Está en la página 1de 2

Livre-arbítrio 4º AULA: Libertarianismo

Conteúdo: Método:
1. Libertarianismo (15 minutos) 1. Palestra
2. Resumo / Conclusão (15 minutos) 2. Discussão guiada
3. Preparação do Debate (20 minutos) 3. Trabalho em grupo

Introdução do Professor: Esta lição apresenta aos alunos o ‘libertarianismo’ como solução para o problema do livre
arbítrio. É um encerramento do tema do livre arbítrio. Criaremos equipes e permitiremos que eles comecem a preparar
um debate culminante na classe para a próxima e última lição sobre este tema.

Objetivos e conceitos-chave:
1. Os alunos devem entender o libertarianismo como uma solução para o problema do livre arbítrio, bem como críticas
ao libertarianismo.
2. Os alunos devem entender as diferentes motivações gerais com as quais os filósofos abordam o problema do livre
arbítrio.
3. Conceitos-chave: Libertarianismo, causalidade do agente.

1. Libertarianismo
Se retornarmos à nossa árvore de decisão para o problema do livre arbítrio, o libertarianismo é uma abordagem
incompatibilista, que é um ramo do indeterminismo. Ele afirma que o futuro é aberto e não determinado, e temos o
poder de moldá-lo. De acordo com o libertarianismo, poderíamos imaginar dois agentes que tenham as mesmas
experiências exatas, mas, no entanto, realizam diferentes ações. Então, como as pessoas têm controle sobre suas
ações? Existem diferentes explicações e, portanto, diferentes versões do libertarianismo. Discutiremos apenas a conta
de causalidade do agente, porque é a versão mais acessível.
Por essa razão, os seres humanos são diferentes das rochas, plantas ou outros objetos. As pessoas têm uma forma
especial de poder causal, chamado causalidade do agente para distingui-lo da causação do evento. Se pensarmos
novamente na lição dois, a causalidade do evento é como um dominó caindo causando o próximo dominó na linha a
cair. É assim que funciona para todos os eventos físicos; Todos os eventos físicos são seguidos por eventos físicos
prévios e determinados. No entanto, quando se trata de agentes, os libertários pensam que as coisas são diferentes.
Os agentes podem agir sem que a ação seja o resultado de eventos anteriores, sem que seja determinado pelo
passado. Os agentes têm um poder especial para causar algo sem estar sujeito ao determinismo causal; o agente pode
agir espontaneamente para que aconteça algo que ainda não estava determinado a acontecer. Esse poder é conhecido
como causalidade do agente. Para ajudar a compreender a causação do agente, podemos usar a linguagem religiosa
(embora o libertarianismo não precise ser uma visão religiosa). É como se os agentes fossem seres divinos capazes de
atuar como um "motor primário impassível" - para que os eventos aconteçam sem nada ou ninguém que faça com
que o agente cause esses eventos.

Há várias críticas comuns ao libertarianismo:

1. O que é a causalidade do agente, e como é realmente distinto da causação do evento? De acordo com o
libertarianismo, os agentes, como necessidade metafísica, são totalmente responsáveis por suas ações por causa de
uma distinção rigorosa entre causalidade do agente e causação do evento. Mas isso parece contrariar a forma como
efetivamente atribuímos responsabilidade moral no cotidiano, em que freqüentemente atribuímos responsabilidade
limitada aos agentes. Por exemplo, suponha que Raquel esteja muito deprimida, de modo que muitas vezes ela nem
sequer saia da cama. Nós normalmente pensamos que os eventos no cérebro de Raquel (como eventos bioquímicos)
estão fazendo com que ela atue dessa maneira. Mas os libertários pensam que o que acontece no cérebro de Raquel
é apenas uma causalidade do evento, que não pode prejudicar a liberdade da Raquel de escolher. Esta visão parece
não científica, porém, e os libertários precisariam responder a essa dificuldade ao ter uma descrição clara de como e
quando os eventos podem prejudicar a liberdade; Essa posição arrisca minar a distinção clara necessária entre
causalidade do evento e causalidade do agente.
2. O libertarianismo introduz bagagem metafísica. Os filósofos, como os outros, preferem a simplicidade (como
exemplificado pelo princípio da navalha de Ockham1), o que significa não introduzir entidades fundamentais
desnecessárias. O libertarianismo introduz duas novas entidades fundamentais (e misteriosas): agentes e causalidade
do agente. Não seria melhor evitar esses compromissos?
3. O libertarianismo parece comprometido com milagres. Para os libertários, algo muito especial acontece quando um
agente causa uma ação: a ação ocorre sem qualquer causa anterior. Mas se não há causas anteriores, como pode
haver uma explicação de por que o agente fez o que ele ou ela fez? De acordo com a posição libertária, qualquer ação
gratuita tem o status de um milagre porque interrompe a ordem natural das causas. Milagres são eventos que não se
enquadram no nosso quadro explicativo padrão. O livre arbítrio se transforma em milagres, em algo misterioso e
inexplicável. Isso não parece muito satisfatório.

2. Conclusão da vontade livre

Dirijir uma discussão guiada sobre o lugar onde os alunos pensam que as coisas estão agora, que eles cobriram todas
as posições relativas ao problema do livre arbítrio. À medida que facilitamos, deixemos os alunos saberem que,
embora seja relativamente fácil ver qual é o problema do livre arbítrio e porque é importante, resolver isso parece
bastante difícil. Toda posição acaba parecendo misteriosa de uma forma ou de outra. Deixemos os alunos saberem
que está certo estar lutando para resolver uma resposta. Basta pensar nas diferentes possibilidades e nos argumentos
a favor e contra que pode nos ajudar a esclarecer como pensamos sobre nós mesmos e como nos encaixamos no
mundo físico. Nesse sentido, esse tópico vai muito bem com a unidade na identidade pessoal.

Um ponto amplo que podemos adicionar à discussão é que diferentes filósofos parecem ter diferentes abordagens
gerais para o problema da livre vontade desde o início. Alguns filósofos tendem a tratar o livre-arbítrio como uma
questão metafísica que informa os nossos pontos de vista sobre a teoria dos valores (ética / responsabilidade moral).
Em outras palavras, eles começam com nossas intuições de que os princípios da vontade livre e do determinismo
parecem ser verdadeiros, reconhecem a aparente incompatibilidade entre eles e então tentam responder a questão
metafísica de que se ambos ou apenas um está realmente correto, e se apenas um é correto, então qual. A partir dessa
resposta, eles chegam a uma resposta sobre se realmente temos livre arbítrio. Esses filósofos tendem a ser
deterministas rígidos ou compatibilistas. Outros filósofos parecem começar com a idéia de que somos agentes morais
e temos responsabilidade moral. Eles aceitam o argumento geral contra o determinismo rígido apresentado na lição
2 como ponto de partida. Então eles tentam resolver o problema metafísico resultante de como dar conta do livre
arbítrio dada a aparente incompatibilidade entre os dois princípios. Ou seja, eles trabalham a partir da teoria do valor
e, em seguida, tentam resolver a questão metafísica. Esses filósofos tendem a ser Libertários ou Compatibilistas.

3. Preparação do Debate
Dividiremos os alunos em equipes para um debate a ser realizado na próxima lição. Nessas equipes, pediremos que
comecem os preparativos para o debate. Eles devem continuar seus preparativos como tarefa de casa.

Atribuição de tarefas domésticas:


Preparação do Debate

1
É um princípio científico e filosófico que propõe que, entre hipóteses formuladas sobre as mesmas evidências, é mais racional
acreditar na mais simples. Ou seja: diante de várias explicações para um problema, a mais simples tende a ser a mais correta.