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rova, no direito processual, corresponde a todo elemento que contribui para a formação

da convicção do juiz a respeito da existência de determinado fato controvertido, tido


como relevante para a solução do litígio.

A prova tem a finalidade de demonstrar a veracidade ou não dos fatos e convencer o


juiz. Tem como objeto, portanto, fatos. Esses devem ser relevantes, pertinentes, precisos
e contravertidos, ou seja, devem poder influenciar na decisão, guardar relação com o
conflito, serem determinados e não haver concordância entre as partes quanto a eles.

Tem como destinatário direto o processo e indireto o juiz. Embora caiba as partes
provar, ao magistrado é permitido requisitar de ofício a produção de provas, quando for
necessário.

Podem ser as provas: oral, documental ou material. Podem ser casuais, quando forem
produzidas no curso do procedimento, ou pré-constituídas, quando forem preparadas
preventivamente para mostrar existência de ato ou negócio jurídico.

O ônus da prova é das partes. Cabe ao autor provar os fatos constitutivos de seu direito
e ao réu os fatos impeditivos, modificativos e extintivos do direito do autor. Importante
frisar que não há dever, há uma faculdade, não tendo as partes a obrigação de provar os
fatos alegados. Em alguns casos pode haver inversão do ônus da prova de forma legal,
convencional ou judicial. Essa inversão é feita em favor de uma das partes e em prejuízo
de outra. Nesse caso as partes devem ser avisadas com antecedência.

O procedimento probatório passa por três momentos: proposição, admissão e produção.

São princípios: a imediatividade, a oralidade, a identidade física do juiz e a colaboração.

Os meios de prova são os instrumentos pelo quais se torna possível a comprovação dos
fatos relevantes ao processo.

São admitidos os meios legais e outros que sejam legítimos. Os meios legais são os
típicos, enumerados no art. 332 do CPC. Os moralmente legítimos são aqueles não
previstos pelo legislador, mas que são possíveis por não afrontarem a moral e os bons
costumes.
São proibidas pela Constituição as provas obtidas por meio ilícito. Pelo princípio da
proporcionalidade e da convivência das liberdades públicas, é no caso concreto que o
juiz irá equilibrar e decidir se a prova será ou não acolhida.
São meios de prova legais, que serão estudados e especificados em seguida: depoimento
pessoal, confissão, exibição de documento ou coisa, prova documental, prova
testemunhal, prova pericial e inspeção judicial.

Prova Pericial
A prova pericial consiste no exame, vistoria ou avaliação de alguma coisa. O objeto da
prova pericial são os fatos que foram alegados na inicial ou na contestação, que
precisam de perícia para sua demonstração. Caso a alegação surja no meio do processo,
essa não impõe a necessidade de produção de prova, podendo a perícia ser indeferida.

Além da capacidade jurídica, o perito deve ter capacidade técnica, ou seja, deve ter
conhecimentos suficientes para exercer a função pericial.

Se alguma das partes requer, qualquer delas pode formular quesitos, que são as
perguntas que se fazem ao perito e às quais, por ordem do juiz, esse deve responder.

O que o períto diz não é julgamento, mas auxilio ao juízo. Poderá haver apenas um
perito por ramo de conhecimento, podendo existir mais de um perito caso os ramos de
conhecimento sejam diversos.

"À perícia é indiferente que o perito estivesse no lugar em que o fato ocorreu. A
especialidade, em sentido lato, do perito pode dispensar cultura, e até instrução; pode
exigir alto nível de ambas. Daí perito cientista, de conhecimentos científicos raros, e
perito analfabeto, como o entendido em extração de borracha no Amazonas" (Pontes
de Miranda)

O juiz irá indeferir a perícia quando a prova do fato não depender do conhecimento
especial de técnico, quando for desnecessária em vista de outras provas produzidas ou
quando a verificação for impraticável.

Ao nomear o perito, o juiz fixará de imediato o prazo para a entrega do laudo. O perito e
os assistentes técnicos são intimados a prestar, em dia, hora e lugar designados pelo
juiz, o compromisso de cumprir o encargo que lhes foi cometido.

Caberá as partes indicar o assistente técnico e apresentar os quesitos no prazo de cinco


dias contados da intimação do despacho de nomeação do perito. Se no laudo estiverem
presentes falhas graves, a parte poderá apresentar novos quesitos. O perito deverá
cumprir o encargo, independente de termo de compromisso. Os assistentes serão de
confiança da parte e não estão sujeitos a suspeição ou impedimento.

O laudo da perícia deve ser fundamentado e deve mostrar os métodos utilizados para a
solução da questão. O perito deverá agir com rigor, meticulosamente em seu encargo,
seu dever. Já o assistente técnico é considerado como mero assessor da parte.

"Se a perícia seria de prova de fato, ou ato, cujo conhecimento para conclusão não
depende de técnica, a superfluidade afasta a permissão e o juiz tem de indeferir o
pedido. Se o juiz entende que a perícia é inútil, ou supérflua, ou sem sentido, indefere o
requerimento." (Pontes de Miranda)

Diferente do assistente, o perito poderá recusado por impedimento ou suspeição; esse


poderá também escusar-se. Ao aceitar a escusa ou julgar procedente o impedimento ou
a suspeição, o juiz nomeará novo perito.
O juiz deverá substituir o perito quando esse carecer de conhecimento médico ou
científico, ou se sem motivo legítimo deixar de cumprir o encargo no prazo. O
desconhecimento pode ser alegado por qualquer das partes.

Não existindo motivo legítimo para o descumprimento do prazo, o juiz, de oficio ou a


requerimento, destitui o perito e nomeia outro. Porém se o juiz não for impedido de
deferir ao próprio perito em atraso um prazo suplementar, deve decretá-lo se isso se
revelar mais propício àceleridade do processo. Ao destituir o perito, o juiz irá comunicar
a corporação da qual esse faça parte (como o conselho de medicina ou a OAB).

As partes podem apresentar quesitos suplementares durante as diligências. O escrivão


deverá dar ciência da junta dos quesitos ao auto a parte contrária. Esses quesitos
servem para esclarecer os que já foram feitos. Não podem ser fora do campo do que já
foi feito, se forem serão indeferidos.

Cabe ao juiz, além de indeferir os quesitos impertinentes, formular os que entender


necessários ao esclarecimento da causa. O juiz tem o dever de incluir os quesitos que
julgue necessários ao esclarecimento da causa.

O juiz poderá dispensar a prova pericial quando as partes tiverem apresentado, junto
com a inicial e com a contestação, pareceres técnicos ou documentos sobre as questões
de fato, que julgue serem suficientes.

Quando a prova tiver que ser realizada por carta, poderá proceder-se a nomeação de
perito e indicação de assistentes técnicos no juízo, ao qual se requisitar perícia.

No desempenho de suas funções podem os peritos e assistentes técnicos utilizarem-se


de todos os meios necessários para exaurir seu encargo. Podem ouvir testemunhas,
solicitar documentos em poder das partes ou que sejam públicos, anexar desenhos,
fotos, etc.

O perito deverá apresentar um laudo em cartório, em prazo fixado pelo juiz dentre os 20
dias anteriores a audiência de instrução, debates e julgamentos. Os assistentes técnicos
darão seus pareceres no prazo comum de 10 dias, após intimadas as partes da
apresentação do laudo.

Diz o artigo 344 do CPC, caput: Quando o exame tiver por objeto a autenticidade ou
falsidade de documento, ou for de natureza médico-legal, o perito será escolhido, de
preferência, entre os técnicos dos estabelecimentos oficiais especializados. O juiz
autorizará a remessa dos autos, bem como do material sujeito a exame ao diretor do
estabelecimento. Parágrafo único. Quando o exame tiver por objeto a autenticidade da
letra e firma, o perito poderá requisitar, para efeito de comparação, documentos
existentes em repartições públicas; na falta destes, poderá requerer ao juiz que a pessoa,
a quem se atribuir a autoria do documento, lance em folha de papel, por cópia, ou sob
ditado, dizeres diferentes, para fins de comparação.
Caso uma das partes deseje obter esclarecimento do perito e do assistente técnico, essa
deverá requerer ao juiz que o intime a comparecer a audiência, devendo formular desde
logo as perguntas, sob forma de quesitos. Estes só serão obrigados a prestar tais
esclarecimentos caso sejam intimados cinco dias antes da audiência.
O juiz não estará restrito ao laudo pericial, não ficará vinculado a conclusão que chegou
o perito. Esse poderá formar sua convicção baseado em outros elementos ou fatos que
forem provados nos autos. Poderá utilizar-se de seu conhecimento prévio, privado, mas
devendo sempre fundamentar as razões do acolhimento ou não do laudo. Ainda que o
juiz tenha conhecimento técnico-científico a respeito da area sobre a qual recai a perícia
e tenha condições de fundamentar sozinhas as razões de seu convencimento, não pode
subtrair das partes o direito que essas tem de fazer a prova pericial.

O juiz poderá determinar, de ofício ou a requerimento das partes, a realização de uma


nova perícia, caso a matéria não lhe pareça suficientemente esclarecida.

Os objetos da segunda perícia serão os mesmos da primeira. Essa se destina a corrigir


eventual omissão ou inexatidão e seja regida pelas mesmas disposições estabelecidas na
primeira.

Da Exibição de Documento Ou Coisa:


As partes podem recorrer a um documento que expresse certo pensamento, que prove
que determinada afirmação da parte que requer é verdadeira. Cabe a parte çãor
documento ou coisa, que se acha em seu poder, caso o juiz ordene, resguardados os
casos de escusa legítima. Pode, também, a parte pedir tal exibição.

Esse tipo de meio de prova é diferente da prova documental no sentido do Código de


Processo Civil.
O exame do documento ou da coisa se faz pela exibição em juízo, no local onde se acha
ou em que deve ser depositado.

A legitimação ativa para requerer a exibição de documento ou coisa que se encontre


com a parte contrária é daquele que for interessado na ação judicial, não só autor ou
réu. O interesse deve estar ligado ao interesse do requerente da causa. A exibição de que
trata os arts. 355-363 é anterior a lide, diferente da exibição preventiva, que constitui
medida cautelar.

O pedido formulado pela parte deverá conter a individualização do documento ou coisa


a ser exibido, tão completa quanto possível, bem como a finalidade da prova,
relacionado com os fatos e as circunstâncias em que se funda o requerente para afirmar
que o documento ou a coisa encontra-se em poder do requerido. Cabe, então, ao
requerente o ônus de demonstrar ao juiz o fundamente e a consistência de seu pedido.

O juiz pode conceder ou negar a exibição requerida pela parte.

O documento requerido para exibição deve ser individualizado. Como muitas vezes o
requerente não lembrará com exatidão do conteúdo do documento, o que importante é
que o interesse se revele e possa ser útil a demanda. O requerente não precisará provar
a existência do documento, que é difícil em muitos casos. Também não será preciso
provar que o documento se encontra em poder do requerido. Deverá, porém, o
requerente demonstrar a finalidade probatória da exibição do documento ou coisa,
indicando os fatos a que se destina a provar.
"Se o pedido de exibição é bem fundando, seu indeferimento sumário consiste em
cerceamento de defesa". (NELSON NERI JUNIOR)

O pedido de exibição ordenado pelo juiz deverá ter objeto e destinatário certos. O
requerido dará sua resposta no prazo de 5 dias subsequentes de sua intimação.

Caso o requerido afirme que não possui o documento ou a coisa, o juiz permitirá que o
requerente prove, por qualquer meio, que a declaração não é verdadeira. Será ônus do
requerente provar a veracidade de suas afirmações e a inconsistência da recusa do
requerido, salvo os casos do artigo 358 que excluem do requerente o dever de fazer
prova de que o documento ou coisa está nas mãos do requerido.

Poderá também exibi-lo ou nada responder. O juiz não admitirá recusa em alguns casos.
O juiz não será livre de conceder ou não conceder a exibição, sendo os casos numerados
exemplicativamente pelo CPC.
A não exibição do documento, quando o requerido não fizer declaração no prazo, é a
admissão como verdadeiros dos fatos que se pretendia provar por meio do documento.
O juiz não admitirá a recusa se o requerido tiver o dever legal de exibir, se o requerido
aludiu ao documento ou coisa no processo para construir prova ou se o documento for
comum as partes. A obrigação legal de exibir corresponde ao direito a exibição
concedido pela lei a certas pessoas, como no direito comercial e concursal.

"Referência ao documento pelo que o tem em seu poder Se o que tem em seu poder o
documento a ele se referiu, no processo, com o propósito de constituir prova isto é, de
provar, ou de atenuar, ou de elidir a eficácia objetiva ou a atendibilidade da prova do
requerente ou de outra pessoa, prova cuja diminuição ou eliminação ou aumento de
eficácia objetiva ou de atendibilidade afetaria o interesse do requerente, pela força
mesma do art. 358, II, que é de criação de direito à exibição, posta desde 1939 no
direito processual brasileiro, fica obrigado a exibir." (Pontes de Miranda)

Documento comum não é apenas relativo a ambas as partes, mas também os referentes
a uma das partes e terceiros. O exame judicial de livros comercias fica limitado as
transações entre os litigantes. O documento comum as partes, que por natureza está em
poder de uma pessoa apenas pode ser exibido se as partes acordarem. Não é exigida a
compropriedade ou composse, apenas o conteúdo que deve ser comum aos sócios,
marido e mulher, co-herdeiros, etc.

O juiz admitirá como verdadeiros os fatos, que por meio do documento ou da coisa, a
parte pretendia provar se o requerido não efetuar a exibição e nem fizer declaração no
prazo ou se a recusa for havida por ilegítima. Caso documento indispensável não seja
exibido por negar o requerido estar com o documento, deve esse provar o que alega. A
decisão no pedido de exibição, caso feito contra uma das partes do processo é
interlocutória e dela cabe agravo.

Se o requerido for terceiro o juiz mandará citá-lo para responder no prazo de 10 dias e
inicia-se um processo incidente, sendo o terceiro citado para essa obrigação e criando
ação acessória. O procedimento dessa ação, que destina-se a fazer prova na ação
pendente, será sumário e a competência é do juízo que julga a principal. No caso de
empresa particular cabe ao requerente requisitar as provas, somente diante da negativa
de fornecimento é que o Poder Judiciário poderá agir.
Se as circunstâncias deixarem claro que o requerido ocultou o documento, deve-se
aplicar o art. 359 do CPC. A competência de serem admitidas como verdadeiras as
alegações sujo documento que deveria provas não foi exibido, resulta de cominação
implícita. Para que isso seja possível, é preciso que se possa entender que, com a
exibição seria possível provar aquilo que se alegou, ou parte daquilo que se alegou. Isso
será visto caso a caso. O documento pode além de não ser exibido, ser inutilizado,
destruído para que não seja descoberto.
Quando o documento ou a coisa estiver em pode de terceiro o juiz mandará citá-lo para
responder em 10 dias. Caso o terceiro se negue a obrigação de exibir, ou nega a posse do
documento ou coisa, o juiz designará audiência especial, tomando-lhe depoimento, e
das partes e, se necessário, de testemunhas, e então, proferirá sentença. O terceiro é
pessoa que não possa sofrer ou ganhar com a prova, e será pressuposto necessário que
esse seja obrigado a exibir. Se o terceiro se negar a exibir o documento ou coisa, o juiz
ira designar audiência especial e tomará depoimento desse, bem como das partes e das
testemunhas, quando for necessário, e então, proferirá sentença. Tal sentença terá
natureza de titulo executivo judicial e enseja execução.

Se o terceiro se recusar a exibir o documento, sem justo motivo, o juiz ordenará que
proceda ao depósito em cartório ou noutro lugar designado, em um prazo de 5 dias,
cabendo ao requerente pagar as despesas que tiver o terceiro para cumprir a ordem.
Caso o terceiro não cumpra com essa ordem, o juiz expedirá mandado de apreensão e,
se necessário, requisitará ajuda de força policial para cumprir a ordem, sem prejuízo de
responsabilização por crime de desobediência.

A parte e o terceiro se escusam de exibir, em juízo, o documento ou a coisa: se


concernente a negócios da própria vida da família; se a sua apresentação puder violar
dever de honra; se a publicidade do documento redundar em desonra a parte ou
terceiro, bem como seus parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau; ou lhes
representar perigo de ação penal; se a exibição acarretar a divulgação de fatos, a cujo
respeito, por estado ou profissão, devam guardar segredo; e outros motivos graves que
subsistam e justifiquem a recusa da exibição, segundo prudente arbítrio do juiz.

Caso um desses motivos trate de apenas parte do documento, a outra parte será extraída
para ser apresentada em juízo. Essas são as escusas legais, tratadas taxativamente no
art. 363 do CPC, que liberam a parte ou terceiro de exibir o documento.
A prova de que existe uma das excludentes deve ser feito pelo interessado na alegação.
Caberá ao juiz proferir juízo de valor sobre a existência ou não de tal excludente e sobre
o dever da parte ou de terceiro de exibir ou não documento. Contra tal sentença cabe
recurso de apelação.

Depoimento Pessoal:
Documento pessoal é o meio de prova destinado a realizar o interrogatório da parte, no
curso do processo.

Como o autor e o réu se submetem ao ônus de comparecer em juízo e responder ao


interrogatório do juiz, aplica-se tanto ao autor como ao réu. E, de acordo com o artigo
342, a iniciativa pode ser tanto da parte contrária quanto do próprio juiz.

A finalidade desse meio de prova é dupla: provocar a confissão da parte e esclarecer


fartos discutidos na causa.
O art. 343 determina que é na audiência de instrução e julgamento que ocorre a ouvida
do depoimento pessoal, quando requerida pela parte contrária. Ao juiz, cabe a faculdade
de determinar, em qualquer estado do processo, o comparecimento da parte, para
interroga-la sobre os fatos da causa.

À parte intimidade incumbe em primeiro lugar comparecer em juízo e, sendo assim,


prestar o depoimento pessoal, respondendo ao que lhe for perguntado pelo juiz. Se a
parte não comparecer, ou, comparecendo, se recusar a depor, o juiz lhe aplicará a pena
de confissão elencada no artigo 343, parágrafo 2º.

Após o depoimento da parte, se tais fatos forem suficientes para o acolhimento do


pedido do autor, o juiz poderá dispensar as demais provas e passar ao julgamento da
causa, observado, porém, o debate oral, se a falta de depoimento pessoal ocorrer em
audiência.

Além de depor, a partes esta obrigada a responder todas as perguntas formuladas pelo
juiz, com clareza e lealdade. Quando ocorrer de a parte, sem motivo justificado, deixar
de responder ao que lhe for perguntado, ou empregar evasivas, o juiz, apreciando as
demais circunstâncias e elementos de prova, declarará, na sentença, que houve recusa
de depor, como estar descrito no artigo 345.

Portanto, o juiz pode, conforme as circunstâncias, considerar como recusa de


depoimento pessoal o depoimento prestado como omissões ou evasivas e, a
consequência será a aplicação da pena de confesso.

Existem casos em que se considera liberta a parte do ônus de depor, desde que seja feita
com “motivo justificado”, como diz a ressalva do art. 345, e não terá aplicação a pena de
confesso.

Essas exceções estão previstas no art. 347, que dispõe não estar a parte obrigada a depor
sobre:

I- Fatos criminoso ou torpes, que lhe forem imputados

II- Fatos a cujo respeito, por estado ou profissão, deve guardar sigilo.

Porém, conforme o parágrafo único do artigo, o direit