Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu – Uniguaçu
Acadêmica: Maria Eduarda Cecchin
Curso: Psicologia 5N
Matéria: Processos Psicodiagnósticos
Professora: Guidie Rucinski
Texto argumentativo sobre “Objetivos e Etapas do Psicodiagnóstico”. Capítulo 2 –
páginas 13 – 16. ARZENO, M. E. G. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
O texto aborda a importância do psicodiagnóstico nos âmbitos da psicologia,
falando sobre o psicólogo e o indivíduo que procurou ou foi encaminhado para a
realização do trabalho, assim como também discute quando e como realizá-lo de uma
maneira correta e precisa.
A relevância do psicodiagnóstico é simples, porém profunda: ele investiga
aspectos da personalidade do sujeito, se aprofundando no ser que está sendo
estudado, o conhecendo melhor e entendendo melhor o funcionamento da sua psique.
Além disso, engloba o relacionamento do sujeito com a sociedade e com a sua família,
já que estas também são responsáveis por “modelar” o indivíduo e está em contato
direto com o mesmo.
O processo é um tanto quanto complexo, necessitando de detalhes e de
atenção do profissional, para que assim faça um trabalho completo e confiável. Deve-
se prestar atenção desde o primeiro contato com o cliente, identificando os motivos
pelos quais ele está ali, consciente e inconscientemente. As consultas também devem
se aprofundar nisso.
Então, com o material em mãos, o terapeuta deve traçar um caminho com as
questões e hipóteses que possui, para que possa aplicar os testes e técnicas
necessárias e apropriadas para o sujeito em questão. Quando se obtém os resultados,
o trabalho do profissional é de interpretar e ligar os pontos de todas as informações
obtidas. Por fim, ocorre a devolução e a explicação do caso para o cliente.
Falando sobre um ponto importante, pode-se citar a pesquisa que o profissional
deve fazer sobre o caso, analisando os sintomas e as reclamações do sujeito e
daqueles que estão ao seu redor, como a família. Essa análise deve ser ampla e bem
realizada, fazendo com que o profissional utilize o seu olhar e observe coisas que
ainda não foram vistas por outros.
Mais um ponto sobre o psicólogo encarregado pelo trabalho em questão, é que
deve seguir rigidamente as etapas da realização deste, lembrando que outro ser
humano está necessitando de sua ajuda e confiando nele.
Pode-se perceber que o psicodiagnóstico é muito poderoso, pois ajuda a
solucionar casos de pacientes, ainda mais se for realizado em estágios iniciais,
auxiliando no início do tratamento que pode ser apenas psicológico ou necessitando
de outros profissionais, como psiquiatras e neurologistas. Esse trabalho pode tirar o
indivíduo do sofrimento, finalmente tratando o que tanto lhe incomoda.
Portanto, ser minucioso e atencioso vai além de questões éticas da profissão,
mas também abrange questões da moral do profissional para com outro indivíduo. O
profissional deve ser abrangente nas áreas, mas específico em cada uma delas,
buscando o melhor para o psicodiagnóstico e, consequentemente, para o seu cliente
e seu tratamento.