajes con
relación al año anterior, para un
incremento del 2.3%.

Se recorrió una distancia de 25,371


miles km. con un aumento de 486 miles
km. lo que significó un incremento del
2.0%.

Durante el periodo laborado, cada


unidad realizó 3.4 viajes/unidad,
transportó 45.0 pasajeros/viajes y
recorrió 165 km/unidad en un día de
trabajo.

Cuadro Nº 3.4
Indicadores Operativos del Sistema Rural, 2017
Año Variación
Indicadores UM
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

Rutas Operando Rutas 243 244 1 0.4%

Vehículos inscritos promedio diario Unidad 490 492 2 0.5%


Vehículos operando promedio diario Unidad 415 421 6 1.5%
Aprovechamiento % 84.7% 85.5%

Viajes Prom. Diario Programados Viajes 1,421 1,443 22 1.5%


Viajes Prom. Diario Realizados Viajes 1,398 1,431 33 2.3%
Cumplimiento % 98.4% 99.2%

Distncia anual recorrida Miles/km 24,885 25,371 486 2.0%


Pasajeros tranportados Miles/Pasaj. 22,982 23,741 759 3.3%

Fuente: DGTT-MTI, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 36


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

3.2.4 – Sistema de transporte de taxis interlocales.

El sistema de taxis interlocales movilizó el 22.5% de la


demanda total del transporte de pasajeros con 40,118
miles de usuarios (551 miles más que en 2016), logrando
un incremento del 1.4%.

Operaron un promedio de 49 rutas, (1 más que en el


2016) que fueron servidas por 781 unidades en
promedio diario, operando 13 unidades más para un
leve crecimiento de un 1.7%.

Se realizaron 5,863 viajes promedio diario, realizándose


83 viajes más que en el 2016, lo que le significó un
incremento del 1.4%. Se recorrió una distancia de 78,150
miles de km. (1,500 miles de km más) para un crecimiento del 2.0% Durante el período laborado cada unidad realizó
7.5 viajes/unidad, transportó 19 pasajeros/viajes y recorrió 274.4km/unidad.

Cuadro Nº 3.5
Indicadores Operativos del Sistema de Transporte de Taxis Interlocales, 2017
Año Variación
Indicadores UM
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

Rutas Operando Rutas 48 49 1 2.1%

Vehículos inscritos promedio diario Unidad 866 905 39 4.5%


Vehículos operando promedio diario Unidad 768 781 13 1.7%
Aprovechamiento % 88.7% 86.2%

Viajes Prom. Diario Programados Viajes 6,240 6,343 103 1.7%


Viajes Prom. Diario Realizados Viajes 5,780 5,863 83 1.4%
Cumplimiento % 92.6% 92.4%

Distncia anual recorrida Miles/km 76,650 78,150 1,500 2.0%


Pasajeros anuales tranportados Miles/Pasaj. 39,567 40,118 551 1.4%

Fuente: DGTT-MTI, 2017

La evolución del movimiento de


pasajeros ha registrado un
crecimiento consistente entre
2010 – 2017. A lo largo de este
período solo en el 2011 sufrió una
caída de -4.3% y a partir del 2012
ha habido una recuperación para
los siguientes años. En este
período el transporte terrestre de
pasajeros ha tenido una tasa de
crecimiento promedio anual del
5.4%.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 37


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cua dro Nº 3.6


Evol uci ón del Trá fi co de Pa s a jeros ,2010-2017 (Mi l es Pa s a jeros )
Años
Indicador
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Enero 12,430 10,034 10,725 11,785 13,823 13,679 13,818 15,095
Febrero 9,127 9,167 9,884 11,342 12,313 12,581 13,340 13,706
Ma rzo 10,579 9,788 10,535 12,231 13,580 13,553 15,024 15,222
Abri l 10,592 9,217 9,683 11,079 13,237 13,297 14,487 14,580
Ma yo 10,826 9,866 10,245 12,511 13,791 13,642 14,851 15,208
Juni o 10,531 9,610 9,757 12,057 13,322 13,451 14,538 14,701
Jul i o 10,374 9,782 10,172 12,729 13,884 13,932 14,990 15,196
Agos to 9,897 10,350 10,523 12,787 13,802 13,819 15,017 15,106
Septiembre 9,458 9,694 9,723 12,081 13,473 13,500 14,621 14,641
Ovtubre 9,713 9,848 10,326 13,656 13,936 13,965 15,020 14,970
Novi embre 9,479 9,920 9,949 13,095 13,364 13,387 14,615 14,593
Di ci embre 9,981 10,379 10,050 13,723 13,950 13,809 15,112 15,063
Total 122,987 117,655 121,572 149,076 162,475 162,615 175,432 178,082
Fuente: DGTT-MTI, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 38


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Capitulo № 4: Transporte Aéreo.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 39


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El sector de transporte aéreo para el año 2017 experimentó un crecimiento del 6.0%, atendiendo a 1,626.3 miles de
pasajeros en los aeropuertos comerciales internacionales y los nacionales situados en la zona pacífica y atlántica del
país. Dicho incremento significó un flujo de 92.1 miles de pasajeros adicionales en relación al año pasado.

La mayor parte del tránsito correspondió a los vuelos de las líneas aéreas internacionales con un total de 1,446.0 miles
de personas, equivalente al 88.9% del total. Por su parte, los vuelos nacionales transportaron el 11.1% de la demanda
(180.2 miles de usuarios) con un decrecimiento del -1.8%, debido a la mejora de la red vial pavimentada que
incrementa el acceso a lugares por medios terrestres. En cuadro № 4.1 se resumen un comparativo de los indicadores
aéreos del 2017 respecto al año anterior.

Cuadro Nº 4.1 Del primero de enero al 31 diciembre 2017, se


recibió un promedio de 91 vuelos diarios y más 4.3
Movilización de Pasajeros del Transporte Aereo en Miles, 2017
miles de pasajeros por día. La ocupación promedio
Año Variación
Indicadores en esas rutas fue 48 personas por vuelo y la mayor
2016 2017 AbsolutaRelativa (%) parte de las operaciones aéreas correspondió a los
vuelos internacionales con el 52.2% del total. El
Pasajeros 1,534.2 1,626.3 92.1 6.0% movimiento de operaciones aéreas fue de 33.2
Nacional 183.5 180.2 -3.3 -1.8% miles de vuelos, con una disminución de 0.5 miles
Internacional 1,350.7 1,446.0 95.3 7.1% menos lo que significó un decrecimiento del 1.7%.
Carga 25.6 28.4 2.8 11.1%
Nacional 0.1 0.1 0.0 21.2% El mayor flujo de mercancías lo movilizó el
Internacional 25.5 28.3 2.8 11.1% transporte de carga internacional con el 99.7% de
la demanda total, en cambio, el transporte de
Fuente: INAC, 2017 carga nacional o local solo transportó el 0.3%.

4.1 – Transporte aéreo de pasajeros.

4.1.1 - Pasajeros internacionales.

4.1.1.1 – Pasajeros por rutas.

Por las rutas internacionales troncales se atendió un tráfico


de 1,446.0 miles de pasajeros desde o hacia la ciudad
capital y la mayor cantidad se registraron en las rutas:
Miami – Managua (32.5%); Houston – Managua (11.6%):
Panamá – Managua (14.7%) y San Salvador – Managua
(13.2%), todas en conjunto transportaron 1,040.4 miles de
usuarios equivalente al 71.9% y el resto (29.9%) lo
transportaron las demás rutas.

Es de señalar, que las rutas con mayor crecimiento en el flujo de pasajeros fueron: Canadá – Managua (178.9%)
seguida de San Salvador – Managua (31.4%); San José-Managua con el 15.8% y por último Guatemala-Managua
con un el 15.4%.

Se registró un aumento de 62.6 miles de usuarios, para un crecimiento 4.6% con relación al año anterior. El movimiento
de aeronaves u operaciones aéreas en el 2017 fue de más de 17 mil, con una disminución de más de 0.5 mil vuelos,
registrando un decrecimiento del -3.8%. La ocupación promedio fue de 83 personas por vuelo, el mes de mayor
crecimiento en el tráfico registrado en el aeropuerto internacional Augusto C. Sandino fue el mes de diciembre, en
éste se recibió un promedio de 4,339 pasajeros por día y 87 vuelos promedio diario. El gráfico № 4.1 presenta la
distribución del tráfico aéreo internacional por zonas geográficas.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cua dro Nº 4.2


Tra ns porte Aereo Interna ci ona l de Pa s a jeros por Rutas Tronca l es en Mi l es , 2017
Año Va ri a ci ón
Orígen
2016 2017 Abs ol uta Rel a tiva (%)
Mi a mi 470.0 469.7 -0.3 -0.1%
Hous ton 194.0 167.2 -26.8 -13.8%
Atl a nta 97.0 94.1 -2.9 -3.0%
Méxi co 52.0 84.8
Ca na dá 3.0 8.4 5.4 178.9%
Gua tema l a 86.0 99.3 13.3 15.4%
Sa n Sa l va dor 145.0 190.5 45.5 31.4%
Teguci ga l pa 3.0 2.6 -0.4 -13.8%
Sa n Jos é 100.0 115.8 15.8 15.8%
Pa na má 197.7 213.0 15.3 7.7%
La Ha ba na 3.0 0.7 -2.3 -75.6%
Total 1,350.7 1,446.0 62.6 4.6%
Opera c. Interna ci ona l es 18.0 17.3 -0.7 -3.8%
Fuente: INAC, 2017

4.1.1.2 – Pasajeros por líneas aéreas.

Operaron 19 aerolíneas autorizadas registradas, de las cuales 10 operaron el servicio de pasajeros, 7 en servicio mixto
(carga y pasajeros) y dos solo carga. Cabe señalar que la aerolínea VOLARIS inició operaciones en el servicio de
pasajeros en el mes de marzo 2017.

Cuadro Nº 4.3 Las aerolíneas con mayor demanda en el movimiento


Transporte Aereo Internacional de Pasajeros por Linea Aerea /1, 2017 de pasajeros fueron: Copa Airlines (353.4 miles) que
Línea Aerea
Año Variación registró un crecimiento en términos relativo del 21.4%,
2016 2017 Absoluta Relativa (%) seguida de American Airlines (278.1 miles) con un
AMERICAN 278.0 287.1 9.1 3.3% crecimiento del 3.3% y en tercer lugar la Aerolínea Taca
CONVIASA 2.0 - -2.0 -100.0%
que registró un incremento del 6.7% mediante la
COPA 291.0 353.4 62.4 21.4%
SPIRIT 107.0 96.2 -10.8 -10.1%
transportación de 235.7 miles.
UNITED 194.0 167.2 -26.8 -13.8%
AEROCARIBBEAN 3.0 -3.0 -100.0% Las líneas AV. GRAL. INTERN. AEROMEXICO y CUBANA
LA COSTEÑA 2.0 2.2 0.2 12.5% experimentaron considerable crecimiento, pero el
LACSA 30.0 27.8 -2.2 -7.2%
número de pasajeros transportados muy bajo. En el
NATURAL AIR 5.0 0.7 -4.3 -86.2%
gráfico № 4.2 presenta el comportamiento del flujo de
TACA 221.0 235.7 14.7 6.7%
AIRTRANSAT 3.0 8.4 5.4 178.9% pasajeros traficados por líneas aéreas, en el mismo se
AEROMEXICO 52.2 84.6 32.4 62.1% nota que las líneas aéreas que experimentaron
DELTA 97.0 94.1 -2.9 -3.0% comportamientos positivos son principalmente de las
AV. GRAL. INTERN. 4.0 8.0 4.0 98.9% compañías ya establecidas en el mercado nacional.
A.G.I. A COSTA RICA 1.0 0.7 -0.3 -30.3%
AVIATECA 52.0 62.5 10.5 20.3%
VECA 8.0 0.4 -7.6 -95.1%
CUBANA 0.5 0.7 0.2 46.4%
VOLARIS 16.3 16.3 100.0%
Total 1,350.7 1,446.0 95.3 7.1%
Fuente: INAC, 2017

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

4.1.1.3 – Evolución del movimiento de pasajeros internacionales.

En el periodo 2010 a 2017 el movimiento de pasajeros aéreos en los aeropuertos que conforma la red aeroportuaria
ha registrado altibajos, pero siempre registró crecimientos; inició con una tendencia creciente, seguida de un leve
crecimiento menor al 1.0% entre 2012 y 2013; para los siguientes años vuelve registrar incrementos sostenido que
oscilaron entre el 2.9% y 7.3%.

Aún durante el período 2010-2017 se observa que el movimiento total ha mantenido una tendencia creciente, con
una tasa de crecimiento del 6.0% promedio anual, en términos relativos.

Cuadro Nº 4.4
Evolución del Movimiento Aeropuertuario Internacional de Pasajeros en Miles 2010-2017
Región 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Caribe 3.68 4.56 2.42 2.42 2.30 123.59 2.99 0.73
Centroamerica 383.40 414.07 417.61 415.71 459.25 357.24 396.64 621.13
Norteamerica 573.90 543.46 628.25 639.74 673.79 831.65 951.07 824.19
Total 960.99 962.10 1,048.28 1,057.86 1,135.33 1,312.48 1,350.70 1,446.05
Fuente: INAC, 2017

4.1.2 - Pasajeros nacionales.

4.1.2.1 – Pasajeros por rutas. Cua dro Nº 4.5


Indi ca dores Opera ti vos del Tra ns porte Aereo Na ci ona l de Pa s a jeros en Mi l es , 2017
El movimiento aeroportuario de
Año Va ri a ci ón
pasajeros nacional, generó un flujo de Indi ca dores
180.2 miles de pasajeros con una 2016 2017 Abs ol uta Rel a ti va (%)
disminución de 3.3 miles en relación
con el año pasado, para un Pa s a jeros Tra ns porta dos 183.5 180.2 -3.3 -1.8%
decrecimiento del -1.8%. Esto quiere
decir, que se recibió en promedio a Opera ci ones Na ci ona l es 15.8 15.9 0.1 0.8%
493 personas por día (10 menos que en
2016) y 43 vuelos promedio diario, con Fuente: INAC, 2017
una ocupación de 12 pasajeros por
vuelo.

El mes de mayor demanda de pasajeros aéreos nacionales fue el mes de marzo, la terminal aérea del aeropuerto
Internacional Augusto C. Sandino, recibió 587 pasajeros promedio diario y se realizaron 37 vuelos diario, con una
ocupación de 16 pasajeros por vuelo.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El movimiento de aeronaves nacionales en el periodo fue más 15.9


mil operaciones, con un aumento 0.1 miles de vuelos, para un
incremento inferior al 1.0% en relación al 2016.

Cuadro Nº 4.6
Transporte Aereo Nacional de Pasajeros por Rutas Troncales en Miles, 2017
Año Variación
Destino
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
Bluefields 56.0 45.2 -10.8 -19.4%
Corn Island 65.8 77.5 11.7 17.7%
Puerto Cabezas 40.4 37.3 -3.1 -7.7%
Bonanza 11.2 10.4 -0.8 -6.9%
Siuna 4.4 4.1 -0.3 -6.1%
Las rutas que registran mayor demanda de pasajeros
Rosita 0.1 0.1
fueron; Managua-Corn Island, con un crecimiento Waspám 2.4 1.7 -0.7 -29.2%
del 17.1% y representó el 43.0% del flujo de pasajeros Ometepe 0.8 1.4 0.6 72.8%
nacionales con relación al año anterior, Bluefields- Brasiles 0.1 0.1
Chinandega 0.0 0.0
Managua, registró una caída del 19.4% al final del San Carlos 1.1 0.6 -0.5 -43.5%
2017, pero fue la segunda ruta de mayor demanda San Juan de Nicaragua 0.7 1.0 0.3 42.3%
(25.1%). Costa Esmeralda 0.7 0.9 0.2 22.9%
Matagalpa 0.0 0.0
183.5 180.2 -3.3 -1.8%
Fuente: INAC, 2017

4.1.2.2 – Pasajeros por líneas aéreas.

Durante el 2017 de cuatro aerolíneas autorizadas en el


país, solamente 2 operaron en el tráfico de pasajeros.
La aerolínea La Costeña movilizó el 99.3% del total y AV.
General Nacional movilizó la diferencia marginal.

En general, el flujo de pasajeros cayó levemente en un


1.7%, causado principalmente por el mejoramiento de
las carreteras que unen el Atlántico con el Pacífico. El
cambio porcentual de pasajeros por línea aérea se
detalla en el gráfico №. 4.5.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 4.7
Transporte Aereo Nacional de Pasajeros por Líneas Aereas en Miles, 2017
Año Variación
Linea Aerea
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

La Costeña 183.0 179.0 -4.0 -2.2%

Av. Gral. Nacional 0.4 1.2 0.8 208.5%

Total 183.4 180.2 -3.2 -1.7%


Fuente: INAC, 2017

En el periodo 2010 a 2017 el movimiento de pasajeros aéreo en los aeropuertos que conforma la red aeroportuaria
nacional, ha registrado crecimientos; inició con una tendencia creciente, seguida de un leve crecimiento menor al
1.0% en 2012; para 2013 este sector se ve más afectado ya que cayó 1.2%; y entre 2014 y 2015 vuelve a registrar
incrementos sostenido que oscilaron de 11.3% y 18.2%. En este mismo período, se observa que el movimiento total
ha mantenido una tendencia decreciente. En resumen, aun cuando este sector se ha visto afectado por la mejor
conectividad con las zonas atlánticas, ha experimentado una tasa de crecimiento del 4.2% promedio anual, en
términos relativos. (Ver cuadro № 4.8)

Cuadro Nº 4.8
Evolución del Movimiento Aeropuertuario Nacional de Pasajeros en Miles 2010-2017
Región 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
RACCN 59.8 63.9 69.9 63.4 60.3 58.5 58.3 53.6
RACCS 68.2 73.3 73.3 75.9 96.2 125.4 121.8 122.6
Resto del aís 7.0 6.2 0.9 3.1 2.0 3.3 3.4 4.0
Total 135.0 143.4 144.1 142.4 158.5 187.3 183.5 180.2
Fuente: INAC, 2017

4.2 – Transporte aéreo de carga.

La desproporción en la cantidad de carga manejada por vía aérea respecto a la de otros modos de transporte,
hace pensar que este servicio es poco importante para Nicaragua; sin embargo, la verdadera importancia
económica de este modo radica en su capacidad para transportar artículos perecederos o bien mercancías de alto
valor económico.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 4.9
Indicadores Operativos del Transporte Aereo de Carga (Miles TM) 2017
Año Variación
Concepto
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

Total 25.6 28.4 2.85 11.1%


Nacional 0.1 0.1 0.02 21.2%
Internacional 25.5 28.3 2.83 11.1%

Fuente: INAC, 2017

En el 2017 el movimiento de mercancías por la red aeroportuaria del país, registró un incremento del 11.1% con
respeto al periodo anterior, al pasar a 25.6 miles de TM en 2017 a 28.4 miles de TM en 2017. Se realizaron más de 33
mil operaciones aéreas, la ocupación promedio en esas rutas fue de 0.8 toneladas por vuelo.

El mayor flujo de mercancías lo movilizó el transporte de carga internacional con el 99.7% de la demanda total, en
cambio el transporte de carga nacional o local representó el 0.3% y registró un crecimiento del 11.1% con respecto
al año 2016.

4.2.1 – Carga Internacional.

4.2.1.1 – Carga por rutas.

Por las rutas internacionales se atendió un tráfico de carga de más de 28.0 miles de toneladas TM, desde o hacia la
ciudad capital. Entre las diferentes rutas, la mayor cantidad de carga se registró en las rutas troncales del norte, que
representó el 88.8% del total, siendo la ruta: Miami – Managua, la que tráfico el 85.66% de total de carga (equivalente
24.3 mil TM).

Las rutas del bloque centroamericano registraron un ascenso en términos relativos del 31.0% con relación al año
anterior, siendo la ruta; San Salvador – Managua, la que registró el mayor crecimiento en términos relativos con el
33.2%, pero el volumen de carga transportado fue inferior a 0.3 mil TM.

En el gráfico № 4.7 se pude observar que el flujo de carga (origen y destino) está determinado por el intercambio
comercial que Nicaragua tiene con los Estados Unidos ya que casi el 90% de ella proviene o va hacia las 3 terminales
utilizadas por las líneas aéreas que ofrecen servicio a Estados Unidos.

Cuadro Nº 4.10
Transporte Aereo Internacional de Carga por Rutas Troncales (Miles TM), 2017
Año Variación
Orígen
2016 2017 Absoluta Relativa (%)

Miami 22.00 24.26 2.3 10.3%


Houston 0.20 0.25 0.0 23.9%
Atlanta 0.60 0.64 0.0 5.9%
México 0.03 0.07 0.0 125.9%

Guatemala 0.20 0.22 0.0 10.1%


San Salvador 0.60 0.80 0.2 33.2%
Costa Rica 0.80 1.06 0.3 32.2%
Panamá 0.80 1.04 0.2 29.9%

Total 25.2 28.3 3.1 12.3%


Fuente: INAC, 2017

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

4.2.1.2 – Carga por líneas aéreas.

Cuadro Nº 4.11 Las aerolíneas comerciales que movilizaron la carga


Transporte Aereo Internacional de Carga por Linea Aerea (Miles TM), 2017 internacional durante el 2017 registraron un crecimiento
Orígen
Año Variación
del 11.1% con relación al periodo anterior. La aerolínea
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
con mayor demanda en el tráfico de carga fue UPS, la
AMERICAN 0.30 0.38 0.08 26.8% cual transportó el 49.0% de la carga total y registró un
COPA 1.20 1.52 0.32 27.0% incremento del 2.0% en términos relativos.
UNITED 0.20 0.25 0.05 23.9%
DELTA 0.60 0.64 0.04 5.9%
LACSA 0.05 0.02 -0.03 -50.5% Seguidamente, la línea aérea de mayor participación
TACA 1.10 1.19 0.09 8.1% fue AMERJET con el 34.0% y un crecimiento del 23.4%.
LA COSTEÑA 0.60 0.77 0.17 28.0% Estas dos en conjunto transportaron el 82.9% de toda la
UPS 13.60 13.87 0.27 2.0%
AMERIJET 7.80 9.62 1.82 23.4% carga aérea internacional.
AEREOMEXICO 0.05 0.07 0.02 35.5%
El cuadro № 4.11 y gráfico № 4.8 ilustran el
Total 25.50 28.33 2.83 11.1%
Fuente: INAC, 2017
comportamiento de la carga movilizada por las líneas
aéreas internacionales. La aerolíneas AMERICAN, COPA,
UNITED, LA COSTREÑA y AEROMEXICO experimentaron crecimientos superiores al 23.0%, pero el volumen transportado
no tuvo mucho peso porcentual en el total, ya que estas en conjunto solo trasladaron el 3.0 Miles de TM equivalentes
a 10.5% de la carga.

La evolución del movimiento de carga vía aérea en los últimos años se muestra en el cuadro № 4.12 donde se puede
apreciar que la carga creció al pasar de 28.1 miles a 28.3 miles de TM as entre 2010 y 2017, generando un crecimiento
promedio anual de 3.8%. El transporte de carga Internacional proveniente de la región centroamericana
experimentó un crecimiento en el período de 6.3% promedio anual.

La carga proveniente de norteamérica


experimentó un crecimiento del 3.5%
promedio anual, pero su peso en el volumen
de carga manejado históricamente es el de
mayor importancia, ya que absorbe más del
88.0% de las mercancías que se mueven por
vía aérea en el país.

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 4.12
Evolución del Movimiento Aeropuertuario Internacional de Carga (Miles de Libras) 2010-2017
Región 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Caribe 0.4
Centroamerica 2.0 2.6 2.6 2.4 2.3 1.9 1.8 3.1
Norteamerica 19.8 19.8 20.4 20.0 21.2 26.9 23.7 25.2
Total 21.8 22.4 23.0 22.5 23.5 29.2 25.5 28.3
Fuente: INAC, 2017

4.2.2 – Carga Nacional.

4.2.2.1 – Carga por rutas.

En el 2017 por el modo, la aeronáutica nacional traficó 0.1 miles de TM de mercancías y realizaron más de 15 mil
vuelos. La mayor cantidad de carga se registró en 4 rutas; Puerto Cabezas-Managua, Bluefields- Managua, Bonanza
– Managua y Corn Island – Managua, las que en conjunto transportaron el 93.4% de la carga total, siendo Corn Island-
Managua, el de mayor demanda de carga en este grupo con el 25.4%, seguido de Bonanza–Managua con el 24.6%.

Cuadro Nº 4.13
Transporte Aereo Nacional de Carga por Rutas Troncales (Miles TM), 2017
Año Variación Por otro lado, las rutas Siuna –Managua,
Orígen Waspám-Managua, La Paloma
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
Bluefields 0.0508 0.0216 -0.0292 -57.4% Ometepe –Managua, San Juan de
Puerto Cabezas 0.0222 0.0204 -0.0018 -8.2% Nicaragua –Managua, Costa Esmeralda
Corn Island 0.0029 0.0246 0.0217 743.6% –Managua y San Carlos –Managua,
Bonanza 0.0171 0.0239 0.0068 39.8% generó un porcentaje marginal del 10%
Siuna 0.0046 0.0045 -0.0001 -1.7% del total de carga, siendo Siuna –
Waspam 0.0014 0.0011 -0.0003 -18.8% Managua la ruta de mayor demanda de
San Juan de Nicaragua 0.0007 0.0001 -0.0006 -79.9% este grupo con el 4.6% de la carga
Matagalpa 0.0005 nacional.
San Carlos 0.0002
Rosita 0.0000
La Paloma Ometepe 0.0008
Chinandega
Costa Esmeralda
Total 0.100 0.097 -0.004 -3.5%
Fuente: INAC, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 47


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

De las 13 rutas aéreas a nivel nacional, la RACCS es la región tiene solo 2, pero es la que genera la mayor demanda
de transporte de mercancías, equivalente al 47.7% de toda la carga movilizada vía aérea en el país.

Cuadro Nº 4.14
Evolución del Movimiento Aeropuertuario Nacional de Carga (Miles de Libras) 2010-2017
Región 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
RACCS 0.050 0.063 0.081 0.066 0.066 0.054 0.057 0.050
RACCS 0.043 0.046 0.055 0.055 0.053 0.037 0.077 0.046
Resto País 0.003 0.002 0.005 0.004 0.002 0.001 0.004 0.001
Total 0.096 0.111 0.141 0.125 0.121 0.092 0.138 0.097
Fuente: INAC, 2017

4.2.2.2 – Carga por líneas aéreas.

De las 4 aerolíneas de aviación registradas en el país, Cuadro Nº 4.14


solamente La Costeña operó en el servicio de tráfico Transporte Aereo Nacional de Carga por Rutas Troncales (Miles TM), 2017
de carga a lo interior del país, pero la misma registró Año Variación
una caída en términos relativos del -3.5% con respecto Linea Aerea
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
del periodo anterior. Ver cuadro №. 4.14
LA COSTEÑA 0.100 0.097 -0.004 -3.5%
La evolución del movimiento de carga nacional vía AV. GENERAL NAC.
aérea en los últimos años se observando que su
tendencia ha tenido altos y bajos por lo que el 0.100 0.097 -0.004 -3.5%
comportamiento es nulo. Este fenómeno tiene su Fuente: INAC, 2017

origen, que este transporte de carga no está asociado a ninguna cadena productiva de perecederos o verduras,
los cuales deben ser enviados a los mercados de manera rápida.

Esta forma de transporte tuvo una vital importancia


cuando no existían vías seguras, pero dentro de varios
años tiende a desaparecer en vista que cada año hay
más conectividad por carreteras pavimentadas hacia las
zonas donde operan, ya que el transporte terrestre de
mercancías es de mucho menor costo.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 48


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Capitulo № 5: Transporte Acuático.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 49


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

5.1 – Transporte acuático de pasajeros.


Cuadro Nº 5.1
Transporte Acuático Lacustre Nacional de Miles Pasajeros (Miles), 2017 En el 2017, por los puertos lacustres de
Año Variación
Nicaragua se movilizó un estimado de más
Origen 511.9 miles de pasajeros, con una disminución
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
de 94.3 miles de pasajeros respecto al 2016, lo
Granada 4.5 4.7 0.2 5% que representó un decrecimiento de 15.6% con
San Carlos 62.0 92.5 30.4 49% relación al año pasado, obedeciendo
San Miguelito principalmente porque San Jorge percibió 70.8
Morrito miles de pasajeros menos. Ver cuadro 5.1
San Jorge 341.7 270.9 -70.8 -21%
Altagracia 0.4 -0.4 -100%
Del total de la demanda de pasajeros; los
Moyogalpa 176.4 139.0 -37.4 -21%
puertos de San Jorge, Moyogalpa y San Carlos
El Diamante 0.4 -0.4
movilizaron el 98.1% del total, de estos tres
Otros 20.8 4.9 -15.9
-77%
puertos solamente San Jorge traficó el 52.9%,
Total 606.2 511.9 -94.3 -15.6% seguido de Moyogalpa con el 27.1%. Dichos
Fuente: EPN, 2017 puertos recibieron 11,219 embarcaciones y
atendieron un tráfico promedio de 1,402
pasajeros por día, con una ocupación promedio de las naves de 47 pasajeros/viajes.

Durante el año, el mes de


Cuadro Nº 5.2
mayor demanda de
pasajeros fue marzo, los Evolución del Movimiento de Pasajeros Acuático Lacustre, 2010-2017
puertos nacionales Mes 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
recibieron 2,227 personas por Enero 43.92 42.57 44.67 37.46 54.59 59.29 66.33 55.74
día. En ese mismo mes el Febrero 36.66 40.78 44.67 33.00 46.57 55.64 53.05 48.39
puerto de mayor demanda Marzo 35.89 39.15 37.19 44.80 37.37 68.96 66.79 51.69
de pasajeros fue el puerto de Abril 37.87 48.90 45.04 36.83 51.06 54.29 58.27 63.11
San Jorge que recibió un Mayo 33.32 37.28 36.99 30.37 51.06 49.61 45.48 45.16
promedio de 1,200 personas Junio 32.06 34.71 35.28 29.45 37.85 44.17 41.18 40.97
por día. Julio 42.25 45.94 44.57 34.81 48.05 58.92 54.56 53.29
Agosto 33.41 37.35 36.68 30.17 40.90 52.77 47.87 45.89
Durante el periodo 2007-2017 Septiembre 29.63 34.08 28.84 34.04 45.13 47.55 45.14 43.86
el movimiento de pasajeros Octubre 29.20 37.29 29.47 29.28 37.58 44.87 45.27 17.21
Noviembre 40.53 35.20 32.14 32.23 45.32 50.89 41.05 20.84
en el servicio de
Diciembre 46.45 50.62 38.78 42.59 66.65 66.58 41.25 25.78
transbordadores lacustre en
Total 441.2 483.9 454.3 415.0 562.1 653.5 606.2 511.9
promedio fue de 516.0 miles
Fuente: EPN, 2017
de pasajeros, con altibajos a
partir del 2008.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 50


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

En el periodo 2010-2012 comienza con una tendencia positiva al crecer en 1.0% y para el periodo 2013-2015 se
recupera con un crecimiento promedio del 16.3% y luego en el periodo hasta 2017 experimentó una caída del 8.1%

A partir del 2016 se presenta un


decrecimiento, el cual se acentúa en el
2017 causado por el mejoramiento de la
infraestructura vial en las zonas donde
históricamente el transporte lacustre de
pasajeros era el principal medio de
movilización. (Ver gráfico № 5.1)

5.2 – Transporte acuático de carga.

Cuadro Nº 5.3 En el 2017, el transporte acuático en Nicaragua


Indicadores Operativos del Transporte Acuático deCarga (Miles TM), 2017 movilizó hacia los merados nacionales
Año Variación internacionales 5,079.7 miles de TM por los puertos
Indicadores
2016 2017 Absoluta Relativa (%) comerciales que están en el litoral del Pacifico, el
Caribe y Lacustre del país. La carga traficada
Carga Transportada 4,718.6 5,079.7 361.1 7.7% registró un crecimiento del 7.7% con relación al 2016
Nacional (Cabotaje) 321.4 251.8 -69.6 -21.6%
(361.1 miles de TM más). Ver cuadro no. 5.3
Marítimo 195.3 134.8 -60.5 -31.0%
Lacustre 126.1 117.0 -9.1 -7.2% Para la movilización de la carga se utilizó 12,225
viajes de naves, la participación de la flota
Internacional 4,397.2 4,827.8 430.7 9.8%
internacional con bandera extranjera fue 653
Importación 3,374.9 3,552.7 177.8 5.3%
Exportación 1,022.3 1,275.1 252.9 24.7%
buques, equivalente al 5.3%; el tráfico de cabotaje
marítimo hizo uso de 839 buques (6.9%); y el
Fuente: EPN, 2017 cabotaje lacustre 10,733 naves viajes, equivalente
al 87.8%.

Del total de la carga generada en los puertos nicaragüense, el


95.0% representa la carga internacional de (importación y
exportación) y el 5.0% le correspondió a la carga de
exportación. Ver gráfico № 5.2

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 51


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

5.2.1 – Transporte de carga internacional.

Se le llama carga acuática internacional o mundial al movimiento que tienen los bienes y servicios generados por los
países a través de sus distintos puertos. Del volumen de carga internacional, más del 4.8 mil TM es movilizada por los
cincos puertos comerciales que se ubican en la franja costera del Pacifico y zona del Caribe, el 73.6% corresponde
a las importaciones y el 26.4% a las exportaciones.

5.2.1.1 – Carga importada y exportada.

 Carga de importación.

El comercio exterior nicaragüense importó un volumen de carga de más de 3.5 mil TM, que significó un aumento de
177.8 mil TM, para un crecimiento del 5.3%. Del total de las importaciones, los rubros que experimentaron un mayor
crecimiento fueron el manejo de contenedores (441.0%); petooke (148.7%); los abonos y plaguicidas (81.0%); la
importación de harina se incrementó en 70.5%.

Cuadro Nº 5.4 Del total de las importaciones, el 44.7% representan


Principales Importaciones por Sectores, 2017 los productos de la industria extractiva, el 34.0% a los
Indicadores
Año Variación productos de la industria manufacturera y el 21.3%
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
al sector agrícola. El gráfico 5.3 presenta la
Ind. Manufacturera 1,050.9 1,208.9 158.0 15.0% distribución de las principales importaciones por
Abonos y Plaguicidas 154.3 279.3 124.9 81.0% sector para el 2017.
Mercadería en General 718.2 670.5 -47.7 -6.6%
Textiles 80.7 77.9 -2.7 -3.4%
Harina 0.5 0.9 0.4 70.5%
Los productos importados de mayor peso continúan
Vehículos 43.4 35.2 -8.2 -18.9% siendo la industria extractiva, sin embargo, este
Contenedores 0.2 1.1 0.9 441.0% sector registró un descenso del 3.0% en las
Hierro y escoria 53.5 143.9 90.3 importaciones con relación al año anterior. El rubro
Agricultura 756.2 756.0 -0.2 0.0%
Banano
que se vio más reducido fue Petcoke, que registró
Trigo 118.6 118.6 -0.1 0.0% un decremento del 73.5% (equivalente a -42.3 miles
Granos Básicos 637.5 634.7 -2.8 -0.4% toneladas). Por otro lado, en la industria
Fertilizantes 2.7 2.7 manufacturera sobresalieron los productos
Ganadería
Ganado en Pie
mercadería general, abonos y plaguicidas.
Ind. Extractiva 1,567.8 1,587.8 20.0 1.3%
Petcoke 15.2 37.9 22.7 148.7%
Cunker GYPsu
Comb. y Derivados Petróleo
1,552.6 1,549.9 -2.7 -0.2%

Total 3,374.9 3,552.7 177.8 5.3%


Fuente: EPN, 2017

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Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Evolución del movimiento de carga de importación por modo marítimo

El movimiento de la carga de importación por vía marítima en los principales puertos del país ha tenido un
movimiento robusto. El periodo 2010-2017 comienza con una tendencia ascendente que denota el dinamismo que
ha tenido la economía nacional, pero registró un declive durante el 2013 y 2014, seguida de una recuperación
sostenida para los años siguientes.

Cuadro Nº 5.5
Evolución del Movimiento de Carga de Importación (Miles de TM), 2010-2017
Mes 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Enero 149.0 207.5 201.0 162.4 212.7 203.7 202.5 257.9
Febrero 151.3 254.8 186.7 189.6 161.8 228.7 253.6 287.4
Marzo 184.1 218.4 243.7 189.1 187.8 256.6 263.5 228.4
Abril 246.5 223.1 229.3 231.1 216.3 222.1 217.0 313.5
Mayo 211.6 195.9 229.3 209.4 242.5 326.9 328.2 321.0
Junio 247.9 241.4 273.8 202.9 241.9 233.7 228.2 253.7
Julio 199.0 329.4 215.8 226.4 194.4 281.2 404.8 334.3
Agosto 201.8 180.1 172.0 271.9 272.3 286.1 303.4 388.0
Septiembre 164.4 195.0 241.6 197.3 212.1 347.9 282.5 260.6
Octubre 174.4 280.4 347.7 285.6 253.6 257.4 315.1 308.3
Noviembre 209.9 168.1 183.8 238.1 313.7 303.6 271.0 334.6
Diciembre 177.5 288.5 329.1 347.8 283.6 341.9 305.1 265.1
Total 2317.3 2782.7 2853.8 2751.6 2792.8 3289.7 3374.9 3552.7
Fuente: EPN, 2017

 Carga de exportación.

Las exportaciones que salieron de los puertos nicaragüenses tuvo un incremento del 24.0%, al pasar de 1,022.2 miles
de TM a 1,275.1 miles de TM en el 2017.

Las exportaciones agrícolas registraron un crecimiento en términos relativos del 21.3% por la exportación adicional
de 104.3 miles de TM, sobresaliendo el café, el maní y banano.

El sector de la industria manufactura registró un incremento del 17.5%, varios productos de este sector aumentaron
sus exportaciones, tales como la chatarra (53.7%), azúcar (38.4%) y carne (22.6%). Los otros rubros decrecieron en sus
exportaciones.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 53


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Cuadro Nº 5.6
Principales Exportaciones por Sectores (Miles de TM), 2017
Año Variación
Indicadores
Respecto al sector de la ganadería, el mismo cayó 2016 2017 Absoluta Relativa (%)
6.4% por la disminución de las exportaciones del
Ind. Manufacturera 850.4 999.2 148.8 17.5%
ganado en pie, lo cual está asociado a que
Azúcar 279.7 387.2 107.5 38.4%
continúan la afectación de los precios en el Carne 57.9 71.0 13.1 22.6%
mercado internacional. Melaza 195.5 169.7 -25.8 -13.2%
Chatarra 42.6 65.5 22.9 53.7%
En general los productos exportados que Mercadería en General 227.5 263.4 35.9 15.8%
Aceite y Grasa Vegetal 39.8 36.1 -3.7 -9.2%
sobresalieron por su peso fueron el azúcar (30.4%), Contenedores 7.0 4.3 -2.7 -38.8%
mercadería general (20.7%), melaza (13.3%). El Mercadería Refrigerada 0.4 2.0 1.6 401.3%
cuadro № 5.6 y el gráfico № 5.5 presenta la Agricultura 167.7 272.0 104.3 62.2%
distribución de las principales exportaciones por Café 92.6 122.3 29.7 32.0%
Banano 51.8 102.2 50.4 97.4%
sectores. Mani 23.3 47.5 24.2 104.0%
Ganadería 4.1 3.8 -0.3 -6.4%
Ganado en Pie 4.1 3.8 -0.3 -6.4%

Total 1,022.2 1,275.1 252.9 24.7%


Fuente: EPN, 2017

Cuadro Nº 5.7
Evolución del Movimiento de Carga de Exportación(Miles de TM), 2010-2017
Mes 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Enero 37.02 33.8 38.2 121.7 142.2 38.3 63.8 62.4
Febrero 56.62 51.7 65.2 71.8 84.0 107.1 91.0 101.2
Marzo 125.69 145.9 120.2 66.5 81.3 88.1 102.7 215.9
Abril 30.91 49.1 123.9 96.9 128.3 126.3 70.4 145.7
Mayo 67.80 62.4 47.9 41.7 60.7 103.1 161.3 137.1
Junio 71.92 61.7 47.4 88.7 93.8 77.7 73.2 120.1
Julio 64.50 31.5 96.7 62.5 63.4 94.5 77.5 120.5
Agosto 36.04 38.9 34.5 61.5 69.9 84.8 86.6 86.9
Septiembre 65.79 39.7 38.0 40.6 81.0 53.8 53.4 62.3
Octubre 34.57 27.9 55.5 113.5 64.9 73.3 80.5 60.4
Noviembre 41.82 26.5 32.8 55.6 71.2 40.7 69.4 79.8
Diciembre 59.15 86.1 67.8 49.7 120.4 98.2 92.4 82.8
Total 691.9 655.1 768.1 870.7 1061.2 985.8 1022.2 1275.1
Fuente: EPN, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 54


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

La evolución de las exportaciones por modo marítimo que salieron por los puertos del país a los mercados
internacionales en el periodo 2010-2017 se registró una tendencia ascendente.

Hubo un crecimiento consistente del flujo de carga hasta el 2014 y para el 2015 se registró una caída en las
actividades portuarias, seguida de una recuperación en los tres siguientes años.

En el 2017 se dio una recuperación ya que las mismas se incrementaron en 24.7%, año en que se registraron 252.9
miles de TM más exportadas. En general, la tasa de crecimiento promedio anual del período es del 9.1%.

5.2.1.2 – Carga acuática internacional por puertos.

 Puerto Corinto.

Sus características geográficas naturales circundantes lo hace un lugar seguro donde se moviliza la mayor parte de
la carga acuática internacional de exportación e importación.

Durante el 2017 el movimiento de carga registró un crecimiento en términos relativos del 6.2%, al pasar de 3,584.1
miles del TM en 2016 a contabilizar 3,807.5 miles de TM. Del total de carga internacional Corinto movilizó el 72.0% de
la carga de importación y el 97.9% de la carga de exportación.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 55


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Puerto Sandino.

Es el segundo puerto marítimo de importancia en el Pacifico de


Nicaragua, ubicado en el departamento de León, operó el 25.9% de
la carga de importación, la cual en su mayoría es a granel o líquida.
Aproximadamente el 70% del combustible no refinado (petróleo
crudo), es desembarcado en este puerto. Además, moviliza Clinker,
petooke y acero.

Dicho puerto manejó un flujo de carga de 920.7 miles de TM, (203.1


miles de TM más que en 2016) experimentando un incremento en sus
operaciones en el movimiento de carga del 28.3%.

 Puerto Arlen Siu.

Es un puerto fluvial, se encuentra ubicado en el municipio Cuadro Nº 5.8

de El Rama, en la Costa Caribe Sur (RACCS), brinda Tráfico de Carga Internacional por Destino y Puerto (Miles de TM), 2017

atención a las naves que vienen procedente de la costa Indicadores/Puertos


Año Variación
2016 2017 Absoluta Relativa (%)
este de los EEUU, el Caribe y Europa. Las principales cargas
son: vehículos automotores en contenedores y sueltos, Importaciones 3,374.9 3,552.7 177.8 5.3%
mercadería general, chatarra, café y ganado, a la vez Corinto 2,579.3 2,559.1 -20.2 -0.8%
Sandino 717.6 920.7 203.1 28.3%
ofrece servicio de cabotaje nacional. Arlen Siu 29.5 31.9 2.4 8.2%
Bluff 20.9 20.8 -0.1 -0.7%
Pto. Cabezas 27.6 20.2 -7.4 -26.8%
Exportaciones 1,022.3 1,275.1 252.8 24.7%
Corinto 1,004.8 1,248.4 243.6 24.2%
Sandino
Arlen Siu 17.5 26.7 9.2 52.4%
Bluff
Pto. Cabezas
Total 4,397.2 4,827.8 430.6 9.8%
Corinto 3,584.1 3,807.5 223.4 6.2%
Sandino 717.6 920.7 203.1 28.3%
Arlen Siu 47.0 58.6 11.6 24.7%
Bluff 20.9 20.8 -0.1 -0.7%
Pto. Cabezas 27.6 20.2 -7.4 -26.8%

Fuente: EPN, 2017

Por este puerto se traficó solo el 1.2% de la carga de importación y exportación. Registró un incremento en el manejo
de carga del 24.7%, al pasar de manejar 47.0 miles de TM a movilizar 58.6 miles de TM en el periodo 2017.

 Puerto Bluff.

Por este puerto se traficó el 0.4% de la carga de importación.


Los principales productos manejados son los productos
refrigerados, mercadería general, combustible y derivados del
petróleo.

Movilizó a los mercados internacionales un flujo de 20.8 miles


de TM, con una disminución de 1.0 miles de TM para un
decremento del 1.0%.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 56


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

 Puerto Cabezas.

Se encuentra ubicado en la Costa Caribe de la Región


Autónoma del Atlántico Norte, por este puerto se transportó
apenas 0.4% de total de la carga internacional, experimentó un
decrecimiento del 26.8%, al pasar de mover 27.6 miles de TM en
el 2016 a 20.2 miles de TM en el 2017. Los principales productos
fueron combustibles, derivados del petróleo, mercadería en
general y productos refrigerados.

5.2.2 – Transporte de carga acuática nacional.

5.2.2.1 – Carga acuática nacional de cabotaje.

La carga de cabotaje movilizada por los once puertos comerciales que están situados en la zona de la Costa Caribe
y el litoral lacustre, registró un decrecimiento del 21.6% con respecto al año anterior, al pasar de 321.3 miles de TM en
el 2016 y contabilizar 251.8 miles TM en 2017. El tráfico de carga de cabotaje nacional por día fue de 609.0 TM, con
una ocupación promedio de 21.8 TM por transbordador o nave.

5.2.2.2 – Carga de cabotaje lacustre.


Cuadro Nº 5.9
Por los puertos del litoral lacustre nicaragüense Tráfico de Carga Nacional por Tipo y Puerto (Miles de TM), 2017
se manejó un volumen de carga de más 117.0 Año Variación
Indicadores/Puertos
miles TM, con una disminución de 9.0 miles TM, 2016 2017 Absoluta Relativa (%)
para un decrecimiento del 7.2%. Según estas Total 321.3 251.8 -69.5 -21.6%
cifras, por los puertos lacustres se traficó un Cabotaje Lacustre 126.1 117.0 -9.0 -7.2%
promedio diario de 320.6 TM, lo que significó una Granada
San Carlos 2.2 2.4 0.2 9.9%
ocupación promedio de 10.9 TM por
San Miguelito
transbordador o nave, Morrito
San Jorge 61.1 53.1 -8.0 -13.1%
Los principales puertos generadores de carga Altagracia 5.0 0.2 -4.8 -95.8%
fueron Moyogalpa y San Jorge, los que en Moyogalpa 56.6 58.9 2.3 4.1%
El Diamante 1.2 -1.2 -100.0%
conjunto traficaron el 95.7% del total de la carga
Moy.BT SULTANA 2.4 2.4
lacustre, siendo Moyogalpa el principal Cabotaje Maritimo 195.3 134.8 -60.5 -31.0%
generador de carga con el 50.3%, seguido de Arlen Siu 183.0 123.8 -59.2 -32.3%
San Jorge con el 45.4% El Bluff
Puerto Cabezas 12.3 11.0 -1.3 -10.4%
Fuente: EPN, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 57


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

El resto de puertos continúan con la tendencia baja, debido


a que actualmente la mayoría de la carga hacia ellos se
está traficando vía terrestre; ya que para los generadores de
carga movilizar su mercancía por esta carretera resulta en
un ahorro económico y reducción en los tiempos de viajes
donde las mercancías están sometidas a menos
manipulación.

Sin embargo, los operadores de los transbordadores que


trabajan la modalidad de carga y pasajeros en los puertos
de San Miguelito y Granada han optado por la modalidad
del transporte de pasajeros debido al potencial turístico de
la zona.

La evolución del tráfico de carga en los


servicios transbordadores por modo lacustre
ha sido poco significativa. En el periodo 2010–
2017, inició con un crecimiento de 16.6% hasta
el 2012, posteriormente registra un declive de
2.1% en el periodo 2013-2015.

Se dieron signos de recuperación en el 2016


que experimentó un crecimiento del 6.2% con
un aumento de 7.4 miles de TM, pero para el
siguiente año presentó una drástica caída, al
dejar de manejar 9.0 miles de TM que
representó una caída del 7.2%. Aun cuando
este modo de transporte ha sufrido una
sensible baja, la tasa de crecimiento
promedio anual del período 2007-2017 fue del
3.8%.

Cuadro Nº 5.10
Evolución del Movimiento de Carga de Cabotaje Lacustre, 2010-2017
Mes 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Enero 12.47 8.24 12.40 11.61 11.60 10.02 11.75 11.66
Febrero 8.81 8.55 12.12 8.45 10.91 9.63 11.47 11.74
Marzo 7.02 8.19 10.47 9.39 11.51 12.27 11.74 13.09
Abril 5.68 7.27 8.35 8.87 9.52 10.40 10.18 11.54
Mayo 5.98 7.00 7.90 8.18 8.16 8.62 10.58 10.51
Junio 6.03 7.60 9.46 8.06 7.47 8.35 9.86 11.14
Julio 6.92 9.07 9.56 10.08 8.45 10.89 10.54 10.18
Agosto 6.40 6.83 9.67 8.77 8.06 8.78 10.05 10.07
Septiembre 8.02 7.32 10.18 8.94 7.84 7.80 9.27 19.98
Octubre 6.56 8.04 11.02 9.41 8.40 9.55 10.20 1.25
Noviembre 8.43 9.97 9.83 8.67 8.34 10.58 9.19 1.59
Diciembre 7.78 11.41 11.59 10.46 10.39 11.79 11.21 4.27
Total 90.1 99.5 122.5 110.9 110.7 118.7 126.1 117.0
Fuente: EPN, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 58


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

5.2.2.3 – Carga de cabotaje marítimo.

De los tres puertos de cabotaje marítimo situados en la costa


caribe del país, solo dos operaron en este tipo de servicio,
generando un flujo de carga de 134.8 miles de TM, la cual en
relación al 2016 representó un decremento del 31.0%. En
promedio manejaron 369.4 TM diario y la ocupación promedio
en los barcos y/o transbordadores fue de 160.9 TM al día.

El puerto Arlen Siu fue el que sufrió el mayor impacto, al


experimentar un decrecimiento del 32.3%, pasando de manejar
183.0 miles de TM en el 2016 a 123.8 miles de TM en el 2017 y por
otro lado, Puerto Cabezas registró una caída de 1.3 miles de TM,
lo que le significó un -10.4%.
En el 2013 hubo una recuperación, sin embargo, el siguiente año se vio afectado drásticamente producto de la
caída de las exportaciones como consecuencia de los altos costos del petróleo. A partir del 2016, se observa signos
de recuperación creciente con un aumento del 17.5% en 2017 en relación al año anterior, traficando más de 29 miles
de TM.

La evolución del movimiento portuario marítimo de cabotaje en el periodo 2010-2017 registra altibajos; hubo un
crecimiento sostenido del flujo de carga hasta el 2013 y durante el período 2014-2017 se registró una caída promedio
anual del 9.9%. Aun cuando este servicio ha experimentado altibajos en sus operaciones en dicho período ha
logrado una tasa de crecimiento promedio anual del 2.5%.

Cuadro Nº 5.11
Evolución del Movimiento de Carga de Cabotaje Maritimo, 2010-2017
Mes 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Enero 7.76 9.28 11.47 11.03 15.79 11.42 15.51 14.52
Febrero 8.69 9.20 13.47 15.42 16.15 11.96 14.08 13.90
Marzo 8.25 11.64 14.08 14.44 10.85 14.79 16.39 14.62
Abril 9.35 9.19 10.20 15.50 12.61 12.71 18.01 11.24
Mayo 8.20 10.27 11.90 22.80 12.20 14.25 16.47 14.21
Junio 9.21 14.62 10.94 21.44 9.46 12.88 15.01 10.78
Julio 10.01 15.73 10.50 18.56 11.71 12.31 15.68 8.75
Agosto 9.64 13.37 11.37 19.96 11.36 15.41 19.77 11.34
Septiembre 9.93 10.32 10.59 14.99 10.23 14.32 17.98 9.88
Octubre 8.91 10.51 10.09 18.79 11.48 15.03 16.85 7.86
Noviembre 10.97 11.13 9.48 17.07 14.11 15.37 13.74 7.96
Diciembre 10.63 12.52 11.76 14.74 15.83 15.77 15.82 9.76
Total 111.5 137.8 135.8 204.7 151.8 166.2 195.3 134.8
Fuente: EPN, 2017

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 59


Anuario Estadístico del Sector Transporte 2017

Anexos.

Ministerio de Transporte e Infraestructura. 60