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Siòtem aó ¿c o n ómicoá •Qndin

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ARCHIVO
SßffllNAHIÖ ’DE HmTÖfllÄ
M i ANDINA - ÜHfvlSM,

# 1! JV
tJ , £ » GQftÙtngG&i 'iifMMSMéé

$Èê; cÆf“

^ 1»
fe- 3II ! V
del universo-

Organización social y política

om- ^/áyllu ./barrio /varayos/'agente


re /arriba /'arriba /arriba /riunici

u ♦sex/mt .opres/r;i'nkuy -/ehaupi ./J2 •Paz


¡barbecho .
j er ayl l u . / b a r r í o^ /^ % r a y o 3 /r c n :i on ^ / ' t u - |., J ^ / ' ^-,'
< a b a jo i^ /'fí.b a j o ^ / ^ i b a j o ^ /| ^ b o r * ^ / j o er culos!3- -C!>X

■ jj c u ltiv o
a ltu ra a rrib a fr íg id o yerbas
| maíz | permats,
fre sca s

/chacrs,"
marica tlnkuy champí c o r d ia l co r dial. / 'm a n a ;/

/ ja fa -
n u ru y Ceremonias!
¡co ch e a quebra­ abajo • c á lid o y erta s
da c á lid a s
—--------- -,
o nao.

do m i t e s is titulada

r e l G ra d o .A ca d é m ico de D o cto r eti la es.-

•>s:A

t r an s ic i óri de un a : econ o m ia

ra d icion a l a una e co n o m ia de m e r c a d o en la.s com u n id a d es c a m p e sin

n i p r o p o s ito ,d e .ndar ni c a r a c te r iz a

e nues

sin o, m os

o Inurbino, co lo n ia l y co n tem p orá n eo

una co m b in a ció n de un conjunto de pa


2

tron és cu ltu rales andinos# cuyo objetivo es e l suco abastecim iento fa—

m ilia r con otro conjunto de elem entos c a r a c te r ís tic o s de la sociedad

capitalista, cuyo objetivo es el lu cro person al.

Me referirá a la s com unidades que se organ izaron en base a la t e r r i­

torialidad com o con secuencia, de la redu cción de ayllus en pueblos

{ 1569 - 1581 ) y de la c o m p o sició n de tierras en la s p rim era s dé cadas

del siglo XVIII y no a s i de la s que continúan dependiendo d irecta m en ­

te del sistem a tra d icion al --de haciendas. 3£;s. d e cir de aquéllas co m u -

•nidada a? que todavía mantienen' una órg a m o a ció n e co n ó m ica ', -política ,

y -r e lig io s a sé m í autónoma? con trol com unal de lo s re cu rso s, parale-:..-

lamente al con trol individual; acceso- a lo s d iversos.micro.clim.as--co n -.

fines de autoab astee imiento fa m iliar y con p rop ósitos c o m e rcia le s ;

e le c c ió n dé varáyb's !pér turnos mediante e l 'sis te m a 'de yupana-my;y-- ■■

íibmb.ramiento dé' arto rida.de s { nuevo s as pirante s -al..: p o d e r; po r la s

dependencias estatales? fie sta s religiosas, paganas y c a t ó lic a s .a s o -

ciadas s;-la fecundidad de la tie r r a y a-,la .salud p e rso n a l;• in íerca m -- .

bio de .bienes y"de s e r v ic io s 'a -tr a v é s de-das rexacione-s de reciproci.??.

dad'y ,del; trueque- dé pro.ductos.-'yá':.seadco.ír fines de subsisten cia ¿amir

"-liar-o dé acaparam iento dé p rod ictos agro pecuarios»

- -'dlsiaa's^ciéaaties tian -éido definidas p;or^ ALfréddf ro o b é r com o ' ’sbcié-r:

da de s p a rcia le s con culturas p a r c ia le s 1* ( 1943 , p , ¿ 8 4 ) y por .dric R ,


— v -v: ••.

Wol-í .com o s o c i s d á d e a inte g irada s ■:p o r p r e d a c t o r es. a g r íe olasr-qu e e j e r ­

cen. u n .ic o n t r o l é fe c t-iv o dé l a tie.-rra.y- t ie ñ é n p o p ''m e ta - la * s u b s is t e n c ia ? .

no-lia ‘r e i n v e r s ió r i ^ P o r 16.- tatito, .d ife r e n t e M a l; a p a r c e r o , c u y o con trol;,,


, . 1
de l a t i e r r a , e s t á suj e t o a una. a u to r id a d e x t e r n a i 1 967,• • '5 0 1 - 5 04} *..,••

E n e s t e s e n t id o VIo í f d e fin e él c a m p e s in a d o d e s d e l a p e rs p e c tiy a .;.e cD ~

n ó m ic a y e s t r u c t u r a l.

A lg u n o a sd a n .ali? sp. 1.a s o c i e d a d pe-ru an a d e s d e A a p e r s p ^ p U -q .

v a d e l .dtj;&li¡amq- c u l t u r a l - y 8 oq jo;^ e c o n 6 m jc p ^ : rio ..sd lo.id oin o la jC O é x ie --

t e n e i a déónn; aaot.o:r.;t-rad.icionf4 { e c a p o m í a M e su b s is t e n c iá}: .y -,o tr o m,í>--

de'T.no;;:(e;C:C¡n ap ít a l i s t a }f si no- to.rablé vi- e oya o f i a : do m i r a c i ó n •de- u n

g ru p o - .m ine r-ita rio ' q ue; o ó v i w . !a d a s ' usa s a o q a m p e siñ n m .(^B-pur r i c aud* :

1952';yi-.l,96-6}.n '- O t r o s p r e c ie re u h a b l a r r q ,p iu -a liv ia d - á& situ a e ú o n es

s o cíales,-.y - c u lt ú r a le s " ila a t o s -M a r , 19d6.) ü de.,la; e m e r g e n c i a d a una..-;, -

n u e v a c-1 a s e r s a&d ais. (•fdu i j a n e »• hBéB) , te m e m i o ..p o m o m a r c o te ó r ic o .; ,el:x*

c o n c é p t o ■d e -o :ié p e n d e n c ia in te r n a - y e x t e r n a , i d n gfensr.alv. lo s , m e n t í “. ...

f l e o s so c ía le s •-que a dtu p ia n r1 a .rea l id a d so c iy ~.c a lta r a l. d e l p a í s •e star. Ii ■•

• S egú n a lg u n o s , auto r e s la a e cie -ú a d c a m p e s i n a a p a r e c e j u n t a m e n t e


te c o n l a s c i u d a d e s { í l e d í i e l d , 1 9 6 3 } i o t r o s v in c u la n su a n tig ü e -
•d a d ; a' la- f e r m a c i ó n d e , lo .s u p r im e r o s . E s t a d o a ( 3,..-500 a ñ o s ; a i de. .
D . G p a r a e l O rie n te M e d io i , m o m e n to en e l c u a l s e p r o d u c e l a
t r a n s i c i ó n ■d e '.p im d u c to r e s -p r im it iv o s a - c a m p e s i n o s { M o l m s I 9 7 I #
p.21).
A

rían de acuerdo en señalar que la extensión:del capitaíisnió a la s á-

reas ru ra les va m odificando la s estruaturas tradicionales, y,' en

con secu en cia , aún la s com unidades m ás atrasacias del país están lir

gadas por "delgados canales" a In econ om ía d e 'm e rca d o nacional y

mundial..

P e ro no sabem os con p re cis ió n el p ro ce so de tra n sform a ción qué e s ­

tá afectando a l a s estructuras tradicion ales, - no s a b sm o scu a le s son

e s o s "canales d elgad os" que unen a l a s comunidades mas a-pa riadas

con el m ercado nacional, y m undial; no tenemos una inform ación "so­

bre la continua m ésela de la vida, urbana y rural, ni sobre el p r o c e ­

so de d iferen cia ción cam pesin a ; desconocem os la forma, y conteni­

do exa ctos de la a rticu la ción de la econom ía tradicional al-siétemiá.

ca p ita lista . •En sociedades co m o la nuestra, con un antiguo 'pasado -

cultural, el paso de una econ om ía tradicion al a una economía- de m ér

cado tiene c a r a c te r ís tic a s que lo h a cen :diferente' de cu alqu ier'p aís

suhdesarrollado del mundo. , En con secu en cia , el estuoio del p e rio ­

do ¿e tra n sición por el que atraviesan nuestras com unidades solo

será posible m ediante un análisis d ialéctico ae la s rela cion es ael

hom bre con su m edio ambiente y con sus sem ejantes-dentro dél pro.-

c e s c de: íá -p rod u cción .; , Y éste »es- un esfu erzo por 'construir él desa

r r o llo del páís :. sobré la base de las organ izaciones com u n ales; ep

vez de ign ora rlas y d e stru irla s. Dentro -de esta m ism a p e rs p e cfi-
va. aun lo s p o lítico s cciivineaQg /.prejuicios consideran. a lo s Uomime-r

ros co m o s e re s capa c^ soa eM esa rrolIarse m ediante el e je r c ic io de. ■

la m itiga- y. del ay ni, form as ? de tra bajo que constituyen ,las ba ses H :

sobre la s cu ales se sustentan lo s program as de: d e s a rro llo comunal,,

ten ien do co m o m a rcojídepre^ te ó r ic a la naturaleza s o c io ­

econ óm ica ae toda sqc ieáa&?s:ampe sina y 1-a.s particularidades qqe ,

oxrecen iiuesíras .com unidades se pueden, form u lar ,1as:.siguientes

-preguntas: ¿Cúé;.pape%jitég'a el m e d io ambiente en la' continuidad'

de c ie r to s parronésdcultdrales andinos? ¿Cuáles son las,;§xigen^

c ía s internas y externas.. que -laben cum plir lo s ca m p e s in o s ? ' ¿Lás

oóm .unílaucs con : 3oc icvía les m as o m enos ncm ogéhoss o son s o c ié -

uadeS e pt^a íiílc"Uduc'?.:-;:y;fi¿ ‘,'’ué tipo de conflictos internos y externos

ha crea d o lp desigu al' p a rticipación en la s ventajas de lo s cam bios ?

.-¿rraeta qué punto los, cam pesin os están integrados a la sociedad, na­

cio n a l? iui lo presente te sis trataré de responder & esto.o pregun—

tas en base a.'rms-trá-S&ips:de'' catópo en el altiplano .boliviano., etí el

valle de uhancay, ■en la s Cpfrtu.nidades. del extrem o, sur del alto M ara-

ñón y del rico Hu aliaga, en lo s va lles de P orna bamba, Andahuaylas..

u alieión de Huailds. y en algunas com unidades de Ayacuchó, Puno y


Junin.

M i p ropósito és dem ostrar concretam ente que cié rfo s patrones cuJ tu-
ralas andinos tales com o là organ ización social basada en las acti*-
• . . . '
vidadeo c íc lic a s y en el "id ea l del uso vertical dé la s e c o lo g ía s n

siguen, norm ando la.-econom fa de subsistencia fa m iliar en las; com u­

nidades, a la vez que lo s cam pe sinos se esp ecializan en la produ c­

ción y participan cada vez m ás en el m ercado n a cion alP

Oentro de un terren o hipotético se podría argüir que en una s o c ie ­

dad do n dé c a da g ru po huma no trata de al can zar.-el au t o ab a st e c im ie n -

to a través dél a c c e s o a lo s d iv e rso s microclim.ci.sy el com e rcio no

tendría razón de s e r , Siti em bargo, en el caso de la s com unidades

contem poráneas, am bas form as se "combinan || se-superponen.

Basta m ira r el JPadrúh General de las 1’Conaunidadec de Indígenas

par?, com probar-que cada com u nero es p oseed or de o, i 0, 20 c mas

diminutas parcelas,; cotí nom bres individuales en quechua, a diferén:

tes altitudes, desde la s o r illa s de lo e n o s hastia la s cu m bres ele v a ­

das y , por otro lado, estos m ism os campesineys están constantemen­

te co m ercia liz a n d o sus excedentes de produ cción en lo s m ercad os y

en la s. fe rías lo c a le s . Aún m ás, una misma norm a cultural com o

el trueque de produ ctos, in stitüci onal izada, con el fin de ale cinz ar el

Según el D r , John V u M urra, el patrón de con trol "v e r tic a l" de


1a s :ec elogia s tuvo probable ridente una di atribución p an- andina «
V er M urra, 1967, pp. 384-38 6,
7

ideal de la c om plem eitarildad e c o ló g ic a , es al mismo tiem po, m a­

nipulada en ben eficia p erson a l a tra vés de .la c o m e icia lisa ció n .
■ : . ii¿. . •

E l 1’ideal del u so vertica l de las e c o lo g ía s ’’ parece que fue el núcleo

de -la...vieja cultura que aún está viva, y v ig o r o s a . Es verdad que

al uso cíe lá m oneda empanó a p ocos anos de establecid o el sistem a

de en com ien d a s. Los indígenas tuvieron que r e c u r r ir a la c o m e r ­

cia liz a ció n y. al tm eque de sus produ ctos porque sólo a s f podía abas­

tecerse. de .las esp ecies' cpnsideradas en la la rg a lista de tribu tacio­

nes-, que ;.pes aban sobre e llos» También es verdad que lo s grupos

étn icos que ■controlaban d iversa s region es ubicadas á gran distan­

cia; de sus bases de residencia, la s p erdieron al ser despojados de

eotos .archipiéiagos po v lo s ene am endero s j m ás tarde en la- é poca


_ ., 1 ’' ' ■ • . - ... . . .. ..
re public ana? con la nue^-n dem arcación, te rr ito ria l en p rovin cias.

dicho..control se p erdió!defin itiva m en te•

tornemos,, por otro l a i o , que para lo s fines del m odo de produ cción

colon ia l c ie rta s instó * clones tales com o la con solid a ción política

ne io s grupos étnico s, el culto a la s huacas lo c a le s y el sistem a de

pan ente sc.o fueron 1:.c¡y¡.riadas mediante la im plantación de la s en co­

miendas,, las intensan cam pañas de "extirp ación de id o la tría s " y Xa

reouccm n de ayllu3 a pueblos.^ T e ro también fueron con servada s

otras, com o la m ita para explotar m ás eficientem ente el trabaje do


lo s indígenas. E sta institución preeu ropea fue tam bién la base pa­

ra. la cre a ció n de nuevas obligacion es .s e rv ile s entre lo s ''c o lo n o s "

y "p e o n e s" de la s haciendas, form ación so cia l ca ra cte riza d a por

José G arlos M ariáíegui corno la con viv en cia de com unidad y latifun­

dio, y d e s crita en la litera tu ra an tropológica co m o un conjunto de

rela cion es de dependencia "in d io -m e s t iz o " ,)

Sin embargo., en. region es donde lo s d iversos nichos e c o ló g ic o s e s ­

tán a muy co rta distancia, de las ba ses de residencia, de la s comuni­

dades., el "co n tro l v e r tic a l" todavía puede per fácilmente p e rce p ti­

b le , A dem ás, o tro s elem entos culturales, 'cóm o el trueque de p ro -

duelos y el p a storeo trashum ante, se de B arbollaron en re la ció n cons

tante y estrech a con, la vieja cqnfiguraeión cultural,, E s d e c ir » lo s


0 ■' '
cam bios en la agricu ltu ra han sido lentos y, ila tivos, aunque dada
b
la coyuntura actual, co m o consecuencia de la ap licación de la Ley

de R eform a A g ra ria , s e ría muy interesaría asíudiar si si v iejo pa­

trón cultural está en p r o c e s o de adaptación a la nueva, situación, o

está originando p or prim era vez un se rio coníi ic t o ;• m ientras que la

actividad m ercan til em pezó a d e s a rr o lla rs e m á s rápidamente con la.

emergencia, de grupos le ganaderos, artesanos:*, "n egocia n tes", y

con la cada vez m ayor afluencia de jo rn a le ro s a g ríco la s a las plan­

taciones y a io s cen tros m in ero s.


n7

Se desprende de I d an terior que ni el co lo n ia je , ni la época republi­

cana» sign ifica ron la. ruptura total de la s norm as culturales de la

agricultura de subsisten cia; m ientras que la s rela cion es de depen­

den cia ' 'in d io-m estizoMem pozaron a deb ilita rse co m o con secu en ­

cia de la de inunda- G u erra Mundial, que im pulsó definitivamente la s

plantaciones de la co sta y la explotación m inera, que desde enton­

c e s significan grande« m ercados- para la fu erza de trabajo y para,

la com ercia liza ción de lo s exceden tes de. producción procedentes

de las com u n id a d es'ru ra le s.

C om o resulta.de de este la rg o p ro ce so scc io -e co n ó m ic o , lo s cam pe­

sinos de la s com unidades contem poráneas' tienen un com p brtam ien -

to bículfcu'ral. ' E s d e c ir , no constituyen grupos étnicos m ás o m e ­

nos hom ogén eos y aisladas., ni son conservado res com o sostiene

R e d fie ll (1963), 'T ám poco Se desenvuelven paralelamente a la c u l­

tura ''c r io lla '' y "m e s tiz a 11, .com o podría, sosten er Ralph S eáis

(1954«., L os Campe sinos sa gobiernan por sus propias le y e s y c o s ­

tum bres y por las de la.sociedad, m a y o r. Tienen que cu m p lir ine­

vitablemente c o a l a s exigen cias internas (faen a s com unales, pasar

c a r g o s c iv il-r e lig io s o s , e t c ,} , bajo el rie sg o de perd er cus d e r e ­

ch os ai re cu rs o b á s ico , .la tierra... y el a c c e s o a. la p resta ción de

trabajo de lo s dem ás; y, también tienen que cu m p lir con la s exigen­

cias externas provenientes de la s c la s e s dominantes; trabajo asala-


10

rizado dé'Vea 'éri cuando en los fondos, liaciéndas, plantaciones y en


. ,• .... ■■ ' .

:los "cent ros m in e ro s.'

HeKibs'.podiáo comprobar "que lo s cam pesinos 'recurren a la s norm as


■ • .i.., ' i . ” '-j . .1
tradicionales -íe iñterbbrnbio 'de bienes'y d e s e r v ic io s con fines di­

versos-. s -'más p o b r e s n, a. tra vés de estas normas, logran el

autoáhástecim iénto fam iliar. Se trata también de s e cto r e s de cam ­

pesinos que ignoran deliberadamente la s le y e s qué rigen lo s merca­

dos m odern os, por lo que sea acusados de "indios b ru to s" y de "co n -

'forcnistasM, estéréotip ó’s que a tra v é s de lo s siglos co lo n ia le s d esa­

b o lla r o n en lo s indios com plejos de infe rio rida-a,- Algunos antro-


*
:pólogoS';interpretan esta actitud com o ' 'pátern.aliG.mo’ o como una

actitud pasiva b ds "m asoquism o síq u ico" pStem, 1961). i al re a -

"í idad parece c o rr e s p o n d e r m ás bién a un nivel evolutivo an terior a


; !
la expansión ca p ita lista ,' cuando las comunidades todavía eran socie­

dades tnás : c> manó o homogéneas, y"-por 'éllo aen:>minada.s por ¿trie

Ra ' Wóli {T967j "com unidades cam pesinas co rp ora d a s y c e r r a d a s " .

O tros s e cto r e s de carnee sinos manipulan las reglas tra dicion ales

para acaparad' productos agrop ecu arios y lu e g o ven d erlos en las

"ciudades y en lo s centros industriales 'con m ayores ventajas p e r s o ­

n a les, El atatús dé' "n egocia rte" es una nueva fuente de - p restigio

entre los ca m p esin os de todos io s s e c to r e s . L¡as c aracte rí Stic as


11 SEMINARIO HISTCWA
UNÁÉ&M
&UBAL ÁJNDífM «■ 8vge §}

s o c io -e c o n o m ic e s de esto s grupos em ergen tes han sido d escrita s

por v a rio s autores co m o e l p r o c e s o de m estiza je y de ch u liíiea ción ,

I1inalm ente, hay se cto re s de ex-feu d a ta rios de hacienda.® que se o r ­

ganizan en sindicatos a g ra rio s y cooperativas com unales, utilizan­

do las reg ia s tra dicion ales para increm entar sus accion es en las

instituciones a que p ertea ecen . d i mismo tiempo refuerzan lo s la ­

s o s de solidaridad, rom pen la s rela cion es de dependencia con lo s

’ 'm estizos*' y hacendados al entrar en contacto d irecto con el Go-

b ie n io C entral y al garan tizar la p a rticipa ción ignáiitáris y c o le e - ■

tiva de las ve ■atajas del ca m b io , E sta situación ie solidaridad c o ­

munal ha sido interpretada p or C astro Pono com o la base d e l-c o o ­

perativism o socia lista {1969},

L os dife rento s p rop ósitos, sin em bargo, no son exclusivos de lo s

d iv e rso s s e cto r e s de 'campesinos, JVoe "m á s pobres** tanoh-íAt*, m a­

nipulan la s reglas trstdieiondles cuando van % desenvolverse dentro

de- la estera econ óm ica del m é r c a lo . P o r asta la participación ,de


, s

las normas tradicionales tiene un doblo e fe c to : por un lado, perm i­

to & todos l o s r e c t o r e s de cam pe sinos asegurai’ se el auteabastoei-

mieatc- fam iliar y, por ' t r o , un? m ayor participación da es t os m is ­

mo s s e cto r e s en ni roeres. do saacicurJ, ya sea o nivel individual o c o ­

le ctiv o , ;2 r* iodo c a s o , l a o rg a n iza ’.ión com unal sigue roarteniendo


su fuerza, que es le carácter!stfca •'•peculiar- de todas.-las

comunidades del Perú, de g r a n interés teórico en el escls


recimiento de lá naturaleza de"la sociedad campesina y co

mo..
recurso inevitable en el desarrollo' del--país.' .

'Nuestro trabado comprende tres capítulos, ' Sn el primero

trato sobre la comunidad del uideal del uso vertical "de

las- ecologías11 como máxima expresión de la agricultura, de

subsistencia familiar: los criterios lógicos que los cem

pe sinos ussri para clasificar los diversos' macroclimas en

zonas y sub-zonas, en relación a. sus bases de residencia,

a los centros poblados que habitan y s. los cultivos': - la

técnica del barbecho, .sus modalidades según los pisos eco

lógicos y su correlación inevitable con. las clases de tie

rras de cultivo y con los efectos positivos y negativos

de los agentes naturales; las formas tradicionales de re

ceso a las tierras y a la fuerza de trabajo.de los demás;

las ceremonias ligadas al sembrío de maíz; la elección

de ..varayos, el rito de purificación de la tierra y la con

firmación anual y ..simbólica por la comunidad del usufruc­

to do las parcelas individuales.

En el segundo capítulo me ocupo del 'intercambio.de produc

tos entre campesinos procedentes de diversas ecologías co

mo una nuev* manera de legar el ideal del autoabastecimien

to familiar y como forme de acaparamiento de productos


* -y

ana., de acapemaimenío da.productos agrme acuarios , ,£ s d e c ir , c ó ­

m o -los cam pesinos participan a- la m is roa vea er, d e s'e 'sf© ra s,e co ­

nóm icas distintas y -e x clu s iv a s; la e s fe ra de.la .subsistencia. y la

del m erca d o, cada -unacon sistem as de equivalencias y v a lo re s di­

fe re n te «, Me svcupo tam ban de Xa especialissación en la producción

com o alternativa para- participar en la econ om ía ds m ercado, a sp e -

,.c i al ila ció n , qu e no significa, ruptura/total del patrón tradicion al de

seguir combinando lo. tácndóa a g ríco la con.la, ganadera,

XTinolmente., en e l torce-*- ca p ítu lo tra to sobre lo e stra tifica ción s o ­

cial en la s ccm unidadéo: ds. em ergencia, de r e cto re s le cam pesin os

1pudiente s ’1y -' Hilgóciádté s n y la s relacion e .-. de dependencia ín ter-

na entre nB'cr-.ts s e cto re s ;. ;si co n flicto domar de la s comunidades. c o ­

m o c ensecuencia de- una mayor .diferenciación social-y el con flicto •

con bacicnclou; ;la e/icro p iá ció /i de tie rra s y la- org&nisaojón de lo s

campeadnos e s c roporatívas cproanales co m o ,sltprrativas,d ecisiv a s

par?, el de s a r r illo i s la s com u r Via des' carnee s in o s . : -•

L>o. tóenle^ empleada 3i¡ mis trabados ¿e campo, nre Cósicamente la

ot aarvneión participaste, ms dipute lo constante confrontación ■xa-

la que los inforrc-.vr.ter dicen c-■o lo -que i.-ao/n,- ,"3ntrevistó a co­

m unero e vimos.y jóvenes, ?;-.nnis.lbst.03 ../ '’leid." r ", hablantes <yiechuac

y ayrrvar ^coioí^osh. e x -co l:: m e s t i a o s n e g o c i a n t e s n, :,hn-


celulados, e t c . Usé el -documente' bu rocrático de la visita, de Iñigo

Ortiss de Súníga a Huánuco en lSé.Z y lo s datos e sta d ístico s conté«

nidos en lo s "patrones de comunes-na" er; poder de lo..« "comunida­

des de indígenas " o síudiacúas« ■

M is trabajos de cam po lo s re a licé -sn co la b ora ción con diferentes

p r o y e c to «; "L a 'Vida Provinciana; In ca ica " dirigido ñor el Dr.Jolm

V e M urro i 1964-1966) con quien invesfcig-imos p or m ás -de do:* a~

ños lo s cu ltu róles y c o o iv - econ óm icos de la sociedad andi­

na ddn late vite c ¡m l^n c nmun ideóle e- c '->;tóernú;)ráncu£: del extrem o

sur íel alto M aranón y ¿ e l alto feunllasra; do2 Instituto Indigerdefe.

Peruano {1 Qfe--«.'. 367) sn un proyecto do dar -a-re.II; c-omuhai,; den­

tro de la o - r, o de /roción Goujuntá del Callo jín de H uellas; fin a l-

liientc, 'i d -I»-átituto Cmithr-ornar;o de Ií?aobinptcnu s lwo pama de un.

proyecto -le ./feqümdegfa án.diíic., dirigido por el Gr. OlH ferd L vana

y la .Ora, 3stty J-. Mea gara, quo me p-ürrodtió r.clix c :r m ió osrcud¡.an-

íe c r .1/•;.* c miera d o fes le?. ■Centro del. Vnfo. Je-- uGa loo p.ardedor: va-

cacicíieledi le ,.97 0 y IV'H » ó., ta la s slfes m i ••m ir: ndo agrado o i­

m iento per haberm e brindado la oportunidad do lle v a r a cabo, mfe

mvo3'¡:ipa.oiono3 antropológico.o en diferentes áioat; .orí nato, y •?>oo -

ner rc3Uita.:'ios tanto io,r-.t.io" < ccan, arácticao ..■G . leo .;uai; reciu ras

cr . . 10' y ->..a r . o;.o ¿-‘.ace... ,o oj a aao _•‘ levo a.j r. eun. a-ia": o \■■■

bierto para iu !;ur-.n; feno Ha-mcir:.-- ; . „ %


GAPIXULO X

CONTINUIDAD D S L IDEAL DEL


USO V E R T IC A L DE LAS. ECOLOGIAS

L os dive y so 3 piaos, ecoróg ico s

Debido .a. que lo s .Andes se'elev a n abruptamente desde el lito ra l del

''P a cífico 1hasta alcanzar- alturas que pasan lo s 6» 000 m etros sobre

el nivel del m ar, para luego descen d er en el extrem o oriental fo r -

mandoT-a extensa planicie del A m azonas, rla g e o g ra f la del Perú, '

presenta una con fig u ra ción -p ecu lia r; una faja, d esértica en la C o s ­

ta del P a c ífico , .otra faja b o sco sa .y húmeda en el oriente y una c a ­

dena m ontañosa». entre si lito ra l y la selva tro p ica l, con un clim a

h d stü 'y rígido,: con nevadas y heladas abundantes, din em bargo,

eñ estás- 'regá'one.s se des.arrollaron la s tnás altas civ iliz a c io n e s del

continente :ame rúcano.-


-
Pulgar Vidal, a quienes co n sid e ra m o s com o lo s p r e c u r s o r e s de lo s .

estudios e c o ló g ic o s en el área andino* Nos in teresa las co n clu sio *

nes de ambos autores con respecto a la articu lación v ertica l de la s

d iv ersa s lajas e c o ló g ic a s de los Andes Peruanos,

Según C ari T r o ll (1958* pp, 5-48}* lo s grupos humanos que habita-


' ’ •. ^ *r ’* p. . ..
ron lo s Andes alcanzaron un alto nivel de dé sai* ro llo oh contraste

de lo s que habitaron las llanuras y las eleva cion es m odo radas del

oriente, que no superaron el nivel de lo s pueblos p r im itiv o s * Am­

bas region es constitu yeron c ir c u lo s cultural es diferentes. Dentro

del c ir c u lo cultural andino, T ro ll distingue, a su véa dos 1‘provin­

cia s c u ltu ra le s" que coin cid en con. lo s espacios 'vitales naturales a

lo s que denomina Andes de páram o o Andes ecuatoriales, y Andes

de puna, -Dos Andes-de páram o.' se. extiende n al norte de A oja (13cu a

d or y C olom bia) y los' A ndes‘ de puna al sur de C ajam are a (P e r ú ),

incluyendo los Andes b oliv ia n ossV* A.rnbas. "p rovin cia s cu ltu ra le s"

poseen una arquitectura v e rtica l de paisaje completamente diferen ­

te en su clim a , vegetación , con figu ración del terren o y en sus p o s i­

bilidades de em pleo económ ico-, Un la región ecu atorial la s e s t r i­

baciones andinas e'státv.rodeadas de bosques húmedos en todos sus

lados y las" alturas están corona-das por p á ra m os, Da zona de pá­

ram o está- d esp rovista de cu ltivos y de población» se ubica a los


17

3» 200 m . cqb.re el nivel d e l’m a r. En cam bio en Perú y Solivia!» el

oriente está cubierto p o r bosques .húmedos pero en el occidente prer

dominan lo s d esiertos j. la lin ea lím it e ,de la s tile y e s . perpetuas' sube

por encim a de lo s 5, 000 m . y,el lim ite da Xa agricultura.,.' a m ás de

■-*> 00C m , sobre el nivel del m a r . De tal m anera que el lím ite de la

población, human! con residan pía oormaneide puede ascender en la pu­

na, hasta ios. 5 , C00 rm Más al so r. en Chile y ai noroeste de. A rgen­

tina, el escplírmamiento de lpa paisajes, c ^ n b ia totalmente. T.rcll

Pea omina. a‘ e s vas regio nes puna d esértica y .vana, salada, .-an la s que

vieneicndeií c-vasi-..aranlom.esV’ia-los 4c ¿o agricultu ra y de. la.

p o b la c ió n p e r m a n a n te * ; .............. r

Ara e c o lo g ía de lo s .ondes do, puna se c a r a c te r iz a por el. asom bro so

d e s a rro llo lo la agricultura de. riega a rtificia l, con stru cción de te­

rra za s, ...sistemas de abonam iento y sobre todo p e r la tóenle a .úésa-

t roalp.da ppor 1o s-,indios en la co n se rv a ció n de papa en formal de chu­

ño, lo cual es■posible en las punas, o sea, en clim a s que o scila n

aaavxamei^e entre el calor' y las h elada s. E stas actividad©s sé de­

sa rrolla ron parale!aumente al pastore::, de llam as, animales de c a r ­

ga. que adem ás proporcionen, su ca rn e, lana y i a. tapia c com b u sti­

ble que al igupl que el chuño ..tiene .una distribu ción que s e 'in s c r ib e

ucrtro de lo s lím ites cíe la puna* . Com o diría. I r o llí ,?X.as llam as

Y alone as son en sentido b io ló g ico , m e m o r o s del biou po puna v en


18

el sentido g e o g rá fico -cu ltu ra l, form a s típicas de la e sfe ra cultu­

ral peruana15 { ib id, p.?<9) . Da Harria no sólo le s fa cilitó el in ter-

carabio v e rtica l de productos de puna con lo s de tie r ra oaliente, si­

no constituyó la base p rim ord ia l en la s conquistas m ilita re s dé l o s

Incas, en el tran sporte de lo s tributos y sim bolizó la riqueza, p r e s ­

tigio y pod erío de la s n oblezas regionales y estatales»

ILI p r o fe s o r J a v ier P ulgar "Vidal em pezó cuestionando lo s c r ite r io s

de co sta y s ie r ra que lo s españ oles u sa ron para designar con el

nom bre de co sta a la s t ie r r a s planas y ondulantes lim ítr o fe s del Cr­

eé ano P a c ífic o , y s ie r r a al te r r ito r io m ontañoso. T a les c r ite r io s

se siguen repitiendo en lo s textos de geografía del P erú para estu­

diantes de todos lo s niveles» Sin em bargo, lo s habitantes m ás le ­

trados del país, cuando tratan de d e s c r ib ir el paisaje de lo s d iv e r­

sos pa ra jes de donde provienen, distinguen claram ente va ria s sub­

region es i las profundas quebradas, las altas y bajas punas, la s

heladas c o r d ille r a s y la s tie r ra s del tem ple, cada una con c lim a y

vegetación d iv ersos» P or e s o , el D r, P ulgar Vidal em prendió la

dura tarea de r e c o r r e r el te r r ito r io nacional para in vestigar el sa­

ber g eo g rá fico indígena. Desde hace m ás de 2,5 años el resultado

de sus in vestiga cion es, s i bien no ha sido profundizado o continuado

c o r otros estu d iosos, sigue constituyendo el punto de partida para

lo s estudios e co ló g ico s en lo s A ndes, S i D r. m ig a r Vidal enepn-


tró ocha regiones naturales a la s que de scrib e de la si gui ente m a­

ñ era; . nGha3a,.a las tie rra s Que lindan cnn el rnar 'en eï la d o 'b c ç i-

cent al del declive andino ; Yunga, . a la s tie r r a s de clima, cá lid o de

lo s v a lles y quebradas que trepan el Ande inmediatamente d esp u és'’

de la chala y a lo s va lles y quebradas de igual clim a que se 'extien­

den en el d eclive oriental andino;-' Q uechua, a la s tie rra s tem pla-,

■das'que se extienden en am bos d e c liv e s ; Suni, a la s tie r r a s fr ía s ;

Puna, a lo s altiplanos muy fr ío s ; Jadka, a la s cu m b res nevadas

o region es blancas del país; R upa-rupa ,a la s selva s altas u b ica -

das en el d ecliye oriente! de lo s Andes,, y la inm ensa liaría r a 's e l v á -

t.ica denominada Qmagua n (19-1-6., pp-,8 -9 }.. t o s datos p r o p o r c io -

nados por el ü x . P ulgar '/id a l contienen tas c a r a c te r ís tic a s fís i-

c a s , flo ra y fauna propias de cada una de la s ocho regiones*

-Partiendo de- los"tra b a jos d e 'C a ri T r o li, Javier P ulgar Vidal, Luis

jíi . Vale i re el y otro s, y en base a lo s datos contenidos en lo s Jocu -


1
m entós de Chucuito y de Huánuco el D-r, John V , M urra trata de

probar el intento de pequeños grupos étnicos enclavados en lo s An-

E ntrevistas p ro to co la re s realisadas en 1567 por Ga-rci Diez


de-San M iguel en Chucuito y en 1562 p or Iñigo Ortia de Zdfíiga
en Huánuco» - J
des d e-con trola r tantos m ic r o clim a s com o sea posibles "E l r e i­

no de Lupaca e ra un arch ip iélago que incluía más allá de Chucui-

fco una serie de o a s is sem b ra dos de maíz- y algodón,, a lo la rg o de

la co sta del P a c ífic o desde Arica por lo menos hasta„M oqueguav

E os v ecin os del reino de Pahaje tenían o a sis en la misma áreá, a~

parentemente interdigitado con lo s de L upaca1* (1968, p. 123} . En

e sta .form a el p rofesor. Ivíurra enfatiza que ’ ‘lo s aym ara vieron las

lejanas costa s del P a c ífic o o la s tie r ra s tropicalas.de la selva c o ­

mo parte de .su u n iverso normal" { ibid, -p, 12 5) sin e s fo r z a r s e •'

por dom inar lo s e sp a cio s y etufas interm edias {M arra, 196?, p.

384). En la zona de Huánuco encontró otras evidencias para e s - '

ta misma época. Los Chnpacho , de m enor im portancia p cb la cio -

na.l que lo s Lupaga, tuvieron su asiento entre lo s va lles de Huánu­

c o . Ambo y Pana o, región denominada Kishwa o kichwa » E llos

com partían juntamente con otro s grupos étinic s algunos pastizales

y das salin eras de Y anacech i, ubicados, en la s punas de lo s .T a r o .

‘A si m ism o com partían con lo s Y aro y con otros grupos étnicos de

lo s c o c a le s de la s tierra s calientes de Chine bao , E l con trol de es

tos r e c u r s o s lo realizaban a tra vés de colon os {fam ilias pastores,

salin eros y coq u era s) asentados en forma, perm anente en dichas

region es (Mu^ra, 1.967, pp„ 334-386). L os Lupaqa no tenían una

econ om ía puramente pastoril., lo s Chu pacho y Los. Chine bao tampo*

c o tenían una econ om ía puramente a g ríco la . T odos e llo s raante-


nían s u s 'd é rèch os ta n to'à 'las. tíeíra^si.agrfcolas, a lo s pastizales

corno a 'otros-recu rsos. -Cada pequé ño reino mantenía.una ec ono-

m fa auíáfquica y '"v ertica l ?•'*■■■' En oiv%p palabras, dada la im p o r ­

tancia de la econ om ia de subsistencia un grupo étnico, o , una c o ­

munidad lo c a l podía tener su base de residencia-en la yunga o,en

la kíchwá o en-la ialfca, pèró/- a través- de su organ ización p o liti-

c'a y econ óm ica , cada uno e r a capaz de explotar diferentes nichos

e c o ló g ic o s én áreas donde, otros grupo-s étn icos o com unidades te ­

nían su b a se'd e residen cia, . . .

La h ip ótesis sobre el "con tro l "v e rtica l", sugerida por el D r. Mu­

rra , preiáuponé -la-ausencia-del comercio en el inferior de cada et­

nia, ya que ca'da grupo- étnico trataba de.-alcanzar el au toabasteci-

m iento -{'mediante las' relaciones..de re cip ro cid a d .y de red istribu ­

c ió n }, controlando un.-máximo de p isos e c o ló g ic o s . 'En todo, ca­

só; e l trueque de productos o c u r r ía entre etnias d iferen tes, co n s­

tituyendo, por e llo , un m ercado p e r ifé r ic o , En un seminario de­

sarrollado en el M useo de A rqueología de San M a rco s, en enero de

1972', I a I3ra. M aría R ostw orow ski-M zo -una pregunta muy in teresan­

te ; "¿T eniendo en cuenta la autosu ficiencia en cornada de lo s c o s t e ­

ñas, los via jes cíe cabotaje en el.dito ral y la .e s pe ciad is a c ió ti de la

'población del reino de Chincha co m o la b ra d o re s, p esca d o re s y m er­

ca d e re s , s e ría inte re o ante ...saber si este grupo étnico p a rticip ó del


"con trol v e r t ic a l" . En su últim o trabajo el E?r/ M urra (1972) de­

s a r ro lla cin co c a s o s de " c o n tr o l.v e r t ic a lu» desde lo s puntos de

vista,de lo s .grupos étn icos que;habitaron lá -s ie r r a ; da cd éta y la

selva. '

'i
gin entrar a .debatir sobre la ■ope rancia o no dé lo s cinco, c a s o s ,

la h ipótesis es m.uy sugestiva para el estu dio'de la agricu ltu ra 'de

subsisten cia fa m ilia r entre los. cam pesin os de las córruinidades

contem poráneas,; es d e c ir , desde el punto d e'vista de;lo s cam pe­

sinos s e rra n o s . E s verdad que durante xa C olonia lo s ay mar as

p erd ieron el co n tro l de sus arch ip iéla gos én la co sta y en la s e l- .

va ; lo s chupacho igualm ente-.perdieron sus pa.3tiaale's,- stís C oca- ,

le s y el derech o que. tenían-al abastecim iento de sal en la s sal i- .

ñas de Y a u a c a c h l,. P e r o , en region es donde lo s -d iv e r s o s pisos ;

e c o ló g ic o s están a muy .corta distancia de lo s núcle-os de poblacid*-

nes "indígenas-",.. el j ’ideal .andino del con trol v e r tic a l" aún con ti­

núa, ' ./ ' '

Es d e c ir , el v ie jo m odelo cultural, puede serv irn os' para estudios

a m ás l^ rgo plazos cuánto queda de lo tra dicion al, '■qué''nuevos con

tenidos tienen, -los patrones culturales andinos, cóm o la ecbnorhía

tradicion al se a rticu la .a la -econ om ía c a p ita lis ta / En el presente

capítulo -t,rataré da resp on d er a preguntas m ás 'cdhfcretasi/l¿E óm .o/


23

lo s cam p esin os perciben su medio am biente? ¿Oué c r ite r io s usan

para aprovech ar m e jó r s u s 'r e c u r s o s ? ¿Qué reglas culturales si­

guen rigiendo, el acceso a la tie r r a y a la p rodu cción ? Su otras

palabras cómo.el orden so cia l { económico, p olítico y re lig io s o )

está'siendo condicionado por-el'orden natural.

Durante m is trabajos de campo en las com unidades ubicadas en

la.s c a b e c e r a s de lo o sistem as fluviales del Marañón y del Hualla-

ga ob serv é que e l concepto s ie r r a encubre una gran variedad e c o ­

ló g ic a interna» l o s campe sinos de ésta región usan lo s co n ce p -


1
tos, en 'quechua de yunka, ke c hova y;jaiba , para r e fe r ir s e a lo s

v a lles de la c e ja de selva (monfcafía)-,-' a la s quebradas y vallas in­

terandinos y a .lo s altiplanos re spectivamento . La-clave ele t a l "

distin ción e c o ló g ic a está contenida en la agricultura, que sigue -

siendo la actividad básica-:de lá econ om ía de subsisten cia de lo s

cam pesinos de la región., .■■■■■;' - ' :

I«a gran mayoría, ele estascomunida.des com prenden dentro 'de' sus

lím ites territoria l© s-la zona jalka y la zona le ctiv a - . í a p rim e -

ra -es lá zona -frígida y' ladlti-rha Xa región tem plada. Entre am -

fíegdn la cla sifica ció n - del Q r. _P ulgar Vidal c o r re sponde rían


a la s region es yunga, quechua y suni respectivám enté'."......
24

b a s f no hay lim itas rígidamente determ inados, parecen, s e r más...

bien e lá s tic o s , por lo que pueden co n sid e ra rse com o zonas sim ­

b ió tica s, apareadas, una encima, de la otra , P ara v e r én deta­

lle tai ela sticid ad y s im b io sis voy a usar el m aterial etn ográfico

que r e c o g í en las com unidades de C auri y en. la quebrada de Chau-


1
pxw&ranga"\

■La com unidad de C auri está situada en la m argen derech a del


.- " ' . .. .■ • . Vi ■
río L a u ricoch a a lo s 3, 700 y 4, 500 m , 3..n ,m , Su te r r ito r io

com prende lo s exten sos altiplanos cu biertos de pastos naturales


" d-SV ; ' ' ■ '
que se extienden hasta las in m ediaciones 'de l a laguna le Laa.ricp-

cb.a. L os ¿Taurinos viven en sus 1;e3ta.ncíasn o canchas dedicados

al pastoreo -de vacunos, la n a res, equinos y p orcin os y al cultivo

de tu b é rcu lo s , ' C auri está en la cuenca del Marañón (ver cro q u is)

pero sus rela cion es humanas están dirigidas ai valle deíH ü a lla ga,

Según la d escripción de la zona que hizo Iñigo O rtiz de Zúñiga en

l 5bZí Cauri y T-lati fus ron lo s últim os pueblos Tacha hacia el n o r­

oeste de su te r r ito r io que-incluía v a rio s pueblos del Hualiaga y de

la quebrada, de Chanpiv;aranga, P a re ce que lo s Y acha se mantu-

w;

V er,' C ésa r F on seca , 1936.


vieron en continuas riñas y rivalidades con lo s W am ali, cuyo te­

r r ito r io em pieza en Xa zona donde hoy se ubica el pueblo de Je»


i 1 - ■ . A ■'
sús.

Entre o tr o s -r e c u r s o s , de acuerdo a m is in form an tes y a lo s da- "

tos contenidos en los archivos de labom ünidad, lo s caurin os te -'

hían ch a cra s de m aíz a u n día y inedia de cam ino, en la m argen

izqu ierda del río Ohaupiwaranaga, entre la s com unidades de■'Pi­

li ao y Michivilca, De este m odo, lo s cau riñ os que tienen su

base de resid en cia en la' jalka y cuya dieta está basada en tubér­

cu los, se abastecían de m aíz y de otros productos de la kechwa

(sem ejante al c a s o I descrito por el D r .M u r r a ), En 1819 toda­

vía seguían controlando sus tie rra s de m a íz . Según e llo s , en

lo s p rim e ro s anos del presente siglo, la s perd ieron definitiva­

mente cuando el G obiern o Central decidió c r e a r la nueva provin­

cia Daniel A C e rrió n (departam ento de P asco}' sobre la base de

la población de Cbaupiwarahga y la nueva provin cia de Dos de

Mayo (Depto, de Huánueo}, en el extrem o sur del alto Marañón,

de la cual la com unidad de C au ri es el distrito fr o n te r iz o .

Según e l D r. Varalla.nos ( 1959} es una redu cción de v a rios


' ayllus í© lo s IVamad i » V éase tam bién V ara C ad illo, 1942
- I t f -

CROQU È8 _ D £ Là C|UE8 » â p  DE

(®)ffëc©pil$dà p o r R obert' Dtclr Biro e o a ì®a^ dteíicii* del


In stitu ía C5®ogr¿íico HEîtor de! E rro,
21

N o l l e g a m o s a e s c u c h a r a l o s in fo r m a n t e s d e c i r " s o y de Y a c h a " ;
*
no e x i s t e h o y u n a id e n t i f i c a c i ó n en e s t e s e n tid o * D i c e n l*soy c a u -

r I ñ o 1r o " s o y de 1 a p ro v in c ia d e D o s de M ay 6 n . P e r e é x i a te u n

. b a r r i o " T a c h a s " , c u y o s p o b l a d o r e s é t sé' id e n t i f i c a n c o m o in t e ­

g r a n t e s dé l a " p a r c i a l i d a d ’ 1 o " p a r t i d o " d e 'f a c h a s " * . D o s n a tu ­

r a l e s de T á n g o r , P artear, y Y a c a n { p u e b l o s T a c h a v i s i t a d o s p o d .

O v iiz ) n o s a b e d s i a lg u n a v o s e x i s t i ó t a l d e n o m i n a c i ó n ; :.e n c a m ­

b i o - y e id e n t ific a n , c o n ju n t a m e n t e c o n o t r o s p u e b lo s d e l a q u e b r a ­

d a c o n l a g e n e r a liz a c ió n * " s o y de l a q u e b r a d a d e C h a u p .iv /a r a n g a ",

c o m o ; d e e i f h o y d e l V a lle d e l M a n ta r o o d :e l C a l l e jó n d e H u a i i a s .

Sin em bargo», encontrarnos “ana.-especial atracción de lo s c a u r i-

no 3 pbr uh;conjunto de pue bl o s ( T ángor, P au car, Yac an» Chau-

p im a r c á ,' MichiviJccV P ille o y Y anacocha) alineados de norte a

.sur én..l;á m argen izqu ierda del río Chaupiranaga; en contraste a

la ca s i total ausencia da relacion es entre Cauri, con el resto de

pueblos del M arafíón, de le s cuales lo s inform antes tenían una

referencia vaga sobre sus u b ica cion es ve seráficas*

1
La. quebrada de Chaupiwaranga se u bica a in m ediacion es del Á l-

1 E í i m o l ó g i c á m e n te s i g n i f i c a r e g i ó n h a b it a d a p o r l a s m i l u b i-
28

tipian© C entral y es una de la s ca b e ce ra s, del s is te r n a flu v ia ld a l.:

río' H ualisga. E s estrecha,.- em pinada y profandameirtS: cortada* ,

Tiene una longitud aproxim ada de och o'legu as desde la com unidad

de Chínche (3 ,8 0 0 m . } hasta P areoy (2, 342 m , )., El rib 'q u e daba-

tra viesa lle v a el m ism o nom bre y se une a o tro s dos río s én,.Pax*

coy , en. una e s tr e c h a garganta, a partir de la cual el valle, del

Huallaga se abre formando una extensa planicie de depósito alu- .

vial, donde se,ubican la s ciudades de Ambo y Haánuco. X a que­

brada de Chaupiwaranga es a su vez, cortada por un. abanico de

pequeños cañones flu via les que descienden desde lo s altiplanos '

circu n da n tes, E l conjunto tom a la form a de un enorm e bolsón,. .

En este bolsón saturado da. te rra z a s a r tific ia le s , viven m iles de

fam ilias agrupadas en 2 0 pequeños cen tros poblados dispuestos

a ambas bandas, c a s i a m itad de la s faldas de los. c e r r o s , si-,... .

guien do lín e a s ca r alelas al r e c o r r id o del r ío , La densidad de la

población y la agricultu ra de. te rra za s que c a r a c te r iz a a. la qué­

d a le s dom éstica s del ce n tro . Según m is informantes el


nom bre corresp on d e al río y por extensión la quebrada,
llev a la m ism a denom inación. E sta afirm ación se basa ■
en el hecho de que el río r e c o r r e la quebrada dividiéndo- -
la en dos mitades.. No sabem os todavía si en épocas pre­
colom bin as la quebrada estuvo habitada por las m il fam i­
lia s dom éstica s sugeridas por su n o m b re .
29

m
a brada o fr e c e un. panoram a que. con tra sta enorm em ente con lo s ex--,

ten sos a ltip la n os'v ecin os.

La c a s i totalidad de la s t ie r r a s d e 'cu ltiv o en. Cháupiw%raag g, se'-ubi-.

can. ^'»JÍas.-íál-daé'Jde l o ? c e r r o s;,: sin' .aguas, de regadío, deístielo.s, po-

bre'^^^cuyai-è.xplotaçîôn s 61o es posible mediantp la-r.otacíón d e 'c u l-

tivos;’corv.,larg0 B áño.s de-desc an s o , Í Las rciejores tïe:r ras en la s m á r­

g e n e s 'del- i‘ i'6 eon muy pocas , -Gen e l aumento de la 'p ob l ación y la

continua p a rcela ción de la s tie r ra s en Herencia bilateral, y su 'a ca ­

param iento'por un pequeño grupo, la e s c a s e z es'atín m ayor. Cada

com unidad tiene sus te r r ito r io s re co n o cid o s oficialm en te por el G o­

biern o C entral, identifie ables fácilm ente por la s c a r a c te r ís tic a s te ­

r r ito r ia le s , co m o riach u elos, c e r r o s , r o ca s , e t c . Cada fam ilia

tiene parcelas ubicadas a diferen tes altitudes dentro de lo s lím ite s

de su propia com unidad.- Tal d isp ersión de la s fie r r a s familiares..,

representa un se rio problem a para lo s e je cu to re s de lo s program as

de d e s a rro llo comuna]., fenómeno pecu liar en lo s Andes, que v e r e ­

m os m ás adelante, .

L os caúrinoa denominan kbébV'a ■o Quebrada a la región ocupada, pol­

* las-veinte com unidadesiydreconocen a. sus habitantes..como kechwa-


»9
mnakuná1'ó kébrada-i'uns.'huna. ■( hom bres--de'1 'á'l^ec'fc.a -o- l e l a ‘que­

brada), o chacra-runakuna, para, enfatizar la d ed icación c a s i e x clu -


siva de estos hom bres a l a s tareas a g r íc o la s , Sn cam bio lo s ch.au-

piwaránguinos denominan a lo s c a u r in o s .jalha.-runakuna o.áiwgtyo'j--

kuna (h om bres de la jalka o "c r ia n d e r o s M) , pará;-re'3altarda -atetivi-


_•j■ .•
dad ganadera que lo s ca ra cte riz a » A m bos, cau rin ós y chaúpiw aran-

guiños, denominan jatm i-kechw a ( kechwa grande}- al valle del Hua-


i : 'y';;:''
llzga. y taj-sha o íchlk-keclvwa ( kechwa mediaxia o pequeña) a, la

quebrada de Chaupiy/aranga. . E stas categorías, están 'relacionadas:'-

con la m a yor o m enor abundancia do m aíz .en dichas re g io n e s . De •

la m ism a m anera, lo s altiplanos, próxim os a las c o r d ille r a s ,•son ■

c o n o cid o s com o jatu n -jalk a o puna propiam ente dicha, región don - .

de abundan lo s pastos naturales»

Las ye inte com unidades se ubican a ambas bandas de la, quebrada, "

en una gradiente que va desde la jatun-kechw a hasta la ¿ atún-jalka„

Las que están m ás próxim as a la jatun-kechw a tienen un clim a m ás

cá lid o { com unidad de T angor, a.inm ediaciones -de -Pa'rcoy) »"cu yos I

I Según la c la s ific a c ió n del D r. ‘Pulgar Vidal el valle del Hualla­


t a está en la región Yunga,,- Cuando lo s cam pesinos emplean
lo s ad jetivos jatun o ichik se .están refirien d o a la presen cia -
de m a y ores o m en ores c a r a c te r ís tic a s de una re g ió n . La ja - -
tu n -k echwa e s también la ich ik-yunga'. Para, io s chaupiwáratr-
guinos í a Tátún yunga es laTseiva de Chinchao , o sea lo s anti­
guos c o c a le s con trola d os por los grapom ^tnicos p re -e u ro p e o s
que habitaron Huánuco, d e s crito s por Iñigo Grtiz de Zúñiga en
1562, .
31

% r e c u r s o s son m ayores y m ás p r o p icio s para e l cu ltivo de m aíz, le -


-ah
- gursibres? zapallo y. algunos a rboies irutale-s; ■rnientras-.íjue.las c o —

m u n idaies óue se ubican éh zonas m ás próxim as a l a ddtún - jalk'á

tienen un c lim a m enos tem plado {com unidad de Chínche) y sus t ie ­

rra s son m ás p rop icia s para el cu ltivo de papas* C a la comunidad

trata en lo posible de m antener su a c c e s o d irecto a la s tie r ra s de

m aíz „

P o r está, Cada com unidad tiene su kechwa y su jalka „ E l conjun­

t o ‘'de- p a rcela s que se extienden p o r debajo de lo s ce n tro s poblados

h a s ta 'la s 1o r illa s -leí río es la zona kechw aj la s p a rcela s que se" e x ­

*. tienden por encim a de lo s ce n tro s poblados (in clu s iv e la s estancias


Ir-
hasta lo s lím ite s con la s com unidades vecin as de lo s altiplanos son

la jalka (ver lám ina N ° 2 ) . ... ..

Kechwa' es la regidn ca lu ro sa . "1 SXlclj 4fsvy;'le las roelas están

m enos sxpue atas a la s h elad a s;' jalka o s l a región fríg id a , donde

la s p a rcela s están m ás expuestas a la s h elad a s, L os cu ltivos pro

.Dios d a la kechwa-- ( m aíz, ca l abaz a, trig o , e tc«) se denomina kech

w a-m iku yj y l o s cu ltiv os-p ro p io s de la jalka {.tu b é rcu lo s), jalknr

mikuy «

Si exam inam os con m ás cuidado la s p a rce la s ae la kechwa y de la


L A F ECHW A Y L A JA L K A

H e g iones y s u b -r e g io nes

{REGIOME S COMUNIDADES ZONAS Y SUB-ZONAS CULTIVOS


| i atún "E stancias*1^ 4 jOOO-5 jOÓÓ
Jan k a-sh iri o papa am arg a
- (5 va ried ades)
i ¿JrlidE. ' A lt illa n o s cu b ie rto s de
i A y a s t . n a tu ra le s.
¡ ¿alba Cauri-M arka E*apiya.- papa o papa e x q u io i-
3, 7 0 0-4 , 500 ta {2 0 v a rie d a d e s) ; adem ás,
1 m „ s , n, m , Kikin-m arca o cen tro oca, ollu cos, mashwa, ce b a -
poblado de Cauri ($ ,0 da y algunas plantas medb- ;
| . ( 3 ,7 0 0 m .s .h .m .). cíñ a le s .
Sub-zona Jglka - Kom un-papa o papa c ornó, ti ;
papa o man ay .le (50 v a ried a d es); adem ás, o - |
\
altara. c a ,’olluc o , m ash w a, ceba da j
i
1 y habas, i
i Jalka
Sub-zona kechw a- ; Chaucha-papa o papa p r i- \
i par-a o man ay de me riza ( 1 0 v a r ie d a d e s ); }
quebrada. adem ás, habas, quino a, tau•j
¡
i ri y cebada. \
Pequefíos hue r to s : c o l, ce - !
Yacan-Marca bolla, p e re jil, culantro, o r o - ;
Y. ik in ~m a r ha o c entr o s?a no, wa katay,. muña, y e r a
i Kechwa 2 , 900-3, 900 pobJ-aJo *ie Y acan buena, y e rb a santa, t o ron- j
m . s, n, m, (3, 667 m ) jil, ruda, m anzanilla, e s c o r ­
zonera, cu rao, e tc. ;
.. i
M i sh ke j - j a r a . {m aíz pu r a
i •Sub-zona cancha) o m aíz de variados ;
) J a lk a -ja ra c o lo r e s ; además trigo o ao |
i i 1 vej a s .
Kech
wa Sub-zona dYansha-jara o m aíz blanco ;
K ech w a -jara (para m ote); adem ás, ir.::- <
í jo l, calabaza y cu rao.
* ""1 "n... 1..■■**—■ ■ i
Fundos y ha­ Cultivos con r ie g o : Maíz
j atún ciendas V alle de tie rra s blanco y m oroch o, fr é jo l,
kechwa 2 ,0 0 0 -2 ,3 0 0 fé rtile s z apall o , árbol e s fruí al a s ¡,
m . a .n .m . caña de azú car, etc .
L----- -— —.— —>
-- ---------- -----------------

C uadro N 0i
33

j alka podem os distinguir que en am bas region es se cultivan d iv er­

sas variedades ele m aíz y de papas respectivam ente,, según su g ra ­

do de resisten cia a las heladas.

A sí, lo s com u n eros de Y acán distinguen en la zona ke chiva dos suh-

zon a s. La sub-zona de la ■k
-’X ech
Ssw w a-ja
■■ »—• >
ctwo *
raw (m a íz de la -n.kechwa)
i» —■*»>wi^ti „
i iw
que
■**

com prende la s p a rcela s ce rca n a s al río donde siem bran la variedad

v/anslia o u m lu s -ja ra ( m aíz am arillo) y el m aíz blanco, am bos de

con sisten cia dura, p r e fe r id o s en la dieta p a ra m ó te , harina, pan y

jo r a (m a teria prim a para la ela boración de la chicha) «, La. otra '

sub«zpna>. denominada j al k a -ja ra ( m aíz de la jalka), com prende

las. p a rcela s que trepan la s faldas-de lo s c e r r o s hasta la s inm edia­

c io n e s del centro poblado, en la s que siembran el m ishkej - jara.

(m a íz d e lic io s o ) , . de variados c o lo r e s , de consistencia más suave

y de sabor exquisito, p referid o en la alim entación para c h o c lo y

cancha. E ste m aíz es tam bién utilizado en la elaboración de la j o ­

ra con el deliberado p ropósito de obtener el m ish kej - a su a o chicha

dulce. En años recientes parte de estas pa rcela s han sido transíor-


' i
m adas en zonas trigu eras .1

1 Una división sim ila r de p isos e c o ló g ic o s encontró L ionel Va­


il ee en la c omunidad de Mane hi r i { Huanc ave 1ic_a) .„ (V e r ,
ile e , 1972)
E l conjunto de p a rcela s destinadas al sem brío de tu bércu los ‘se de no-
; - . ■ ■ . . ' ; ■ i,..d i
m ina manay o r airr;.!"," En otra s region es se-eo-noce com o msiñay ,

laimi-, muyuy, turnay, ratay, e t c , En la zona del manay la s p a r c e -

las estárrcoricentradas e n 's e c to r e s v e r tica le s y continuos lla m a d o s '

" tu r n o s *1 que entran al cu ltivo por -rotación anual, siguiendo la d ir e c -'

cidn dé la s aguas del r io . E l p rim e r afío se cultiva papas, el segun­

do, o t a s , olluc.os, mash-wa y quinó a.'y el t e r c e r año, cebad a'y habas,

L-os cu ltivos en -los dos ú ltim os años dependen 'del grado de fertilid ad

del suelo y de su m a y or.o m enor exp osición a las heladas. G en era l­

mente a p a rtir del t e r c e r año las p a rcela s son dejadas en "d e sca n so "

durante tre s , cinco, seis, sieí e o ma s ano s im o •y+rír^ -j «

" tu r n o s " que tiene cada com unidad»

Algunas com unidades tienen manay de altura o de jalka y mtinay 'de

quebrada o de kecfewa, una en cim a de la otra, y que van rotando pa~

ra íd a m en te. En. lo s "tu rn o s" del m anay de jalka siem bran las va­

riedades vvachuy o ¡sap iya-papa {papa de sabor mray agradable") y las

variedades shiri, resisten tes a las heladas, p re fe rid a s p-.ra la e la ­

boración del chuño. En lo s "tu rn os" del m anay de kecliv/a siembran.

chaucha-papg. (papa p rim e riz a ) y la papa com dn de muchas va ried a-

1 V er O scar Móñsz del E rado, 194-9«


35

des» Las com unidades que no tienen p a n a y de altura y de quebra­

da» separadamente, siem bran la s'v a rie d a d e s jalka, en la s p a rcela s

adyacentes a lo s pastos naturales, y las variedades kechwa en las

p a rcela s cercanas al cen tro poblado.

La división del te r r ito r io de cada com unidad en jalka y keehwa.y el

a c c e s o a cada una de esta s region es resu lta m ás evidente si se tie ­

ne en cuenta la u b icación de la m a rica o centro poblado, dentro del

u n iv erso de la com unidad.

La rru rca se ubica c a s i a mitad de cam ino en tre-el río y lo s altipla­

n os, É s e ! míele o, el. ch a u p iu om bligo de la com unidad, donde v i­

ven v a rios centenares de fam ilias profundamente enrraLsadas y do­

m inadas p or el c ic lo de trabajos, a g r íc o la s . E l te r r ito r io está o r ­

denado en torno a este punto fijo , especialm en te lo s cam inos de he­

rradura que perm ite a sus habitantes un fá cil a c c e s o a la s p a rcela s

de m aíz, tu bércu los y a lo s pastos natu rales. En ia m a rca se '•en­

cuentran" la s tie rra s de la b o r de la keehwa y de la ja lk a , o sea,

la parte de abajo con le. parte de arribe.» F or esto, la marca» tiene

un c lim a que no es "c á lid o " ni " fr íg id o ", sino " c o r d ia l" . Tiene me

je r pano ram a, "el aire es m as puro y no se vive oprim ido com o en

lo s o refundo s c añones „
37

L a s c a s a s e n l;as m a y e n se. s u c e d e n .a. .pt ra s., en . t o r n o a , la p la ça . ,;.


âïfe: :; p r i n c i p a l o c e r e m o n i a l , ; a .i p . l a y g o d e .la. c a l l e .'^ e n tr a i V y .de l a s . c a r ..

î l e s a d y a c e n te .a que c o n tin ú a n ..en l o s c a e m o s de h e r r a d u r a «.. .„.Las

t i e r r a s , que. r o d e a n m n ia d ia ta m a Ê e a l a s . c a s a s , d e n o m in a d a s p o r r a -.,

l e s o g u en çh ao,.. e s t á n r e g a d a s ;p o n l a s a g u a s de l o e m a n a n t ia le s y. .

s o n a b o nad.as[ c o n s ta n te m e n te c o n l o s , d e s e c h o s , de J a ;,y id a h o g a r e ña

y c o n Ip. s .enceré rne'Ot o s d e l o s an jrn a l e s. dp.má S tic o s , & 1 . . s i n o t ip m - v

po q u e .-s o n .ty ab ajad. a o c o n m a y o r e m p e ñ o ., d o g .y a n d o .de e s t e ,m q d p . .

u n sy^elp fe c u n d o .‘d e s t in a d o a, u n a y ^ g e t a ç i à n e s p e c ia l,^ E n e s to s ,

c o r r a l e s c u lt iv a n a lgu n as h o r t a l i z a s ( c o l , . c e b o ila y /...a : v e c e s l e c h u - ,

g a }., ^ c i e r t o s oan-d imc.nto.s (ajo.. ..p ç .r e T i l j- o y ^ Ç .a t a y jv e i .c .y a lg u n a s ,

p la n ta s, m e d i c í n a l e s ( y e r b a m u .c n a,, y e r b a s a n ta , m a n z a n lU a , t o r o n - ,

ji l , etc * ) . J u n to a e s t a plan tas c r e c e a n a v a r i e d a d de p a p a s e m i -

sí^ y ea tt^ c,-d en om iria d a c u r a n , .d o ^ c á s c e .r a .d o b le y. de g.ran darnafío...que

i n a d u r a .p r e m a t u r a m e n t c , s i e n d o p o r e l l o .m u y .a p r e c i a d a . p o r l o s .c a m -

p e s .in p s ’ ,*. ;., .. . ... ......

.. L o s b a r r i o s d e l a m a r e e , de_ Y a c a n . .......... .

j
! S h u sh u m ay a r r ib a i K .u n n ra y a r r i b a j
. - --- ---------------« < * * ''* " * .....
i
i Chus Hume, y a b a ] o i \. Y
• r•r" ir, Y ‘K u n ü r a y , a b a lo ..... "t."‘ ! ' '.J
v' • v " ':’ i c ‘ : Y .’ a:-d:a . ■?{. i......o
I ~— i—

m
i S e n l n C a s t r o P o s o e s t a s t i e r r a s h a b r ía n c o n s t i t u i d o l a " p r í m i -
38

No sabem os todavía con exactitud si la s denom inaciones de lo s ba­

r r io s Shushumay y Kunuray son la s mismas de lo s antiguos ayllus

que fueron redu cid os en el pueblo de Yacan, durante la Colonia* En

todo ca so la d ivisión de la. m a rca en b a rr io s de a rrib a y de abajo

n os hace pensar que tal hecho podría deberse a la continuidad de la

antigua organ ización social p reeu ropea. P or estudios com p arati­

v os dé otra s sociedades prim itivas sabem os que la bipartición de

l o 3 grupos étn icos tenía, s i propósito de regu lar el in tercam bio de

m u jeres entre la s dos m itades estru ctu ráis o . Es decir, la división

de lo s grupos étn icos de Shushumay y Kunuray en dos m itades ha­

b ría tenido un p rop ósito sim ila r, e l cual se habría, llevado .a cabo

m ediante la reg la p r e s cr ita del m atrim onio de p rim os cru za d o s,

Ea term in ología de paren tesco quechua: aylu, m asha y lum suy, ja -

-pa. y jln á n -m a rca , parecen indicar este h ech o, Aylu es traducido

por m is inform antes com o "c a s ta ” » "fa m ilia ", "de la m ism a san­

g r e " o y a w a r-m a y i {p a rien tes consanguíneos por línea paterna) ,

M asha es el m arido de una de la s hijas o herm anas de uno (también

i ííva huerta c a s a r a " en base de las cu ales se habría d e s a r r o ­


llado .la "agricu ltu ra de ande rae r ía " (C a s tr o Pazo,. •1969, p«
5 8 ), ' ................
se dicen herm anos y herm anas lo s hijos e hijas de herm anos) y l u n -

suy e s .la ;m a je r .de uno de lb:'á hefmatio's o h ijo s dé ano { p a rien tes:a-

fines- siempre, pór'línea' paterna). 3~s,pa es traducido éorno^parti-

c u ia r " o •''extrañ oIJ,e-n rela ción &- lo s ' parientes 1consanguíneos y afi­

nes, es dec ir y se -trataría de person a s perten ecien tes a grupos étni­

c o s co n ..denominas lorie s distintas, per lo que no serían co n sid e ra ­

das a q 'é l m atrim onio p r e s c r it o 'y , : en con secu en cia , sin d erech os a

usufructuar la s tier-ias del grupo de p a ren tesco. J ia h -m a rc a o

m a r c a -m a y i, -se traduce corno "lo s del lu g a r11, lo s que’ pertenecen

a una. m arca-pó.fc.nacim iento,' por lo que e je rcita n sus d erech os s o -


j,
b re ñ a s r e cu rs o s de la comunidad o m a rca ,'

AY L'U

Masha.
r " xjumsuy


A unos A /Xz-
V.-’ 'W
sa do 3

1 Según Cunow m a rca es el te r r ito r io ocupado por un ayllu c pa­


chaca, población que .también tom a da denom inación de m arca,
'E sta s unidades s o cia le s no fueron crea d a s por lo s Incas pero
fue ron-ace piada s por e llo s .aun cuando estaban en pugna con
'su.s p ro p ó s ito s . La heterogeneidad de la estructura del suelo
y las diferencias en lo s m étodos de labranza y de cultivo in ipi- :
dió por otro lado que el Im p erio no pudiera dar una reglam en ­
tación uniform e, Cuno® sostiene además que la m u jer no h e­
redaba a su marido y tam poco podía r e g r e s a r a su ayllu ya que
había sido incorporada como propiedad del m arido. { Copia m i-
m eog . Univ. La Católica.} .
■Según n u e s t r a h ip ó t e s is - C hu-shum sy y K u n u ra y h a b r ía n , sicio g r u p o s y

e n d O g á m ic í>g\? :e>. s e a » e ly .in t e r c a m b io d e m u j e r e s se h a b r í a l l e v a d o .

a ca b o en e l in t e r io r de c a d a gru p o é tn ic o ; e l a y llu .d e l a p a r t e da

■a r r i b a - c o n e l . d e la- p a r í a d e .a b a je ., a r e n e m o s a lg u n a s e v i d e n c i a s .-

de. m a t r i m o n i o s d e p r im o s c r u z a d o s ; U no d e - m i s . in f a r m a n t e s a l :

c o m e n t a r s o b r e e l ,!d u e ñ o n i e l a p a r c e l a que a r r e n d a b a d i j o : nV „

O.» e s m i. p r i m o , e s h i jo - d e l h e r m a u o do m i m adaé:, su s e ñ o r a , t a m r

.biépv e s m i p r i m a p o r q u e e s 'h i j á -dol. he rrno.no de m i p a d r e i b a v m a l

m a t r im o n io , n c o o c e n s ú r a l o p o r l o s a d m a s e r a s do T a c a n c o m o lo. d..

p o d r ía s o r e n t r o l o s m e s t i z o s d e Xa r e g i ó n . '.'P e ro t a m b ié n t e n e m o s

e v id e n c ié is de m a t r i m o n i o s e n t r e c o m u n e r o s , de Y a c á n c o n l o s de Ir;,

v e c i n a c o m u n i d a d d e C h a u p im a re a y p u d im o s e n t r e v i s t a r a v a r i a s

m u ja rre s v irria s de C h a u p im a r c a vivi&j&do e::x Y a c á n y a l a s h i ja s d e

é s t a s on C h a u p ir n r u c a y vi.ee ve roo;, ( v i r i l c a l ; , Y o o sve ú l t i m o c a -

gc- l a s m a r c e o de Y a c ó n . y d e C h & u p im a ic a s e c o n s id e r a r í& n c o r n o

.-a r t o s d e o t r a u n id a d en d -g á rm e a ; o seo.» l a m a r c a se i d e n t i f i c a ­

r l a c a m o t e r r i t o r i o o c u p a d o p o r u n a y llu . t a l c " -m o s o s viene Cuno«;?,

d a n u e s t r a M r .d t o s i s so, d e s p r e n d e y a - durante l a r e d u c c i ó n da ny~

X~u-' on puo ae-;, o i es r -upo - V id e o s d i a h ú m a y y T unia. ay h ie r a n r e -

ojucklo-s en ' eí- p u e b l o ’ de T a c ó n .,, . /„ c a b 's h a b r ía ;- c a a -u ic u d io u c g r u -

pn a u co o g á rn ico e n b a c e a i a 'n u e v a o r g a n i z a c i ó n . í n r r i t o r i o d , l a caed

se. m a n ió © s t a r ía e n l a d i v i s i ó n de l a m a r c a o ., m - b a r r í a o y en la
d i v i s i ó n y s u b d iv is ió n d e l a s t i e r r a s Ce l a b o r e n j s l isa y k e c h w a .

S n e s t e sen tid o el. t é r m i n o j a pa- se h izo ex ten siv o a la s . p e r s o n a s


„ " ’ 2 " „ ■ ¿“ ;•
‘ ‘e x t r a ñ a s ! Ty , " p a r t i c u l a r e s " a l a c o m u n id a d a s i c o m o t a m b ié n se

e x ten cü ó l o s t é r m i n o s d e ’ ’c a s t a ” y d e a y in , p a ra r e f e r i r s e a t o d o s

lo s . h o m b r e s.•n.ag;idos en u n b a r r i o , y ta m b ié n e n l a m i s m a c o m u r i -
■" - - v , • ....vi..... /o, . ...y:' .
dad,.: , , l f o r e s t o cuando u a h o m b r e " e x t r a ñ o " { p r o c e d e n t e de o t r a

c o m u n id a d ) s $ c a n a c o n u n a m u je r d e l. l u g a r * s s d e n o m in a d o m a r »

ca -,ip e;sh .a ., aunque e n a l c a s o de l a s m u j e r e s v en id a s de o t r a s c o *

m u n id a á e e n o . e x i are u n o. d e n o m i n a c ió n s i m i l a r , T o do m a r c a -
IU"7.ry.
m a s n a ...siem b ra en -la .» p a r c e l a s b e r e da, da o p o r su. m u j e i , p e ro p u e ­

de n p e d ir ." a l a s a u t o r id a d e s u a m á n a t e c q u e l e a s ig n e a lg u n a p a r c e ­

la " v a c a n t e " d e l m ana y , 1.a c u a l s ó l o e s p o s i b l e d e s p u é s de que e l

s o lic it a n t e h a y a c u m p l i d o su s ob lig& cá on e 8 c o n l a c o m u n i d a d .

E n e l r e v e r t o de l a s txe r o a s " v a c a n t e s " d e l m a n a y l a s a u t o r id a d e s

c o m u n a l e s d iv id a n l a s p e r o e l a s g r a n d e s e n .d o s m it a d e s y c a d a r n i-

>ta-i. a s a sig n a d a , a u n c o m u n e r o . E s t a s m i t a d e s s o n a. su v e z s u b -

l i v iá id a s d u ra n te e l .seg u n d o añ o a g r í c o l a c o n e l fin d e c o m b i n a r

o l- s e m b r í o de t u b é r c u l o s .(o c a s , o llu c o s y in a s h v u ) y g r a n o s (lin o ,

'------------------ ---- ------------- r*— --- '


l . Ce e n tie n d e p o r " p a r t i c u l a r '■ e n r e l a c i ó n a i a c o m u n id a d o. t o ­
da pe r s o na. cu e n o ' t tere d e r e c ho a i n m i s cu-í i 1s e e r.;- i o s a su tito s ■
de. la, c o m u n id a d »
quinos .v tau ri) »• Eo's granos son sem brado s cíe trech o svi ír e c n o ,

siguiendo delgadas lineas por el contorno de la p a resia y en línea

horizon tal de un extrem o apotro pasando por el cen tre de la parce»-

la, lin eas denom inadas cuchumpa y' chaupímpa respectivam ente y

que tienen por objeto p recisar m ejor lo s linderos con la s p a rcela s •

vecin as , y rnaxim izar la explotación del suelo a g ríco la , A s i en

la parte m ás fé r til se siem b re ocas y mashwa y en la m enos £ér- ...

til, o llu c o s . E stas dos mita-des íodávfa pueden s e r gubdivididas ;

en pequeñas " m e lg a s ". -Esto ocu rre cuando s i "dueño" de Xa p a r-,

cel-a da en form a de rach ip ay o paitakuy a sus parientes o am igos

a cam bio de algdn. s e r v ic io r e cib id o .

E l verbo partir es frecuentemente usado por io s com u n eros para in­

dicar una, form a de a cceso a las tie r ra y parece ser la tra d u cción de

rachipay oue sign ifica dividir objetos en. partes iguales. Tam bién

se u sa en fra s e s com o l!e3 partido de arriba." y "el partido de a b a jo "

ca r a r e fe r ir s e a lo s habitantes de' lo s dos b a rrio s de una com unidad,

P a ra la ce re m o n ia de Corphús G hristy ('fiesta' de la com ida"; sl Juez

de P az o chaupis en este c a s o , "p a rte " al Agente M unicipal para sj.

b a rrio de abajo y al Teniente G obern ador p a ra 'e l b a rrio de. arriba ,

cofín de que cada uno cum pla.con sus obligacion es y .asista a la s ce »

rem om ao costead as por lo s va.ra.yos de sus resp ectiv os b a rr io s j

m ien tras que él m ism o, acom pañado de su E scrib a n o, asiste a l a s


invitaciones de ambos b a rr io s y finalmente "da de c o m e r y b e b e r"

a lesyayayo-S,J.másicos,-- .bailarines, y "w a js s " de am bos b a r r io s , ,

en el ie r c e r M fa -d q d a fiesta,. ..-En el á ltim o día de la cerem on ia,

Humada wayikj. (ritopde la herm andad} el Juez de Paz, preside la

com p eten cia de l.os;danzantes y m á g ico s .y de lo s ;,4 'ésafios de pare­

jas ds h om bres de am bos barrios, que van.ingresando a la ,p la za c e -,

rem on ial portando b otellas de aguardientes para brin dar yno al otro

en un acto de confraternidad general,. ■.. . ‘

Una -.división s im ila r de resp on sabilidad es entre las,autoridades; c o ­

m unales se repite en la s fiestas C arn avalescas, . L o s Va rayos del

T,.eniente Gobernador y.d el Agente M unicipal se encargan de co ste a r

los. gasto.spdel."corta m on te" que se lle v a a c'afco.el. "M a rtes C a m a -

val -!1 ( en la plaza prin cipal) ■en represen tación de lo s dos b a rrio s;. .

m ientras que lo.c.R egidores { varayos; del Juez de P az) bailan con ■;

sus cuadrillas, resp ectiv a s, distribuyendo naranjas, galletas y c a r a ­

m elos, entre lo s asistentes de am bos b a r r io s , C om o v e re m o s más

adelante, al tra ta r sobre e l yupanakuy y el ch acra-m an ay, cada ba­

rrio. está representado por un námero igual de c a r g o s , rigu rosam en ­

te jerarqu izad os

E l Juez de P az, ocupa.el cen tro del sistema-. Dentro de su actua­

ción . form a l, lle v a a cabo el'.tinkuy; es d e cir, reesta b lece la ."c o r -.


di alida i " y le "a rm on ìa " entre la s partes litigantes, aunque ésto, no

quiere d e c ir que la adm inistración de la ju sticia esté- sólo en m a­

nos de la s autoridades form a le s, Tinkuy sign ifica también vengan­

za, y esta venganza puede ser tornada contra un e x -J u e s de P slz

por algún com u nero-qu e c r e e haber sido castigado injustamente..

E stos c a s o s .son in terpretados por lo s cam p esin os, con c ie rta .b u r­

la , co m o una re cip ro cid a d negativa. .

Iva división de la m a rca en b a rrio s tiene im portancia en la organi­

zación de la s faenas com unales de arreglo de cam inos de herradu-.-

ra, lim p ia de acequias, constru cción de lo c a le s e s c o la r e s y co m u ­

n ales, apertura de carreteras. cualquier otra obra de bien com ún.

A dem ás qu iero a g re g a r. que esta form a de dividir y subdividir ob je­

tos en partes iguales y sim étrica s se observa también en e l tejido

de mantas de lana denominadas aylu-jaku , -utilizadas co m o abrigos

por la s mujeres......

iva base ló g ic a de esta con cep ción del un iverso parece esta r c o n ­

tenida en el verbo tinkuy que se re fie re con mucha p re cisió n a lo s

elem en tos id e o ló g ico s expresados en el orden social. L os ca m p e si­

nos están constantemente tratando de e sta b le ce r el "e q u ilib rio " y

la "arm o n ía " entre e llo s y el u n iverso que le s rodeo,, entre la fa m i­

lia y la com unidad y entre la s enferm edades y la salud p erson a l. En


45

este últim o ca so lo s cam pesin os cla s ifica n la s yerbas y la s ra fees .

m ed icin a les en "c á lid a s ” y " fr e s c a s " y en " c o r d ia le s " , como, una

ca te g o ría in term edia. E s decir lo s cemeeptos jalka y kech wa al­

tura y quebrada, a rrib a y abajo, cá lid o y fr e s c o son elementos m u­

tuamente ínter de pendiente s en un grado muy alevado. P o r esto to ­

da rnarka debe tener su jalka y, su kechwa, una parte de arriba y o -


m 1,1 jiin a in m n iii m i " ; u iw w w i i «« m» jih iwi» _

tr a de.abajo, por m ás que se encuentren ubicadas a d iversa s altitu­

des: d e/allf la.elasticidad de lo s conceptos* . Esta, ló g ica se re p i­

te en la s normas cu ltu rales que rigen el a cce so a lo s recu rsos, al

calen dario agrícola, la s técnicas a g rop ecu a ria s, el sistem a de c a r ­

gos c iv il-r e lig io s o s y en cualquir otra actividad cultural.que requ ie­

re de una adecuada y calcu lada s e le cció n , ela b ora ción y acabado de

lo s objetos materiales e id ea le s. T odos estos .elementos por estar

bien adaptados unos a otros se mantienen vigentes a pesar de la a-

d op ciá » de nuevos e le m e n to s'cu ltu ra le s.

-La técn ica-d el barbecho


1 n i, in u n T .i- r;u - I — - ■mui I 11II» r -r rrnrn

L os habitantes 'del antiguo P e rá p ra ctica ron Tas' tres' técn ica s prin ­

cipales. da- cultivo;. -■la té cn ica de ro za , en la s regiones, llu viosa s y

-rr "la”
Aunque esto no quiera d e cir que exista un com pleto relata vis.
húmedas de-l'a Haya del Amaábnas, la técn ica del rie g o ’en lo s va­

lle s áridos de la co sta y 1 -a-táenica del-'barbecho en la s zdnae tein -

piadas y fríg id os de lo s 'A n d e s u , A cada región y a cada té cn ica co

r re s p o n d ió u n patrón de pbblamiento diferen te.

Hn la- co sta norte del país se d esa rro lla ro n culturas basadas en el

regadío en. gran e s c a la . 'Según lo s estudios de Paul K osok (1959,;

■pp.4 9 -6 7 } 'los Chímú lo g ra ro n unir c in co va lles v e cin o s (Moíupe¿,

L eche 7 Lambayeque, Zana y Jequeíepeque) en un sistem a tron cal

de can a les de irrig a ció n que tenía' su origen en la c a b e c e r a del va-

lie de Lambayeque. L a .tie r ra irrigada., sólo en e l.v a lle de L a m - '

bayeque, lle g ó a 7 1 ,7 0 0 háe, cantidad que sobrepasa a la s .50,. 000 •

h á s. actualm erie cultivadas en el m ism o valle, - ■'

Las c a r a c te r ís tic a s s o c io -e c o n ó m ic a s ie lo sg ru p o s étnico s que ha

hitaron estos ■’v a lles Kan' sido analizados por v a rio s studio sos bajo

el m odelo' de las “ socied ad es h id rá u lica s 11 prcpue st< por K arl ííitt-

rno. Hay el con sen so general de identificar la- kecbwa a so ­


cián d ola .con lo s cu ltivos de m aíz, calabaza, trig o , numía,.
caiw a, e t c . y la jalka con la. abundancia, de lo s pastos natu­
ra les ^ a s í com o la yunga de lo s ñancros oriéntale! ae lo s
Anc .es co m o la tie r r a de la c o c a , c a fé , ají, ere
fog.©X.il 9.55} ¿ .. L a con stru cció n de enorm es canales de regadío, con

una. ctrail, rea .-de distribución en cin co v a lle s, iíydudablemente requi­

r ió 4 # 1 a,¡particip ge ión, de grandes m is a s humanas, organizadas y

dirigidas, gpr una b u ro cra cia adm inistrativa con un poder despótico

y. ¡fuesrte mente -centralizado» com o sucedió en la s sociedad es orienta­

l e s , „ O tros estudiosos sugieren que esta organ ización fue tomada, y

extendida, por lo s Incas a tpdo el Tahuantinsuyo, por lo que al E sta­

do Inca, s e ría un buen ejem plo, de Estado despótico en el Nuevo Mun­

do. (Angel galerna, 1961,., pp. 2 2 8 -2 2 9 ). ..... ......... ..

P o r encim a del cinturón del sistem a de "m ilp a ” y de lo s va lles de

la costa , entre lo s ?,. OOC y 4 , 000 m,. .sobre, el.nivel del m ar, la a-

g incultura se d e s a rr o lló bajo el sistem a de te r r a z a s . El suelo a-

p r íc e la de la s.fa ld a s ele lo s c e r r o s fue hábilmente con servad o en

and.enqs.construidos con en orm es piedras unidas con gran preci­

sión, .form ando m uros que adn se mantienen intactos de m- do que

e s o s andenes, siguen constituyendo la base prim ord ial para, el s o s ­

tenim iento de una densa, población.

Durante la. C olonia se im puso el u so de h ie r r o y del arado balado

por yunta de bueyes para el barbech o .de lo s terren os de m enor pen­

diente destinados al cultivo le g ra n o s, din em bargo, no se incre­

mentó la cantidad da tie r ra s le cu ltiv o, La agricultura se estancó


43

y p a s ó á s e r u n a a c t i v i d a d .s u b o r d i n a d a a"lar e x p l o t a c i ó n m i n e r a ,

/C o m o s o s t i e n e H e n r i F a v r e , c u a n d o a n a liz a la, e v o l u c i ó n d a l a p r o -

:p ie d a d e n H u a n c a v e lic a s _ " L a s p r i n c i p a l e s h a c ie n d a s , f o r m a d a s ad­

r e d e d o r de u n y a c im ie n t o m e t a l fíe r o .,. o f r e c ía ñ c ontxngente s de. t r a ­

b a j a d o r e s 'a T a s i e n t o m i n e r o . A n t e s qu e u n i d a d e é d e p r o d u c c ió n a -

g r f c o l a e r a n r e s e r v o r í o s d e m ano .de o b r a s i e r v a d e s t in a d a a l a iri-

■'du-etria é x t r a e t í v a " , ( 1967. p. 2 4 0 . ) - S ó lo a fin e s d e l s ig lo X D Í

se d e s a r r o l l a r o n l a s p l a n t a c io n e s e n l o s v a l l e s d e l a c o s t a , p e r o
• ; . 'A.* •"
en l a s i e r r a la. a g r i c u l t u r a co n á n ú a . .marte nien&o" su c a r á s t e r d e au~

te aba. s t e c i m ie n t o f a m i l i a r ,

L o s g r u p o s t r i b a l e s d e i o s v a l l e s d e l .O r i e n t é aún s ig u e n p r a c t i c a n ­

d o e l s i s t e m a d e r o z a o ’ 'm ilp a * ' B a jo e s t e s i s t e m a l a s n u e v a s

c h a c r a s s o n l o g r a d a s c a d a a ñ o c o r t a n d o .y q u e m á n d o l o s m o n t e s p a ­

ra o b te n e r h a sta d o s c o s e c h a s , S n e l S e r» a ñ o a g r í c o l a e l t e r r e ­

n o h a p e r d i d o su fe r t il i d a d y se h a c u b ie r t o -n u e v a m e n t e de m onte

p o r l o que t ie n e que s e r d e ja d o en d e s c a n s o p o r u n p e r í o d o d e v e i n ­

te a ñ o s o m á s . L a c o n t in u id a d de e.sta .fe o n ic a ,'e n tr e l o s c u l t i v a d o ­

r e s t r o p i c ó l e s y l a s c a u s a s de su e st.anc.amie.nto s o c i o c u l t u r a l y e c o ­

n ó m i c o s o n e x p l i c a d a s p o r B e t t y . J , M e g g e r s { 196-0, p p , 7 1 - 3 9 ) a l a

lu z d e l d e t e r m i n i s m o a m b ie n t a l.

E n c a s i t o d a 1?, e x t e n s i ó n de l a s i e r r a p eru a n a l a a g r i c u l t u r a d e p e n -
49

d e de l a s a g u a s d e l l u v i a , d e i g r a d o de in t e n s id a d de l a s h e la d a s

y de o t r o s f a c t o r e s a m b ie n ta le s . Ua,. t é c n ic a , d e l r i e g o e.s ú t il i s a - .

d a g e n e r a l m e n t e c o n e l p r o p ó s it o - >te. r e m o v e r l o s t e r r e n o s _ s e c o s ...,

p a r a s e x n b r a r m a íz y o t y o s g r .a n o p .ccu u n o . O.d o s m e s e s , d e antipir- . .

p a c i ó n a .l a s p r i m e r a s llu v ia s , D e e s t e m o d o se a s e g u r a l a m a ­

d u r e z d e l a s p la n ta s a n tes de l a i n i c i a c i ó n d e l p e r ío d o in te n s iv o .-d e ..; .

h e la d a s e n e l m e s d e m a y o . S ó lo en m u y c o n t a d o s y a l l .e s i n t e r a n ­

d in o s y e n l a s q u e b r a d a s p r o f u n d a s , c o n s u f i c i e n t e a g u a y .t e r r e n o s

n o e x p u e s to s a la s h e la d a s , e l r ie g o e s p e r m a n e n te . En esta s z o ­

n a s l o s c a m p e s in o s o b t ie n e n h a s t a d o s c o s e c h a s ad a ñ o a, ,

P o d e m o s d e c i r q u e en l a s r e g i o n e s t e m p la d a s , p.on r i e g o p e .rm a n e n r

t e o t e m p o r a l , o. d o n d e l a a g r ic u ltu r a , ¡s ó lo s s p o s ib le . ...pon l a s a g u a s

d e l l u v i a , l a t é c n i c a d e l b a r b e c h o .s ig u e sien d o .fu n c io n a l„ .N a ,e s

m i p r o p ó s i t o g e n e r a l i z a r l a s . c o n c l u s i o n e s c e l a .3 ra ./ M e -g g e r s ;

c o m o e lla m i s m a i n d ic a su s c o n c l u s i o n e s s ó l o a o h v á lid a s., p a r a lo s ,

c u lt iv a d o r © s ;t r o p ie.a le s. d e l A m a z o n a s , E s . d e c i r , . .no e s t o y t r a t a n ­

d o d e p r o b a r s i e l m e d i o a m b ie n te d e t e r m i n a l a t é c n i c a ;y. e s ta , l a .

o r g a n i z a c i ó n so c i a l . . E s o o v i o que 1a su b s is te n c í a .pue d e s e r a le an-

z a - l a .p o r l o s d i v e r s o s ^ g r u p o s de d i f e r e n t e s m o d o s,., a u n ,cu a n d o las..,,

r e g i o n e s que o c u p a n t e n g a n c a r a c t e r í s t i c a s s i m i l a r e s . Un g r a p o

é t n i c o pue d e. t e n e r su b a s e d e r e s id e n c ia en e l v a l le o en la m o n ta ­

ñ a , p e r o , ,a tr a v é s .. :le su o r g a n i z a c i ó n p o l í t i c a y, e c o n ó m i c a ,, es...cap

K)° 'iflfijB-fei® o o ^ O
'

50

p a z d e e x p l o t a r d i f e r e n t e s n i c h o s e c o l ó g i c o s en á r e a s d o n d e o t r o s

g r u p o s t ie n e n su b a s e de r e s i d e n c i a . E s t o p u ed e s e r l l e v a d o a

c a b o ta l c o m o l o s C u e c h u a s y A y m a r á s l o h i c i e r o n b a jo e l " i d e a l

d e l u s o v e r t i c a l de l a s e c o l o g í a s " o a t r a v é s de l a s r e l a c i o n e s s i m ­

b i ó t i c a s s o c i o - e c o n ó m i c a s e n t r e g r u p o s de c a s t a s c o n o c u p a c i o n e s

e s p e c i a l i z a d a s c o m o o c u r r e en s i v a l l e de Cwat en e l n o r t e de P a ­

k istá n {F r e d r i k - B a r t h , 1956) i

E l t e r r i t o r i o p eru a n o e s e x tre m a d a m e n te a c c id e n ta d o , c o n g r a n ­

d e s d e c l i v e s a l o l a r g o y a n c h o de l a s c a d e n a s m o n t a ñ o s a s . C o­

m o c o n s e c u e n c i a , ten e m o s u n a gran v a r ie d a d de p a i s a j e s a r t i c u l a ­

d o s v e r t ic a lm e n fe d e s d e l o s c á l i d o s y b u l l i c i o s o s v a l l e s (.2, 0 00 m . )

c o n e x u b e r a n t e v e g e t a c i ó n h a s t a l o s d e s o l a d o s a lt ip la n o s f r í g i d o s

{ 4 , 2 0 0 m , } c u b ie r t o s de p a s to s n a tu r a le s . T a l a r t i c u l a c i ó n d e ..

p a is a je s c o n s titu y e , d e s d e e l punto de v i s t a de l o s c a m p e s i n o s .

( p r o c e d e n t e s d e r e g i o n e s d o n d e e l m a y o r f a c t o r lim ita n te e s e l a -

g u a ), e l m á s e x a c t o in d ic a d o r d e l a r iq u e z a o p o b r e z a de l o s sue~

los, en c o n t r a s t e a l o s v a l l e s t r o p i c a l e s d e l o r ie n te d o n d e . n o . se..a,- .

s o c i a l a a b u n d a n c ia de v e g e t a c i ó n y h u m e d a d c o n l a f e r t i l i d a d d e l

s u e lo .

E n l o s v a l l e s y q u e b r a d a s in te r a n d in o s l o s c u l t i v o s s o n a r t i c u l a d o s

v e r t i c a l m e n t e y eti fo r m a p a r a le la , a l a v e g e t a c i ó n s i l ve s t r e r
oi

£ sp ecies stive etres Cultivos


{ ’I r b o le s y arbustos)

Z ona cálida { 0 0 9 «» 3, 000 m , )

Hivu e r ili a (R io inu s c ommuni s } ■Camote (Ip om ea ba ta ta s)“

C a rriz o { Árundo donas) . Y uca ( Manihot esculenta)

T ara { Càe sal pine a tintoria) . F r ijo l ( P haseolus vu lgaris)

M olle (Cchimus m olle) Lenteja ( Lens cu lin a ris)

Nogal (Junglañs nigra) Chpodi.o. .(.Lupinu s m u t à b ili h)'

Retama (G e n s a jú n cea ) , M aíz { ‘Zearm ^y -6 )'1 *.-•*v -t

T unaarxiar ií 1a (O punti a s p /) .Tuna m ora da :(O punti a' tuhá')

Zona tem pi ad a (3, 000 -.3 . 5G0 m ■,II )

G¿uób (Sàinbucus Peruviana) • .M aíz ( Ze a .may'a) :: V:'•' ''

Captili - cim a rró n (N icandra pjhy- A rv eja s ( Pisum^aadlvdind)7 " i


; ;•salíoide g) -*!
Maguè y .{ Ture ro a e a andina) ' T r ig c ■(. .T r.it ie m c a tiv u m ) .

Geb'á da ( "Ho rdeum vulg are ) ■ _ Cuíno.a ■(Che p o d iiim ».qüdri o a)

Papa (Solarium tu.berosa ) H aba { .^ ie f e febajCG -i

I. H e t o m a d o c o r n o e j e m p l o ,3:61 o a lg u n a s e s p e é i é í l 's i l v e s t r e s
• ..típ icasvd e l o a d a s¡6ns¡ , ' r j E x i s t e n m u c h a s o t r a s ,' que s o n c p -
m une s a l a s t r e s zon a s 4
Zona fríg id a { 3. 500-4, 000 m , ) ■

Ouiswar { Budleya incana} Papa

fd ta m isa (A m b r o s ia peruviana) Qlluc-o (U llucus tuberosa)

Quìnoal ( P olyp lep is ra ce m o sa) Oca ( O xalis tu berosa)

Mashwa.

La a rticu la ción de la vegetación silv e stre y da lo s cu ltivos no sierrí-

pre están en re la ció n a l a altitud. La topografía del suelo juega

un' papel muy im portante. En la gran m ayoría de Xas com unidades

del Centro«N orte del país lo s suelos son de textora muy variada,

üe encuentra su elos fran co--arcillosos-, fr a n c o -a r c illo s o s -a r e n o s o s ,

lim o -a r c illo s o s , ped regosos» e t c , de c o lo r a c ió n también variables":

pa rd u scos, r o jia o -o s c u r o s , ro j iz o -a m a rille n to 3 , p a rd o -o s cu ro s ,

p á rle-a m a rillen tos, de variada profundidad y de diferente reten ti-

vidad de Xa hume dad» . io d o s e sto s fa cto re s, unidos a la con figu ra­

ción de la su p erficie, perm i^.n una gran diversidad de e s p e cie s s il­

v e s tre s y ele plantas e s tiv a d a s , - - - :

E l con ocim ien to que lo s cam pesin os tienen a ce rca de lo s suelos a-

g rfe o ia s es a som b roso» Según ello s la s -tie rr a s de. cu ltivo se divi­

den en dos c la s e s p rin cip a le s; las tie r ra s de la kachwa y de la

jalka» Las p rim era s toman el nom bre g e n é rico de agosh á-allp a
( tie r r a 'arenosa) y se subdividen én des grandes variedades,* yana-

agosha (tierra, arenosa de color oscuro'} y garw ash-agosha' (tierra

arenosa ds color amar d io ) . Iva primera, sé 'encuentra. en. 1.a ;tíase

de lo s valles o "dé las ■quebradas, contiene* abüñdánté;lírno,:,'mántié~

ne la'humedad por más tiempo, es. preferida, para el sembrío'dé'

m aíz, -calabaza, zapallo, .caiv/a, nuáánia, fréjol y'algunos 'árbola'-s

' frutales, .La segunde./ se encueotrá éa la s 'la d e r a s de lo s valles o

quebradas;- es s o c y ■dura para el trabajo,, muy, su p e rficia l, cón~

"tibné- pocaiG-aníidad-'de húmue-por lo que su c o lo r es amar-í-lletito;"

é"& preferida para el cu ltivo del trig o , arveja s y ceb'áda.-’ Entre

am bas clames ‘de- tie r r a s hay muchás o tra s, com o el agué-agbshar

a lig a , considerada dé. calidad regular;- u ch p a-a ü pa de cón oióten -

c ia muy pgzne jante a Ic/caniÉ a y tisne la propiedad de '^quornar11 a

la s plantas .iur ante la s sí. qu:f/s prolongó la s ;: chalí a l i g a .(tjérra,

pedregosa) / e s suelta, muy" so ca , ré'c tííaa ncíabl'e' p ara cualquier 'b u l-

■'divo, requ iero de abundante lluvia' y su ella, •qpn la s sequías prolon -

gadas se rnarehlinu rápianrounte las plantas, .

Las tie r ra s -le cultive; le- la jálka toman la denom inación g e n é rica

de jirká-~alipa u,r frías}'y son poco profundas y .menos fé r tile s ,

por lo que son usadas bajo, el sistem a da ro ta ció n de c u ltiv o s con -va­

rio s años de d esca n so, l-rire la s principal,;o variedades tenem os

la putpa-allpa , { n s r r a hár>ieda.)qufc ce eucacntra en la s pequeíms


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hondonadas donde cre c e n arbustos? e s suelta, m ás o m enos p r o ­

funda, de c o lo r n eg ro, no requiere de mucho abono, y mantiene la

humedad por m ás tiem po; con las fuertes lluvias se hace b a rro :

pero seca fácilmente; con la s intensas heladas o p ro lo n g a d a s'se ­

quías "quem a" la s plantas; es p referid a para si cultivo de tubér­

c u lo s , habas, quinos, y no a s í para cebada o trig o , que requ iere de

te rre n o s menos r ic o s en hum us. La gachpa-allpa (t ie r r a p o b r e },

se encuentra en la s la d era s de lo s c e r r o s , es muy su p erficia l, c a ­

rente de vegetación silv e stre , requ iere de mucho abono; es seca

y dura para el trabajo, pero con lluvias abundantes puede m e jo ra r

la p rod u cción , • Entre am bas variedades hay muchas otras,, con c a ­

r a c te r ís tic a s interm edias. La ago-putpa-allpa mantiene la hume­

dad aun en años con prolongadas sequías, pero con e x ce siv a s llu ­

vias causa la pohradum bra de la s plantas. La raku -allpa (tie rra

a r c illo s a ) es 'lá tig o sa " y es dura para el tra bajo, co n se rv a la hu­

m edad, pero durante la s sequías prolongadas a p r is ió n a la s r a íc e s

de la s plantas lim itando su d e s a r r o llo ; con lluvias e x ce siv a s es

causante de la enferm edad de la "ra n ch a" o podredum bre; en tiem-?

pos normales es recom endable para el cultivo de c e r e a le s . La pu~

ka-allpa (tie rra rojiza o am arillenta) es poco profunda, de c o n s is ­

tencia. dura y poco fé r til, p referid a para el cultivo de trigo y ce b a ­

da.
55

'L ös c r ite r io s que u s a n lo s ca m p esin os en la c la s ific a c ió n dé dás.;tie;~

Jrra s [Óks:.éultivovpáréfeen. c d r r e ’s pon’d er & lo a conceptü-s' de:hutóé'dády.-

■sé quedad. -■ L as;tierra s- húmedas son-su eltas, prM undas y más''fór™ •

tile s , y se encuentran en la s "pam pa s" 0 te rre n o s planos, hondoUa- ”

das o en la s b a ses de la s quebradas-cubiertas de. abundante vegeta.-

c ió n ; mientras que la s tie r r a s seca s tienen c a r a c te r ís tic a s opues­

tas a la s prim eras y se encuentran en la s la d era s o te rre n o s más o

m en os en pendiente y ca ren tes de vegetación s ilv e s tr e . En estas

co n d icio n e s, en años con sequía prolongada hay la posibilidad de ob­

tener c o s e d la s en la s p a rce la s con tierra.s m ás o m enos Húmedas de

la s "p am p a s", y no a s í en la s tie r r a s se ca s de la s laderas;- pero,

si lo s añoé son muy llu v ioso s y húm edos, lo s resu ltados serán-opues­

tos, En cam bio la s pequeñas p lan icies son m ás a fecta d a s'p or la s

heladas que la s la d e r a s . P o r esto, la altitud no siem pre está c o r r e ­

lacionada con la intensidad de la s heladas, m ás bien parece esta rlo --

con la s diversa s form a s que adoptan la s su p e rficie s de lo s su e lo s. ;

De acuerdo a m is informantes, la s heladas caen con m ás intensidad:./

en la s pampas y en la s lomadas debido a que en estos lu gares ei vien ­

to sbpla constantemente, m ientras que en la s la d e ra s el viento pasa ...

muy débilm ente; es por esta razón que e llo s 'prefieren fa b rica r chu­

ño en la s "pam pae" próxim as a lo s r ío s , -

E s d e c ir , hay una e s tre ch a co rre la ció n entre la configuración de 1-a su­


p e rficie con la natural©aa de lo s suel o a a g r íc o la s 'y con el grado de
‘1
exp osición a la s heladas,. De a llí que los-’ carhpe.sinp;S £:sfcáa-:Sbhsíatite

-tóente caJ-cuiando dónde, ctiándo y qué; sem b ra r y-Mis ,infdírítóHalrei:-';áe-'*l

yquebr&dá dá Chaupiwaranga os .refieren.;.a ello,de da-m anera-siguiént

Más altukapíin despacio, pokcrn*


kepata xn.uruáh.fcá. kaj-áp-a úsh.an:
■punta miirushka tinknn.- ~
-. ..altón&eau .más- sakllamú,
punta tanamiawau tirikúp'r ...

Lo cual ouiere d e cir ’

En la a parcelaa.de las partea ai tas'i? r sementeras de-


• o '.'morah" eú .rmdurar- Si estas-parcelas son sembradas;-";" •>
■muyktarde,l.£.s plantas curian bi. riesgo de ser asóla-
'das^por las Leíada^í entonces hay qm sembrar ouáni-am■;
antes para .."iguáí ax-:): i;i}. coa el■•tíemj& „ Aaemás . en
v.J
aas partes artas, cas testrrañ de cu ltivo s.onr-•más.-rteeaíV
p or e sto , se.,deb.e- ap.rr yerbar'de' la humedad de la s p r r
m eras liuvd a s .. ‘ y -..m .y,

Los- céhcepíáb en’ quechua punte, o leeos. ínuca-n. ura. se cu encía -lóg-icá *

que Se eicpreSa en ól v erb o „ *•'E s de-vi r , •-lai)•actinidades- ag-r£-.

c o la s :déb'e'n lle v a r s e a cabo temando evacúente la ¿a-bd?visión de la s

zonas 'a g rícola s en jaiba y kéclxwa


keehu/a -, i‘yt~vq
'co...'" :mtósi.óa se em pieza

sembrando' {punta mure evi la parte jalka .cor. lem ¡: ri¡q,ma.s-lin ­

■via s y -para rué g ó te r m i > (kepa :.n -<i. oe rie kech®a-v ' dentro'-

de un periodo 'de' dos a < .tro semana ¡ 3 SÓ-:.p di', se lo g r a r á que las

'sementeras de toda la zona ''igualen'1* en . madúrame; e& én 'fuerá]de p¿

'l i g i o de lo s efe cto s de la s intensas 'heladas del invierno,,.. .- Sí la u h e -

1 T raduc c ion -del verb o^qúe-céu a t inkúy F n 1a.s ínt e r reí acion es
5?

ladaa se adelantan, a su periodo n orm al, lo s sem bríos de la jalka

serán afectado^.-, ,p.erp .habrá siem pre 'la posibilidad de c o se ch a r en

la . ke ch iv a . E sta subdivisión obedece, adem ás .'al propósito de a se­

gu ra rse'd e la produ cción en años llu viosos, o con seguías prolong-a-■■

Líos a g ricu ltores de lo s altiplanos { com unidades ubicadas sobre lo s "

l , 8;OO:.m , 0 ; n , m , ) siem bran la variedad "papa d u lce" al pie de lo s

c e r r o s {lugares protegidos de la s h e la d a s), y la "papa am arga" ( r e ­

sistente'a la s heladas} en la s pam pas. Cada variedad se cultiva

en manay o ay no k a separados, que. van rotando paralelam ente. En

¡sanas, por encima de lo s 3,, 500 m .s .n .m ,. la siem bre de papas sn une.

parcela s e -h a ce'con in tervalos Je algunas semanas, potque mo- m ejor

teneur plantas■en distintas etapas de m aduración pára a s f evitar qué

la s intensas, heladas la s ,íectQ,n a todas a la, v e s : l.as m ás tiern as

todavía retoñan, las, que denen'bayas soportan las heladas, pero no

a s ila s que se encuentran en flo r .

has actividades a g rícola s se cum plen inexorablem ente dentro dé’ un

calendario rígid o.. El tamia.-tie.rn.po (é p o ca llu viosa ) em pieza en oc-

personales tinkuy es el encuentro de dos personas que se desean


un bien esta r. E s tam bién el encuertro-cle clps riv a le s para zan­
ja r disputas personales por sus p rop ios m edios o ante I a ¿"auto­
ridades ju d icia le s.
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tubre y m arca,si in icio del. sem b río de la s papas .''prim erizas.lVo ,

punta-m uruy, para biego term in ar con e l sem b río de papas' "del ja -

tun-m uruy,.' ' De tal m anera que la co se ch a de la s papas ’ ’p r im e r i- v

z a s ” { fe b r e r o -m a r z o ) constituya el alimento principal, en la apertu­

ra de nuevas c h a cra s , actividad en la que participan lo s parientes,

am igos y v e c in o s , bajo el. sistem a de la ayuda mutua.- Esto m is ­

m o rige para el sem b río del. maízi, habas y .arvejas, productos que

son co se ch a d o s día a día- a m edida que van madurando y, son reque­

ridos para el autoconsum o fam iliar.. . . .

E l u sía -tie m p o (é p o ca .d e secano.) em pieza con la s intensas h ela ­

das en s i m es' de mayo. E s la época de la jatun -cosech a, d e c a p a s ,

seguida de la de otrps tu.bérculps y .ce re a le s . E n ,setiem bre e m ­

piezan nuevamente la s actividades c íc lic a s con el punta-m uruy de la

papa, y a s í ’sácesivam en te. Entre estas principales actividades se

llevan a cabo muchas otra s bajo el m ism o c r ite r io c íc lic o . Sólo

a s í el hom bre andino a lcá n za lo, deseado, lo ju ste, el ideal-, o sea

el tinkuy, de tener v ív e re s su ficien tes,para su b sistir hasta la c o s e ­

cha del próxim o año. P ero si ellos no realizan las d iversa s a cti­

vidades a g ríco la s en p e rfe cta con cord a n cia con la naturaleza de los

su elos y con lo s fenóm enos a tm o s fé rico s , e l peligro de p erd er la s'

c o se c h a s será inminente.
La. tácr-iCR de preparación del te rre n o va-ría searln la-i reginnac,

'!'•'• " c üj. .'."V"-.’ fj y 1” : ■?:■■ z-Co l i o a . En el C allejeo de "bi* álas

el m a r o e ch o " be realizo cae arrái-b/le pal-/- hrie V '-::r bu- y -., fu,:. -

--: ,'dn terrear s 's seca r//, c u a a b la s llu via s cn n ñ erc/r- ' c

t i s 'd / c - c e d/Ti car "barbecha s " o arudum s anteo le efectuar 1/

Siem .br/; sea. Ir siembra írdsma se re a liza .r.i la te r c e r a a ra -

:\ zz., lar Iluviae se retrasan, la Siembra, se lleva a e ra ' ai-

reciom ente.en Irp p rim era aradura, y si la s lluvia.s llegan muy

■•arde se apta par dejar el; terren o sin so m b ra r, En. le s te cre a o s

que as'conducen coi- regadío sé le s da { sn ló a m e sea ie seca) al

rem ojo o ’ 'm ach aca” (riego pesa-do), luego se casen io s a /reo aro--

:iaras oegiin lo. especie a sem b ra rse; _así el .sem brío be proas o

'aféctela en la te rc e r a aradura y el sem b río be. granos en la segun­

da. P ara loq sem bríos de papa en la s zonas altas so "barbech a n ”

lo s terren os cuando están finalizando las llu vias (m a r z o y a b r il),

de tal' m anota sea m ás fá cil rem ov er el terren o en la época-de sem -

o río ( o ctu b re ) . c ó lo en _suelos de mucho, declive y cuando nc se pue-

•ue disponer de yuntas se éfectda el "b a rb e ch o " a b ro so con. barreta

o p ico . .

E l m aíz es siembra de dos m odalidades: a c o la de buey, o sn.-. /. to ­

la línea (ido, y vuelta ie la yunta), empleándose dos sem illas por g ol"

pe, . La otra m odalidad es en su rcos (ca d a tres pasadas de 1?, yunta)


usándose tre s sem illas por g olp e , La papa se 'siem bra u tilis anclo1*

este últim o sistem a . En cam bio el trigo y la cebada se siem bran

al voleo, y el fr ijo l y qUinua\ combinándolos. con m a íz . SI regadío

varía da acuerdo a la m odalidad del se m b río .. . P ara las sérn oste-

ras cjue fue ron sem bradas a c o la de buey ,• ss realiza en fa ra ia .de

’'tendida" o c o r r id o p or "m e lg a s " { cada "m e lg a " tiene de 6 a 8 m e - '

tr o s de a n ch o ). En el c a s o de papas, cam ote, f r i jo l , etc., que ha­

yan sido sem brados p or s u r c o s, e l regadío tam bién se lle v a a ca o o

p or s u r c o s . E l núm ero de regadíos varía según la, cantidad le a~

gua de que se dispone. ' .

S ig u e practicándose la r o t a c i ó n de cu ltivos,, pero s in d e ja r lo s t e r r e ­

n o s en d esca n so. El- p rim e r a ñ o se s ie m b r a , p a p a s , e n t r e la s q u e

se in t e r c a la n , dentro de un m ism o esp a cio’ a g ríco la , algunos sur- .

e o s d e habas y quinoa, l e t r e c h o en t r e c h o s e l s e g u n d o a ñ o , t r i­

go o c e b a d a y.ademáis m a í z y arveja s en l o s c o n t o r n o s d e l a s m i s - ;

m a s p a rc e la s ; e l t e r c e r año, m aíz c o m b in a d o con a lg u n o s s u r c o s

l e quinoa., h a b a s y f r i j o l , y a v e c e s c h o c h o , cebada, ach is, l i n o y

avena. E l c o n ju n t o de l a s p a r c e la s in d iv id u a le s , durante l a m a d u ­

rez, da la i m p r e s i ó n de verd a d e ro s .jardines, La pobreza ie l o s .

sueles es com pensada con abonos de c o r r a l, g u a n o l e is la y o t r o s

a b o n o s s i n t é t i c o s que l o s c a m p e sinos a d q u ie r e n en calidad -le p re sta .'

t a r t o s d e l B a n c o ' de F o m e n t o A g r o p e c u a r i o .
Sn la3'com u nidades d s l a quebrada de Chaupiwáratíga e l " b a r b e c h o '’

y e l m m b r í :- vj m a íz sea r e a l i z a d o s a l m i s m o tiem p o. C o n e l a~

r a l o h á l e l o p o r l a y u n ta d e b u ey e o se p a s a ú n á 'aradura-; en se g u id a ,

c o n l a ch .a k ita .cn ?, s'o '^ u elve a a b r i r l a t i e r r a h a c i e n d o u n o c h o y o s

d. a fe se .te ja n c a e r d o s o t r e s sem illa s,', le g o l p e ; v , fin a lm e n te ,

c o n lo. o s o d a , m. e n t i e r r a l a s e m i l l e . P a r a e l s e m b r í o de o t r o s

groar e no es n ecesa rio la yunta, dé b u e y e s ; basta la ch&kitacllá y la

ara d a .

E l u so da la chak itaclia sigue siendo indispensable .para el "barbe-, f

ch a " de lo s terren os en de se aneó, cobre todo.'en senas altas, Ion-

de generalmente el suelo os Húmedo y a r c illo s o y la vegétaclbn. s il­

v estre tiene r a íce s ííb ros as- y enm arañadas * E sta actividad se

denomina muk?,y o "clia cm o o ", se lleva a cabo en lo s 41 tim os m e ­

ses de la. estación llu v iosa {m a r z o -a b r il), y esté, destinado e x clu ­

sivamente para el' sem b río de papas. Esta técn ica co n s is te en c o r ­

tar la su p erficie del suelo en berm a de cham pee, con la cfaahitadla,

para c s r volteadas inmediatamente a fin le obtener un abono v e g e ­

tal. capaz de v ita liz a r la s tie r ra s por ..los o m ás años a g r íc o la s .

Sn esta s regiones el arado halado por yunta de bueyes es utilizado

odio leopiés -Sa que lo s te rre n o s han sido rotu rá ics con la chakitac-

Ha y 'üe que .;s terrober; hab sido m ullidos durante el prim er año le
£lv hom bre que u tilizó la o ~- c l t a c l i al qao li m :, ; » v •

baja -jola, d s a cce ^ a riá la: p a r t ic ip e i^v U A-r VdtajVunr. que v«.*

iur-ton,.'■y de. un,"i* rce ro (un alóleácrata- r> une mu*es?) . asi'.amino. v>

x'aáai» que' es' c o lo c a ¿Vente a lo s h o n ib re 3. y cuya I&oot: s s V-lí ■••*,.

1a x "Chamo a s , •, B l e enjuni o le le s t re r?. p© t *»c>na s t.r rcia e l .>-o -"no s-.? • >

•saréi». •m aja o “ p e r 1-*. ¿Si tra bajo que re aliga un o a ra j . jk er, :sV-

s-;í con sid era comer unidad .de -. iaeelida*• -.- «••.are lo s cam p esin os as

mucho m ás fá cil ca lcu la r la extensión de» -suo- tie r ra s iv* culti'v'y s o ­

naja o a p a res11 na sólo ^ o repta sus p a rcela s son tan oeoueúa- (••'.;

l/ í o Ó í f z 0 Be h ectárea), y por edtar disem ina xa.:, or l ax f o l i a / d*

lo s c o r r o s , sino, porque» esteolscen. una. estrech a CTrrroí^^ión ^ntTy.

¡íi-número de " p a r e s n cotí l e cantidad de sem illa y da c o p i n a s - **

queridaS para el a.utoabasteo dmiedp... .A s í una fa m ilia c --n cuatro. .

c kic c hijeé -"necesita co se char anualmente d~ oO a a-0 sa cos do pupeo»;

lo cual rsq u iere do un "ch a cm e c'i de cuatro a so is ''p a ic s y f-‘S i"

gual-núm ero de sa cos de sem illa de papas. H aciendo la o^tivc *"

sión a ^yugadas’ ' y a h ectáreas ten em os: una h ectárea e s igual a

cuatro yugadas o 16 " p a r e s " , ¿£n todo ca so el náazoro i-y ’. pares ;

léstihalo al auto abaste cim ien to fam iliar depende-de la naturaleza

le lo s suelos. A s í com o la técn ica m ism a del "cn a cm e o ” varfa de

.. cuerdo a lo s p isos e c o ló g ic o s .

La té cn ica del mantalpa os practicada en la s sub-zonas ie la-


s u a i : 3 y su p r o s c im ija d c o n r e s p e c t o «J c e n t r o p o b l a d o , Asi*

eo cultiva l r-o broto s b la A ' G nhivvp.

n elimina^

1 t e r c e r a íío ne va e l v e a h a c e r

rie nt o de e s t

ç.c que se encuentran en la s parteo ritas

rnoooviaoKO
nes lo s cam pe sinos han lograd o una rotación permanente de estos

m ism os cu ltivos bajo un sistem a de abonamiento previo con e s tié r ­

c o l antes de em pezar un nuevo c ic lo de. cu ltiv o s.

La técn ica del rawaypa consiste en voltear la s champas form ando

surcos equidistantes y paralelos, siguiendo la direción de la m ayor

pendiente. E sta m odalidad perm ite el drenaje del'agua, conserva,

la tierra suficiente para el aporque, y fa cilita el trabajo, tratándo­

se, en especial, de terren os acciden tados. E stas p a rcela s son

destinadas para e l sem b río ;de tubérculos hasta por dosaños c o n s e ­

cu tiv os.

La té cn ica del chiw ipa con siste en sem b ra r y '’b a rb ech ar'1 al m is ­

m o tiem p o, en lo s m e se s de octu bre a 'noviem bre. E s de u so fr e ­

cuente en la jatu n -jalka , dónete sólo es posible cu ltiva r la janka-

sh iri , variedad de papa resisten te a la s heladas y muy aoreciad a

por lo s campesinos para lá fa b rica ción de chuño blanco o m ora y .

E sta técn ica con siste en un abonamiento previo o "m a ja d eo" de la s

p a rcela s con e s t ié r c o l, lo cual sé rea liza haciendo d orm ir a un ce n -


úSr
tenenar de oveja s durante cuatro o cin co semanas sobre lo s t e r r e ­

nos que van a ser sem brados. E l día de la siem bra los jaitaj -kun'a

s e .co lo ca n en lín ea {sin formar p a res) en el extrem o in fe rio r de la

p a rcela , seguidos de sus resp ectivos m urojlerna. Un jaitaj y un

m uro] form an una unidad. El prim ero co rta cham pas con la chaki-
65....:

t a c l l a 1 h acienda,hyie.c.:p a e q u i d i s t a n t e s .en línea vertical y sig u ie n d o

l a d i r e c c i ó n d é la 'mayor, .pendiente. ... E l m a r o j d e ja cae.r una s e -

m .ílla e t i c a d a h u e c o , e n t e r r á n d o l a in m e d ia t a m e n t e c pn l a m i s m a

o h 'á m p a ,- tra ta n d o ,de m a n t e n e v el m i s m o .ritm o...de t r a b a j o . Fiñali-

z á d a e s t a t a r e a v u e lv e n ;a l e x t r e m o i n i c i a l d e l a p a r c e l a , e s t a v e z

c o n e l propósito de " b a r b e c h a r " sig u ien d o l a modalidad, d e l ra ^ v a ip a ,

p e r o v o lt e a n d o l a s c h a m p a s s o b r e las s e m i l l a s p r e v ia m e n t e e n t e ­

r r a d a s ..

ene;ra liza ción d.e que lo s cam p esin os son p risio n e ro s de una

tecn olog ía .atrasada tiene vigen cia en muchas region es del P e r ó .

La m ayor parte.de lo s produ ctos do subsisten cia son obtenidos

por m edio d el-esfu erzo in ten sivo en la t ie r r a . Las causas da e s

-te atraso obedecen a razones astrnicturaLes y culturales (adem ás

:de;las ;ámbaentale.s) que. analizarem os, m ás adelan te,..

La. m inka-en el "b a rb ec h o " ■

y en. el jara-m u ru y ,

Un intento ele c a r a c te r iz a r la s relacion es de reciprocid ad y de r é ­

distribu ción que siguen dándose en las cornual,d a les del país nos a~

yu-dará a com p ren d er la, im portancia, so cia l c:1o las d iv ersa s m oda"
66

lidades de inte re arabio tra d icion al de s e r v ic io s , ál m ism o tiem po ¡ftltv'


tfflt
que nos p erm itirá analizar con m ás detalle e l p ro ce so de la diná­

m ica interna de lo s cam bios s o c io -e c o n ó m ic o s . Dada la situa­

ción de tra n sición p or la que vienen atravesando la s com unidades

es conveniente preguntarnos:- ¿Pué norm as culturales siguen r i­

giendo el in tercam bio de bien es y s e r v ic io s ? O sea, ¿cóm o se

adquiere un bien o un s e r v ic io ? ¿cóm o é sto s son rep a ga d os? y

¿cóm o la in trodu cción de la m oneda está m odificando estas relaciO'

n es?. P a ra la s tip olog ía s v e r las lám inas Wros„ 3 y 4 ,

M odalidad 1

Y/ a je - waje , - Tarrbién se dice washka-ú'áshka, turna, uyari, rafitin,

"tornapeón", e t c , segón. la s re g io n e s , De acuerdo a esta s n or­

m as, cuando una person a presta un s e rv ic io a otra- persona ya sea

por su "voluntad” , o al ser requ erid o, se está crean do, al m ism o

tiem po, un derech o en este ú ltim o , D síos d erech os son con tabili­

zados m entalm ente por ambas p a rtes: per esto, .I b, re la ció n de dar

y r e c ib ir serv icios se denomina w a je -w a je . La palabra quechua

tama { sustantivo)I deriva, del verbo tumay que sign ifica dar la vuel-
A ib i^ impiii» 11

í • '
ta, ' P ara el c a s o que venim os analizando turna e s el s e rv ic io que

i Tum ay: "R odeo, o vuelta en redondo". Diego G onzález H ol-


guTñH H O S), 1952, p, 346,
o m en osp recia r estas pautas culturales estarían corrien do- el- x ie s -

go i e perder el accedo a la fuerza, de trabajo y a la producción''de

lo s dem ás, de tanta im portancia .en una sociedad cuya econ om ía es

básicam ente de auto abastecim iento» ,..En estas sociedades, com o '

diría K a rl Polanyi,. las re la cio n e s econ óm ica s subyacen a las re la ­

ciones s o cia le s { ,1957, p.,.245). , ' toa ch ich a sigue manteniendo su- ca

yá cter ritual,,, de a llí tal yes la im portancia .del" sembrío 'de m a íz , ■

En otras regione s, donde la s com ún id a de s „cuéntame ou riego, •'la c e ­

remonia. de iniciación de la,s actividades a g ríco la s se- te-alíza duran­

te lg faena com unal de la "lim p ia de a ce q u ia ", Los' /d e ai des P edá­

neo y sus alguaciles, dirigen la faena -comunal- con gráá; d erroch e de

ch ich a, •aguar diente y com ida, con bandas de -más ic o s y cu ad rillas „

típica s .dq ;.ia.nzantes„» Si la acequia m adre atraviesa dos. o m á s c o -

munidade s vecin as las faenas se llevan a cabo siguiendo el-m ia m ó

sistem a ue la m ita le agua, .s.s- d e cir, según e l núm ero de días de '

la semana que cada comunidad tiene derecho, al uso de la s aguasóle

regadío.

--s- minka y ei w aje- waje ., aon form a s de. .autofinanciamiento' de Tá e-

conoryifa fa m iliar en la s .comunidades-.tradicbnales.-que siguen pract:

cando la técn ica del b a rb ech o. E sto no -quiere decir que e l 'usó-de-i

moneda, aun en las com unidades m ás "atrasadas.", esté com pieíam eh


te ausente, y que lo s excedentes de producción no-sean c o m e r c ia l is a “

io s de vez en cuando. ■, Basta m encionar el hecho de que lo s v a ra -

y.os desde la C olon ia, para sosten er fiesta s re lig io s a s 1y com bnales

están obligados a vender sus sexce deates e con óm icos e n ‘lo s m é^cados

lo c a le s y a s í obtener lo s a rtícu los indispensables para las c e r e m o ­

n ias. Entre estos artícu los sbn im portantes el aguardiente1y la c o ­

c a cuyo transporte y ve,uta está en manos de lo s com erciantes "m e s ­

t iz o s " y de lo s pequeños negociantes co m u n e ro s. El trabajo asala­

riado en Cha.upiwaranga sé implantó co m o consecuencia de la parti­

cipación, de lo s com u n eros en e l trabajo de la s m inas hace dos o tre s

g e n e ra cio n e s. Bes de-.entonces lo s "c o m u n e r o s -m in e r o s ” está b lé-

cierd n la costu m bre de contratar mano dé obra asalariada para las

faenas a g ríco la s delegadas a sus m u jeres e h ijo s, y ' supervigiladás

por e llo s durante lo s fines de semana. ! E s a sí com o se instituciona­

liz ó la contratación de '/peon es11u " o p e r a r io s ” , bajo las modalidades

"con m esa puesta" o gá ra ypa o "sin m esa puesta" (sin m erienda) 3

borrespondiencb un monto difereflte de sa la rio en cada c a s o .

E l pago en salarios tam poco quiere decir que se trata de una economía.

100% ca p ita lista . L os " o p e r a r io s " son reclutados entre los-úam pesi­

nos que no tienen, v ív e re s suficientes para, autoabastecerse o' requieren

de dinero para sufragar lo s gastos de educación de sus h ijo s . En el

p rim er ca s o es m ás conveniente para los jo rn a le ro s alquilarse a csm -


67

«f se presta en form a rotativa entre lo s parientes, am igos y v e c in o s .


0
La. palabra quechua rantin {sustantivo} significa;, "su cam bio" o
1
"su equivalente",, Rantini es sinónim o de tr o c a r , o sea, la idea

es de que un s e rv ic io debe ser repagado con o tro , consideradlo c o ­

m o su. equivalente, SI verbo tro ca r lia pasado al quechua com o

tyukay que significa in tercam biar produ ctos, bajo un sistem a de e~

q u iva len cia s. En cam bio el v erb o quechua rantiy se emplea, en

vez de lo s v erb os co m p ra r y vender indistintamerite,

Com o ejem plo de la s rela cio n e s de w aje-w s.je o tumay tenem os el


r.— m iii lil i ii' ■■»»£«

in tercam bio de io s siguientes s e r v ic io s ;

waie vaj e o rantin


jr
Un jornal po r ot ro jorn al

Una. yunta por otra yunts.

Un ape ro por otro apero

Un cuy por otro cuy

Se desprende que en la s rela cion es de waje~v,;aje lo s s e r v ic io s son

Rantini: "T r o c a r , cam biar y de a llí se tom a por co m p ra r y


v e n d e r". Kantinacuni: " T r o c a r s e alguna c o s a una con otra,
o su cederse alguno en el ca rg o de o tro , pegarse la e n fe rm e ­
dad uno a o t r o " , llantina; "C osa que se vende o c o m p r a ".
Diego González- Hoigufn {1608} 1952, pp, 312-213*
En la s com unidades de Riobam bá (E cuador), rantim pac se
traduce co m o "mano p resta da" y joch a, producto que se'da
para, ser repagado con oiro id én tico, (V er B urgos, 1970,
p p ,1 6 7 -1 7 0 ),
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in tercam biados en form a b.alanceada , sob ré -todo» tratándose de días

de tra b a jo, ap eros o ’ 'e sp e cie s1' co n sid e ra d o s no sólo com o'eq u iv a len ­

tes sino com o cosas idénticas» E j. un cuy "ó por o tro cuy,' o u n a .a rro­

ba de aguardiente por otra arroba de aguardiente» ' También s e 'c o n s i­

dera w a je -w aje, - en Chaupiwaranga» el in tercam bio de.up .dTa de tra ­

bajo m ás cien tos "d e r e c h o s ", y la m odalidad del trabajo asalariado

"con m esa puesta" (ver lám ina N r o ,4 ) , toda véa que dichos in terca m ­

bios se realizan entre com u n eros de con dición econ óm ica m ás o m e -

nos igu alitaria. En cam bio el repago con "e sp e cie " y "d e r e c h o s "

puede no s e r equivalente al trabajo realizado? es d e cir, puedo se r

m ás de lo que se esperaba o m enos de lo acostum brado, lo'cual' pue­

de derivar en una rivalidad o com p eten cia, donde el p restigio e s la

may o r m ot ivac ió n »

M odalidad Ti ■

G argu yoi-yan apak oj»- Son la s rela cion es que esta blecen io s 'q u e "pa-

san" ca rg o s patronales, m atrim on ios o cualquier otra fiesta fam iliar

importante (c a rg u y oj) con la s personas quienes cum plen d iv ersa s ta­

rea s, rigurosamente jera rq u iza d a s, durante l o s dias festivos {yanapa-

ko j )i„ SI c a rguyoj , p reviament e , "co mp ro me te " a 1o s yanapako-j, me -

1 'Ver M arshall Sahlins, 1971,


70

diante el jichakuy, trukay o'sh ok ay {shoka. e s tam bién el huevo que

sje c o lo c a en el nido de una gallina para "o b lig a r ía " a segu ir'p on ien ­

do)' que con siste en un cuarto de botella de aguardiente, un puñado

de c o c a y una ca je tilla de c ig a r r o s , Gomo dicen m is informanteisi

"Carguyojp'a tragun ch ich u m i11, lo cual quiere d e c ir : quien brinda,

el "cuarto de aguardiente" ofrecido- p or-el' cá rg ü y oj, prácticam ente

ha sido "preñ ad a" y, en con se cu e n cia , no le quedará otra alterna­

tiv a que : "ayudar al c á r g üyoj ' , A l fin a liza r la fie sta el' cá rg ü y oj

repaga lo s s e r v ic io s recib id os cordel "cüm.plimiento" {unafeerite de

picante de cuy, una canasta con panes, pas'teíes y 'biscoch u elos y ‘ci­

ña "te n sja " dé chicha) De este modo unos ‘y o tro s vuelven a c e r o ,

'p a ra em pezar de c a r o , '

731 cárgü yoj


ni'rminmt n«¡ imivi,<«ii ,■ii• «■<
s o lic ita adem ás m ediante el shokav la "ayu da"'de lo s
"ri,iMrlw«.iTi.,iiH>» ti'iir» •*

dem ás en v ív e r e s y en otros artícu los para se r red istribu id os duran­

te la cerem on ia entre los m iem bros de la com unidad, L os s e r v ic io s

recibidos en e s p e c ie s se con sideran co m o w a je-w a je , - R ecu rren tam ­

bién a otra s form a s de a cce so a. la produ cción com o son el alapakuy,

tipipaku'y, '" y rutbpakuy, durante la s -c o s e d la s y. la tra sq u i­

la de íána, y al trueque de productos a g rop ecu a rios con cam pesinos

de d iversa s e c o lo g ía s , 21 átin iodo esto r ic e s suficiente,' tiene que.

tra b a ja r'ésta cion a im en te en las plantaciones d ed os va lles de la c o s ­

ta o-enildo c¡ahtros: ’m in eros’ o tendrá qús acudir a. lo s "m e s tiz o s " pa­
ra obtener de e llo s "adelan tos" en dinero o en "e s p e cie s " , Lo que

im porta no, es la persona, sino el c a r g o que se desem peña- Quien

"p a sa " un ca rgo está sirviendo a su comunidad y no está tratando de

m on opolizar el poder dentro de la comunidad»

La institución del yanapakuy, en la s re la cio n e s "in d io -m e s tiz o ’ , t is - .

ne un contenido distinto. Frecuentem ente lo s "m e s tiz o s ", solicitan -

el trabajo person al, especialm en te de la s mujeres.rcam.pe.sinas, p a r ..

ra ejecu tar tareas co m o lavado, co cin a , ela boración de. chicha, al-

midón,. "p ela d o" o. m ote de trig o y de m aíz, p a p a s e c a ,. .ccm ida.pa- ..,

ra. lo s peones, e tc . a cam bio del pailiay que con siste pn una, d e t e r -,

minada cantidad de productos elaborados durante lo. jom ad a ,- Estas.-,

m u je r e s 's o n llam adas yanapa-kojkuna. L os "m e s tiz o s " asumen el

papel de "p a tró n ", ............ . .... . . . . . . ..: v-

M odalidad 111 ..... . .,:t \

"P a trón -m ash a y lu m s u y .*- Son relacion es de redistribución,entre , ..

parientes a fin es; su egros y cuñados.con resp ecto a y ern os y. ,nue- . .

■ras. O curre generalm ente durante la ,co s e c h a de tu b ércu los, e s

las pare ¿Las de lo s suegras» SI yerno o masha asiste a esta faena ...

en condición de alapakoj (peón que d esen tierra tu b ércu los} y la nue­


72

ra.. o.,lu m su y , en condición de palaplkoj (en ca rga d a de r e c o g e r tubér­

cu los de la p a rcela en un m ontón g e n e r a l). P o r cada día de traba­

jo recib e en pago cada uno una mentada de tubérculos' o algunos sur­

c o s por cosech a r.

•En la s-ce re m o n ia s del sem b ríó de m aíz, techado de ca s a y en la "he­

rra n z a "-o m a rca de .ganado lo s su egros asumen el rol de "p a tr ó n ",-y

•los m asha y lo.slum suy , de minkay o ayudantes en ca rga d os1de’ c i e r ­

tas tareas/culíuralm ents bien e s p é c ifica d á s . En c ié r tó s casos los

com p ad res asumen el ro l.d e m asha y de lum suy? en o tro s , sé ttom-

:bra "padrinos.'.',;, m ediante la m odalidad del trukay, con un añ'o de an­

ticip a ción , ... L os y e rn o s, nueras, com padre s y pa d rin os’ reciben ©n

form.a de pago de "su s p a tron es" e l "cu m p lim ien to".

P o r tra ta rse de obligacion e s'de parentesco no es n e ce sa rio el sho-

gay o jich a k u y, Sin em bargo, se da una excep ción en lacom un idad

de Y acán, En esta com unidad, en el techado de ca s a o w ayi-gatay

lo s m asha y lo s lum suy son "co m p ro m e tid o s" previamente: coü: e l '

jich a cu y , com o hace el cargu yoj cuando requiere de la fu erza de

■trabajo- de lo s yanapakojkuna, L os m asha colab ora n o'on-doc.e.c a r ­

gas de paja, cuatro ca rg a s de "ch a o la s" de quinoal, algunas'docenas

de soguillas .da paja, y con m aderas para el tnantay. L os lumsuy a -

yüdan.c.qn igual cantidad de paja, pero de tallo la rg o , "cha.cla.s", so -


•*¡&

¿ti illas do paja- gruesa y son- i^ /ie x a s -que son cplpcadas en fo rm a

-.--■le' t i j e r a s , ,..-. X o s m asha -co m o l e s iuynsny se yes^KSabiliaar? M .,

uo;a d e -la s ;v e r tiente s-4el- tech e} •la stra,, corre a c a r g o . d c l o n j c -

'i -cba , que vienen a- se r lo s psirieni-e-s, am igq s y v e c in o s que r.c.o. !cv.-.

-a la faena trayendo, con s ig o 'lo s m ateriales n e c e s a r io s , .din.este ca~

q ó 'Excepcional' lo s m ashá -y lo s luvñftpy- j sem bom bre s,. y no ets n e co -

sari^-:^pae'28'eari-parienÉé8‘ afines .del Md^ñp".-cie:;casa; af.lemds, ia

cantidad de paja y de m adero que aportan as considerad a,corn o >va~

diouaíídad IV

r-" * ■•■A uliailtor-paakakoj, -•; i S sta fl.•re la cio p e s se esta blecen entre lo s ..que

wán'-a Vpasar'J c a r g o s .rslígiosos-y -las nTajer-ss. de lo s parientes, a-

tinigdaÉ'-y v e c in o s ,•■, Lop p rim ero s -reparten. pauesm ia.s .m ujeres**.,. a l-

, gunos-.-mosed antee -de la fiee.t&y y.^rsciben-da, ellas-,, o c í u a d o . .une

• o 'd a 3- ov illos de..lana que sqn::d,qstinadps para .el. tejid o de .pencado,

.-mantas, -y toldos-para ?3r..usado.p-r;|urante..laifie 3 ta ,:,.o. pum sor ven -

■di do i' c o f el propósito de sufragar lo s "g a s to s " del c a r g o .

¡Sí Bajo-o-afac ríñam as-releciqnq d,. la o cam pe siró.-; ;’au j ar-g - " , e - ¿ p e ­

C'.o de e s c a s e z , oropo.r'C.ipnaat v ív e le s a las,.3^ p .j^ rc “•a .canario da o-


1#
v illo s dé lana, para luego maháar te je r grandes cantidades ds baye­

ta y com ercia liza rla , cbn m a y o re s ventajas p e rso n a le s. • La equiva­

lencia, aíre she.dltim o c a s o s s co m o sigue r un cuarto de carne dé

ca rn ero m ás 'doce h u ev osf un 'Cóstalillo 'de papas y una g a llin a ,. p or

un p ocro o dos cu ra y { dos o v illo s ) de lana. En. este c a s e a s í c o ­

m o en e l an terior .las m u jeres ponen la lana y su trabajo personal

en.el h íla lo . .Esta, m odalidad se parece bastante al trueque de

produ ctos, pero a la rg o plaao.

M odalidad Y

ÍM a y o j-tip ip a k o j; p a p a y o j-a la p a k o ju is h a y o j-r u tu p a k oj. - En e s ­

tas rela cion es el ja ra y oj y e l p a p a y o j' son la s personas que han ob~”

tenido abundantes cosechas de maíz- y de papas, respectivam ente, a~

s í co m o e l ú ish ayoj. es la persona que posee una buena cantidad de

cafcezaa.de ganado ovino,. En cam bio el tip ipakoj, el alapakoj_ y el

ratupa&o.i son p erson a s que c a re ce n de m a íz, papa y lana, en can ti­

dades su ficien tes-p ara au toabastecer s e . Tal ca re n cia puede haber

Tafo recogid o por c a r m e n O livera, estudiante de A ntropolo­


gía de dan M arcos, durante el trabajo de cam po, én la com u ­
nidad de Tapuo, en octubre de 1971,
sido causada por la p resen cia de lo s e fe cto s negativos de lo s leñ óm e-

: no's am bientales, enferm edades, o por tener que co ste a r alguna fie s ­

ta fa m iliar o un ca rgo c iv il-r e lig io s o , L os p rim eros son lo s anfi­

trion es y’ l’o s segundos l o s ' "in vitados" a participar, en la s actividades

de :sossch a o ¿ s tráscu ila» fis to s ú ltim os, p or cada día cío tra bajo,

recib en su pajil ay, consistente en una mantada { manta-tu pul ai de

maíz- ó de papas, ò un vellón de lana, según la tarea, que rea liza n . A -

demás tienen "d e r e ch o ” ai. korm ay que co n siste en una cantidad peque­

ña del m ism o producto, seleccionada por e llo s m ism o s, durante la

jo r n a d a ;; En todo c a s o , l a cantidad y l a calidad del repago depende

de la "voluntad" del qué dá? . .....

S i’ se iié W 'é n cuenta él status d é l a s personas que intervienen en la s

•réléciones de in tercam bió de s e r v ic io s , la naturales a de estos s e r v i­

M
c io s "y la s form as ale! repago, la s cin co modalidades d e scrita s en p

gina's.' anteriores pu eden'ser reagrupadas en dos form a s prin cipales; ÍÍ '

dA relab iéh w aje-w ajé y l a m inka . L a prim era representa un conjun­

t ó ' dé •re la cio n e s d e' 'recip rocid ad de tipo balanceado y la segunda., un

coniunto de:.relaci&né’s de "‘r ed istrib u ción ,

H em os de s ó l i t o :anterior mente que e l in tercam bio de s e r v ic io s bajo la-

m odalidad del w aje-w ájé’ se re a liza entre personas de condición eco n ó ­

m ica y social m ás o m enos hom ogénea. L os s e rv ic io s que se ín te r-


7A

cam bian com prenden días de tra b a jó ,'1^ d e r e c h o e s p e c i e s .» .etc» y

eí repago se llev a a ca b o teniendo1en cuenta que tales, s e rv icio s, de­

ben ser equ ivalentes. Dentro de e-sta tabla de equivalencias, han .si­

do incorporados nu m erosos' ob jetos tra íd o s por lo.s, eu ropeos,, a s í

corno también -larmoneda en c ie r to s casoa;.o..~Como ejem plo de lo s

qo.e V enim os.sostehiem b voy a c ita r a'continuación un c.aso más»

Entre lo s ca m p esin os de la s comunidades y haciendas, del C allejón

de Hüailás' todavía predom ina la tradicional forma de trabajo- denom i­

nado Tantin^ que es -Semejante al waje-Vvaje en Chaupíwaranga, Da

m ayor frecuencia del rantin se o b se rv a durante la actividad del "b a r­

b e ch o " y el sem b río de m aíz con yunta de bueyes» E stas activida­

des requiere-« de la participación com binada de .varias, personas {hom ­

b r e s , m u jeres y niños) ya se a-com o gañanes., lam peros, sem brado­

ras, guías, - c o c i n e r a s ,: e t c m a n o -¡de ob ra que debe -ser reclutada,

entre lo s parien tes, 'am igos y Vecinos» P e ro -co m o no todos lo s ca m ­

pesinos tienen yuntas de b u e y e s ,:la mane ra- de -contar con e ste servi~

c ió é's precisam ente recurriendo a i-ás re la cio n e s del .rantin». Según

este el trabajo de a r a d u ía d é uná-yunta de bueyes e.s .eqvtivelente a dos

jorn a les sin in clu ir lo s im plem entos y e l trabajo del gañán. Se supo­

ne qtie todos lo s cam pe sinos-.de -éste región tienen sus apropias h e rra -

míe'ntas y además' saben desem peñarse corno gañanes,


7?

En otras region es donde el u so de yuntas es menos frecueste, la equi­

v a len cia -es de un día de aradura (incluyendo lo s im plem entos y. .al ga­

ñán). por cuatro, jornales., .E s 'd e c ir , e l va lor de e sto s s e rv ic io s es

esta blecid o teniendo en cuenta la proporcion alid ad de cuatro a, uno,

lo cual se expresa*, en m oneda. Si el jorn a l estandarizado es 20, 00

s ole s, el alquiler de una yunta con gañán e im plem entos será 80„00

s o le s . En base a 'esta s equ ivalencias lo s cam p esin os que ca re ce n

de yuntas- se organizati. ■en '..'juntas.” o "so cie d a d e s de tra b a jo " en t o r ­

no a io s dueños le .-yuntas.

La rnínka podría d efin irse co m o uña. form a-de p resta ción .de tra b a jo

a camdqip. de cie rta s, ’.'derech os" (paillay, kórm a y, pago en -e sp e cie s,

cum plimientos,..-ate ..} . L as-p erson as --.que; intervienen en estas r e la ­

cio n e s 'desempeñan- status..de rqin kadi llam ado tam bién peón) y "p a -

tró n " o "dueño" de la p a rce la n déLganado,' dé-la. casa^que ce-está

construyendo, e tc . . degán e l D r, Luis E . Y alcé r c e l, la mlnka es

e l •''trabajó ^suplementario que.qsfcába jabiig.adb ,a -re a liza r toda, la c o ­

munidad en la s tie r ra s del Sol y del Inca, con el objeto de ..^E»ntr-ibuir

al bienestar gen eral, adem ás de que era una ocasión p rop icia para go

zar de la fiesta : m ientras que el ay ni (sem ejante al waje~-wa,je) es al

"trabajo n e c e s a r io " que re a liza una fa m ilia con l a -ayuda., -recíproca ae

lo s demájs para atender a su propia subsistencia (V a le áre e l, 1961, p

* •••'i 3
En la' p rovin cia de P atas ios cam pesin os ‘pudientes" todavía siegan

■.el trigo c o n minkaM ó sea? m edian te-el in tercam bio de tra b a jo por
1 ' •
>
ai 'de x echo s 11“ * "Al igu al que e n las :re 1ac ione s del ka-rguyoj ~y anapa-

koj e l repago con " d e r e c h o s " sign ifica el' fin de 1-a obligatoriad ad ,

•ya no es n e ce s a rio repagar é l trabajo ben eficiado co n un trabajo ’s i-

•'m üar, . En ca m b io, en la s comunidades- de Chaupiwaranga, Dos

.de-“Mayo- y H uam alíee, la rninka con siste en el in tercam bio dé "d e ­

r e c h o s " y de -días de tra b a jo, lo ctial cae dentro de1la s relacione s

del w aje-w aje . P e r o tratándose de tarreas com o el "b a rb e ch o " y

el sem brío de m aíz entre lo s " d e r e c h o s " se sigue incluyendo abun­

dante chicha,- aguardiente-, com id a, a v e c e s , caja, y ñáuta,. orquesta.,

banda de m ú sico s, cohetes,:, e tq , según la "voluntad" de lo s "patro™

■ tissTV ' "dueños rD-m achas y- "p ad rin os"» *• '•

En la com unidad1,de-Cauri la personas que ha.ce- "b a rb e ch a r", C h ac-


- . ; . . .2

m e a r" > mukuy ( generalmente con ch a k ita clla ), sea '-'mestizo ■o -

V er Amé r ic o A lcarrá n , te sis de B achillerato e-n A ntropología,


U niversidad de San Marcos-, sobre "E l m edio ambiente y lás
■tumbres a e ríco la s en Patas ",

P á r a l o s " m e s t ic e s " la palabra rninkay es sinónim o de peon r.


o p e r a r io ’ qúe tiene que se asegurado? •"co m p ró m e tid o " o "m inka-
d o" previamente,, Esta fu erza de trabajo sigue reclam ando sus
" d e r e c h o s " ’ en comida, y en bebida,” además del s a la rió , ' En o~
tro s Ccisos lo s " m e s tiz o s " "minkan" a un "peón " para que date
a su vez "m in k e" a dos o m ás "p eon es" quienes asisten en c a li­
dad de "w a je s " del "su bcontratista'h
INTERCAMBIO DE DIAS DE TRABAJO

W AJE -W A JE : un día de trabajo p ó r ó tr o día dé tr a b a jo •(incluye c o ­


ca y .comida}

1. Un jornal "con m esa puesta" por otro jornal "con m esa


pu esta” ,

2. Un día de trabajo "con d e r e c h o s " por otro día de trabaj


■"con d erech os ” ,

MIN K A : -u n d ía. de trabaja pur ciertos "d e r e c h o s " o por un a c ant i-


íad de ’ 'e s p e c ie s ", culturalmente bien e s p e c ific a d o s .. ,

3. Un día le trabajo por un salario m ás algunos "d erech os

MONEDA: un día de-trabajo por un salario "sin .m e sa pu esta” {.."r


ra plata

. F . M,

L,AMINA N° 4
80

*’in d ígen a 5', es denom inada a r o sík.oj y está obligado a s e rv ir una

com id a esp ecia l a sus "m in k a s", "w a je s h'p np eon es” : lo e x o de pa~

pas con carne de carn é yo, de chancho o de cuy, m ote de habas, m on ­

dongo de carne de chancho y la i-nfaltable chicha» L os "w a je s " t ie ­

nen derech o adem ás •si kíshay que co n s is te en lle v a r con sig o una por-

ció n de la !!m erieayla!1'Xuñ‘ plato de m ondongo-con cin co pedazos de

carn e de chancho, corta d os de. cada, pna- de la s cin co partes en que

es dividido e l a n im a l). S n Chaupiwaranga la mujer\del a rosik oj

lle v a el kisháy / un mate de l o c r o :. .otro de m ote de habas y un can-

tarito de chicha) para "in v ita r” a. la s m u jeres de sud ’’w a je s ” , ap er­

sonándose a suc resp ectiv a s casas'i'-.

L a minka en e l "b a r b e c h o ” tiene -carácter- Ae inevitable,. .


«D nw W H snM *
Cada

com u n ero debe te n e r su muka. o "chacina", para; el,.sem brío de pa~

pas... Si algún com u n ero no lo h izo por alguna razón será cen su ra ­

do por lo s dem ás,' no' sólo por habar descuidado-el autdabastecim ien-

toífam iliar» sino .porque, la-papa (llam ada-m ikuv, o la "vida m ism a ")

es la base de las re la cio n e s sociales. Sin esta- com id a es im posible

con tar con "w a je o "; por lo tanto, no es posible culm inar sa tisfa c­

toriam ente la s d iv ersa s tareas a g ríco la s , ni sosten erse fiestas fam i­

lia r e s ni "p a s a r " ca rg o s c ív il- re lig io so s , Es d e cir, no tener "chac-

¿T.lcl' incum plir con la familia y con. la com unidad.

E l sem b río de m aíz en la s com unidades de Chauprwaransa se r e s li­


81

za, en ,los m e se s de octubre y n oviem bre de cada año,' al in icia rse


f
la ,esta ción lluviosa« , Según el calendario ce re m o n ia l, la in iciación

del sem b río debe c o in c id ir con la fiesta de "N uestra Señora del" R o­

sario en lo s p rim e ro s días del m es de octubre» Aunque podría

p a recei' algo extraño, en los.pueblos de esta quebrada, la s ig lesia s

perm anecen en e sa ocasión ce rra d a s co m o cualquier otro día. E s­

ta fecha, para lo s chati piwar anguines tiene un sign ificado distinto;

se trata de la prim era gran fie sta del ynpanakuy, de la in iciación

del sem b río del m a íz, .La finalización de esta tarea esta m arcada,

„cerem onialm ente, p or la segunda, fiesta, del yupánakpy, en la v ís p e ra

de,„Tpdqs los. Santos {31 de o c t u b r e ),

E n tre la p rim era y la últim a ce re m o n ia del yapan acuy lo s a g ricu l­

to re s de Y,a,cán.llevan a cabo el sem brío del m aíz en sus p a rcela s

. individuales, manteniendo, siem p re >su c a r á c te r ce re m o n ia l, Las

rela cion es son estableeidas entre el "dueñ o" de la p a rcela o ráuro-

sikoj y lo s sem b ra d ores que toman la denom inación de "w a je s ". El

reclutam iento de la mano de obra asalariada es poco frecuente; só ­

lo ocu rre cuando,los m urosikpjknna son em pleados del Estado, gana­

deros y com ercian tes p r ó s p e r o s , quienes no se dedican personalm en­

te.a la s tareas a g ríco la s , y en consecuencia no asisten en calidád de

m» "w a je s " a la s p a r c e la s ' íe^osdoiiiás .P e r o por regla general, para el

.■sem brío de m aíz, aun cuando se..use.'..mano de obra asalariada, es e o s -


m
82

tam bre 1a ?'m esá piléát-a45 g.éx'aypja-«* y T .Esto sign ifica que lo s m u-

rosikojkuna.'' teúdrañ-<qu.e: vinera del salario? una b o tella de a~

guardiente, cig á rrb tí’^ u id fuñado.d/uc.qca.ai em pesar Xa jornadas a~

dem ás, durante "él diV /’- dében sery jr, abundarlet chicha y m erienda
'C-M
al medio día y, bh ciertö-s .-casosy <3 stáu.obligados a lle v a r el kishay
•-•:
(una porción, dé la :meríeU-da): p a r a .;" in y it a r a las m ujeres- de sus

operarios ", - * •" v.


?«' i
' •'-Vrb
; -r
-En g e n e ra l, l ö s canope sin o s de.^a-qu^b^ada,. p or m ás p o b r e s que sean,
•' \ *' -•'f'~v !* * . '''■ * ’ 1*■, , i ? >*'■': f.
no d eja n ''de: p 'tép .0 d & ^ g vh i& ha ;-yJia qornida para, d a r de b e b e r y c c - "
•n(r , f.
m ér a sus "w a je s ", ya que e llo s ,miymq;,s tendrán que p articipar en '

el sem bríb de lo s d e m á s - l o o p !m ás pudientes" realizan el sem -

b río con Sátidá^-dMiíb^sico® y'- or,auejst,as, con gran d erroch e de ch i-


. ' V '“ “ ' " ^ • o. ? \ s
cha y co m id a !'1cb n ^ ’ja r a w i" ("qn-cpro- de m u je r e s " ), ■"guacidos^ y
•' . . „ i .# ' ,-v . - ■' ' ' ■ 1 i'» " ; V •

w allgapis' (c olla r éb de •frutas -y panes espepial.es que llevan los. hotói-

tífe h 'y laé' m u jeres en él acuello: o á da. bandolera}» ■■


pe- i-

' jh ,> w • j - 1 •, i ^f ‘'4f


L a c e r e m s n i a - del- b e m b o Ib’ ,de.-: m a íz , e n l a s p a r c e l a s indiv:Liuale‘h ;tbVna.
re. ’ ■ ; .. . ■ . :. ! - , í ; : . . .
L:c .’ ':
d:
• •.!
i„. , *• . k-, . t p- * % * .v * 1

■dignifica, "dar de comer.V, a .las persona.» que participan en-ias


relaciones de recip rocid a d » Tam bién ? á llo s aniixiai.es y a. lo s
e s pír ííit s ':ie 1o s ■c e r r o s .Cu an d,o* se "da.'de c a me r". a i o do el
pueblo se dice m a r c a -g a r a y , lo cUal' co'tíydéivia- tosturubya en
la s cb rnuhídádés' tr a d ic ió n ale s , du raute las fie slva s pat róñale s ,
83

d iv e r s o s nom bres en 1 as com unidades de l a quebrada. 'En la co-"

. •muñídad de Yacán- se denomina ápayko o trukay .. Según est a t r a «

¿lición 1 ocal el. “ padrino” tiene la obligación de 11 evar una banda de

m ú s ic o s o una orq u esta ,' c ohet.es, al gunos b a rr ile s de chicha, 18

Ó 30 pares de ‘'platos” con d iversa s com id a s? ' panes en form a de

. p e ce s , pal om as, '•frutas, an im ales,' e t c . , tam ales, hum itas, .':!1'char-

quican'b picante de cuy, huevo fr ito 'c o n -a r r o z , g a lle ta s , c a r a m e -

l o s , fr u t a s ,y d b s b o t e llá s de chicha m orada y dos ca je tilla s de c ig a -

■r r o s . (C ada "plat o ” con un par de unidades de cada c o m i d a ) A l -

■■ gunos de estos "p la to s ” Son servidos a m edio día conjuntamente' con

la "m erien d a ” e s p e cia l preparada 'por e l m u ru sik oj. •'Él t rukay ..

(guagua.de pan) y lo s dem ás potajes no calientes son entregados con ­

tando p o r pares al nuevo "p ad rin o” designado entre lo s-fa m il iá re s ,

amigos* y v ecin os presentes, en m edio de gran d erroch e de chicha y a-

■' guardiente.- T erm in a d o el s e m b fío 1 a muj er del rhurusikoj cuelga,

■ w allgapis en lo s cu ell os d e d o s a s is te n te s y adorna con flo r e s lo s

s o m b re ro s d.eJsus ” w a j e s S u b e n a la población cantando y Bai­

lando,- donde la fiesta continúa ( en la casa, del rnurusikoj) hasta el

d ía siguiente.

En la com unidad de Ghacayant (1 a más influenciada por el cen tro m i­

nero de ,GqÜJLarisquisga) la cprém on iá se denomina apakuy .."Al i-

. gual que en Y acán-es lle v a d o ?, cabo con gran.-pompa* Algunos fám i-


»;
v -.; . •, ;
l i a r e s .' v ecin os’/ 'aTiríaSs o rpurusikoj 11 evan flo r e s ,
x - ................... .

coh etes, '’ponche ch ilebsr’i a^n,cuando i os ta c lle llo s haya sido c on-
U .-,• ,; ^.... r ' ........... . ' ..... ' '' "■ ■ 1■-
tratados co;mb ^opérarioh^i’ ;,; 3aa.s yel-ac.iose s-.del wa.je- waj e ■pe cu m ­

p le n , en to d o '¿a so/-■■&-nive lydé lo s mur o j kun a . ( niños que echan- sé rn i-

li as)'," por 's e i1'estos les; h ijo s de las...per.sonas que p a rticip a n en el

apakuy , 'oi;:el: rtiu'rosikoj 'tu vo una buena c.psacha de m aíz en el a -

ño a n té r io r : tí. tiene p'&ro e la s ¡grandes,., y. e s .considerado co m o de lo s


J '■ : ;............... Oí ;.:p

11más pudientes:’ i;'én la-Comunidad,; l a cerem on ia :se lle v a a cabo con

p a rticip a d -éñ -det-masha- (.uno de. los.cpñapadres ..del m n rq sik oj)» quien
/ . ' ■ “ " ‘ ! \ ' - --'i , '¡;
c o s te a 1 ds''gástb-s- de la:’banda •áe-.-mdsicos.-o.,de una -orquest a.. S I m u-
. '- • -; : • ' 1 •< •;•
sifeoj •’’cum plbmentaj'-'a acucompad-r&ramasha en una fecha p o s te rio r

r
E n ía vecin a conlUni&ad -da...Iapuíi;el com unero que. hizo bautizar o co n -
■' -i. .*. •

firm a r 'a' stí'hijo' tiene 'que "ijr de j£i^haV ;íah sem b río de m aíz le. su

comp'ad-red...ú:ljos c'ampasinbs'-hpfidientea!1 que ca s i siem pre tienen nú-

m é rd W s U oM f^adres/ realizan é l sem brío: de,,maíz- con. cohetes-;y con

gran dé'hi'bche^^bb chic ha .y.uguardiénte ...'Si he- tienen al gún com padrs

de "tu r n o 11! "bbm prornetan" u algá.n g^migo foránqo (em p lea d o pdbl i -
- ■ - ■e ■ , ■ ív
•co, m iem b ro de la guardia c iv il, e t c . / com o su mas'ha ♦ '

Seria müy interebatóe-sa.bér-:quíi5 sighifiq-a-el hecho da se r com padro y

mash'-a- a-ía VébV:-; En la fiesfra-dehyup.anákuy lo s nqqrpjkúnra se d isfra ­

zan'de mü j e t e s y'báilañ-’cargan-do avauas -de pan,, motivando risa y. sá-


85

tira s entre lo s presen tes al ser reconocidas la s Uawas com o hij os de


m
•* lo s gañanes» En la 'cerem on ia del apaleo el "p a d rin o1’ entrante .r e ci­

be el trukay { guagua de pan) com o sím bolo de su nuevo status,;, que

deberá e je r c e r 'e n el sem brío del año siguiente» En la fiesta del te ­

chado de casa, en las comunidades de la q u eb ra d a ,. participan lo s

mashakuna y lo s lumtsuykuna. Si la ca sa va a ser techada con cala.-

raina, por lo m enos un m asha 1 lev a el "Santo C r is to " para s e r c o lo ­

cado en la cúspide del techo y una. lum tsuy lle v a la pxrwa {.una can as­

ta grande conteniendo d iv erso s v ív e re s ) que e.s dejada en el interior

de la nueva ca s a . En la ce re m o n ia de la " h ie r r a ” del ganado, duran­

te laq fiestq s ca rn a v a lesca s, vuelven a actuar ambos, En todas e s ­

tas cerem on ia s tanto el m asha . com o el lum tsuy están ob liga d os:a,

s e r v ir a sus suegros y.cuñ ados, quienes son lo s "d u eñ os" y "p a tro­

n es" de la s parcelas de m a ís, de la ca sa y del ganado.

Cabe form u la r va ria s interrogantes, ¿fíe trata de un rito de fecun-'.

didad, e s d e c ir , .de asegu ra rse de las c o s e c h a s , de la reprodu cción

de lo s animales y que nunca fa lte .v ív e re s en lar casia? Si a s í fuese

¿qué im portancia tiene la p a rticipación de lo s parientes afines c de

quienes representan a. é s to s ? . ¿Se trata de evitar deliberadam ente

el adulterio entre lo s parientes afines a tra vés de burlas y sátiras

v con oca sión de la s cerem on ia s ? Hasta, hace algunas décadas la s.a u -

i V er tam bién S ergio C atacora y Ulpiano Ouispe { 1966, pp. 58-67} ,


toridad és com u nales castigáBaíiv-ptíblicarríente a 'lo s adúlteros con ,m é-

todos ,- ,,vergon.zoso'sni no s ilo por ■québíaritaí lo s principio s--mor a--

le s do l a ‘ié lig ió n 'C a tó lic a sino, además' p o r fíe el adulterio-.para a-r

lío s está estrecham ente a socia d o a lo s e fe c to s negativos-:de lo s £en.6r

menos atmosféricos, y, en con se cu e n cia s-a la'ss©.aaezole alimentos.;,

O t r a 'in t e r r o g a n t e frgcdfeniefcnecte. planteaba1'p-o:r lo s fan.cionar.ios y .

' trabajad.ores s o cia le s de'Tosprbgram as d é -d e sa rro llo c o a u n a lj s u r-

ge de la ria.turalezá !,i'rh?xi.bnalM:de la oconotólfit oam poeina*,. Deudo

él punid ríe vista de lo s m ie m b r o 3 de da cultura O ccidental, habitúa-",

dos a mécíir io s c o s to s ..•de..prodacc.i6r¿ eii t-é;.r.minc:s ne.pitsMstas-.f c a p i-

tal, ah orro, in te r é s , ■ inversión., e tc . J a fros ló g ico qna.,].o.s ca-ape*-

sinos gasten o ’ despilfarren' sus fondos -becnómicos- aroote rúen do eos,-,

tosa s ce re m o n ia s y 'festividades durante el sem b río de ‘maíz:, sabien­

do que la s So'séchae nb~ van a c u b r ir ’lo s gastos realizado’«..:.-

L as rela cion es de ayuda mùtua,*' llám bse w age,. washbapdumay> ta n -

tin , ét'c’. b e im iten a io s cam pesin os co séianaenta- cu i m in a r.cis-r»

tas tareas a g ríco la s consi le iba. Las com o- le em ergencia.;' 3Íno„ar#pre~


-

se ritan a 'la'^fez u.la. ocasión tonde cada, fá m iliá 'red istrib u y e, sus e x c e ­

dentes eocn á m icós acumulado ó- en fonala de chicha, aguar.bánto,, co m i»

da, m ú sica, badie, e t c . y constituyen una m anera agradable b r a ío r -

aar lo s loa os ,de paren tesco, am istad y compadrazgo,,: : 'De no cu m plir


bio de " e s p e c ie s ", lo cual tiene todavía m ayor ventaja que com p ra r

v ív e re s en lo s m e rca d o s. En el segundo ca so p refieren la m odali­

dad leí, g a raypa que ?pdn.conserva la 'tra d icio n a l "meríen,dad* com o

parte del pago. .

P o r otro lado lo s "com uneros .m in e ro s" no se .'desempeñan co m o au-


. . . . ■ . .: ;. f
tén ticos "p a tron es" en las actividades a g ríc o la s supervig.ila.da3 .por

e llo s . P articipan co m o " p a d r i n o s o '"m ash ás" en el sem b río de

m aíz, en el techado de ca sa s y en la ^hieirra del ganado", donde d e-


•. . _ ' ' - • . * .'i

rrochan abundante com ida y bebid?,» ■. P o r e sto , cucado nos r e fe r í"

m os al d e s a rr o llo de la s fu e rza s productivas, no debem os olvidar

que la m a yoría de lo s cam pesinos con cu rren e stacionalmente a ia,s

plantaciones de la costa, y a lo s cetórjgs’hrice-ros; cuando necesitan

dinero para "p a s a r " una fiesta patronal,. construir sus -casas (con te-

ch os de calam ina.), pagar deudas, educar a sus h ijos c .a b rir tica pe-

quena "chingana". E stos cam pesin os están s in le jo s de- con stitu ir

una fuerza, de.trabajo permanente de lo s ce n tro s m ineros con e x c e p ­

ción de lo s m ás jóven es, quienes radican en lo s centros de trabajo,

con sus m u jeres e h ijo s, por un-período m ás l a r g o .

En resum en, la té cn ica de barbecho en S ha.uplwa.ranga está estrecha.-

mente vinculada, a las form a s tra d icion a les dé a cce so a las fu erzas de

trabajo com o la minka y al •acceso-a la p rodu cción mediante el pa.il'ay


o-pago e n -"e sp e c ie s’ i' Sin que esto quiera decir que.lós cahupiwaran-

■guín.o'ís sean-totalmente tradicionales, Ouíenes visiten e.stá.s Comunc-

. dades-puéden observar que muchos campesinos visten casacas de cue­

ro, botas de jeb e; los más jóvenes usan pantalones nb.lue-jeans"; ia

mayoría de lo s hom bres habla ca-stefiano , tiene radios y .tocadiscos

transitprizádosm áquinas le coser, de escribir, etc* Todas las c o ­

munidades ¿nenian, con excepción7de Tangor, con servicios, de trans­

porté- { c-amibnes) para pasajeros y carga, .

El-yupariákuy y el chac r a - manay .

; -Según el •diccionario recopilado por Diego González Holguih en 1560,

. yupana' é s "la c tienta por-nudos", yapa o yupay es "el precio d u la c >

■sa", "e l valor o e stim a " (19S¿, pp, 37 1 - 372) , .Los campa siñ-ps le

las comuni fiados coiítemporáneas cuando se "regalan " algo o se pros-


■b' ,
tan.'algún servicio "anotan" mentalmente para 1,os..fines ,del repago,

' / íutv antes, en el momento en que un campesino "com prom ete" la co­

laboración de otro campe sino dice.: yupaikalam i; en castellano diría:

"espero contar con tu ayuda y ojalá no defraudes la estimación que


: ; •
.te- tengo! ...Be iro; s-i esta persona va a pagar un ovaje en el más me- día

para-el cual eV solicitado, se excusa diciendo: "no- tengo lu g a r", "no

.estoy lib r e ",1' "se rá en otra ocasión, siempre tendrás trab ajo",
91,

% . •
Se desprende que la palabra, quechua .yupanakuy sign ifica '.'com pro-,
¿¿ -

m e te r ", "lle v a r la cuenta'?. T iene c a r á c te r de obligatoriedad,, e x -

, presada; en form a de, "turnos",, • La idea de• 'Iturno",.. según m is itv* T

form an tes, tiene la connotase ión de; ineicorabie, . cuando, quien "lleva,. .

la cuenta" es el alm a del difunto, en la ú ltim a noche del " v e lo r io " .

La persona "tomada en cuenta", para seguir lo s pasos del difunto,

podría se r uno de loe. acompañante s que se dejaron v e n ce r por el sue~

ño en.la noche, del "v e lo r io ".

No sabem os todavía' si el. yupáhakuy •'fáe la norm a p re e u ro pe a,? s e -

•gdn la eualí •se,obligab a a todos lo s cam p esin os de la s com unidades

o grupos étn icos a trabajar' por ."turnos", en lo s ¿am pos del Cacique

o P rin cip a l, de las huecas o d ioses lo c a le s , y en la s -tie rr a s del S.ol

y del Inca', Durante lo s siglos colon ia les el yupanakuy fue un sis te -

raa de '■tributación que estaban obligados a cu m plir lo s indígenas a tra

v és de m itas o "tu rn os" (M a rra ,, p , 385) ^

P e ro ¿qué relación hay entre las form as de ayuda, mutua y la d istri­

bución de las m itas entre lo s je fe s de fam ilia con el acto de sem b ra r

'm a íz? P a ra respon der a este, pregunta se requ iere una,mayor in­

vestigación etn oM stôrica y etn o ló g ica , Las evidanc las, que tenem os

al resp ecto pueden. :s e rv ir para re con stru ir parte del v ie jo sistem a,


M
el cual es de suma im portancia para entender m ejor el proceso de lo s
92

eam bios en la s comunidades, tradicionales „ .

• La fiesta, del yupanákny en la s comunidades de Cdmupivmranga to ­

davía sigue regulando, las. actividades a g ríco la s, con algunas v a ria -

' cioné s de una comunidad: à e tr a . •■

En l a com unidad dé Yacán el .yupanakuy del se m b río 'd e rnafe; ocu ­

rre, dos v e c e s . La prim era, co m o yá in dicam os, co in cid e con la

fiesta d e l.R o sa rio , ■Se lleva a cabo en la p a rcela com unal de la

■ su b -zon a d e.la ja lk a -ja r a . y marca, la in iciación del. sem brío» -La

segunda, ■se: r e a liza en la v ísp e ra de T odos los Santos ( 3T de octu ­

bre }.eú la parcela comunal, de la: sub-sona d el kech.wa-jara_ y m a rca

la.fin alización del s e m b río . De acuerdo a estas p r e s crip cio n e s se

■debe, em pezar a "sem brar en. las parc'élas ele la s partes altas para

term in ar en la s de las partes bájas, prin cipio que sigüe rigiendo de

bido al fa ctor condicionarte del medio ambiente:»

■ P ó r tr a ta r s e 'de una cerem on ia norm ativa de las- a ctiv id a d es-a g ríco­

las* la participación de la s -autoridades comunales e s con siderad a

r com o inevitable'. C orrespon de al -Teniente G obern ador, al E s c r ib a ­

no y a lo s Principale s, la ej.ecuc ión'-de la. cerem onia de inlciaó'ión del

sem brío-de m aíz y, al Juez de Paz, "Agente M unicipal y 'a lo s Regido

res, la cerem on ia de- clau sura-del s e m b río . G-ada uno -le ello s de-
be p rocu ra r dos o tres yuntas de bueyes con sus re sp e ctiv o s gaña-

nes, pusbaj (gufa)y rnuroj (sem b ra d or) y algunos tac lie ros o jaita j'

y la m p e ro s . L os R eg id ores y P rin cip a le s deben con seg u ir además

la p a rticipación de una batí da. de ,m ás ic o s cada uno. P ara contar

con todos e s to s s e r v ic io s necesariam en te tienen que "co m p r o m e te r "

a lo s dem ás m ediante el jichakuy ,

Un d ía a.ntes de la ce rem o n ia , lo s “ v a r a s 1r del Agente Municipal (R e­

g id ores C am pos, C am pos' y. Algu?¿:il&s) lim pian la ch a cra com unal

(retiran la s .piedras; .'eliminan lá vegetación silv estre y queman la

basura}., reconstruyen la npiana!! ubicada en e l centro' de ía p a rce ­

la y la pintan con tie r ra blanca,, Al diá sigu ien te,-m u y tem prano,

.colocan una ...eras, y e l estandarte del danto P atrón del pueblo sobre

la, “ piaña” , adornándolos con ram as dé flo r e s .

La Cerem onia em piesa con algunos re z o s al p ie de la piaña, bajo

la ,d irección del C apilla (s a cris tá n ) '% luego m ascan c o c a im ploran­

do ^a,, ios-esp íritu s de lo s c e r r o s un buen a ñ o 'a g ríco la . En segui­

da se retiran;?, sus respectivas "m e s a s “ . L os "w a je s ” am arran

lo s yugos en la s astas de lo s bueyes y adornan el cue rpo de estos

anim ales con cintas y enjalm as de d iv ersos c o lo r e s , El e s c r ib a ­

no monta uno,de lo s bueyes y dada-vuelta al contorno de lá p a rc e ­

la seguido de io s “ w a je s “ con sus res pee ti va, s yuntas, chakitakll as


y ’lam pas, al son de m archas interpretadas por la s dos bandas de

m ásic.os. E m p ieza el sem b río con ocho o dlóce-yuntas, l o :cual

significá üii igu al' núíne ro de- gañañeS, niu roj', pushaj y la m p eros

y de 15 a 2f) "ta c lle r o 's ".

A medio día llegan a la p a rcela com unal otros "l¡w a je sMportando el

yawasikuy (tam ales, ch arqu ican, picante de a r r o z , picante de cuy,

tallarines,' huevo frito con a r r o z , etcd) para 1'in vita r’’ a la s auto­

ridades y v a ra y cs , quienes desdé sus resp ectiv a s "m e s a s !’! r e d is ­

tribuyen lo s "p la to s " á sus s'embradór'e.s, m ú sico s y algu a ciles,

durante el elfaupíjamay (d escan so de m edio día). Las dos bandas

de m á s icos van r o tabulo dé "m e s a " en " m e s a ” tocando m archas, bu ai-

nos y m a rin era s; a.'su'paso son agasajadlas con abundante chicha y

aguardiente» P o r su parte la s m u jeres dé la s autoridades y v a ra -

das en el suelo, en torno a sus n ’o c n - l - i t r a ¡-j o n a l!

oro el ja r anvi, con i e strbías qu-

provocando "g v a p id os" entre é s to s , cuyas notas agudas se expan­

den a una y otra banda para lu ego p erd erse entre lo s abism os de la

quebrada, '

F inalizado el sem b río las m u je r e s "cuelgan walígapis en lo s cuellos

de l o s ’gañanes y ta c llé r o s y adornan con flo re s lo s so b re ro s de lo s

a sisten tes. Entregan una va w a (guagua de pan)r a cada m uroj ,cau*


u ir d M H u n u , CO - n-iim n i.
cy -yit

sando sátfóas y r is a s entre lo s p re se n te s. L os mu-roj . se visten de

m u jeres, lo s push,aj, de v ie jo s haraposos con m ásca ra s de chivo,' y

em piezan a danzar (ch iw i-d a n z a o warrai*danza}. ■ Suben- a la m arka

£ormando dos "puntas" separadas, la del R egid or del barrio,.de a r r i­

ba y la del Regidor del b a rrio de a b a jo. . La fie sta continúa hasta el

día siguiente en la s cas?,o de la s autoridades y v a ra y o c, con la adheeió

de lo s "w a je s " que no pudieron c o n c u r r ir a la p a rcela com unal.

E l 31 de octubre es 1?, segunda y últim a fiesta del yü pana leuy. .en la :

com unidad de Y&cán. -Al igual que en la primera, ce re m o n ia el sem ­

b río de- m aíz se lleva, a cabo con yuntas de bueyes-y tac lie ras» Hay
r ■ ' . -; : V _ A
gran d erroch e de chicha, aguardiente y comida., y bailan do.s cu ad ri­

ll a.s da danzantes. E l hecho trascendental de esta últim a c e r e m o -

..niaestá en la renovación d« c a r g o s de v a ra y o c. Con este objeto la s

.a,uborida.des y lo s va ra yos salientes con firm an lá relación de lo s c o - ,

muñere, s que deben asum ir lo s ca rg o s de yara'ytís a partir del p rim e­

ro de en ero del año siguíeoto . .La re la ció n .ssofel'abb.rada-llevando

una. rigurosa, cuenta por com u n ero -de lo s c a r g o s que das empeñó, y

de lo s c u e le L ita aún " p a s a r " , .Son exceptuados aquellos que toda­

vía no han term inado de pagar lo s "w a je s " y lo s préstam os de dine­

ro que deben 1 por.Xa últim a fiesta patronal, o por una reciente desgra-,

CÍc! p 8 TSO t '

En la e le cció n se tom a en cuenta además la repre señt.atiyidad propor»


v ; ••
cional por cada ba rrio' {a rrib a y abajo); d o s 'R e g id o re s , d osrP rin -

"cipaíés y un 3 s e r ibanó•corno "v a r a s " del Juea de .Pazj un alcalde

’ Cam po, dos R egid ores Cam po y-diez cam pos com o " v a r a s " del A»

gente'.MunicipsI';'. dos C o m is a rio s M ayores y cuatro C o m isa rio s

M enores co m o " v a r a s " 'del Teniente Gobernador♦ Adem ás noce

1 Igu ab ilss com o "m u ch a ch os !1 de mando de las autoriaab.es y v a ra -

•yod m a y o r e s , En la tardo de este m ism o día. lo s Alguaciles salien­

te s repican la s cam panas de la Iglesia pregonando .entre gritos lo s

nom bres d é l o s com uneros-designados com o nuevos v a ra y o s .

La cerem onia, del yúpahakuy en e! /'b a rb e ch o " para papas es, muy

sim óle., ' L as autoridad© s" 'y va rayos -dirigen una faena comunal

sim b ólica , con la p a rticipa ción c a s i e xclu siva de sus "w ajes' en

el a rreg lo de la plaza principal para la fiesta de la " yunga1*-o "cor­

ta m onte", o "lim p ia n " al cam ino "que cominee al panteón del pue­

b lo . Ce-^tín lo s ancianos del lugar esta ce re m o n ia so rea liza b a s»-i

las' c hacras-»yqpanakuy que todavía quedan en algunos "tu rn os" uel

man a y ; y coíisistfa en abrir algunos su rcos en señal de iniciación

del 1'barbee h o ".

La cerem on ia de m ayor im oortan cia en el cu ltivo de papas es el

chacra-m anay" , que se lleva a cab o en algunas com unidades e l dos

1 Mañsy: "S s sólo pedir p or un rato prestado lo que se vuelve


A P r m v o
s e m im « ,0 m m m .
m m um m m .....

de fe b re ro (La C andelaria) y en otra s, e l M ié rco le s de Ceniza,. El


C'J ci

propósito, es la confiririáción ce re m o n ia l o sim b ólica por la com uni­

dad del-; derech o de l o s ‘com u n eros al a cce so a la s tie rra s del manay

que han venido heredando, dé padres a hijos»

La fie sta del chacra-- manay em p ieza con el r e c o r r id o do lo s C am pos

por lo s lin d eros de la com unidad, quienes co lo ca n en su r e co r r id o

c r u c e s y flo r e s en la s piañas o m ojon es en actitud de con firm ación

sim b ólica del te r r ito r io de la comunidad» Las autoridades y va ra -

yes m a yores, ■'ac-ompañados de sus alguaciles 'y 'M a je s ", se reúnen

en la s prim eras, horas del día en el chac ra-yupanacuy da la parte al­

ta del "tu rn o", o sea, eti la sub-zpna donde ■siem bran la ja lk a -o apa»

Rezan y m asean.o.cca-ai p ie de una piaña, .Em piezan a baja,r, a v e ­

ces se.detienen junto al "dueñ o" de la. p a rcela par,a m a sca r coca. por

brevas minutos y ..continúan bajando. L os P rincipales tiran unas

pieJ.recleas r^p if.'e n. o io s r . o n r o o de ros p ose e d o re s le la^ pa.^ce­

l a s ,. A medio-día:;- para-el chau pi-jam ay , vuelven a reu n irse en Iq.

parte baja del "tu r n o "/ en la sub-zona de la kechwa-papa , donde b e ­

ben abundante chacha y aguardiente„ .Por la tarde reg resa n bailan­

do a. la m arka.

luego; lo .m is m o en número porque .no se enajena ni aqui .se di­


ce deudor ni. a c r e e d o r "V G onzález -Holguik (1 6 0 8 }:p,-227. '
Mañana ; "Lo-que hayv que p re sta r, Aquello que se debe p e d ir 1
Jorge L ira , 1944, p . 627.
98

Dudante la cerem on ia lo s va ra yos asignan a lo s com u n eros pobres

la s o a r c e la s "v a ca n tes1' ( que. no tienen "dueño"},, ..i-n ~a comñnicia

"dé T&puc esta s p a rce la s se denominan y¿askapcbacra¿ y son viadas

a los m ás p ob res, siem p re que hayan ido a la yunga, a tr a e r paitnas

ca ra la p ro ce sió n del D om ingo de Ramos* .ani la com uaiaad u è ...*a-

cán son asignadas preferentem ente 'a lo s com u n eros que- "pasaron '

c a r g o s en Gorp'hus G h risti, . . ■
- ■

Én general, cada com u n ero sabe co?x anticipación cuál i e lo s "tu rn os"

va a ser "b a rb e ch o " para el próxim o aíio agríeoia»y re co n o ce fá c il”

mente la s p a rcela s que se han verá-do he re danno, ue p a rres a h i jo s y

qcte' atin'’ü 5anfcienen sus nom bres individuales .en quechua » .rere,

tam bién saben que esta, prohibido "b a r o e c h a r " ias parcelas que txo.asj-

tán con sid era d a s en el "tu rn o". c i lo h iciera n , safarían exponiendo

sus sem en teras al "d a ñ o", ya que dichas parcelas.-no sepe ousi-ae rae.

dentro de la resp on sa b ilid a d y. cuidado de lo s Campos*, Cajo este ,

m ism o principio tam poco la co se ch a puece ser adelantada a inic.i.ati-’

' va 'individual;“debido a’ que inmediatamente después d.e las co se ch a s

1 P a r e c e -derivarse de v?accha que quiere d e cir huériano de paare


y m a-íre, sin tie r r a s ni*l>Í3 nes de cap ita l, "" De se r a si se trata.”
ría. de un patrón cultural'•p.re**europeo, según el cual el Cacique
o P rin cip a l rep artía la s .tierras " lib r e s " ,o "v a ca n tes" entre lo s
indios p o b re -s , 5"(“Ver-, Inirr'o''Ortiz, de. Zú,ñiga; i 9.6%, pp*'fe2, o2.f 58
y ,8 4 . } < . . . . . - d.'- ~ ■' . v - v ':/;v '"
Q
/O/

cu alqu ier com unero tiene derech o a pasía.r sus animales en lo s r a s ­

tro jo s dejados,,

.!i,n la s comunidades am estizadas donde atín se practica, la rota ción '•'--

ce cultivos,- lo s Cam pos toman la.denom in ación de ’’vigilantes agra­

r i o s '1. L e s ’ otros ca rg a s han dejado de e x is t ir . Esta a so cia ció n

ce la técn ica y-el sistem a de ca rg o s es muy probable que sea de o r i­

gen p fe -e u r o p e o . ■•3 n la c r ó n ic a de Huamán Poma- de Ayála" se pue-

ae v e r algunas representaciones de jóven es con gorra s-.d e‘ctiere- de

z o r r illo y en actitud'de e sta r espantando a lo s pájaro s ie lo s -níaiza-- •

iSS ( - 96o, p , 9'?}. jen todas la s com unidades ce Chaupiwaranga se

puede o b s e rv a r docenas de p ieles de este anim al extendidas' y c la v a ­

das sobre las paredes de las ca sa s de lo s e x -a lc a ld e s cam pos,. El

z o r r illo o s u n animal perju d icial a la agricultu ra, y cu ca za a é r e o - - .

m o sus cu e ro s 's ig u e n sim bolizando la m isión de lo s ca m p os.y con ­

tribuyen a su prestigio por m uchos años- m á s.

ygpaaaxuy y e l c hac r a - man ay contienen un conjunto de reglas c u l­

tu rales m ecíante la s cu a les las comúnidades de Ghaupiwar'anga si­

guen ejercien d o el con trol de la s t ie r r a s de cultivo paralelamente' al

con trol individual por cada jefe de fa m ilia,

o o m o hemos venido mencionando en páginas a n teriores tod as.las com u


ni'da'des de la quebrada'de Cb.a.upiwaranga. tlensn sus p a rcela s d,e m aíz

y sus p a rcela s de papa, E stas últim as están distribuidas en '’Turnas'1,

dentro de la zbna- del mana y* I»a com unidad de T á n g e r l a única que

tiene c u s 'p a rce la s de papas en dos manay , alejados uno del o tro , co rre s

pendiendo uno d e 'e llo s a lo s dos b a r r io s ‘de arriba (p a ita y y A ym ara)

y el otro a lo s dos b a r r io s de abajo (bVanri y Y a p a c), aunque debido-,

a l m atrim on io entre b a r r io s , la m ayoría siem bra en ambos». ..Tara**.'


v . r •

bidii en T angor cada b a r r io tiene- sus chacras-yupanakuy en. lu gares

distintos, y cada cual rea liza la s cerem on ia s resp ectiv a s por.-,separa- ,

do . E n .realidad cada, b a rrio mantiene una cierto, autonomía, pero:

esto no invalida Xá H ipótesis del "con trol vertical." de la s e c o lo g ía s . ■

S e a a .n i v e l de l a c o m u n id a d o de l o o b a r r i o s o l i s t e e l p r i n c i p i o d e .c o n -

t r o la r en fo r m a c o le c t iv a y d ir e c t a la s c h a c r a s - y u p a n a k u y . E n .l a e c o

m u n id á d de Y a c á n e s t a s p a r c e l a s s o n a r r e n d a d a s a n u a lm e n te yLa> p r e ­

fe r e n c ia , a l o s m a y o r d o m o ¡s d e i o s s a n to s p a t r o n o s s n a ú n a de l a s a u ­

to r id a d e s , o di. p a s t o r e n c a r g a d o d e l c u id a d o d e l g a n a d o de l a e o o p e - , i -

n a tiv a c o m u n a l . E n l a c o m u n id a d de G b a u p i - m a r c a . un g r u p o d e m

g r . i c u í t o r e s , o r g a n i z a d o s e n una. c o o p e r a t i v a d s p r o d u c c i ó n ,. h a b í a n . ■

r r e n d a d o e n ' 1 9 6 7 u n a d e e s t a s c h a c r a s d é l a z o n a lo p a p a s / ..En l a s

c oxrsanida.des de T á n g e r y P a u c a r h o.sta h a c e d o s d é c a d a s l a s c h a c r a s -

yu.pan.acuy e r a n a r r e n d a d a s a a lg u n a s f a m i l i a s d e le» c o m u n id a d de C a u ­

r i.
101

La p referen cia de lo s tango ría o s de io s cuatro b a rrio s y de lo s pauca-

r in o s de arren dar sus ch ac r a s - yupanace y a lo s cansinos es otra evi­

dencia que con n rm a nuestra hipótesis,, Hay que re co rd a r que lo s ca u -

rin os, en lo s p rim eros años del presente siglo, perdieron definitiva-

mente sus ch a cra s de m aíz, que .venían con trolan d o hasta entonces a

inm ediaciones de la com unidad de P ü la o . Es d e cir, la pérdida de

i o e maíz ale s no. signific 6 la ruptura del vie j o patrón culfu ra l; otro s

elem entos, co m o el '’a rrié n d e 11, han perm itido la continuidad del ideal

de la com plem en tar idad ecológica» ' ' ' •

P o r otro lado, ex yupanacu y, com o acabam os de v e r, provee de auto-

rm ades { V a ra yoc’ a la comunidad, bajo una e stricta reglam entación

y jerarqu ía ación cíe ios cargos» E stas autoridades •


.se encargan de

con firm ar cerem onialm ente el a c c e s o >. las tie r ra s , me h acer r e s p e ­

tar el calen dario a g rícola acordado y aprobado por. la bom m iidad, .de

c a stig ar a lo s in fra ctores' can santo s de lo s : ’daño s n y r ob os; y de au -

yantar o elim in ar a io s animados ’’d a ñ e ro s'5, Com o dicen algunos de

m is informantes "el yupanakuy es una fiesta que nunca p ie rd e 53,. En

uecxrf a pesar del relajam iento ca la vea m ayor, líe. la im portancia de

la s fiestas patronales, como con secu en cia de la constante alza de lo s

p re cio s de los a tticu lcs m anufacturados y del relativo congelam iento

lo s p re cio s ;ié lo s productos a g rop ecu a rios, la fiesta .de yupanakuv

aun mantiene su sign ifica ción tradicional, P e ro los gastos que se rea-
i 00

n i'd á d e s d e l a a l ie b r a d a 'd e Ch.aa p iw a r a n g a t ie n e n s u s p a r c e l a s da m a íz

y s u s p a r c e l a s d e p a pa ,. E s t a s ú l t i m a s e s t á n d i s t r i b u i d a s e n 'T u r n o s “

d e n tro d e l a ssbna- d e l m a n a y , Ira c o m u n id a d de T a n c a r e s Ipt ú n i c a ;cue

tie n e s u s p a r c e l a s d e p a p a s e n d o s m a n ay , a l e ja d o s u n o d e l .o t r o , c o r r e s -

pendiendo uno d e 'e llo s a lo s dos b a rr io o ‘de arriba (Paltay y Á ym ára)

y. el otro a lo s dos b a r r io s de abajo (YTanri y Y a p a c ), .aunque debido-

al m atrim on io entre b a r r io s , la m ayoría-siem bra en am bos,. ..Tam-.

bíárx en Tangor cada, b a rr io tiene sus ch ac.ras- y upanakuy en lu gares

distintos, y cada cual re a liza la s cerem onias, resp ectiv a s poinsepara­

d o .' En..realidad cada b a rrio mantiene una cierta, autonomía, pero; ,

e s t o n o invalida Xá •'hipóte sis del '“con trol vertical.“ de la s e c o lo g ía s .

Sea a.nivel de la comunidad o de lo s b a rrio s existe ol prin cipio de:-.con­

t r o la r 'en form a colectiv a y d irecta la s chacras-yupe,nakuy „ En la ce»

munídad de Yacán esta s p a rcela s son arrendadas anualmente da-pre­

feren cia a lo s m ayordom os de io s santos patronos, .o -aúna de la s au­

torid a d es, o al pastor encargado del cuidado del ganado de la coopte-, '

ratxva com unal t En la com unidad de Chaupl - m aro a un grupo de

gricu lto re sí 'organ izados en una coop era tiva de producción,, ha.biain.a-

r rendado en 1'1967 una, de estas chacras dala zona le p a p a s/ En la'c-

comunida.des de Tánger y Pausar- hasta hace dos décadas 1 as c h a c r a s -

yupanacuy eran arrendadas a algunas fam ilias ;le la com unidad de Cau:

ri,
101

Iva p re fe re n cia de los tangorinos de lo s cuatro b a rrio s y de lo s pauca-

r in o s de arren dar sus c hao r a s - yupanacu y a lo s can ritió s es otra e v i­

dencia que con firm a nuestra lasóte s is . Hay que re co rd a r que le s c-au-

r i ñ o s e n lo s p rim eros años del presente siglo, perdieron definitiva-*

mente sus ch a cra s de m aíz, que .venían co n tro l ande hasta entonces a

inm ediaciones de la com unidad de P ilia o • S s d e cir, la pérdida de

io s m aizales no sign ificó la ruptura del v ie jo patrón cu ltu ralj otros

elem entós, com o si "a r rié n d e ” , Kan perm itido la continuidad del ideál

de la com plem entaridád ec'blógiea*- '

P o r otro lado, el yupanacuy, co m o acabam os de v e r , provee de auto­

ridades (v a ra y o c) a la com unidad, bajo una e s tricta reglam entación

y jerarqu ía ación de lo s c a r g o s . E stas auto rida des.se 'encargan de

con firm ar cérem oniaim ent'e el a cce so a la s tie r ra s , ;-de h a cer r e sp e ­

tar el. calen dario a g rícola acordado y aprobado ■por. la 'comunidad, de

ca stig a r' a lo s in fra ctores causantes de io s "d a ñ os 7 y ro b o s p y de au~

ye atar o elim in ar a lo s anim ales "d a ñ e ro s ". Com o dicen algunos de-

m is informantes ”el yupanaku/ es una fiesta que nunca p ie rd e ” . Es

d e c ir , a pesar del relajam iento cada vez m ayor, ele. la im portancia de

la s fiestas patronales, como con secu en cia le la constante ala a de lo s

p recios de lo s atrtfcules m anufacturados y del relativo congelam iento

;.ie lo s p r e c io s ;ié io s productos a g rop ecu a rios, la tiesta .de yupanakuy'

aún mantiene' su sign ificación tradicional-. P e ro los gastos que se rea-

v
lisa n . en c u a l q u i e r f i e s t a , y a s e a a n iv e l eom unaJ. o f a m i l i a r , s o n s ie .m

. p r e m u y .c o s t o s o s p a r a la. e c o n o m í a l e l o s e a m p e s i n o s ,

l i a i m p o r t a n c i a d e l a f i e s t a d e l y u p a n a k u y '« y p o r l o ta n to su c o n t in u i­

d a d , s e d e b e a qu e e s t a c e r e m o n i a e s t á a s o c i a d a d i r e c t a m e n t e a l o s

a s p e c t o s de . f e r t i l i d a d y a d q u i s i c i ó n d e a l i m e n t o s , a d e m á s de o t r o s

que y a h e m o a s e ñ a l a d o . L a s f i e s t a s p a t r o n a le s , a unqu e e s t á n i g u a l ­

mente a s o c i a d a s a e s t o s m i s m o s o b j e t i v o s , l o e s t á n t a m b ié n , al m i s ­

m o t i e m p o , a o t r o s , c o m o al a l i v i o d e l a s e n f e r m e d a d e s , t a l c o m o c -

c u r r e é n t r e l o s " m e s t i z o s 11 y " c r í o l l o s ’ h .£n CK a u p fw a r a n g a l a s f i e s -


... 7 .( ; .......... . . r ..... •. c . .• p.•u.'v v: A.-.A ;•r. :v

t a s p a t r o n a l e s e s t á n p e r d ie n d o r á p id a m e n te su e s p l e n d o r y p o m p a .

M u c h a s de 'é s t a s f e s t i v i d a d e s ( L a C a n d e l a r i a , é l R o s a r i o , C o r p fc u s

C K r is tx , ' San -S e b a s t iá n , " e t c , } e s t á n e s t r e c h a m e n t e v i n c u l a d a s a. la.s

dive r s á ,s -'a c tiv id á d e s a g r í c o l a s y s o n s o s t e n id a s c o n e l ^ g a o t o " ele i o s '

varayo s . '

La. a s o c i a c i ó n , o a ta b le c i l a du r a n te l a C o l o n i a , de l a s f u n c io n e s d e i o s

v a r a y o c , c o m o r e s p o n s a b l e s d e l a s a c t i v i d a d e s a g r í c o l a s , con l a s t e ­
I
r c a s de c a t e q u i s a c i ó n , •h a ' sid o g ra d u a lm e n te d e b i li t a d a , S n a lg u n a s •
'VoLvl .
c o m u ñ id a d e s de 1a queb r a d a , . p o r d e c i s i ó n de l o s m i s m o s c a m p o c in o a ,

h a n s id o d e r o g a d o s l o s c a r g o s d é R e g i d o r e s y P r i n c i p a l e s p o r d e m a n ­

d a r e x c e s i v o s g a s t o s ,an e l s o s t e n i m i e n t o de f i e s t a s r e l i g i o s a s , . A d e ­
i
m á s , e llo s t ie n e n o t r a s fie s t a s m á s d ir e c ta m e n te a s o c ia d a s c o n a s p e o

dA
1.03

tos de la fecundidad .ie la t ie r r a , la p re s e n cia de las lluvias y la ad­

qu isición de alim entos. Me estoy refirien d o precisamente" a l a fie Si­

ta del yupanakuy y del chacya-m anay ; tal' ves, por esto, estas fie s ­

ta s r’ruine a pie rden !1; d H"

J.J0. c e r e m o n i a r e í c liu c rs ,- irían ay n a e s o u e s u n a g .cia d e b- >r r a e ñera,

carnavad-Si.sca* &*0 e l r i t o ;.ie•p u r itic a c x ó n . ■•o la, t i e r r a , en l a c o n f i r ­

m a c i ó n c e r e m o n i a l de l a t é c n i c a d e r .-.:a c iM d e c u l t i v e s , e s e l h e c h o

de d a r p o s e s i ó n de l a t i e r r a a l o s c o m u n e r o s que r e c l a m a n s u s ’ ’d e r e ­

c h o s ” s o b r e l a s c h a c r a s 'V a c a n t e s ” , e n m é r i t o , p r e c i s a m e n t e , de h a -

b e r d e s e m p e ñ a d o a lg ú n c a r g o c i v i l - r e l i g i o s o d e n t r o de l a c o m u n i d a d .

SI hecho de que las cerem on ia s tra d icion a les persisten en Cheupi w<

r a riera no quiere d e c ir que se trata de com unidades enteramente hom o­

géneas y s o lid a r ia s . H em os visto que tales fiestas son llevadas a. ca

bo sólo con la participación ie las autoridades, varayoc, y sus r e s p e c ­

tivos ’Hvaj,r!3-{, Ea gran m ayoría de la población se mantiene al m a r­

gen, En todo ca so puede hablarse de una c ie r ta hom ogeneidad en lo s

spectos íte o ló g ic o s y cu ltu rales, pero no a sí en las con dicion es ma­

te ria le s que han em pezad .• a diferenciar grupos Je enm oesitrns. Hipo

c ie r ta hom ogeneidad porque actualmente existe un se rio con flicto entre

I 'M Los com u n eros v ie jo s y jóven es com o consecuencia "del constante d eb ili­

tamiento ue la s norm as tra d icio n a le s, Eos jóven es m igran a l o e can-


tv.''e industriales -;r, busca de una m e jo r v i :1a, ca r L cue p a r

er*il cut* Étant ame uta íu rasados a a s u m ir ía s re&penoabUidades C am -

CUS V. .no puc u ser igual, ie Ninguna m anera, m a n d a r'a n e u t r e a vie-



PS ;a cuniulir tarée s p e sou pi u p a s tu jóvenes.
CAPITULO II

INTERCAMBIO TRADICIONAL
Y MERCADO MODERNO

El trueque y la c o mple m entar ida ;l e c o ló g ic a

El trueque - de productos entre com unidades de diversa s e co lo g ía s se

in terpreta com o una m anifestación de lo s "in d ígen a s” de seguir ig ­

norando deliberadam ente la s le y e s que rigen el funcionam iento de los

m erca d os m odern os, o sea, una mansera de refu giarse en lo s patro­

nes cu ltu róles trad icion ales frente a la agresión permanente de io s

me re a d o s dominante s; o c o mo una con secu en cia de le. eocas a c ir cu ~

lación de la m oneda en la s com unidades alejadas, siendo pama los "in ­

dígen as" de estas region es m ás fá cil intercam biar sus productos direc

lamente, bajo el sistem a tradicion al de equ ivalen cias.

Amb a s hipóte sis &o n o pe r anc e s e n aoc i a dade s qu e E r ic R „ Wc !f{ 1967}


denomina "com unidades cam pesin as c o r peradas y c e r r a d a s 11, c a r a c -
'• " - "■ > " . •, • ......
te risadas por el predom inio de la agricu ltu ra ele aut oa?Dastee im ié nto,v -,:'

con una, organ ización social-, .política, r e lig io s a y econ óm ica relativa­

mente autónoma* ' . C ie rlo !s s e cto r e s de cam pesinos, de la s comunidadém-

del P e n i tienen sem ejantes c a r aeterístieas alas; d e scrita s por W olfd'

por la que la s hipótesis son be,stanta sugestivas«.

.• * -■ . . v

E l estudio do la ó relaciones.-de in tercam bio de productos e n ,la s 'com u­

nidades-del .Perú adquiera.gran .im portancia te ó r ic a cuando se plantea-

teniendo en cuénta la continuidad del "ideal del u so v e rtica l de las e-.''

coleg ía s"., Hémhs dicho queden una sociedad donde cada grupa’ huma­

no trata de alcanzar el auto abas te cim iento a través del a c c e s o 'a lo s

d iv e rs o s m io r o clim a s , el-cOnaercia,-no.tendría razón de s e r , P e ro ,

en la s c ommidadés'c'óYitempb.ráneac, encontrarnos form as m íxtác de

elem entos c a r a c te r ís tic o s del "u so v e rtica l de la s e c o lo g ía s ‘y, dé úna

econom ía de me re ador'

A firm ar-que en nuestras com unidades se dan relacion es tra dicion ales

y m odernas n o 'e s ningún d e scu b rim ie n to <. Mi propósito es dem ostrar


- ■ r: . . - : ; ■ \ ...... .
que los.cam pé sinos acuden al trueque para alcanzar el ideal del 'auto-

a,bas te cim iento y para acaparar -productos ag rop ecu arios con fines e s -

t r icfc amenté •-luc-r ativ o s ¿ E n am bo 3 c a s o s las equ ivale nc i a s y el val. o r

en moneda de los productos a s í com o lo s v a lo re s culturales son distin -


. t o s . S e trata- deudos e s fe r a s -e c o n ó m ic a s : la .le subsistencia, y la

m ercan til (V e r lám ina N ° 5).

D esd e.el momento eti que lo s indígenas fueron obligados por lo s en co ­

mendé r $ s :.españoles a tributar en derivados de la ganadería, co m o la ­

na, carne y cu erea , o en. especies elaboradas, com o frazad as, pon­

c h o s , c o s ta le s , toldos, o v illo s de algodón y lana, jáquim as y cin ch a s,

.alpargatas., e t c ! 'l o s indígenas ‘vieron fácilmente la s ventajas e co n ó m i­

c a s de la cria n za da oveja s,' c e r d o s y c a b r a s , . Con e l'tra n s c u r s o de

lo s sig lo s-co lo n ia le s y dé la ó poca- republicana el pastoreo de las nue­

vas e s p e c ie s introducidas por los'ssp a ñ ó le s pasó a fo r m a r parte indis­

pensable de la econ om ía d e' autoabastecim iento de lo s indígenas.

L 3.3 .oonaunidades. ubicada.a en la jatun -jáika y en la jaiba. , con abun­

dante pastos natu rales, em pezaron a e s p e cia liz a rs e en la crianza de ..

ganado vacuno y lanar, y en zonas donde no tenían llam as in crem en ­

taron rápidam ente la cria n za le b u rro s, caballos y m u ías. .Desde

.entonce&, se in stitucion alizó e i trueque de productos derivados de la

ganadería coa productos a g ríco la s de la k ech va y de la yunka, sie m ­

pre temen-do momo-méta. el'-outoabastecim ientol P or esto, para lo s

caurinos la, pérdida de sus ch a cra s de m aíz, no sign ificó im pedim en­

to alguno para seguir manteniendo sus derechos sobre la producción

de m aíz Je lo e .a g r ic u lto r e s de la quebrada de Chaupiv/ar anga. A tra -


v és del-trueque lleg-arpn a- materia).iza r nuevamente el ideal de la,.'.V'.

com p lem eh taridsd e c o ló g ic a , - •

Todavía lo s caúrin oe y sus v ecin o o. dé le e com unidades, de Jesús, Ba­

ño 3 j O ueropaica, e tc , siguen bajan Jo a la quebrada de Chaupiwaran-

ga y a las .haciendas y fundos dèi valle de Ambo y Huánuc o , .. E llo s

traen con sig o lana,, ca rn e, queso, charqui, chanchos y chuño. ¡para

in terearnbia.r¿ps.con m aíz, cala baza y algunas varíedaaes ae legum ­

b re s y c e r e a le s . L oe productos de la jalka sor. muy a p re cia d o r en •

la quebrada sobre .todo en el vallo de Am bo, donde la ca rn e y le. lana. ,

son muy e s c a s a s , ' P o i esto, cuando sus p oblad ores ven bajar a lo s

‘ 'esta n cieros’ ’ (habitantes de là jatún -jal ka), le s brindan sus ca sa s .

(con zaguanes- para la 'seguridad d e ' soa a c é m ila s ), para l e ’ esce m odo

ser lo s p rim eros en e s c o g e r la s "m e r c a d e r ía s " , L os i:e sta ce le r o a 1.'-

prefieren, al.cja.rse entre sus com p ad res o ' ‘con o cid o s", con quienes

establecen rela cion es de yawaslnakuy, Segtin e sta costu m bre el viA v,

sitante ■"in vita " a su anfitrión -uria p orción de pacharasir;a. de carn e •_

de ca rn ero o do carne de chancho, o una p orción de queso ca ch in a ,

uno o dos m ates de to co s (con serva de papas) o un mate de ehq.no.n e ;- o

gro. E l anfitrión, en recom pen sa, le sirve algunos "p la to s" de 3a

región (can ch a, mote de m aíz, de trigo o de habas, burnita, chupé" '

de calabaza y el infaHabla va.se de c h ic h a )., Am bos se o fre ce n l o

m ejor,., sua- "a n tojos" m utuos, ló que Hachan- e l '" c i l u " , ■ :


no

Y a w a s ir, ek n y y Mc ü u ,; s o n l o s c o n c e p t o s e s t r e c h a m e n te r e l a c i o n a d o s »

Y a v ta y s i g n i f i c a 1'in v it a r t!f p r o b a r o g u s t a r tina p o r c i ó n d e m a n ja r o

líq u id o , ,{C i l u n p a r e c e d e r i v a r de cqI-og p a la b r a que,- c o m o s a b e m o s ,

s i g n i f i c a s o s p e c h a q u e u n o s ie n t e de que n o s s e a a r r e b a t a d o a lg o * Es

.••decir, en e l c a s o que v e n im o s a n a liz a n d o , u n a p e r s o n a s ie n t e c o m o a l ­

g o i n e v it a b le e l 1‘i n v i t a r 1* u n a p o r c i ó n d e l o s p r o d u c t o s c o s e c h a d o s a

la s * -p e r s o n a s a q u ie n e s s o l e e d l o m o t iv o p a r a que s ie n ta n c e l o s , c o n

el p e lig r o .le v e r a m e n a s a d a su s c o s e c h a s én l o s p r ó x i m o s a n o s , p •

C e l o o -'oilu d' p a r e c e s e r l a t r a d u c c ió n de la p a l a b r a q u e c h u a tu sh u ,

q u e 's e t r a d u c e m á s e x a c t a m e n t e c o m o e l. d e s e e a rd ie n te dé c o m e r

c o s a s e x q u i s i t a s y c u y a i n s a t i s f a c c i ó n p u e d e c a n s a r -e n f e r m e d a d al

corazón . d i s t o 'o c u r r e m á s fr e c u e n t e m e n t e c a n i a s x r iu je r o s e m b a b

rabad as. P o r e 'so o s m e jo r M arital*” a n te s q u e 's e n t i r s e c u l p a b l e s

de l o que p u e d a o c u r r i r a la p e r s o n a que s in t ió c e l o s , a l . m i s m o t i e m ­

p o q u e s e d i s i p a u n pon ib? e c a s t i g o s o b r e n a d a r a !, «So -ta m b ié n l a i r á -

d u c c i ó n ...Le l a p a i a f a a q u e c h u a m u hay qu e s i g n i f i c a e n a m o r a r - o d e s e a r

a l g o , l o c u a l se m a n i f i e s t a c o n c ie r ta , c o d i c i a o e n v id ia »

M is in fo r m a n t e s e x p r e s a n e s t o s h e c h o s c o n m u ch a o b je t i v i d a d c u a n d o i

i M u.nay: "V lo iu n ta d , e l .q u e r e r ,, el g u s t o ; a p e t it o o a m o r ;;■ que- e s


a c t o : 1, Muja a p a y api ; 1fD e se a r , c o d i c i a r , a p e t e c e r a lg o m u c h o c o n
d e m a s ia M f D i s g o G o n a á le ^ H o lg u ín ,. 3.608- 1 9 5 2 , p , 249}-,
d ic e n : y á v ^ á ik u y -k a y -lé k ik la tá p 'is t u sh u la ik ip a p is qúe q u i e r e d e c i r :

irp r u e b á e s t e p o q u ito s i q a i s r a í 'n b q u i s i e r a que p o r m i c ú l p a t e e n ­

f e r m e s d e l c o 'r a a é n -'V ’ o c o n o t r a s p a l a b r a s m á s i n d i r e c t a s * ' ' ’ sirv e-*

te e s t a s p e p ita s ' qu e t i e n e n 'o t r o g u s t ó “ .;' 'id a p e r s o n a q ü e r e c i b e e l


. ■:? ‘ - • • ' p:, . . .......i , ’ .. ’ k
’ ’r e g a l o “ r e s p o n l e : “ que d i o s te b e n d ig a y t e n g a s b u e n a s c o s e c h a s

t o d o s l o s á xsos'b D é ' e s t a 'm a n a r á e l - b a n f i t r i ó n ' evita'- e l " r e Cent ir n ie n -

í o V l a e n v i d i a d e l ' v is it a n t e ," al m i g'xho' t i e m p o *qii e r e ñ i e t s a l á s r e í a -


i* *
c lo n e s s o c ia le s . 3 i e l “ a n f i t r i ó n “ n o “ c b ld ip la -ce “ o' “ c o n s u e l a ” e l '■

“ v i s i t a n t e “ , é s t e p o d r í a v e n g a r s e “ l l e v á n d o s e l o s p r o d u c t o s c o n su s

: ó -jo s “ , d e te r m in a n d o a s í l a e s c a s a s d e a J im e n to s e n l a s ‘p r ó x im a s c o -

• s e c b á s ié n la s c á s a :s-‘:ie- l o s “t a c a m o s “ y “ m i s e r a b l e s ’ d “ -u.y

I iá i n e s t a b i l i d á d de l a a g r i c u l t u r a o b lig a 'o , l o s c a m p e s i n o s a o f r e c e r ­

s e "“ r e g a l o s “ u n o s a o t r c S ; En é l c a b o q u e 'v e n ir n o s d e s c r i b i e n d o e l

“ r e g a l o “ no e s 'C o n t a b i l i z a d o m e n ta l m e n t e y no e b ig e e l r e p a g o , a u n ­

que t o d o s s a b e n que e s o b l i g a c i ó n “ in v it a r “ a q u ie n e s v i s i t e n l a c p a r ­

c e l a s Lluraiñe l a s c o s e c h a s o l a s c a s a s e n e l m o m e n t o le l a s c o m i -
.. - 1 .. . •
d a s . ‘ P o r e s ó e l y a w a s in a k u y e s u n a m o d a lid a d d i f e r e n t e de r e c i p r o ­

c i d a d a l a s s e ñ a la d a s a n t e r io r m e n t e ,

I n m e d ia t a m e n t e d e s p u é s i e l y a w a s in a k u y l o s “ e s t a n c i e r o s " o f r e c e n

su o p r o d u c t o s al “ a n f i t r i ó n “ a c a m b i o d e d o s ^ p ro d u cto s d e l a q u e b r a ­

l a , b á i o . e l s is te m a , del una.y p r e c i o { p r e c i o s a n tig u o s ) y .a l m e n u d e o .


SI producto sobrante- l o s , iJ&g-paréea1-1'.{m ashtay} - en. las.-casas ó en

lato p a rcela s dé lo e dem ás, '"ségíln c o m o ’ sean solicitados,.. Vued~

'Ven en’lo s 'd ía s subsiguientes* a r e c o g e r ( shuntay) ’ él'"equivalente''

en m aíz, cala bazá y legu m bres,' siguiendo el itiism o orden del nr e -

p a rto H, lo cual dem uestra un a lto'grad o de c o n fia n z a .' S os v e rb o s

duechúas m áslitay y shuní'ay sigm ficán sem b ra r y .c o s e c h a r r e s p é c -

tiva.menfcó; o seo,;, el trueque,'“'en este c a s ó , "co n sis tiría en el acto

de sem b ra r par? cosech a r»

deg'án las- irdor'm ocibnec’ recog id a s en la s cornuriidado's de' Ghaupiv^a-

ranga el irdcélecámbio' de produ ctos de la ialka con ios"de l a kec'hwa

fue mucho m ás frecuente hasta hace tre s décadas» . P e ro en épocas

dé hambruna, lo s h om bres de la jaiba, por ser lo s m ás afectados ,

r e cu rre n 'a i trueque con m ás frecuencia-, /además, durante jo d e el

avx: ia lana es u'n producta -muy buscado y. apreciaän per los cam pe e i­

nes de la Liechwa,

De acuerdo a m is inform antes del d is t r it o 'de P u r o s "de la provine, a

de Huamalfee (departamento dé Húaáuco) el intercam bio de c?,rns de

ca rn ero y lana p or m aíz se hacía bajo las siguientes equivalencias:

I Zona ganadera a 10'Km , y ai iiorto-.de i a ciudad Líe X¿ ata (capí


tal de la provincia, de Huamalfe s) do 3, 500 a 4, 000 m , s... n »m .
P roduce prim ordislm ente tubérculos y c a r e c e de ch a cra s do mn
(1 9 3 9 ) ... ■ ' ■

Trueque al' "m enudeo'-1,8-ó' yupaipa ; . ..

; -i. ‘ : Colé3
'i ‘
Un p e m il . 0,3 0
. Un brazu elo y un c o s tilla r . ■ ; 0 ,3 0
Un e ¡rpmazo •■ ' 0 , 3;0
Un. vellón de lana m adura '0,3 0
Un p ellejo con lana madura , 0, 3-Gy-yd;
Un pellejo con m edia la.n.a ".0 ,2 0 ""
Un pellejo'p a ra .ca p is. '<■ : OCIO
Once p a r e e ‘de '¡maíz (22 m ^zorcsff}' 0.0 5
Un sa co de m aíz en m a zorca s. 0.5,0
Un carn ero mediano desaliado 1,50. .

Dos' puño sino s para fines del trueque, - seleccion an previam ente ca rn e ­

r o s de tamaño mediano o "m ed io p a d re” ? . p re fie re n ven der a, lo s m ás

com petentes o '(padres” en lo e m e rc a d o s . " Uegtin, e llo s le s e s m ás

conveniente el trueque al "m enudeo” . Gen este obje-ta,:áescuartizan ^

a u n ca rn ero en cin co pedazo s í . --dod p e m ile s , dos brazu elos con sus

■ costillares resp ectiv os y el-esp in azo (la cabeza , las patas y las v is c e ­

ras son destinadas para si "g a s to ” - be la fa m ilia ). Las cin co pedazos

son equivalentes entre sil por lo que.tienen el m ism o " p r e c io ” , m ien­

tra s que. el " p r e c io " del p ellejo depende de la cantidad de lana 'que po­

see.

De la misma,maner'a-d'bs habitantes de- la s quebradas vecinas s e lé c io -

naa la s m azorcas, de rnafe. ard.ee del trueque, entre la s gran des, m e­

dianas y la s pequeñas. S a 1939, once pareo de maíz (22 m a z o rca s )


■''costaba'1 0 ,0 5 solos? o sea, un p e m il de ca rn e ro era equivalente a

132 m a z o rca s y por lo s cin co pedazos se podía "ju n tar" tre s sa cos

de .m aíz. Q >rjk el tra n scu rso de lo s años las equ ivalencias '£áéfóWTS£t¡*'~

di fie án do se* ,;E n 1940, la c atildad de m aíz se estandarizó a -diez pareo

por 0, 05 solé.« y en 1949, c in c o p a re s por 0 . 05-:soles.-

■■ ■ - i.■ , .

En 1965 encontré eii le o com unidades de Cauri y ña la quebrada..de'

Chaupiwaraaxsa las .siguienteo equivalenciast 1 ■ i

Una pierna -de ca rn ero. i ,00


Ua b razu elo y uri c o s tilla r 1,00
Un, espinazo 1« 00
C inco-m azo re as de m aíz 0 ,1 0
tTa caco, de maíz,en. m a z o rca s.. 4 ,2 0
Un ca rn ero desollado; 5 , 0C

Segú ti la s equivalencias'os?adolecidas hasta 1965 vem os que la cantidad

lis m aíz que lo s "criaridei’ OG" de C auri recibían (a "cam bio: de lá s : p ie­

zas de un c a rn e ro ) había sido reducida con siderablem en te, lo m á s que

s e podía obtener por u n ca rn e ro m ediano e ra u n - " s a c o " dé m a í z , m á s

1 /4 de " s a c o " , ;Sc d e c ir , tanto lo é puñu sin os como' lo s caurinoe esta­

ban siendo forza d os a. aceptar la s equivalencias e standa.rizs.-las pqr.-bm

a g ricu lto re s de las quebradas vecinas re sp e ctiv a s. Este hecho r e s u l ­

ta. m ucho m ás evidente con la nueva m odalidad de trueque denominado

pe Guipa» establee i :1a posteriorm en te a 1939 y aún vigente en


T r u s qu e al pe so o p e s u ip a

_ E r o d a c fo s . de l a ja i b a P ro d u cto ap-ee l a kich-ws. ’

Un c a r n e r o rrisJiana . , p o r u n s a c o de -maíz en m a z o rca o u n s a ­


c o de trig o , o .lo s y m e d i a a r r o b a s
' Je m aíz desgranado, m ás.m edia arrp~
ba de ca y a .

Una a rrob a :J e l a n a por un s a c o de m a í z en m a z o r c a /'d .loe o -


r robas da c u a lq u ie r g r a n o , o d o s a r r o ­
b a s de h a r in a do t r i g o ,

Un p e l l e j o c o n m e d io , la n a p o r m e d ia a r r o b a de c a y a .

Un caco J e papas p or u n s a c o d e m aíz en m a z o rca , o d o s y


m a d ia : a r r o b a s de m aíz desgranado, •

D o s , a r r o b a s de c h u ñ o -por u n sa co de m aíz desgranado.

Con la m odalidad de po.suipa , o u s a n d o m e d i d a s de p e s o com o la. arrobe,

y e l ' b a c o - , c u y o c o n t e n i d o e s d e s e i s a r r o b a s y s e i s l i b r a s , queda, e s ­

tandarizada la . equivalencia d e u n c a r n e r o m e d ia n o d e s o l l a d o p o r un c a ­

c e de m aíz e n m a z orca s o .les a r r o b a n lo m a í z d e s g r a n a d o . b e l rn ic

m u m odo que un sacó d e p a p o s , u n saco dé trig o , 'un c a c o de m aíz a i,

m a zorca s y un c a r n e r o m e d ia n o de o d ia d o son e q u i v a l e n t e s , lis ta m o ­

d a lid a d e s frecuente d e s p u é s de l a s c o s e c h a s , e n l o s m e s e s de octubre

a d iciem b re, y t ie n e l a ventaja, p a r a lo s " c r ia n d e r o s " d e l a p r o v i s i o n a ­

m ie n t o :d& d i v e r s o s <
7 ranos, h a r in a y o t r o s p r o d u c t o s p r o p in a de las? qu e­

brad as, . . .

E l t r u e q u e " a l m e n u d e o " , er¿ c a m b i o , se r e a l i z a de p r e f e r e n c i a en l o s

m a i z a l e s , .Ju rante l a s c o s e c h a s , p a r í - - que Licha m o á r J i la d se llm .it p

a l in te r e a m b lo de m a íz p o r c a m e le c a r n e r o . D e s d e e l p u n to de v i s ­

t o de i c o ' ‘c r i a n d e r o s " e s m á s v e n t a jo s o h a c e r ai tr u e q u e en l a s do. r e o-


1i A

l a s . y e n e l a c t o m i s m o c e l a c o s e c h a , n o s o la m e n t e p o r q u e l o g r a n r e u ­

n i r m á s de un s a c o -de m a íz p o r c a d a c a r n e r o , s i n o ■p o r q u e t ie n e n l a - a -

p p rtu ríid a d - .le e x i g i r o, su s 1M o n o c ic lo s ” 'de l a q u e b r a d a s u s d e r e c h o s ''‘a ’

l a p r o d u c c i ó n de m a íz b a j o o t r o s p a t r o n e s c u l t u r a l e s , ta l c o m o o í y a w a »

. é in a k u y y •o t r a s f o r m a s t r a d i c i o n a l e s que v e r e m o s m á s a d e la n te *

;"b r otro l a d o , e l ‘ t r u e q u e ; i»JL m e n u d e o ” perim fce; a l o s r'c r i a n d o r o s ” r e -

p a t e a r ; l a c a l i d a d de. l o é - g r a n o s y e l t a m a ñ o do l a s m a s e r e a s , a u n q u e

l o s do la . q u e b r a d a t a m b i é n a le g a n qu e l a c a r n e e s t á i l a c a o que l a s

p i s z a o Tio c o t re o p o n déh a u n c a r no r o s in o a u a a b o v-v e g a . L o s ” c r i an -


•;p- ■ *

t e r o s ” , p o r u n c a r n e r o g o r d a e x i g e n e l e q u iv a le n t e e n m a í z w a y u n k a

..{ m a z o r c a s g r a n d e s } , A ! fin a l c o n v ie n e n , "dégñn l a g o r d u r a d e ’ l a c a .r -

.. ne,,, o n u n p o r c e n ta j é de w a y u n k a y n tr o de b ip tu s (m a z o r e o.a pe que fía s ) „

.: o r o . tioabáo do ce de v e l l o n e s do la n a o p e l l e j o s c o n la n a m a l u r a l o s

1!c rio*n i e r o s ” iin p o ne n u n e q u iva l an te s 61 o e n w&yunica* C a ra o de c ía

a p c -de e l l o s ; ! b :: n ■1an a se c u rn p lé i a r á p i d o ” , e s d.s c i r , se 1o g r a r o u «•

ni.r l a c a n t id a d d e m a íz n e c e s a r i a para s u b s is t ir h a s t ía la p r ó x i m a c o s e ■

ch a .

L e l o e x p u e s t o h a s ta a q u í se d e s p r e n d e que l a s e q u i v a l e n c i a s y l o s

!'p r e c i o s ” h an v e n d ió e v o lu c io n a n d o en d e s m e d r o .de l o a h a b it a n t e s do

l a Jaligo y de lo. j a t u n - jq l k a , r e g ir m e s l i m it a n t e s p a r a el c u l t i v o d e p r o -
* ¿ *
no s y aun do t u b é r c u l o s . A c e trida l o s p r o d u c t o s a q r i c c l .a c h a n em pe-*

.O - r'
: ■'■o-'d
a s e ir a c a p a r a d o a en l a s q u e b r a d a s p o r in te r me d ía r ió o p a r a 's e r
117

c e r r a r e i p l i s a i o s en l o s m e r c a d o s , h e c h o que o r i g i n a aún m á s cu e s ­

casez»

E n c n a n t o se r e f i e r e a l v a l o r e n m o n e d a de l a c a r n e y d e l m a íz en la.

e s fe r a m e r c a n t il, o c u r r e tod o lo c o n t r a r io . N in g ú n c a m p e s i n o i g n o ­

r a e l h e c h o de que u n c a r n e r o m e d ia n o e n p ie c u e s t a 3 5 0 ,0 0 o d ie s e n

l a m i r r a puna o l u g a r donde h a b it a e l ,rc r í a n l e r o " , y f un s a c o de


•p i. ' -jí .

tm S z en m a z o r c a s l l e g a a u n t o p é de 2 0 0 , 0 0 en é p o c a s d e m a y o r d e -
• ]- % :

'm anda, en l o s v a l l e s y q u e b r a d a s . .. L o s c a m p e s m o s s o n c e n c ie n t e s d e

e s t a a p a r e n t e c o n t r a d i c c i ó n , y la. p ru eb a , e s t á e n l e s p r i n c i p i o s e c o n ó ­

m i c o s que e l l o s m i s m o s u s a n c u a n d o d i f e r e n c i a n c o n t o d a c l a r i d a d

la s dos e s f e r a s e c o n ó m i c a s c o n l a s f r a s e s i " p a r a c a m b i o 1* y " p a r a

p l a t a 1* r e s p e c t i v a m e n t e , A s i p o r e j e m p l o , e n 1939 u n c a r n e r o m e ­

d í a n o " p a r a p l ni a 11 e o s i ah a 3 . 0 0 s o l e s y Mpa r a c a m b i o " , 1 ,5 0 . La

d i f e r e n c i a d e “ p r e c i o s " e s aún m á s c l a r a en 1 9 6 5 . 19n e s t e año un

c a r n e r o " p a r a p l a t a 15 c o s t a b a - 1 5 0 , 00 o c l e s y " p a r a c a m b i o " 5 .0 0 s o ­

l e s , un s a c o d o m a íz , " p a r a p l a t a " c o s t a b a 8 0 . 0 0 s o l e s y " p a r a c a m ­

b i o 55 Ai.2,0 s o l e s .

A m b a s e s f e r a s s o n e x c lu y a n t e s en cu a n to se r e f ie r e n a l o s " p r e c i o s "

y a l a s m e t a s que s e p e r s ig u e e n c a d a c a s o . Si a a lg ú n h o m b r e de

l a c iu d a d s o l e o c u r r i e s e o f r e c e r 5 ,0 0 s o l e s p o r u n c a r n e r o y 4 . 2 0

s o l e s p o r u n s a c o de m a íz s e r í a o b je t o de b u r l a p o r p a r t e de l o s c a m -
t é r m i n o 1*, e n e l c a s o que v e n i m o s a n a X iz a n io * e s e l s i s t e m a de e q u iv a ­

le n c ia s , P e r o c a b e l a a c la m a c ió n , t a l c o m o l o h a c e F e d e r i c o E n g fe ls ,

al p ie d e página« d e l m i s m o t e x t o , que M a r x no e s t á a fi r m a n d o qu e t o ­

d o p r o d u c to c o n s u m i d o p o r o t r o que n o s e a e l p r o p i o p r o d u c t o r s e a de

h e c h o u n a m e r c a n c í a ( Ib id , p ^ -y.?} , D e e s t a m a n e r a l a e s f e r a u el

t r u e q u e e s c la r a m e n t e d ife r e n c ia d * 1' d o lo. e s f e r a m e r c a n t i l , d e la. c u a l

l o s c a m p e s i n o s p a r t i c i p a n o f r e c i e n d o - s u s p r o d u c t o s . np a r a p la ta .11, o

sea , c o m o d ir ía M a rx , ’ ’v a l o r e s l e u s o c o n v a l o r e s de c a m b i o r e a l i -
\ - .

o a.ble rb '■ .i

d in e m b a r g o h a y u n a p r e g u n t a fu n d a m e n ta l, Si l o s c a m p e s in o s s a ­

b e n que e n c a r n e r o m e d ia n o c u e s t a 3 5 0 ,0 0 s o l e o en l a p u n a , _£re.cuen-

t e n ie n t e v i s i t a d a p o r l o s 1’n e g o c i a n t e s 15 d e ca rn e.,. ..¿ p o r q u é n o l o c o -

m a r c i a l iz a n , y c a n el d in e ro o b t e n id o se t r a s l a d a n a l m e r c a r lo m á s .

o r 6 s :im o "p h r a ' a d q u i r i r u r í " s á c c -de m a í s p o r ¿ 0 0 , 00 s e l e s ? ,

P n ra. r e s p o n d e r a e s t o p r e g u n t a d e b e m o s a c l a r a r p re v ia m e n te que l e s

5ro r ía n l e r o s •'J s o n l o s qu o se a m e áti a a ron rn.ás r á p id a m e n t e y c o n s t i t u ­

y e n e l g r u p o de l o s nm á s p u d ie n t e s 15 e n s u s r e s p e c t i v a s c o m u n i d a d e s .

T o c o s e l l o s v e n d e n su s re o e s a l o s i n t e r m e d i a r i o s o l a s r e m o n t a n e-

11o g m i s m o a de v e s e n cu a n d o a l o s m e r c a d o s ' p a r a v e n d e r l a s a m á s

p r e c io ; p e r o s ig u e n b a ja n d o a l a s q u e b r a d a s en b u s c a l e m a íz y o t r o s

re d u cto s a t r avá s d o l ’ ’c a m b i o 1! al un a y - p r e c i o , T a l c on t inu ido. d &e b


La e s fe r a económ ica ‘le i auto abastecim iento fam iliar

. P AR é . •B-L Q A cI? O-, P reducto s..'ag ríe'olas ole atina io s 'p a r a el


consum o 'directo, le la tamil la *

P A R A O^MíL -L /:,«- P rod u ctos a g ríco la s le otina:! o a para e l


serribrin leí próxim o año •a e r íc o la <. - : -

P ASZ'A'- C ¿ : M BIO, - P rod u ctos a g ríco la s destín alos para el


trueque, bajo el sistem a tradicion al ie e -
• ■■■ [quimbea ciaba •

¿yAlt A . PAGO EN .SiEPBCIEC..-^ Prqductp-s a g ríco la s' destina- •


lo s al pago le jornaleros a -
■ -gricolas, •’

.; A.-o ó,. PLb.T A c;- P rod u ctos a g ríco la s iestina-.los a la venta.


E stos producto a son considerados corno m e r-
• c a nc ia s, su ■c o me re ial ila c ió n está regí la por
la s le y e s del m ercado m oderno y cuyos in gre-
sos se destinan para la compr-a de- artícu los
manufacturados indispensables p a r a la subáis-

.• ,g .. ;• \. , Penokr fa m ilia r,' i V -
121

sa su si hecho de que ,pp. sólo bajan e la s quebradas para h a cer el tru e­

que al un ay- p re cio , sino, a pa rticip a r Je otras form as tradicion ales

de a c c e so a la, producción de la kechwa, tales corno el yawasinakuy,

. el tipiaakuv , la wachaca, el korm ay y .el rachipay* . .

E l tipipakuy es la actividad central de la c o secha.de m aíz * C onsis­

te en ce parar las m a zorca s de los ta llos (re co g id o s previamente en

" a r c o s ” o m ontones p ira m idales) para d e s h a n c a r la s,. al m ism o tie m ­

po que.se la s seleccion an en. v a rio s m ontones, lis to s para ser e n c o s ­

talados -y transportados a la m a rca , En algunas com unidades esta

. actividad va acom pañada de ju egos ce re m o n ia le s protagonizados por

h om bres y m u jeres s o lte ro s , sobre todo- durante las .noches ie luna»

. . fhiienes han.sido "in vita d os" o, p a rticipa r en e l tipinakuy recib en u -

na mantada o p a ü ley de m azare as le m aíz p or cada día do tr a b a jo .

Si estos m ism os ne desem peñan corno a r r ie r o s , con sus a cé m ila s,

en,el traslado Je la s cosechar* a la m a rca ( dos o tres via je s al d í a } ,

roe ib o n un a y a c han a 1o me. z o reas de m aíz (1a o ar¿t id ad de po a -:1o de

. la volunta..! Jo! queda), A lem as tienen derecho al korm ay que. c o n -

Giste en e s c o g e r , durante la jornada,, algunas wayunkas para sí .mis-

naos,..; En ciertos, ca s o s participar- del rachipay, derech o que se e je r ­

ce en lo. producción ie m aíz Je un cuarto o m edia parcela a cam bio de

la produ cción de pana de un terren o Je la m ism a extensión en La jalka

&
B ajo ,o stas m i s ma s. no r m a s, lo s pa otp res de I a, ■jkpLk a y da ;1a. j atún- ja l k:.,'
'•é's’tíá» obligado3.a brin dar hpspitalida-d a lo a hom bree da la .kec.hwa

cuando a ¿citas le s toba subir a l a jejk a o. j atún-jal k a ,, .en bu sca do

ca.r.Rb.t . so y -íoc.o'Sj llevando .consigo algunas a rro b a s da

rnaíb desgra.na.do. liarina..áe trig o y patios. Arribos son s o cio s .hos­

pitalario o que esta blecen alianzas mufcú&s para, co m p a rtir sus r e s ­

p ectivos p rod u cios, -sobre codo en ép ocas J e ;hap&runa, que pueden,

asolar-úna u otra-.región,

¡Sn ambas, re g ion es',' la- ca rn e , si m aíz y la s papas sor. artícu los irn.~

pr-escíndiblés.para c e le b r a r fiem a s patronales, m atrim on ios, tech a­

do-de cas'ás-, edSerro-s «-.para lle v a r a cabo algunas ce re m o n ia s lig a -

<das ’a la s •áctividaie.s a g rfcd a a .y do p a sto re o , Sri todas esta s o c a -

biories -participan las. parientes-,. amigoo-, v ecin os y com p ad res en ca~

■ lid a d : de "p a d rin o s ", "ma.sh.ao" o "w a je s ",' quienes tienen que ser a-.

ten diios, :e n •recom p en sa c o r lo e s e r v ic io s que brindan, c o n abundan­

te •ca lch a y com id a . ■ - ... . ■.

Entre otra c evidencias de fetercam íáo .¿e produ ctos, ..leñero de la c o ­

lora le subsistencia, vqy a éter el trueque do olla s y manías por m als,


“ 1
•trigo, 'habas,, cebada y cay?,,' que -re-alisan loo. pastores huaillinos con.1

1 N ai i vos le la "com u r.viai -le indígenas do H uaillar", provin cia de


vasco. 3u te r r ito r io com prende lo e extensos altiplanos a. in m e-
¿raciono s bel nudo de.P.asco, entre lo o 3,900. y 4, 500 m etros cobra
el nivel del m a r, sin posibñidadef? para agricu ltu ra.
l e .
123

lo s a g ricu ltores Je las quebradas vecin as de Canta, San Rafael y Cb.au-

piwaranga; ' ...............

L os huaillinos son básicamente pa stores de llam as y ovejas {r e c o n o c í-:,

dos ta m b a n .p om o ’ 'cria n d e ro s 1* o " e s t a n c ie r o s “ ), aunque lo s m ás j o ­

venes prefieren..el trabajo en Las m in'ás. La m ayoría tiene '.como- ac­

tividad com p lem en taria la fa b rica ció n de ollas de b a rro , y en m en or •

escala la c o n fe cció n de mantas de-la.ua. .¿Setas dos actividades están

estrecham ente relacionadas con el trueque ele producios. Según e llo s ,

Jurante el año, "queman" o lla s'h a sta ocho v e c e s . Las d os prim eras

"quemadas." están destinadas al in tercam bio con papas, y la s restan­

tes para granos, o para se r vendidas en c ie r ta d -o c a s io n e s .

L oo huaillinos usan com o m edidas da 'intercambie las m ism as ollas

{m ancas} y martas a in tercam biarse, den om inadas p or e llo s y. por-./

las m u jeres le ia c quebradas m anea-tupula y monta-tupidla? si el-.;

carribro se realiza, con pa.pas {generalm ente en las comurii da -es- de> Can­

ta),- reciben una cantidad Je papa igual a l o e v e ce s e l contenido de la

olla ofrecid a en tru equ e, c i e¿ con gran os, chuflo o paya, reciben

cále una v e z . En el in torcanibio le manías con papas co se n p r e v ia --•'

mente un costa l usando la m ism a manta a intercam biarse, se llen a la

papa, hasta las 3 /4 partee del co sta l im provisado» medida que denom i­

nan ch ejta . En ningún ca so re cu rre n a 'lo a ■"•precios.", ya quedos

m ism os objetos a in tercam bia rse' sirven, además corno medida.s. En

el trueque de carne de llam a con granos prefieren la s m edidas antiguas


124

i U

de pesov - lías equivalencias aún vigentes hasta 1.971 eran la s 'siguiera v-.
-

íe s ;

(.1971)
:W
Una jxiánta , ' p or una cliejia' de "papas (3;, 5 a rrob a s)
- ^ -.4 .-■* 'V \
Una manta por dos a rro b a s'd e maíz. desgranado

Tres saricPdo ' .... •


vcháwas secas-.; por una chejea de papas
Cien cham pas
de pasto--" por un saco de papas

Trueque con carne de 11-ama“ ;

Una pierna por 105 arrobas de trigo

Un brazu elo por una arroba de trigo

Una rabadilla por m edia arrob a de liabas

Un pescu ezo por m edia arrob a de trigo

Un ce'otü lar por m edia 'arroba de habas'.


■t

i£l trueque de . cholivas {pequeños p eces) y de charapas' secas (c o m -


.7"
b a stióle o) por pepas y¡ de carne de llam a por granos es poco fr e ­

cuen te. Muy pqcao personas re dedican a la pesca do chaimas en

Datos re co g ía o s por ricen O livera, estudiante de Antro polo* .r-%


gía ae can M a rco s , durante el trabajo de cam po en la com uni­
dad de Tapuc, Chaupiv/aranga, en octubre de 1971»
%
125

lo s la g o s de l o s altiplanos* .Las ch a m p a s son pesadas y d i f í c i l e s ': '

dé tr a n s p o r ta r a la s qu ebradas y l a ca r n e de lla m a e s vendida'-'de-'

p r e fe r e n c ia en lo s c e n tr o s m in eros v e c in o s .

L o s h u a i ll i n o s al ig u a l que l o s c auri.no s g o z a n d e l a h o p ifc á lid a á d e

p a rte d e lo s a g r ic u lt o r e s de la s q u e b r a d a s . Se a lo ja n en c a s a d e

cu s " c o n o c i d o s " y , d esd e, a llí, r e c o g e n l o s g r a n o s d í a a d í a , &péi?~y

son á n d ose, a l a s c a s a s d e l a s m u j e r e s q u e '" t o r n a r o n '‘ l a s o l l a s -. T a m ­

b ié n : p a r t i c i p a n en e l y a w a s in a c ü y >:' C on e s te p r o p ó s ito tra en p eq u e­

ñ a s o l l a s q u e ll a m a n m ír k a o a m a r ik a , m u y a p r e c i a d a s e n l a s q u e b r a ­

das, P o r c a d a una. de. e s t a s c d B t s s d o "r e g a lo " r e c i b e n en r s c o m - '

p a n s a u n a c a n u d a d i a r i a s . a d e m a s , t ie n e n d e r e c h o a i vrinakuy c : f i a m ­

b r e , c o n s i s t e n t e en u n a p o r c i ó n de c a n d i? /, ¿ n o te , h a b a s' t o s t a d a s , p a -

pac. ? ,c a d a s y h a r in a d e t r i g o o d e .c e b a d a * • •W in a k u y , e n l a q u e b r a d a ,

s i g n i f i c a l l e n a r l a s Dilitas.: c o n c o r r i d a p r e p a r a d a p a ra s e n s e r v i d a

a m e d i o d ía a u n o d e loa. m ie m b r o s -, de la f a m i l i a que s e e n c u e n t r a

t r a b a ja n d o e n l a c h a c r a , H a s t a h a c e d ie s años l o s h u a illin o s b a ja ­

b a n h l a s q u e b r a d a s c o n l l a m a s c a r g a d a s -de o l l a s : ' a h o r a s e t r a s l a ­

d a n e n c a m io n e s ,, p e r o s ie m p r e e n l o s m e s e s d e s e t i e m b r e y o c t u b r e

y c o n e l p r o p ó s i t o d e " r e c o g e r " m a í z p a r a e l cortea b a s t e c i m íe n i o .

¿finalm ente voy a c it a r el in te rca m b io de p ro d u cto s entre lo s habí-"

taistes de t r e s p o b la d o s ; M atacancha. Pam pas de F lo r e s y Chonta


(p rovin cia de Hu am alles),. ubicados en la vertiente occidental: del ad­

ío Mar a-ñon, 'uno encim a del otro, siguiendo l a •ye rtica lida dd-ei: 'pai*“

¡aje,

L o s m a ta ca n ch in os viven en 1a ja lk a , a 3 ; 8 O.Ó m e tr o s so b re e l nive 1

ael m a r t oe d ed ican al p a s to r e o y al cu ltiv o de a x g u n o s.tu b é rcu lo s 2

Bajan en e l m e s de s e tie m b re a la quebrada v e c in a de P a m p a s de F io

r e s llev a n d o c 6 n s ig o t o c o s en pequeñas: cantidad© s 'p a ra . in te rc a m b ia r

con. ce b a d a v habas y m a í z . n o s de. P a m p a s de F lo r e s suben a Mata~

ca n ch a en-;octubre-’ lle v a n d o c o n s ig o ce b a d a , habas y m a íz p ara t r o c a r

co n s o m ili as ,-ie ■papas p ara e l j atu n -r m yu y (s e m b r ío p rin cip a l de pa>

pas en l o a m e.ses dé o ctu b re a n o v ie m b re K L os choníinO s v iv e n en

la parte ■m as b a ja ae la -quebrada, a 3 ; 300 m e t r o s , c e r c a a i r ío M a¿

rañón, 0 P p r .ser :¡in& -.reglóñ- m á s b a ja y d ota d a;d e aguas. de re g a d ío ,

S ie m b ra n .priñeipcim ente m a íz , papas en p o ca 'caíifcidad,'; cu y a c o s e c h a

e s en d ic ie m b r e , - o sea , s e is m e s e s antes que en M&tac a n ch a, Lor'

esta ra zón tien en que su b ir a M atac anch a en el m e s de junio p a ra la !

LL B h ' P v d v S - . de papas, lleva n d o c o n s ig o n o rm a de trig o ? m a íz des--

granado, haLas y cebada. '

LavS equ ivalencias de lo s productos vigentes hasta 1965 era n c o m o s i -


:.U n c e l e m í n / . . . .
d e .t o c o s por un c e l e m í n d e c e b a d a o h a b a s
•' . . . & s e i s a s i e t e j anc h a s ge m a íz
{ 12 a 14 m a z o r c a s ) .

Un r e a l m a t i por c u a t r o o c i n c o ja n c h a s de m a íz
da to co s , ; |8 a LO m a z o r c a s ) ,

U n c e l e m í n de. s e - p o r s e i s g s ie te ja n e h a s d e m a íz
m i l l a s de p a p a s ’ f 12 a 14 m a z o r c a s ) “

E l t r u e q u e e s t a m b ié n fr e c u e n t e e n t r e l o s h a b it a n t e s d e u n m i s m o c e n ­

tro p o b la d o , E s t o o c u r r e cu a n d o a lg ú n c o m u n e r o s u fr e de e s c a s e z o

t is t e que " p a s a r ” f i e s t a s f a m i l i a r e s o c o m u n a l e s . E os com u n eros

" p o b r e s " v ia ja n p r e v ia m e n t e a l a m o n t a ñ a d e M o n z ó n l le v a n d o a e s -
■ . . ,- 3
p a l d a s ú n a o ’ d o s a r r o b a s de t a u r i y a lg u n a s l i b r a s d e is k u ( c a l v i v a ) »

o a r a e l y á w a s in a k u y . E u ie n e s v a n a " p a s a r " f i e s t a s r e m o n t a n d o s

o m á s c a r n e r o s p a ra "tro ca r p o r co ca * U na a r r o o a de c o c a e s e q u i­

v a le r le a u n a a r r o b a ' de t a u r i o a u n c a r n e r o "m e d ia n o en p i e . A cam ­

b i o d e l " r e g a l o " de a lg u n a s c u c h a r i t a s d e is k u r e c i b e n l a c o m i d a dia**1

1 E s l a m i t a d 'd e i a lm á d ,, fíe u s a u n a " c e r e t a " p a r a m e d i r p a p a s


y t o e 0 s , y* un norte p a r a m e d i r g r a n o s . .

Z E s l a m it a d d e l c e l e m í n . Se u s a u n m a t e c o m o m e d i d a .

3 E s p r e p a r a d a q u e m a n d o p i e d r a s c a l i z a s con. c h a m p a s y b o ñ i g a s
seca s. fíe m a s c a c o n l a c o c a 'y es" m u y a p r e c i a d a 'e n l a s y tin ­
gas s . ' •
ris-í e l ' ’f i a m b r e ".{£ r u t a s )• p a ra e l v ia je de r e t o r n o y algu n as l i b r a s de

ca rá » P e v u e lt a a su, s e o in a n id a d e s de o r i g e n in te r e a m b la n t r e s o n -

za s de c o c a (pb s& d á ld ím u n a b a la n z a antigua, d e n o m in a d a m p i) poru ­

ña a r r o b a d e p a p a s o p o r u n c u y g r a n d e * S I cuy. c o n s t i t u y e un. p o t a ­

je e x q u i s i t o (p ic a n t e do c u y ) u t i l i z a d o p o r e l c a r g n y o j p a ra rep a g a ?

o c ú m p l e m e nt a r ! f i o s s e r v i c i o o r e c i b i d o s cís ún g r a n n u m e r o d o yana~

p a k o jk u n a » d u r a n t e e l d e s a r r o l l o d e 'l a f i e s t a f a m i l i a r . o p a tr o n a l* '

En la c o m u n id a d de C h i n c h e r o ( C u a c o ) C la u d io E s t e v a o b s e r v í)' o t r a ;

m o d a lid a d d e l tr u e q u e de p r o d u c t o s (t r u e q u e s i l e n c i o s o ) e n t r e l a s c h i n -

c h e r i ñ a s y l a s Hp u e ote-ra s fl qu e 'acuden., s e m a n a l m e r t e d o l a s c h a d ad os

i- é c i ¿ia s al m e r e acto do u h in ch e r o S n g gte o á s o , a di,fe r e ,n c ia de I t ru e -

cu e; que ,he rno-s 'y e n id o de s e r ib íe n d o , b i t ru é qu e ¿ a : r o a l iz á l o s días do ~

m i n g o s y o m u n lugano f i j o * .u s to v a ciice t l5se h a c e i n c l u s o s in m i r a r

la v e n d e d o r a - a la c o m p r a 4 b r a t o d d r á d i c a en l a c o s t u m b r e de a ñ a d ir,

qu e s e c o n c r e t a e n u n a p a l a b r a m á g i c a : a u m e n to o y a p a i! (1 9 7 1 , p .

2afj)t P e r o e n t o d o c a s o e l t r u e q u e s ig u e m a n te n tó n de se d e n t r o de '

c i e r t a s p a u t a s c o n v e n c i o n a l e s ( 4 0 p a p a s m e d ia n a s p o r 10 m a n o s de

cocc qcc. ) qu e e x c lu y en e l u s o d el d iñ e r o * 'i a l "•c o nt inu id a d f s e g ú n

f>/ie d id a aú n vig an'ce e n I a s e o m a n i dad e s t r a d íe i o na I c s , Se u se,


p a r a p e s a r 1an a ? o v i l i o s y te j id o s , G acia f a m ü ia t ie n e 1 o su -
y o y r a r a s v e c e s c o i n c i d e n , s a lv o que hayan s id o h a c h o s u t i l i ­
z a n d o c o m o pa trón , l a s m e d id a s de p e s o »
E stev a » ¡d eb e .a que e l: tr u n q u e r e p r e s e n t a p a r a l a s cfeie& h erin á/s l a .

m e j o r m a n e r a d e a s e g u r a r s e senes, n a l m e n t e l o s p r o d u c t o s qu e e l l a s

n o p r o du c e n p a r a s e r c o h su m id a s d I r e c t á m en te . v ., E n c a m b 10 p a r a i a s

" m e s t i z a s p u e s t e r a s " , s i g n i f i c a l a m a n e r a m é s e iic a .z p a r a l u c r a r (•a* ■

b id ? 2 4 0 - 2 4 3 } .

E l t r u e q u e y s i a c a p a r a m ie n t o

de p r o d u c t o s a g r o p e cu a r i o s -■

V ” ,7 *.r

E l t r u e q u e c o m o u n a f o r m a d e a c a p a r a m ie n t o d e p rc> d u cto 3 a g r o p e c u a -

. r i o s p a r e c e t e n e r su a n t e c e d e r t e e n e l i n t e r c a m b i o de p r o d u c t o s e n t r e

" i n d i o s " y " m e s t i z a s " , ' ; H a s ■:.& h a c a a lg u n a s d é c a d a s l o s " i n d i o s " d e

p e q u e ñ o s p u e b lo s y c a s e r í o s a e l l c e m r o - n o r t e d e l p a ís p r o v e í a n d s ';£ r o ~

d i c t o a a g r o p e c u a r i o s a lo s . c o m e r c i a n t e s 1m e s t i z o s " de d a s c a p i t a l e s

d e p r o v i n c i a s y» en c a m b io » r e c i b í a n 'd é é s t o s ' e d ie q u iv a le n t e en sa i».

a zú ca r, a jí,-c o c a , ja b ó n , e tc» . P

. : í; * '. * ' •" ' ‘ * % • b; :

S e g ú n m i s i n f o r m a n t e e de la. c o m u n id a d de P u ñ o s .(p r o v in c ia , d e H u a m a ­

lle s }, e n 1 9 3 9 j u n a lm u d dé' p a p a s (c o r !u n a . c e r e t a grande?) c o s t a b a ..

0 ,1 0 s o l e s y e r a e q u iv a l-e n te ’ a u n a l i b r a de s a l» ' o a c u a t r o o n z a s d e - c o ­

c a , o a m e d i a l i b r a de' a s t e a r , o a 60 f r u t o s d e a j í s e d o s ttíe l a m i sima

m a n e r a un h u e v o dé g a llin a c o s t a b a 0» 05 s o l e s y e r a "e q u iv a le n te a m e ­
130

dia-libra. de sal, o a.dba ana as de c o c a , o a 30 frutos de a jí s e c o .

E volución de lo s p r e c io s ícom ..,de Puños)

1939-■ 197,1
(s o le s ) (s o le s )

Un huevo de gallina 0 ,0 5 1,5 0

Una lib ra de sal 0 .10 1.0 0

Cuatro onzas de coca. 0 ,10 8 .0 0

Una lib ra de azú car 0 .20 6 ; 50

60 frutos d© a jí seco 0 ,10 1 2 . 00

Un almud de papas 0 .10

Un saco de papas 0,4 0 160.00

E l in tercam bio de productos bajo estad equivalencias e ra m ás ben efi­

c io s o para lo s "triestizos", de LÍata. (capital de la provin cia .de Húama--

l i e s } , ya. que e llo s obtenían un oáco de papas de 80 k íligram os (c u a ­

tro alm udes) a ca m b io de una lib ra de sal, cuatro onzas de .coca y ti­

na lib r a de a z ú ca r. Com parando lo s p r e c io s antiguos con lo s p re ­

c io s actuales hay una d iferen cia abismad. Un saco de papas de 80, ki­

lo g ra m o s costaba., en 1971, 160,00 s o le s, durante la s c o se c h a s , y con

esta m ism a sum a se podía co m p ra r en este m ism o año, 1 0 kilos de a~

zúcar, 10 kilos de sal y 40 onzas de c o c a j o sea, diez veces m ás que

en. 1939, -bajo astas rela cion e s de mutua dependencia los tenderos no

tenían necesidad de sem b ra r tubércu los y lo s ''in d io s 11 no requerían do


Soles paré/ adquirir objetos de.origen, fabril? e l almud de papas y el

huevo1'constituían m onedas de ;uso específico«,

A p a rtir de 1939, com o consecuencia de la Segunda G u erra Mundial

y del rápido cre cim ie n to de' las..ciudades, lo o productos agropecua­

r io s em pezaron a-teñer-m ayor. demanda, Gon la apertura de c a r r e ­

te ra s a ;la ^ capitale s de la s provincias, de" Hu amal fas y Dos de M ayo,

lo s p recíb s deoesto-S:;.pr.octuc.tos. subieron e.ún más,* P o r al con tra rio

lo s p r e c io s de la -coca, sal, ;.ajf y. azú car se m antuvieron relativam en­

te estancados, debido a la. rebaja d© lo e fletes de con d u cción , -En

con secu én ciá -los ’’in d ios1? dism inuyeren sus medidas,. Un saco de

pap'as pasó a ser equivalente a se is,, och o o diez almud©a, I jOS "m e s ­

t iz o s " se v ieron obligados a sem brar -tubórcuioc para au toabaotecer-

se y posteriorm en te con finas c o m e rcia le s , -uas rela cio n e s de de-

peíiüenciá "in d io -m e sy iz o " se debilitaron , P e ro si intercam bio.de

productos-'entre "indígenas'Peassolo en medidas com o e l .almud, c e le -

mfn y el "re a l ms.tir' continuó in variab le, /.ñ o s más tarde ( 1 9 5 5 - /0 ) ;

el trueque, en las cóm unidades de KuarnalíeG, tornó m ayor im portan -

" c ia con la p a rticipación .de cam pesin os "n egocia n tes" procedentes cié

la región de Gonclrac-os .(yunga vecina, del departamento de Ancash) , .L-cs

■eofcefíncanos tradieionaim ente se: dedicaban ad a venta de harina de t r i­

go (en sa cos de. seis arrobas y seis lib r a s ) que transportaban soür© bu­

r r o s a lo s pueblos y c a s e r ío s de HuamaJíeo, o pasaban cíe la rg o , en ■, c ■


rios días de via je, c. lo s c o c a le s de la montaña de M onzón, rem on­

tando algunos c a rn e ro s para in tercam biarlos' por c o c a y c a fé . Muy

poco a- (chao a sinos y hu arin os) c oneurrían a las co se ch a s de papas

de la s com unidades de Puños, M íra flo re s y Matac ancha, portando

olla s de b a rro y ch irim oy a s para in tercam biar con papa. En todo

casó la m ayor afluencia de e llo s o cu rría en años de éxtrem a e s c a ­

sez de papas en sus com unidades de origen."' Ea ch irim oy a ( p ro ­

ducto de la yunga) es muy apreciada en las regiones fr íg id a s / Las

ollas huarinas y chacásin as son igualmente muy mentadas por cu bue

na c o n siste n cia y calidad entre loo cam pe sinos hu amafian os,' son de

d iu ersa s fo rm a s y tam años, para distintos propósitos cu lin arios y -

para la ela b ora ción de la chicha,

-¡-js a p e r t u r a de j.a c a r r e t e r a ai p u e dio d e tiur/itun?, (u b ic a d o e n l a r e ­

g i ó n d e C o n c h u c o s a o r i l l a s deL r í o M o s h a , . a ñ u o n to d e l M a r á ñ ó n p o r

l a m a r g e n i z q u i e r d a ) t r a n s f o r m ó a c o t e p e q u e ñ o p u e b lo en un v e r d a ­

d e r o p u e r t o f r o n t e r i z o en l a vfr. de a c c e s o a l a s c i u d a d e s de l a c o s to ,

n o r t e d e l p a ís .. L o s c o a c t a r e a n e e , e s t i m u l a d o s p o r la g r a n d em a n d a

de p a p a s , a c r e c e n t a r o n s u s a c t i v i d a d e s da t r u e q u e c o n l o s a g r i c u l t o ­

r e s d e l o s p u e b l o s de P u ñ o s , M ir a ,flo r e s y M a t a c a n c h a , o f r e c i é n d o ­

la s o tr a s e s p e c ie s m á s ; p e s c a d o s e c o ( a d q u i r i d o p r e v ia m e n t e p o r e -

L .o c e n l o s p u e r t o s ue Jo. c o s t a ) , s a i, a jí , c o c a ,, a z ú c a r , e t c , e i n s t i ­

t u c io n a l iz a.ron e l u s o d e l a s m e d id a s de p e s o en v a s d e l a lm u d y d e l
133

céiem ítí¿ L as 0 q u iv a lo a ciá s v ig en tes en M atacancha h a sta 1965.\eraii

c o r n o 's ig u e :' ..

...... -Si®te' c h ir im o y a s m ed ia n as .•
. o .aeia. g ra n d es .-por-,. una. a rro b a -d e papas

Una. o lla glande, de bardo ' per cu a tro a rra b a s de papas

■Una o lla pequeña :le b a r r o por. -d os a r r o b a s de papas ¡

Un p e s c ó l o ,s e c o grande, .p o r tr a s a r r o b a s de papas .

T r e s lib r a s de. a z ú ca r ib por. una a r r o b a de papas

T r é s lib r a s ; de . sal . . , por ■una a r r o b a -le papas

VeirsbeKfrutos de .a jí apeo p o r .o-.una a r r o b a Aci papna. ■

v' ■ A l co m ie n z o , iob..masae.unqMnoq ab r e r is iie r o n a a ce p ta r que la s -p a ­

pas. tutíspi:».pe-;;5adas.C:OAio,pn-4U^ie-r otro:; p rod u cto .ue- o rig e n ishrilv.-

H abía.,ol áen£imíantep;.o,leptivo de que. lo ó e o n eb u cá b oé le s e sta b a n '

a rreb a ta n d o el-.miiuiyv p;.la-. vida u n ísm a ,: ol /■’Ule va r se' tes da la p r o ­

duce i 6n S A P , o osaron- £ er.io.übo en. p e lig r o la s c o s e e d a » de I o ¿ :

años su b sigu ien tes» .' E n ,d e fe n sa do e sta casi.se, reacdic-uán violen--

tóm ente y, con cas autoriaadcG. lo ca le s a la c . o : y r-équisati- la'tí'-pa-

p a o.a ca p a ra d a s p or lo s o mu: Pao anón, T e r o ,' en lo s -a ñ o s sig u ió m e ;;,

o p o ta ro n 'm í.s b ien p or c s tn n d e riz a r otra m ed id a que den om in aron

a r r o b a -s b á c r a {una. sereba que con tien e una arroba.- de papas) „ Alga-


« ■...- „ i. i« . . . , . . » nn.nr;- ~

ros .e m p e s á ro n .a fre cu e n ta r el m e rca d o fro n te riz o de Huaituna p a ra

v en d er sus p ro d u cto s, a m e jo r e s p r e c io s , a lo 3 c atruene r o s y mayo™

rista.s venidos de Lim a, C him bóte y H u aros, y para inte re a m i ia r pe/;


134

te de sus productos por ch irim o y a s ,' b izco ch o s y pescado se co , con

lo s cam pesinos del lugar y con lo s in term ediarios venidos de lo s

puertos de la c o sta , 121 in tercam bio de un saco de-papas por un sa~

c o de ch irim oya s {de seis arrobas, y seis lib ra s cada uno) em pezó a

sig n ifica r, para e llo s, un buen- ^negocio” , ya que, en sus com unida-

des de origen, al t r o c a r 1as chirirnoyas por papas, bajo 1a m ód a li-

dad cíe ’ al me nud e o " , y a! vo Ive r a t r o c a r papas por ch i rim o yac- en

Huaituna, estaban .obteniendo m ác do-- 300% de ganancias ,

L os cam p esin os ¿'pudientesf! grupo integrado hasta entonces por -pe­

queños ganaderos, vieron m e jo re s posibilidades de lu cr a r en la s a c ­

tividad® o do interm ediación » Con las ganancias, provenientes de la

venta da carne, em pezaron a d ed icarse al ’ n e g o c io íf de artículos de

prim era necesidad en pequeñas1'tiendas n o chinganas * Según e llo s , '

id ñera má¿s xdcil para lu cra r en la o tra n sa ccion es c o me reíales -es

m ediante oí trueque* ■La*- mayoría. d e d o s c aittp e sino o .c ont-indah' adqú i««

riendo a rtícu los -como sal, aadcar, ■k e r o s e n e /v e la s , jabón, m anta- v

c:a, ají, fla co c , , etc 7 troncando estos productos coiv papas«- Las e -

qui vale netas estandarizadas basta 1965, en la comunidad-de Puños,


eran corno sigue;

Un j aban g rande por Una arroba da papas '


CJna lib ra na manteca por . dos arrobas de papas. escog id a s

Una ij.bra .-..le fideos por una. arrob a de papas e scog id a s


T re o vel a o g rancíe s por una arroba de papas.
Es decirle con dos jabones grandes, una-libra de manteca'y tre s velas'

grandes, cuyo valor total en m oneda es de 13b 00 s o le s , lo s pequeños


r:n ' . co\i „ .. -O i: C'- ".i
tenderos de Puños obtenían un s a co de- papas de seis a rrob a s y s e i s •

lib r a s , cuyo p re cio .en. Huaútuna- e ra 55, G0 -solé a * iba ganancia.ér a

m ayor -si para determ inados artícu los se ex ig ía el equivalente sólo en

’ -papas e s c o g id a s 1* (a m a rilla y huairo) P Guando se coatruyó' r a e arre-


■■ : •
.•«*. n '••'•••• ' . • • ' - '•.. •'•, :"*••
- : ';; ; •■••• .........
tero; de la ciudad de’ Llatá-a los-p u eblos v ecin os, dos pequeños tende­

ro a Ue; 1ás é Omunidadéo m á& alejadas se tránsibrm árorí en p r ó &peros

conbbrcisíii^sV L os-ten deros dé la capital dé p rovin cia fueron p e r­

diendo páüle.tinamente el dom inio del m orcad o-'region a l.

En otra s ;'region es, í b n canina sinos de lao- cbiíxuii:idadéó‘ub'icadné- a in*

m ediaciones de lo ó c e n tro s 'm in ed b s, o en ár.nao'cercanas, abas gran«

den crudádeiq ce 'transiórm arqn, desde hace vanan décadas, er¿ ver--

dado rbo -i j ere ítp & ■de üie riñe d ib r i o ó , C o nió u n á e v ide nc i a do 1o qu e ■

vengn so^teniendo vóy- a cita r-e l oboo be la comurudaci ae dx'úsa, -ubi"'

c a-i a e á 1a o on a rió; itt fine nc i a de los'-con tro s minó r o s del c snt t ú del

p a ís, -

L o s tu o m o c , e s t i m u l a d o o p o r l a g r a n d e m a n d a de c a r n e y la n a on l o s

ce n trerà ' m in e r o s , ' e n m e a a r o n a. s a l i r de su con m 'n i& a a ,- -hac e m a s d e -

o c c.c> d i e a i e s c a-rgad'o s ' do -tei ?..s, p a n c io n e s , p a n t a lo n i a , z a p a to s y o c -

ei do, ‘ -so m b r e r o a , ‘ h i l o s , agn jj a s , a ru.vi n c 7 %tc ,. a 1a 3 e sta n e i-a s m à s


136

alejadas de la s p rovin cias de Dos dé Mayo, H uam alíes, Marañón, íifef

Huari, . P ise ©bamba y T ayacaj a para ca n jea rlos por c a r n e r o s ., Con

m entados entre lo s p a stores del centro y norte -del país» 3u p resen ­

cia algo exótica p er lo s en orm es bultos que cargan, coi'- lo s r o str o s

Y r o Pas pintarrajeadas con anilina de d iv e rso s c o lo r e s , y por la s no­

vedades n acionales e internacionales que o fre ce n , son. de por s í inte­

resantes para aquellos que.-viven en region es tan alejadas de la s ciu ­

dades y da lo s cen tro s in dustríales. Conocen cbn gran detalle lo s

c o lo r e s de la s telas, pañolones, so m b re ro s, e tc. que*gustan a sus

clientes, y organizan sus salidas -i® acuerdo a ta le s p r e fe r e n c ia s.

En fechas p róxim as a. la s F iesta s P a tria s lo s pastoree suelen e s p e ­

rar a lo s tu sin os para, trocar, sus c a m e r o s con telas para u n iform es


e s co la r o s ' n '
de sus h ijo s , y sólo cuando no han tenido su visita venden sus anim a­

le s en rnei’ca á os lo c a le s y. adquieren telas en las tiendas c o m e r c ia ­

le s de las, ca p ia le s de p rov in cia . En-todos lo s lu gares que visitan

lo s tu sin© s son re cib id o s con m ucha hospitalidad, lio cargan fiam ­

b re, ya que, a cam bio 4 e eigu nas-cu ch aritás'de anilina, agujas y pren­

ded ores tienen alojam iento y com ida d ia ria , En cie rta s circu n sta n ­

cia s establecen re la cio n e s de com padrazgo con sus an fitrion es.

Dos "negociante s ,! tu sinos viajan en grupos de tre s o cu atro "com pañ e­

r o s " , haciendo "esca la ", en .lu gares p rq -e sta b le cid o s para cada dfa de

jorn ad a. O frecen sus m e rca d e ría s indicando el equivalente en "m a-


ch q ,; ( c a rn e ro s com petentes}- o "m edio roach o1*’ ,{c a rn e ro s m edianos) ,

S I '.'criadero’' o 'pastor, com o pocas v e c e s adquiere te la s, pañolones

y s o m b re ro s de paño, no -tiene una in form a ción exacta dé- Io s -p r e cio s

de io s productos--en los m arcados» E sta situación fes'aprovechada-

por lo s tusínos para exa gera r la calidad y el va lor en m oneda de sus

m e rca n cía s . .

H echo el "n e g o c io " lo s tu sinos tiñen con anilina la frente del carn ero

o ca rn e ro s y lo s dejan bajo el cuidado de lo s m ism o s pastores hasta

su .retorno. 'Continúan su viaje m ás al .norte hasta agotar la m erca n ­

cía'; ■Después de dos o tre s m eaos 'de,"-ausencia regresan a su com u ­

nidad de -Origen remontando "puntas'•


’ de 1 0 0 , 2 0 0 6 300 cabeza s de

ganado la n ar. Inmediatamente la s "puntas" sen traspasadas a lo s

"to m a d o re s" o C a r n ic e r o s de lo s carnales -de lo s ce n tro s 'm in e r o s ,

otros ac apar ad ores, quienes entregan un adelanto del 30% del v a lo r

total-y term inan de pagar el saldó urla ves hecho el descuento por pla­

nillas a los-m in eros,- Las equ iva le ñeras vigente? hasta 1965 eran

las siguiences f '

Un pañol5o por an m acho y otro m ediano

Un fustán' -de ca s tilla por un m acho

Una c ata de c s stilla por un m edio padre

Diez varas ,:le d ril por un m edio ..padre

U n.m am eluco' ' por . un macho ■ .

Un.pantalón caqui por un medio, padre a


P or cada producto que intercam bian lo s Misinos gaiiau 20.0%4 300%;

pero, a m edida que lo s .g r u p o s de "campetsinos pudientes’ 1 de la s r e ­

gio nos fr© cu e nt ad a s p or-lo a. tu sin o s &mpe h a ro n a rescatar, re se s p a-*

ra venderlas en la s ciudades de la co sta . Las equivalencias fueron

m odificándose con m ayores ventajas paira, lo s pastores de la s punas»

Sota situación es descrita por lo s tu sinos de la siguiente m anera:;

"antee daban tre s ca rn e ro s por un pañolón, ahora la c a r re te r a entra

a todas partes .y e l ansdfabetism o .es metióru» . , KXngdn pastor a cep -

feria VlqamblarVI un pantalón.¿w IZO* QO soles por un ca rn ero que c u e s -

la 300*.0.0 rióles, cabiendo adem ás que entre ellos y lo s tu.sinos la s

. in t e r r e la c io n e s s o n esp orá d ica s» .: ... :. . • .•„ ■:

L os tu sin os han -le ocu bierto otra s 'brutas'V. Com pran radios transí*-.

torlasados, to ca d is co s a .pilas y m áquinas de c o s e r en Lim a, Huanca-

yo o C him bóte, y lo s venden a .los- pu eblos.dé las-.quebradas'' "parte

en Uñero y parte en ch an ch os, cabras: y toro- s/y rv lo s ••intercambian

en lo s va lles feo la. c a b e c e r a de la. sel va-por cafó y coca* Muy p o ­

c o s siguen remontando r e s e s a io s cen tros m in e ro s ; o tro s p refieren

bajar directam ente a Chimbóte donde venden las re se s al contado y,

ci m ism o tiem po, se abastecen nuevamente de ra d ios, tela s, fraza*'

■ios, e t c . F inalm ente, los m ás afortunados co m p ra s caballos onda

M ria ):? Kuu&ca v élica o b u rros en la costa norte para ven derlos en lo;

pueblos le lo. s ie r ra ael centro y retirte del rafe,


139

.Los pob res se inician en el 1'n e g o c io '1 trabajando co m o jo rn a le ro s

a g ríco la s en el vallo de Jonja, durante-la siem bra de papa y de c e r e a ­

le s , P o r cada áfs de trabajo reciben en pago dos olla s m edianas*.

E stas olí a s l a 3 int ere amblan en i a s que b r ada o vec ina s : uña olí a por

un véilóñ db lana do nueve lib ra s , o por un cu ero de chivo de tre s l i ­

b ras. L os vellon es y lo s c u e ro s son vendidos a lo s acap aradores y

em pleado o de las fabricas de Lim a a razón Je 1 0 so le s la lib ra de la ­

na y- 30 so le s la lib ra de c u e r o . L?, ganancia e s bastante para"quie­

nes se inician. La obtención de dichas ganancias es muy probable

que le s haya sign ificado v a rio s días, tal ve» algunas remanas» pero

el fa ctor tiem po-no ce tan im portante cotáo entro ruso tr o s . ' En e s -

ve ti ño Le actividades él cá lcu lo de ganancias no se hace sobre ladea­

se de la s unidad©c le tiem po requeridas para dicha la b o r ,'

La ¿gran habilidad do lo s tu ñiños paro, el "n e g o c io " no se debe e x clu ­

sivamente o la cerca n ía c m. resp ecte a los centros m in eros, porque

de ser a sí lo s cam pesin os L le s com unidades do Ghaupiwaranga tam-

bié v. sería:: acy ac i ant e *, L>a c o mu cid o d d z> Tn si a di fe r encía :1o 1a s

com unidades de C aou pivaran ge te in scrib e sólo en le, región do la

i?Jka v de Ib jatun-jaib a , por le que su econ om ía está bésala, p ri-

en ir. ganadería y en el cultivo de -tubérculos y no a s í

en los cultiva j trad icion ales te la kecby^a. Esta situación perm ite

<■ ios túsanos E s p e s o r je m ayor lloran... lábre para d ed icarse a lo e ne*


i £i o

g o c io s , La cria n za .de aním ales ss'd e le g a d a a las m u jeres y a .los

h ijo a mers o r e s, y el cu ltivo le tubércu los es llevado a cabo con jo r - ,

usleros a g rícola s procedentes de las quebradas v ecin a .o.. En cazn- ...

bio para lo s ch&upiwaranguiños la d iv a rsiíica ció n de lo s cu ltivos,

en la Jkechwa » sign ifica una m ayor dependencia,-le lo& -factores .e c o -

ló g ic o s , la cual exige de eUcs unr vid? más. sedentaria, aunque é s ­

to no quiero d e c ir que se.au totalm ente cautivos ;íe su técn ica tra d i­

cional» La agricultu ra, en Xa sie rra , por m ás que se combine cu l­

tiv os en la jaiba, y en la keclv-ya. siem pre una actividad esta cion al,

por consiguiente deja un m argen do tiem po lib re para ser aprovech a­

do en actividad.es.com plem entarias.

o r o t r o la d o , l o s .tucintas, p o r e l h e ch o d e . s u f r i r d e e s c a s e z de v í v e ­

r e s r e c u r r e n .in e v it a b le m e n t e .a l t r c e q u e d e p r o d u c t o s , e l c u a l d e r i ­

v o e n ,u n n e g o c i o l u c r a t i v o » Jjq e s t e m o d o s e e x p l i c a r í a t a m b ié n l a
1
% ¿ m e ju n c ia , do g r u p o s d e n e g o c i a n t e s en l a s c o m u n id a d e s , de P u ñ o s ,. si
I
M a te e a n c h a , d r iu r i y Hu a i l l a y , y en r o d a s l a s c o m u n i d a d e s d o n d e e -. 1

xisíep a r o p o s d e gana l o . r o s , .

La econ om ía .mestiza.
€%

§
l:-n l o n r ¿ aAic irte o do Hu ánuc o y uneasb “Los c a s e r ío s c anexes.
lo s pequeños pueblos y b s ‘ 'comunidades de indígenas" siguen sien­

do verd a d eros satélites, tanto en el orden a/irninístratiyo com o e c o -

n óm ico, de las capitales de d istritos y provincias* habitadas por

"m ish tís" o '’m e s tiz o s 11, i s d e c ir , cada pueblo de "¡m estizos 11 es

un cen tro adm inistrativo y un merende? lo ca l p a r a le s excedentes de

produ cción y para la fuerza de trabajo procedente de las com unida-


i % < 4 *' ’•■ : •
des s a té lite s , din em bargo hay c a s o s en que n.o.coitxoide.la división

política con el área do influencia de algunos m ercados lo c a le s , aun-;

que e s te ó ltim o os un fenómeno recien te, surgido com o con secu en ­

cia, de X nacim ientos de nuevos ce n tro s c o m e r c ia le s en las vías de

transporta m ecanizado, .

En el orden adm inistrativo,, hasta hace algunas décadas, lo s cam p e­

sinos de la s pequeñas com unidades estaban obligados a -co n cu rrir a.

■"xasno.s" -w- lim pia ue decanía, a rre g lo de cam in es de h erradu­

ra, refa cción y c so s truc ció n le obras pdbdicas en ben eficio de loe

han loantes te i. o c a-pital o s de distritos y p ro v in cia s. T ales s e r v i­

c io s , se hacían por turno o enere la s com unidades satélites y estaban

o a j l a responsabilidad de los "e n va ra d osMde cada com unidad,- Á-

ieniás ero. obiigr.c ión de lo s "en va ra d os" cuidar por turnos los b ie ­

nes y en seres ce la iglesia m atriz, a s í com o su lim p ieza , y co ste a r,

una vez al año, los ge.sin s de Xa fiesta, patronal de ia eypitaJ. regional»

Los indios y los 'm e stiz o s '1 viven en pueblos separados {e n co n tra s-
142

•te con -otras region es donde am bos ¿sectores viven en lo s m ism os

pueblos)* lo'p u ol esta blece una se rie de c a r a c te r ís tic a s s o c io -c u l­

tu rales entré “ in d io s” y “ m e s tiz o s ” . G ala uno es un grupo e x ­

clu s iv o , . pero-, son mutuamente de pendiente &*, Si a ello se agrega,

láu presérvela. del sistem a de haciendas trad icion ales, se esp era que

.la -iep en den cia entre “in d io s ” , / “ m e s tiz o s ” y hacendados .será aún

•mayor., ■ Gal realidad s o c io -e c on-ómica ha sido ca re e te rizada por

algunos an tropólogos c o m o .lo sociedades ce rra d a s, donde las i»«


\
fluencias m odernas.,están -cor avía largam ente ausentes.

Iros pueblos de “m e s t iz o s ” , por esfcc-r ubicados en. la s ba ses de lo s

v a lles, con m e jo re s t ie r r a s , .'heron lo s .prim eros en -beneficiarse

■de los program as ¿púber.“ a móntale 3 , tales com o e scu e la s, c o le g io s

aecurularios, s e r v ic io s do agua-y oem güel e le ctricid a d y de lo s m e ­

dir.;:’ m odernas dé -transporte .y com unicación« E stos s e rv ic io s con -

tribuyeron' a r e í'o iz a r la actividad c.jm erc la.1 y c on s e cu entsmení:o la

dominaciór.i política, econ óm ica , y sa cia ! a. axvel regional ie l s e c t o r ”

“m e s tiz o ” , ded eo les .Gas dom ingos, se r e s é r v a la afluencia de m i­

le s da carra:euhu■a que llenan las ca lle s , plazas, m erca d o s y la s Gen-

.: do s c orao rc i al a s >■

iba pr o oe n••;r r do m míe ni de a eto s c simpe s in o s ob edece a nu me ro so s

y ;r urde ito-'o per son-: le a,. En. ¿p otas •-o abundancia, centenares de
cam pesinos -pobres bajan a la s poblacion es.trayen do' consigo algunas--,

arrobas Je tu bérculos c g r á n o b . c h o c lo s , babas v e rd e s, ca rg a s de

leña o Je paja, gallinas,- huevos 7 ••moldeo de" quesib, verdu ras, c o n ­

dimentos y hierbas m edicin ales, para, se r vendidos..a.las pequeñas

"atajadorae'J en la s entradas de la s p ob lacion es, o a lo s 'acaparado-*

re# cu c a s d erla s loe dies., o a lo s "mo stxzos!l (apersonándose a sus

c a s a s ) - con quienes -mantienen re lá cio n e s le amistad' y de com padran -

ge . Im s cam pesin os m e llo s ve n den sil 3 productos a g ríco la s en ma~

y ore cantidades y coiT ^ rciali^ ri; alguna,;* c á b e la s "'de - ganado ¿'"de *>r e ~

¿ r e n d a bajo contrató •previo, con acapa radones, negociante s y ’ 'm ea-

tiz o #'1 lo c a le s , ya sea en sus "e sta n cia s ". o- ya sea en los ce n tro s po- ;

aladosp " m ■■■.-•■'•-t ■ Vy . y j-' j 'y ' '. . '2


1

2 1 p r o p ó s i t o no a m b a s s e c t a -r e s e s o b t e n e r a lg u n o é i n g r e s o s - a n m oae**

•Ja p a r a a d q u i r i r t e l a s , a r t í c u l o s y -B ir n e n ticio s y o t r o s , d e p r im e r a na -

c e s ic h ic í,' en- -la b t ia b a a s •c o m e r e i a le 0 »' di su s in g r e s o s no son s u fic ie n ­

t e s , - s o b r e t o d o , cu a n d o , t ie n e n q u e '" p a s a r " c a r g o s o s u f r a g a r g a s t o s •

m a t r i m o n i a l e b , t e c h a d o -do c a ca , o d e b i d o a, a lg u n a d e s g r a c ia , f a m i l i a r ,

s o l i c i t a n " a d e l a n t o s " en d i n e r o q h a c e n " p e d id o a '1, de a r t í c u l o s d i v e r - -

s o s ón .Las r u is m a s toend.aa c o m e r c i a l e s p a r a s e r p a g a d o s - c o n d ía s de

ír a O íjo , b a r ; r e g la g e n e ra l lo s 1'm e s t i z o s " t e n d e r o s o t o r g a n a ¡s u s -jo r ­

n a l e r o s a g r í c o l a s ' a ’ c i e n t o s " a lg u n a s s e m a n a s a n te s de. l a s f i e s t a s c a r -

nava le s e a s , idst.a f o r m a l e c r é d i t o e s s i m i l a r al s i s t e m a d e "engan™


c h e ” q u e l o s i n t e r m e d i a r i o s d e m a n o d e o b r a r e a l i z a n e n Xas c a p i t a ­

l e s de p r o v in e i a, 2 e n t r e l o s elam pe sirio a d íe Xas c o m u n i d a d e s s a t é l i t e s ,

p a r a t r a b a j o s p o r p e r í o d o s m á s l a r g o s en l a s p l a n t a c io n e s , en l o s .

c e n t r o s m i n e r o s e- e n l a s h a c i e n d a s d e l a .s e lv a .

L o s c a m p e s in o s " r i c o s “ ven d en su s p ro d u cto s y lo s a ca p a ra d o s p o r

e l l o s d ir 'e c t a íh e u t e * a l o s m a y o r i s t a s de. l o s m o r c a d o s de l a s g r a n d e s

c iu d a d e s , ; R e m o n t a n p e r i á d i c a m o n t e a lg u n a s d o c e n a s de c a b e z a s _de

g a n a d o v a c u n ó y l a n a r a l o s c a m a le a de l o s c e n t r o s i n d u s t r i a l e s y a

l a s c i u d a d e s d co é to ñ k s, q c o n d u c e n .algunas c a m ip n a d a o d e p a p a s a l o s
d r- ■' 1 • , .
. m e r e a d o 'c do nde l o s p r e c i o s s o n m e j o r e s , M u c h o s d e e l 1o o s o n du e -

ñ o s 'd d c a n c i o n e s , d e s t in a d o s ai .t r a n s p o r t e do c a r g a y d e p a s a j e r o s ,

y s o b r e t o d o a l a c a p a r a m i e n t o de p r o d u c t o s a g r o p e c u a r i o s e n l a s ..fe - -

r ía s r e g io n a le s » IC1 g r a n d in a m i orno c o m e r c i o ! de e s t e s e c t o r se b a ­

s a en su h a b ilid a d p a y a ' m a n ip u la r,. l o o l a z o s d e p a r e n t e s c o , a m i s t a ! .


5«' \ -
y c o m p a d r a z g o c o n l o s c a m p e s i n o s p o b r e s , rae d i s o y c o n l o s-. m a y o ­

r is t a s ,- E s -a sí c o r n o , d u r a n t a l a s c o s e c h a s , a c ap aran. •p r o d u c i o s e n~

t r e l o s c a m p e s i n o s - p o b r e s y .m e d i o s p a r a l u e g o i n t e r c a m b i a r l o s c o n .

e llo s m is m o s , d u r a n te la. é p o c a d e e s c a s e z , b a jo e l ' s i s t e m a d e l t r u e ­

q u e» - 'o r e j e m p l o l a c e b a d a {a lim e n t o b á s i c o p a r a l e s c a m p e s i n o s

e n é p o c a s - do o s o a s e a y a lim e n t o de to d o t i e m p o p a r a i o s p e r r o s p a s t o -:

tos en l a s p u n a s ) e s a c a p a r a d a a 15C . 00 s o l e s e l s a c o d u r a n te l a c o s e ­

ch a y e-s v e n dida e n é p o c a s da h a m b r u n a a 2 5 0 ,0 0 s o l e o el saco, o es

t r o c a d a '; a a c u a t r o y h a s t a c i n c o " e x t r e m a s " ( b o r r e g a s d e s ie t e a o c h o


m e s e s de e d a d ) ,
145

L o s c a m p e s i n o s m e d i a s y p o b r e s c o n t in ú a n d e s e m p e ñ a n d o c ie r ta s

t a r e a s d e t ip o S e r v i l 'c ó m o c u i d a d o r e s de s e r n e e fc e r a s , h u e r t o s , a l -

f a l i a r e s-, d c orno p e o n e s , le ñ a d o y e s f a r r i e r o s , p a s t o r e s , a i r e n d a -

t a r i o s de g a n a d o , e t c , " ".H a sta h a c e a lg u n a s d é c a d a s l o s " m e d i a n e r o s 1*

e s t a b a n o b l i g a d o s a 'p a g a r l a ren ta de l a t i e r r a a su o p a t r o n e s en t r a ­

b a j o p e r s o n a l ( h o m b r e s y m u j e r e s d e s e m p e ñ a b a n t a r e a s d e -y a n a p a -

¿ 2 1 ) o e-n p r o d e cióo-{ c o c i n a , ’ m a la p e l a d o , t r i g o p e l a d o , c h o c l o , h a -

b a s ' v e r d e s , p a p a s h u e v a s , g a llin a s , b u e v o e , oh a n oh o©p a r n e r o s , e t c , } ,

c o r n o t a m b ié n a l a v e nta ío r s :■- da l o *’ mi s p r o i u e t o s , B n r e c o m p e n sa

r e c 'ib faift ‘'Sel p a t ? 5 ¿y ‘a d e m á s d e 1a s p á r e o l a s Je t i c r r a , p r á s ta m o s e n

d i n e r o , f o n d o s p a r a e n f r e n t a r a c c i o n e s ju d i c i a l e s » v e n t a ja s e d u c a t i ­

v a s , c o n e x io n e s p o lític a s , ' ¿te , B a ta s i t u a c i ó n :ie e x p l o t a c i ó n c a r a c -

t e r r e ó , ■-c o m o d i v % J ^ ab lo M a c e r a a l a h a c i e n d a c o l o n i a l o a l a s o c i e ­

d a d r u r a l s e m i i a u c l a l i s a l a do l o e s i g l o s c o l o n i a l e s y d e l a é p o c a r e p u ­

b l ic a n a ( M a c e r a , 1 9 6 8 ),

C o m o ' d e c ía n m e en p a g in a s a n te x * io íe s l a s r e l a c i o n e s d e d o m in a c ió n ,

" i n d i o - m e s t i z o " e s t á n d o o i i i t á n d ^ s e rá p id a m e n te c o m o c o n s e c u e n c i a

de l a a p e r t u r a de c a r r e r e r a s o l a s c o m u n i d a d e s m á s a l e ja d a s , d el

f r e c u e n t e c o n t a c t o ie l o s ca m p e s in o s con n e g o c i a n t e s y a c sopa r a d a r e s

d e p r o d u c t o s a g r o p e c u a r i o s y de l a g r a n d em a n d a , d e m a n e d e o b ra en

l a s p la n R a cio n a s y er. l o s c e n t r e s m i n e r o s , s o b r e t o d o , d u ra n te l a 3 e -

g u n d a -G u e rr a . M u n d ia l* b e s t o s h e c h o s se a g r e g a e l continua) o f r e c í -

m ie n t o da has p o l í t i c o s <íe ‘a p l i c a r la r e f o r m a a g r a r i a , l o s m o v i m i e n -

i o s gue r r i l l a r o s e n la. o i u r i a pe rú a n a y l a s la cha s s i n i ic a l i s ta s d e l o s *


yáhaconks de la© h a cier Jas.,. ■■.^Itu&ci-ón que ha venido -creando m ayo­

res ¡3Sf>eofcativ^.. . ~rtr-.:.l ■ cam pesin os 'todos-los s e cto r e s ele ser

b e n e ficia d o ii.cr •' 1- a .; pr-egr aínas 1-:: re fo rm a agraria, . E stos cam bios

«orx cla ra s rao 4,4 ¿.caed; :v* a de la etapa le transición, de ana- econom ía

••;. n 4 1 a la rao. bul bita.- Fo decir, la tierra ,- e l trabajo y lo s

. r di-;:.-- e o.^ropeco.ari"s octát, ; a,san «o a 's e r c o n c id o r a io s com a m er-

c a ñ ila s , y la „■■'.urner a n iorib sta c íét 3e ello; -es precisam ente la nega-*

iv a 1 1 >3-.;se-iTii-?4 .eryos a segu ir pagando l.m "d e r e c h o s " tr a d ic io ­

nales: a. su js'-oat-.O'-nes,- a. la s •moc scisos,1' no .Isa- .que da o t r a á-scisiSn : ...

r-o trabajo;r. sur ’■ierras-coa íd c r ic a s m e d e m a s o te n d e rla s a c u a l­

qu ier -p r & c io p - ■..oiwn t r " 3 que l o o y .a n a cería s y ' ‘ir calí a v ia r o s " hsn,4<§.c;.idi*

do ao ^ó.r la P icr --.:■?.:e n s s o e r a de s e r b e n e f i c i a d o o . c o a l a r e í p r -

roa agTorria.- . . . , y- ; :

P e r o l a d o m ie a c i ó n e n l a s á r e a s r u r a l e s c o n t in ú a c o r o t r a s c a r a c t e -

r f S tic ?,© ’ eos l o - c c •; n ó m ic a d. I-a p e q u e ñ a b u r g u e sía- ca rn u o c iñ a v ie n e

e m r r g b o b > e n t r e l o e ." m e g t .i z o e " e " i n d i o ." " , c o n s i d e r a d o s , h a s ta h a ­

ce a l g a m c d é c a d a s , c ó m o g r u p o s ro-ts .• m e n o s h o m r .g á u e c -o . Fas

m e v a s r r e la c io :.-e s e n t r o c a m p e g io r m r i c o s , m e d i o s y p o b r e s se d a r

d;n-;-.r-:j .del: s i-/''s m o -'C a o ltp lin iO j a’ Apyuc ; n o m q u i e r o d e c i r que t a l e s

r e la c io n e o -ae-an .c h in e l a s mu? sp- dan e n tr e e l b o x . y e l c m p le a d c

■en .u n a ,s m .o re .s a r a p it.a lic.ta . ¿ie , :a;s yÍ3t-~ ,qi; =., l a o o o .s o x m a c ió ;n;.;ie- l o s

g r u p o c , 4*. pn Ip.r c a.l.ç g co-iinuni-iades ~s ;á. i i p x d . a a á r e c h a m e n t e al o,a-


147

pital comercial y usurario que continúa incrustado ;en. las

estructuras tradicionales, lis decir, muchas de las carao

terrstieas'"de la dominación üind.i.o-i»estizon 'se -han trasla

dudo al interior de las comunidades1


', -.-que en ultima instan­

cia son las ■que-,-enfatizan las diferencies sociales entre


campesinos ricos y pobres„ : .

robre esta, dominación, voy .a ocuparme con ñus detalle y

voy a qita-r como.ejemplo la comercializa ci-ón de coca y de

aguardiente cruel departamento■de JTuánuco (ver .lamina í^5).

•oesdé- los siglos coloniales la. gran demanda de coca y de a

guardien-te entre los cientos do riles de campesinos sigue

significando.el.principal, sustento económico de las clases

dominantes de la región,..Hasta hace algunos años le. comer

cializeción de. la. coca, estuvo, -en manos de acaparadores -

asentados en el pueblo de Tan tama yo (provincia dé Husmo,líes)


ubicado en la vía de acceso a la montaña de Monzón. Tanta?

mayo fue el puesto terrestre a donde acudían diariamente ne

nocientes con recuas de muías desde los lejanos pueblos del

Callejón de Huellas, de las provincias de Pomabamba, Pisco


bamba,. Hueri, Dos de hayo y Yanahuenca a varias semanas de
camino.

Fue tal la demanda de esta producto que muchos campesinos


de los distritos serranos de la parte nor-oriental de la
provincia de Huámalfes intesif.loaron.el cultivo de coca en
sus parcelas que vienen controlando en la montaña de Monzón
148

trolando en la montaña de Monada (no sabem os todavía si dicho con ­

trol se rem onta a ép oca s prvseur ope¡ a s ) , .Silos continúan com binan­

do el cultivo coarerciai do coco, con o í ae tubáreales y córanos sa suc

com unidades, o c io s últim os con tiñes estrictam ente de autoabasteci-

miento. .Las güeñas p o r c e la s en la montaña tienen una capacidad

de troJu ceidn de SO a 54 a rrob a s de c o c a y son cultivadas gen era l-

:nente o o.' lar hublHfcac ion es recibida« .de lo e ac aparado r e s ,', Er-: Is

época en que c a s i Xa totalidad •„•■r ío s tantam ainos se dedicaban, e. aca­

parar c o ca , alguna:.' tnm ilias habían ornyeaaio a a b rir depósitos su­

cu rsa le s en ex.' provin cias rra e cio n a ia c, P oto, desde que idouaón

íue unido ,'j r la c a r r e te r a Tingo MariV-.-Haánuco :el m ercado de Tan-

ir. mayo decayó ¿M aim em e. Le. c o c a de Monada e s sacada por m e­

dios m ecanizad, -s a. la alaciad de Puánuco duci.é nuevo'; acap aradores

cr. ;x e ix ir liear. .,n las .. rovi.rciaü y o-.munida de-< dei -departamento.

ha p r-., di: cción •c v: 'aguar diento se ha rimas en i. lo siem pre en m anos -de ■

los hacer, lados do los vallas de Huánuco y Aruím. bu c o m e r c ia l is a -

alón signo representando I oj m ayores in gresos e con óm icos de lo s

m iarm e curios rncútiabs y do ice pequeños negociantes com u n eros

d; ¿-'á corve rodado ; m ás apartadas. ¿ s á a cir el éxito y la c o n s o l!-

lacha.- d. la d u;V -, .Pace em ergente aa las áreas ru rales tiene su-.o-

mgvO; ..o- 1.-- 1; :y: r :m cuteru -o’i a c d n en la venta be c o c a y aguardien­

te,- labor mu . osíeriorm on lo fue ampliada cotí e l acaparam iento Je


.prp.-ducto i.-' ag rop ecu arios ' -} oblo he.c. u r .. década,- con Ib. re in versión

...de capitales, en la agrr'cuitara co m e rcia l y en 1 -, industria de la-gana­

dería. 1 ;..

P or seto, '.en.¿a. .scenom f- 'o :.'vntr~r be todas P i ca ra cteres«

tic.ua dom ine uro a : c uua eoe n rm í \ i r u t r c p s - a b d e c ^ r r ó l i a i a ,’ r e s ­

tringida, de pendiente de la a: oní-mía rn-dcua! y r - r l e tonto del irrpe*-

riaUsabp. aLa e co n o m ín ' f14iúct‘ z?-:- no ''¿i* ■-■cor ábe aba, no constituye

una. ^mpi-esa-.,..idiv'..íu;:J.iE;a a l a trtaoer:" ooridsovad. -5-!.; econ om ía to ­

davía e*» dése lita leniena.. en ene uta la im partir: cía a s se ae ai sta­

tus co... r’ o rovo ¿dente A.1- .: c u t io ! le i a tierra y -c la mano ele obra

se m i-.s e r v il.

Sntre tant lu ^cUíúrnía 'Hudíp u ta” sigue f c í í í u de •pf-.rté"LMOtancial

oda lá.econ om ía del s e ’ tea ue c-v.a¡. a biscos pobres y m e d io s. líl in--

íereyiriK o a.« ~ ro dúo toe i ni -r.* campe sinos Je i?, o sonas aU'us con io s

de las parte :" bajas b-; uoi'-c rifes dentro de u ia econ om ía de subsisten­

c ia clc^ae .él' p-r lit ig io din ur i vale ce co m o ud - ex-re'sión de la o b li-

. gaipr-'-tíaad le a v i a r t e matuau'.ente m bre 'tCüiroci;los-'t,-o com p adres

o. porque t,J '.avio sigue' ouo'‘ idcv'tE :cu?e. unos 7 i t r jt , coi no, m ie m ­

b ros le una n a is r ó ...s i reciu ra CocicJ . L¡a t s t e s e z y !~s .a?. abru ta s,

tanto -su l e 3 7ja.ii.es •Atas o -o. ■ tojas, sor reguladas y aupera.Jaü a tra ­

vés del íraequ b e? ¿'stem a *? equivalencias „-.o- una y -p r e c io . Un


150

in tercam bio de com ida, com o o cu rre en e l j^av/asinákuy, no Hace más

que r e fo r ja r la s rela cion es c e cia le s entre cam pesinos de distintas e -

c o lo g ía s . oe trata puco dé una e s fe ra ecoqdm ica distinta a la ’m e sti­

za. coa esea tíltima, la e s ca s e z ¿ g agulazada ectructuralm ento do*

la pequeña burguesía cam pesina con el objeto de sacar m ás ''plus­

valía ” •a lo s cam pesin os pobres y m edios. P or e s o , el trueque ie "

productos entre I- a cam pesin os de l a ’jalka. y i e ’ la kechv/a es una '

m anera ingeniosa de ign orar lolíooradam ante la s leyes que 'rigen 'los

m é r c a m e -lom inantes, -y de esto m eco evitar las-consecuencia?; funes­

tas para o lio s •'íol’ cá'r-ítaiisrr.o►

ijOg c a m p o s i n o s m e d i o s p pobre.:- establee o n c l a r a s l i l e r o n c x a c e n ­

t r e a m b o s m a te r n a s e c o n ó m i c o s , S i l o s c u lt iv a n p a p a r »»para a i g a o -

t o ' 1 o c o n s u m o , f a m i l i a r y p a r a v e n d o :., ¿p. p a r c e la ^ s e p a r a b a s ,, Las

de c o n s u m o fsm ü '.or com prende num erosas v a n s i a L j ; u n a s 'a o n d e s -

tinadas a la !b x o ,m " y otras p a r a o l p r e p a r a d o de c h u ñ o b la n c o y n e ~ '


*-0- r : ■; - ' ...
g ro, con cultiva Jas cou técn icas : radie iónal.en y con la ayuda mutua

■ie ios dem ás; m ientras r ú a la s papas c o m e r c ia b le s , denominadas

por e llo s c h a n iy r-j ~ pepa (papas que tienen p r e c io o con v ertib les en
■■■(.; . . .. . • . , -

m o n e d a ) ¡mn la l o s v a r i e d a d e s : C a s a b la n c a y M a ñ t a r o , c u lt iv a d a s

~ ' ; ” a s a l a r i a d o s y u m u s and o a b o n o s s i n t é t i c o s p o r l o e que

Gen l e s a c r e la s p a ra -e llo s ,

L a c n i e g o ? u t i l i z a d o , p o r l o s c a m p e s ¿n os " p a r a ol g.^.sco!í o s i m p l e -
íüeáte' "gjasto1'»fcraducico ¿3 la palabra quecaua pachalapa.j .se irefi«?--

r e ’ astrictam enís a u n conjunto de bienes y s e r v ic io s dentro ac- la ep~

lera de su bsisten cia.A s i l o s d iv e rs o s productos a gropecu arios y


: .

sus derivados, destinaaos al consum o fa m iliar, y todos lo s cojeóos •

oue deben em plearse- para, -costear una iiesta patronal, son cp n sid s-.-

rodos dentro do la e s íc fS del "g a s to ” . Frecxienfcemev.te.se escucha'

a lo s cam pesin os obligarse nt.es a otros a ‘'pasar*1.ca rg os c iv i--r e ~

•lidiosos enfatizando e l "gusto oue debe h a c e r s e • Unos son trata­

dos ¿era d esp recio porque no tien en . ’ gasto • paro, el m&yoruqmafcg

en cambio c i r i o sa sic aten- orgu llosos de liaos rio neceo & s¡.f. c m e -

crarfn desc rib a al m ism o tiem po, xas rela cion es do re cip ro cid a d y ••.
ÍP • * . . . 1• : \v

♦ de re di stbibuc i6? com o princípAPS inevitables de une, 3.con ' rma «p ^ . V

^ sustancia, aunque algunos antropóio'gos-.AL analizar la jsconorn.it ^in :

pena ¿istinguien xa:? relacion as de redistrihuex'Su. com o^prracipiut->que

regulan: la e iíe r - econ óm ica d e p r e s tig io , ... . ■

Dentro de Ir esfera, de su bs mi en cía ce cor.siíxora >;a . ién ...i.-. ;i-

dad m ás-o .e s a :? fija :A reducto & ¿ gone-alm anta gran- s) que lo s . . .

F oj a e l c a s o A l a e c o n o m í a in d íg e n a m exicana, A g u i r r c . B e l-
t r á r m jo s t ie n e i o s ig u ie n te -: =•■'A s c a d a d io m á s n u m e r o s a l a en
v i d e n c i a ¿ue p e r m it e afirm a r que so n l a s necesidades imq i r - .
de r a b i e ? de re. e c o n o m ía pro oí ■■¿.- no la s n ecesidades una-
th r ía le '3 de aubsistenc.a a que com ocien a los i-i' % enas al
trabajo asalariado i -■c 7, p . 1 4 5 ) ,
152

cam pesin os'a lm a cen an en sus troja s para tr o c a r o "c a m b ia r '’ con o -

tr o s productos. que 'ellos, ao produ cen , Ci obtuvieron buenas c o s e ­

chas guardan otra cantidad ue. simad a a* pago lo jo rn a le ro s a g r íc o ­

las',-'quienes padecen ,io hambruna c a s i permaeenfcemente v p o .ra

ven der.(m ás o m enos el 20%.del total de la produ cción } en lo s m e r ­

ca d o s -lo ca le s y a s í obtener, en e sto s m ism os m ercados, lo s o ro d u c-

tos fa b riles in d isp en sables,

Loa campo-nino-ar medios y pobres,.arttofinancian_?u occm om ía en base

a l a s reglas t r a cae i onal e s -y en ba ca p, la s ventajas ::e r 3 .'.'ní.ln3 cu o

puodeh-lograr participando, de ves en cuando.,. en U e s fe r a m ercan»

t u . ^ P o r ejem plo, en 195.5 u n a m u jer pobre' do.la coinunidad de Tán­

ger, analfabeta, que 36 X0 hablaba quechua, córn er 6 una lata de "p e r-

to la " {c o n s e r v a de peonad-::} por seis sbíds-en la vecino, loca lid a d Je

P a r e cy , se .dirigid ?. la com unicad ,le YwirSn (ubicam. en la parte al­

ta de la quebró la vecina de C olpas) y "ca m b ió " la "p ó rte la " p or una

arroba da papas, ta jó nuevamente a. Par coy y ."cam bié" la s papas con

una._ cantidad al doble de naranjas, .finalirieníe subió a Tánger paro-

vender las caroojn a per unidades,' La pequeña "noppciante ", deno-

ml..c_j.a iy..<v j .¿íj c... i.citrón¿oa pe.rifcp.p (pers cna que cam ina entre varias

■com unidades: buscan Y ae U vida} -detuvo G- este modo una ganancia e-

quivaleute c;. tr?p :.e le lo ir. ver vi de iuicxalm ente. G eneralm ente lo s

'Comuneros medi-r- y m u re s m J a ig d r y pie las c o m u n ia le s de la ve -


153

--a,
;- . S í".

ciña quobra-a d.a yolpCn aqcat^i^braba^^paiíicipar c o m o :"p e o n e s",/-:■

duran*© la cosech a, da p.apas, .oa la, coi^m niiad de T u s i l y . Reeihíah


■,; , < . . ; :r T C í O a y : ’a ■"

com o m e o l a .tradicion al raeriomda y el .p a ü la y,. o ssa, m ^dio »acó,...

de papas .por c a d a .d % d e tra b a jo , .. Una vez re co g id o va rios sacos a

ios'ven d ía n a lo s acaparadores,, venidos ..-da.los .centros r&tne ras* a.

razdn ¿;- 7 0 .0 0 soles e l's a c o , o loa "cam biaban*’ por mantas» sogas.,.

lana v carne con lo* habitantes del altiplano vecino, quienes concu­

rrían a T osí con el .proposito, de acaparar papas em esia m ism a épo*

j- t rJl?e; tanaorinos iban también a.la-cosecha de pepas de la: comu-

n i " ' d a d a n t a Irur.on la- '[cebrada de Canta, - reine© el. satario eirá- ■

4 0 .0 0 solas d ia r io s "con mem- pu esta", aunque oí paülay ya no era

tan £r©«ruante r p : en da, comumbnd. de. ¿usi.--.

Sil Je com u n ida d de -’¿‘ang; - y ,. on asv?. crism a mena-, . el .monto..itJI¡ &d*

la r íe con. ; o íe ?f. apir.'. era. .5 ,0 0 -¿p ie s y. m e sa pus a ta", >.0,00,

Ua p r im e r a ,, im p lica b a una m utua p blig&to r r©:iaa d e .inte rc-am b ia r •

d ía s de .trabólo, baja la s rolacxoK.es. dpi ;waje-.»:waje.I -'n r -e -s t o -los sah-

la r ío s podían su b ir a. 2 0 . 0C:6.:3Cu,00 sedes si. l a * apersonas1.que re q u e -

riV-tu de jo r n a le r o s no p?m' xc:qyp:an d e dos, rela cion os.-eel waje~wa,je <-

En e r ía com unidad el. ; la u íle r de. un-bu-íro p aya tr a s la d a r -cultos 1-■

lo ca lid a d ie P a rcp y a d'aryqqr (a .dos h o ra s .de- ca m in o ) postaba t r e s

co le o p a r a l e s m ie m b r o s do-la m ism a com u n a P.d,.. ímDQ.' solé s p ara-ion

n eg ocia n tes p roced ertm de o tra s r e g io n e s > Í0„0C para e l grupo de ai-
queólogos que, en esa m ism a fecha, realizaban sus estudios explora**

to rio s en T ang o r . •,;E dto s m is m es c amps sino s cuando participan ' c ó -

rn o;,,bi:acerq£í;,t. en las plantaciones o com o o b re ro s en lo s ce n tro s m i­

n eros mantienen:un. cierto'-grado de im personalidad, P ero cuando

vuelve n:.,a in tegrarse a- su eorciu ni dad de origen la tra n sa cción del tr a -

bajo entre e llo s se hace sin tener en cuenta lá m oneda de un modo-

estrictam ente o apitaliota i* ' •

.án r e s u m e n , l a e c o n o m í a m e s t i z a s e fu n d a d b d s'ica d íen te en e i c a p i t a l

c c í d o r c i a l y e s p e c u l a t i v o , ' e n l a e x p o r t a c i ó n {dé- i n g r e s o s y e n la. c a n a ­

l i z a c i ó n d e l ‘e r é b it-* u s u r a r i o . E s t a e c o n o m í a be é n q u is tó - e n l a e s - '

t r u c t u r a '.'t r a d i c jb n ^ p r e s e r v á n d o l a p o r m u c h o s s i g l o s , ' S u je tó e l d e ­

s a r r o l l o d e un m e r c a d o l í b r e d e t r a b d jo , e l d i e j ó r u m ia n t e d o l a s t é c -

m e a ü de p r o d u c c i ó n y La d i v i s i ó n s o c i a l d e l t r a b a j o ; e s d e c i r , fr e n ó

e l d e s a r in o llo g d e l' c a p i t a l i s m o en l a 'p r o d u c c i ó n , P e r o n o debernos

c o n c l u i r . q u é e s t e s i s t e m a e s íb r z o s á m e n t e e s t á t i c o , G om o c o n s e -

c ': i y ft.e gü-úd/t. G u e r r a M u o. i i a l , l o s 5:m e sfAs b s ' 1 a m p lia r o n su

a c t i v i d a d c o m e r c i a l . ^ n l p e x p l o t a c i ó n ¿g r í c e l o "y g a m d e m i ' G en te-

n a r t ;‘ .*'indigen a-sM e m p e z a r o n a c o n c u r r i r l i b r e m e n t e c o m a a s a d a -

n a d o s .a l a s p l a n t a c io n e s y á ,-lo s - c e n t r o s - m i n e r o s j m ie n tr a s que o -

t r o s p r e f e r í a n Qun.dar;Ge .en sud có z ftu rá d u d e s para, d e d i c a r s e a l a c r i a n -

z a dv¿ a n i m a l e s j a l c u l t i v o de c o s e c h a s p a r a d a ‘ v e n t a y ai p e q u e ñ o c o -

íaíOt c í o , r .iiicum e,nte en a lg u n a s r e p r e ñ e a l o s c o m u n e r o s e m p e z a r o n


155

¡3, org a n iza rse en grupos pre-cooperan in os y en sindicatos a g ra rios


v ■ ' i
con el proposito io b en eficia rse con la s - venta,] p :-e los. program as

Je d e s a rr o llo com únol y evitar .leíiniti-yamente la in te rm o lia ció n -d é ­

los '"metí tizos'?« ' , '• -

jL¿ o spec ial¿pac ;i6n ou la produpcidn


' 1"■' pi. yT?T^~ t- ™á777• •*: v •”•" pT"’"'~ T •?

. h v-i-p/ í ;
Es n eco^ a r.o aclaxar n a e * 1 ideal -el u so verUcói. de la s e co lo g ía sñVr
' C- •■• " ■”•■ . 1. ••1. . - .. ; . .. . .
p 3 361 - un ideal* Es d ecir, c u a a lc a lo s ie un grupo 6t -
l' ' v• j
nico no .-.es era posible el ■•.ccap.c a diversa s m icro clim a s rccu r

rrían al trueque en coc.aeñr. e sca la . 'ld u ano • o ce no .?, ’vna ilan.a

-p Jva can jea rse hasta .por tres fanegadas :le t ó :i ^Piaría, 19í4, .

l a :;;p o jtab- con d icion es ..epecialec el tia c -jc o , eu la ¿ o c ie -

dao. andino, p-.vai I;. ser c c a c id .r a a o c e r o o r *cocer.I'.. r ¿ ri£6rico¿

Er- otra;**,,Jociecia-les. p reen ro e e o o , com a ivie s x^-- ..pop??painp:c,

dC\V.Ío .¿x í ’hío aa•.asra^p¿•"ais-^s ocoF ^ lc-W -;a;' í7a, ." -i E- i cálidos

valles ác l a co sta nadia io s r ltir 1 ih f¿ ó . , c d " gr. o:; ¿trie..

.Jtt ó-y;pcidi’ z5 <í?. una ic tcr c --da ^r^duccié*?, <*otabioc i£n:1o^ -'*n-•

tre e llo s r e ía n > r f u slnva^ipcas c..»n o ale~m , l Qh7f p# Z1-.: ■; }

En te .os los c ia :.a" ;•s ''»te s a s ..acta grande - m e r a d > s qu • se re ía cio

ra’ ? entre sá y cor.. "U c apa; a l , . ouoo-isiti ' c, - •"" *e •’aercadcrt. *.


I 56

procedentes de Ir. cap ita l.

'La/a:d iferen cia s úoix m ayores sí eísctuam oB une com p aración con la

rsúnucio át" e apee ia liz ació a del- trabajo entre la s diver sao castas so­

c ia le s on la India: ca sta s de a g ricu lto re s, com ercian tes, p a stores,

sa cerd otes, artesanos y estos últim os a su ves, su h dividí dos en

gtu, oc .ie fam ilias ao ca rp in tero s, ner r e r o s , ba rb eros, bnrren.de-

ros y o te, . Entre esta s diversa s eaotas. s o cia le s sé- lab un r e la c io ­

nes -o dependencia mutua, mediante ana re distribu ción de p rod u c- ■

tr>c (E ev.d s, 1 9 5 8 ).

-bás com unidades .and in.r.3 em pesaron a e s p e cia liz a rs en la. pru duc-

ción com o: cor-vacuencia, la la exigen cia íe loo encom aaderbs del pa­

go- de tributos cu e s p e c ie s introduci los por e llo s . -Desde entonces

ía-ci-iauz-n da anim ales pa¿6 ?.v consíitunr la actividad principal de los-

casoaosin os r a d e a d a g a ia región de la ialka, din em barrad la es*

gocdnlír ación en 1-.. ge a rd e ría no sign ificó el abandono de las activida­

des agríe ola s, por el co n tra rio , les "c riande re-c1' trataron de obtener

o:-r.Cv..L'enfec anda produ cción a g ríco la para festin a rles, en un co m ie n ­

ce, ai ?:p.:vv" :.e su~ ,!poon o 0 " y, ppsterio-rm ento, a. le, com ercializa.-'

cb^hg ’

mn. : tr::n region es como en el valle del Mantara la especirdizacián de

ios c--'.r ? u n o -o c en determ inadas artesanías, ca si siem pre com o acti


S.W ••

Vid'ád' 3 Ócú¿dária ( c on fección de sápatos, cerám ica,. rostes burilados,

t e jid o s " ile lana de albaca, ropa ‘hech-n^ etc, ) 'p a recé so r .reciente y o-*
.... •; : ,éo. ■■■'■" - ' ■1 'b ’ ■■ ' ■■• ■ ' . .^
bedecoM una división de trabaje com o consecuencia. de da.'Creciente' •

im portaneíá com ercial de dich os productos en la s fe ria s lo c a le s y

re g io n a le s. En todo ca so , la evolu ción do la s .comunidades del-va­

lle bèl Mantara fus posible bebido a v a rio s fa c to r e s : da c o n s tr ic c ió n


... r ; :..r. ' •• ••
•bel fe r r o c a r r il y la la c a rre te ra a Lima., ..el%
i?a b r3,30 . en loe ce n tro s,

itiiior'o'.a j él rápido c ree im ié nto urbano .de la' c:b i?. 1 de- Huincay c y de

otras ciudades intermedias le í va lle, la ausencia de haciendas.v la:

disponibilidad de extensas su p e rficie s 'dé tie r ra s fé rtile s .e n manos

dé i: b"cdm yeciaos,

P ero ?;án ¿n M vaS-o del Mantara da agricultu ra.no e s todavía ana a c ­

tividad cdcandarte m eaifiepda, Ene cosech a s no son enteram ente o o -

m o r c ia lo s d 'Hay''grandes se cto re s de 'cccnpesinos que sólo se' autoa-

bactücon, corad Xaurbién hay quienes Ven ion. e l 80% de su'‘préduécIÓ.u..

En iodo c a s o , la . com ércialisación -d e la produceión a g rico la requie­

re de a a a i m s tie r ra s fértiles-, no expue-asas a, loo p eligros de las

hela-la o y- '.con aguas le regadío norm ar m tej adem ás, exige del c a m ­

pesino el io minie le Isa técn icas m odernas oara. re sta b le ce r la fe r ­

tilidad be lr<& su elos, com b atir las plagas y enferm edades, y la capa­

ci ' ad •ara e. p a n iz a r coi; m ayor regularidad el abastecim iento de p ro ­

de tn 3 segdn la demanda, en lo s m ercad os, S s muy probable que los


158

a g ricu ltores de su b sisten cia del Mantaro sepan las ventajas de las '

técn ica s a g rícola s m odernas, pero com o en cualquier otra región

alte fia del país, la agricu ltu ra es sólo una ocupación estacion al, por

lo que, e l "tiem po lib r e " necesariam ente tiene que s e r invertido en

lo s "n e g o c io s ", en la s artesan ías, en loo-.trabajos eventuales fuera

■de la com unidad, e tc .

Algunos datos .sobre la com unidad de Sicaya (Valle del M antara} pue­

dan ilu stra r m ejor lo que veng.o'absteniendo'. En la década de lo s

cuarenta la ocupación econ óm ica principal de lo s sica.fu.os seguía sden­

lo la agricultu ra, pero £&. lo m ayor lu cr o y pre stigie', y a la cual la

m ayoría aspiraba era la de "n egocia n te" de carne y de verdu ras-en


'' ' - 1 .
ol m ercad o ivlayórista.- -le I/im a, ocupación a la que se dedican lo s m i­

grantes s ic á ín o s .” E a esta m ism a década la s m u jeres s ic aínas .empe­

zaron a 'ded icarse a lá con fección de ropa'p ara la venta en lo s puestos

de ropa barata en la fe r ia dom in ical de Kuar„cayo (E s c o b a r , 1-964, p.

167} , SI año en que E s co b a r re-alisó sus investiga.cion.es, en Sic ay a'

1 . . - 3 e g iú i m ío ini'arnianies - r o l - v a r i , a e l lá&titaro i o s s i c a í n d s
en é p o c a s reino Las se d e d ic a b a n á l n e g o c i o de a g ú a r d i e n c e
y de c o c a , p e r a o i c u a l i n v e r t í a n , f u e r t e s sumas de a m e r e
r& r.lia a .-p .1! „ a r g o s v i a j e s a l a s yu n g a s v e n in a s i'o non t a n -
no r e c a e s ae u u ia .s . b ee ío e.. ó o n e m t i ¡non La. r e y a ta e x d n .
tic n e g o c i a n t e s ou l a ••• i g i i n ,
h zb ía i 5O Viáqairfag' tl:é!'"coser •;(l.947:-};>9. Las ganancias que dicha, ac.ti~

vio.ó-d Jbjbb.j j.iis . ¡m aó'a ios;'hom bros; a se g u ir inorenentunde la, >:ro-

ducción, c'onVirtiéhclose cada ca s a en una pequeña fá b rica el ande sti-

na de ropa."’ '' ’ K ero 'Cuándo -se- lle v ó .,a ca b o la irrig a ció n de las exten­

sas pam pas’>1© l a com unidad ( 1968) lo s sicafno.c dejaron el '’n e g o cio ”

de la r o r ¿ h ech a { que •'¿deftiáe'- h$bía. -empezado .$ dfe.caq.r con la co m p e -

tencia ce "“ n egocian te£” proven ientee?de.-otras com unidades) para de­

d ica rse aT cultivó de'parilldvar.xon.•fines co m e rcia le s, y de fo r r a je


í’" ' „v’ * .- • . ' • ’ ' -' ‘
para la crianza, dé ganado le c h e r o , -actividad, que. ha em pesado a sig ­

n ific a r 'rnayóbés in greqos en lo,, econ om ía do lo s s ic a la o s .


‘ ‘ ’ ' '• ‘ ;•

B ndas co'im inidades-vecinas de Chupaca y P u ca rá el cultivo de maíz


<-* • . ^ . <
"para Choclo 'y us h.qr.t?l isa s res pee tivamentev, co n ünoo ootj.-ií*aT-on.

té'coifiéT'ciale^j -ia tá desde.hace varias..d é ca d a s. De la m ism a .m a -


O;..
aera lo s a g ricu lto re s de.i vecin o valle le fa r m a tienen la repütación
' ,_.í, ■

Je h orticu ltores, "n eg ocia n tes” y cam ior.exos que se m ovilicen cotia-

ta n tem en ta'en tfs'el va lle tro a ica l.d e Gh.an.cha.mayo, lo s ce n tro s m i-

ñ eros l e la región-y la.ciudad de Lim a con ca rg a s' Je lechugas, c e ­

b o lla s , zan ah oria s, y Je plátanos, naranjas, papayas, e tc.


. . .; .. •í . '
'.i t ■ •• • , . •

'"En la com unidaii'''ueP ale am ayo, a 2 5 K m . le la ciudad de T arm a, tu­

ve la oportunidad de- com probar,, con m is estudiantes .le antropología

'je 1 a U n iv e rsiio J del Qentro, el gran salto que experim entó esta c o -
160

munidad, de una econ om ía .tradicional, a una econom ía de m e rca d o ,

" o : dsJ.c^iLij'0 Habían cam biado sólo hace quince años

el cultivo tradicion al de m a Í E y habas por verdu ras (lech u ga, c e b o -


, .-. . .. -y ; ,■ • ,r
lia y..zanahoria}'; Etv este m isrno lapso lo s cam pesin os m ás aiorfcu-

.nados.cbn la cófioere ia liz ación dé sus productos adquirieron carnio-

>nes, que en el año- de nuéstrao in vestigaciones (1970) llegaban a un

., total de ;7.0,;. Shi realidad había un e x ce so d e'ca m io n e s, para el tra n s­

pórte-d e barga y p a sa je ro s de la com u nidad; L os palcam aines solu­

cionaron'. tal e x ce s o 'mediante "tu rn os11 de salida,- de acu erdo a la s "tem

p e ra d a s” de-salayor p rod u cción en lo s d iv e rso s p ises e c o ló g ic o s y a su


y . ... ... . ..; . -- y y - ; ' r. ' :

•demanía en lo s m e rc a d o s . De éste ¿-nodo quedó esta b lecid o el s e r v i­

c io perm anente de cam ion es para carga y p a sa jeros al valle tro p ica l

vecin o, „-a la s ciudades dé' T arm a, Jauja y Huancayo, a lo s ce n tro s rni-

nero-s-de ia región ;'.a íc^’s buóblos y'ciu dades donde se realizan la s íe-,

ria rs. lo c a le s y reg ion a les, y ’ a la ciudad .de Linca.


■^ :v-’ .»

.21 auge del"cultivo' ¿ ¿ 'h o rta liz a s , según los. palcam ain os, fue posible,

debido al cam bio d e 'clim a en la región . S ilo s afirm an que Hace tre s

do cacas- no e r a p osiole " s a c a r " clos co se ch a s de ningún producto en los

. te rre n o s con. rie g o a cau sa de la s intensas Heladas de lo s m eses de ma

yo a a g osto; pero ahora "sa ca n " hasta tres co se ch a s de lechugas al a -

ño- en lo e te rr e n o s con riego y, siem bran tu bérculos en loa te rre n o s

com unales de la s partes altas, donde antes sólo era posible el pasto-
ì £. 1

r e ? de S s ixruy prooaor àbìén que dicho cambio de cu lti­

v o s haya sido ms tivado por la s grande? ventajas se ■micas que v ó -

ufan obteniendo us vecinos h orticu lto re s de ram os.

Disizih\xoiór¡ de las tie r ra s da cu ltivo entre el 25% de c o ­

muneros de Pale amayo

T ie rra s T ie r r a s p riv a ­ T ie r ra s p:
W, d.e "tongo s r comunale s das en secano. con riego,
K . de com u ­ ‘NL do c orna ñe­ com ún oro
n eros.. ros.

De 1 a 3 31 • ¿0 45

" 4 .a kr. 14 i1V


f'

*' 7 a 9 10 \CL
-} 15 2
10 ci i 5

a m ás . -. . , • 2 £; -

TO ? c; 5.6

■Segdn lo s daros d e!'ca n so agropecu ario realizado por la s autoridades

com unales, ?.. petición de la .d irección ce K cform a A graria c¡,e Lim a,

sn 1970, el e roin edío m edio de tie r ra s de cultivo por fam ilia era

5 "ton y os” en tie rra s com unales, 7 ’ 'tangos" en tie r ra s privadas en

secano, v 3 "ton gos" en tierra s privadas con n e g ' ' . s i O .C .Ì. CXj v O il^ h sJ t . - '- r
162

a o n tiene una extern? \5u aproximada de 800 rn¿ . La en si totalidad -de

la s tie r ra s con, rie g o coreaba dedicada o! cultivo de lech u gas, zanaho­

rias y ceb olla s» ,

E s bueno r e co r d a r cus la subdivisión de .las tie rra s de cu ltivo .'en tre s

erob - zar.as a o s á j-ca a lo s c r it e r io s em pleados ñor loe m is m o 3 com unes

r o s, tal corno cotustr su ei ;>n.dr5r. G eneral de la -Jomunodad,

La parto m £c baja .L la c - n n s i d a i , por contar c : y. agua suficiente pa­

ra el regadío, y c o i od ia r .nhéabs aacpheata a las heladas 'form a parta

de u-u nub--zuma e c o ló g ic a s ca ra cte riza d a por e l cultivo perm anente.

Gor encim a da Lo$ caaalee m adres se ubican las oarcala.s :ie secano

con slim a d a c! com o privadas y utilizadas para e lc u lü v estacion al de

.có b re n lo s y g ra n o s , diguieubo la vertica lid ad del pa isaje, Lacla las

c ; mbr&s o la /o d a s , tenem os la s tierras com unales destinadas al cu lti­

vo be 'tu b ércu los ú n ica m en te,. m e di ornee la técn ico del barbech o s e cto ­

rial, constituyan.:!- por ellos una uuh-zona distinta le las p rim e ra s.

iV e, por enc ima -b, lo. cena, le tu oércu los ue extienden lo s pas­

to ? cornuimL.s donde sólo es cosiH e la cria n za de ovinos y de <*uqué ni­

dos.

la.tr-.> conf.v-Mit.ad-u por im estudiantes Ja antropología Manuel


O rtis y S ergio G a.m a rra , curante sus trabajos uo' cam po en la
o ■muñidad de Galeurnuyo, en io s p eríod os vacactonales de 1970.
163

P od ría argü irse que la h ip ótesis sobre la continuidad del "Ideal del

u so v e r tica l de la s e c o lo g ía s " debería sustentarse en el hecho co n ­

c r e to de que cada com u n ero con trole un igu.pl náimero de "ton gos"

en cada una do las tres eub-zonas a g r íc o la s . Tal a cce so igualitario


'i
tam poco ae daba -or. las occied-..des andinas p ró ca p ita lista s. El r e i-
/
no Lu pac a fue una sociedad e stra tifica d a , Había una olite gobernan­

te. , cam pesin os rmtani3¿ y ano.* 's ie r v o s ) y wakchasj- cada grupo te ­

nía a c c e s o a la t ierro y o. T: y rid : co ló n de m o lo '' d iv e r s o s .

La com unidad do Pnlcaznayr. corno cu alqu ier otra del país, es una

socied a d 'estra tifica d a . . Nr m '-'“-ata le una sociedad co le ctiv ista ,

hecho por demás evidente en la desigual distribución aun de la s p a r-

c e ia c com unales (vor cuadro), que rcgdn sus integrantes scui re d is­

tribuidas anualmente a cam m e dol pago sim b ólico de 1 0 'so le s por c a ­

da "to n g o ", Sin em bargo se puede d em ostra r que el "co n tro l v e r tí-

c r l" sigue siendo un "id e a l" entre lo s ptdc am aines, rl m ism o tiem ­

po, que se especializan eri uno. determ inada rama de producción a g rí­

cola , y, participan, c a la vez m ás, en la econ om ía de m ercado. El '

control 'do la s in versas sub-r roñas a g ríco la s, entre.los- palcam ain oc, -.

ruede v erse con m ás detallo en el siguiente cu ad ro:

Oue siem bran en terre n o : ¡MMc com u n eros %

Comunal, privado en secano


y con riego '■i ( 57

Com unal y privado en secano 3


corn a n ti y y riv a d o co n ■‘••ieqo

i. -com
(■ unal
. -¡ . : eglament :=un •• r.> '••• 1 'J

privado e n ,s-3£.aap -y-pon. r ie g o 3

p r iv a d ; en ..se.c an a %adame *tte '■ ■>.


•* .... 1
privo do. c e a .y¿ego solyr i3htd-*í ‘ ’ r*
-? / ’ f
. .■ t 5 ; ...
F ó tiexicn tie r ra s

T.OGAL: 82

•9e do so re ad; quei pi ' 57% de i o s c ormane r os covd rolar. la s tres su b -zonas

a g ríco la s, lo cu al demuestra, por si solo al predom inio del patrón an ii-


. r-
no, / etto hay que agregar que la rñayoxfa de lo s jóven es comuneros

cuyas è dad© d oscila n entre;.! *;s 19 y 2 4 ‘ años- m anifestaron ten er p a rce ­

láis en tórren os com unales unicamente-.' S s t o se'com p ren d e fd cilm en -

te y\ tue todo campesina- inven ri em padronarse c o ir e comune io tiene

derech o a usufructuar las o c r e a s comunales, 'ineli.su- m tds de haber


^‘ ¿. . _ . . 41 .• : »*

no r dare cP su s padre s'otyas- parcela &, c tvrisi Io rodali c orno p riv a d a s.

A osto c o r r o b o r a tam bién ' si ‘. hech o. dte -quo l'oc tre s com u n eros que m a -

ni dì s tá ron no tener tie r ra s son>-jóven es 'ree ien casad os de 19 a 22 años

;o '-.dad. ' Finalm ente e a el P adrón G eneral de la Comunidad se asp e-


■■■
cufica quo •! :;un.os c p maino r o g:.-e;arc ¿-a; ùn control indirecto de las p a r c e -
' a • • . .T .
cs, P oi tatui de 82 óém uner-s*, doóda r a io n teño x tie rra s en seca­

no y /o de rie ve -ajO-arrièndoj •h ip op c a y- “ alipartir-'- -P ” "

beisi en otras form a s tra ilo .yaales de a c c a s o a las tierras, y a la o r o -


16 5

d u c e iú n q u e I d s a -»radiante a a r r i b a m e c e ic nado s '.asaltaron c o m o parte

de sus in v e stLgnc la ñ e t iu d iv id u a le a A d e u d e d e b e d e n e r.se en. c u e n - ,

t a que e n P a lc a x n u y o h a y u.a ^ r ' i p ie ..c c n T a n e r o s que se d e s e m p e ñ a n - ■

c o m o a r t e sa n ar-, ” mg.r>c la r d a s ” a ei-np.Ieados,- o d e d ic a n g r a n p a r te d e

su t i e m p o a .la c x v 'e z a de o v in o s en. la j a m a o so d e s e m p e ñ a n c o m o ,. ■


J.Á , i‘ J ......... .
jo m a lo r o o a d r í c e l a s „ ; ■

ñ o r o t r a la d o ? ■■ie^de el. punco d e .v i s t a .d e lo s . pode a m a in o s , .la p tá cn ic a . ■

a a r o ñ e criar i a (e s u n a s o l a , ta l c o m a - o c u r r e e n t o d a s l a s c o m u n i d a d e s , p

0- A;
• •'• • •' • ' : ‘ 11
serran a s. f-eg úr, e l c e n s o a g r o p e c u a r i o in d ica d o - e l v o l ú ú e n . de c a b e - ,

z a s d e g a n a d o r or re apon-diente al 2,r
M. -te l o s . c o ir iu ñ e r o s es -de. 1 . 146 . '

o v i n a , 8 0 a o n o a . e 0 p o re d i o s , <16 v a c a n o s y 2 Z au qu ér„ i de. a , ‘ ... E st o s

a n í m a l e s c o u s t í t u y e n u n a p a rta im p o r t a n t e l e La e c o n o m í a de & yibsia-

d e n cm f a m i l i a r , y s o n p a s t a d o s .en l a s s u b a t o n a s d e l a s t i e r r a s da s e ­

c a n o y a"; l o e p a s t o s c o c a ; c a l a s s e g ú n un c a le n d a r ía - e s t a b l e c i d o e n e a -

t r o c h a rcla cL ú a p o n l a s a c t iv iu u l o o a g r í c o l a a ,

L os c u ltiv a s , ¿n I m t e r r e ó o s e n s e c a n o , v>n c o n c e n t r a d a s en z o n a s

■áenoardn-tdac rt o r n o s 1',, l ie l o s s e i s A r o r n o s 11 que c a la ; u n o d e l o s cus,-

a;--‘ b a r r i o s t i e n e , t r e s ect.án en c u l t i v o y- l o s o t r o s t :;o s en ''d e s c a n s o ”

-■r-.-.'.laiente; o s e a , u n a v e a que l a s - t i e r r a s s o n -d e ja d a s p a r?, qu e r e c u ­

pe r o n cc c a c a fer-ciU d a d p a s a n m m c-diut-araente a c o r u t i l i z a d a s c o r n o

c ;-J Ti 10 .;-. re o .
La com binación de la técn ica a g ríc o la con la del pastoreo se o b s e r ­

va m e jo r en otra s com unidades donde la rotación de pastos incluye

a las zonas de puna,- SegUn m is inform ante 3 de la comunidad de

ir ampa Cangallo, todos lo s años para la co se ch a de tu bércu los y de'

granos (m a y o -a g o s to ) los "cria n d e ro s" bajan de las- punas con sus

animales a las quebradas para pastarlos en lo s r a s tro jo s de la s par­

cela s individuales, en una op eración que -denominan "la chalada” , que

dura m ás o m enos 20 d ía s. Luego lo s anim ales son sacados a lo s

"e ch a d o r e s " ( terren os en "d e s ca n s o ") donde son pastados hasta c o ­

m ienzos de la tem porada llu viosa, o sea, hasta después úel so m b río

de tu bérculos y gra n os, A. fines lo noviem bre lo s anímales son r e ­

montados a aí*,.’ punas o bateo de las haciendas y de lo s fondos v e c i­

nos, operación que denominan "h ie r b a je ", b ora. este m ovim iento
0;0.0 poderrr .-•0 denomina: tr a ahúma

ríen sus viv fondas tanto C!?1 1ClÍ,J ”*■'1.^1^O -

Otr 0 oisti A”do de corr-bii *^c ^■’ do la a<


de?. i dél US ? v e rtica l de¡la s ecología.?
g ia s 1- encontram os en algunas com u-
i
nía.'ides do la t:-arte fot : cioX v<Ule de : ia de Canta)
S st as com unidades, de bido su ubic- :e re anía a la costa,

que r e c o g í en. la com unidad de La P erl?, en I9C6, bobo


io s au spicios de la U niversidad de dan M arcos,.
167

perim entaron. desde hace muchas décadas, el estim ulo externo pro™

veniente de la s haciendas capitalistas produ ctoras de algodón y de


1
panllcvar en la valle de Chancay1«

En un comienzo el valle sig n ificó para lo s campesinos cántenos un ex­

celen te m erca d o para la fu erza de trabajo y para la co m e rcia liz a ció n

de sus excedentes econ óm icos» Pero cuándo em pezaron a c o n c u r rir

al valle centenares de campesinos procedente de regiones m as a leja ­

das { Ay acucho y Ancas!*.} en busca de trabajo perm anente, lo s cante-

fio o op ía ron .p or d eja r el trabajo cv. las haciendas para pasar a las ac­

tividades de s e rv ic io en la naciente ciudad de Huaral, o decidieron

v o lv e r a sus com unidades de' origen para d ed ica rse a le» m e jo r exp lo­

tación de sus tie r ra s , con lo s técn ica s aprendidas, a 1c largo de rrn-

E1 control de la región yutika, en el lado occidental de lo s Andares, po

la s com unidades cántenos de Huay apampa, San P edro de P alm e, Le

Perla.’ y Á coe, c o lo c o a estas conrunidadec en con dicion es m ás favo­

rable s para l a ’co m srcia íiza cíó n de-sus productos que la s com unida-

de s de Ghaupiwaranga, C-a.ilojón de Huailaa y d,ei '■.'"alie nel ivíantaxo.

Ve i *.¿.¡ar
L a región yunka generalm ente posee tie rra s fé r tile s , con aguas de

riega 'p&rmaicsenfe.-y. que están :e:<e'a£^3".4el p eligro .de -Jas. h e la d a s* :

En esta. zd ña-ecológica,. les.campe-sinófí.earíteñoss .desde -finés -del-

lo pasado, increm entaron la producción de m aíz com o consecuencia •

de su gran demanda en las loca lid a d es de Huara.1 y Ancón, Años m ás

■tarde, ...con la apertura du-car lio te.ras'a: esta*; zona 3, í los- cam pesin os

cam biaron el.cu ltivo, de m áíz per tild e frutales* : , ' ■

La fieb re por,,al cu ltivo d.;&>fry ta.l-.g;.s¡ fue. ¿al-que ío.s com uneros, de-Hua~

y&p.ampa y L a-A erln trasladaron su resid en cia ' permanente de la r e - •

gíón keehwa^a sus resp ectiv a s yunkas-,- L os a u ev oa 'cen trosip ob la -.■

dos¿. con sus 'huertos de frutales ¿ son ahora úna a tra cción para .j.-or-. '

naleros restac-icnales procedente s do otras -región© s del inte r ió t e Jb.oa-.

huay o oamp ¿nos tienen cooperativas, de'tran sporte que prestan s e r v í- -.

c io s diario entre lo s yungas y la s ciudades de Kuarsi y L im a, De

la s 130 'hectáreas con riego con que cuentan en la yu.nka, 70, c o r r e s ­

ponden a l a extensión total d é l o s huertos fam iliares,, dónde .cultivan/

mansan.o.s, -a lto s , ch irim o y o s, naranjas, m el ocotoneros-, sien do o l ;

ingreso pe reápit y,fam ilia r de: 5, 54?. 56, sol es { Fuen-zal ida, 1968,'"p,

33} E ... . "

' i-i-' ■ ' ‘ '■’■: = ' -: -5 .....' • .......... . ■■ •

E s d eci.r, se trata de com unidades que hace m ás de m edio siglo em ­

pezaron a esp ecia liza rse en una determ inada ram a de 1 a a g ricu ltu ra
169

j¡¡§

c o m e r c ia l, •• Sus altos in g resos, como, resulta-do del uso de una m e­


«
jo r tecn ología agrícola., de una m ayor regularidad ds abaste cim ie n ­

to de produ cios destinados a un me re ado cada, vea m ás se le ctiv o , ha-

oe "cae tales com unidades sean catalogadas entre la s m ás m odernas

del p a ís, ' ' ' , '

S in sn íbarg:;, a. pesar del asentam iento poblacional en la '-'yunfca y de

la corn erei aligación del 90% de la px’oduccián de frutales no se ha-m o-


. .. I v . r
diü caáo 'Su stane raímente el punto de vista de lo s c/uxtefíos de seguir

com binando la actividad a g ríc o la com ercial, con la 'd e sub siatene in fe,-

m ilia r y 'con la c riansa do an im ales . L os pueblos antiguos, u b ica ­

dos en las faldas cío los- ¿darros de la región. kechv/a, son visitados

estaciohaim ente para atender lo s cultivos de tubérculos y granos,

y, anualmente, para fe s te ja r la m arca de ganado, utilizando lo s carni-.

.nos-de h erra d u ra . " -

Los huay o pampinos cultivan papa blanca y am arilla en la kechwa pa­

ra sor vendidas en el m ercado de Lim a, bajo la técn ica tradicion al

•de rotación de cultivos denominada kochka, y del trabajo r e cip r o co

cqnocido com o "e e fe m s ,11, Con. este fin algunos pacientes, am igos

y v ecin os se agrupan en "ju n ta s ” en torno a uno o dos p ropieta rios

do yuntas { Fueazalidn, 1968' ,

Sn cuanto ce re fie re o la uri-.'.nsra de vacunos, ovinos y ca b río s, e x is -


170

t e una reglaitior¿t &c x on e s t r i c t a ( p o s i b le m e n t e . ¿n stitu cio n & lií3 £ iu .&

d u ra n te l a C o lo n ia ) a l u so de a >,stos t a m a ñ a ! o ¡y de l o 8 te —

m o n o 3 \PU (O, So PCo O s Según O3 t &S uorioao ol a;0>J'Gv 'ÍÜO ¿ o VcIjCo -


n o s e m p i e z a e n l o s t!m o y a l o s !' y e i do o v i n o s y c a b r a s e n l a s p u n a s .

L b s !:m o y a Í e s n s o n l o s r a s t r o j o s d e l a s p a r c e l a s in d iv id u a le s que f o r ­

m a n p a r t e de u n a k o c h ’k a j o se a , s c g iln e i *‘t u r n o 1 e s t a b l e c i d o t r a d i -

c i o n a l m e n t e , l a s k o c h k a s se v a n t r an s f o m ia n d o e n " m o y a i e s ’ h A sí

la k o c h k a .-Ae p a p a s , de oca .s y o í l u c o s y' de g r a n o s , a m e d id a qu e v a n .

sie n d o c o s e c h a d o s , s o n t r a n s fo r m a d * d e n !tm o y a l e s n, c o n i n t e r v a l o s

d e u n m e 3 de d u r a c i ó n , d e h ie n d o p a s t a r s e l o s v a c u n o s e n e s t o s :,r n o -

y a l e s 1f h a cia . fin ^ o de s e t ie m b r e de c a d a a rlo . P a r a l a t e m p o r a d a de

l l u v i a s l"*ó v a c u n o s s o n r e m o n t a d o s ?. l a s •roanas don de' d e b e n p e r i ñ a - •

c o c e r h a s t a é l m e s de f e b r e r o ; l u e g o s o n s a c a d o s o. l o s 1e c h a d o r o s !’

c o m u n a l e s h a sta o í m e s 'd e m a y o , paira s e r b a ja d o s n u e v a m e n te a lo.s

l,m o y a í ’e s u, c o m p l e t a n d o a s í e l c i c l o a n u a l d o r o t a c i ó n d e p a s t o s { F u e n

z o.l id a , 196 8 , p ,v. 91 - 9 2 >-,

•dr: l a c o m u n id a d do Iba. P e r l a c o m p r o b é que l e s c a m p e s i n o s s e g u ía n '

u can tío A s i s t e m a ’ l e !,rt u r n o s n de un. m o d o s e m e ja n te al s i s t e m a de

m a r,a y e n l a s o o r a ln id a d e s '•d # C ha. u p tw ?.ra n g a , din cu a n to se r e f i e r e

a la s r e l a c i o n e d' le a y u d a incu tu a e n c o n t r é c o f r a d í a s de t r a b a jo f o r m a ­

d a s p o r g r u p o s de fa m ilia ,:;, a rm a os y v e c in o s o p o r m i e m b r o s ' d e una

m is m a g e n e r a c ió n , ' ecú n e llo s , b a jo e s t a d a s o c ia c i o n e s , l o s fue p o n í -


,. .• V. . ■■; ■' ' _• : •. - . . v : •
b l e c o n s t r u i r s u s v i v ie n d a s en e l n u e v o c e n t r o .p o b la d o . que- .d e n o m in a -

ron u a d e r la , S n c a s o s de e s c a s e z d e m ano de o b r a p a r a e l t r a b a ­

j o en l o s h u e r t o s r e c u r r e n tam bién, a l a s c o f r a d í a s .

f l n t r e l a s c o m u n i d a d e s de la p a r t e a lta d e l v a l le d e C h a ñ e a y y., l o s

Mc r i a n d e r o s ” d e e s t e m i's m ó '-v a lle s e dan o t r a s fo r m a s de a c c e s o a,

lo s p a s to s e s ta c io n a le s , o o g tín m i s i n f o r m a n t e s d e l v a l le la.s e x t e n ­

s a s l ó r á a s d e M a ch a y . que' se e x t ie n d e n e n t r e l o s v a l l e s de Chañe ay

y H u au ra, son c o n t r o la d a s d e s d e h a ce v a r ia s d é c a d a s p o r la s c o m u ­

n id a d e s l o m a r a s de p it a r a i, H u a ch o y S a y á n , _ d eg ú n L ou i.s -F a rp a l a

o m u n í-ig ,! L o n id ra . de n u a r a l o o f o r m ó c ó m o c o n s e c u e n c i a d e l f a c -

c i o n a h s t n o e n e re i o s c o m u n e r o s -ue H u a r e l p e r l a u t i l i z a c i ó n ¿Le l a s

i o m á s , h a o ie n ció o o t e n i d o u n o d e l o s g r u p o s su r e c o n o c i m i e n t o o f i c i ai-

c o m o nco m u n id a .d l o m e r a ” en 1947 { F aron , 1960, pp„ 57-58),

r„u m u y 'p r o b a b le que l a s c o m u n id a d e s do l a p a r t e a lta d e l v a l le de

'sharieay b ays.n utn íáau c* l a s l o m a s a c o d e é p o c a s r e m o t a s . C a ri T r o ll

s e r ía la que eri á p o d a s p r e e u r o p e a s se ’ 'p r a c t i c a b a l a t r a s hu m a n e i a y

un.;.:-. m v:is.-ón e c o n ó m i c a del t r a b a jo e n t r e a g r i c u l t o r e s de l o s o a s i s ,

qu e v e n d ic o c e r e a l e s , y J. os p a s t o r e s q u o -cariati db-a'n'b'b f i a n S 1* (IT’9 3Bqv"

m 12y d h e c h o c o n f i r m a d o ' p o r e l - o r . M u r r a : ‘ ,535 a ñ os, d e s p u é s d e l a

i n v a s i èpa eviro pe h .tod a v ía , h a b ía en Un o a s i s dé l a ¿.o s ta { p o b la d o p o r


. ' i_ •. . ; . ' - -• . . .-
m i t i m a e s L a p a d a } u n r e o a fú de 6 0 0 l l a m a s u t i l i z a d o c o n ta i f i n M {1 9 6 4
•Según.mis inform antes,, en el m es de junio de todos lo s años lo s

"crianderos"...de la s com unidades de Ihuarf, Ñaupay,' Sum bilca, Hua-

chinga, Otique y Yúnguyó bajan remontando sus r e s e s a. la s lom a s

de Lachay para a rren da r dé las com unidades lo m e ra s lo s pastos e s -


1
íaciorvaleG, 'durante el period o de junio a setiem bre . Del m ism o m o­

do -loé'■'•’Crianderos-*' del valle, suben a las com unidades m encionadas

pára-arrendar lo s pastos com u nales durante lo s m e se s de fe b re ro a

m ayo de cada-año.- .En am bos ca s o s la s re s e s son dejadas al cuida­

do' devisa autoridades com unales, y son visitadas a fin de cada m es

para los; rodaba y pagar lo s d s r e cb o s de arrendam iento de lo s pas­

t o s . • Entre- la- "Com unidad L om é ra de H u aral" y la *’Comunidad de

Indígenas-de Ib u a rí"'tod a v ía existe la costu m bre de can jea r pastos,

o sea* los' " c r ia n d e r o s " de am bas region es no tienen que pagar por

de re ches "de usu fructo de c a s to s .

La apare-; líe-población nómade de cao re. ros en e l-va lle de Chañe ay

puede se r la continuidad de este m ism o patrón cu ltu ral. E llo s as­

tán c onst;ante mente m oviéndose de una hacienda a otra, buscando pa s- 1

1 Según e l P r o fe s o r Pulgar Vidal l a p re se n cia de una vegetación


estacion al en la s lom a s de la costa se debe a que dichas lom as
por su ’-'posición y agrupación tienen la partícula.ridad de detener
el avance de la s neblinas in v e r n a le s ... que com ien za a fines de
m ayo y dura m ás o m enos hasta fines'de o c tu b r e ". { 1946, p. 4 ?)
173

tos después ele las co se ch a s de algodón y panilevar, pero regresan

periódicamente a sus com unidades para, ocuparse de la s tareas agri'-

crias o para pa rticip a r en la s fie sta s patronales, dejando el pastoreo

de la s ca b ra s ai cuídalo ic- -.lgán 1‘c o n o c id o "; pariente o co te rrá n e o

oue resid e en el v a lle .

L os rod eos, c o m o e n todas l a s r e g io n e s ganaderas del p a í s , s o n m o~

t iv o .d e grandes f i e s t a s f a m i l i a r e s y com unales d o n d e c o n f r a t e r n i z a n

l o s " c r i a n d e r o s " le d i v e r s a s r e g i o n e s . L a c o n t a b i li d a d de l a s r a ­

s e s se. r e a l i z a e n un m a r c o c e r e m o n i a l que t o m a d i v e r s o s n o m b r e s :

"fie r r o "; "h e rra n za ", “ h i e r r a " , e t c . que g u a r d a u n a e s tr e c h a ., reía -? .

CüOn .co n ei " p a g o " a l o s "jircesM y "w a im a n is ", e s p i r i t a s p r o t e c t o r e s ,

de l o s a n í m a l e s y d ioses de l a fe c u n d i d a d . E n m uchas c o m u n id a d e s

a región jalda y sen s e-

lacra-rn anay csu. la s e b r a—

das. L o s r o d e o s en l a s l o m o s L e Lachay c e r : ; i i z s r - . b a jo el m ism o

m a r c o r it u a l aunque c o r m a y o r i m p o r t a n c i a c o m e r c i a l d e b id o a l a

g r a n afluencia :ic "n u g ociantes" le carne p r o c e d e n t e s de la s c iu d a d e s

v e c in a s .
CAPITULO III

ESTRATIFICACION SOCIAL Y LOS


PROGRAMAS DE DESARROLLO COMUNAL

Bajo la denom inación cíe ” in-iio,! algunos autores tratan ae .de se r ib ir •

a un gran sector do la población rural usl pafs us?,nao c r ite r io s c u l­

tu rales; lengua, ropa, vivienda y algunos rasgos ¿d iosin crá ticos y , .

regionales (Ntffícz del P ra d o, 1.965) o corno una raza so cia l v ? a g l e y ,

1955), siem pre dando én fasis a lo s a sp ectos'cu ita r ales o basándose

en e l’ hecho de que lo s .nin d ip s" no s,e con sideran co m o miemjbros.de.

una c la s e h orizon tal, sino, m iem b ro s de una sociedad lo c a l { Mangin,

1964),

O tros intentaron d e s c rib ir la s relacion es entre ’ ’in d io s” y ’ ’m e s t iz o s ’'

com o rela cion es de -castas s o c ia le s , Richard N, .'idams (1963) s o s ­

tiene que la-com unida-l de Muquiyauyo en el valle del Mantaro dejé

sus ideas de ca sta para adoptar la noción de c la s e . P e r o Joan any-

der ( 1960) todavía, sostiene que las rela cion es de casta ca ra cte riza n
las .rela cion es entre -recuaihuanquinos y lo s "m e s t iz o s 1* del pueblo

de M arca rá en el C allejón de Ha alias.. ' v" '

D ea.cu erdo s Sdam s:los: in dios-se distinguían de- lea m estizos' sobre

M base dé la ropa, d erech os de usufructo'-dé la s-tie rra s'o o ñ u m á le s '

e x c e s iv a m e n te p a ra d os indios, -el uso dél quechua, lo s apellidos,

algunos•
•.rasgos‘•dfsico-s* e tc.. - & stas'-cíáracterísticas representan l í ­

m ites. r íg id o s (incluyendo sudogam ia)' erítre lo s dós grdpos.' lia tran­

sición .d e casta a cla s e tom ó lugar 'cuando ambc3-grúj>os con vergieron

en ;3us in tereosc éconóiriic os en la. com e re laiís ación de la. agricultor a

y ea el trabajo, en lo s ce n tro s m in a ro s, S n -consacnen cia la m o v í-

lim a socia l lle g ó a ser p osib le. ' úlgunoo indios llegaron'?;, ocu p a r'

los .puestos m ás altos de la jera rq u ía en lo s pu eblos. En gen eral '

lo s .in a ics em pezaron -a adoptar. ios hábitos de los m e stizo s y g ra -

u.ialment& —os grupos c cunen zu ron. .o -casarse. Otros estu diosos

íi-CC©2T1ÍÍyin. CBc; .1¡3 CcliílDlOü ODole 1£l ®ÍX'.G-T;.^021Cd.'a, 0.g1 XVXDO :'cI¿oÍoÍF-

cuya "sitoa ción e o c i-u .-dice. uuijun-.v■no está .claram ente estru ctu ra­

da y deíiuiaa: participan al m ism o tiem po y -le manóte, com binada y

superpuesto, i ¿ noción de ca sta y du la condición, ie cia s e so cia l,

sin -ser ya la una-y sin. s e r 1del todo la otra " {1965, p. 19),

De acuerde aoSnyder lo s m e stizo s del pueblo de M arcará y Cárhuáz

definen a ios habí-tarde o áe Recualhuanca e-omo indios y lo s tratan c o -


m o ta le s . P o r e co lo s me atizo s se esfuerzan en ela borar un gran

número de r e s tr ic c io n e s en los. con ta ctos'p erson a les'p a ra m antener

la distancia social entre ellos y los. indios { i 960, p. 445}. Este tipo

de re la cio n e s c a r a c te r iz a 'to d a s las rela cion es entre recuaihuanqui-


■* .• 1
nos y lo s m estizos del C allejón de H uailas. ;'-Snyder' concluye, que

la s rela cion es de casta, parecen d e s c r ib ir esta situación, m ás ade-

cuadamerjta. Sin em b a rgo.la autora pred ice qué en e l futuro m uchos

indios adoptarán paulatinamente lo s patrones m e stizo s. cambiando

su grupo de a filia ción , P e r o la- b a rre ra de la casca se rá p r e s e rv a ­

da tanto tiempo, co m o lo s m estizo s rechacen, a lo s in dios. Otro an­

tropólogo quien está, de- encuerdo coa. Snyder os Paul L . Doughty.

Dcughty participó e.a e l p royecto P orú -C ortiell en V ico s, com unidad ’

vecina a Re cu aihuanc a , • E l d ice : 5da hacienda a la cu a l-lo s v ic o s i­

nos p erten ecieron y pa rticipa ron en 1952-estuvo gobernada por un c ó ­

digo el cual fue feudal en era origen y jé rárquico de n a tu ra le z a .. . . S a ­

ta fiie una-sociedad dividida#. c erra d a de. d o s.ca sta s socia le s; lo s in-v

dios y lo s m e s t iz o s n (1965, p. 13)..

En e l caso de se rito por Adanes loe m e stizo s y lo s indios, habitaban

•en ia m ism a com unidad organizados jerárquicam ente 'uno encima del

otro. E stoy -le acuerdo con Adanes que esta estru ctu ra cam bió corar;

co n se cu e n cia de la con stru cción del ferroca rril. (O ro y a -L im a ) y el in­

crem ento de trabaje en las m inas.-' p e r o 'no estoy de acuerdo que el


■i r-f
X i r

in terés econ óm ico de am bos grupos con vergió« B ebem os r e co rd a r

la ausencia del sistem a ie haciendas tradicion ales en todo el valle y

la rápida u rbanización y la in du strialización en la ciudad de Huanca-

yO;' localizada. en él cora zón del v a lle, ' v

Burdtne m i trabajo de cam po en la región minera m ¿ tic i orlada por

A'dams pude re g is tra r la m ig ra ció n de lo a "in d io s " a lo s centros m i­

neros en :bu sea de trabajo tem poral y la m igración d ed os "m e s tiz o s "

a las grandes ciudades para d ed icarse a' actividades" c o m e r c ia le s y

sosten er la educación da sus. h ijo s ; Ada em ig ra ción gradual de lo s '

!!m e s t iz o s " ' pb rm ite A algunos ’ ’in d io s '* em pszar 'n e g o c io s " , •'chinga­

nas", y de m earse, a la agricultu ra c o m e r c ia l en sus comunida.de s de


.o r ig e n .

En e l c a s u docerit~ por Joan Snyder y Paul L, Doughty lo s "m e s ti­

z o s " y lo s "in d io s ” viven su pueblos separados .uno del otro . La o-

capación a g ríc o la stgue constituyendo la actividad predom inante. La

tie r r a sigue siendo el fa ctor principal de integración en torno al cual

interrelacion an d iv e rso s grupos s o c ia le s . E l con trol de la m ism a

es todavía decisivo en la determ inación del status y del poder; o sea,

!a estructura a gra ria de la región puede ser analizada en térm in os

.'.o dos participantes ; el hacendado o "patrón " y e l ' "yanacón" ó "peón'

a s í co m o lo s "m e s tiz o s " y lo s "in d io s " desem peñan lo s ro le s da "pa~


1

tr e n e s " y de "p e o n e s u .respectivam ente. El f,patrtín quien re cib e ....

lo s s e r v ic io s y el "p eón ” quien lo s p r e s ta d

En esta m ism a región W illiam Mangin encontró siete grupos s o cia ­

le s , entre lo s que se consideran, com o grupos separados y je r a r q u i­

zados a ’ 'in dios", »'cholos**, ''m e s tiz o s ’ ' y ’’b la n c o s 11, c la s ific a d o s -s e -

igún.la..ocupación principal, grado ie escola rid a d , c o lo r de la piel,

residencia,, m ilitan cia política, p referen cia s m atrim on iales, grado

de participación en la cultura nacional, e tc, {19-67,.p>pt 5 - 2 1 ) .; Se­

gún Mangin no se trataría de dos participantes dentro del sistem a,

sino de, m uchos 'grupos, socia les, cuyo; -poder y status no provienen o s -

elusivamente del con trol de la tie r ra ,

La distin ción entre indios y no indios es hecha frecuentem ente por

los .m ism os habitantes ríe la re g ió n , lia acuerdo, a e sto s crite rio s

son m ás indígenas quienes provienen de la s com unidades que, de la s


. . , 2
capitales de departamento , Aun entre lo s haMtarrtqs de un peque- ,1
2

1 V er las re la cio n e s la servidum bre en Mario. C ¿ Vásquez {1961}


‘ .y ’ ’S I m odo de produ cción s e r v il” en R odrigo Montoya ( 1970,
, pp. 3 4 -4 3 }, • ■ . , ...

2 .... ; V er sobre quien es ■’’in d io ” y quién es ’ ’m e s tiz o 11 en Enrique Ma


y er (i9 7 0 , p p .8 3 -1 5 2 ).
ño distrito* exiatc tal d iferen cia ció n : quicm s viven en la-s punas son

xcSonrciiv::s cóm o T,ln limeñas n y íjuiensG viven eti la capital i e l d is ­

trito, com o " m e s t iz o s '1, sin tener en cuenta -que entre lo s que habi­

tan la s punas hay grupos de gana...leros r ic o s y entre los cita-jiñas

hay grupos -de artesanos p o b re s . De la m ism a m anera para lo s e s ­

colares de lo s b a rrio s ro b re s le L im a d lo s "n egocia n tes" y acapara.-

lorPPj ' vestidoa con prendan "tip ie a s ", on I on feria s lo c a le s y regio­

nales del V alle del Mantara, serían, d e scrito s corno "in d ígen as", tan

igu al-cóm o l o ó-ctda?pis-3i'has''’rñéidos' y p ob res de l a m ism a región , oin

habar reparado antea' qm 'talas -acaparadores son dueños de ce.ir.ionea'

y que m ovilidad cientos de m ile s de so le s en cada viaja que''real izan

le las dreno rurales a las m ercados m ayoristas de L im a.

L s -b e c ir , en la gran ornas a .le cam pesin os del país, recon ocid a t o la -

vía^cotana indígenad ¿riconfram os saeteros Je cam pesinos r íe o s , me«-

-diosy- p ob res, r o í CDirn támbiér. en, todos lm pueblos da " m e s t iz o s '1

a n c u d r a a r v grupos do r ic o s , r a e iio s 'y p o b re s. Loa estratos supe-

rie re s de am bos s o c ío r m m ovilizan sos capitales en actividades de

inte r me lio ció vr, en la com e rcia liz a ció n de la agricultu ra y en la in­

dustria d-. da gana-lerfaj m ieotraa -pac las m asas i@ cam pesin os .po-

brosr y ■!lir¡-3 o tizo s 1' pobres han s ilo com e ti lo s a us estado perm anen­

te de explotación, en un p ro ce sa en que van borrán d oos lo s esteren -

tipos de "in lio ", "ch olo ", "m ecéis y "b la n co ". Ha em pezado a &-■
■O
Aon
k/

m e r c a r u ti a p e q u e n :1, b u r g u e s ía , c a m p e s i n a i n t é g r a l a p q r : s x - M rneati-

s o s ” y e x "in d io s ", q u ie n e s p a r t i c i p a n d e .u n a m i s m a cu ita ra - y d e •'li­

ria m i s m a s o c i e d a d ;

A un en .los la t i f u n d i o s t r a d i c i o n a l a s de la s i e r r a , p o b la d o s p o r u n a

m a n o do o b r a , s e m i - s e r v i l , r e c o n o c i d a p o r l o s c a m p e c i a o s de l a s c o ­

m u n id a d e s v e c i n a s c o m o h a c i e n d a - r u n a (g e n te de l a .h a c i e n d a ) , h a y

g ru p os ie " r ic o s " , , " m e d i o s " y " p o b r e s fb M a r i o CA .V á s q u e a en,- :

c o n t r i e n l a c ' m u n iJ a d de V ic o -o , a p o c o s a ñ o s ie. i n i c i a d o e l p r o y e c ­

to P e r d - C o r n e l l , u n a so c í e da. 1 e s t r a t i f i c a 'd a : l o s "m u y r i c o s " c o n m á s

de ■16 r o s e s , 3. o s " r i c o c 11 c o n I I a 15 r e c e s , a m b o s g ru p o s de l i e a d o s ■

a. J o m d c. al p o qu e ñ o c o m e r c i o- ;Le c o c a , a le oh o 1, ke r o s en e y azúcar-,. v e -

la s, e t c , ; l o s " r n e i v m " c o r . ~ ch o r o s a s , q u ie n e s a d q u ie r e n u n a p a r ­

ta l e s u s . a l im e n t o s c o n l a v e n ta ie su s r e c e s y jo m a le a n , en. é p o c a s

d e - c a r e s t í a o f e st.iv.ida.deo r e l i g i o s a s j fin a lm e n t e l o s " p o b r e s " , con

u n o s c u a n t o s 'o v i n o s , que m i g r a n a l a s p la n t a c io n e s de l a c o s t a e n b u s ­

c a d o d i n e r o , j o m a l e a n e n l o s p u e b lo s v e c i n o s fa lt a n d o a s u s o b l i g a c i o ­

n e s c o n l a h a c i e n d a , p o r l o que t ie n e n c o n s t a n t e s p r o b l e m a s c o n su s

p a t r o n e s (1 9 5 5 , p . 192)«

Su lo s c o m u n i d a d e s d e l e x t r e m o s u r " e l alto Hualiaga, y d e l alto M ara-

u 5n e n c o n t r ó c o m u n i d a d e s e s t r a t i f i c a d a s Je un m o d o s e m e ja n t e a l a

co m u n id a d , de V i c o s . d a e s t a s c o m u n id a d e s h a y t r e s g r u p o s b ie n d i­

f e r e n c i a do a;
18 I

. ,;:A . L o s m á s í¡pu d ie n te s ” c- ■’c r i a n d e r o s 'L •

Bi¿ L o s m e d i o s a a g r i c u l t o r e s d e s u b s is t e n c ia A a,u:..

•0 . L o s m á s p o b r e s o j o r n a l e r o s. a g r í c o l a , s ¿

L o s c r i t e r i o s de “ pudiente.'* y :íp o b r d " c o n u t i l i z a d o s p o r 1 c s c a m p e s i ­

n o s p a r a d i f e r e n c i a r s e u n o s de o t r o s dien'fiuá.de,1a m i s m a c o m u n id a d

s e g ú n l a c a n t id a d d e 'y a n d do vacuno-, y l a u a r que t ie n e n , y p o r c ia s a c t i -

v id a d e s d e in te r m e i l a c i ó n q u e r e a lis a n ¿ A m b o s ,c r i t o arios p o l a r i z a n

a lo s c o m u n e r o s en d o s g r u p o s d e ja n d o u n a m p l io s e c t o r m e d i o c c .r a .c -

te r i s a-cío por, su m a y o r ' p a r tic ip a c ló n en. lú a r e l a c i o n e s d e r e c i p r o c i d a d «

L o s c a m p e s in o s q u e d r á d i c i o n a l m e n t e v e n ía n d e d ic á n d o o s , a i p á s t o r o o

de .g a n a d o v a c u n o y l a n a r s e v ie r o n ^ fa .^ td c 'i-io .3 •por..,la c r e c i e n t e iem.an™

lo. de c a r n e en i a e m i e * 'o d cs, y fu eron l o s p r i m e r a s f i j a r su residen ™

c i a p e r m a n e n te en..la- j a i k a , o p u c a s a l t a s , p a r*1c t -r o v e c h a r de í a abun~

a a n cia . d e l a s pastos nab.irades c D e s d e e n t o n c e s p a r t i c i p a n en u n a e c o - -

n o ra ía m o n e t a r i a y -han e n t r a d o a u n 'p r o c e s o a c e l e r a d a -de*., m e s t i z a j e «

c u s m a y o r e s 'in g r e s o s p r o v e n ie n te s do ía c o m e r c i a l i z a c i ó n de la c a r n e

le s p e r m itie r e n , a c a p a r a r t i e r r a ^ ' c o n s t r u ir m e jo r e s c a s a s , in ic ia r

p e q u e ñ a s t i e n i s s covr*e r e í a l e s y e ducar 'a s u s h i j o s en c o l e g i o s s e c u n d a ­

r io s , y a v e c e s e n c e n t r o s s u p e r i o r e s „

q •i ♦■ ; .

o o m o c o n s e c u e n c i a -dol a c a p a r a m ie n t o d e t i e r r a s l o s c a m p e s i n o s sin tic*“


182

rra s o con muy pocas tie r ra s tienen,que em igrar a lo s ce n tro s m in e-

ros o a la s plantaciones, de la co sta con sus m ujeres, e ■’h ijos en bu sca

de un trabajo perm anente (F on ssca , .1969), o term inan co m o jo rn a le ­

ros a g ríco la s d ed os m ás "pudientes", esta blecién dose entre e llo s rs

lac'iones sim b iótica s s o c io -e c o n ó m ic a s , aunque esto no quiere decir

crue no 'existen-, con d ictos entre am bos gru p os.

Las rela cion es sim b ió tica s con sisten en el in tercam bio inevitable de

b ie n e s .y 's e r v ic io s entre -fgÉmiliaa de ambos grupos que han establecido

alianzas con este objeto-.' L os m ás pobres o fre ce n sus energías a cana--,

bio de v ív e re s o' e s p e c ie s (co ca , a jí, aguardiente, e t c , ) o a cam bio de

producto3-';ág-'ríL«,la.o o de lo s derivados de la ganadería, b o s m á s :"p u -

dienfc.és", :por\estar dedicados a la cria n za de anim ales

onda jalka , y a las- actividades com ercia les en el'centró-qoblqdo, dejan

la s actividades manuales do la agricultura en m atos de io s jo r n a le r o s ,;

asumiendo e llo s si papel de "p a tro n e s", Las relacion es entre am bos

grupoq son a sim é trica s, y son llevadas a cabo bajo la denom inación •

A a. m inka, ( ver lám ina N, 4 ) , Gegún está form a te trabajo, lo s m ás

"pudientes", repagan a sus jorn aleros con sa la rio s y con c ie r to s "de­

re ch o s " (co ca , comida,, chicha, e t c . ) ,

E l s e cto r m edio es el m ás co n se rv a d o r, 2stá integrado por fam ilias

que han podido c o n s e r v a r una'cantidad, su lente de tie rra s para lo g ra r


183

¿I ciutoabastecim iento. E sto significa un prem edio anual de. cu ltivos •

ie dos .parcelas ae m aíz, una de trig o , otra- de habas, 'arvejasi taurí

y .quinoa, otra de cebado:, tres .de papas, una de oc as y otra ie ollu -

eos y mash'wa. El trabajo en esta s p a rcela s e s intensivo, la tecn olb-

g í& ^ a d ic io n a l y las rela cion es de vvajs -w a je constituyen re g la sena ral

es d e cir, ías rela cion es ae re cip ro cid a d entre lo s raiembros.de este

s e cto r Solí ■aJFB.ét ya as, se ..ic.n ;ia igual a ..igual, Los vínculos de paren

tasco, am istad y'vecin d ad suplen las relacion es m onetarias, .Estas

fa m ilia s son Igs que sien ten 'm ía apego a las actividades a g ríco la s,, al

tipo de vida que se lle v a meaba en la-comunidad. La cria n za de anim a­

les. e s una activid ad 'secu n d aria; en todo ca so , sign ifica un.pequeño ca

pitad ae re se rv a para salvar nececr J.ades m ás apreirii arríes, cu m plien -

do asi' su finalidad ha auíoabastecim iento, E sas fam ilias dedican gran

parfcV I® -■ Xs-3 actividades a g ríco la s y aon .reca n ocid os por e~

go c o r r ió lo s auténticos' ch a cra -rú a aduna, denom inación que se genera-,

lia ufadlo a agricultores, de las-quebradas.

uGste sector, al igual que e l lo b s i r h o p o b r e s , e s t a b l e c e r e l a c i o n e s

le d e p e n d e n c i a c o n l o s m i s " p u d i e n t e s ''. T o r e je m p l o se " p r e s t e n "

de e l l o s 100 o 200 c a b e z a s de g a n a d o lanar p a r a e l !’m a j a d e o " de l o s

terren os q u e v a n a s e r b a r b e c h a d o s a c a m b i o d e a lg u n o s días de traba

j o ; o " a l q u i l a n " y u n ta s de b u e y e s (in c lu y e n d o ai ga ñ án y l o s i m p l e m e n ­

tos} p a r a e l b a r b e c h o y e l s e m b r í o a. c a m b i o .i 3 c u a t r o j o r n a l e s . Tal
184

in¿ e r de pei3.-3.enc i a es re fo rza d a a través i d com p ad razgo, En algunas

cerem on ia s co m o e l jara-rrroruy y la ,Ther-ranzaét lo s com p adres (ca m ­

pe sin os m edio s y r o b r e s ) liac en de i-na-sha y de lurntsuy de sus com p a­

d res '’pudientestf (quienes son lo s dueños o Apatronest! de la s p a rcela s

y del ganado resp ectivam en te), ínter rela cio n e s en las cueles lo s m a-

sha y lo s lurntsuy ocupan status d e subordinados *

L r, düe rene i ación social entre grupos de Mpudientes !I, m edios y pobres

es acentuada mediante la jera rq u ía de los c-argos civiM r.eligiosos A En

laa cornunidadcb del J-eríl se esta b lece una cia ra d iferen cia entre lo s

c a r g o s de auto r ida-de s y,de va.ra.yoo, -Los p rim eros ( i emente G o b e r ­

nador, Agenté M unicipal, Juez de ir’-az,. etc-, )•son designados por los

.rodé reo del Esta-lo entre lo s carnee sinos que saben le e r , e s c r ib ir y


■ ....... " r ' ' /" • ; p .
tienen lib reta e le c to r ais o sea, entre lo s caitipesinos- ír d s ,. 'pudieátesr,D

En cam bio los vnrayos (ca rg os le m enor ca teg oría , subordinados a lo s

p r im e r o s) son designados por írtu rn os,f entre lo s canapé sinos analfabe­

to s; o s..-a, entre loe -cam posin osm edios y p o b re s. . De esta manera t

el cisterna de ca rg o s c iv il-r e lig io s o s está enfatizando la diferen ciación


. z
socia l y econ óm ica cutre estos grupos. i

i Frank Canclan, sugiere lo m ism o en su estudio so o re el sistem a


de ca rg o s en Zine cantan, M éxico , (Canclan, 1-965),
1 85

S I s is t e m a -d e l o o v a r a o s fu e e s t a b l e c i d o p o r e l V i r r e y T o l e r o 'e n 1575

m e d ia n te s u s " o r d e n a n z a s s o b r e e l m o d o ,de e l e c c i ó n d e l o s A l c a l d e s ,

R e g i d o r e s y O f i c i a l e s d o C a b i l d o . p a r a l o s p u e b lo s in d i o s " , c o n e l o b j e ­

to .de c a n a l i z a r m e..jor la s . c o n t in u a s q u e ja s le i o s in d io s p o r l o s a b u s o s

de l o s e n c o m e n de r o s , P e r o , p o r-e l c o n t r a r io , a t r a v é s do e s ta in s ti­

tu ción , s e p e r p e t u ó p o r v a r i o s s i g l o s e l e s t a d o d e s e r v i d u m b r e d e l i n d í ­

gena, £51 o h a c e p o c a s d é c a d a s l a s " c o m u n i d a d e s de in d í g e n a s " , am e-

vida que f u e r o n l o g r a n d o su r e c o n o c i m i e n t o l e g a l a n te e l a n tig u o M i n i s ­

t e r i o d e T r a b a j o y C o m u n id a d e s * y su a s e e s so a l a c a t e g o r í a de p u e b l o ¿

y c a p i t a l e s de. d i s t r i t o s , e s t a b l e c i e r o n su g o b i e r n o p r o p i o , m e n o s d e p e n ­

dente d e l s e c t o r " m e s t i z o " , y l a c a p a c i d a d d e o r g a n i z a r l a s fa e n a s c o ­

m u n a le s en p r o v e c h o d e s i m i s m a s . D esd e e n to n c e s lo s c a m p e s in o s

" p u d i e n t e s " r e e m p l a z a r o n en l o s c a r g o s do a u t o r id a d e s a l e s m e s t i z o s

lo c a le s , . ' . .

A d e m á s d e l a s o b l i g a c i o n e s c i v i l e s l o e v a r a y o s tie n e n que ' b a s a r " f e s ­

t iv id a d e s r e l i g i o s a s c o m o C p r p h u s G h r i s i i , T o d o s lo s d a n tos, oerna.ua

S a n ta , M i é r c o l e s C e n iz a , etc.,, y l a s f e s t i v i d a d e s li g a d a s a l a s a c t i v i ­

d a d e s a g r í c o l a s c o m o e l y u p a n a k u y - y e l c h a c r a - m a n a y que h e m o s desm­

e r ito en e l p r i m e r c a p í t u l o , £ n e s ta s fie s ta s r e a liz a n e n o r m e s g a s to s

p o r l o que q u e d a n d e b ie n d o l o s . w a j e s y l o s p r é s t a m o s o b t e n id o s d e l o s

" p u d i e n t e s !h r o r e s t o e n a lg u n a s c o m u n id a d e s d e c i d i e r o n s u p r i m i r e s ­

t o s c a r g o s m a n te n ie n d o s ó l o a q u e l l o s que e s tá n l i g a d o s c o n e l c u id a d o d e .
lo.3:serneoí© .ras? .c o n s id e r a d o s tan igual com o- el s e r v ic ió m ilita r Obi:

gato rio*. ..Dentro del. v ie jo sis te m a ie v a ra y o s e l A lcalde Carneó' e s '

1 eli.ao.pi3:,,o -el..centro, (v e r lá m in a R . 7) y --todavía tra ta 3é d e m o s tr a r

su i m p o r t a n c i a y p r e s t i g i o e x h ib ie n d o l o s c u e r o s l e l o s z o r r i l l o s c a ­

sa d os; en lo s ca m p o s a g r íc o la s » d e já n d o l o s e x t e n d i d o s y c l a v a d o s s o b r o

l a s p a r e d e s .d e - s u s c a s a s p o r m u c h o s ’ a n o s m á s d e s p u é s d e f i n a l i z a d o Su

lím ente ló 8. a o m b r e s de la s c;utorida le s 'que m n;;lat'on c o n s tr u ir lo s í

r o o no ? o

tferiá l a a p a r ta r .a d e l a c a r r e t e r a « P o r e l c o n t -r a r io l o s e s m á d d i f í c i l

ñ o s o c o n e l n o m b r e d e l A lc a ld e Ca.ro.po d u r a n te e s e m is m o - p e r í o d o

Líos c a r g o s r e l i g i o s o s (M a y o r d o m o » C a p itá n » A l f é r e z , e t c « } s o n vedan

tarions. -La. n o r m a g e n e r a l e s q u e e l c a m p e s i n o que v a a ‘" p a s a r ,T un

c a r g o r e l i g i o s o d e b e c o n t a r p o r l o m e n o s c o n e l 50% de l o s b ie n e s y

cerv.iC3.os poyo v e n i e n t e s l e í .r e p a g o 'd e s u s a c c i o n e s que d e p o s i t é e n t r e

l o s ciemáo e n -evento s s A ñ i l a r o s e n a ñ o s a n t e r i o r e s » I-Iay" ta m b ié n l a i*


d e a d e que l o s c a m p e s in o s m á s ''p u d i e n t e s 11 d e b e n " p a s a r " l o é c a r g o s ? ■?

r e lig io s o s m ás c o s t o s o s , p o r q u e " t ie n e n m á s " o " r a " n e j a n " m ayord'éx'-f.

t e n s i ó n des t i e r r a s c o m u n a l e s . Si e l l o s se r e s i s t e n son. a c u s a m o s cíe :

"ta ca ñ os" y "m is e r a b le s ", . .-? -'M '

d i h e e fe de o b l i g a r s e u n o s a o t r o s a " p a s a r " c a r g o s c i v i l - r e l i g i o s o s q q

p u e d e s e r e x p l i c a d o en p a r te , ta l c o m o ' s u g ie r a M a n n in g N a s h v ufeadn

N a s h l o a c a r g o s tien en una. fu n c ió n n iv e la d o ra de l a s c o r o > m & d e d a f e l i t

f a m i l i a s al no p e r m i t i r que l o s e x c e d e n t e s e c o n ó m i c o s s e a h iiiv e r tid p s p i

fu era, y d e n tro de l a co m a riid a i e n t é r m i n o s c a p i t o l í s t o o ? p a r a S e r m á s ?

b ie n g a s t a d o s o ú l o o c a r g o s , E e t o M r á ten le jo a p lic a r fá ¿ d s d g d r i/h la s fe

en c o m u n i d a d e s c o n hado n iv e l t e c n o l ó g i c o , 1 i m i t a c ió n fes f i e r r a s , ? fee:fe

c u r s o s p o b r e s , l a b o r i n t e n s iv a y n o b o ta m e n te p ro d u ctiv a ,? lío c a d a v e d ó

m a y o r p a r c e la c ió n ie l a s fie r-ra S y l a m p io n e s M p a r t e a igu a lesp yyla p or

c o n v ic c ió n fe l a e x is t e n c ia : ds loo; o r o e ion o a o r b r e a otar a l e s e x h ib id a s

eti l a s p r á c t i c a s de be av l e e r í a (1 9 6 7 , pp? 5 2 4 -5 3 8 ) .fe? Puhtb?dfe;\Mstfe?fe''

q u e c o i n c i d e c.-n el. d e fe r ie fe, b o l í cu a n l o ■a n a lia a 1. ,fe- o o c i e d a J e s ;

c a m p e s in a s c o m : " s o c i c d a J .e s c . o r p o r a i a s y c e r r a d a s " - . E s' d e c i r , ?.: ;

s e g ú n Vi o l í , l a f i e s t a e s u n a m a n e r a - l e o b l i g a r a l o s c a m p e s i n o s a

g a s t a r s u s c a p i t a l e s a c u m u la d o s p o r c h e s i g n i f i c a u n a a m e n a z a p a r a s i

r e c t o que t e m e q r d o r s e r e c u r s o f á s i c o , l a t i e r o n ; la j e r a r q u í a c i v i l

r e l i g i o s o O 'r d r ib u y e a s u s t u r la h o m o g e n e id a d e c o n ó m i c a y e s t a b l e ­

c e e l : r don s o c i a l (fe fe lí, 1 95?, p p . i - 1 0 ). • -o


189

En otras-, palabras,, dados los. ca m b io o a ce le ra d o s por l'os sue vienen

atravesando la s ''com unidades de indígenas” , e l sistem a ;le c a rg o s ,

enfatiza la s d iferen cia cion es s o cia le s y e co a ó m ica s catre lo s d iv e r­

s o s -s e c to r e s d*e ca m p esin os. L os m&D "pudientes” ocupan lo e c a r ­

gos de m ayor p restigio y jerarquía., P e r o , a la' vea, - son con stan te- ■

monto forza n os p o r io s m ás -cobres a 'ga sta r sus exceden tes e co n ó m i­

co o en ocasión. ao fiestas patronadas» E l or len so cia l entre '''pudien­

tes" y p eores es establecid o paocisomento en basa r. la. aceptación ge-

pieral íe -pie fe los -.iehon "p a o a r ” fleeian patron ales. ■

SI p ro ce so de diferenciación carree sin a pue E cor m ejor entendido si

es .qu3 analizam os ir. m eE raleza de los con flictos internos y extern os

.que e stán. s ion.;lq entst-.a-'-.úos cen m otivo de la aplicación, de' lo s p rogra ­

m as de d e s a rro llo com unal, •

Lon con flictos internos entra cam pesinos "pu liarte o " (innovadores) y

lo s cju'npeGiuoB me dios y pobres (e -neo r':ra lo r e a) "curren m ás frecu ea

te mente en 'cca»,rai-^s. les no inLvaouc ir. das por oí sistem a de haciendas

tra d ici: o.ales. Los con flictos, extern os se n más frecuentes entre "a -

r re n d ir e s ", "a p a r c e r o s " y yanaconas, con grupos de hacenda b e , por

la posesión definitiva ,e l::-s tic ••r -. o . En cada ca so . 1?./organización

campesina es dh.icreni'.o, V'ara -eroacerar cota h ipótesis voy a tom ar

cv/itiv o. •o p Lo u a iao c ornen!.ladee de fu:- a. -dar i :.n va, para ilu strar al
19C

p rim e r ca so , y a la s com u rn ld a cies d e l .C a lle jó n de Huailas, para el

segundo c a s o . ;

Las c aracte r í Stic,a e so cio - cuitar ale s m ás saltantes de am bas r e g io -

aeSj que fotiliaarem o:? en e l an álisis, son las siguientes;

1. L a s c o m ú n i d a d o 3 da G b a u p i c a r a n g a no f o r m a n p a r t e de l a e s tr u c ­

t u r a t r a d i c i o n a l le l a t i f u n d i o s ,

2„ L a s c o m u n id a d e s d e l d a l l e j ó n i e H u a ü a s fo r m a n p a r t e l e la e s ­

t r u c t u r a t r a d ic io n a l, le la t i f o n d i o s y s u s I n t e r r e í a c i o n e s c o n h a c e n -

l a d o s v *!m .astijr.o¡;’ 1 s o n de m uto.a d e p e n d e n c ia ,

3, L a s c o m u n i d a d e s de d h a u p á n a r a n g a fu e r o n in flu e n c ia d a s d e s d e b a ­

cii m á s de o c h e t i c a ‘‘ as p o r l a erar- dem anda de m ano. de o b r a en

l o c ce n é r">o m i n e r o s v e c e r o s .

4, Sn e l C a l l e jó n de H u e lla s no hay c e n t r o s i n d u s t r ia le s , y la p a r t i c i -

p a c ió n de l o e c a m p e s i n o s e n el trabajo e s ta c io n a l, de e x t r a c c i ó n d e l

g u a n o -i® l a ? t o l a s y «r. l a s p la n in e io n e edile la c o s t a e s p a r t e m u y

im p é r t a n t e de la e c o n o m i a f a m i l i a r ,

D e l a s c a r a c t o r i Stic a s s e ñ a la d a s a r r i b a se p u e d e d e d u c ir que l a m o v i ­

lid a d s o c i a l en e l Callejón- d o E v a d ía s es .m á s r i g i d a q u e en C&aupiwa-

ran p, A d e m á n o s e s p e r a r í a m a y o r e s é x i t o s de lo a p r o g r a m a s de de

s n r r o i i u c o m u n a l er¿ Chaupr^'aranga que e n e l C a lle jó n dc.H uailao. He.


19 i

ta hace' dios décadas esta era m ás o m eaos la-situación , por lo menos

para el Callejón de Huáiíac. En este momento las' m ism a s diferen­

cias s o cia le s rígidas entre hacendados, " m e s t iz o s ” e "'indios” , ha c r e a

"6 ena oii,u,c.ón. con.flic íáv?.. quo esta cteoilitaiíd,o las c s íradicio*

m .•--x.ínpivv ;. .can^a cía c o n flic to a s le tip o . ¿ e n e r o c i & r a i , V ie jo s c o n ­

s e r v a d o r e s c o r t e a jó v e n e s in o e v a d e r e s E s t a o ira a c ió n e s tá b a s a d a

en e l r o c h o de que h a c í a h a c e a lg u n a s d é c a d a s e l ¡r i-upo d e Ion v i e j o s a-

;v r e in a el l i d e r a z g o de la a c o r n u a l d a ;e :g A ctu a lm en te son l o s h i l o s

de log .o h :’- "p o .a i.íi'ir a s '’ n u '-o a e s e j e r c e n e.L l ’¡ l e r a z g o . de m anera q u e

e l c o r íh ic ío a d o r i v a u o a s o r c o n f l i c t o e n t r a a r a ñ o s -le n,rsu d ien tesí:

Y los.cam pesinos medios y pobres. Advertiremos m ejor la natura-

¡.esa de estos conñictos, como in.iicamos arriba, si tenemos en cuen­

ca ras '’carreras culturales” que vienen enfrentando los promotores de

-u- ..inr xolí o cOi.nnnni en -.as c orna nAí a-de c loo .Ainupiiv—
.rancha 4 Oou este

oujeto voy a citar algunos casos conflictivos de aran interés teórica y

orfictico.

Un domingo de macana (m arzo, 1966} observé en la comunidad de Ta*

,1®C oe-a b u llicio sa m anifestación de m u jeres en si centro de la plaza

principa*, contra el •»•ersonero. le la. dortiuniiad, quien estaba a punto

m ..>er .xi,.u.ha.4c.'i, ua.: m u jeres sostenían m irans i#entemente /en oue-


chua) que lo s o o ca lip to o tra sp la n ta d os en la s pare c la c del manav. 'de­

bían s„s.ip.retirados insaediataxnei^ej qtté'habían heraaano esas p a r c e -

1-a- Je no ;~ abuelos p a ta a b a s te c e r s e de napas, pilos e lla s no iban a

alim entar- .amus hijos-cor.: la s /n n ja s -del e u ca lip to : a d em á s, ior.de

c r e c e el eu ca lip to e.i .cruelc» so e m n o o r e c e y- no s ir v o n.x siqu-ex?.. Oaía

sem brar c e b o lla s ; y, que m e jo r e s ventajas seguían obteniendo de lo s

a rb u s to s s e c r e c e r en la s quebradas

E l P e r son ero, ».--n e l ñ i b m J e A c t a s de l a C o m u n id a d , t r a t a b a de

m o s t r a r a l a s m u j e r e s l a s ticr.n.as y l a s r,.ueÍlo.¿ cagid a le s -do sus ¿s-3,"

r í Jo o , íTuiene s lia .b ise ApTS'baáo e l tra a p x a u v e c.o e u c a l i p t o s en i a t*l-

tim o, A c a r a b lo c .G en era.! -le l a C o m u n is ta u > ..cepií'vó v e t a s v,j c s s qus

¿i t r a s o í a n t e s e había. e.aipxen .am o en l o e t e í t i s o » u. o le a l o p o r de~

V S b is r.QPl.^{Cáo c u : o í p r o p 6 s it o do e v i t a r u n a m a y o r e r o s i ó n i e

lo e s u e lo s , av-,d.--. •■>.•. lc. s "he a eme se l o s a n o s xíu -/sosc-s , eieu-.iQ

p e r im to ..p n tv co n tim C t at¿'¿en'xc". pare, l a i i b o g r v i a l .Csic-o. a s i cotit.tro

m o la ir , • Cap.- c e m a a a s a í u á s e l p a í s da!. A la m e n ta d o l a t r a g e d i a o -

curxi.de. oa o! vacino pueblo de ¿■su?,rón voníle loa nuatoos daman a r r a —

■a j ’i nut.f'a* v.'‘ i.'.;.c v ív vendas . 1. A í- if.o, a p m g x s v / n J t i c a o a . cu?, g_

nai:.cia le 100, 0 0 0 .oo soleo en o¡r V'laao Je 10 culos y ?I doble en cihoc

añas a C , Cao mué. r s a vd?. >


• si-'Per sonero .tablar on eraachura y

com o ¿ s e -:e r e s is tí? , em pezaron a acusa? a la s hom brea, cao pe roo:

necia? de espe: cor Ce trai-: o• r-3. "rendidos a lo e rato i-eses .do


93

-
jr
lo s fuñe ir varios ctó los program as io d e sa rro llo comunal,' de haber
-
pretendido entregar las tie rra s del manay gi E s ta lo , '

.‘.-.■l a m on ero ¿rente a la i&ducrencxa de io s h om bree prornstió a las

m u jeres respetar Les cércalas oe las p e r s e a s -q u e no estaban de a - '

■^w.r.-.o -.•nn ...a m re o ta cito . y sa ca r 1 -..3 cec.'ií-.p-tos trasplantados a l&u

p2.ii.-daE 'v .;c íá ta s 1', oía b o r r a r r o s ¿ 10 -,l o r o s -de la;-; parcelas'.-'' Ibas

m u jeres ais ron com o solu ción que dichas plantas fu esen 'llevadas a

lo s te rre n o s en litig io coa la com unidad vecina d e 'R o to , zona de pu»

aa a m ás de d. 000 m t- s .n .m . Continuó el P e r son oro en Quechua, ;

osla; ves, para in form ar a las exaltadas m u jeres que la comunidad

quedaría adeudada po.r la com p ra da lo s eucaliptos a la O ficina de

-fo ré s ta le s . Las m u jeres resp on d ieron en c o r o : ' ‘‘ñ ien tira ". Final-'
■ * . . . - . . .
....or.:.c: oon ultursa aucs.riÓTu .di v 'ercon ero aceptó supri—

nnr .. -yí:' d. - . av. • . al . pro'grarma, do foresta ción , pero advirtió que el

r e iir o ...-e la s trasplantes O r h en craso directo con cada"jefe de £a~

*- -.üia, he-;0r, cote le abrir lo. posibilidad de que algunos comuneros se

retractasen y .continuasen con el program a? par lo'rnenns se asegu ra-

'•'• i t o -:- ' !' rt cal ato. o no o a a; letírndoo v i-d enlama ote ,

; •• -r g e m e to h-¡ .. c u n ¡ e r - - m a ló g ico d e to a el punte de viola del


.
•mee ije , l pocen o lor uc n, o pro p rv rn;v: ve te o a rro llo com unal

b, b.' s 4 i X
pac-¿ana de , a.:uo está u b ica d o s o b re unaTam ada cr
Lr>n suelo,-;:;
O./l

•¿soco concieteníne y en con/ctrniá. e ro sió n . Bu o atas con d icion es un

p-jo gramo. de r e fo .r e s ta c ió n „e ii'.lo s te r r e n o s de m ay^r peu-iiente bas~


*■
ta p o d ría h a b er sida d e cla ra d o 'co rn o m edida de e m e rg e n cia ; adem áe

de s e r Liante '-de' adras vendejas que habrían beneficiado a la c a mu ni-

;:nd.s S í arr/c-inento de la s m u je re s ' era'i;?u.eL¿aente Ión ico p La re'-

ir í-obfeoirm sig n ifica b a r P c o r ia r «ún m as la s eiíiguaa t ie r r a s de c u l­

tivo de la ce niPni aadr el nú m a ro -d e . ’ ’t a r n o s ’ !' tondiPb peo L-m .ü ém in u i»

dry. y'¡ eir có n e e c u e n c iá í la s lie rrar; no tendrían e l pe a i,'ic sep elen te

•asi r e c u p e r a c ió n " le su fe rtilid a d ,' L oó ca m p e s in o s m á s p o b re * j e -

ríai;. íe s 'cor.y •■rniebíL p e rjú iic a .10 s. no ;s61o ¿torpee su fr irá n ún m a y o r

recorv é 'ic-- has- p a v eel ueoLndivL;imMs; si no, también, p o r 'e l r e c o r te

íe 1" 3 ' p á reol o s da lo s d em ás so b re la s c a r ie o siguen e jercíetidc? cie r.-'

¿os ;l'r e e a o r ' t r t iie lP a ajo r . L uto :P e.euacho n e otaban siendo igr ora d o a

por e l P o r corle r o f api joven c o m e r c i ó t e p r ó s p e r o ; r e c o n o c id o corno;

un ' dé l o s iiá íim p u d ie a te slv ié I& comutiida-a» :'

La ten lene i c de lo s cam bio« pus viene ocurriereis en, la vida e co n ó m i­

co. de lo, e JLo muñid o des d¿ in.ilaeuac'd coa la introducción de la e co n o ­

m ía m or;otario, puede ser analizado man -P p o tm -v e n o v si ce tamo, en

cuenta el viejo rundel o cultural P odem os Perno stror ano la rela ción

' p ¡ L re-a m ir r a . can --eco-icm a la tie rra , que coa acterisa a l e s esíru c

turo.ó ir á isc ion ole a. ba venid-a adoptondo c o l a vez la relación .a r r .'m -

cosa.
L-á r e la c ió n hoxarvre-horabí'o;- con re sp e cto a l a tie rra , so basa en -el

hacho ha qua a u la s sociedades tradicionales el sistem a d o derechos

•a. la tierra .esta b a besado en el 'status i d Individuo co m o ralea-abro ¿ c "


¡: '
tm g ru p o de párente acó, o rrjino sujeto a 'una o.a ta r d a d p o lít ic a , dada

r e c ib ía t ie r r a s al c a s a r l e . .31 '•derecho a la t ie r r a se e le .r e ía 's o ­

bre la pro ducclon antee qub a la t ie r r a m is m a . > ¡ n ' d ice H srs h p - •.

vito: |*i-ia3 __culicpr.as-priaaifcivas ast«ln c o n c e r n id a s con lo g productos de¡:

la t ie r r a y no. con la .;t;i.er.ra - S 'b r c d (1 v52, p . 370} 53« te o r ía , toda,

la tií-rra ocupa-la-por' un grupo é tn ico p e rte n e cía al je fa , ca b e z a o c a ­

cique, en virtud de su entronque d ire cto “ Cr h. él prim or hom bre que p- h

cupó e.i lu g a r, r e c o n o c id o com o antepasado com ú n de tod o el grupo

étniep. &■%. la. cuiiurr. andina, l o s ca ciq u es r» c u r a c a s repartían. s im ­

b ó lica m e n te la s t ie r r a s de m ju r is d ic c ió n entre lo s je fe s íe farrrili?,. '

tal cobao tod a v ía se h a ce e-a la s cnsidunida Ies tra d icio n a le s. L o s ja -

feo de fa m ilia se pendían .segu ro:r da la posa ción -de dichas t ie r r a s

miau ir a s la s c u ltiv a b a n , •y p a lia n tr a s m it ir la s a sus h ijo s en c a l i ­

dad de h e re n cia , lo cual e r a d ifíc il a io s su p e rio re s n e g a r.

.yOti ¿a i~&ro-J.ucci6n de-la acó mam íp m onetaria, durante lo s siglos e o -.

ion ialas y la ero. republicana, la c o e c e y e ió n de 1?. tie r r a com a fuente

directa ia ganancia viene im poniéndose sobre la concepción de lo s de­

rech os b. la produ cción de existen cia. 111 con trol da la tie r ra p or la

com unidad está siendo reem plazado por al co n tro l tndivi leal de la p ro -
pié da 5, y.la^ v-omcione c ia p r iv ile g io e c o n ó m ic o pe la s a u to riz a se s

y líd e r e s correa naje “3 tienden a co n trib u ir directamente a la ganancia

p a reó nal, á. t r a v é s do la m a n ip u la ción de las. r e g la s tr a d ic io n a le s , .

S n obrar; p a la b ra s la t ie r r a está, tomando u.n v a lo r de tr a n s a cció n e -

c o a ú m ic s v su ’m se sif>n 4’ expíotacien. en ca l idad he " r o p ie aact e ota

acentuando la s d ife re n cia s s o c ia le s e n tre g ru p os de ca m p esin os npu- .

dientes!:, m edio 'y p o b r e s . ■ .

;ia ln.« cmmuniéa.des de 3haupiv*>arar¿ga todavía p e rs is te n c ie r t a s n o r ­

m as cu l rascle o t r a d ic io n a le s ‘le a c c e s o a l a t ie r r a .y a la p r o d u c c ió n .

G eneralm ente lo s co m u n e r o s p o b r e s e je r c it a n .e l d e re ch o a l paliap l

ia r e u’asque,.Íe la s papas 'tac cu idaron f e í " la t ie r r a inm ediatam ente

después da la s cosech a s, al .p aú l a y , b o r m a y , c a ch a r a y al ra ch ip ay : .

para a s c a u r a r la. srubsiste••cis fa m ilia r , Taraniéb r e c u r r e n a e sta s

form as, de a c c e o o a l a p ro d u ccib a Ir c cam a a sinos, epe p o r algún m oti-..

m so a tra s a ro n en el s e m b r ío .- o p e rd ie ro n .'su s c o s e c h a s p o r efecto,

le heladas, g ra n iz a d a s, e x c e s iv a s llo v ía s o seq u ía s p ro lo n g a d a s, o

porque vienen que ’p a s a r ” fie sta s p a tron a les, m andar te ch a r sus c a ­

cee, o sosten er loa p a sto s del metrimr>nir.> de una hija., etc Jror o—

tro la. bu ¿c irnaortanto anotar que. la m a y o r ía de e s to s c a m p e s in o s •.

le p r a c u b r ir q :;/| ie a ii¿ r ia b ir t o a b á sicos con lo s le g re so s revenden-

too i e l tra b a jo en lo-o ce n e ro s. m ire»ros: m ie n tra s que lad m u je r e s t ie -

ron :;ue real prur .e n o rm e s e s fu e r z o s parp. e p rcu p u ír lo s p ro d u cto s in -


1 97

•diapensables para el acto aba stec im ie nto fam iliar.

Dada la tendencia a la e ctra tifica ció n so cia l ca l?,;v o s m ayor-entré

lo a coxra rer'oc „o C haupiwn.1 unga» y- s i co a s ¿cuente debilitamiento

le lac r it m a s tradiGfc«usl*o, sa ri" im portante caber qué s im bol i-

sa el árbol para e llo s . 3 n sota, m ism a quebrada lo s comuneros de-

M icb iv ilcá al 1'in vad ir" (1965) el pequeño fundo vecin o de apenas tre s

h ectáreas destruyeron los frutales que a llí había, Sn la comunidad

da Chacayán lo s comuna roo obligaron (1971} a -viva fu erza a unó de

lo s "pudientes" del lugar-que re tira se su o eucaliptos recién tra s plan-

fados en una de su •Vu,r mro-ny,


;arc alr>r. rtí* .. 'tas actitudes podrían, pa-

r e co r contradicto rías si se tiene en cu c-ta que en grande s áreas de la

ruebrada hay-■sembrío-a de eucaliptos ie propiedad de la C erro de Pac-

.uao m u jeres v:o -a m e rd' m anifestar cu intransigente hostilidad con ­

tra el programa ae refo m staciári ¿trataban de evitar que lo s com u na-

¿¡"'b "pudiente o " ce h iciesen -m á s ruceo? ¿£¡1 árbol sign ifica para e -

lia s riqueza y poder, una in varsién a la rgo plazo o temían de que la s

tie rra s una vea sem bradas de eucaliptos serían más fácilm ente' acapa­

ra i as por ¿a com pañía m inera? Indudablemente ,1a fie r r a , c o n s id e ra ­

da coran re cu rso b á s ico , estaba amenazada.

^ ~s,%
.y ^ *¡.x\ £> \V\ V ■í ,í.& "//.j.Cíq'1 K etorm a A graria cor
]O
Vr»
'J

c e le 3 '.;. Yanahuiinca reali;zú en tre l.as co^uniucì-i^ód© la quebr2.dfi.un.i3.

inte n ria’: cam pa ila de sem b río de Cor ra jes en loo te rre n o s de 'man ay en

! : .1,3 s c ?.n sío r1, ■-' Lo 3 1íde ros jóvene o, c o rno 3ra de e o;.;s r a r, se ibairciii- -

carón coti e í ,-.'oyectó, ya que diedi o i_stograme*. le s po r"s..n¿ti r ia ine re*™:

mentar la erian óa \le ganado a-Iom'eK quo l a 3 tie rra s cariarían m ayor

£3 t i ili da d ra r a 3 1*:turn o,r‘ ele. ce m e r lo -i e .pe. ; a s ,; pin mn ba rg o 1 a ma--

votisi de lo e c amaine ros: ce opusieron, alegando.:, que dichos .c a s to s ser

riamaprovbcbad'H; bslrvoor -elgrumo de lo o .'^ »d ien teouf por. se r éstos

oulónss dé .o'iícao■'a .'.o: cuiaúza de mayar número, le cabezas de gana.—

,'.L'• VaCUri:> •' ir C-.f„i

dnágúa el' a n álisis que sugiere F e m a r la actitud negativa be lo s c c a v .

.'Osi.:. ■ ? a los cam bios de técn ica s p o i r ìa '..le.be roe a la nim agen del

bien lim itado ’* que caracteriza, la o r ieri ac i ó n cognitiva de lo s campe­

sin os- ■Id ota im agen se re cu m iria .de la sigu iere manera: "todo

b e n e fic ió ré >Ntru. é ó • a ó^ en sa c'd © .uno ” (1967» pp» 12-Z-134}, O sea,

lo s ccm pe'cini s ú^u&ei'vtrr. r e s ai sostener qua io s cam bios sólo ben e­

ficiali a los ir-,be Y?u diente ó :7, e sto,-rían, peas ani;: que las cocas d e se a -
;• ;-
..las en la vi i?.‘ corno tie r r a s y otras form as de riqueza, existen en can­

ti áaúé 3 ‘ 1im itadas ♦/ quienes .m ejoran su posición lo consiguen sola-

mente a expensas de o tro s .

b r e a r e una :-raguata àur a amont ad, ¿L os cam pesinos c r e e


que p u e d e n i n o m r a r cu s it u a c ió n m e .liante e l t r a b a ja d u r o ? M i pun*-

tu le vi ota a s qu e lo o ; o a m p o o in o s p o b r e a ;:e s e stá n i o o c r i b i e n in u n a

■situare u' a r e a l ; ija-3. t i e r r a s aori r é a l m e.oto l i m it a d a s y a,, e x i s t e r¡n~

s t b .iiió a o e s i o m e j o r a r de. v i l a c ^ u ■ r e c u o s o o tan e c d g u o a . L r-s c u í n -

7 o s j n c 3 . s'¿bo*i' '-.o e s t a s liry if.& c’ ñ a s y o s b a r e s o que m i g r a n o l o s

co* ?:.tr o s m in o r •' e 7 o. l a s e i u •*a ?o s- e n bu se a i o u na m e j o r v i dn I Ot r a 3

v e o m e m r -o s p o s i b i l i l a d o s e n a c t i v i d a d e s be i n t e r m e d i a c i ó n y s e c o n -

v ie r t e n 3 n a s a c M c e io r a 3 3o c n r n e . la n a f h u e v o a a e t c , de l o s c e n t r o s

..» u s e r ò s no. xa. r v j o n,- i? inalrnen. te e l o s tu* h o ..i^i p r o c e s o Jie is s a r r o * "

li-> ...o l a s cnirnum. :.a t e s Je o t r a s r e g i o n e s p o d r a d a r u n a r e s p u e s t a

r:aó.s c a n tu o do...- :e ,

Xx-a 00. janozacióo: os* o o rape c:n.ios l e l a s c ora iu n id a -ies eia c o n f l i c t o c o n

macie-.; : as y h u id o s d i f i e r e su a t a ñ e iá lm e r íe de la a c o n i u n i d a l e s d e

C h au p i w a r anp a q u e h o m o 3 •ve n id o l o o c r i b i é r , : ! o , C o m e aj e m p io s

v o y a c i t a r d e a c a s o s que o b s e r v é e n e l C r ll s jé v . le K u a il a o ,

ut x c 1r>0 an o 0 ie *9 i 3 y 19 bdV 1a 0 camp e s in ó n da 1a r.!C o rniir. i fi a d ie

In iibcn ao ,e d a ta c" (u b ica ta c-n al extremò s u r del ?, allejón de Huai-

la. c, a inane u a cn n s s io y , laguna de Cono coca?:} buiiuron pose clan

.e l o -j oasr isulee ..-.e uua de las ’nacmn io.s1veem as , .Log antoce lentes

io l confile to sabre te rre n o s de la conannidad datari d a cie 1 7 1 4 . fec'ha

en que un funei-viaria e n fia lo p o r c i V irrey empuoron^ a l o e .indiac li


2 00

lo s 's ie t e ayllus '/J ls u c a j l-ricos,_ OLaupia. . Oaquimarea, J.urcacb.üri,

E co s e ¿ehojV a am bas m á rcen os .iel río u/anta, y a la vez ?.t©limit7. ■

el te r r ito r io ;U c a l a 07 ilu ; íj.a-actual c omun í cía i .-ae atoe parece,

que* se form?5. ésh.b a se a loo oyilus -le i-„crj'S y o.¿¿anca, según se .íes-

prende le- lo s lím ite s que aparece en lo 7 i ítalos de'--a com unidad,

Des'puSs Je 1714 quedan, eaerm.ee laguna/:' en la inform ación,' • Ceqún .

nuestros infériaaíitós, y las denuncias hor.m s ¿ c a p e r o o s a r : le ­

gales ante los P oderes' ..¡.el E sta lo/carian -idas en lo s expé lientos Je '

H tigioq el p á rro co Je ¿1 ¿cu --y' (capital ...o xz. provincia pie la cual i o r -

ma parte la com ún L ia! m datac) a /a p r o p id Je la s tie r ra s de los in~

lígenas, unas v e ce s a .cambín Jo loe ü e s m cs y, otra s, m ediante c o m ­

pra liré-ctá. Chaco 3S ciñ-m loó •cá'fcefíoo'todavía, pagaban a lo s V erederos

!o i ju córd oto los p -r ol usm -is los p a siizaieo) « Lía este

-;r..:'- í / ^ 11 y- '• a n^rno’ dr ■ le. ampió J a l en uña .gran b a cíeñ la con u-

na ente asi i n Ve -3C, 000 PoctJ r-sas que posteriprniem e ate 17 ír e c c ip -

neja en “ira o fe r u -d : J'orac-yanayacu, E otan ~c huraco. v /a c h a c ó t e .

Ea ’ 952. la prole Jad 4 g r íc e la 3 ana.lee a. Jachic acchp tem ó en a r r ie n -

i- Ir 3 Je esta s Vaciar, la. pro Juc-ié:: Ja s e ; al mienrr- tiem po, el v i-le :•-

to J esn loj- Áe I d c?xrcssror-¡' que vc-níar. usufructúan!? la s.ch a cra s y

las pastoa le la c Jar h a cio A ja c, .Lr o - c r i a n i s r o s 1* cátenos tuvieron

a , ; .....riqrar c-ov sus qaña.ms a las o : man! Io.de s pie las vertientes c c c i-

,.e,.;ale. Je la Cr-r.Jülera l'e y r a busca ir r a s r u ; P r r - ae esta ble-


cío ron en s i pueblo y unos poco a que àarbh í«i la s haciendas en c a li­

d a d .ie pastoras.

n-n la comunidad.' de Catac, cuyo r e c o n o e im iento o ficia l data Je 1944,

d em a n i6 a la d o c is d a i Ganadera.'corno usurpadora ío lo s terrenos

considerados com o com anales , • 3 a 1903,'m ìentadòs pñr las in vasio­

nes ae h a ca sila s 'que venían ocurriendo en diferentes 1 % a r e s ,dèi

paio sus im e~rantes ocuparon. Ir*o pastizales de dichos'haciendas;, D es­

de e s a fecha la ocupación se venía ventilando en el P o d e r Judicial.

"»ase a estos r e c u r s o s loa cátenos so organizaron. en. freo grupos

®" c ..o ¡56r ¿ i i.v: ■á c o ¿aúnale st el ie ovin os con &C0 ca b e za s, de lo s

c u tíe s 28 eran de r a z a .c o r r led ale; el le le c h e r ía 'c o n 52 cabezas.d e

vacunas, ;íe lo a cual as..do ,3 eran padrillos, utr- le raza 3rov? Civis y

el otro Je rasa H^lsteín? y e l artico F r a -c o o p e r a íiv <. le Animales M e ­

a - r o s a ca rg o de las rr-a irec do fp m ilim f ia a im n t e p a rtic ip a ro n con


pTan. en tus i. as rio au carp'aj.ias Jo .foro o o a c ió n ,

Otro efe my-lo da m ovim iento cam pesino en. e l G alle ion de Musila 3 os

Cd»:.1 ¿e -u 'D -m u im iao ue InJigenas ie M ita", -lista coxtumila'í

está ubica Ja en la base le i valle, entre la s eia dalos ie Corhuas y Man­

cas. Según el P a ird n General de la Comuni Ja i hayan total de 120 fa­

m ilias,;, con una poblaciár. aproximada ie 450 habitantes (1967) y con u -

aa extensión total Je 47..3 0 h ectá rea s, lo cual da un prom edio de 0, 3940

h ectáreas por sami.ua. na puena catrio, a ie las tie r r a s y la susem ia


la i p elig ró -'¡o bel a -as, y la cantidad suficiente le aguas de regadío,

' provenientes da ion deshielas; .le la C o r d ille r a -Blanc a, perm ite a

lo s mi-teño a sacar haeda. ios, co se ch a s al.aña. P a ro aún. a s i l a exir

gttodad: de las. p a rcela s in .i ivi da al es hace que resulten in señe ie ate ra ­

ra al-¡autospásíecim ient» fa m ilia r. M uchos tienen quo jornal®ar e »

las parcelas le loa "nqaatizos" o tra baja r co m o yanaconas o partí la.-*

rioo sn 1Bc fdntlo o !y- jid cio a la s ,'va.cjbaa o a alia, "o ven en cuanrb a la eos

í-o en htisc-s. de una ocupación temporal,.

' ‘ - ■■' ■' ; 1 - y .:- .


S o i d ? ! lo e npltaños; se org a n isa m a on una .cooperativa la ganado ca-

briol:-:- Qcbi» añas más, ínr lo, lu égo de .gestiones lü ain lao ante el. w

■Ministerio l o ' draba.jp y C oírurxilales, lograr- n el rec-m m im iento o»

ficial, la la c o m m iia '-. De isa a slia tó . al.-per cc-r-.er-o. '¿man-Iá al Bata-

Ir» la r::-.Tatacid--.o Al '.in .1i agua -voepn.'" perneme escu ela norm al y

por el -.i'.'' 1 f - rgo.nisvn-'5 dbl-M iaisícrír- le Agricultura, encargado lo

p ro m o v e r l a s ; in.no-pació nos en la s.ié o n icy o agrópocc.arias), entuna

ssetensiún co ra xana. la be ,700 hecíúreoG , En sote míeselo año las m i-

tedas invapieron 10C h ectú reas m la ñ a rte a Im inistrada por el SIPA,

P e a l- o-A'-accs so..'veris ventilando -A proceso jü lic ia l c a l a Corte Üu~

■p-Arlor de-- Ku'aras y on Alma,

M ien tras tanto la s com uneros ln graren am pliar la producción ie £orr

je s en una extensión de 30 h ectáreas, con proyecciones le constituir


-¿a?

203

t-

m ás tarde una granja comunal Je ganado le c h e r o . Com o con secu en ­

cia inmediata. ié la proáu cción ole fo r r a je s se increm enté rápidamen­

te la-c r lanza ie cu y e s . Mito, -se con v irtió en e l 'principal abastece-,

i o r -fie cu yes le la reg ión , Lo ¿omitoños 'venían, gestionando además

la expropiación por com p ra directa le un sanio u b i c a . e n l c- parte

alia leí valle, por interm e dio be la Oficina- de D ire cció n Je' Comunida­

des. para la cooperativa com unal la carmín lanar

i a tre, cam pe a ino 3 que !'invader*51 fon in e y

nacae raías Lim'iic irmele s pn i-ámos señalar la s si-qulentos*

11o cune roa Ino tie r ra s cP-indanías . ocaso.¿acao hacendados

v '••''mestizo s ;! ■rnlas le -sim onie .le tai: r o de la iu r i s i l e -

na liante la p a r tic ip a ció n '•¿cñ liba en

i ' :: pr~q m •tas O sur;;, di, C;\.:mru, p r o p ic ia 'Vv¿ p e r l a s di­

ve re a s apén ela s .TaPorc?Xi>ó5tt-vles.

2, A provechar ai m fodm o lo o re cu rs o o recu peradas en ben eficio

do to dos lo s m iem bros le la comunidad, mediante la organ iza­

ción en prua oc y sub-g ru p o s de trabajó ,

S v ita r la pare elación Je lo o tie rra s recu p era d a s. Tal o b je ti­

vo tiene a su vez la s siguientes ventajas;

-a. P erm ite con serv a r la unidad le producción,

b, ■•docilita lo innovación ;!e top, técn ica s y, vén. esp ecia l, la u t i-

aisa cI6n le sem illa s 'rae ó-ra das, abonos r cangici•'.ác;


1.o. la s ganancias an el ine remsní o de la misrua,. ' '

Gl,.. Asegura. la participación d eío ll'-s lo.p o s c u r a s ■le Xa- corpaunidád


‘ . ; ‘ V, . X.
1 al anelar .y a antica la la ..bcir ;.bu o V a qqaítn&ivn le las ganáiiciaps

a través io la coop era tiv a cnaron-U.

o 1G areni izo la M ionción i©, eré i ito. 3 .s u d e r vi rila Ip s le las entice-

11 a..: aun-ruanos no loa g.gan reta rao l'o .desarrollo o emanai c ••.• ■,

i. E ú fc ts a t loe sontim ieam c „0 calidari da d sacre loe fivsrso.s a e c-

í o reo de cam pe ciño o .frente c l a c amenazas do le s hacen .lados ..y

.le la s poMbiec medidor; de fu erza e m p le o la s por el G obierno

Contra! „ ...

V. C o tá b lsccr si trato lireot- loe \anqvuc re- _• .iel G obierno

X en trd QCkanC os lo nocible- la internas.uacldai. le lo s l'm e sti-

z o s h in c a le 3 , . . 1

M u c h a s .i ; c e l a n v e n ta ja n h aban a e l l a p e r o ib id a s p o r c a m p e s i n o s d e l

C a lle a b a Ite. Id u a ila s d u ra n te lo. e je c u c i ó n ielj.Fru.-y s e to .- p e r ú - G a r n e l l

au. l o h a c ie n d a V .lc o f C ot... P r ^yeetn 00 n a i l i c p a r a . o l m a p s r e t o , ya

que I --3 vie o sirvas e r a n con si la r a un s. av.it 2 c lo la ajocn¿,ci*n. del JRro.gra.-

m a , c o m o la r rn.á.0 a a a ld a b .e t';c y ''a t r a c a d o s " de l a r e g i d o .

>. ■ . ‘

Lno iíd a re a ic la s com unidades- del ' G s ile ib u .;ie •H u a ila o, alentados
' ■ ■ ,. >

por las ventajas cae aeree ía. el P roy ecto Vicha. emnezaron a participar
cr»£ • r n n .e n t u o ía s c k en l o s '¡ p r o q r a b i a s ...o ií;;n > r r c H e c o m u n a l', .En

e s t e s e n tid ■• a c t u a r i o c m m a y o r in ic ia t iv a , y ca n .m ental i dad e m p r e s a ­

r ia l. n a í : s c ; 'i n lo s v ic o s is a s , -car- la m e n e o en. le p r i m e r a t ó c a l a


v .
leí provect--, participaran balo un maree..la potar,? si iemo ."aparte lie

loe i ram etore o cc-ciale " i'- a '..Enaci ce le, 3 ve ai ajas .0 ie aventajas le

la s cam bias. .Na arrecían resiGtencias cuando lo 3 , pr amata re s s o cia ­

le s .5o.eidfeti oxpe'rirceatev ivué¿áas té ch ic a c ’enXas p a réelas com u nales.

S llag *3o fruían cumpliondio con otic obligaciones le p resta r -su trabajo

infíivi dual loe o t r e c lías a l a semana, en la s p a rce la s comunales' ie

sus resp ectiv o s burrión , de un m oño semejante al sistem a da mita

que reala en la e r -h a c ie n é a .' L-n aran d iferen cia estaba en que esta

ven loo vicn ísÓD, - 2 pro befan con m e jo re s técn icas v e::m\e re í alisaban

la. p roiicci^ n .para p a p a r la fie rra , aunque mucho o de e llo s no alean-

sacan a ••■•i.:, r.:,¡ p:r Vu; 'qctiv-u; /--ó Idroye coa, bóL, desnuSs de c i n ­

co años o ooc <..t La.crá•o lo s vio--ole o em peasm n a ensayar las nua-

vas iecnicoG o - cas parcelas individúalo:;.

3 o rn o u n a p r u o '''a :3 q u e i - s vico"1sin o o no ‘ o c ia b a n l l e n a m e n t e i l e r t í f i ­

c a .lo o c o r . l o c a m p i o s peo ; ; c h a o al h e ch o le r a e e l l o s r e c u r r í a n a la.

n n x m a l r a d icú m a l r o l n o l i .api p a r a u c t e n e r el 4 0 Ib ? j l a pío d i c c i ó n de

p a ra s en l a s p a r c e l a n coav...,.ab..:.. don o.a o río c u l t i v a .lores ie p a p a ,

p e r o c u s r e l a c v ’ n e s o --• l o e Erar ;.d In o ré : kn p u e b lo le I'ñ a rca ré. a o ruino,

o ro le tip o is p e a d im ite , E r c ¡íia r c c ib o G s a p iíc o c o n c u r r ie n á o


la s co se ch a s ...le -sapas Ge. la o paremias indi vi únales le lo s vio, ominas

U'e vaaV o o n sigo alguna 3 a r rob as -a ar lia nte para inte re amblar -

laff coa -sapas»' y le s seguían. abastecían io ce articn¿os ..’.o.stina to y ~

la s fo stiv iia .’es'-rae ten ia » cada v e » m ayor pampa entre lo o 'v ico s i-

nr-.e, S:i iUcir, t ib ie n existía rr¿v centimitórt le ^ r lü a r iia b entre

leo vim-pin -¡. .»rea uiu-i a ! h?. se sustentó en. el evarant amiente airee

tí- eme 1,-3 b-aeen la loe y lo s "m e s tiz a s 15 io e p lo o . .

ibn eambi"- la s ' com unidades be matee y ¿\í.í.ín cc-vvsra0 v aron c ' - m uní*-

a p-vlueibn a cu. o exigu as r e c u r s o a'la, *•invasión*1 ie la s n a cien te o va-,

ninas, •albino ihn c o n flic t iv a ano iue la pase/ pe la s o lid a r iz a a enere ,

a is m ie m b r o s y le .su teei.i'iaa p articipa ción , en lo s c^tDiíios . ¿ji iír í-

biiexaia le eci-m com u n eros o r a , íaast?. entorte ss, el r.o poner contar co n

lo s ,'Zxé dito 3 rccp B p riñ S ya ape ©¿ ,banc:-. n o a om ento •-hgr.r/pecun r io ex.í.-

cí'a cortee parar..tío, bel oréstarrio, tie-rras a Vienes.en p rop io bv.¿.

G I " p r o b le m a i n d i / o c a " h a s i l o e n c a r a d -/ p o r I v d i v e r s o s g o b ie r n o s

ose s e s a c o ::ie r o n e n V. p o d e r c o r n o a r c o lem a, -del anax ¿ n o s t* s m o y a s i

a t r a s e e n l a s t é c n i c a s an r o p e cu aria ¿ . ¿es p o r e s t o cu a se re-si a» au s a -

c e s i v a s ca ttip a b t'•s i o alfabe- tía a c ¿ 6 r; {.r-rim er G o b i e r n e -.o .b r a c o ) ¿l » i -

-<>-q1 na, c b>visi o t o ~c**s.n .1' •be c a s v p r e r t *>s a l o s m ae o t r o s a l ía o s ci¡&a ¿o i %-- ■

I n c e s t e m i a m e p e r i o d o so c rer.ro-r¿ v a ria s - e s c u e l a s reorm.cU.os r u r a l e s

can e l p r o p ó s i t o lo e s p e c i a l i z a r a m a e s t r o s en el m a n e jo he p r o g r a m a s
&:lap t a l o s a l a s s x ^ s a c ia r ; le l a s d r e a s , r u r a le o:. E n lo E lm in íá tr a th -

v o d e c r e ó l a D i r e c c i ó n :ie D i e c n c i ó n R u r a l* D e c ir - l e í M a ú la te r i o

le T r a b a d y R s a n io s I n d i a n a s c e c r e ó l a D i r e c c i ó n le í P la n N a c i ó -

nal ie i n t e ''r a c i ó n lo l a P o b l a c i ó n D b ó r % e n {P N X P ./,); c a r a l a i a v e s -

ti;y a c i ó n y q Dtu i r 's i tír e bit; m a , a e f c ^ r c l a e je c u c i ó n i e l •oran r a m a

Ve Va s e r r a l l o c o m u n a l |P r n y é c i o V ic o o m Ar.cn*'h y le T u y o C h ic o

en. -á C u z c “-), L ú e y o l a .v a r ié s - in t e n t o c s e l i e - ;ó a l a .c o n c lu s i ó n lo

que I?- e r r a d i c a c i ó n l e í a n a l i d i o m a a o í c o m n l a e d u c a c i ó n l e í d n l í ~

pena*1 e e u n que a le m a - c o m p l e j o , i e c a r d c t c r C o d a l, e c o n ó m i c a , en­

lu ta r i o , 'Vi-ai j a q r n r xv, e Cu c a c íc n ai 5 j a r í ,¿ico, e t c » , a- o n y a. o o lu e i o u

.ted ia n c o n c u r r i r c o n c u s m c j - r t - o sG & ersrv o t o l o s Xa s o r g a n i s m o ó •

l e í lle c a l o »

d n lvᣠel Ivi.'íni otaria Ce DJucación adoptó un. uueve sistem a de edu ca­

ción rural cus se ten om inó Cisterna Ce Mdel-so a-S o c o la r e g C a rapes i -

n o c i: (MD3) sn cola b ora ción con e lD é r v ícia D d-porativo Deruano Mar-*

toaras se:ano {■l.DD-'-D-D?!-} P o r prim e xa vos se lió a la educación ru­

ral un ca rá cte r o ni*, no uto uve n te car apeonarlo, con partic d a c ió n de Xa.

te coima l s ¿os niism!)?' 3 ‘e lac c '■»muñidle s , y respetan lo se la tr a l i ­

ción cultural lo c a l, aunque talo'-s objetivo 3 que-i aran, .sólo en el papel, en

V er M.lyuol a, o t e t c i, 19* • p u ra niuy-^res ieta B ee so b re I"ó


a a t e c e le n te o
2,08

l a g r a n m a y o r ía la I do Idh; b -icl p c ís *

iba 1.aV * r 'l e -lr>n N E O a n iv e l le l a s c o m u n i d a d e s s e p u e d e s i n t e t i z a r

e n a t i c elíja n te lo c b r á s de m í r a e s t m c íu r a l l e v a d a s a c a b o m e d ia n t e
• 5

" fa e n a s c o m u n a l e s " ; c o n s t r u c c i ó n la l o c a l e s d e s tin a .loa na r a salones,

de c l a c o s , cercad - de l o e t o r r e a -¡u b e l h u e r t o , la g r a n ja y de l a c h a «

e r a e s c o l a r ; •c o n s tr u c c ió n - le v iv ie n d a . 3 p a rco - n a o o t r o 3 i y- a p e r t u r a

ie c a r r e te r a s . T a r e a s rae e x i gen ..le l o s m a e s t r o s : p o s p o n e r su s

r m s ío a e o e s p e c í f i c a s c o m e a l i a b e t i s a d o r e s , e d a ca lo r e s s a n ita r io &

y e x te n s in r d s tá -s a g r í c o l a s , m a c h e m .ác s i e s que e l l o s t ie n e n qu e

:7o a t i o n a r ant e i a s .i e pe n de n c i a a -a s t at a le s ,1a :lo tac i 6n .ie p a r p e t a s ,

l e í m e t e r í a ! 11 l á c t i c o y de h e r r a m i e n t a s , P e r su p a rte l o o c o m u n e ­

r o e .c r e e n h a b e r c u m p l í l o c o n ' s u s o b l ig a c i o n e s , lo m i e m b r o s do l a
■ j y* - . •
c o m n in iía 1 e d u c a t i v a a i ••árda l?.r l a s f á c i l i da í e s p a ra a l tu no ir n& m ie ro­

to d e l d d -1‘ , ..per ■% su s i d e a s s o b r e 1?. e d u c a c i ó n sigu en o i m í o r i g i ó ',

la s ,: a ien sa vi e l i '- c 'pao l o s e s c u e l a s d e b e n s e r v i r Im/sicamar>to p a r a

qu e, ■su ¿j d i je o a p r o a Ion a h a b l a r b a s t e lla r. a l e e r y a. e s c r ib i r

U-',j d l C bol do Pórtam e-¿te de l a s . :■ P e r o n i m p u l s a d o s n u ev a m en te h a «

c e •a lg ú n o*s a ñ o s al s e r i n c l u í P s es. p r o q r a rra s m á s a m p l i o s a c a r g o .

leí P r o y e c t o Ta- y.- *■•-T a m b o p a ta , le l o s 1i v e r a o s -p r o y e c to s que f o r m a ­

b an p a r t o 1c l a PQh-lr, bo A s c I d n Z c«njuntc. le P u n o -L ia g P , le l o s

Ge:o.t r r-z le bQduc a c i ó a p a r a al D e ga r r o 11o Z o m a ria l (C ib ú Z C } c o n a se ~


s o r ïa :1c l e s t é c n i c a s le la 'U U E S T O , l e i la s t it u t e N a c i o n a l eie A l f a - '

b e t i l a c i ó n F u n c io n a l {IM.-.IF) on n ,63 le « n l a c i u i a d de P u n o , y c o n

l a p a r t i c i - a e 15*1 i e Xa e p a r r o q u i a s r u r a l e s en u n b a s t o p ia n ''d e l P r o -

yra.ro a .le E s cu c ia .# .R a d io fo n ie a s , e s ta b le c r i a s p o r l o s P a i r e s M a r ì k -

n o li d e E s tu a :; s U n id o s . T o io a e s t o s o r g a n i s m o s lia n •e s t a b le c id o

u n m ín im a de c o o r i i n a c i ó o ta n to en l a e j e c u c ió n .' de I c a p r o g r a m a s .

cencio en l a l a b o r ' le I llu s io n le l a s v e n a d a s l e i c a m b i o . T ie n e n

c o m o o b je t i v o p r i n c i p a l a l c a n z a r u n d é s a r r o i!- '' i n t e g r a l lo l a z o n a

do a g r i c u l t u r a d e 's u b s i s t e n c i a c e r c a n a a l L a g o T i t i c a c a .

U a s e r m u n i ‘ a d e 3 •le s o t a z o n a { q u e c h u a s y a y x n a r a s ) no* t ie n e n t i e ­

rra s - n i p a s t o s c o m u n a l e s .T ala C arniliar p o s e e p a r c e l a s b ie n d e ­

l i m it a b .o '." s b s i e m b r a n y pascan s u s a n í m a l e s e n i u b o r l e s de l a s

m is m a s p a r c e la d ; La. e r i g i l o l a i lo e s t a s p a r c e l a s c o n t r a s t a e n o r ­

m e m e n t e c o a l a s e x t e n s a s p l a n i c i e s c u b i e r t a s da p a s t o s n a t u r a le s -

p e r t e n e c i e n t e s a la o h a c i e n d a s p r i v a d a s ce lie a d a s a la c r i a n z a l e

g a n a lo o v ia o 1c r a z a f i n a . El proceso de r e f o r m a a p r a r i a e n P u n o

(1 9 7 0 } e s t o ou aún en corride u s u o ». 3u a p lic .u c ió n e s t a b a en m a n o s d e

.fu n c io n a r i c s le l a E un a be A c c i ó n C o n ju n ta , o n su m a y o r ía , m i e m b r m 1

1 lestes s o r : Cuo go ración P opular { COOFOb'), Oficina Nacional


de Hciurm a Apra.ria { G MR À ), Cile ina Nacional le C ooperativas
( Ol bTC COP i , . C ervicio de In v e stí‘paci.br, y P rom oción A graria
{d ir c i) / Instituto Indigenista Pe m ano (I IP ). D irección le C-unu
ni la bes, Contm de Talud .y Asís to rcia Cuoiai y el. Banco de Fu-
&i :

de la cla.sc alta de Puna, y m uchas le ello s co n n o ta io s latifun dis-

tac leí le;;artarnet¡.t-'v» S n to b caso, la expropiación, le la s hacien-'

ia s b en eficia ría a le s feudatarios y pastoree r e s ile r íe o en la s m is ­

ma, s nación loe. y no a si a lo s m iles Ja cam pesin os le las parcial i i a

le s cerca n a s al L a ¡ ? .

121 problem a Jal m inifundio que afecta a cientos Je m ile s de ca m p e­

sinos royes consecuencia -sólo ie¿ f race ir namiento c a la vez m ayor

le las p a rcela s individuales al pasar en-herencia le p a ir e s a h ijos.

■:i: ■o , 33 ol intento le la población 'omina te 33 p * controlando Jpe--

quenas parcelas, ubica las en distintos m icro clim a o con. el atan. Je a-

segu rarse el aui.o&bústecimieniri fa m ilia r /'t i m iom a tiem po que le s


f '
perm ite corn oreiaü p ar loo exce lentes e co n ó m ico s,

ibs lucir, el elom sntp i l o - b ó g i c ' !ol "co n tro l v e r tic a l" corresp on d e

par su -.ripea y funeic n" mi 3ni oí m o lo le producción andino, pero

que a lo larqo ¡e loa siglos colo n ia le s y republicanos Sie retomado

por lo s grupos icaninantee, quienes le .liaron un contenido distinto,

lo acu er -o a las n ecesidades leí si ¿tama econ óm ico colon ial y ca p !

■caliste..

ibor esto, una p-ditisa le -p.csn.tración, de p a rcela s fam iliares en u

na sola zona a c a r r e a r ía r í o s .p rob lem a s a lo s a g ricu ltores :le sub



11

1/
¿■
j|fcv;:
i pi yvCticia, a si com o a .aqaellao habituados a'm anipiilar lao realas

tra lie i o nal es en provecho-persondL,' ‘ S sía situación continuará míen-

tra c que el á u to a b a s t e c i^ a t o farnUia^ ei-j¿ oían lo la m eta p rim o r-

miler, .¿a cam peem os y la s form as l a .intermediaciór* c o m e r ­

c ia l constituyan la ocupación principal le l a : c la s e s em ergen tes en


las .áreas rurales leí c a f e ,
9 -12

OO N C L U C IO O S C

L a co n tin ú a la i le í l e í u s o v e r t i c a l i s l a s e c o l o g í a s !l en

l a s c o m u n i i a ‘l es- ¿o I.?; s i e r r a le.I 'c a f e s e .iodo a qu e d ic h o p a ­

trón cultural fue posiblem ente e l eje vis l o cultura an im a. --»os

inuír-snás a sim ila ron , n u evos elem entos cu ltu r a le s , a l o la rg o ao

lo s sig los 'coloniales y republicanas,, en relación, constante ai

viejo me lelo cultural, ~'-ór ejem plo la antigua organ k-aci6n 'te­

r r ito r ia l lo la m a rca fue a .’apta.la p or ina iulíaena.ñ a. la p olíti­

ca colon ial le re tuceion lo aylluo en pueoi^-s, £1 nuevo cen ­

t r o p u l í a l o fa c 'i v i l i l e e o óor; b a r r i o s : a r r i b a y abajo: y oe m

..le n o m in ó '".i-'.ín -m a ro a 'p a r a in l i c s r c o n nana p r e c i s i ó n qu e e s

e l c e n tr o u "■•m o li'ía l a l a n u e v a c o m u n a t a l . .•;. p a r t ir rio e s t e

pu n to f i j o Hv i n i e r o n l a s t i e r r a s le i a m r en u n a s a n a le a r m e ,

o ja lla , fe s tin a l a a l cu ltiv o le t u b é r c u l o s p o r 'b u r n o c :1 y er. u -


n a s o n a de a b a jo o k e c a w n , d e s t i n a l a ?J c u l t i v o p e r m a n e n t e do

m a i z , O sea, se 'm a n tu v o Xa d iv is ió n e s t r u c t u r a l la l a p o b l á -

c i 6 n en dos m it a l e o y l a dualidad l e z o n a s g e o g r á f i c a s , ie p la n -

t a s y dé t é c n i c a s »: E s t a d iv i s iò n n o qu o i 6 a l 1í v l¿ o a in ;1íq <$&a &

yol v i é r o n a o u M i vi-H r 1a o s o n a o ayr r í c o l a. s e n- io o rn it a 1e s c a i o.

u n a . c o r r e s pop. .deudo a Xas . i o s v a r i e d a d e s p r e d o m in a n te s - de

m a f z 'y a l a s d o é ie p a p a s r é s é é c t i v a m ® ?i t e , De e s te m o d o e s ­

t a b l e c i e r o n un n u e v o e r a U le r í o , u n a n u e v a s í n t e s i s , b a jo e l 'b.~

d s a l !1 e n d in o / le que c a l a fa m ilia '-t e ny a a c c e s o a u n m á x im o de

p i s o s eco 16 g i i o s y a s e p u r e o 1 a u t o » b a sto c im ie r t o f a t n i l i a r .

L-oo In d igen a ti I n t e n s ific a r o n e l tr a e pao do p.m l u c í a s , d u ra n te

I& m vi a m a , .p a r a t r i b u t a r en e s p e c i e tD c u m p l i r c o n l a o b l i y a -

c l o n de ?!p a s a r n. f i e s t a s , i n a íi t u c io n n li z a d a s c o n e l s i s t e m a le

v a r a y o c , y .p a ra r e g u l a r - l a e c o n o m ia , le ’ aut o .a b a s te c í m ie n to fé > ’

m ilia r . E s .d e c ir ,' lá -c co m u .n l la d e o a y o h a b ía n pe r a i d o - - l e í in i-

tívaxner te e l c o n t r a i lo i o s li v e r o -' c o ic o o e c o Ib p ie o 3 , tu ra n te

1-dS sig la ri c ai o u lo ie o y re c u b ile ana o, e n c o n t r a r o n e n el tr u e q u e

u n .me c a ni c m e e fie -a a t e p a r a r o pul a r i s a t nu o v a m o nt o e 1 i d o al

-lo l a c a m p l e m p u t a r i d a 1 e c o l ó g i c a

D o s c a m p e s i n o s de l,a c o c h e a y le. i a ja l da to da v ía in te re a s i -

c ía n Sue p r o t a c t o s d u ra n te l a s c o s e c h a s . E n e s t e c a s o a l tn u ;-
214

que. va precedido ole ‘ ’reg a los !* mutuos lIa.ma.lo .yawa.sinalmy y

va com b ín a la can form as fe trabajo, tipipabuy y allapakuy . s e - .

giîti có m o se esté' cosechando m aïs o papas es la boca va, a en la

ial’ ra rèsoéctiva m en to
'"...T —......
T a î intercam bio ba si là 're fo rsa .lo coa

la institución le I cofnpaMra.aso .due .sigue constituyendo en-las c o -

muni la ie s tra d icion a les una extoRS'ión .le la recip rocid a d dol s is -
<• "
toma fam iliar. •

P e r ', - san. c a la ves mayaros las evidencias le quedas normas •

.culturales, leí jt rae que o-m manipula las con fines de lu cro p e r­

sonal, Es decir, a la vez; que sigue '.siendo un -regulador del-

auíaabastecim iento'-fam iliar es también una vía económ ica, sis

c o e r c ió n da l o s .ca m p esin os rnaMbo y pobres, en la m edida en

que la s reglan del y ayyagÁnaV.uyy la hospitalidad tradicion al y las

equ iválén cias de lo s pm p ieío o establecid as segíin. el un ay- p r e c io ,

son utilica, da;: en aprovecho aersonal 3e lo s negociantes y acaparo.--

'.-'I .;: o , ■

E l sistem a do va. rayo o, im puesto durante la dulonin, Sie a s im i­

la l o por lo s indígenas en relación a la. vieja tradición le í yuyao su-

luya Según sata tra lición, iao auto rida :lec son elegidas por tur­

nos y el carg*' de m ayor jerarqu ía ocupa el centro- del sistem a s e ­

guid:’ de las autoridades mena re o, man ta nie u-'!a siem pre la sim e-
2

trìà -y la rapresentativi la.* le lo s ò.os. barrine -le la com uni là i.

Là-có-eturrìbre dè "p a s à r ” ca rg o 3, eri ìa s com u ni là le s 'tra dici fo­

nale s, -tp Savia se cpn sirera cam o una obli-rato rie i a l -le s e rv ir

a la corrami ia.i,; aunqua èia m uchas cornarsi 1a ie s b.a o lio abolì .la

ei ¡3i s tema dè varayos por. in s misxxtee' cornane toc para evitar

rua la c editori la los p olitica s-y r e lig io s a s , rep rè sentante s de-

la o' -ciao o o '-'Io naia ante s., • sigan expiotatx.io à la s autoridaies tra -

di ciò naie a baio ai pretesto da può lo s va'ràyos forrnan pa.rte-.Ie

la e s tia c tur a p olitica y r e lig io s a 'de la.' soc teda i glob al. -

E l m a y o r in cre m e n to '-de o b lig a c io n e s entre lo s cam pesino-a pa­

ra co n sus com a n id a d e s, com o, con s e c u e n c ia 'd e la a d o p ció n da

un sistem a de c a r g o s c i v i l - r e i l g i o c o e sumamente c o s t o s o s y r i -

g u rosa m a ste je ra rq u iz a lo -, b.a en riqu ecid o co n una m a y o r v a r ie ­

dad de elem en to;: c u ltu r a le s .la s re lo e iones 'de •reciprr.c'idád y

de re d ís trib u cm ru L •o in o r e s os •m ienllos da ia -o uta ■imprc--'-

raed- .; a g ro p e c u a ria s se destina a l a o'lam íciclón de p ro d u cto s,

de o r í :sn '"'-.dril do. i.-;- ar.o.:o.'io o para Xa su b s is te n cia fa m ilia r y

be c ie r t o s a rticu la s c o n s i l s r a d - s o '-m- fi b r e c i s G 11 in evitables

o.i o l in te rca m b io r e c i p r o c o de s e r v i c i o s , Agjl c o m o también

io s iu g r e m s -r ''v e n ie n t e s del trabajo, en la s c e n tr o s industriales

son g a sta los en fie s ta s patronales,,' m a trim o n io s, c o n s tr u c c ió n

¡e -tasas, pagar leu dos,• ed u ca r a m e h ijo s , - e tc, ,


E l w a je~ vraje m a n t ie n e su o b je t i v o t r a d i c i o n a l e n l a m.e l i l la en

q u e l o s s e r v i c i o s a i n t e r c a m b i a r s e (t r a b a jo y e s p e c i e s ) so n c o n -

gi le r a l o s c o m o e qu ív a la n t e s y c o m o c o s a s i ■lé ni i c a s , E n e a ra ­

b io l a m in o a fu e la r g a m e n t e u t i l i z a l a p o r h a ce n , ría lo s y " m e s t i ­

z o s " p a r a im p o n e r o b l i g a c i o n e s s e r v i l e s o, l o s i n d íg e n a s ; ' p o r o

p a r a i o s cb rara n s r o s ’ s v n ie s i y n i fie sn lo 1 a c o o p e r a c ib n c o m u n al

en e l a r r e g l o le l o s c a m i n o s le b e r r a t u r a , e n 1 .a l i m p i a -le a c e ­

q u ia s , c o n s t r i c c i ó n le l o c a l e s e s c o l a r e s y c o m u n a le s » a p ertu ­

r a d e 'c a r r e t e r a s , o b r a s le i n f r a e s t r u c t u r a que s i m b o l i z a n l o s

i d e a le s le " p r o g r e s o 1’ » M in k a e s t a m b ié n e l p a g o e n e s p e c i e s ,

" d e r e c h o s " y '" c u m p l i m i e n t o s " a l o s p a r ie n t e s , a m ig a s y v e c i n o s

que p a r t i c i p a n en e l b a r b e c h o ., s e m b r í o ríe m a íz , " h e r r a n z a " y en

e l fe c h a d o l e ca so .» ■ :

L a ..e s f e r a m e r c a n t i l , e n l a s c o m u n i a l e s t r a d i c i o n a l e s , s ig n ifi­

c a l a p a r t ic ip a c ió n , l i m í t a l a i e l o s c a m p e s i n o s e n -la c o m e r c i a -

l i z a c ié:¿ le c u s o r a d i c t o s en m e r c a d o s lo e -e l e s r e s t r i n g í i o s , L o ­

r o e s c a l a v e a rn a y ^ r e l c o a v e iic im iie n t o le l o s c a m p e s i n o s -o t o -

lo o l o í3 s e c t o r e s q u e Xa m a n e r a m á s r á p i l a c a r a a m p l i a r su c a p a ­

c i d a d de c a m e r a e s r e c u r r i e n d o al tr a b a jo e s t a c i o n a l en m-s ceñir--

i n d u s t r í e l e s y , a la o c u p a c ió n e v e n tu a l en l o s n e g o c io :? , En esto

sen tí lo, e l s e r n e g o c ia n t e se c o n s i d e r a c o m o u n a n u e v a fu en te fe

p r e s tig io . E s t a s itu a c ió n e x p l í c a l a c o n t in u id a d -ie l a s n o r m a s


culturales .tradicionales en la a g ricu ltu ra ,' lá a sim ila ción por los

cam pesin os ló lo s patrones iecom portam ien to, "m e s t iz o 1’ y "crio**

l l o rtf la m igración le jóvenes .a loa cen tros in iu s tría le s , la re sis«*

éencia le lo s com uneros le aceptar las innovaciones técnicas, en

,1a a gricu ltu ra y la p ersiste n cia le ínter me lia r lo s y acaparado re s

:íe productos a gropecu arios en las áreas ru rales del país,

La com ercia liza ción le la agricultura es- pncibl.e en regiones con

tie r r a s fé rtile s , aguas de-rieFn permaftente y exentos del peligro

le hela fas.; además exige le Xas "campesinos," :sl lo m inio ;le las

técn ica s m odernas le producción y la. capacidad para organ izar

la pro .dicción con m a y o r,re g u la r! las.,' destínala a un m ercado

cala, ves m ás s e le c tiv o . F aro aun en la a comunidade s considé­

r a la s corno las m ás modernas del oais, la agricu ltu ra com ercia.!'

y la crian za fe anim ales siguen constituyen. 1n uná •sola técnica

agropecu aria. L os .campos -a g rícola s son-u tilizados, una ves

salidas las co se ch a s, corno .pastizales, Fofo un. sistem a rotati­

vo ex¿ el que re vadee en lo o prin cip ios com unales anteo que las

decisiones in dividú alos,


í •

El p ro ce so de d iferen cia ción cam pesina ce sustenta, antes que

en. el g ra to -le com ercia liza ción , le la agricultu ra, e n lo, m ayor

o m enor p a rticipa ción en la e s fe r a m erca n til. Es v e r dead qué


C lo

lo s pequeños gana-leroa.invieríea sus capitales- en la industria

ie la ganadería, a la ves que acaparan tie rra s en -los d iv ersos

p isos e c o ló g ic o s para ie lic a r s e 'a la.'agricultura; co m e rcia l; pe­

ro sus m a yores in g resos provienen de la in versión le capiíalec

en pequeñas tiendas c o m e r c ia le s , del ac apar am is rito -le pro alec­

tos agropecuario y le lo s e ré lito s u s u r a r io s . En region es Ion-

le hasta hace algunas décadas loa cam pesinos' todavía mantenían,

el' a c c e s o a lo s d iv ersos re cu rs o s de la com unidad y tenían un

nivel de vida m ínim o, c r e c e el n.úmer~ le cam pesin os que aban­

donan sus-com unidades para ra d ica rse cr>h su3 m u jeres e h ijos

en Ips ce n tro s industriales y le jo rn a le ro s a g ríco la s, desp oseí­

dos de i á tie r ra , lepen :!ieates para su- subsistencia ie loa c a m p e -1

sinos "pudientes !b E s decir,", la activid ad m ercan til, m onopo­

liza d a hasta hace poco por lopcornercinntes "m e stizo a ", ha si "o
/
ihctitecionaiissala al in terior do las co m u n ica la s p or lo s ca m p e­

sinos ."pu lie n te s"; E sta actividad sigue tunúán :1ose en el ca p i­

tal c o m e r c ia l, au la exportación de lo o in gresos y en la ca n a li­

zación de! cré d ito u s u ra rio , .

£1 cisterna de c a r g o s c iv il-r e lig io so n está enfet izando la s d iferen ­

c ia s s o cia le s entre los com uneros, Eos campa sin os r ic o s de aen

peñan ca rg o s le au tn ridales porque hablan castellan o, caben laca

y e s c r ib ir y tienen lib reta e le c to ra l o han servid'-' sr.. al e jé r c ito .


m ie n tra s q u e lo c ca m p e s in o s m e llo s y p o b r e s , analfabeto a •en

.su gr.an m a y o r ía , sAlc pti.e J e n , -e se m p e fía rse com ^ varay o 3 o

s u b o r iin a io g be lo o p rim e r o s . Estas 'iife-rencisG se m a n ifie s ­

tan en el c o n flic t o s o c ia l entre " p u lie n t e s " i ie orifica.lo o com o,

"in n ova l o r e s " y- -pebres .y m e llo s , i laúd fie a. Jos c o m o "c o n s e r ­

va, lo r e s “ , c o n flic to que e s cansante c a s i sie m p re le í fra ca so

do l o s nrograxnas Je,■'desarrollo com unal d irig id o o a .innovar

lá s-té cn ica s agro p e c u a r ia s ,

L a r e fo r m a a g r a r ia rep resen ta úna amenaza, p ara lo s c a m p e s i­

nos le reg ion es, Ion le el m inifun dio e s p re .laminar«:© y nP e x is -


. 1 : .V ■.. ■■■" ■■ ;■
te oo s ib il! J a le a le e x p o n ó fo n . L o s c a m p e s in o s " p u d ie n t e s "

co n s o lid a n su po 1er ííCotoLnieo, c e c ia l y p o lítico en baca al ace.-


t\ ' - ■ . • ; ■'

p aram ien to ie t ie r r a s en lo a .d iv e rso s p is o s e c o ló g ic o s ; ; lo g -c a m

'p e s in o s m e l l o s t o la v í ó a lca n za n e l'a u lo a b a ciscím ie P icv fa m ilia r

m ed ia n te'la s r e la c io n e s le rociprocifié, 1} m ie n tra s que Iba p o ­

b r e s le p e n ie n , para su su sten tó, ie. lo s m ás "pn lie n t e s " , o m i-

gran con sus' m u je re s a h ijo s en 'su sca le tra b a jo perm anente y .

m e jo r re m u n e ra Jó.

P e r o , p a ra la o c ^m unida ie a ub ic. a Ja 2 en re g io n e s con p re io m i-

n i ' l e la t ifu ñ iin s , la r e f o r m a a g r a r ia es la so lu ció n al- p ro b le - ,

nía le la t ie r r a . En estéis r e g io n e s io s com u n eros se organ isan


¿¿.o

an sin iic at o a ag r ar lo s y en g rupo s pr aca o pé rativa s par a. te na r-

en nirimer lúaar el con trol de lo s re cu rs o s y luego e x ig ir ados-

P o d e re s leí Estado, la legalización: o expropiación- ie- estas t ie ­

rra s A i r av é o de -estas o r ~an i 2 a c io n e a n o sólo refuerzan la

solid a ri za! le grupo y con servan la uni i a l de produccióxi, sino.,

exigen en trato directo con el G obiern o Central (evitando la la -

b o r de inte y me i iac
" i 6 n de los 1te e s tis o s tr)
.
la crie ntac 16
.
n- té c n i -/-

ca y la, ayuda cred iticia » P o r otra parte o e •aseguran opte las

cosech as sean coloca -la s er¿ lo s m ercados con m e jo re s p r e c io s

y que la s ganancias sean re inve rt.i-.ias en el incremento te la

producción $ finalmente el p la cer 'dé, tra baja r juntos, de co n v i­

ve nc i a mu tu „a y 1 e 1 int eré o c omdu va e 1 ve a. re n a ce r en 1 a o r ga *

nización :1o la s cooperativa,;?, confínales«

10, E s un h ech o innegable pue .1.0 a. curano s ino a aun Io las com uni
*•
in-

des m ás tr a d ic io n a le s estén' iis-yuestoá a ca m b ia r, El. a p re n - :

liz a jo le la, lectura, y e s c r it u r a sign ifica p ara e li^ s e l c o n o c í-

m iento le la s n *rm a s. le g a le s que rigen la s r e la c io n e s A tra b a ­

jo , la s e s c r it u r a s -públicas o c o m p r a y venta be bienes, la s l o ­

r a liz a c io n e s n o ta ria le s ie te sta m e n to s, ca rta s ie p o d e r, o 1.3

lo s expe lientes a seppoir en c a s o s le demandas ju iü e ia le c„ T a ies

m e n e s te r e s to Pavía san una p r o fe s ió n rentada p ara lo s "m e s ti

s o s ,: loe ale s ,
■ ; .

L o 3 b ie n e s va
' no son o■o se sie n\e s p
■ or c o n s iie r a c io.......
n o o be status

sino a b a s e :Iel tra b a jo p e rs o n a l corno a g r ic u lto r e s p ro v e e d o r es

al rao re a, :1o, a sala r ia lo o , in te r me 1i a r io s y nc ap ñ ra Ib r e s , La,

t ie r r a está té m a n lo c a l a v e z m á s un v a lo r l e t r a n s a c c ió n e c b -

•nétn ica y su p o s e s ió n y o v e lo tac ion* en c a l i l a ! le p ro p ie ta rio s ,

está acentúan ir la s , Ufe re a cia s s o c ia le s entre g ru p os le c a m p e ­

sinos. “p u lie n te s ” , a rrea lata rio s y jorn aleros a g ríc o la s . P e ro ,

debido al prédom inio le la agricu ltu ra :1o subsistencia, las r e ía -

c io ne s ia re c i pr o c i .1a .1 y 1© r e dist ri bu ció n s i que n re val e c ie n lo

en 1.a organ ización le la produ cción , las com unidades tc-iayín se •'

reserva n el derecho le' distribu ir tie r ra s ” vacan tes” entre los

cam pesin os ^ ú a r e c s n 1 .Le suficiente tie r r a s . S n otras pala­

b ra s, ía. irxtro ducci^n de la econ om ía .m onetaria' en las com uni-

:1aleo utin no ha dislócale: lo s sistem a s le co op era ción social •

Lm u^ben. ser L n y .ld o en cuenta en la orientación de p ro g ra ­

m as le desarrollo c o ib u n b ,
222

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' :le H a w a i» H e n n lu lo
o p ; . •
ROHANNAN, m u l ' ' ■’ '■ 'A
R U v o c i a i - .r.otnr^pel-'voy, H-~Ttr R i n e h a r t an l Y in s to n. N ew

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•I 9 6 ? C a m b io s - -©a P u n o v I n s t it u t o In d ig e n is ta Itfe r & m e r ica n c?♦


E d i c i o n e s E s p e c í a l e s 4 C , M é x ic o -,

19 6 ? P.o-der y l o c l e o a o en e l C e r ti G o n t e m p o r á n c o . E i . Su'r „
B u e n o s A i r e s , -A rg e n tin a » ■ * . •

B U R G O 3 G U E V A R A :, H u g o '
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La técnica .del barbecho ¿¡.5

La ainla en si barbecho 7 en el :}ara~auruy a 65


El. yupanakuy 7 el chac-rá-man<iy ,Q«„*

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L 1 truc*que y el acaparamiento ¿v e
productos agropecuarios .... o*¿»»a. 1?.
La economía .mesrisa w ,«¿ «- 11-0
Lo. especial i sac ion en la producción*, o»*»*««•. i
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