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Cronograma do Curso

Geomancia
Instrutor- Marcelo Del Debbio

A Geomancia está para a Terra, assim como a Astrologia está para o Céu. Esta
Arte Divinatória, surgiu provavelmente na Pérsia por volta do Sec. XVI. Alcançou a
China e toda a Ásia, Índia, África e, de lá chegou a Europa, difundida pelos
Árabes. Segundo historiadores Dante Alighieri, teria citado em sua obra "A Divina
Comédia", os primórdios da Geomancia, com a mesma credibilidade da
Cartomancia, Quiromancia e Astrologia, populares naquela época.

• Aula 01 - O Básico
1.1 - Introdução ao Estudo de Geomancia
1.2 - A História dos Oráculos Geomânticos
1.3 - Yin e Yang
1.4 - Os Quatro Elementos
1.5 - Como se constrói uma figura geomântica simples
• Aula 02 - As Figuras Geomânticas
2.1 - Populus e Via
2.2 - Caput Draconis e Cauda Draconis
2.3 - Puer e Puella
2.4 - Albus e Rubeus
• Aula 03 - As Figuras Geomânticas
3.1 - Laetitia e Tristitia
3.2 - Conjunctio e Carcer
3.3 - Fortuna Major e Fortuna Minor
3.4 - Aquisitio e Amissio
• Aula 04 - Métodos Divinatórios
4.1 - Métodos Tradicionais
4.2 - Relação com os Planetas
4.3 - Método do Brasão Medieval
4.4 - Conclusões Finais

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A Geomancia
A Geomancia está para a Terra ( Gê ), assim como a Astrologia está para o
Céu. Esta Arte Divinatória, surgiu Provavelmente na Pérsia por volta do Sec.
XVI. Alcançou a China e toda a Ásia, Índia, África e, de Lá chegou a Europa,
difundida pelos Árabes. Segundo historiadores Dante Alighieri, teria citado em
sua obra "A Divina Comédia", os primórdios da Geomancia, com a mesma
credibilidade da Cartomancia, Quiromancia e Astrologia, populares naquela
época.
Conta a tradição que para exercê-la os antigos Árabes traçavam
aleatoriamente "pontos" na areia do deserto, e depois de interpretá-los
apagavam os seus sinais.
Outros estudiosos afirmam que os magos praticavam a geomancia atirando
grãos de terra sobre um tampo liso, de pedra ou vidro e então interpretavam os
sinais que se formavam, com o objetivo de profetizar o destino daqueles que os
consultavam.
Consta ainda que essa técnica, um legado do período neolítico, era conhecida
dos Celtas, de Roma, de Bizâncio e que foi utilizada na China antiga com o
nome de Hig-fa - Arte das formas e das situações.
No "Tratado Primeiro" de Roberto de Fluctibus, a Geomancia consta como um
dos sete ramos da tradição esotérica, juntamente com : Piramidologia,
Quiromancia, Memória, Fisiognomonia, Astrologia e Profecia.
Em 1637, Pisis, um antigo ocultista italiano, definiu cada linha com seus
resultados, associando-os aos 4 elementos da natureza, de baixo para cima,
são elas:
1ª linha = Pés, elemento = Terra
2ª linha = O Ventre, elemento = Água
3ª linha = O coração, elemento = Ar
4ª linha = A Cabeça, elemento = Fogo
Jabir Ibn Hayan, um estudioso Árabe adepto desta arte, acrescentou:
Cabeça e Coração = Carater feminino/Passivo
Ventre e Pés = Caráter Masculino/Ativo

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Além dessa associação existe a classificação das casas por áreas de regência
de cada figura, facilitando assim a obtenção das respostas às perguntas feitas
ao oráculo.
Para perguntas simples, as casas 13, 14 e 15 por si bastam para uma
resposta.
A 13 diz do passado, a 14 da evolução do caso e a 15 da solução.
Uma interpretação mais profunda, exige a análise simultânea das casa e das
figuras que estão nelas. As casas tratam de assuntos distintos. Casas com os
mesmos desenhos são interpretadas como se fosse um conjunto único. Veja à
seguir as casas e as suas áreas de regência.
O princípio pela qual este oráculo funciona é relativamente simples. O
consulente entra em um estado alterado de consciência (recomendo o
exercício da Vela, que já postei aqui no Blog, para exercitar este estado do
“não-pensar” necessário em diversos exercícios esotéricos) e vai traçando
pontos sobre um papel (ou fazendo marcas na areia com um bastão). Faz
quantos pontos quanto sentir necessários, sem contar, passando para a linha
seguinte, e repetindo o procedimento por 4 vezes, até formar quatro linhas de
pontos. Quando sair da meditação sobre o problema, o consulente vai riscando
os pares de pontos em cada linha, até chegar a uma última fileira apenas, que
terá 1 ou 2 pontos. Estas combinações fazem 16 tipos de imagens possíveis,
exemplificadas no desenho que abre este tópico.

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As Figuras Geomanticas
As combinações estão ligadas diretamente aos Planetas da alquimia, e por
correspondência, aos Planetas e Signos da Astrologia. Assim sendo, temos Sol
(Fortuna Major e Fortuna Minor), Lua (Populus e Via), Mercúrio (Albus e
Conjuntio), Vênus (Puella e Amissio), Marte (Puer e Rubeus), Jupiter
(Acquisitio e Laetitia), Saturno (Tristitia e Carcer) e o Dragão, representando a
própria Árvore da Vida (Caput Draconis e Cauda Draconis).
Via e Populus

Via, o Caminho, é a figura que contém o menor número de pontos. Evoca a


ideia de uma busca solitária, de um esforço necessário para encontrar o
caminho certo.
Populus, o Povo, naturalmente a figura que contém o maior número de pontos.
Evoca a ideia de multidão e todas as nuanças que esta possa conter. É uma
massa difícil de mobilizar e igualmente difícil de controlar.
A relação entre ambas as figuras é de complementaridade: é o indivíduo em
relação à multidão, a análise em relação à confusão. O movimento VIA é o
avanço, enquanto que POPULUS denota um burburinho permanente, uma
espécie de efervescência surda e vaga. Uma é uma estrada solitária; a outra é
uma praça em pleno carnaval.

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Caput Draconis e Cauda Draconis

Caput Draconis, a Cabeça do Dragão, é uma figura positiva que evoca a ideia
de uma realização. É a vontade dirigida pela cabeça, isto é, a consciência. É
uma figura lúcida e objetiva.
Cauda Draconis, a Cauda do Dragão, é uma figura negativa. São os baixos
instintos que orientam a ação, o que torna possível a falsidade e a mentira.
O desenho das duas figuras mostra que em uma domina a cabeça, o Fogo,
enquanto na outra domina a matéria, a Terra. E o dia e a noite, o céu e o
inferno. A primeira evoca um líder sábio e lúcido, a segunda, um bando de
hienas.
Puer e Puella

Puer, o Jovem, é o adolescente cheio de vida, de energia e de paixão. É uma


figura de independência, entusiasmo, até de rebelião.
Puella, a Jovem, é a mais feminina das figuras. Simboliza a gentileza, a
conciliação, a delicadeza.
O desenho de PUER evoca um corpo humano cuja potência reside no ventre,
região sexual e fecundante. PUELLA, ao contrário, tem sua zona dominante ao
nível do peito, região afetiva. Evoca uma jovem pura e o aleitamento.

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Albus e Rubeus

Rubeus, o Vermelho, é uma figura de luta, de combate e de violência. Destrói e


causa a explosão de tudo, mas com o objetivo de renovar, de reconstruir.
Albus, o Branco, é a figura da paz. Acalma, unifica, regulariza. Corresponde às
aspirações mais nobres.
No desenho das figuras vê-se que RUBEUS evoca a força concentrada nas
zonas instintiva e material, estimuladas pelos impulsos. Em ALBUS, a força se
concentra nas zonas intelectual e espiritual. As duas figuras representam a
guerra e a paz.
Conjunctio e Carcer

Conjunctio, a Reunião, como o nome indica, é a figura do entendimento, do


acordo; simboliza as associações, os contatos, os reencontros, os interesses
comuns: encerra um sentido positivo.
Carcer, a Prisão, é uma figura negativa, que evoca um bloqueio, uma parada,
uma privação de liberdade e autonomia. Por analogia, tem também um sentido
de proteção do que já foi adquirido: bloqueia, mas conserva.
O desenho de CONJUCTIO evoca o alto e o baixo se dirigindo um para o outro
e se reunindo para firmar uma aliança. É uma figura aberta, disponível,
enquanto que CARCER, com um quadrado no centro, evoca a ideia de prisão,

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mas também a de proteção contra o mundo exterior. Esta última figura também
está relacionada à mulher grávida.
Fortuna Maior e Fortuna Menor

Fortuna Major, a Grande Fortuna, é a figura privilegiada, pois é a mais


benéfica. Evoca o sucesso no sentido de uma revelação; torna o ser receptivo
em relação às boas influências, protege e satisfaz.
Fortuna Minor, a Pequena Fortuna, é também uma figura positiva, mas, como o
próprio nome o indica, em menor escala. Representa sucesso inesperado, mas
de curta duração. É a oportunidade a ser agarrada, mas que pode rapidamente
escapar.
O desenho de FORTUNA MAJOR, uma taça, evoca sucesso espiritual e
intelectual, a realização das mais altas aspirações do homem, o que torna o
sucesso duradouro. FORTUNA MINOR, uma taça virada, como um sino, indica
sucesso nas zonas instintiva e material, sucesso concreto mas instável, pois
depende em grande parte das circunstâncias externas.
Laetitia e Tristitia

Laetitia, a Alegria, figura benéfica, relacionada ao sucesso, à satisfação, aos


prazeres da vida. Representa o ânimo e o otimismo.

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Tristitia, a Tristeza, está relacionada à derrota, ao desânimo, à melancolia, à
depressão. Sem nenhuma confiança, ela é imóvel e passiva.
O desenho de LAETITIA evoca uma construção estável (duas paredes e um
teto) ou uma porta. TRISTITIA, ao contrário, evoca um poço, um afundamento,
uma diluição.
Acquisitio e Amissio

Acquisitio, o Ganho, é uma figura positiva que evoca a aquisição, o mérito, a


posse. Corresponde ao progresso, à melhora, principalmente em termos
materiais.
Amissio, a Perda, é uma figura de renúncia. É negativa e obriga à restrição em
todos os planos.
O desenho de ACQUISITIO — dois triângulos superpostos, abertos no alto —
evoca a ideia de uma dupla chegada de forças positivas. AMISSIO, pelo
contrário, faz pensar em recipientes que se esvaziam, que perdem seu
conteúdo.

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Tabela de Moedas

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Brasão Medieval

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Sigilos

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