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a A aprendizagem significativa ea teoria da assimilagdo ELENA MARTIN E ISABEL SOLE eS ee INTRODUGAD da aprend « lizagem escol Sequiséssemos bse s,... forma con lat, Teva a ou hiembcaranegings, MEM a expe Be spender ee races a tora da iprendizagem elaborados 9 «2 Pesquisa experimental @ pan =o ental para explicar sf como os alunos aprendem ne ect © Gib indices 3 uns 8prendem na escola, e indica a elaboracio de teovas ee eno educa ‘asdo capaz de ori ‘Pesquisa aplica ente melfeat far a pratica docente ea diregio de uma perms 107 que e vite mudangas no-subs- My erla do ensino en Prendizagem si: s da teoria de a co 0 ensino so aa dicaade ee truvo. primeira *Dreodeapem — A TEORIA DA APRENDIZAGEM VERBAL GIGNIFICATIVA DE D. P. AUSUBEL Oe, Fae ete cree Cacional: um ponto de vista cognitivo, da qual 0 co ond ae ah ee Fane oe nice 88 SO se ‘Tipos de aprendizagem no contexto escolar ‘A preocupagio que leva Ausubel a elabo- rar sua proposta é a pouca capacidade que se favia mostrado até entdo para propor teorias geensino que se baseassem nos conhecime {erados pelas teorias da aprendizagem. Assim, reresse centra-se na andlise das caracte ‘dos diversos tipos de aprendizagem que rluzem especificamente no contexto es- tolar a partir de sua potencialidade para cons- fruit conhecimentos com significado para os ‘hunos. Com esse objetivo, Ausubel postula ‘duas dimensdes de andlise: aprendizagem sis- nifcativa versus aprendizagem por recepeio. Por eprendizagem signfcativa entende-se no 20 pé da letra, ‘© aluno jé tem, produzindo-se uma transfor. ‘magio, tanto no conteiido assimilado quanto ia, No extremo ‘noe o novo contetido apresentado. Essas deft nigBes devem ser entendidas como os polos de luma mesma dimensio, e no como categorias Desewo.venTo psico.ocicos eDvcAGso.v2 64 dicot6micas. As aprendizagens serio mais ou ‘menos significativas ou memoristicas, terdo ifcativi- analisadas em fungio do grau de adquirido, podem diferenciar-se de ‘0 outro eixo vinculado & forma co tae a aprendizagem por recepgao. O ‘definidor da aprendizagem por descober © conteido a ser aprendido néo se apresenta ‘0 aluno, mas tem de ser descoberto por este antes de poder ser assimilado 8 e: cognitiva, Na aprendizagem por recepgao, er contrapartida 0 conteddo que se vai aprender apresentado ao aluno em sua forma final, ‘acabado, sem que s exja uma descoberta pré- ‘via & compreensio, Mais uma vez, esses tipos {de aprendizagem fazem parte de um continuo, ‘desde conhecimentos que se expdem a proces- 0s guiados de descobertas até aprendizagens jor descoberra aurdnoma. Nas primeiras obras 1968; Ausubel, se tals processos como tipos de aprendizagem, mas na realida: de relerem-se, a0 mesmo tempo, & maneira ‘de ensinar. Essa posigdo foi-se consolidando Drogressivamente e chegou a falar-se de es Fratepias de ensino mais que de processos de ‘prendizagem, como de fato Novak faz recen Temente (1998). A relacdo entre tipos de tprendizagem e de ensino pode ser observa: da na Figura 3.1 "Ausubel ehama a atengfo para um erro que se produz em muitos casos quando se conside- aque as aprendizagens significativas so podem ‘eomrer em situagbes de descoberta € que uma {arefa organizada mediante a exposiga0 a0 al- tho de uma informagio nova conduziré neces~ Revamente a uma aprendizagem mecénica ou ‘epeiva, Como se mostra na Figura 3.1, as duas ‘Timaensbes sa0 ortogonais e podem modifica gerne si. Por isso, hé tarefa escoares nas quais 62 co MANCHEST PALACIOS A COLS. Exomplos Avcens0g0") spam - Estudos muiticia Trapt com mapas: bbem-coneebidos concerns ou ‘Sagramas om UVE Contedncias. A maior parte das ‘Amaior parte do aprosontagses Iwabalro no oe iros-toxto laboratirio escolar orc sagern Tabuadas Aplicago do Selugées de poner ‘ermulas para acviages, ‘wsoher problemas erate et Ensino por Ensino por Eninopo recepcao descoberta cee obeigateria aurora "RIAA. conto aorendzagam memoria sigicatvae continue realest, .aluno recebe uma informacio que sé pode ser relacionada de maneira memoristica com seus ‘conhecimentos prévios, como pode ser 0 caso maneiras de aprender as licar, mas também poder (© que jé se sabe © 0 desejo de aprende: condigoes para construir signiticados favorecer-se apr ‘ativas por meio de uma exposigio do profes sor, na qual se destaquem as relagdes entre de- terminados cone DeSEIVOLUMENTO PsicoLaGiCO EEDUCAGAO. V2 63 i Mats uma vez, importante entender tas sul Mos como um continuo, era sees ft nificado depende da presenga e da ativagao de conhecimentos jf presentes na estrutura cog: do aluno. Assim, nao se podem enten- aes mute pooce tai & eda $08 So organiza o mate para esac seus or igi medida que estes 530, en pagnnon em dew pode ference em cada alt no, eom ses contermentos previo tans. ribo oconhecimento previo © 0 de aprendiagem. ‘como conse incrtca do alin, ‘que impede que tena elementos comuns Signfcados de outras pessoas para 7 relagaes entre ambos, aprendizagem vets signficatva. um problema de ru, se Gein, que o kel de sig ide ober 9 € a ‘A chave da aprendizagem signific: encontt'se, portato, a medida em g postulados ade cada 0s processos de essimilaclo {dos noves conhecimentos trutura cogn Como se destacou, a aprendizagem sig. wamente alguiide, aprendizagem de tipo -morisico (por exemplo, repetir 5 que ndo se chega a compreen- sse caso, a lembranga da informagao ~ impega da recuperagio da informagio no es- ado em que a aprendeu, com a mesma forma ‘eas mesmas palavras, seu vestigio persiste na estrutura cognitiva do aluno, incrementando sua capacidade de aprendizagem. Entende-se, assim, que muitas vezes se consiga explicar com ‘as “proprias palavras" um conceito bem-apren- ido, a0 passo que é dificil reproduzir exata- fermos em que se expressava a fonte ‘de base para a aprendizagem. 'A teoria de Ausubel postula que a estru- aque se )-_trapartida um exemplo de aprendi > ordenada (Del Carmen, 1996a), enquentow que suponha a aprendizager, mais Se te ue sea esquecida uma revisto da teora trinta anos depots 1998, 30 anos depois da publicacio jo de Ausubel, Novak escreve do “ antecimento eaprendizager, cua sa pi oferecer has © erramentas qUe Shadar com maior eficcia a apren- ‘a empregar © conhecimento” 8 ¢ a reorgmizar on den iea de mancira gu ead Ta da hierarquia ¢ chamade de san eae As aprendizagens supra-or a iifero", aprender ode "ave" ou deep e "Ram aprendizagens combinatris ler que as ey eatogoraseatloecire ‘uma mais amp, “vertcrador’, sera en ce Uma educacio scertada deve centar-se tem algo mais que o pensamento do aluno: 198 ages também so in iagem se fa distingio entre mamiferos ‘carnivores’ ek: bivoros" constituiria um caso de apreninag™ is mos ~diferen Inovora), que incrementa a capscidade da pessoa para entender suas experiencias. “Tal ampliagio dos contesdos da aprendi ‘ésem dkivida interessante, j4 que uma ddotam de novo significado tanto © aprendido como o que o aluno jé sabia. Qi to mais substancials sao as relagoes en ¢ novo e o dado, quanto maior fr a ears" Quire muitos aspectos sero a um atureza peculiar do couniti¥O, tam jo paicomotor se aduZ 20 ES, car do pets & importneia do context 63 re Sten. Na versio orignal da teora 8 arrendieage gincado ditunto que UM TS: desaca peria esumar dependendo 0 Y Tugar que ocupasse em uma determinada ¢5° Fare o uso emum context de andise MS- to rSu arabiental. Na linha teérica Ja eae stuada, Novak insste agora em e- SSRIS Sipucndoindssocavelmente ligado “eresheate no qual foi corstruido: um concel- 20 Saguire sno dependendo das diferentes sae que o incivem,¢ esas 380 ge! Teormtavntes especiicos, ASM, 2 qNez GP sgnincado do conceto dependers da. va ‘dale de conestos nos quai serena apren- ied acapcdade de conectar os diferentes ae Sdn Jeno desse mesmo conceito. Em BeOS Eaten content sea muito inte- Beate: a proposta fica incompleta se no se Sowa ina posiio acerea dos processes de emerllngio algo que nao se encontra no rode Novak que estamos comentando. ‘DA APRENDIZAGEM AO ENSINO: IMPLICAGOES DO ENSINO DA ‘TEORIA DA APRENDIZAGEM VERBAL SIGNIFICATIVA [1 A Theory of Education mio inf de forma significaiva na educarao, nos Esta dor Unidos nem em outros paises. [1 Porém me parece evidente que os educa ores nao estavam preparados nem neces Sitavam desesperadamente de uma teoria ‘da educagio. As prticas etucacionas a tiga, derivadas em boa medida da psico-