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INTRODUCCION

Laenfermeriaabarcalaatenciónautónomay encolaboracióndispensadaa personasdetodaslas edades,familias,gruposy comunidades,enfermoso no,y entodascircunstancias.Comprendela promociónde la salud,la prevenciónde enfermedadesy la atencióndispensadaa enfemos, discapacitadosypersonasensituaciónterminal.

ElAdultoesunaetapaquehacereferenciaa unorganismoconunaedadtalquehaalcanzadosu plenodesanolloorgánico,incluyendola capacidadde reprcducirse.Enel conlextohumanoel términotieneotrasconnotacionesásociadasa aspectossocialesy legales.Laadultezpuedeser

definidaentérminosfisiologicos,psicologicos,legales,decarácterpersonal,odeposic¡ónsocial.La

adultezsedivideenadulteztemprana, quevadelos1840años,adultezmedia,delos40-65años y

laadulteztardía,delos65añosenadelante.

A lolargodelahistoria,yhastalosaños70deestesiglo,lasenfermedadesinfectocontagiosashan sidolasmásimportantesaniveldemorbilidady mortalidadenéladulto.Apartirdeladécadadelos añossetentaempiezaa ponersedemanifiestolaimportanciadelasenfermedadesdeorigenno infeccioso.

Enestecambiosemarcandiferenciasentrelospaísesdesanolladosylospaísessubdesanollados.

Enlospaísesdesanolladosseproduceunamayorprevalenciadelasenfermedadescrónicasy degenerativas,mientraslasenfermedadesinfecciosastienenunamenorincidencia.Enlospalses

suMesanolladoslasenfermedadesinfecciosasmantienenunaimportanteincidencia(25%d€

mortalidad),siendolaprevalenciadelasenfermedadescirculatoriasy lostumores,tresvecesmenos

frecuente

que enlospaísesindustrializados.

Laasignaturatienecomopropositogeneralincorporarenelalumnodelacaneradeenfermerialas basesmetodologicasfundamentalesparasudesempeñocomoprofesionalenelcuidadodelasalud delosadultossanoso enfermosconundesempeñoexitoso,responsable,activoy útilmediantela operacióndelosserviciosdeenfermería,a travésdela aplicacióndelProcesodeAtenciónde Enfermeríay mnbaseenlastaxonomiasdeenfermeríaparaproporcionarunavigilanciadecalidad yseguridadenlaatencióndeladulto.

CONTRIBUCóNDELAASIGNATURAALPERFILDEEGRESO

La EnfermeríaMédicadelAdultofavoreceráal Licenciado(a)en Enfermerla,a desanóllarsu ejercicioprofesionalcon conocimientos,habilidadesy destrezasparainvestigar,promover, diagnosticary resolverproblemasdesalud quele permitanotorgarunaatencónintegralparael bienestarfisico,mental y socialdelindividuo,familiaycomunidad,basadoenprincipioséticos.

OBJETIVOGENERAL

Adquirirlosconocimientosesencialesdelapatologíageneralparaelaborary proporcionarcuidados deenfermeríaasuspacientesquetenganbajosucuidado.

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UNIDADESDEAPRENDIZAJE

r.ENFERMEDADESDELAPAMTODTGESTTVO(ESTOMATOLOGTA)

1.1UlcerasBucales

1.2EstomatiüsAftosa

1.3Caries

1.4Gingivitis

1.5Pulpitis

1.6AbscesosPeriapicales

I .7PiezasDentalesRetenidas

1.8OclusiónDentalDefectuosa

II,ENFERMEDADESDELAPARATODIGESTIVO(GASTROENTEROLOGIA)

2.1Gastritis

2,2ReflujoGastrcesofágico

2.3Gastroenteritis

2.4SíndromedelIntestinoInitable

2.5Hemonoides

2.6HígadoGraso

2.7Cinosis

2.8Heoaütis

2.9Colecistitis

III.

ENFERMEDADESDEL

APAMTO

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3.1Bronquilis

3.2Asma

3.3OtitisMediaAgudayCónica

3.4Rinitis

3.5Sinusitis

3.6Laringitis

3.7Faringitis

RESPIMTORIONEUMOLOGIA

IV,

ENFERMEDADESDEL APAMTO CARDIOVASCULARY

(CARDtOLOGTA,ANGTOLOGTAYHEMATOLoGTA)

4.1HipertensiónArterial

4.2HipotensiónArterial

4.3AnitmiasCardiacas 'l

, ExtrasÍstoleAuricular

2. FibrilaciónAuricular

3. AleteoAuricular

4. SíndromedeWolf-Parkinson-White

5. ExtrasíslolesVentricularesPrematu¡as

6. DisfuncióndelMarcapasos

7. BloqueoCadíaco

8. BlooueodeRama

4.4Aleroesclerosis

4.5VenasVaricosas

4.6Linfedema

4.7Anemia

4.8Hemofilia

4.9Linfocitooenia

4.10Leucemia

4.l1Linfoma

HEMATOPOYETICO

v. ALTERACTONESDELSTSTEMAENDOCRINO(ENDOCRINoLOGIA)

5.1DiabetesInsípidaCenhal

5.2AcromegaliayGigantismo

5.3Galactonea

5.4Hipertiroidismo

5.5Hiootiroidismo

5.6EnfermedaddeAddison

5.7SíndromedeCushing

5.8DiabetesMellitus

VI.ALTEMCIONESDELAPAMTOURINARIOY REPRODUCTORMASCULINO

(UROLOGIA Y

NEFROLOGTA)

6.1Glomerulonefritis

6.2Uretritis

6,3Cistitis

6.4Pielonefritis

6.5DiabetesInsípidaNefrogena

6.6HiperplasiaBenignadelaPróstata

6.7Prostatitis

6.8CáncerdePróstata

VII.ALTERACIONESDELAPAMTOREPRODUCTORFEMENINO(GINECOLOGIA)

7.1DisfunciónSexualdelaMujer

7.2Menopausia

7.3SíndromePremenstrual

7.4Dismenonea

7.5Amenorrea

7.6SíndromedelOvarioPoliquístico

7.7Endometriosis

7.8Miomas

7.9InfeccionesVaginales

7.10QuisteMamario

7.'l1FibroadenomaMamario

7.12CáncerdeMama

7.13CáncerCervicouterino

vilt.ALTEMCTONESDELSTSTEMAINMUNOLOGTCO(TNMUNOLOGTAYALERGOLOGíA)

8.1ReaccionesAlérgicas

8.2TrastornosAutoinmunitarios

IX,ALTERACIONESDELSISTEMANEUROLOGICO(NEUROLOGIA)

9.1lmsomnio

9.2Convulsiones

9.3Parkinson

9.4DolorLumbaryCervical

9.5SíndromedeGuillainBané

9.6NeuralgiadefTrigémino

9.7ParálisisdeBell

9.8NeuralgiaGlosofaríngea

X.-ENFERMEDADESDELAPIEL(DERMATOLOG¡A)

10.1Prurito

10.2Dermatitis

10.3Psoriasis

10.4Acné

10.5Sudamina

10.6Alopecia

10.7Albinismo

10.8Vitiligo

10.9Melasma

10.10Erisipela

10.11FoliculitisyAbscesosdelaPiel

10.12lmpétigo

10.13Candidiasis

10.14Tiña

10.15Verrugas

10.16MoluscoContagioso

XI. ENFERMEDADESDE LOSHUESOS,LASARTICULACIONESY LOSMÚSCULOS (REUMATOLOGTA,TMUMATOLOGTAYORTOPEDTA)

1'1.1ArtritisReumatoide

1 ,|.2 LupusEritematosoSistémico

11.3Osteomielitis

11.4Gota

11.5Osteooorosis

11.6Bursitis

1'1.7Tendinitis

11.8Fibromialgia

11.9FascitisPlantar(EspolónCalcáneo)

I 1.10Artrosis (Osteoartritis)

XII.ENFERMEDADESOCULARES(OFTALMOLOGIA)

12.1TrastomosdelaRefracción

12.2Blefaritis

12.3Chalazón

12.4Qnuelo

'12.5 Conlunüvitis

12.6Glaucoma

12.7RetinopatíaHipertensiva

12.8RetinooatíaDiabética

MANUAL

MERCK

DEINFORMACIÓNMÉDICAGENERAT

Robert S.Porter,MD, Director editorial Justin L. Kaplan, MD, Director ed.itorialadiunto Barbara P.Homeier, MD, Editor adjunto

Equipoeditorial

Richard I(. Albert, MD Marjorie A. Bowman, MD, MPA GIennD. Braunstein,MD SidneyCohen, MD Linda Emanuel,PhD Jan Fawcett,MD EugeneP.Frenkel,MD SusanL. Hendrix, DO

Michael Jacewicz, MD BrianF.Mandell,MD, PhD GeraldL. Mandell,MD Judith S.Palfre¡ MD AlbertA. Rundio, Jr., PhD DavidA. Spain,MD PaulH. Tanser,MD

OCEANO

Ediciónen lenguaespañola

EQUIPOEDITORIAL

TRADUCCIÓN,

REVISIÓN CIENTÍFICA Y CORRECCIÓN

lJtreccton

Dirección

José Gárriz

CoordinaciónEditorial Guillermo Mainer

LOOrOrnacron Senefal

losep A. Vidal

Edición )osé Gonzalvo Ma¡ia M. Perera

Edicióngráfica

Victo¡ia Grasa

Diseñode inter¡ores Ma¡ia Cadillo

Diagramac¡ón Gilbert Collardey

Diseñode cubiertas EduardRoselló

EQUTPODEPRODUCCTÓN

D¡rección

Antonio Corpas

R. Chalem y J. A. Vidal

Coordinación y secretaría técn¡ca i. Herpin yA. Vipe

Equipo de traductores, revisores y correctores

M. Acl€ Jiménez (Mdna. familiar); M. Aguilar Alcalá (Cirugía); A. d,eIa

C.AIba Pons (Psi4&iatrld);P M. AvellanaCalvo (Canliología); E.B|ázguez

Sánchez (RehabiLitación / Mdna. íGica); A. CabteraMajada (Mdna, familiat);

M. CaileRul¡io (Ne¡rmología); M. A. dela TorreRa¡nos (Círugla / Mdña.iñ-

rensiva);M. deMiguelYrcentr(Mdna. fatniliar); G. Erd.elmal' (Canliología); S.EstradadelaViuda ( Mdna. familior); A. FernándezGabin (Medicina fami- Iiar): G. FernándezGónez (Mrlna. áel deportey educación física); R. F. Gar- cia Rodrigtez (Comunicaciófl social);L, GarcíaSolana (Mdna. y Cirugía): E. GatoGómez (Psiquíatría);X.A.GavilanesReyes('loxicologiay Farmacología);

W. F.cisbert López(Cirujanoofalmólogo);8.GonzálezAsenjo(Mdna. Ge-

neraly Educaciónnafernal);M. Gonzll,ezGarcía(Digestologla),A. M. Gon zálezRebollo (Mdna.y Cirugía,Mdna. fsica y rehabilitación); I.V Gutiérrez Atias (Enlermeríageneraly deportfua);L F.G\ri,érrezCorrez(Mdna.y CirLt-

8ra);

gelrerdl);M. T. Lelo varela(Mdna.prcyentivoy SahApública);J.A. Lopez- Rodriguez (Adiccionesy Enfetmetlarlesde transmisiótrserual - ETS): C.b)na Sanchez-Alamo (Ópricay Odotltologia); I. MaeseManzano (Reünlatologla):

R.Martl¡ Holguera (Mdna.y Cirugía,Neumología);N. Martín Suñé (Mdr¡d. interna): I. A. Medha Hernánd,ez (Mdna.intensir,¿);G.MeleánGumiel (G¿-

néticam&lica); S,C. Mo[na Fernández(Mdna. y Citugla, Anestesíología )t lle animación);L. PastorMarcos(Mdna. familiar);l. C.Peláezñvarez(Mdna.y Cirugla,PsiEiatría),C.Rafel Quijada (Mdna./cmiliar);E.RamosMosquera

(Mdna.general);C.RechNúñez (Pediatríd);A. RenuncioRoba(Gi¡ecólogo );

R.RivasMoreno (Mdna. familiar); A. Ronaní

liar);M. L. RomeroGarcia(Mrlna. familiar); A. B.RuizAranda(Mdna.y Ci- rugía,Psiquiahía); A. M. SaavedraFernández(Enpresariales); l. Serraro Pétez(Mdna. familiar); J. UrcíaNovoa (Mdna.generaly Mdna. hlterna); S.ValdecantosCoscollano (Mdna, faniliar y Pedíatrln;Cirrgla);C.vef.twa Arias(Mdfla. f Cirugta);M. Vidal Perera (Sociologla).

A, C.He¡rrándezVillattoel(Mdna.y Cirugía);B.I.I¡dave Rtiz (Mdna.

Sárchez-Puga(Mdna. fami-

Publicadooriginalmenteeninglésconel titulo The Merck Ma¡ual Home Health Handbook Copyright@MMIXby Merck& Co.,lnc,

Edicióncn español MMXV EDITORIALOCEANO

Milanesal2l-23

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Teléfono:932802020*

I¡npresoenEspaña Printedin Spain

ISBN:97884-494-4571-2 (O.C.)

ISBN:978-84-4944s729 (vol.I)

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consul

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PRIMEMSESION:

I.ENFERMEDADESDELAPAMTODIGESTIVO(ESTOMATOLOGIA)

II.ENFERMEDADESDELAPAMTODIGESÍIVO (GASTROENTEROLOGIA)

III.

ENFERMEDADESDEL

APAMTO

oToRRTNOLARTNGOLOGTA)

OBJETIVOESPECíFICO:

RESPIMTORIONEUMOLOGÍAY

)

Queelalumnoidentifquelasprincipalesenfermedadesodontológicas,atravésdelahistoria

naturaldelaenfermedadoararealizarun proceso deatencióndeenfermeríaadecuada.

)

Queelalumnoidentifiquelasprincipalesenfermedadesgastroenterológicas,atravésdela

historianaturalde la enfermedad pararealizarun procesode atenciónde enfermería adecuada.

F

Que el alumnoidentifiquelas principalesenfermedadesotoninolaringológicasy neumológicas,a havésdelahistorianaturaldelaenfemedadpararealizarunprocesode atencióndeenfermeriaadecuada.

TEMAS:

1,1UlcerasBucales

1.2EstomatitisAftosa

1.3Caries

'1.4 Gingivitis

1.5Pulpitis

1.6AbscesosPeriapicales

1,7PiezasDentalesRetenidas

1.BOclusiónDentalDefectuosa

2.1Gastritis

2.2ReflujoGastroesofágico

2.3Gastroenteritis

2.4SíndrcmedelIntestinolnitable

2.5Hemonoides

2.6HÍgadoGraso

2.7Cinosis

2.8Hepatitis

2.9Colecistitis

3.1Bronquitis

3.2Asma

3.3OtitisMediaAgudayCrónica

3.4Rinitis

3.5Sinusitis

3.6Laringitis

3.7Faringitis

3.8Amigdalitis

BIBLIOGRAFíA:

PorterRS,KaplanJL,HomeierBP.Nuevomanualmerckdeinformaciónmédicageneral.34.ed.

España:editorialoceano;2009.

BTBLIOGRAFÍACOMPLEMENTARIA:

KasperL.D.HarrisonPrincipiosdeMedicinalntema.194ed.España:EditorialMcGrawHill;2016.

RozmanB.C.Medicinalntema.17aed.Esoaña:EditorialElsevier:2012.

ACTIVIDADESDEAPRENDIZAJE:

Losalumnosrealizaránlecturadelostemasprogramadosenestasesióny haránunreportepor cadatema.Unalumnoescogidoalazarelaboraraunfolletoo trípticodeinformacióndeunodelos temasmarcadosenestasesiónysucontenidoeducaráalpacientesobreestetemaparafomentarel reconocimientotempranode la enfennedady el autocuidadodelpaciente;dichosfolletosse expondrány analizaranenelsalóndeclases;y alfinalizarlasesiónserealizaráunaevaluaciónde loscontenidostemáticos.

SECCIÓN18

TRASTORNOSDE LA BOCA Y LOSDIENTES

principales.Tambiénla inflamacióndedichasglándu- laspuedeserconsecuenciadeun cáncero deun tumor no cance¡aso.Latumefacciónresultantede un tumor suelesermásconsiltentequela causadapor unainfec ción. Si el tumo¡ escanceroso,la glándulapuedesen- tirsedura como unapiedray estarmuy adheridaalos tejidoscircundantesa (véase pg. 1665).Lamayoríade lostumoresbenignossonmóviles, Una heridaen el labio inferior,por ejemplopor unamordeduraaccidental,puedecausardañoa cual- quiera de las glándulassalivalesmenoresque seen- cuentranahl y obstaculiza¡€lfluio de saliva.En con- secuencia,la glándulapuedehincharsey forma¡ una tumefacciónpequeñay blanda (mucocele) de color azul¿do.El bultosueledesaparecerpor si misnroen unassel¡anas,

* Diagnósticoy tratamiento

No existeun buenanálisiscuantitativoparadiagnosti- car una disfunción delasglándulassalivales.Sin em- bargo,sepuedenexprimir (ordeñar) las glándulasy observarseel flujo desalivaenlos conductos.

La tumefaccióndebidaa la obstrucciónde un con-

ducto salivalsediagnosticapor la presenciadedolo¡ a

la hora dela comida.Paradiagnosticarotrascausasde

tumefacción,el odontólogoo el médico¡ealizanuna biopsiaparaobtenertejidodela glándulasalivaly exa, minarlo al microscopio. Siun conductosaiivalestáobstruidopor un cálculo, el odontólogo puede extraerlo presionandoambos ladosdel conducto.Si esofalla,intentará desalojarlo con un instrumentodealamb¡efino.Como último re- curso,el cálculopuedeextirpars€mediantecirugía. Un mucoceleque no desaparecepor sí solopuede extirparsemediantecirugía si sevuelvemolesto.De igual modo, los tumores de las glándulassalivales, tanto cancerososcomo no cancerosos,suelenpoderse extirparquirúrgicamente.El tratamientodeotrascau- sasde tumefacción de las glándulassalivalesvaía segúnla causa. Cualquieraque manifiesteun trastornoo queesté tomando fármacosquesecanla boca,debeseguiruna meticulosarutinadehigienebucal (cepillado, hilo den- Ialy enjuaguesde tluoruro).evit¿rcomer¿zúcalery sometersea exploracionesdentales,limpiezay trata- mientoscon fluo¡u¡o cada3 o 4 meses. Cuandono existeun t¡atamientoespecífico,lossus- titutosdesalivaresultanútilesperodeforma marginal La pilocarpinaesun fármacoútil paraalgunaspe¡so- nas,perosueleserineficazsilasglándulassalivaleshan sidodañadaspor radiación.

I Lasinfecciones,irritacioneseinflamacionespueden

causarúlcerasbucalesbenignas.

cente.La úlceraesblanca,por la presenciadecélu- lasmue¡tasy restosde alimentosen su i¡teriol-.

! Estasúlce¡assondolo¡osas.

I Puedenusarseenjuaguesbucalesanestésicosparaali-

viareldolor.

I A veceslasúlce¡assetmtanconlásero connitratode plata.

*

Causas

Existenmuchostiposy causasdeúlcerasbucales.De- bido a que el mismo flujo normal de salivaayudaa p¡otegerel revestimientode la boca,cualquier tras- torno o situaciónquedisminuyala produccióndesa- liva hacemás probablelaslesionesen la boca.Cual- quier llaga que dure por 10 ó más díasdebeser examinadapor un dentistao un médicoparaasegu- rarsedequeno escancerosao p¡ecancerosaa (véase

Lesión o irritación: Cualquier tipo de daño enla boca,por ejemplo,cuandoel interior de la me.jillaes mordido o raspadoaccidentalmentepor dientesfilosos

o dentadurasmal ajustadas,puede causarampollas

Lasllagasen la bocavarían en su aspectoy ta- maño y puedenafectarcualquierpa¡tede la boca, tanto interior como exterior,Algunasllagasson

abultadasy habitualmenteestánllenasde líquido (en cuyocasosedenominanvesículaso ampollas,

segúncuálseasutamaño),mientrasqueotraspue- pg.t66s).

den se¡úlceras. Una úlce¡aesuna llagaque sefo¡ma en la mu- cosaoral cuandosedete¡iorala capasuperior de célulasde esaestructura y deja ver el tejido subya-

(vesículas o anpollas) odi cerasen Ia boca.Por lo g ampollaserompe rápida unaúlcera.Lasúlcerasno lorosashastaquecicatriz Muchosalimentos,me micospuedenserilfitante ciónalérgica,causandolla ácidosen particularpued gunos ingredientesen s pastadental,elenjuagueb demasca¡.Losmedicame úlcerasbucalesson ciert (quimioterápicos)y medi Infecciones:Losvi¡us infeccionesdelaslesione conmeno¡ frecuencia,las por el virus del herpessin quizáslosmásconocidos ponsabledela varicelaas sosde Ia piel llamadosh puedecausarmúltiples l boca,Estaslesionesson virus,queal igualqueelvi abandonael cuerpo.El he parecidaa un herpessin mente la boca puedema meseso alios,inclusope quelasúlcerashayansan Una infecciónbacteria flama{ionesenIaboca.La sadaspor un crecimientot normalmentepresentese¡ mos¡ecientementeintrod terianasdelosdienteso l hastaformar una bolsalk ción (absceso)o causaru (celulitis). Lasinfeccione desdelos dientesinferio¡

goo ei mddico realizan una

' de lagunduJa salival y exa_

rtá obstruido

-aerto.presionando

por

un cálculo,

ambos

r¿ a,^tn tentard desaloja rlo

nDreftno. Como Liltimo re-

rpa¡se mediante cirugía, saparece por sí solopuede

a sr se vfielve molesto. De -tetasglandulas salivales, :ancerosos, suelen pode¡se

I tratamiento

deot¡as

cau_

glándulas salivales varia

reun trastorno o que esté nla boca,debe seguir una

bucal(Lepillado, hilode¡_

, evitar comer

entales, Iimpieza y frata_

o 4 meses_ niento específico, lossus_

;pero deforma marginai. ut¡lpala algunas perso_

ls gJándulas saliv¿les ha¡

azúcaresy

: la presencia de célu_ ltos en su interior.

leúlce¡as bucales. De-

lal

de saliva ayuda a

Doca, cualquier tras-

r la producción desa_

nesen la boca. Cual_

i

Lmédico para asegu_

ecancerosa a (véase

más días debese¡

'r tipo de daño en la erior de la mejilla es Ltepor dientes filosos :de causar ampollas

(vesículas o

ampollas)o darlugarala formacióndeúl-

cerasen la boca.Porlo general,la superficiede una ampollaserompe rápidamente(rupturas), formando

unaúlce¡a.Lasúlce¡asno cancerosassonsiempredo- lorosashastaquecicatrizan.

Muchosalimentos,medicamentosy productosquí- micospuedenserirritanteso provocarun tipo dereac- ciónalérgica,causandollagasenla boca.Losalimentos ácidosenparticularpuedenserirritantesasícomo al- gunosingredientesen sustanciascomunes como la pastadental,elenjuaguebucal,loscaramelosy la goma demascar.Losmedicamentosmáscomunesquecausan úlce¡asbucalesson cie¡tosfármacosantineoplásicos (quimioterápicos) y t'nedicamentosqLlecontieneno¡o. Infecciones:Losvirus sonla causamásÍiecuentede infeccionesdelaslesionesorales.Loshe¡peslabiales ¡ conmenorf¡ecuencia,lasúlcerasdelpaladar,causadas porelvirusdelherpessimpleI (véase pg.1531)son quizáslosmásconocidos.El herpeszóster,el virus res-

ponsabledela varicelaasícomo lostrasto¡nosdolo¡o-

sosde la piel llamadosherpes a

puedecausarmúltipleslesionesa ambosladosdela boca.Estaslesionesson el resultadode un brote del

virus,queal igualqueelvirus delherpessimple,nunca abandonael cuerpo,EIherpeszóstersetratadeforma parecidaa un herpessimplesevero,peroocasional, mentela bocapuedemantenerseadoloridadurante

meseso años,inclusopermanentemente, despuésde cluelasírlcerashayansanado.

Unainfecciónbactelianapuedecausarúlcetasein-

flamacionesenla boca.Lasinfeccionespuedensercau sadasporun crecimientoexce5ivodemicroorganismos normalmenlepresenlesenldboc¿o pormicroorganis-

mosrecientementeintroducidos.Lasinfeccionesbac-

terianasdelosdienteso lasencíassepuedenpropagar hastaformar una bolsallenadepus debidoa la infec- ción (absceso) o causaruna inflamacióngener.alizada (celulitis). Lasinfeccionesbacterianasquesepropagan desdelos dientesinfe¡ioresca¡eadoshastael suelode

(véase pg. 1533),

capttulo205 TJLCEMS DELABOCA :!q

la bocapuedencausaruna graveinfecciónpor debajo dela lenguallamadaanginadeLudwig.Lainflamación causadapor estainfecciónpuedeelevarla lenguahacia el cielo dela bocay bloquearlasvíasrespiratoriassu- periores.Lasinfeccionesde los dientessuperioresse puedendiseminaral cerebro. Lasífilisproducelesionesdolorosasy rojizas(chan- cro)quesedesarrollanenlabocao enloslabiosdurante etapastempranasdela infeccióno (véasepg. 1563).La lesióngeneralmentesanadespuésdevariassemanas.De

4 a l0 semanasmás tarde,se puede formar un área blanquecina(placa mucosa)enel labioo en el interio¡ dela bocasila sífilisno hasidotratada.Thntoelchanc¡o como la placamucosasonaltamentecontagiososy los besospuedentransmitir Ia enfermedadduranteestos períodos.Lasífilis,enetapastardías,puedepresentarse conun agujero(goma)enla lenguay elpaladar.Enesta fase,la enfermedadno escontasiosa.

Unaúlceraen labocaquepermanecedurante más de 10 días debe ser examinadapor un médicoo un dentista.

Trastornosinflamatorios: El síndromede Behcet, enfermedadquealecLamuchosórganos.incluyendotos oios,los genitales,Ia piel, lasarticulaciones,los vasos sanguíneos,el cerebroy el tracto gastrointestinal a (véase pg.726),puedecausarrilcerasdolorosasyrecidi- vantes,El síndromede Stevens-Johnson,tipo de reac- ción alérgica,causaampollasen la piel y úlcerasen la boca.Algunaspersonascon enfermedadinflamatoria intestinaltambién desarrollanúlce¡asen la boca.Las personascon esprúecelíacosevera,queescausadopor una intoleranciaal gluten (un componentedel trigo y algunosotrosgranos),amenudodesarrollanúlcerasen

la boca.El liquen plano,enfermedadde la piel,puede

¡ara vezcausartambién úlce¡asen la boca,aunouela mayonadelasvece<estarlesionesnosontanincómod¿s

comolasdelapiel .

o (véasepg. 1613)y el penfigoideampollar o

pg.I6l2), ambasenfermedadesdela piel,tambiénpue- denprovocarla formaciondeampbllasenla boca. Otrascausas:LasaÍiu,,on urrudalu. auusasmásfre- cuentesdeúlcerasenla boca.Sucausaendesconocida. Despuésde una lesiónen la bocapuededesarro- llarseun trastornopocof¡ecuentellamadosialometa- plasianecrotizante.En estetrasto¡no,una gran aber- Iuradolorosadehasta2,5cm dediámetrose[ormaen

el cielodela bocadespuésde 1 o 2 díasdehaberapa-

(véasepg.1594).El pénfigovulgar

(véase

@sr

t cróryra

|MSTORNOSnELABOCAyTO\t)tfNTFs

_ ecidola lesión.A pesardesu aparienciaalarmante,la

sialometaplasianecrotizanteesr.elativamenteinclolo¡a

v secu¡asin tratamientoen un períodocleI

jn médicopuededistinguir estetrastornodel cánce¡ bucal basándosecn los síntomas(el cáncer.tomaría muchotiempoen alcanzarel mismo tamañoy para

a 3 meses.

rtoncesseríadolo¡oso)y puedea vecesrealizarreali- una biopsia (extracción de una muestrade teiido

-ar

parasu examenal microscopio).

- .i. Tratamiento

csmédicostratanla causasiesconocida.El cepillado

-iecuente y delicadoconun cepillosuavepuedeal.udar

a evitarquelaslesionesseinfecten.

EI dolor sepuedeevita¡ eliminando los alimentos

-:idos

o muysaladosy otrassustanciasquesonirritan-

tes.Un anestésicocono la dicloninao lidocaírapucde

',sarse comoenjuaguebucal.Sinembargo,debidoaque

_
1otantopuedenhacerdiffcileldegluti¡losniñosquelos

,tosenjuaguesadormecenla bocay la gargantay por

r¡san debenserobse¡vadosparaevitarqueseatraganten ,n el alimento.La lidocaínaen folma de preparado másgrueso(lidocaína viscosa)sepuedeusardirecta- menteenla lünpiezadela llaga.El sucralfatoy los an- icidosdealumnioy demagnesiopuedenserdegran -alivio

mezclanconunacornbinacióndelidocaína,difenhidra-

ina (antihistamínico)y caolínparausarlocomo en- Júague. Lapastadeamlexanoxesot¡a alternativa. Unavezquelosmédicosseasegurandequelalesión

cuandoseaplicansolos,peromuchosmédicoslos

escausadapor una infección,puedenprescribi¡un --cl deco¡ticoste¡oidesparaseraplicadoenla lesión. Algunaslesionesbucalessetratan con láserdeba.ia 'rtencia,

quealiviael dolo¡ inmediatamentey evita -,,Je la lesiónreaparezca.La quena de forma química delalesiónutilizandoun pequeñopalillo¡evestidocon

'r

nit¡ato de plata puede de manera similar, aliviar el dolor pero no estaneficazcomo el láser.

ll

Estomatitisaftosarecidivante

La estomatitisaftosarecidfuaute(úIceras bucales,úIce- rasaftosas)esunalesiónpequeñay dolorosaenelinte- ríor dela bocaquege etalflrct7tecoflúenzaenla infan, ciay serepitecon frecuencia,

gruposdedoso tres.Por10g solasen un plazode l0 días úlcerasgrandessonmenos irregulary puedentomat va cot-tfi'ecuenciadejancicatric Laspersonascon un b¡o tenerfiebre,inflamacióndel cuelloy sensaciónde abatim El médicoo el dentistaide tosarecidivantepor suapari

¡ LaslesioDesbucales,el

puedendesencadenarelataque.

estrés )' algunosalimentos

{. Tratamiento

¡ Lapelsonaafectadasientedolorardiente ¡

alcabode

El tratamicntoconsisteen al masmedidasgeneralesutili bucales.Además,losnrédic juagues declorhexidina.Siha dicosenocasionestambiénre

a descomo la dexametasonat

un dia o algomástarde,aparecelrnaíllceraen el tejido

bla¡¡dodelaboca.

¡ Losmédicosestablecenel diagnósticobasátrdoseel eldoloryla aparicióndelaírlce¡a.

I El tratamientoconsistee¡ eDjuaguesbucales ¡ veces,corticostefoides.

La estor¡atitisaftosarecidivante(EAR) esmuy fre-

cuente.Su causaes desconocidapero el tlastorno tiende a da¡seen familias.Muchos factoresparecen predisponero acelerarlosepisodios.Talesfactoresin- cluyenlaslesionesenla boca,el estrés(por ejemplo,un estudianteuniversitariopuedepadecerde írlcerasbu,

calesdu¡antela ser¡ranade exámenesfinales)y detcl- minadosalimentoscomo el chocolate,el café,ellnaní,

Ioshuevos,Iosccrcales,lasalmendras,lafresa,el queso

y los tomates.Laspersonascon sidaa menudo tienen grandeslesionesbucalesquepersisteupor sema¡ras. Laspersonasque tienen estomatitisaftosarecidi- vantecontlaen lesionesbucalesrepetidamente.Algu- nas tienen una o closlcsionesalgunasvecesal atio. Otrastienenbrotescontinuados.Por causasdescono- cidas,lasembalazadas,lasmuieresquetoman anticon, ceptivoso¡alesy laspetsonasquefumansonmenos propensasadesarlollarlaslesiones.

{. Síntomasy diagnóstico

Lossíntomassuelencomenzarcondoloro ardor,se- guidosde una úlceraal cabode I o 2 días.Nuncahay una ampolla.El dolor esintenso -mucho másdelo quesesuponeesperardealgotan pequerio y durade 4 a 7 días.Lasúlcerascasisiempreseforman enloste, jidos suavesy f1ácidos,talescomo el inte¡io¡ de losla- biosy la mejilla,en la lengua,en el suelodela boca,el paladar blando o la garganta.Las úlcerasapalecen como manchasdepocaprofundidad,redondasu ova- ladas,decolor amarillo grisáceoen el centro,conbor- dcsrtrios.LamayoriaJe larúlcer.rssorrpequeñas.rorr menosde 13nl¡ dediámetroy amenudoaparecenet't

Lostumoresno carcerosos(b carcerosos(displásicos)y lostu nos)sepr.redenoriginarencu bocayahededoldclamisma,i y nervios.Losc¡ecimientosap enloslabios,losbordeslatera delabocay enlaparteposteri ladarblando).EIcáncerseloc rior delasmejillasy deloslabio cany aspirantabaco.Soloenr decáncerdela regiónbucalso pagacióndeun cáncerdesdeo comolospulmones,lasmama

lI Tumoresno ca

I Lostunores bucaiespued cimie¡rtosóseoso quistes.

I Algunos tumorescausan (

¡ En algunoscasosel tulnor gicamente.

Varios tipos de tumores no

duci¡se

en la boca y

a su ah

manerasimilar, aliviar el omo el Iáser.

rsarec¡d¡vante

tnte(ítlceras bucales,úlce_ rcña )t dolorosa en el inte- ntecomienza enla infan_

gruposdedoso tres.Porlo geneÍaldesaparecen Por solasen un plazode l0 díasy no dejancicatlices.Las úlcerasglandesson menosfrecuentes.Son de forma irregulary puedentomar variassemanasparasanary confrecuenciade;ancicatrices. Laspersonasconun brotegravetambiénpueden tenerfiebre,inf'lamacióndelosganglioslinfáticosenel cuelloy sensaciónde abatimiento. . El médicoo el dentistaidentificanla estomatitisaf- tosarecidivantepor suaparienciay el dolor quecaLlsa.

istresy algunosalimentos

.:. Tralamiento

dolorardiente ¡

alcabode

Eltratamientoconsisteen aliviar el dolor con lasn1is- masmedidasgeneralesutilizadasparaotraslesiones bucales.Aden-rás,los médicossuele¡ recomendaren- juagues declorhexidina.Sihaymuchasúlceras,losmé-

dicosenocasionestambiénrecomiendancorticosteroi-

ceunaúlceraenel rejido

basándose eD

fdjagnóstico

:n enjuagues bucales ¡

a descono la dexametasonaLrsadacomo eniuague.Si

vante(EAR) esmuy tie- )crqapero el trastono

uchosfactoresparecen

iodios. Talesfactores in-

I estrés(por ejemplo, uu rpadecer de úlcerasbu- imenesfinales)y dete¡- ocolate, el café,el maní,

:ndras,la fi-esa,el queso

r sidaa menudo tienen 3rslsten Por semanas.

:omatitis aftosa¡ecidi-

s repetidamente. Algu- algunas vecesal año. rs.Porcausas descono- resquetoman antico¡t_ 1ue fuman sonmenos nes.

ico

con dolor o ardor,se- I o 2 días.Nuncahay

to -mucho

n pequeño- y durade

¡esefo¡man enloste-

o el inte¡io¡ de losla- el suelodela boca,el

Las úlceras aparecen idad,redondas u ova-

en el centro, conbor-

'as sonpequeñas, con

másdelo

menudo apatecen en

Lostu¡roresno cancerosos (benignos),loscambiospre-

cancerosos (displásicos)y lostumorescancerosos(malig-

nos)sepuedenoriginarencualquiertipo detejidoenla

bocayalrededordelamisma,incluidoshuesos,mÍrsculos

ynervios.Loscrecimientosaparecenconmásf¡ecuencia enloslabios,losbordeslateralesdela lengua,enel suelo

delabocayenlaparteposteriordeltechodelaboca(pa-

ladarblando).El cáncerselocalizaamenudoenel inte- riordelasmejillasy deloslabiosdelaspersonasquemas-

cany aspirantabaco.Soloenrarasocasioneslasformas decáncerdela regiónbucalsonconsecuenciadela pro-

pagacióndeun cáncerdesdeotraspartesdelorganismo, comolospulmones,lasmamaso la próstata.

lI Tumoresno cancerosos

¡ Lostumoresbucalespuedenserbultos,verrugas,cre-

cimientosóseoso qLlistes.

t Algunostumorescausandolor o i¡r'i{ación.

I En algunoscasoseltumor ha de serextirpadoquirírr- gicamente.

Varios tipos de tumores no cancerosospueden pro- ducirse en la boca y a su al¡ededor. Un l¡ulto o u¡a

capituto206 TUMORESBUCALES EEE

hay menos úlce¡as,los médicos recomiendanotros corticosteroidescomo la fluocinonida o clobetasol aplicadocomo ungüento o mezcladocon una crema de carboximetilcelulosade protección.Laspersonas que han tenido repetidosbrotes de lesionesbucales puedencomenzara usarel enjuaguebucaltan Pronto como sientanquela<