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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

ITEC / FEQ

Projetos em Engenharia
Química

Parte III - Projeto de uma


Planta Química
D. Eng. Rui Nelson Otoni Magno
Out-2016
Indústria Química
• Faz o processamento industrial químico de matérias-
primas levando à obtenção de produtos com valor
comercial agregado.
• O processamento industrial químico, em geral, envolve:
– Processos Unitários ou Conversão Química
• exemplo – obtenção de ácido sulfúrico (H2SO4)a partir do
enxofre:
» S + O2 SO2
» SO2 + 1/2O2 SO3
» Solução aquosa de SO3 H2SO4
– Operações Unitárias ou Operações Físicas,
como transferência de calor, controle de temperatura,
separação.
PROCESSO QUÍMICO
A indústria química recebe a (as) matéria (as)
prima (as) e gera produtos; a matéria prima
pode ser separada em frações (sem sofrer
transformação química) ou em outros
produtos (sofrendo transformação química).
PROCESSO QUÍMICO
MATÉRIAS-
PRIMAS

Processo PRODUTO

químico
MÃO-DE-
OBRA RESÍDUOS

RECURSOS
PROCESSO QUÍMICO
• OPERAÇÃO: é a ação direta do homem e
equipamentos sobre a matéria prima e
seus produtos (funções que devem ser
executadas).
• PROCESSO: é o estudo e acompanhamento
do conjunto de variáveis que agem na
OPERAÇÃO (especificação da matéria
prima e equipamentos para realizar as
diversas funções).
PROCESSO QUÍMICO
MATÉRIAS-PRIMAS:

• SÓLIDOS
• LÍQUIDOS
• SOLUÇÕES PREPARAÇÃO
• SUSPENSÕES
• GASES
PROCESSO QUÍMICO
RECURSOS:
• UTILIDADES:
• VAPOR
• ENERGIA ELÉTRICA
• ÁGUA TRATADA
• GASES
• AR COMPRIMIDO
• OUTROS RECURSOS:
• MANUTENÇÃO
• INSTRUMENTAÇÃO, CALIBRAÇÃO, ETC.
PROCESSO QUÍMICO
RESÍDUOS:

• SUB-PRODUTOS
• RESÍDUOS POLUENTES:
• RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS
• RESÍDUOS SÓLIDOS TRATÁVEIS
• RESÍDUOS SÓLIDOS INCINERÁVEIS
• RESÍDUOS SÓLIDOS PARA ATERROS
• EFLUENTES (LÍQUIDOS)
• EMISSÕES GASOSAS
PROCESSO QUÍMICO
O PROCESSO QUÍMICO COMPREENDE
VÁRIAS ETAPAS:

•PREPARAÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS


•REAÇÕES QUÍMICAS
•PURIFICAÇÃO DO PRODUTO
•EMBALAGEM
PROCESSO QUÍMICO
Quando a matéria prima não sofre
transformação química, para a obtenção de
produtos, dizemos que ela foi submetida às
OPERAÇÕES UNITÁRIAS; ao contrário,
quando a matéria prima sofre transformação
química, temos a chamada CONVERSÃO
QUÍMICA ou PROCESSO UNITÁRIO.
Principais operações unitárias
(físicos)
• Transporte (bombeamento) e
armazenamento de fluidos e sólidos
• Geração e transporte de calor
• Processos de separação: filtração,
cristalização, sublimação
• Sistemas líquido-sólido: filtros e
centrífugas, misturadores, agitadores
• Sistemas sólido-sólido: peneiração
• Destilação/Evaporação/Absorção/Secagem
PROCESSO QUÍMICO
PROCESSOS INDUSTRIAIS:

• ORGÂNICOS

• INORGÂNICOS
PROCESSO QUÍMICO
PROCESSOS ORGÂNICOS:
• NITRAÇÃO
• SULFONAÇÃO
• ALQUILAÇÃO
• ESTERIFICAÇÃO
• POLIMERIZAÇÃO
• FERMENTAÇÃO
• AMINAÇÃO
• CARBOXILAÇÃO
• HIDROGENAÇÃO
• OXIDAÇÃO, ETC.
PROCESSO QUÍMICO
PROCESSOS INORGÂNICOS:
• Tratamento de água • Detergentes e sabões
• Carboquímicos • Perfumes, aromatizantes
• Petroquímica • Alimentos
• Gases combustíveis • Agroquímicos
• Gases industriais • Óleos, gorduras
• Cerâmica • Açúcar e amido
• Cimento • Fermentação
• Vidro • Papel e celulose
• Ácidos • Indústria de fósforo
• Álcalis • Indústria de potássio
• Sais • Indústria de nitrogênio
• Tintas • Plásticos
• Explosivos • Fibras sintéticas
• Corantes • Borracha
Indústria Química
A produção em escala industrial de um produto envolve três
fases:
1. Desenvolvimento em laboratório - estudo detalhado das
conversões químicas e das condições físicas (temperatura,
quantidades, catalisadores, etc.) necessárias para sua
execução;
2. Desenvolvimento do produto em escala semi-industrial -
equipamentos que reproduzem o processo planejado -
conversão química e operações físicas necessárias numa
escala bem menor que a industrial.
3. Projeto e implantação do processo em escala industrial.
(Atenção para os aspectos econômicos dos processos:
rendimentos, conversões, velocidades  constantes de
equilíbrio, tempos de residência, velocidade de reação).
CUSTOS DE PRODUÇÃO
Receita de vendas
$
(faturamento)

Custo total
de produção
Ponto de
equilíbrio Custos
variáveis

Custos
fixos

Quantidade produzida
X
O ponto de equilíbrio representa o quanto sua empresa precisa faturar
para pagar todos os seus custos em um determinado período.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
1. Dados químicos fundamentais

• Velocidade da reação - rapidez de avanço da


reação, catálise, cinética (Balanço de Massa)

• Termodinâmica - troca de energia envolvidas na


reação química e energia necessária de fontes
externas como calor ou potência.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
2. Tipo do Processo

• Processo contínuo
– Opera em altos volumes e baixa variedade de produtos;

– Seus produtos são indivisíveis e produzidos em fluxo ininterrupto;

– São relacionados a altos investimentos, com fluxo altamente


previsível e tecnologia inflexível.

Ex.: refinaria petróleo, processos petroquímicos, fabricação


de papel em altos volumes.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
• O processo contínuo exige uma instrumentação de
processo mais complexa, que não somente registre, mas
também controle as variáveis do processo (temperatura,
vazão, pressão...).

• É necessário controlar os desvios e corrigi-los


rapidamente.

• Controle informatizado do processo.

• Custos são altos para pequenas produções mas se


diluem para grandes produções.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
2. Tipo do Processo

• Processo descontínuo (bateladas)


– A operação tem períodos em que é repetida, enquanto produz-se
um lote;

– É associada a maior variedade de produtos; e

– Menor volume.

Ex: polimerização, fabricação de produtos farmacêuticos.


O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
• O processo descontínuo é utilizado quando
o volume de produção é pequeno;
• Quando o custo de produção é mais
favorável que o do processo contínuo; ou
• Quando condições de segurança são
fundamentais.
Tipos de Processos em
Manufatura
A relação entre volume e variedade determina o tipo de processo

Alta
Projeto

Bateladas
Variedade

Em Massa
Contínuo
Baixa
Baixo Volume Alto
Tipos de Processos em
Manufatura
Processos de Projeto

• São processos que lidam com produtos discretos, bastante


customizados.

• O período para fazer o produto é longo.

• Não há uma padronização do processo de produção, vai


depender do tipo e do projeto de produto encomendado.

• É tipicamente “sob encomenda”.

• Geralmente todos os recursos da empresa são voltados para


apenas um projeto por vez.

Ex.: indústria naval, construção civil, produção


de filmes, construção de grandes máquinas.
Tipos de Processos em
Manufatura
Processos em Bateladas (ou Lotes)

• Variedade e volume intermediários. O tamanho do


lote varia de algumas unidades até toneladas de
produto por unidade de tempo. Ex.: Produção de
roupas, de peças e conjuntos.

• Na indústria química, é típico de produtos com


maior valor agregado, com especificações
direcionadas a um tipo de cliente e menores
volumes. Ex.: Polimerização, fabricação de produtos
farmacêuticos, de especialidades químicas.
Tipos de Processos em
Manufatura
Produção em Massa

• Produzem bens em altos volumes e com


variedade relativamente baixa, em termos de
aspectos fundamentais de produto.

•Exemplo típico: montagem final de automóveis – o


projeto básico é o mesmo, mas pode haver grande
variedade de opcionais, cores, motorização. Outros
exemplos: fabricação de bebidas, injeção de
plásticos em alto volume.
Tipos de Processos em
Manufatura
Produção Contínua

• Opera em volumes maiores e variedade ainda menor


que a produção em massa. Geralmente são literalmente
contínuos, pois seus produtos são indivisíveis e
produzidos em fluxo ininterrupto. São associados a
tecnologias relativamente inflexíveis, de capital intensivo
e fluxo altamente previsível.

•Ex.: refinarias de petróleo, petroquímicas, produção de


papel em larga escala, usinas de eletricidade, de
tratamento de água.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
3. Fluxogramas para representar um processo químico (Flow-
Sheet) :
• É a representação gráfica simplificada por meio de figuras e
letras, de estruturas e do funcionamento de instalações de
processamento.
• Servem de base para o projeto e a operação na planta-piloto
e na fábrica.
• O fluxograma deve conter sequência coordenada das
conversões químicas e operações unitárias, os
equipamentos utilizados, o balanço de massa e de energia,
mão-de-obra e utilidades.
• Indica pontos de entrada de matérias-primas e os pontos de
retirada dos produtos e subprodutos.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
Tipos de Fluxogramas (Flow-Sheet):
a) Fluxograma de Bloco (block flow diagrams – BFD)

b) Fluxograma de Processos (process flow diagram –


PFD)

c) Fluxogramas de tubulação e instrumentação (Pipping


and Instrumentation Diadram)
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
Fluxograma de Bloco
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
Fluxograma de Processo
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
Fluxograma de Processo

 QH: calor fornecido ao vapor na


caldeira a partir de uma fonte a alta
temperatura.
 QL: calor rejeitado pelo vapor no
condensador para um sumidouro a
baixa temperatura.
Fluxo do Processo

Silo

Gerador

Trocador de Secador Vasos


calor purificadores

Lavador de
gás

Secadores Compressor Filtro

Enchimento
Fluxo do Processo - Enchimento
Tanque de
Bombeamento Vaporização Enchimento Armazenamento
líquidos

Distribuição

Tanque Bomba Vaporizador Enchimento Estocagem Entrega


O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
4. Escolha do processo químico, projeto e
operação
• Esta etapa envolve análise para planejamento de
operações eficientes das plantas-piloto e de produção,
projeto e execução da planta piloto;
• Definição dos equipamentos, materiais de construção,
análise de durabilidade e corrosão no processo;
• Instrumentação e automação do processo;
• Definições de variáveis como pressões, temperatura,
vazões, vácuo, etc.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
5. Controle e instrumentação dos processos químicos,
• Isto inclui definição da estratégia de controle e
monitoração do processo - automatizado ou manual.

• Na maioria dos processos competitivos, a monitoração,


controle e operação é em sua, maioria, automatizada e
controlada por computador.

• Calibração dos equipamentos de controle do processo,


como manômetros, termômetros, termohigrômetros,
válvulas de segurança, medidores de vazão,
potenciômetros, voltímetros, amperímetros, etc. Além
das vidrarias de análise, como: pipetas, buretas, balões
volumétricos, provetas, etc.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
6. Economia do processo químico
• Orçamento do projeto – é parte financeira relacionada
com a atividade operacional.
• Investimento do projeto – consiste em se quantificar o
valor do capital necessário para implantação do projeto.
• Financiamento do projeto – estudo das fontes de
financiamento.
• Avaliação do projeto – se identifica se o projeto apresenta
um retorno adequado ao nível de risco assumido no
projeto.
– Risco x Retorno
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
6. Economia do processo químico – cont....
• Avalição do Projeto...
– Prevê a análise e avaliação dos processos competitivos;
– Despesas gerais (seguro, impostos, consultorias), capital (juros e
depreciação), fatores de produção, reparos e manutenção, custos
globais;
– Avaliação dos investimentos – consiste em avaliar quais
indicadores de viabilidade do projeto será considerado, como por
exemplo, ROI, tempo para retorno do investimentos, ponto de
equilíbrio, lucratividade, rentabilidade ;
Indicadores de Viabilidade
Ponto de equilíbrio em faturamento. - representa o quanto sua empresa
precisa faturar para pagar todos os seus custos em um determinado período.

Receita total<R$ 65.000,00, a empresa estará operando com prejuízo;


Receita total > R$ 65.000,00, a empresa estará operando com lucro.
Indicadores de Viabilidade
Lucratividade: É um indicador que mede o lucro líquido em relação às vendas. É
um dos principais indicadores econômicos, pois está relacionado à
competitividade. Se sua empresa possui uma boa lucratividade, ela apresentará
maior capacidade de competir, isso porque poderá investir mais em divulgação,
na diversificação dos produtos e serviços, na aquisição de novos equipamentos,
etc.

Isso quer dizer que sob os R$ 100.000,00 de receita total “sobram” R$ 8.000,00
na forma de lucro, depois de pagas todas as despesas e impostos, o que indica
uma lucratividade de 8% ao ano.
Indicadores de Viabilidade
Rentabilidade: É um indicador de atratividade dos negócios, pois mede o
retorno do capital investido aos sócios. É obtido sob a forma de percentual por
unidade de tempo (mês ou ano). É calculada por meio da divisão do lucro
líquido pelo investimento total. A rentabilidade deve ser comparada com
índices praticados no mercado financeiro.

Isso significa que, a cada ano, o empresário recupera 25% do valor investido
através dos lucros obtidos no negócio.
Indicadores de Viabilidade
Prazo de retorno do investimento: Assim como a rentabilidade, também é um
indicador de atratividade. Indica o tempo necessário para que o empreendedor
recupere o que investiu.

Isso significa que, 4 anos após o início das atividades da empresa, o


empreendedor terá recuperado, sob a forma de lucro, tudo o que gastou com a
montagem.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
7. Avaliação do mercado - Planejamento de Marketing
• Consiste em se descobrir se o produto a produzido tem
um mercado consumidor. É necessário observar as
inovações, que é a garantia de que a idéia do problema
específico chegue ao mercado. A inovação pode ser
radical ou incremental.
• Sugere a avaliação de estatísticas de crescimento de
mercado;
• Localização dos mercados;
• Durabilidade do produto e Tipos de embalagens;
• Estratégias de vendas; e
• Serviços pós-venda (SAC/Assistências/Aplicação, etc).
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
8. Localização da fábrica
• Corresponde a identificação do local exato de onde será
implantado o projeto;
– A definição da localização inclui a avaliação das matérias-
primas envolvidas;

– Transporte e mercado;

– Logística de suprimentos e distribuição;

– Outros fatores como energia, água, disponibilidade de mão-de-


obra, custos de terreno, descarte dos rejeitos interferem na
escolha da localização.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
9. Segurança, avaliação dos riscos para saúde ocupacional e
meio ambiente

• No projeto de qualquer processo químico é fundamental a


avaliação e minimização de impactos ambientais e na
saúde e segurança dos operadores;

• Existem ferramentas de análise dos riscos e;

• Todo processo deve estar em conformidade com a


legislação ambiental e legislação trabalhista (NR’s, PPRA,
PCMSO, PGRSS, etc.).
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
10. Construção da fábrica

• Implantação do Projeto – significa que o projeto avaliado


foi considerado viável em termos técnicos, econômico e
financeiro.

– Normalmente, é confiada a empresas especializadas em


construção de fábricas;

– Aluguel de galpões ou prédios surge como uma alternativa


O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
11. Start-up – “preparação da operação”
• Significa o momento pré-operacional, onde será
necessário que se faça todos os ajustes operacionais nas
máquinas e equipamento, conforme previsto no projeto.

• Em processos que “rodam” ou “produzem” vários


produtos o set-up deve acontecer em menor tempo
possível.

– Técnicas como SMED (Single Minute Exchange of Dies), ou seja,


Mudança de Produto em Menos de Um Minuto.
– Set-up rápido
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
12. Operação do Projeto
• É quando a planta química inicia o ciclo operacional,
produzindo o produto conforme a especificação prevista
no projeto.

• Mantendo o controle e o monitoramento do processo


e/ou o produto conforme o especificado no
projeto/cliente. Podendo incluir análises químicas em
laboratório, de “banhos” do processo e/ou produto.
– Concentrações [g/L, ppm, %P, %V], Densidade [Kg/m³],
Viscosidade [Pa.s, cP, cSt], Graus GL [%V] (ou teor alcóolico), etc.
O engenheiro no projeto e
implantação do processo químico
13. Melhoria contínua e otimização de processos

• Uso das ferramentas da qualidade buscando maior


eficiência nos processos e a redução dos desperdícios;
• Algumas ferramentas utilizadas para melhoria do
processo:
– Projetos Seis Sigma / DOE– DMAIC, Time de Melhoria da
Qualidade, Ciclos da Qualidade, Eventos Kaizen, Lean
Manufacturing, Value Stream Map, TPM, etc).
Os setes desperdícios que devem ser eliminados
nos processos produtivos são:

1. Tempo de espera
2. Produção em execesso
3. Transporte
4. Movimentação
5. Retrabalho
6. Estoques
7. Processamento extra
DOE – Design of Experiment –
Projeto Experimental
REFERÊNCIAS
• Baseado em
• Shreve, R.N & Brink Jr., J.A.
• “Como elaborar um plano de negócio”, Serviço Brasileiro de
Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, 2009.

Complementar:
• Notas de aula “Processos Químicos para Eng. de Produção” –
Profª Adriana Azeredo.
• Slide de Treinamento – Lean Manufacturing, SMDE, Design of
Experiment (DOE), Value Stream Map (VSM), etc.