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Índice

1. Introdução .......................................................................................................................... 2
2. Conclusão ........................................................................................................................... 7
3. Bibliografia ........................................................................................................................ 8
1. Introdução
2. N2cessidades Educativas Especiais na Linguagem

Necessidades educativas especiais são situações onde são evidentes dificuldades de


aprendizagem, ou seja em aceder ao curriculum oferecido pela escola, exigindo um
atendimento especializado, de acordo com as características específicas do aluno.

Sendo a comunicação um processo activo de troca de informação e conhecimento, de


carácter universal comum a todas as espécies, requer ferramentas indispensáveis como a
linguagem, mais um instrumento complexo que pode existir independente da
comunicação

A linguagem é uma forma de ação sobre o que nos rodeia, uma expressão do
desenvolvimento, uma confirmação da evolução humana ao longo da sua existência,
uma ferramenta de tal maneira importante, capaz de influenciar tomadas de decisão
importantes no rumo da humanidade, através das técnicas de marketing tão importantes
hoje em dia na nossa sociedade.
Numa expressão mais resumida pode dizer-se que a linguagem é a expressão do
pensamento que pode fazer mudar o pensamento

Investir no estudo da linguagem é também compreender as dificuldades que podem surgir


no período de aquisição da mesma e as suas influências nas aprendizagens de algumas
crianças e na vida de adultos, tentado descobrir novas formas de prevenção e intervenção
como haverá oportunidade de ler mais à frente.

Na realidade, pode-se discernir três papéis fundamentais da linguagem, segundo


14Debrey-Ritzen e Mattlinger (1979):

 Expressão de si (linguagem egocêntrica de Piaget); expressão das sensações, das


emoções, das situações vividas, quer essa expressão se dirija somente a si
(monologo em voz alta) ou a outrem tomado como simples testemunha (monologo
a vários, como são, muitas vezes, as conversas de crianças… e, por vezes, mesmo
adultos). Apesar mesmo de a expressão de si ser predominante, pode já existir,
implicitamente, uma certa comunicação.
 Comunicação com outrem, voluntária e explícita (linguagem socializada de
Piaget); a linguagem comporta informações, questões ou perguntas dirigidas a um
interlocutor e modula-se em função deste.
 Representação, finalmente; a linguagem serve para representar o universo, para
transmitir esse universo a si mesmo em ordem a memorizar cada nova descoberta,
conservar cada aquisição e evocá-la á vontade. É aí que a linguagem interior
desempenha um papel predominante, estritamente ligado ao pensamento de que é
um dos suportes, embora não exclusivo.

Depois dos papéis da linguagem, podemos descrever níveis de linguagem e distinguir


com Piaget:

 Uma linguagem inconsciente, fantástica, incomunicável (sonho);


 Uma linguagem infralógica, egocêntrica, pouco comunicável;
 Uma linguagem inteligível, lógica, comunicável.

Estes três níveis não são separáveis na evolução da linguagem da criança, predominando
cada um segundo os momentos, mas é certo que o acesso ao terceiro nível constitui a
«finalidade» da aprendizagem da linguagem.

 Fala / Língua

Depois de feita uma abordagem sobre a comunicação e a linguagem, áreas mais


abrangentes far-se-á uma análise sobre duas ferramentas utilizadas para que estas possam
existir, a fala e a língua.

Não é fácil conceber a linguagem sem língua, sendo esta uma característica de cada
comunidade humana, um código dominado por um determinado grupo.

A fala é a o conjunto de sons que tornam a linguagem audível, confere-lhe a oralidade,


pressupões a existência da capacidade de ouvir, um conjunto de competências: físicas, e
até emocionais (em situações de grande stress acontece muitas vezes a fala ficar afetada).

A Linguagem e a sua Relação com o Cérebro

Depois de se falar sobre dois instrumentos fundamentais no desenvolvimento da


comunicação e da linguagem aborda-se o estudo do desenvolvimento da linguagem e a
sua relação com o cérebro, como se adquire a linguagem e em que medida o cérebro é
responsável pelo seu desenvolvimento ou pelos problemas relacionados com a mesma.
Encontram-se na área da educação e neurociência inúmeros profissionais que trabalharam
e continuam a dar o seu contributo para que professores e terapeutas, encontrem estratégia
e possam ajudar crianças com problemas de aprendizagem/problemas de linguagem a
obter rendimento escolar e integração na vida social.

Linguagem Oral e Linguagem Escrita

A linguagem escrita é uma função da linguagem que se desenvolve por diferenciação a


partir da linguagem falada (Vygotsky, 1962).

Dado que a linguagem oral emerge não só como uma necessidade de aprendizagem mas
também como uma necessidade social, de comunicar, de informar e ser informado, de
interagir com os pares e com a sociedade.

Características da linguagem oral e linguagem escrita

Linguagem Oral Linguagem Escrita

 Relação direta entre os  Não pressupõe uma relação direta


interlocutores; entre os interlocutores;
 Contexto de comunicação  Contexto de comunicação não
conhecido partilhado pelos partilhado entre quem escreve e
interlocutores; quem lê.
 Regulada pelo desenrolar da  Não regulada pelo desenrolar da
dinâmica entre os interlocutores; dinâmica entre os interlocutores;
 A planificação do que se vai dizer  Planificação do processo no seu
não é feita necessariamente à conjunto;
priori;  Sequência de marcas organizadas
 Sequência de sons produzidos ao no espaço;
longo do tempo;  Permanente, espacial e visual.
 Transitória, temporal. E utiliza o
sistema auditivo.

Sinais de Alerta

a) Quando aos 18 meses a criança não compreende ordens simples;


b) Quando com 2 anos completos a criança não diz nenhuma palavra;

c) Quando aos 3 anos não formula frases com três palavras;

d) Quando aos 4 anos produz frases que não se submetem às regras gramaticais;

e) Quando aos 5 anos persistem omissões ou alterações relativamente frequentes na


articulação, em particular nas consoantes sibilantes (s, z, x, y) e consoantes liquidas (l, m,
n, r);

consequências

 Deficiência mental;
 Surdez e outras deficiências auditivas;

 Anormalidades físicas (aparelho fonador),

 Lesões neurológicas de tipo neuromotor (paralisia cerebral)

 Perturbações psiquiátricas (psicoses infantis)

Os indivíduos com dificuldades de aprendizagem podem registar problemas ao nível


de:

 Compreensão do que é lido;

 Fala;

 Escrita;

 Capacidade de desenvolver raciocínios.


3. Conclusão

No fim deste trabalho, conclui-se


4. Bibliografia