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ee 3 Direito natural ¢ liberalismo O ricipin de wide, desde sempe, incor dou rts ender Cn morn pelo orn as signs este princi simplemente no & verde reve nes ste, qe ede a oD pers Sto ima do bem € do ma Pas ton 0 pico de ‘liad étoicmente edad as plivel apes Caloc-eento squad ber lo qu spose subsitvire pring de wad; eal pode ero ei oe perme jig see nsttigcs lo Los our seas {cidade ou + inlidade que proporcionan? O endo ‘atu oop deriv dime parece carsmentnd — ‘undo as quis eles devem se comportar uns com os outros; ela ensinouclhes esas regras por uma epi de npg." -Apsa "Revelcio® eo senso moral, atercira fon te possvel do Direito natural 6a rani hunens Por ded, 3 partir de certosaxiomas gerss sobre a natareza human, Rar etmiia distingui leis ea natitigoes just ds in usta. O Direito natural seria, portanto, uma cfciaeaté uma titneia dedutivs, Eo que afirma a corente “ricionalita” da Direito natural, © € essa corrente que deu origem, no século “XVII 20 iberlismo no usitrsts, mais eonhecidecomadow- trina dos dicts do hone, de que trataremnos neste capital. Dieta mturalesazo humana (Os liberss que evocamos neste capitulo io foram os primeira a sliensat a importncia da Ratio no conhect- ‘mento do Direito maura. A tradicdo da Trea (ara de So ‘Toms de Aquino em paticle) no se ope a uto da Rezo; apenas sere que a Rasto io basta par descobri toda a moral pois, num detcrminado momento, Razio encontrs um Himite © torma-se eno indspensive recorrer & revelacio divin. (Os liberais da tradiio “direitos do homem’ no fo- ‘am tampouco os primeits 4 proclamar que 2 Rapio bastava Pata conhecr a totalidae do Diteito natural. Jferao panto de ‘Vista dos “racionalistas™ da geracdo anterior, como Pufendor [a] confeso", exeree esse autor, “que os textos sagradosofe- ecem grandes eslarecimentes para conhecimento mae se- {gro dos prneipios do Direito natural. Mas isto nfo impede ‘Que sca pastel descobrre demonstra com solide exes prince Dis [--]opencaranes defor da Reso natural proprio dos liberisconclurem sistematicamente a favor da liberdade not seus raciocinios juridicos e dedutivs. Este nfo € o caso de Pafendort, 0 mais famoso de seus antecessresracionalita, que, como vimos, acetava sob certascondigdes a escravidio, a endure, af es suntusras, ee De acordo com esa tradicforaconaisa, a Moral (ou Dire matur) sera uma eel compost de wm con- Junto de verdes quais se hep por dela pst de un certo némero de aiomas on princpios “simples, “evidentes mai, "incontstivel" ov ainda “nabalsve™: Come dit Pofendoré'h Moral bss em fondamentos ial, dos quss se pode dre verdadeias demonstra, epares de Produ acu sia” D’Alember vat ainda maison "A Morale lve inca mis comple, quanto ds verd tes que dela soos principio e quanto 0 enadeamenta des sasverdade [] todas as reas da Moral diam dna 20306, de um enedeamentonecessro”® Os Iiberss da tendéncia dos distor do homer “deduriam 1 iberdadsenquanto istiuigoes que dezorem logement de determinador tomas Istolevanta dss uses En primero lugar, de onde vém e em que consist esses, _siomas ou principe primeiros que consituem o pono de para dos acoctaos de Dieta natral? Em segundo ue {em gue cons ena opera les — que pemos ch Iiarde"dedugioquaiatva” — pes qual st verdades secu” dis on derivado extrait do axiom ou principios primeirs? Oasis fndementl: bomen um ania sal ‘Aidéia fundamental do Dirito natural é que aqi- Jo.que éconforme a Natorem 6 bom e aquilo que lhe € contri rio € mau, Segue-se que o ponto de parti pars descobrie 0: sxiomas do Direito natural 6» oberegio da Natures, da at ‘za humana em particular. Essa observagio mosta gue ©ho- ‘mem €, por natura, ui annals; sua constiuiezo indica claramente que ele € feito para viver em socedade. Por tum lado, el tema numerosn nde natu (vstis, al ‘mente, esquentars, protege de outros animalsrrais fortes (que ele, ec}; por outro, a Natutezsndo 0 dotou direemente dos meiosindspensiveis ara satisfzera esas necesidades (330 ‘tém pelos suficientes nem gatras, nfo pode comer no estado natural nem 3 grama nem a8 fh). Ao contri de alguns ‘outros animais que, sem sacrifcar sua necessidades natures, podem viversoinkos, ora do estado socal homer sb pode Suprr suas necessidades de modo stistGio se se associar a tutros homens. Oexado de sciedade é portanto, uma neces $idade Logica decorrents do fato de que (4 conriio de outros ‘ime ar necesidade nats do homer superna pesibiidades tas gat pe pre sai as sib, Os init deve da homens ‘Uma ver esabelecido que ed em cojomiade come [Nanweze (com sRazio) ofito deo homem vver em soceda- de, segunda pate do racioctno consist em descobi, através {o rcicinio, quai a ons acamone neces pa a ex inn damiedade De ft, a soiedade 56 pode exist se um ‘ert nimero de condigSesminimas for reanid 6 pode sub- Str se os homens usuruirem de certo direitos cumprizem fertor deveree, Segundo of racionalias, o Direto natural € precisamente isto; o Direito natural € 0 cajun ded de eee que omen deve espa ant que aside ex ‘ado ordenado pc. Commo escrevia Pufendorf"[.] 3 Ie ‘natural €descobera através das rflades fits sobre 3 consti ‘tigio da naturera mana [J]. leimatoral éaqoea que con ‘vm to necessariamente 3 natrezarazotvel eseifel do ho- tem que, ema obser dessa le, nfo poderahaver dentro ‘do género humano nenbuma sociedade honesae pati." E DiAlembert: "Tudo fem questo de moral] €fundamentado numa s6 verdade de fat, porém incontestivel, na necesidade ‘mdtua que os homens tém une das outros e nos deveres ec procos que esa neesidadeThes empoe"® (Os Mirena do homem” Quando se examina um documento que reeapitul ss principsis regrat do Direito natural (um documento como — ‘THOMAS JEFFERSON nn ei a 79 3a 7 ery ae ee ee ae eee ‘Spelt re Nee sccmnn ate oo. ‘Coie ni Sa Marys re ee even: Mata inant gti enarocese et, Slaiginc apenas Sosa See tas Se i rin fs Un sii inc piven a hs Sop nie Cin ear ere eq Chin jae alas) Sate detnioptnccinan oaregete ipa ear Se sre iumcpaa Paton aavygin ci rae a a Pee ate Sees ee re ee Sereda do pope sl «pos (rasan ei) watson deencepticn pete ea te co’ ern re Sumivcviganeumstonteaisuccbeclgoo pee See eee Ered le ws lea i isnga penta a ee ial crannies es pane Bienes cosets fener ech ep ues ps Mie el le me vip ms comin eee gstatenchoconaotancadstasBetomrets Se ee ee rang eferson vive apenas o inicio da Revolugo Prancest —