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COMO P U ED E U T ILIZA R S E LA

CONCIENCIA PSIQUICA.4A MENTE,


HUMANA Y LA RADIOTELEGRAFIA
-TRASMISION DE LA SUGESTION
LEYES DE LA COMUNICACION
TELEPSIQUICA DE LOS SEN-
i TIMIENTOS. - TRATAMIENTO
V MENTAL de LAS ENFERMEDADES
E L H IP N O T IS M O A D IS T A N C IA
OBRAS DE PAUL C. JA G O !
U ID LTA C TO M DE LA P A L A B R A e n c ic l o p e d ia del hom bre que t r iu n f a
D i r t t A« h ab lar e i » f tn « n « t r <«■ p c n ? »*<*«.
AL PO D ER DE LA V O L U N T A #
Mtomé* p r á r t te a t f f l c u da Id M i «neta p t r i t u i
LA T IM ID E Z V EN CID A
Ü A « li K n ■*rari4*4 r n n f t t n u «a As» 'k A r a
p s ic o l o g ía DEL a m o r PAUL C. JAGOT
B tM t±*ta» la H u lb llld itd r l i Im a f i n a d Oh « d irm ffi
LA M EM O R IA
U á ta A f t i d k v p a ra r t n r d i r j ana nw M w .

EL
L A 9 L E V E S D E L EX IT O
M H i i r H f i a b t a ie r al « a t i n a 4* a f k a c ia m l l t k A i A
LA E D U C A C IO N D E L E S T IL O
U l |I u A d a v li t d q t i r i t H a h d td *+ A r a d i e d l A
EL D O M IN IO DE SI M ISM O

H IP N O TIS M O
a d a n tr tr « A r r i a r H h r f p « B « m • Ih d eb iU é aó a*
E L IN S O M N IO V E N C ID O
B A rta d a dni a l i m f á c lln c n ia , r n i a v i a A la r a t i n t a A
EL L IB R O R E N O V A D O R D E LOS N E R V IO S O #
G a la p rá c tic a a a r t vencer t*d* d e a fa lla tltn lc n t* t u m a
M ETO D O P R A C T IC O DE A U T O S U G E S T IO N
P tf A l i w c b a r M t k á b i u , t d c i l r l r e a l u . Incidan t a i l i 4
S U G E S T IO N
C A « t a f l v n te a w t * d i w i « i H a > i t i r á n m M n h > l * 4 .
M A G N E T IS M O
A DISTANCIA
i t r a r n t * A n u l y ü i i d a laa le rm da n t t p m p la d a A
H IP N O T IS M O
H i t a d a p a r a d a a a rra S a r laa e n a tld a d n paftiütcna « a p a r U n R
Manera de desarrollar la suges­
Q U E R E R CON T E N A C ID A D
CÓMa p » « U «I h am b re r r i U e i r . cao *1 vola a ja r e ír la d a 1a T f t m t t L tión hipnótica, y ejercitarla
EL H IP N O T IS M O A D IS T A N C IA
C 6 » h p r a k a t * «a «1 aap acta , a n l a o U L la i i | M t t 6 n h i p a ú t l n .
a través del espacio.
OBRAS DE ORISON SWETT MARDEN
S IE M P R E A D E L A N T 9
f i l f t v t n t r a r « I m p r i « a f r e n ta da n a a a tr a H d a, can Traducción directa, por FRANCISCO COÜROLLES
E L P O D E R DEL P E N S A M IE N T O
b di prtU A sateoca a) fo * n t u l i o n a a tra c a n d a re n j 1a d l r i f A

Hat w m tnAir l u
A C T IT U D V IC T O R IO S A
aciltad decidida da triante «a teda aaaaaanA
*
L A A L E G R IA D E V IV IR

Editorial Tor & n


La fMi A#a VU carfa iln»» par al tvnlniiA W ilaltL
E D U C A C IO N DEL CARACTER
Cdrta aa fnpin al arteur paraana) para tadaa laa aval)

Ha Dh
IN IC IA C IO N EN L O S N E G O C IO S
rp itillalnt pan aniaoaa t e n dontlUi aa di
Rio d e Janeiro 760
LA M U JE R 1 EL BOGAR BUENOS AIRES
D v b a titd Ó R Sal T R d id e n papal Aa la a « J « m ll mM i4
gmpreao w m Argén*
Printed Ib Anreotin»

PREFACIO

9 íBoneiufc A 4«ifcOi wm
ftarwe un meato seguro ae ejercer tnftuenetm
$obre los demás, tanto de lejos como en pr*-
$enda del sujeto; un medio lo bastante «¿ni
como para pasar inadvertido por profúndame**
te que se experimente su invisible acción, a Ja
Cual, por otra parte, nadie es inaccesible.
Este medio no es otro que la propiedad co­
municativa, dominadora y atractiva de tod»
pensamiento que se emite de una manera be-
tensa.
Personas hay que la utilizan ignorándola a
negándola, sin darse cuenta que deben compl*
tamente a la actividad poderosamente irr»>
diante de una organización psíquica vigoróse
el ascendiente de su personalidad.
Otras desearían aprender a hacer un uso de­
liberado de esta influencia. Es, sobre todo, per*
eando en estas Ultimas personas como eseribt
este libro, en cuya redacción vredomina, «a

J
r A V L C. / A g ó n
c o n se cu en c ia , el p r u r ito d e la cla rid a d , d e lo
p r e c is ió n y de la sen c illez.
L o s tr e s p r im e r o s c a p ítu lo s e x p o n e n la s no*
d o n e s te ó ric a s y p r á c tic a s c u y o p e r fe c to co­
n o c im ie n to es in d is p e n s a b le p a r a q u ie n desea
in te n ta r , sea la o b te n c ió n d e {oí fe n ó m e n o s te •
Icp síq u ic o s — de lo s cu a les tr a ta n loe ca p ítu lo s
Í V , 7 y 7 1 —, sea la a p lica ció n d e la in flu e n c ia
m e n ta l a u n a d e la s p o s ib ilid a d e s, a la s que
e s tá n c o n sa g ra d o s lo s ca p ítu lo s sig u ie n te s .
C om o en 1o que c o n c ie rn e a to d a s las cosas,
to d a cual v ie n e a l m u n d o m á s o m e n o s c a lifi­ PRIMERA PARTE
cado p a r a la a cc ió n a d is ta n c ia , p ero la o b ra
p r e s e n te s e h a fija d o , p r e c is a m e n te , la fin o lis
dad, de p e r m itir a Ioe q u e s e h a lla n escasam en?
t e d o ta d o s, e x tr a e r d e t u s a p titu d e s a ctu a les
TEORIAS
H m á x im o d e e fe c to s , y fo r tific a r la s p o r m ed io Y PROCEDIMIENTOS
d e l e n tr e n a m ie n to .
A f i r m o que, co n u n po co d e a te n c ió n y de
b u e n a v o lu n ta d , la m a y o r p a r te d e n o so tro s p o ­
d e m o s a p r o v e c h a r a m p lia m e n te la •n se ila n sa
q u e v a a c o n tin u a c ió n .


1

INTRODUCCION AL ESTUDIO DEL


PODER DEL PENSAMIENTO
Cada cual puede operar o experim entar la*
comunicaciones y la imposición del pena*
tniento. — La influencia teiepsíqulca es una,
fiubsecuencía constante de la actividad afeo**
Uva y cerebral. — Se puede utilizarla deil*1
taradam ente, — Loa trabajos a n te rio re s

Ha sido superabundantemente verificada te


realidad de los diversos fenómenos de influen­
cia directa de un espíritu sobre un espirita.
Varias investigaciones, efectuadas de un moda
simultáneo en Europa y en los Estadas Unido^
por personalidades o agrupaciones científica*,
han permitido obtener de una masa importani*
úe observaciones la certidumbre de que el pea-
da
jgii n i rn u TISMO A DI S T A N C I Á
f> A O L C, J A G O T,

Cierto es que sigue siendo excepcional la re­


■amiento se comunica espontáneamente, de una percusión in s ta n tá n e a , in te g r a l, de una ima­
a otra persona, a través de la distancia ( 1 ). gen f de un estado afectivo, sobre la pantalla
Numerosos investigadores intentaron, por otra Intelectual o la sensibilidad de un tercero prd*
parte, con éxito, ia transmisión concentrada do *imo o lejano. De todos los hechos recogido*
Imágenes a un colaborador alejado ( 2 ), La eje* resulta que una manifestación semejante pa­
melón de órdenes, Intimadas mentalmente a un rece haber menester, por parte del que emit*
■ujeto de experimentación, lia sido lograda de una cualidad y un vigor de emoción singue
Igualmente ( 8 ). Finalmente, se ha conseguido
provocar la hipnosis, de improviso, lejos de la Wea. , .
Por cierto que una sugestión no podría inva­
presencia del hipnotizado (4). dir de p r im e r in te n to la conciencia que no bría-
Todo esto, a priori, no parece Implicar la po­ lía a una Irrupción semejante la menor recep­
sibilidad, en general, de ejercer influencia so­ tividad. Lo que yo afirmo, lo que he verificado,
bre alguien medíante sugestiones formuladas lo que han verificado otras personas, es que s t
Interiormente. Aun cuando numerosos de los p e r e ite r a p ro lo n g a d a , a r d ie n te m e n te , h -sa-
■eres que se revelaron emisivos o receptores de p e s tió n , to d o o cu rre ‘ com o s i p ro y e c tá ra m o s
Irradiaciones mentales BÓlo constituyen una 'pobre el s u je to u n im p r e g n a n te e flu v io que d e *
minoría. p ie r ia g ra d u a lm e n te y m u y p r o n to hace p r *
¿Será preciso considerar la comunicación o ¡dom inar en él la s disposicioTtes su g e rid a s.
la imposición del pensamiento como cosas ex­ Por ajeno que sea a una noción, incluso im­
cepcionales, y a la mayoría de nosotros como precisa, de esta ley, cualquier individuo votan*
Inapta a operar o a experimentar la acción te­ {arioso y tenaz impone sus exigencias de un
lepsíquica? Tal es la opinión de ciertos enten­ psodo Inconsciente. Y tal como la gota de agua
didos en la materia. Otros, no menos ilustrados ¡tuya repetida caída horada poco a poco una
al respecto, dicen, por el contrario, que to d a jftnra piedra, puede la acción mental del máa
p e n s a m ie n to s e e x te r io r iz a y tie n d e a a fe c ta r ,; débil, a la larga, marcar sus. impresiones sobra
áe a cu e rd o c o n lo q u e e x p re sa , al in d iv id u o en resoluciones vigorosas.
q u ie n s e p ie n sa . La experiencia práctica ha hte- Todos nos sentimos impresionados, sin sa­
aho que, Bln reservas, me alineara en las filas berlo, por innumerables proyecciones psíquica*
de estos tUtimos. fest como afectamos, también ignorándolo, na
tan sólo a las gentes especificadas por nuestro*
1 1 ,4 T- n poco B i t *J J *-** I m n f e n c e l a i t í r i i n i » , pensamientos, sino asimismo a aquellas —a
■MN Meta ét — «*—*— teitCtCaakMt
xi
xa
P A V h C J A O O T\ VL HIPNOTISMO A DISTANCIA

veces desconocidas— que los mismos evocan. se exprese, no posee por si misma, una incita»
Este incesante fenomenismo permanece oscu­ eión mental, más que un débil vigor propul-
sivo.
ro, inadvertido, porque no sabrfamoa discermr
más que una mínima parte de los elemento* De aquí la insuficiencia de una fría y siste­
cuya confluencia origina el nacimiento de nues­ mática experimentación de laboratorio, para
tras impresiones. Si las hay que provienen del dar cuenta total y cabal del poder del pensa­
exterior, por fuerza, entonces, eluden a la con­ miento. En efecto, son las emociones intensas,
ciencia. los sentimientos exaltados, las ardientes avi­
De esa manera, la irradiación telepsíquica, deces, los que irradian con mayor eficacia nues­
subsecuencia inevitable de la actividad efectiva tra influencia invisible. También es preciso'
<y cerebral, debe ser considerada como una ao- condensar, además, para emitirlo luego a alta
tividad normal del kumano espíritu. tensión, el dinamismo cerebral que engendran
a profusión las disposiciones precedentes, pero
Si bien es cierto que sólo engendra muy rara* que las mismas dispersan de buen grado si no
veces estas comunicaciones instantáneas que la contenemos sus múltiples impulsos.
tornaron evidente, no por ello deja de desem­
peñar un papel perpetuo y considerable en la Ateniéndose a las indicaciones de este libro,
vida cotidiana. Pero, ¿no resonaron durante todos y cada uno pueden realizar las condicio­
nes indispensables para verificar por si mismos
siglos las tempestades antes de que advirtiera la realidad de las acciones s distancia.
el hombre la presencia y la actividad univer­ La técnica operatoria expuesta más adelan­
sales del agente del cual eran la única mani­ te —profesada ya verbalmente con intensa sa­
festación evidente?
tisfacción de algunos— resulta completamente
Yo me propongo enseñar a que se utilice da de las investigaciones por mf efectuadas.
mi modo deliberado esta propiedad del pensa­ En diversas oportunidades he tratado ya la
miento que cada cual usa de manera inconscieiv cuestión e Indicado, cada vez, procedimientos
te, y con frecuencia en un sentido contrario * distintos. Eb que, de año en año, desde
su bien. Para usar provechosamente esta pro­
piedad del pensamiento, es conveniente gober­ cuando apareció mi primer trabajo, hasta 1913
nar la emisión del mismo, y proporcionarle I* —fecha de la edición primitiva de mi Método
Científico Moderno de Hipnotismo— hiego has­
energía, la duración, la frecuencia, a las resis­ ta et presente, mi concepción fué evolucionando
tencias que oponen a su influjo las caracterW sin cesar, gracias a la* lecciones da la expe-
ticas morales del destinatario. Itencte.
Por otra parte, por justa y largamente ana

11 U
A V L O. J A G O ]¡| $L HIPNOTISMO a D I S T A N C 1 Á\
¡í
Me abstengo de toda Indole de citas doctt» a), b) FLAMMARION (Camilo). — Lo des­
mentales, para no Imprimir nada que haya sido conocido y los problemas psíquicos. Parla, 1918,
publicado en otra parte, Pero, tanto en apoyo a), 6) FLAMMARION (Camilo), — La
de mis afirmaciones como para ser grato a loa Muerte y su misterio. París, 1920.
lectores deseosos de beber en otras fuentes -• c) , e) COAITA (Estanislao de). — La C ío»
especialmente en la oficial—, quiero Indicar los de la Magia Negra. Paría, 1897.
principales ciánicos de la materia. Helos aquí a) GURNEV, MYERS y PODMORE. — Las
jpor orden alfabético. Hago preceder con una é alucinaciones telepáticas. Parla, 1891.
los libros relativos a los hechos de te le p a tía , te- e) INGALESE (Ricardo). ~ La Historia *r
'le ste sia , te le v isió n , te le a u d ic io n e s espontáneas] 1*1 Poder del Espíritu. París, 1913.
con una b aquellos en los cuales se trata d« | c) JOIRE (Doctor). — Los fenómenos Pst-
'tr a n s m is ió n c o n c erta d a de im á g e n e s ; con una ^juicos supemormales. Paría, 1912.
e los documentos publicados sobre la su g e stió n J, c) LEADBEATER, — El pensamiento, «I
m e n ta l im p u e s ta a s u je to s d e s p ie r to s o h ip n o • poder, su empleo. Paría, 1910.
tiz a d o s ¡ con una d las c o n trib u c io n e s ál e stu d io d) MARILLIER. — Las acciones mentales a
'de la h ip n o s is p ro vo c a d a d e im p r o v is o p o r ine distancia. “Revue Philosophique”, abril 1897,
te n c ió n c o n c e n tr a d a ; finalmente con una * la# a) MAXWELL. — Los fenómenos psíquicos,
obras de a p lica ció n p rá ctica . París, 3914.
а) MOLFORD. — Vuestras fuerzas, París,
р) ATKINSON. — L a F u e r z a -P e n sa m ie n to , 1895.
8 u acción y su papel en la vida. Parla, 1904. б ) OSHOROWICZ, — De la sugestión men­
e) BESANT (Annle). — E l P o d e r del pense* tal. París, 1869. .
m ie n to . Su dominio, su cultura. Paria, 1905. a) , b) PERRONET (Doctor), — Fuerza psL
d ) BOIRAC. — L a P sic o lo g ía D esconocida, ftñca y sugestión mental. Lons-le-Sauniar, 1868,
París, 191». b) , c) RICHET (C.). — La sugestión me'.ttal
d ) BOIRAC. — S I P o r v e n ir d e las C ienciat y el cálculo de las probabilidades. “Revn¿ Phi­
'P síq u ica s. Parla, 1914. losophique'’, diciembre de 1884.
o ) BOURRU y BUROT. — L a s u g e s tió n m e m d) RICHET (C.) — El sonambulismo c. dis­
ta l y las v a ria c io n e s d s la p erso n a lid a d . Roche, tancia a despecho del sujeto. "Revae Phílos*
fort, 1895. phique”, abril de 1888. '
с) DURVILLE {Héctor), — T e le p a tía . T* c) RICHET (C.). — Tratado de Metapsíquí
U p siq itia . Parla, 1915. ca. París, 1922,

U
T A V L, C. J A a O 7
e) ROCHAS (A. de). — La exteriorización
ide la motricidad. ParÍ3 , 1896,
e) SEGNO. — La Ley del Mentalismo. L¿s
Ajigeles, 1910. ■
c) SERMYN (Doctor de). — ContrilL
ciónos al estudio de facultades cerebrales
ennocidas. ParÍ3 y Ginebra, 1911.
e) SOCIEDAD DE INVESTIGACIONES
PSIQUICAS DE CHICAGO. — La lectura o lt
transmisión del pensamiento. ParÍ3 (sin fecha1).
e) TURNBULL. — Magnetismo Personal
París, 1904.
e) WARCOLLIER. — La Telepatía, Paría
192L LO QUE ES PRECISO HABER
COMPRENDIDO ANTES DE R A C E S
También podría consultarse, provechosamen- EXPERIMENTOS
t*, la colección de los Armales des Scienceá Psy-
fuiquee (Anales de las Ciencias Pslauicaa), L as ana lorias de la T. S. H. y de la telepnfc
guia. — El acuerdo radiofónico y el acuerdo
tnental. — El sintonismo y la recep tiv id ad
espontánea. — La superioridad del tono d#
movimiento y fa imposición del pensamien­
to. — Necesidad de un estado especial da
una emisión prolongada y i enovada. — La im­
pregnación gradual modificadora. — Leyes da
las acciones mentales a distancia. — Comen­
tarios. — De la nitidez de las imágenes su­
geridas depende la conformidad de los efecto*
a tas intenciones. — El vigor propulsivo do
éstas es proporcional a la avidez que se e*-
perim enta de aquello a lo cual las misma*
tienden. — La intención eficaz por sf misma,
«r- ir1sicología do un experimento clásico,
F A V h c J A G O !1 HIPNOTISMO A D I S T A N C 1A

La determ inar ión periódica del estado efi­ Un niño munido del popular dispositivo a
ciente. — Necesidad de una elaboración y de
una condensación sistem ática de la energía galena, muy pronto aprende a regular su apa*
psíquica. rato, de manera tal que el mismo se torne sen­
sible a tal o cual longitud de ondas. Lo haca'
concordar, de este modo, con el tono da las vi­
Las hipótesis provisionalmente admitidas pa­ braciones transmitidas por la estación emisora
ra explicar la telefonía sin hilos, hace un siglo, que desea escuchar, y en realidad, una vez es­
habrían sido consideradas como aberraciones. tablecido el acuerdo, el receptor reproduce to­
Cuando, hoy, con un dispositivo radiotelefónl-' das las comunicaciones emitidas sintónicamen­
co, se escucha en un local cerrado un concierto! te al mismo.
lejano cuya emisión atraviesa el espacio y la Ocurre una cosa análoga entre dos individuos
materia densa, se admite de buen grado que a los cuales les acordaron mentalmente su in­
las ondas radiofónicas se transmiten por on-. timidad, sus semejanzas, su mutuo aprecio. Loa
dtilacíón, en el seno de un agente lo bastante pensamientos del uno impresionan el cerebro
sutil para interpenetrar todos los cuerpos. Ya del otro comunicándole su tono de movimien­
se le denomine éter o de cualquier otra manera, to, que tiende a despertar en él pensamientos
se afirma la existencia de un vehículo suscep­ Iguales ( 1 ).
tible de impregnar todas las cosas hasta el in­ Este fenómeno, ciertas veces, se cumple coa
finito y de conducir las ondas radioeléctricas. nna instantaneidad tanta, con tal vigor, con
Es de una manera probablemente análoga —• una precisión tan glande, que el pensamiento
acaso idéntica— como un día u otro han de del uno se refleja integralmente en el espíri­
explicarse los fenómenos de telepatía, lo cual tu del otro, en el instante mismo en que es
corroborará, por otra parte, una teoría profe­ emitido. Leyendo los relatos de los millares de
sada desde la antigüedad por los discípulos de observaciones recogidas desde hace cincuenta
la ciencia oculta ( 1 ). años, se comprueba, precisamente, que las co­
Ocurre todo, en efecto, como si, bañados fl municaciones telepsíquicas más notables tienen
Impregnados con un invisible océano flóidico lugar entre Intimos.
sin limites, se hallaran nuestras almas en ee- Supongamos ahora que se quiera actuar so-
munícaelón constante.1 hre nn individuo ya no üotónieo (3), sino indl-
(1) "l Gimo —preguntará atrojen—, al pavónala a>< famn-
no m da «tanta do olio?’' Yo oontm toi •'Por U i _______
(1) H aoto» también I» abra C im a » a s a l t a ' , 1^ r» «nunriadM p r ie to i. ^ obra™ “ *“ «*
■la r iio tte o . P) Iti i %uL
n ti
P A U L C, J A G O X HIPNOTISMO A D I S T A N C IA

ferente o keterotónieo ( 1 ). En ausencia de esta asistiendo a una escena terrorífica, cuando en


receptividad de primer intento que, sola, per­ realidad no ocurre nada t_n absoluto. El mismo
mite la comunicación propiamente dicha def espejismo engaña a todot, y a cada uno de loa
pensamiento (2 ), bastará con que realice una espectadores. ¿Favorecerían esta clase de fe*
mismo un tono de movimiento psíquico supe* Hémenos las latitudes orientales? ¿Se benefi*
rior a la fuerza del sujeto. cían los yoguis con facultades psíquicas des­
Este tono de movimiento originará poco i arrolladas, de generación en generación, por
poco el suyo propio. Se impondrá al mismo. L* un ininterrumpido ejercicio? ¿Adquieren urt
emisión, por ende, deberá efectuarse con par* virtuosismo particular repitiendo continua*
tícular energía y con una insistencia prolon. mente ios mismos experimentos? Personalmen­
gada. Rara vez basta con una sola sesión para te, lo ignoro, pero en Occidente, los anales ^ej
impregnar a alguien al punto de influir de una psiquismo no han registrado, hasta el presan*
manera perentoria sobre sus disposiciones. Se­ te. repercusiones telepáticas tan instantáneas.
rá preciso, pues, en casi todos los casos, reite­ TIe aquí lo que probablemente sucede cuando
rar la acción diariamente, durante un periodo Be actúa:
más o menos dilatado. En fin, no creemos ne­ lina primera ola ondulatoria llega al sujete»
cesario decir que si nos dirigimos a un terreno j reacciona insensiblemente en los elementos
psicológico poco compatible con el objeto de las de su moral, a los cuales el operador trata de
sugestiones, éstas sólo podrían modificarlo substituir con otros. A la débil impregnación
gradualmente, a costa de enérgicos esfuerzos realizada por esta ola habrán de agregarse lo»
renovados sin tregua ni descanso. sucesivos de veinte, treinta, cien nuevas emi­
Al parecer, en la India existen adeptos do siones,
ésa doctrina denominada Yoga, cuvo imperio Al combinarse con los pensamientos propios
sobre una o varias personas Re establece en del sujeto, el elemento sugerido que de es»
algunos minutos. Estos experimentadores lo­ manera llega hasta él, los modifica al principia
gran, dar la apariencia de que están ha­ de un modo insignificante; luego provoca, da
ciendo un esfuerzo penoso, alucinar a una mul­ las inconscientes profundidades de su psiquis*
titud entera. Se tiene la impresión de estar no inferior (1 1 consideraciones diversas, has*
L * e la b o r a c ió n f <1 a a n c l a d o 4c la t le f c g q u e e i r u e n
Oí 'B#tfro"í ¿itererU. mtm. Laa formulo bajo mí reaponeebiltd&d y deeafío a cual*
Entré do* erperim entatforea ¿«a*o*o*. «I too 4* t n t a m f * * * ^ Él * a q u e p u n ja o p o n erm e «J o x n o j Pecho, La* m ítm a*» po*
Ir otro u ( percibir de Jai Irnátreo^ qicn taiat un acuerdo * u r ^ ^ •n a s* r* n c o m p l e ta d en j p u iK u a h ia d a a con o irá * p u a v jta , pega
I r ti f lc í f t lm e n lt r tm llm fo. t a i ceaao « x y a o d r t *d t i t a p i n u * JT» b « 0 MiBiif.it b* 4q jerktt«ailuw *ia la penar dúo*.

23
P A U L O. I A 0 O T
&L H I P N O T I S MO A DISTANCIA
ta ese momento extrañas o ajenas e la actlvt-
vidsd habitual de este último. Ley número 3
Estas consideraciones, desarrolladas sin co-
sar bajo el impulso periódico de las lrradiachv El vigor propulsivo de una emisión telepsí­
nes del operador, poco a poco van evolucionan» quica es proporcional a la avidez que se expe­
do y brindan una conformidad cada día mis rimenta por la realización buscada o, más ge­
precisa con el objeto final de las sugestione». neralmente, al deseo que se tiene de afectar al
En resumen, la influencia exterior luego d» sujeto.
haber rosado, afectado y después impregnad9
cada vez más apreciablemente el espíritu, aca­ Ley número i
ba por predominar.
Una emisión única diaria de una duración
Definamos ahora las condiciones de eficien­ X es de una eficacia superior a la de dos emi-
cia de la acción telepsíquica. aiones de una duración respectiva de X 2 ,
Ley número 5
LEYES DE LA TELEPSIQUICA
Cada emisión correcta modifica siempre, de
Ley número 1 tma manera más o menos sensible, las disposi­
ciones morales .del sujeto de acuerdo con las
Intenciones del operador.
Es principalmente en imágenes —y no tan
sólo de una manera literal— como conviene e * Ley número 6
presar lo que se desea sugerir. Por lo tanto es
necesario imaginar lo que se quisiera que tu* La modificación del sujeto se afirma a me­
viera lugar. dida que prosiguen las emisiones.
Ley número 2 Una muy sencilla comparación ha de ayuda­
ros a comprender bien los más esenciales de
La conformidad del efecto con la fatencfAa estos seis principios: el segundo y el tercero.
se opera en razón directa de la precisión da He aquí una linterna mágica dispuesta ante
las imágenes irradiadas. tma pantalla. Encendamos la lámpara y desli­
cemos una placa para proyecciones detrás de]
2A
r A O L c J A G O % EL HIPNOTISMO A DISTANCIA

objetivo. La imagen va a proyectarse en la mismas, esbozos de efectos. Para impulsarlas


pantalla. Se inscribirá allí, perfectamente víai. enérgicamente, es necesario el ímpetu irresis­
ble en todos sus detalles, con dos condiciones: tible de una voluntad imperiosa, de una emo-
tión vivaz o de una ardiente codicia.
al Que sus contornos estén netamente aco­ Eí deseo puro y simple influye en mavm
sados. grado, si es vivaz y neto, que ’ * concentración
M Que la iluminación tenga suficiente bri­ de pensamientos puramente cerebral, tal como
llo. nos la enseñan en determinados manuales.
Y observé lo que precede, por primera ve*,
El fanal má3 poderoso sólo podría extraer hace más de quince años, a propósito del muy
tina proyección confusa de una placa defectuo­ conocido experimento que consiste en obligar a
sa. En un sentido inverso, la perfección del alguien a volverse mediante el acto de clavar
clisé aparecería malamente a los rayos de una la mirada en la nuca del sujeto y con ayuda de
íuz débil y vacilante. la orden mental.
En telepsiquia, el impulso interior es la luí Habíame ocurrido desde hacia años —como
proyectante; la imagen mental es la placa g». a todos los que intentaron poner este experi­
neradora. mento en práctica— clavar mis ojos y fijar
Por consiguiente, conviene tratar con el ma­ mi atención por espacio de diez o quince minu­
yor de los cuidados la edificación de las imá­ tos, sin obtener el menor resultado. Una noche
genes que se desean comunicar; y, sobre todo, ae hizo la luz en mi mente; En momentos en
la de aquellas cuyo predominio sugestivo aut- que, vagando distraídamente, fueron cantadas
siéramo3 imponer entre los habituales pens*. mis miradas, en el transcurso de un entreacto,
intentos de alguien. ' por la nuca y los hombros de una espectadora
Si no se visualizaran muy netamente las fa. cuyo rostro me inspiró, al punto, la más viva
Bes sucesivas de una modificación moral, só’4 de las curiosidades. ,
ae obtendrían disposiciones más o menos di­ En tanto me forjaba los rasgos de ese rostro,
vergentes de las que habrían de satisfacer pl-y, imaginando y deseando la suave impresión que
namente, y, si se tratase de una sugestión d« debían dispensar, el objeto de mi contemplación
Ecto, el impulso intencional no sería seguida manifestó muy pronto una agitación evidente.
con fidelidad. Agitaron la región que era blanco de mis mi­
Poro las representaciones mentales más mi­ radas algunos estremecimientos. Una mano dió
nuciosamente definidas sólo provocan* por sd 1» impresión de querer borrar de la piel algún

26 27
P A D h C. J A G O T EL HIPNOTISMO A DISTANVtA

contacto irritante. La cabeza, por fin, volviós* de inmediato la serenidad abstracta, pero pre­
bruscamente... Y creo que cierta intuición da ocupados, por lo menos, en evitar loa tóxico*
la causa de la turbación no fué ajena a la inci­ que desequilibran, debemos recurrir a medios
siva mirada que se encontró con la mía. compatibles con nuestras posibilidades.
Este hecho, en su aparente insignificancia, Consisten estos medios en observar las con­
revelaba la substancia de la enseñanza antes diciones de una abundante elaboración de ener­
enunciada: El vigor propulsivo de las emisio­ gía psíquica y en retener en si mismo, en acu­
nes telepsíquicas es proporcional a la avidea mular, en condensar esta energía a medida que
que de su efecto se experimenta. No es otra su la misma se va elaborando, amenguando su sa­
condición principal de eficiencia que la impe­ lida de una manera considerable. De este mod»
riosa aspiración al resultado requerido. De es­ se crea una recia tensión de exteriorizarión
te modo la exaltación del centro emocional st que lleva a su paroxismo la intensidad del que­
comunica al centro cerebral que activamente rer, del deseo, de los sentimientos, aspiracio­
■vibra e irradia vibraciones con fuerza. nes, apetencias y avideces ( 1 ).
Consiste la dificultad en determinar perió­ Sea que se trate de transmitir un mensaje
dicamente, en el momento oportuno, ese estado mental a un colaborador capaz de una volun­
de vehemencia, en mantenerlo todo el tiempo taria pasividad receptiva, de sugestionar por
necesario, luego anularlo hasta la sesión si­ medio del pensamiento un sujeto despierto o
guiente, porque su persistencia lo agotaría con en estado secundario, de provocar el sonambu­
suma rapidez. lismo artificial a distancia o de ejercer in­
Los adeptos de ese hermetismo absoluto que fluencia en las disposiciones morales de un ter­
se denomina goecict lo han comprendido, haco cero, la imaginación metódica y justa del re­
siglos, puesto que sus formularios más anti­ sultado y la avidez de obtenerlo, constituyen
guos abundan en recetas de filtros a base de los dos factores más importantes del éxito.
^excitantes psíquicos muy efectivos, pero peli­ A efecto de disponer de la reserva energética
grosos. indispensable a la objetivación fácil de las imA-
Eiifas Levy nos dice, en su ritual de Alta
(1) Ret* últim o vocablo l e entiende generalm ente en an a aeep*
Magia, que para realizar prodigios es preciso t i f a despectiva» L o empleo aq u í en un sentido mueho más
fallarse alejado de las condiciones ordinarias E x is te n avid eces le g ítim a * q u e co n v ien e e x p e rim e n ta r y m a n if e s ta d
son un vigo r m ental concentrado «i >e dcoca» en medio de la bre­
ide la humanidad, abstraído por la sabiduría o g a gen eral, rihtener lo que nos corresponde, Ee p reveo que el tr a ­
bajo. el mérito» el valo r intrínseco» estén acom inflado* pee o s a
exaltado por la demencia. avid ez eq u itativa pero resuelta» s i quieren dote ro d e a r r a ju sta
retribución*
Con una evolución insuficiente para lograr
2» C9
r A V B c. 7 A O O %
renes y al vigor propulsivo de su emisión, es
conveniente observar, en el transcurso de la
existencia cotidiana, ciertas reglas que he de
definir. Estas reglas requieren un atento es­
fuerzo de dominio sobre sí mismo. Cumplir es­
te esfuerzo, es conquistar la prerrogativa do
mover deliberadamente el agente sutil por el
cual son movidas la mayoría de las gentes: el
pensamiento.
Dirigir los propios pensamientos y dominar
sus efectos, en vez de soportar los unos y los
•tros.
Tai es la posibilidad que abre el conocimiento III
de las leyes psíquicas. Luego de haber pensado
•n lo. que esto, implica, nadie ha de vacilar. INSTRUCCIONES PRACTICAS GENE­
R A L E S PARA EJERCER INFLUENCIA
SOBRE ALGUIEN A DESPECHO SUYQ
Consideraciones prelim inares. — P rim eras
disposiciones que deben adoptarse. — Edifica­
ción de las imágines m entales. — Elaboracio­
nes y condensación de la energía psíquica. —*
D isponibilidad. — Relación. — Emisiones. —«
Recuperaciones y relajam iento.

CONSIDERACIONES PRELIMINARES
La circunspección, la conexión de las ideal
y la precisión del pensamiento parecen poca
frecuentes en los caracteres vibrantes, impe­
tuosos y voluntariosos. Inversamente, loa espí­
ritus circunspectos, juiciosos, precisos, muy
SL HIPNOTISMO A DISTANCIA
T A V L C. 3 A G O TI
iu, tí lector deberá atenerse a lo que dicen loa
raras veces están acompañados por una natu­ capítulos IV, V y VI, en los cuales han sido ex­
raleza ardiente. En lo que atañe a los rarísi­ puestas todas las disposiciones que deben adop­
mos individuos que al vigor persistente del tarse para cada una de esas tentativas.
querer unen la minuciosa definición de lo que Cuando se trata de afectar a alguien sin que
quieren, no han menester de ninguna práctica el mismo lo sepa. Jos preparativos deben ser
especial para ejercer influencia a distancia. Lo considerados como la base del éxito y efectua­
hacen de un modo inconsciente, porque, gracias dos con el mayor cuidado. He aquí en qué coik-
a aus felices disposiciones innatas, se hallan eisten dichos preparativos:
espontáneamente en las condiciones requeridas
para ella l 9 — Calcular tí tiempo dei que puede dispo­
La mayor parte de los hombres sólo pueden nerse cada día, y establecer en qué momento
realizar momentáneamente, mediante un es­ de la jornada se actuará en la acción que M
fuerzo metódico, estas condiciones indispensa­ proyecta. Menos de una hora sería poco. Do#
bles para comunicar, y, sobre todo, para im­ horas constituyen la buena medida. Escoger,
poner su pensamiento. Este esfuerzo tiende^ de preferencia, las que preceden al instante
esencialmente, por una parte, a la edificación de acostarse.
reflexiva de imágenes expresivas de lo que se
desearla sugerir, y por otra, a la disponibili­ Definido este primer punto, comenzar en «I
dad de un potencial de energía psíquica sufi­ orden siguiente, para satisfacer los siguientes ii
ciente para dar lugar a emisiones eficaces.
2* — Examinar atentamente la psicología da
' PRIMERAS DISPOSICIONES QUE DEBEN la individualidad sobre la cual se desea actuar.
ADOPTARSE Veremos luego que en cada emisión es preciso
Cuando se ha decidido recurrir a Ja acción M representarse la imagen dtí sujeto a fin de e*.
distancia, es preciso trazarse un plan de traba­ tahüecer la r e l a c ió n . Por imagen, deben enten­
Jo detallado y reunir todas las indicaciones sus­ derse no solamente los contornos exteriores,
ceptibles de ser de alguna utilidad. la expresión del rostro, la actitud, el gesto, si­
En lo que concierne a las tentativas de co­ no también, la viva noción de la personalidad
municaciones, de sugestión mental sobre suje­ moral.
tos de experimentación, o de obtención de la Si se ha vivido más o menos en su ambiente
hipnosis mediante la concentración del espiri- w hará un llamado, cara hacer tí Inventario di
P A ü ti c. J A G O 1) VL HIPNOTISMO A DISTANCIA

•us característica», a las observaciones a la*j 6* — Concentrar la atención en la primera


cuales el mismo haya dado lugar. También «ai gtapa. Tratar de imaginarse al sujeto tal como
podrá someter su escritura a us grafólogoj Sería si la hubiera recorrido. Buscar todas las
pero sería suscitarse una gran dificultad tr*-,' Consideraciones susceptibles, una vez transmití-
tar de influenciar a alguien imaginándosele las a él, telepsíquicamente, de transformar sus
disdoto de k> que realmente es, sobre todo 4 disposiciones presentes de acuerdo con aquellas
lo que se deseaba obtener de él requería una que caracterizan el final de la primera etapa.
considerable modificación de sus disposiciones
7* — Proceder de la misma manera en lo que
— Definir con toda justeza la finalidad da
39 atañe a las demás etapa3.
la acción emprendida, con todas sus subsecuen*
cias. Darse cuenta cabal de las disposiciones 8^ — Dedicar, en el plan de trabajo, una, dos,
morales en las cuales tendría que hallarse ej Blez sesiones a la emisión de las sugestiones
sujeto, para pensar y obrar como lo desea moa, necesarias para el cumplimiento de la primera
¿Se encuentra ¿1 mismo lejano de éstas? ¿CuAs «tapa, una, dos, diez sesiones para la segunda,
les son las impresiones, las emociones, los perv> «te. Este cálculo, completamente provisional
uamientos que, si los experimentara, habrían dg por otra parte, ha menester de cierta práctica
modificarle en el sentido requerido? f de un poco de sagacidad. Es su principal uti­
lidad construir una representación completa
4? — Luego de haber apreciado la distando Be la realización que trataremos de obtener.
que separa las actuales disposiciones del sujet^ Esta labor requiere reflexión. Lejos de oca-
de las de aquellas en que seria preciso que eas donar una demora, el tiempo que pasamos en
tuviera, para pensar y actuar como lo deseai la meditación tranquila y recogida de un plan,
moa, estudiar ana evolución gradual de las unag constituye un comienzo de acción, una primera
fc lma otraa. ~ y formal notificación mental, una orientación
Be todas las aptitudes que poseemos hacia una
5* — Materializar en imágenes cinco o dlej Intención deliberada y nítidamente formulada.
et&pae de esta evolución. Ejemplo: De la ani» Por esto resulta preferible efectuar esta pre­
Knosidad a la simpatía, a) Leve atenuación dg paración sin ayuda. Un consejo claro y sereno
la animosidad; b) atenuación casi total; c) íw puede ayudar de considerable manera al prin­
diferencia^ Q veleidades da aimpaiiaj a) sügp cipiante en la ordenación de sus esfuerzos, pe­
pati* to no podría eximirlo, sin Inconvenientes, de la

86
t A O ti O. J A Q O EL HIPNOTISMO A DISTANCIA

concentración inaugural da sus medios psf- las imágenes, todo lo netas y vividas que se*
QUÍCOS. posible.
Estamos, por cierto, en continua relación tp- Para comprender bien en qué consiste una
lepátiea con todos aquellos a quienes conoce* imagen satisfactoria, basta recordar nuestra*
mos, pero esta relación se afirma para con al­ familiares incursiones en el alucinado dominio
guien desde el instante mismo en que pensa­ del sueño. Cuando soñamos y vemos un amigo,
mos larga, atentamente en él. este encuentro imaginario tiene un aspecto tan
Desde este punto de vísta, tiene importancia grande de realidad, que produce en nosotros la
la preparación que precede. Mientras nos dedi­ misma impresión que una entrevista material.
camos a ella, se refirma la mutua receptividad Ahora bien, las imágenes necesarias, en la prác­
del operador y del sujeto. El primero perciba tica de la telepsíquia, deben, aunque formadas
casi siempre, en el transcurso de su labor, vi­ voluntariamente, poseer el mismo aspecto de
braciones que provienen de la actividad mental realidad y de persistencia que las de los sueños.
de] segundo, cuya intimidad psíquica es ahora, Cuando queremos actuar sobro alguien, es
sensible para él. De este modo una madre pue­ preciso, ante todo, que nos lo representemos.
de percibir a distancia las emociones, los tor­ En segundo lugar, es preciso imaginarlo cum­
mentos, los sufrimientos del hijo hacia el cual pliendo lo que deseamos. La primera imagen se
se orienta su espíritu. utiliza desde el principio al final de cada emi­
sión ; la segunda se sobrepone a la primera lue­
go de la invocación sucesiva de todas ¡as imá­
EDIFICACION DE LAS IMAGENES genes intermediarias tratadas en el párrafo
Para cualquier acción telepsíquica son prin­ precedente.
Esta cinematografía cerebral no siempre ?e
cipalmente necesarias cuatro clases de imáge­
nes: la del sujeto, la del cumplimiento de lo improvisa con facilidad en el instante mismo
que se deseaLla de los efectos sucesivos que la de la emisión. Además, existe en nosotros una
acción debe originar, y finalmente, las del su­ tendencia a dejarla desviarse en múltiples in­
jeto cuando experimenta las impresiones, emo­ cidentes, De aquí la necesidad de ejercitarse
cuidadosamente de antemano en la composi-
ciones, ideas, expresivas de estos efectos. Des­ eión de toda la serie de imágenes expresivas
pués del trabajo preliminar definido en el pá­ del sujeto, de sus modiíicae'cnee progresivas,
rrafo anterior, se consecrará, pues, un deter­ de las ideas o impresionen que se consideran
minado número de sesiones a la edificación d® de naturaleza capaz de afectarla, y por fin, de
8$ 37
f A ü L C. J A __ G __ O __ ‘x,
e l h i p n o t i sm o a d i s t a n c i a ^
fc fase final, de la realización de lo que se
ttesea. * La dietética racional, la higiene respiratoria
Laboriosa es la edificación, al principio. Las y vascular se imponen a todos los expertme®*
formas evocadas se diseñan mal, carecen de tadores. Considerando al organismo como ge­
emajonto, de cohesión, de nitidez, y se desva- nerador de la fuerza que se irradia en el t r a s ­
toteen apenas esbozadas. Pero si se persiste curso de las emisiones mentales, el equilibré
totentamente y se reiteran los ensayos con fre- fisiológico ( 1 ) es la condición primordial d*
feoeneia, no demora en manifestarse un pro­ una suficiente elaboración energética.
greso y día a día se torna mayor la facilidad de Una cosa es elaborar y otra condensar, SCO*
tonastros intentos. mular —para disponer del mismo en los me­
Podemos, por otra parte, ejercitarnos, a ras- mentos oportunos— el dinamismo nervioso. Re­
tora de entrenamiento: cordemos, ante todo, que la carga de nuestro*
acumuladores internos (loa plexos) se efeetd*
— A representamos, con toda la justeza en el transcurso del sueno de cada noche. Cusa-
posible, objetos muy sencillos, al principio, y do el sueño es normal, el despertar va acom­
‘íkspués otros más complejos. pañado por una sensación de perfecto bienes
tar, y por una necesidad de actividad, porqu*
t 9 — A prolongar la duración de cada re­ los acumuladores fisiológicos, habiéndose r*
presentación. cargado a fondo, tienden a exteriorizar la ener­
gía que poseen y esta tensión impele al indlvi*
ELABORACION Y CONDENSACION DE LA dúo a derrochar su propia fuerza, útil o ám>
ENERGIA PSIQUICA ordenadamente.
Por lo tanto, dormir de una manera conrwa»
Constituye la sangre, por decirlo asi, la ma­ Siente (2 ) ante todo, pero también, duran**
teria prima con la cual un mecanismo oscuro la víspera, vedarse todo gesto inútil; no eol»4
fcún elabora el dinamismo nervioso, motor do mente cuidarse de la agitación y del exceao 4*
bodas las funciones, especialmente de la cere- trabajo, sino tratar de reducir al mínimo fcg
praL Cuando una sangre rica y pura riega el pérdida de energía nerviosa exigida por 1* vi4
terebro, se piensa activa y reciamente. De aquí da. Para conseguir esto, es preciso establee»
ja Importancia, en la cuestión que nos ocupa, '
______ -ii
le la alimentación, de la respiración y de la fl) P o r lo flem í» , 1« p ríc tle » é t I* t*V p -tqn l» dala 4- H
ttrculacíón. Fus H a t » m lo une - 1(* daorlmldo- 7
Que Lu« mianoo* tr-tan, mnte todo, dfl r-cuoer-t -i Tilo,
lo* ■ ! » ii J
n f. k nMd7
(S) V«r “ £i ín»oinnlo V«ncido“ , d-l ta in a » W W *
P A U L O J A G O T $L HIPNOTISMO A D I S T A NCJjL

ana vigilancia incesante sobre si mismo, actuar Este es, por otra parte, el remedio único p*.
tínicamente de un mod<r reflexivo, reprimiendo xa la atonía física o moral.
toda espontaneidad, todo gesto expansivo.
Pensamientos, palabras, gestos, ocupaciones DISPONIBILIDAD
cotidianas, deben, todos, ser constarte objeto
de una estrecha vigilancia que eliminará lo sa- Todo el mundo conoce el efecto estimulante
perfluo y reprimirá el desorden. del té, del café y del alcohol tomados en dosis
Todo impulso a una manifestación exterior,- razonables. Estas substancias son comparables
todo llamado interior a una satisfacción sen­ a cheques quo extendemos contra el propio
sorial, emotiva o cerebral, traduce un ímpetu depósito de energía nerviosa: Substraen de lo*
del idealismo nervioso que trata de exteriori- plexos una parte de la fuerza que en los mía*
carse. mos se encuentra almacenada.
Ceder al impulso o satisfacer el deseo, es di­ El dinamismo, liberado de esa forma, revi*
lapidar sin provecho esta energía, la cual de­ goriza de inmediato la economía. Aumenta mo>
bemos, por el contrario, condensar. Cada vez mentáneámente, en especial, la actividad d¿
que por aturdimiento se cede al deseo, dismi­ terebro.
nuyen las reservas nerviosas. Cada vez que m SÍ bien el uso habitual de los excitantes co».
reprime algo espontáneo, se retiene en sí mis­ fcraria la condensación, su empleo excepcional*
mo una unidad de energía que se agrega a 1* Inmediatamente antes de qca emisión, se hallé
ya existente reserva. indicado, porque, en este caso, se trata no ya df
La observancia de esta elementarla noción acumular energía, sino de disponer del pote»,
de educación psíquica ( 1 ) importa de ana ma­ cial que se posee en reserva, de hacerlo pasa*
nera básica a los que desean practicar con éxi­ de la estática a la dinámica, de dejarlo afluí*
to la acción a distancia. al cerebro que ha de sustentarse con él par*
vibrar de una manera Intensa. Este es el mo­
fl) L a cducueiiJn pflfqulo* t»«na PV* « bfeto i
I? — G o t e a r a la u t t f f t ú ü i i a la im prw lon abQ U ad, a h mento de dar rienda suelta a los más poderoso*
fa a fflB irfó n » a t e Im p u te* j a t e t e t í a t a t e j o «1 n m b r f e l
t e t o deliberado. '
Impetus centrífugos, de emitir vigorosamente
S9 — Dea a r ro lla r l a t t a d ^ k , *1 i i M n i u k D t ó , la uawatul a É Inmediatamente después de haber absorbida
fe «nargía volitiva, el excitante escogido, ea necesario empezar a
19 — In sta u ra r 7 a fir m a r veanridm l eoneaptoal f naJteb*'
fe rt
49 w
oo na ti t o r a la t t m ñ u n «n i í mismo-
^ 'T a rló rla ar11 la «U boraefón r la r t it ió n 4*1 JN siiititim l
! orientar el pensamiento hacia el objeto de 1»
m b u l da modo ta l q iu m a lt e , co eoatidad r «o castid ad , « emisión, recordando todos los motivos del lis­
te n d e o f e t o n d lm t e fe i* íí f e U s ap títod m r f e la* f M Q t e l f e
V« a asi* wapfcto la atoa * ' l í P o d a fe fe V o la n t e " , taré* que tenemos en eí resultado de 1» acciótt
a
P A U L C. J A G O Ti
jg L HIPNOTISMO A DISTANCIA
a distancia emprendida, evocando todas las
Imágenes expresivas de estos motivos. Cada recuerdo de impresión asi obtenida
En particulai. cuando se desea de un modo contribuirá a exaltar el espíritu, a hacer bco-
especial que tai o cual persona manifieste ésta tar de los más profundos repliegues de la eo*>*
o aquella disposición, sentirnos que depende­ ciencia poderosos impulsos volitivos y domina*
mos de dos ocasiones principales: dores.
Por lo tanto, en el transcurso de la labor pro*
Á ) — Cuando la idea, la imagen de una de liminar, habría interés en buscar y anotar tiM
las satisfacciones que experimentaríamos si se das las consideraciones susceptibles de orlgU
cumpliera el deseo que tenemos, acude al es­ nar imágenes del tipo A y del tipo B. Esta bo*4
píritu. ca ha menester de una serie de meditación*^
especiales que orientamos repitiéndonos U re­
B ) — Cuando la imaginación evoca alguna posición del caso, luego calculando sucesiva­
de las consecuencias desagradables del no cum­ mente todos los aspectos que pueden adquirí!
plimiento de ese deseo. los acontecimientos.

En el caso primero, sentimos de ardiente ma­ LA RELACION


nera hasta qué punto queremos lo que desea­
mos. En el segundo, vibramos de temor, de irri­ Las diversas prácticas que preceden «mfeóSt
tación, de rebeldía. buyen a establecer, entre el operador y el su­
Estos movimientos interiores, por lo general jeto, una relación psíquica particular. A c4
espontáneos, debemos suscitarlos voluntaria­ juicio, esta relación se torna integral desde 4
mente al comienzo de cada sesión, a fin de lle­ momento en que el experimentador ha formad*!
var a su paroxismo la tensión volitiva. Si nos la imagen mental del sujeto. En cada sesióa¿
asalta el temor de hallar en ese momento a inmediatamente después de cumplida la dispon'
nuestra memoria rebelde o incompleta, será nibilización, se debe refirmar esta imagen, evo­
Conveniente, en el transcurso de las horas pre­ car todas las impresiones dispensadas por la
cedentes, anotar en todos los momentos en que presencia real del sujeto, representárselo <34
•urjan, las imágenes A y B, una manera viviente, actuante.
Nos pondremos así en condiciones de recons­ El estado de ardor cerebral en que nos colo­
tituirlas en la hora de la emisión, gracias a la camos previamente faeilita la formación de la*
«yuda de laa notas que habremos tomado. imágenes y les concede un relieve, un colorid*!
una animación que es preciso haber vivido pai
43
41
P A U L C. 3 A G O T, g L HIPNOTISMO A D 1S T A N G I A

ra forjarse una*idea da loa mismos. Favorecen tituir una base secundaría de conexiones, a cau­
este trabajo la oscuridad y e! silencio. Hay sa de la impregnación magnética del baño.
Quien ha recomendado escoger, para entregar­ Del mismo modo, todos loa objetos saturados
se a esta labor, las horas en que sabemos que por el influjo nervioso de un individuo, son
el sujeto duerme. Sin estar convencido del todo «tros tantos puntos de irradiación, flúidíca-
de la importancia de ese momento, soy de opF- Boente ligados a su fuente primitiva. Nace de
dión que es preciso no omitir nada, y que al sue­ «gto la estatuilla da los hechiceros y millares de
ño puede aumentar la receptividad. otras recetas, mucho menos ineficaces de lo
Sin embargo, me parece que la acción mental que parecen, de las que rebosan las recepta­
afecta a! subconsciente receptivo tanto duran­ ciones góticas. Prácticamente yo aconsejo, pa­
te los momentos en que se está despierto como ra extraer beneficio de todo:
tn el transcurso del sueño, y luego, mediante e3 Iteunir diversos objetes provenientes del su­
trueque de éste, reacciona eu la subcons­ jeto (cartas, sobre todo) y repartir el conjunto
ciencia. *n dos paquetes, uno de reducidas dimensiones
Sí mi hipótesis es exacta, es posible suges­ que podrá llevarse personalmente, y el otro que
tionar mentalmente a alguien tanto en un mo­ «e tomará en las ruanos en el momento de cada
mento como en otro. De lo que estoy exper!- «misión.
mentalmente seguro es de que, cualquiera que No es cosa fácil apreciar la medida en la cual
sea la hora, desde el mismo instante en que la «s eficaz este procedimiento; pero, dada su sea-
imagen precisa de un ser aparece en la pantalla CÜiez, conviene recurrir al mismo.
de nuestra imaginación, todo lo que pensare­
mos en el transcurso de esta aparición influirá
de una manera muy apreciable. LA EMISION
Leemos, en antiguas glosas, que para ejer­
cer influencias sobro alguien, basta con mirar
fijamente su fotografía, sugestionándolo. Es­ Las dos fases precedentes —dispon Ibirisación
to se practica aún. Una fotografía, sin embar­ y relación— se concatenan y concurren a en­
go, no crea ninguna relación; todo lo más pue­ gendrar un estado de vehemencia volitiva a fa­
de ayudar a la memoria en el transcurso de la vor ¿el cual cada movimiento psíquico origina
formación de las imágenes. Unicamente nn ne­ sma intensa irradiación. La imagen primitiva
gativo a la gelatina, impresionado por poce, y ■(la de 1?. relación), debe, entonces, ser diversi­
conservado cu un paquete cerrado podría cona- ficada de acuerdo con lo que se desea. Nos re­

44 te
P A U L C. 7 "A g O 1} e _ SlPNOTISSfQ A DISTANCIA

presentamos al sujeto cumpliendo lo que trata, «tención por espacio de algunos minuto» en la
moa de sugerirle, experimentando las impresio­ representación de la solución final, pensando:
nes 7 admitiendo las ideas susceptibles de in­ “jEsto es lo que quiero! jEsto es lo que su-
clinarlo a este cumplimiento. ttderál ¡Esto es lo que voy imponiendo!“*.
No ha de pensarse nunca en la sujeción, per* Pero es preciso retornar de Inmediato al pre­
si siempre en el consentimiento deliberado. Ha*, vente, imaginar las disposiciones actuales del
que recurrir a la representación de) sujeto ex­ Vnjeto y sugerirle ligeras divergencias, que lue-
perimentando espontáneamente el deseo de cot^i jo habrás de acusarse cada vez más.
formarse a lo que deseamos. Suponga el lectu# Todo aquel que practica el hipnotismo sen­
lo que sucedería si experimentase un irresisti­ sorial y verbal, el que se halla habituado a pro­
ble impulso personal a satisfacerle y quisiera vocar el sonambulismo y a manejar la suges­
que eso tuviera lugar. tión, extraerá un útilísimo partido de sus co­
Tal como traté de hacerlo comprender en lo* nocimientos actuando, mediante la representa­
capítulos precedentes, las imágenes así cre^ ción de los procedimientos de hipnotismo, en la
das puntualizan ¡as intenciones del operador} Imagen-relación.
pero su transferencia y, una vez transferida^ Imaginándose que se halla en presencia del
Bu potencia elaboradora de las disposiciones qu# Cojeto, le verá, sentado frente a él, experimen­
las mismas requieren, depende de un vigoro»# tar las Impresiones qu# conducen a la hipnosia.
impulso interior que se podría expresar asi| Pna vez llegado a la imagen de este estado, se
"Yo quiero que sea de este modo”. Imparten sugestiones literarias como en la rea­
No echemos en olvido que el plan de cada ra­ ldad, concediendo al sujeto la actitud que adop­
sión debe ser regulado de antemano, con e! oblo, tarla si las registrase de una manera pasiva.
to de evitar la dispersión y los Incidentes. N# Aquellos que no se hallan familiarizados con
olvidemos, tampoco, que se puede, en los caso# N procedimientos hipnótico*, habrán de limi­
subjetivos, estudiar graduales modificaciones tarse a evocar la imagen del sujeto, sentado y
y no un éxito instantáneo ( 1 ). Viento, luego a dirigirle mentalmente todas lax
Al principio de cada emisión, luego de la U* Ja labras susceptibles de conmoverle, de eoo-
vocación de la imagen-relación, puede ¿jaras i | JHmcerle, sin omitir d* razie tocayrendar y
ferantie.

ai Y a “Hlp-etium", M BtiMae
46
r a v h c. j a
.............. **
a..... -■o—.. — fL HI P NOT I S MO % DISTAX014
t
DURACION Y FRECUENCIA DE LAS Como la actividad cerebral desplegada en 4
transcurso de cada sesión implica una combo**
EMISIONES ftión enorme de células, es conveniente f&cOS»
En principio es conveniente prolongar cada lar su eliminación recurriendo, antes de entre*
emisión hasta el momento en que, debido al ago* tarse al sueño, a pequeñas y, repetidas doaia M
tam iento de ¡as disponibilidades energéticas, la gn agua diurética.
exaltación flaquea y cae. Ls duración de una
sesión debería medirse en razón inversa del vi­
gor emisor del cual se es capaz. Cuando uno sa
propone vencer una dificultad considerable, d
máximo compatible con un psiquismo medios
«a una sesión diaria de dos horas.

RECUPERACION — RELAJAMIENTO
CEREBRAL

No bien terminada la emisión, ss Impone»


al experimentador dos prescripciones. Por d«
pronto, dejar de pensar en absoluto en el suje­
to y en las preocupaciones que al mismo le li­
gan. Esta aplicación del cambio voluntario de
orientación psíquico, de lo cual he hablado e»
El Poder de la Voluntad, es indispensable pa­
ra evitar la obsesión.
Luego, buscar un relajamiento perfecto da
los nervios y del cerebro, entregándose a cual­
quier entretenimiento sano. Sería lo mejor dor­
mir profunda y largamente. Por esta razón h«
•consejado la elección de jas dos horas que pre­
ceden al momento de irse a acostar.
M m
SEGUNDA PARTE

PRODUCCION DE
FENOMENOS EN SUJETOS
DE EXPERIMENTACION
rv

LAS COMUNICACIONES
CONCERTADAS
O ndlcicne* de expetim antación: A. E l emi­
sor. — B. El receptor. — La relación, — Las
fmágenea, — Los impulsos musculares. — Las
cañ an Icací anes emotivas. — Lea trassmf&io*
oes litorales.

CONDICIONES DE EXPERIMENTACION
A. El emisor
Lo» fenómenos judaico a de proceso Imto,
lates como la imposición d d pensamiento cuya
ttcnica hemos expuesto en el capitulo III, de­
penden, sobre todo, de loe cualidades de la emi­
sión. Si el sujeto ee fácilmente influencíable,
ti operador Uesa a sus fine» en un reducido

18
JL HIPNOTISMO A DISTA NClA
P A U h C. / A G o y
Va experimentar, es al más contemplativo a
número de sesiones; en el caso contrario, éstas fnien debía recaer el papel de receptor. Deba
deben ser más largamente reiteradas pero, a la H tenerse en cuenta, por otra parte, cuánto
larga, un sugestionador hábil, enérgico y sutil favorecen a las comunicaciones de pensamiento
llegaría inevitablemente a ejercer influencia** fe simpatía, la analogía de la cultura y la equi­
sobre cualquiera. valencia de agudeza intelectual.
En la investigación de los fenómenos insta»* Lo que mejor prepara a la recepción de las
táñeos el éxito de los experimentos depende •odas telepsiquicas, es la práctica del ejerci­
principalmente de la sensibilidad del recep* do denominado “aislamiento”, que se indica en
tor ( 1 ), fe mayoría de los manuales de educación de la
Basta a! emisor un esfuerzo de atención, má» Voluntad ( 1 ). Este ejercicio consiste en rarifi­
o menos análogo al que cumplimos cuando tra­ car y luego en suspender la actividad intelec­
tamos de comprender algo complicado, y o* tual. Ahora bien, la recepción ha menester da
poco de método. fe aptitud para un profundo recogimiento ex-
La costumbre de fijar el propio pensando*, pectativo, aptitud que el ejercicio en cuestión
to en imágenes precisas y sostenidas, el dese* jfeaarroUa rápidamente.
de comunicarlo, facilitan siempre la tarea del
transmisor, pero el virtuosismo y e! ardor d* LA RELACION
éste último no pueden suplir la insuficiencia d*
las disposiciones receptivas del sujeto. Un re­ Los dos Interesados (2 ) se pondrán de acner-
ceptor sensible y adiestrado capta, por el coa* V» sobre los días y las horas en los cuales ten-
trario, emisiones en extremo débiles, Érin tugar los ensayos, y situarán las últimas
di momentos en que tanto el uno como el otro
B. El receptor. Ifeapongan de todo el tiempo necesario para
■miarse en el silencio, sin correr el menor ries-
Las personas activas, voluntariosas, reaTbae 0 0 de ser interrumpidos.
doras, se hallan mejor calificadas para em ftií
i " t " K í ° d*r ^ 'T C on .tStoT., i * ,
que para recibir. Entre dos individuos deseoso* M i, a M tlu iu a la m a n ta l * I* cu ca tió n ( U ,D í r . r ™
- *1 W»«> p r« « n t* B allaró k a lo r eo í* ab™
a « ¿ todo VviiJIadu par» *J aum ento 4« t u energía* u f a
{]) Entrtf loe «sp«ci*Liatu, n la c u » * p u w i , h u t * «*t« T d robmt4diDÍeM4 fej qucter,
lo , h u h e rs e dn<ki rucyit* d* «*t» d ifv rm c t* « n t n )oe ® r*«d«n Mr .« rio * loa r a c a jilo r» «ua m ta fu a rctn In d ly i.
*'prfiares¡vcj* '' y lo* íet><ptn*no* ‘'tnitA-ntuiMo*''. E*t* *v < *1 p a n .a m ia n to 4*1 « p a ra d o r Yo OO a con s a ja
lin tfuda, *1 <t« nu* alfufic* ¿v-rlti-*» Anicmaj ■— - M o d o p o rq u a la la la c ió n a tin u ltó n e a con di ( e r r o tan a u le to a aa
*'tujeto*'* ■
—-del«errtcn e&tcodcr la* nmliirn—ni*i » * * “ dUJaolo—a ia a o u j é t wm n od o dníautuuno.
* 1* losettlÓD ae&i*L

M 6B
P A O L C. I A O O T, VL HIPNOTISMO A DISTANCIA

El objeto de cada ensayo será dejado a la ini­ íntimamente, en la hora prevista para Ies en­
ciativa del emisor guíen, empero, habrá de es­ sayos, o muñirse de una figura que contempla­
pecificar la especie de las imágenes a transmi­ rían por espacio de algunos instantes.
tir : visuales, auditivas, ete. Sería el caso de ensayar esto. Personalmente,
Debe reserva rae un cuarto de hora, al prin­ me atengo a la evocación de la imagen, que me
cipio de todas las sesiones, para establecer la ha dado siempre resultados excelentes,
relación telepsíquica. De acuerdo con la dura­ Por otra parte, cuando el emisor se siente
ción de la sesión, habrán de ensayarse una, doa, m v y animado intelectualmente, basta bu inten­
tres transmisiones a razón de una cada cuarto ción pura y simple para tomar contacto con el
de hora. sujeto.
En el momento de ponerse en telecontacto»
los dos interesados tendrán especial interés,
tanto el uno como el otro, en buscar una posi­ LAS IMAGENES A TRANSMITIR
ción cómoda en la cual el bienestar orgánico
confine con ia Incorporeidad. Cada uno de ello# Los colores y las formas se comunican bas­
conservará tas sólo una media lúa ubicada a lo tante fácilmente; luego vienen: los sonidos ( 1 ),
espalda. fes olores, los sabores, las sensaciones táctiles,
Durante cinco minutos, más o menos, pensar las impresiones musculares, los estados emo­
tan sólo en la realización de un relajamiento tivos (2 ) y las fórmulas generales.
muscular, en una pasividad nerviosa completo* He aquí las directivas que deben observarse
En segundo lugar, el emisor evocará in men­ en lo concerniente a cada grupo.
te la imagen del receptor. Por su parte, ésto
í51timo se recogerá, dejará de pensar de un mo­ A. — COLORES Y FORMAS
do activo, suspenderá toda espontaneidad Ima­
ginativa, a fin de permanecer en la expectati­ Progresión
va psíquica más absoluta. Una mancha coloreada de contornos vaporo*
Este estado ha sido llamado el varío mental*
A manera de indicación complementaras •os; una figura sencilla, fuertemente trazada
creo de mi deber decir que ciertos experimeiw' m negro sobre un fondo claro (triángulo, circu-
tadores han preconizado, para establecer la re­
lación, la utilización de una fórmula que aca­ £1) Tkm ofttndora aadltNc* kvruii «ato Wt faitMfct k 4»
W e d i d d n ; écm « ponedora rtotsaks, la U fe rte lfa .
bos interesados debían recitar «1 uno ai otos t i) Defetmoa >nt«D'ler los «stsdos raotívds h o p r o t M c t . IM
t a M m i y s k i •» tr«D»mlt*a Más fápldsacH li J. bh Jot M fc

M
i?
0 L HIPNOTISMO A DISTANCIA
P A U L C, 1 A Q y T&

B - SONIDO
lo, hexágono, corazón, letra mayúscula, etc.)*
lina figura sencilla coloreada (corazón rojo] Progresión
triángulo verde, etc.); una figura compleja coj
loreada (naipe de juego, palabra escrita en la* Un sonido ritmado y continuo (ejemplo:
tras gruesas de color, objeto usual con sus Un pampanilla del reloj despertador); una serie da
naüdades). pvidos violentos (detonaciones, golpes en el ba-
ttntín); un arpegio; un contorno melódico bre­
Emisor ve y nítido (ejemplo: leitmotiv de la espada);
(ma orden brusca (i Levántese usted! i Aten­
El emisor contemplará atentamente nn un* ción I); una frase breve y expresiva.
délo material preparado de antemano, de lo qua
desea transmitir; luego, cerrando los ojo*, Emisor
construirá la imagen mental del mismo. Im&gi*
Hará, finalmente, al sujeto viendo aparecer La audición real de lo que desea transmitir
ta imagen. La duración conveniente para cada fe ayudaría de un modo considerable, sobre
una de estas tres operaciones es de tres a dac* todo al comienzo. Habrá de visualizar al recep­
minutos. tor, suponiendo que este último se halla pre­
gante y que parece oirle. A falta de audición
Receptor real, pueden bastar los simples recursos auto-
Utucínantes.
El receptor tendrá ante su a ojos una patita* Receptor
Ha blanca, levemente teñida, uniformement*
iluminada por la media luz, y dejará que a* Para la recepción de los sonidos, es preferi­
mirada vague apaciblemente, indiferentejn^Kt^ ble la oscuridad opaca. Naturalmente, se im­
por la pantalla en cuestión. St acuden a él v»* pone el silencio. El receptor, sentado o echado,
rías impresiones, habrá de anotarlas de un* podrá sumirse en una leve somnolencia.
manera pasiva, teniendo en cuenta si una *
otra se le aparece con mayor intensidad. De C — OLFATOS Y SABORES
vez en cuando, cerrará lentamente los ojeo jj
tornará a abrirlos, siempre con. mayor lentixaá. Proceder de una manera análoga a la prece-
al cabo de algunos segundos. fcnte. Cuanto más poderoso es un olor o sabor,
69
r. a o a c. J A o o n gh HIPNOTISMO A D/ÍTá NCIA

más fácilmeste se transmite. Él emisor recu­ E. — IMPULSOS MUSCULARES


rrirá siempre a la ayuda del juego real de sus
sentidos. Como anteriormente, la imagen del Progresión
sujeto y el hecho de figurarse que percibe la
emisión, son indispensables. (Él sujeto siempre sentado al comienzo de
la sesión). Movimientos simples: ponerse en
pie, alzar un brazo, mover una pierna, etc.
D. — SENSACIONES TACTILES Deambulación: levantarse y avanzar, ir hacia
la derecha o hacia la izquierda, volverse, des­
cribir, en una palabra, una trayectoria defini­
Progresión da. Actos sencillos: Tomar «n objeto, cambiarlo
de sitio, dejarlo caer; actos complejos: fumar,
Pinchadura de alfiler, contacto helado, leva escribir, tocar un instrumento de música, etc.
córrante de aire, aplicación de las manos, im­
presión de ser tironeado hacia atrás por loa Emisor
hombros.
La simple orden quedarla sin efecto en el
Emisor noventa por ciento de los casos. Se debe formu­
lar las sugestiones en imágenes. Vean (en la
Recurrirá, según le agrade, a uno u otro da imaginación) al sujeto poner en pie y sigan
los procedimientos siguientes: la descomposición de los movimientos sugeri­
—Someterse a si mismo a la causa real de la dos. De esa suerte, para comunicar el impulso
sensación a transmitir, figurándose que ve a] de caminar, es preciso, mediante el pensamien­
sujeto sentirle al mismo tiempo que él. to, animar alternativamente las piernas del
—Imaginar a) sujeto presente y actuar sobra receptor. Cada uno de los gestos debe ser vi­
ese fantasma. sualizado lentamente, en toda su extensión, da
cuatro a veinte veces consecutivas.
Receptor
Receptor
Siempre pasivo, tratará de apartar de si
mismo toda fuente de impresión real, suscepti­ Deberá tomar asiento al principio de la va*
ble de inducirle a error. «ón. Media luz. a fin de evitar loa tropiezoa.

60
A U h C. J A a O T\ HIPNOTISMO A DISTANCIA

P. —ESTADOS EMOTIVOS G. — TRANSMISIONES LITERALES


/ Tal como creo haber conseguido que lo com­ Transmitir una frase o una orden, literaj-
prendan, la emoción constituye la clave de las Cíente, sin ayuda de un Impulso emotivo, ha
Acciones a distancia. Espontánea, se comunica menester de una concentración atenta y ejera-
por sí misma y a veces suscita de improviso un piar, y por otra parte, de una percepción aguda.
fenómeno de percepción integral. Hemos visto, Esta regla tiene excepciones; por lo merma
0 B el capítulo anterior, por qué y cómo ea po­ excepciones aparentes. He comprobado en al­
sible suscitar en uno mismo impulsos emoti- gunos raros individuos, una extraña facilidal
iros cuando queremos imponer nuestro pensa­ de sugestión literal, incluso sobre personas dea­
miento. prevenidas.
Se trata, aquí, de comunicar estados que nos Uno de mis alumnos que, sin entusiasmo, eo
Imaginamos pero que no experimentamos ne­ la víspera de una entrevista había sugerido a
c e sariam en te . Los prácticos diestros en autosu­ un amigo, sin que éste lo supiera, que le for­
gestión, que aprendieron a hacer reaccionar en mulase una proposición determinada, efectiva
•1 mismos su imaginación, sabrán extraer pro­ mente oyó que le proponía lo que deseaba, a
vecho de esto y colocarse, evocándolo, en tal o Incluso en los mismos términos en que él sugi­
tual estado de emoción. riera la proposición.
Se brindan dos métodos al experimentador: Consiste el procedimiento más racional ea
—Imaginar que siente una emoción cualquie- escribir la fórmula que vamos a comunicar,
t« y que el receptor tiene conciencia de ella. con una escritura firme, clara, resuelta, en pa­
Imaginar que el receptor experimenta esta pel nítido; en exponer este papel a los rayoa
emoción y tratar de conmoverse personalmente de una potente lámpara y en repetir los térmi­
ente esta representación. nos de la fórmula, siguiéndolos con la mirada,
No existe ninguna progresión susceptible de enunciándolos mentalmente, imaginando su aso­
Cer considerada. Todo estado afectivo, neta­ nancia, expresándolos a continuación bajo un*
mente representado, puede comunicarse tan ¡forma imaginada pero con la persistente idea
bien como cualquier otro. El emisor apreciará de que el sujeto comprende, accede.
)r sí mismo, de acuerdo con su propia psico Es preciso ver a este último dar muestras d |
£ gía y la del receptor, qué estados son más con­ condescendencia, figurárselo presente y atani^
venientes. corrmrensivo de primer intento. '

D
> a g s c. 7 a g o n
E receptor utilizará una pantalla clara, eo-
* » para la recepción de Imágenes. Si el sentí-
jfc d a la frase «t conmovedor, tal cosa ha di
Mr an apreciable elemento de éxito.

LA SUGESTION M ENTAL EN SUJETOS


DE EXPERIMENTACION DESPIERTOS
0 PREVIAM ENTE HIPNOTIZADOS,
adiestramiento de los sujetos. — En el esta­
do de vigilia, — El “cumberlandismo”, su
técnica, su papel educativo. — La sugestión
mental sin contacto. — En el estado de hip­
nosis. — Verdadera concepción de los esta­
dos secundarios. — Proceso de hipnotización,
*~ Cómo la sugestión favorece la percep­
ción. — Indicaciones prácticas.

Cuando se opera en la propia casa sobre


¡fetos presentes y es posible renovar los ensa*
os, se puede adiestrar a esos sujetos, desarro*
S ar su percepción, sea en estado de vigilia*
por un procedimiento que toe dispongo a dea-

es
P A U L C. 7_A O O t SL HIPNOTISMO A D /ST iiiV O 'íA

cribir, sea en estado de hipnosia, por medio úq * un sujeto a temarse pasivo, a interrumpir su
Sugestiones verbales reiteradas. actividad intelectual, casa que agudiza consi­
derablemente su percepción relativa a las su­
EN ESTADO DE VIGILIA gestiones mentales sin contacto. He aquí por
qué yo utilizo y aconsejo este procedimiento —
Adiestramiento de la pasividad mental medlanté conocido con el nombre de su inventor— y cuya
los procedimienLos de Cumberiand. técnica detallada es la siguiente:
l9 — Escoger, en el local donde se opera, un
Este procedimiento descansa en las inevita­ lugar en el cual iremos a coletearnos con el
bles manifestaciones musculares del pensa­ sujeto, en oportunidad de cada ensayo. Esta
miento. Tomen ustedes la muñeca de una per­ será el punto de partida de todas las trayecto­
sona que pensará con fuerza en hacerles ejeen- rias que habremos de sugerirle ulteriormente,
lar un movimiento cualquiera; con un poco da 29 — Imaginemos un acto que el sujeto deba
atención, habrán de percibir un impulso qn* llevar a cabo. Al principio, será una cosa sen­
tecibe su brazo de su cerebro, y que transmita cilla. Por ejemplo: ir al aposento contiguo, to­
a vuestra mano. mar un objeto y depositarlo encima de una
Algunos experimentadores, virtuosos de esta silla.
lectura muscular, consiguen simular con «a 3Q — Descompongamos este acto en tantos
ayuda la lectura de pej:samientoa. Nos ruegas movimientos parciales como sean necesarios
que les ordenemos mentalmente un acto, nca para llevarlo a cabo. Ejemplo: caminar ha­
toman de la muñeca e interpretan con bast&nt» cia la puerta — volverse hacia la puerta —
habilidad sus estremecimientos para ejecuta^ levantar el brazo — llevarlo hacia el picaporte
guiados por nosotros mismos, el acto requerid*^ — tomar el picaporte — hacerlo girar (o em­
Para lograr éxito en esto, es preciso satxat pujar) — entrar en el aposento donde se en­
apartar la atención de las impresiones exterlca-j cuentra el objeto a tomar — avanzar hasta ese
res, de los concatenamientos de ideales que ti« J lugar — detenerse — levantar el brazo — to­
den a perdurar en el espíritu, de los cálculo mar el objeto — retirar el brazo — volverse
que la imaginación origina tan de buen gradoJ hacia la silla — marchar hacia la silla — y de
en una palabra, hay que colocarse en una co»J positar en la misma el objeto tomado.
diciÓn semejante a la que las escuelas psíquica» 49 — Pidamos al sujeto que nos tome la nrn>
orientales denominan noche mentaL , beca derecha con su mano izquierda, con bas
El cumberlandismo permita, puei ejercita* tan te firmeza.
«9
61
T A U t C. j a g o j| AL RIPNOT1SMO A DISTANCIA

gff — Concentremos nuestra atención en ¿1 cepción del primero, e Induce al segundo, a]


primero de loa movimientos a sugerir (cami­ mismo tiempo, a la concentración de los pensfe
nar). Imaginemos que estamos viendo al sujeto mientas.
avanzar una pierna, luego la otra. Insistamos
en esta representación hasta que el sujeto sé Experimentación sin contacta
marche. Sigamos impulsándolo con el pensa­
miento, yendo en su seguimiento. (El sujeto Es conveniente escoger un sujeto al cual re­
debe conducirnos, caminar adelante nuestro, lo sulte familiar el método de Cumberland, y un
cual, en presencia de profanos, crea completa­ momento en que el citado sujeto parezca sen­
mente la ilusión de una lectura de pensamieiw tirse en buenas disposiciones. El objeto de las
tos). Cuando el sujeto arriba al término de la tentativas es algo más o menos sin importan­
ejecución de la primera orden, impartámosle la cia, pero yo aconsejo que se empiece siempre
segunda, siempre bajo la forma de imagen, con una u otra de las experiencias siguientes:
acompañada por una impulsión mental enér­ 1, — Dispongamos encima de dos o tres me­
gica. sas, diez, veinte, treinta objetos. Procedamos,
69 — Si el sujeto se equivoca, veámosle inte­ al principio, con contacto, hasta que el sujeto
rrumpir el movimiento erróneo, ordenándole: llegue frente a aquella de las mesas en que está
*‘¡ Deténgase 1”. Cuando ha interrumpido so el objeto que mentalmente habíamos especifi­
movimiento, retornemos a la sugestión en d cado. Una vez allí, cesemos el contacto y pro­
punto en que la habíamos dejado. sigamos nuestro esfuerzo sugestivo. El recep­
79 — Prosiguiendo la serie de nuestras so­ tor no deberá darse prisa, sino aguardar un
gestiones parciales, aseguraremos la ejecución impulso suficientemente neto. ¿Será preciso
integral del acto deseado. decir que en este experimento, tal como en lo»
Mediante la costumbre, se logra obtener d anteriores, el emisor tiene que expresar sus su­
cumplimiento de los actos más complejos, con gestiones por medio de imágenes? Si el emisor
sorprendente rapidez. Esto podría ser utilizado se toma el trabajo, la víspera, o incluso con
como un juego de sociedad e incluso como una algunos días de anticipación, de consagrar
atracción para sala de espectáculos. cierto tiempo al objeto, a fin de construir una
Desde el panto de vista en que aquí nos co­ imagen cabal del mismo, el experimento mar­
locamos, el procedimiento de Cumberland pre­ chará muchísimo mejor.
dispone al sujeto y al operador a la sugestión II. — Vendemos los ojos del sujeto, y colo­
mental sin contacto, noroue desarrolla la per­ cándonos detrás de él, esforcémonos en obte-
es f»
r a v l C. / A G O T EL HIPNOTISMO A DISTANCIA

Ber, de su parte, algunos movimientos en el culares, otrora llamados hipnosis (1), los docto­
mismo lugar; levantar un brazo, volver la ca­ res en cuestión no podrían jactarse de un cri­
beza, etc. Luego, hagamos describir una tra­ terio experimental suficiente. A este último, de­
yectoria perfectamente determinada. berán recurrir itmcamewfe, los que quieran sa­
Todos ios ensayos del capítulo IV (comuni­ ber la verdad.
cación concentrada) pueden, naturalmente, ser Ensayemos las maniobras hipnóticas en ele*
practicados con un sujeto adiestrado, como aca­ individuos. Acaso no observaremos ni siquie­
bamos de verlo. ra en uno de ellos los famosos estados clásico*
(2) (catalepsia, sonambulismo y letargía),
EN ESTADO DE HIPNOSIS producidos por la conjunción de un terreo*
nervioso especial, de un procedimiento singo-
lar y de la influencia doctrinaria de la Salpi-
Sin duda he de asombrar a más de uno de triere, pero si, con toda seguridad, extraña*
mis lectores, especialmente a alguno de los muy modificaciones momentáneas de la condición
numerosos que lograron y estudiaron tos fe­ psícínica normal de los sujetos.
nómenos enunciados en mi Método Científico Figurarán entre estas modificaciones, en m»
Moderno de Hipnotismo, si les digo que la rea­ 20 por ciento de los casos, la inconsciencia y W
lidad de los estados de hipnosis ha sido puesta grado de poder de sugestión que permite apa­
en duda, y hasta negada, por hombres que son gar la sensibilidad e impresionar el sistema
considerados cumbres debido al titulo que os­ nervioso al punto de activar o de demorar ins­
tentan. tantáneamente toda función.
, Estos sere3 sagaces han discernido el carác­ Habremos de comprobar, no un estado fij<v
ter sencillo de las teorías de Era id, la rigidez Biempre condicionado por igual, sino tanta*
excesiva de las de C'harcot, la falta de preci- hipnosis diferentes como sujetos se hallan afeo-
lión de las doctrinas de Liébeault y las imagi­ tadns por las mismas.
naciones demasiado abundantemente mezcladas Esta diversidad, excelente para descon certa*
&I sistema de los magnetizadores. Luego, muy a cualquiera que no haya puesto a prueba un
gravemente, arrojaron al niño junto con el gran número de sujetos, esta inconsistencia
baño. Considerando inoportuno el prolongado
derroche de tiempo y de esfuerzos indispensa­ (1) AoDQQe esto» ettado# muy ra ra * r^ces ofrecen con i ) m a é ^
|fc a nalogía Implicada por la elección del vocablo "h u p n o e ”
ble a quien desea entregarse a frecuentes ensa­ ( 2 ) D e loa c u a te » lo e m a n u a le a de p r e p a r a c ió n a l d o c to rad o r a
V ie d t c ln a d e s c r ib e n a ú n el d e ta lle , a u n q u e laa te o r ía » h ip n ó t ic a # ^
yos de obtención de los estados psíquicos partí- C harro* w U o otitiA itoeat# cepiOM&A# r a U actualidad.

70 %*
¿L HIPNOTISMO A DISTANCIA
P A U L O. J A G O ? ,
paralelamente a una extensión de la actividad
que extravía el juicio de algunos ilustres neu­ psíquica subconsciente.
rólogos y psiquiatras no ha sido pasada por Esta última extensión implica la de la per­
alto por ninguno de los que, habiendo hecho cepción de las sugestiones mentales. De aquí el
del hipnotismo el asunto principal de su vida, Interés de la hipnosis desde el punto de vista
lo practicaron con asiduidad, convirtiéndose en de los fenómenos de los cuales trata este libro.
los maestros verdaderos del mismo.
Señalaba Donato (1), en una obra aparecida PROCEDIMIENTO PARA PROVOCAR UN
en 1882 (2), la fugacidad de los caracteres clá­ ESTADO DE HIPNOSIS
sicos de la hipnosis. Alejandro Lapótre (3) la
analiza en una de sus obras (4). Yo mismo la No debemos preocuparnos por la edad, el se­
indicaba en mi primer trabajo, un modesto seo o el grado de vigor físico (I), ni por el es­
opúsculo, publicado en 1909 (5). tado de intelectualidad del sujeto. La aptitud
para los estados secundarios depende de uno o
La digresión precedente me ha parecido un de varios elementos mal definidos que no ex­
preámbulo de utilidad para la exposición de loa cluye ninguna característica apreciable (2).
procedimientos que aconsejo para provocar la ' Hagamos sentar a nuestro colaborador even­
hipnosis, porque la misma comenta la directiva tual frente a nosotros y a la luz, a la cual daré*
esencial a cualquier tentativa hipnótica. No 4noa la espalda.
debemos aguardar una reacción que podríamos l e — Oprimamos en nuestras manos los pul­
expresar gráficamente como salto del resorte^ gares del sujeto. Invitémosle a que nos mire.
luego del cual el sujeto se ve reducido al estado, Dirijamos y mantengamos nuestra mirada en el
de autómata pasivo e inconsciente, sino buscar ' unto equidistante de loa bordea internos d*
««a alteración más o menos acentuada de la
actividad psíquica consciente, que sobrevenga
E « ojos. Pensemos atentamente que dará 36-
Sales de fatiga ocular. Continuemos basta que
.el reflejo palpebral se acelere notablemente, SÍ
(1) A lfred o , bMXÓO d# H ont, lU m odo D ó n a la le lle e ifa «n F * <»■
i b , «a 1900 j cuyo nombre m ha convertido mi la «tíquet* corad* (1) Ea p referible e x e h tirj 19 ¿ lo* epiléptico*; t ? i I d bisté»
4c cierto n Amero d* imitadores* lita m í t f « 1c* cardíacos i * k * candidato* a 1* paráJtoif y i ) i |
{2) **L« F u c ta a c ió n U m g n é tk s’ *, p e r CevaJlhoti, prefacio 41 f u e I* p s t a c k v o s , n * porque e x ista m m enor peí Igra, sino p o rg a *
Zteneto» P a ría , 1282» D an tú» editor, U w w ntk i . *1 « a fa m o , poco despoé* d« U hipnotización» n í f t e
(SJ Célebre m ls a riz a d o r jn tw e fó reaJroepte n títu lo 4 | jflcBordeA cotíAéciutieo * u estado n c d e ja r la s d* acfeoeárMlo «*
M ás O rando H ipnotizador F ran c ia , o frad en d o d u ra n te 25 aflea «sport acatador»
o m enos to d as la* noches» d oitlíi?»tr*dr*it* tt¡ ttpncrttem o rigi* (1} En lo qu+ tfafle n Ue e s ta íe s rtYtladorm* de k * sájete*
te sa m e n te Usías, t i d l n d e b ip n e tis n i; *■ «I 4* I H f i i t i— i f * 4*1 « a M
U ) * ‘Método P ráctico da H i p n o t i s m o U u £ d . Parí*. 1*21* U U o t a « te a
Eoudíer, editor. P refa cio t a i D r. H. Joan. H otos del D t. Joly.
(I ) h i p n o tis m o y S o g m tiá n Jff París» IfW * EteW er, Edites.

n
t Á D L c 3 A G O T EL HIPNUTISM O A DISTA NCI A

tal cosa no se produce al cabo de cinco minu­ 49 — Volvamos- a ubicarnos frente al sujeto.
tos, pasemos de cualquier manera a la segunda Coloquemos nuestras manos, de plano, sobre su,
maniobra. cabeza, con los pulgares juntos en el medio da­
29 — Pongamos ante los ojos del sujeto, más la línea de implantación de los cabellos. Descri­
o menos a 10 centímetros de distancia, una bamos sin tregua, con un ritmo constante, fric­
varita de madera o de metal terminada en una ciones en semicírculo, tangencial mente a las
bola, o por lo menos en algo que sobresalga. cejas, con el extremo de los pulgares sobre 1»
Invitemos al sujeto a que mire fijamente la frente. Afirmemos la llegada del sueño (1):
convexidad de la varita y a que siga sus mo­ *Ahora usted tiene sueno. Siente que se va a
vimientos, Hagamos describir al punto que el dormir. Experimenta una irresistible necesi­
«ujeto mira con fijeza, muy lentamente, un dad de sueño. El sueño le invade, le domina.
cicloide descendente, desplazando el punto da Usted siente algo así como un entumecimiento
centro más o menos en un milímetro cada vez. genera!. Se duerme. Re duerme cada vez m ií
Digamos al mismo tiempo con voz clara, pau­ profundamente. Todo se torna negro, cada una
lada, bastante queda: “Sus párpados se están de m-is palabras le adormece má3 profundamen­
tornando pesados, se cargan. Usted siente una te. Su eñ o... sueño..,, sueño profundo. Usted
especie de picoteo en los ojos, una pesantez está dormido, tan bien dormido.. . que cuando
cada vez más definida en los párpados. Ve us­ yo diga fiiete caerá en un profundo sueño”. Con­
ted como una niebla, como un velo. Usted se temos lentamente basta siete.
está entumeciendo. Su cabeza se torna confusa. 5V — Oprimamos con bastante fuerza la raíl
Bus ojos se cierran...”. Reiteremos estas su­ de la nariz y el vértice del sujeto y digamos,
gestiones hasta que se obtenga la oclusión de articulando con la mayor nitidez posible:
los ojos. “Duerma, duerma; usted está durmiendo. A
39 — Pasemos detrás de él. Apliquemos núes- cada segundo que pase, dormirá más profun­
tras manos lateralmente sobre su rostro, a la damente. Nada puede despertarlo antes de qu«
ehura de los ojos, con los dedos mayores leve­ yo quiera. Sueño cada vez más profundo. Dar-
mente apoyados en los globos oculares. Sugi­ mido. ¡Duerma!”.
ramos e) apesantamiento de la cabeza: “Su ca­
beza se está volviendo pesada, más pesada, ca­ U> Tan aóío de haber terrado! a) la fatiga o n lw h\ fe
ta vez más pesada. Pesa enormemente, como si 6c!ub óit de loa ojo»* el el uplanta-nitrito de ia
tp u rm ifirm jB s u g e r ir el flueño. L a m a y o r p a rte de laa pe rao n *» a
_n -a

fuera de plomo...". Insistamos hasta que la p t ?r im c iit o n u n a a p r e n s ió n d e p e rd e r la c o n c ie n c ia y r e a c c io r ^ *


« e u n tncóc jn c o iw t-ie n L e « o n tr a )n* efecto * h ip n ó tic o * a la a w *
t&beza se incline hacia el pecho. Wbiaiíra *‘b l '* Udb vea agobiada*. reacción»*-ú —

14 »
F A ü t C. J. A O O T ffl HIPNOTISMO A DISTANCIA

Atenuemos la luz. Alcemos con la mayor de­ Cuidémonos muy bien de poner en tela de
licadeza uno de los párpados del sujeto. SI el Juicio nuestra aptitud, o de suponer una cosa
globo del ojo está revuelto o si la pupila se extraordinaria la obtención de estas manifes­
baila dilatada o cerrada de un modo notable^ taciones.
la condición psíquica del sujeto ha sufrido una Los principiantes tienen a menudo, por otra
modificación. Difiere de la normal, en el sen­ parte, la buena suerte de encontrar, desde su
tido indicado en esta misma obra. «nsayo primitivo, sujetos muy bien dotados,
Podemos ensayar las diversas pruebas uti­ muy sensibles.
lizadas para apreciar el grado de hipnosis: Y hasta diré que muchos han logrado éxito,
anestesia sugerida, contracturas slnérgicas, in­ tte primer intento, a mi vista, obteniendo ma­
diferencia a la aspiración del amoníaco (1), nifestaciones netas e instantáneas.
«te. For lo general, son necesarios entre tres y
Impartiendo al sujeto dos o tres órdenes cinco minutos de acción para la producción
yerbales, podremos forjamos un juicio acerca &el fenómeno.
de su pasividad. Sea como fuere, hagámosle Pero acaece qne la emisión mental del opo­
▼arias veces las siguientes sugestiones: “Us­ tador actúe desde el primer segundo.
ted no está pensando en nada. Usted ha dejado Una palabra final: evitemos actnar con más
de pensar. Usted piensa únicamente en lo que de dos o tres personas presentes, sobre todo
voy a sugerirle de palabra o mentalmente. Voy « i los comienzos, o con un sujeto nuevo, y lo­
• concentrar mi voluntad en diversas ímóge- gremos de los cireúnatantea un silencio abso-
nes, en diferentes ideas, que habrán de comu­
nicarse a su espíritu y que se impondrán a su
•tención”.
Una vez hecho esto, los ensayos de comuni­
cación de pensamiento o de sugestión mental
podrán ser iniciados, de acuerdo con lo expues­
to en el capítulo IV, o según lo dicho en el ca­
pitulo presente, en lo que concierne a la expe­
rimentación en estado de vigilia.
O ) V e * t*t* rtnw cto mi "U tto d o d« hipnotismo", S« U k r l a
«n al n b iM i tn r «tra parta, « a r o * prooedlnúeit» i t u — «-
paaM a.

n m
%A HIPNOSIS POR ACCION MENTAL1
J. Sobre tía sujeto qne hsys sido hipnoti­
zado varías veces por los medios comunes,
g. — Sobre una perdona que no haya sido
objeto de hipnotizaciones bravias
I

E*bre un sujeto que haya


OTIZADO VARIAS VECES POB LOS ME*
DIOS COMUNES
sroo hip*

i Sabemos que existes cuatro {actores de hip­


notización:
#) Las excitaciones sensoriales,
bj La sugestión verbal.
*) La radioactividad fisiológica e magnetfs-
fcn antmaL
tf) La acción psíquica propiamente dicha (1)«
P A D L C, J A G O íl gL HIPNOTISMO A V¡STAKGIA

Cuando se trata de determinar fenómenos io, se lo obtiene a gran distancia, asi como a al­
hipnóticos en un sujeto presente, es convenien­ gunos metros.
te y juicioso utilizar al mismo tiempo los cua­ Ha sido brindado por el señor Ochorowío
tro elementos de influencia. P h en su libro titulado ¿o Sugestión Mental
Además de la ventaja cuantitativa de su to­ [(2) un informe en extremo interesante sobre
talización, se tiene, también, la certeza de afec­ un experimento de esta Indole, repetido en di­
tar a aquel de los modos de sensibilidad qun versas oportunidades por .una comisión de sa­
predomina en el sujeto. ' bios y de médicos (3). Hallaremos otros ejem­
En efecto, ciertos individuos son más sensi­ plos en el libro de Boirac (4) La Psicología ig­
bles al factor o), otros al factor e), etc. norado (5).
Cuando se desea realizar la posibilidad de II
provocar la hipnosis de improviso y a una
distancia más o menos dilatada, el factor d), SOBRE UNA PERSONA QUE NO HAYA
gue es el único que puede utilizarse, contribui­ S I D O OBJETO DE HIPNOTIZACIONES
rá a] éxito mucho má3 fácilmente con un su­ PREVIAS
jeto que sea más sensible a dicho factor que a El lector atento de los tres primeros espíta­
los tres primeros, de lo cual podemos cercio­ los de este libro B&be que las opiniones son
rarnos muy bien, sometiendo a cada ano de loe dispares en cuanto a la posibilidad de semejan­
sujetos de que disponemos a cuatro series da te fenómeno; conoce las bases de la opinión
creaciones respectivamente sensoriales, verba­ afirmativa; arribará a la conclusión de que tan
les, magnéticas y psíquicas. Si no hay lugar a sólo el experimento, realizado personalmente
efectuar una elección, es posible ensayar sobra
cualquier persona susceptible de ser hipnoti­ puede, en la emergencia, conceder una certfc
dumbre a cada cual.
zada. . He mostrado ya en el capitulo III cómo as
Luego de haber llevado al sujeto a percibir ejerce la influencia a distancia, sobre quien­
las sugestioses mentales, de acuerdo con laa quiera, a despecho del sujeta Cualquiera que
Instrucciones enunciadas en el capítulo atito­
rtor, se torna posible adormecerle y desper­
tarle mediante un simple esfuerzo de voloife (1) Apoik ■ te U-h r-ldfe fe tw rtf.
<« Dota, wlHo». f * r t a l&W.
tad. Ct)
OohorQ—
Bu ■ p -c ta l, 1 » pTofM ori- J u m A, Mjmm, O fe o t, M m O M t |
fes. ”
Cuando este último resultado se hace habi­ 4
( } tta c t« f e t a A « f e r a l i f e DUffc,
A l m , « U ta » t a t a m a
tual, cuando ya no requiere el mínimo esfuev-

n
o
P A U L C. / A__ G O ? EL HIPNOTISMO A UtSTANCIS

•ea el resultado buscado, la hipnosis en partí* 2* — Imagen de la ejecución de la primer*


rular,_ la técnica preparatoria y operatoria si* maniobra y de los efectos que la misma deter­
rué siendo la del capítulo en cuestión. mina.
Es decir que, en la casi totalidad de los es* 3^ — Imágenes sucesivas de las maniobra*
•os, sería inútil aguardar un estado secundaria^ que siguen a la precedente y de sus efetcos res­
bien caracterizado, de una sola sesión de ao- pectivos.
e?ón mental. Es indispensable la repetición del 4? — Imagen del sujeto en estado integral
esfuerzo emisor, como para cualquier otro de hipnosis.
efecto de acuerdo con una imagen precisa. El impulso volitivo, cuyo indispensable ar­
Por otra parte, se impone una condición dor conocemos, en este caso estará caracteri­
esencial, conformemente con los principios ex» zado por una resuelta intención de provocar el
Jxiestos en el capítulo III, a cualquiera que sueño hipnótico. Esta intención, por sí sola*
fcnente obtener la hipnosis a distancia en su* bastaría para afectar al sujeto, siempre y cua»*
Jetos no “trabajados’'; la de estar hecho a la do se la emita largamente y se la reitere cad*
experimentación hipnótica común, a la que sa día, por espacio de algunas semanas.
practica con la ayuda de la mirada y de la Pero, sin representación muy neta del estad*
palabra sobre personas presentes. que se desea, se influiría de una manera in>
Unicamente un experimentador para quien precisa y el sujeto habría de experimentar un*
fe producción de la hipnosis se ha tornado fa* especie de mal definido embotamiento. ¡
miliar, puede imaginar, sugerir con precisión Creemos innecesario decir que una vez logr»*
fe llegada de la misma. da la hipnosis, la sugestión se torna posibl*.
Por lo demás, creo haber insistido suficiea* Así como un sujeto al cual dormimos con 1*
•emente sobre el importante papel de las imá* mirada y con la palabra Mega a su grado mi*
#enes mentales en la telepsiquia. timo de sugestibilidad, aquel a quien hipnoti­
Las diversas representaciones que deben utí. zamos por acción a distancia se vuelve suge»*
litarse en el ensayo de obtención del hipnotis- tionablemente, en tanto es mantenido en est»*
»»o a distancia, son las que expongo a conti- do de hipnosis. i
ftaación: El despertar no tropieza con dificultades. S*
efectúa, apenas lo sugerimos, como en la exp«r
I* — Imagen del sujeto, presente, sentada ri mentación común.
■nte el operador, tal como se hace cuando S 0
trata de hipnotización yerbal.
TERCERA PARTE

ADAPTACIONES DIVERSAS
LA COMUNICACION TELEPSIQUICA
DE LOS SENTIMIENTOS
Censlderaciónes generales. — El dinamismo
pasional. — La detención de la dispersión del
dinamismo. — La gestión interna. — El plan,
— Las notas de dispon íbilización. — El in­
terne. — Detalle de la emisión cotidiana.

CONSIDERACIONES GENERALES
En ana obra anterior, consagrada a las doc­
trinas herméticas (I), evoqué el oculto poder
de atracción, inseparable de cualquier ve/ie*
Cencía interior.
' En esta obra voy a despojar a este arcano
P A U L V. } A G O r.
HIPNOTISMO A DISTANCIA
bu s hieráticos velos, aprovechar netamente m
voluminoso relieve, a fin de que dispense a loa puesto que se preocupan de recibir y no tan
doloridos su bienhechora claridad. Mí tarea, sólo de dar, son seguramente útiles, con mu­
por otra parte, se halla ampliamente esbozada. cho, y preferibles siempre a las tibiezas hoscas
El lector atento de los tres primeros capítulos de la inercia.
de este libro ha comprendido ya que, desde «I
instante mismo en que un alma se conmueva EL DINAMISMO PASIONAL
intensamente de amor, de afecto, de amistad,
espontáneamente dispone de una posibilidad da Apenas se despierta una pasión, parecen cre-
influencia psíquica proporcional al ardor cid eer todos los recursos interiores. Una impulsivi­
sentimiento que experimenta. dad desacostumbrada anima al mismo tiempo
Digamos —con el objeto de prevenir una in­ a) organismo, a la imaginación y a la voluntad.
evitable objeción— que la insuficiencia de esta Se tiene la impresiós de que salimos de un
condicional ardor explica lo inoperante de múK •prolongado embotamiento y de que sólo en ese
tiples sinceridades y que, únicamente asegur* instante empezamos a vivir con plenitud.
b u resonante eficacia su gestión reflexiva. En especial, el pensamiento se muestra con­
De esto, por otra parte, anotemos el corola*, siderablemente más activo que de costumbre.
rio: Cuando la vanidad, la ambición, la vena^j Es que se está elaborando abundantemente el
lidad provocan el deseo de inspirar el amor, d¿ vigor anímico. Vemos de primer intento la
perpetuarlo o de hacerlo renacer, pocos recur-j importancia de esos aflujos: condición primor­
son lea son brindados por la acción telepsíquíca# dial de una irradiación poderosamente influ­
porque no es posible comunicar un estado si rué yente, la elaboración copiosa de las energías
se lo experimenta; a veces es cierto que pode*; psíquicas basta para lograr la comunicación de
mos imponerlo, pero la firmeza dominadora, 1* las disposiciones que la generan, para afectar
exaltación imperiosa, indispensables para esta,! su objeto y para despertar en él disposiciones
suponen, o bien predisposiciones excepcionales recíprocas.
excluidas de los caracteres vulgares, o bien- Desgraciadamente, la receptividad de este úl­
prerrogativas adquiridas a costa de un acceo» timo puede hallarse perturbada por una o va­
dispensador de singular desprendimiento. rias causas: disonancias serias entre los dos
Lo que ha de seguir, pues, es únicamente p». caracteres, inclinación experimentada por
ra las ternuras verdaderas, para las pasione* cualquier ctro cansancio, rivalidad, preocupa­
específicamente amorosas. Aunque egoísta* ción, derivativos. Entonces, no basta la influen­
cia espontánea del pensamiento; es preciso re­
*&
89
P A ü Ii C. J A O O Hi $£L HIPNOTISMO A DISTANCIA

curtir a su influencia condensad» y r^flexiva^ tesar el espíritu, impele a la imaginación a


de manera tal que duplique, triplique, decupü* los vagabundeos más delirantes y retiene tan
que su potencia. despóticamente la atención, que hasta el mismo
Hemos visto ya, en el capítulo III, cómo pro* ¥oeño se torna molesto.
ceder, en general, en un caso semejante. Vamo* Para algunas personas, apartarse por un
ahora a puntualizar, adaptándola al caso par­ memento de la evocación de las mil y una en-
ticular de dificultad sentimental, la enseójutt» ■coñaciones expresivas de su estado, poner tér­
del capítulo en cuestión. , mino a la, digamos, posesión ficticia mediante
Ante todo, retengamos lo siguiente: la cual engañan su dolor, implica un verdadero
Desde el momento mismo en que existe pan suplicio. Esta tensión perpetua impostóle para
aión, sentimiento, deseo, con tal de que el ara­ todo otro objeto, aparece de una 'manera es­
dor de los mismos sea vivaz, se dispone de tewd.; pontánea en la pasión contrariada, en razón
potencia suficiente para ejercer influencia tam­ misma del influjo energético inseparable de
bre lo que suscitó este impulso. ■cualquier estado afectivo intenso, ardiente, vio­
Pero sí la elaboración del energetismo psL( lento. Engendra una emisión psíquica continua
quice se halla entonces asegurado, su conden­ y dispersa inevitablemente en mil pensamien­
sación requiere una inmediata detención da 1* tos, palabras, impulsos, el dinamismo que sus­
emisión discontinua, a la cual se sienten indis cita.
nados los corazones desdichados. Resulta de ello que el interesado no dispone
Esta dispersión constituye uno de los esc», en momento alguno de un potencial suficiente-
líos más graves. Si no se sabe, previamente 4 fuente condeiisado para actuar con fuerza..
cualquier tentativa de acción a distancia, do­ Es por esto que los que pretenden que *ísi la
minar la agitación que dispersa, sin ninguna telepsiquia existiera, ellos tendrían gran in­
utilidad, la energía psíquica, la esperanza d* fluencia, puesto que piensan el día entero en el
triunfar renuncia a su único apoyo. objeto de su preocupación”, se engañan de me­
dio a medio.
LA DETENCION DE LA DISPERSION DHÍ Supongamos que desde una ventana, situada
DINAMISMO en un cuarto piso, queremos derribar un obs­
táculo de la calle y que, para ello, disponemos
Los contratiempos, las heridas, tos pesare* de un stock diario de 50,000 hojas de papel. Si,
sentimentales se tornan de buen grado deoe> desde el alba hasta la puesta del sol, arroja-
donantes. Se implanta la idea fija, agita sq moa contra el obstáculo, una hoja por segundo,

90 SI
P A U L C. J A Q O Ti $ L B 1 P N 0 T I 8 M O A D I S T A N C I A

tal cosa no tendría el mínimo efecto. Pero al, tal, y sofrenarlo hasta el momento diario esco­
reservando nuestro stock para un instante de­ gido para la proyección metódica del potencial
terminado, digamos de las cinco a las seis, lo acumulado de esta suerte.
repartimos en paquetes de uno o dos millares Es necesario imponerse el esfuerzo de con­
de hojas, y a la hora prevista bombardeamos tener las palabras y los diversos impulsos qué
el obstáculo con esas masas compactas, poco A nos sentimos inclinados a exteriorizar bajo la
poco lo iremos moviendo, hasta verlo muy presión del dinamismo emocional; no ceder a
pronto derrumbarse. Comparación esta muy la tentación de hablar, de confiarnos, de char­
simple, pueril; de acuerdo. Pero con toda se­ lar por los codos; en una palabra, hay que
guridad muy átil para hacer comprender: 1* retener en sí mismo la fuerza cada vez que, ba­
La inutilidad de suponer un efecto cualquiera jo una forma más o menos insidiosa, trata de
de una ¡dea fija incansablemente examinada. libertarse.
29, la necesidad de suspender durante horas sa Por cierto que esto no es agradable, ¡pero
pérdida de energía mental, cuando se desea no existe una enorme compensación si pensa­
constituir con ella una reserva susceptible dt mos que nos armamos asi para combatir la di­
ser eficazmente proyectada. ficultad, para obtener lo que deseamos por so­
La primera regla que debe observarse cuan­ bre todas las cosas?
do se tiene la intención de comnniear un senta­
miento, consiste en prohibirse el pensamiento LA GESTION INTERIOR
de la misma, por lo menos el pensamiento cons­
tante, durante veintidós o veintrés horas sobro El adepto bien compenetrado de lo que cons­
.veinticuatro. tituye un generador de ewergía —de esa ener­
Es preciso, de una manera deliberada, apar­ gía que se trata de utilizar emitiéndola metó­
tar la atención del sujeto y de todo lo que con dicamente— observará, además de las reglas
él se relacione, fijar esta atención en órdenes precedentes, los principios más idóneos para
de ideas, en tareas, en derivativos previstos. la elaboración máxima y para la cuidadosa
Los que no se hallan prácticamente familia­ condensación de sus fuerzas psíquicas.
rizados con los principios elementales de la En lo que concierne a lo moral, deberá ce­
educación písiquíca, en especial con el cambio ñirse a un empleo preciso del tiempo, sin dejar
voluntario de pensamiento, considerarán una la menor laguna a favor de la cual puedan
cosa terriblemente difícil resistir al impulso retornar a su curso las espontáneídades imagi­
pasional que tiende a acaparar su impulso men­ nativas o exteriores; en lo que atañe a lo físico,

sa es
P A ü L G. J A G O T

ce preciso una higiene general minuciosa. A EL PLAN


este respecto, se recomienda una nueva lec­
tura del capítulo III de esta misma obra. LAS NOTAS DE D1SPONIBILIZACION
El aislamiento (1) favorece la condensación. He explicado ya en el capitulo III que us
Se recomienda desde este punto de vista. Por plan de conjunto debía ser meditado y definid*
erra parte, facilita la propia vigilancia, la cual no bien tenemos el proyecto de recurrir a la
tiende a mantener los pensamientos personales, acción a distancia. Se trata de calcular bien d
Us propias palabras y actos de un modo corea- proceso gradual de las modificaciones que «•
tantemente reflexivo. desean aportar a las disposiciones morales d*d
La concentración en sí mismo del dinamismo sujeto. Estudiar la posibilidad de un carnb»*
emocional tiende a determinar una atracción, radical instantáneo, seria temerario (1). Ea
cna especie de imantación psíquica que actúa preciso concederse uno, dos y hasta seis mese»,
óe una manera constante en el sujeto. incluso más, si es necesario, para afectar de u*
Por lo tanto, es conveniente vedarse todo modo gradual al sujeto, comunicándole, al prta-
apresuramiento a su respecto, no tratar de cípio, pensamientos compatibles con sus disp»,
Terlo, ni evitarlo, y conservar, en su presencia «idónea actuales, luego nuevas consideración^
eventual, la actitud de la más cortés indiferen­ que lo modificarán más apreciablemente y &4
cia. Bajo el dominio de la atracción que no Siempre.
demora entonces en experimentar^ el sujeto Debe preverse para cada día una sesión im
♦tente un deseo cada vez más obsesionante da emisión de una o dos horas.
♦cercarse a la persona que de esta suerte in­ Aunque esforzándose, en el transcurso d j
fluye en él, de buscarla, de lograr su atención, ñía, en poner un freno, como ya lo dijimos
de permanecer en su ambiente. No vanamos ha­ el aflujo de pensamientos que brotan relativa
cia él: atraigámosle hacia nosotros. Esta es la mente a lo que se desea, hay que anotar aou*.
regla de oro. líos que, particularmente conmovedores, deb*.
rán ser evocados por propia voluntad antes
la emisión diaria, de acuerdo con las instruc*
ciones impartidas en el capitulo III (D isp o n
bi lidad).
U ) Sin embargo», he visto l e m r cambio# inor«Q>l«izmti
w** Pero tato# toa caso# siembre «xcepcionide#.
(1) U atar *olo 0 «ntr* la m u ltitu d tnó& fm a, M b a ila rte a la indo

w
EL HIPNOTISMO A DISTANCIA
i A O L C. J A Q O T
Son convenientes, tan sólo, las sugestiones
LA RELACION positivas, afirmativas, y la imagen del sujeta
lias Indicaciones del capitulo III (Disponibi* atestiguando que se siente conquistado por su
telad), podrán ser utilizadas, pero en este ca30 influencia.
la relación no ha menester de ningún trabajo Para determinar en uno mismo el estado irrai
•special, porque existe necesariamente. diante, tiene su utilidad el uso de un estimu­
Asi como desde el momento en que existe pa- lante nerviopsíqufeo, porque, tal como lo hemos
visto en el capítulo III, la absorción de excitan,
*ión, inclinación, sentimiento, hay dinamismo,
también hay relación. Esto explica cómo, a ve­ tes extrae del plexo la fuerza nerviosa que allí
ces, nos vemos más o menos afectados, al pun­ se encuentra almacenada y la arroja en el tu
to, por los pensamientos, las emociones o los rrente circular, del cual la atrae el cerebro pa­
«ufrimientos del otro. sa sustentarse con ella.
Pero la consideración sucesiva de todos loa
LA EMISION DIARIA motivos por los cuales deseamos obtener lo qne
queremos, de todas las satisfacciones que eJ
Dos sesiones de tres cuartos de hora, o una éxito ha de engendrar, luego de todas las con­
cesión de una o dos horas, son necesarias, por secuencias dolorosas de la ausencia del mismo*
lo general. suscita con más seguridad aún la vehemencia
El aislamiento, el silencio y la oscuridad, volitiva.
siempre favorecen la emisión telepsíquica. P®* Es necesario representarse todo esto en cua­
ro todo esto no tiene nada de imperativo. dros bien nítidos, vivos, y asistir, por medio ddl
Lo esencial, es lograr un estado de exaltación pensamiento, saborear, mediante la Imagina­
en el cual lo que se desea se experimente de un ción, las aiegiías y padecer los dolores; tal ea
modo Intenso y acapare en su totalidad el cara* «1 secreto de la animación indispensable par»
po de la conciencia. una telepsiquia eficaz.
No basta comprobar, en una especie de íntL Apenas nos sentimos en presión, es juicioso
mo coloquio, el propio deseo. Todo el ser debe Iniciar la emisión propiamente dicha mediante
.Vibrar inten,sámente, sentirse resuelto a afec­ la invocación de la Imagen del sujeto. Repito
tar la personalidad codiciada. Rogar o Implo­ *qut lo que dije en el capítulo III: “Cualquier»
rar al sujeto, de quejumbrosa manera, tratan­ que sea la hora, desde el momento mismo en que
do de simpatizar con él, sería escasamente & Imagen .de alguien se bftee presente en 1»
eficaz. pantalla de nuestra Imaginación, todo cuanto

«
M
P A U L C. J A G O ti
HIPNOTISMO A DISTANCIA
pensaremos en el transcurso de la comparecen*
cia influirá muy apreciablemente”. sos, las directivas precedentes han tratado de
En segundo lugar, recomiendo al sujeto la incluir lo que, para cada uno, constituye lo
obsesión del rostro del experimentador. Basta, esencial.
para esto, representarse al sujeto en el instan, Existen recopilaciones de sortilegios que per­
te de ver aparecer esta imagen, pensando a miten esperar, del cumplimiento material de
quién representa, dejando captar su atención cierta cantidad de extrañas prácticas, la infal-
por ese personaje. table obtención del amor. Se encuentran en es­
Nos imaginaremos que el sujeto siente con tas recopilaciones en particular, la receta de
esto una grata sensación y que se abandona al filtros —sencillamente afrodisíacos— y la del
encanto de la misma. A partir de aquí, median* hechiza
te transiciones lógicas, podemos hacer evolo* Esta última, complicada, extraña, impresio­
donar la répresentadón mental del sujeto en nante, parece haber sido combinada con el de­
un sentido conforme a las características del signio de ejercitar al mismo tiempo la imagi­
casa Por ejemplo, sugerirle la necesidad da nación, la iniciativa y la voluntad, de provocar
que nos vea o de que nos escriba. Querer con así la más frenética exaltación, y por ende, la
fuerza, con reciedumbre, que el sujeto experfc más vigorosa emisión telepsíquica.
mentó esto y figurarse que él mismo concede 4 En eso, eomo en todo lo demás, se necesita
nuestro deseo una respuesta efectiva. un considerable derroche de energía.
Si sabe el experimentador que el sujeto apra. El impulso emocional del operador, suscitado
cia o apreció de él tales o cuales manifestacio­ y largamente sostenido por la sucesión de los
nes del intelecto, sentimentales o sensoriales^ ritos, carga con todos los gastos del experimen­
sugeriré de ello un llamado o recuerdo prolon­ to. Afirmo que cooperan a la acción del experi­
gado, seguido de un pesar, luego de un desea mentador, y muy lejos estoy de contradecirlo,
de reiteración. agentes ocultos, invisibles, añadiendo que el
Otra forma de acción mental, muy efica^ método aquí indicado los conjura de la mis­
consiste en imaginar la presencia del sujeto fj ma manera, ain necesidad de fórmulas cabalís­
hablarle —en voz alta o íntimamente— vléndo» ticas.
le dar pruebas de que comprende, de que Mí'
siente conmovido, turbado, que asiente.
Aunque no sea practicable en absoluto ímpanj
tir instrucciones detalladas para todos loa caü
93
99
VHI

E L TRATAMIENTO MENTAL DE LAB


ENFERMEDADES
La base emocional de todo tratamiento men­
tal. — Efectos curativos de la acción psíqui­
ca. — Elección del recetador. — La cadena,
— Directivas generales. — Duración de la ac­
ción diaria. — Las enfermedades crónicas. —>
Las enfermedades psíquicas, costumbres, to­
xicomanía, perversiones, monomanías, obse­
siones, etc., etc. — Acción inconscientemente
dañina de ciertos ambientes. — El pensamien­
to uuede matar. — Importancia, para el en­
fermo, de una moral benévola.

La eficacia de un tratamiento por acción


mental, ha menester, ante todo, por parte del
o de los experimentadores, de un real senti­
miento de compasión hacia el enfermo y hacia
los que padecen con su estado.

101
r a v t c. J A G O 7 EL H I P N O T I S MO A DISTANCIA

Conozco ejemplos de niños enclenques a quie­ daderos milagros, sobre todo si esa cadena M
nes el amor de una madre, materialmente muy halla compuesta por tantos hombres como mu­
limitada, ha fortificado poco a poco hiasta lle­ jeres. sin incluir al conductor (1), a fin de que
varlos a la robustez. se observe la ley polar de las contribuciones
He visto 'moribundos devueltos a la vida y flúidicas.
hasta cuerpos inertes resucitados por la irra­ El ocultismo preconiza prolongar esta cade­
diación anímica de uno de los suyos, iniciado en na hasta lo invisible, evocando el recuerdo da
los métodos de este libro. los desaparecidos por quienes fué amado el en­
Cierto es que el amor no obtiene siempre so­ fermo, lo cual ¡manta su influencia, e incluso
bre la muerte, por ardiente que el mismo sea, recurriendo a la ayuda de los Seres superiores^
«na victoria decisiva. Existen lesiones fatales, tales como les concebimos.
asuras irreparables, insuficiencias incoerci- El oficiante y sus ayudantes eventuales es­
blea. La acción mental infunde al organismo en cogerán, cada día, un momento en el cual pue­
peligro energías sustentadoras de sus auto- dan reunirse, o por lo menos, un momento en
rreaccíones curativas, pero si el mismo carece el que, aisladamente, puedan disponer, allí don­
do k* últimos recursos indispensables para de se encuentren, del tiempo suficiente par*
reaccionar de una manera ventajosa, la cura­ unirse a la intención de los demás.
ción no tiene lugar. Numerosos son, en defini­ Concentrarán sus pensamientos en la imagen
tiva, loa seres a los cuales podríamos salvar, del enfermo (2), y permitiendo que sus buenos
£)e ios demás, por lo menos, sostendremos la sentimientos a su respecto adquieran el volu­
jtnorsl, paliaremos sus sufrimientos, prolonga- men máximo, lamentarán sus sufrimientos, j¡
.remos «os vidas. exaltarán en sí mismos el deseo de atenuarlos*
> Debería ser siempre un íntimo quien empren* de anularlos, de irradiar hacia él el propio vitflF
■4 a la curación, un pariente, un amigo dilecto, lismo para reconfortarlo y sanarlo.
integralmente simpático al paciente y animado La atención de cada cual debería fijarse su­
ípor el más vivo deseo de aliviarlo de su mal. cesivamente, durante diez o quince minutos*
en los diversos pensamientos que preceden. Por
Aunque dejando a una personalidad así cali-
jBeada la iniciativa directora de la intervención, lo tanto, el oficiante se mostrará hombre da
.varias personas escogidas entre la3 más enca­ buen juicio trazando una especie de programa
riñadas con el paciente, pueden unir sus es- (1) V er & esto re tra c to ; Estarnalan de G u a ita : ‘ "La C lava dft
l a Ma#r& Nflfrrft” * y F éla d an ; *'1£l libro del cetro* *.
tourzos a los del operador principal. (2) SI ra d a lo Impide, la cadena puede reu n irte ju a to aJ « V
ta m o i verle, ha ¿e ayudar a La» eíuMoae* psíquicas.
Una cadena de voluntades hace, a veces, ver­
ios
ía
P A O l J A G O Tu EL. HIPNOTISMO A DISTANCIA

que implicará determinado número de fór­ Finalmente, visualizar la curación, la eonvk


mulas. lecencia, el retorno a la actividad normal. Este
Cada colaborador pensaría así en perfecto última representación es de una gran impor­
sincronismo con todos los demás. No se trata, tancia.
naturalmente, de repetir palabras, sino de vk Como para cualquier otra intervención teto
rlr interiormente, de sentir su significado, da psíquica, son necesarias dos sesiones diarias de
animar imágenes, de vibrar emocionalmente. 45 a 60 minutos, o una sola sesión de una a
Luego de los órdenes de ideas enumerados' dos horas.
Por otra parte, no creemos necesario deeli
anteriormente, he aquí lo que es conveniente que el tratamiento mental no proscribe en alv
estudiar entre las sugestiones curativas. Por soluto la medicación ordinaria.
)o pronto, el sueño, porque principalmente a
En las dolencias crónicas, ha de pensaras,
favor de este estado se juega la actividad or­ ante todo, en sugerir al interesado que se adap­
gánica, desde el punto de vista terapéutico (1), te a todas las reglas de higiene alimenticia y
Sugerir al paciente que duerma larga, tranqui­ general requeridas por su caso. Más rápida­
la, profundamente. Representárselo durmiendo mente habría de llenarse el tonel de las Danaf-
con una expresión fisionómica serena, normal.
des que curarse a. un paciente dado a loa exea-
Verlo despertarse con una impresión de mejor ios o incluso al uso moderado de cualquier co­
estado, de alivio. Luego, pensar en sus dispo­ ta antifisiológica.
siciones morales, comunicarle la esperanza, la Es posible tratar y curar mediante la acción
serenidad, la convicción de que alguien se ocu­ mental las costumbres nefastas, tas toxicoma­
pa útilmente de él, la certidumbre de que el nías, las perversiones, tes monomanías, te pro­
haz de las voluntades concentradas para curar* pensión al suicidio.
lo dispone de una fuerza en muchto superior a Para esto, muy lejos de recurrir a tes suges­
la acción de los agentes adversos. tiones Imperativas prohibitivas, es necesario
Tratar, también, de representarse con una afirmar id Interesado qoe te obsesión, te ten.
precisión anatómica, el estado presente de los tW i» , el temor del cual sufre se le hace cada
órganos enfermes. Seguir, con el pensamiento, Vez mas indiferente, que no te conmueve, qoe te
«1 cumplimiento de las funciones perturbadas; inerte, que te deja su plena sinceridad
estimularlas, regularizarlas intencionalmente. En pocas palabras* debemos Imaginar que t |
(1 ) l n k tr o c a <3* ta H e d id a s en isa T o n pica, *1 ’ 'S o m e ta m h
a ™ - «ra d 4Itim o rem edio qa* M d b p m a i » a todas las d alos,
Impresionabilidad del sujeto disminuye •“ Mf
t l w . M aebo m is arrea n w o tr t. l a "N c o rfa o lo B fa d tl D r, B r a l4 QM atañe al agente mórbido
Iso íto a poner «a «videncia oi «Opel U iap éH tko 4*1 lo «do.
EL HIPNOTISMO A DIST A N C I A
P A D L C. J A G O T
neral, una actitud oratoria, conocía la formi­
Paralelamente, se tratará de comunicarle to­ dable potencia de las intenciones profundamen­
da índole de pensamientos, de sentimientos, de te experimentadas, deliberadamente condensa
deseos antagónicos a aquellos que queremos su­ das y netamente expresadas.
primir. Se despertarán todas las buenas dispo­ Coré, Dathán y Abirón fulminados por el ges­
siciones susceptibles de excluir el dominio de la to de Moisés, Anantas herido de muerte por
enfermedad. Pedro, Laubardemont designado por Grandíer
El ambiente que rodea a un psicópata, a me- a comparecer dentro de un mes ante el tribtt-
■nos de estar iniciado, opone casi siempre, in- nal de lo Invisible; mucho más cerca nuestro
eonscíentemente, un obstáculo a la curación. Estanislao de Guaita y Boullan (1), el extraño
¡Parias personas se sienten afectadas desde me­ caso de la gitana del doctor Sermyn (2), y nu­
tes o años, de un modo aprensivo, angustiado, merosos hechos menos comunes dan una idea
desesperado, en torno del enfermo. Sus influen­ cabal del poder mortífero del pensamiento.
das mentales adicionadas constituyen una po­ Sin ser siquiera marcados por nadie, los qu«
tencia lamentablemente orientada. habitualmente se mantienen en disposicionet
¿No piensan esas personas que no sabrá de­ odiosas, malévolas, se hallan en sintonismo ce­
tenerse, enmendarse, que su dolencia, heredi­ rebral con los millares y millares de vibracio­
taria o adquirida, es incurable, que domina al nes psíquicas, análogas a las suyas, que se en­
paciente y que acabará por destruirlo? trecruzan en la atmósfera. Padecen el efecto
Son éstas otras tantas sugestiones que inci­ destructor de estas vibraciones y sufren coa
tan al desdichado a continuar. Ver de antema­ ellas.
no una agravación y suponerla inevitable, aun De aquí Ja necesidad, en todo tratamiento, da
enando se le deplore ardientemente, es condi­ cuidar mucho el aspecto moral del enfermo, da
cionarla, a menos que una violenta rebelión in­ incitarlo al olvido de los enemigos y al de laa
terior no reemplace a estos temerosos pensa­ injurias, a la benevolencia y a la bondad.
mientos.
De esa fama, la influencia psíquica puede
matar con la misma seguridad con que puede
Curar. Tal como el odio, como la avidez de una
herencia, la desolación pasiva puede excavar
pna tamba anticipada. O) flrtíX i do * e r p c r im e n t a d o re * *o p r o p i n a r o n « I m o H I n i o * ! *
le, p o r v i s M p e r f l s i c a , r e d o * g o lp e a d a loa c u a le a a m b o ) m m i e n p
El nso antiguo de las maldiciones y de las ( 2 ) V e r l a o b r a d e l D r , d a S e r m y n , y a c it a d o , p í e l a * 11.
Imprecaciones, en el cual sólo se ve. por lo ge­
101
roe
IX

PARA C O M B A T IR LAS M ALAS


IN F L U E N C IA S

¡Turbaciones j preocupsclones atribuidas a la


Influencia malévola ajena. — Perseguidos r
laitómanos. — Por qué engendra el odio di*
fícilmente efectos telepsíquicos precisos—
Cómo puede obrar. — Una ley general. — ¿Có­
mo defenderse? — Cómo defender a loe demás.

Todos los neurólogos, todos los palquistas, o»


Bochan las dolencias de derto número ¿e pea
•ratas "victimas de perturbaciones sensoriales |
Cerebrales, que imputan a la influencia deHtiOi
F«da da un tercera
Estas personas atribuyen también, con fv(k
Buencía, a esta infidencia, sus preocupado»!
£ bus fracasos.

na
P A U L C. / A G O J!
SL HIPNOTISMO A DISTANCIA
Se trata, easi siempre, de un caso de falsa
imputación, de mitomanía, explicable mediar** Se hará derribar por algún carruaje. Si X
te un proceso fisiológico. Si bien es cierto, por Seseara, no la muerte sino la ruina de Z, seria
otra parte, que tenemos casi todos conocidos en­ en el terreno financiero que se doblegarían las
vidiosos, enemigos, competidores a quienes be­ facultades de este último.
neficiaría nuestra derrota o a los cuales nues­ Generalicemos. Dada la incesante competi­
tra aflicción colmaría de júbilo, nadie, sin du­ ción de las avideces, todos los que carecen de
da, es capaz de un odio lo bastante vibrante X carácter sufren necesariamente las influencias
lo suficientemente sostenido para engendrar un csclavizadoras, o desventajosas, o destructoras.
verdadero maleficio. Este es el aspecto exacto de la cuestión.
Yo creo, sí, que una pluralidad de malos de­ Esto planteado, ¿cómo defenderse?
seos pueda afectarnos de penosa manera, pero ¿Y cómo defender a los demás?
no con la precisión y con la intensidad que al­
gunos admiten. Para eso, harían falta, aderoá* I
de un ardor, de una asiduidad muy poco fre­
cuentes, conocimientos muy grandes y una ha­ nm lo que a uno mismo concierne, es la edu­
bilidad telepsíquica ignorados por casi todos. cación psíquica elemental la que permite ais­
Hemos visto ya que se necesita método, vi­ larse, tornarse heterotónico a las vibraciones
gor e insistencia para lograr que alguien expe­ psíquicas Indeseables.
rimente un efecto telepático neto. Esto no pun* En una obra anterior, El Poder de la Volun*
de improvisarse. tad, expuse en qué consiste la educación psíqui­
Supongamos que X odie a muerte a Z, y pien­ ta. No volveré a tocar ese punto en este nuevo
se en ello activamente, sin tregua, por espacio libro.
de largos meses. Entregándose todas las noches a un examen a
iQuó ocurrirá? Condo de los pensamientos, de las incitaciones,
Z se verá perturbado en su punto más débil. |e las resoluciones del día, podemos todos dar-
Si, por ejemplo, es un ser desprovisto de la fa­ tíos cuenta si, en una medida cualquiera, no he­
cultad de atención, o muy impresionable, más laos sido objeto de alguna influencia.
aún habrá de serlo y bus reflejos, súbitamente ' Decidiendo todas las mañanas, de acuerdo
desacordados en momentos en que atraviese una ton una dirección deliberadamente concebida,
calle entre demasiados vehículos, podrán hace» (o que haremos con las horas siguientes, de an­
le traición. temano disponemos de nosotros mismos, nos
fcdle&tramos a gobernar nuestro urente pensa-
no
U1
P A ü L C. j a a o d

' miento, a seguir siendo los únicos generadora*


del mismo.
Mucho mejor aún, haciendo un llamado a la*
influencias, a los concursos aductores de salud,
de éxito, de progreso, los atraemos realmente.
Estas circunstancias, por fortuitas que p »
reccan, siempre responden a un llamado, a un*
tendencia interior.
Por encima de todo, eliminemos toda animo*
■idad, por justificada que sea, olvidemos la*
malevolencias, neguémonos a pensar en ellas.
Esto implicarla, por lo pronto, energía mea-
tal derrochada. Además, nos sintonizaría coa PARA PREVENIR 0 MODIFICAR Ü N 4
toda una serie de vibraciones perjudiciales. DECISION ENFADOSA
II Donde la palabra ha fracasado, el pensante»,
to puede triunfar. — Meditación previa. — E3
Para mejorar el estado de un ser perseguid^ reposo condensador, — La busca y la anota­
la primera regla que debe observarse consistí ción de los pensamientos más evocadores. —•
en no tratar su dolencia de imaginaria, aanqot La emisión. — A veces basta con una sola
la misma lo fuese evidentemente. sesión. — Aplicaciones diversas del mi amo
procedimiento. — Tengan confianza «n uste­
La regla segunda será la de asegurarle la* des mismos.
más perfectas condiciones de higiene mental 7
física. Inducirlo, incitarlo luego a practicar la
educación psíquica. En caso necesario, sugerí*. Alguien de nuestro ambiente, de nuestra*
mío por el método expuesto en este libro. Final, amigos, va a adoptar o ha adoptado una ded»
mente, recurrir a la técnica indicada en el ca. alón enfadosa. Hemos derrochado, en vano,
pítalo precedente nuestros recursos dialécticos para obligarlo *
reflexionar. Ea éste uno de los múltiples casa*
en que la acción telepsíquica actúa más segura­
mente y con maror rapidez aae la palabra.
EL HIPNOTISMO A DISTANCIA
P a u l c. J A G O T¡
las indicaciones del capitulo III, a fin de coa*!
Cesemos toda intervención verbal Aislémo­ densar nuestras energías, efectuemos una o va»
nos en un aposento silencioso. Apaciblemente, rias sesiones de emisión, de preferencia en mo*!
meditemos con atención en lo que desearíamos méritos en que todo él asunto retorna a nuestra
Impedir. De esta decisión, estudiemos la géne­ mente y en que nos sentimos violentamente anfc
sis de la misma, representémonos su ejecución, mados por el deseo de anular la causa de núes*:
«traigamos de la misma todas sus consecuen­ tra preocupación.
cias y, para terminar, puntualicemos todas Ia3, Volvamos a leer nuestras notas, exaltémonos
ventajas que lograría el interesado cambiando con la evocación de los cuadros que las mismas
de opinión. engendran y terminemos con aquellas que com*
Si pueden existir uno o varios compromisos ponen el extracto indicado más arriba.
(Mitre los movimientos que incitan al sujeto a Estas -últimas, si las visualizamos de un nnv
determinarse en ei sentido lamentable en cues­ do en extremo vivo, no» arrancarán geste*
tión y lo que aconseja la razón, imaginé molos. de rebelión interior sumamente violentos.
Debería ser rápidamente anotado el detallo Estos gestos engendrarán otras tantas pro»
Integro de esta meditación. yecciones psíquicas que habrán de conmover las
Cuando sobreviene el cansancio, apartemos disposiciones del sujeto.
nuestra mente del orden de ideas en el cual aca­ Imaginando entonces que este último se ha*
bamos de ejercitarla y ocupémosla en otra cosa. lia presente, desconcertado, menos resuelto, ra»
Sin embargo, ha de continuar el aflujo de sonémosle mentalmente con vehemencia, enon»
las inspiraciones o de subsecuencias, y nuevos ciémosle nuestra propia convicción, figurémo*
pensamientos surgirán, que deberemos anotar nos que nos comprende, que está viendo a dúo*
* continuación de los precedentes. de podría conducirle su extravío, que experto
Será preciso hacer un extracto de todas es­ menta de pronto el sentimiento jubiloso del pa>
tas anotaciones, compuesto con todas las repre- ligro evitado, que nos expresa su gratitud.
lentaclones que suscitaron en nosotros una vi­ El pasaje en bastardilla indica la fase esea»
va oposición. cial de la acción.
Por lo tanto, retengamos todas las consecuen­ Si muy poderosos móviles concurren a la da*
cias desastrosas de los actos que nos aprestamos cisión que se trata de Inhibir, son necesaria*
i prevenir, las que nos conmueven, las que nos varias sesiones. ¡Pero cuántas decisiones da»
rebelan, las que hacen brotar de nosotros un penden de un mero capricho, de ensueño* «x*.
nao” enérgico y formal. geradee, de torpes influenciasl
Luego de una breve preparación basada en
U1
leu
P A U L C. J A G O T, HIPNOTISMO A D I S T A N Ct A

Estas decisiones pueden detenerse a menudo, as ponerla en práctica; renovar el esfuerzo e»


o suspender la ejecución de las mismas, con el acentuar las meditaciones precedentes .
«imple esfuerzo de una hora bien empleada. El medio de aceito que revelo en este libro
Obremos sobre aquellos que nos tienen des­ •rma, pues, a mis lectores, al mismo título que
contentos mediante un procedimiento aná]ogro. * cualquier otro, y sí loa que me han leído se
Sobre subalternos o empleadores, sobre cole­ ejercitan utilizándolo, sus posibilidades aumen­
gas o camaradas, sobre clientes o proveedores, tarán de día en día.
sobre amigos o parientes.
Concentremos en nosotros mismos el tema de
nuestro descontento. No exterioricemos en re­
presentaciones verbales, en dolencias o confi­
dencias, las desagradables vibraciones emoti­
vas que nos agitan.
Aguardemos el instante en que, recapitulan­
do íntimamente nuestros agravios, nos sentire­
mos irritados. Esta disposición es excelente,
desde el punto de vista telepsíquico.
Aprovechémosla para sugestionar enérgica­
mente a aquel o a aquellos a quienes concierne.
No demoraremos en comprobar que la influen­
cia del pensamiento, aunque Insospechada por
la mayoría y fríamente negada por personas
muy sabias, opera efectos impresionantes por
su evidencia precisa.
Una palabra final:
Por difícil, por lejano que nos parezca un
resaltado, por dubitativos o por débUes que not
abitamos ante la dificultad, nanea desespere­
mos del triunfo, mediante 1» ayuda de nuestra»
fuerzas psíquicas.
Vivir, es generar energía; dominarse, et
acumularse; pensar es Irradiarla; conmoverse

U9
VARA PRESERVAR O PROTEGER A-
ALGUIEN
U Intención hecha activa. — La preservación
de) peligre. — Procedimiento. — Protección
an el transcurso de tina prueba o de una di­
ficultad. — Aplicaciones diversas

BJ procedemos más o menos como para co­


rar, podemos acompañar con una influencia
protectora, a un pariente, a un amigo alejado,
pea para preservarlo de un peligro, sea para
Ponfórtar sus facultades, aes para favorecerlo
Itn cualquier emergencia.
Aisladamente o con la ayuda de una cadena,
practicaremos diariamente la evocación de la
Imagen, y una ves puntualizada esta última,
encentraremos largamente nuestro pensamien­
to según convenga.
P A U L C. J A G O 7
EL HIPNOTISMO A D I S T A N C I A

Como para cualquier otra acción telepsíqnl-


ca, son indispensables, para la obtención de un una representación clara y precisa de lo que
resultado de notas características, cierto núme­ puede experimentar el sujeto.
ro de sesiones. Los buenos sentimientos que experimentamos
Si se trata de seguridad y se teme un peligro a su respecto^ la intensidad del deseo de pro­
particular para el sujeto, aunque dejando vas tegerlo, siguen siendo, por lo demás, los más
amplio espacio, en el transcurso de cada sesión, esenciales elementos de eficacia.
a ia especificación de ese peligro, no debemos La influencia teiepsíquíca puede contribuir
echar en olvido los que no tenemos —y que con al éxito de notable manera, en oportunidad de
frecuencia son los que debemos temer mayor­ un examen, de una gestión, de un esfuerzo es­
mente—, tenemos que imaginarnos al interesa­ pecial.
do en su integridad física, con el aspecto exte­ Pero es preciso prepararse de antemano y no
rior más tranquilizador, e insistir, mantenien­ aguardar la víspera del acontecimiento para in­
do esta imagen en la pantalla imaginativa, en tervenir. El mínimo aproximado es de treinta a
la afirmación (1): "Sigue así. Yo quiero, yo cuarenta días.
exipj que siga así”. Cuando el sujeto debe por En ocasión de un examen, por ejemplo, la
fuerza correr un riesgo, no especificar cómo acción a distancia no aumentará, evidentemen­
habrá de eludirlo, pero afirmar que pasará, te, los conocimientos del candidato, pero habrá
indemne, a través de toda También podremos de colocarle en un estado de perfecta lucidez
pensar en estimular en él la atención, la cir­ mental, estimulará su memoria, bu seguridad,
cunspección, la prudencia y otras facultades bu presencia de ánimo.
defensivas, en B03tener su confianza en sí mis­ También ha de tornarle todo lo simpático que
mo, su calma y su sangre fría. pueda ser. Obrará, asimismo —por extraño que
El hecho de conocer íntimamente a nlgiit— esto pueda parecer—, en los examinadores.
y el de apreciar sutilmente su psicología, ayo- Es preciso añadir que en el transcurso de los
dan de una manera considerable a influir sobra estudios es posible también sugerir el gusto
él, porque la relación se halla, entonces, esta­ del trabajo, el interés por las materias a estu­
blecida de antemano, y por otra parta, tenemos diar, la fácil comprensión de la aplicación, el
equilibrio físico y el vigor mteieettTSi.
n i l* a p a le ta * * K w u n d x k i a f i a r áe ta b la , « a Recordemos que pasar con éxito un examen
b te a . w tttailA *. perttaatm htaa ■» Sanas ufante. & ta
an Itnpatai sm octanol p n tfu » !* , TtcWoa, • Im ilH tel,
u obtener un diploma no aa&ura en modo algu­
no una carrera satisfactoria a quien no pose*
122
121
P A U L C, J A G P U

las aptitudes, los conocimientos y la combatí»


vidad necesarios para ella
La3 directivas precedentes se adaptan por si
mismas a numerosos casos: gestiones, pedidos,
estreno en el teatro, o comienzo de una tarea en
cualquier otra parta

xn
EL DESDOBLAMIENTO
rechos. — Lis teorías. — El doble. _
t formas pensadas. — La experimentación.
Las adaptaciones.

LOS HECHOS
Desdoblarse, o dicho en otros términos, ser
(listo u oído a considerable distancia del propio
gierpo; ver y oír lo que ocurre a lo lejos, cons­
tituye la más extrema de las manifestaciones
Jwepsíquicas.
La historia nos ofrece el testimonio de nume­
rosos ejemplos de desdoblamiento.
To he mencionado varios en Ciencia Oculta
gf Magia Práctica,
Ahondan las observaciones en nuestros días.

128
U A D L V. I A G O ft EL HIPNOTISMO A DISTA NCÍ A

Para convencerse de ello, basta leer los proc^ El ocultismo —vestigio de] saber de los anti­
sos verbales de la Sociedad de Investigaciones guos— nos muestra al hombre constituido, no
Psíquicas de Londres, o las obras de Gnrney* solamente de un alma y de un cuerpo, sino tam­
Myers, Podmore, Maxwell y Boirac, indicadas bién de un tercer elemento intermedio entre la
en el capítulo L primera y el segundo.
Hit Haremos en estas obras el relato de una Este elemento es el doble, o el Ka de los sa­
multitud de fenómenos espontáneos. cerdotes egipcios, el Kama-rupa de los hindúes,
Kn este libro, veremos cómo extraer partido, el Nephesch de los cabalistas, el mediador plás­
deliberadamente, de esta posibilidad. tico de los hermetistas, más conocido en nues­
Unicamente nna predisposición especial per­ tros días bajo el nombre de cuerpo astral.
mite lograr el desdoblamiento integral, pero sj Exactamente formado sobre el modelo de la
la intención sostenida de ejercer influencia en apariencia materia!, el cuerpo astral, hecho con
el pensamiento ajeno basta, con mucho, para una substancia más sutil aún que el estado
que su actividad mental se irradie de manera etéreo de los físicos, interpenetra el organismo
eficaz, una concentración análoga de espirita tangible, del cual es, por otra parte, el edifica­
determina casi siempre, parcialmente, la pro­ dor, el conservador y el animador.
yección bilocatorta. A favor de esas letargías semejantes a la
muerte que saben provocar sobre si mismos loai
prácticos de la magia, y que pueden obtener1
LAS TEORIAS de sus sujetos los magnetizadores, el alma (Ia<
conciencia psicológica), se exterioriza, movida,
1 por el cuerpo astral y, dejando allí el cuerpo
físico, al cual la mantiene ligada un lazo flúidi-
El doble co extensible, halla abolido el espacio.
Además de este último aspecto, son posible*,
Si la ciencia moderna empieza apenas a ro­ y hasta frecuentes mil otros. Tales son las di­
zar —y con cuánta circunspección. . . — el es­ versas formas de la metagnomia, nombre crea­
tudio del fenómeno en cuestión, se hap trans­ do por Boirac, el extinto rector de la Universi­
mitido, a través de las edades, textos que afir, dad de Dijón, para designar la percepción da
man, en otros tiempos, el perfecto conocimien­ cosas y de sere3 situados fuera del alcance de
to, el manejo fácil de las leyes del desdobla­ los sentidos en el tiempo y en el espado: XJna
miento. sonámbula lúcida, un clarividente, una peawv

m 12*
EL HIPNOTISMO A DIST A NCIA
C -J * -_ c. / A G O T
el elemento psíquico, la conciencia, permanec•
¡na dotada de doble vista, que nos describen, en junto al cuerpo físico.
ffarís, a un amigo que reside en Marsella o un Cuando, sentados, con los músculos relaja­
'acontecimiento que no se ha producido aún (1), dos, en pleno abandono, pensamos muy exclu­
Esto les es posible gracias a un desdoblan)5en- siva, muy profundamente en un tercero, incons­
*o parcial. Un hombre herido de muerte o que cientemente proyectamos nuestro doble hacia éL
locaba de morir, se aparece, al otro lado del océa­ Muy raras veces percibe el interesado esta
no, a su madre: Desdoblamiento provocado por presencia invisible, por lo menos en cuanto a
'la emoción (2). Bajo el efecto del cloroformo, imagen de nosotros mismos.
Son paciente se exterioriza y asiste a su opera- Y, sin embargo, nuestro doble actúa en d
Ipión (3): mismo fenómeno. En el transcurso suyo y le transmite sn movimiento ondulato­
|Uel sueño natural, el dormido sueña que visita rio, le comunica el tono de vibraciones del cual
[ta casa de su padre y que el fuego hace presa está animado, lo cual suscita en él pensamien­
He la misma. Al siguiente día, se entera de que tos que nos conciernen.
•1 siniestro, efectivamente, ha destruido el edi­ ¿No tuvieron ustedes nunca, mientras se ha­
ficio. Por lo tanto, se ha desdoblado y ha visto. llaban sumidos en sus pensamientos, en tanto,
Casas embrujadas, duendes, y buen número por decirlo asi, se hablan alejado del mundo
He fenómenos espiritistas se explican también exterior, la impresión de retomar de muy lejos,
mediante la exteriorización del doble. Pero es en el momento en que alguna brusca llamada
necesario leer, de Gurney, Myers y Podmore, les restituía a la noción de lo real?
taa Alucinaciones Telepáticos, para concebir la Así, pues, en esto como en otras cosas, exla­
frecuencia familiar del desdoblamiento. ten grados y si el desdoblamiento total y cons­
En la mayoría de los casos seriamente com­ ciente parece haber menester de singulares ca­
probados, el desdoblamiento no tiene concien­ lificaciones, todos nos desdoblamos espontánea­
cia de que lo está —y esto no debe sorprender­ mente, más o menos, y todos podemos, tratando
nos— porque casi siempre se trata de una pro­ de hacerlo deliberadamente, extraer nartido dt
yección del doble solo, durante la cual el alma, esta posibilidad.

(1) V «r k o b ra de J , U i i i r d l , n a f k b td i» , títo ta d a " L o a fe*


p a iq o k a i" . B« b i l i a r i a • » la m ia u * 1* «Jtpoatelón de
u fenómeno* de cst& indol* cotn probados p or e minen tea peraron*
V er F lim m a r tó o . " L a M uerte J bu H iite r lp " .
. f t) TJn de « t » lito te be «ido publicado ee W l» v«r
**O w ok lUview'%

m
926
y ¿ P L C, 7 A G O t fL HIPNOTISMO A DISTANCIA

■J lugar donde se encuentra, es, pues, proyectar


LAS TEORIAS una especie de fantasma, de doble, de alter ego
que trabajará el inconsciente del sujeto da
II «cuerdo con nuestras intenciones.
Del mismo modo, las imágenes mentales for­
Las formas pensadas madas y transmitidas de acuerdo con la técnica
que ya conocemos, constituyen cuerpos astrales
Ocurre todo, como ya lo dije en el capítulo reales, que permanecen en el ambiente del su­
n, como si, bañados por un invisible océano jeto y se manifiestan allí, a veces, hasta la ob-
Ddldico, se hallaran constantemente nuestras eesión.
limas en mutua comunicación. Ya vemos cuán sugestiva es la teoría de laa
A este océano, el ocultismo lo define como pla­ formas pensadas y qué útiles inspiraciones pue­
no astral, y le adjudica una papel cosmológico den extraerse de ella.
de los más importantes, sobre el cual no he de
detenerme en esta obra. LA EXPERIMENTACION
Lo que interesa más inmediatamente, es ta
propiedad, atribuida por los ocultistas, a la Entre los especialistas que han escrito sobra
«obstancia del plano astral, de moldearse en el desdoblamiento, algunos han indicado, para
formas bajo el efecto de nuestra actividad psí­ obtener este fenómeno, el uso de substancias
quica. Las imágenes mentales esculpen en 3 perniciosas por sí mismas y cuyo efecto es, por
«oerpos a su semejanza. La resonancia de nues­ otra parte, incompleto.
tras impresiones, de nuestras emociones, de En realidad, el opio, el éter, la cocaína, la
nuestros sentimientos, engendra en el mismo morfina, el haschioh, provocan el desdoblamien­
agregados de contornos y colores variados (1), to, pero hurtan al experimentador toda influen­
Todas estas creaciones se hiallan dotadas de cia directiva del fenómeno, lo cual equivale a
movimiento y hasta de una semi-conciencia. decir que no podría utilizarlo.
Actúan como auxiliares de la inteligencia de la Han preconizado otro3 un método menos pe­
«nal emanan. Pretender actuar sobre un ter­ ligroso, que aprovecha la exteriorizacíón inse­
cero, transportándose mediante el pensamiento parable dél sueño natural. Evidente es el in­
conveniente de este método: como el candidato
f l ) V er ’L e u J b tttc r: “ E l ham bre -W M e * In r M b l* " . I . n Ib m no posee un contralor de sí mismo, puesto qtw
t v i *‘L m d a n u a p t v u W . A stil* B ceantí "Le* ayodant,* I** «1 desdoblamiento se efectúa en plena incons-
«Ubla”.
129 129
P A U L C. J A G O t
EL HIPNOTISMO A D 1 8 X A fí £ / A
ciencia, se coloca de esa suerte en las mejorea
condiciones para sufrir las Influencias ambien­ 2P
tes má3 restrictivas de su propia voluntad.
En la realidad de los hechos, he visto a algu­ La inercia locomotriz predispone a una pau­
nos completamente desequilibrados por sus en­ sa de la actividad intelectual, cosa de la cual
sayos. Este desdoblamiento constituye, nada nos damos cuenta muy bien, y que degenera
menos, que una puerta abierta sobre un más sencillamente en sueño natural profundo en
allá misterioso. Franquear este puerta, amarra­ aquellos cuyas energías psíquicas están insufi­
do y anulado psíquicamente, ¡vaya una temeri­ cientemente condensadas. Entonces, por no ha­
dad singular! ber operado de acuerdo con nuestras indicacio­
El procedimiento que voy a exponer difiere nes anteriores, el experimento se interrunme
esencialmente de los precedentes, primero po* de por sí mismo.
su absoluta carencia de riesgos, y luego porque
conduce a una exteriorización gradual, duran­ 3«
te todas las fases de la cual conserva el expe­
rimentador la integridad de su conciencia y da E! experimentador, maniobrando aun por su
su voluntad. Ya lo he expuesto en Ciencia OevL automatismo, observa la continuación de su
ta y Magia Práctica; también se halla aquí eq agitación cerebral, y entonces conviene ocupar­
■n tmrn» te de la regularizacíón de la misma.
Constituye la clave del ejercicio, la intención
mantenida, sin la menor tensión volitiva, de ra­
rificar la elaboración de los pensamientos. Es­
Tratamos, ante rodo, de Imponer ál raen» ta intención no podría de primer intento, ni si­
físico una pasividad absoluta. Para esto con­ quiera en un reducido número de sesiones, con-
viene, más que cualquier otra, la posición acos­ i-guir la suspensión absoluta del pensamiento.
tada. La atención debe recorrer, una por una Progresivamente, la calma sucede a la agita­
cada fibra, a fin de relajar, de distender pe*» ción, y aun entonces, el saeño acecha a los en­
fectamente el conjunto del sistema muscular sayistas benévolos. Pero al cabo de algunas se­
6e llega de «ate modo a la inmovilidad ab* manas de tentativas diarias, indican un primer
soluta. progreso, momentos éstos cada vez más pro­
longados. Después, esta pausa se prolonga aun
más y muy pronto subsiste, turbada apenas por
alguna vaga reacción. Finalmente te U obtte-
Í5Q
181
P A U L C. J A G O T EL HIPNOTISMO A D I S T A N C I A

ne, uniforme. Es el aislamiento. En este esta­ pezarán a percibir el medio astral bajo la for­
do, se halla considerablemente atenuada la agu­ ma de una luz o de una sombra difusa, en la
deza sensorial. Los ruidos exteriores se tornan cual habrán de esbozarse poco a poco formas,
indiferentes, así como las sensaciones visuales, siluetas, imágenes (a) ; otros advertirán que el
olfativas o táctiles. Nos encontramos en una espacio Mperfísico será fácilmente recorrido
disposición análoga a la de un individuo a tal y los dobles de los vivos han de ser percepti­
punto absorto, que no oye a quien le habla. Y bles (b) antes del propio plano astral (1).
la exteriorfzación se esboza.
6<>
49
IjOS experimentadores que observen (a) ob­
se tiene netamente la impresión de que ya tendrán resultados más rápidos orientándose
no estamos estrechamente integrados en los li­ hacia la metagnomia. Son más bien receptores
mites del cuerpo físico. Nos sentimos como ele. que irradiantes. Los que observan (6) sabrán
vado3, paralelamente al mismo, o a cierta dis­ que se hallan mejor dotados para actuar, para
tancia. La menor intención voluntaria restable­ manifestarse, que para percibir las vibraciones
cería el estado normal. Por ende, no experimen­ emitidas por otros centros. Por lo tanto, será
tamos la menor aprensión, sino un bienestar en la acción a distancia que lograrán sus éxi­
casi nirvánico. tos más fáciles.
Como lo hemos visto, si nos dedicamos a es­
5? tas prácticas sin poseer las reservas energéti­
cas que aseguran al mismo tiempo el éxito y
Una vez logrados estos resultados y siendo la no ofensividad, no corremos otro riesgo que
capaces de aislarnos de esa suerte en algunos el de gozar de un sueño reparador, Pero el pro­
minutos, substituiremos a la primitiva inten­ pio ejercicio adiestra paulatinamente al prac­
ción de éxtasis intelectual la de exteriorizarnos ticante y desarrolla sus aptitudes de conside­
cada vez más, y proseguiremos el experimento rable manera. Medíante ensayos renovados con
sin apresuramientos, consagrando al raismot asiduidad, todos y cada uno llegarían, pues, a
más o menos, una hora diaria. Según el caso, la meta.
la evolución de las posibilidades bilocatorlat
(1) Percepción ¿ a y da aeree altuad&a fu er* del e k a a e *
adquirirá un curso adecuado a las predispod- le loa M ntldoa fíele*» en «1 tiem po j en el «aparta» B jem pkiai nt*
fctecopia, paleomati-í*, incide*, louam bulíaaxv clarividencia» v ia l»
dones de cada cual. De este modo, algunos em­ *>e* en él ftlabo da cristal» etc.

133 1»
f A ü L C. J A G O T

Si se procede, en la acción telep3Íquica a dis­


tancia, mediante un desdoblamiento previo,
bastará evocar la imagen del sujeto y puntua­
lizar la intención de reunirse con él, para que
•e produzca un resultado de acuerdo con lo
apuesto.
Y la acción, entonces, será más poderosa, más
rápida, requiriendo al propio tiempo menos es­
fuerzo que la sugestión mental común.

XIII

LA TELEPSIQUIA EN LA VIDA
INDIVIDUAL T COLECTIVA
£1 factor telepaíquieo en la trama del dea­
tino. — La competición universal. — El ar­
dor codicioso de los efectos. — La acción ex­
terior de las disposiciones habituales del hom­
bre. — Las aptitudes sin avidez y la avidea
sin aptitudes. — La telepsiquia y los nego­
cios. — Dilección y vigor apetente. -— Blo­
queos invisibles. — Choques colectivos de las
voluntades. — El psiquísmo y la cuestito
social. — Optimismo y lucidez. — La apren­
sión estéril y la aprensión ÚUL — Despotismo
y servilismo. — Los caracteres recios y so
dominio. — El trabajo incita eficazmente al
pensamiento. — El amor y la telepsiquia. —•
Pasiones y sentimientos. — Conclusión.
Tal como lo he declarado al principio de estv
libro, la influencia telepsíquica ea una cons»
isa
P A U L C. J A O O T, VL HIPNOTISMO A DISTANCIA

«tienda inevitable de la actividad afectiva j ehísimos éxitos y numerosas derrotas, incom­


cerebral. Desde el momento mismo en qué no» prensibles sin él.
conmovemos, desde el instante en que desea­ Suponiendo una equivalencia de saber, de
mos, apenas pensamos, irradiamos vibraciones habilidad, de trabajo y de protección exterior,
que, renovadas durante días, meses, años, con­ ■erá, en todos los casos, la personalidad de
tribuyen de apreciable manera a determinar apetencias más vigorosas la que mayores be­
numerosas circunstancias. Las del pasado re­ neficios ha de obtener.
suenan en el presente; las del presente resona­ Este vigor de deseo suple siempre, incluso,
rán en el porvenir. Algunas consideraciones ha­ en amplia medida, a las insuficiencias del valor
brán de puntualizarlo. Intrínseco, siempre y cuando sepamos poner un
Una colectividad de seres humanos se agita freno a sus retoños excesivos. En realidad, es
¿a misma y frenética codicia que mueve a los
Y se esfuerza. Cada uno de los individuos que
la integran codicia con más o menos ansias yt !más hábiles abductores de oro y a los piratas
aptitudes lo que sus predisposiciones le inducen más audaces.
a considerar como deseable en supremo grado* De los unos, el juicio sagaz dirige el esfuerzo
Desde el sabio que trata de lograr el descu­ a través de los escollos; de I03 otros el causa-
brimiento que hará de él una cima mundial* lísmo deficiente extravía en las dementes su­
hasta el financista al acecho de provechosas gestiones del hervor interior. Pero la misma
índole de energía impele a unos y otros a em­
redadas; desde el político impaciente por ocu­ prender.
par el primer plano del reino al funcionario Los que la rigen y la emiten en imágenes bien
que disputa un cargo con mejor estipendio f concebidas, identifican sus efectos con sus in­
desde el enamorado a quien irritan sus rivales tenciones; los que la soportan, imaginan ma­
hasta el escritor que alienta la esperanza dei lamente, y sus resultados, siempre precarios,
lograr una corona de laureles, la competición 6e mezclan con inseguridad.
es general. Lo que cada cual persigue, los otros Es preferible, por cierto, carecer completa­
también lo quieren. mente de impulso motor si el timón, frágil, tab­
Ahora bien, sí las clasificaciones, la activi­ leado, debe necesariamente dar contra los arre­
dad, los apoyos de cada competidor son otros cifes; pero, en esta tierra nuestra, no deja de
tantos triunfos en su juego, su ardor codicioso Ber menos cierto que la avidez, mucho más que
es otro, y uno que cuenta. él mérito, se apropia y obtiene.
El poder de este ardor codicioso explica mt* Además del estimulante- la convieeióa de po-

186 1X7
P A ü L C. J A G O T

der, la de que ae tiene derecho, la de que se está


calificado, influyen sobre toda la serie de per­
donas de las cuales depende lo que aspiramos.
En un sentido inverso, todas las restricciones En la batalla de los negocios, / quién ve afluir
que experimentamos repercuten en el alma de la.- ofertas y ¡as demandas ventajosas? ¿Quién
los demás. halla los concursos más satisfactorias? ¿Acaso
He aquí por qué los modestos, los que se pre­ cJ más activo? ¿Por ventura el mejor dotada
ocupan por la justa medida, los razonables ante desde el punto de vista profesional?
todo, no reciben ni la cuarta parte de lo que En absoluto.
■e verían dispensar, con capacidades idénticas, Todo esto le acaece al que más ardientemen­
■I sintieran más apasionadamente —iba a decir te, más asiduamente evocó riqueza o suprema­
«tecamente—, el deseo de lo que les niega la cía.
falta de equidad de los hombres. A éste, se le ocurren, ideas que las otras no
Esta minoría culta, trabajadora, oscura, eli­ tendrán; mas esto podria explicarse mediante
jo Intelecto se derrocha en las minuciosas la­ las recursos íntimos de su psiqulsmo.
bores de las cuales surge el adelanto de las Acuden a éste, también, colaboradores finan­
ciencias, muy somero pago recibe por sus es­ cieros, técnicos diestros, proveedores serios,
fuerzos, Puede decirse, también, que en el pre­ dientes considerables. Que se adjudique el mé-
jrito de todo esto a su gestión, es algo que puedo
supuesto nacional, la competencia tiene menas
Surgen que la destreza. sostenerse aún, aunque entre sus competidores
los haya tan inteligentes como él, y también
Pero el caso es que se trata de hombres cuya tan activos, que fracasan.
energía psíquica fué absorbida por una larga ¿Pero todas estas cosas fortuitas y feücea,
Cultura y cuyas preocupaciones ideales haces que obligan a la gente a decir: “Tiene suerte*?
Üerivar a la voluntad de obtención. “Triunfó como porte arte de magia”, no seria*
Dirán algunos que yo atribuyo a la acción suficientes para justificar mi tesis?
telepsíquica el efecto de an exceso o de una Se me dirá, quizá, que todo el mundo deseo
Carencia de iniciativa reivindicadora. A lo cual triunfar,
fespondo que las reivindicaciones más justas ¡Mas no con el mismo ardor, con la mima
tony débilmente arriban a sus fines cuando la fijeza psíquica E
avidez de sus promotores no es realmente ij>- Todo el mundo tiene hambre, pero entre d
Intermitente esbozo del apetito del dispéptico jj
os
P A V L C. J A & O T El HIPNOTISMO A DISTA N CIA

la rigorosa necesidad de un sólido moretón, eisamente debido al estado social, circundan a


|qué diferencial <3). la fortuna,
Por cierto que no faltan, en los países lati­ Estas codicias no actúan tan sólo por las vías
nos —ni tampoco en los que no lo son—, seres materiales. De una manera invisible, sugieren
tan deliciosamente dotados para apreciar todas la imprudencia, el error, el exceso, el vicio.
las posibilidades de la opulencia, que podemos Y su acción mental aumenta con las envidias,
preguntarnos cómo sus vibraciones psíquicas eon los eelos, con las animosidades que suscita
no imantart aquello que habría de conceder sa­ Siempre la opulencia. ¡Qué temible cadena! ¡Y
tisfacción a sus gustos. qué circunspecta y robusta defensiva necesita
Pero dilección y ardor sostenido del deseo, ti rico!
•on dos estados de espíritu en extremo dife­ Si no ha recibido, con todo lo demás, una
rentes. Deseamos de buen grado, ideológica­ Organización psíquica hecha a la medida de la
mente, todo aquello que es agradable. Ho expe­ Importancia poseedora, muy pronto ha de verse
rimentamos, al respecto, forzosamente, esa im­ despojado.
petuosa, esa vehemente, esa continua necesidad La aristocracia rusa, que contaba menos al­
que atrae, conquista y aferra. mas que abdómenes, que dormía más que obra­
Y sí nos ponemos a pensar en la formidable ba, y que consumía más alcoholes que ideas, ha
masa humana que se precipita al asalto de lo tenido que doblegarse a la ley de una docena
poco que puede proporcionar la tierra, hemos de apasionados intelectuales.
de darnos cuenta del atletismo anímico que ha­ Susbtrajeron la Iniciativa a nuestra monar­
ce falta pora lograr los grandes victorias. quía cuando la misma cesó en sa tarea de pen-
Poseer, por otra parte, no implica conservar, ■ar y de querer.
£1 heredero a quien bus contingencias grati* Y si la clase burguesa actual, dueña y señora
Acarón con bienes considerables, se convierte Ük los privilegios se mantiene aún m pie, a
en ei centro de una conspiración incesante, es pesar de sus imprudencias electorales, es por­
la que figuran las múltiples codicias que, pre* que totaliza más activos psiquismos que loa que
Dan podido reunir sos antagonistas.
Como la Mima de los ardores realistas sobre­
t t ) I !• M m r a U t a o a ta r a d a M «ida. |Q o a n a
M a t o a r t e da peneam letito frxlim pntaH a, pava acwupaata. n e io y
pase un día la de los efectos reoublieaaas. la
« B fa c tu n eiita ocfaotado dajan « t o p t f a e t e a « k t t e a o a a MPÚbttca habrá vivido...
in «■ f a l t e T U n * e r g a ñ la a e lía paionloa M a t e a , yero
da alco r, w e e a a rla e n a n ta to fto r* manaa fa * a n tHnpwauMBto amr
• • »

m 141
P A U L a . J A G _ 0 ___T,
jfí, HIPNOTISMO A DISTANCIA
Mejora lentamente la suerte del proletario
desde que dejó de considerar como socialmente Esta concentración espiritual actuaría sin el
indispensables los abusos perpetrados sobre éi. mínimo desorden, porque la efervescencia psí­
Todo marcharía con mayor rapidez si pensara quica impresiona necesariamente a los que son
¡n sus derechos eon más ardor y coordina ;ón. •bjeto de la misma-
A causa de sus insuficiencias psíquicas, las La irritación silenciosa influye de un modo
democracias viven aún bajo un yugo casi dic­ profundo y decisivo ¡ por otra parte, es incoer­
tatorial. Incapaces de concebir el orden desea­ cible.
ble en imágenes precisas, las mismas se dejan En un sentido Inverso, las vociferaciones y
engañar sin tregua por la falsía de la boleta b s rebeldías tumultuosas nunca logran otra
de sufragio. Creen designar obediencias orga­ #>sa que reformas superficiales y transitorias.
nizadoras de equidad, e invariablemente ven
surgir de las urnas la tiranía y la expoliación.
Todo habría de cambiar si las masas no st
sumiesen, entre dos guerras, entre dos perío­ Los descontentos, tos rencores y los odios lrw
dos legislativos, entre dos mitinea, en una ex­ Confesados, pero vivaces —ya sean colectivos
cesiva resignación formada, sobre todo, de in­ ;• individuales—, operan verdaderos embrujos
dolencia y de apatía. • hechizos.
Todo habría de cambiar si todos y cada uno Su paroxismo, la cólera, fulgura, brama »
se formulasen íntimamente, pero de una ma­ Mere, como el ray a Cuando ha sido fuerte-
nera inflexible, tres sugestiones perfectamente d en te condensada, es decir, largamente rete-
concretas: Sida, la violencia desorganiza, deja estupe­
Posibilidad de consumo justamente propor­ facto y mata.
cional a la importancia de producción. No puede nadie jactarse de inmunidad contra
Organización militar de los pueblos substraí­ fe inmanente repercusión de tas rivalidades y
da a las arbitrarias nacionales, y confiada, ex fa los antagonismos probables.
cada Continente, a un colegio internacional. P ara defenderse de ellos, es preciso no igno-
Exigencia de un asentimiento directo de ka •u to s ni desafiar los, sino densificar las propias
electores pora todo destino de loe dineros pA. Sesistenciaa.
blicoe (1). ¿No ha sido dicho, acaso, qoc cualquiera que
( 1) S* ¿te» 4pa p t u «ato 1 0 b & «h u íq su ñauad |V fY 4W*S> m — auto» •( ¿to rtad o , ■ M o a s «J n k
«jurecletiée «m m te» pwhtei Mv nmte M están & P J y » NM « « —lin<«l« a V Si WDmla
142
US
P A ü L C. J A G O 2) V I B I P N 0 T I 8V 0 A D ISTA N CIA :,
E — " ' t
con frecuencia, a llamarla, pero la aprensión
Be jacta de su dicha tío ve a su puerta la des­ suscita una voluntad Imperiosa de aparta*
gracia inminente?
En realidad de verdad, sólo es un protector
r nosotros ese peligro, se t moca, por el con.
traído, en una seria defensa.
el optimismo cuando se halla siempre a la ex­ El miedo que a algunos paraliza, concedí
pectativa de la adversidad y dispuesto a reac­ alas a otros.
cionar.
Si esta índole de optimismo brinda, a veces,'
la apariencia de una despreocupada soficieim
cía, ello se debe a que no vemos hasta qué pun­ Sabemos que las personas voluntariosas cu­
to se duplica con una circunspecta combativi­ yo pensamiento generalmente despótico en­
dad. gendra por si mismo la sumisión, consiguen
Como existencia alguna se halla exenta do ¡presionar, desde un principio, a la maya*
riesgos, y como cuando se prevé con mayor ni­
tidez, mejor se sabe evitar, detener o comba­
Í irte de los seres con los cuales mantienen
ntacto.
tir, sigue siendo cosa de buen juicio la vigi­ Es posible observar, también, que a esas na­
lancia, incluso aparte de toda consideración to- turalezas dignas de un sátrapa, concurren los
lepsíquica; para el adepto de nuestras doctrt tfcjg asombrosos servilismos. Una mentalidad
ñas tiene el significado de un escudo, de un de señor feudal siempre improvisa siervo».
broquel, eficaz por sí mismo, porque avizorar
y temer suscitan y estimulan los pensamiento* Una mentalidad servil siempre imanta su ca­
defensivos, la voluntad de rechazar ei peligra bestro. Precisamente por esto, vemos muy her­
mosas abnegaciones hacer verdaderos derro­
ches en favor de individuos perfectamente im­
placables . . . porque lo son.
Lo que caracteriza a los fuertes psiquismo*
SI, entonces, es lamentable suponerse desti­ —no a los sutfijes, ni a los equitativos-, es que
nado a la falta de éxito o a alguna desgracia, están plenos de sí mismos y sobre todo, de so
conviene conservar la noción de la propia posi­
bilidad y conjurar, sin miedo a la fatiga da punto de vista.
Nos desalientan en la discusión del nuestro,
la tarea, esa desgracia, mediante una prohi­ porque sentimos perfectamente la desigualdad
bición formal.
Temer una cosa con el consentimiento de que de la lacha,
herimos: '
no sabríamos eludirla, eauivale a aceptarla, v
144
EL HIPNOTISMO A DISTANCIÉ
c. i A G O T

valen te nos llega por una vfa imprevista 7 apta


"He aquí un hombre o ana mujer de carác­ rentemeute fortuita.
ter”.
Y nos hacemos a un lado, aunque la razón
nos asista. '
Yo llamo a este fenómeno un dominio telep­ Intimamente mezclada a todas tas m aoonsa
síquico y advierto que se opera incluso si las humanas, la influencia telepslquica se m a v
relaciones son lejanas y si los dos interesados fiesta de un modo poderoso en el amor.
Bo se han visto nunca. Los muy ardientes, aunque fuesen muy (Ha»
Estos poderosos egotismos a menudo se pier­ tintos de Antinoo, de Apolo o de Hércules*
den por su facilidad volitiva misma, que más triunfan fácilmente de los enamorados medroíj
lea incita a exigir que a reflexionar. sos, incluso cuando son "hermosos con esa be*
Esto nos lleva al capítulo IL El vigor pro- Ueza que, nos dice un poeta, eclipsa a sos riv»»
palsfvo de sus pensamientos es admirable, pero leí* cual dispersa el sol a las nubes.
■as imágenes mentales Bon insuficientemente Bajo el efluvio anestesiante del deseo viri^
deliberadas; por lo tanto, imprecisas. Obtienen tos resistencias femeninas flaquean y se aban*'
nacho, pero nunca lo que les hubiera conveni­ donan, a menudo sin mayor dilección, a inelosH
do exactamente. a pesar de netas repugnancias.
Por otra parta, un aspecto exterior nnpre</ El grado de atracción de cada mujer depená
afanante, una verba nítida, un ambiente que de, por lo demás, manifiestamente, de factoreü
fenpono, muy pronto pierden su prestigio si, de­ imponderables que se distinguen tanto má3!
trás de la fachada, se cobija una moral benig­ cuanto que excluyen, a menudo, la belleza, t í
na, apática o temerosa. gracia y la distinción.
De acuerdo con las reglas religiosas, obra* Las afinidades amorosas eluden, en su gratt
la, según parece, orar, cuando la tarea se cum- mayoría, el análisis puramente psicológica^
de conformidad con un ideal espiritual. porque su explicación está contenida totalmen*
Desde d punto de vista que nos ocupa, si el te en el exacto complementarismo de dos
trabajo da lugar a una emisión psíquica coa* siones y de dos recepciones psíquicas, así cesa*
^entrada, ésta concurre de poderosa manera 3 su entibiamiento y su fin proceden de uns rft
W gurar al trabajador lo que el mismo aguar­ cíproca y fatal saturación.
da de su Industria. Mientras perdura el idilio, los raptas telepli
Ocurre que se calcule de una empresa un ticos espontáneos, las intuiciones lócMaa, laá
beneficio que no ha de arrojar, pero cuyo equi­
r A U L c. J A G O T p t, HIPNOTISMO A DISTANCIA

premoniciones clarividentes, atestiguan con Bree ti vas prácticas, cuya observación equivale
frecuencia la relación de los dos interesados. jt utilizar constantemente y sin emisiones es­
Y cuando sobreviene de uno de ellos, loa pri­ peciales, la propiedad teleinfluyente del pensa­
meros alejamientos, imaginativos o vividos, miento. _
eso apartamiento extrae, de un modo invisible, Si todas nuestras actividades psíquicas tie­
de las fibras del otro, una disonancia anuncia­ nen una resonancia exterior, es evidente que
dora de los quebrantamientos próximos. para recoger del mismo efectos deseables, ea
necesario aprender a gobernar las propias im­
presiones, las emociones personales, los senti­
mientos y la imaginación.
Si ia pasión se disocia de af misma bajo la Entendemos aquí gobernar en una doble
acción corrosiva del tiempo, los sentimientos, acepción cuantitativa y cualitativa, y también
por el contrario, ganan en influencia por la du­ tn- el sentido de exaltar, y asimismo en el de
ración. moderar.
Ea teratológicamente excepcional que la In­ Llegamos a ser amos del propio psiquismo
diferencia resista durante mucho tiempo al mediante un esfuerzo Bostenido, que se refiera
afecto y que la antipatía no ceda, algún día, a a toda una serie de reglas que ya he definido
la bondad. en un volumen mío precedente, titulado El Po­
En todos los casos, la indulgente benevolen­ der de la Voluntad, y sobre las cuales no he de
cia y la inofensivfdad, armonizando el psiquis- volver a tratar en la presente obra.
dio individual con las vibraciones de la misma De estas reglas, qpe varios especialistas han
naturaleza, constituyen estados preciosamente vulgarizado antes de hacerlo yo, no se coto»
abductores. prende, por lo general, toda su Importante t í
Pero, es preciso tener en cuenta que deseo, taüídsd.
avidez, o pasión, se satisfacen con sus comple­ Conducir el propio pensamiento implica, env
menta ríos, siempre caracterizados por una pa­ pero, la posibilidad de nn máximo de acción
sividad moral cualquiera. De este modo, la de­ ■obre todo k> que nos concierne.
bilidad sugiere todos los abasos, a i tanto que Sin mencionar esa serenidad Intima que es U
la firmeza loe inhibe. Por esta razón la ingra­ en asegurar la posesión de sí mismo, 4
titud puede ser considerada segura por las Individuo más común, desde qoe adquiere H
almas demasiado exclusivamente benévolas. Costumbre de librar la orientación de sus peni
De lo que precede podemos ifatarir alguna* Cmnientos y de mantener la convergencia 4

34S m
(__ A ü L C. / A O y t

os mismos, exterioriza usa considerable suma


le vibraciones auxiliares de su voluntad, qua
ifectan de una manera útil a todos aquellos
jue tuvieron una relación cualquiera con lo qua
H desea.
Se torna capaz de puntualizar en imágenes
¿uid ariosamente elaboradas, el conjunto y d
ietaíle de sus proyectos. Su energía psíquica,
zondensada por el efecto de las reglas en cues-
áón, se emite por si misma, de poderosa ma­
nera, a través de las imágenes que él forja.
Opera, de esa suerte, una acción telepsíquica
generalizada de la cual nace esa imaginacióa
¡onecida bajo el nombre de “magnetismo peí» CUARTA PARTE
sonal”.
Algunas personas —a la» que todo sale bien­
io poseen inconscientemente gradas a febea INDICACIONES
disposiciones sobrenaturales, pero los más de»
heredados a este respecto, pueden establecer* COMPLEMENTARIAS
en sí mismos mediante un plan y midiéndose.

l&t
XIV

C O N T R A IN D IC A C IO N E S , E S C O L L O S
A V IS O S

El no se posee un mínimo de vigor funcional,


la fatiga que resulta de las emisiones telepst
quicas se acentúa en depresión, a favor de la
cual puede sobrevenir más de una desorganiza*
tíÓn.

Los enfermos renales y en general todos


aquellos que eliminan mal, sería prudente que
se abstuvieran. Todo gasto cerebral fuera de lo
común ha menester, en efecto, de un esfuerzo
suplementario de los riñones y de la ayuda de
los mismos.

153
P A ü h C. J A G O % fL HIPNOTISMO A DISTANCIA

La plétora de loa intoxicados apesanta lo su­ No es raro que el día en que alguna cosa no
ficiente su psiquismo para disuadirlos de la marcha como desearíamos que marchase, y auu-
acción a distancia. Pero, si por una de esas fne hasta ese momento nos hayamos mostrado
casualidades, alguno de ellos se esforzara en profundamente indiferentes a, las cuestiones
esta acción con demasiado ardor, ello implica­ peíquicas, pensemos en muñimos de un tratado
ría un serio peligro de congestión. de hipnotismo con la convicción de encontrar
en él el medio de resolver, de inmediato, cual­
quier dificultad. Sin embargo, ¿quién preten­
derla estenografiar un discurso inmediatamen­
Los agitados, los obsesionados; aquellos cuyo te después de la adquisición de un tratado de
pensamiento deliberado no tiene el menor im­ estenografía? No es posible improvisarse ex­
perio en la impulsividad emocional e imagina- perimentador de la noche a la mañana, por el
ti va, agravan, por lo general, su estado, sin be­ mero becho de que existe la necesidad de serlo.
neficio alguno, practicando la acción telepsíqui­ Es preciso trabajar para comprender, y luego
ca. Deberían, ante todo, trabajar para logTar aplicarse a la labor.
este imperio sobre sí mismos, que necesitan y
ein el cual no hay elaboración, ni condensación,
ni emisión eficaces.
81 pretendiera un químico, so pretexto de que
tiene una necesidad inmediata, de componer
Uuanflo no se sabe, luego de cada sesión, ter­ un producto en menos tiempo del que se nece­
sar así mismo, fijar el pensamiento en un su­ sita para su elaboración, se consideraría a ese
jeto que repose y, en todo caso, ajeno a las pro­ anímico con inquietud. Sin embargo, .son nu­
ocupaciones por las cuales acabamos de traba­ merosos los lógicos que, porque tienen prisa,
jar, podemos muy bien ver instalarse la idea exigen s la telepsiquia resultados mucho má»
rápidos que ios que el caso permite
fija, madre de la demencia. Se recuperan insu­
ficientemente las propias fuerzas, por otra par­
te, y a ello sigue el cansancio.•
• • ■ Tener pnsa no confiere aptitudes especiales,
No existen resultadas al mismo tiempo impar.

(54 in
P A V L C. J A G O % £L H I P N O T I S MO A DI S T A N G 1 A

tantee e inmediatez en telepsiquia. Es Ja repe. los procedimientos expuestos en este libro, re*
tición la que hace la fuerza de la sugestión, y mltados decisivos de todo el resto de la exia-'
la asiduidad la que confiere la facilidad, por tencia. Pero cuanto más abundante es la ela-
otra parte, relativa siempre^ ooración, más fuerte es la tensión de exterlo-
rización. Esta tensión determina impulsos a loa
cuales ni siquiera pensamos en resistir. Sin
embargo, todas las obras análogas a la mfa in­
Mucfiaa personas se creen capaces fie influen­ dican de un modo en extremo prolijo que ceder
cia. Otros muchos se suponen capaces, sin es­ di impulso, es dejar evaporarse energía, vsU
fuerzo apredable, de efectos instantáneos y Quica,
considerables. Algunos comprenden la dificul­
tad, van hacía ella con toda resolución, y poco
a poco la van revistiendo con una inquebranta­
ble constancia. Estos últimos son los aue al­ Es algo muy bueno que las personas arreba­
canzan el éxito. tadas derrochen en manifestaciones exteriores
generalmente inofensivas, el formidable dina­
mismo que emana de sus cóleras. Si pudiesen
abstenerse del estruendo verbal, de puñetazos
Antes de cualquier acción a distancia, no sa­ sobre la mesa y de la ruptura de objetos, po­
bríamos calcular nunca en demasía las conse­ drían perpetrar los más lamentables daños. Vi-
cuencias que irrogarla la obtensión de lo que &or propvlsivo del pensamiento, ardor pasio*
se desea. Algunas son inevitables y es conv^ nal, violencias del alma, constituyen verdaderos
niente examinar si no harán pagar harto caía cetros, siempre y cuando tomemos la iniciativa
la satisfacción que de las mismas emana; otras, de su manejo.
pueden ser evitadas, a condición de especificar
la intención de las mismas en el plan general
(ver capítulo III) que ya conocemos.
Dominar la espontaneidad, es dominar el
destino. Los que gobiernan el mundo son petv
sonas que han sabido tornarse amos de mk
Elaboramos todos, o casi todos, la suficiente formidable Impulsividad nata, trocándola asi
energía pKiüíca para obtener, por medio da

158
E * 0 A c. ÍT EL HIPNOTISMO A VIST ANC1A

« potencia dominadora y realizadora. No me dones acumuladas por veinte años de obser­


basan decir, ahora, que basta dominarse para vación cotidiana.
Sentar el mundo. Indico, por el contrario, que Por lo tanto, no se asombre el lector si a
r condición primordial para convertirse en un
hombre eminente es una animación innata ex­
veces se ve obligado a meditar un poco el texto
para comprenderlo a fondo y bien
cepcional. Pero sobre el individuo rigurosa­
mente capaz de gobernarse, desde el triple pun­
to de vista sensorial, emocional e imaginativo,
tiene el destino menos imperio que sobre los
demás. El hombre que consigue conducir su
pensamiento, se libra, poco a poco, de toda in­
fluencia, incluso colectiva. Es mediante la ins­
tauración de una sólida arquía interior, contra­
cta de laa enseñanzas libertarias, como todos y
«oda uno podemos conquistar la orooia libertad.

Si no podemos cambiar de un modo radical


los elementos psíquicos y psicológicos con los
cuales nos ha dotado la herencia, podemos, en
Cambio, con método, extraer de loa mismos un
máximo de buenos servicios.
De eda manera, ejercitándonos correcta men­
te de acuerdo con nuestras propias fuerzas, los
aumentaremos y los ductilizaremos.

Como ei espacio me ha sido medido, he debido


■ondensar en este volumen una cantidad de no-

158
XV

E L DESARROLLO DE LAS APTITUDES


TE LE PSIQUICAS

La práctica del hipnotismo propiamente dt-


**10, en la cual se actúa sobre sujetos presente#
por medio de la mirada, de la palabra, del gesto
T de la voluntad, constituyo un método oxeo*
lente preparatorio para la telepsiquia.
Todas las facultades mentales activas se ejer»
ritan en la práctica del hipnotismo, especial*
mente la atención, el juicio y el vigor volitivo*:
Se trata de una psicogimnasía racional y siiv
látlca que vigoriza las cualidades intelectuales*
*1 mismo tiempo que afirma lo que hemos dado
«n llamar la fuerza del carácter.
Comporta dicha práctica todos loe esfuerzo*
fle iniciativa, de discernimiento, de dominio d*
ri mismo y de influencia en los demás, suacep*

191
f> A U L C. J A O O %|
HIPNOTISMO A DISTANCIA

tibies de concurrir a la formación de una per­


sonalidad poderosa. En ía vida privada, se reconocen esos predis­
puestos. Sin duda fcerán dichoso a más de uno
Por esta razón, el camino más corto pan algunas precisiones sobre los signos revelado-
convertirse en un buen telepsíquico consiste ea tes que debemos buscar.
pzitregarse de una manera asidua al hipnotis­
mo directo. Sea lo que fuere lo que pueda decirse de laa
Un hombre fogueado en la utilización de lea leorfas —necesariamente llamadas a desapare­
procedimientos comunes de hipnotización, sabe cer para dejar su lugar a otras, a medida que
pensar con todo el ardor, con toda La precisión la experiencia acude a modificarlas—, es den­
necesarios para actuar a distancia. tro da un marco teórico como se procede a la
Pueden disuadir o detener al principianta ÍHsjor ordenación de los hechos. Por lo tanto, he
múltiples consideracicmea. d* utilizar un esquema que me resulta fami­
Por de pronto, la dificultad de hallar suj«> liar : el de los cuatro medios de Influencia,
tos. L&3 personas lo bastante sensibles a ka Sobre cien individuos tomados al azar, algu­
maniobras hipnóticas de un neófito, para ea- nos parecen particularmente sensibles a las ac­
per imentar, de primer intento, efectos perent» ciones sensoriales, a las que proceden de la pe­
rios, son poco numerosas. riferia nerviosa al centro; por ejemplo, la fi­
Existe, sin embarga, un quince por eleirte, jación de un punto muy brillante o un golpe en
más o menos, y sobre esos quince, encentran*^ ti batfntih.
idos o tres a quienes puede hipnotizar ana cria­ Conocemos ya el Importante o Amero de los
tura sin ninguna dificultad. tonmocionados por ía guerra; un estallido cer-
Por lo demás. gracias a un fenómeno de tfc- tano los clavaba, estupefactos, en actitud ca­
£Í1 comprensión, la mayoría de las persones 4 ta lítica .
las cuales permite su impresionabilidad afecta* El doctor Mesnet, por otra parta, ha propor­
fácilmente, se dejan decidir, por lo generti) cionado trn ejemplo de hipnosia espontánea do­
más rápidamente que los refractarios, a perecí lida a la recia luz.
Ür que intentemos hipnotizarlas. Ea au libro El tonambulísmo provocado, ci­
En las sesiones públicas, cuando invita el e » ta el caso de un jefe de estación, fascinado por
perimentador s aquellos presentes que dese^ proyector de locomotora y aplastado. El je­
«ometerse a la prueba de su sugestionabflidak^ te en cuestión, antea de exhalar el último sus-
casi siempre los aue m ofrecen, moa mi — fctro, declaró haber perdido conciencia después
buenos. ■ti «hoque eaceauecednr del fanal contra su re*
tu? 183
f> A V L C. J A G O %i VL HIPNOTISMO A DISTANCIA

tina, hasta el momento en que recobró el cono Esta es la razón por la cual Chareot y su Es­
ti miento en el hospital. cuela se hallaban en desacuerdo con Liébeautt
Otros se muestran más o menos refractarlo* f Nancy. En la Salpétriére se hacían experi­
a todo procedimiento que no sea el de la suges­ mentos con histéricos, hebefrenos-catatónicos —*
tión, la cual, contrariamente a los procedimien­ sobre anormales—, exclusivamente.
tos sensoriales, hiere directamente el órgano En Nancyt el campo experimental, más am­
central para reaccionar luego sobre el sistema plio, comprendía toda clase de ¡enfermos. Ha
nervioso de. una manera centrifuga. aquí por qué, también, Babinsky y los neuró­
También observamos personas, poco afecta­ logos del siglo XX dicen: sugestibilldad-histe-
das, por otra parte, sobre las cuales las proyeoe ria-pitíatismo: trabajan únicamente en el te­
dones magnéticas reaccionan en algunos mC rreno nervioso.
ñutos. Existe un medio muy sencillo para darse
Finalmente, la acción puramente psíquica — cuenta de sí la excitación de un sentido induci­
la sugestión mental—, también tiene sus pro­ ría a la hipnosis al sujeto observado: Dispon­
dispuestos. gan a dicho sujeto de manera tal que su cam­
Agreguemos que con bastante frecuencia eiw po visual se vea herido por un tapiz, un panel
contramos sujetos influenciados más o menoo a rayas verticales alternadas, negro y blanco,
del mismo modo por dos o tres de estos cuatro rojo y blanco, azul oscuro y blanco, etc.
procedimientos. Un sujeto normal sólo acusaría una débil
He aquí, ahora, las observaciones que ser* perturbación visual. En uno sensorial se adver­
preciso retener para juzgar de la aptitud exis­ tirá una alteración acentuada del sistema psi-
tente para manifestar los fenómenos estudia­ co-nervioso: disminución de las asociaciones de
dos en pslquismo. ideas, estupidez, torpeza, y a veces, incluso, al»,
Digamos, por lo pronto, que un sistema ner­ cinaciones espontáneas.
vioso lo bastante sensible a las acciones senso­ Pasemos del diagnóstico de la sensibilidad, a
riales para que siga un estado secundario, tie­ la sugestión.
ne que estar necesariamente tarado o debe ser Esta se mide, a mi juicio, en la aptitud má»
específica o menos acusada al monodelsmo espontánea
Herencia alcohólica o específica, degenera» Las marcas exteriores que la revelan son la*
ción de la célula nerviosa, hiperestesia, se ha­ siguientes:
llan siempre ligadas a la hipnotiz&billdad sea Rostros ovales o triangulares, en oposición
sorial. a las fisonomía* redondas o cuadradas j pretio

lfté U»
p A V L C. J A G O ! EL H IPN O TISM O A D1ST A P C I A

IBinía, en los lincamiento» de 1* faz. de los con­ La gente no se ríe del fracaso, sino de una
tornos rectilíneos,- insuficiencia de altura del pretensión que considera ridicula.
trrdo superior del rostro, o exceso del tercio Por cierto que la prueba merece ser afronta­
Inferior {en estas dos- casos, el sujeto es asi­ da, aunque más no fuera para ejercitarse en la
mismo un predispuesto al hipnotismo sen s o seguridad y en la impasibilidad.
rial) •, orejas desprovistas de lóbulos, de doble­ Pero nada impide proceder con ctrconwpeo.
tes, o de ambas cosas a la vez; pulgar flaco o ción, y escoger, para los ensayos iniciales, m tm
corto. Línea mental tenue o ausente. La nariz individuo que ofrezca ias marcas de qoe ya ha
proporciona un Índice, también; los sugestio­ fciMado.
nables se hallan tn proporción notable entre ¡Desde que un señor ha logrado en público mu
las personas cuyo órgano del olfato adquiere «di» hipnotización, 3oj que más se empecinaba*
lerma convexa con terminación puntiaguda, o « i burlarse de él y de sus tentativas, oon lo*
forma, cóncava con terminación redonda. primeros en considerarle con estupefacción.
Todas esta3 marcas conceden a cada cual una La rutina intelectual empareda tantos oer*
aproximación. Si el mismo individuo ofrece foros, que el que se Übra de ese encierro lo ba*.
varias^ es un sujeto, sin la menor duda. tante 'evidentemente para tomar 1» iniciativa da
practicar cualquier cosa tan insólita como ti
fiipnotismo, provoca en todo momento el asom­
bro de los circunstantes.
Aunque la vía precedente sigue siendo la má*
Otra idea inhibidora contiene a menudo a los rápidamente preparatoria para la telepsiqula,
eeófitos. Ea el temor al ridiculo^ en apariencia puesto que se puede formar un experimentado*
inevitable luego del fracaso. en menos de un mes, existen otros método*,
El Hipnotizador, como tal conocido, y cuyo que es posible utilizar, y éstos, a despecho d*
talento es admitido, no provoca ninguna mani­ todos.
festación burlona cuando sus esfuerzos no ob­ Por lo pronto, la conformidad a los principie*
tienen el efecto que de los mismos se esperaba. de la 'Educación Psíquica elementales, tales o*»
El principiante, por el contrario, espera que jno loa expuse en mí obra El Poder de ia Vo»
•o rían de él en cada experimento que resulto Ivntad. Luego, la práctica habitual de cierta*
ineficaz. Y esto ocurre, porque en el espirita reglas cuya indicación es la siguiente:
Iftel vulgo, pretender hipnotizar, e3 jactarse de
fcn poder casi sobrenatural.

US
P A ü L O. j a Lt o q HIPNOTISMO A DISTANCIA

i* Meditación de los planes de las próximas rea­


lizaciones, revisión mnemónica de las incitada
El silencio Bes o veleidades experimentadas desde la ante­
rior revisión análoga, lo cual permite elimina*
No ne trata de convertirse en estilista, ni sf> las Influencias extrañas i ejercicios de adiestra»
uniera en estrictamente lacónico. Se trata, s o miento respiratorio o da imaginación activa.
fcre todo, de la Intimidad moral e Intelectual Esta práctica, el aislamiento, reúne sólida­
que debe permanecer callada y nevarse a toda. mente los elementos psicológicos de la pera**
Confidencia, a toda expresión verbal, a todo Balidad, previene los alejamientos, las dispe*-
contacto. Esto contiene numerosos movimien­ (iones( conforta, en una palabra, todo lo esezv
tos afectivos exterforlzadores de dinamismo liai del “yo".
psíquico y opera una condensación metódica
«osceptíble de armar a los m is débiles. 8»
La espontaneidad oral debe, también, ser do­
minada mediante un esfuerzo de atención qna Respiración
siempre substituirá con palabras reflexivas a
las que tiende a arrancar el impulso primitivo* Ta conocemos los efectos perturbadores de
Nuevo esfuerzo, nueva contención, nuevad la atención en.el ritmo respiratoria
knidades de eneróla que se condensan. Sabemos asimismo, por otra parte, que cusí*
quier acto de telepsiquia voluntarla requiera
& inca actividad prolongada de la atención. Turf»
fiesndo los músculos que ejercen el comanda
El aislamiento ele la respiración, nos ponemos, pues, en con.
iliciones de efectuar emisiones telepslquicat
Una vos habituado a la regla precedente, más vigorosas y más prolongadas, y de experi*
la completará con retiros periódicos, en la so* mentar con ello una fatiga menor.
•edad. Naturalmente, para evitar este desorden Se activa de esa suerte, de considerable mana­
intelectual, que se llama ensueño, y que contra* ra, la elaboración de la fuerza nerviosa cuy*
[viene, muy insidiosamente, las reglas del slleiM papel primordial ha sido definido en el capó,
(lo, fijaremos a nuestros pensamientos una lulo n i.
Orientación deliberada. Por esto todo* loe métodos de yoga, de faH*
Por ejemplo; riauo o de (Impla magnetismo animal. Insistes

m
P A U I* C. S A G O T E l fí.IPNOTISMO A D I S T A N C I A

tanto ro la aportunidad de los ejercicios respi­ en su espíritu líneas, colores y planes antes d«
ratorios. llegar a ver con exactitud.
Han sido propuestas mil variedades de estos Se tornan capaces, poco a pjeo, no solamente
«fercicros. El Lector, par ende. sólo tendrá «i de retener, sino de crear,
trabajo de escoger entre los mismos. El practicante de la telepsíquia debería es­
Sin embargan tengo especial interés en decir tudiar, de análoga manera, sus facultades Ima­
fue basta respirar edentumente y con amplitud ginativas. Pensando en ellas, adoptará la cos­
por espacio de dos o tres cuartos de hora par tumbre de considerar atentamente los caracte­
día. Eli movimiento —especialmente la marcha res morfológicos de las cosas y de los seres.
.—puede ayudar mucho. Utilizará esos momentos de retiro para recor­
Los deportes, tales como actualmente se lea dar los objetos, las personas, las escenas quf
«tiende, finalizan en un atletismo casi exclu­ se le ocurran.
sivamente muscular, y por lo demás, pasajero. Tendrá que evocar rostros ausentes y deta­
En todos los casos se hallan concebidos en llar sus rasgos.
tea acepción completamente distinta a la prác­ A fin de perfeccionar este adiestramiento, •*
tica del psiquismo, Unicamente la gimnasia que puede adaptar al oído, al olfato, al tacto e íik
Raimamos suecar sigue siendo compatible con cluso al gusto.
teestras enseñanzas.
Esta gimnasia aumentará la3 resistencias fi- 5^
Ételógieas sin alterar ningún órgano, trabaján­
dolo demasiado. La vida proporciona todos los días varia*
ocasiones de recurrir al uso de la acción merttajj
49 Ensayando, ai principio, esfuerzos breves
fáciles, luego cada vez más largos y complejo*.
Imaginación Be pone término al adiestramiento, lo cual af
quiere decir, en modo alguno, que sea necesas
r* Hemos visto en el capítulo II que es pre- rio cesar en su ejercicio.
efoo expresar en imágenes lo que deseamos so- Muy por el contrario, es conveniente manta»
f*rir. No siempre se llega a buen, término da Der en un estado en extremo activo todas las fa­
primer intento. cultades que concurren a la influencia tal-jvA
Los pintores y los escultores, aunque visual- quica.
exenta dotados, se ejercitan largamente en fijas

m ai
XVI

I lA T E L E P S I Q Ü I A D E L O S E M P Í R I C O S

Conoce todo el mondo, al na por compraba,


tíón directa, por lo menos gracias a loa testi­
monios, los fenómenos atribuidos a eso* empí­
ricos condecorados con el apelativo de hechi.-
teros o de brujos, cuya raza se perpetra, a po­
sar de la difusión de la escuela primarla (1) y
Bel positivismo (2), en algunas de nuestras re­
giones, especialmente en Bretaña y en al íséra.
Abstracción bocha de las fantasmagoría»
kfiadidas por la leyenda y de los ingrediente»
botánicos u otros que explican suflcientement*
. (1* tb «{ WJIMQ « toe (BrtutAfl, «• 11—<6c *u
pwwla d m mpxprobó fe «úatctMfe 4 a 2i
fWoto 4*
ÍS) B ty , fQ «ífutM i tPÍBsM a 4* p trv n tM «re«m
p* fe *3d»c*aÁn d*t Habí» ^ kimdiIub * h» fejt* «pÍ» Kati#»

173
f> A Ü L C. J A G O l| fL 8IPXOT1SMO A DISTANCIA

la eficacia de ciertas hechicerías, sigue siendt Tiene que buscar y arrancar, e» momentos!
Innegable que gentes incultas y crédulas conal*
guen actuar, sin tocarlas e incluso sin verla% fijos* flore» singulares, sacrificar de un moda
prual tal o cual animal, para extraer del mismo*
sobre personas a las cuales han resuelto afectan ta sangre o lo» árganos, T isitar en el transcur^
El tipo del hechicero o brujo, y el origen di *o de la noche las sepulturas, a fin de procurar»
las doctrinas extraviadas que inspiran sus práa» m en ellas osamentas a clavos del "ataúd de un
ticas, han sido estudiados con sagacidad adnaf* hombre muerto, sin confesión, en el año co­
rabie y con una impresionante documentacid* rriente’*.
por Estanislao de Guaita. Cuando ha reunido las substancias* tan nu*
Tengo, como éste último, la certidumbre 4 | fceroeas como heterórlitas, requeridas para sus
que un mundo super-normal de seres y de eneiw Cíalefieros, el hechicero debe consagrarlas a
gias contribuyen, a veces, en las obras de las Potencias de las Tinieblas, hacer una mix­
chicería. tura y saturar de influjos, razón por la cual Id
Pero las únicas propiedades del psíquica* *w»Ha va acompañada de imprecaciones.
humano, tales como las hemos estudiado en e»i Casi siempre debe mezclar a la misma algútg
te libro, dan perfecta cuenta de cantidades d* Ifcjeto sobre el cual habrá hecho decir una mi*
efectos obtenidos, por lo común, por los fw* sin conocí miento del sacerdote, ocultándola
vientes del libro mágico, especialmente de todaé Wjo el altar en el momento de la B&grada ce»
las perturbaciones o sugestiones que saben la* •crooaia.
íligir a los hombres y a los anímale». <1). Se le impone, ante todo, una primera inicia»
Abramos un Dragón Roje o cualquier otro o u pv», bastante delicada: la de procurarse, de la
quiridión goética. Habremos de ver que, para W. persona a la que desea herir, los cabellos o loa
grar el menor resultado., tiene que cumplir el ea* «redtoa de vestimenta con loa que cuenta pará
perimentador una larga serie de actos difícil^ Kjrabtecer la relación.
penosos, peligroso», impresionantes, siempre i* Todo esto requiere del brujo, dorante días^
ana naturaleza susceptible de « ih » r de jhraote semanas, una atención sostenida, fíja-
fiiderable manera su pasión. ente orientada, de violentos esfuerzos de vo*
£ atad, que son un claro testimonio de su re»
fcoltrción implacable.
La obsesión de lo que desea obtener se acra
(1) B n M lienta a medida que prosigue la operación.
V«r J» Con» «i hechicero cree a ola luntUlas en la

37*
t A V h C. J A G O i fh BTTN0TTWM9 y P T y T » lfg T ||

gravedad de sus profíinKciones, de «as 5e,*rile« Por eontigrtient* Jo» qn» tu» lee» y me eegm
gio* y de su? invocaciones implas, su imagina» prenden, pueden considerarse inaccesible» á
ción liega por ello a un estado de estremecí* Cualquier imperio maléfico por parte de indi»»
miento y resuena en su emotividad, que vibra Üuoe que son, ooa toda seguridad, mucho n m
Intensamente, .
Y ta ciega confianza que tiene en sos práctl»
tas, el irresistible poder del cual cree dispone*
ai cumplirlas, concede a su pensamiento un»
firmeza Inquebrantable.
De esta suerte, el modvt operandi de numa*
posas recetas supersticiosas se identifica per»
íectament* con el del psiquismo metódico.
Las fórmulas del oficiante actúan, sobre tó»
do, en si mismo. En su alma, a la vez primitiva
j apasionada, determinan frenéticos impulso»
cuyas repercusiones tclepsfquicss hieren a ma*
nudo con más vigor que una emisión siateml»
tica.
Es decepcionante; sin duda, pero el ignara*
el estúpido, el del!rento hechicero logra lo que
tantos hombres cultos, racionales, paro tibio»
j sin convicciones, no obtendrán jamás.
Para alcanzar el éxito en operaciones de ti*
chicarla, «e preciso estar predestinado, es d»*
c!r, predispuesto, por una naturaleza como eo*
lamente pueden conformar algunas regiones
aeiTiisaJvajea.
Recordemos, a fin de tranquilizar a loa m *
drosoa, que, de acuerdo con una ley absoluta*
mente verificada, nadie sabría afectar telcpxk.
'guicamenU a íes ter notablemente md¿ *w¿4
'gue ÍK

17fl m
xvn

CEGADORES I D ETRACTO RES

Tuede decirse, en materia filosófica, metad)


cica o religiosa, que la última ratio da teda otM
nión no es otra que el temperamento. Medíaos^
la evolución de este ultimo se explican las roa*
dias vueltas más absolutas. Este subjetivismo
que es sencillamente normal en un dominé
ideológico, se torna difícilmente admisible
cuando se extiende a la ciencia experimenta^
Sin embargo, las corporaciones de sablea fez*
rechazado, una y otra vez, la realidad de loa £•*
Hémenos del magnetismo animal para cenca*
derie finalmente, baria 1742, luego de loa trab*
Jos de Braid, una estampilla oficial que adío da
bia ser provisionalmente definitiva. '
El hipnotismo tuvo entonces, en el inmwBÉ
Científico y médico, un auge considerable. Ex}
P A V L c. / A O O T, ML HIPN O TISM O A DISTANCIA

el asunto de moda. Se le atribuía un alcancs wo se creyó comprenderla, porque descansa


que rebasa bus ¡imites de considerable manera. •obre Interpretaciones erróneas...”.
El doctor J. P. Philips escribía, en suba- "La hipnosis, es la simulación (1) del sueño-
tanda (1): ■onambólico por sujetos perfectamente despier­
El descubrim iento de B raid tiene una im par* tos; no resta al ‘'hipnotizador” otra alternati­
ta n d a m uy d istin ta de la que acaban de descu - va que la de eer o «1 cómplicq o la victima en­
b rirle algunos cirujanos fran ceses. A m enos da focada (2) de su sujeto”.
s e r unos sim ples practican tes ñ n cultura in te . Esto es perentorio, pero los autores podrían
1actual, deberían reconocer que con stitu ye la muy bien imponernos de la Indole de investiga^
conquista m ás am plia que hayan reeditado o dones experimentales de las cuales extrajeron
vislum brado hasta la fecha la m edicina, la hie* ■ua afirmaciones.
te ria natural y la filosofía. En especial, ¿trataron de verificar persorutU
El viento ha cambiado de rombo. M ente, mediante la aplicación de procedimien­
Bastó que un neurólogo conocido haya quert tos hipnóticos, en un centenar de Individuos to­
flo privar y anular a sus predecesores medían­ mados al azar, la realidad o la inexistencia de
te nuevas teorías. la hipnosis? Mucho k» dudo.
¡ fa g is te r d ix it. Dicen los citados autores que .a hipnosis es
La ortodoxia pura de la Facultad prescriba, simulación. Es el caso da verlo. Entonces, bus
p o r el m om ento, a sus devotos agentes, que aa colegas de hace ochenta años «ran unos alu­
muestren por lo menos dubitativos en lo que cinados.
atañe a loa fenómenos hipnóticos, El doctor CuIIerre {3) dice, en un escrito: .
Podemos leer, de esa suerte, con las firmas dá “El 12 de abril de 1329, el doctor Cloquef
los señores F. Aquilea Delmas, antiguo jefe da practicó una operación de cáncer al seno a una
clínica de las dolencias mentales en la Facultad dama de sesenta y cuatro años de edad, en tan­
de Medicina de París, y de Marcelo Boíl, profo- to la misma se hallaba sumida en el sonambu­
*or adjunto de la Universidad y Doctor de Ciaa- lismo. La paciente no experimentó el menor do­
tlas, las siguientes declaraciones (2): lor ni conservó recuerdo alguno de la interven­
"Veda retenem os (3) da la hipnosis, tal co* ción quirúrgica. En 1846, el doctor Loysel, de
m B*. J, T. r w » p « t * ' O m f k M a » r P i W t o l 4* B n l »
tn . — f w fe . I . a IMO, M h w u lo M. O) S*r r» t-t— mhrw*. ?. O. J.
tti ” L- p w u l l M Im i m m " , fm 9. P t l w » V M am 0Í> Cv T- (Bbr.ra, t. CL 1.
M* »*& «attsb ucs. fe D-etor Cutí*»* "UiiiMa • Htowtieew'', luft, I««,
i» i « i - * i« iv a i . IL MUtar*.

ua 181
P A V L <7. J A G O T JL HIPNOTISMO A DISTANCIA

Cherburgo, extirpaba en tumor de la regió* 'Sentí lo que me hicieron (1), y la prueba d*


mastoidea a una señorita de treinta, añas d* aDo es que el muslo fuó cortado en el momento
«dad, dormida. Cuando desperté, ia paciente •* que me preguntaba usted si sentía algún' do­
declaró que no sufría en absoluto, qu* no lor”. El doctor EadaiUe, cirujano de los hospi­
hía experimentado ningún dolor y que ®o con» tales de Calcuta, ejecutó en seis años, en es*
servaba el menor recuerdo de lo acorrí4o. Kl época, seiscientas intervenciones qui­
mismo cirujano, en algunos meses, compiló do- rúrgicas indoloras mediante el hipnotismo, ba­
•ce intervenciones practicadas -eo d transcurso lo ta supervisión de una comisión de facultati­
del sueño hipnótico. En la misma época. Fas-' vos, de cirujanos y de sabios, designada por di
ton, Toswel y Joly, de Londres, practicaron, ea gobierno a su requerimiento (2)*.
condiciones idénticas, la amputación de de*
muslos y de un brazo. En 1S47, dos médico* • • *
Poitlers, los doctores Ribaud y Kiaro, operará
do a una jovencita atacada por un tumor di ¿Les señores Aquilea Delmas y Marcelo
maxilar hicieron, en una sesión inicial, la ind- Jídi nos dirán que todos loa sujetos de los cua­
fiión del tumor, en una segunda sesión, la «fc les acabamos de hablar han llevado la simula,
tracción de un diente, en la tercera, la extirpaJ eaón hasta fingir la Insensibilidad en momento*
w ín del neoplasma, todo ello sin dolor, gracia* m que el escalpelo, los serruchos y las raspade­
a la hipnosis. Este largo y cruel trabajo —lea* ras hurgaban en sus carnes?
moa en el informe de la Oaceta de los ¿Taspito*! S« comprendería, en este caso, que los médi­
lee— más se había asemejado « una lección da cos que loa operaron hallaran cierta ventaja ea
■disección dictada a los alumnos, que a una opaj per cómplices o victimas engañadas.
Tación practicada en un cuerpo vivo. El 4 tí* Pero, entonces, (cuántos cómplices y cuántas
■diciembre de 1A59, los doctores Broca y FoíTi* ffctimas en el cuerpo médico!
practicaron en Parla la incisión de un abcsq A fin de no dt&r más que a loa principales,
al ano en una mujer da 40 años, hipnotizada. Í4 •embramo* a los doctorea:
■operación se cumplió sin dolor. Algunos ***«»* Asam. Baréty, Reaunia, Bérillon, Bemheinv
más tarde, el doctor Guérlneau, de Poltiers, ia » Bottey, Bournevüle, Bourru, Brierre ds
putó el muslo de un hombre en el tr&nseurs* ^uászaont, Broca, Rrémaad, Borcq, Burofc
de la anestesia hfpnóUc*. El paciente no exj*»
rimentó ningún dolor, pero tuvo concfencla da fc ’ü » t i *• w m «i iie tn fe tes».
la íntervencida auírújxkfe Düo <1 a ....... OAm. «Ota» *tafe).

XE3
P A ’P L C. I A C Q |j ffL HIPNOTISMO A DISTANCIA

Chxicot» Ciocquet, Cullere, Croco, Demanpmj^ ¿A quién podrán hacer admitir que entre loe
Dumontp&lliar, Dupuoy, Dupuy, Durand do pillares de observaciones y de experimentos re­
Groa, Eliotson, Eadailla, Esquirol, Féré, Gigot» latados en las obras indicadas, no existe, por
Buard, Gilíes d* la Touretto, Giraud-Teulo^ I» «teños, tm hecho p r o b a to r io t
Grasaet, Guérineau, Janet, Liébeaolt, Luy^, 7 aunque esto hecho fuese rigurosamente ala.
Magnín, Mesnet, Maricón rt, Pitre», Regnard, lado, bastaría para inducir a cualquier hombre
Richer, Rlchet, Yelpeau y Veisin. Bá» amante de la verdad que de los capricho#
Por cierto que laa teorías emitidas por todos jfte la ciencia oficial, a tratar ds reproducirlo
estos médicos fueron revisadas poco a poco. para su convicción personal.
el sentido por mi indicado en el capitulo V, j| Esto es k> que personalmente hice; esto es lo
entre los hechos que lo» mismos observaron, fafi a, mediante mis lecciones orales y hoy coa
mitomanía y la simulación tuvieron, sin dude
alguna, un papel considerable, pero no por e£fe
debemos poner en duda que la hipnosis existí
r abra presente, pongo en condiciones de repe­
tir a ios que deseen hacerlo.
Acaso logre yo de esa manera, suscitando
perfectamente y que las verdaderas víctima! Suevos y numerosos experimentadores, provo­
engaitadas no son aquellos que suponen al* car nuevas luces en lo que atañe a esta cues­
Runos. tión, tan Interesante, de lo in flu e n c ia recíproco
Basta, por otra parte, realizar experimento* fvc to d o s e je rc e m o s, c o n sc ie n te o in co n sei* o»
para arribar a la comprobación de que, a pessf tó m e n te , lo s u n o s so b re lo s o tr o s .
de cualquier negación, el hipnotismo subsiste
por hechos qce no sería posible suprimir pq» F I N
medio de un plumazo.

Otro tanto puede decirse de la acción tdepsS*


qnica, sea cual fuere el desdén cargado de se*
ficiencia de los miembros do la Facultad y t
particular, el de los señorea Aaufles Delmaa *
márcelo Boíl, por esa* interpretaciones tcnd*m
W osaj da coincidencia* qy* fu ero » adornada*
to n cf n o m b r a da te le p a tía (1).
U) A ijo ll» D tittM I S í m i l M i . (O te* m

153
INDICE
TETMERA PARTE
Teoría» y procedimiento*
Prefacio ........................................ •
1
Introducción al estudio del poder del pensa­
miento . . . . . . .
II
Lo que es preciso haber comprendido antis" de
hacer experimentos .................................. .. 11
III
Instrucciones prácticas genéralos p a n ejercer
influencia sotare alguien « despecho « y e . . S>
SEGUNDA PARTE
P ro d u c c ió n d o fe n ó m e n o » en sujetos é e o o p erb
m e n ta c ió n

IV
u i comunicaciones concertadas . ...K sn « m KL
CUARTA PARTS
V
Indicaciones complementaria*
U sofettidn menta] en sujetos 3e experimen­
tación despierto# 0 previamente hipnotiza­ XIV
do# t t v u u u t t t t t • a t - U 4 . a a a a a a a a t a . a a * 63
Contraindicaciones, escollos, 'aviaos 1B1
VI
XV
C¡I hipnosis por aéeion mental . . a . . . . . , . . , . , 77
El desarrollo de las aptitudes tslepslqoicaS.. 19
TERCERA PARTE
XVI
Diverta* adaptaciones
La telepsiquia de los empíricos . . . . . . . . . . . . 171
u eomtmlcaclóa Ulepetiiuica de los Senti­
miento# . . . a j a , ........................................................................a 85 XVII
VIII Negadores j detractores .........»•»»• it » . . . . . . m
Q tratamiento mental en las enfermedades .. 93
IX
ffcra combatir las malas Influencias . . . . . a* a 107
X
fk n prevenir 9 modificar iroá decisión
enfadosa ....................... a.. . . . . . . . . 111
XI
fkrm preservar o proteger a altmíen.......... 117
XII
B desdoblamiento......... ................ . 121
XIII
tn p rim tr m B w s i A ii a

t i telepslqula en la vida individual 7 co­ ■üiMHil XO*.


lectiva ........... .......................................... 138
E N C IC L O P E D IA D E L »»»> # »»»»«< >

HOMBRE QUE TRIUNFA j


Obra» de OWISON 5WEET MARDEN
ABRIRSE PASO
AC1ITUD VICTORIOSA
ATRACTIVOS PERSONALES
AYUDATE A T! MISMO
, DEFIENDE TUS ENERGIAS
ECONOMIA Y AHORRO
EDUCACION DEL CARACTER
EL ARTE DE VENDER
EL EXITO COMERCIAL
EL PODER DEL PENSAMIENTO
ENERGIA MENTAL
INICIACION EN LOS NEGOCIOS
LA ALEGRIA DE VIVIR
LA MUJER Y EL HOGAR
LA VIDA OPTIMISTA
LOS CAMINOS DEL AMOR
PAZ, PODER Y ABUNDANCIA
PERFECCIONAMIENTO INDIVIDUAL
QUERER ES PODER
S1EMPKE ADELANTE

O b r a i d e l P r o fesor P A U L C. J A G O T
AUTOSUGESTION
EL DOMINIO DE SI MISMO
EL INSOMNIO VENCIDO
S L LIBRO RENOVADOR DE LOS NERVIOSOS
EL PODER DE LA VOLUNTAD
HIPNOTISMO
HIPNOTISMO A DISTANCIA
LA EDUCACION DEL ESTILO
LA EDUCACION DE LA PALABRA
LA MEMORIA
LAS LEYES DEL EXITO
LA TIMIDEZ VENCIDA
MAGNETISMO
PSICOLOGIA DEL AMOR
QUERER CON TENACIDAD
SUGESTION

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