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FENOMENOLOGIA E

EXISTENCIALISMO:CONCEITOS,
AUTORES E OBRAS
FENOMENOLOGIA: É um método de conhecimento
que trata de descrever, compreender e interpretar os
fenômenos que se apresentam a percepção.

EXISTENCIALISMO: a existência humana é


entendida como algo demasiado fluído e rico e, por
isso, escapa a todas as sistematizações abstratas.
Faz parte inerente da existência humana o devir, a
inquietação, o desespero e a angústia. A existência
é algo em aberto, sempre em mudança, e não há
nenhum tipo de determinismo ou fatalismo.
Dasein: A palavra Dasein se traduz por existência. É
um verbo que significa existir e naturalmente é também
o substantivo “existência”. Não é uma determinação,
mas um possível.

Epoché: A epoché ou redução fenomenológica, requer


a suspensão de julgamentos, das atitudes, crenças, e
colocar em suspenso o conhecimento das coisas do
mundo exterior, afim de concentrar-se apenas no
fenômeno, na experiência em foco.

Ente: algo que nos é dado.


Ontologia: é a parte da filosofia que trata a natureza do ser,
da realidade, da existência dos entes e das questões
metafísicas em geral. Trata do ser enquanto ser. Investigar o
ser pelo “ser” e não pelo que “não é”.

Fenômeno: Aquilo que se mostra, que está evidente.

Realidade: Do ponto de vista fenomenológico, há dois tipos


de realidade: 1) Realidade do mundo exterior e 2) a nossa
realidade(intramundo). Então, o real só passa a ser real na
medida em que o Dasein existe.
Normal: Do ponto de vista fenomenológico, o normal não
se refere a uma padronização, mas sim a uma construção
social. O normal é visto como estado e não como
permanência.

Hermenêutica: Ultrapassa a objetividade da compreensão


do homem do ponto de vista fenomenológico.

Temporalidade: Do ponto de vista fenomenológico, o


sujeito é no tempo. O tempo é o espaço do jogo no qual o
Dasein pode ser.

Ser: quando o ente passa a ser questionado. Não é


imutável. Algo que começa a se questionar ou é
questionado por alguém. Quando se dá sentido, função
aquilo.
Mortalidade: do ponto de vista fenomenológico, a
morte pertence à estrutura fundamental do homem.
Não é uma realidade distante, mas constantemente
presente. Com a morte, o homem conquista a
totalidade de sua vida.

Verdade: Possibilidade de desvelamento, mostrar,


jogar fora. A verdade não “é”, ela “pode ser”, é
mutável. De acordo com a minha existência, a minha
verdade pode mudar.

Consciência: Aquilo em mim que me chama a ser eu


mesmo. O Dasein está na verdade e na não-verdade.
Ele está sob exigência de provar a si mesmo. Essa
exigência é a consciência
Sartre nasceu em 21 de Junho de 1905 e
faleceu em 15 de Abril de 1980, em Paris.
Perdeu o pai muito cedo indo com a mãe
morar com a avô.
Foi considerado o maior intelectual do
existencialismo, a filosofia que proclama a
total liberdade do ser humano
Tem por objeto o eu, a imaginação e as emoções;

Partiu do ponto da intencionalidade, mas se opõem


a Husserl, por ter uma noção existencialista estando
fora do subjetivismo ou idealismo transcendental;

A consciência é entendida como “ser-no-mundo”, e


esse mundo é um mundo de utensílios pertencentes
a análise existencial;

O mundo como mundo de utensílios

São pertencentes à análise existencial

Intencionalidade da consciência.
Se a consciência está voltada para o objeto, não para si
mesma, não pode ser por isto diretamente objeto de si
própria.

Ela não se revela a não ser revelando o mundo, isto é,


ela é consciência do objeto.

Porém não é nada mais que intenção, movimento para


fora. Não se confunde com os seus conteúdos.

Ser consciência de algo não afeta nada nesse algo pois


na consciência não há causalidade.

A natureza mesma de intenção exige que ela seja em


fluxo, em fluxo temporal.
Dizer que consciência é espontânea significa dizer que a
consciência é por si mesma
A consciência é por si diferentemente dos objetos que
são em si, tem existência objetiva, podem ser
percebidos.
Assim, não apenas sou consciente deste objeto diante
de mim, mas sou consciente de ser consciente deste
objeto.
Por isso não me percebo como percebo os objetos.
o EU existente ou a CONSCIÊNCIA é para Sartre um
NADA

É precisamente sempre o que NÃO É, é mero PROJETO,


INDETERMINAÇÃO

A CONDIÇÃO HUMANA IMPLICA MUITO MAIS O FAZER-


SE DO QUE O SER.

EXISTÊNCIA

Por isso o existencialismo é um humanismo


Fenomenologia    
de  Edmund  Husserl  
Fenomenologia  de  Edmund  Husserl  
(matemá4co  e  filósofo  alemão,  1859  –  1938)  

fenômeno

(gr.) phainomenon :
“aquilo que aparece”

Descrição e análise
consciente do que
inegavelmente aparece
A Fenomenologia se
desenvolveu como método
de estudos em um período
marcado pela valorização das
concepções modernas de
conhecimento, logo, em um
tempo marcado pela
decadência das explicações
religiosas para os fenômenos
visíveis.
Método   Fenomenologia  
cartesiano  
Divisão do objeto Combinação
em partes para coletiva, ou
análise de cada agrupamento de
uma delas, das itens em
mais simples às agregados.
mais complexas.
epoché
Epoché
Suspensão de juízo

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sobre a realidade
extramental ou
suspensão do mundo.

O objeto fica
suspenso (como
congelado) para a
análise científica.
Confiança na experiência e na capacidade de
análise (consciente) e segurança na linguagem para
suspender (delimitar), analisar e explicar o objeto
(teorizar).
“E mesmo se não
tivermos um interesse
particular pela ciência
natural, e mesmo se nada
soubermos de seus
resultados, ainda assim, o
que existe é pré-dado a
nós por antecipação e
determinado de tal modo
que o assumimos no
mínimo como sendo em
princípio cientificamente
determinável.”
(Experiência e julgamento,
1939)
O  que  é  pensar,  se  não  for  conhecer,  representar,  refle:r?  
Pensar  vem  do  verbo  la:no  pendere,  cujo  par:cípio  passado  é  pensum.  
Pendere  significa  pendurar,  prender;  e  pensum,  pendurado,  pendido.  
Ainda  no  la:m  formou-­‐se  o  substan:vo  pensum,  que  diz,  propriamente,  o  
pendurado,  a  quan:dade  de  lã  que  se  pendura  para  a  tarefa  de  tecer  e  fiar  
por  um  dia.  Daí,  em  sen:do  metafórico,  pensum  dizer  a  tarefa,  o  encargo.    
É  de  toda  esta  experiência  que  provém  o  verbo  pensar.  A  concentração  da  
tecelagem  remete,  sempre  de  alguma  maneira,  além  dos  fios  e  da  tecitura,  
para  a  totalidade  do  real,  o  universo  das  realizações  e  o  todo  da  realidade.    

Síncrese   Análise   Síntese  


Assim,  quando,  num  ferimento,  se  rompeu  o  tecido  das  células,  pensar  a  
ferida  não  diz,  em  primeiro  lugar,  refle:r  ou  representar,  nem  calcular  
ou  raciocinar  nem  determinar  relações  e  ins:tuir  funções.  Diz  amarrar  
para  restaurar  o  tecido,  a  tecelagem  das  células,  de  maneira  a  permi:r  
a  passagem  das  várias  correntes:  a  corrente  do  sangue,  a  corrente  dos  
esPmulos,  a  corrente  bio-­‐elétrica,  a  corrente  bio-­‐química.  É  no  exercício  
radical  desta  restauração  da  realidade  nas  realizações  que  reside  o  
oQcio  do  pensamento.  Neste  sen:do,  todo  pensamento  é  integrador;  
aglu:na  sempre  o  real  com  a  realização.                
 LEÃO,  
  Emmanuel   Carneiro.  
 Os   pensadores   originários:  
Anaximandro,   Parmênides,  
Heráclito.   Petrópolis,   RJ:  
Vozes,  1991.  (p.  10)