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LICENCIAMENTO AMBIENTAL

RELACIONADO A INFRAESTRUTURA
E SERVIÇOS
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I
Conceito de licenciamento ambiental

CAPÍTULO II
Legislação Ambiental: Federal, Estadual e Municipal
Competências Para o Licenciamento Ambiental
Procedimentos Técnicos do Licenciamento

CAPÍTULO III
Tipos de licença ambiental
Licença Prévia – LP
Licença de Instalação – LI
Licença de Operação – LO
Licença Ambiental Única – LAU
Licença de Instalação e Operação – LIO
CAPÍTULO IV

Principais Atividades de Infraestrutura e Serviços Licenciadas


Pelo IMAC
Documentos Necessários Para Obtenção da Licença Ambiental
Licença Prévia - LP
Licença de Instalação - LI
Licença de Operação - LO
Licença Ambiental Única – LAU
Licença de Instalação e Operação - LIO
Regularização de empreendimento não licenciado
devidamente
Prazo de Validade das Licenças Ambientais
CAPÍTULO V

ESTUDOS AMBIENTAIS

Estudo de Impacto Ambiental – EIA

Relatório de Impacto Ambiental – RIMA

Plano de Controle Ambiental – PCA

Plano de Recuperação de Área Degradada – PRAD

Relatório Ambiental Simplificado - RAS


INTRODUÇÃO

O licenciamento ambiental configura um relevante instrumento da Política Nacional de Meio


Ambiente. O trabalho ora apresentado em cinco capítulos tem como objetivos fornecer
informações úteis à elaboração dos pedidos de licenças ambientais e orientar sobre os
respectivos processos de licenciamento, além de relacionar os principais conceitos inseridos
nos normativos aplicáveis à matéria. O cuidado que se deve dedicar à questão do licenciamento
resulta em benefícios para o empreendedor.
Nesta apresentação não se tem a pretensão de esgotar o tema mas sim trazer orientações sobre
os assuntos mais relevantes acerca do licenciamento ambiental de Infraestrutura e Serviços.
Os Capítulos I, II e III apresentam aspectos teóricos das licenças ambientais, tais como
conceito, natureza, legislação aplicável, Tipos de Licença Ambiental, Competências
para o Licenciamento Ambiental e Procedimentos Técnicos do Licenciamento.

O Capítulo IV fornece informações para a solicitação e a obtenção das licenças


ambientais, principais atividades licenciadas na Infraestrutura e Serviços, inclusive
com orientações sobre a documentação necessária para obtenção do licenciamento.

O Capítulo V aborda os principais Estudos Ambientais solicitados no licenciamento.


CAPÍTULO I
CONCEITO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
A Resolução Conama 237/97 traz o
seguinte conceito de licenciamento
ambiental: Procedimento administrativo
pelo qual o órgão ambiental competente
licencia a localização, instalação,
ampliação e a operação de
empreendimentos e atividades utilizadoras
de recursos ambientais, consideradas
efetiva ou potencialmente poluidoras; ou
aquelas que, sob qualquer forma, possam
causar degradação ambiental, considerando
as disposições legais e regulamentares e as
normas técnicas aplicáveis ao caso.
O licenciamento é também um dos
instrumentos da Política Nacional do
Meio Ambiente - PNMA, cujo objetivo
é agir preventivamente sobre a
proteção do bem comum do povo - o
meio ambiente – e compatibilizar sua
preservação com o desenvolvimento
econômico-social. Ambos, essenciais
para a sociedade, são direitos
constitucionais. A meta é cuidar para
que o exercício de um direito não
comprometa outro igualmente
importante.
Capítulo II
Legislação Ambiental: Federal, Estadual e Municipal
Legislação Federal
Um dos primeiros diplomas legais a abordar o tema foi o Decreto-Lei n° 1.413,
de 31 de julho de 1975 – regulamentado pelo Decreto n° 76.389, de 1975, que
dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente provocada por atividades
industriais.

Posteriormente veio a Lei n° 6.803, de 1980, que estabelecia diretrizes básicas


para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição

Em 1981 foi sancionado a Lei n° 6.938, de 31 de agosto de 1981,


regulamentado pelo Decreto n° 99.274, de 06 de junho de 1990. Que dispõe
sobre a Política Nacional de Meio Ambiente
Art. 225 da Constituição Federal –
Todos têm direito ao meio ambiente
ecologicamente equilibrado, bem de
uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se
ao poder público e à coletividade o
dever de defende-lo e preservá-lo
para as presentes e futuras
gerações.

Lei Complementar n° 140, de 08 de dezembro de 2011 – Fixa normas nos termos


do inciso III, VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição
Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito federal e os
municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício de competência
comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio
ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e a preservação das
florestas, da fauna e da flora; e altera a lei 6938, de 31 de agosto de 1981.
Lei n° 12.305 de 02 de agosto de 2010 - Institui a Política Nacional de
Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá
outras providências.
Decreto n° 7.704, de 23 de dezembro de 2010 - Regulamenta a Lei no
12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos
Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos
e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa,
e dá outras providências.

Lei n° 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 - Dispõe sobre as sanções


penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao
meio ambiente, e dá outras providências

Decreto n° 6.514, de 22 de julho de 2008 - Dispõe sobre as infrações e


sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo
administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras
providências.
Resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA

Resolução CONAMA n° 006, de 24 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a aprovação


de modelos de publicação de pedidos de licenciamento ambiental em qualquer
de suas modalidades, sua renovação e a respectiva concessão.

Resolução CONAMA n° 001, de 23 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre diretrizes


básicas para elaboração dos Estudos de Impacto Ambiental – EIA e seu respectivo
Relatório de Impacto ao Meio Ambiente - RIMA

Resolução CONAMA n° 237, de 19 de dezembro de 1997 - Dispõe sobre a revisão


e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento
ambiental
Legislação Estadual
Lei n°. 1.117, de 26 de janeiro de 1994 - Dispõe sobre a política ambiental do
Estado do Acre e dá outras providências

Lei n°. 1.698, de 16 de janeiro de 2006 – Altera e acresce parágrafos ao art.


107 da lei 1.117, de 26 de janeiro de 1994, que dispõe sobre a Política
Ambiental do Estado do Acre.

Lei n°. 2.156, de 1º de Dezembro de 2009 - “Altera a Lei n. 1.117, de 26 de


janeiro de 1994, que dispõe sobre a política ambiental do Estado do Acre, e
dá outras providências.”

Portaria Normativa CEMACT n° 002, de 1° de 2010 – Dispõe sobre a


padronização da documentação exigida para o licenciamento ambiental pelo
IMAC
Legislação Municipal

Lei n° 1.330, 23 de setembro de 1999 - Dispõe


sobre a Política Municipal de Meio Ambiente, seus
fins e mecanismos de formulação e aplicação,
instituindo o Sistema Municipal de Meio Ambiente e
alterando as competências da SEMEIA e do
COMDEMA, e dá outras providências
COMPETÊNCIAS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL
A Resolução CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997 estabelece a quem compete o
licenciamento ambiental considerando as três esferas: Federal, Estadual/Distrital e
Municipal
Art. 4o Compete ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis -
IBAMA, órgão executor do SISNAMA, o licenciamento ambiental a que se refere o artigo 10 da
Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, de empreendimentos e atividades com significativo
impacto ambiental de âmbito nacional ou regional, a saber:

I - localizadas ou desenvolvidas conjuntamente no Brasil e em país limítrofe; no mar territorial;


na plataforma continental; na zona econômica exclusiva; em terras indígenas ou em unidades
de conservação do domínio da União.
II - localizadas ou desenvolvidas em dois ou mais Estados;
III - cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou
mais Estados;
IV - destinados a pesquisar, lavrar, produzir, beneficiar, transportar, armazenar e dispor
material radioativo, em qualquer estágio, ou que utilizem energia nuclear em qualquer de suas
formas e aplicações, mediante parecer da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN;
V - bases ou empreendimentos militares, quando couber, observada a legislação específica.
Art. 5o Compete ao Órgão Ambiental Estadual ou do Distrito Federal o
licenciamento ambiental dos empreendimentos e atividades:

I - localizados ou desenvolvidos em mais de um Município ou em unidades


de conservação de domínio estadual ou do Distrito Federal;

II - localizados ou desenvolvidos nas florestas e demais formas de


vegetação natural de preservação permanente relacionadas no artigo 2o
da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, e em todas as que assim
forem consideradas por normas federais, estaduais ou municipais;

III - cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais


de um ou mais Municípios;

IV – delegados pela União aos Estados ou ao Distrito Federal, por


instrumento legal ou convênio.
Art. 6° Compete ao Órgão Ambiental Municipal, ouvidos os órgãos
competentes da União, dos Estados e do Distrito Federal, quando
couber, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades
de impacto ambiental local e daquelas que lhe forem delegadas pelo
Estado por instrumento legal ou convênio.
Art. 7° Os empreendimentos e atividades serão licenciados em um
único nível de competência, conforme estabelecido nos artigos
anteriores.
PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DO LICENCIAMENTO

1. Protocolo do Requerimento
2. Despacho para o Técnico
3. Análise Técnica Documental
4. Vistoria Técnica “in loco”
5. Parecer Técnico (Deferimento ou Indeferimento)
Capítulo III
TIPOS DE LICENÇA AMBIENTAL
O art. 8° da Resolução CONAMA n° 237, 19 de dezembro de
1997 dispõe da seguinte redação:

Art. 8° O Poder Público, no exercício de sua competência de


controle, expedirá as seguintes licenças:

I - Licença Prévia - concedida na fase preliminar do


planejamento do empreendimento ou atividade aprovando
sua localização e concepção, atestando a viabilidade
ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e
condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua
implementação;
II - Licença de Instalação (LI) - autoriza a instalação do
empreendimento ou atividade de acordo com as
especificações constantes dos planos, programas e
projetos aprovados, incluindo as medidas de controle
ambiental e demais condicionantes, da qual constituem
motivo determinante;

III - Licença de Operação (LO) - autoriza a operação da


atividade ou empreendimento, após a verificação do
efetivo cumprimento do que consta das licenças
anteriores, com as medidas de controle ambiental e
condicionantes determinados para a operação
Art. 1° da lei n° 2.156 de 1° de dezembro de 2009, que alterou o art.
107 da lei 1.117/94 acrescentando os Incisos IV, V e VI.

IV - Licença Ambiental Única-LAU: autoriza a localização, a instalação e a


operação de atividades e empreendimentos de baixo impacto ou de
atividades temporárias, devendo atender as medidas de controle
ambiental e demais condicionantes determinadas pelo IMAC;

V - Licença de Instalação e Operação-LIO: autoriza a instalação e a


operação de atividades de:
a) extração mineral da Classe II de uso imediato na construção civil,
devendo atender às medidas de controle ambiental estabelecidas no
Plano de Controle Ambiental previamente aprovado;
b) assentamentos humanos para fins de reforma agrária, consoante
apresentação de documentos que comprovem sua viabilidade ambiental;
Capítulo IV
PRINCIPAIS ATIVIDADES DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS
LICENCIADAS PELO IMAC
Aeroportos e Aeródromos, Distritos Industriais, Edificações, Estabilização de
Encostas, Execução de Estradas e Rodovias, Extração Mineral Convencional,
Geração de Energia – Termelétricas, Pavimentação de Estradas Rodovias,
Pavimentação de Ramais, Pontes em Rodovias, portos Fluviais, Pousadas, Hotéis,
Motéis, Resorts e Similares, Rampas de Acesso a Rios Navegáveis, Urbanização de
Avenidas, Urbanização de Bairros e Demais Áreas, Usinas de Asfalto Permanente,
Empreendimentos de Energia Elétrica, Extração Mineral simplificada, Habitação de
Interesse Social, Polo Logístico, Residenciais, Conjuntos Habitacionais,
Condomínios, Desmembramentos e Loteamentos, Sistema de Tratamento de Esgoto,
Outorga, Cerâmicas, Laticínios, Postos de Combustíveis exceto em Rio Branco,
Frigoríficos, Matadouros, Unidades de Saúde, Hospitais, Laboratórios,
Agroindústrias, Pontão, Transporte de Produtos Perigosos dentro do Estado do
Acre, Revenda de GLP, Serralheria, Armazenamento de Combustíveis, Aterros
Sanitários entre outras.
Documentos Necessários Para Obtenção da Licença Ambiental
1 – Licença Prévia (Para Atividade de Laticínio)
DOCUMENTAÇÃO BÁSICA PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA PRÉVIA PARA ATIVIDADE DE LATICÍNIO
DB Requerimento Solicitando a Licença Prévia – LP (Modelo IMAC) ÓRGÃOS PÚBLICOS
DB Publicação do Pedido de Licença Prévia – LP no Diário Oficial e Jornal de DB Decreto de Nomeação do Representante Legal ou Diploma de Posse
Circulação Diária
DC Taxa de Expediente DB CPF do Representante Legal
PESSOAS FÍSICA DB RG do Representante Legal
DB CPF do Requerente DB Comprovante de Endereço do Representante Legal
DB RG do Requerente PROCURADOR
DB Comprovante de Endereço do Requerente DB RG e CPF
PESSOA JURÍDICA DB Procuração Registrada em Cartório
DB CPF do Representante Legal DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
DB RG do Representante Legal DB Documentação de Titularidade da Área
DB Contrato Social ou Declaração de Firma Individual DB Croqui da Área do Empreendimento com localização e possíveis recursos hídricos (rios, igarapés)
DB Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ DB Cadastro Técnico Federal – CTF (IBAMA)
DB Ficha de Atualização Cadastral – FAC DB Certidão de Viabilidade Técnica expedida pela concessionária de água e esgoto (Zona Urbana)
DB Comprovante de Endereço do Representante Legal DB Certidão de Viabilidade Técnica de Uso e Ocupação do Solo (expedida pela prefeitura)
DB Ata da Assembleia de Posse dos membros da Assoc. e/ou Cooperativa DC Descrição Preliminar do empreendimento contendo no mínimo, informações sobre a tipologia de
atividade, tipos de equipamentos a serem instalados e princípio de funcionamento, tipos de
resíduos gerados e local proposto para implantação da ETE (georreferenciado)
DB Estatuto da Associação e/ou Cooperativa DC Autorização para supressão de vegetação (se necessário)
DOCUMENTAÇÃO BÁSICA PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA PRÉVIA - LP PARA DOCUMENTAÇÃO BÁSICA PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO PARA ATIVIDADE DE
ATIVIDADE DE LATICÍNIO LATICÍNIO
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DB Requerimento solicitando a Licença de Operação – LO (Modelo IMAC)
DC Anuência da Capitania dos Portos DB Publicação do Pedido de Licença de Instalação – LI no Diário Oficial do Estado e Jornal de
Circulação Diário
DC Anuência do IPHAN ou FEM DC Taxa de Expediente
DC Anuência da FUNAI DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
DC Anuência do Ministério do Exército Boletim de análise fico-química e bacteriológica, a citar: pH, alcalinidade, DBO, DQO, OD,
nitrogênio Amoniacal total, fósforo, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis, coliformes totais e fecais
DC Anuência do Órgão Gestor para empreendimentos ou atividades
(exceto efluente bruto). Pontos mínimos de amostragem: da água coletada a montante e a jusante
localizadas em zona de amortecimento ou interior de Unidades de
do ponto de lançamento dos efluentes tratados, na entrada (efluente bruto) e saída final da ETE
Conservação.
(Efluente tratado). Ressaltando-se que a coleta à jusante deverá ser realizada após a zona de
DC Cadastro Ambiental Rural – CAR, caso o empreendimento se encontre em mistura entre efluente tratado e o igarapé.
área rural
DOCUMENTAÇÃO BÁSICA PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA DE INSTALAÇÃO - LI PARA ATIVIDADE DE LATICÍNIO
DB Requerimento Solicitando a Licença de Instalação – LI (modelo IMAC)
DB Publicação do Pedido de Licença de Instalação – LI no Diário Oficial do Estado e Jornal de Circulação Diário

DC Taxa de Expediente
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
DB Memorial descritivo da Atividade e dos Equipamentos (Modelo IMAC)
DB Projeto do Sistema de Tratamento de Efluentes provenientes dos Sistemas Hidrossanitário, Incluindo Layout do Sistema, Memória de Cálculo e Memorial descritivo conforme
Termo de referência, com a respectiva ART do responsável técnico pela elaboração

DB Projeto Arquitetônico, acompanhado de ART


DB Cronograma físico do empreendimento.
DB Orçamento descritivo ou quantitativo descritivo dos materiais
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL ÚNICO - LAU PARA REFORMA E AMPLIAÇÃO
DB Requerimento solicitando a Licença Ambiental Única – LAU (Modelo IMAC) DB Ata de assembleia de posse dos membros da associação e/ou cooperativa

DB Publicação do pedido da LAU no Diário Oficial e Jornal de circulação diária DB Estatuto da associação e/ou cooperativa

PESSOA FÍSICA DB CPF do representante legal

DB CPF do representante legal DB RG do representante legal

DB RG do representante legal PROCURADOR

DB Comprovante de endereço do representante legal DB Cópia do RG e CPF

PESSOA JURÍDICA DB Procuração pública registrada em cartório

DB CPF do Representante Legal DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

DB RG do Representante Legal DB Cadastro Técnico Federal

DB Contrato Social ou declaração de firma individual DB Projeto Arquitetônico completo acompanhado de memorial descritivo e da
respectiva ART
DB Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ DB Projeto com detalhamento do Sistema de Controle de Poluição e Tratamento de
Efluentes, conforme Termo de Referência e acompanhado da respectiva ART
DB Inscrição Estadual DB Cópia da licença vigente

DB Ficha de Atualização Cadastral

DB Comprovante de endereço do representante legal

ÓRGÃOS PÚBLICOS

DB Decreto de nomeação do representante legal ou diploma de posse


VALIDADE DAS LICENÇAS AMBIENTAIS
De acordo com o art. 1ᵒ da Lei nᵒ. 2.156 de 1º de Dezembro de 2009, que
alterou o art. 107 da Lei n. 1.117, de 26 de janeiro de 1994 os prazos de
validade das licenças são os seguintes:
Licença Prévia – LP

§ 1º O prazo de validade da Licença Prévia-LP deverá ser, no mínimo, aquele


estabelecido pelo cronograma de elaboração dos planos, programas e
projetos relativos ao empreendimento ou atividade, não podendo ser
superior a cinco anos.

Licença de Instalação - LI

§ 2º O prazo de validade da Licença de Instalação-LI deverá ser, no mínimo, o


estabelecido pelo cronograma de instalação do empreendimento ou
atividade, não podendo ser superior a seis anos.
Licença de Operação - LO

§ 3º O prazo de validade da Licença de Operação - LO e da Licença de


Instalação e Operação-LIO será de, no mínimo, quatro anos e, no
máximo, dez anos.

Licença Ambiental Única - LAU


§ 4º O prazo de validade da Licença Ambiental Única-LAU será de, no
máximo, cinco anos.
Definição de Procedimentos Específicos Para Licenças e
Autorizações Ambientais

§ 6º O IMAC definirá os procedimentos específicos para


as licenças e autorizações ambientais, observadas a
natureza, características e peculiaridades da atividade
ou empreendimento e, ainda, a compatibilização do
processo de licenciamento com as etapas de
planejamento, implantação e operação, podendo os
mesmos ser submetidos à apreciação do Conselho
Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia -
CEMACT.
Licenciamento de Extração Mineral Simplificado
Documentação Necessária

Modelos de Publicação

Modelos de Requerimento

Modelos de Memorial Descritivo


Capítulo V
ESTUDOS AMBIENTAIS
EIA/RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao
Meio Ambiente

Resolução CONAMA nᵒ 1, de 23 de janeiro de 1986, Publicada no


DOU, de 17 de fevereiro de 1986, Seção 1, páginas 2548-2549

Art. 2ᵒ - Dependerá de elaboração de Estudo de Impacto Ambiental -


EIA e respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, a serem
submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e da
Secretaria Especial do Meio Ambiente - SEMA em caráter supletivo, o
licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais
como:
I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento;
II - Ferrovias;
III - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;
IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18 de
setembro de 1966158;
V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários;
VI - Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230 KV;
VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins
hidrelétricos, acima de 10 MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação,
drenagem e irrigação, retificação de cursos d’água, abertura de barras e embocaduras, transposição
de bacias, diques;
VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo , xisto, carvão);
IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração;
X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;
Xl - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de
10MW;
XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos,
destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);
XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais - ZEI;
XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores,
quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista
ambiental;
XV - Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse
ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes estaduais ou
municipais;
XVI - Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em
quantidade superior a dez toneladas por dia. (nova redação dada pela Resolução n°11/86)
XVII - Projetos Agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha. ou menores, neste caso,
quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista
ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental. (inciso acrescentado pela Resolução n°
11/86)
XVIII - Empreendimento potencialmente lesivos ao patrimônio espeleológico nacional. (inciso
acrescentado pela Resolução n° 5/87)

PCA – PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL

O que é o PCA? É um estudo que tem por objetivo identificar e propor medidas mitigadoras ao
impactos gerados por empreendimentos de médio porte. Sua elaboração se dá durante a Licença
de Instalação – LI. O PCA, deverá expor, de forma clara, o empreendimento e sua inserção no
meio ambiente com todas as suas medidas mitigadoras e compensatórias.

O PCA – Plano de Controle Ambiental é exigido pela Resolução CONAMA n° 009/90 para concessão
de Licença de Instalação – LI de atividades de Extração Mineral de todas as classes.
PRAD – Plano de Recuperação de Área Degradada

O que é um PRAD?

PRAD é um tipo de Estudo Ambiental que contem uma série de


programas e ações que permitem minimizar o impacto ambiental
causado. Tem por objetivo o retorno do sítio degradado a uma
forma de utilização, de acordo com o plano preestabelecido para o
uso do solo.

Os PRADs são mais voltados para aspectos do solo e da vegetação,


muito embora possam contemplar também, direta e
indiretamente, a reabilitação ambiental da água, do ar e da fauna.
Existe uma Portaria Normativa do IBAMA, e um Termo de
Referência
RAS – Relatório Ambiental Simplificado

O que é um RAS?

O RAS é um Estudo Ambiental Simplificado, assim como o Estudo de Impacto Ambiental –


EIA, tem como objetivo oferecer elementos para análise da viabilidade ambiental de
empreendimentos ou atividades consideradas, efetiva ou potencialmente causadoras de
degradação ao meio ambiente – geralmente com impacto ambiental de pequeno porte.

O RAS está contemplado na Resolução CONAMA n°279/01

Em que casos o RAS – Relatório Ambiental Simplificado é solicitado?

O RAS deve ser requerido na fase de implantação do empreendimento.

O RAS se aplica ao licenciamento de atividades de baixo impacto ex.: Habitação de


Interesse Social, desde que não haja, supressão de vegetação, não seja em área de
risco, áreas alagadiças, aterros com material nocivo a saúde, áreas com declividade
igual ou superior a 30%
Engenheiro Agrônomo Joel Ferreira do Nascimento
Especialista em Direito Ambiental – Técnico do IMAC
Perito Judicial Ambiental cadastrado no CNP
Auditor Ambiental
E-mail: joel.nascimento@ac.gov.br jolfenas@gmail.com
Fone: 99995-4414