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Diccionario de

Contabilidad y Auditoría
Enrique Fowler Newton
Diccionario de Contabilidad y Auditoria
h>te libro contiene tres partes principales
• Un diccionario de contabilidad y auditoría, q ue con ­
tiene aproxim adam ente 4.9()0 entradas en español,
con equivalentes en inglés, definiciones, sinónim os
y com entarios
- Una tabla de traducciones del in^ós al español, que
incluye unas 3 .4 0 0 entradas
- Una tabla con cerc a de 5 0 0 acrónim os

P'ue preparado co n la intención de que sírv'a para


e^'acua^ dudas que surjan durante la lectura de:

- Estados financieros (estados contables)


- O tros d ocum entos q ue c ontienen datos financieros,
com o in íorm es de gestión, m em orias y reseñas
iníorm ath'as
- Inform es em itidos por contadores púlAicos sobre
docum entos que contienen información financiera
histórica o proyectada
- N'ormas sobre contabilidad, auditoría, otros trabajos
de atestiguación, com pilaciones, control de calidad,
independencia y ética profesional
- Libros, artículos y otros escritos referidos a estas
cuestiones

(am sid era term inología em picada e n nomtati^•as


internacionales (en inglés y en español), y en
Argentina, C hile. España y M éxico.

Se espera que sea e ^ -c ia ln ie n tc útil a:


- l*reparadores, exam inadores, analistas y lectores de
estados financieros

- Integrantes de los óiganos de gobierno y fiscaliza­


ción de personas jurídicas
- Sus a sesores legales

- Ju eces que deban decidir sobre cuestiones de con­


tabilidad o auditoría

- I.egisladores

- M iembros de oiganism os reguladores


- D ocentes y estudiantes de econom ía, administni-
ción, contabilidad y d erecho
- Traductores |

■-Asesores y liquidadores de impuestos


D iccionario de
C ontabilidad y
A uditoría

S egunda E d ició n

E n r iq u e F o w l e r N e w t o n
Fowíer Newton, Enrique

Diccionario de C ontabilidad y Auditoría - 2a ed.


Buenos Aires: La Ley. 20 0 8 .8 1 6 p.; 24x17 cm.

1. Contalxlidad -Diccionarios. I. Título

Copyrí^t O 2008 by La Ley SAE. e I.


Tucumán 1471 (C1050AAC) Buenos Aires
Queda hecho el depósito que exige la ley 11.723
Impreso en la Argentina

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whhout permission in writing from the publisher and tbe author.

Tirada: 2500 ejemplares


I n d ic e G en era l

P r e fa c io ..................................................................................................
1. C on ten id o , o bjetiv o y d estin a ta rio s d e e s ta o bra ....
2. C riterios d e selecció n d e lo cu cio n es y a c ró n im o s .
3. El d ic cio n a rio ................................
3.1. L o cucio nes d efin id a s.........
3.2. E quivalente(s) en inglés ...
3.3. D efin icion es y rem isiones
3.4. S in ó n im o s .............................. XIV
3.5. C o m e n ta r io s ................................. XIV
4. La tabla in ^ é s - e s p a ñ o l....................................................
5. La tabla d e acrónim os
6. E lem en to s de c o n s u lta ......................................................
7. A g ra d e cim ie n to s....... XVI
8. M an ejo d e la o b r a ...... XVI
9. C om en tario s y s u g e re n c ia s ................................ .......... . XVI

Prin cipales elem en to s d e c o n s u lta ...................................................................... XIX

M an e jo d e la o b r a .............................................. .............. XXV


1. C on ten id o típico d e cad a e n tr a d a .................. XXV
2. R eferencias a d iccio n arios de uso g e n e r a l. XXIX
3. S im p lific a c io n e s.................................................... XXIX
4. S u g eren cias para tareas e s p e c ífic a s .............. XXX

Prim era Parte - D efin ic io n es.,

Seg im da Parte - Tabla Inglés - E s p a ñ o l. 589

T erce ra P arte - T abla de A cró n im o s — ....


P r e f a c io

1. CONTENIDO, OBJETIVO YDESTINATARIOS


DE ESTA OBRA

E ste libro c o n tien e tres p artes prin cipales

1. U n d iccio n a rio de con tabilid ad y a ud itoría, q u e c o n tie n e a p rox im a d a ­


m en te 4 .9 0 0 en tradas en españ o l, c o n eq u iv a len tes en in glés, d eñ ni-
c ion es, sin ón im o s y com en tarios.

2. U n a tabla de trad ucciones del inglés al e sp a ñ o l, q u e in clu ye un as 3.4 0 0


en tradas.

3. U na tabla co n cerc a de 5 0 0 a cró n im o s.

l a o bra fue preparad a con la in ten ció n d e q u e s ea útil para ev acu ar d u ­


das q u e su rjan d urante la lectura de:

a) estad o s ñ n a n cie ro s (estados c on ta bles);

b) o tro s d o cu m en to s q u e c o n tien en d a to s fin a n cieros, c o m o in fo rm e s


de gestió n, m em oria s y reseñ as in form ativas:

c) in fo rm e s em itid o s por c o n ta d o res p ú b lico s so b re d o cu m e n to s q u e


co n tien en in fo rm ació n finan ciera h istó rica o proy ectad a ( l) ;

d) n orm as s o b re con tabilid ad , a ud ito ría, o tro s tra b a jo s d e a testigu a ció n ,


com p ila cio n e s, con tro l d e calid ad , in d ep en d en cia y é tica profesion al;

e) libros, a rtícu los y o tro s escritos referid os a esta s cu estio n es.

H e supuesto, en co n secu en cia , q u e lo s usuarios m á s p ro b a b les d e este


libro, serán:

a) p reparad ores, exam inad ores, a n a lista s y lecto res d e e s ta d o s fin a n c ie­
ros;

b) in teg ran tes de los ó rg ano s d e go b iern o y fiscalización d e p erso n a s ju ­


rídicas (d irectores, sínd ico s, etcéte ra );

c) sus aseso re s legales;

(1) Ejemplo: un infórme de auditoría que acompaña a unos estados financieros.


d) ju e c e s q u e d eb a n d ecid ir s o b re c u e s tio n e s d e c o n ta b ilid a d o a ud itoría;

e) leg islad o res (en u n sen tid o a m p lio , q u e in clu y e a lo s m ie m b r o s d e los


o rg a n ism o s regu lad ores q u e es tá n fa cu lta d o s pa ra e m itir n o rm a s);

f) d o c e n te s y estu d ia n te s d e e c o n o m ía , a d m in is tra c ió n , c o n ta b ilid a d y


d e re c h o :

g} trad u cto res.

2. CRITERIOS DE S E L E C a Ú N DE LOCUCIONES
YACRÚNIMOS

El D io rio n a rio in clu ye lo cu cio n e s y a c ró n ím o s q u e h a n llegad o a m i c o ­


n o c im ie n to y q u e, seg ún m i p e rc e p ció n :

a) tie n e n u n a p rob abilid ad m ed ia o a lta d e a p a r e c e r en a lg u n o s d e los


e le m e n to s d e le ctu ra in d ic a d o s e n la s e c c ió n a n te r io r o

b) tie n e n sig n ific a d o s e s p e cffico s q u e:

1) n o su rge n d ire c ta o c la ra m e n te d el le n g u a je c o m ú n ;

2) n o s o n fá cilm e n te d ed u c íb le s d e o tra s lo cu cio n e s ; o

3) e s c o n v e n ie n te precisar.

Por ap lica c ió n d e e s to s c rite rio s d e s e le c c ió n , n o h e in clu id o d e fin icio ­


n e s d e lo c u c io n e s q u e p u e d e n in te r p r e ta r se f á c ilm e n te (ta n to en es p a ñ o l
c o m o e n in ^ é s ), y a sea :

a) utilizan d o el le n g u a je c o m ú n : o

b) c o m b in a n d o e le m e n to s d el le n g u a je c o m ú n c o n o tra s d e fin ic io n e s
c o n te n id a s e n e s te m ism o d ic cio n a rio .

Por e je m p b , n o h e in clu id o d e fin icio n es d e:

a) “d in ero ’' y ‘'ven tas''p)orq uc:

1) e sto s v o ca b lo s s e utilizan d el m is m o m o d o e n el le n g u a je c o m ú n y
en la jerga c o n ta b le ;

2) su s sig nificad os pu ed en e n co n tra rs e e n c u a lq u ie r d ic c io n a rio c o -


m ún:

b) “ro s to d e las m erca d ería s vend id as" porq u e:

1) “c o s to " s e d efin e en el D iccio n ario;

2) las o tra s p a la b ra s q u e c o n tie n e la ex p re sió n re fe rid a s e em p le a n


cxm su sig nificad o corrien te.
_____________PtCCtONARIO Di COKTARIUDAD Y A ü OITOMA_________________ ^

3. EL DICCIONARIO

Cada en trad a del d iccio n ario pued e in cluir h a sta c in c o tipos de in form a-
in:

a) la lo cu ció n definida;

b) su eq u ivalen te e n id iom a in glés;

c) su d efin ición , o ia rem isión a o tra en tra d a d ei d iccio n a rio q u e la c o n ­


tenga;

d) sin ón im o s (en español);

e) com en ta rios.

3 .1 . L ocuciones definidas

C ada lo cu ció n definida se presen ta en esp añ o l, salvo en u n o s po co s c a ­


sos d e expresion es en inglés q u e son utilizadas h a b itu a lm e n te en textos en
castellan o.

Puede correspon d er a:

a) u n c o n ce p to ; o

b) la d en om in a ción de una entidad o de un cuerp>o d e ella, q u e está v in ­


culad a co n la con tabilid ad o la aud ito ría d e estad o s fin a n cieros (2).

En lo s c a so s en q ue co n o cem o s a c ró n im o s d e uso d ifundido, referid os a


la expresión definida:

a) lo p resen ta m os a c o n tín u a ció n d e ésta , en tre parén tesis:

b) lo in clu im os ta m bié n en la tabla d e acró n im o s (tercera p a rte d el li­


bro).

3 .2 . E quivalente( s) en inglés

Sigue(n) lu ego el eq uivalen te (o los equivalen tes) en in glés d e la s lo c u ­


cio n es d efinidas, siem pre q ue su a p arición en textos e sc rito s en e s e idiom a
sea d e esp erar (3).

P o r lo in d icado, n o s e e xpon en eq u iv a len tes en in ^ é s d e las ex p resion es


en castellan o que:

a) s e refieren a co n ce p to s d e utilización p rin cip a lm en te lo cal; o

(2) Por ejemplo, organismos gubernamentales con tareas de fiscalización o emisores


de normas de contabilidad o auditoría.
(3) Esto es lo normal cuando la locución definida ha resultado de una traducción al
español de una expresión en in^és.
b) d e ñ n e n a e n tid a d e s c u y a m e n c ió n e n u n te x to e n in g lés n o s p a r e c e de
p r o b a b ilid a d re m o ta .

C u a n d o p a ra e l e q u iv a le n te e n in g lés e x is te u n a c ró n im o :

a) s e lo p r e s e n ta e n tr e p a rén tes is .

b) lo in c lu im o s ta m b ié n en la ta b la d e a c r ó n im o s (te r c e r a p a rte d el li­


b r o ).

C u a n d o e x is te n d o s o m á s e q u iv a le n te s e n in g lés s e lo s p r e s e n ta se p a r a ­
d o s p o r u n a o m á s b a r ra s verticsües. Lo m is m o h e m o s h e c h o e n u n o s po co s
c a s o s e n q u e p a r a u n eq u iv a le n te e n in g lés e x is te n d o s a c ró n ím o s .

3 .3 . D EFIN iaO N ES Y REMISIONES

A p a r e c e lu ego :

a) la d e fin ic ió n d e la lo c u c ió n : o

b ) u n a r e m is ió n a o tra e n tr a d a d el d ic c io n a rio .

L as d e fin ic io n e s a lte rn a tiv a s s e p r e s e n ta n p r e c e d id a s p o r n ú m e ro s .

E je m p lo :

transacción
transaction

1. H e ch o q u e in v o lu c ra a d o s o m á s p a n e s y en e l q u e s e tra n s fie r e a lg o
q u e tie n e v a lo r .

2 . E x tin c ió n d e o b lig a c i o n e s litig io s a s o d u d o sa s, e n q u e la s p a n e s se


e fe c tú a n c o n c e s io n e s r e d p ro c a s .

La m a y o ría d e la s d e fin icio n e s p re s e n ta d a s so n c o n c e p tu a le s y p u e d en


d iferir d e la s q u e a p a r e c e n (para la s m is m a s lo c u c io n e s ) e n d is p o s ic io n e s
n o rm a tiv a s o en a lg u n a b iblio g ra fía esp>ecífica.

H e m o s c o lo c a d o la s d e fin icio n es e n la s e n tr a d a s c o n e s p o n d ie n te s a las


lo c u c io n e s c u y o em p le o n o s p a rec e p referib le .

Así, p o r c o n s id e r a r q u e “b a s e c o n ta b le d e e fe c tiv o " e s p r e fe r ib le a “b a s e


c o n ta b le d e c a ja " , p res en ta m o s las sig u ie n te s e n tr a d a s :

base contable de caja

B a s e c o n ta b le d e efec tiv o .
base contable de efectivo
aish basis ofaccounting
\ M étod o por el cual los efecto s p a trim on ia les d e las tr tn M C c io n e s (1) y
o tro s h ech o s se reco n o c en en lo s p e r ío d o s en q u e o ca sio n a n en tra d a s o
salid as d e efe c tiv o .

Sinónim o; b a s e con table d e c a ja , contabilidad de ca ja .

I.OS térm ino s presen tad os e n n e g rita está n d efin id os en o tra s partes del
D iccio n ario, en singular o en plural, lo q u e n os p a reció m á s con v en ien te en
cad a caso.

En el ejem p lo preced en te, se in cluye la ex p resión tr a n s a c c io n e s (1 )", q ue


rem ite a la defin ición 1 de ‘'tr a n s a c c ió n ”.

Id en tificam o s [entre corch etes] las fu en tes d e alg un as d efin icion es que;

a) son d e utilización p rin cip alm ente local: o

b) han sid o elabo rad as por org anism os e m iso res d e n orm a s p ara facilitar
la ap licació n de d eterm in ad as n orm as.

D e los ejem p lo s q ue siguen, el prim ero c orre sp on d e al in ciso a) y el o tro


al b):

agrupación de colaboración (AC) [ARl


Entidad n o so cieta ria estab lecid a para facilitar o desarro llar d eterm in a d a s
fases d e la actividad em presarial d e su s m iem b ros o para p erfecc io n a r o
in crem en ta r e l resultado d e esas actividades.

resultado ordinario
ordinary gain or loss

3. lUSGAAP] Ei resu ltad o d e las o p e r a cio n e s c o n tin u a s an tes del im p u e s­


to a la s g a n a n c ia s y exclu yend o las p artid as in usuales o d e o cu rren cia
in frecuen te.

A unque h e ten id o en c u en ta las d efin icio n es d e térm in o s q u e a p a recen


1 la n orm ativa con su ltad a, h e o m itid o alg un as que:
a) según m i p arecer, fueron "a d a p ta d a s” c o n el ún ico prop ó sito d e fa cili­
tar la in terp retación d e d eterm in ad a norm ativa:
b) d ifícilm e n te ten ga n o tra u tiliz a ció n .

P o r e jem p lo , en las reglas d e la P u b lic C o m p a n y A c co u n tin g O versig h l


B o ard (PCAOB, Ju n ta d e S u p e rv isió n C o n ta b le d e la s E m p re sa s P ú b lica s),
la palab ra “a u d ito r" só lo se usa p a ra referirse a q u ie n s e ha reg istra d o c o m o
tal a n te e s e o rg a n ism o . E s te sig n iñ c a d o e sp e c ífic o d e "a u d ito r" n o h a sid o
in co rp orad o al D ic cio n a rio .

su ite las d e fin icio n e s o e l glo sa rio q u e él p u d ie re c o n te n e r .

3 .4 . S inónimos

T ra s lo s e le m e n to s a n te r io re s s e in clu y e n lo s s in ó n im o s d e la lo cu ció n
d efin id a q u e c o n o z c o y c u y o e m p le o m e p a re c e a d e c u a d o .

3 .5 . C omentarios

H e in clu id o c o m e n ta r io s cu a n d o :

a) lo s h e c o n s id e r a d o ú tiles pa ra u n a m e jo r c o m p re n s ió n d e la d e fin i­
c ió n ;

b) e x isten , p a r a la lo c u c ió n d efin id a , s in ó n im o s q u e c u e n ta n c o n a lg ú n
g rad o d e d ifu s ió n , p e r o q u e:

1) u tiliz a n p a la b ra s q u e n o a p a r e c e n e n e l D ic cio n a rio d e la R eal A ca ­


d em ia E s p a ñ o la (D RA E): o

2) em p le a n v o c a b lo s p rev isto s e n el D RA E, p e r o c o n o tra s a c e p c io ­


n es; o

3) m e p a r e c e n in a d e c u a d o s ; o

c ) la lo c u c ió n d efin id a tie n e , en la je r g a c o n ta b le , u n a d e fin ic ió n c la ra ­


m e n te d is tin ta a la q u e le c o r re s p o n d e e n el le n g u a je c o m ú n .

E je m p lo s, r eferid o s s u c esiv a m en te a tr e s in c is o s p r e c e d e n te s ;

absorción

1. D ic h o c o n r efere n c ia a u n n e g o c io , s u a d q u is ic ió n .

2. Ju ríd ica m en te, u n a f u s ió n (2) e n la q u e u n a e n tid a d p re e x is te n te q u e ­


d a c o m o co n tin u a d o ra d e las a ctiv id a d es d e d o s o m á s.
La figura legal descrlpta en la definidón (2) no siempre im plica la a d q u isició n
de UD n egocio. Así, si A ya posee el 99% de las acciones de B, am bas em presas se
fuskman y B desaparece, en la realidad económ ica no hay una adquisición de
un negocio sino ur^ reorganización empresaria.
d evcn g ad ón [MX]

P a la b ra u tiliz a d a en las N o r m a s d e I n f o r m a c ió n F i n a n c i e r a (NTF)


m exican as para referirse a la a p lica ció n d e la b a s e c o n ta b le d e a c u m u la ­
c ió n .

La palabra ‘‘devengadón” ) figura en el DRAE. íx) mismo ocurre con “deven-


gamiento’*.

reserva [ES]

C ualquier c o m p o n en te del p a tr im o n io d istin to del c a p ita l y d e los r e s u l­


tad o s acu m u la d os.

Esta definición no encuadra en el concepto, presente en el le n g u ^ común, de


que “reservar" es guardar o separar algo para el futuro (DRAE).

4. LA TABLA INGLÉS - ESPAÑOL

Esta tabla se incluye para facilitar In lo ca liz a ción de;

a) significad os d e las lo cu cio n es en inglés q u e s e p resen ta n en la prim era


parte d e este D iccion ario:

b) sus sin ó n im o s (en españ o l y e 1 in ^ é s ):

c) sus trad u ccio n es al español.

5. LA TABLA DE ACRÓNIMOS
Esta tabla con tien e:

a) c e rc a d e 5 0 0 acró n ím o s q ue a p a recen en el D iccio n a rio o q u e su elen


en co n tra rse en e scrito s so bre con tabilid ad y aud itoría;

b) sus c o rresp on d ien tes significad os.

6. ELEMENTOS DE CONSULTA
Para q u e es te D iccio n ario sea útil en diversos p aíses d e h a bla h isp a n a y
d ad os lo s n u m ero so s c a m b io s en la term in o lo g ía c o n ta b le q u e s e h an p ro ­
ducid o en lo s últim os a ñ os, h e con sid erad o n ecesario c on su lta n

a) lo s p rin cip ales cu erp o s d e n orm a s d e con ta bilid a d , a ud itoria, o tro s


servicios profesion ales, con tro l d e calid ad , in d ep en d en cia y ética p u ­
b licad o s por d iversos o rg anism o s in tern a cio n a les, region ales y lo ca ­
les en los últim os años;

b) trad u ccio n es al esp añ o l d e textos in d icad o s e n el in ciso a n terio r cu ya


“versión o ficia l” h aya sid o preparad a en id iom a in ^ é s ;
Enrique Fowler N ewton

c) p u b lic a c io n e s té c n ic a s d e o rg a n ism o s d e A rg e n tin a . C h ile. E sp a ñ a .


M éxico y Uruguay q u e se e n cu en tra n vin cu la d o s c o n la p ro fesió n de
c o n ta d o r pú b lico;

d) o tro s d ic cio n a rio s y glosarios (en in glés, e n es p a ñ o l o e n a m b o s id io ­


m as) q u e in clu yen térm in o s q u e s e u tilizan en lo s in fo rm e s fín a n cie-
ros o q u e s e v in cu la n c o n el eje r c ic io d e la p ro fesió n d e c o n ta d o r p ú ­
b lico ;

e) tra d u cc io n e s al esp a ñ o l (efectu a d a s e n M éxico o en E sp a ñ a ) d e d iver­


so s lib ro s e sc rito s en los E stad os U n id os.

D en tro d e lo s e lem en to s referid os en lo s in cis o s a ), b) y c ), h e d a d o e s p e ­


cial co n s id e ra ció n a lo s q u e s e listan a p artir d e la p á g in a X IX.

A d em ás, m e h a n resu ltad o m uy ú tiles lo s in te r c a m b io s d e id e a s c o n los


o tro s m iem b ro s d el c o m ité o rg a n iz a d o p>or la F u n d a c ió n d el C o m ité d e N or­
m as In te rn a c io n a le s d e C on tabilid ad (lASCF) p a ra la rev isión d e la tra d u c ­
ció n al es p a ñ o l d e su s p u b lic a cio n es N IC 2 0 0 3 , N I I F 2 0 0 4 , N U F 2 0 0 5 , N IIF
2 0 0 6 , N U F 2 0 0 ? y P ro y ecto d e N o r m a I n t e r n a c io n a l d e I n fo r m a c i ó n F in a n c ie ­
ra p a r a P e q u e ñ a s y M e d ia n a s E n t id a d e s . E llo s so n :

• C arlos B u en ñ l (m e jica n o ).

• lo s é A n to n io G o n z a lo Angulo (esp a ñ o l).

• O scar H o lz m a n n (uruguayo, ra d ica d o e n lo s E sta d o s U n id o s).

• S am u el M a n tilla (co lo m b ia n o ).

7. AGRADECIMIENTOS

A g ra d e z c o a C a r lo s B u e n f il, J o s é A n to n io G o n z a lo A n g u lo , O s c a r
H olzm an n y ío rg e T u a P e re d a (esp a ñ o l), p o r h a b e r c o n te s ta d o la s c o n s u lta s
q u e le s form u lé so b re el e m p le o d e c ie r ta s ex p re s io n e s e n su s res p ec tiv o s
países.

8. MANEJO DE LA OBRA

Sugiero al lecto r q u e, a n te s d e c o m e n z a r a m a n e ja r la o b ra , r e c o r ra las


p ágs. XXV-XXXIII.

9. COMENTARIOS YSUGERENCIAS

La ap licac ió n d e lo s criterios d e s e le c c ió n e n u n c ia d o s e n la s e c c ió n 3
im p lica c ierta subjetivid ad (4). por lo q u e c u a lq u ie r le c to r po d ría c o n s id e r a r
q u e es te D iccio n ario:
a) n o incluye lo cu cio n es (en esp añ o l o en inglés) o a cró n im o s q u e d e b e ­
rían h a b erse in corporad o; o

b) c o n tien e elem en tos in necesario s.

Por o tra p arte, po d em os h a b er in cu rrid o en :

a) o m ision es, d ebido a la im posibilid ad fáctica d e c o n o c e r to d as las ex­


p resio nes téc n ica s q u e a p a recen en la biblio g rafía, en la n orm ativa
so b re con tabilid ad y aud itoría y en lo s estad o s fínan ciero s:

b) errores m ateriales e n el p ro cesa m ien to d e los d ato s q u e h em o s m a n e­


jad o.

En relació n co n estas cu estio n es, agrad eceré los co m en ta rio s y las sug e­
ren cias q u e m e ayuden a m ejo ra r las futuras ed icio n e s d e es te libro.

B u en o s Aires, 2 de en ero d e 2008.

E nriq ue F owler N ewton


webs.uolsinectls.com.ar/ebi
P r in c ip a l e s E l e m e n t o s d e c o n s u l t a

En la tabla qu e siguen s e listan los e lem en to s d e c o n su lta qu e en cu ad ran


en alguna de las catego rías siguientes:

a) c u erp os d e n orm a s d e co n ta b ilid a d , a u d ito ría , o tro s servicio s p ro ­


fesio n ales, con tro l d e calid ad , in d ep en d en cia y é tica p u b lica d o s en
id iom a inglés por diversos o rg anism o s in tern a cio n a les, region ales y
lo cales en los últim os a ñ os;

b) tr a d u cc io n e s al es p a ñ o l (o eq u iv a le n te s en e s e id io m a ) d e tex to s
in d icado s en el in ciso an terior.

En id iom a inglés En id io m a esp añol

Intern ation al Financial Reporting Stan- N orm as Internacionales d e Inform ación


dards 2007 (IFRSs 2007). elaboradas por Financiera 2007 (NIIF 2007), traducción
la International Accounting Standards de la publicación indicada en la primera
Board (lASB. Consejo de Normas Inter­ columna, publicada por la lASCF en 2007.
n acionales de Contabilidad, CNIC) y
publicadas por la Intemationai Account­
ing Standards Com m ittee Foundation
(lASCF, Fundación del Comité de Normas
Iniemactonales de Contabilidad).

Pronunciamientos y borradores emitidos


por el lASB en 2007.

E xposure D raft o f a P rop osed IFRS fo r Proyecto d e N orm a In tern acion al d e In­
S m all a n d M edium -sized Entities, tam­ fo r m a c ió n F in an ciera p a r a P equ eñ as y
bién preparado por el lASB y publicada M ed ian as E n tid ad es, traducción de la
por la lASCF en 2006. publicación indicada en la primera co­
lumna. publicada por la lASCF en 2007.

Disposiciones legislativas de la Unión Su equivalente en español, también pu-


Furopea publicadas en inglés en el Dia- blicado en el Diario Ofícial de la Unión
rio Oficial de esa comunidad, mediante Europea,
los cuales se establece el marco para la
adopción de las IFRSs y se adoptan pro­
nunciamientos específicos del lASB.
En id io m a in ^ és En id io m a esp a ñ o l

Versiones en inglés de las directivas cuar­ Su equivalente en espaftol, tam bién pu-
ta, séptima y octava de la Unión Europea blicado en el Diario Oficial de la Unión
y de sus m odificaciones, publicadas en Europea.
d Diario Oficial de esa comunidad (1).

H a n d bo ok o f In tern ation al Auditing, As- N orm as In tern acion ales d e A uditoria Pro
surance, a n d Ethics P ronouncem ents2007 n u n cia m ien tos T écnicos, que es un
Edition, elaborado por diversas juntas de d ucdó n no oficial al español de la edi
la International Federation o f Accoun- ción 2006 del manual indicado en la pri
tants (IFAC Federación Internacional de m era colum na, que fue publicada por e
Contadores) y publicado por ésta. Instituto M exicano de Contadores Pübli
eos (IMCP) (2).

2006 IFAC H a n d b o o k o f I n t e r n a t io n a l M an u a l d e la J u n ta d e N o rm as C ontables


P ublic Sector A ccou n tin g S tan d ard sB oard In tern acion ales p a r a e l S ector P ú blico d e
Pronouncem ents. IFAC 2 0 0 5 p r o n u n c ia m ie n to s , publica­
ción de la IFAC.

Securities Act o f 1933 (Ley de Valores de


1933).

Securities E x ch a n g e A ct o f 1934 (Ley de


Mercado de Valores de 1934).

Sarbanes-O xleyA ct o f2 0 0 2 (ley Sarbanes-


Oxleyde 2002).

C odification o fS taffA ccou n tin g B u U etin s


(codificación de los boletines de) perso­
nal) de la Securities and Exchange Com-
m ission (SEC, Comisión de Valores y Bol­
sas), texto a octubre de 2(X)7 disponible
en http://www.aec.gov/liitap8/account/
sabcode.htm .

F iru in cial A ccou n tln g R esearch System


2006 (PARS 2006), publicación en disco
com pacto preparada por la Financial Ac-
coum ing Standards Board (FASB), que
incluye los "principios de contabilidad

(1) En ele ) de la octava directiva, el nuevo texto aprobado mediante la directiva


2006/43/CE
(2) Traducción efectuada por lorge Abenamar Suárez Arana y revisada por un equipo
del Centro de Investigación del IMCP integrado por Javier Cocina Martínez, Teresa V. Gue­
rrero Sevilla y Marco Amonio Barbera Díaz.
En id io m a español

generalmente aceptados" en los Estados


Unidos para entidades no gubernamen­
tales.

Statem ents o f the Fin an cial A ccounting


StandardsBoardiFASB) 1 57,158yl59, no
Incluidos en PARS 2006.

Interpretation o f the Financial Account­


ing Standards Board (FASB) 40, no inclu­
ida en PARS 2006.

Statem ents o f Federal Financial Account­


ing Concepts a n d Standards a s o f Jun e 30.
2006, orig in al p ron ou n cem en ts, publi­
cación de la Federal Accounting Stan­
dards Advisory Board (FASAB).

Statem ents o f Federal FinarKial Account­


in g C on cepts a n d S ta n d a rd s (Current
Text),)une2004, publicación de la FASAB.

AICPA P rofessional Standards as o f Jun e


30.2006.

Bylaws a n d Rules o f the P ublic C om pany


AccountingOversight B oard (PCAOB, Jun­
ta de Supervisión (E ntable de las Empre­
sas Públicas) as of May 12. 2006.

Standards and Interpreiaiionsde la Inde-


pendence Standard Board (ISB, Junta de
Normas sobre Independencia) publica­
das por la PCAOB.

G overnm ent A uditingStandardsJuly2007


Revisión, publicación de la United States
General Accountability Office (GAO, Ofi­
cina G ubernam ental de Rendición de
Cuentas de los Estados Unidos).

Standards f o r In tem a l Control in th e Fe­


d era l G overnm ent, publicación de la GAO
de 1999.
En id io m a in glés En id io m a esp a ñ o l

In te r n a tio n a l S t a n d a rd s fo r t h e P rofes- N orm as In ten u icion aies p a r a e l Ejercicio


s io n a l P ractice o f In fá m a l Auditing, pub­ P rpfesioruil d e ¡a A u d itoria Intern a, tra­
licación del Institute of Interna! Auditors ducción de la publicación indicada en la
(UA. Instituto de Auditores Internos) que prim era columna, publicada por el pro­
incluye los cam bios que entraron en vi­ pio IlA.
gencia en enero de 2007.

Code o f E thics a n d A u d itin g Standáuds. Código de É tica y N o rm a s d e A uditoría,


publicación de la International Organi- publicación de la INTOSAI.
zation o f Suprem e Audit Institutions (IN-
TOSAI. Organización Internacional de las
Entidades Fiscalizadoras Superiores).

In tem a tioru d F in a n c ia l R eporting S tan­


d a rd s G en eral P ar p óse Fin an cial R eport­
in g f o r P rofíí-O riented Enritíes, ¡ncorpo-
ratingA dditioruü R equirem ents f o r B an ks
a n d S im ilar F in a n c ia l Institutions (IFRS-
GP) 2006 (taxonomía XBRL)

T a m b ié n s e h a n t e n id o e n cu e n ta lo s co n te n id o s d e las sig u ie n te s reg u la ­


c io n e s y p ro y ec to s (en id io m a esp a ñ o l):

• N o r m a s P r o fe s io n a le s A rg en tin a s C o n t a b le s , d e A u d it o r ía y S in d ic a tu r a
d e la Fe d e ra ció n A rgen tin a d e C lonsejos P ro fe sio n a le s d e C ie n cia s E c o ­
n ó m ic a s (E 4CPCE), tex to o rd en a d o a ab ril d e 2 0 0 6 .

• N o r m a s d e A u d it o r ía E x tern a d e la A u d it o r ia G e n e r a l d e la N a c ió n (Ar­
g e n tin a ), a p ro b a d a s p o r su res o lu c ió n 145/93.

• N o r m a s G e n e r a le s d e C o n tro l I n t e r n o d e la S in d ica tu ra CieneraJ d e la


N ació n , a p ro b a d a s por su reso lu ció n 107/98.

• N o r m a s d e A u d ito r ía In t e r n a G u b e r n a m e n t a l d e la S in d ica tu ra (3en e-


ral d e la N ació n , a p rob a d a s p o r su reso lu ció n 152/02.

• P la n G e n e r a l d e C o n t a b ilid a d vig en te en F^ pañ a, in clu y e n d o su s a d a p ­


ta c io n e s secto riales.

• Resp u estas a c o n su lta s d e co n ta b ilid a d y au d ito ría e la b o ra d a s p o r el


In stitu to d e (Contabilidad y Auditoría d e C u e n ta s (ICAC) d el M in is te ­
rio d e E co n om ía y H aciend a d e E sp aña, p u b lic a d a s en :

http://w w w .icac.m eh.es.

• N o rm a s d e I n fo r m a c ió n F in a n c ie r a (N IF) 2 0 0 7 , d el (Consejo M ex ica n o


para la In vestig ación y D esarrollo d e N o rm as d e In fo rm a c ió n F in a n ­
ciera (CINIF).

• M arc o C o n c e p t u a l p a r a ¡a P r e p a r a c ió n y P r e s e n t a c ió n d e E s t a d o s F i ­
nancieros a prob ado por e) (Colegio d e C on ta d o re s d e C h ile en 2 0 0 7 .
• P ro y ecto s d e N o r m a s d e I n fo r m a c i ó n F i n a n c ie r a p u b lica d os p>or el
m ism o C olegio h asta o ctu b re de 2007.

A d ic io n a lm e n te , s e h a n c o n s u lta d o n u m e ro s o s g lo s a r io s y lista s d e
a c ró n im o s d isp o n ibles en la In tern et, in clu yen d o a lo s q u e siguen:

• A m e r ic a n I n stitu te o f C e r tifie d P u b lic A cc o u n ta n ts. G lossary o f T erm s,


A cron jn ns, an d A bb reviation s
http:// w w w .aicpa.org/d ow nload /m ed iacenter/A IC PA _G lossary.pdf
• A u stra lia n E d u c a t io n a lR e s e a r c h P iy ¿ id ., ABREM A (Activity B ased Risk
E valu atio n M od el o f A uditing) — G lo ssa ry o f a u d itin g term s
h ttp :/ / w w w .abrem a.net/ abrem a/ in_d ex.htm l

htip;//w w w .cn bv .go b.m x/ recu rsos/ fra m e c n b v .h tm


* W eil, R o m á n L , G lo ssa ry o f C ost M a n a g e m e n t C o n ce p ts , VViley.
h ttp ;/ / m e d ia .w íIey .co m / p ro d u ct_ d a ta / ex ce rp t/ 4 7 /
0 4 7 1 6 7 8 1 / 0 4 7 1 6 7 8 1 4 7 .p d f

A c c o u n t in g G lo s s a r y .n e t. A c co u n tin g G lo ssa ry
h ttp :/ / w w w .a cc o u n tin g g lo ssa ry .n et

E n g lis h S p a n i s h B u s in e s s T erm s, P e a rs o n P r e n tic e H all

h ttp :/ / w w w .p ren h a Jl.eo m / g lo ssa iy / a .h tm I


M a n e j o d e la O b r a

1. CONTENIDO TÍPICO DE CADA ENTRADA

Según se ex p lica d en tro del p refacio , c a d a en tra d a d e e s te d iccio n a rio


in cluye h asta c in c o tipo s d e in fo rm a ció n , q u e s e p resen ta n c o n lo s tip o s y
tam añ o s d e letra q u e s e in d ican a c o n tin u a ció n :

locución deñnida
equivalente(s) en inglés de la locución definida

D efin ición o rem isión a o tra en tra d a del D iccio n a rio

Sir>ón im o(s)

Comentario(s).

E jem plo:

estado de resultados
income statement \statement a fin cóm e

E sta d o ñ n a n c le ro q u e m u estra u n resu m en d e las c a u sa s del re s u lta d o


d el p e río d o (o p eríodos) q u e cu bre.

Sinónim os; estad o d e actividad financiera, eco n ó m ica y s o d a i [CO]. e s ta ­


do d e g an an cias, estad o d e pérdidas y g an an cias.

También se lo denomina “cuenta de exploiación" IES], “cuenta de pérdidas y ga­


nancias" IES) y “cuenta de resultados" IES] INUF/UE]. Si^x>nemos que quienes
utilizan estas expresiones, emplean la palabra “cuenta* con el signiñeado de "cál­
culo*, pues las causas del resultado de un período serían difíciles de determinar ^
todos sus componentes se acumulasen, [nidalmente, en una única cuenta.

El estado de resultados inciu)^ los reconocidos como tales pero no los imputados
a cuentas de “resultados diferidos*.

El empleo de la expresión “estado de desem(>eño* (“performance statement*! ha


sido cuestionado por quienes consideran que antes de adoptarla debería lograrse
un acuerd o sobre el alcance del concepto de “d esem peño financiero" ("financia!
perform ance*), que quizás podría incluir algún elem ento aberro al resultado de)
periodo (sea: k » d ividend os distribuidos).

L as lo c u c io n e s q u e a p a r e c e n e n e l p r im e r r e n g ló n d e c a d a e n tr a d a se
p r e s e n ta n e n s in g u la r o e n p lu ra l, lo q u e n o s h a p a r e c id o m á s a d e c u a d o o
m á s p r á c tic o e n c a d a c a s o .

S e g ú n n u e s tr a p e r c e p c ió n , a lg u n a s lo c u c io n e s s e em p le a n (co n el s ig n i­
f ic a d o p r e s e n ta d o e n e l d ic c io n a rio ) ú n ic a o p r e d o m in a n te m e n te en :

a) u n á m b ito g e o g r á fico d e te rm in a d o : o

b ) u n ju e g o d e n o r m a s d a d o .

E n e s to s c a s o s , d e tr á s d e la lo c u c ió n d e fin id a c o lo c a m o s le n tr e c o r c h e -
te s l u n c ó d ig o q u e in d ic a e l á m b ito d e d ifu sió n d e la c o r re s p o n d ie n te d efin i­
c ió n . E n l o s c a s o s d e p a ís e s , e m p le a m o s lo s có d ig o s d e d o s le tra s p ro p u esto s
e n la n o r m a IS O 3 1 6 6 :1 9 9 3 . L a lista d e a c la ra c io n e s em p le a d a s e s é sta :

Á m b it o d e d ifi is ió n ú n ic a o p r e d o m in a n t e d e l a l o c u ­
{ C ó d ig o } c ió n , d e f i n i d a d e l m o d o q u e s e e x p o n e e n la c o r r e s p o n ­
d i e n t e e n t r a d a d e e s t e d ic c i o n a r io

lAGN] N o rm a s d e A u d itoría E x te rn a d e la A uditoria G en era l


d e la N a c ió n (A rg en tin a), a p r o b a d a s p or su r eso lu c ió n
145/93.

lARl A rg e n tin a .

[CLl C h ile

(COI C o lo m b ia .

IES] Esp aña

[EUl A cto s legislativo s u o tro s d o cu m e n to s d e la E u ro p e a n


U n io n (U nión E u rop ea) p u b lic a d o s e n id io m a in glés,
d istin to s d e lo s q u e a d o p ta n N IIF.

N o rm a s p ro p u esta s p o r la F e d e r a c ió n A rg e n tin a d e
C o n s e jo s P ro fe sio n a le s d e C ie n c ia s E c o n ó m ic a s e n
u n a reso lu ción té c n ic a , u n a in te r p r e ta ció n o u n a r e ­
so lu ció n d e su Ju n ta d e G o b ie rn o .

N o rm as d e la U n ited S ta te s G o v e rn m e n t A c c o u n ta -
bility O ffice (O ficin a G u b e rn a m e n ta l d e R e n d ic ió n d e
C u en ta s d e los E sta d os U n id o s).

P ro n u n cia m ie n to s d e d iv e rsa s ju n ta s d e la I n te r n a ­
tio n al Fe d era tio n o f A c co u n ta n is (IFAC, F e d e r a c ió n
In tern a cio n a l d e C o n ta d o re s) e n id io m a in glés.
Á m b ito d e d ifu s ió n ú n ic a o p r e d o m in a n te d e ¡a lo cu -
{C ó d ig o ! c ión . d e fi n id a d e l m o d o q u e s e e x p o n e e n la c o r r e s p o n ­
d ie n te e n tr a d a d e e s t e d ic c io n a r io

(IFRSs] In ternatio n al F inan cial R eportin g S tand ard s 2 007, en


in glés.
[INTOSAl/Eng] P r o n u n c ia m ie n to s e n in g lé s d e la In te r n a tio n a l
O rganization ofS u p re m e AiKÜt In stitu tion s (INTOSAI.
O rg a n iz a ció n In te r n a c io n a l d e la s E n tid a d e s F is-
calízad oras Superiores).
(INTOSAI/EspI P r o n u n c ia m ie n to s e n e s p a ñ o l d e la In te r n a tio n a l
O rganization o f Sup rem e Audit In stitu tion s CINTOSAI,
O r g a n iz a c ió n I n te r n a c io n a l d e la s E n t id a d e s
Fiscalizad oras Superiores).
[IPSASs] In te r n a tio n a l P u b lic S e c to r A c co u n tin g S ta n d a rd s
2 0 0 6 , en in ^ é s.
IMXl M éxico.
[NIA] T ra d u cció n d e las n orm a s p rop u estas por la In tern a ­
tio n al F ed era tio n o f A cco u n ta n ts (IFAC. Fe d era ció n
In ternacio nal d e C on tad o res) en m a teria d e co n tro l
d e calidad, aud itoría, revisión, o tro s tra b a jo s d e a te s ­
tig uació n y serv icio s rela cio n a d o s, pu b lica d a por el
In stituto M exican o d e C on tad o res P ú blico s l e c c ió n
2 0 0 6 ).
(NlCSPi T ra d u cció n al esp a ñ o l d e las In tern a tio n a l P u blic S e c ­
tor A ccounting Stan d ard s (IPSASs, N orm as In tern a cio ­
n ales de C on tabilid ad d el S e c to r P ú blico) 2 0 0 5 . p u b li­
cad a por la IFAC.
[NIF MXl N orm a d e In fo rm a ció n F in a n ciera e m itid a p o r el C o n ­
s e jo M exican o para la In vestig ación y [)esaiTO llo d e
N orm as d e In fo rm a ció n F in a n ciera (CIN IF) y c o n te ­
n id a en e l libro N o r m a s d e I n fo r m a c i ó n F i n a n c ie r a
(N IF) 2 0 0 7 , p u b licad o por d ich a o rg a n iz a ció n .
(NIIF/IASCFl T ra d u cció n al esp a ñ o l del texto o rd en a d o d e las N IIF
2 0 0 7 y d e su m a rc o c o n c e p tu a l, p u b lic a d a p o r la
I n te r n a tio n a l A c c o u n tin g S ta n d a r d s C o m m itte e
F o u n d a tio n (lASCF, F u n d a ció n del C o m ité d e N o rm as
In tern a c io n a le s d e C on tabilid ad ).

INlIF/UEl H co n ju n to de las v e rsio n es en es p a ñ o l d e lo s pro n u n ­


c ia m ie n to s o rig in a les d el In te r n a tio n a l A c co u n tin g
Stan d ard s B o ard (lASB, C o n sejo d e N o rm as In tern a ­
c io n a le s d e C on ta bilid a d ), in co rp o ra d a s a lo s R e ^ -
m en to s d e la U n ió n E uropea h a sta sep tiem b re d e 2007.
tal c o m o fu eron p u b lica d o s e n el B o letín O ficial d e la
U n ió n E uropea.
A m b it o d e d ifu s ió n ú n ic a o p r e d o m i n a n t e d e ¡a lo c u -
fC ó d ig o } c ió n , d e f i n i d a d e l m o d o q u e s e e x p o n e e n l a c o r r e s p o n -
d i e n t e e n t r a d a d e e s t e d i c c i o n a r io

[N IIF] (N llF/ lA SC Fl c o in c id e n te c o n IN IIF/U Ei.

[PE] Perú .

ISAS) S ta te m e n ts o n A u d itin g S ta n d a rd s (SASs, d e c la r a c io ­


n e s s o b r e n o r m a s d e a u d ito ría ) c o n te n id a s e n la p u ­
b lic a c ió n A lCP A P r o fe s s io n a l S t a n d a r d s a s o f f u ñ e 3 0 ,
2006.

[UE] A c to s le g is la tiv o s u o tr o s d o c u m e n to s d e la U n ió n
E u r o p e a p u b lic a d o s e n id io m a e s p a ñ o l, d is tin to s d e
lo s q u e a d o p ta n N llF .

[U S] U n ite d S ta te s (E sta d o s U n id o s)

[USGAAP] L o s q u e e n lo s E s ta d o s U n id o s s e d e n o m in a n “ge n e -
rally a c c e p te d a c c o u n tin g p r in c ip ie s " (GAAP, p r in c i­
p io s d e c o n ta b ilid a d g e n e r a lm e n te a c e p ta d o s ) p a ra
e n tid a d e s n o g u b e r n a m e n ta le s .

[U Y l U ru g u ay

P o r s u p u e s to , e s p o s ib le q u e a lg u n a lo c u c ió n d e las in d ic a d a s ten g a u n a
u tiliz a c ió n m á s e x te n d id a q u e la q u e s u p o n e m o s .

P o d ría o c u rrir, p o r e je m p lo , q u e s u p o n g a m o s q u e c ie r ta lo c u c ió n só lo se
u tiliz a e n la A rg e n tin a , e n M é x ic o o e n E s p a ñ a p ero q u e en lo s h e c h o s se
la e m p le e ta m b ié n e n o tro s p a íses.

C u a n d o , p a ra u n e le m e n t o d e fin id o , e x is te n vario s e q u iv a le n te s e n in ­
g lés, s e lo s p r e s e n ta s e p a r a d o s p o r b a rra s v e rtic a le s, c o m o en el e je m p lo “e s ­
ta d o d e r e s u lta d o s ".

C u a n d o e x is te n s in ó n im o s (en es p a ñ o l):

a) la d e fin ic ió n d el c o n c e p to s e p r e s e n ta en la e n tr a d a q u e c o n s id e r a m o s
p re fe rib le ;

b ) la s r e s ta n te s e n tr a d a s r em iten a la a n terio r.

E je m p lo :

abstención de opinión
disclaimer o f opinión

M a n ifesta c ió n , in clu id a en un in fo r m e d e l a u d ito r ( s o b r e un J u e g o d e o s ­


u d o s fin a n c ie r o s ) , e n el q u e a q u é l in d ic a q u e n o e s tá e n c o n d ic io n e s d e
em itir una o p in ió n profesion al so b re d ich o ju eg o o so b re alg un os d e los
estad o s q u e lo co m p o n en .

Sinónimos; denegación de opinión, negación de opinión.


La causa habitual de una abstención de opinión e s ...

denegación de opinión

A b ste n c ió n d e op in ió n .

negación de opinión
denial o f opinión

A b s te n c ió n d e op in ió n .

D en tro d e las d efín íd o n e s y los d e c o m en ta rio s, lo s térm in o s d efin id os


en o tra en trad a del D iccio n ario se p resen ta n , la prim era vez q u e a p a recen ,
e n n eg rita.

2. REFERENCIAS A DICCIONARIOS DE USO GENERAL

Los d iccio n a rios d e u so general a los q u e se h a ce r efere n cia e n el p re s e n ­


te. so n lo s siguientes:

S ig las

DRAE D iccio n a rio d e la Real A cad em ia E spaño la, 22*. E d ición .


E spasa C alpe, 2 0 0 1 , cu yas defín icio n es es tá n d isp o n ibles
en :

http:// buscon .rae.es/ diccionario/d rae.h tm .

M erriam -W ebster O nlin e D ia io n a ry

{http://w w w .m -w .com ).

3. SIMPUFICACIONES

Para facilitar la lectu ra d e ia o bra, se h an utilizado alg un as slm p lifícacio -


s:

1. Al d escrib ir o p era cio n es m a tem á tica s e n las q u e in tervienen m edidas


c o n ta b le s de d eterm in a d os e lem en to s d e lo s e sta d o s fin a n cieros, se
o m iten las r efere n cia s a ellas.
P o r e je m p lo , ia m e d id a d e l “c a p ita l c o r r ie n te " e s e l e x c e s o d e la m e d id a
d e l “a c tiv o c o r r i e n te " s o b r e ia d el “p a s iv o c o r r ie n te " , p e r o p a r a s lm p lifíc a r
s e d ic e q u e e l c a p ita l c o r r i e n te e s " e l e x c e s o d e l a c tiv o c o r r ie n te s o b r e el
p a s iv o c o r r i e n te ”.

2. Al p r e s e n ta r e x p r e s io n e s e n in g lé s q u e a v e c e s a p a r e c e n e s c r ita s c o n
g u io n e s y o tr a s s in e llo s , s ó lo s e u tiliz a u n a d e e s a s fo r m a s d e e s c ritu -

P o r e je m p lo , e l e q u iv a le n te e n in g lé s d e “te n e d o r d e l ib r o s " p u e d e e n c o n ­
tr a r s e b a jo la s f o r m a s " b o o k k e e p e r " . " b o o k k e e p e r " y " b o o k -k e e p e r ”, p e r o
e n e s t e D ic c io n a r io s ó lo s e e m p le a la p r im e r a .

3 . L a s e x p r e s io n e s e n in g lé s p a r a la s q u e n o e n c o n tr a m o s u n a tr a d u c ­
c ió n a l e s p a ñ o l q u e n o s s a tis ñ c i e s e y q u e s e e m p le a n e n te x to s e n e s ­
p a ñ o l, s e tr a ta n c o m o s i p e r te n e c ie s e n a l id io m a c a s te lla n o .

P o r e je m p lo , “c o m m o d ity " a p a r e c e d e tr á s d e " C o m ité s d e A ctiv id a d e n el


I n te r é s P ú b lic o ".

4 . A u n q u e a lg u n a s lo c u c io n e s e m p le a d a s e n la s tr a d u c c io n e s a l e s p a ñ o l
d e la s N o r m a s In te r n a c io n a l d e I n fo r m a c ió n F in a n c ie r a (N IIF ) a p a r e ­
c e n ta m b ié n e n lo s p r o y e c to s d e N o r m a s d e In fo rm a c ió n F in a n c ie r a
(N IF ) d ifu n d id o s p o r e l C o le g io d e C o n ta d o r e s d e C h ile , n o h e m o s s e ­
ñ a la d o e s te ú ltim o e m p le o . P r e fe r im o s id e n tific a r la s e x p r e s io n e s q u e
e n e s to s p r o y e c to s s e p r e s e n ta n c o n lo c u c io n e s d is tin ta s a la s u tiliz a ­
d a s e n la s N IIF .

P o r eje m p lo , s e ñ a la m o s q u e e n C h ile la e x p re s ió n " v a lo r j u s t o " c u e n t a c o n


p r e f e r e n c ia s o b r e “v a lo r r a z o n a b le " (fa ir v a lu é).

4. SU GERENCIA S PARA TAREAS ESPEC ÍFIC A S (1)

S u g eren cias

E ncontrar el significado de una locución Buscarla d en tro del D iccio n ario. S i está
en español incluid a, se en co n tra rá su d efin ició n o
una rem isión a otra en trad a del d ic cio ­
nario.

(1) Los textos sobre fondo p is son ejemplos.


Encontrar el significado de una locución Buscar su equivalente en plural.
en español que ya se ha buscado —sin
éxito— en singular.

lae encuentra 'costo de mvestigadón'. Buscar “costos de investigación”,


cerá 'co stos de investigación

Encontrar el significado de una locución Buscar su equivalente en singular.


en español que ya se ha buscado —sin
éxito— en plural.

||fcse encuentra-gastos adelantadas'. B u s ^ “gasto adelantado”.

Encontrar el significado de una locución Reemplazarla por un sinónim o o por u


en español que ya se ha buscado —sin expresión que parezca equivalente.
éxito— en singular y en plural.

ip u ed e encontrarse “coste de cancela- Dado que "coste” es sinónimo de "costo’


buscar 'costo de cancelación”.

iencuentra'declaradóndeim pues- Buscar'dedaración Impositiva”.

Buscar la locución dentro del Dicciona-

Si está definida y existen sinónim os, és­


tos aparecerán dentro de la entrada co­
rrespondiente a la locución buscada.

Si la locución aparece pero remite a otra


entrada, buscar los sinónim os en ésta.

Só buscan sinónimos de “abstencióD de En la entrada correspondiente a "iB M ife


ción de opinión* se encuentran
ción de opinión” y “negación de opioión*.

l ó buscan sinónim os de “negación de En la entrada correspoiMUeme a


ción de opinión* se erKuentra
cíó a de opintÓR* y. en la entrada
pondiente a esta locución.
Encontrar la definición e Con la Tabla Inglés • Español, localirarla
locución en inglés correspondiente lo cución en esf>aflol.

Luego, aplicar los procedim ientos previs­


tos para las búsquedas de locuciones en
español.

I busca el signifkado de '’held-to-ma- La tabla remite a la locución “a s e r f l B j


tenido hasta d vencim iento”, c u y o ^ H
ficado aparece en el Diccionario. I

Encontrar sinónim os, en ín^és, de una Con la Tabla Inglés - Español, localizar la
locución escrita en ese idioma. correspondiente locución en español.

Luego, bu scar la lo cu ció n en español


dentro del Diccionario. SI aparecen sinó­
nimos (m español), buscarlos dentro del
m ismo D iccionario para d eterm in ar si
tienen equivalentes en inglés.

É l busca i i sinónim o de “disclaimer of La tabla indica que esa expresión coonmi


ponde a “abstención de opinión”.

Buscando "abstención de o pinión" e n f l


Diccionario se encuentran los sto d d iH il
en español "denegación de o p in ió n " *
"negación deopinión". [

En la entrada ccnrespondiente a
d ó n de opinión” se encu entra el
lente en in ^és "denla! o f opinión”, q u e #
un sinónim o de "disclaim er o f opinión".

Encontrar traducciones al inglés de i Ver si existen traducciones en las entra­


locución en español. das correspondientes a la lo cu ció n del
caso y a sus sinónim os.

Si la entrada correspondiente a la locu­


ción del caso c o n tien e una rem isió n a
otra entrada, examinar ésta y las en tra­
das de los o tros sinónim os que se deter­
minen en este paso (2).

(2) Debe recordarse que. según se explica en el prefacio, no índuünos equivalentes en


inglés cuando el elemento definido;
a) poco probablemente aparecerá en un texto en inglés, por tratarse de un concepto
de utillzadón prindpalmente local o de la denominación de una entidad local (nacional
provinciai) que diRcilmente sea traducida ai in^és: o
b) es un acrónimo o una abreviatura.
Sugrrencias

k buscan traducdones de “absiención Bn la entrada correspondiente a^jÜ lH Ü


opinión*. d ó n de opinión' aparecen 'd is d a im e r^
opinión" y tam bién los sinónim os
español) 'd e n e f^ ió n de opinión" y ^ i i
gación de opinión".

En la entrada correspondíenca a
d ó n de opinión" se encuentra elv^M il^
lente en inglés ‘ denial of opinkm", que^l
una segunda traduccbin de
de opinión".

Encontrar i na o más traducciones al c Con la Tabla ‘ Inglés •Español’ , localizar


pañol de ui a locución en inglés. el equivalente en español de la locución
buscada.

Luego, seguir los procedim ientos sugeri­


dos para encontrar sinónim os en espa­

t o desea encontrar una o más traduccio La tabla indica que el equivalente de


• e td e ’ disclaim erofopinión". clalm er of opinión" es " a b s te n c ió n ^
opinión". ,

En la entrada correspondieme a ^ S l M l
ción de opinión" se encuentran k > s ^ ^
nitnos ‘ denegación de opinión" y ^ i n
ción de opinión". |

Encontrar el significado de un acrónimo Utilizar la tabla de acrónimos para deter­


minar a qué locución en español corres­
ponde. Luego, buscar ésta en el Diccio-

t o busca el significado de "AlCPA": La tablade acrónimos indica que "AlCPA*


corresponde a "American InsüniteofC en
tified Public A c co u n ia n tscu y a M É t o
ción al español es "Instituto to B O M M
de Contadores Públicos Certificados".

El s^nificado está en la entrada del'


cionario correspond iente a "I
Americano de Contadores Públicos'
ilico s flto
tiñcados".
P r im e r a P a r t e

D efiniciones
10-K I 10- Q
Ver fo rm u la rlo 10-K. I Ver fo rm u la rio lO-Q.

r mantenido hasta el vencimiento"


a c u e n ta
on accou n t
a) en el momento de su reconocim iento
D ich o de un pago, q u e red u ce una inicial: es designado como “sctlTO fi­
d eu d a sin c ancelarla. nanciero al valor razonable con cam ­
bios en resultados" (NIIFl:

a p la z o [N IIF/U E ] b) ha sido designado com o ‘'disponible


para su venta": o

c) cumple con la definición de "présta-


m osy partidas por cobrar" (NUF].
a s e r m a n t e n id o h a s t a e l
Esta caracterización no es conceptual y
v e n c im i e n t o sok) procura, suponemos, facilitar la apU-
h e ld -to -m a tu r ity cación de ciertas reglas contenidas en la
Norma Internacional de Contabilidad
D icho d e un in s tru m e n to de d eu d a (NIC) 39.
q ue integra el a c tiv o , que:

a) no e s u n d erivad o : a té r m in o
fo r w a rd
b) tie n e u n a fech a d e v e n c im ien to
d eterm in ad a: D eriv a d o que:

c) o torg a el d erec h o d e c o b ra r im ­ a) oblig a a las p a rtes a realizar u n a


p o rte s fija d o s o su s c e p tib le s de com p ra v en ta en un a fe ch a futura
d ete rm in a ció n : c o n el p recio d ete rm in a d o en el
m o m en to del acuerd o:
d) es ten id o co n la in ten ció n y la c a ­
pacid ad ñ n a n cíera de con serv a r­ b) h a s id o d is e ñ a d o te n ie n d o en
lo hasta su vencim ien to. cu e n ta las c o n v en ien cia s es p e c í­
ficas del vend ed o r y del c o m p ra ­
Sinónim o; con servad o a vencimiento. dor, por lo q u e no tie n e p recio en
un m e r c a d o activ o .
Según las Normas Internacionales de In­
form ación Financiera (NllF), un instru­ Sinónimo: a plazo [NIIF/UE]. de pre­
mento de deuda no puede considerarse cio adelantado.
A la fecha del vencim iento (o antes, si es­
tuviera contractualm ente permitido); a b s te n c ió n d e o p in ió n
disclaimer o f opinión
a) el vendedor debe entregar el su b y a ­
c e n te y el com prador pagarlo al pre­ M a n ife s ta c ió n , in c lu id a e n u n In fo r­
cio convenido en el contrato; o m e d e l a u d it o r (s o b r e u n Ju e g o de
e s ta d o s f in a n c ie r o s ) . e n el q u e aquél
b) si estuviere previsto, la parte perdedo­
in d ic a q u e n o e s tá e n c o n d ic io n e s de
ra debe entregar a la otra la diferencia
e m itir u n a o p in ió n p r o fe s io n a l sobre
entre el precio pactado del subyacen­
te y el precio corriente del m ism o a d ic h o ju e g o o s o b r e a lg u n o s d e los
dicha fecha. e s ta d o s q u e lo c o m p o n e n .

El acuerdo puede prever una cláusula ‘ a S in ó n im o s; d e n e g a c ió n de opinión,


voluntad", que perm íta que una de las negación de opinión.
partes anticipe el vencimiento del c o n tra ­
to dando cierto preaviso a la otra. La causa habitual de una abstención de
opinión es la existen cia de limitaciones
im portantes al alcance del trabajo del au­
a v o lu n ta d ditor. Algunas n o rm a s d e aud ito ría re­
quieren que el auditor tam bién se absten­
V e ra té n n in o . ga d e opinar cuando existen incertidum­
bres im portantes.

La abstención puede alcanzar:

a) a la o p in ió n p rin cip a l, a la opinión


s o b re u n iform id ad (si se la emitiere)
o a am bas;

abono b) a la opinión dada sobre la totalidad de


los estad os fínancierus o sobre algu-
C r é d ito (cred it). no(s) d e ellos.

ab u so
abuse [G AO ]
1. D ic h o c o n r e fe re n c ia a un n e g o ­
A lo s e f e c to s d e a p lic a r la s N o r m a s de
c io . s u ad q u is ic ió n .
A u d ito r ía G u b e r n a m e n t a l, u n c o m ­
2 . lu ríd ic a m e n te , u n a fu s ió n (2) e n p o rta m ie n to q u e :
la q u e u n a e n tid a d p r e e x is te n te
a) e s in a d e c u a d o , si s e lo c o m p a ra
q u ed a c o m o c o n tin u a d o ra d e las
c o n e l q u e u n a p e r s o n a p ru d en te
activ id ad es d e d o s o m ás.
c o n s id e r a ría r a z o n a b le e n h in ció n
La ñgura legal descrípta en la deGnición d e lo s h e c h o s y c irc u n s ta n c ia s ;
(2) no siempre implica la a dquisición de
un negocio. Así. si A ya posee el 99% de b ) n o c o n lle v a la c o m i s i ó n d e un
las acciones de B, am bas em presas se fu­ fra u d e , d e u n a c t o il e g a l o d e una
sionan y B desaparece, en la realidad eco ­ v io la c ió n a u n c o n t r a t o .
nóm ica no hay una adquisición de un
negocio sino una reorganización em pre­ Ejem plo: debiendo trasladarse a un lugar
saria. alejad o de su o fícína, y sin q u e existan
D iccionario de C ontabilidad y A uditoria

razones de seguridad o de urgencia que capital). Por ejemplo, el conjunto de a c ­


lo justifiquen, un funcionario guberna- cion es p referentes (preference shares]
mental contrata un avión privado en lu­ determina el “capital preferente" (prefe­
gar de utilizar un vuelo comercial regu­ rence stock).
lar.

a c c ió n al p o r ta d o r
a c c e s ib ilid a d bearer share
accessibiUty \
I La q u e n o e s un a a c c ió n n o m in a tiv a .
C ualidad q u e tie n e una in íorm a ción I
cu an d o es d e fácil p reparación .
a c c i ó n a n o t a d a [ES]
a c c i d e n t e d e t r a b a jo registered share
occupational accident \labor
A c ció n n o m in a tiv a n o rep resen tad a
accident en papel, cu y a titu larid ad esta a n o ­
tad a en un r e ^ s tr o m a n ten id o p o r su
A c o n te c im ie n to s ú b ito y v io le n to
em iso r o por un reg istra d o r d e a c c io ­
o currid o:
n es.
a) por el h ech o o en o casió n del tra­
También se la denomina “acción escritu-
b ajo ; o ral" [ARj, pero la palabra "escritural” no
figura en el DRAE.
b) e n el trayecto en tre el d o m icilio
del trabajad or y el lugar d e tra b a ­
jo o viceversa.
a cc ió n c a rtu la r
Sinónimo; accidente profesional.
A c c ió n rep resen tad a en papel.

a c c i d e n t e p r o f e s io n a l La palabra “cartular" no figura en el DRAE


Su em pleo parece provenir del italiano
A ccid en te de trabajo. "cartolare” (en papel).

a c c ió n a c c ió n co m ú n
equity share \share \stock share common share
I
Títu lo q u e rep resen ta u n a u n id ad d e A c ció n o rd in a ria ,
p articipación en el c a p ita l de algunos |
tipos de en tid ad es.
a c c ió n c o m ú n p o te n c ia l
En la Argentina, emiten acciones las so­ potential common share
ciedades anónim as, las sociedades en |
c om an d itap ora cd o n esyla sco op e ra ü - . A c ció n o rd in a r ia p o te n cia l.

A partir de algunas de las expresiones que


contienen la palabra “share” (acción), a c c i ó n d e d i s f r u t e [ES]
pueden elaborarse otras que incluyan el
vocablo “stock” (conjunto de acciones, i B o n o d e goce.
a c c i ó n d e g o c e (E S ] a c c ió n o rd in a r ia
ordinary share
B o n o d e go ce.
A c c ió n q u e n o tie n e n in g u n a p refe­
r e n c ia e n lo c o n c e r n ie n te a la s d istri­
a c c i ó n e s c r i t u r a ] (AR)
b u c io n e s d e g a n a n c ia s o . e n e l caso
V er a c c i ó n a n o t a d a (ES). d e d is o lu c ió n d e su e m is o ra , al r e e m ­
b o ls o d e su c a p ita l.

a c c ió n n o m in a tiv a S in ó n im o : a c ció n com ún .


non-bearer share

A c c i ó n r e g is tra d a a n o m b r e d e u n a a c c ió n o r d in a r ia d e e m is ió n
p e r s o n a d e te rm in a d a . c o n tin g e n te
contingently issuable ordinary
I share
a c c ió n o b lig a to r ia m e n te
r e d im ib le ! A c c ió n o r d in a r ia s u s c e p tib le d e em i-
mandatorily redeemable share I s ió n a c a m b io d e u n d e s e m b o ls o en
e f e c t iv o q u e e s p e q u e ñ o o e s n u lo o
A c c i ó n c u y a s c lá u s u la s d e e m is ió n d e o tr a a p o r ta c ió n , p re v ia s a tis f a c ­
o b lig a n in c o n d i c i o n a l m e n t e a su c ió n d e la s c o n d ic io n e s e s p e c ific a d a s
e m is o r a re d im irla m e d ia n te la t r a n s ­ e n u n a c u e r d o c o n t in g e n t e d e e m i­
f e r e n c ia d e a c tiv o s a u n a fe c h a d e te r ­ s ió n d e a c c io n e s .
m in a d a o d e te rm in a b le o d e b id o a la
Las palabras “contingently" e “issuable"
o c u r r e n c ia d e u n h e c h o fu tu ro c ie r -
no figuran en el MWOD.

La expresión “a c ció n o b lig ato riam en te a c c ió n o r d in a r ia p o te n c ia l


red im ible" es m ás p recisa q u e “acció n
o b l^ to r ia m e n te resca ia ble” porque:
potential ordinary share

a) la palabra “redim ible" es apta para re­ I n s t r u m e n t o f in a n c ie r o u o tro c o n ­


ferirse a k) que se ha vendido y puede tr a t o q u e p u e d e o to rg a r, a su te n e d o r
ser c om prado de nuevo; le g ítim o , el d e r e c h o d e r e c ib ir a c c i o ­
n e s o rd in a r ia s .
b) rK) sucede k> m ism o con “rescatable".
que no figura en el DRAE; Sinónim o; acción c om ún potencial.

c) ninguna de las definiciones de "resca­ Ejem plos; títulos de deuda con ven ibles
tar" que contiene el DRAE expresa la en accion es ordinarias, o p cio n e s para la
idea de “redim ir". suscripción d e éstas.

a c c ió n o r d in a r ia p o te n c ia l
d i l u s i v a [N IIF ]
a c c ió n o b lig a to r ia m e n te dilutive potential ordinary
re s c a ta b le share ( I F R S s j

V e r a c d ó n o b lig a to ria m e n te r e d im í- i A c c ió n o r d in a r ia p o t e n c i a l q u e . e n el
I c a s o d e c o n v e n ir s e e n u n a a c c i ó n
o rd in a ria , red uciría la g a n a n c ia p o r Como sinónim o se emplea ‘ acción pre
a c c ió n (o au m en ta ría la p é rd id a p o r ferída", pero la palabra "preferida" iiidu
a c c ió n ) in fo rm ad a e n los e s ta d o s f i ­ ce a pensar en una ‘ preferencia por la ac
d ó n " y no en que ésta otorga urta prefe
n a n c iero s.
renda. Por k) mismo, ‘ preference share
Tam bién se la ha denominado 'a cció n nos parece más claro que "preferred sha
potencialmente dilutíva” (NIF MX], pero
la palabra 'dilutiva' no ñgura en el DRAE.

Por otra parte, la p>alabra ‘‘dilutive” no fi­ a c c ió n p re fe re n te a c u m u la tiv a


gura en el MWOD.
cumutative preference share
A c ció n p r e fe r e n te q u e otorg a d e r e ­
a c c i ó n p o t e n c i a l m e n t e d llu tiv a
c h o s a p ercibir d iv id e n d o s p r e fe r e n ­
I N IF MX| te s ac u m u la tiv o s.

Ver a c c ió n o rd in a r ia p o te n c ia l d ilu -
siv alN IIF ).
a c c ió n p re fe re n te c o n
p a rtic ip a c ió n
a c c i ó n p r e f e r e n c ia l participating preference share
A c ció n preferen te. A c ció n p r e fe r e n te q u e o torg a d ere­
c h o s a p ercibir d iv id e n d o s d e p a r ti-
Cada locución que en este diccionario c ip ^ l ó n .
comienza con las palabras ‘ acción prefe­
rente" puede tener un sinónimo que em ­
piece con "acción preferencial".
a c c ió n p re fe re n te c o n v e rtib le
convertible preference share
a c c ió n p re fe re n te
preference share A c ció n p r e fe r e n te cu yas cláu su las d e
e m is ió n o to rg a n a su titu la r o a su
A c ció n q u e o torga d erech o s m ejores e m is o r la o p ció n d e c o n v e r tir la e n
q u e un a a c c ió n o rd in a ria . a c c io n e s o rd in a r ia s , d e a cu erd o c o n
u n a r ela c ió n d e c a n je (c a n tid a d d e
Sinónimos; acción preferencial, acción a c cio n e s o rd in arias por c a d a a c ció n
privilegiada. p referen te) d ete rm in a d a o d eie rm i-
n able.
Las ‘ acciones preferentes" suelen otorgar
prim adas para:

a) el repano de ganancias (por ejemplo, a c c ió n p re fe re n te n o


podría haberse prohibido que su « n i- a cu m u la tiv a
sor pague dividendos a las acdones non-cumuiative preference
ordinarias sin antes satisfacer los di­
videndos previstos para las acdones
share
preferentes); o
A c c ió n p r e fe r e n te q u e no otorg a d e­
rech o s a p ercib ir d iv id e n d o s p r e f e ­
re n te s a c u m u la tiv o s.
a c c ió n p r e f e r e n t e r e d im ib le a c c io n e s d e t e s o r e r ía
callable preference share \ treasury shares |treasury stock
redeemable preference share
A c c i o n e s p r o p ia s e n c a r te r a .
A c c ió n p r e f e r e n t e cu y a s c lá u s u la s d e
e m is ió n o to r g a n a su titu la r o a su a c c io n e s e m itid a s
e m is o r la o p c ió n d e c o n v e r tir la e n
issiied shares
e f e c tiv o , d e a c u e r d o c o n u n p r e c io
d ete rm in a d o o d e te rm in a b le . A c c i o n e s q u e c o m p o n e n e l ca p ita l
e m itid o .
La expresión “acción p referente redim i­
ble” es m ás precisa que “a cció n preferen­
te rescatable" porque: a c c io n e s e n c ir c u la c ió n
outstanding shares
a) la palabra "redim ible" e s apta para re­
ferirse a lo q ue se h a vendido y puede A c c io n e s q u e com p>onen el c a p ita l en
ser c om prado d e nuevo: c ir c u la c ió n .

b) no suced e lo m ism o co n el vocablo


“rescatable”, que no figura en el DRAE; a c c io n e s e n te s o r e r ía

c) ninguna d e las d efiniciones de “resca­ A c c io n e s p r o p ia s e n c a r te r a .


tar" q ue c o n tien e el DRAE ejqjresa la
idea de “redim ir”.
' a c c i o n e s f a n t a s m a [ N llF ]
phantom shares ( IF R S s ]
a c c ió n p r e fe r e n t e r e s c a ta b le
A c c i o n e s im a g i n a r i a s q u e sirv en
V er a t x i ó n p r e f e r e n t e r e d im ib le . ; c o m o p u n to d e re f e r e n c ia e n u n p lan
j d e a c c io n e s f a n ta s m a .
a c c ió n p r e f e r id a
preferred share a c c io n e s g r a tu ita s

V e r a c c ió n p r e fe r e n te . A c c io n e s lib e r a d a s .

a c c i ó n p r iv il e g ia d a a c c io n e s jú n io r
jú n io r shares
A c c ió n p r e fe r e n te .
A c c i o n e s q u e o to r g a n d e r e c h o s lim i­
Cada locu ción que en este diccion ario ta d o s.
com ienza con las palabras “acción prefe­
rente" puede tener un sinónim o q ue em ­
piece con “acción privilegiada". a c c io n e s lib e r a d a s
bonus shares
a c c io n e s a u to r iz a d a s A c c i o n e s e m itid a s y e n tr e g a d a s con
authorized shares m o tiv o d e u n a c a p it a li z a c ió n .

A c c io n e s q u e c o m p o n e n e l c a p it a l S inónim os: a ccio n e s gratuitas, crias


au to riz a d o . IC L ].
a c c i o n e s n o e m it i d a s
nort‘issued shares
A c c io n e s q u e in teg ran el c a p ita l n o a c c i o n e s r e a d q u iii d a s
em itid o . reacquired shares
Sinónim o: acciones pendientes de V er a c c io n e s p ro p ia s en c a rte ra .
emisión.

a c c io n e s r e c o m p ra d a s
a c c i o n e s n o I n te g r a d a s
unpald shares repurchased shares |
repurchased stock
A c c io n e s q u e in tegran el c a p ita l n o
ap o rtad o . A c cio n e s p r o p ia s e n c a rte ra ad q uiri­
d as m ed ia n te com p ra .

a c c i o n e s p e n d ie n t e s d e e m is ió n Dado que las palabras “recomprar" y "re­


comprada" no figuran en el DRAE, seria
A c cio n e s n o em itid a s. más adecuado el empleo de la expresión
“acciones redimidas".

a c c io n e s p ro p ia s
a c c i o n e s r e d im id a s
A c cio n e s p ro p ia s en ca rte ra .
Ver a c c io n e s re co m p ra d a s .

a c c io n e s p r o p ia s e n c a r te r a
own shares [E U ] a c c io n e s r e s c a ta d a s

A c c io n e s ad q uirid as por su em iso r o V er a c c io n e s p r o p ia s e n c a rte ra .


p o r u n a en tid ad in cluid a e n lo s e s ta ­
d o s fin a n c ie ro s c o n so lid a d o s de éste,
c o n un p rop ó sito d istin to a su c a n ­ a c c io n is ta
c elac ió n . shareholder \stockholder

Sinónim os: a cciones de tesorería, Pro pietario legal d e u n a o m á s a c c io ­


acciones en tesorería, acciones pro­ n e s d e un a s o cie d a d .
pias, autocartera [E S ].
Como “stockholder” se utiliza com o sinó­
nim o de “shareholder", es posible que al­
También se las denomina:
gunas de tas locuciones que incluyen a la
palabra “shareholder” tengan sinónim os
a) “acciones readquiridas” (reacquired
que en su lugar empleen la palabra “stoc­
shares), pero ni “readquirída” figura
kholder".
en el DRAE ni “reacquired" lo hace en
el MWOD:

b) “acciones rescatadas", pero ninguna a c c io n is ta c o m ú n


de las definiciones de “rescatar” que common shareholder
contiene el DRAE expresa la idea de
comprar de nuevo algo que se había A c c io n is ta o rd in a rio .
a c c io n is t a in d ir e c t o
indirect shareholder

A c cio n is ta d e un a c cio n is ta . a c c io n is ta s m in o r ita r io s


minority sharehoUiers
Ejem plo: si B es accion ista de C y A es
accionista de B. A es accionista indirec­ V er a c c io n is ta s n o c o n tr o la n te s .
to de C.

a c c io n is ta s n o c o n tr o la d o r e s
a c c io n is t a o r d in a r io non-controlling shareholders
ordinary shareholder
A c c io n is ta s d e u n a c o n t r o la d a de la
P r o p ie ta rio legal d e u n a o m á s a c c i o ­ e n tid a d i n f o r m a n t e q u e n o perten e­
n e s o r d in a r ia s d e u n a s o c ie d a d . c e n al g r u p o in te g ra d o p o r és ta y sus
o tra s c o n tro la d a s .
Sin ó nim o ; a c cio n ista com ún.
Sinónim o: s o c io s e x te r n o s [E S ].
a c c io n is ta p re fe re n te
Tam bién se los denom ina:
preference shareholder

P ro p ietario legal d e u n a o m ás a c c io ­
n e s p r e f e r e n t e s d e u n a so c ie d a d .
1) los “accionistas no controladores"
El em pleo com o sinónim o de la expresión tienen la m ayoría d e las acciones
“ac cio n is ta p referid o " no n os parece de una controlada:
aconsejable porque, en ella, “preferido"
parece calificara “accionista". 2) por otras razones, quien controla
a ésta es la “entidad informante";

a c c i o n i s t a p r e f e r id o bj “accionisias no c on trolan tes", pero la


preferred shareholder palabra “con trolan te" no figura en el
DRAE.
V er a c c i o n i s u p r e fe r e n te .

a c c io n is ta s n o c o n tr o la n te s
a c c io n is ta s
shareholders V er a c c io n is ta s n o c o n tr o la d o r e s .

E n un es ta d o d e situ a c ió n d e un a s o ­
c ied a d an ón im a , u n a p a rtid a re p re ­ a c c io n is ta s p o r d e s e m b o ls o s
sen tativ a d e la p a rte d el c a p ita l s u s ­ p e n d i e n t e s [E S ]
c r ito q u e está p en d ien te d e in teg ra ­
c ión . V er a c c io n is ta s .

Esta partida se denom ina tam bién [ES]


“accionistas por desem bolsos pendien­ A cc o u n tA b ility
tes" o “sodos por desembolsos pendien­
tes". En estas expresiones se hace referen­
......................... V er I n s t itu to d e R e n d ic ió n d e C u en -
cia a “desembolsos" a '
efecuiados ' por j ta s S o c ia l y É tic a (ISEA ).
a c e p t a c ió n a c o n t e c im ie n t o s p o s t e r io r e s
acceptance a i f in a l d e l e je r c i c i o

D icho d e u n a le tra d e ca m b io o de H ech o s p o sterio re s a la fe ch a d el b a ­


o tro d o c u m e n to (n o te), el a c to la n ce .
m ed ian te el cual un gira d o asum e
la o b lig a c ió n de pagar la sum a de
a c r e c e n ta m ie n to
dinero indicada en e se Instrum en-
accretion
1. D icho d e un a c tiv o b io ló g ico , el
2. El d o cu m en to (note) q u e ya cu e n ­
In crem en to d e su v a lo r o ca s io n a ­
ta co n la a cep ta ción referida en la
acep ción (1). d o por su c recim ien to .

2. D icho un a c tiv o m o n e ta r io o de
a c e p ta n te un pa siv o m o n e ta r io , el a u m en to
acceptor de su m e d id a c o n ta b le o ca s io n a ­
do por la acu m u la ció n d e in te r e -
D icho de un a le tra d e c a m b io o de
o tro d o c u m e n to (no te), el gira d o que
ha asum id o la o b lig a ció n de pagar la
sum a d e d inero ind icada en ese in s­ a c r e c e n ta m ie n to
trum ento. grossing-up

Agregado q u e se h a ce a un im p o rte
a c la r a c io n e s p r e v ia s a l n e to d e im p u e sto s para a rrib ar a la
d ic t a m e n [FA C PC EI d h a s o b re la cual se lo s calcu la.

En un in fo r m e d el a u d ito r (sobre e s ­ Supóngase que:


ta d o s fín a n c le ro s ). una ^ección o un
apartad o que: a) una entidad ha asumido la obligación
de hacerse cargo del im puesto a las
a) se incluye a n tes d e la o p in ió n del ganancias que grava las regalías que
a u d ito r (o del párrafo q u e ex p re­ pague a otra:
sa una a b s te n c ió n d e o p in ió n );
b) la tasa del impuesto es del 30%;
b) co n tien e in fo rm ació n destin ad a a
facilitar la in terp reta ción de dicha c) el importe r
o pin ió n (o, en su c a so , d e las c a u ­ lías de un i
$ 140.
sas d e la absten ció n ).

Cuando ei auditor expresa una absten­ En este caso, debe efectuarse un acre­
ción de opinión, la expresión “aclaracio­ centam iento para que el neto pagado
nes previas al diciam en“ es inadecuada ($ 140) sea igual al bruto acrecentado
porque no existe ningün dictamen. ($ 200) menos el impuesto calculado so­
bre él {$ 60).

a c o n t e c i m i e n t o s p o s t e r io r e s
a l c ie r r e a c re d ita r
tocredit
H ech o s p o sterio re s a la fe ch a d el b a ­
la n ce . A notar en el h a b e r d e un a c u e n ta .
Sinónimo: abonar.
a c r e e d o r p re fe rcn C e
El em pleo de la palabra “descargar” com o prefenrd crediíor
sinónim o de “acreditar” no está c on tem ­
plado en el DRAE y no nos parece a d e­ A c r e e d o r q u e t ie n e p rio rid a d sobre
cuado porque no siempre el créd ito e fec­ o tro s en c a s o d e q u ie b r a d el deudor
tuado en una cuenta se hace para co m ­
Sinónim o; acreedo r privilegiado.
pensar o reducir un cargo anterior.

a c r e e d o r p r iv ile g ia d o
a cree d o r
A c re e d o r p r e f e r e n t e .
creditor
a c r e e d o r e s d iv e rs o s
1. P e r s o n a c o n la c u a l s e tie n e u n a
sundry creditors
o b lig a c ió n .
E n u n e s ta d o d e s it u a c ió n , un ren­
2. V er “s a ld o a c r e e d o r ”. g ló n q u e a g r u p a a la s c u e n t a s por
p a g a r q u e n o s e e x p o n e n e n otros
re n g lo n e s e s p e c ífic o s .
a c r e e d o r a f ia n z a d o
Sinónim o; a creedores varios.

A c re e d o r cu y a c u e n ta p o r c o b r a r está
r e s p a ld a d a p o r alg ú n tip o d e f ia n z a . a c r e e d o r e s v a r io s

A c re e d o re s d iv e rs o s

acree d o r con cu rsal


A c ta d e C a t a m a r c a

A c r e e d o r r e c o n o c id o c o m o tal e n el D o c u m e n t o ( d o c u m e n t ) d e l 2 7 de
m a rc o d e u n c o n c u r s o d e a c re e d o re s . ' s e p tie m b re d e 2 0 0 2 e n el q u e lo s (por
j
e n to n c e s ) v e in titré s i n te g r a n te s d e la
La palabra “con cu rsal" no figura en el
I F e d e r a c ió n A r g e n ti n a d e C o n s e jo s
DRAE.
P r o fe s io n a le s d e C ie n c i a s E c o n ó m i­
c a s (FA C PC E ) s e c o m p r o m e tie r o n a
a d o p ta r d iv e rsa s m e d id a s c o n d u ce n -
a c r e e d o r g a r a n t iz a d o I
te s a la u n ific a c ió n d e la s n o r m a s de
secured creditor c o n ta b il id a d , a u d it o r í a y s in d ic a t u ­
r a v ig e n te s e n s u s r e s p e c tiv a s ju ris ­
A c re e d o r cuya c u e n ta p o r c o b r a r está d ic c io n e s .
resp ald ad a p o r algún tip o d e g a r a n ­
t í a r ea l.
a c tiv a c ió n
capitalisation |capitalization

a c re e d o r h ip o te c a r io A c ció n y e f e c to d e a c tiv a r .
mortgagee
Com o sinónim o se suele em p lea r la pa­
labra “capitalización", pero el em pleo de
A creed or cuya c u e n ta p o r c o b ra r está
és ta p u e d e c o n fu n d ir , ya q u e podría
respaldada p o r u n a h ip o te c a co m o creérselo relacionado co n el c a p ita l so-
garan tia.
D iccionario de C ontabilidad y A uditoria

Como sinónim o se emplea la palabra "ca­


a c tiv a c ió n d e c o s to s d e pitalizar". pero su utilización induce a re­
p ré sta m o s lacionar la cuestión con el ‘ capital social".
capitaliMtion ofborrowing
costs ] capitaUzation o f
borroiving costs a c tiv id a d
activity
A cción y e fecto de in co rp orar c o s to s
ñ n a n c ie r o s o ca sio n a d o s por p r é s ta ­ Un c o n ju n to d e a c cio n e s ejecu ta d a s
m o s a la m ed id a c o n ta b le d e un a c t i­ d en tro d e un a o rg anizació n .
vo o de un grupo d e activos.

Es un concepto menos abarcador que el a c tiv id a d a g r í c o l a


de ‘ activación de costos ñnancieros".
pues éstos pueden incluir los generados
agrícultural activity
por los préstam os y por otros pasivos.
G estión , p o r parte d e un a en tid ad , d e
Como sinónimo se emplea la expresión las tra n sfo rm a cio n es d e a c tiv o s b io ­
"capitalización de costos de préstamos", ló g ico s . para d estin a rlo s a la venta,
pero el empleo de ésta puede confundir, para o b te n e r p r o d u c to s a g r íc o la s o
ya que podría creérselo relacionado con para con vertirlo s en o tro s activo s b io ­
el capital social. lógicos.

a c t i v a c i ó n d e c o s t o s f in a n c ie r o s
capitalisation o f fínancial costs a c tiv id a d e s t a c i o n a l
I capitalization o f financial seasonal activity
costs
A ctiv id a d cuyo nivel varía sig niñea-
A cción y e fecto de in co rporar c o s to s tiv a m e n te d en tro d e un añ o.
ñ n a n c ie r o s a la m e d id a c o n ta b le de
Ejemplo: la de un negocio que se dedica
un a c tiv o o un grupo de activos.
exclusivamente a producir y vender he­
lados.
Es un concepto más abarcador que el de
“activación de costos de préstamos”, pues
los “costos ñnancieros" pueden incluir los
generados por esos pasivos y por otros. a ctiv id a d g e n e r a d o r a de
e f e c tiv o (AG E) [ARl
Como sinónimo de "activación" (de cos­
tos ñnancieros) se emplea la palabra "ca­
cash-generating activity
pitalización", pero su utilización induce
a relacionar la cuestión con el "capital A ctiv id a d o lín ea d e n e g o c io id en ti-
social". ñ ca b le, cuyo d esarrollo p o r p a rte de
u n a en tid ad ge n e ra en tra d a s d e e f e c ­
tiv o o de e q u iv a len tes d e efec tiv o que
a ctiv a r so n in d ep en d ien tes d e las p ro d u c i­
to capitalise |to capitalize d as p>or o tra s activid ad es o lín eas de
n egocio.
In co rp o rar un c o s to a un a c u e n ta de
a c tiv o (en c o n tra p o s ic ió n c o n su r e ­ Una "actividad generadora de efectivo’
c o n o c im ie n to c o m o g a s to d el p e ­ puede abarcar varias “unidades genera­
río d o ). doras de efectivo".
en tid a d , la s a c t iv id a d e s q u e produ­
a c tiv id a d m e d i o a m b i e n t a l
c e n c a m b i o s e n e l t a m a ñ o y en la
environmental activity c o m p o sic ió n d e su p a tr im o n io y en
C ualquier o p era ció n dirigida a preve­ lo s p r é s ta m o s r e c ib id o s p o r ella.
nir, red ucir o reparar el d año s o b re el
S in ó n im o : a ctiv id a d e s d e financia­
m ed io a m b ien te.
miento.

a c tiv id a d n o r m a l d e p r o d u c c i ó n
a c tiv id a d e s d e fin a n cia m ie n to
normal activity ofproduction
A ctiv id a d e s d e f ln a n c ia c ió n .
Nivel de ac tiv id a d coiresp>ondiente a
la prod ucción q u e s e es p e ra a lc a n z a r
bajo circu n stancias n o rm a les, c o n s i­ a c tiv id a d e s d e in v e rs ió n
derando el prom ed io d e va rio s p e r ío ­ imvsting activities
dos o tem po rad as y la p érd id a d e c a ­
pacidad q u e resu lta d e las o p e r a c io ­ A lo s e fe c to s d e la p r e p a r a c ió n d e un
nes de m a n te n im ie n to previstas. e s ta d o d e f lu jo d e e f e c tiv o , las activi­
d a d e s d e a d q u is ic ió n o disposición
En las Normas In ternacionales de In fo r­
(p o r v e n ta u p o r o tr a v ía) d e activos a
m ación Financiera (NlIFl se le denom i­
largo p la z o y d e o tra s in v e r s io n e s en
na ‘ capacidad normal de las instalacio­
nes de producción” pero ‘ capacidad nor­ a ctiv o s q u e n o s e a n e q u iv a le n te s ai
mal” es una expresión sin significado con­ efectiv o .
creto, ya que la verdadera ‘ capacidad” es
la m á^m a uülizable. cualquiera fuere su i
a c tiv id a d e s d e o p e ra c ió n
grado de empleo. En consecuencia, la ex­
presión empleada en las NIIF debe supo­ operating activities
nerse referida a la ‘ capacidad normal- :
mente utilizada". \ A lo s e f e c to s d e la p r e p a r a c ió n del
e s ta d o d e f lu jo d e e f e c t iv o d e una
e n tid a d , la s q u e n o s o n a ctiv id a d es
a ctiv id a d e s d e c o n tro l d e fin a n c ia c ió n n i a c tiv id a d e s d e in ­
control activities v e rs ió n , in clu y e n d o a la s q u e produ­
c e n s u s in g r e s o s p r in cip a le s .
Po líticas y p roced im ien to s q u e in te - \
gran el c o n tro l in te r n o y es tá n dirigi - Sjnóninx>s; actividades de explotación
d as a asegurar q u e las d irectivas d e la
[E S ), actividades operacionales.
a d m i n i s t r a c ió n so n lle v a d a s a la
práctica. Tam bién se las d en om in a "actividades
ordinarias” IES], lo que nos parece inade­
cuado porque:
a c tiv id a d e s d e e x p l o t a c i ó n [E S ]
a) siend o‘ ordinario" lo contrario d e‘ ex­
Actividades de op eración . traordinario", podría interpretarse que
son ‘ actividades ord inarias" las que
no dan lugar a (a aparición de "parti­
a c tiv id a d e s d e fl n a n c i a c l ó n das extraordinarias";
flnancing activities
b) esta con clusión estaría en conflicto
A ios efecto s d e la p rep aració n d e un con la c aracterización d e ‘ actividades
estad o d e flu jo d e e fe c tiv o d e una de operación” expuesta arriba, pues:
D iccionario d i C on taiilidad y A uditoria

1) de acuerdo con lal caraclerl/a-


ción, no son 'actividades de o pe­ a c tiv id a d e s in te g r a d a s
ración" las que deban considerar­
se ‘ de financiación" o 'd e inver­ Ver In tegración vertical.
sión";

2) sin embargo, las actividades ‘ de a c tiv id a d e s o p e r a c i o n a l e s


finan ciación " y 'd e inversión"
también son “ordinarias", en cuan­ A ctivid ad es d e op eració n .
to no estén constituidas por “par
tidas extraordinarias".
a c tiv id a d e s o r d in a r ia s [ES]

a c tiv id a d e s d e r e t ir o d el Ver a c tiv id a d es d e o p era ció n .


s e r v ic io
decommissioning a c tiv o
asset
1. A ctiv id ad e s requeridas por el re­
tiro d e servicio de una instalación, 1. Para u n a en tid ad dada, un recu r­
incluyendo su desm antelam ien to. so q ue:

2. Actividades requerid as por el re ­ a) está b a jo su c o n tro l c o m o re­


tiro d e serv id o d e una instalación sultado d e un h ech o ya o cu rri­
(incluyendo su d esm anielam ien - do:
to) por la r estauración y la r eh a b i­
litació n del m ed io a m b ien te, d e b) le p erm itirá o b ten er be n eficio s
resultas d e las cu a les el lugar de ec o n ó m ico s en el futuro, p ro ­
em p lazam ien to d e la in stalació n ba b lem en te.
retirada podrá volver a ser utiliza­
2. El c o n ju n to d e lo s activo s Indivi­
do sin restricció n alguna.
d uales. s egún se los d efin ió en (1).
En las Normas Internacionales de Infor­
3 . Fn un e s ta d o d e s itu a c ió n , un a
m ación Financiera (NIIF). las obligacio­
nes de ejecutar las actividades referido en s e c c ió n en la q u e se p re s e n ta el
la acepción (2) se dertominan ‘ deudas por c o n ju n to d e los activo s c o n ta b ili­
retiro de servicio, restauración y simila­ zados co m o tales.
res". Inferimos, por lo tanto, que las NIIF
sólo consideran ‘ actividades de retiro de El control de un activo implica la restric­
servicio" a las mencionadas en la acep­ ción al acceso de otras personas sobre los
ción (1). beneficios económicos que él produzca.

a c tiv id a d e s f ld u c ia r í a s a c t i v o [N IF M Xl
fUiuciary activities
Recurso con tro la d o por u n a en tid ad ,
A ctiv id ad e s q u e resultan en el m a n ­ id en tifica d o, c u a n tifica d o en térm i­
ten im ien to o la inversión d e a c tiv o s n os m on etario s d e u n a m an era fiable,
por cu en ta d e o tras p ers o n a s . del q u e co n fu n d a m en to s e esperan
b e n efic io s e c o n ó m ico s fijtu ros. d eri­
Ejemplos: la administración de un fondo v a d o s d e o p e r a c io n e s p a sa d a s q u e
de inversión, la de un plan de beneñcios tie n e n un e fe c to e c o n ó m ic o so b re
post-empleo. ella.
Las n orm as d e in fo rm a ció n fin a n ciera I Sinónim o: activo consum ible, re­
(NIF) m exicanas aclaran que: I cursos no renovables [C O ]
I
a) un activo se considera "identificado"
2 . C u a lq u ier e le m e n to d el a c tiv o fijo
cuando es posible d eterm inar los b e­
q u e e s té s u je to a d e p r e c ia c i ó n
neficios económ icos que generará a la
entidad:
Sinónimo: activo consumible.
b) ello se logra cuando el activo puede
ser separado para venderlo, rentarlo, Ejem plos para la a cep ción (1): un pozo
intercam biarlo, licenciarlo, transferir­ petrolífero, una cantera, un bosque.
lo o distribuir sus beneficios eco n ó ­
m icos.
a c tiv o b io ló g ic o
La incorporación d e la condición de "se- biological asset
p arabilid ad " niega el carácter de "activo"
a la plu svalía y a otros intangibles que no U n an im a l vivo o u n a p la n ta c a p a z de
pu ed en e n a je n a rs e p o r separad o. Sin su frir t r a n s f o r m a c io n e s b io ló g ic a s ,
em b a rg o , las m ism a s NIF m exica n a s | q u e e s c o n tr o la d o p o r u n a en tid a d
aceptan la activ a ció n de la plusvalía pa­ c o m o c o n s e c u e n c i a d e h e c h o s ya
gada con motivo de la adquisición de un o cu rrid o s .
n egod o.

A su vez. el requerim iento la cuantifica- a c tiv o b io ló g ic o e n d e s a r r o llo


d ó n en térm inos m onetarios niega d ca­
] (F A C P C E I
rácter de activo a los que no sean suscep­
tibles de m ed ició n co n ta b le (1) fiable. De
; A c tiv o b i o ló g ic o q u e s e e n c u e n tra en
este modo se h acen equivaler, inadecua­
damente, los conceptos de “actívo* y de ! la e ta p a in ic ia l d e su d e s a r ro llo bio-
"activo su scep tib le de reco n od m ien to I ló g ico , lo q u e n o le p e r m ite prod u cir
contable". I fru to s, a u n q u e d e él p u e d a n o b te n e r-
I s e b ie n e s s e c u n d a r io s s u s c e p tib le s de
i c o m e r c ia liz a c ió n .
a c t iv o a d q u i r i d o e n d e f e n s a d e
c ré d ito s
assetfo r collateral and other a c tiv o b i o ló g ic o e n p r o d u c c ió n
credit enhancements (F A C P C E I

A c tiv o o b te n id o p o r un a c r e e d o r d e- ¡ A c tiv o b i o ló g ic o c u y o d e s a r ro llo le


b id o a la e je c u c ió n d e u n a g a r a n tía | p e r m ite p r o d u c ir ñ u to s ,
o to rg ad a p o r un d e u d o r q u e n o c a n - ,
c e ló la c u e n ta p o r p a g a r g a ra n tiz a d a E jem p lo s: á rb o le s fru ta les, o v eja s que
p o r d icho bien. producen lana.

Sinóninx): activo tomado en defensa


a c tiv o b io ló g ic o te r m in a d o
de créditos. ,
[F A C P C E I

a c t iv o a g o t a b l e A c tiv o b i o ló g ic o q u e h a c o n c lu id o su
wasting asset p r o c e s o d e d e s a r r o llo y e s tá e n c o n ­
d ic io n e s d e s e r v e n d id o , tr a n s f o r m a ­
1. R e cu rso n a tu ra l s u je to a a g o t a ­ d o e n u n p r o d u c to a g r íc o la o u tiliz a ­
m ien to . d o e n o tr o s p r o c e s o s p r o d u c tiv o s .
D iCCIONARJO de CONTABtUDAD Y A u DITORIA

KJemplos: fnitos maduros, árboles apios


para la tala. a c tiv o c o r r i e n t e
current asset

a c tiv o c ir c u la n t e 1. A ctivo q u e c o n siste en e fe c tiv o o


q u e se espera con vertir e n e fe c ti­
A ctivo co rrien te. vo o q u e se esp era evite la salida
de efectivo d en tro d e cierto plazo,
gen e ra lm e n te corto.
a c tiv o c ir c u ia n t e n e to
2. Activo q u e co n siste en efectivo o
Ver c a p ita l co rrien te. q ue se espera con vertir en e fe c ti­
vo o en o tro activo m ás líquido o
q u e s e es p e ra ev ite la sa lid a d e
a c tiv o c o n s u m ib le
e fe c tiv o d e n tro de c ie r to plazo ,
gen e ra lm e n te corto.
A ctivo ago tab le.

3 . C on ju nto de los a ctivo s q ue, in d i­


a c tiv o c o n t in g e n t e v id u a lm e n te c o n s id e r a d o s , so n
“corrientes".
c o n tin g e n t a s s e t

1. A ctiv o c u yo s b e n e fic io s futuros Sinónimo: activo circulante.


están su p ed itad os a la form a en
q u e se resuelvan una o m ás c o n ­ Cuando se aplica la definición (2). se con­
sideran “corrientes" a las existencias que
tin g e n cias.
se espera vender dentro del plazo adop­
tado. aunque las cuentas por cobrar ge­
2. A lo s e fe c to s d e ap lica r las N o r ­
neradas por esas ventas no sean cobra­
m as In te rn a c io n a le s d e In fo rm a ­
das antes de la finalización del período
c ió n F in a n c ie r a (N IIF), u n activo indicado y las correspondientes cobran­
de n atu raleza p o sible , surgido a zas no permítan la cancelación de los pa­
rafz d e s u c e s o s p a s a d o s , cu y a sivos clasificados como corrientes sobre
ex is te n cia h a de ser c o n firm a d a la base del mismo plazo.
sólo por la o cu rren cia o falta de
o cu rren cia , d e u n o o m ás ev en ­ En cuanto al plazo a considerar
to s f uturos e in ciertos, q u e n o e s ­
tán e n te ra m e n te b a jo el con tro l
d e! en te.

Ejemplo: pérdidas impositivas cuyo efec­ b) otras, el que fuere mayor entre doce
to sobre el futuro flujo de flujos de una meses y la duración del ‘ d clo de ope­
entidad depende de la existencia de ga­ raciones”;
nancias impositivas futuras que permitan
su absorción antes de que prescriba el c) las Normas de Información Financie­
derecho a compensarlos. ra (NIF) mexicanas consideran d cri­
terio indicado en el inciso anterior,
Si la probabilidad de concreción de los excepto para las existencias, que se
beneficios futuros fílese "remota", no exis­ consideran parte del "activo corrien­
tiría un "activo", porque la definición de te’ cualesquiera fueren los momentos
este concepto requiere que la obtención esperados de su venta y de la cobran­
de tales beneficios sea “probable". za de éstas.
En consecuencia, el significado de *acti- Ejemplo: los elem entos de propiedades,
vo corriente* (o "acth t) circulante" o “ac­ planta y equipo y los a ctiv o s intangibles
tivos corrientes" o "activos circulantes")
en un juego de estad os finan cieros en
particular, depende de lo que establezcan a c tiv o d e p la n ta
las n orm as con tables que se hayan apli­ plañí asset
cado para su preparación.
A c tiv o físico u tiliz a d o e n actividades
Las norma.s contables que requieren la
d e fa b r ica c ió n .
consideración dei “ciclo de operaciones"
no indican cóm o debe proceder una e n ­
tidad in form an te cuando tiene activida­
d es o segm entos cuyos ciclos d e opera­ j a c tiv o d e t r a n s ic ió n
ciones difieren. transition asset \transitional
asset
a c t iv o c o r r i e n t e n e t o
\ V er p a s iv o d e t r a n s ic ió n .
net current assets

V er c a p ita l c o r rie n te .
a c tiv o d e tr a n s ic ió n n o
r e c o n o c id o
a c t iv o d e f á c il c o m e r c i a l i z a c i ó n unrecognized transition asset \
marketable asset unrvcognized transitional asset

A ctiv o f im g ib le p a ra el q u e ex iste u n V er p a s iv o d e t r a n s ic ió n n o r e c o n o -
m e r c a d o activ o . I cid o.

a c t iv o d e la r g a v id a a c t i v o d i s p o n i b l e {E S ]
long lived asset
E fectiv o .
A c tiv o ad q uirid o co n la esp e ra n z a de
r e cib ir b e n e fic io s e c o n ó m ic o s d e él
d u ra n te vario s a ñ os. , a c tiv o f id e ic o m it id o

Sinónimo; activo de largo plazo Ver b i e n fid e íc o m ltid o .

Ejemplos; un elemento de propiedades,


planta y equipo, un activo intangible.

a c t iv o d e la r g o p la z o
1. A c tiv o n o c o r r i e n te .
iong-term asset
2 . El c o n ju n to d e a c tiv o s n o c o r r ie n ­
A ctivo d e larg a vida. tes.

S in ó n im o s ; a c tiv o in m o viliz a d o
a c tiv o d e o p e r a c ió n [E S ], activo pe rm a n e n te [E S ], In­
operating asset movilizado [E S ].

A ctivo adquirido para su em p le o en 3. ]MX] P r o p ie d a d e s , p la n ta y equi-


el n egocio, n o para su venta.
D iccionario de C ontabilidad y Auditoria 19

a c t iv o f i jo t a n g ib le ( [^ } a c t i v o f in a n c i e r o a s e r
m a n t e n i d o h a s t a el
P r o p ied a d es, p la n ta y eq u ip o. I v e n cim ie n to
heíd-to-maturity financial asset

a c t iv o f in a n c ie r o I Ver a s e r m a n te n id o h a s ta e l v e n c i-
financial asset I m ien to .

A ctiv o q u e co n siste en:


a c t i v o f in a n c i e r o a l v a lo r
a) efectivo: o r a z o n a b le c o n c a m b io s en
r e s u l t a d o s [NIIF]
b) un d e re c h o , surgido d e un c o n tr a ­ financial asset at fair valué
to . de; through profit or loss (IFRSs)
1) re c ib ir d e o tra p e r s o n a o tro Ver a l v a lo r r a z o n a b le c o n c a m b io
activo fin a n ciero; o e n r e s u lta d o s |NIIF|.

2) in tercam biar a c tiv o s ñ n a n d e -


r o s o p a siv o s f ín a n c ie ro s con a ctiv o fin a n c ie ro c o n ñ n e s d e
o tra p erso n a , en c o n d icio n e s
n e g o c i a c i ó n [N IF M X)
p o ten cia lm e n te favorables: o
Ver m a n te n id o p a ra n e g o c ia ció n .
c) u n in s tru m e n to d e p a tr im o n io
em itid o por o tra entidad.
a c tiv o fin a n c ie ro c o n s e r v a d o a
A los efectos de aplicar las Normas Inter- I
v e n c im ie n to
nacionales de Inform ación Financiera
(NIIF), una entidad también debe consi­
Ver a s e r m a n te n id o h a s ta e l v e n c i­
derar “activo financiero" a un contrato
que será (o podrá ser) cancelado con un m ien to .
instrumento de patrimonio propio y que

a c t i v o f í n a n c l e r o d is p o n ib le
un in stru m ento no d eriv a d o que I p a r a su v e n ta
obliga (o puede obligar) a dicha enti­ ^ availablefor salefinancial asset
dad a recibir un número v’aríable de
sus instrumentos de patrim onio pro­ Ver d is p o n ib le p a r a su ve n ta .
pios; o

un derivado que será (o podrá ser)


a ctiv o fln a n c ie ro e n m o r a
cancelado mediante una forma dis­
tinta al intercambio de una cantidad
Ver e n m o ra .
fija de efectivo o de otro activo por una
cantidad fija de instrumentos de pa­
trim onio propios de la entidad (que
no sean, en sí mismos, contratos para a ctiv o fin a n c ie ro m a n te n id o
la futura recepción o entrega de otros p a r a n e g o c ia c ió n
instrumentos de patrim onio propios
de la entidad). Ver m a n te n id o p a ra n e g o cia ció n .
No nos satisface la d efínición (2) porque,
a c t i v o f ís c a l de acuerdo c on ella;

A ctiv o p o r Im p u e s to c o r rie n te . a) sería in tangible una participación en


el p atrim on io de otra entidad, por no
ser monetaria:
a c t iv o f u e r a d e b a l a n c e
off-balance sheet asset

A ctiv o ocu lto .


En el lenguaje com ún, se considera "in­
tangible" a "lo que no debe o no puede
a c t iv o f u n g ib l e tocarse" (DRAE), idea q u e incluye a las
cu en tas por c o b ra r y a las participacio­
fungible asset
nes en los patrim onios de otras entida­
des.
V er fu n g ib le.

a ctiv o m o n e ta rio
a c t i v o id e n tlf ic a b le
monetary asset
identifiable asset
1. [NIIF] E f e c tiv o y c u e n t a s p o r co ­
A c tiv o q u e c u m p le c o n la con d iciórt
b r a r p o r c u y a c a n c e la c ió n se va a
d e id e n tific a b ilid a d [NIIF].
re c ib ir u n a s u m a fija o determ in a­
d a d e efe c tiv o .
a c t iv o i n m a t e r i a l
2 . E fectiv o y c u e n ta s p o r c o b ra r por
A ctivo in ta n g ib le. cu y a c a n c e la c ió n s e va a recibir
u n a s u m a fija o d e te rm in a d a de
d in ero , q u e n o d e p e n d e d e la evo­
a c tiv o in m o v i liz a d o [ES] lu ció n fu tu ra d e lo s p r e c io s d e bie­
n e s o s erv ic io s e s p e cífic o s .
A ctivo fijo.
3 . El c o n ju n to d e lo s e le m e n to s de­
fin id o s en (1) o (2).
a c tiv o in t a n g ib le
intangible asset De acuerdo con la definición (1), que apa­
rece en la N orm a In tern a c io n a l de Con­
A ctivo q u e n o tien e su sta n cia físi­ tabilid ad (NIC) 38, un crédito índexado
c a y n o es un ac tiv o f in a n c ie r o . por la evolución del precio de un activo
“no m onetario" se consideraría ‘‘moneta­
Sinónimo: activo inmaterial. rio", cuando la realidad económ ica indi­
ca lo contrario. Por ello, preferimos la de­
2. [NIF MX] [NUF] A ctivo id e n tific a - finición (2).
b le q u e no es m on etario y no tie ­
n e aparien cia física. Alguna d octrin a no c on sid era “activos
m on etario s” a los d erec h o s de recibir
Sinónimo: activo inmaterial. m oneda extranjera, lo que resulta contra­
dictorio.
3. El con ju nto de activos in tan gibles,
definidos según (1) o (2).
a c t i v o n e t o [ES]
Sinónimo: at^vo inmaterial, inmo­
vilizaciones incorporales [U E ] Ver p a trim o n io .
Ejemplos;
a c t iv o n e t o p r o y e c t a d o (A N P)
[N IF M X I a) la plusvalía generada, que la con ta b i­
lidad no reconoce debido a la dificul­
A c tiv o p o r b e n e f i c i o s d e f in id o s tad de asignarle una m edida contable
(NIIF). fiable;

b) un bien tenido en un arrendam iento


a c t iv o n o c o r r i e n t e finan ciero que ha sido tratado como
non-current asset si fuera un arrendam iento de opera­
ción:
1. A c tiv o q u e n o e s u n a c tiv o c o ­
rrie n te . i cuen ta por cobrar originada e
i venta no registrada.
2. El c o n ju n to de los activo s q u e no
so n c o r rie n te s .
a c t iv o p e r m a n e n t e IES)
Sinónim o: activo fijo.
A ctivo fijo .

a c tiv o n o I d e n t if lc a b le
non-identifiable asset a c t iv o p o r a d m i n i s t r a c ió n
servicing asset
Activo q u e no cu m p le co n la c o n d i­
ció n de id en tifica b U id a d .
A c tiv o q u e tie n e el s e r v id o r e n un
c o n tra to d e a d m in is tra c ió n , cu a n d o
lo s h o n o ra rio s y lo s o tro s in g r e s o s
q u e p ercib irá por su ta rea ex ce d e n a
u n a c o m p e n s a c ió n ad ec u a d a .
a c tiv o n o m o n e t a r io
non-monetary asset
a c t iv o p o r b e n e f l c i o s d e f ln id o s
A ctiv o q u e no es un a c tiv o m o n e ta - [N IIFl
defined beneflt asset (IFR Ss)

a c t iv o o c io s o V er pa siv o p o r b e n e f ic io s d e fin id o s
[NIIF].
idle asset
1. A ctiv o q u e e s tá fuera d e servicio. S in ó n im o ; a c tiv o n e to p r o y e c ta d o
(ANP) [NIF MX].
2. A ctivo q u e e s tá te m p o ra lm e n te
fuera d e servicio.
a c t iv o p o r i m p u e s t o c o r r i e n t e

a c t iv o o c u l t o current tax asset


hidden asset
S a ld o fa v o ra b le o c a s io n a d o p o r la
A c tiv o q u e n o h a sid o r e c o n o c id o rea liz a ció n d e p ag os a l fisco en e x ce ­
c o m o tal e n u n es ta d o d e s itu a c ió n . so d e las o b lig a c io n e s a cu m u la d a s
c o rre sp o n d ien tes a un im p u e sto o a
Sinónim o; activo fuera d e b @ l^ c e . u n grupo d e im p u estos.
Sinónimo; activo fiscal.
a c tiv o s u b y a c e n te
I u n d e r t y in g a s s e t
En las N onnaa Internacio nales d e In for­
m ació n Fin an ciera íN IIF).esteconcepto I
sólo aparece mencionado en relación con
el Im puesto a las ganancias. i

a c tiv o t a n g ib le
a c t i v o p o r i m p u e s t o d if e r id o j ta n g ib le a s s e t
d e fe n e d tax asset
I A c tiv o q u e s e p u e d e to c a r .
I m p u e s to a la s g a n a n c ia s a s e r r e cu ­
p erad o d eb id o a la in clu sió n , en lo s ;
c á lc u lo s d e lo s im p u e sto s q u e se d e- | a c tiv o to m a d o e n d e f e n s a de
te r m in e n e n e je r c ic io s futu ros, de: c ré d ito s

a) la d e d u c d ó n d e d if e r e n c ia s t e m - A c tiv o a d q u ir id o e n d e f e n s a d e cré-
p o ra r ia s d e d u c ib le s ; d ito s.

b ) la c o m p e n s a c ió n d e p é r d id a s im ­
p o s itiv a s y d e c r é d ito s f is c a le s no a c t i v o s a f e c t a d o s a l p ia n
u tilizad o s.
A c tiv o s d e l p la n .

a c t iv o r e v e r t i b l e
a c t i v o s a f l o r a d o s [E S ]
A ctiv o q u e, a la fin a liz a c ió n d e u n a
c o n c e s ió n d e se r v ic io s p asa a ser pro- ¡i A c tiv o s r e c o n o c id o s c o n m o tiv o de
pied ad del c o n c e d e n te . un a f lo r a m ie n to d e a c tiv o s .

El empleo de! vocablo “revertible" no nos


parece adecuado, porque: ' a c tiv o s b l a n q u e a d o s
a) dicha palabra no figura en el DRAE, '
A c t iv o s le g a li z a d o s m e d i a n t e un
aunque podem os presumir que con |
su em pleo se q u im hacer referencia I b la n q u e o .
a lo “que puede volver a un estado o
condición anterior", c o n c i t o para el I
que el DRAE emplea la palabra “rever­ a c tiv o s c o m u n e s
sible’ ;
A c tiv o s c o r p o r a tiv o s .
b) no regresan a su condición anterior
los “activos revertibles" que fueron
adquiridos por el concesionario du­ a c tiv o s c o n t r o la d o s
rante el período de concesión (sólo lo c o n j u n t a m e n t e [ N IIF ]
hacen los recibidos al comienzo de la
j o i n t l y c o n t r o l l e d a s s e t s [IF R S s]
misma).

A c tiv o s in c o r p o r a d o s a u n n e g o c io
a c tiv o s e p a r a b le c o n ju n t o q u e lo s p a r tic ip a n te s utili­
s ep a ra b le a sset za n p a r a o b te n e r b e n e f ic io s , to m a n ­
d o u n a p o rc ió n d e lo q u e p r o d u c e n y
A ctivo q u e c u m p le el r eq u isito d e s e - a s u m ie n d o la p o r c ió n a c o r d a d a de
parabilid ad . lo s g a s to s in cu rr id o s .
D iccionario de C ontariüdad y A uditoría 23

table (coasidera “o liv o s ” a los costos que


a c tiv o s c o r p o r a t i v o s .se contabilizan com o activos). Cabe es­
c o rp o rn te a ssets perar que el C onsejo de Normas In terna­
cionales de Contabilidad (C'.NIC, lASB) la
1. A ctiv o s de una en tid ad , d istin to s revise cuarnlo reemplace a dicha NIIF.
d e la p lu s v a lía , q u e n o p u e d en
a s ig n a r s e a n in g ú n n e g o c io en
a c t iv o s d e in f r a e s t r u c t u r a
particular.
[N IC S P I
2. (NIlFl Activos, d istin to s a la p lu s ­ i n f r a s t r u c t u r e a s s e t s (IP SA Ss)
v alía. q u e con tribu y en a la g e n e ­
r a ció n d e fo n d o s de d o s o m á s A ctiv o s q u e r eú n en la s sig u ientes c a ­
u n id a d e s g e n e ra d o ra s d e e f e c ti­ ra cte rística s o alg un as d e ellas;
vo. una d e las c u ales está siend o
a) in teg ran u n s iste m a o red;
evaluada para d eterm in a r si se ha
p rod ucid o algiin d eterio ro d e su b) so n d e n aturaleza esp e cia liz a d a y
valor. no tie n e n usos altern ativos;

Sinónimo: activos comunes. c) no pu ed en m overse:

Preferimos la definición (1), porque ia pa­ d) su d isp o sición pued e esta r su jeta
labra “corporativos” hace referencia a una a restriccio n e s.
corporación considerada como un todo.

[.a definición (2), que aparece en la Nor­ a c t iv o s d e u n s e g m e n t o


ma Internacional de Contabilidad (NIC)
36, parece haber sido diseñada con el seg m en t a ssets
único propósito de facilitar la aplicación
A c tiv o s q u e un s e g m e n to e m p le a
de dicho pronunciamiento. De acuerdo
con ella, podrían considerarse “corpora­ para llevar a c a b o su a c tiv id a d .
tivos” a los activos susceptibles de asig­
nación a parte de una corporación (por A los efectos de preparar estados finan ­
ejemplo, a un segm ento que correspon­ cieros de acuerdo con las Normas In ter­
da a un negocio dentro del cual existan n acionales de Inform ación Financiera
dos “unidades generadoras de efectivo”). (NIIF), se consideran “activos de un seg­
m ento" a los que puedan atribuírsele di­
rectamente y a los que puedan asignár­
sele empleando bases razonables de re­
a c t iv o s d e e x p lo r a c ió n y
parto.
e v a lu a c ió n [N IIF l
ex p lo r a tio n a n d e v a lu a tio n
a s s e t s lIF R S s] a c t iv o s d e l p la n (AP)
p la n a ssets
En un e s ta d o d e situ a c ió n , u n a p a r­
tid a q u e refleja c o sto s (expenditures) En u n p la n d e b e n e ñ c io s d e fin id o s ,
d e ex p lo ració n y ev a lu a ció n a c tiv a ­ el c o n ju n to in teg rad o por;
d o s p o r la e n tid a d in fo r m a n te d e
acu erd o co n su s p o lítica s con ta b le s. a) los a c tiv o s in clu id o s en u n fo n d o
d estin a d o al pago d e lo s b e n e ñ ­
La definición precedente, que aparece en cio s;
la Norma In ternacional de Inform ación
F in an ciera (NIIF) 6 no es conceptual, b) las d en om in ad as p ó liz a s d e s e g u ­
pues se basa en cierto tratamiento con­ ro ac e p ta b le s .
Sinónimo: activos afectados al plan.
a c tiv o s líq u id o s
La referencia aJ "pago de los benefido.s” liquid assets
como destino de ios “activos del plan” es
habitual en las defínldones de este con ­
cepto. Entendemos, sin embargo, que la
naturaleza de estos activos no cambiaría 2 . E fe c tiv o y a c t iv o s f á c ilm e n te co n ­
si se los emplease para cancelar la obli­ v e rtib le s e n e fe c tiv o .
gación del em pleador mediante la adqui­
Sinónim o; tesorería [E S ].
sición de un seguro de retiro o por algu­
na otra vía.
a c tiv o s m e d io a m b ie n t a le s
environmental assets
a c tiv o s d if e r id o s
deferrvd assets A c tiv o s q u e u n a en tid a d e m p le a para
red u c ir al m ín im o e l im p a c to m edio-
Ver carg os diferid o s. a m b iern a l o p a ra la p r o te c c ió n y m e­
jo r a d el m e d io a m b ie n t e , in clu y e n ­
d o la r e d u c c ió n o la e lim in a c ió n de
la c o n ta m in a c ió n fu tu r a p rod u cid a
a c t i v o s d is p o n i b l e s
p o r las o p e r a c io n e s d e d ic h o en te.
available assets

A ctiv o s q u e n o h a n sid o en treg a d o s a c tiv o s n e to s


co m o g a r a n tía r e a l y s o b re lo s cu a les net assets
no p esa n in g u n a restricc ió n .
Ver p a tr im o n io .

a c t iv o s in t a n g i b l e s a c tiv o s n e to s d is p o n ib le s p ara
intangible assets e l p a g o d e b e n e f i c i o s [N IIF]
net assets available f o r
1. E n un e s ta d o d e s itu a c ió n , un a benefits (IF R S s )
p artid a (o u n grupo d e partid as]
q u e agrupa a lo s a c tiv o s in ta n g i- I En lo s e s ta d o s f in a n c ie r o s d e u n plan
b les. I d e p e n s io n e s , la d if e r e n c ia e n tr e las
m e d id a s c o n t a b le s de:
Sinónimos: inmovilizado inmaterial
a) lo s a c tiv o s d e l p la n :
[ES],
b) las o b lig a c i o n e s d e l p la n p o r c o n ­
2. {FACPCEj En el m ism o estad o , una
c e p to s d is tin to s a l v a lo r p r e s e n te
partida (o un grupo d e partid as)
a c tu a r i a l d e lo s b e n e f i c i o s p r o ­
q u e agrupa a lo s activo s in ta n g i­
m e tid o s p o r r e tir o .
b les y a lo s a n tic ip o s a p ro v e e d o -
r e s e fe a u a d o s para su a d q u is i­
ción. a c tiv o s n o c o r r i e n t e s te n id o s
p a r a l a v e n t a [N IIF ]
Los anticipos a proveedores para la com ­ non-current assets heUi f o r sale
pra de bienes son cuentas por cobrar en
[IF R S s i
especie, por los que no nos parece ade­
cuado (Hesentarlos junto con el rubro en
A c tiv o s q u e r e ú n e n e s t a s c o n d ic io ­
el que se exponen los bienes a recibir.
n es:
PlCaONAM O DE CONTABtLIDAD Y AUDITOMA 25

a) su m e d id a c o n ta b le va a ser r ecu ­ c) s ó lo e x isten y es tá n d isp o n ib le s


perad a m á s a través d e u n a o p e ­ para el pago o la fin a n cia ció n de
ració n de venta q u e p or m ed io de b e n e f ic io s a lo s e m p le a d o s de la
su uso con tin u ad o; en tid ad ;

b) está d isponible, en su s c o n d icio ­ d) n o e stá n al a lc a n c e d e io s a c r e e ­


n es actu ales, para su venta in m e ­ d o r e s d e é s ta , ni siq u ie ra e n el
diata; c a so d e su q u ie b ra ;

c) d icha venta es a lta m e n te p r o b a ­ e) n o p u e d en reto rn a r a la en tid ad .


b l e ÍNIIF]. salvo:

a c tiv o s p o r r e a s e g u r o s 1} c u a n d o lo s r e s ta n te s a c tiv o s
r e in s u r a n c e a s s e ts d e l p la n p erm iten el c u m p li­
m ien to d e to d a s las o b lig a c io ­
En u n c o n tra to d e r e a s e g u ro , los d e ­ n e s (d e ella o del pian ) rela c io ­
r e ch o s c o n tra c tu a le s n eto s del c e ­ n adas c o n los be n efic io s d e los
d en te. em p lead os, o

2) p a ra re e m b o ls a r b e n e fic io s a
a c tiv o s p o r s e g u r o s [N IIF] los em p le a d os ya pagados por
i n s u r a n c e a s s e t s [IFR S s] ella.

En un c o n trato d e seg u ro, los d ere­


ch o s c on tractu a les n eto s del a s e g u ­
a c tiv o s p r o d u c tiv o s
rador.
p r o d u c t i v e a s s e t s [U SG A A P l
Esta defínición fue tomada de la Norma
Internacional de Inform ación Financie­ A ctiv o s qu e u n a en tid a d tie n e para la
ra (NÜF) 4. que no se refiere a la contabi­ p rod u cción de m e r c a d e r ía s o servi­
lidad de los asegurados. c io s o q u e em p le a en d ich a a ctiv id a d

a c t iv o s p o s e íd o s p o r u n f o n d o
a c t iv o s p r o d u c t iv o s s i m ila r e s
d e b e n e f ic io s a la r g o p la z o
s im ila r p r o d u c tiv e a ssets
p a r a lo s e m p le a d o s [N IIF]
[U SG A A P l
a s s e ts h e l d b y a lo n g te r m
e m p l o y e e b e n e f i t J u n d [IF R S sl A c tiv o s p r o d u c tiv o s d e u n m is m o
tip o general, q u e ejec u ta n las m ism a s
En un p la n d e b e n e f ic io s d e fin id o s
fu n cio n e s o q u e s e utilizan en la m is­
m an te n id o por un a en tid ad , lo s a c t i­
m a lín ea d e n e g o c io s.
v o s que;

a) no so n in s tru m e n to s fin a n c ie r o s
n o transferíbles em itid o s p o r ella; a c t iv o s r á p id o s
q u ic k a ssets
b) so n p o seíd os p or otra en tid a d (un
fo n d o ) q u e es tá s e p a ra d a le g a l­ A c tiv o s c o r rie n te s , ex cep to las e x is ­
m en te d e la an terio r; te n cia s .
a c tiv o s s e n s ib le s a c t u a l i z a c i ó n f i n a n c i e r a [ES]
sensititv assets
I
D e s c u e n t o f a c c ió n y e f e c to d e des-
A c tiv o s q u e p u e d en se r a fe c ta d o s p o r I c o n ta r ) ,
fa c to r e s e x te rn o s q u e n o p u e d e n s e r I
c o n tro la d o s p o r s u titu lar.
a c tu a liz a c ió n m o n e ta ria
Segün esta definición, tom ada en su lite­
ralidad, lodos los activos son "sensibles’ .
Entendemos que la acepción presentada I
se refiere a los activos m ás susceptibles
de ser afectados por factores externos que a ctu a rla l
otros. actiiarial

I D ic h o d e u n v a lo r o d e o tr o im p o n e.
a c tiv o s titu liz a d o s ' q u e su rg e d e u n t r a b a jo efe c tu a d o por
securitised asset | securitized un a c tu a rlo .
asset

A c tiv o c u y o s f lu jo s fu tu ro s d e f on d os a c tu a rio
h a n s id o o b je to d e u n a titu liz a c ió n . actuar}'

P e rs o n a v e rs a d a e n io s c á lc u lo s m a­
a c t o il e g a l te m á tic o s y e n lo s c o n o c im ie n to s e s­
illegal act t a d í s t i c o s , j u r í d i c o s y f in a n c ie r o s
c o n c e r n ie n te s a c u e s tio n e s q u e invo­
C u a lq u ie r v io la c ió n d e la le y o d e un a
lu cra n in c e rtid u m b re s , c o m o lo s c o n ­
n o r m a o re g la m e n to q u e te n g a fu er­
tra to s d e s e g u r o s y lo s r e g ím e n e s de
z a d e ley.
b e n e ñ c lo s p o s t - e m p l e o .

a c tu a lid a d
a c u e rd o b á s ic o d e
topicaiity
co m p e n sa ció n
R e q u is ito q u e lo g ra la in fo r m a c ió n i
c u a n d o c o n s id e r a ele m e n to s d e in te - ! A c u e r d o m a e s tr o d e c o m p e n s a c ió n .
rés a c tu a l. '

a cu e rd o co n d icio n a d o d e
La tnfónnación referida a un terreno ad­
quirido treinta aAos atrás no es actual si ! e m isió n d e a c c io n e s
la m ed id a con ta ble asignada a dicho a c - |
tívo es su costo histórico. A c u e r d o c o n t i n g e n t e d e e m is ió n de
a c c io n e s .

a c t u a l i z a c i ó n [ES]
a cu e rd o co n ju n to
R ev alu ació n (1).
Joint arrangement

a c tu a liz a c ió n d e l c a p ita l I C o n tr a to p o r el q u e d o s o m á s p a rtes


c o n t a b l e [N IF M X) I e m p r e n d e n j u m a m e n t e u n a a c tiv i­
d ad e c o n ó m ic a y c o m p a r t e n la to m a
Ver su p e rá v it p o r re v a lu a ció n . I d e d e c is io n e s s o b r e ella .
Es posible que com o consecuencia del
a c u e rd o c o n tin g e n te d e e m isió n acuerdo, d operador de la concesión:
d e a c c io n e s
contingent share agreement
A cuerdo para la em isió n d e a c c io n e s
q u e d ep e n d e d el c u m p lim ie n to d e
ciertas c o n d icio n es esp ecificad as.

Sinónimo: acuerdo condicionado de


emisión de acciones

b) esté obligado a:

a c u e rd o d e c a m b io 1) prestar dichos servicios a quien se


foreign exchange deal lo requiera:

C o n tra to d e c a m b io . 2) entregar al corKedente, a la firtaii-


zación de la concesión, los activos
recibidos a su comienzo y los ad­
quiridos en el intervalo.
a c u e r d o d e c o m p e n s a c ió n
c o n tra c tu a J
a c u e rd o d e fln a n c ia c ló n d e
A cuerd o m a e s tro d e co m p e n s a ció n .
p ro d u c to s
product financing
a c u e rd o d e co n c e s ió n de arrangement
s e r v i c i o s [NIIF]
C o n tr a to px)r el q u e u n a p a rte v end e
Service concession m e r c a d e r ía s a o tra y.
arrangement [IFR S s]
a) se c o m p ro m ete a co m p rá rsela s en
C o n tr a to m ed ia n te el cual u n a e n ti­ el futuro p or el m ism o p recio m ás
dad (el “c o n c e d e n te ") a c u erd a q u e un carg o fin a n ciero; o
o tra (el “c on ce sion a rio ") p ropo rcion e
d ete rm in ad o s servicio s q u e dan a c ­ b) garan tiza su reven ta a u n a terc era
c eso púb lico a im p o rta n tes recu rso s parte.
ec o n ó m ico s y so ciales.
Tam bién pueden preverse cargos por
IDe acuerdo con esta definición, las Nor­ transporte y alm acenamiento.
mas Internacionales de Inform ación F i­
n anciera (NIIF) para el tratamiento con­
table de los efectos de los acuerdos de
a c u e r d o d e g iro e n d e s c u b ie rto
concesión de servicios no son aplicables
a las contrataciones de servicios internos, overdraftfaciÜty
com o el de un restorán para los miembros
del personal de una entidad. A cuerd o qu e perm ite q u e el titu lar d e
u n a c u e n ta c o r rie n te b a n ca ria lib re
Ejemplos de objetos de acuerdos de este c h e q u e s c o n carg o a és ta sin ten er un
tipo: la provisión de ^ u a . la del servicio s a ld o a su favor.
telefónico, el mantenim iento d e una au­
topista. Sinónimo: facthdad de aobregiro.
acu erd o de p agos b asad o s en
i S in ó n im o s : c o n v e n io d e recompra,

a c c io n e s
I pacto de recom pra.

share-based payment
arrangement

C o n tr a to m e d ia n te el c u a l u n a e n ti­
d ad s e c o n s titu y e e n p a r te d e u n a a cu erd o d e reco m p ra de
tr a n s a c c ió n d e p a g o s b a s a d o s e n a c ­ a c c io n e s
c io n e s . q u e o io ig a a u n e m p le a d o u share buy-back arrangement
o tra p erso n a el d erec h o d e recib ir, si
e s q u e c u m p le las c o n d ic io n e s e s ta ­ C o n t r a t o q u e p e r m ite q u e u n a s o cie­
blecid as al efecto : d a d c o m p r e , e n e l fu tu r o , a c c io n e s
q u e ella m is m a h a e m iti d o y q u e la
a) e fe c tiv o u o tro s a c tiv o s d e la e n ti­ o tra p a r te h a s u s c r ito .
dad, p o r im p o rte s q u e s e b a s a n e n
el precio d e las a c c io n e s o d e o tro s
in s tr u m e n to s d e p a tr im o n io d e a cu erd o m a e s tro d e
ella, o a r r e n d a m ie n to
master lease
b) a c c io n e s u o p c i o n e s p a r a s u s c ri­
bir a c c io n e s u o tro s in s tru m e n to s C o n t r a t o d e a r r e n d a m i e n t o que
d e p a tr im o n io d e la e n tid a d . p e r m ite q u e e l a r r e n d a t a r io o btenga
n u e v o s a c t iv o s e n a r r e n d a m ie n to
a c u e r d o d e p r o v is ió n i b a jo la s c o n d ic i o n e s y a estip u lad as,
sin q u e s e a n e c e s a r i a la n eg o cia ció n
suppty agreement I
d e u n n u e v o c o n tr a t o .
A cuerd o m e d ia n te e l c u a l u n a p a rte '
s e c o m p ro m e te a su m in istra r d ete r- ¡
m in a d o s b i e n e s o s e r v ic io s a o tr a . | a cu erd o m a e s tro d e
d u r a n te u n p e río d o d e te rm in a d o y c o m p e n s a c ió n
b a jo c ie r ta s co n d icio n e s . master netting arrangement

I C o n tra to q u e :
a cu erd o d e reco m p ra
repurchase agreement a) en v u e lv e v a r ía s t r a n s a c c i o n e s (1)
con in s tru m e n to s d e d eu d a:
1. C o n tr a to q u e otorg a al ve n d ed o r
d e u n a c tiv o (o ai e m is o r d e u n b) p e r m ite q u e to d o s e llo s s e liqui­
in s tr u m e n to f in a n c ie r o ) la o p ­ d en s im u ltá n e a m e n te e n c a s o de
c ió n d e recu p erarlo en el futuro, im p a g o o d e r e s o lu c ió n d e uno
m ed ia n te su a d q u isic ió n p o r un c u a lq u ie ra .
p recio d eterm in ad o o d ete rm in a -
ble. Sinónim os; a cu e rd o b á sic o d e com­
pensación. a cu e rd o d e com pensación
2. C on trato q u e o blig a a l ve n d ed o r
contractual.
d e un a c tiv o (o a l e m is o r d e un
in stru m ento fín a n ciero ) a a d q u i­ Bajo un acuerdo com o el ind icado, el in­
rirlo en el futu ro, p o r u n p r e c io c u m p lim ien to o la reso lución de un con­
d eterm in ad o o d eterm in a ble. trato puede convertir en exigibles a otros.
b) la autoridad para esta b lecer las
a d a p t a c ió n IN IF MX|
po líticas y to m a r las d ecisio n es
n e c e s a ria s p a ra tal c o n s e c u ­
M ejora.
c ión .

a d a p t a c io n e s s e c t o r i a l e s [ES] Sinónim o: g erencia

V er P la n G e n e r a l d e C o n ta b ilid a d
(PGC) (ES). A d m in is t r a c ió n F e d e r a l d e
I n g r e s o s P d b l lc o s (A FIP ) (ARj

a d e la n t o s I r r e v o c a b le s d e O rg an ism o esta ta l federal cu yas ñan-


a p o r t e s d e c a p it a l [AR] d o n e s incluyen:

A n ticip o s ir re v o ca b les d e a p o rte s d e a) la r e c a u d a c ió n d e lo s r e c u rs o s


c a p ita l ÍARl. im positivos, ad u a n ero s y d e la s e ­
g u rid a d s o c ia l esta b le c id o s p o r
las leyes fed erales a rgen tin a s;
a d e u d a r [ES]

b) la físc a liz a d ó n d e lo s o b lig a d o s,


C argar.
c o n tra lo s q u e pued e in iciar a c c io ­
n es ju d iciales.
a d e u d o [ES]

Cargo. A d m in is t r a c ió n N a c io n a l d e l
S e g u r o d e S a lu d (A N SSA L) [ARl

a d ju d ic a c ió n |CL]
V er S u p e rin te n d e n c ia d el S e g u ro d e
C o n s o lid a c ió n (vesting).
I S a lu d (SSS) lARj.
a d m i n i s t r a c ió n a d m in is tra d o ra d e fo n d o s d e
management j u b i l a c i o n e s y p e n s io n e s (A FIP )
IARl
1. D en tro d e un a en tid ad , el co n ju n ­
to d e p erso nas q u e llevan a c a b o Ver f o n d o d e ju b il a c i o n e s y p e n s io ­
su g estió n , in clu yend o a lo s res­ n e s (FJP) [ARj.
p o n sables d e su g o b e m a n z a q ue
in terven gan en esa actividad.
a d m in istra d o ra d e fo n d o s p a ra
2. [USGAAPl A lo s e fec to s d e la p re­ e l r e t ir o (A F O R E ) (M X ]
p a r a c ió n d e in fo r m a c ió n s o b re
t r a n s a c c io n e s (1) y s a ld o s c o n Entid ad ñ n a n cie ra q u e s e d ed ica a la
p a r te s r e la c io n a d a s , el c o n ju n to a d m in istra ció n d e las c u en ta s in d ivi­
integrad o por las p erso n as q u e tie­ d u a les d e retiro d e lo s em p le a d o s .
n en:
Los recu rsos correspon d ien tes a esas
a) la respo nsabilid ad por la c o n ­ cuentas son canalizados a una sociedad
s ec u ció n d e lo s o b jetiv o s d e la de inversión especializada en fondos para
e n tid a d in fo r m a n te ; el retiro (SIEFORE).
n ú m e ro ta l q u e su e m is o r a resu lta ser
a d o p ta n te p o r p r im e r a v e z
la a d q u ir id a .
(N IIF l
Jirst-tíme adopter [ I F R S s ]
E n tid a d in fo r m a n te q u e p o r p r im e ­ a) la sociedad A ad quiere las acciones de
ra vez p r e s e n ta su s e s ta d o s fí n a n c i e - la sociedad B y co m o pago emite ISO
r o s d e a c u e rd o c o n las N o r m a s I n t e r ­ a ccio n es propias;
n a c io n a le s d e In fo rm a c ió n F in a n c i e ­
b) a n tes d e la o p eració n , el capital deA
r a (N IIF).
estab a represen tad o p>or 100 acciones;

c) tras la operació n , el con trol de A que­


a d q u ire n te
da en m ano s d e los ex accionistas de
acquirer B, q ue resultan ser lo s verdaderos ad­
q u ire n te s . a un q ue la form a de la ope­
V er a d q u is ic ió n d e u n n e g o c io . ració n parezca in d icar lo contrario.

a d q u irid a ' A duana


acquiree Custom House
V er a d q u is ic ió n d e u n n e g o c io . I A g e n c ia g u b e r n a m e n t a l a c a rg o de)
I c o n tr o l d e la s i m p o r ta c io n e s y expor-
a d q u is ic ió n d e u n n e g o c io I t a c io n e s y d e lc o b r o d e lo s c o r r e s p o n -

Business acquisition i d ie n te s d e r e c h o s .

C o m b in a c ió n d e n e g o c io s p o r la q u e
u n a pa rte (la “a d q u ir e n te " ) o b tie n e e l i
c o n tr o l s o b re lo s a c t iv o s y la s o p e r a - i
d o n e s d e la o tra (la " a d q u ir id a ") . i

Sinónimo; abso rd ó n . | a fia n z a m ie n to

Ejemplos:

a) la sociedad A adquiere el 90% de las


acdones d e la s odedad B (que c on ti­
nuará funcionando), lo que le otorga a ñ ila d a
el 90% de los votos en las ju n tas de qffUiate
accionistas;
1. D e s d e e l p u n t o d e v is t a d e una
b) la sodedad C adquiere los activos y e n tid a d ;
asume los pasivos de la sociedad D,
que se disuelve. a) u n a c o n t r o l a d o r a ;

b) u n a c o n tr o la d a ; o
a d q u is ic ió n in v e r s a
reverse acquisition c ) o tr a e n tid a d c o n t r o la d a p o r su
c o n tr o la d o r a .
A d q u is ició n d e u n n e g o c io p a g a d a
c o n la e m is ió n d e a c c i o n e s e n u n Sinó n im o : filial.
2. D ada un a en tid a d , o tra q u e está I a g e n te d e a d u a n a
b a jo el m ism o con tro l o la m ism a
a d m in is tra c ió n D e s p a c h a n te d e a d u a n a .

Sinónimos: filial, subsidiaria asociada.


a g e n t e d e b o ls a

a f ir m a c ió n n e g a tiv a
broker

P e rs o n a q u e realiza o p era cio n es b u r­


S eg u rid ad n ega tiva .
sátiles para terc ero s y Ies brin d a a l­
gu nos servicio s co m p lem en ta rio s.
a f lo r a m ie n t o d e a c t iv o s [ES]
assets disclosure Sinónimo: agente bursátil.

E fecto d e a flo ra r (activos). Cuando la legislación lo permite, también


puede operar por cuenta propia.

a f l o r a r [ES]
a g e n te d e m e rca d o a b ie rto
D icho d e ac tiv o s o c u lto s , su re co n o ­ dealer
cim ien to con ta ble.
Perso na q u e in term ed ia co m p ra n d o
y vend iend o títu lo s por cu e n ta p ro ­
^ e n c i a d e c a lif ic a c ió n [ES] pia en un m e r c a d o a b ie rto .

(3aliflcad ora d e riesgo- También se lo denomina 'agen te extra-


bursátil' pero la palabra 'exirabu rsátíl'
no fígura en el DRAE.
a g e n te
agent a g e n te e x tra b u rs á til

P e rs o n a q u e a c tú a en represen tación
Ver a g e n te d e m e r c a d o a b ie rto ,
d e otra.

a g o ta m ie n to
a g e n t e b u r s á t il
depletion
A g en te d e bo lsa .
D esap arició n d el v a lo r d e u n a c tiv o
a g o ta b le ( l) .
a g e n t e c o lo c a d o r
placing agent a g r u p a c ió n d e a c c i o n e s

Entidad en cargad a de la venta p rim a­ A g ru p a m ien to d e a c c io n e s .


ria (p o r s u s c rip c ió n ) d e un t í t u l o
em itid o o a em itirse.
a g r u p a c ió n d e c o l a b o r a c i ó n
La palabra “colo cad or' no figura en el (A C ) [AR]
DRAE. Se la utiliza para referirse a quien
“coloca" el título (le encuentra un m er­ E n tid a d n o s o c ie ta r ia e s ta b le c id a
cado). para facilitar o d esarro llar d eterm in a-
d as fases d e la acü \id ad em p resarial ca d a s e m e s tre o e n c a s o d e retiro o
d e su s m iem b ro s o p a ra p e r ^ c i o n a r m u e rte del e m p le a d o .
o in c re m e n ta r el re su lta d o d e e sa s
activid ad es.
a h o r r o n e t o (N IC S P ]

a g n ip a m ie n to d e a c c io n e s ' Ver « c e d e n t e n e to .
share consolidation
a h o r ro y p ré s ta m o
O p eración p o r la cu al u n a s o c ie d a d
red u ce el n ú m ero d e a c c i o n e s en p o -
satings and loan
d er d e su s a c c io n is ta s y e n p to p o r- | o p e r a t o r i a p o r la q u e :
d ó n a sus ten en cias. :
I a ) u n a p e r s o n a a c u m u la ah orros en
Smónimo; agrupación d e a ccio n e s. u n a e n tid a d fin a n cie ra :

Esta operación no m odifica la cuantía del > b ) c u a n d o s e c u m p le n c ie rta s condi-


patrim on io .q uepasaaq uedarrepresen - .
d o n e s , d ic h a e n tid a d le otorga un
tado por un nüniero inferior de acciones.
p r é s t a m o (p o r e je m p lo , p ara la
Se k) ha denom inado ta m b id i‘ desdobla­ c o m p r a d e u n a viv ien d a).
miento im erso de acciones'(N U Fl, lo que I ____________________________________________
resulta de m ás difícil comprensiórL
a je n o a la o p e r a c ió n
En la m isma línea, las n orm a s de Infbr- non-operating
m a d ó n fin a n d e ra (NIFl m exicanas, se ;
refieren a esta figura em pleando la pala­ D ich o d e u n r e s u l t a d o d e u n a enti­
bra in{^esa ‘ split‘ (división), seguida del d ad o d e a lg u n o d e lo s com p on en tes
vocablo español “inverso". del m is m o , q u e p ro v ie n e d e u n a acti­
vidad s e c u n d a ria o in c id e n ta l d e ella.

a g u in a ld o
boniis I a ju s t a d o p o r in fla c ió n

R e m u n e ra c ió n co m p le m e n ta ría del , D ic h o d e u n a m e d id a c o n t a b le , d e un
sa la rio qu e se paga, no rm alm en te, en ju e g o d e e s t a d o s f i n a n c i e r o s o de un

u n a é p o c a d eterm in ad a del añ o. I c o m p o n e n te d e é s te , q u e resu lta de


I u n a ju s t e p o r in f i a c i ó n .
Puede consistir en un premio por el des-
emp>eño (‘ gratificación’’} o ser im puesto
por la costumbre. a ju s ta r -c o n v e r tir
restóte-transíate
Según el DRAE, ei “aguinaldo" es un re­
galo que se da en Navidad o en otras fies­ V er m é t o d o d e l ti p o d e c a m b i o de
tas u ocasiones. c ie rre .

a g u in a ld o [AH] a ju s te
adjustment
R em u n eració n co m p le m e n ta ria del
salario, cu yo pago está req u erid o po r D ich o del s a l d o d e u n a c u e n t a , su
la ley y d eb e e fe ctu a rse al final d e c o rre c c ió n o re g u ia riz a c ió n .
ajuR ip d e a u d i t o r í a a j u s t e d e p a r id a d
aiuUí adjtistment parity adjustment (USGAAP)

A juste efectu ad o a instancias del a u ­ C uando se prepara In form ad ón aju s­


d itor d e estad o s ñn a n cle ro s. ta d a p o r in fla c ió n y se e m p le a el
m é to d o d e a j u s t a r - c o n v e r t l r . un
£1 empleo de esta expresión es cuestio­ aju ste e sp ecial q u e se e fe ctú a p a ra
nable. porque ningún ajuste a los estados con sid erar el efecto d e la diferencia
fínan d eros es ‘ d e r auditor. Este puede e n tre las inflaciones local y e sta d o ­
proponerlo, pero la decisión fínal es pri­
unidense sobre un p a trim o n io m ed i­
vativa de la entidad informante.
do en dólares nom inales.

a ju s te d e c o n v e r s ió n S a ju ste d e p e río d o s a n te rio re s


translation adjustment prior períod adjustment
lUSGAAP]
I Ver a ju ste de resu ltad o s d e e je rd d o a
D iferen cia d e con versión . a n te rio re s (AREA).

a j u s t e d e c o n v e r s ió n a ju ste d e re su lta d o s de
a c u m u la d o e j e r c i c i o s a n t e r i o r e s (AREA)
cumulative translation
M odificación d e la m e d id a c o n ta b le
adjustment lUSGAAP]
d e los re su lta d o s a c u m u la d o s al c o ­
En un e stad o de situ a ció n , u na línea m ien zo de un e j e r c i d o , e fe ctu a d a
que m u estra el im p orte acum ulado para d ar a p lic a c ió n re tro a c tiv a a un
de las d iferen cias d e co n v e rsió n que cam b io de p o lítica co n ta b le o a una
no han sido recon ocid as co m o re su l­ c o r r e c d ó n d e error.
tados.
Como sinónim os se emplean otras expre­
siones m enos precisas, como;

a ju ste d e e je r c id o s a n te rio re s a) “aluste de ejercicios anteriores’', que


no indica que lo que se han ajustólo
Ver aju ste de resu ltad os de eje rd e io s son los resultados acumulados;
an te rio re s (AREA).
b) “ajuste de períodos anteriores'’, que no
sólo abarca a los “ejercid os anterio­
res" sino a los períodos cubiertos por
a ju s te d e la b a s e [N IlFj
estados finan d ero s in term edios an ­
basis adjustment [IFRSsl

En relación con un a ctiv o adquirido


o con un p asiv o asum ido p or c o n cre ­ a ju ste d el p a trim o n io e n u n a
tarse una tran sa cció n prevista proba­ s o l a lín e a
ble cu y o s riesgos fueron ob jeto de
una c o b e rtu ra , la in corporación, a la A juste p a rcia l p o r in fla d ó n que c o n ­
m ed id a c o n ta b le inicial de dicho a c ­ siste en:
tivo o pasivo, de los resultados p ro ­
a) calcu lar la diferencia en tre el im ­
ducidos por tal cob ertu ra. p o n e a ju sta d o p o r in fla d ó n del
p a trim o n io y su im p orte n o a jus-
a ju s t e I n t e g r a l d e l c a p ita l
tad o;
inflatíon adjustment o f capital
b) p resen tarla en un renglón del c a ­
pítulo “p a trim o n io n e to * del e s t a ­ En u n e s ta d o d e s i t u a c i ó n o en un
d o d e situ a c ió n , d e m od o q u e la e s ta d o d e c a m b i o s e n e l patrimonio
m e d id a a sign ad a al p a trim o n io n e to , u n a p a rtid a q u e m u e stra la di­
sea la aju stad a p o r inflación. fe re n c ia e n tr e el im p o r te ajustado
p o r in fla c ió n del c a p i t a l y su cones-
Sinónimo: ajuste global del patrímo- p o n d ie n tc Im p o r te n o m in a l

a j u s t e i n t e g r a l p o r in fla c ió n
comprehensive injlation
a ju s te d el re s u lta d o e n u n a
adjustment
s o l a Ifn e a
A ju ste p o r in fla c ió n (2 ) d e todas las
A ju ste p a r d a l p o r in fla d ó n que c o n ­ m e d id a s m o n e ta ria s co n te n id a s en
siste en:
un ju e g o d e e s ta d o s fln a n cie ro s.

a) calcu lar la d iferen cia e n tre el im ­ Sinónim os; ajuste por inflación, infor­
p o rte aju s ta d o p o r in fla d ó n del mación en dólares c om u n e s informa­
re su lta d o del p e río d o y su im p o r­ ción en dólares constantes.
te n o ajustado;
Los dos últim os sinónim os son traduccio­
b) p resen tarla e n u n ren glón e sp e cí- nes de expresiones em pleadas en los Es­
fleo del e s ta d o d e re s u lta d o s , d e tados Unidos. En ellos, la palabra "infor­
m o d o que la ú ltim a línea de d ich o m ación ” (reponing) se refiere al proceso
de com unicarla y no a la salida de éste.
estad o m u estre el resu ltad o a ju s ­
tado p o r inflación.
Tam bién se lo denom ina "ajuste integral*,
pero esta expresión es im precisa porque
Sinónimo; aju ste global del resultado. no indica a qué iip>o de ajuste se refiere.

a j u s t e g lo b a l d e l p a t r i m o n i o a ju s te m o n e ta rio

A ju ste del p a trim o n io e n u n a so la lí­ I A ju ste p o r in fla ció n .


n ea.

a ju s te p a r c ia l p o r in fla c ió n
partial inflatíon adjustment
a j u s t e g lo b a l d e l r e s u l t a d o

A ju ste p o r in fla c ió n d e a lg u n a s me­


A ju ste del re su lta d o e n u n a so la lí­
d id as m o n e ta ria s in clu id a s en juego
n ea.
d e e s t a d o s f l n a n c i e r o s p e ro n o de
to d a s ellas.

a j u s t e in te g r a l Sinónimo: parche [A R ],

Ver aju ste in tegral p o r inflación. Ejemplo: la com bin ación de:
a) el ajuste por innacíón de las medidas
con tables asignadas a ios elementos ¡ a ju s t e p o r e n d e u d a m ie n to
depropiedades, plantayequipo, con '
c r^ ito a u n ‘ saldo por actualización ] A ju ste p o r a p a la n ca m le n to .
contable":
¡ a ju s t e p o r In fla c ió n
b) la consideración de las medidas c on ­
tables así actualizadas para determi­ I Inflation adjustment
nar los cargos por d epreciacion es,
pérdidas por deterioro y resultados 1. A ju ste in te g ra l p o r in fla ció n .
por ventas o bajas de dichos elemen-
2. R especto d e una m e d id a c o n ta b le
in d ivid u alm ente con sid era d a , su
r e e x p re s ió n a m o n ed a d e pod er
a ju s t e p o r a p a la n c a m ie n l o ad quisitivo d e o tro m o m en to .
gearíng adjustment
3. R esp ecto d e u n a m ed id a c o n ta b le
D ado un a ju s te p a r cia l p o r in fla ció n in d iv id u a lm e n te c o n s id era d a , el
b asad o en el reco n o c im ien to de un im p o rte del c a m b io de su im p o r­
re s u lta d o d e te n e n c ia de un a ctiv o , te n om in al d ebid o a la reexpresión
o tro a ju ste qu e revierte parcialm en te in d icada en la a cep ció n p rec ed en ­
al prim ero para c on sid era r el h ech o te.
de q u e d ich o activ o está fínan ciad o
Ejemplo: dados un saldo de l.(X)0 pesos
p arcialm e n te co n el p a siv o . de comienzo de mes y una inflación dd
2% para el mes corriente, ei ajuste por in­
Sinónimo: ajuste por endeudamiento. flación (acepción 2) lleva el saldo inicial a
1.020 pesos de cierre y el ajuste por Infla­
Para realizar ‘ ajustes por apaiancamien- ción (acepción 3) es 20 (número al que no
to", se han propuesto diversos procedi­ le corresponde ninguna unidad de m edi­
mientos, que tienen estas bases genera- da).

Sinóninxis; ajuste mor>etano, ajuste


a) se calcula un coeficiente indicador de por nivel general de precios, co rre c­
la medida en que los activos cuyas
ción monetaria.
m edidas contables fueron corregidas
mediante ajustes parciales por infla­
ción son financiados mediante deu­ a ju s t e p o r I n fla c ió n
das (por ejemplo, se divide el total del
s im p llflc a d o
pasivo por el total del activo);
simplified inflation adjustment
b) se aplica dicho coeficiente a los ajus­
tes parciales cuya reversión pardal se A ju ste p o r in fla c ió n q u e s e b a s a en
busca (por ejem plo, a la diferencia las n o n n a s del a ju s te in te g ra l, pero
entre los costos de reposición y ios q u e a d m ite e l em p le o d e regla s d e
c o s to s h istóricos no ajustados por sim p liflc a ció n q u e im p lica n d esvia­
infladón de las m ercad erías vendi­ c io n es a su orto d o xia.
das).
Ejemplos de "normas de sim plificación":
.Ninguna de las acepcion es dadas por
el DRAE a la palabra ‘ apalancam iento* a) en el estad o de a itu a d ó n ajustado,
correspon d e al significad o arriba e x ­ asignar valores razonables o valores
puesto. c o rrien tes a partidas que deberían
medirse por su costo histórico (ajus- d a s e n tr e la s s u p o s ic io n e s a ctuarii-
le s p rev ia s y lo s s u c e s o s reales.

b) emplear datos resultantes d e regím e­


nes legales de actualizaciones con ta­
bles, aunque éstos sean defectuosos: a f u s t e s p o r m a n t e n i m i e n t o de
I c a p i t a l [N IIF !
c) aceptar el a juste global del p atrim o-
capital maintenance
adjustments [IF R S s]
dl admitir el ajuste global del resultado.
' X’e r s u p e r á v i t d e r e v a lu a c ió n .
También se lo denom ina “ajuste símplifí-
cado’ , pero esta expresión es im precisa
porque no indica que se trata de un “ajus­
te pwriníladón’'. a j u s t e s p o r p e r í o d i f í c a c i d n (ES]
accrual adjustments
a j u s t e p o r n iv e l g e n e r a l d e
1. A s ie n t o s d e d i a r i o e fec tu a d o sa i
p r e c io s
c ie r r e d e u n p e r í o d o co n ta b le
general price leve! adjustment p a r a d if e r ir g a s t o s o in g r e s o i
q u e . p o r a p l i c a c i ó n d e la base
A ju s te p o r in fl a d ó n .
c o n t a b l e d e a c u m u l a c i ó n , de­
b a n s e r r e c o n o c id o s c o m o resul­
a ju s t e s im p lif ic a d o ta d o s e n u n o o m á s p e r ío d o s fu­
tu r o s .
Ver a ju s te p o r i n f la d ó n sim p lific a d o
l‘ 2 . P a rtid a s d el e s t a d o d e situ ación
a ju s t e s d e c o n s o lid a c ió n j q u e re s u lta n d e io s a s ie n to s recién
adjusts fo r consolidation r e ferid o s.
parpases |consolidation
El em pleo d e la lo cu ció n definida nos
adjustments I parece inadecuado pt^rque la aplicación

A ju stes r eq u erid o s p o r u n a c o n s o li-


I de la b a s e c o n ta b le d e a cu m u lación no
i tiene por qué m otivar “a ju stes”. Ejemplo:
d a d ó n . a d ic io n a le s a lo s req u erid o s ' si d e b e contabilizarse un p rem io por un
p o r el reem p la z o de las m e d id a s c o n ­ j seguro no vinculado co n las actividades
ta b le s asig n ad a s a las p a rticip a cio n es de producción:
en c o n tro la d a s .
a) lo razonable es c a rg a r su im pone t
Ejem plo; la elim inación de los activos, una cuenta de a c tiv o y. al cierre dd
pasivos, resultados y flujos de efectivo cada período c o n ta b le , elim inar dd
reconocidos en las contabilidades indivi­ saldo de ella la p o rció n atribuibie al
duales de los miembros del grupo co n ­
solidado a causa de transaccion es (1) con
otros miembros del mismo. b) m enos a c o n seja b le es recon ocer de
in mediato un g a sto y efectuar, al cie­
rre de un período con ta ble, un “ajuste
a ju s te s p o r e x p e r i e n c i a [N IIF] por p erio d ific a ció n ” p a ra diferirla
experience adjustments fIFRSs] porción atribuibie al futuro.

En relación co n un p la n d e b e n e fic io s La palabra “period ificación ” no figura en


d efin id o s, los efec to s d e las d iferen - el DRAE.
I 2 . P r o c e d im ie n to s a p lic a d o s pa ra
a ju s t e s p o r r e c l a s in c a c l ó t i
¡ a lca n z a r el o b jetiv o d e u n a a u d i­
(N IIF)
toría.
rfcUixxi/icatíon adjustments
(IFR S s) 3. (NIA) P r o c e d im ie n to s d e a u d ito ­
ría q u e. a ju ic io del a u d ito r y s o ­
In clu sión , en el re s u lta d o d el p e r ío ­ bre la b a s e d e la s N o rm a s I n te r ­
d o c o rríe n ie. d e im p o n e s im putad os n a c io n a le s d e A u d ito ría (NIA), se
a r e s u lta d o s d ife rid o s en e je r c ic io s co n sid era n a p rop iad os en la s c ir ­
an terio res o en el ejercicio corrien te. cu n s ta n cia s para a lc a n z a r el o b ­
1.a expresión se utiliza en la versión em i­ jetiv o d e ese tra b a jo .
tida en 2007 de la Norma Internacional
de Contabilidad (NIQ i. Su significado es La definición (3) alude a lo podría consi­
parecido al de reciciam iento. derarse un 'alcarKe adecuado o deseable
según las NIA". Preferimos la (2). por refe­
) figura en rirse al “alcance real’ de una auditorfo,
que es el que surge de los procedim ien­
tos efectivamente aplicados.
al cob ro
fo r collection a l c a n c e d e u n a r e v is i ó n
review scope |scope o f a review
C h e q u e o d o c u m e n to (note) en trega­
d o a un b a n co o a otra en tid ad fin a n ­ 1. M ateria q u e e s o b je to d e u n a r e ­
c iera para q u e se en ca rg u e d e su c o ­ v isión .
branza y acred ite su im p o rte (m en o s
co m isio n es y gastos) en una cu en ta 2. P r o c e d im ie n to s a p lic a d o s p a ra
del d ep o sitan te. a lc a n z a r el o b jetiv o d e u n a rev i­
sió n .
a l v a lo r r a z o n a b le c o n c a m b i o s
3. (NIAl P ro ced im ie n to s d e revisión
e n r e s u lt a d o s {N11F|
q u e se co n sid era n a p rop ia d os en
at fa ir valué through proJU or las circ u n s ta n c ia s pa ra a lc a n z a r el
loss [IFRSsl o b jetiv o d e ese tra b a jo .
D icho d e un a c tiv o fin a n c ie ro o d e un
l a definición (3) alude a lo que podría
p asiv o f in a n c ie r o , q ue se le m id e por considerarse un "alcance adecuado o de­
su v alo r r a z o n a b le , cuyo s c a m b io s se seable". Preferimos la (2), por referirse al
r e co n o c e n en lo s r e s u lta d o s d e los “alcance real" de una revisión, que es el
p eríod os en q u e ocu rren . que surge de los procedim ientos efecti­
vamente aplicados.

a lb a r á n
A l e r t a s d e R i e s g o d e A u d ito r ía
N o ta d e en treg a . Audit RiskAlerts

U n c o n ju n to d e p u b lic a cio n es a n u a ­
a l c a n c e d e u n a a u d it o r í a
le s del In s titu to A m e r ic a n o d e C o n ­
audit scope \scope o f an audit
ta d o r e s P ú b lic o s C e r tif ic a d o s
1. M ateria q u e e s o b je to d e un a a u ­ (AICPA) en las q u e se ad vierte a sus
d ito ría. aso cia d o s so b re los rie s g o s d e a u d i-
to ría q u e se relacion an c o n industrias
a lq u ile r c o n tin g e n te
esp ecíficas y c o n cu e stio n e s recien
contingent reñí \contingent
rental
Ejemplos de cuestiones recientes: proble­
1 . C o m p o n e n te v ariab le d e un alqui­
m as económ icos, nuevas regulaciones,
nuevos desarrollos profesionales. ler, cu y o im p o rte s e b a s a en un
fa c to r d is tin to al tra n s c u rs o dd
tiempK).

a iis a m ie n to d e r e su lta d o s 2 . M od ificación a u n a lq u iler que:


income smoothing
a) se o rig in a e n c a m b io s poste­
M an iob ra dirigida a lograr que los re ­ rio re s al in ic io d e u n a rren d a­
su ltad o s in form ad os p e rió d ica m e n ­ m ie n to y n o e n el m e ro trans­
te m u estren p o ca s variacion es en tre cu rso del tie m p o ;
sí.
b) n o co n s titu y e u n c a m b io a los
Puede basarse en la elección de ios m o­ p a g o s m ín im o s p o r el arren­
m entos en que se efectúan las transacd o- d a m ie n to .
n e t o (1) en la selección de n orm as c o n ­
tables. cuando éstas prevén alternativas. Sinónim os: cuota contingente [NIIFj.
renta contingente [M X ].

Ejemplo; la parte de un alquiler que con­


a lq u ile r
siste en un p o rcen taje d e las ventas efec­
tuadas por el arren d a ta rio en un local
1. A rren d am ien to. arrendado o en el exceso del volumen de
ventas sobre cierto nivel.
|AR] [ESI A r r e n d a m ie n to p a r a
o p eració n .
a l t a m e n t e p r o b a b l e IN IIF ]
highiy probable [ I F R S s ]
a lq u ile r Q u e tien e u n a p ro b a b ilid a d d e ocu­
lease rote | rote |rental rre n cia s ig n ifica tiv a m e n te m ayorque
la d e n o -o c u rre n c ia .
Pago periódico estipulado en un c o n ­
trato de arren d a m ie n to . Este c o n ce p to fue in co rp o ra d o por el
C oo sejo d e N orm as In tern a c io n a le s de
C on tabilid ad (CNIC, lASB) en su Norma
In ternacio nal d e In fo rm a c ió n Financi^
a lq u ile r c o n o p c i ó n d e c o m p r a ra (NIIF) 5.
hire~purchase
Ver también ■probable"
Contrato de arre n d a m ie n to q ue o to r­
ga ai arren d atario la o p ció n d e adqui­ a lte ra c ió n
rir (m ediante un pago) la citu la ri^ d alteration
legal del activo arre n d a d o , u n a vez
cum plidas las con d icion es a co rd ad as R eem p lazo o a g re g a d o d e u n a parte
al efecto. d e un a c tiv o (o d e u n g n ip o d e acti-
vos) qu e no a u m en ta su cap acid ad de
a m o r t i z a c i ó n d e a c c i o n e s [A R ]
servicio,
R e d e n c ió n d e a c c io n e s q u e im plica
Es un concepto distinto al de "roeiora".
el rein teg ro d e a p o rte s a lo s a c c io n U -

a m b ie n te d e c o n tro l
control environment a m o r tiz a c ló n d el d e s c u e n to

C o m p o n e n te del c o n tro l in te r n o de V er r e v e rs ió n d el d e s c u e n to (N llF l.


u n a en tid ad q u e incluye;
a m o r tiz a r
a) las fu n cio n e s in h e re n te s a su go- to amortise \to amortize
b e m a n z a y a su ad m inistració n;
1. Pagar un a d eu d a .
b) las a ctitu d es, la c o n c ie n c ia y las
a c c io n e s d e q u ie n e s tie n e n a su 2 . R e cu p era r lo s fo n d o s in v ertid o s
carg o tales fu ncio nes, resp ecto del en un a e m p re s a .
c o n tro l in terno d e la en tid ad y de
su im p o rta n cia para ella. 3 . Im p u tar al resultad o d el p eríod o
co rrien te, en form a to ta l o parcial,
el c o s to d e se rv ic io s pa s a d o s o las
Sinónimo: contexto de control, entor­
g a n a n c ia s a c tu a ria le s o las p é rd i­
no de control.
d a s a c tu a r i a le s n o r e c o n o c id a s
c o m o resultad o s e n lo s e je r c i c i o s
an terio res en q u e s e deveng aron .
a m b i e n t e d e t e c n o lo g í a d e la
i n f o r m a c ió n
a m p lia c ió n
information technology
addition
environment
I D icho de un a partida d e p r o p ied a d es,
En un a en tid ad , el c o n ju n to in teg ra­
p la n ta y e q u ip o o d e u n in m u e b le d e
d o p or las p o lítica s y p roced im ien to s
in v e rs ió n , el agregad o d e u n e le m e n -
ím p lem en tad os, la in fraestru ctu ra d e
tecn o lo g ía d e la in fo rm a ció n (hard ­
w are, siste m a s operativos, e tc éte ra ) y
e l so ftw a re d e a p lic a c ió n u tiliz a d o a n á lis is d e s e n s ib liid a d
para respald ar las o p era cio n es d e n e ­ sensittuity analysis
g o c io s y lograr las e strateg ias d e n e­
go cio s. E studio q u e in ten ta d eterm in a r co m o
s e vería ^ e c ta d o u n resu ltad o si c ie r ­
ta s v ariables relevan tes al c a so su frie­
ran m od ifica cio n es.
a m o r tiz a c ió n
amortisation \amortization Por ejemplo, una entidad que tenga una
deuda a tasa variable podría practicar un
1. A cción y efe c to d e a m o rtiz a r. ~análisis de sensibilidad' para determÁar
cóm o habría variado el im porte de sus
2. V er d e p re c ia ció n . ‘ costos financieros* de un periodo si di-
cha tasa hubiese sido un 0 ^ por ciento
superior o inferior a la real. a n e x o [U E )

Ver n o ta s a lo s e s t a d o s ñn an cieroc.
a n á lis is h o riz o n ta l
horizontal analysis
a n e x o d e c o s t o d e la s
A nálisis p ra ctica d o so b re los d a to s d e m e r c a d e r í a s v e n d i d a s [AR|
d os o m ás ju egos d e e s ta d o s fln a n -
c l e r o s a fech a s su cesivas. I Ver p la n illa d e c o s t o d e la s m ercad ^
ría s v e n d id a s.

a n á lis is p o r a n tig ü e d a d
aging analysis
anexos
D esco m p o sició n d e un s a ld o c o n ta ­ annexes
ble so b re la b a se del períod o d e ori- ;
I
g en o del p e río d o d e im p ago d e las V e rn o ta s a lo s e s t a d o s fin an cieros,
p artid as q u e lo co m p o n e n .

Un "análisis por antigüedad" de las c u en ­ a ñ o c o m e rc ia l n a tu ra l


tas por c o b ra r puede ayudar a exaluar el
riesg o d e créd ito. A tal efecto, debería
natural Business year
c o n sid erarse el período de im pago de
cada cuenta, contado desde la fecha en P e río d o d e d o c e m e s e s q u e termina
que, por contrato, debería haberse pro­ c u a n d o la a ctiv id a d e s t á e n su nivel
ducido su cobranza. an u al m á s b ajo.

Ejemplo: en una explotación a g r ie té d


a n á lis is v e rtica l año com ercial natural podría terminaren
vertical analysis una época en que no existan productos
cosechados a vender ni se ha>’a iniciado
Análisis practica d o m ed ian te la co m ­ la siembra para una nueva cosecha.
p a ra c ió n d e d a to s in clu id o s d e un
e s ta d o fin a n cie ro d eterm in ad o, sin
co tejarlo s con los corresp on d ien tes a
fech as an teriores o posteriores.
Ver e je r c id o .

anexo
allonge | rider
a n te d a ta r
Agregado a un in stru m e n to fin a n cie ­ to antedate
ro o a un c o n tra to , g en eralm en te a d ­
junto en una hoja sep arad a. C o lo ca r, c o m o fe c h a d e e m is ió n de
un d o c u m e n t o (d o c u m e n i o r note),
Ejemi^os: condiciones específicas que se u n a q u e e s a n te rio r a la re a l.
agregan a las condiciones generales es­
tipuladas en una póliza de seguro, una Com o sinónim o se em plea ta m bié n "pre­
hoja que permite agregar en d oso s a un datar". pero este vocablo no figura en el
pagaré. DRAE.
a) “cobros anticipados”, que no identífl'
a n t e s d e i m p u e s to s ca su origen;
befare taxes
b) “ingresos no devengados”, “ingresos
Dicho de un con cep to, que se lo ca l­ no ganados’ , ’ ingresosnorealizados”.
culó an tes de con sid erar el im p u e sto “ingresos recibidos por anticipado',
a las g a n an cia s relacionado. “productos no devengados" |MXj o
“productos no realizados’ [NIF MX),
Ejemplo de “concepto”: la ganancia del que implican contradicciones, ya que
período. entre las condiciones que deben sa­
tisfacer los "ingresos" están:

1) en general, la de haber sido “gana­


a n t i c i p o s a e m p le a d o s
dos" o “devengados":
advances to emplayees
2) en el caso particular de los prove­
E fectivo entregado a un em p lead o , nientes de ventas, la de cumplir
q u e p o s te r io r m e n te d e b e re n d ir con el requisito d e " realización";
cuenta de su em pleo.
c) “créditos diferidos", “ingresos diferi­
Ejemplo: un anticipo para afrontar los dos" o “productos diferidos" [MX). de
comprensión difícil para quienes, por
gastos de un viaje que un empleado efec­
tuará como parle de su trabajo. no conocer la jerga contable, no lo­
gren interpretar debidamente el sig­
nificado de la palabra "diferidos".
a n t i c i p o s a p ro v e e d o re s
advances to suppliers a n tic ip o s d e im p u e sto s

Pagos efectuados a cu en ta del p recio 1. Ver p asivo p o r im p u e sto c o rrie n -


de b ien es o de servicios a ser recibi­
dos en el futuro.
2. En un e s ta d o d e s itu a c ió n , una
p artida que refleja un a ctiv o p o r
a n t i c i p o s al p e r s o n a l
im p u e sto co rrie n te .
advances to employees
Pagos de rem u n e ra cio n e s an terior es a n tic ip o s irre v o ca b le s d e
a su liquidación. a p o r t e s d e c a p i t a l [AR]
irrevocable advances o f capital
a n t i c i p o s d e c lie n te s contributions
advancesfrom customers \ A p o rte s d e io s p ro p ie ta rio s q ue h an
advances by ctistomers sido recibidos y p o r los cu ales se e n ­
tregarán a c c io n e s o c u o ta s de c a p i­
Cobros recibidos a cu e n ta d e futuros
ta l cu ya em isión todavía n o se h a d is­
sum inistros de b ie n e s o prestaciones
puesto.
de servicios.
Sinónimos; adelantos irrevocables de
Sinónimo; antidpos recibidos por pe­ aportes de capital [AR ]
didos [ES].
Nos parece inadecuado que para el con­
cepto deñnido se empleen las expresk)-
a) “aportes Irrevocables” {asecas), por­ a c c i ó n ) q u e p ro d u c e la inclusión, m
que esta expresión abarca a los efec­ su c á lc u lo , d e u n o o m á s d e los si­
tuados para absorber pérdidas a c u ­ g u ie n te s s u p u e s to s :
muladas:
a) to d o s los i n s t r u m e n t o s fínande-
b) "a p o rtes irre v o ca b les d e c a p ita l"
r o s c o n v e r tib le s e n a c c i o n e s se
(FACPCE), porque tam bién son irre­
c o n v e rtirá n ;
vocables los aportes efectuados con
motivo de suscripciones de acciones
b) to d a s las o p c i o n e s p a ra la .suscrip­
ya emitidas.
c ió n d e a c c io n e s s e eje rce rá n ;
c) “compromisos irrevocables de apor­
tes de capital", porque esta locución: c ) to d a s las a c c i o n e s o rd in a ria s de
e m is ió n c o n t i n g e n t e se emitirán.
1) no deja en claro que esos com pro­
misos ya han sido aportados; La palabra “an tid ilu ción " nu figura en d
DRAE.
2} podr^ ser interpretada com o re­
ferida a acciones ya em itidas y sus­
a n tid llu to r io
critas.
antidilutive
a n tic ip o s r e c ib id o s p o r p e d id o s Q u e p ro d u c e u n a a n tid ilu c ió n .
(E S ]
Ni la palabra “an lld ilu to rio ” figura en el
A n tícip o s d e clie n te s. DRAE ni “a n tid ilu tiv e " lo h a ce en el
MWOD.

a n tic r e s is
a n tig ü e d a d d e c u e n t a s p o r
antichresis
c o b r a r [N IF M X ]
C o n t r a t o p o r el q u e el un d e u d o r
co n sien te q u e su a c r e e d o r g o ce d e los Ver ra z ó n d e r o t a c i ó n d e c u e n ta s por
frutos d e un in m u e b le q u e le e n tre ­ c o b ra r.
ga. c o n im p u tació n al p ago d e los i n ­
te r e s e s y del ca p ita l d e la d eu d a. a n tig ü e d a d d e c u e n t a s p o r
p a g a r [N IF M X ]
a n t i c u a d ó n (A R )
aging Ver ra z ó n d e r o t a c i ó n d e c u e n t a s por
p a g a r.
En el aju ste p o r in fla ció n (2) d e un
saldo, su desagregación p or p e río d o s
a n tig ü e d a d p r o m e d io d e
d e origen.
in v e n ta r io s [N IF M X ]

V er ra z ó n d e r o t a c i ó n d e e xisten cias.

a n tid ilu c ió n a n u a lid a d


antidilution annuity
Efecto (au m en to d e la g a n a n c ia p o r P ago p e rió d ic o ai q u e tie n e d erecho
ac c ió n o red u cción de la p é rd id a p o r u n a p e r s o n a a p a rtir d e u n a fe ch a fija
o c o n tin g en te y d urante un lapso es-
p€K:ificado o h asta qu e se produzca su
m uerte.
Más información e
Aunque la palabra defínida refíere a pe­
ríodos anuales, se la em plea tam bién
cuando los pagos corresponden a lapsos
más cortos.
a p a la n c a m le n to
El pago de anualidades podría resultar.
p>or ejemplo, de las cláusulas de un plan debí financing f gearing |
de benefleios defliüdos. leverage

1. U so d e p r é s ta m o s para fín a n cia r


a n u a lid a d c o n t in g e n t e in versiones.
contingent annuity
Sinónimo: apalancamíento ñnarv
A n u alid ad q u e d ep e n d e d e alguna ciero. palanqueo.
co n tin g e n c ia .
2. Ver a ju s te p o r a p a la n c a m le n to .

a n u a lid a d d if e r id a 3. Ver ra z ó n d e ap a la n c a m le n to .
deferred annuity
a p a l a n c a m l e n t o f in a n c ie r o
A n u alid ad cuyos pag os co m ien z a n
en alguna fech a futura. fínancial leverage

A p a la n ca m len to .
a n u a lid a d v a r ia b l e
variable annuity a p a r e a m ie n t o d e c o s t o s c o n
in g r e s o s
A n u a lid a d cuyo im p o rte p erió d ico |
d epend e de la evolu ción del precio d e | C o r re la c ió n d e c o s to s c o n in g reso s.
d eterm in ad os bienes.

APB
a n u n c io d el p e r so n a l
staffannouncement (FA SB) E xpresión q u e, pu esta d ela n te d e un
n ú m ero , refiere a u n a o p in ió n e s p e ­
A nuncio del p erso nal d e la Ju n ta d e cífica d e la Ju n ta d e P r in c ip io s C o n ­
N o rm as d e C o n ta b ilid a d F in a n cie ra ta b le s (APB) del In stitu to A m eric a n o
(FA SB ), h e c h o e n u n a r e u n ió n d ei d e C o n ta d o re s Pú b lic o s C ertifica d o s
G r u p o d e T r a b a jo d e C u e s tio n e s (AlCPA).
E m e rg e n te s (EITF). q u e tie n e im p o r­
tan cia en el largo plazo pero q u e no
se refiere ex p re sa m en te a u n a c u e s ­
tió n n u m erad a por d icho Grupo.
a p é n d i c e (U E |
Ejemplo: el anuncio correspondiente al
tópico D-98 se refiere al reconocim iento Ver n o ta s a lo s e s ta d o s fin a n c ie ro s .
a p lic a c ió n a p lic a c ió n r e tro a c tiv a
application retrosf>ectn>e application
D icho d e u n co n ju n to d eterm in ad o 1 . D ich o d e u n a p o l í t i c a contable
d e re cu rso s, u n a a c tiv id a d q ue p ro ­ q ue se h a a d o p ta d o e n reemplazo
v o c a su d ism in u ción . d e o tra , su a p lic a c ió n a las tran­
s a c c i o n e s ( I), o tro s h e c h o s y con­
Ejemplos de “recursos" a ios que podría d ic io n e s c o m o sí s e la hubiera
aplicarse el concepto: el efectivo, la suma ap licad o sie m p re .
de éste y sus equivalentes, los fondos, el
capital corriente. 2 . D ada u n a c o r r e c c i ó n d e error, ia
m o d ificació n d e lo s d a to s de ejer­
c ic io s a n teriores, p a ra qu e queden
a p lic a c ió n d e p ro c e d im ie n to s p re se n ta d o s c o m o si el e r r o r nun­
a co rd ad o s c a se h u b iera c o m e tid o .

T r a b a jo d e pr o c e d im ie n to s c o n v e n !- Normalmente, im plica el reconodmien-


¿05 I to de un a ju ste d e resu ltad o s de ejerd-
I d o s an terio res (AREA).

a p lic a c ió n d e p ro c e d im ie n to s a p lic a c io n e s
co n v e n id o s applications
T r a b a jo d e pro c ed im ie n to s co n v e n i­ En un e s ta d o f in a n c ie r o q u e mues­
d o s. tre la s v a ria c io n e s d e u n con ju n to
d eterm in ad o d e re c u rs o s , su s dismi­
n u cion es.
a p lic a c ió n d e p ro c e d im ie n to s
p a c ta d o s Ejemplos de “recursos" a los que podría
aplicarse el concepto: el efectiv o , la suma
T r a b a jo d e p ro ced im ie n to s c o n v e n i­ de éste y sus equivalentes, los fondos, el
d o s. capital corriente.

a p l i c a c i o n e s i n f o r m á t i c a s [ES]
a p l i c a c i ó n p r o s p e c tiv a
software
prospectíve application
En un e s ta d o d e s it u a c i ó n , u n a línea
1. Dicho de una p o lític a c o n ta b le
que refleja ios im p o rte s a c tiv a d o s en
que se ha adoptado en reem plazo
relación c o n la o b te n c ió n (p o r com ­
de otra, su aplicación a las tr a n ­
pra o d esarro llo ) d e la p ro p ie d a d de
s accio n es (1) otros h ech os y co n ­
p ro g ra m a s in fo rm á tico s (softw are) o
diciones p osteriores a la fecha del
del d e r e c h o a su u tiliz a ció n .
cambio.

2. Dicho de un cam b io d e e s tim a ­ ap o d erad o


ció n co n ta b le , la ap licación de su proxy
efecto a partir de su fecha (esto es,
sin m odificación de las m e d id a s P e r s o n a a u to riz a d a p a r a a c t u a r en
co n tab les an teriores). n o m b re d e o tra .
q u e se les h ayan d evu elto en virtud
a p o rta ció n
d e d ecisio n e s to m a d a s p o r el órgano
fumiing so cial c o m p ete n te .
1. F in a n c ia c ió n (1). Sinónim o: capital contribuido [N IF
MX].
2. En un plan d e be n e ñ c io a po r retí*
ro . la tran sferen cia irrevocable d e Bjemplos: capital representado por accio­
a c tiv o s a u n fon d o. nes. su ajuste por in flación, prim as de
emisión, anticipos irrevocables de apor­
Como sinónim o de la acepción (2) se tes de capital [ARj.
emplea la palabra "fondeo" (MX). pero
esto no se corresponde con el significado
asignado a ese vocablo por el DRAF. a p o r t e s d e f in id o s

Ver pla n d e a p o rta c io n e s d efin id a s.


a p o rta c ió n n o m o n e ta ria
non-monetary contribution
a p o r t e s ir r e v o c a b l e s {ARj
A p o rtació n q u e n o en vu elve pag os irrei»ocable contributions
p resen tes o futuros en m oned a.
I A n ticip o s irre v o ca b les d e a p o rte s d e
Sinónimo; aporte en especie. I c a p it ^ [ARj o c o n trib u c io n e s írrevo-
I c a b les efectu ad as po r io s a c c io n is ta s
a p o r t a c io n e s d e ñ n i d a s I para la a b so rc ió n d e p é rd id a s a c u ­
defined contributions m u lad as.

Ver p lan d e ap o rta c io n e s d efin id as. a p o r t e s I r r e v o c a b le s d e c a p i t a l


lAR)
a p o r t e d e c a p i t a l b a jo la p a r
II Ver a n ticip o s irre v o ca b les d e a p o rte s
d e ca p ita l |AR].
A portación d e c a p ita l co n d e s c u e n ­
to d e e m is ió n d e ac cio n e s . i_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
a p o r te s n o ca p ita liz a d o s
a p o r t e d e c a p i t a l s o b r e la p a r non-capitalised contributions \
non-capitalized contributions
A portación d e c a p ita l co n p rim a d e
e m is ió n d e a c cio n e s . En un a s o c ie d a d , el e x ceso d e la m e ­
d id a c o n ta b le d e lo s a p o rte s d e io s
p ro p ieta rio s sobre el c a p ita l n o m in a l
a p o r t e e n e s p e c ie
o el ca p ita l a s ig n a d o
A p o rtació n n o m o n e ta ria . Ejemplos: prim as de em isión de a ccio ­
nes. anticipos irrevocables de aportes de
capital 1AR|, ajuste Integral del capital.
a p o r t e s d e lo s p r o p i e t a r i o s
owners' contributions
a p o r t e s p a t r o n a le s
A p o rtacio n es efectu a d o s po r lo s p r o ­
p ie ta rio s d e un a entid ad , n eto s d e los Ver c o n trib u c io n e s so cia les.
n o p u e d e n a fe c ta rs e al p a g o d e divi­
a p r e c ia c ió n
d e n d o s.
appreciation
Ejem plos: la con stitució n de una resem
A u m en to d e v a lo r. legal, su posterior increm ento.

a p r o b a c ió n d e lo s e s t a d o s
a p r o p i a c i ó n i n d e b i d a d e a c tiv o s
fln a n c ie r o s
misappropriation o f assets
approval o f theflnancial (IF A C l
statements
H u rto d e a c t i v o s d e u n a en tid a d , ge­
Acto p o r el cu al un órg a n o de g o b ie r ­
n e ra lm e n te p e rp e tra d o p o r sus em -
n o d e u n a e n tid a d , c o n fa c u lta d e s
i p le a d o s o p o r s u s a d m in istra d o re s.
para h acerlo, d e cla ra q u e h a p re p a ­
rado un juego c o m p le to d e e s ta d o s En las N orm as In te r n a c io n a le s de Audi­
fin an ciero s y se h a c e resp on sab le p o r to ría (NIA), se utiliza la expresión "mal­
su con ten id o. v e rsa ció n d e a c tiv o s ”, d efin id a como
”robo de activo s d e un a en tid a d ”. Esto
Sinónimo; emisión de los estados fi­ puede provocar con fu sion es, porque en
nancieros. el lenguaje com ún (y tam bién en el legal):

Algunas leyes especifican, p>ara cada tipo a) el c on cepto de “m alversación de acti­


de entidad inform ante, cuál es el órgano vos” incluye los ca so s en q ue no se kw
de gobierno com petente para aprobar sus hurta p ero se les da un destino distin­
estados flnancieros. Por ejem plo, los de to al previsto;
una so cied ad a n ó n im a argentina sólo
pueden ser aprobados por su directorio. b) se considera “rob o ” al despojo de ac­
tivos que se e f e a ü a recurriendo a la
Esas m ismas leyes podrían requerir una fuerza o la intim id ación, aunque otia
segunda aprobación de los estados finan­ acepción dada al m ism o vocablo por
cieros por parte de los a ccio n ista s o a so­ el DRAE in clu ye en el co n ce p to de
ciados de la entidad informante, reunidos “rob o ” a los h urtos.
en ju n ta. No obstante, a los fines de la
auditoría o de la revisión de estados fi­
a p r o p ia r
nancieros. ia fecha de aprobación que
interesa es la primera. to appropriate

Im p u ta r .
a p r o p ia c ió n
appropriation
a p titu d
Im p u ta c ió n . appropriateness ( I F A C j

M ed id a e n q u e u n a e v i d e n c i a d e au ­
a p r o p ia c ió n d e g a n a n c ia s
d ito ría e s re le v a n te y co n fia b le para:
r e te n id a s
appropriation ofretained a) s u m i n i s t r a r e v i d e n c i a s so b re
eamings t r a n s a c c i o n e s (1 ), s a l d o s , infor­
m a c io n e s p re s e n ta d a s e n lo s e s­
Segregación d e una p arte d e las g a ­ ta d o s f l n a n c i e r o s y afirm acio n es
n ancias acu m u lad as para in d icar que re la cio n a d a s; o
b) d e te cta r d esv ia cio n es referid as a
a rc h iv o ñ n a l d e a u d ito ría
las c u estio n es recién ind icadas.
final auditfile
Sinónim o; propiedad [NIA].
Archivo q u e d o cu m en ta un a a u d ito ­
ría . al q u e s ó lo s e pu ed en a gregar e le ­
AR m en tos b a jo c ircu n sta n cia s ex cep cio ­
n ales y del q u e n ada se p u ed e elim i­
Abreviatura em p lead a en los E stados n ar m ien tra s n o fin a lic e e l p erío d o
U n id os para h a cer refere n cia a una d u ra n te el cu a l d e b e c o n serv a rse la
secció n (o a un a s ec ció n y un p á rra ­ e v id e n c ia d e a u d ito r ía de a cu erd o
fo) d e la p u b lica ció n AICPA P ro fessio - co n las n o r m a s p r o fe s io n a le s y co n
n a l S ía n d a r d s qu e, a una fech a d eter­ las d isp o sicion es legales del caso .
m inad a, c o n tien e la co d ifica ció n (el
texto vig ente) d e las D e c la r a c io n e s a rch iv o p e r m a n e n te
so b re N o rm as para Servicio s d e C o n ­ permanent file
ta b ilid a d y R e ^ s ió n .
Archivo q ue c o n tie n e la ev id e n c ia d e
Hjemplos: a u d ito r ía q u e u n a u d ito r esp era u ti­
lizar en su cesivo s trabajos.
a) las expresiones “AR 100" y "AR §100"
remiten a la sección 100 de dicha co­ Sinónim o; archivo continuo, exped ien­
dificación; te (x>ntinuo d e auditoría [MX], legajo
perm anente.
b) las expresiones “AR 100.01" y "AR
§100.01" remiten al párrafo 01 de'di­ Ejemplos de elementos que podrían in­
cha sección. corporarse a un ‘ archivo perm anente’ de
auditoría de estados flnancleros: copias
del estatuto y de contratos importantes,
a r b itra je
organigrama de la entidad inform ante.
arbítrage
El empleo de un “archivo permanente" no
C om pra d e un a c tiv o e n un m ercad o es imprescindible cuando:
y venta del m ism o e n otro , para be-
a) la mayor p ane de la evidencia de au­
n e ñ c ía r se c o n la d iferen cia de p r e ­ ditoria se incorpora a archivos electró-
cios.

a rch iv o c o n tin u o
carryoverfile
A rchivo p erm a n e n te .
á r e a d e r e s p o n s a b ilid a d

a rc h iv o c o rr ie n te C e n tro d e resp on sab ilid ad .


current file
arq u e a r
A rchivo del a u d ito r q u e c o n tie n e la tocount
e v id e n cia d e a u d ito r ^ no in co rp ora ­
d a al a r c h iv o p e r m a n e n te , c u a n d o E fectuar un r e c u e n to flalco d e e fe c ­
e s te últim o existe. tiv o o de e lem en tos representativos
d e i n s tn im e n to s d e p a trim o n io o d e bien arrendado, bajo i
in s tru m e n to s d e d e u d a . nes especificadas: o

Ejem plos de elem entos susceptibles de > incluir níitguna opción.


arqueo: cobranzas por depositar, fondos
ñjos. pagarés por cobrar, cheques de pago Sin em bargo, tanto el DRAF como la In
diferido, acciones de o tras sociedades. a rg en tin a 2 5 .2 4 8 d e fin e n al 'leasing'
com o un arre n d a m ien to con opción i
com pra.
arq u e o
En la Argentina, el em pleo del término
count 'alq uiier" suele reservarse a los arrendi-
m ien to s para op eració n .
A cció n y efe cto d e a rq u e a r.

a r r e n d a m i e n t o a p a la n ca d o
leveraged lease
U n a r r e n d a m i e n t o f ín a n c ie ro que
I
a rre n d a d o r a) n o e s u n a r r e n d a m ie n to tipo veo-

lessor
b) a d e m á s d e i a r r e n d a t a r i o y dd
En un a r r e n d a m ie n to , q uien en trega
a r r e n d a d o r im p lica a otra pane,
el a c tiv o arren d a d o .
q u e f in a n c ia al a r re n d a d o r me­
d ia n te u n p r é s t a m o a largo plazo.
a rre n d a m ie n to
Otras definiciones in dican que el présta­
lease | leasing
mo no debe estar garantizado por el bien
C o n tr a to p o r el q u e una p e rso n a (el arrendado, pero esta condición no hace
a la existencia o inexistencia de un apa-
"a rre n d a d o r”), sin d esp ren d erse d e la
lancam iento.
p rop ied ad legal d e un ac tiv o ta n g ib le
o un ac tiv o in ta n g ib le : ! Ejem plo: A o btie n e un préstam o a largo
plazo del barKo C y co n él paga el 80% de
a) ce d e a o tra {el “a rre n d a ta rio ”), la
un bien que adquiere y entrega en arren­
p o sesió n y el d e re ch o d e u so d e damiento a B.
d ich o bien:

b) re c ib e e n c o n tra p re s ta c íó n u n a a r r e n d a m i e n t o ca p ita líz a b le


serie d e pagos p eriód icos (los “al­ IN IF M X ]
q u ileres”).
Ver a r r e n d a m ie n to fín a n c ie ro .
Sinónimos; alquiler, locación.

Un contrato de arrendamiento puede: , , . _ ,


a r r e n d a m ie n to d e fin a n d a c io n
a) otorgar ai arrendatario una op ció n | d ire cta
éir^flnancinglease
nadas;
A r re n d a m ie n to f in a n c i e r o q u e no es
b) otorgar al arrendador una opción que un a r r e n d a m ie n to ti p o v e n t a ni un
le permita vender al arrendatario el a r re n d a m ie n to a p a l a n c a d o .
Ejemplo: el arrendamiento ñnanciero de
a r r e n d a m ie n to n o s u s c e p tib le
un bien adquirido por una entidad finan­
ciera para su entrega al arrendatario. d e c a n c e la c ió n
non-cancelable lease ( I F R S s j
a r r e n d a m ie n t o d e o p e r a c ió n A r re n d a m ie n to q u e s ó lo e s revo ca -

A rre n d a m ien to p a ra o p era ció n .


ai d ebid o a la o cu rren cia d e alguna
c o n tin g e n c ia r em o ta ;
a r r e n d a m ie n to ñ n a n c ie r o
finance lease bl 1 el perm iso del a rre n d a d o r;

1. A r r e n d a m ie n to q u e tr a n s fie r e c) si el a r re n d a ta r io c o n c e rta s e un
su stan cíalm en te to d os los riesgos nuevo a rre n d a m ien to del m ism o
y las v en ta ja s in h e re n te s a la p ro ­ a c tiv o o d e o tro eq u iv a len te c o n
piedad del a c tiv o a rrend ad o. el m ism o arrend ad or; o

2. A rre n d a m ie n to qu e co n tien e una d) si el a rren d a ta rio pag ase, al in ic io


o p c ió n d e c o m p ra cuyo e jercicio d el a r re n d a m ie n to , u n im p o rte
es altam en te p rob able. a d icio nal q u e a seg u ra se su c o n ti­
n u a ció n c o n u n a c ertez a ra z o n a ­
Sinónimos; leasing financiero, loca­ ble.
ción financiera.
Sinónimo; arrendamiento no revoca­
La acepción (1) es la prevaleciente. 1.a se­ ble.
gunda predominó hace algunas décadas
y aparece todavía en regulaciones del In s­ La definición expuesta parece haber sido
tituto de C ontabilidad y Auditoría de elaborada con el único propósito de faci­
C uentas (iCAC). litar la redacción de ciertos pánafos de las
Normas Intem adon aies de Inform ación
En las Normas de Inform ación Financie­
Financiera (NIIF), ya que no es razona­
ra (NIF) se lo denomina “arrendamiento
ble denominar ‘ no susceptibles de can­
capitalízable''. expresión que no hace re­
celación’ a contratos que. bajo ciertas cir­
ferencia al tipo de arrendamiento sino a
cunstancias, pueden ser cancelados.
su tratamiento contable (los bienes reci­
bidos en arrendamiento financiero se ‘ ca­ La expresión em pleada en las NIIF es
pitalizan’ . en el sentido de que se reco­ “arrend am iento no c a n c ela b le”, pero
nocen com o activos del airendatarío). “cancelable” no figura en el DRAE.

a r r e n d a m ie n to n o c a n c e la b le
I a r r e n d a m i e n t o o p e r a t iv o
[N IIF l

I V er a rre n d a m ie n to p a r a o p e r a c ió n .
Ver arre n d a m ien to n o su s c e p tib le d e
c a n c e la c ió n .

a r r e n d a m ie n to p a r a o p e r a c ió n
a r r e n d a m ie n to n o r e v o c a b le operating lease
A r re n d a m ie n to n o s u s c e p tib le d e A r re n d a m ie n to q u e n o e s un a r r e n ­
c a n c e la c ió n . d a m ie n to fin a n c ie ro .
Sinóninx>s; alquiler [A R ] [E S ], arren­
a r t í c u l o s t e r m i n a d o s [N I F MX|
damiento de o p e r a d ^ , a rr e n ^ m ie n -
to puro [E S ].
P ro d u cto s te rm in a d o s.
Habitualmente se lo denom ina ‘ arrenda­
miento operativo", pero;
a s a m b le a d e a c c io n is ta s
a) "operativo” significa "que obra y hace shareholders ’meeting
su efecto" o que está “preparado o lis­
to para ser utilizado o entrar en a c ­
R e u n ión d e a c c i o n i s t a s d e u n a 8 0 cl^
ción":
d a d q u e . fu n c io n a n d o c o m o ói^ano
b) denom inar "arrendamiento operati­ co le g ia d o y c o n e i lím ite d e sus facul­
vo" al que no es "financiero", im plica­ ta d e s leg ales, t o m a d e cisio n e s obliga­
ría considerar que un "arrendam ien­ to ria s p a ra e s a e n tid a d .
to financiero" no obra ni hace su efec­
to. ni está listo para su utilización. S inónim o: junta d e accionistas.

a rre n d a m ie n to p u ro a se g u ra d o
assured \policyholder
1. IES] A rre n d a m ie n to p a r a o p e r a ­
ció n . ' V er se g u ro .

2. [MX] A rre n d a m ie n to q u e n o in - |
cluye u na o p c ió n d e c o m p r a del aseg u rad o r
activo arren d ad o. insurer

V er s e g u ro
a rre n d a m ie n to re c u p e ra b le

aseg u rad o r
Ver v e n ta y arre n d a m ie n to po sterio r.
undenvriter

a r r e n d a m i e n t o ti p o v e n t a I V er a s e g u r a r (to u n d e rw rite ).
saíes-type lease

A rre n d a m ie n to f in a n c ie r o cu yo a s e g u r a d o r a d e r ie s g o s del
a rre n d a d o r tiene co m o actividad h a ­ t r a b a j o (A R T ) fAR]
bitual la venta d e bienes del tipo del
a c tiv o arrendado. A s e g u ra d o r (in su rer) d e d ic a d o exclu­
siv a m e n te a la s c o b e r tu r a s d e los da­
Ejemplo: el arrendamiento financiero de ñ o s o c a s io n a d o s p o r a c c i d e n t e s de
automóviles por parte de negocios dedi­
tr a b a jo y e n f e r m e d a d e s p ro fe s io n a ­
cados a su venta.
les.

a rre n d a ta rio
lessee a se g u ra m ie n to
Underwriting
En un arren d a m ie n to , quien recib e
el activ o arrendado. Ver a s e g u r a r (to u n d e rw rite ).
Sinónimo: aseveración, representa*
ción.

1. C om p rom eterse, el a g e n te c o lo -
c a d o r d e d e te rm in a d o s t ítu l o s
em itid o s por o tra en tid ad , a s u s­
c rib ir los q u e n o pueda vend er al
p úb lico.
a s ie n to
2. En relación co n la em isió n d e d e­ entry
term in a d o s títu lo s p o r p a rte d e
u n a e n tid a d , o to rg a r a és ta u n a 1. A cción y e fe c to d e a s e n ta r.
o p c ió n q u e le perm ita venderlos
a c ierto p recio d en tro d e un plazo 2 . A sie n to d e d iario .
estab lecid o .

El agente colocador (en ei primer caso) o a s ie n to c o m p u e s to


el lanzador de la opción (en el segundo) compound entry
asume el papel de “asegurador" o “sus-
criptor supletorio’ o “garante". Ver a s ie n to d e d ia rio co m p u e s to .

El contrato correspondiente se denomi­


na de “aseguramiento' (Underwriting) o a s i e n t o d e a ju s t e
de "suscripción supletoria". Los corres­
adjusting entry \adjustment
pondientes a la derinícíón (1) pueden
instrumentarse de diversas maneras. El entry
“asegurador" podría, por ejemplo:
. A sie n to d e d ia rio q u e corrige un
a) ofrecer la emisión al público (sea di­ e r r o r a n terio r o u n a o m isió n .
rectamente o a través de terceros) y
suscribir los títulos que no logra colo- . D ada un a a u d ito ría d e e s ta d o s fi­
n a n c ie r o s . u n a s ie n to d e d ia rio
prop u esto p>or el a u d ito r para c o ­
b) suscribir totalm ente la emisión y lue­
rregir u n a p a rta m ien to a las n o r ­
go vender los títulos emitidos o parte
de ellos. m a s c o n t a b l e s to m a d a s c o m o
pu n to d e refere n c ia para la e m i­
sió n del in fo rm e del p rofesion a l,
a s e n ta r
to record
a s ie n to d e a p e r tu r a
A notar algo en un reg istro (2) d e cu a l­ opening entry
q u ie r tipo.
1. El prim er a s ie n to d e d ia r io c o n ­
tabilizad o por u n a en tid ad en tod a
a s e r c ió n su vida e c o n ó m ica .
assertion
2 . El p rim er a sie n to d e diario c o n ta ­
C on r e fe re n c ia s un ju e g o d e es ta d o s bilizad o p o r un a en tid a d preexis­
f in a n c ie r o s , cu alq u ier a firm ació n ex ­ te n te e n un nuevo sis te m a c o n ta -
p lícita o im p lícita co n ten id a e n ellos.
U n asien to d e d iario e fe ctu a d o al
a s ie n to d e c o r re c c ió n
c o m ien zo d e un p e río d o c o n t a ’
ble. q ue revierte un a sie n to d e cle^ correction entry
rre d e las c u e n ta s p a trim o n ia le s
A sie n to d e d ia rio q u e co rrig e un error
efectu ad o a la ñ n alízación del p e ­
a n te rio r.
ríod o anterior.
Sinónim o: asiento d e rectificación.
a s ie n t o d e c i e r r e d e la s c u e n t a s
d e r e s u lta d o s a s ie n to d e d ia r io
closing entry ofresults accounts Journal entry
A sien to d e d ia rio p o r el cual: ' A s ie n to (1 ), m o tiv a d o p o i u n a tran­
s a c c i ó n (1 ) o p o r o t r o h e c h o , que
a) se can celan ios s a ld o s d e las c u e n ­
ta s rep resen tativas del re s u lta d o
i
m u e s tra to d o s lo s d é b i t o s y créditos

d el p e río d o y d e los aju ste s d e r e ­


I
e fe c tu a d o s e n la s c u e n t a s utilizadas.

s u ltad o s d e e je rc ic io s a n te rio re s
Se lo anota:
(AR EA);
a) cuand o la c on tabilid ad se lleva ma­
b) se transfiere el n eto a u n a o m á s n ualm ente. en un reg istro contable
cu en tas d e re s u lta d o s a c u m u la ­ (atxo u m ing record) cronológico;
d os.
b) cuando el sis te m a c o n ta b le está com-
Se lo ha denominado ‘ asiento de regula- putadorizado. en una b a s e d e dstos
rización" [ES], pero esta expresión invita
a pensar en la corrección de algún error,
ya que "regularizar" es ‘ ajustar o poner en I a s ie n to d e d ia r io c o m p u e s to
orden" (DRAE). I com pound Journal entry

a s ie n to d e c ie r r e d e la s c u e n ta s ' A s ie n to d e d i a r i o e n el q u e se em-
p a tr im o n ia le s
i p le a n m á s d e d o s c u e n ta s .
closing entry o f balance sheet La clasificación d e asie n to s d e diario en
accounts ‘ sim ples" y ‘ com p u esto s" no tiene mayor
utilidad.
A sien to d e d ia rio , e fectu ad o al cie rre
de un p erío d o c o n ta b le , p o r el cual
se can celan los s a ld o s d e to d a s las a s ie n to d e r e c tific a c ió n

cu e n ta s representativas d e a c tiv o s ,
p asivos, p a rticip a cio n e s n o c o n t r o ­ A s ie n to d e c o r r e c c ió n .

lan tes y p atrim o n io .


a s i e n t o d e r e g u l a r i z a c i ó n [E S ]
La preparación y registro de este asiento
sólo se juscificaria si lo requiriesen el di­
seño dei sistem a con table o (lo que sería A s ie n to d e c i e r r e d e l a s c u e n t a s de
raro) alguna norm a legal. re su lta d o s.

a s i e n t o d e c o n c e n t r a c i ó n [M X ] a s i e n t o d e r e t r o c e s i ó n (E S }

Asiento resu m en . A s ie n to d e r e v e r s ió n .
I [.a clasificación de asientos e n 'sim p le s '
a s ie n t o d e r e v e r s ió n
y'com p u estos" no tiene mayor utilidad.
rei^ersai entry \reversing entry

A s ie n to d e d ia r io q u e d e s h a ce por
c o m p leto lo s efec to s d e un o an terio r. a s ig n a c ió n

S in ó n im o s: a s ie n to d e r e tr o c e s ió n 1. Im p u ta c ió n .
[E SI.
2 . D icho d e res u lta d o s a c u m u la d o s ,
Hn un 'asien to de reversión", las cuentas su sep a ra ció n c o n fin es d ete rm i­
antes cargadas se acreditan y las antes n ados.
acreditadas se cargan, en todos los casos
por los mismos importes.

También se lo denom ina'contraasienio*.


pero esta palabra no ñgura en el DRAH.

a s ig n a c ió n d e c u e n ta s p o r
a s ie n to o rig in a l
cobrar
original entry
assignment o f receivables
Ver lib ro s d e p r im e r a en tra d a .
^ T r a n s a c c ió n (1) m ed ia n te la c ual:

a s ie n to r e s u m e n a) un a p erso n a p resta d in ero a o tra;


summary entry
b) la s e g u n d a s e c o m p r o m e te a c a n -
A sie n to d e d ia rio p or el cual se in co r­ c e la r el p r é s ta m o a m ed id a q u e
po ra en e l d ia r io g e n e ra l e l resu m en ven z a n c ie r ta s c u e n t a s p o r c o ­
d e los d é b ito s y c r é d ito s que: b r a r, p r e v ia m e n te id e n tific a d a s
p o r las p a n e s (se c o b r e n o n o);
a) s e efec tu a ro n a c a d a c u e n ta d u ­
ran te cierto p e r ío d o ;
c) el riesgo d e im pago n o e s tra n sfe­
rid o a l p r e s ta m is ta ( e s to e s , el
b) fu e r o n r e g is tr a d o s in d iv id u a l­
p résta m o es c o n r e cu rs o ).
m en te en u n d ia rio a u x ilia r, e n el
m ism o período.

Sinónínno: asie n to d e con centración i a s i g n a c i o n e s f a m i l i a r e s [A R ]


[MX], family aUocations
Ejemplos: asientos resumen de cobran­ C íe n o s p ag os q u e lo s e m p le a d o r e s
zas, de pagos, de compras, de ventas.
d eb e n e fe c tu a r a su s e m p le a d o s co n
cón yu g es o h ijos, c o n ca rg o a u n a c a ja
a s ie n to s im p le d e a s ig n a c io n e s fa m ilia re s .
simple entry

A s ie n to d e d ia r io e n el q u e s ó lo se a s ig n a r
e m p le an un a c u e n ta d eu d o ra y o tra
acree d ora. Im p u ta r.
a s is te n c ia a s o c ia c ió n d e c o s to s con
attendance in g re s o s

E n u n a a u d ito r ía , la p re s e n c ia del C o rre la c ió n d e c o s t o s c o n ingresoi


a u d ito r e n u n a activ id ad e je cu ta d a
p o r otros.
a s o c i a c i ó n d e c o s t o s y g a s to s
Ejemplo de actividad; un recu en to fl^ co . I c o n in g r e s t J S [N I F M X]

C o rre la c ió n d e c o s t o s c o n ingresos

a s is te n c ia g u b e rn a m e n ta i
I a s o c i a c i ó n d e g r a d u a d o s en
A yu d a g u b e rn a m e n ta l [NIIF]. I c i e n c i a s e c o n ó m i c a s [AR]

I C o le g io d e g r a d u a d o s e n ciencias
a s is te n te ' e c o n ó m i c a s (C G C E) (AR).

assistant
a s o c i a c i ó n d e u n a u d i t o r co n
1. En u n a a u d ito ría d e e s ta d o s fi­
I e s ta d o s fin a n c ie ro s
n a n c ie ro s . cualquier p e rs o n a & i -
i auditor association with
c a q u e co la b o re c o n el firm a n te
del in fo rm e d e au d ito ría .
financial statements
R elación e x is te n te c u a n d o u n audi­
2 . D en o m in a ció n d a d a en alg u n a s
to r
firm as al in tegran te d e u n equipo
d e au d itores q u e se d e sem p eñ a en a ) a d ju n ta su in fo rm e a u n ju e g o de
u n nivel inferior al d e jefe d e eq u i­ e s ta d o s f in a n c ie r o s ; o
po.
b) a c e p ta q u e el e m is o r d e é sto s uti­
Sinónimo: auxiliar, ayudante, colab o­ lice el n o m b re d el a u d ito r como
rador. p a rte d e u n a c o n e x ió n profesio­
nal.
La d d in id ón (1) es empleada en algunas
norm as de auditoría para referirse a todo
colaborador del firmante del informe (el a s o c ia c ió n d e u n a u d ito r con
auditor), cualquiera fuere la denom ina­ in fo rm a c ió n fin a n c ie ra
ción formal d a ^ a su cargo (gerente, jefe
de equipo u otra).
auditor association tvith
financial information
R elación q u e s e p re s e n ta c u a n d o un
A s o c ia c ió n A m e r i c a n a d e a u d ito r
C x> n tab ilid ad
a) a d ju n ta su in fo rm e a d e te rm in a ­
American Accounting
d a in f o r m a c ió n f i n a n c i e r a ; o
Association (AAA)
b) a c e p ta q u e el e m is o r d e é s t a utili­
O rg a n iz a c ió n e s ta d o u n id e n s e d e
c e el n o m b r e d e l a u d i t o r com o
profesores de c o n ta b ilid a d y d iscipli­
p a rte d e u n a c o n e x i ó n p rofesio­
nas afines.
nal.
A s o c ia c ió n E s p a ñ o l a d e a s o c ia c ió n m u tu a l
(c o n ta b ilid a d y A d m in is tr a c ió n
d e E m p r e s a s (AECA) [ES] Ver en tid ad m u tu alista.

Entidad q u e, de acu erd o co n sus e s ­


A s o c ia c ió n N a c io n a l d e J u n t a s
tatutos, procura:
E s t a t a l e s d e C o n t a d u r í a P u b lic a
a) el d esarrollo c ien tífico d e la c o n ­ National AsstKiation o f State
ta b ilid a d y d e la a d m in istració n Boards o f Accountancy (NASBA)
d e em presas: [USl

b) el fom en to de los estu dios c ie n tí­ O rg an ización qu e sirve c o m o u n foro


fico s en tre p e r s o n a s vinculad a a para las c in c u e n ta y c in c o Ju n ta s E s­
esta s disciplin as: ta ta le s d e C o n ta d u r ía P ú b lic a .

c) el estab lecim ien to d e co n ta cto s e


in te r c a m b io s d e c o n o c im ie n to s a s o c ia d a
c o n o tras a s o cia c io n e s e in stitu ­ associate
c io n es n acio n a les e in tern a c io n a ­
les relacio n ad o s co n las c ien cia s P a r tic ip a d a so b re la q u e s e tie n e i n ­
em p resariales: flu e n c ia sig n ific a tiv a pero n o c o n tro l
ni co n tro l c o n ju n to .
d) la creació n d e c a u ce s q u e p>ermi-
tan la m ayor d ifusión d e io s tra ­ En Chile se la denomina ‘’coUgada’ , pero
este vocablo no figura en el DRAE.
b a jo s d e la A so ciació n y d e o tros
estu d ios c ien tífico s d e c o n ta b ili­
dad y ad m in istra ció n de em p re- a s o c ia d o a u n a f irm a d e
c o n t a b i l i d a d p ú b lic a

Aunque ninguna disposición legal lo exi­


associated with a public
ge, los pronunciamientos de la Comisión accountingfirm (US)
de Principios Contables de la AECA son
tenidos en cuenta para el desarrollo de la A lo s efec to s d e a p lica r la L ey S a r b a -
normativa contable española. n e s -O x le y d e 2 0 0 2 , y a m en o s q u e la
Ju n ta d e Su p e rv isió n C o n ta b le d e las
Más información en: http://www.aeca.es. E m p r e s a s P ú b lic a s (PC AO B) e s t a ­
b lez ca u n a ex ce p ció n , c u a lq u ie r in ­
A s o c ia c ió n I n t e r a m e r í c a n a d e teg rante o c o n tra tista d e un a fir m a d e
a u d ito r ía q ue:
( ^ n t a b i l i d a d (AIC)
Interamerican Accounting a) p a rticip e e n sus resu ltad o s:
Association (lAA ( lAAA)
b) recib a c u a lq u ie r tip o d e rem u n e­
Entid ad in teg rad a po r varios cu erp os ra ció n : o
c o le g iad o s d e la p ro fesió n c o n ta b le
d e países d e A m érica. c) asu m a su rep resen ta ció n en c u a ­
le squ iera d e su s activid ad es.
Más información en:
La excepción referida debe ser coherente
http://www.contadoresaicorg. con los propósitos perseguidos con la
sanción de dicha ley. con el interés públi­ b) las c o n s e c u e n c ia s :
co y con la protección de los Inversores.
1) d é la v io la ció n d e le y e s y regla
m e n to s a m b ie n ta le s ;
a s o c ia d o c o n
associated uith 2 } del d a ñ o a m b ie n ta l cau sad o a
o tro s o a lo s r e c u r s o s natun-
Se dice que un co n t t d o r p ú b lico está
les;
“asociad o c o n ” un juego d e e s ta d o s
fin an ciero s o con o tra inform ación, 3) d e las re s p o n s a b ilid a d e s indi­
cu an d o ésta con tien e alguna in d ica­ re c ta s q u e p u d ie re im ponerla
ción d e que el p rim ero h a prestad o leg islació n .
algún servicio profesional sobre ella.
Ejemplo de responsabilidades indirectai
Ejemplo: la asociación podría resultar de | las que resulten d e d a ñ o s ambientales
la inserción, en cada una de las hojas que | causados por el anterior propietario de un
compone un juego de estados fin a n d e- ! activo.
ros, de la Arma de) contador a continua- ¡
d ón de la leyenda "véase mi informe de
fe ch a -". a s u n t o s d e a u d i t o r í a d e in te r é s
p a r a la g o b e r n a n z a
a s p e c to s d e sta ca b le s audit matters o f goi>emance
highlights interest

S ecd ó n de un inform e q u e c on tien e C u estio n es qu e:


un conjunto de datos que su em iso r
considera esp ecialm en te relevantes. ¡ a) lla m a ro n la a te n c ió n del auditor
d u ra n te la e je c u c ió n d e u n a audi­
Sinónimo: a sp e cto s relevan tes, a s - i to ría d e e s ta d o s fin a n c ie ro s :
p e d o s sobresalientes.
b) en opin ión del a u d ito r, so n im por­
ta n te s y re le v a n te s p a r a quienes
a s p e c to s r e le v a n te s
tien en a su c a rg o la g o b e rn a n z a
d e la e n tid a d in f o r m a n t e , en re­
A sp ectos destacables.
lació n c o n la s u p e rv isió n del pro­
c e so d e p rep raración d e lo s e sta ­
a s p e c to s s o b r e s a lie n te s d o s fin a n cie ro s.

A spectos destacables.
AT

a s u n to s a m b i e n t a l e s [NIA]
Abreviatura e m p le a d a e n lo s Estados
environmental matters [IFACj
U n id os p a ra h a c e r r e fe re n c ia a una
Expresión ab arcad ora de: secció n (o a u n a s e c c ió n y u n p árra­
fo) d e la p u b lica ció n AJCPA ProfessiO'
a) las in idativas para prevenir, m o ' nalStandards q u e (a u n a f e c h a d eter­
derar o rem ediar el daño al m e d io m inada) co n tie n e la co d ific a c ió n (el
am b ien te o p ara o cu p a rse d e la texto vigente) d e las D e c la ra c io n e s
conservación de recursos re n o v a ­ s o b re N o rm a s d e T ra b a jo s d e A testi­
bles o no renovables; g u a ció n .
Ejemplos:
a u d ita b ilid a d
a) las expresiones “AT 301 ^ y "AT ^ I ’ auditability
remiien a la sección 301 de dicha co­
dificación. que se refiere a los servi­ C on d ició n q u e p erm ite q u e u n o b je ­
d os efectuados sobre presupuestos y to s ea su scep tib le d e a u d ito ría .
proyecciones finanderas;
Implica la "verificabílidad" de la informa­
b) las expresiones “AT 3 01.01" y "AT ción a auditar y la existencia de norm as
§301.01" remiten al párrafo 01 de di­ que actúen com o punto de referencia
cha secdón. para la emisión del informe que exponga
las conclusiones de la auditoría.

o figura en el
a te s t i g u a c i ó n
attestation
Ver tr a b a jo d e atestig u a c ió n . a u d ita b le
auditable
a t e s t i g u a m ie n t o Q ue p uede ser so m etid o a a u d ito ría .

Ver tr a b a jo d e atestig u a c ió n . figura en el

a tin g e n cia a u d ita r


to audit
E fectu ar una a u d ito ría .


a u d it o r
Abreviatura em plead a en los Estados auditor
U n id os para h a cer referen cia a una
secció n (o a un a secció n y un párra­ Q uien está a carg o de un a a u d ito ría .
fo) d e la pu b lica ció n A/CPÁ P ro fessio -
n a lS ta n d a r d s q u e (a un a fech a d eter­ La auditoría indicada puede ser de cual­
m inad a) co n tien e la c od ifica ción (el quier tipx). Sin embargo, cuando la pala­
tex to vigente) d e las D e c la r a c io n e s bra “auditor" no lleva aditamentos y se la
s o b re N o rm a s d e A ud itoría. emplea en un contexto que no indica lo
contrario, suele referirse al auditor de es­
tados financieros.
Ejemplos:

a) las expresiones "AU 339" y “AU §339"


remiten a la sección 339 de dicha co­ a u d ito r a c tu a l
dificación, que se refiere a la docu­ existing auditor
mentación de la auditoría;
El a u d ito r d e los e s ta d o s fin a n c ie r o s
b) las expresiones “AU 3 3 9 .1 1 ' y "AU d e! p eríod o corrien te.
§339.11" remiten al párrafo 11 de di­
cha sección. Sinónimo; auditor existente.
sobre la "veracidad" d e los estadosf|.
a u d ito r a n te r io r
nancieros.
predecessor auditor
Tam poco nos parece ad ecuad o que como
Dado un cam b io del a u d ito r d e e s t a ­ sinónim o se utilice la expresión “conta­
d o s fin an ciero s, el reem plazado. dor d ictam inante" |AR1 cuand o el infor­
m e del auditor c o n tien e u n a "abstención
SirK^nímo; auditor precedente, auditor de o p in ió n ", yti q u e en este caso no se
precursor, auditor predecesor. em ite níngiln dictam en.

Por otra parte, las palabras “certificante"


a u d i t o r c o n e x p e r i e n c i a [NIA] y “diciam inan te" n o figuran en e! DRAE.

A u d itor exp erim en tad o .


a u d i t o r d e u n t e r c e r p a í s [U E ]
third-country' auditor [E U ]
a u d ito r d e e s ta d o s fin a n c ie r o s
auditor offinancial statements P e r s o n a física q u e e fe c tú a la audito­
r ía d e lo s e s t a d o s f i n a n c i e r o s de una
P e rs o n a a cargo de u n a au d ito ría d e i c o m p a ñ ía s itu a d a fu e ra d e la Unión
e stad o s fin an cieros. E u ro p e a .

Sinónimo; censor de cuentas.


a u d i t o r d e l g r u p o [U E ]
En las Normas in ternacionales de Audi­
group auditor |EU1
toría (NIA), el término “auditor” (de es ta ­
dos financieros) se emplea tanto para re­
El a u d i t o r o la s o c i e d a d d e auditoría
ferirse a una firma de a uditoría com o al
socio a cargo del trabajo. q u e e x a m in a lo s e s t a d o s fin an cieros
c o n s o l i d a d o s d e u n a en tid a d .
En algunas norm as de auditoría (inclu­
yendo a las NIA), la palabra “auditor” se
utiliza a veces para hacer referencia a a u d ito r d e l s e r v ic io
quienes ejecutan trabajos de atestigua- Service auditor [S A S I
d ó n distintos de la auditoría (por ejem ­
plo, una revisión). Esto puede causar al­ E n re la c ió n c o n u n a e n tid a d que ha
guna confusión, especialmente cuando c o n t r a t a d o a u n a o r g a n i z a c i ó n de
uno de esos trabajos está a cargo de una s e rv ic io s , el a u d i t o r q u e in fo rm a so­
persona distinta al auditor de los estados
b re lo s c o n tro le s d e é s ta q u e pueden
finan d eros de la entidad.
s e r re le v a n te s p a ra la p rim e ra y que
No es correcto referirse al auditor de es­ in te re sa n al a u d ito r d e lo s e s ta d o s fi*
tados financieros con la expresión “con ­ n a n c i e r o s d e é s t a (el “a u d ito r del
tador certificante” |AR} porque tal deno­ u su ario ").
minación induce a:

a) considerar equivalentes los conceptos a u d ito r d e l u s u a r io


de "informede! auditor" (que normal­
User auditor [S A S ]
mente contiene una opinión profesio­
nal) y"certlfica d ó n " (que no induye
El a u d ito r d e lo s e s t a d o s fin a n cie ro s
ninguna);
d e u n a e n t i d a d (la o r g a n i z a c i ó n
b) suponer que u “informedel auditor” u s u a ria ) q u e h a c o n tr a ta d o c o n otra
proporciona i la seguridad absoluta (la o r g a n iz a c ió n d e s e rv ic io s ) la pro-
visión d e servicios q u e in tegran el s is ­ Debido al requerimiento de independen­
te m a d e in fo r m a c ió n d e la p rim era. cia. el "auditor de estados financieros" es
normalmente "externo". No obstante, la
expresión "auditor externo" suele em ­
a u d it o r e n t r a n t e plearse en doarina o en la normativa para
in c o m in g a u d it o r marcar diferencias con un "auditor Inter-

El a u d ito r d e lo s e s ta d o s fln a n c ie r o s
del p e r ío d o c orrien te, cuand o :
a u d it o r g e n e r a l
a) ello s son los prim eros q u e la e n ti­ g e n e r a l a u d ito r
d ad in fo r m a n te so m e te a a u d ito ­
ría : o D en o m in a ció n d ad a en alg un as o rg a ­
n iz a cio n e s ai g e re n te d e a u d ito r ía
b) io s d el p erío d o a n te r io r fu eron
in tern a .
ex am in ad o s por o tro auditor.

a u d it o r e x is t e n t e a u d it o r i n t e r n o
in te m a l a u d ito r
A u d itor ac tu a l.
A u d ito r a carg o d e u n a a u d ito r ía in ­
a u d it o r e x p e r im e n t a d o tern a .
e x p e r i e n c e d a u d i t o r (IFAC)

En relació n c o n la a u d ito r ía d e una A u d ito r I n t e r n o C e r t lf lc a d o


en tid ad , un ind ivid u o q u e tie n e un C e r t i f l e d I n t e m a l A u d i t o r (CIA )
c o n o c im ien to razon able de:
1. U n a c ertifica ció n o torg a d a p o r el
a) lo s p ro ceso s d e auditoría:
I n s t it u t e o f I n t e m a l A u d ito r s
b) las N o r m a s I n te r n a c io n a le s de (IIA), co m o m u estra d e la c o m p e ­
A u d itoría (NIA) y los req u erim ien ­ ten cia y el p ro fesio n a lism o de su
to s legales y p rofesion ales a p lica ­ titu lar en el ca m p o d e la a u d ito ­
bles; ría in te r n a .

c) el a m b ien te del n eg o cio en el cual 2. El p o seed o r d e d ich o certifica d o .


la en tid ad o pera:
Esta certificación no tiene efectos legales.
d) las c u e s tio n e s d e a u d ito r ía y d e
in fo r m a c ió n ñ n a n c ie r a relevan ­
tes a la in d ustria de la entid ad . a u d it o r le g a l [UE|
s t a t u t o r y a u d i t o r [E U l
Sin ó n im o ; aud itor co n e x p e r ie n cia
[NIA].
P e rs o n a fís ic a au to riz a d a a e je c u ta r
a u d ito r ía s le g a le s [UE] p o r u n e s ta ­
a u d it o r e x t e r n o d o m iem b ro d e la U n ió n E uropea.
e x t e m a l a u d it o r

A u d ito r d e e s ta d o s fin a n c ie r o s q u e a u d ito r p r e c e d e n te


n o tie n e relació n d e d ep e n d en cia co n
ia en tid ad in fo rm an te. A u d itor a n terio r.
a u d ito r p r e c u r s o r ! a u d ito r s e c u n d a r lo
secondary' auditor
A u d ito r a n te r io r .
Ver a u d ito r p rin c ip a l.

a u d ito r p r e d e c e s o r
a u d ito r s u c e s o r

Auditor anterior. successor atiditor

\Dado un c a m b io d e a u d ito r e s dees


ta d o s fin a n c ie ro s , el a u d ito r entran
a u d ito r p r in c ip a l
principal auditor
a u d ito r ía
Auditor d e e sta d o s fin a n c ie ro s que
incluyen inform ación sob re un c o m - audií
p oD m te d e un a e n tid a d (o sobre m ás
de uno) cu yo exam en e s e n co m e n d a ­ Exam en d e u n o b je to c o n el propósi
to de d e te rm in a r si e n su preparaciói
do a otro p rofesional (el *"otro audi­
se resp etaron d e te rm in a d a s no n n u
tor" o "au d itor secu n d ario").

Ejemplos de "com ponentes": una divi­ a u d ito r ía a tr a v é s d el


sión, una sucursal, una controlada, un
c o m p u ta d o r
negocio conjunto, una asociada.
auditing throughout the
Computer

a) XX presenta sus estados financieros Enfoque p a ra la rev isió n d e proceso


consolidados con los de su controla­ co m p u ta d o riz a d o s, q u e s e b asa en I
da YY; revisión d e los p ro c e d im ie n to s y prc
gram as q u e los in te g ra n y n o en su
b) elcontadorA eselauditordelosesta- salidas.
dos financieros de XX pero encomien •
da al contador B el examen de los da­
tos contables de YY que se consolidan a u d ito r ía a d m in is tr a tiv a
con k » de XX. administratiife audit

En el caso. A es d "auditor principal" y B Ver a u d ito ría d e o p e r a c io n e s .


ese! "otro uiditor" o "auditorsecundario".
a u d ito r ía a lr e d e d o r d e l
El "otro auditor" podría ser una ñrma afi­
c o m p u ta d o r
liadas! "auditor principal'. un correspon­
sal de éste u otro contador.
A uditoría en t o m o a l c o m p u ta d o r.

a u d ito r p r o p u e s t o a u d ito r ía a n a lít ic a


proposed auditor analytical audit

Contador a quien se le pide que re- i A u d ito ría d e e s t a d o s fin a n c ie ro


I
emplace al a u d itor a ctu a l de los e s - efectuada co n én fasis en el análisisd
tados financieros. | los sistem as.
I jo sd erev tat0nd eestad oafln anciero s.se
I k) hace, por ejemplo, en las reglas de la
! J u n u de Supervisión C on table de las
Em presas Públicas (PCAOB).
a u d ito r ía c o m p le t a
' En alguna bibliograña se lo ha d enom i­
V er a u d ito r ía d e e s ta d o s f ín a n d e r o s nado ‘ auditoría com pleta*, pero esto nos
parece inadecuado porque la mayoría de
los procedim ientos de auditoría de esta­
a u d ito r ía d e c u m p lim ie n to dos fínancieroe se aplican por m uestreo
compUance audit

A u d ito ría en la q u e se ex a m in a si el a u d ito r ía d e g e s tió n

s u je to h a r e s p e ta d o d e te rm in a d a s management audit
d isp o sicio n es legales o con tractu ales.
A u d i t o r ía d e o p e r a c i o n e s .
Ejemplo: c] examen del cumplim iento de
una cláusula de un contrato de préstamo
que obliga a su receptor a mantener d e­ a u d ito r ía d e la a d m in is tr a c ió n
terminadas relaciones entre activos y pa­
sivos y a no distribuir dividendos en efec­ V er a u d ito r ía d e o p e r a c io n e s .
tivo en exceso de ciertos límites.

a u d it o r ía d e la b u e n a g e s t ió n
a u d ito r ía d e d e s e m p e ñ o
audit o f good management
performance audit
A nálisis del ga sto p ú b lico a ia luz de
A u d ito ría q u e p rovee u n a evaluación lo s p rin cip io s g e n e ra les d e u n a g e s ­
del d esem p eñ o y m a n e jo d e un p ro ­ tió n a d ecuad a.
gram a g u b e rn a m e n ta l m ed ia n te su
c o m p a ra c ió n c o n una b a se o bjetiv a
o co n b u en as p rácticas. | a u d ito r ía d e o p e r a c io n e s
operational audit
a u d ito r ía d e e s ta d o s ñ n a n c ie r o s j
1. A u d ito ría d e u n o o m á s tip o s de
financia! statements audit \ o p e r a c io n e s llev a d a s a c a b o por
u n a e n tid a d o u n s e g m e n to de
A u d ito ría d e un ju eg o d e e s ta d o s fí-
ella, c o n el p ro p ó sito d e ev alu ar la
n a n c ie r o s h ech a c o n el prop ó sito de
e fície n cia d e su ge stió n y d e fo r ­
em itir u n a o p in ió n q u e in d iq u e si d i­
m u la r re c o m e n d a c io n e s pa ra su
c h o s e stad o s, en sus a sp ec to s signiñ-
m ejo ra m ien to .
cativo s, fu eron prep arad os d e a c u e r ­
d o co n d ete rm in a d a s n o r m a s c o n t a ­ 2 . A u d ito r ía d e u n o o m á s tip o s d e
bles. o p e r a c io n e s llev a d a s a c a b o por
u n a e n tid a d o u n s e g m e n to d e
Sinónimo: censura de cuentas.
ella, c o n el p ro p ó sito d e ev alu ar el
Es un tipo de trabajo de atestiguación. c u m p lim ie n to d e s u s o b je tiv o s ,
p o lítica s y p ro ced im ie n to s.
En algunas norm as legales y profesiona­
les se utiliza la palabra "auditoría'’ con un Sinónim o; auditoría d e gestió n, audi­
sentido que abarca también a los traba- toría operacion ai.
La dermíctón (2) es menos abarcadora 1) lo s s is te m a s f in a n c ie ro s y lai
porque supone que el auditor examina t r a n s a c c i o n e s (1 ). incluyendo
objetivos, políticas y procedimientos pero la e v a lu a ció n d el cumplimien
sin evaluar si ellos son adecuados para el
to d e leyes y re g la m e n to s:
logro de eficiencia m la gestión.
2 ) el c o n t r o l i n t e r n o y la funcióii
La evaluación de la eficiencia de la ges­
tión implica: d e a u d i t o r í a in t e r n a ;

a) la del logro de los objetivos de la enti­ 3 ) la p r o p ie d a d y con v e n ie n cú


dad o segmento; (p ro p rie ty ) d e la s decisiones
a d m in istra tiv a s to m a d a s den­
b) la del cumplim iento de las n orm a s tro d e la e n tid a d a u d ita d a ;
legales aplicables al caso:
c) la in fo rm a ció n d e o tra scu e stio n e s
ej la de la calidad de la información ñ- q u e su rjan d e u n a a u d ito ría o se
nandera producida. relacio n en c o n ella y q u e a juicio
del a u d ito r (u n a e n tid a d fiscalía-
La ‘ auditoria de operadones" ha sido de­
d o ra su p e rio r) d e b e ría se r pues­
nominada también ‘ auditoría adm inis­
trativa* o ‘ auditoría de la admirüstradón". tas d e m a n ifie sto .
pero las evaluaciones arriba Indicadas en
En la publicación en españ ol de las dichas
las defínidones del concepto alcanzan a
normas, efectuada por la m ism a INTO-
cuestiones ajenas a lo puramente admi-
SAI;
nistrath’o.
a) com o uad ucción de "attestation " se
También se la llama ‘ auditoría operativa", utilizó "certificación ”, a pesar del l«-
pero ninguna acepKrión dada a la palabra cho de que ‘ attestatio n" caracterizai
‘ operativa* por el DRA£ corresponde a un trabajo del cual surge una opinión
‘ reladonado con las operaciones". técnica y ‘ certificación ” no;

b) "audit" fue traducido com o "fiscaliza­


ción ”. k) que no parece ten er funda­
a u d ito r ía d e r e g u la r id a d
mento alguno;
IIN T O S A I/E sp l
reguiarity audit |IN TO SAl/Eng] c) "propriety" fue traducido com o “co­
rrección".
Según la versión oficial en inglés de
las n o rm a s d e au d ito ría d e la I n te r­
a u d ito r ía d e r e v is ió n
n a tio n a l O rgan izatíon o f S u p rem e
A udit In stitu tion s (INTOSAl). una ta ­ V er r e v is ió n .
rea q ue abarca:

a) un tra b a jo d e a te s tig u a m ie n to a u d ito r ía d e s is t e m a s


(attestation) sobre la in fo rm ació n
fin an ciera rendida p o r D e n o m in a ció n d a d a e n a lg u n a bi­
bliografía a la a u d ito r ía d e sistem as
1) las m tid ad es obligadas a ^ o ; de p ro ce sa m ie n to e le c tr ó n ic o d e da*

2) el Estado tom ad o en su c o n ­
junto; No nos parece una expresión adecuada,
pues un "itstem a " no sólo abarca cues­
b) la a u d itoría (audit) de: tiones de procesam iento de datos.
número de unidades correspondien­
a u d ito r ía d e ta lla d a
te a cada una de las fíicturas del pe­
detailed audit ríodo.

A u d ito ría q u e a lca n z a a to d o s (o a Para probar esa salida con un enfoque de


casi lodos) los a sie n to s contables de 'auditoría en lo m o al com putador”, el
un período. auditor podría;

a) utilizar un com putador personal y un


programa de planilla electrónica para
a u d ito r ía e n e l c a m p o
tabular y acumular las unidades de
fleld audit cada producto que fueron vendidas
(según las beturas emitidas) a k> lar­
P arte de u na au d ito ría d e esta d o s ñ - go de un mes dado;
n a n c i e r o s e je c u ta d a en e sta b le c i­
m ientos de la e n tid a d in form an te. b) comparar los importes así obtenidos
con los que aparecen en los registros
Sinónimo; auditoria en el terreno. de existencias de la entidad auditada.

Si el resultado fuera satisfactorio, el audi­


tor podría suponer que los procedim ien­
a u d i t o r í a e n e l te r r e n o
tos y programas implicados en los proce­
sos computadorizados son adecuados,
A u d itoría en el ca m p o .
sin entrar en su revisión.

a u d ito r ía e n to m o a l
a u d ito r ía e x te r n a
c o m p u ta d o r
extemal audit
auditing around the Computer
A u d itoría e jecu tad a p o r un a u d ito r
Enfoque para la revisión d e procesos extern o.
com p u tad orizad os, que se b asa en la
revisión d e sus salidas y n o de la for­
m a en que ellas son generadas. a u d ito r ía A n a l
final audit
Sinó nim o ; auditoría alrededor del
computador. La parte de una au d ito ría d e e s ta d o s
fin a n cie ro s efectu ad a a p artir d e la
fecha de ellos.
a) una empresa vende mercaderías:

b) la facturación está computadorizada; a u d ito r ía fin a n c ie r a


financial audit
c) una de las salidas del proceso de fac~
turadón es la actualización de los re­ A uditoría de In form ación fin an ciera.
gistros de existencias de mercaderías,
para descargar las unidades vendidas:

d) en dichos registros, esa descarga se a u d ito r ía fo r e n s e


hace para el total de unidades vendi­ forensic audit
das de cada producto a lo largo de
cada mes, sin que queden rastros del Ver serv icio s forenses.
A u d ito r ía G e n e r a l d e la N a c ió n a u d ito ría in te rin a
(A G N ) [AR l
A u d ito ría i n t e r m e d i a (1 ).
La e n tid a d ñ s c a l i z a d o r a s u p e r io r
(EFS) dei g ob iern o íederal argentino.
a u d ito ría in te rm e d ia
interim audit

1. La p a rte d e u n a a u d i t o r í a d e esta­
Más información en; d o s f i n a n c i e r o s e fe c tu a d a ames
¡ d e la fo ch a d e ello s.
http: //>\'ww.agn.gov.ar.
S in ó n im o s ; a u d ito r ía interina
auditoría preliminar.
a u d ito r ía in d e p e n d ie n te
independení auditor 2 . A u d ito ría d e e s t a d o s f in a n c ie r a
co rre s p o n d ie n te s a p e r í o d o s in­
A u d ito ría efectu a d a p o r u n a u d ito r
te rm e d io s .
q u e tien e in d e p e n d e n cia .

a u d ito r ía in te r n a
a u d i t o r í a i n ic ia l
intem ai audit
P rim e ra a u d ito ría
1. A u d ito ría q u e:

a u d i t o r í a i n t e g r a d a |A G N ] |
a) tie n e p o r o b fe to a lg ú n aspecto
d e u n a e n t i d a d o d e algún
Actividad q ue a b a rca a la a u d ito ria | c o m p o n e n te d e e lla , lo q u e ge­
fin an ciera y a la a u d ito ría de g e stión . n e ra lm e n te in c lu y e la evalua­
ció n d e su c o n t r o l in te rn o ;

a u d ito r ía in te g r a l | b) e s e je c u ta d a p o r u n a persona
comprehensive audit | física o p o r u n g ru p o d e ellas
q u e es tá e n r e la c ió n d e d epen­
Expresión con la q ue se p reten d e h a ­ d e n c i a c o n d i c h a e n tid a d o
ce r referencia a u n c o n ju n to d e au d i­ c o m p o n e n te .
torías que cu b re un n ú m ero a m p lio
de actividades d e la en tid ad a u d ita ­ 2 . D e n o m in a ció n u su a l d el s e c to r de
da. u n a en tid a d a c u y o c a r g o e s tá n las
a u d ito ría s del tip o in d ic a d o en la
Por ejemplo, la expresión ha sido utiliza­ a ce p c ió n (1).
da para referirse a un conju nto integrado
por las auditorías de información conta­
ble, de control Interno, de cumplim iento a u d ito r ía le g a l
l e ^ , de desempeño, del cumplim iento
legal audit
de objetivos y económico-social.

El uso del caliñcativo ‘‘integral” nos pare­ A uditoría dirigida a d e te r m in a r si una


ce inadecuado, pues muy raro sería que e n tid a d o u n c o m p o n e n t e d e ella
nada quedase hiera del alcance de un tra­ cu m p le c o n la n o r m a tiv a le g a l que
bajo como ri indicado. d e b e r e s p e ta r e n r e l a c i ó n c o n una
actividad o un co n ju n to de activid a­
a u d ito ría r e c u r r e n te
des.
recurring audit
Bs iin tipo de auditoría de cumplim ien-
A uditoría d e e sta d o s fin a n cie ro s que
sigue a otra q ue fue efectu ad a p or e)
m ism o au d ito r
a u d l t o r í a le g a l (UF|
statutory audit [EUl
a u d i t o r í a s o c ia l
Auditoría de estad o s ñn an cieros c o n ­ social audit
solid ad os o de c u e n ta s an u ales |UE],
re q u e rid a p o r la le g isla ció n d e la Exam en del d esem p eñ o d e una e n ti­
Unión Europea. dad (o d e un co m p o n e n te d e ella) en
áreas de interés social.

a u d i t o r í a lim ita d a Incluye la evaluación de las consecuen­


cias sociales de las actividades de la enti­
Ver revisión. dad o componente.

a u d i t o r í a o b lig a to r ia a u s e n c ia s c o m p e n s a d a s
statutory audit compensated absences

A u d itoría requerida p or i Ausencias de e m p le a d o s de u n a e n ­


legal. tidad que se esp era sean p agad as p or
ésta.

a u d ito ría o p e ra cio n a l

A u d itoría de o p eracion es.


También se las denomina “permisos re­
munerados" [ESI [NIIF/UE], pero algunas
pagos por “ausencias compensadas" no
a u d ito ría o p e ra tiv a son ocasionados por “permisos" otorga­
dos por el em pleador sino por la aplica­
Ver au d ito ría de o p e ra cio n e s. ción de norm as legales.

a u d i t o r í a p r e lim in a r a u s e n c ia s c o m p e n s a d a s
preliminary audit a c u m u la b ie s
accumulating compensated
A u d itoría i n te rm e d ia (1). absences

Ausencias del personal que les g en e­


a u d i t o r í a p re v e n tiv a
ran el d erech o a un co b ro q u e n o se
preventative audit pierde por el tran scu rso del tiem po.

En el s e c to r p ú b lico, una a u d ito ría Ejemplo; ausencias por vacaciones pen­


efectu ad a cu a n d o todavía se está a dientes de disfrute, cuando el derecho a
tiem p o d e evitar la ejecu ción de un su goce no se pierde por el transcurso del
ac to al que se con sid era irregular. tiempo, fuere porque la ley así lo estable-
ce o porque el em plead or ha adoptado No nos parece adecuado que en lugar dt
voluntariamente tal política. “autorización para publicación” se tai
cen ex p resion es q u e no conlleven en
También se las denomina “permisos re­ idea, com o o curre co n “em isión" [NIA,
munerados acumulables" [ES) INIIF/UE], INIIF/UE] yco n “form ulación” IES) [NlIP,
pero algunos pagos por “ausencias com ­ UE], que es un tém iin o usado (con el set^
pensadas acumulables” no son ocasiona­ tido indicado) en el T ex to Refundido dt
dos por “permisos” otorgados por el em ­ la Ley d e So cie d a d es A n ón im as (TRliA.
pleador sino por la aplicación de normas IES).
legales.

a u to rre g u la ció n
a u t e n t i c a c i ó n d e A r m a |AR] a ntoregii la íion
signature authentication
A ctividad m e d ia n te la c u a l una enii
U n a c to m ed ian te el cual un c o n s e jo dad Im p o n e n o r m a s d e con d u cta)
p ro fesio n al d e c ie n c ia s e c o n ó m ic a s regias d e a c c ió n p a ra s u s integrantes,
(CPCE) [AR] inform a que la firm a de su p ervisa su c u m p lim ie n to y sancio­
un g rad u ad o en cien cias e co n ó m ica s n a su vio lació n .
es au tén tica. T am b ién p u ed e in d icar
Ejem plos de en tid ad es que podrían as-
q u e d ich o g ra d u a d o s e e n c u e n tra
lorregularse, si así lo r e q u in ta o lo per
m atricu lad o y q ue n ad a le im pide el
mítiera la ley: una bolsa d e comercio, in
uso d e su título profesional. consejo profesional de c ien cias económ-
cas (CPCE).
Sinónimos: certificación de firma, le­
galización de firma.
a u lo s e g u ro
La autenticación de la firma de un profe­ self-insurance
sional suele estar precedida por ciertos
controles formales y no alcanza al infor­ R e te n ció n d e u n r ie s g o q u e podría
me suscrito por él. tran sferirse a u n t e r c e r o m ed ian te un
c o n tra to d e s e g u ro .

a u t o c a r t e r a [ESI De acuerdo con la d efin ición presentada,


no es un verdadero “seguro”, jw r lo quf
A ccio n es p rop ias e n c a rte ra . tam poco es adecuado el sinónim o “segu­
ro propio".

a u to riz a ció n p a r a p u b lica ció n La palabra “autoseguro" no figura eud


d e l o s e s ta d o s f i n a n c i e r o s DRAE.
issue ofthe financial
statements [IFACl

Acto por el cual los e s ta d o s fin a n c ie ­


ro s y el in fo rm e del a u d ito r sob re
ellos se ponen a disposición del p ú ­
blico. aval
aval
En muchos casos, es la fecha de presen­
tación de ios estados financieros ante un F ia n z a d e u n a d e u d a , q u e se hact
organismo regulador. c o n s ta r (m e d ia n te la firm a d e quien
lo oto rg a) en el d o c u m e n to (docu- Por ejemplo, un gobierno brinda aseso-
m en t o r n ote) o títu lo q ue la rep re­ ram íento gratuito sobre cuestiones de
senta. producción o comercialización o c once­
de préstam os a tasas de interés inferió
res a las de mercado.
a v a l p a r a l ic ita c io n e s
bid hond
a y u d a n o re s trin g id a
B o n o de cu m p lim ie n to .
untvstricted support (USG AAPl

a v a lis ta In g re so s o g a n a n c ia s proven ien tes


d e d o n a c io n e s q ue n o incluyen n in ­
avalizar
guna re stricció n im p u e sta p o r el d o -
Persona q ue otorga o h a otorgad o i
aval.

a y u d a o fl c i a l [ESI

A yuda gu b e rn a m e n ta l (NIIF).

a y u d a p ú b l i c a (ES) (N IIF /U E ]

I A yuda gu b e rn a m e n ta l.
a y u d a e sta ta l

A yuda g u b e rn a m e n ta l (NIIF].
a y u d a re strin g id a
restru^ed support (USG AAPl
a y u d a g u b e r n a m e n t a l [NIIF]
govemment assistance [IFRSsj In g re s o s o g a n a n c ia s p roven ien tes
d e d o n a c io n e s que incluyen alguna
A cción to m ad a p or el s e c to r p ú b lico re stricció n im p u e sta p o r el d o n a n te
c o n el p rop ósito d e su m in istrar un y q u e in c re m e n ta n el p a t r i m o n i o
beneflcio eco n ó m ico esp ecíñ co a una n e to p e rm a n e n te m e n te r e s t r i ñ i d o
o varias en tid a d e s, a co n d ició n de o el p a trim o n io n e to te m p o ra lm e n ­
que éstas cu m p lan d eterm in ad os r e ­ te restrin gid o.
quisitos.

Sinónimo; asistencia gubernamental, I a y u d a n te


ayuda estatal, ayuda oficial (E S ], ayu­
da pública [E S ] (NIIF/UE). ' A sistente.
b a ja e n c u e n t a s [N IIF ] b a la n c e d e c o m p r o b a c ió n
derecognitíon c la s ific a d o
classifled trio l balance
Eliminación, en ios re g istro s c o n t a ­
bles (accounting records) d e un a c t i ­ B a la n c e d e c o m p r o b a c i ó n que pt^
vo o de un p asivo que p rev iam en te se n ta :
había sido objeto d e r e c o n o c im ie n ­
to. a) las c u e n ta s d isp u e sta s e n grupos
c o rre sp o n d ie n d o c a d a uno deés
Sinónimo: eliminación en cu en tas. to s a u n a p a rtid a d e inform ada
a ser incluida en los e s ta d o s finsc
La palabra “derea)gnition” no figura en d e ro s;
el MWOD. Se la utiliza para expresar la
idea opuesta a "recognition' (reconoci­ b) los im p o rte s corresp on d ien tes
miento). c a d a u n o d e e s o s gru p os.

S in ó n im o s; b a l a n c e d e sald o s ót
b a la n c e ' m ayor gen eral d a stfica d o . balanza d
I com probación clasificad a (MXJ.
E stad o d e situ a ció n .

Segün el DRAE. también es un “balance” b a l a n c e d e c o m p r o b a c i ó n de

el "estado demostrativo del resultado de i t r a b a jo


una opieración”. Esta acepción no es uti- { working trio l balance
tizada en la terminología contable.
B a la n c e d e c o m p r o b a c i ó n con o
iu m n as a d icio n a le s p a ra ;
b a l a n c e a b r e v i a d o [U E ]
abridged balance [E U ] a) el re g istro d e lo s e fe c to s , sobi
c a d a s a ld o , d e lo s a s i e n t o s (
U n tipo d e b a la n c e resum ido previs­ a ju ste ;
to e n la C u a rta D irectiv a [UE].
b) los sald os defin itivos d e cad a ui
d e las c u e n ta s .
b a la n c e d e c o m p r o b a c ió n
La preparación de un “balance de coi
triol balance
probación de trab ajo” sólo se justifi
cuaiHlo el sistem a co n ta b le se lleva p
Lista co n las d en o m in acio n es y los
medios manuales.
sald os, a una fecha determ in ad a, de
las cu e n ta s del m a y o r g en eral.
j b a la n c e d e e n s a y o
Sinónim os; b a la n ce d e s a ld o s del
mayor general, balanza d e com proba­ I V e r b a l a n c e d e c o m p r o b a c i ó n .
ción [MX], i ____
La traducción literal de "trial balance” es I b a la n c e d e p r u e b a

"balance de prueba" o “balance de en­


sayo”. I V er b a la n c e d e c o m p ro b a c ió n .
b a l a n c e d e c a ld o s a ju s t a d o b a la n c e d e s a ld o s p o s te r io r
íuijnsíed tria! balance al c ie r r e
post closing tria! balance
B a la n ce d e c o m p ro b a c ió n p rep ara­
do después d e asen tar los a sie n to s de B a la n ce d e c o m p ro b a c ió n p re p a ra ­
a j u s t e y a n te s d e c o n ta b iliz a r el | do después d e registrar los a s ie n to s
as ie n to d e c ie rre d e las cu e n ta s de d e a ju ste, el a s ie n to d e c ie rre d e las
r e s u lta d o s y, si se lo e fe ctu a re , el , cu e n ta s d e re su lta d o s y. sí se lo efec •
asie n to d e c ie rre d e las cu e n ta s p a - ¡ luare. el a sien to d e d e r r e d e las c u e n ­
trim on iales. i ta s patrim o n iales.

Sinónimo; balanza de saldos ajusta- |


b a l a n c e d e s i t u a c i ó n (E S I
da [M X], ;
¡ E s ta d o d e s itu a c ió n .

b a l a n c e d e s a ld o s d e u n
b a la n c e d e s u m a s y s a ld o s d e l
m a y o r a u x ilia r
m a y o r g e n e ra l
subsidiar}' ledger tria! balance
Lista que con tien e:
Lista co n las d e n o m in a cio n e s y los
sald o s de las c u e n ta s de un m a y o r a) la m ism a inform ación que un b a ­
auxiliar. la n ce d e co m p ro b a ció n :

b) adicion alm en te, los im p ortes to ­


b a l a n c e d e s a ld o s d e l m a y o r tales de los d é b ito s y c r é a l o s efec­
g e n e ra l
tu ad os a cad a c u e n ta d u ran te un
período.
B alan ce de co m p ro b a ció n .
b a l a n c e f a l s o (AR|

b a l a n c e d e s a ld o s d e l m a y o r D e n o m in a ció n h a b itu a l del d elito


g e n e r a l c la s ific a d o previsto en la siguiente disp osición
del C ódigo Penal d e la R epública Ar­
B a la n ce d e co m p ro b a c ió n clasifica- gentina:

Art. 3 0 0 - Serán rep rim id os co n pri­


sión d e seis m eses a dos a ñ o s : ...

b a l a n c e d e s a ld o s n o a ju s t a d o 3® Ei fundador, d irector, ad m in istra­


unadjusted tria! balance dor, liquidador o sín d ico d e una
socied ad an ó n im a o coop erativa
B a la n ce d e co m p ro b a c ió n p rep ara­ o d e o tra p>ersona colectiva, q u e a
d o an te s d e c o n ta b iliz a r cu a lq u ie r sabiendas publicare, certificare o
a s ie n to d e a ju ste, el a sie n to d e c i e ­ a u torizare un in ven tario, un b a ­
rre d e las c u e n ta s d e re su lta d o s y. sí lance, u n a cu e n ta d e ga n a n cia s y
se lo efectuare, el asie n to d e cie rre d e p érd id as o los co rre sp o n d ie n te s
las cu e n ta s p atrim o n ia le s. inform es, a cta s o m em orias, falsos
o in c o m p le t o s o in fo r m a r e a ) la f is c a l iz a c i ó n d e la a c t i v i d a d de
a s a m b le a o r e u n ió n d e s o c io s , c o n la s e n t i d a d e s f i n a n c i e r a s y c a m ­
fa ls e d a d o r e tic e n c ia , s o b r e h e b i a r la s ;
c h o s i m p o r t a n t e s p a r a a p r e c i a r la
s i t u a c i ó n e c o n ó m i c a d e la e m p r e b ) e l d ic ta d o d e n o r m a s c o n t a b le s

s a , c u a l q u i e r a q u e h u b i e r e s id o e l l e g a l e s a s e r c u m p l i d a s p o r e lla s ;

p r o p ó s i t o p e r s e g u id o a l v e r íñ c a r -
c) la f i ja c i ó n d e r e q u i s i t o s a s e r c u m ­
lo .
p li d o s p o r lo s a u d i t o r e s d e e s t a ­

Puesto que el delho descripto se refiere d o s f in a n c ie r o s d e ta le s e n tid a d e s


también al estado de resultados y
Más información en:
docum entos (documents). no es adecúa
do denominarlo "balance falso". http://www.bCTa.gov.ar,

b a la n c e g e n e ra l
b a n d a d e f l u c t u a c i ó n (N IIF ]

E s ta d o d e s itu a c ió n . V e r c o r r e d o r ( c o r r id o r ).

b a l a n c e s i n i c i a l e s [N IA ) b a s e a c u m u la t iv 'a

V e r s a ld o d e a p e r t u r a . B a s e c o n ta b le d e a c u m u la c ió n .

b a l a n z a d e c o m p r o b a c ió n (M X j b a s e c o n ta b le
basis o f accounting
B a l a n c e d e s a ld o s d e l m a y o r g e n e r a l .
M é to d o g e n e ra l p a r a e l r e c o n o c i­
m i e n t o c o n t a b l e d e l o s e f e c t o s p a t r i­
b a la n z a d e c o m p r o b a c ió n
m o n i a l e s d e l a s t r a n s a c c i o n e s ( 1 ) y de
c l a s i f i c a d a |M X ]
o tro s h e ch o s .

B a la n c e d e c o m p r o b a c ió n c la s if ic a
do. b a s e c o n ta b le d e a c u m u la c ió n
accrual basis o f accounting
b a la n z a d e s a ld o s a ju s t a d a [M X ]
C o n c e p to s e g ú n e l c u a l lo s e fe c to s
p a tr im o n ia le s d e la s t r a n s a c c i o n e i
B a l a n c e d e s a l d o s a ju s t a d o
(1 ) y d e o t r o s h e c h o s d e b e n r e c o n o ­
c e r s e e n l o s p e r í o d o s c o n t a b l e s en
q u e o c u r r e n , in d e p e n d ie n te m e n te
d e l m o m e n t o e n q u e o c a s i o n a n la
Q u ie b r a r e c e p c i ó n o la e n t r e g a d e e f e c t i v o o
d e e q u iv a le n te s a l e fe c tiv o .

B a n c o C e n t r a l d e la R e p ú b l ic a
S in ó n im o : b a se a c u m u la tiv a , base
A r g e n tin a (B C R A )
contable de d e vengo.

O r g a n is m o e s t a t a l f e d e r a l a r g e n t in o p^j-g e x p re s a r la m is m a id e a s e h a utiliza-
c u y a s f u n c io n e s in c l u ) ^ n : d o la e x p re s ió n " c o n t a b ili d a d d e cau sa-
dón", pero la palabra "causación” no fl- río d o s en que ocasion an en trad as o
gura en el DRAF. salidas de efectivo.

U Norma Intem adonal de Contabilidad Sinónimo: base contable de caja, con­


(NIC) ] indica que esta base con ta ble tabilidad de caja.
debe aplicarse en la preparación de los
estados ñnancleros, salvo para la confec­
ción dcl estado de flujo de efectivo. En la
b a s e c o n t a b l e d e e f e c tiv o
traducción de la misma NllF que efectuó
la Unión Europea, el concepto definido m o d if ic a d a
aparece bajo la denominación "hipótesis modifled cash basis o f
contable del devengo". Opinamos que accounting
esto es insatisfactorio porque;
M étodo por el cual:
una "hipótesis" es la suposición de
algo posible o imposible a partir de la
a) ios efe cto s p atrim o n iales d e las
cual se s con secu en cia
adquisiciones de a c tiv o s de larga
(DRAE):
vida se re co n o ce n em p lean d o la
b ase co n ta b le de acu m u la ció n ;

b) los efe cto s p atrim o n iales d e las


Quizá, {xxiría denominarse "hipótesis del restantes tra n s a c c io n e s (1) y h e ­
devengo” al supuesto de que la aplicación ch os se recon ocen em pleando la
de la "base contable de acumulación" b ase c o n ta b le d e efectivo.
produce información que es más útil para
los usuarios tipo de los estados financie- Sinónimo: base contable de caja m o­
dificada.

b a se c o n ta b ie d e c a ja
b a s e c o n t a b l e d e liq u id a c ió n
B ase c o n ta b le de efectivo. liquidation basis o f accounting

U n con ju n to de criterios co n ta b le s
b a se c o n ta b le d e c a ja aplicable a em p resas en liquidación,
m o d ifica d a según los cu ales los a c tiv o s se m iden
por sus v a lo re s n e to s d e re a liz a ció n
B ase co n ta b le d e efectiv o m o d iñ ea- y los p asivos p or sus c o s to s d e c a n ­
celación .

b a se c o n ta b le d e d even go b a se co n ta b le d e v e n c im ie n to
cash collection basis
Base co n ta b le de a cu m u la ció n .
M étodo p or el cual los in g re so s se re­
co n o ce n cu an d o su co b ran za es exi­
b a s e c o n t a b l e d e e f e c tiv o
gible.
cash basis o f accounting

M étodo p or el cual los efectos p atri­ b a s e d e a m o r t i z a c i ó n [ES]


m oniales d e las tra n s a c c io n e s (1) y
otros h ech os se re co n o ce n en los p e ­ Ver im p o rte su jeto a d e p re cia ció n .
b a s e d e d a to s b a s e im p o s itiv a
database taxbase

1. U n a colección de datos. Importe asignado a un a c tiv o , un gru­


po de activos, un p a s iv o o un grupo
2 . [NIA] U na colección de datos que de pasivos, a los e fe cto s d e la d eter­
es comf>artida y utilizada p or di­ m inación d e los Im p u e s to s a la s g a ­
v e rs o s u su arios c o n d iferen tes n a n c ia s de p eríod os futuros.
propósitos.
I Sinónimo; base fiscal, base para im­
No compartimos la Idea de que una co­ puestos, base tributaria.
lección de datos no pueda denominarse
"base de dalos" por el hecho de tener un ' Se la ha denominado tam bién "valor fis­
linico usuario. Por lo tanto, preferimos la cal”. No nos parece adecuado porque:
definición (1).

En general, la expresión se emplea para


referirse a las colecciones de datos a los
que se accede con una computadora elec­ b) habitualmente, la expresión “valor fis­
trónica y un software adecuado. ca l" se emplea con referencia a im­
puestos que gravan bienes individua-
Ies, el activo o el patrim on io .
b a s e d e im p u ta c ió n
aUocation base
b a s e in te g ra l d e c o n ta b ilid a d
Elemento usado co m o b ase p a ra la
comprehensiw basis o f
imputación de co s to s co m u n e s.
accounting
Por ejemplo, los costos de un departa­
mento que genera energía eléarica po­ U n c o n ju n to d e c rite rio s c o n ta b le s
drían distribuirse entre otros departa­ q ue p u ed e u tilizarse p a ra la p re p a ra ­
mentos en fundón de los kilovatios hora ción d e un ju e g o d e e s ta d o s ñ n a n cie -
entregados a cada uno. ro s y cu en ta co n un re sp a ld o su stan ­
cial.

b a s e e n b ie n e s g e n é ric o s Ejemplos: un juego de n o rm a s contables


[NIF MX] profesionales, un juego de n o rm a s con­
tables legales aprobado por un organis­
En relación con un c on trato d e fu tu ­ mo re^ lad or, el conju nto de criterios es-
ros sobre un bien g e n é rico [NIF MX|, ubled d os para la liquidación del im pues­
la diferencia entre el precio local y el to a las ganancias.
predo internacional de éste, exp resa­
El mero agregado de convenciones con­
da en la moneda en q ue se cotiza ín-
tables sobre la base de una preferencia
tem acionalm ente, a la fecha d e un
personal no es una "base in tegral de con­
contrato com o el de referencia, que tabilidad'’ si no cuenta con un respaldo
sea cercana a la fecha del cálculo. sustancial.

b a s e fls c a i b a s e p a r a im p u e s t o s

B a s e Im p o s itiv a . B a s e im p o s it iv a .
b a s e trib u ta r ía b e n e fíc io a n t e s d e i m p u e s t o s

B ase Im positiva. G an an cia a n te s d e im p u estos.

b e n e fic ia rlo b e n e fíc io a n t e s d e i n t e r e s e s e


i m p u e s t o s (B A T T )
1. D on atario.
G a n a n cia a n te s d e in te re se s e im ­
2. Fid eicom isario. puestos.

3. Perso na a q uien está d estin ad o el


pago d e u n c h e q u e o un d o c u ­ b e n e fic io b á s i c o p o r a c c i ó n
m e n to (note). (B B P A )

4. En un seg u ro d e vida, la p ersona G an an cia b á sica p o r acció n .


a q u ien el a s e g u ra d o r d eb e pagar
la in d em n iz a ció n e n ca so de falle­
c im ien to del ase g u ra d o . b e n e fíc io d e c o m p e n s a c i ó n
e n a c c io n e s
equlty compensation benefit
b e n e flcla rlo p rim a rio
primary benejiciary R em u n eració n b a sa d a e n accio n e s.

En una en tid a d d e in te ré s variab le,


la parte q u e recib irá la m ayoría de sus b e n e f íc io d e e x p l o t a c i ó n
rend im ientos resid uales esp erad o s o
q u e ab so rb erá la m ayo ría d e sus p é r ­ G a n a n c ia d e la s a c tiv id a d e s d e o p e ­
d id as esperad as. r a c ió n .

b e n e fíc io d e l p e r ío d o
b e n e ficio
G an an cia del período.
G an an cia (1) y (2).

Cada locución que en este diccionario


comienza con la palabra “ganancia" pue­ b e n e fíc io d e s p u é s d e i m p u e s t o s
de tener un sinónim o que em piece con
“beneficio". Los que presentamos segui­ G an an cia d esp u és de im p u esto s.
damente son los que, según nuestra per­
cepción, se emplean con mayor frecuen-
b e n e fic io d ilu id o p o r a c c i ó n
(B D PA )

G an an cia diluida p o r a cció n .


b e n e fício a d q u irid o p o r u n
e m p le a d o
b e n e f íc io fis c a l
B e n e fíc io i r r e v o c a b le d e i
p lead o. G an an cia Im ponible.
b) el e m p le a d o a c e p t a v o lu n ta ria ­
b e n e fic io g ra v a d o
m en te d ich a d iso lu ció n a cam bio
G an an cia imponible. de tales beneficios.

Sinónimos: benefido por terminación,


b e n e flc io im p o n ib le beneficio por término [C L ]. indemni­
zación por cese [E S ] [N ltF/U E ].
G an an cia im ponible.
La comprensión de los s inónim os recién
presentados depende del contexto en que
b e n e flc io irre v o c a b le d e u n se los em plee, pues no id entifican e s b ­
e m p le a d o eltamente qué es lo que term ina o cesa.
Lo mismo ocurre con la expresión en in­
vested employee benefit glés “termination benefit".

En un p ian d e beneficios definidos, En el caso del inciso a), el b e n efid o pm


uno que deberá ser pagado a un e m ­ terminación se den om in a ta m bién "in-
p lead o , sin que el d erech o d e éste demnlzadón por d espido".
dependa de su continuidad al servi­
d o del em pleador.
b e n e fic io p o r t e r m in a c ió n
Sinónimos; beneficio adquirido por un
empleado, prestación con«}lidada de B e n e fid o p o r re s o lu c ió n d e l c o n tr a ­
un empleado [E S ] [NIIF/UE]. to lab oral.

b e n e fic io n e to b e n e f i c i o p o r t é r m i n o [C L ]

G anancia del período. B e n e fid o p o r r e s o l u d ó n d e l c o n tr a ­


to lab oral.

b e n e ficio p o r m u e r te
death benefit b e n e f ic io s a c o r t o p l a z o a lo s
e m p le a d o s
En un segu ro de vida, el im porte que
el asegu rad or debe abonar al b e n e ñ - ¡ B e n e ficio s a lo s e m p l e a d o s a co rto
d a r l o en caso de fallecim iento del ¡ p la z o (NIIF).
asegurado. '

b e n e fic io s a lo s e m p le a d o s
b e n e fid o p o r r e s o l u d ó n d el employee benefits
c o n tr a to la b o ra l
termination benefit R e m u n e ra d o n e s .

R em uneración que una entidad debe


pagar a un e m p lead o de ella si: b e n e fid o s a lo s e m p le a d o s i
c o r t o p la z o IN IIF ]
a) la primera disuelve la relación la­ short-term employee
boral antes de que el em pleado benefits [IF R S s]
haya alcanzado la edad normal de
i R e m u n e ra cio n e s qu e:
a) no son b e n e ñ c io s p o r re s o lu c ió n F.jemplo del tercer caso: un proceso alter­
del c o n tr a to la b o ra l: nativo de manufactura reduce los costo s
de producción.
b) u n a en tid ad d e b e p agar den tro de
los d o ce m e se s siguientes al c ie ­
rre del p e rio d o d u ra n te el cu al re­ b e n e f ic io s n o d i s t r i b u i d o s
cib ió los servicios q u e originan su
pago. G a n a n cia s acu m u la d a s.

Sinónimo; beneficios a corto plazo a


ios e m pleados, retribuciones a los b e n e ficio s p o s t-e m p le o
empleados a corto plazo. post employment benefits ) post
retirement benefits
b e n e fíc lo s a c u m u la d o s
R e m u n e ra cio n e s que:

G an an cias a cu m u la d a s.
a) un e m p le a d o d eb erá recibir d e su
e m p le a d o r o d e un te rce ro tra s la
b e n e fíclo s a l p e rs o n a l con clu sión d e su em pleo.

R em u n eracio n e s. b) n o son b e n e ficio s p o r re s o lu c ió n


del c o n tra to laboral.

b e n e f í c l o s d e f ín ld o s Sinónimos; beneficios posteriores ai


defined benefits empleo, beneficios post-reladón labo-

Ver p lan d e b e n e fíclo s definidos.


Pueden incluir

b e n e ficio s e c o n ó m ic o s fu tu ro s
c o n te n id o s e n u n a c tiv o b) pagos periódicos en efectivo ("pensio­
future economic benefits nes" o “jubilaciones"!;
embodied in an asset
ej otros beneficios, com o atención m é­
P o ten cial p a ra c o n trib u ir d ire c ta o dica. servicios legales o conuatación
in d irectam en te a los flujos d e e fe c ti­ de seguros de vida, que (si el plan lo
previese) podrían extenderse a perso­
vo y de eq u iv a le n te s al e fe ctiv o de
nas a cargo de los beneficiarios.
una en tid ad . P uede:

a) se r d e tipo p rod u ctivo, c o n stitu ­


yen d o p arte d e las a c tiv id a d e s d e b e n e ficio s p o s te r io r e s al
o p e ra c ió n d e la entidad: e m p le o

b) to m a r la form a d e convertibilidad B en eficios p o st-e m p le o .


en efectivo u eq u ivalen tes al e fe c ­
tivo: o
b e n e ficio s p o s t-r e la c ló n la b o ra l
c) resu ltar d e la re d u cció n d e pagos
en el futuro. B en eficios p o st-e m p le o .
los objetivos d e p olítica so cia l d e un
b e n e fic io s p r o c e d e n te s d e
gobierno.
p a r t i c i p a c i o n e s e n c a p i t a l [E S ]
Pueden incluir
G a n a n c ia s reco n o cid as c o n motivo
d e la ven ta o baja de p articipaciones a) la prestación, a la com unidad, d eser­
en p a trim o n io s d e otras entidades. vidos de sanidad, educación, vivien­
da, transporte y o tros de carácter so­
La expresión “procedentes de" no aclara cial, sin que los beneficiarios deban
debidam ente el origen de esta partida. pagar un imp>orte equivalente al valor
Los cambios en el "valor patrim onial pro­ de los servicios; y
porcional" (VPP) de una participación en
otra entidad “proceden de" ésta pero no b) el pago de p en sio n e s o ayudas a las
están alcanzados por la definición pre­ fam ilias, a n cia n o s, d iscapacitados,
sentada. desempleados, veteranos y otras per­
sonas, para que puedan acced er a los
servicios que les perm itan cubrir sus
b e n e fic io s p r o c e d e n te s d e l necesidades particulares, o pyara com ­
i n m o v i l i z a d o i n m a t e r i a l [E S ] plementar sus ingresos.

G an an cias reco n o cid as c o n m otivo


de la venta o baja d e a c tiv o s in ta n g i­ b ie n
bles. good

La expresión “procedentes del" no aclara O bjeto m aterial o in m a te ria l q u e tie­


debidamente el origen de esta partida.
n e un v a lo r.
Las regalías ganadas también “proceden
de” intangibles pero no están alcanzadas Esta definición se basa en c on cep tos eco­
por la definición presentada. nóm icos. Lo que es un "bien " según ella,
es un “activo" (para alguna entidad) en la
jerga contable.
b e n e fic io s p r o c e d e n te s d e l
i n m o v i l i z a d o m a t e r i a l [E S ] Por lo recién indicado, es posible encon­
trar voces en las que la palabra “bien" se
G an an cias reco n o cid a s co n m otivo utiliza con el sentido de “activo". En este
de la ven ta o baja d e e le m e n to s de diccionario, el significado d e esas voces
p ropiedades, p la n ta y eq u ip o. debe buscarse dentro de las q ue emplean
la palabra “activo" (por ejem plo , el signi­
La expresión “procedentes del" no aclara ficado de "bien intangible" debe buscar­
debidamente el origen de esta partida. se en la entrada correspond iente a “a cti­
vo in tangible").

b e n e fic io s r e tr o a c tiv o s
retroactive benefits b ie n f ld e ic o m itid o

V er c o s to d e s e r v id o s p a s a d o s. B ie n recib id o en f id e ic o m is o .

También se lo denom ina "activo fideico-


b e n e f ic io s s o c ia l e s [N IC S P ] mitido", pero un bien recibido en fideico­
social benefits [ I P S A S s ] miso no es un activo del fid uciario, ya que
éste no lo em plea en beneficio propio. En
B ien es, servicios y otro s b en eficios cambio, puede ser un “activo" para el fi­
proporcionados en cum plim iento de deicomiso.
b i e n g e n é r i c o (N IF M X j b ie n e s d e l p a t r i m o n i o h i s t ó r i c o
commodity heritage assets
A ctiv o n o fin an ciero cu y o p recio lo ­ B ie n e s del se c to r p ú b lico co n im p o r­
cal se e n cu en tra ligado a p recio s o b ­ ta n c ia c u ltu ra l, m e d io a m b ie n ta l o
servados en m e rca d o s e stab lecid os o, histórica, q u e suelen reu n ir las c a r a c ­
en su caso , a ín d ices e n co n tra d o s en te rís tic a s sig u ie n te s , o a lg u n a s d e
p u b licacion es in te rn a cio n a le s e sp e ­ ellas:
cializadas.
a) son in eem p lazab les;

b i e n e s d e c a m b i o [A R ]
b) su v a lo r e n té rm in o s c u ltu ra le s,
m e d io a m b ie n ta le s, e d u c a c io n a ­
1. V eretd sten cias.
les e históricos:
2. [FACPCEI En u n e s ta d o d e s itu a ­
1) p u e d e a u m e n ta r a u n q u e su s
ció n . u n a lín ea q u e agru p a a las
con d icion es físicas se d eterio-
existen cias y a los a n tic ip o s a p ro ­
v e e d o re s efe ctu a d o s p a ra su a d ­
qu isición 2) d ifícilm e n te se refleja en un
v a lo r fin a n cie ro q u e se b ase
Los anticipos a proveedores para la com ­
pra de bienes son cu en tas por cobrar en ex clu siv a m e n te en u n p re cio
especie, por los que no nos parece ade­ d e m ercad o;
cuado que se los presente Junto con el
rubro en el que se exponen los bienes a c) su vida útil es de difícil e stim a ció n
recibir. y puede llegar a cie n to s d e añ os;

d) su ven ta está restringida p o r d is­


b ie n e s d e u so p osicion es legales o e statu tarias.

1. Ver p ro p ie d a d e s, p la n ta y equipo. Esta definición fue elaborada sobre la


base de corKeptus expuestos en la N or­
2. IFACPCEl En un e s ta d o d e s itu a ­ m a Internacional de Contabilidad del
ció n , u n a línea q u e agru p a a los Sector PúbUco (NICSP) 17.
elem en to s d e p rop ied ad es, p lan ­
ta y equipo y a los an tic ip o s a p r o ­
v e e d o re s efe ctu a d o s p ara su a d ­ b ie n e s p a r a el u so
q u isición .
Ver p ro p ie d a d e s, p la n ta y e q u ip o.
Sinónim os; inmovilizado material
[E S ], in m o viliz a d o s m ate ria le s
b ifu rc a c ió n
[ESJ.
bifurcation
Los anticipos a proveedores para la com ­
pra de bienes son cu en ta s por cobrar en D icho de un in s tru m e n to fin a n c ie ro
especie, por tos que no nos parece ade­ h íb rid o , la se p a ra ció n del c o n t r a t o
cuado que se los presente junto con el a n fitrió n y del d e riv a d o im p líc ito
p a ra su tratam ie n to c o n ta b le p o r s e ­
b lu e c h ip
p arad o.
blue chip

b itá c o ra 1. S o c ie d a d b ien c o n o c id a , q u e tie­


n e a n te c e d e n te s e s ta b le c id o s en
Ver re g istro d e tr a n s a c c io n e s . m a te ria d e o b te n c ió n d e g a n a n ­
c i a s y p a g o s d e d i v i d e n d o s en
e fectivo.
BL
2 . T ftu lo e m itid o p o r u n a sociedad
A b reviatu ra (p o r "bylaw s") e m p lead a c o m o la in d ica d a e n la acep ció n
en los E stad o s U n id os p a ra h a c e r r e ­ an terio r.
feren cia a u n a s e cció n d e la p u b lica ­
c ió n AJCPA Professional Standards
B O IC A C
q u e (a u n a fech a d eterm in ad a) c o n ­
tien e el texto vigente del e s ta tu to del D e la n te d e u n n ú m e ro , el c o rre s p o n ­
In s titu to A m e rica n o d e C o n ta d o re s d ie n te B oletín O ficial d el In stitu to de
P ú b lico s C ertifica d o s (AICPA). C on ta b ilid a d y A u d ito ria d e C uentas
[E S I.
Ejemplo: la e^q^resión "BL 210" rem ite a
la sección 210 del estatuto del AICPA que Este acrónlm o suele em plearse para ha­
se refiere a los m iem bros de esta organi­ cer referencia a las respuestas dadas por
zación. el In stitu to d e C o n ta b ilid a d y Auditoría
d e C u en ta s (ICACT) [ES] a con sultas sobre
cuestiones contaW es. Por ejem plo : “BOI­
B lack » S c h o l e s y M e r t o n
CAC 3 8" refiere al boletín d ond e se eva­
cúa una co n su lta so b re el tratam iento
Ver fórm u las d e Black. S ch o les y M e r­ con table del ren tln g
to n .

b o le ta d e d e p ó s ito
b la n q u e a r
deposit slip
to white wash
D o c u m e n to ( d o c u m e n t) q u e resum e
R e c o n o c e r, m e d ia n te u n p r o c e d i ­
los v a lo re s o b je to d e d e p ó s ito e n una
m ien to legal, a c tiv o s q u e s e ob tu vie-
c u e n ta c o rrie n te , c u y a p re se n ta ció n
e s exigid a p o r a lg u n o s b a n c o s p a ra la
a) m ed ian te p ro ce d im ie n to s ilegíti­ c o n c re c ió n d e e s a o p e ra c ió n .
m os: o
Sinónim o: ficha de depósito [M X].
b) gracias a o p e ra cio n e s o g a n a n c ia s
que n o fueron de cla ra d a s al d e te r­
j b o le ta d e in v e n ta rio
m in arse las ob ligacion es im p o si­
tivas.
, 'l'a rje ta d e in v e n ta rio .

b la n q u e o
white washing j B o le tín [M X l

A cción y efe cto d e b la n q u e a r. I tip o d e p ro n u n c i a m i e n t o d e la


^ m i s i ó n d e P rin c ip io s d e C o n ta b i'
lidad (C P (') del In stitu to M ex ica n o dos por la Junta de Principios C ontables
d e C o n ta d o re s P ú b lic o s (IMCP). (APB) del AICPA o por la Junta de Normas
de Contabilidad Financiera (FASB) inte­
Los boletines vipentes a fin de mayo de gran. con las modificaciones que les ha­
2004 y transferidos ai Consejo M exicano yan introducido esos organism os, ios
para la Investigación y DesarroUo de Nor­ principios de contabilidad generalm en­
mas de Inform ación F inanciera (CINIF) te aceptados en ios Fstados Unidos (US-
Integran las norm as de in formación fl- CiAAP) para entidades no gubemamema-
nanciera (NIF), en tanto no hayan sido
abrogados por este organismo y con las
modificaciones que él les introduzca.
b o ie tín d e p r á c t i c a
practice bulletin
B o le tín d e C o n ta b ilid a d del
P erso n al U n tipo de p ro n u n c ia m ie n to c o n ta ­
StaffAccounting Bulletin (SAB) b le lUSGAAP] del C o m ité E je cu tiv o
[U Sl d e N o rm a s C o n ta b le s (AcSEC) so bre
c ierta s c u es tio n es c o n ta b le s a c o ta ­
U n tip o d e p r o n u n c ia m ie n to del das, que;
plantel técn ico de la C o m isió n d e V a­
a) en c a so d e ser a p ro b a d o p o r la
lo res y B o ls a s (SEC) q u e co n tien e in ­
ju n ta d e N orm as d e C on tabilid ad
terp retacio n es d e lo s p r in c ip io s d e
F in a n c ie r a (FASB), se in co rp ora a
c o n ta b ilid a d g e n e ra lm e n te a c e p ta ­
los p rin cip io s d e con ta b ilid a d g e ­
d o s en lo s E stados U nidos (USGAAP),
n e ra lm e n te a c e p ta d o s en los E s­
cuya em isió n y difusión n o im plica la
tados U nid os (USGAAP) para e n ­
fijació n d e u n a postura d e e se o rg a­
tidades no gu bernam en tales;
n ism o s o b re la c u estió n abordad a en
el B oletín. b) en c a so d e ser esp> ecíficam en te
aplicable a las en tid ad es gu b ern a ­
B o le tín d e E s tu d io s C o n ta b le s m en tales no fed erales y ser a p ro ­
bad o por la Ju n ta d e N o rm a s d e
Boletín d e In vestigación C ontable. C o n ta b ilid a d G u b e r n a m e n ta l
(Cj ASB), se in co rpora a los USGA­
AP para d ichas entid ad es:
B o le tín d e In v e s tig a c ió n
C o n ta b le c) en c a so d e s e r e s p e c ífic a m e n te
Accounttng Research Bulletin ap lica b le a las en tid a d es del g o ­
biern o federal y ser a p rob ad o por
(A R B )
la Ju n ta A seso ra d e N o rm as F e d e ­
Un tipo d e p r o n u n c ia m ie n to c o n ta ­ ra les d e C o n ta b ilid a d (FASAB). se
b le [USGAAP) del C o m ité d e P r o c e ­ in co rpora a los USGAAP para d i­
d im ien to C o n ta b le (CAP) del In stitu ­ chas entidades.
to A m e ric a n o d e C o n ta d o re s P ú b li­
c o s C e r tifica d o s (AICPA). b o le tín t é c n i c o

Sinónimo; Boletín de Estudios Conta­ technical bulletin (TB)


bles.
1. Un tipo d e p ro n u n cia m ie n to c o n ­
Los ARB que estaban vigentes cuando se ta b l e [USGAAP] d e la J u n t a d e
disolvió el CAP y que no fueron deroga­ N o rm a s d e C o n ta b ilid a d F in a n -
d e n (FASB) q u e co n tie n e guías de I c o m p ra s y v e n ia s d e d e te rm in a d o s
a p lica ció n d e los p r in c ip io s d e i
activos.
co n tab ilid ad g e n e ra lm e n te a c e p ­
ta d o s en los E stad os U n id os CUS-
GAAP) p a ra e n tid ad es n o guber- b o n ifíc a c ió n
n am entaJes.
1. G ra tifica ció n .
2. U n tipo de pro n u n ciam ien to c o n ­
tab le [USGAAP) d e la J u n ta d e 2 . D e s c u e n to (1).
N o rm a s d e C o n ta b ilid a d G u ­
b e rn a m e n ta l (GASB) que c o n tie ­
n e g u ía s d e a p l i c a c i ó n d e lo s
b o n ifíc a c ió n p o r v o lu m e n
USGAAP p ara en tid ad es gu b e rn a ­
trade discouni
m en tales no federales de los E sta ­
d os Unidos.
D e scu e n to oto rg a d o p o r u n v-endedor
3. U n tipo de p ro n u n ciam ien to c o n ­ a un c o m p r a d o r en ra z ó n del volu ­
table [USGAAP] d e la J u n ta A s e ­ m e n d e su s p ed id os.
s o ra d e N o rm a s F e d e ra le s de
Tam bién se lo den om in a “rappel" (ES),
C o n tab ilid ad (FASAB) q ue co n d e ­
palabra q ue n o iigura en el DKAF..
n e g u ía s d e a p l i c a c i ó n d e lo s
USGAAP p a ra e n tid a d e s del g o ­
bierno federal estad o u n id en se.
bono
La emisión de los boletines técnicos de la bond
FASB cesó en 2001.
T ítu lo d e d e u d a e m itid o e n m á s de
un e je m p la r y q u e g e n e ra lm e n te no
B o ls a d e C o m e r c io d e B u e n o s
e s d e c o rto p lazo.
A ire s (B C B A )

Su em isor puede pertenecer aJ s e c to r pú­


A sociación civil argen tin a q u e h a d ic ­ b lico o al sector privado.
tado:

a) n o rm a s co n ta b le s le g a le s q u e a l­
can zan a los e m isores d e los valo ­ b o n o [AR]
res q ue se cotizan en su recin to:
T ítu lo q u e o to r g a a su p ro p ie ta rio
b) reglas referidas a los con te n id o s
u n a p a rtic ip a c ió n s o b re la s g a n a n ­
d e los inform es d e a u d ito ría y r e ­
c ia s d e u n a so cie d a d p e ro n o sobre
v isió n de los e s ta d o s fin a n cie ro s
su p a trim o n io .
d e d ichos em isores.

M ás información en: Ejemplos: los “bonos de go ce" y los “bo­


nos de participación" a los q u e s e refiere
http://www.bcba.sba.com.ar.
la ley argentina 19.550.

b o ls a d e v a lo r e s
stock exchange I b o n o a m o rtlz a b le
I a n tic ip a d a m e n te
R e cin to geo g rá fico en el cu a l, b ajo I
c i e r t a s co n d ic io n e s , se c o n c ie rta n | B o n o re d im ib le.
b o n o a m o r t lz a b le c o n In g r e iio s b o n o cu p d n cero
Income hond i reifenue hond zero-coupon hond

B on o para cuyo pago se afectan d e ­ B on o que reúne las ca racterísticas de


term inados in gresos. un título d e d eu d a cu p ó n c e ro .

Ejemplo: un bono estatal a cuyo pago s


afecta la recaudación de un peaje.
b o n o d e ca u ció n

b o n o b asu ra Ver segu ro de ca u ció n


jtin k hond
b o n o d e c u m p lim ie n to
B on o con u na c a liñ c a c ió n d e riesgo
inferior a “B E B ”. que gen eralm en te performance bond
paga un in te ré s superior al de los que
S egu ro que cubre el riesgo d e que un
c u en tan c o n u n a c a lifica ció n m ás
co n tra tista no ejecute un co n tra to de
alta.
con stru cción .
También se lo denomina "bono especu­
lativo", pero en esencia toda inversión es Sinónimo; aval para licitaciones, bono
especulativa. de ejecución.

El vocablo inglés “performance" puede


b o n o c a n je a b l e ser traducido de diversas maneras, pero
exchangeable hond dado que el objeto de la flanza indicada
es cubrir el riesgo de que el contratista no
B on o que reúne las características de cumpla con su obligación, consideramos
un títu lo d e d e u d a c an jeab le. que las traducciones más adecuadas son
“cumplimiento” o “ejecución". Por tomis­
mo. no nos parece adecuado que en la tra­
b o n o c o m m o d ity ducción al español de la Norma Interna­
commodity hond cional de Inform ación Financiera (NllFj
4, la expresión “performance bond" haya
B on o cuyo capital es pagadero en b ie­ sido traducida com o “bono de rend i­
n es o se actualiza de acu erd o con la miento”.
variación del p recio de bienes.

b o n o d e d is f r u te
b o n o c o n s o lid a d o
Consolidated bond B o n o d e go ce.

B o n o em itido en reem plazo de otros,


p erten ecien tes a d os o m ás em isio- b o n o d e e je c u c ió n

B o n o d e c u m p lim ie n to .

b o n o c o n v e r tib le
convertible bond b o n o d e fid e lid a d
fidelity bond
B o n o q ue reúne las ca racterísticas de
un títu lo d e de u d a c on vertib le.
b o n o d e f u n d a d o r (E S ) b o n o d e r e n d i m i e n t o (N IIF j

B o n o d e g o c e e n tre g a d o a lo s fu n d a ­ V er b o n o d e c u m p lim ie n to .
d o r e s d e u n a s o c ie d a d .

b o n o d e s u s c rip c ió n
b o n o d e g a r a n tía c o la te r a l
collateral trust bond C e r tific a d o d e o p c ió n d e s u s c r ip c ió n
d e a c c io n e s .
B o n o g a r a n tiz a d o p o r a c c i o n e s d e
p r o p i e d a d d e s u e m is o r .

b o n o d e v e n c im ie n to
bono de goce e s c a io n a d o
serial bond
T í t u l o e m it i d o p o r u n a s o c i e d a d , q u e
n o r e p r e s e n ta u n a p a r tic ip a c ió n e n B o n o c u y o c a p ita l v e n c e e n c u o t a s .
s u c a p it a l, p e r o q u e :
Tam bién ha sido denom inado “bono en
a) d a d e r e c h o a p a r tic ip a r e n s u s g a ­ serie" o “bono seriado", pero estas expre­
n a n c ia s ; siones inducen a pensar en b o n o s em iti­
dos por seríes.
b) p u e d e o to rg a r o tro s d e r e c h o s , q u e
la le y y e l e s t a t u t o d e la s o c i e d a d
p rev e a n . b o n o d e l te s o ro
treasury bond
Sinónimos: acción de disfrute [E S ],
acción de goce [E S ], bono de disfru- B o n o e m i t i d o px)r u n g o b i e r n o .

b o n o d ir e c to
b o n o d e p a r t i c i p a c i ó n (A R )
straight bond
D e n o m i n a c i ó n d a d a p o r la L e y d e
B o n o c u y o c a p ita l d e b e p a g a r s e ín ­
S o c i e d a d e s C o m e r c i a l e s ( L S Q (A Rj a
te g r a m e n te a su v e n c im ie n to .
u n títu lo q u e :

Esto es, no existen pagos a cuen ta y todos


a ) n o r e p r e s e n ta c a p ita l;
los cupones anteriores al últim o corres­
ponden exclusivamente a in tereses.
b ) p u e d e e n tre g a rs e e n c o m p e n s a ­
c ió n p o r p r e s ta c io n e s r e c ib id a s
( d is t in t a s a lo s a p o r t e s d e c a p it a l) ;
b o n o e n s e r ie

c) p e r m it e p a r t ic ip a r e n l a s g a n a n -
d a a d e la s o c ie d a d e m is o r a ; V er b o n o d e v e n c im ie n to e s c a lo n a ­
do.
d ) n o o to r g a o tro s d e r e c h o s ;

e ) e n c a s o d e s e r r e c i b id o s p o r m i e m ­ b o n o e s p e c u la tiv o
b r o s d e l p e r s o n a l, c a d u c a c u a n d o
s e e x t in g u e la r e la c ió n la b o r a l. V er b o n o b a su ra .
b o n o h ip o te ca rio b o n o r e d im ib le
mortgage bond callable bond

B o n o garantizado p or una o m ás h i­ B o n o que reúne las ca ra cte rística s de


potecas. un título d e de u d a re d im ib le

Sinónimo; bono amortizabie anticipa­


b o n o in d e x a d o damente.
index-Hnked bond Como sinónimo, suele emplearse la <
presión “bono rescalable", pero:
B on o cuyo capital se actualiza en fun­
ción d e la evolución d e un fn d ice de
p recios.

b) ningunadelasdefinicionesde"resca­
tar" que suministra el DRAE. expresa
b o n o n o m in a tiv o la idea de comprar de nuevo algo que
non-bearer bond se había vendido, poseído o tenido
por alguna razón o título.
B o n o reg istra d o a n o m b re d e i
p erso n a d eterm in ad a.
b o n o re s c a ta b le

Ver b o n o redim ible.

b o n o o b lig a to ria m e n te
c o n v e rtib le
mandatorily coni>ertible bond Ver b o n o d e v e n cim ie n to e s c a lo n a ­
do.
B o n o qu e reú n e las características de
un in stru m en to fin a n cie ro ob lig ato - I
riam en te co n v ertib le. ! b o n o s u b o r d in a d o
júnior bond \subordinated
bond
b o n o p re fe re n te
B o n o que reúne las ca ra cte rística s de
B on o privilegiado. un titu lo d e d e u d a su b o rd in a d a .

b o n o p r iv ile g ia d o b o n o s e m itid o s p o r s e rie s


sénior bond series bonds

B o n o q ue reú n e q ue reú n e las c a ra c ­ B o n o s em itidos co n distintas co n d i­


terísticas d e un títu lo d e d e u d a p ri­ cion es. p or un m ism o c o n tra to .
vilegiada.
1 bono de vencí-
Sinónimo; bono preferente.
I les d e u n a u d ito r d e e s t a d o s fin a n -
b o n o s p ro p io s e n c a r te r a
I c le ro s y las o b lig a cio n e s q u e algu n as
treasury boruis I p e rs o n a s su p o n e n q u e el a u d ito r tle-

B o n o s q u e h an sido adquiridos p or
su em isor, lo q u e p ro d u ce su c a n c e ­ Son ejem plos de creencias errón eas que
lación. pueden integrar una "brech a d e expecta­
tivas* los supuestos de que un auditor de
Como sinónim o se utiliza ‘ bonos read­ estados financieros:
quiridos’ , pero la palabra ‘ readquirído’
no figura en d DRAE.
a) debe detectar cualquier fra u d e que se
haya com etido en la e n tid a d in fo r­
m ante:
b o n o s re a d q u liid o s
reacquired boruis b) es responsable por el co n te n id o de
dichos estados;
Ver b o n o s p ro p io s e n ca rte ra .
c) exam ina la totalidad d e las tr a n s a c ­
c io n es (1) que se reflejan en ellos;
b o rra d o r d e e x p o sició n
d) cuando brinda un a o p in ió n lim p ia
exposuredraft
sobre tales estados;
Un p ro y e a o d e n o rm a o d e otro tipo
1) certifica su veracidad o su exacti­
de p ron u n d am ien to que se difunde
tud: o
para recoger op in ion es o c o m é n ta ­
n os dei público.
2) garantiza la solvencia d e la entidad
inform ante.
Sinónimos; bonador para exposición,
proyecto para auscultación [M X].

b ru to
b o r r a d o r p a r a e x p o s ic ió n gross

B orrad or d e ex p osición . D icho d e u n im p o rte , q u e n o h a s u ­


frid o d e d u c c ió n a lg u n a (s a lv o p o r
c o r r e c c ió n d e e r r o r e s ).
b re ch a d e e x p e c ta tiv a s
expectation gap Ejemplo: el “im porte bruto" d e las ventas
es el que no refleja el efecto d e las ded uc­
Expresión usada para referirse a las ciones de devoluciones, d e s c u e n to s c o ­
diferencias entre las obligaciones rea- m erciales o bo nificacio nes p o r volum en.
b) p re s ta n se rv ic io s re la c io n a d o s
ca ja
con dichos valores.

Ejemplos de depositantes y comitentes:


agentes d e bolsa y clientes de éstos, res-
c a ja c h ic a peaivam ente.
petty cash Ejemplos de servicios relacionados; la
cobranza de dividendos, la em isión de
Fon d o fijo pequeño. cenificados de tenencia de a ccio n es para
la concurrencia a asam bleas de accionls-
Sinónimo: fondo de caja chica.

c a ja d e a s ig n a c io n e s
ca ja y b an co s
f a m i l i a r e s [AR|

Ver efectivo.
Entidad estatal que:

a) se fin an cia c o n a p o rte s b asad os


en las r e m u n e r a c io n e s pagadas ca je ro a u to m á tico
p or los e m p le a d o re s ; automated teller machine
(A T M )
b) paga asig n a cio n e s fa m iliares a los
e m p le a d o s , d ire c ta m e n te o p or M áquina q ue perm ite q ue el d ie n te
m edio de d ich o s em p lead ores. de un b a n co in teractú e co n éste, sin
la intervención d irecta de su p erso-
Al cierre de cada mes. un empleador es
deudor o acreed or de la caja por el im ­
porte resultante de esta cuenta:
Podría, por ejemplo, retirar dinero, efec­
apones del periodo tuar depósitos u obtener informaciones
m en os asignaciones familiares pagadas sobre saldos.
en el mismo
m ás {m enos] saldo a favor de la caja (del
empleador) proveniente de períodos ca lifica ció n c re d itic ia
anteriores y pendiente de cancelación.
credit rating

c a ja d e v a lo re s 1. C a iific a d ó n d e rie sg o efectu ad a


p a ra e valu ar si u n a p e r s o n a e s
securities clearíng house
ap ta para la re ce p ció n d e un p r é s ­
tam o.
Entidad que:

a) recib e d ep ósitos c o lectivos d e va ­ 2. T area e fectu ad a p ara arrib ar a d i­


lores fu n g ib les, a la ord en d e sus ch a calificación.
dep ositan tes y a no m b re d e c o m i ­
te n te s d e éstos; Sinónimo: tasación (rating).
c o n ta b le o c a m b io d e la e n tid a d
c a llf lc a c ló n d e r ie s g o
In form an te.
risk rating
3 . |NIF MX] C a m b io d e la en tid ad
1. O p in ión in d e p en d ien te sob re un
in fo rm a n te , c a m b io d e e s tim a ­
in s tru m e n to fin a n cie ro , una e m ­
ción co n tab le, c a m b io d e política
p resa o un país.
con tab le o re c la s ific a c ió n .
2 . T area efectu ad a para form ar dicha
o p in ión . c a m b io d e e s tim a c ió n c o n ta b le

Suele expresarse mediante com binacio­


change in íuxvunting estímate
nes de letras (o de letras y números).
M odificación q u e . c o m o r e su lta d o de
La calificación de un instrumento finan­ u n a nu eva e v a lu a ció n b a s a d a e n in­
ciero no es una recom en dación para fo rm a ció n a c tu a lm e n te d isp o n ib le ,
comprarlo, venderlo o conservarlo. e n la exp e rie n cia re u n id a o e n n u e ­
vos d esarrollos:

c a lific a d o r a c r e d itic ia a) se efectú a a la m e d id a co n t a b l e de


creditrater un a c tiv o o d e un p a s iv o ; o

Entidad que se d edica a efe ctu a r c a ­ b) a fe cta las m e d ic io n e s c o n ta b le s


lificacion es c re d itid a s. (1) fu tu ras d e a c tiv o s o d e p asivos
ex iste n te s o fu tu ros.

c a lific a d o r a d e r ie s g o Sinónimo: cam bio en estim ación con­


riskrater table.

Por ejemplo, un “cam bio de e stim ación'


Entidad q ue se d ed ica a e fe ctu a r c a ­
podría afectar la m anera en que se com ­
lificacion es de riesgo.
putarán las futuras d ep reciacion es de una
maquinaria.
S inónim o; a gencia de calificación
[E S ], calificadora de valores [M X].
c a m b io d e la e n tid a d
in fo r m a n te fN IF M X ]
c a l i f i c a d o r a d e v a lo r e s [M X]
change in accounting entity
C alificad ora d e riesgo. [U S G A A P J

U n c a m b io q u e h a c e q u e , e n lo s h e­
c a m b io ch o s. lo s e s t a d o s f i n a n c i e r o s em iti­
d os se a n los d e u n a e n t i d a d in fo r­
Tip o decanü>io. m a n te d istin ta.

SinónitTX): cam bio en la e structura del


ca m b io co n ta b le
ente ecortómico [N IF M X ].
accounting change
Los principios d e con tab ilid ad general­
1. C am b io d e p o lítica co n ta b le . m ente acep tad os en los Estados Unidos
(USGAAP) indican que un cam b io en la
2. [USGAAPI C a m b io d e p rin c ip io entidad inform ante resu lta, principal­
co n tab le, c a m b io d e e s tim a c ió n mente. de alguno de estos hecítos:
a) la presentación de estados finan cie­ También se lo denomina "cam bio co n ta ­
ros consolidados o de estados flnan- ble". pero ésta expresión es algo difusa y
cleros com binados en reemplazo de en algunas norm as contables se la consi­
los estados individuales; dera abarcadora de otros conceptos.

b) el cambio de las controladas especf-


fícas que conforman el grupo por el
cual se presentan estados consolida­ c a m b i o d e p r in c ip io c o n t a b l e
dos. por razones distintas a una com ­ c h a n g e in a c c o u n t in g p r in c ip ie
binación de negocios: ÍUSGAAPl

c) el cambio de las entidades que se in­


C am bio de:
cluyen en un juego de estados finan­
cieros combinados.
a) una n o rm a c o n ta b le incluid a en
Extendiendo la aplicación del inciso b). los p rin cip io s de co n ta b ilid a d ge ­
in terpretam os que tam poco sería un n e ra lm e n te a c e p ta d o s en los E s­
cambio de la entidad informante la exclu­ tad os Unidos (USGAAP) por o tra,
sión de las controladas (anteriormente cuand o:
consolidadas) que hayan sido enajenadas
durante el período corriente. 1) el uso ind istinto d e am b a s está
perm itido; o

c a m b io d e n o r m a p a rtic u la r 2) la n o rm a cuyo uso : > d iscon -


[N IF M X) tin úa ha d ejad o d e s r a cep ta -

C am b io de p o lítica co n tab le.


b) un m étod o utilizado para la a p li­
cació n d e u n a n orm a c o n ta b le por
ca m b io d e p o lítica c o n ta b le
otro.
c f w n g e i n a c c o u n t i n g p o lic y
Es un concepto similar al de cam bio de
Reem plazo de u n a p o lític a c o n ta b le política contable*, aplicado en el marco
por otra. délos USGAAP.

Sinónimo; cambio de norma particu­


lar (N IF MX].
ca m b io en e s tim a c ió n c o n ta b le
Ejemplos;
C am b io d e e stim a ció n co n ta b le .
a) las m ercaderías de reventa dejan de
medirse con el criterio “costo históri­
co o valor recuperable, el menor" y
comienzan a medirse con el de “costo c a m b i o e n la e s t r u c t u r a d e l
de reposición o valor recuperable, el e n t e e c o n ó m i c o [N IF M X]

C am b io d e la en tid ad in fo rm a n te .
se modifíca el método utilizado para
asignar el costo histórico de las mer­
caderías de reventa entre las unidades
vendidas y las existentes, de “costo ca n c e la c ió n d e la m a tr íc u la
promedio ponderado" a "primera en­
trada, prim era salida”. Ver revocación -
c a n c e la c ió n n e ta e n a c c io n e s I c a n tid a d r e c u p e r a b le
net share settlement
Im p o rte re cu p e ra b le .
U n a m an era d e ca n ce la r un In s tru ­
m e n to fin a n c ie ro q u e h a prod u cid o
c a p a c id a d n o r m a l d e la s
una p é rd id a a u n a p arte y una g a n a n ­
in sta la cio n e s d e p ro d u c c ió n
c i a a o tra, m ed ia n te la cu al la p rim e ­
ra entrega a la segunda a ccio n e s, cuyo
^ « “ ÍS ^ n a b ir c o T r ie n tr ig u a ír a l | normal capacity o f prodtiction
resu ltad o d e la op eració n . facilities [IF R S sl
I V eractiv id ad n o rm a l d e p ro d u c c ió n .

c a n c e l a c i ó n n e t a e n e f e c tiv o
net cash settlement ca p a cid a d o c io s a
idle capacity
U n a m an era de ca n ce la r un in s tru ­
m e n to fin an cie ro q ue h a p roducido P a rte n o u tilizad a d e la c a p a c id a d fa­
u n a p érd id a a una parte y una g a n a n ­ bril c o rre s p o n d ie n te a la a c t i v i d a d
c i a a otra, m ed ian te la cual la p rim e ­ n o rm a l d e p ro d u c c ió n .
ra e ntrega e fe ctiv o a la segunda.
Una “capacidad ociosa" im plica c o sto s de
in frautilización de la cap acid ad p rod uc­
tiva.
ca n je
El em p leo d e la ex p resión “ca p a cid a d
Trueque. ociosa” (a secas) puede confundir porque
la palabra “ociosa” podría suponerse aso­
ciada con la capacidad “to tal" d e produc­
ción y no c on la correspon d ien te a l nivel
c a n je a b le
de “actividad n ormal".
exchangeable

Vct con vertib le. ca p a cita ció n c o n tin u a

E d u c a c ió n p ro fe s io n a l c o n tin u a d a .
canon
concessionfee ca p ita ció n

R egalía que se paga po r el d isfrute de


capitation
una co n ce sió n otorgad a p o r un g o ­
U n e sq u e m a b ajo el cu a l:
bierno.
a) u n a e n tid a d q u e a d m i n i s t r a un
Dado un periodo, el “canon” puede:
p lan d e sa lu d c o n t r a t a lo s se rv i­
a) consistir en una suma ñja de efectivo; c io s d e u n p r o f e s io n a l o d e un
h o sp ita l, q u e s e o b lig a a p re s ta r
d e te rm in a d o tip o d e s e r v ic io s a
b) cuando la concesión se refiere a la ex- un n ú m e ro d e a d h e re n te s al plan;
plotadón de un recurso natural, ba­
sarse en la cantidad de unidades ex­ b) la re trib u ció n p o r e s a s ta r e a s se
traídas. fija so b re la b a se d e la c a n tid a d de
ad herentes y no varía en función s u lta d o s a c u m u la d o s d e u n a e n ti­
del n úm ero d e servicios efectiv a ­ dad.
m en te p restad o s por el profesio ­
nal u hospital. En las norm as co n ta b le s prevalece el
"concepto financiero de capital", según el
cual debe mantenerse un "capital finan­
c a p ita l ciero", basado en las medidas monetarias
capital I capital stock |stock asignadas a dichos aportes (menos sus
devoluciones).
1. C on junto d e las a c c io n e s o c u o ­
En doctrina, se ba hablado tam bién de
tas q u e represen tan la p articip a­
“concepto físico de capital", según el cual
ció n de lo s p r o p ie ta r io s d e una
ha de conservarse un ‘capital físico" defi-
s o cie d a d en su p a trim o n io . nitorio de cierta capacidad productiva
(sea: un número de unidades a ser m a­
2. Bn un e s ta d o d e s itu a ció n , el im ­
nufacturadas cada día) y para cuya deter­
po rte su scrito o el in tegrad o del minación deben considerarse las m ed i­
cap ital n o m in a l o del ca p ita l asig ­ das con tables asignables a:
n ad o , co n su a ju s te p o r in fla ció n
o sin él, según lo q u e estab lezcan a) los activos aportados originalmente;
las n o r m a s c o n ta b le s q u e se h a ­
yan aplicad o para la preparación
de los e s ta d o s fín a n cie ro s . b) los activos que. respondiendo a la tec­
nología más avanzada, permitan pro­
Sinónimo; capital social. ducir el mismo volumen de bienes y
de servicios que el apone original; o
También se le refiere con la expresión “ca­
pital a|K>rtado", que puede confundirse c) losactívosque.respondiendoalatec-
con el “capital Integrado". nología más avanzada, permitan pro­
ducir el mismo valor de idénticos bie-
Una locución en inglés que incluya la pa­
labra “capital" podría tener sinónimos en
los que en su lugar apareciera “capital
stock" o simplemente "stock" (conjunto
c a p i t a l a d ic io n a l p a g a d o
de acciones).

P rim a de em isión d e a ccio n e s.


c a p i t a l INIIF]
capital llFR Ss]
c a p i t a l a je n o
Según el m a rc o c o n c e p tu a l ad o p ta­
do por el C o n s e jo d e N o rm a s In te r ­ V e r p a s iv o .
n a cio n a le s d e C o n ta b ilid a d (CNIC,
lASB), cu and o s e em p lea el c on cep to
finan ciero d e c a p ita l a m a n te n e r , s i­ c a p ita l a p o rta d o
nónim o de p a t r ^ o n i o .
La p a rte del c a p ita l s u s c r ito q u e
h a sid o pagada p o r lo s a c c io n is ­
ca p ita l a m a n te n e r
tas.
capital to be maintained
Sinónimos: capital cubierto, capi­
M ed id a asig nad a a lo s a p o rte s d e lo s tal desembolsado, capital integra-
p ro p ie ta rio s para d eterm in a r los r e ­
capital pagado.
2. La p arte d e lo s a p o rte s d e lo s pro - .
c a p ita l a u t o r i z a d o n o e m i t i d o
p ie ta r io s q u e h a sid o pagada por i
és to s . i authorized unissued capital \
authorized unissued stock
En la locución deñnida y en sus sinóni
mos, ias palabras “apoitado". “cubierto" ¡ C a p ita l n o em itíd o .
"desembÑolsadn". "integrado" y “p<^ado
consideran d punto de vista de los accio
nistas. no el de la emisora de las accio c a p ita l c ir c u la n te
nes. circulating capital

C a p ita l c o r rie n te .
c a p i t a l a p o r t a d o [ES]

V er c ap ital. ca p ita l c o m a n d ita d o

Ver so c ie d a d e n c o m a n d ita .
c a p i t a l a p o r t a d o e n e x c e s o d el
v a l o r p a r o d e l v a l o r a s ig n a d o
capital contributed in excess o f c a p ita l c o m a n d ita r io
par or stated indue
Ver so c ie d a d e n c o m a n d ita .
P rim a d e e m is ió n d e a c cio n e s .

c a p i t a l c o n t a b l e [N IF M X ]
c a p i t a l a s ig n a d o
P a tr im o n io d e u n a e n tid a d c o n fines
stated capital
d e lu cro.

Im porte asignado p o r u n a s o cie d a d Las Normas de In fo rm a ció n F in an ciera


a las a c c io n e s em itidas por ella, cu a n ­ (NIF) mexicanas em plean la palabra "ca ­
d o no tie n e n u n im p o rte n o m in a l. pital” con el sentido de “p a trim o n io ", por
lo que clasifican al "capital co n ta b le " en
Sinónimos: capital declarado, capital “capital contribuido" y “ca p ita l ganado".
establecido.

A cunas normas de jurisdicciones locales


c a p ita l c o n tr ib u id o
de los Estados Unidos establecen que el
"capital asignado" debe fígurar en la es-
contributed capital |
criñira de constitución de una sociedad contributed stock
o en su estatuto.
1. A p o rtes d e lo s p r o p ie ta r io s .

c a p ita l a u t o r i z a d o 2 . [NIF MX] S u m a d e lo s a p o r te s de


lo s p ro p ie ta rio s y d e la s d o n a c io ­
authorized capital \authorized
n e s recib id a s p o r u n a e n tid a d .
stock
Ambas definiciones coexisten en las Nor­
El m áxim o c a p ita l q u e un a so cie d a d
m as de In fo rm a ció n F in a n c ie r a (NIF)
pued e em itir d e acu erd o c o n su e s ­ mexicanas, pero la segunda sólo se em ­
critu ra constitutiva, su e s ta tu to y las plea en los estad os fin a n c ie ro s d e los en­
n o rm a s legales. tes sin fines de lucro.
c) "fondo de maniobra” |ES|, porque la
c a p ita l c o n t r i b u i d o e n e x c e s o
palabra “fondo" induce a pensar en un
d el i m p o r t e a s ig n a d o activo.
contrihuted capital In excess o f
stated valué
c a p ita l c u b i e r t o
D iferencia en tre la m e d id a c o n ta b le
Capital a p o rta d o (I).
asignada a los ap o rte s d e lo s prop ie*
tartos y el im p o rte del c a p ita l a s ig ­
nado. c a p ita l d e la m in o r í a

La traducción literal de “stated valué" es Ver p a rtic ip a cio n es n o c o n tro la n tes.


“valor asignado", pero su concepto es el
de importe asignado.
c a p ita l d e lo s d u e ñ o s

c a p ita l c o n t r i b u i d o e n e x c e s o Patrim onio.


d e l i m p o r t e n o m in a l
contrihuted capital in excess o f
c a p ita l d e t r a b a jo
par valué
working capital (W C)
D iferencia en tre la m e d id a c o n ta b le
Ver ca p ita l co rrien te.
asignada a lo s a p o rte s d e lo s p r o p ie ­
tario s y el im p o rte n o m in a l del c a p i-
c a p ita l d e t r a b a jo n e to
net working capital
La traducción literal de "par valué" es “va­
lor nominal”, pero su concepto es el de Ver ca p ita l co rrien te.
Importe nominal.

ca p ita l d e cla ra d o
ca p ita l c o r r ie n te
current capital C apital asignado.

Exceso del a c tiv o c o r r ie n te s o b re el


pasivo c o rrien te. ca p ita l d e cla ra d o
stated capital
Sinónimo; capital circulante.
Im porte asignado, co n fines le gales,
al c a p ita l em itid o .

a) "aaivo circulante neto" y “activo co­


c a p ita l d e s e m b o ls a d o [ES]
rriente neto", porque en estas expre­
siones no se aclara qué es lo que se ha
C ap ital a p o rta d o (1).
restado del activo corriente,

b) “capital de trabajo" y “capital de tra­


bajo neto” IMXj, porque estas locucio­ c a p i t a l e m itid o
nes invitan a pensar en el capital ne­ issued capital \issued stock
cesario para cierta actividad y no en
la diferencia entre dos m edidas co n ­ Parte del c a p ita l a u to r iz a d o p o r la
tables: q u e se h an em itido a c c io n e s .
c a p ita l m o n e t a r io

P o s ic ió n m o n e ta r ia n e ta .
c a p i t a l e n a c c io n e s
share capital
c a p i t a l n e t o [M X ]

En u n a s o cie d a d , la p arte del c a p ita l


P a trim o n io .
q u e e stá rep resen tad a p or a ccio n e s.

c a p ita l n o a p o r ta d o
c a p it a l e n c ir c u la c ió n
unpaid capital
outstanding capital \
outstanding stock P arte del c a p ita l s u s c r i t o q u e n o ha
sido p ag ad a p o r lo s a c c i o n i s t a s .
P arte del cap ita l e m itid o que está en
m an o s del público. Sinónimos: capital no cubierto, capi­
tal no desem bolsado [E S ], capital no
integrado, capital no p agado, capital
c a p ita l e s t a b le c id o pendiente de d esem bolso [E S ].

C ap ital asignado. En la lo cución definida y en sus sinóni­


mos, las palabras “aportado", “cubierto”,
“desem bolsado", "Integrado" y “pagado"
c a p ita l f in a n c ie r o consideran el pum o de vista de los accio­
nistas, no el de la em isora de las accio-
Ver c ap ital a m a n te n e r.

c a p ita l n o c u b ie r t o
c a p it a l f í s ic o
C a p ita l n o a p o rta d o .
Ver c ap ital a m a n te n e r.

c a p i t a l n o d e s e m b o l s a d o [ES]
c a p ita l g a n a d o [N IF M X]
C a p ita l n o a p o rta d o .
Exceso dei p atrim o n io sob re el total
de los ap ortes de los p ro p ie ta rio s.
c a p ita l n o e m itid o
Cuando la segunda cifra supera a la pri­ unissued capital \unissued
mera. la diferencia se denomina “déficit"
stock
fNIFMX].
P a rte del c a p ita l a u t o r i z a d o p o r la
c a p ita l In te g r a d o q u e n o se h a n e m itid o a c c i o n e s .

Sinóninx); capital autorizado no emití-


C apital a p o rtad o (1).

c a p ita l líq u id o (ES] c a p ita l n o in te g r a d o

Ptcrlm ook). C a p ita l n o a p o rta d o .


rencia por las a cdon ea" y r
c a p it a l n o p a g a d o otorgan una prirferencia.

C ap ital n o a p o rta d o
c a p ita l p r e f e r id o

c a p it a l n o m in a l Ver c a p ita l p referen te


nominal capital

Para cad a c la s e d e a c c io n e s in tegran ­ c a p ita l p r o p io


tes del c a p ita l d e un a s o cied ad , el re­
sultado d e m ultiplicar el n úm ero de
ellas por su im p o rte n o m in a l

c a p ita l r e s tr in g id o
c a p it a l o r d in a r io restricted capital
common capital
Parte del c a p ita l q ue está represtm -
Parte del c a p ita l q u e está rep resen ­ tada por a c c io n e s cuya e n a jen a ció n ,
tada por a c c io n e s o rd in a ria s por parte d e sus titu lares, e s tá tem ­
p oralm ente prohibida.

c a p it a l p a g a d o Tal restricción podría derivar, (wr ejem ­


Jully paid capital \paid-in plo, de una condición establecida por una
capital I paid-up capital entidad para entregar acciones propias a
sus empleados, como parte de su rem u­
C ap ital a p o rta d o (1). neración.

c a p ita l s o c ia l
c a p it a l p a g a d o a d ic io n a l
additional paid-in capital \c a p ita l
(A P IO '

Prim a d e em is ió n d e a c cio n e s . c a p ita l s u s c r ip t o

Ver c a p ita l su scrito.


c a p i t a l p e n d ie n t e d e
d e s e m b o ls o (ES]
c a p lta l s u s c r it o
C ap ital n o a p o rta d o . s u b s c r i b e d c a p i t a l |s u b s c r i b e d
stock

c a p it a l p r e f e r e n t e La p a n e del c a p ita l e m itid o q u e los


preference share capital a c c io n is ta s se h an co m p ro m etid o a
ap o n ar.
P a n e del c a p ita l q u e es tá rep resen ­
tada por a c c io n e s p r e fe r e n te s Incluye al capital no aponado

Como sinónim o se emplea la expresión En lugar de la palabra "suscrito" se em ­


"capital preferido", pero esta expresión plea a veces "suscripto" (admitida por el
induce a suponer que existe una "prefe- DRAE).
c a p ita li z a c ió n c a p ita liz a r
capitalisation |capitalization to capitalise |to capitalize

1. A cción y efecto de ca p ita liz a r 1. Incorporar al c a p ita l u n p a s iv o , un


a p o rte n o c a p ita liz a d o ( h a s ta ese
2 . E stru ctu ra d e ca p ita l. m o m en to ), g a n a n c ia s a c u m u la ­
d a s n o asig n a d a s o r e s e r v a s
3 . Ver activ a ció n .
2 . In co rp o ra r a l ca p ita l d e u n p r é s ­
ta m o un in te r é s o el im p o rte r e ­
c a p ita li z a c ió n b u r s á til su lta n te d e u n a In d e x a c ió n .

C ap italización de m ercad o. Ver también activar.

c a r á c t e r c o m e r c i a l {N IIF j
c a p ita liz a c ió n d e c o s t o s d e commercial substance [IF R S sl
p r é s ta m o s
D ich o d e u n tr u e q u e d e a c t iv o s , que
Ver a c tiv a d ó n d e c o s to s d e p r é s ta ­ c u m p le c o n u n a c o n d ic ió n d e te rm i­
m os. n a n te p a ra e s ta b le c e r si. c o n m otivo
d e él, d e b e r e c o n o c e r s e u n r e s u lta d o
o n o d e b e h a cérselo .

c a p ita li z a c ió n d e c o s t o s La expresión se refiere a la ese n cia (natu­


f ln a n c ie r o s raleza) de la tra n sa cció n (1) y no a la le­
gislación que sea aplicable a ella.
Ver a c tiv a d ó n d e co s to s fin a n d e r o s.
De acuerdo con las N orm as In tern a c io ­
nales de In form ación Fin a n cie ra (NIIF),
una permuta es de “naturaleza com ercial”
c a p it a ii z a d ó n d e m e r c a d o cuando:
market capitalization
a) existe una diferencia:
D ich o d e u n a e m p re s a q u e c o tiz a
1) entre la configuración (riesgo, ca­
públicam ente sus a c d o n e s , la sum a
lendario e im porte) de los flujos de
d e las m ultiplicacion es de los precios
efectivo del activo recibido y la de
de m ercado de cada a c c ió n o rd in a ­ los flujos de efectiv o d el activo
ria por su cantidad en d rcu la ció n . transferido; o

Sinónimo; capitalización bursátil. 2) entre el valor esp e cífico para la


entidad de la parte de sus activi­
No equivale al "valor de la empresa”. dades a fectad a por la perm uta
(computado considerando los flu­
En algunas normas estadounidenses, se jos de efectivo después de im pues­
considera que la ‘ capitalízaddn de m er­ tos) anterior al in terca m b io y el
cado” de una empresa sin cotización es mismo valor posterior al trueque;
su patrim onio Esto se hace con ñnes pu­
ramente prácticos, pues es irrazonable b) dicha diferencia resulta significativa
hablar de la "capitalización de mercado” al compararla con el valo r ra z o iu b le
de tfhdos que no cotizan en ninguno. de los activos intercam biados.
I acepciones dadas a esta palabra por el
c a r a c t e r í s t ic a s c u a lit a t iv a s d e la I DRAE corresponde al concepto de “car-
in f o r m a c i ó n c o n t a b l e
qualitatií^e chnnu'teristics o f
accounting information
c a r g o a l s u p e r á v it
C ualidades q u e d e b e c u m p lir la in ­ surplus charge
fo rm a ció n ñ n a n c ie r a para ser útil a
(Dargo d irecto d e un g a s to o d e una
sus usuarios.
p ér d id a a la cu e n ta d e r e s u lta d o s
a c u m u la d o s , sin q ue h aya sid o in ­
c a r g a f a b r il cluido en ningún e s ta d o d e re s u lta ­
burden \manufacturing dos.
overhead \overhead costs
c a r g o s b a n c a r io s
1. Sum a de lo s c o s to s (excluido el de
las m a te r ia s p r im a s con sum id as) bank charges
atribuibles a la fu nció n de prod uc­
Im portes q ue lo s ba n co s cargan a sus
ción.
clien tes por prestarles d iversos servi-
2. Sum a d e lo s c o s to s in d ir e c to s d e
prod u cción .

U definición (1) incluye a los costos di­ c a r g o s d if e r id o s


rectos de producción. deferred charges \expenditures
carried fonvard
ca rg a r
En algunos e sta d o s d e s itu a ció n , una
to charge partida o un con ju n to d e partidas q u e
refleja ero gacio n es q ue, p o r b e n eñ -
Anotar en el d e b e de u n a cu e n ta .
ciar a m ás d e un p eríod o h an dado
Sinónim os: ad eud ar (E S ), debitar. lugar al reco n o c im ien to d e a c tiv o s
q u e n o son su scep tib les d e inclusión
Según el DRAE. “debitar" es un localismo en o tras catego rías d e bienes.
utilizado en Argentina, Honduras. Méxi­
co y Uruguay. Como sinónimos se emplean expresiones
como "activos diferidos", "débitos diferi­
dos", “gastos diferidos", “gastos a distribuir
c a r g a s s o c i a l e s (AR)
entre varios ejercicios" (ESI y “gastos
amortizables" (ES).
Ver c o n trib u c io n e s so cia les.
Ninguna de estas locuciones es totalm en­
te clara (y tampoco lo es 'cargos diferi­
ca rg o
dos") porque:
charge
a) un "gasto" no debería formar parte del
A notación e n el d e b e d e u n a cu e n ta . activo:

Sinónim os: ad eud o (E S ). b) el significado del vocablo “diferido"


puede ser ignorado por quienes no
Es habitual que com o sinónim o se utilice tengan conocim ientos de teneduría
la palabra “débito", pero ninguna de las de libros:
c) algunas de las expresiones indicadas g) el precio d d servicio y la form a de su
podrían ser imerpretadas com o refe­ pago:
ridas a "gastos" que ya se han deven­
gado pero que no se han reconocido h) cualquier otro elem ento requerido
en resultados por razones de conve- por las norm as p rofesion ales aplica­
nJer>da o porque alguna norm a c o n ­ bles al ca.so.
table lo exige.
Unida a su aceptación, la "ca rta de com ­
En la Argentina, el rubro "cargos diferí- promiso* conñgura un co n tra to de servi­
dos" desaparead en la década de 1970. De d o s profesionales.
acuerdo con las normas contables actual­
mente vigentes en este país:
c a rta d e ab o g ad o
a) los "costos preoperativosM os de or­ lawyer's letter
ganización y los de desarrolin de sis-
t^nas se consideran integrantes de los
U n in fo r m e re m itid o aJ a u d i t o r de
activos intangibles:
u n o s e s ta d o s f in a n c ie r o s p o r u n a b o ­
b) los costos pagados antes de su venci­ gad o q u e tie n e a s u c a rg o a s u n to s ju ­
miento se etmsideran cuentas por c o - I d ic ia le s o ex tra ju d ic ia le s d e )a e n t i­
braren especie. d a d in fo r m a n te , c o n o p in io n e s r efe­
rid as a ello s.

c a r t a a la g e r e n c i a
management letter c a r t a d e a liv io
comfort letter [U S ]
Ver c a rta d e c o n tr o l in te r n o .
In fo rm e d e c o n t a d o r p ú b lic o q u e;

c a r ta c o m p ro m is o
a) s e refiere a c ie r to s a s p e c to s d e la
engagement letter in fo rm a c ió n in c lu id a e n u n a p r e ­
s e n ta c ió n q u e u n a e n tid a d d eb e
C arta dirigida po r un c o n ta d o r p ú b li­
e fe c tu a r a n te la C o m is ió n d e V a­
c o a un co m p ra d o r d e su s s e rv id o s
lo r e s y B o ls a s (S E C ) p a r a o b te n e r
profesionales, d o n d e le in fo rm a q u e
u n a a u to r iz a ció n d e o fe r ta p ú b li­
ejecu tará un tra b a jo (ya co n v en id o )
c a d e sus títu los;
y esp e ciñ ea su s a s p e c to s m á s r e le ­
vantes.
b) s e d irig e a u n a p e r s o n a q u e :
Podría incluir, por qem plo:
1) tie n e u n d e b e r d e d ili g e n c ia
a) el oi^etivo del trabajo; d e b id a r e s p e c to d e e s a a u to r i­
z a c ió n ;
b) su alomce;
2 ) p u e d e d is m in u ir la r e s p o n s a ­
c) la extensión de las responsabilidades
b ilid ad legal e m e r g e n te d e ese
que el profesional asumirá:
d e b e r m e d ia n te la o b te n c ió n
d) k » elementos que su contratante de­ d e d ic h o in fo rm e .
berá suministraxle;
Sinónimo; carta de tranquilidad.
d el tipo de informe a emitir;
En la sección AU 634 de la publicación
f> el calendario tentativo;
AKTA P rrfession al Staruianis. se h ace re-
íerenda a algunos casos en los que se so­
licitan "cartas de alivio" en conexión con c a r ta d e d e cla ra cio n e s
ciertas obligaciones establecidas por la
Ley de Valorea de 1933. En algunos d e esos C a rta d e re p r e s e n ta c io n e s d e la g e ­
casos, las cartas de alivio son solicitadas ren cia .
por los aseguradores (underwríters) de la
emisión.
c a r t a d e d e c l a r a c i o n e s d e la
Por extensión, la expresión "carta de ali­ g e r e n c ia
vio" se emplea también para denominar
a otros informes de contador público re­ (3arta d e r e p r e s e n ta c io n e s d e la g e ­
queridos por personas que tienen un de- ren cia .
ber de diligencia debida en relación con
otras transacciones (1).
c a r ta d e g a ra n tía
letter ofguarantee
c a r ta d e c o n tr o l in te rn o
infernal control letter D o cu m e n to (d ocum ent) q u e in stru­
m en ta una ñ a n z a otorg ada p o r un
En relación con u n a a u d ito r ía d e e s ­ banco.
tados ñ n a n c ie ro s . un in fo rm e so bre
las activid ad es d e c o n tr o l in te r n o ,
em itido p or el a u d ito r co m o s u bp ro ­ c a r t a d e g e r e n c ia
ducto d e su exam en.
C a rta d e r e p r e s e n ta c io n e s d e la g e ­
También se le denomina "carta de reco­ ren cia .
mendaciones" y "carta a la gerencia", pero
la primera locución no identifica el obje­
to de las recomendaciones y la segunda c a r t a d e in d e m n id a d IFACPCEI
no aclara el propósito de la carta. indemnity letter

De acuerd o co n las norm as so bre s in ­


c a rta d e c ré d ito d ic a tu ra s d e la F e d e ra ció n A rg e n ti­
letter o f credit (L /C , LO C ) n a d e C o n s e jo s P r o fe s io n a le s d e
C ien cia s E co n ó m ic a s (FACPCE), una
Dada una com p rav en ta in ternacio nal carta en la q ue los a c c io n is ta s d e una
de m e r ca d e r fa s . un m ed io d e pago s o cie d a d se com p ro m eten a:
que com p ro m ete a un b a n co (actuan ­
do por c u en ta y o rd en del im p o rta ­ a) m a n te n er in d em n e a un sín d ic o
dor) a pagar o a h a cer p agar al e x p or­ d e ella por cualq uier resp o n sa b i­
tador (g e n e ra lm e n te p o r m ed io d e lidad em erg e n te dei d esem p eñ o
otro ban co ) u n a d ete rm in a d a sum a d e su cargo qu e tenga origen en el
de efectiv o , sie m p re que: sum inistro, por p a n e d e los a d m i­
nistradores de la en tid ad , de in fo r­
a) el ex p ortad or p resen te lo s d o c u ­ m a ció n falsa, co n d u ce n te a error
m e n to s (d o cu m en ts) exigid os al o in co m pleta;
efecto;
b) n o in ic ia r c o n tra d ic h o sín d ic o
b) se cum plan lo s térm in o s y las co n ­ accio n es legales c o n m otivo d e su
d icio nes e s ta b le c id o s e n la c a rta a ctu a ció n co m o tal, a m en o s q ue
de créd ito. d icho funcionario:
1) h ay a d es e m p e ñ a d o su ca rg o carta d e gerencia, carta d e represen-
c o n n e g lig e n c ia ; o taciones, declaración de la adminis­
tración [M X],
2) h aya e je c u ta d o , in te n c io n a l­
m en te y co n propósitos ilicitos, En la expresión definida y e n sus sinóni­
a c to s diírígidos a d añar a la s o ­ mos. la palabra “gerencia" podría ser re­
cied ad . a su s a c c io n is ta s o a emplazada por “adm inistración".
terceros.
c a rta d e tr a n q u ilid a d
c a r t a d e i n te n c ió n
C a rta d e alivio .
letter o f intent (LOI)

D o c u m e n to (d ocum ent) q u e d e s c ri­ c a rta s a a se g u ra d o re s


b e acu erd os p relim in ares en tre p a r­
tes q u e tienen la in ten ció n d e fírm ar C a rta s p a r a a s e g u r a d o r e s .
un c o n tra to o d e em p ren d er alguna
ac ció n en com ün .
c a rta s p a ra a se g u ra d o re s
letters fó r underu>ríters
c a r t a d e m a n d a t o [ES]
C a rta s d e a liv io p r e p a r a d a s p a ra su
C arta en la q u e un a d q u iren te d e lo s uso p o r p a rte d e a s e g u r a d o r e s (un-
servicios p rofesion ales d e u n c o n t a ­ d erw rite rs).
d o r p ú b lic o . acep ta los térm in o s c o n ­
ten id o s en u n a c a r t a c o m p r o m is o Sinónimo; cartas a a se g u ra d o re s (urv
recibid a del segundo. derwriters).

c a r ta d e re c o m e n d a c io n e s c a rte ra
letter o f recommendations I portfolio

Ver c a rta d e c o n tro l in te rn o . I l. O n j u n t o d e a c t iv o s f in a n c ie r o s


¡ q u e s e a g ru p a n c o n u n fin deier-

c a r ta d e re p re s e n ta c io n e s ¡
' m in a d o .

I 2 . En la a p lica c ió n d e c ie r ta s norm a s
C a rta d e rep re se n ta cio n e s d e la g e ­ pa ra c o n ta b iliz a r c o b e r t u r a s , un
ren cia. I c o n ju n to d e a c t i v o s , p a s iv o s o
t r a n s a c c i o n e s p r e v i s t a s q u e se
c a r t a d e r e p r e s e n t a c i o n e s d e la a gru p a n p a ra c o n s titu ir u n a par­
tid a cu b ie r ta .
g e r e n c ia
management representation í Sinónimo: portafolio.
letter | letter o f representation
Para que uno de esos co n ju n to s cumpla
C arta q u e co n tien e d e c la r a c io n e s d e con la condición indicada en la definición
la a d m in istra c ió n . (2). todos sus elem entos d eben estar su­
jetos al mismo riesgo y éste debe ser el que
Sinónim o: carta de declaraciones, se trata de m itigar con la o peración de
carta de declaraciones de la gerencia. cobertura.
c a r t e r a d e c o n t r o l |ES)

In v e rs io n e s ñ n a n c ie r a s d e c o n tro l
IES].

c a u c i ó n b u r s á til |AR)
c a r t e r a d e r e n ta b ilid a d [ES]
Un p a s e so bre títu lo s co n c otizació n ,
In v ersio n es ñ n a n c ie ra s d e re n ta b ili­ efectuad o d e a a ie rd o co n las n o r m a s
dad [ESI. de la B o lsa d e C o m e r cio d e B u e n o s
A ires (BCBA).

c a sa m a triz
h e a d o jfic e c a u tiv a
c a p t iv e
D icho de u n a sucursal, la s o cie d a d de
la cual form a parte. Entidad que sólo realiza n ego cio s co n
p a rtes rela cio n a d a s.

c a s tig o
ch arg e o ff C D RO M
CDROM
D icho de la m e d id a c o n ta b le de un
activ o , su tra n sferen cia a resu lta d o s, D isco com p a cto d e lectura ó p tica que
m ed ian te el r e c o n o c im ie n to d e un se em p le a p a ra a lm a ce n a r p ro g ra ­
g asto o d e u n a p érd id a . m as, datos, im ágenes y sonid os.

ce d e n te
c a s t ig o
ced an t
w r ite d o w n
En un con trato de re a s e g u ro , la p a n e
D icho d e la m e d id a c o n ta b le d e un
c o n d erech o a recibir u n a c o m p e n ­
activ o , su red u cció n para llevarla a su
sa ción d e la o tra, e n el c a so d e o c u ­
im p o rte r ecu p era b le .
rrir d eterm in ad o ev ento , esp e cifíca -
do e n el m ism o.
c a t á lo g o d e c u e n t a s

P lan d e cu e n ta s .

c é d u la |AR]
c a te g o r ía d e e s p e cu la ció n
Palabra incluid a en la d en o m in a ció n
Grado d e e sp e cu la ció n . de algunos bo n o s .

c a t e g o r í a d e i n v e r s ió n c é d u la s s u m a r i a s

G rado d e in versión . I H o ja s guía.


c e n s o r d e c u e n ta s c e n tro d e in g re s o s
ret>enue center
A ud itor d e estad o s fin a n ciero s.
C e n tro d e r e s p o n s a b ilid a d q u e sólo
! es resp o n sa b le p o r v e n ta s o p o r otros
c e n s o r ju r a d o d e c u e n t a s [ES}
In greso s
A u d itor d e e s ta d o s f in a n c ie r o s p er­
ten ecien te al In stitu to d e C e n s o r e s ¡I c e n tr o d e in v e r s io n e s
Ju ra d o s d e C u en ta s d e Esp a ñ a . ji im>estment center

I C e n tr o d e r e s p o n s a b i lid a d q u e es
ce n s u ra d e cu e n ta s
I r esp o n sa b le p o r in v e r s io n e s , in gre*
¡ s o s y c o s to s .
A uditoría d e e sta d o s fin a n c iero s.

¡ c e n tro d e re n d ic ió n d e c u e n ta s
c e n tr ífu g a accountability center
Ver traslapo. C e n tro d e r e s p o n s a b ilid a d .

c e n tro d e c o sto s c e n tr o d e re s p o n s a b ilid a d


cosí center responsibility center

C en tro d e res p o n s a b ilid a d qu e sólo D en tro d e u n a o rg a n iz a c ió n , u n a u n i­


es responsable p or c o s to s . d ad e n cab ez.ad a p o r u n g e r e n t e o un
grupo d e g e re n te s q u e:

C e n tro d e E s tu d io s C ie n tíf ic o s y a) so n re s p o n s a b le s p o r s u s a ctiv id a ­


T é c n ic o s (C E C yT ) [AR] des;

b) to m a n d e c is io n e s s o b r e recu rso s
Organismo de investigación y c o n su l­
q u e h an sid o p u e s to s b a jo s u c o n ­
ta técnica d e la F e d e r a c ió n A rg e n ti­
trol.
n a d e C o n s e jo s P r o fe s io n a le s d e
C ien cias E co n ó m ic a s (FACPCE), e n ­ Sir>ónímos: área de responsabilidad,
tre cuyas fu nd o n es se en cu en tra la de centro de rendídón de cuentas.
preparar los borradores d e r e s o lu d o -
n e s té c n ica s (RT) e in te r p r e ta d o n e s
de ellas a ser som etid os a la c o n sid e­ c e n t r o d e u t i l i d a d (N I F M X ]
ración de la Junta de G obiern o de ese
A lo s e fe c to s de ap lic a r la s n o r m a s de
organism o.
in fo r m a c ió n f in a n c ie r a (N IF ) m ex i­
ca n a s so b re c o n t r a t o s d e c o n s t r u c ­
c e n t r o d e g a n a n c ia s c ió n . el á m b ito d e a c u m u la c ió n d e ios
ffrofít center in g reso s, c o s to s y r e s u lt a d o s c o r re s ­
p o n d ie n te s a un c o n tra to , a p a r te de
C e n tro d e r e s p o n s a b ilid a d q ue es él o a un c o n ju n to d e c o n tr a t o s (in­
responsable tan to por In g reso s com o cluy end o a lo s r eferid o s a la c o n s tru c ­
p o rco eto s. ció n d e a ctiv o s a d ic io n a je s ).
d ep o sitad a en u n b a n co esta d o u n i-
c e r t ific a c ió n
certifícate
I dense.
Inform e resiilta n ie d e u n a c c r t if
c ló n (cen ifíca tio n ).

Sinónim o; certificación contable. C e r tif ic a d o A m e r ic a n o d e


D e p ó s ito
Ver también Inform e del auditor
American Depositary Receipt
(A D R)
c e r t ific a c ió n
certification R ecibo represen tativo d e un n ú m ero
dado d e a c c io n e s de un a so cied ad no
T rabajo q ue; esta d o u n id en se d ep o sita d a s en un
a) c o n s is tc e n e le x a m e n d e d e te rm í- b a n co estad oun id en se.
n ad o s d a to s p a ra c o n s ta ta r q ue
surgen d e u n o s r e g is tro s c o n ta ­
b le s o de un a d o cu m en ta ció n d e ­
term inad a;
c e r t if i c a d o d e d e p ó s ito
b) no con clu ye c o n la em isió n d e un certifícate o f deposit (C D )
ju icio té c n ico s o b re la calid ad d e
tales datos. Ver d ep ó s ito a plazo f ijo.

c e r t ific a c ió n c e r t if i c a d o d e d e p ó s ito
progress bitling warehouse receipt
¡ D o ctu n en to (docum ent) entregad o al
Facturación del tra b a jo realizado bajo
I propietario d e m e rca d e ría s c on tra su
un c o n tra to d e co n s tru c c ió n .
' d epó sito en un alm a cé n p úb lico.

c e r tiflc a c ió n c o n ta b le
c e r t if i c a d o d e o p c i ó n
1. C e r tific a c ió n ( cen ific a ie).
C ertifica d o d e o p ció n d e su sc rip ció n
2. Ver in fo r m e d et au d ito r. d e a c cio n es.

c e r t i f i c a c i ó n d e f i r m a |AR) c e r t if i c a d o d e o p c i ó n d e
s u s c r ip c ió n d e a c c io n e s
A u ten tica c ió n d e firm a . shares warrant ( stock unrraní

C e r t if ic a d o A m e r ic a n o d e
j C e r tifica d o r e p r e s e n ta tiv o d e u n a
o p c ió n de s u s c rip c ió n (I ) d e a c c io -
A c c io n e s I n es. em itido in d ep en d ien tem en te o
American Depositary Shares I ad junto a un títu lo d e d eu d a
(A D S)
Sinónim os: bono d e suscripción, cer-
Recibo rep resen tativo d e a c c ió n I tíficado d e opción, vale d e suscripción
de una s o c ie d a d n o es ta d o u n id en se (E S)
En algunos párrafos de las Normas Inter*
I C e r tif ic a d o G lo b a l d e D e p ó s i t o
nadonaies de Infónnaddn Financiera
(NIIF), el concepto definido es denomi­ I Global Depositary Receipt
nado ‘ certificado de opdón para suscri­ ! (G D R )
bir títulos" ("warrant"), pero es daro que
los títulos referidos en esos párrafos son I R ecibo rep resen ta tiv o d e d o s o m ás
únicamente acd o n es (esto es, no indu- I a c c io n e s d e u n a s o c ie d a d , d ep o sita -
yen a los títulos de deuda). ! das en un b a n co y s u s c e p tib le d e ser
i cotizado p ú b lic a m e n te .

c e r tif ic a d o d e o p c id n p a r a
s u s c r ib ir títu lo s |N1IF| c e s ió n d e c r é d ito
warrant [IFRSs] receiiHibles assignment
Ver certificado de o p d ó n de suscrip- C o n tr a to m e d ia n te e l c u a l u n a p e r ­
d ó n de acd o n e s. s o n a tra n sfiere a o tra e l d e r e c h o que
le co m p e te co n tra u n d e u d o r y le e n ­
trega el títu lo re p r e s e n ta tiv o d el c r é ­
c e rtific a d o d e o rig e n d ito . si ex istiere.
certifícate o f origin

D o cu m en to (docum ent) q u e ind ica ch eque


en lugar en q u e fu eron p rod u cid a s check j cheque
determ inadas m erca d ería s.
O rd en d ad a p o r u n a p e r s o n a (el '‘li­
brad or") a un b a n c o (el “g ira d o ") para
c e r tif ic a d o d e p a r t i c i p a d ó n q ue:

Dado un f id eic o m iso , un certificad o a) c o n tra su p r e s e n ta c ió n , p a g u e una


que: su m a d e d in ero :

a) representa una p articip ación s o ­ 1) a u n a p e r s o n a in d ic a d a e n di­


bre los b ie n e s fid eic o m itid o s; c h a o rd e n (e l “b e n e f ic ia r io " ,
q u e p u e d e s e r e l m is m o lib ra ­
b) otorga derechos so bre los prod u c­
d o r); o
tos que se o btengan d e ellos.

2) a su p o rta d o r (en c u y o c a s o el
c h e q u e n o id e n tific a a l b e n e ­
C e rtifica d o E u ro p e o d e ficia rio ); o
D e p ó sito
European Depositary Receipt 3) a q u ie n h a y a r e c ib id o e l c h e ­
(EDR) q u e por e n d o s o ; y

Recibo representativo d e u n núm ero b) c a r g u e la s u m a p a g a d a a u n a


dado de a c d o n e s de una so cie d a d , cu en ta c o r rie n te e n la q u e e l lib ra ­
d epositad as en un b a n co , q u e está dor tie n e f o n d o s d e p o s ita d o s a su
nom inado en euros y cotiza en esta o rd en o u n a a u to r iz a c ió n p a ra gi­
m oneda. rar en d e s c u b ie r to .
c h e q u e al p o rta d o r c h e q u e d e p a g o d if e r id o (AR)
bearvr check
Orden dada por una p e r s o n a (el “li­
C hequ e que no id en tifíca a su b e n e ­ brador*') a un b a n co (el “girado") para
ficiario. que;

a) no an tes d e una fech a esp e cifica ­


da. q u e d eb e ser p osterior a la de
c h e q u e c e r t if í c a d o em isió n d e la ord en , pag ue una
certifled check sum a de d inero a:

C hequ e q u e el b a n co g ira d o acep ta 1) u n a p e r s o n a in d ic a d a en e l


expresam ente, n o p ud iend o r ehu sar­ m ism o d o c u m e n to (note) (el
se a su posterior pago, d u ran te el la p ­ "ben eficiario", q u e puede ser el
so in dicado en la a cep ta ció n . m ism o librador); o

2) su portador (cuan d o el ch eq u e
no identifica al b eneficiario ); o
c h e q u e cru z a d o
3) quien haya recibid o el ch eq u e
crossed check
por en d o so : y
C hequ e q u e c o n tie n e d os barras p a ­ b) c a rg u e la s u m a p a g a d a a u n a
ralelas e n su fien te. cu en ta corrien te en la que el lib ra ­
dor tiene fondos d epositad os a su
El efecto habitual del cruzamiento es que
ord en o una autorización para gi­
el banco girado sólo puede pagar el che­
que a su cliente o a otra entidad en la que rar en d esc u b ie rto .
ese valor se deposíte.
No se trata de un cheque coiiuin en el que
como día de emisión se coloca una fecha
futura, convenida entre el "librador" y el
c h e q u e d e c a ja "beneficiario". En la Argentina, este tipo
de valor solía denominarse "cheque dife­
C heque d e c a je ro . rido", "cheque posdatado" o "cheque pos­
fechado", aunque las palabras "posdata­
do" y "posfechado" no figuran en el DRAE

c h e q u e d e c a je r o
c h e q u e d e p a g o d if e r id o n o
cashier’s check
a la o r d e n
C hequ e librad o p o r e l m ism o b a n co
Ver n o a la ord en .
que está obligad o a su pago.

Sinónimo; cheque de caja.


c h e q u e d if e r id o [AR|

Ver c h e q u e d e pago d iferid o.


c h e q u e d e c a n je
exchange check c h e q u e im p u ta d o

C hequ e en tregad o a c a m b io d e e f e c ­ C h e q u e en tre g a d o en p ag o d e un


tivo o d e o tro c h eq u e . c o n ce p to específico.
D«dtt conccfNo sude iodkarse en el re­ d o r y el p erm iso pa ra q u e é s te gire
veno dri ché|ue. tnedUntr una leyenda en d e scu b ie rto : o
que
b) p or p roblem as form ales.
«) indica la imputacWn concreta del
Smónimo: cheque rebotado.
b) es sefuk k por la flnna dd librador
c h ie f
c h e q u e n o a la o rd e n ch ief

Ver ao a la orden. P alab ra in glesa q u e su e le im e g ra r,


in d u so en los patees d e h a b la h isp a ­
na. la d en om in ación d e c a rg o s o c u ­
ch eq u e p a ra a c re d ita r en p ad os p o r p erso n as q u e tie n e n una
c u e n ta participación Im p o rta n te e n la a d m i­
ckeck markedfb r deposit onty n is tra c ió n d e las en tid a d e s.

Q ieq o e que sólo puede ser deposi­ I Por k) indicado, si fuese n ecesaria la ex-
tado en una cuenta corriente b an ca- , presión en español de la den om ín acióa
i de un cargo que c o n ten g a la p alabra
”c h ie r. es preferible traducirla co m o 'g e -
jfy rirr irtn sude indicarse mediante < rente' y no com o 'iefe". Ejem plos;
m s leyenda que se coloca en el reverso
delcteque. j a ) d iie fe x e c u th *e (^ c e r (CEO): gerente
general

cheque posdatado [AR]


post daied ckeck
c) chief financia! ofiieer (CFO): gerente
Ver ch eq u e d e pago diferido
I financiero;

d) chief audii executive: gerente de au­

I
c h e q u e p o s fe c h a ilo (AR) ditoria;

Ver ch eq u e de p ago diferido.


[ e) d ú ef intemal a ud itor gerente de au-
j ditorla interna:
cheque rabotado
botmcedcheck f) chiefcontrolofficer(C CO ): gerente de
control
rh e g a e rechazado.
d d o contable
accounting eyeie
cheque rechazado
njectedcheck I Secuencia d e p ro ce so s c o n ta b le s que
se produce en ca d a p e río d o c o n ta b le
que d banco g irad o n o ha : y que cu lm in a c o n la p re p a ra c ió n de
' un b a la n ce d e c o m p r o b a c ió n

0 p ar aer b w A r ie m e a lo s fo n d o s P o d ría.p orejem plo,haberun ‘’c ld o c o n '


d ap ad m d M m la cuenta dH U bfi> tabie* por mea.
c ic lo d e c o n v e r s i ó n e n e f e c t i v o c i f r a s c o r r e s p o n d i e n t e s (NIA)
fos/i conversión cycle correspondlngfigures^ (IF A C l

C iclo de o p e r a c io n e s . Ver e s ta d o s f ln a n c ie r o s c o m p a ra ti-

c ic lo d e e fe ctiv o
cash cycle c l f r a s d e l p e r ío d o a c t u a l [NIA]
current periodfigures (IFAC)
C iclo de o p e r a cio n e s .
D atos que integran los es ta d o s ñ n a n -
c le r o s presen tad os y q u e s e refieren
ciclo d e o p e r a c io n e s al últim o p e río d o c u b ie rto por ellos.
operating cycle
Sinónimo: cifras del período corrien-
Lapso co m p re n d id o e n tre la co m p ra
de lo s in s u m o s n e c e s a rio s p a ra un
proceso p rod uctiv o y la c o b ra n z a d e
c lfra .s d e l p e r ío d o c o r r i e n t e
las ventas efectu a d a s, d esp u és d e p a ­
sar por las e ta p a s d e p r o d u c c ió n y C ifra s d el p erío d o a c tu a l.
venta.

Sinónimos: ciclo de conversión en c ircu la r


efectivo, ciclo de efectivo, ciclo nor­ circular letter
mal de operaciones, período medio de
maduración [E S ]. C arta estan d arizad a q u e un au d ito r
em p le a para efectu ar un p ed id o d e
También se utiliza la locución “ciclo ope­
c o n firm a c ió n , relativo a u n tipo d e ­
rativo normal” pero ninguna de las acep­
ciones asignadas por el DRAE a la pala­ term inad o d e in fo rm ació n.
bra “operativo" corresponde a “relaciona­
Una “circular” tiene una estructura fija en
do con las op>eraciones". la que se insertan datos variables.

ciclo n o r m a l d e o p e r a c io n e s c i r c u l a r [M Xl
normal operating cycle
U n tip o d e p r o n u n cia m ie n to d e la
C iclo d e o p e r a c io n e s . C o m isió n d e P r in cip io s d e C o n ta b i­
lid a d (CPC) del In s titu to M e x ic a n o
c i c l o o p e r a t iv o n o r m a l d e C o n ta d o re s P ú b lic o s (IM CP), co n
o rie n ta cio n e s para la a p lica c ió n de
Ver c iclo d e o p e r a c io n e s . lo s a n t e r io r m e n te d e n o m in a d o s
p r in c ip io s d e c o n ta b ilid a d g e n e r a l­
m e n te a c ep ta d o s.
c i f r a d e n e g o c i o s [ES]

Im porte de las ve n ta s d e b ie n e s y s e r ­ c irc u la iiz a c ló n


vicios p ru v e n ie n te s d e la a ctiv id a d circularization
regular d e un a en tid a d , m en o s d evo ­
luciones. b o n i ñ c a c i o n e s p o r c o n s u ­ P ed id o d e c o n fir m a c ió n q u e u n a u ­
m o y d e s c u e n to s c o m ercia les. d ito r e f ^ ú a e m p le a n d o d r c til a r e t.
) ñgura e Para determinar si el agrupam iento es
adecuado, deben tenerse en cu en ta la
naturaleza de la información a presentar
y las características de los instrumentos.
c i r c u l a r i z a d ó n a c ie g o

P e d id o d e co n firm a ció n a d e g o que c l a s if ic a c ió n f u n c i o n a l


un au d ito r efectúa em pleando circ U ' functional classification
lares.
C lasificació n d e lo s c o s t o s b a s a ­
d r c u la r iz a c ió n n e g a tiv a da en el p ro p ó sito c o n q u e s e los
h a incurrido.
negative circukuization i

P ed id o d e c o n firm a ció n n eg a tiv o | En un e s ta d o d e r e s u lta d o s , la c la ­


q ue un au d ito r efectú a em p leand o ' sifica ció n d e lo s g a s t o s p o r fu n ­
circulares. | c ión .

Ejemplos para la acepción (2): costo de las


d r c u l a r i z a c i ó n p o s itiv a I mercaderíasvendidas.gastosdeadminis-
positive circularization I tradón. gastos de com erdalización.
I
Pedido d e co n flrm a d ó n positiv o que
un au d ito r efectúa em pleand o c ir c u ­ cla sifica ció n p o r n a tu r a le z a
lares. natural classification
En un e s ta d o d e r e s u lta d o s , la c la s i­
c la rid a d
fica ció n de los g a s to s d e a c u e r d o co n
clarity su naturaleza, c u a lq u ie ra fu e r e e l pro ­
p ósito c o n q u e s e lo s h a y a in c u r r id a
C om prensibilidad.
Ejemplos: rem unerad o nes. c ontribucio­
c la s e d e a c tiv o s nes del em pleador sobre ellas, d ep red a -
cUtss of assets dones.

Conjunto de activ o s de sim ilar n atu -


raleza y em pleo en las a ctividades d e | clá u su la d e a c e le r a c ió n
una entidad. < acceleration clause
D ada una d e u d a p a g a d e ra e n c u o ta s,
d a s e d e In s tru m e n to s un a c láu su la q u e e s ta b le c e q u e el in ­
f in a n d e ro s [NIIF] c u m p lim ie n to d e u n a d e e lla s c o n ­
cUas offinanciai Instruments v ie rte a la to ta lid a d d e la d e u d a en
[IFRSsl exigible.

Conjunto de in stru m ento s f in a n d e - |------------------- ---------------------------


roa cuyo agnipam iento es adecuado > c lá u s u l a d e a c e l e r a c i ó n
a los fines de la preparación d e la in - | s u b je t i v a
f o r m a c ió n c o m p le m e n ta r ia q u e subjectiue acceleration clause
d e b e su m in istra rse s o b re ello s d e I
acuerdo con la N orm a In te m a d o n a l ' En un acu erd o d e d e u d a , u n a cláu*
d e In fo rm ació n P in a n d era (NIIF) 7. | sula que perm ite q u e el a c r e e d o r ace*
lere los v e n c im ie n to s p rog ra m n d os rés, de un índice bursátil de acciones
de la o b lig a c ió n , b a jo c o n d ic io n e s o de otro índice de precios.
que no son d e d ete rm in a ció n o b je tl-
c lá u s u la d e r e d e n c ió n

Ejemplo de condición de este tipo; “si s cali provisión


produjera un cambio adverso en el cor
C láusula q u e perm ite q u e el em iso r
texto".
d e un títu lo d e d eu d a lo red im a a n ­
tes d e su v encim ien to.
c lá u s u la d e e x e n c i ó n d e
También se la denomina "cláusula de res­
d e r e c h o s a d q u ir id o s
cate". pero el DRAE no asigna a la palabra
grondfather cUtíise "rescate" ningún significado equivalente
al de "redención".
En una nueva n o r m a c o n ta b le , una
cláusula q u e e x cep tú a d e su a p lica ­
ción a los efecto s p a trim on ia les d e los c lá u s u la d e r e s c a t e
hechos o cu rrid os a n te s d e un a fech a
Ver clá u s u la d e r ed en ció n .
determ inada.

Por ejemplo, se dicta una nueva norm a


c lá u s u la d e r e s g u a r d o
que requiere que a todas ias com bin acio ­
nes de negocios se les aplique el "m éto ­ covenant
do de la com pra” pero se exceptúa de esta
obligación a las com binaciones anterior­ En un con tra to d e em isió n de títu lo s
mente contabilizadas con el "m étodo de d e d eu d a o de a c c io n e s p re fe re n te s ,
la unificación de in tereses” siempre que una cláusula q ue. para p rote cció n del
se hayan efectuado antes de una fecha a c r e e d o r (en el p rim er c a so ) o del
determinada. Esto es. no se requiere ia s u s c ríp to r (en el segundo), e sta b lec e
aplicación retroactiva de la nue\'a norma. m edidas q u e pueden to m a r las p a r­
tes si d eterm in ad os h ech o s ocurrie-
c lá u s u la d e l i q u id a c i ó n
c o n tin g e n te Ejemplo de cláusula: si la razón de liqui­
contingent settlement provisión dez dei emisor cayese por debajo de 0.80,
el acreedor podría considerar exigible a
En un in s tru m e n to ñ n a n c ie r o . una la deuda no vencida.
cláusula q u e o b lig a a u n a p a rte a e n ­
tregar a la o tra e fe c tiv o , o tro a c tiv o c la v e c r ip t o g r á f ic a
ñ n a n c ie ro o u n in s tr u m e n to d e p a ­
cryptographic key
trim o n io p rop io, s ó lo en el c a so d e
que o curra o n o o cu rra alg ún h ech o A lgo ritm o q u e p e rm ite d e c o d ific a r
futuro in cierto q u e es tá fuera del c o n ­ u n texto escrito c o n u n a c lave secre-
trol d e a m b a s p a n e s .

Ejemplos de "hechos futuros incienos":


c la v e ú n ic a d e id e n t if ic a c i ó n
a) que los ingresos o la ganancia del pe­
ríodo alcancen c ien o nivel: la b o r a l (C U IL ) (AR)

I C lave q u e id en tifica , e n su rela ció n


I c o n lo s o rg anism o s del go b iern o ar-
gv ntino . a un em p le a d o o a u n ju b i- ¡ b) un p a siv o (o p a rte d e é l);
lad o q u e n o p o see una c la v e ú n ic a d e !
id e n tific a ció n trib u ta ria (CU IDIA RI. | c) una tra n s a c ció n p rev ista ;
i d) c o n ju n to s d e io s e le m e n t o s a n te -
c la v e ú n ic a d e i d e n tif ic a c i ó n t riores, c o n c a ra c te r ís tic a s d e r ies­
go s sim ilares.
t r ib u t a r ia (C U ID IAR1
¡ Los conju ntos recién referidos suelen de­
O a v e q u e id entifica a una p e rs o n a en
nominarse'‘carteras" o “portafolios".
su relac ió n co n la A d m in is tra c ió n
F e d e r a l d e In g reso s P ú b lic o s (AFIP)
[ARI. c o b e rtu ra d e m o n e d a
e x tr a n je r a
foreign currency hedge
c lie n t e n o - S E C
n o n -S E C Client (U S j La q u e es:
C liente d e a u d ito ria q u e no recib e un
a) una c o b e rtu ra d el v a lo r r a z o n a b le
tr a b a jo SEC.
d e m o n e d a e x tr a n je r a :

d ie n te SEC b ) un a c o b e r tu r a d e flu jo s d e e f e c t i­
v o d e n o m in a d o s e n m o n e d a e x ­
S E C C l ie n t [U S]
tra n jera ; o
C liente de a u d ito r ía q u e r e cib e un
tr a b a jo SEC . c) u n a c o b e rtu ra d el rie s g o d e q u e
las m o d ific a cio n e s d e u n tip o d e
c a m b i o a fe c te n el v a lo r d e u n a
c lie n te s in v e r s ió n n e ta e n u n a o p e r a c ió n
clients e n e l ex tra n je r o .

C uen tas c o m e r ria le s p o r c o b ra r.


c o b e rtu ra d e l m a rg e n d e in te r é s
interest margin hedge
c o b e rtu ra
hedge U n e n fo q u e a lte rn a tiv o p a r a e i tr a ta ­
m ien to c o n ta b le d e la s c o b e r t u r a s .
O peración efectuad a para lim itar las
posibles p érd id as que podría o ca s io ­ Se lo describe en el trabajo In terest M ar­
nar un hech o d eterm inado. gin Hedge. FBE P rop osal, publicado por
la Federación Bancaria Europea en octu­
Sinónim o: cubrimiento. bre de 2006.

c o b e r t u r a d e f lu jo s d e e f e c tiv o c o b e r tu r a d e l v a lo r r a z o n a b le
ca sh flo w h ed g e fa ir valué hedge

C o b ertu ra en la que el riesgo c u b ie r­ C o b e r tu r a en la q u e el riesg o c u b ie r ­


to es la variabilidad de los flujos de to es el c a m b io e n el v a lo r r a z o n a b le
efec tiv o provenientes de; de:

a) un a c tiv o (o parte de él); a) un a c tiv o (o p a rte d e él);


b) un p asivo (o p a rte d e él);
co b ra b le
c) un c o m p ro m is o ñ rm e; collectible

d) con ju n to s d e los ele m e n to s a n te ­ Susceptible d e ser convertido en e f e c ­


riores. co n ca ra c terís tica s de ries­ tivo.
gos sim ilares.
c o b r o s a n tic i p a d o s
Los conjuntos recién referidos suelen de­
nominarse "carteraa" o “portafolios".
Ver an ticip o s d e c lien tes.

c o b e r tu r a e fíc a z C x K lifíc a ció n d e D e c la r a c io n e s


ejfective hedge s o b r e N o r m a s d e A u d ito r ía
Codification ofStatements on
C ob ertura q u e cu m p le su p ropó sito .
AuditíngStandards [U S]
Se considera que esto ocurre cuando los
cambios en el t^ o r razonable o en los flu­ Texto ordenado de las D e c la r a cio n e s
jos de efectivo de la partida cubierta que s o b re N o rm as d e A uditoría.
sean directamente atribuibles al riesgo
cubierto, se compensan con los cambios
en el valor razonable o en los flujos de C o d ific a c ió n d e N o r m a s d e
efectivo del instrumento de cobertura. C o n ta b ilid a d e I n f o r m a c ió n
F i n a n c i e r a G u b e r n a m e n ta l
Para la calificación de una cobertura
como “eflcaz" o “ineficaz", algunas n or­
Codification o f Govemmental
mas contables requieren la aplicación de Accounting and Financial
la “regla 80/125", según la cual: Reporting Standards
a) se calculan los cambios en los valores T ex to ord en ad o de los p r o n u n c ia ­
de la partida cubierta y del instrumen­ m ien to s con ta ble s de la Ju n ta d e N or­
to de cobertura, que sean atribuibles
m a s d e C o n ta b ilid a d G u b e rn a m e n ­
al riesgo cubierto;
ta l (GASB).
b) se divide un im porte por el otro:
c ó d ig o d e c o n d u c t a
c) si el resultado de la división está entre
-0,80 y -1,25 se considera que la co ­ code ofconduct
bertura es eficaz.
Ver c ód ig o d e ética .
Este criterio nos parece arbitrario, pues
una cobertura que com pense en más del
125% a la pérdida ocasionada por una C ó d ig o d e C o n d u c ta P r o fe s i o n a l
partida cubierta también deberla consi­ Code o f Professional Conduct
derarse “eficaz”.
[US]

U n cu erp o d e p rin cip ios y n o r m a s


c o b e r t u r a in e f í c a z adoptado por el In stitu to A m eric a n o
ineffective hedge d e C on ta d o re s Pú b lico s C ertifica d o s
(AICPA) c o n la in ten ció n d e q u e sea
1.a que n o e s u n a c o b e r tu r a e ñ c a z . aplicad o por tod os sus m iem b ro s en
k c f e c u c ió n d€ sus responsabilidades (lESBA) d e la F e d e r a c ió n I n te r n a d o -
p roliR ion ales. n al d e C o n ta d o re s (IFA C ).

Puede crf)tenérselo en;


c ó d ig o d e é ti c a
ethicscode http://www.iiac.org/Ethics/
Resourcps.php.
U n escrito que generalm ente co n tie­
Reemplazó al 'C ó d ig o d e É tica In terna­
ne:
cional’'.
a) un con ju nto de declaracion es d e
valo res y p rin cip io s q u e d eb e n c ó d ig o S W I F T
guiar la con d u cta de d ete rm in a ­
SWIFT cofie
das personas:
U n c ód ig o, e s ta b le c id o p o r la So cie ty
b) regias para esas c on d uctas.
fo r W o rld w id e I n te r b a n k F in a n c ia l
Ejemplos de personas que podrían estar T e l e c o m m u n ic a tio n ( S W I F T ) , q u e
afectadas por un código de ética: la gene­ p erm ite la id e n tifíc a c ió n d e u n b a n ­
ralidad de ios directivos y em pleados de c o q u e e s p a rte e n u n a tr a n s fe r e n c ia
una entídad. sus auditores Internos, los d e fon d os.
mnmrtnrpt püUicos. los miembros de los
« p a s m o s de supervisión de auditorías
de estados finanderos.

La aid in ióc de regias de conducta en un


Ver ra z ó n .
códigD de ética transfonna a este en un
‘ códigD de conducta*.
c o e fíd e n te d e a ju s te p o r
C ó d ig o d e É t ic a I n t e m a d o n a J in fla d ó n
bOemational Code ofEthics inflation adjustment coefflcient

PitXBaicianúento etrütido a ñ o s a trá s I


I C o c ie n te u tü iz a b le p a r a e l a ju s t e por
por ei ya disuelto C o m ité d e É tic a de in fla c ió n d e u n a m e d id a c o n t a b l e
la F e d e r a d ó Q ln te m a c io o a ld e C o n - I¡ in d iv id u a lm e n te c o n s id e r a d a o d e un
tad o res (IFAC) c o n la interKiión d e I| grupo d e ellas.
que conatítuycse la base d e las ñ o r - |
m a i locales s obre é tica profesional.
I
|
Se lo calcula:

! a) con el ín dice de p rec io s elegido para


Fue reem ptazado por H 'C ó d ig o d e E tica
los ajustes;
para Caoiadores Profeslonaies''
I b) dividendo d índice correspon d ien te
C ó d ig o d e E tic a p a r a I aJ m om ento o período en cuyo p>oder
I adquisitivo se quiere expresar dicha
C o n ta d o re s P r o fe s io n a le s
medida por d índice correspond ien­
Code o fE t h ic s f b r P r o fe t s io n a i
te al m om ento o período en cuyo po­
AccountanU der adquisitivo está expresada.

C 4dlfD de c o n d u cU profesional pro- | ^or ejemplo, si:


p n etto p o rla Ju D U d e N o n iiM In ter- I
M d o o d e a d e Ética p a n C on tad orea ' se están preparando estad os financie-
‘ rosal31/12/Xl;
b) debe «justarse por Inflación un apor­ c) está n s u jeto s a un a p o lítica q ue
te de capital expresado en moneda de requiere q ue el prod ucid o de las
marzo de 20X1; y ventas d e elem en tos de la c o le c ­
ción se utilice para adquirir o tro s
c) los índices de precios de marzo y di­
e le m e n to s a ser a g reg a d o s a la
ciembre de 20X1 son 300 y 315, res­
pectivamente. m ism a.

el 'coeficiente de ajuste por inflación"


aplicable a dicho aporte de capital es
c o le g io d e g r a d u a d o s e n
315 / 300= 1.05 c ie n c ia s e c o n ó m i c a s
(C G C E ) [ARl

c o e fic ie n te s p r u d e n c ia l e s [NIA] A so ciació n civil In tegrad a por g r a ­


d uad os en c ien cia s e c o n ó m ica s [ARj.
Ver razon es pru d e n cia le s .
Sinónimo: asociación de graduados
en ciencias económicas.

Bl CGCE de Tucumán cumple también las


funciones de Consejo Profesional de
Ciencias Económicas (CPCE), por así ha­
berlo establecido la legislación provincial.

c o lig a d a (CLj

Ver aso cia d a .

Ver garan tía.

c o ll a r
c o le c c ió n c o lla r
c o l l e c t i o n [U SG A A P j
T r a n s a c ció n (1) que asegura q ue c ie r­
A los fines d e ap lica r los p r in cip io s d e to p recio ten ga un to p e (cap) y un
c on tabilid ad g e n e ra lm e n te a c e p ta ­ piso (íloor).
dos en los E stad os U n id o s (USGAAP)
para el tra ta m ien to c o n ta b le d e las Sinónimo; operación con limites de
d o n acio n es, un co n ju n to d e o bras de precio.
ane, d e teso ros h istó ric o s o d e a c ti­
vos sim ilares q ue:
c o lo c a c ió n te m p o r a r ia
a) se tiene para su ex h ib ició n p ú b li­ s h o r t-te r m in v e s tm e n t
ca. ed u cación o in vestigación para
el b e n eficio pú b lico y no c o n fines C olocación de e fe c tiv o por un plazo
de lucro: no m uy largo.

b) están p rotegido s, sin gravám en es, En general, se consideran "temporarias"


cuidados y preservad o s; a las colocaciones hasta un año de plazo.
i c o m b in a c ió n d e n e g o c io s
Business combination

C oo p eració n en rre d os o m ás p e r s o ­ I. T r a n s a c c ió n (1 ) q u e s e efec tú a


n a s para c o m e te r un a c to ilícito o en tre p a rtes in d e p e n d ie n te s e im ­
con trarío a la ética. p lica la a d q u is ic ió n d e u n n egó -
d o o u n a u n if ic a c ió n d e in te r e s e s

c o m a n d ita 2 . INIIF) R e u n ió n d e e n tid a d e s o n e­


go cio s s e p a r a d o s e n u n a e n tid a d
So cie d ad en com a n d ita . in fo r m a n te .

3. (N IIF p r o p u e s ta ) T r a n s a c c ió n u
c o m a n d i ta p o r a c c io n e s o tro h e c h o p o r e l q u e u n ad q u i­
re n te o b tie n e el c o n t r o l stjb r e uno
S o cie d ad en c o m a n d ita p o r a c c io ­
o m á s n e g o c io s .
nes.

S in ó n im o s ; c o m b in a c ió n co m ercia l,
com bin ación d e e m p r e s a s , con ce n tra ­
c o m a n d i t a s im p le
ción d e e m p r e s a s .
S o cied ad e n c o m a n d ita sim p le .
La d efínidón (2) n os parece inadecuada
porque no se basa en las características
c o m a n d ita d o de la transacd ón sino en su tratamiento
contable.
Ver s o d o co m a n d ita d o
La (3) fue propuesta en u n borrador de
cam bio a la N orm a In te r n a c io n a l d e In-
c o m a n d ita r fo n n a d ó n F in a n d e r a (NDF) 3 que se pu-
I blicó en 2005 y q u e recoge la idea de que
Apx)rtar lo s fon d os n e c e s a rio s para I las “unificaciones d e in tereses" no exis-
una em presa com ercia i o ind ustrial,
i
ten.
sin con traer o b lig a c ió n m erca n til al -
guna. Una “com binación d e n eg o cio s" no ne-
I
cesariam ente h a ce a p a r e c e r un nuevo
I en te ju ríd ico . Pod ría c o n c r e ta r s e , por
c o m a n d i t a r io I
ejemplo, adquiriendo un n úm ero de a c­
cion es que sea suficien te para adquirir d
Ver s o d o com a n d ita rio . con trol de su em isora.

La fusión legal de d os o m ás entidades


c o m b in a d ó n c o m e r c i a l que ya integran un gru p o eco nó m ico no
es una “com binación de n ego cio s" por­
C o m b in a d ó n de n e g o d o s. que no se realiza en tre p artes indepen-
I dientes.

c o m b in a d ó n d e e m p r e s a s
I Tam poco lo es la con stitució n de un "ne-
I g o d o co n ju n to " m ed íam e sim ples apor-
C o m b in a d ó n de n eg o d o s.
i tesenefectívo.
c o m b in a c i ó n d e n e g o c io s e n t r e c o m ie n z o d e u n a r r e n d a m ie n t o
e n t id a d e s o n e g o c io s b a jo
c o n t r o l c o m ú n [NIIF] In icio de un a rre n d a m ien to .
business comhinatíon inuolving ,
entities or business itnder
c o m ie n z o d e l p la z o d e u n
r o m m o n control (IFR S s] ,
a r r e n d a m ie n t o
C o m b in a c ió n d e n e g o c io s en la que commencement o f a lease term
todas las en tid ad es o nego cio s c o m ­
binad o s e stá n c o n tro la d o s, a n te s y En un a rre n d a m ien to , la fech a d esd e
d espués d e la o p era ció n , en últim a la cual el a r re n d a ta rio tien e el d e r e ­
in stancia y d e m anera n o transitoria, c h o de utilizar el bien arrend ad o.
por una m ism a parte o partes.

Esta caracterización, que recoge concep­ c o m is a r io {M X]


tos expuestos en las Normas In ternacio­
nales de Inform ación Financiera (NIIF). Fu ncionario de una so cie d a d a n ó n i­
nos parece inadecuada porque: m a a cargo de tareas d e vigilancia,
q u e in clu yen la p re s e n ta c ió n , a la
a) utiliza la expresión "combinación de
asa m b lea d e a c cio n ista s, d e un infor­
negocios” para referirse a algo que no
m e q u e (en tre o tros e lem en tos) d ebe
lo es. ya que:
co n ten er su opinión so bre la v era ci­
1) no se realiza entre partes indepen­ dad. la su ficien cia y la '‘ ra zon abü i-
dientes, como lo requiere la defi­ d ad " de la in form ación p resen tad a, a
nición (1) de “combinación de ne­ la m ism a asam blea, por el c o n s e jo d e
gocios": ad m in istra ció n .
2) no da lugar a la aparición de una
El an. 166 de la Ley General de S ocieda­
nuev-a entidad Informante que re­
des Mercantiles (LGSM) |MX] índica otras
úna a entidades o negocios previa­
facultades y obligaciones de los comisa-
mente separados, como lo requie­
re la dermición (2);

b) es, en realidad, una simple reestruc­


turación jurídica del grupo al que las C o m ls ló n
entidades mencionadas pertenecen. Commission

c o m e r c i o e l e c t r ó n i c o INlAl Ver C o m is ió n d e V a lo re s y B o ls a s
(S E O .
electronic commerce (e-
c o m m e r c e ) (IFACI

Actividad c o m ercia l q u e tie n e lugar c o m is ió n


a través d e com p u tad o ras con ectad as commission
a una red púb lica, co m o la In ternet.
R e m u n e ra c ió n cuyo im p o rte guarda
No hay una d efínición generalm ente alguna relación co n un volum en d e
aceptada de este concepto ni de “nego­ actividades o co n sus resultados.
cio electrónico” (electronic business, e-
busirtess). Ambas expresiones se emplean
a veces con el mismo significado.
c o m is ió n d e c o m p r o m is o C o m is ió n d e la s C o m u n i d a d e s
commltment fee E u rop eas
Commission o f the Euro¡fean
C o m is ió n q u e una parte paga por Communities
en trar en un acuerdo que obliga a otra
a c on ced erle un p résta m o o a satis­ Órgano d e la U n ió n E u r o p e a , q u e , de
fa ce r una o b iig a ció n de la prim era a cu erd o c o n el a r tíc u l o 1 -2 6 d e su
b a jo determ inadas condiciones. C on stitu ción :

a) e s tá in te g r a d o p o r m ie m b r o s
C o m is ió n d e E s tu d io s d e elegid os en ra z ó n d e s u com|>e-
A u d ito ria [AR} ten cia g e n e ra l y d e su c o m p r o m i­
so eu ro p eo , e n tr e p e rs o n a lid a d e s
Com isión del C on sejo P ro fesion al de q u e o frez ca n p le n a s g a r a n tía s de
C ien cias E co n ó m ica s d e la C iudad in d ep en d en cia ;
A utón om a d e B u en o s A ires (CPCE-
b) e jerce , e n tr e o tra s , f u n c io n e s e je ­
CABA) que, entre o tras actividades:
cutivas.
a) opina sobre las propuestas de n o r ­ SInónInx): Com isión Europ e a .
m as d e aud ito ría preparadas por
la Fed eració n Argentina d e C o n ­
sejo s Pro fe sion a le s d e C ien cia s C o m is ió n d e N o r m a s y
E ro n óm icas (FACPCE) antes de su P r o c e d im ie n to s d e A u d ito r ía
adopción por p arte del C on sejo; I (C O N P A ) IM X ]

b) le asesora en la c o n testa c ió n de r e m is ió n e s ta b le c id a p o r e l I n s t it u ­
consultas sobre cuestio n es de a u ­ to M ex ica n o d e C o n ta d o r e s P ú b l i a »
ditoría. (IM C P) c o n e l p r o p ó s ito f u n d a m e n ­
tal d e d e te rm in a r la s n o r m a s y los
p r o c e d im ie n to s d e a u d it o r ia r e c o ­
C o m is ió n d e E s tu d io s s o b r e m en d a b les p a ra e l e x a m e n d e lo s e s ­
C o n ta b ilid a d ( C E O |AR] ta d o s f ín a n c íe r o s q u e s e a n s o m e ti­
d os a la o p in ió n d el c o n t a d o r p ú b li-
Comisión dei C on sejo Pro fesion al de
C ien cias E co n ó m ica s de la C iudad
A utónom a d e B u en o s A ires (CPCE-
CABA) que, entre otras actividades: c o m is ió n d e o r i g e n
origination fee
a) opina sobre las propuestas de n o r ­
m as c o n ta b le s preparadas por la C o m is ió n c a rg a d a a i r e c e p to r d e un
Fed eración A rgentina d e C o n s e ­ p r é s ta m o en r e la c ió n c o n e l p r o c e s o
jo s P r o fe ^ n a le s de C iencias E co ­ d e crea c ió n , n u ev a f in a n c ia c ió n o re­
n ó m ic a s (FACPCE) a n tes de su estru ctu ra ció n d e u n a d e u d a .
adopción por parte de dicho C on ­
sejo;
C o m is ió n d e P r i n c i p i o s d e
b) le asesora en la con testació n de C o n t a b i lid a d ( C P C ) (MX|
c o n s u lta s so b re c u e s tio n e s d e
contabilidad. C om isión del I n s t itu to M e x i c a n o d e
C o n ta d o r e s P ú b l i c o s (I M C P ) q u e
hasta m ayo d e 20 0 4 e stu vo a ca rg o de
Cyom lsión E s p e c ia l d e
la em isión d e lo s b o le tin e s |MX| q u e
U n ific a c ió n d e N o r m a s T é c n i c a s
integraban lo s " p r in c ip io s d e c o n t a ­
bilid ad ge n e ra lm e n te a c e p ta d o s" en (C E U N T ) [ARl
M éxico.
C om isió n q u e preparó las p ro p u es­
tas del C e n tro d e E stu d io s C ie n tíf i­
c o m is ió n d e t a r j e t a d e c r é d i t o c o s y T é c n ic o s (CECyT) so b re cuyas
credit cardfee b a s e s la F e d e r a c ió n A r g e n tin a d e
C o n s e jo s P r o fe sio n a le s d e C ie n c ia s
C o m isió n q u e el em iso r d e u n a ta r ­ E c o n ó m ic a s (FACPÍ'E) em itió sus r e ­
je ta d e c ré d ito carg a a su ten ed o r por s o lu c io n e s té c n ic a s 4 a 10.
perm itirle su uso d u ra n te u n p e río ­
do dado.
C o m is ió n E u r o p e a
European Commission
C o m is ió n d e T í t u l o s y B o ls a s
C om isió n d e las C om u n id a d es E u ro ­
Ver C o m isió n d e V a lo re s y B o lsa s. peas.

C o m is ió n d e V a lo re s y B o ls a s C o m is ió n N a c io n a l B a n c a r i a y
Securities and Exchange d e V a lo re s (C N BV ) IMX]
Commission (S E C ) [USJ
O rg a n is m o e s ta ta l fe d e r a l q u e en
O rganism o del g o b iern o fed eral es ta ­ M éxico supervisa a lo s sec to res b u r­
d ounidense q u e fiscaliza el fu n c io n a ­ sátil y ban cario .
m iento d e lo s m erca d o s d e valores.
Más información en:

hnp://www.cnbv.gob.mx
Dado que “securiries” se traduce también
como “títulos”, una traducción aliemaü-
C o m is ió n N a c io n a l d e
va (pero inusual) de la denominación del
organismo sería “Comisión de Títulos y In fo rm a ció n F in a n c ie ra
Bolsas”. F ra u d u le n ta
National Commission on
C o m is ió n E s p e c ia l d e N o r m a s Fraudulent Financial Reporting
d e C o n t a b i lid a d y A u d ito r ía (N C F F R ) lUSl
(C E N C yA ) lAR] C om isión con stituid a en el sec to r p ri­
C o m isió n d el C e n tr o d e E s tu d io s vado es ta d o u n id en s e, q u e en 1987
C ie n tífico s y T é c n i c o s (CECyT) que em itió u n in fo rm e c o n r e co m e n d a ­
tiene u n a p a n ic ip a c ió n s u sta n cia l e n c io n e s para red u c ir lo s p r o b le m a s
el p roceso d e em isió n d e io s p ro n u n ­ ca u sa d os por la d ifusión d e in fo r m a ­
c ia m ie n to s m e d ia n te lo s c u a le s la c ió n fin a n c ie r a fiaud ulenta.
F e d e r a c ió n A r g e n tin a d e C o n s e jo s
Se la conoce también com o “Comisión
P ro fe sio n ale s d e C ie n c ia s E c o n ó m i­ Treadway”. por ser éste el apellido de su
c a s (FAC PC E) p r o p o n e n o r m a s d e presidente. Por la misma razón, dicho in­
c o n ta b ilid a d o a u d ito r ía . forme se denomina “Informe Treadway”.
Puede obtenerse el informe e
C o m is ió n T r e a d w a y
http://www.coso.org/ I TYeadway Commission
publications.htm.
! Ver C o m isió n N a c io n a l d e In fo rm a -
I c ló n F i n a n c i e r a F ra u d u le n ta
; (NCFFR) lU S).
C o m is ió n N a cio n a l d e V alo res
(CNV) [ARl

co m ité d e a u d ito ría


O rgan ism o estatal federal q ue debe
audit committee
velar p o r

Un co m ité o c u e rp o e q u iv a le n te in ­
a) la transparencia de ios m ercados
tegrado p or m ie m b ro s d e la j u n t a de
de capitales en la Argentina;
d irec to res de un a en tid a d p a r a su p er­
visar los p ro c eso s r e q u e r id o s p o r la
b) la correcta fiormación de precios;
p rep a ra ció n d e su i n f o r m a c i ó n ñ -
n a n c ie r a y p o r la a u d ito r ía d e s u s e s ­
c) la protección de! público inversor.
ta d o s fin a n c iero s .

A tales efectos, tiene facultades de super­ Las funciones de un "co m ité de audito­
visión e inspección sobre los instrumen­ ría” dependen de lo que dispongan las le­
tos y entkiaides que intervienen en dicho yes locales que regulen su funcionam ien­
mercado, incluyendo a los emisores de los to. Algunas (como la Ley d e M ercad o de
títulos que tienen cotización pública en Valores de 1934) establecen que si el fun­
ellos. cionamiento del com ité es obligatorio y
la junta de directores no lo designa, ésta
Ha emitido normas contables legales debe tomar a su cargo las funciones que
(NCL) para las entidades sujetas a su fis­ la ley asigna al comité.
calización.

Más información en: C o m ité d e C o n ta b ilid a d y


A u d ito ría G u b e r n a m e n t a l
http:/ /www.cnv.gov.ar.
Government Accounting and
Auditing Ckymmittee (G A A Q
C o m is ió n N a cio n a l d el M e rc a d o C om ité del I n s t itu to A m e r ic a n o de
d e V alo res (CNM V) (ES] C o n ta d o re s P ú b lic o s C e r tif ic a d o s
(AlCPA) q u e e fe c tú a e l s e g u im ie n to
Organismo estatal a cargo de la super­ d e las c u estio n es s o b re c o n ta b ilid a d
visión e inspección de los m ercados y a u d ito ría g u b e r n a m e n ta l a las que
d e valores españoles y de la actividad con sid era sig nificativ as.
de quienes intervienen en ellos.

Sus fundones incluyen la regulación con- I C o m ité d e C o n t a c t o [U E ]


table de bolsas e instituciones de inver- ¡
sión colectiva. I Coníact Committee lE U )

Más información e I C>omité d e la U n ió n E u r o p e a q u e tie­


n e las sig uientes f u n c io n e s p rín cip a -
http://www.cnmv.es.
a) facilitar u n a ap lica c ió n a m io n lr a - Actualmente, la tarea eatá a cargo de la
da de la C u a r ta D ir e c tiv a ÍUE| y Iunta de Normas Intem adonalea de Edu-
de la O cta v a D ir e c tiv a |UE). m e ­ cación en Contabilidad (lAESB).
diante la c o n c e rta c ió n d e re u n io ­
nes d estin a d a s a) tra ta m ien to de C xim ité d e É tic a
sus p m b le m a s c o n c r e to s d e a p li­ Fthloí ('.ommittee
cación;
(^ m ité d e la F e d era ció n I n te r n a c io ­
b) a c o n s e ja r a la C o m is ió n d e la s n a l d e C o n ta d o re s (IFAC) q u e a ó o s
C om u n id a d es E u r o p e a s s o b re los atrás tuvo a su cargo la prep a ra ció n y
c o m p le m e n to s o c a m b i o s q u e actualización del C ód igo d e E tic a In ­
d eberían h a c e r s e a d ic h a s d ir e c ­ tern a cio n a l.
tivas |UE1.
Actualmente, la tarea está a cargo de la
Junta de Normas Intemaciorrales de fid-
C o m ité d e C o n t r o l IAR| para Contadores (lESBA).

En una en tid a d d el s e c t o r p ú b lic o C o m ité de (lUfas d e


nacional arg en tin o , u n c o m ité in te ­ I m p le m e n ta c ió n (C G !) INIIFI
grado por un fu n c io n a rio d cl m ayor Implementation Guidance
nivel y el a u d ito r in te r n o titu lar. I
Committee (IGC) llFR Ss)
C om ité del C o n s t o d e N orm as In te r­
C o m ité d e C u e s t i o n e s T é c n i c a s ;
n a c io n a le s d e C o n ta b ilid a d (lASB.
Technical Issues i
CNIC). q u e preparó guias para la apU-
(T IC ) I
¡ c a ció n de las N o rm a s I n te m a c io n a -
! le s d e C on tabU id ad (N IQ 3 2 y 39.
Com ité d e la S e c c i ó n d e P r á c t ic a d e
C om paftias P r iv a d a s (PCPS) d el In s ­ La denominación dada a este comité po­
tituto A m eric a n o d e C o n ta d o re s P ú ­
b lico s C e r tific a d o s (AlCPA) q ue;

a) efectú a el s eg u im ien to d e lo s d e ­
s a r ro llo s t é c n i c o s q u e p u e d e n
Í
dría haber sido asignada a cuiüquier otro
que cumpliera una función similar res­
pecto de otras normas contables.

afectar a la s e n tid a d e s e sta d o u n i­


C xim ité d e I n t e r p r e t a c i o n e s
d en ses s in c o tiz a ció n y a lo s c o n ­
IN llFl
ta d o re s p ú b lic o s q u e le s brin d an
servicios;
Standing Interpretation
Committee (SIC)
b) em ite c o m e n ta rio s y re co m e n d a ­
cion es en resp a ld o d e e s a s fín n a s. C om ité del C o m ité de N o rm as In te r ­
n a c io n a le s d e C on tabU id ad (lASC)
q u e. h a sta su d iso lu ció n , em itía las
C o m ité d e E d u c a c ió n
interpretaciones d e las N o rm as In ter-
Education Committee n a c io n ^ e s d e C o n ta b ilid a d (NIC).

Com ité d e la F e d e r a c ió n In te r n a c io ­ La denominación 'Com ité de Inteipre-


nal d e C o n ta d o re s (IFAC). q u e a ñ o s taciones’ aparece en las traducciones al
español de las Normas Internacionales de
atrás tuvo a su ca rg o el d esarro llo d e
Infomiación Financiera (NIIF). Una tra-
las N o rm as i n te r n a c io n a le s d e E d u ­
I ducción más completa de la denomina-
c a ció n (lE Ss). I ción del organismo es "Com ité Perma-
I
neme de Imerpretadones*.
I em itió d iversas n o r m a s i n t e m a c i o -
C o m it é d e I n t e r p r e t a c io n e s d e
I n a le s d e c o n ta b ilid a d (N IC ).
la s N o r m a s I n t e r n a c io n a le s d e
I n f o r m a c ió n jp ln a n d e r a En algunos papeles em itidos en español
(C IN IIF ) por la Unión Europea, este organismo es
referido com o “Comité Internacional de
In te r n a tio n a l F in a n c ia l
Normas Contables". lo que es incorrecto
R e p o r tin g In te r p r e ta tio n s porque en su denom inación original, la
C o m m i t t e e (IF R IC ) ptalabra inglesa "International" no califi­
ca a “C om m ittee" sin o a “A ccoun lin g
C om ité cuyos m iem bros son d esig na­ Standards" (tal com o ocurre en "Intern a­
d o s p o r lo s a d m in is tra d o re s d e la tional Accounting Standards". que se tra­
F u n d a c ió n d el C o m ité d e N o rm a s duce “Normas Internacionales de Conta­
I n te r n a c io n a le s d e C o n ta b ilid a d bilidad").
(lASCF) y qu e tiene a su cargo la em i­
sión d e las in te r p r e ta c io n e s d e las C o m it é d e O r g a n i z a c i o n e s
N orm as In tern a cio n a les d e In fo rm a ­
P a tr o c in a d o ra s
c ió n F in a n cie r a (N IIF), q u e ta m bié n
C o m m ittee o fS p o n s o r in g
deben ser aprob adas p o r el C o n s e jo
O r g a n i z a t i o n s (C O S O )
d e N o rm as In te r n a c io n a le s d e C o n ­
tabilid ad (C M C . lA SB).
(3om ité q u e:

La deoominación en español arriba pre­ a) se c o n s titu y ó e n 1 9 8 5 p a r a p a tro ­


sentada flgura en publicaciones en espa­ c in a r las a e tn id a d e s d e la C o m i­
ñol de la [ASCF. de modo que puede con­
s ió n N a c io n a l d e I n fo r m a c ió n F i­
siderarse 'ofícta)". La traducción literal (y
n a n c ie r a F r a u d u l e n ta (N C FF R );
a nuestro juicio más correcta) de “Imer-
national Financia! Reporting interpreta-
b) p o s te r io rm e n te re a liz ó y p u b licó
tions Comminee" es "Comité de Interpre-
e stu d io s s o b re c o n t r o l i n t e r n o y
tackmes Internacionales de Información
riesg o e m p re s a rio .
Financiera".
Más información en:

C o m ité d e I n t e r p r e t a c io n e s http://www.coso.org.
I n t e r n a c io n a le s d e I n f o r m a c ió n
F in a n c ie r a C o m it é d e P o l í t i c a C o n t a b l e y
d e A u d ito r ía
Ver C o m ité d e In te r p re ta c io n e s d e A c c o u n t in g a n d A u d i t i n g P o lic y
las N orm as In te m a d o n a le s d e In fo r­
C o m m i t t e e (A A P C ) [U S ]
m a ció n Fin a n cie r a (CINIIF).
C o m ité p e r m a n e n te d e la J u n t a A se­
s o ra d e N o rm a s F e d e r a le s d e C o n ta ­
C o m ité d e N o r m a s b ilid a d (FASAB) a l q u e e s te o rg a n is ­
I n t e r n a c io n a le s d e m o ie h a e n c a r g a d o la d e t e c c ió n
C o n ta b ilid a d o p ortu n a , la d is c u s ió n y la r es o lu c ió n
I n t e r n a tio n a l A c a m n tin g d e c u e s tio n e s r e la c io n a d a s c o n la
S t a n d a r d s C o m m i t t e e (lA SC ) c o n ta b ilid a d y la a u d it o r í a d e lo s or­
g a n ism o s del e s ta d o fe d e r a l e s ta d o ­
Urta organización in ternacional crea ­ un id en se, d e n tro d el m a r c o n o r m a ­
d a en 1973 y d isuelto en 2 0 0 1 , q u e tivo c o rre sp o n d ien te.
Más información en;
¡ C o m ité d e R e g la m e n ta c ió n
http;//www fasab.nov/aapc/aapc.himl. i s o b re A u d ito ría
Audit ReguUiíory (Ujmmittee
C o m ité d e P r o c e d i m i e n t o (AuRC)
C o n ta b le
I C om itéin tegrad o p orfu n cio rtan o sd e
Cjommittee on Accounting
m inisterios de los países m iem bros
Proceíiure (C A P) (U.Sl d e ia Unión Europea, q u e a siste a la
Cx)m{té del In stitu to A m eric a n o d e C om isión d e ias C om un id ad es E uro­
C o n tad o re s P ú b lic o s C e r tiflc a d o s p ea s en la im plem entación d e la O c ­
(AICPA). q ue en tre 1939 y 1959 (año tava D irectiva,
de su disolución) em itió d iversos b o ­ i
le tin e s d e in v e s tig a c ió n c o n ta b le r ( x ) m ité d e R e g u la d o r e s d e
(ARB) q ue se in co rp ora ron a los p r in ­ V a lo re s d e E u r o p a
cipios d e co n ta b ilid a d ge n e ra lm e n ­
Committee o f F.uropean
te a c e p ta d o s en ios Estad os Unidos
Securities Ref^lators (C E SR )
(USGAAP).
C om ité creado en 2001. q u e está in ­
C o m ité d e P r o c e d i m i e n t o s d e tegrado por una autoridad c o m p e ­
A u d ito ría ten te en el cam p o d e los títu lo s v a lo ­
Committee on Auditing r e s p o r c a d a p a ís m ie m b r o d e la
Procedure (C A P) |US] Unión E uropea y que aseso ra a ésta y
participa com o observador en el G ru ­
Com ité del In stitu to A m e ric a n o de po d e E xp erto s T é c n ic o s (TEG).
C o n ta d o re s P ú b lic o s C e r tiñ e a d o s
(AICPA) q ue. en tre 1939 y 1972 estu ­ Más información en:
vo a cargo de la em isió n d e las d e c la ­
ra c io n e s s o b r e p r o c e d im ie n to d e hnp://www.cesr-eu.ofg
a u d ito ría (SAPs), q u e in teg rab an las
n orm as d e a u d ito r ía g e n e ra lm e n te C o m ité d e S e rv ic io s d e
ac ep ta d a s en los E stad os Unidos. C x in tab ilid ad y R ev isió n
Accounting and Review Services
C o m ité d e R e g l a m e n t a c i ó n
Committee (ARSC)
C o n ta b le
Accountíng Regulatory C om ité del In stitu to A m eric a n o d e
Committee (ARC) C o n ta d o re s P ú b lic o s C e r tiñ e a d o s
(AICPA) q u e e m ite , e n los E sta d os
Com ité téc n ico c o n ta b le d e la U nión Unidos, n o rm a s p r o fe s io n a le s para
E uropea q u e d e b e o p in a r s o b re las tra b a jo s d e r e v isió n y d e c o m p ila ­
propuestas d e a d o p ció n d e c ad a uno ción .
de los pron u n ciam ien to s q u e co m p o ­
nen las N o rm a s I n te r n a c io n a le s d e
In fo rm a c ió n F in a n c ie r a (NIIF).. C o m ité d e l S e c t o r P ú b lic o
Public Sector Committee (PSC)
Más información en:

http://ec.europa.eu/iniemal.markei/ C om ité d e la F e d e ra ció n In te m a c io -


accounting/commiitees _en.htm. I n a l d e C o n ta d o re s (IFAC) q u e tuvo a
su carg o la em isió n d e las N o rm a s
C o m i t é E j e c u t i v o d e N o r m a s de
I n t e r n a c io n a le s d e C o n ta b ilid a d
A u d ito ría
p a r a e i S e c t o r P ú b lic o (N IC S P .
IPSASs). , Auditing Standards Executive
1 Committee (A u S E C )
Actuaim ente, la tarea está a cargo del I
C onsejo de Normas In tem adon ales de ; C o m ité d el I n s t itu to A m e r ic a n o de
C ontabilid ad para el S ecto r Pú blico . C o n ta d o r e s P ú b lic o s C e r tif íc a d o s
(IPSASB). i (AICPA) q u e, e n tr e 19 7 2 y 1 9 7 8 tuvo a
su c a rg o el d ic ta d o d e la s n o r m a s de
C o m ité E je c u tiv o d e N o rm a s a u d ito r ía g e n e r a l m e n te a c e p ta d a s
en lo s E sta d os U n id o s.
C o n ta b le s
Accounting Standards Executiw
Committee (A cSEC ) C o m ité E je c u tiv o d e S e rv ic io s
d e A te stig u a ció n
C om ité de! In stitu to A m eric a n o d e Assurance Services Executive
C o n ta d o re s P ú b lic o s C e r tiñ c a d o s Committee ( A S E Q
(AICPA) que: j
C o m ité d el I n s t itu to A m e r ic a n o de
a) flja las políticas té c n ica s del o rg a- !
C o n ta d o r e s P ú b lic o s C e r tif íc a d o s
nísm o en m ateria de n o r m a s c o n ­
(AICPA) a c a rg o d e:
tables:
a) la id e n tific a ció n , e l d e s a r ro llo y la
b) actúa com o vocero del AICPA en c o m u n ic a c ió n d e n u e v a s o p o rtu ­
tales cu estio n es, sin n ecesid a d de
n id a d es en m a te r ia d e t r a b a jo s de
q u e sus d e c la ra cio n e s s ea n p r e ­
a te s tig u a c ió n :
viam ente a p rob ad as por el o rg a ­
nismo. b) el d esa rro llo, ju n to c o n o tr o s c u er­
p o s d el AICPA, d e p a u ta s d e refe­
A tal efecto, la AcSEC: r e n c ia q u e p e r m ita n e je c u ta r ta­
a) opin asotne{»oyeaosdenonnascon- le s servicio s.
tables de la lu nta de Normas de C on­
tabilidad Financiera (FASB), la Junta I
C o m ité In te r n a c io n a l d e
de Normas de Contabilidad Gubema- :
mental (GASB), la Junta Asesora de N o rm a s C o n ta b le s
Normas Federales de Contabilidad '
(FASAB) y el C onsejo de Normas In- ' Ver C o m ité d e N o rm a s In te r n a c io n a ­
temadonales de Contabilidad (CNIC le s d e C o n ta b ilid a d (lA SC ).
lASBr

b) interviene, junto con otros cuerpos C o m ité I n te r n a c io n a l d e


del AICPA. en la id entificación de P rá c tic a s d e A u d ito ría
cu estío nes contables que justiñcan la International Auditing Practices
emisión de guías por pane de la FASB;
Committee (lA P C )
c) provee guias sobre cuestiones de In ­
formación financiera cuando consi­ C om ité d e la F e d e r a c ió n I n te r n a c io ­
dera que ios organismos emisores de n a l d e C o n ta d o re s (IFAC) q u e d uran ­
normas no k) harán dentro de un pla­ te alg un os a ñ o s e m itió p r im e r o gu ías
zo ranmable in te r n a c io n a le s d e a u d it o r í a (lAGs)
y luego n o r m a s in te r n a c io n a le s d e
c o m m o d lt y
aud ito ría (NIA, ISAs).
c o m m o d ity
Fue reemplazado, en abril de 2002. por la
Junta de Normas Internacionales de Au- 1. M erca d ería com erciable.
ditoríayde Atestiguación (lAASB).
2. M ercadería q u e reún e las ca ra c te ­
rísticas de un a c tiv o d e fá c il c o ­
C o m ité P e r m a n e n t e d e m ercialización .
In te r p r e ta c io n e s
La acepción que prevalece es la (2), por lo
Ver C o m ité d e I n t e r p r e t a c i o n e s que la traducción de "commodity" como
(NIIFI. "artículo", "mercancía", “mercadería" o
“producto" no sería mayormente útil. En
las traducciones de las Normas Interna­
c o m ite n te c ion a les de In fo rm ació n F in an ciera
p r in c ip a l (NIIF) al español se emplea la expresión
"materia prima cotizada". En las publica­
P e rso n a q u e en ca rga un a tarea, p a ­ ciones en español sobre economía y m er­
gando por ello un a c o m is ió n . cados suele utilizarse directamente la pa­
labra inglesa.
Ejemplo; la que encarga a un agente de
bolsa la compra o venta de determinados Son ejemplos de “commodiiies" muchos
títulos. productos de la actividad agrícola y de la
minería que cotizan en mercados activos.

C o m ité s d e A c tiv id a d e n e l
I n t e r é s P ú b lic o
co m o e stá
P u b l i c ¡ n t e r e s t A c t iv it y
a s is
C o m m i n e e s (P lA C s)
U n a con d ición de venta d e un b ie n
Expresión q u e a b a rca a esto s o rg anis­
q u e im plica que:
m os de la F e d e r a c ió n In te r n a c io n a l
de C o n tad o re s (IFAC):
a) su estad o actual es co n o cid o por
a) la Ju n ta d e N o rm a s In te r n a c io n a ­ el com prador,
le s d e A u d ito ría y d e A te stig u a ­
c ió n (lAASB): b) después d e la operació n , el c o m ­
prador n o podrá efectu a r reclam o
b) la Ju n ta d e N o rm a s In te r n a c io n a ­ alguno al vendedor.
les d e E d u ca c ió n e n C on tabilid ad
OAESB); Esto es. el vendedor no otorga ninguna
garantía.
c) la Ju n ta d e N o rm a s In te r n a c io n a ­
le s d e É tic a pa ra C o n ta d o re s (IES-
BA):
c o m o d a to
d} los órg ano s c on su ltivos d e las tres g r a tu ito u s b a ilm e n t
Juntas m en cio n a d a s; y
C o n tr a to p or el q ue el propietario de
e) el P a n e l A s e s o r e n C u m p lim ie n ­ un b ie n tangible no fu n g ib le p erm i­
to (CAP). te a otra parte su em p leo gratuito.
c ep tib le d e c o m p a ra c ió n , e n la m a­
c o m p a ñ ía
yo r m ed id a p o sib le , c o n :
company
a) o tra s in fo r m a c io n e s f in a n c ie r a s
1. C ualquier o rganización q ue efec- d e la m is m a e n tid a d (o c o m p o ­
(üa tr a n s a c cio n e s (1) com erciales n en te) a la m is m a f e c h a (o p)or d
a n om bre propio. m ism o p e r ío d o );

2. Socied ad . b) la in fo rm a c ió n d e la m is m a en ti­
dad (o c o m p o n e n te ) a o tr a s fechas
Las organizaciones indicadas en la acep­ o por o tro s p erío d o s:
ción (1) podrían incluir a las de un único
propietario. c) la in fo rm a c ió n p ro v is ta p o r otras
en tid a d es.

c o m p a ñ ía d e c h e q u e e n b l a n c o
blank check company (US)

A los efectos d e a p lica r las leyes e s ta ­


dounidenses, u n a co m p a ñ ía que:

a) ha em itid o a c c io n e s q u e tie n e n c o m p a ra t iv o s
las característica s in d ica d a s e n el comparatiivs
párrafo (a)51 (A) d e la s ec ció n 3 de
la L ey d e M e rca d o d e V a lo re s d e E n r e la c ió n c o n e s t a d o s ñ n a n c ie r o s .
1934; d a to s c o r re s p o n d ie n te s a u n o o m ás
p e r ío d o s a n te r io re s al ü ltim o d e los
b) se en cu en tra en e ta p a d e desarro- c u b ie rto s p o r d ic h o s e s ta d o s .
Uo;
De acuerdo con las N o rm as In tern a cio ­
c) no tiene propósito ni plan esp e cí- nales d e Auditoría (NIA. ISAs), pueden
presentarse com o c ifra s c o rre sp o n d im -
ñco d e negocios, s d v o el d e f i s i o ­
tes o com o esta d o s fin a n c ie r o s com pa­
n arse co n una o m á s c o m p a ñ ía s
rativos.
no id entíñcadas.

c o m p e n s a c ió n a d e c u a d a
c o m p a ñ ía d e in v e r s ió n adequate compensation
investment company
En r ela c ió n c o n u n c o n t r a t o d e ad-
C o m p añ ía que reúne ah orros in divi­ I m in is tr a c ió n . lo q u e s e le p a g a ría a
d u ale s para efectu a r u n a in v ersió n ¡ u n terc ero c o m o r e m u n e r a c ió n .
con ju nta.
I
Incluye la g a n a n cia q u e en el mercado
I específíco del caso sería requerid a para
I prestar el servicio.
c o m p t r a b ill d a d 1
comparability
c o m p e n s a c ió n b a s a d a e n
Cualidad que logra la in fo rm a c ió n fi­ a c c io n e s
n a n c ie r a d e un a en tid a d (o d e un
co m p o n en te de ella) cuand o es sus­ R e m u n e ra c ió n b a s a d a e n a c c io n e s .
Este componente no está sujeto a los ries­
c o m p e n s a c ió n d e a c t iv o s y
gos relacionados ron el seguro.
p a s iv o s
off^tiing o f assets and En la Norma Internacional de Inform a­
íiabilfties \setqff o f assets and ción Financiera (MIE) 4. la idea expuesta
liahilities se expresa de una manera indirecta, al
decirse que un "componente de depósi­
C om pensación d e las m e d id a s c o n ­ to" es un componente contractual que
estaría dentro del alcance de la Norma
tables a signad as a d ete rm in a d o s a c ­
Internacional de Contabilidad (NIC) 39
tivos y pasiv o s, p ara su p resen ta ción
sí fuera un instrumento separado y que,
(por el im porte n eto) en u n es ta d o d e de acuerdo con ella, no se contabiliza
situación. como un derivado.

c o m p e n s a c ió n d e u n im p o r t e
c o m p o n e n t e d e p a r t ic ip a c i ó n
ad eud ad o
d is c r e c io n a l
offsetting o f an amount diie |
discretionary participation
setoffofan amount due
feature
Ver d erech o d e co m p e n s a c ió n
En un seg u ro, un c o m p o n en te q u e
otorga al a seg u ra d o el derecho c o n ­
c o m p e n s a c ió n e n a c c io n e s tractual a recibir del aseg urado r, a d e­
equity compensation m ás de las prestacion es garantizadas
por éste, otras q u e tienen esta s ca ra c ­
R e m u n e ració n b a s a d a e n a c cio n e s . terísticas:

a) se prevé que representen una por­


c o m p e n s a c io n e s a e m p le a d o s
ción signiñeativa d e las p restacio ­
nes con tractuales totales;
R em u neracio nes.

b) su cuantía o su fecha qued a a d is­


c o m p ila c ió n creció n de! asegurador:
compilation
c) su c u a n tía es tá ba sa d a c o n tra c ­
I . Resum en d e d ato s c o n ta b le s para tu alm ente en:
o b ten er algún tipo de inform e.
1) el rendim iento d e un c o n ju n ­
2. Ver tr a b a jo d e co m p ila c ió n .
to específícü de c o n tra to s o de
un tifK) específico d e con trato:
c o m p o n e n t e d e d e p ó s it o
deposit component 2) io s ren d im ien tos d e la in v er­
sión efectuad a en un co n ju n to
En un s eg u ro , un c o m p o n e n te q ue específico d e a c tiv o s p oseíd os
crea un in s tru m e n to f ln a n c ie r o no por el asegurador: o
d erivad o q u e e s u n p a s iv o ñ n a n c ie -
ro para el a s e g u r a d o r y un a c tiv o ñ - 3) el r e s u lta d o o b te n id o por el
n an c iero para el as eg u ra d o . asegurador.
j n es co m o para la p re p a ra ció n de
c o m p o n e n t e d e re c a r g a
in fo rm e s fln a n c ie r o s .
Ver co m p o n e n te de renovación.
I La NIIF 5 se refiere al tratam iento conta-
I bie de ios activos no c o rrien tes tenidos
para la venta y de las operacion es dlacon-
c o m p o n e n t e d e r e n o v a c ió n
tinuadaa
reloadfeature

E n u n a o p ció n para Ui su s c rip ció n de c o m p o n e n te fin a n c ie ro


a c c io n e s d e una entidad, una c arac- im p líc ito
i« f s tíc a según la c u a l a la fech a d e
e jo c ic k ) d e dicha opción , su ten ed o r In te ré s Im p lícito.
r e c ib e n uevas o p cio n es, pu d ie n d o __________________
esta circun stancia repetirse in d efin i­
c o m p ra a fu tu ro
d am ente o un n úm ero finito de ve-
C o m p ra a té rm in o .

La traducción literal de 'reload feature’


seria 'componente de recarga’ . c o m p ra a p la z o

— C o m p ra a té r m in o .
c o m p o n e n te d e u n ju e g o d e
e s ta d o s f in a n c ie r o s
c o m p r a a p r e c io a lz a d o
component ofa set offínancial
lump-sum acquisition | lump-
statements
sum purchase
C u alq u ier p a rtid a d e in fo r m a c ió n C o m p ra ^ o b a l .
presentada en un ju e g o d e e s ta d o s
finan cieros.
c o m p ra a té r m in o
forward purchase
c o m p o n e n te d e u n a e n tid a d
\ O p era ción a té r m in o (forv^ a rd ), des-
component o f an entity
: d e el p u n to d e v ista d el c o m p ra d o r.
1. En relación co n un ju e g o d e e s t a ­
Sinónim os; com pra a fijturo, com pra
d os fin a n c iero s a u d ita d o s, c u a l­
a plazo.
quier división, s ucursal, c o n tr o la ­
da. nego cio co n ju n to , a so cia d a u
otra entidad cuya in fo rm ació n fi­ c o m p ra a p a la n c a d a
n a n c ie n s e incluye en ellos. leveraged buy-out (LBO )

2. A los fines de aplicar la N o rm a I n ­ ' A d q u is ició n d e u n n e g o c io u tiiizan -


tern acio n a l d e In fo rm a c ió n F i­ I do e f e c tiv o q u e p r o v ie n e to ta l o prin-
n an ciera (NIIF) 5, un c o m p o n en ­ ¡ d p a lm e n te d e u n a e m is ió n d e títu -
te cuyas operacio n es y flu jo s de j lo s d e d eu d a , n e c e s a ria p a r a po sibi-
e fe c tiv o pueden ser c la ra m en te I litar la o p era ció n y c u y o p a g o p oste-
diAingukios d e los del resto d e la I rior se efec tú a e m p le a n d o la s en tra ­
en tid ad in fo rm an te, tanto d esd e d as d e efectiv o d e la e n tid a d ad quirí-
el pum o de v í m de las o p era d o -
Frrcuentrmentp. lo« bienes de la entidad
sdquiridR ponen en garantía del pago c o m p r a {^ o b a l
de kis tínilos emitidos. hasket acquisitlon |hasket
purchase

(>>mpra de un c on ju n to d e a c tiv o s (o
c o m p ra c o n v e n cio n a l
de activ o s y pasivos) individuales por
rrf(u¡4tr way purchase
un ún ico precio.
Dicho d e un a c tiv o ñ n a n d e r o . una
Sinónimo: compra a precio alzado.
com pra a iy a en treg a d e b e efec tu a r­
se dentro d e un p e r ío d o q u e general -
m ente está esta b lecid o p or un a regu ­ c o m p r e n s ib ilid a d
lación o una c o n v en ció n del m erca ­
understandability
do correspon d ien te.
C ualidad q u e a lcanza un ju e g o d e
e s ta d o s fin a n c ie r o s u o tro in form e
c o m p r a d e d iv i s a s a f u t u r o cu a n d o puede ser fá cilm e n te c o m ­
prendido por sus usuarios típicos.
C om pra d e d ivisas a té r m in o .
Sinónim o; daridad.

En relactón con los estados fínancieros,


c o m p r a d e d iv is a s a p la z o algunos marcos conceptuales consideran
"típicos” a los usuarios que;
C om pra d e div isa s a té r m in o .
a) tienen un conocimiento razonable de
las aaivtdades económicas, del mun­
do de los negocios y de la terminolo­
c o m p r a d e d iv is a s a té r m in o gía propia de dichos estados;
forward-exchange purchase
b) estén dispuestos a estudiar la infor­
Compra a té r m in o d e u n a m o n e d a mación con una diligencia razortable.
extranjera.
En otros, se considera que dichos usua­
Sinónimos; compra de divisas a futu­ rios deben tener un conocimiento razo­
ro, compra de divisas a plazo. nable de la contabilidad y no sólo de la
terminología utilizada en los estados fi­
nancieros.

c o m p ra d e fa v o r
accommodation purchase c o m p r e n s i ó n d e la e n tid a d y s u
e n to rn o
Compra q u e una o rg anizació n h ace
understanding o f the entity and
para otra, para un c lie n te o para un
its environment (IF A C l
em pleado.

Podría hacerse, por ejemplo, para bene­ En las N o rm a s I n te r n a c io n a le s d e


ficiar al destinatario final con un d es­ A u d itoría (NIA, ISAs), y e n relación
cuento comercial que éste no podría ob­ con una entidad cuyos e sta d o s fin a n ­
tener si efecmase la adquisición personal- c ie r o s s e so m e ten a un tr a b a jo d e
a te s tig u a c ió n , la com p rensión de:
a) la naturaleza d e d icha entidad;
c o m p r o m i s o a f i r m e [C L]
b) lo s facto res externos q u e la afee- I _ . -
^ j C o m p ro m iso firm e.

c) la selecció n y aplicació n d e p o li- I c o m p ro m is o d e p r é s ta m o


tic a s c o n ta b le s por parte d e ella; !
loan commitment
d) los o b je tiv a , las estrategias y los | c o m p r o m is o f ir m e d e e f e c tu a r ,
riesg os del nego cio q u e pu ed en | ^ a jo u n a s c o n d ic io n e s t
producir r e p r e s e n ta cio n e s signi- ¡
fícativam ente errón eas en los es- \^
tados financieros; , ------------------------ —
c o m p r o m is o e n f ir m e
e) la m edición y la revisión del d e s - j
em p eñ o financiero d e la en tid ad ; i C o m p r o m is o fir m e .

f) su co n tro l in tern o .
c o m p ro m is o e n firm e d e
En la traducción al español de las NIA el co m p ra
témiino 'understanding" ha sido tradu-
cido como “entendim ienio". pero este C o m p ro m iso f irm e d e c o m p r a .
vocablo no es, para el DRAE sinónimo de
‘ compcensMte'.
c o m p ro m is o fírm e
flrm commitment
c o m p ro b a ció n m a te m á tic a
A cuerd o q ue:
P ro ced im iento d e a u d ito ria q u e c o n ­
siste e n el exam en d e u n a o p era ció n a) se p u e d e h a c e r c u m p lir p o r m e­
m atem ática incluid a en un p roceso d io s legales;
contable, ya sea:
b) p revé el in te r c a m b io d e u n a c a n ­
tid ad e s p e c ific a d a d e r e c u rs o s a
a) reproduciéndola: o
u n p rec io d e te rm in a d o e n u n a fe­
b) aplicando algún alg oritm o in d e­ c h a e s p e cífic a d el fu tu ro (o e n va­
pen d ien te q u e d eb a c o n d u cir al ría s).
m ismo resultado.
Sinónimo: com prom iso a firme (CL],
En la traducción ai español de las Normas compromiso en firme.
Internacionales de Auditoría (NIA) se lo
derxxnina “recákido”. pero este vocablo
no I^ura en el DRAE. c o m p ro m is o firm e d e c o m p ra
firm parchase commitment

c o m p r o b a n te U n a cu erd o q ue:
voucher a) se efec tú a e n tr e p a r te s n o re la c io ­
n a d a s:
Cualquier evidencia docum ental que
resp ald a un a tr a n s a c c ió n (1) o un b) co m p ro m e te a u n a d e ella s a com ­
laianio prar un b ien o u n s e r v ic io y a la
oirá a venderlo, p or un p re cio y b) puede con ectarse a redes en línea
dentro de un plazo estipulados en y también a dispositivos periféii-
el convenio;

c) es. por lo general, legalm ente exi­ ntemplos de periféricos; impresoras , es­
gible: cáneres. módems, dispositivos adiciona­
les para la lectura y escritura de datos.
d) incluye una p en alízación p or in ­
cum plim iento lo suficientem ente F.n los comptitadores personales portáti­
les, los elementos referidos en el indso a)
im p o rta n te c o m o p a ra q u e el
pueden combinarse dentro de una mis­
cumplimiento del a cu erd o sea a l­ ma estructura física.
tam ente prob ab le
Como sinónimo de ‘ computador perso­
Sinónimo: com prom iso en firme de nal’ se emplea la palabra ‘ microcompu-
compra. tador", que rto figura en el DRAE.

c o m p r o m i s o f u tu r o I c o n fin e s d e n e g o c ia c ió n
future commitment ^ M antenido para negociación.
Com p.om iso q u e h a sid o asu m id o
por una entidad p ero que n o consti-
tu)'e un pasivo.

Ejemplo: la obligación de comprar penó-


En u na tra n sa cció n (1) en la que una
dícamenie cierta cantidad de una mate­
p a rte e n trega e fe c tiv o y la o tra le
ria prima por un precio determinado, de
acuerdo con una orden de compra emiti­ transfiere c u e n ta s p o r c o b ra r (o se
da o con un contrato pendiente de eje­ com prom ete a entregarle los flujos de
cución. fondos que éstas deberían producir),
el h ech o de que la prim era tiene el
d e re ch o de requerir que la segunda
c o m p r o m is o s ir r e v o c a b l e s d e responda por los incumplimientos de
a p o r t e s d e c a p i t a l lAR] los e m iso re s d e los in s tru m e n to s
transferidos.
Ver anticipos irrevocab les d e ap ortes
de cap ital [ARj. Hn consecuencia, el riesgo de impago aso­
ciado con dichos instrumentos sigue a
cargo de quien recibe el efectivo, que
c o m p u ta d o r p erso n al mantiene una ‘ obligación secundaria”.
personal Computer (PC )
C om putador a u tó n o m o y p eq u eñ o CONAU lAR]
que:
N o rm as de con tab ilid ad y au d ito ría
a) está com p u esto, típ icam en te, por para las entidades financieras, em iti­
una caja q ue co n tie n e el sistem a das por el B a n co C en tral d e la R ep ú ­
electrónico d e la co m p u ta d o ra así b lica A rgen tin a (BCRA).
com o dispositivos p ara la lectura
CONAU es una palabra creada por el
y escritura d e d atos, una pantalla BCRA con las tres prim eras letras de
(monitor), un teclad o y u n d isp o­ ‘ contabilidad* y las dos primeras de ‘ au­
sitivo seftalador ("ra tó n ”); ditoría*.
c o n ce d e n te c o n c e sió n g u b e r n a m e n ta l
concession provider r e l a c i o n a d a c o n a c t i v o s [M X |

V er a c u e r d o d e c o n c e s ió n d e s e rv í- | S u b v e n c ió n g u b e r n a m e n t a l relacio -
c io s fN U F ]. , n a d a c o n a c tiv o s .

c o n c e sió n g u b e r n a m e n ta l
c o n c e n tra c ió n d e e m p re sa s r e l a c i o n a d a c o n i n g r e s o s (M X )

C o m b in a c ió n d e n e g o c io s.
^ S u b v e n c ió n g u b e r n a m e n t a l rela d o -
I n a d a c o n in g r e s o s I N I I F ] .

c o n c e p to d e c o r r e la c ió n
c o n c e s io n a r io
matching concept
[ concession operator
P rin cip io d e co r re la c ió n .
I V er a c u e r d o d e c o n c e s i ó n d e servi­
c io s [N IIF].
c o n c e p to fin a n c ie r o d e c a p ita l
ftrumciaí concept o f capital c o n c ilia c ió n
I reconciliation
Ver c a p ita l a m a n te n e r .
A c ció n y e f e c to d e c o n c i l i a r .

c o n c e p to fís ic o d e c a p ita l
El em pleo d e la p alab ra “reconciliación*
j n os parece in ad ecuad o p o rq u e el prefijo
physical concept o f capital I “re* induce a p ensar q u e se trata ^ una
segunda con cília d ó n .
Ver c a p ita l a m a n te n e r .

c o n c i lia c ió n a c u a t r o c o lu m n a s
c o n c e sió n
concession C o n c i lia c ió n c u a d r a d a .

Perm iso para efec tu a r u n a a ctivid ad


c o n c ilia c ió n c u a d r a d a
d eterm in ad a e n un lu gar esp e c ífic o
o den tro de u n á rea ge og rá fica d e te r ­
cash p r o o f
m inad a. C o n r e la c ió n a u n a c u e n t a corrien te
b a n c a r ia , u n a p la n illa q u e c o n cílla la s
Ejemplos de actividades: extraer minera­
les de un yacimiento, explotar un restorán c ifía s in fo r m a d a s p o r e l b a n c o c o n las
en un club deportivo. c o n ta b iliz a d a s a l c o m ie n z o y a l final
d e un p e r ío d o , y t a m b ié n lo s movi­
m ie n to s d e l m is m o .
c o n c e s ió n d e s e r v ic io s
S in ó n im o s: c o n c ilia c ió n a cu a tro co­
Service concession lu m n as.

Ver a c u e r d o d e c o n c e s ió n d e s e r v í-j La locución " ca sh p r o o r h a sido tradud-


c io i. I da literalm ente co m o “p ru eb a d e caja’.
pero csia expresión Induce a pensar en
efectivo en poder de una entidad y no c o n c o rd a to
el depositado por ella en una cuenta c creditors' agreement
rrienie bancaria.
Acuerdo con certad o en el m a rco de
un c o n cu rs o d e a c re e d o r e s q u e p o ­
c o n c ilia r sibilita la con tin u ación d e las a ctiv i­
to reconcüe dades del deu d o r.

Típicamente, el acuerdo prevé quitas de


D eterm inar las c a u sa s y los im portes
pasivos, extensiones de sus plazos de can­
de las d iferen cias en tre dos cifra s q ue
celación o ambas cosas. También puede
deben guardar alguna relació n en tre incluir otras medidas, como pagos en es­
pecie, capitalizaciones de deudas, reor­
ganizaciones o formas especiales de ad­
Por ejemplo, podrían conciliarse: ministración.

a) el resultado del período informado en F.sta acepción de ia palabra “concordato”


un juego de estados fínancieros pre­ no está prevista en el DRAE.
parado de acuerdo con determinadas
normas contables locales con el que
se habría presentado si se hubiesen c o n cu rso d e a c ree d o res
aplicado las Normas Internacionales insolveney proceeding
de Inform ación Financiera (NIIF):
In stitución legal q u e perm ite q u e un
b) el resultado y el flujo de efectivo pro­
com erciante con problem as fin a n cie­
visto por las actividades de operación
ros c o n tin ú e ad m inistran d o su e m ­
que aparecen en el mismo juego de
estados ñ n a n d ero s y se refleren ai presa y ofrezca un arreglo a sus a c r e e ­
mismo período; dores.

c) un dato provisto por el “sistem a con ­ Sinónimo; convocatoria de acreedo-


table” (sea. el saldo de la cuenta “Ban­
co X”) con una información obtenida
de un tercero (en el caso, del banco); En la expresión definida, la palabra “c(
curso" se emplea con el sentido de “
d) la suma algebraica de los saldos de las unión de personas".
cuentas de un m ayor auxiliar (sea: el
de cuentas por cobrar a clientes) y el
saldo de la correspondiente cuenta de c o n d ic i ó n f in a n c ie r a
control: jírmneial condition
e) un dato contable y otro surgido de S itu a ció n fin a n c iera .
otro componente del sistema de infor­
mación de una entidad (ejemplo: ei
saldo de la cuenta “Banco Z” según el c o n d ic i ó n im p u e s t a p o r e l
sistema contable y el saldo coiTes{x>n- d o n a n te
diente según los registros de la teso­
donor-imposed condition
rería).

El empleo de la palabra “reconciliar’ nos En una d o n a c ió n , un a estip u la ció n


parece inadecuado porque el prefijo “re" h ech a por el d o n a n te q u e esp e cifica
induce a pensar que se trata de una se­ u n h ech o futuro in cierto cu ya o c u ­
gunda conciliación. rrencia o falta d e o cu rren cia le otor-
ga el derech o d e recu perar lo s b ien es c o n d i c i o n e s p a r a la
transferid o s al d o n a ta rio o le libera a d ju d i c a c i ó n (CL|
d e la o b lig a c ió n d e transferirlos.
C o n d ic io n e s p a r a la c o n s o lid a c ió n .

c o n d ic i ó n r e f e r i d a a i m e r c a d o
market condition c o n d i c i o n e s p a r a la
c o n s o lid a c ió n
En relación co n una c o m p e n s a c ió n i^ tin g conditíons
b a s a d a e n a c c io n e s a cargo d e una
entidad, una con d ición que: En r ela c ió n c o n u n a r e m u n e r a c ió n
b a s a d a e n a c d o n e s a c a rg o d e una
a) afecta al p r e c io d e e je r c ic io , a la en tid ad , las c o n d ic io n e s q u e la otra
irrevocabilidad o la posibilidad de p a n e d eb e c u m p lir p a ra lo g ra r la c o n ­
ejercer un in s tru m e n to d e p a tr i­ s o lid a c ió n (vesting) d e su d e r e c h o a
m on io: r e d b iria .

b) se relaciona co n e l p recio d e m er­ Srnónirno; condidones para la adjudi-


cado de lo s in stru m e n to s d e p a ­ cad ón [C L], condidones para la irre­
trim onio d e la entidad. vocabilidad.

Ejemplo de condiciones: Puede tratarse de:

a} que las acciones de la entidad alcan­ a) "co nd icio n es de serv icio ", com o la
cen cierto precio: perm anencia del b e n eficia rio como
em pleado hasta cieñ a fecha: o
b) que el “valor intrínseco" de una op-
d ó n para la suscrip ción de nuevas b) "co nd icio n es de d esem p eñ o " (o de
acd o n es de la entidad alcance derto rendimiento), com o el logro de deter­
nivel. minadas metas susceptibles de m edi­
ción objetiva.

c o n d ic i o n e s d e d e s e m p e ñ o
performance conditions c o n d i c i o n e s p a r a la
ir r e v o c a b ilid a d
Ver c o n d id o n e s p a ra la c o n s o lid a -
I C o n d id o n e s p a r a la c o n s o lid a c ió n .

c o n d ic io n e s d e r e n d i m i e n t o c o n d ic io n e s s u s c e p tib le s d e
in fo r m a c ió n
Ver c o n d icio n es p a ra la c o n s o lid a ­ reportabíe conditions [U S ]
ción .
C u estion es q u e h a n lla m a d o la a te n ­
d ó n d e un a u d ito r d e e s t a d o s f ln a n -
c o n d ic i o n e s d e s e r v ic io d e r o s y qu e. a su ju ic io :
Service conditions
a) im p lican la e x is te n c ia d e d e fic ie n ­
Ver c o n d icio n e s para la c o n s o lid a ­ cia s sig nifícativas e n el d is e ñ o y en
ción . la o p era ció n d el c o n t r o l in te r n o
de la en tid a d in fo r m a n te , aptas n orm a s p ro fesio n a les a p lic a ­
para afectar a d v ersa m en te su ca bles, q ue ind ican una falta de
pacidad d e in tria r, registrar, pro com p ete n cia para ejerce r a n te
cesar, e in fo rm a r d a to s fin a n cie la C o m isió n d e V a lo re s y B o l­
ros de una m a n e ra q u e sea co h e s a s (SEC).
rente co n las a s e r c io n e s q u e los
adm inistradores d e ella Incluyen
en los e s ta d o s f in a n c ie r o s :

b) deben p or lo ta n to ser in fo rm ad as
al c o m ité d e a u d ito ría .
c o n firm a c ió n

c o n d o m in io
confírmation
condominittm 1. [N1A| Proceso dirigido a lograr que
un terc ero c o rro b o re un a in fo r­
D erecho d e p rop ied a d c o m p a rtid o
m ación preparara por una entidad
por varías p e r s o n a s , a las q u e les c o ­
o s ecto r su jeto a un a a u d ito ría .
rresponden p a r te s in d iv isa s d e un
activo o d e un gru p o d e a c tiv o s. 2. Respuesta de d icho tercero.

I Paralaacepdón(l)nosparecenm ásade-
c o n d u cta p r o fe s io n a l im p r o p ia cuadas las expresiones "pedido de confir­
improf>er professiotml conduct mación” y "solicitud de confirmación".
(USl En las Normas Internacionales de Audi­
toría (NIA) se utiliza la expresión "confir­
A los efectos d e ap lica r la L ey d e M e r­ mación externa* para referirse a las con­
cado de V alo re s d e 1 9 3 4 . la con d u cta firmaciones (2) recibidas de terceros yre­
de una firm a d e c o n ta b ilid a d p u b li­ feridas a aserciones contenidas en los es­
ca o de un a s o c ia d o a ella q ue: tados financieros.

a) in ten cio n a lm en te o a s a b ie n d a s
c o n f i r m a c i ó n e x t e r n a (N IA l
(incluyendo c a so s d e im p ru d en ­
cia), resulta en u n a vio lació n d e las extemal confirmation [IF A C l

n orm as p r o fe s io n a le s aplicables;
Ver co n firm a ció n .
b) es negligente, en la form a de:
c o n flic to d e in te r e s e s
1) un c a so s im p le d e c o n d u c ta
a ltam en te irra z o n a ble q u e re­
conflict o f interest
sulta en la vio lació n d e las n o r ­ D en tro d e u 1 organización, un a re-
m a s a n te s r e fe rid a s , e n c i r ­ lación que:
cu n sta n cia s en q u e la firm a o
su aso cia d a s a b e (o d eb e ría s a ­ a) va (o p a rec e ir) en c o n tra de su
ber) q u e ten ía q u e in ten sifica r m ejo r interés:
un ex am en cu id a d oso : o
b) pued e m en o sca b a r la cap acid ad
2) c aso s re p e tid o s d e c o n d u c ta d e una p e r s o n a para d esem peñ ar
irrazon able, c a d a u n o d e ello s sus d e li r e s y su responsabilid ad
resultan te en la v io lació n d e las d e una m anera objetiva.
c o n g lo m e r a d o c o n s e c u e n c ia s im p o s i t i v a s
conglomérate tax consequences

G ru p o que opera en varias líneas d e E fecto s q u e u n a t r a n s a c c i ó n (1) u


nego cio s. otro h ech o q u e a fe cte a u n a entidad
tien e so b re el im p u e s to a la s g a n a n *
______________ 1 c ia s c o r r ie n te o s o b re lo s a c tiv o s o
c o n ju n t o d e la c o n s o lid a c ió n p a siv o s por im p u e s to s d ife r id o s.

[E S ]
c o n s e je r o e x t e r n o
C on junto in tegrado pon
Ver d ir e c to r e x tern o .
a) una en tid a d in fo rm an te;

c o n s e je r o in t e r n o
b) las entidades q u e se incluyen en
los e s ta d o s ñ n a n c ie r o s de ella
Ver d ir e c to r in te r n o .
aplicando el m éto d o d e c o n s o li­
d ación (total) o el m éto d o d e c o n ­
solid ación prop o rcion a l. C o n s e jo

, ju n ta .

c o n o c im ie n t o d e e m b a r q u e Cualquier d enom inación de organismo


biÜoflading que c om ien ce con la p a la b ra ‘'Ju n ta '
(como traducción de “B oard ’*} tiene un
sinónim o que em pieza c o n la palabra
D o cu m en to (d ocum ent) escrito ex­
“Consejo".
ped ido por un tr a n s p o r tis ta c o m o
con stancia de:
C o n s e jo [UE|
a ) la recepción d e d eterm inad os b ie - I C o u n c i l [E U ]
n es: ¡
j
D en o m in a ció n a b rev ia d a d e! C o n s e -
b) su com prom iso d e entregarlos en I jo d e M in is tro s (UE).
un lu gar d e te rm in a d o , a c ie r ta I _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ . _
persona o a la ord en de ésta.
C o n s e jo A s e s o r d e N o r m a s
(C A N )
Sinónimo; guia d e transporte.
Standards Advisory Council
(S A C )

c o n s e c u e n c ia s e c o n ó m i c a s O rg ^ is m o in teg rad o p o r m ie m b r o s
economic consequences d esig nad o s p o r lo s a d m in is tra d o re s
d e la F u n d a c ió n d el C o m ité d e N o r ­
Expresión em pleada a veces para re- m a s In te m a c io n a ie s d e C o n t a b i li­
lerirse a los efectos q u e la ad opción d ad (lASCF), q u e tie n e e s ta s fu n c io ­
d e determ inadas n o rm a s c o n ta b le s n es básicas:
podría tener sobre las corniuctas de
quienes actúan en el m undo e c o n ó ­ a) a seso ra r al C o n s e jo d e N o r m a s
m ico In te r n a c io n a le s d e C o n ta b ilid a d
(CNIC, lA SB) s o b re el c o m e n id o
C o n s e jo A s e s o r d e U s u a r io s
de sus a g e n d a s d e tr a b a jo y sus
prioridades: U s e r A d v is o r y ( ^ u n c i l (UAC )

b) in form arle lo s p u n to s de vista de C on sejo cread o por la J u n ta d e N o r­


los integrantes del CIAN so b re los m a s d e C o n ta b ilid a d F in a n c ie r a
principales p ro y ecto s d e em isió n (FASB) en 2002, para in crem en ta r la
de n orm as; y p a rticip a ció n d e los an a lista s en el
proceso d e em isión d e los p r o n u n ­
c) en general, aseso ra r al CN IC y a los c ia m ie n to s c o n ta b le s {USGAAPI ese
a d m in is tra d o re s ( tr u s t e e s ) d el G itan ism o.
lASCF.

c o n s e jo d e a d m i n i s tr a c ió n
C o n s e jo A s e s o r d e N o r m a s d e
C o n ta b ilid a d F i n a n c i e r a Ju n ta de d irectores.
F in a n c ia l A c c o u n t in g S t a n d a r d s
A d v is o r y C o u n c i l (FA SA C)
C o n s e jo d e M in is tr o s (U Ej
órgano integrado por m iem b ro s d e ­ C o u n c i l o f M in is íe r s |EU]
signados por la F u n d a c ió n d e C o n ­
tabilidad FinE uiciera (FAF), q u e a s e ­ Ó rgano d e la Unión Europea, q ue. de
sora a la Ju n ta d e N o rm a s d e C o n ta ­ a cu erd o c o n el a rtícu lo 1-23 d e su
bilidad F in a n cie r a (FASB), prin cipal­ C on stitu ción :
mente so bre c u e s tio n e s d e agend a,
prioridades, y cu estio n es d e p ro ced i­ a) es tá integrad o por un rep resen ­
miento. ta n te (co n nivel m in isteria l) d e
cada país m iem bro d e la U nión;

C o n s e jo A s e s o r d e N o r m a s d e b) jun to con el P a rla m en to E uropeo,


C o n ta b ilid a d G u b e r n a m e n t a l e je r ce la s fu n cio n es legislativa y
G o v e m m e n t a l A c c o u n t in g presupuestaria.
S ta n d a r d s A d v is o r y C o u n c il
(GASAC) C o n s e jo d e N o r m a s d e A u d ito r ía

órgano integrado p o r m iem b ro s d e­ Ju n ta d e N orm as d e A ud itoría (.ASB).


signados por la F u n d a c ió n d e C o n ­
tabilidad F in a n c ie r a (FAF), q u e a s e ­
sora a la Ju n ta d e N o rm a s d e C o n ta ­ C o n s e jo d e N o r m a s d e
bilid ad G u b e r n a m e n t a l (G A SB ), C o n ta b ilid a d d e C o s to s
principalm ente so b re c u e s tio n e s de
agenda, prioridades, y c u es tio n es de Ju n ta de N o rm as d e C on ta bilid a d d e
procedim iento. C o s to s (CASB).

C o n s e jo A s e s o r d e N o r m a s C o n s e jo d e N o r m a s d e
F e d e r a le s d e C o n t a b i lid a d C o n ta b ilid a d F i n a n c i e r a

Junta A seso ra d e N o rm a s F e d e r a le s Ju n ta de N o rm as de C on tabilid ad H -


de C on tabilid ad (FASAB). n a n c ie r a (FASB).
C o n s e jo d e N o r m a s d e C o n s e jo d e N o r m a s
C o n ta b ilid a d I n te r n a c io n a le s d e
G u b e rn a m e n ta l C o n ta b i lid a d p a r a e l S e c t o r
P iíb lic o
J u n t a d e N o rm a s d e C o n ta b ilid a d j I n t e r n a t io n a l P u b lic S e c t o r
G u b em a m en ta l(G A S B ). ! A c c o u n tin g S t a n d a r d s B o a r d
(IP S A S B )

i Ju n ta in d ep en d ien te d e la d e la Fe-
C o n s e jo d e N o r m a s d e
I d era ció n I n te r n a c io n a l d e C o n ta d o -
I n d e p e n d e n c ia
I r e s (IFAC ). q u e t ie n e a s u c a r g o la
e m is ió n d e la s N o r m a s ln te m a c io n a -
Ju n ta d e N o rm as d e In d e p e n d e n c ia ¿ g C o n ta b ilid a d p a r a e l S e c to r
ÍÍSB). I P ü b ü c o (N IC S P ,IP S A S s ).

Sinónim o: Ju n ta d e N o rm a s Interna­
c ion a les d e C ontabilidad p a ra e l S e c -
C o n s e jo d e N o r m a s
I tor Público.
I n te r n a c io n a le s d e A u d ito r ía y
d e A te s tig u a c ió n
C o n s e jo d e N o r m a s
Ju n ta de N o rm as In te r n a c io n a le s d e ^
In te r n a c io n a le s d e E d u c a c ió n
A u d ito r ía y d e A t e s t i g u a c i ó n
e n C o n ta b ilid a d
(lAASB).
‘ Ju n ta d e N o r m a s I n t e r n a c io n a le s de
I E d u c a c ió n e n C o n ta b i lid a d (lAESB).
C o n s e jo d e N o r m a s
I n t e r n a c io n a le s d e
C o n s e jo d e N o r m a s
C o n ta b ilid a d (C N IC ) j
fn te m a c io n a Je s d e É tic a p a ra
I n t e r n a t io n a l A c c o u n t in g j
C o n ta d o re s
S t a n d a r d s B o a r d (lA SB ) |

Organismo dependiente de la Fu n d a - j Ju n ta d e N o r m a s I n t e r n a c io n a le s de
É tic a p a r a C o n t a d o r e s (lE S B A ).
d ó n d e ] C om ité d e N o rm as In te rn a - I
d ó n a le s d e C o n ta b ilid a d (lASCF), |
que tiene a su cargo la em isió n de las j C o n s e jo d e P r i n c i p i o s
N orm as In tem a d o n a les d e In fo rm a- i C o n ta b le s
d ó n Fin a n d e r a (NIIF).
ju n ta d e P r in d p io s C o n t a b l e s (APB).
Sinónimo: Junta de Normas Interna­
cionales de Contabilidad.
C o n s e jo d e S u p e r v i s i ó n

Ls denominación que comienza con la C o n ta b le d e la s E m p r e s a s


palabra ‘ Consejo* figura en las publica- P ú b lic a s
clo n ei en español efectuad as por el
ÍASTF. de modo que puede considerarse Jim ta d e S u p e rv is ió n C o n t a b l e d e las
'oHdal* I E m p re sa s P ú b lic a s (P C A O B ).
q u e no estén derogados por la Ju n ta
(k>nsejo d e S u p e r v i s i ó n e n eí
d e N o rm a s d e C o n ta b ilid a d G u b e r ­
In te ré s P ú b lico
n a m e n ta l (GASB) y c o n las m o d ifica ­
cio n es q u e les haya introd ucid o este
Junta d e S u p e rv is ió n e n e l I n te r é s
organism o, form an p arte de los p r in ­
Pú blico (PIO B).
c ip io s de con ta b ilid a d g e n e ra lm e n ­
te a c e p ta d o s en lo s Estados U nidos
c o n s e jo d e v i g i l a n c i a [AR] (USGAAP) para en tid ad es g u b ern a ­
m en tales no federales.
Ente de ñ sc aliz a ció n in tern a s o cie ta ­
ria que pued e reem p la z a r a la s in d i­ l a ti a del NCGA cesó u z creada la
catura y uno de c u yo s d eb e re s es c o n ­
tratar u na a u d ito r ia a n ual.
C o n s e jo P ro fe s io n a l d e C ie n c ia s
C o n se jo E s t a t a l d e C o n t a d u r í a E c o n ó m i c a s (C P C E ) |AR]
P ú b lica
Entidad de derecho público no e s ta ­
tal c o n ju r is d icc ió n lo ca l, q u e por
Junta E s ta ta l d e C o n ta d u r ía P ú b lic a
(SBA) lUS). delegación del corresp on d ien te Esta­
do tiene, en tre otras funciones, las de:

C o n s e jo M e x i c a n o p a r a la a) d ar c u m p lim ien to a las d isp o si­


I n v e s tig a c ió n y D e s a r r o l l o d e cio n es d e la legislación d e fondo
(la ley nacional 2 0.488, q u e regula
N o rm a s d e i n f o r m a c i ó n
el ejercicio d e las profesion es de
F i n a n c i e r a (C IN IF ) [M X]
los grad uad os e n cie n cia s ec o n ó ­
m ica s en la Argentina;
Organismo in d ep en d ien te, c o n s titu i­
do por en tid a d es d e lo s sec to res p ú ­
b) m a n te n er las m atrículas profesio ­
blico y privado d e M éxico , q u e desd e
n a les, c o n ce d ie n d o , n eg a n d o y
junio de 20 0 4 e m ite n o r m a s para la
c a n cela n d o las in scrip c io n e s en
preparación d e in fo r m a c ió n ñ n a n -
ellas;
ciera, cu y a a p lic a c ió n e s req u erid a
por la C o m is ió n N a c io n a l B a n c a r ia c) efectuar la a u te n tíc a cíó n d e firm a
y de V a lo re s (CNBV) a las en tid ad es d e lo s p ro fe s io n a le s , cu a n d o le
registradas e n la B o lsa M exican a de fuera requerido:
Valores.
d) d ictar c ó d ig o s d e é tic a a ser res­
petados por dichos graduados;
C o n s e jo N a c io n a l d e
C o n ta b ilid a d G u b e r n a m e n t a l e) ejerce r la potestad disciplinaria;
National Council o f
Govemmental Accounting f) d ictar n o rm a s relativas ai e je r c i­
cio de las profesion es en c ien cia s
(N C G A ) [US]
eco n ó m ica s;
O rg an ism o d e l s e c to r p riv a d o q u e
g) co m b a tir su ejercicio ilegal.
entre 1968 y 1984 e m itió d e c la ra cio ­
nes (statem en ts) e in te r p r e ta cio n e s
(interpretations) q ue, e n la m ed id a en
Aires y uno en cada provinda. Los direc-
I c o n se rv a d u rism o
tíVDS de cada CPC£ son elegidos por d
voto de quienes se encuentran laamcu- I conservatism
lados en él.
' D octrina según la cual, e n la p re p t-
j rackki de los e s ta d o s f in a n c ie ro s , es
Consejo Profesional de Ciencias I preferible:
Económicas de la Caphal
Federal (CPCECF) |ARI I a) d em pleo d e las m e d id a s c o n t a ­
b les altern ativas m á s b a ja s para
D enom inación an terior dei C onsejo los a ctiv o s e in g re s o s y d e las más
Profesional d e C iencias Econ óm icas altas p ara los p a s iv o s y g a s to s :
d e la Q u d a d A u tón om a d e B uenos
b) el re c o n o c im ie n io d e lo s gastos
Aires fCPCECABA).
cu an to an tes y d e los in g re so s k>
m ás tard e posible.
Consejo Profesional de Ciencias
La palabra'conserratTsm'* ha sádo tradu­
Económicas de la Ciudad cida como 'conservansm o*'. pero este vo­
Autónoma de Buenos Aires cablo no figura en d DIIAF.
(CPCECABAJ [ARJ i
Se k) ha denotninado tarabwii pruden­
El C onsejo Profesion al d e Q e n d a s cia*. pero la lyfccación de los a rwnios arri­
B con óm icascon ju risd icción sob rela |
ba enurKiados es i
Q udad A utónoma d e BueiH)S Aires. '

Mantiene aproximadanienie la mitad de conservaüamo


las matrículas de contador público em í'
tidas en la Argentina. Ver co n s e rv a d u ris m o

Más informadón en:


consignación
http:/ /www.cooaejo.orgar. consignmení

C o n tra to m ed ia n te el cu a l u n a p e n e
Consejo Supervisor de I (el “c o n sig n a d o r”} e n tre g a m e r c a d e ­
Organizaciones Europeas ría s a otra (el “co n sig n a ta rio '*) p ars
I q ue las ven d a p o r c u e n ta d el p rim e-
Junta Supervlsora d e O rg an izacio ­
nes Europeas.
E1 ‘ consignador’ conserva la prc^ledad
de dichas m ercaderías hasta q u e se pro-
consenso duzca su venta. Cuando esta se concreta,
consensus el consignatario obtierte el derecho a per­
cibir una com isión , que generalm ente es
P osid ón de consenso. un porcentaje sobre el precio obtenido.

conservado a vencimiento consignador


consignor
A s e r m a n te n id o h a s ta el v e n c i­
miento. Ver co n sig n a ció n .
2. Aplicación del m é to d o d e c o n s o ­
c o n ü Ig n H ta rln
lid a c ió n a una p a rticip a ció n en
c o n s ig n e e
otra entidad

Ver con sign ación . Sinónim os: consolidación global, con­


so lid ación total, in teg ració n global
IES].
c o n s is te n c ia
c o n s is te n c y
c o n s o l id a c i ó n
Apbcadón a tr a v ^ del tie m p o , por
i ^ f I v e s t in g
pane d e una e n tid a d I n fo rm a n te ,
de las m ism as n o r m a s c o n ta b le s D icho d e un d e re c h o en expectativa,
y de lo s m is m o s m é to d o s p a ra su transform ación en uno irrevoca-
aplicarlas.

Sinónim os: co h e re n cia , continui­ Sinónímo: adjudicación [CL],


dad [ES], uniformidad
Ejemplo; el derecho de un em pleado a
2. A plicación, p o r p a r te d e va ría s recibir una pensión prevista en un pian
entidades In form an tes, d e las m is­ de beneficios definidos podría quedar
mas n o rm a s y m éto d o s co n ta b le s consolidado cuartdo alcance la antigüe­
a las tr a n s a c c io n e s (1) y o tro s h e ­ dad establecida el respectivo acuerdo.
chos q u e s o n sim ila res e n tre sí.

c o n s o l id a c i ó n e n u n a lín e a
Sinónim os: c o h eren cia , uniformi­
o n e - lin e c o n s o lid a t io n
dad.

3. D ada la e x is te n c i a d e n o r m a s Ver m éto d o d e la p a rtic ip a ció n .


co n ta b le s altern ativas, la a p lica ­
ción d e las m ism a s reglas a tod os
k>s a c tiv o s o los p a s iv o s d e un a c o n s o l id a c i ó n e s c a lo n a d a
rnim ia cla se y a to d a s las p artid as
C o n so lid a ció n gradual.
de n aturaleza sim ilar.

Sinónimo; cc^terencia.
c o n s o l id a c i ó n g lo b a l
ñ empleo de la palabra “consistencia’
luna traducdifo simpHita d e “consisten- C o n s o lid a ció n (2).
cyH con kift significados iiulicados tiene
amplia difusión, pero ninguna de las
acepciones dadas a ese térm ino por el c o n s o l id a c i ó n g r a d u a l
DRAF corresponde a ellos. g r a d e d i v s t \g r a d e d w s t i n g

C o n s o lid a ció n (vesting) q ue se va lo ­


c o n s u lid a c ló n grando por pasos, a m ed id a q u e se
c o n s o lld a tio n van cu m p lien d o c ie r to s req u isito s,
estab lecid o s en un acuerdo.
1. Elaboración de es ta d o s c o n ta b le s
con solid ad os. Sinónim o; consolidación escalo nad a.
' , , I b ) los bienes d e p ro p ie d a d d e oíros
c o n s o l a c i ó n p ro p o r e io n a l en tes e n su p o d e n y
proportionate consohaation '
c) ciertas c o n tin g e n cia s.

I p ro d u c e i n f o r m a c i ó n (e x p r e s a d a
prirMripalmente e n m o n e d a ) para:

Sinónimo; integración proporcional a) la to m a d e d e c is io n e s p o r p a rte de


[ES]. < a d m in istra d o re s y te r r e r o s intere-
I sados; y

c o n s o lid a c ió n to ta l b) la vigilancia so b re lo s re cu rso s y


o b lig a c io n e s d e d ic h a e n tid a d .
Consolidación (2).
Hay numerosas d efiniciones d e '‘contabi­
lidad'*. Algunas le dan d carácter de “den-
c o n s o lid a d o d a”.
vested El DRAE define a la contabilidad com o d
‘ sistema adoptado para llevar la cuentay
Dicho de un de re ch o , que se h a vuel­ razón en las oficinas públicas y particu­
to irrevocable. lares".

co n so rcio co n ta b ilid a d a c o s te s a c tu a le s
consortium (ES)

A sociadón d e entidades c o n un p ro ­ C o n ta b ilid a d d e l c o s t o d e re p o si­


pósito definido. ció n .

c o n s tr u c c ió n e n c u r s o c o n ta b ilid a d a n iv e l g e n e r a l de
constniction in progress p re c io s
general price level accounting

C on ta b ilid a d a ju s ta d a p o r in fla d ó n

c o n s u m ib le s
consumables c o n ta b ilid a d a v a lo r e s
co rrie n te s
current valué accounting

M od elo c o n ta b le qu e:
co n ta b ilid a d
accounting a) utiliza v a lo re s c o r r i e n t e s p ara la
m e d ició n c o n ta b le in ic ia l y perió­
T écn ica que, a partir del p ro c e s a ­ d ica d e los a c tiv o s , lo s c o s t o s y los
m iento d e datos sobre: gastos;

a) la com posición y la evolución del b) requiere q u e la m e d i c i ó n c o n ta ­


{M trlm onlo de una entidad; b le (1) d e los p a s iv o s s e h a g a so-
bre bases c o h e r e n te s c o n las e m ­ 'contabilidad de poder adquisitivo cons­
pleadas para lo s activos; tante" y "contabilidad en dólares constan
tes" ftlS]. que son menos adecuadas por­
c) reco n oce a los re s u lta d o s d e t e ­ que inducen a pensaren m edidas con ta­
n e n c ia c o m o tales. bles expresadas, a lo largo del tiempo, en
moneda de poder adquisitivo de un mo­
No es adecuado denominarlo “método mento fijo del tiempo (sea: dólares de
del costo corriente", porque “valor c o ­ 19B4).
rriente" es una expresión más abarcado­
ra que “costo corrien te" (incluye, por No es adecuado que la expresión “ínfla-
tion accounting" se utilice para referirse
ejemplo, a los "valores netos d e realiza­
ción'. en el caso de los bienes de fácil co- a la contabilidad del costo corriente ("cu-
merdalizacióni. rreni cost accounting").

c o n ta b il id a d a ju s t a d a p o r e l c o n ta b il id a d a m b ie n t a l
e n v ir o n m e n ta l a c c o u n tin g
n iv e l g e n e r a l d e p r e c io s
g e n e ra l p r ic e le tv l-a d ju s te d
Parte d e la c o n ta b ilid a d q u e se o c u ­
a c c o u n t in g (GPIÁ) pa d e los im p a c to s d e los a s u n to s
a m b ie n ta le s [NIA] so bre el p a tr im o ­
(Dontabilidad aju s ta d a po r in fla ción .
nio.

c o n ta b il id a d a ju s t a d a p o r Sinónimos: contabilidad del medio


in fla c ió n
ambiente, contabilidad ecológica, corv
tabilidad verde.
in fla tio n a d ju s te d a c c o u n t in g \
in f la tio n a c c o u n tin g
c o n ta b ilid a d a n a lí t ic a
C o n ta b ilid a d q u e in clu ye el a ju s te
in tegral p o r in fla ció n . C on tabilid ad d e costo s.

Sinónimos: contabilidad a nivel gene­


ral de precios, contabilidad ajustada c o n ta b il id a d a n a lí t ic a d e
por el nivel general de precios (GPLA), e x p lo ta c i ó n
contabilidad del poder de compra
contabilidad del poder general de C on tabilid ad de costo s.
compra, contabilidad en unidades de
poder de compra corriente, contabili­ c o n ta b il id a d b i n io n e t a r la
dad en dólares comunes (US], conta
bilidad estabilizada. Ver c o n ta b ilid a d en d o s m o n ed a s.

El sinónimo que incluye la palabra “i


rrienie” incorpora la idea de que. debido c o n ta b ilid a d c o n n u e v a b a s e
al ajuste integral por inflación, las pañi- n ew basis a c c o u n tin g [US]
das monetarias de información que s<
presentan en los estados financieros es
Proced im ientos co n ta b le s q u e im p li­
lán expresadas en moneda de poder ad
can la r ev a lu a ció n d e la generalidad
quisitivo de la fecha de éstos.
de los a c tiv o s y p a siv o s, p>or a p lica ­
También se usan o se han utilizado como ción d e la c o n ta b ilid a d d e e m p u je
sinónim os algunas expresiones, com o h a cia ab a jo .
c o n ta b ilid a d c r e a t i v a c o n ta b ilid a d d e c o s t o s
C r e a t iv e accounting cosí accounting

1. S e le cc ió n , en tre n o r m a s c o n t a ­ Parte del siste m a c o n ta b le q u e pro­


b le s alternativas, de las q u e p er­ cura la d e te rm in a ció n d e c o s t o s por
m iten el m ejo r cu m p lim ien to de activid ad es, lin ea s, z o n a s , fu n c io n e s,
las c a ra c te r ís tic a s c u a lita tiv a s de secto res, lo tes, p r o d u c to s o sim ilares.
la in fo rm a c ió n co n ta b le .
Sinónimos: contabilidad analítica, con­
2. Selecció n de n orm as con ta ble s o tabilidad analítica d e explotación, con­
in terp retación forzada d e ellas o tabilidad de costes [E S ],
de la s ustan cia de los tr a n s a c c io ­
Tam bién se la d enom ina ‘ contabilidad
n e s (1) o h ech os, co n la in ten ción
industrial", pero esta expresión induce i
d e m anip ular la in form ación c o n ­ suponer que la “contabilidad de costos*
table. sólo se refiere a los causados por las acti­
vidades de producción.
La caracterización que prevalece es la se­
gunda.
co n ta b ilid a d d e e m p u je h a c ia
a b a jo
c o n ta b ilid a d d e c a j a push down accounting
cash accounting
R e v a lu a c ió n g e n e ra l d e lo s a c tiv o s y
B ase co n ta b le d e efectivo. I p a s iv o s d e u n a e n tid a d u tiliz a n d o los
{ d a to s d e u n a v a lu a c ió n d el n e g o c io
[ p rep ara d a c o n m o tiv o d e u n a c o m -
c o n ta b ilid a d d e c a u s a c ió n I b in a c íó n d e n e g o c io s .

Ver b a s e co n ta b le d e a c u m u la ció n .
c o n ta b ilid a d d e g e s tió n
management accounting |
c o n ta b ilid a d d e c o b e r t u r a s managerial accounting
hedge accounting
P a rte d e la c o n t a b il id a d q u e s e rela­
D enom inación que suele d arse a los c io n a c o n el s u m in is tr o d e in fo r m a ­
p rocaiim ien to s con tables por los que c ió n f in a n c ie r a d e s tin a d a a su em ­
las g a n a n cia s o p érd id a s causad as pleo in te rn o e n ia to m a d e d ec isio n e s.
por ciertas co b e rtu ra s se im putan a
cuen tas de resu lta d o s diferid o s. Sinónimo: contabilidad para tom a de
decisiones.
El empleo de esta expresión puede con­
fundir porque no se refiere al tratamien­ El sistem a c o n ta b le prop o rcion a tanto
to contable de todas las coberturas. informaciones para uso in terno exclusi­
vo como otras que están dirigidas a ter­
ceros. Por tanto, no existe un sistem a se­
parado de “contabilidad d e gestió n ”.
c o n ta b ilid a d d e c o s te s [ES]
Esto no obsta a que la expresión entreco­
C on tabilid ad de costos.
millada pueda em plearse para identificar
a la disciplina que estudia las cuestiones
específicamente relacionadas con la pre c o n ta b ilid a d d el c o s t o c o r r i e n t e
paración de información financiera utili­ d e p o d e r a d q u is itiv o c o n s t a n t e
zada internamente en la toma de decisio- current cost/constant
purchasing pouvr accounting
[USGAAP]
La “contabilidad de gestión" se denomi­
na también “contabUidad gerencíar, pero
la palabra “g e re n c ia r no figura en el Enfoque qu e pretende con sid erar los
DRAt efecto s patrim oniales d e la In fla c ió n
utilizando c o s to s c o r rie n te s (o v a lo ­
res recu p era b le s, si fueren m enores),
e n m o n ed a d e p o d e r a d q u is itiv o
c o n ta b ilid a d d e la f e c h a d e
con stante.
c o n t r a t a c i ó n (NIIFI

M étodo d e la fe c h a d e c o n tra ta ció n .


c o n ta b ilid a d d el c o s t o d e
re p o s ic ió n
c o n ta b ilid a d d e la f e c h a d e replacement cosí accounting
liq u id a c ió n |NIIF]
1. M od elo c o n ta b le q u e incluye e s ­
M étodo d e la fe c h a d e liq u id a ció n . tos a ju s te s p a r c ia le s p o r in fla ­
ción :

c o n ta b ilid a d d e p o d e r a) las ex is te n cia s, el costo de lo


a d q u is itiv o c o n s t a n t e vendido, los elem entos d e p r o ­
p ied ad es, p la n ta y e q u ip o y el
Ver c o n ta b ilid a d a ju s ta d a p o r in fla - cargo p>or la d e p r e c ia c ió n de
ción. éstos se m iden so bre la ba se de
los co s to s d e rep o s ició n de di­
ch o s activo s;
c o n ta b il id a d d e l c o s t o c o r r i e n t e
b) las d iferencias en tre tales c o s ­
current cosí accounting
tos de reposición y las m ed id a s
(C C A ) [U S l
c o n ta b le s an terio rm en te asig­
n adas a dichos activos (en m o ­
1. Enfoque q u e p reten d e con sid erar
neda nom inal, sin a ju s te p o r
los efecto s p a trim on ia le s d e la i n ­
in fla ció n ) se acred itan a una
fla ció n utilizando c o s to s co r rie n ­
c u en ta e sp e cia l de p a tr im o ­
te s para la m e d ic ió n c o n ta b le (1)
n io , a la q u e s e c a r a c te r iz a
de algunos a c tiv o s.
com o de reserva.

Sinónim o: en foq u e del c o sto co ­


2. El m ism o m odelo co n ta b le , c o n el
rriente.
agregado de un a ju s te po r a p a la n -
cam iento .
2. C on tabilid ad a valo res corrien tes.

Sinónim o: contabilidad a c o s te s actua­


les (E S], método del costo corriente.
c o n t a b il id a d d e l c o s t o h is t ó r ic o c o n t a b il id a d d e l p o d e r g e n e r a l
histórica! cost accounting d e co m p ra
genera! purchasing-pou>er
M od e lo c o n ta b le bajo el cual:
accounting
a) los a ctiv o s se m iden inicial y pe- ¡
C o n ta b ilid a d a ju s ta d a p o r in fla ció n .
liód icam en te so bre la ba se de sus j
c o sto s histó rico s, ig noránd oselos ,
c am bios en sus v a lo res r a z o n a ­ c o n ta b ilid a d d e l v a lo r d e
bles; I d e s c u b r im ie n to
discovery-value accounting
b) los p asivo s se m iden so bre bases
c o h e r e n te s c o n la s e m p le a d a s M éto d o q u e r e c o n o c e c o m o a c tiv o s
para ios activos; a lo s re cu rs o s n a tu r a le s d e s c u b ie rto s ,
a u n q u e to d avía n o s e lo s h a y a e x tra í­
c) sólo se recon ocen los res u lta d o s
do.
d e te n e n cia negativos q u e surgen
de com parar
I c o n ta b ilid a d d e l v a lo r
1) las m ed id as c o n ta b le s prim a ­
I r a z o n a b le
rías de los activos co n su s im ­
fa ir vaiue accounting
p o rtes recu p era b le s;
V er c o n ta b ilid a d d e l c o s t o c o r r ie n te
2} las de lo s pasivos c o n sus valo­
res razonables o sus c o s to s d e
c a n c e la d ó a c o n ta b ilid a d e c o ló g ic a
ecoiogic accounting
c o n ta b ilid a d d e l c o s t o h is t ó r ic o C o n ta b ilid a d a m b ie n t a l.
d e p o d e r a d q u is itiv o c o n s t a n t e
histórica! cost/constant
c o n ta b ilid a d e n d ó la r e s
purchasing power accounting
com u n es
[USGAAPI
common-doüar accounting [US]
M o d d o c o n ta b le basad o prin cipal­
C o n ta b ilid a d a ju s t a d a p o r in fla ció n .
m ente en d em pleo d e m ed id a s c o n ­
tab les históricas a ju s ta d a s po r in fla ­
ción. c o n ta b ilid a d e n d ó la r e s
c o n s ta n te s
c o n ta b ilid a d d e l m e d io constant doUar accounting [US]
a m b ie n te
Ver c o n ta b ilid a d a j u s t a d a p o r in fla -
dóa
C on tabilid ad am bien tal.

c o n ta b ilid a d e n d o s m o n e d a s
c o n ta b ilid a d d el p o d e r d e
dual currency accounting
c o m p ra
purchasing power accounting I S is te m a c o n ta b le q u e r e g is tra , p roce-
^ . . 1 sa y o b tie n e m e d id a s c o n t a b l e s en
C on tabilid ad a ju rtad a por in flación . | d os m o n ed a s.
Se Is denomina tam bién "contabilidad I
bimonetaría".perolapalahra"blmoneta- I c o n t a b il id a d e s ta b iliz a d a
da’ no figura en el DRAF. stahillzed accounting

I C on tabilid ad a ju sta d a p o r in fla ción .


c o n t a b il id a d e n m o n e d a
c o n s ta n te
c o n ta b il id a d ñ n a n c ie r a
constant currency accounting
fínancial accounting
Sistem a c o n ta b le e n el q u e to d a s las
partidas m o n eta ria s de in fo rm a ció n Parte d e la c o n ta b ilid a d q u e s e rela ­
se procesan ta n to en m o n ed a n o m i­ cio n a c o n e! sum in istro d e in fo r m a ­
nal com o en m o n ed a de p o d er a d q u i­ c ió n ñ n a n cie ra al público ip a rte s in ­
sitivo de un m om en to o p e río d o base. te re s a d a s q u e n o perten ecen a la e n ­
tid ad in fo rm a n te).
Para preparar un informe contable a una
fecha dada, las m edidas con tables expre­ La denom inación empleada para este
sadas en moneda de un período base se concepto es inadecuada, porque la pala­
Devan am oneda de cierre multiplicándo­ bra "finarKíera” no tiene que ver con los
las por un único coeficiente de ajuste por destirtaiarios de la información sino con
inflación, que se calcula: el hecho de incluirse "Información finan-
d eia ”.
a) coneH ndicedepredosutilizadopara
los ajustes; Por otra parte, el sistema contable propor­
ciona tanto informaciones que sólo se
b) dividiendo el índice de la fecha del emplea internamente como otras que es­
informe por el índice del momento o tán dirigidas a terceros, de modo que no
período base. existe un sistema (separado) de "contabi­
También se la derramína "contabilidad en lidad financiera*.
valores homogéneos”, pero las medidas F.SIO no obsta a que pueda emplearse una
contables homogeneizadas no siempre expresión (que no debería ser "contabili­
representan “valorea" dad financiera") para identificar a la dis­
ciplina que estudia las cuestiones que es-
c o n ta b il id a d e n m ú lt i p le s pecfficamente se relacionan con La pre­
paración de información financiera diri­
m oned as gida ai público.
múltiple currency accounting
Sistem a c o n ta b le q ue registra, proce­ c o n ta b il id a d f o r e n s e
sa y o btie n e m e d id a s c o n ta b le s en forensic accounting
dos o m ás m on ed as.
Ver serv icio s foren ses.

c o n ta b il id a d e n u n id a d e s d e
p od er d e c o m p ra c o rrie n te c o n ta b il id a d g e r e n c ia !

C on tabilid ad aju s ta d a p o r in fla ció n , j con ta b ilid a d d e gestió n .

c o n t a b il id a d e n v a lo r e s I c o n ta b il id a d g u b e r n a m e n t a l
hom ogén eos govemmental accounting

Ver c o n ta b ilid a d e n m o n e d a c o n s - ¡ C o n ta b ilid a d de en tid ad es del se c to r


tin te . i público.
Sinónimo: contabilidad pública.
contabilidad para tom a de
decisiones
contabilidad industrial
industriai accountíng ^ C ontabilidad d e ge stió n .

Ver contabilidad de costos.


contabilidad por actividades
contabilidad matricial actívity accountíng
matrix accountíng
C ontabilidad p o r c e n tr o s d e re sp o n ­
sabilidad.
T éc n ica propuesta para el p rocesa ­
m iento contable d e daros, basada en
lo siguiente;
contabilidad por áreas de
a) se utiliza una m atriz en la q u e a responsabilidad
cada cuenta se le a signan u na ñla
y una colum na: C ontabilidad p o r c e n t r o s d e re s p o n ­
sabilidad.
b) el im pone d e cada a s ie n to se an o ­
ta en la celd a q u e correspond e a I
la intersección de la colu m n a d e |
contabilidad por ce n tro s de
la cu en ta ca rg a d a y la ñla d e la
cuenta acred itad a: |
costos
cosí centers accountíng
c) el saldo de cada cuen ta se deter- I
m ina considerando los totales de: | S istem a c o n ta b le q u e su m in is tra in­
form ación desagregada p o r c e n tro s
1) los c arg o s anotados en su co- I de costos.
lum na: |

2} los créd itos anotados en su ñla.


contabilidad por ce n tro s de
También podrían asignarse las Rías a los ganancias
cargos y las columnas a los créditos. profit centers accountíng
Desconocemos las propuestas de los au-
tcwes rrieridas a: S istem a co n ta b le q u e s u m in is tra in­
form ación d e sa g re g a d a p o r c e n tro s
1) kw lugares en que deberían registrar­ de ga n a n cia s
se los datos generales de cada asiento
(fecha, número, identificación de los
comprotwntes relacionados, explica-
dones): contabilidad por ce n tro s de
ingresos
2) la manera de desagregar cada asiento '
revenue centers accountíng
compuesto en arientos simples que |
puedan a^pesarse en )■ matriz.
S istem a c o n ta b le q u e s u m in is tra in­
Que sepamos, ei método propuesto no ! form ación d e sa g re g a d a p o r c e n tr o s
tiene apHcadón práctica. de ingresos.
c o n ta b ilid a d p o r c e n t r o s d e c o n ta b ilid a d s o b r e u n a b a s e
in v e rsio n e s a cu m u la d a
in ife s t m e n t c e n t e r s a c c o u n t in f^
C on tabilid ad so b re un a ba s e d e a c u ­
Sistem a c o n ta b le q u e su m in istra in ­ m u la ció n .
formación desagregad a por c e n tr o s
de inversiones.
c o n ta b ilid a d s o b r e u n a b a s e
d e a c u m u la c ió n
co n ta b ilid a d p o r c e n t r o s d e
re s p o n s a b ilid a d Contabilidad que aplica la b a s e c o n ­
ta b le d e acu m u la ción .
r v s p o n s ib ilit } ’ c e n t e r s
a c c o u n tin g
Sinónimos; contabilidad sobre una
base acumulada.
Sistem a c o n ta b le q u e su m in istra in ­
formación desagregad a por c e n tr o s En las normas de Información ñnancle-
de resp o nsabilid ad ra fNlF) mexicanas, se utiliza como sinó­
nimo “contabilidad sobre una base de
Sinónimo; contabilidad por activida­ devengación“, pero la palabra “devenga-
des. contabilidad por áreas de respon­ d ó n “ no ñgura en el DRAE.
sabilidad. contabilidad por fundones.

c o n ta b ilid a d s o b re u n a b a s e
c o n ta b ilid a d p o r f u n c io n e s d e d e v e n g a c ió n [MX|
Ju n c tio n a l a c c o u n tin g
Ver co n ta b ilid a d s o b re u n a b a s e de
C ontabilidad po r c e n tr o s d e re s p o n ­ acu m u la ció n .
sabilidad.

c o n ta b il id a d v e rd e
c o n t a b il id a d p ú b lic a
g r e e n a c c o u n tin g
C ontabilidad g u b e r n a m e n ta l
C on ta bilid a d am bien ta l.

c o n t a b il id a d p ú b lic a
C o n ta b iliz a c ió n
p u b lic a c c o u n tin g
a c c o u n tin g
Actividad d e u n c o n ta d o r p ú b lic o
Ver r e g is tro c o n ta b le (a cc o u n tin g
que efectú a tr a b a jo s d e a te s tig u a -
entry).
d ó n.

c o n ta b ilid a d s e m i m e c á n l c a c o n ta b iliz a r
o n e -w r ite sy stem to b o o k

Sistem a c o n ta b le q u e p rocesa d atos R e g istra r en c u e n ta s los efecto s de


hadendo uso de reg istro s se m im e c á - una tr a n s a c c ió n (1) o d e o tro h ech o
nicos. co n efecto patrim onial.
E su ddinición es defectuosa porque un
c o n U b U iz a r e n e l d ia r io miembro de la IFAC podría ser un orga­
to jo u m a U z e nismo de segundo grado que;

R egistrar un asien to d e diario. a) no admita la adhesión directa d e nin­


gún profesional: o que

c o n ta b ie b) admita la afiliación de personas que


ejerTan profesiones distintas a la de
Tenedor de libros. "contador”.

c o n ta b le c o n t a d o r p r o f e s i o n a l e n la
a c c o u n t ín g I p r á c t i c a p ú b l i c a [N IA ]
p r o f e s s i o n a l a c c o u n t a n t in
1. Reiatívo a la con tabilid ad . j p u b l i c p r a c t i c e [IF A C ]

2. Que surge de la contabilidad.


I A los efecto s d e a p lica r el c ó d ig o de
E)«nplo para la acepción (1): ‘'norm a ! é tic a d e la F e d e r a c ió n I n te r n a c io n a l
contable”. Para la a c « ^ ó n (2): "patrinio- d e C o n ta d o re s (IFAC):
alo contable'.
a) u n c o n ta d o r p r o f e s io n a l q u e a c ­
túa en una fir m a q u e p r o p o rcio ­
c o n ta d o r a u te n tic a d o n a servicios p r o fe s io n a le s : o
c h a r t e r e d a c c o u n t a n t (CA)
b) una firm a d e c o n ta d o r e s p ro fe s io ­
Denom inación dada al c o n ta d o r p ú ­ nales en la p rá ctica p ú b lic a .
blico en algunos países de la C om u-
nidad Británica de Naciones.
c o n ta d o r p ú b lic o
Ejemplos de pa^es: Australia. Canadá, el p u b lic a c c o u n t a n t
Reino Utado. Nueva Zdanda.
1. Un p rofesion al e x p e r to e n c o n t a ­
b ilid a d . q u e p resta s e r v ic io s rela ­
c o n ta d o r c e r t ifi c a n te [AR] c ion ad o s c o n ella y p u e d e em itir
in fo rm es s u s c e p tib le s d e u tiliz a ­
Ver auditor de estad os fin a n cieros |
ción por e l p ú b lic o e n g e n e ra l:

c o n ta d o r d ic ta m in a n te (AR) 2 . En la A rgentina y e n o tr o s países,


el tftulo u n iv e rsita rio q u e h abilita
Ver auditor de estados fiium cieros. a efectu a r las ta r e a s re fe rid a s en
la a c e p ció n a n te r io r (y la s o tra s
q u e p revean la s n o r m a s le ga les
c o n ta d o r p ro fe s io n a l [NIA] ¡ sobre in cu m b e n c ia s).
p m fis s s io n a i a c c o u n t a n t [IFAC] |

A ios efectos de aplicar el cód igo de C o n ta d o r P ú b lic o


ética de la Federación In ternacional P u b l i c A c c o u n t a n t { P \ ) [U S ]
d e C ontadores (IFAC), una perso n a !
qoe está afiliada a un organismo q ue > En los Estados U n id o s, u n a p erso n a
es miembro de esa entidad. que presta serv icio s d e c o n ta d u r ía
púb licay n o es un C o n ta d o r P ú b lic o I
C o n ta d u r ía
C ertlflcad o(C P A ). !
Accounting Office \Accounting
Department
C o n ta d o r P ú b l i c o C e r tlH c a d o
i]ertified Public Accountant U n a d e las d en o m in a cio n es h a b itu a ­
(C P A ) (U S l les del secto r qu e d en tro de u na e n ti­
dad m antiene y op era el s is te m a c o n ­
Una p e r s o n a fís ic a a u to r iz a d a p o r table.
una Ju n ta E s ta ta l d e C o n ta d u r ía P ú ­
blica (SBA) p ara e l e je r c id o d e la pro ­
c o n t a d u r í a p ú b lic a
fesión de c o n ta d o r p ú b lic o e n ju ris ­
dicción d e ella. accountaney

No es un título universitario, por lo a ia l E je r c id o de la p rofesión d e c o n ta d o r


parece inadeaiado que com o traducción pú b lico.
de ‘ cenified public accountant" se utili­
ce "contador público titulado".
c o n te x to d e c o n tro l
Para que una SBA otorgue la autorización
para aauar com o CPA. el postulante debe A m b ie n te de c on tro l.
reunir los requisitos que estén estableci­
dos en la legislación local, que general­
mente incluyen: c o n t in g e n c ia
a) cierto nivel de ed u c a ció n previa, contingeney
como la brindada por:
U na situ ació n o un c o n ju n to de c ir ­
1) un "bachillerato" conferido por un cu n sta n cia s q ue:
‘ college’ o por una universidad
reconocida por dicha Juma: y a) tie n e su origen en h ech o s ya o c u ­
2) un program a e d u ca cio n a l que rridos:
contenga cierto número de horas
de con tabilid ad y m aterias rela­ b) pued e o ca sio n a r una g a n a n c ia o
cionadas; una p érd id a, d ependiendo esto de
la m a n e ra en q u e se resuelvan, en
b) la aprobación de un examen especial el futuro, ciertos hech o s (qu e pu e­
tomado por la misma lunia (o, cuan­ d en o currir o no h acerlo).
do existen convenios de reciprocidad,
por su par de otra jurisdicción)

c o n t in g e n c ia a n t e r i o r a la
C o n t a d o r P ú b l i c o N a c io n a l a d q u is ic ió n
( C P N ) [A R ] I preaequisition contingeney

D en om in ación d a d a al títu lo d e c o n ­ I D ada la co n su m a ció n d e un a c o m b l-


tad o r p ú b lic o p o r a lg u n a s u n iv e rsi­ ‘ n a c ió n d e n e g o c io s, un a c o n tin g e n -
dades arg en tin a s. jd a p reexisten te.

Puede implicar la existencia de un activo


C o n t a d o r P ú b l i c o T i t u la d o ; contingente, de un pasivo contingente o
I de la des\'alorizadón contingente de un
Ver C o n ta d o r P ú b lic o C e r tlflca d o . i activo.
c o n t in g e n c ia c u a n ti fl c a b l e c o n tin g e n c ia fa v o ra b le
q u a n t i f i a b l e c o n t in g e n c y
C o n tin g e n cia d e g a n a n c ia
C o n tin g e n c ia cuyo efecto p a trim o ­
nial es susceptible de una m e d ic ió n
c o n tin g e n c ia p ro b a b le
c o n ta b le (IJ fiable.
p r o b a b le c o n tin g e n c y

c o n tin g e n c ia d e g a n a n c ia C o n tin g e n c ia d e p e n d íe n te d e un he­


g a i n c o n t in g e n c y c h o cu ya p ro b a b ilid a d d e co n crec ió n
e s su p e rio r a l 5 0 % ( s e g ú n alg un as
C on tin g e n cia que en caso de c o n c r e ­ n o r m a s c o n te b le s ) o c e r c a n a a l 100%
tarse darla lugar a un a u m en to del (según otras).
activ o o a una red ucción d el p a siv o .
La expresión "contingencia probable” in­
Sinónimo: contingencia favorable. cluida en un jueg o d e es ta d o s ñnande-
ros debe interpretarse teniend o en cuen­
La caracterización de una contingencia ta las normas contables q u e se hayan apli­
como gananda" o "de pérdida” es con­ cado para su preparación.
vencional porque depende del tratamien­
to contable previo de la situación. Así,
dado un redamo judicial contra un ter­ c o n tin g e n c ia ra z o n a b le m e n te
cero, sería posible: p o s ib le
a) si se hubiera reconocido previamen r e a s o n a b l y p o s s i b l e c o n tin g e n c y
te una cuenta por cobrar, considerar
que hay una "contingencia de pérdi­ C o n tin g e n c ia q u e n o e s u n a c o n tin ­
da” resultante de la posibilidad de per­ g e n c ia r e m o ta n i u n a c o n tin g e n c ia
der el juicio: o p ro b a b le.

b) si no se hubiera reconocido previa­


mente ninguna cuenta por cobrar, co n tin g e n c ia r e m o ta
considerar que hay una "contingenda r e m ó te c o n tin g e n c y
de ganancia" resultante de la posibi­
lidad de ganar el juicio. C o n tin g e n c ia cu y a p ro b a b ilid a d de
c o n cr e c ió n es p e q u e ñ a .
c o n tin g e n c ia d e p é r d id a
lo s s c o n t i n g e n c y

C on tin gencia que en caso d e c o n cre­


tarse daría lugar a una red ucción del 1 . ( ^ e p uede su ced er o no.
activ o o a un aum ento del p asivo.
2 . Q ue d ep e n d e d e q u e a lg o suceda
Síf>6nimos: contingencia desfavora­ o no.
ble.
Ejemplos de aplicación de la acepción (2):
•‘actiró contingente", "pasivo contingen­
te". "alquiler contingente”.

c o n tin g e n c ia d e s fa v o ra b le c o n t i n u i d a d [ES]

C ontingencia de pérdida. Consistencia (i).


putador, a un program a de c o m p u ­
c o n tin u id a d d e la s o p e r a c i o n e s
tació n o a un archivo electró n ico .
N egocio e n m a rc h a .

c o n tra tis ta
c o n tra a s ie n to c o n tra cto r

Ver a sie n to d e r ev ersió n . 1. P e rs o n a que provee b ie n e s o s e r ­


v ic io s b a jo lo s té r m in o s d e u n
c on tra to.
c o n tra p a rtid a
cou n terp art 2. En relació n c o n un c o n tr a t o d e
c o n s t r u c c i ó n , la p e r s o n a q u e
Dada una c u e n ta q u e en u n a s ie n to con stru ye la obra prevista en él (el
recib e un c a r g o (o u n c r é d i to ) , la con stru cto r).
cuenta a la cu a l s e efec tú a el co rre s ­
pondiente créd ito (o cargo).
c o n tra to
Ejemplo; dado un asiento en el que se c o n tra c t
carga la cuenta “A" y se acredita la cuenta
“B", “A" es la contrapartida de “B" y vice-
1. P acto o con ven io , oral o escrito ,
en tre partes q u e se obligan so bre
En los asientos de diario com puestos, la m a te r ia o c o s a d e te rm in a d a , y
contrapartida de cada una de las cuentas c u yo c u m p lim ie n to e s v ir tu a l­
empleadas puede no ser evidente. m e n te in elu d ible, pu d ie n d o ser
requerid o legalm enie.

c o n tra p re sta d ó n 2. D o cu m e n to (d ocum enl) q u e re­


c o n s id e r a tio n cog e las c on d icion es d e este c o n ­
venio.
Prestación q u e d e b e u n a p a n e d e un
co n tra to por razón d e la q u e h a r e ci­ Salvo indicación en contrario, los contra­
bido o tie n e d e r e c h o a recib ir d e la tos referidos en las normas contables son
otra. los caracterizados en la acepción (1).

c o n t r a p r e s t a c ió n c o n t i n g e n t e c o n t r a t o a c o s t o m á s ta n t o
c o n tin g e n t c o n s id e r a ti o n
C o n tra to de m arg en s o b re el co s to .
En una a d q u is ic ió n d e u n n e g o c io , la
p arte d el p r e c io d e c o m p r a c u y a
cuantía es tá s u je ta al d e s e n la c e de un c o n t r a t o a p r e c io f ijo
hecho futuro.
C o n tra to d e p rec io fijo.

c o n tra se ñ a
p a s s iv o r d c o n t r a t o a t é r m in o
fo r w a r d
C onjunto d e c a ra c te re s q u e p o sib ili­
ta el a cceso d e un u su a rio a u n c o m ­
objeto de la a d m inistració n, hecha
c o n t r a t o a n fit r ió n por d pmplo servidor a un tercero;
h o s t c o n tr a c t
b) resultar de una negociación separada:
C o n trato no derivad o que in tegra un
in stru m en to fin a n ciero h íbrid o ju n ­
to con un d erivad o im p líc ito q u e no
puede ser transferido in d epen d ien te­
m ente. c o n tr a t o d e a n u a lid a d e s

Sinónimo: contrato principal. C o n tr a to d e r e n t a s v it a lic ia s .

Un instrumento ñnandero híbrido con­


dene un derivado implícito cuando algu­ c o n tra to d e a n u a lid a d e s c o n
nos de los flujos de efectivo que produce
p a r tic ip a c ió n
el primero dependen de la evolución de
las modificaciones que se producen en
C o n tra to d e r e n ta s v it a lic ia s c o n p a r­
una variable determinada (el subyacente
tic ip a c ió n .
del caso).

c o n tr a t o c o n d ic i o n a l c o n t r a t o d e a n u a l i d a d e s s in
c o n d itio n a l c o n tr a c t p a r tic ip a c ió n

En relación con in s tru m e n to s f in a n ­ C o n tr a to d e r e n t a s v it a lic ia s s in par-


cieros. un con trato q u e prevé d e r e ­ tíc ip a ció n .
ch o s y o b lig acion es que dependen de
un h ech o futuro especffico que:
c o n tra to d e c a m b io
a) es de o currencia in cierta: fo r v lg n e x c h a n g e c o n t r a c t

b) puede m odifican C o n tr a to q u e o b lig a a la s p a r te s a


in te rca m b ia r u n a c a n tid a d e s p e c ifi­
1) los im portes d e lo s in stru m en ­
c a d a d e u n a m o n e d a p o r su eq u iv a ­
tos a ser recibidos, en tregad os
le n te en o tra , e n u n a fe c h a d e te rm i­
o trocados; o
n a d a y a un p r e c io e s ta b le c id o .
2) los mom entos en q ue ello debe
Sinónimo: acuerdo d e cam bio.
ocurrir.

c o n tra to d e c a p a c id a d
c o n tr a t o d e a d m in is tr a c ió n
c a p a c it y c o n tr a c t
s e r i fic in g c o n t r a c t

C o n tra to por el cual un a p a rte (el C o n tr a to p o r el q u e el p r o p ie ta r io de


“servidor") se encarga de ia cobranza un a ca p a cid a d v e n d e e l d e r e c h o a su
d e determinados activos finan cieros, e m p le o a o tra p a r te , d e m o d o que
a cam bio d e un honorario. ésta la pued a e m p le a r p a r a cu m p lir
con sus p rop ias o b lig a c i o n e s .
EMe contrato podría:
Ejemplo de “capacidad": la de entregar
a) negociara jumo om la transferencia energía eléctrica a un sistem a d e trans­
de los anbÁM financieros que serán misión de un área determ inada.
[NIF MX). corrtrato sobre ta base de
co n tra to d e c a r á c t e r o n e ro s o
costos más cantidad convenida (N IF
MX],
Contrato o n e ro so .

c o n tra to d e c o n s tr u c c ió n c o n t r a t o d e p a g o In e lu d ib le
c o n s tr t ic t io n c o n t r a c t
Ver to m e o pague.
C ontrato, es p e círic a m c n te n e g o c ia ­
do. para la fab rica ció n d e un a c tiv o o
de un c o n ju n to d e a ctiv o s q ue: c o n t r a t o d e p r e c io fíjo
fix e d p r ic e co n tra c t
a) están ín tim a m e n te rela c io n a d o s
entre sí; o 1. C o n tra to d e c o n s tru c c ió n en el
q u e las p>artes acuerd an u n precio
b) son in terd ep en d ien tes en térm i­ total o una cantidad por unidad de
nos de su d iseñ o , tecn o lo g ía y fu n ­ p rod ucto, sin a ju stes d e p recios
ción, o b ien en rela c ió n c o n su úl­ por a um en tos d e los c o s to s in cu­
tim o d estin o o u tilizació n. rridos por el co n tra tista .

2. {N IIFj C on trato de c o n stru cció n


c o n tr a t o d e c o s t o m á s c o m is ió n
en el que las partes acuerd an un
IN IF MX| precio total o un im porte fijo por
unidad d e producto, co n aju stes
C ontrato d e m a rg en s o b r e el co s to .
d e p recio s por a u m en to s de los
costo s incurridos por el con traü s-
c o n t r a t o d e i n v e r s ió n
in v e s t m e n í c o n t r a c t
Sinónimo: contrato a precio fijo.
C on trato em itido p or un a s eg u ra d o r
la segunda definición, que aparece en las
que no transfiere u n riesg o d e s e g u ­
Normas Internacionales de Información
ro suficiente co m o para q u e califiq ue F in a n ciera (NIIF) es intrínsecam ente
como c o n tra to d e s eg u ro. contradictoria, pues supone que existe un
“precio fijo" en casos en que éste puede
variar.
c o n t r a t o d e m a r g e n s o b r e el
c o s to
c o st p lu s c o n tr a c t c o n t r a t o d e r e n t a s v ita lic ia s
a n n u ity c o n tr a c t
C on trato d e c o n s tr u c c ió n p o r el que
el c o n tra tis ta recibe:
C o n tra to que o b l^ a a un asegurador,
a) el reem bo lso d e lo s c o s to s d efin i­ a ca m b io d e una c o n tia p r e s ta c ló n
fija o d e un prem io, a sum inistrar d e­
dos en el acu erd o: y
term inados beneficios por p e n s io n e s
b) un p o r c e n ta je s o b r e e llo s o un a individuos esp ecíficos, lo q u e im ­
im porte fijo. plica la tra n sferen cia de riesgos del
e m p le a d o r al asegurador.
Sinónimos; contrato a costo más tan­
to. contrato de costo m ás comisión Sinónimo; contrato de anualidades.
152 Enrjc&je Fosvier N iwton

Aunque '‘contrato de anualidades" se uti­


c o n tra to e n v ig o r
lice como sinónimo, las "rentas vitalicias’
se pagan normalmente por períodos de
duración inferior al aAo. C on trato pe n d ie n te d e e je c u c ió n .

c o n t r a t o d e re n ta s v ita licia s c o n tr a to fírm e d e v e n ta


c o n p a rtic ip a c ió n Jir m s a le c o n tr a c t
p a r tic ip a tin g a n n u ity c o n tr a c t
C ontrato del cual s u rg e u n c o m p r o ­
C on trato d e rentas vita licia s en que m iso fírm e q u e o b lig a a u n a en tid ad
el em p le ad or participa en el rend i­ a e fectu ar u n a v e n ta e n e l fu tu ro.
m iento de las inversiones o en otra
experiencia del asegurador. Sinónim o; contrato e n firm e d e venta.

Sinónim o; contrato de an ualid ad es


con participación. c o n tra to im p líc ito
im p lie d c o n tr a c t

c o n tr a to d e r e n ta s v ita lic ia s C o n tr a to q u e se d e d u c e d e la s a c cio ­


sin p a r tic ip a c ió n n es d e las p a rtes, sin q u e e x is ta un
n o r i‘ p a r t i c i p a t i n g a n n u i t y c on v en io e x p reso e n tr e ella s.
c o n tra c t

C on trato d e r en ta s v ita licia s en que c o n t r a t o lla v e e n m a n o


el em p le ad or no participa en el ren ­
tumkey contract
dim iento de las inversiones ni en n in ­
guna otra oq>eriencia del asegurador. C o n tr a to d e c o n s tr u c c ió n e n el que
el co n tra tis ta se c o m p ro m e te a en tre­
Sinónimo; contrato de anualidades sin
gar una in sta la ció n p r o b a d a y e n ple­
parbcipadón.
n a operació n .

c o n tra to e je c u ta d o
c o n tra to o n e ro s o
ex ecu ted c on tra ct
o n ero u s c o n tra c t
C on trato cuyas cláusulas h an sid o
totalm ente cumplidas por todas sus C o n tr a to p e n d ie n te d e e je c u c ió n
partes. cuyo c u m p lim ie n to to ta l o b lig a r á a
soportar c o s to s en e x c e s o d e lo s b e ­
n eficio s e c o n ó m ic o s q u e s e esp era
c o n tra to e je c u to rio recibir d el m ism o .

V crco n trato p en d ie n te d e ejecu d ó n . | Sinónim o; contrato d e c a r á c te r o ne­


roso.

c o n tr a to e n fírm e d e v e n ta I En el lenguaje com ún, es un "contrato


oneroso" cualquiera que im plica una con-
C on trato fírme de v e n ta I tr^restación {DRAE|.
I “tolally executory contract* puede dar
c o n tra to p a rc ia lm e n te I lugar a confusiones, pues “ejecutorio"
e je c u to río I significa firme o invariable (DRAE).

Ver co n tra to p e n d ie n te d e e je c u c ió n
p arcialm ente. | c o n tr a to p o r a d m in is tra c ió n
(N IF M Xl
c o n tra to p e n d ie n te d e I
C o n tr a to d e c o n s tru c c ió n , en el que:
e je c u c ió n
ex ecu tory c o n tra ct a) el c o n tr a t is ta se en ca rg a d e la a d ­
m inistració n del p roy ecto y d e q u e
C on trato cuyas c lá u su la s n o h a n sid o los tra b a jo s sean realizad os, r e ci­
totalm ente c u m p lid a s p o r to d a s sus biend o co m o con tra p resta ció n un
partes. h on orario ;

Sinónimo: contrato en vigor. b) el c lien te eroga los c o sto s o reem ­


b o ls a al c o n tra tis ta lo s q u e éste
Para este concepto se ha utilizado tam ­
haya pagado.
bién la expresión "contrato ejecutorio".
Esta traducción sim plista de "executory
contraa" puede dar lugar a confusiones c o n t r a t o p r in c ip a l
pues “ejecutorio" significa firme o inva­
riable (DRAE).
C o n tr a to a n fitrió n .

c o n tra to p e n d ie n te de
e je c u c ió n p a r c i a l m e n t e c o n t r a t o s o b r e la b a s e d e c o s t o s
m á s c a n t i d a d c o n v e n id a
p a r tia lly e x e c u to r y c o n tr a c t
IN IF M X]
C o n tr a to c u y a s p a r te s h a n d a d o
cum plim iento a a lg u n a s d e s u s o b li­ C o n tr a to d e m a rg en so b re el c o s to .
gacio n es p ero n o a to d as.
c o n tr a to to ta lm e n te e je c u to río
Para este concepto se ha utilizado tam ­
bién la expresión "contrato parcialmente
Ver c o n tra to p e n d ie n te d e e je c u c ió n
ejecutorio". Esta traducción sim plista de
“partially executory contract" puede dar to ta lm e n te .
lugar a confusiones, pues "ejecutorio" sig­
nifica firme o invariable (DRAE).
c o n tr a to s d e c o la b o ra c ió n
e m p r e s a r i a |AR]
c o n tra to p e n d ie n te de
e je c u c ió n to ta lm e n te E xpresió n q u e a b a rca a las a g r u p a ­
to ta liy e x e c u t o r y c o n tr a c t c io n e s d e c o la b o r a c ió n (AC) iAR| y a
las u n io n e s tra n s ito ria s d e em p re s a s
C on trato cu ya s p a rtes n o h a n c u m ­ (UTE) lAR].
plido n ing u n a d e s u s o b lig a c io n e s .

Para este concepto se ha utilizado tam ­ c o n t r i b u c i ó n [N IF M X]


bién la expresión “con trato totalm ente
ejecutorío". Esta traducción sim plista de D on ación .
c o n t r i b u c ió n d e m e jo r a s c o n tr ib u c io n e s s o c ia le s
speciai assessment e m p l o y e r ’s c o n t r i b u t i o n s

T rib u to q u e se exige a las p ersonas 1. A p o r ta c io n e s q u e u n a en tid ad


q u e s e presum en beneficiad as (direc­ está o blig a d a a h a c e r d eb id o a su
ta m e n te y e n m a y o r m ed id a q u e ca rá c ter d e e m p le a d o r .
o tras) por la realización d e o bras pü-
2 . El c o n ju n to d e d ic h a s c o n trib u ­
b iicas o del estab lecim ien to d e servi­
cio n es y d e o tra s e r o g a c io n e s efec­
c io s públicos.
tuad as p o r u n a e n tid a d p a ra be­
Sinónim o: contribución especial. n eficio d e su s e m p le a d o s .

Se supone que una contribución de este


Sinónimos; aportes patronales.
tipo está destinada al costeo total o par­
Ejemplos de con tribuciones (1): aptortes
cial de dichas obras o servidos. patronales a sistemas d e pensiones o de
seguros de salud.

c o n tr i b u c ió n e s p e c ia l Ejemplo de “otras erogaciones": las efec­


tuadas para sostener el funcionamiento
C on tribu ció n d e m ejoras- de un club deportivo, d e m odo que éste
pueda cobrar cuotas reducidas a los em­
pleados de la entidad.

c o n t r i b u c ió n m a r g in a l En la Argentina se em plea, com o sinóni­


m a r g in a l c o n tr ib u tio n mo de la acepción (1), la expresión ‘ car­
gas sociales”. Esto puede o casionar con­
fusiones, ya que esta locu ción podría su­
Exceso del in g reso o b ten id o p or una
ponerse referida a cualquier tipo de obli­
venta so bre el c o s to v a r ia b le d e lo
ga ció n Im puesta por el co n texto de U
vendido. entidad Inform ante.

Sinónimo: margen de contribución.


utHidad marginal I c o n trib u y e n te
^ tax p ay er

c o n t r i b u c io n e s I P e rs o n a o b lig a d a a l p a g o d e im pues-
c o n tr ib u tio n s fo<

Im portes pagados por e m p le a d o res |


c o n tro l
y e m p le ad os a los program as d e s e - |
c o n tro l
guridad so cial. ¡
1. En re la c ió n c o n u n a e n tid a d , el
Sinónimos: cotizaciones a la seguri­
p o d er d e g o b e r n a r s u s po líticas
dad social [ES], cuotas a la seguridad
fin a n c ie r a s y d e o p e r a c ió n para
social [ES], impuestos sobre ia nómi­
b e n efic ia rse c o n s u s activid ad es.
na. premios.
Sinónimo; dominio (ES).
c o n tr i b u c io n e s d e fin id a s 2. E n rela c ió n c o n u n a c tiv o , el po­
d er d e o b te n e r lo s b e n e f ic io s eco­
Ver plan d e a p o rta cio n es definidas. n ó m ic o s fu tu ro s q u e flu y a n d e é l
El control dn tina entidad se obtiene ge­ a) las d isp o sic io n es c o n te n id a s en
neralmente por la posesión de Inatru- di.sposiciones legales y en ei e s ta ­
mentoa de patrim onio que otorguen la tu to de la sociedad;
mayoría do sus votos, pero también po­
dría alcanzarse mediante acuerdos con b) las resolucion es de las a s a m b le a s
otros propietarios de esos instrumentos
d e accio n ista s.
o por otros medios.

No es “contror el manejo de una entidad


c o n t r o l in t e r n o
por cuenta de terceros (por ejemplo, en
virtud de un ñdelcom iso). in te m a l c o n tro l

( )onjunto d e po líticas y procedí m ien -


c o n t r o l c o n ju n t o to s establecid os en una entid ad con
jo in í c o n tro l el o b jeto d e proporcionarle un grado
d e seguridad razonable en cu anto a
Dada una p articip ación d e u n a e n ti­ la c on secu ción d e o bjetiv os in h e re n ­
dad in fo rm a n te en u n a e n tid a d c o n ­ tes a las siguientes categorías:
trolada c o n ju n ta m e n te , la con d ición
que se p resen ta c u a n d o las d ec isio ­ a) eficacia y efícien cia d e las o p era ­
nes referid as a la e s tr a te g ia y a las cion es.
o peraciones de la p a rticip a d a (para
b) fiabilidad d e la in form ación fínan-
beneficiarse co n su s activid ad es) re­
ciera.
quieren el acu erd o expreso de la p ri­
mera y de u n o o m ás de lo s restan tes c) c u m p lim ie n to d e le y es y o tra s
socios, sin q ue n adie pued e m a n e ja r
n o rm a s aplicables.
a la segunda u n ilateralm ente.
Algunas definiciones agregan, como cuar­
Suelen utilizarse las palabras; ta categoría, la protección de los activos,
pero esta cuestión puede considerarse
a) “participante” ("venturer"), “partíci­
abarcada con la referencia a la “eficacia y
pe" (CLl o "copartícipe" [ESI para re­
eficiencia de las operaciones".
ferirse a cada uno de los socios que
comparten el control: Son sus componentes;
b) “inversionista" (“investor"), “inversio­
a) el am biente del controL
nista pasivo" [MX| o “inversor pasivo”
|AR] para aludir a los restantes socios. b) las actividades de evaluación de ries­
gos. de control, de información y co­
Esta terminología no encuadra en el len­
municación y de supervisión (moni-
guaje común, ya que todo socio de un toreo).
negocio (cualquiera fuere el grado de con­
trol o iniluencia que pudiere tener) es un Los conceptos precedentes han sido to­
“inversor" que "participa" en su patrim o­ mados del Informe COSO, que en los Ul­
nio y en sus resultados. timos años ba ganado aceptación. Exis­
ten muchas otras definiciones de “control
interno".
c o n t r o l d e le g a li d a d [AR]

Tarea de u n a s in d ic a tu ra q u e im p li­ c o n t r o l n o e f e c tiv o (FA C PC E]


ca la vigUancia del cu m p lim ien to , por
parte d e los d irecto res d e la so cie d a d . C o n tro l q u e n o se eje rce o q u e está
restringido.
156 Enrique Fowler N ewtün

Como ejemplo de restriccicmes al control. {


c o n tro la d a p a rc ia lm e n te
se menciona la pérdida del manejo de los i
activos de la entidad por conctirsos de I p o s e íd a
acreedores, intervenciones judiciales y \ p a r tia ify - o w n e d s u h s id ia r y
convenios. En rigor, son casos en que el :
“control" no edste, de modo que el em- \ C o n tr o la d a e n la q u e p a rtic ip a n ac-
pleo de la expresión “control no efectivo’ d o n is ta a n o c o n t r o la n t e s
encierra una contradicción.

' co n tro la d o ra
c o n t r o l p r e s u p u e s ta r io ! c o n tr o liin g e n tit } ’
b u d g e ta r y c o n tr o l
Entid ad q u e tie n e c o n t r o l s o b re otra
Actividad que c on siste en; u otras.

a) la c o m p a ra c ió n e n tr e lo s d a to s Sinónirrx): dominante [ES]


presupuestados para u n p e río d o
ya transcurrido y lo s c o r re s p o n ­ Una “controlada";
d ien tes d atos reales;
a) tieno siem pre una ‘ controladora in­
mediata". que es la que eje rce su con­
b) la investigación de las ca u s a s de
trol directo:
las diferencias en tre a m b o s ju eg os
de datos. b) tíenesiem pre una “controladora prin­
cipal" o "controlad ora d e última ins­
tancia’ , que es la controlad ora demás
c o n t r o l te m p o r a l IFA CPCE] alto nivH (puede ser la m ism a "con­
tem p o ra ry c o n tro l troladora in m ed iata’ );

c) puede tener una o m ás “controlado-


C o n tr o l so b re u n a en tid a d q u e h a
ras in term ed ias", q u e e s (son) U(s)
sido adquirida y se m a n tien e ex clu ­ controladora(s) q u e n o entran en b
sivam en te para su ve n ta o d isp o si­ categoría de "co ntro lad o ra principa]'
ció n d en tro d e lo s d o c e m e s e s s i­ ni de “controladora interm edia".
guientes.
Supóngase que Z es con tro lad a por Y que
es controlada p o rW q u e es controlada por
V que es de propiedad de una persona ff-
c o n tro la d a
sica. En este caso, Z tien e co m o “ctMiiio-
c o n t r o l l e d |s u h s i d i a r y ladora in mediata” a Y. co m o “controlado­
ra intermedia" a W y com o "com roladon
Entidad som etida al c o n tro l d e otra. principal" a V.

Sinónimos; dependiente, filial [ES] En la Argentina, se utiliza la p alabra "con­


(MX). subordinada [ES], subsidiaría. trolante". que figura en la ley d e sociedi-
des c om erciales (LSC) [AR| pero no en d
DRAE.
c o n tr o la d a c o n j u n t a m e n t e
También se la denom ina "m atriz", lo que
jo ln t ly c o n tr o lle d
nos parece inadecuado cu and o el control
no surge de la con stitución (creación) de
D icho de una entidad o d e una a c ti­
la controlada sino d e su posterior adqui­
vidad. que está so m etid a a c o n tro l sición. La m ism a critica n os m erece U
co n ju n to . utilización de la palabra inglesa "parem".
a) la autenticación (el recontK lm ien-
c o n t r o la d o r a d e li lt lm a
to) de cada poten cial usuario;
in s ta n c ia
b) la fijación de reglas q u e esta b lez ­
Ver co n tro lad o ra . ca n . para cada usuario a u to riz a ­
do:

c o n t r o la d o r a i n m e d ia t a 1) los recursos y d atos a los que


nejct m ost sén io r paren t puede acced en

Ver co n tro lad o ra . 2) los datos que puede m odificar.

c o n t r o la d o r a i n t e r m e d ia c o n t r o le s d e a p li c a c ió n e n
t e c n o lo g ía d e la in f o r m a c ió n
Ver co n tro lad o ra . application Controls in
inform ation technology
c o n t r o la d o r a p r in c ip a l C ontroles que:
most sénior p a ren t |ultím ate
a) operan n orm alm ente al nivel del
p aren t
proceso del n ego cio :
Ver con tro lad o ra . b) tienen q u e ver co n la in iciación ,
el registro, el proceso y la in form a­
ció n de tr a n s a c cio n e s o de otros
c o n t r o l a n t e [AR]
d atos financieros.
Ver co n tro lad o ra .
c o n t r o le s d e c a lid a d
c o n t r o le s a d m i n i s t r a t i v o s q u a lit y Controls
administrative Controls Políticas y procedim ientos adoptados
por una Arm a para o bten er una se­
C ontroles in te r n o s ad m in istra tiv o s.
guridad razon able de que:

a) tanto ella com o su personal c u m ­


c o n t r o le s b á s ic o s
plen co n las n o rm a s p r o fe s io n a ­
le s y con los req uerim ien tos lega­
Ver c o n tro le s in te r n o s co n ta b le s .
les:

c o n tr o le s c o n ta b le s b) lo s in fo rm es em itid o s por ella o


por los s o c io s a ca rg o d e t r a b a jo s
C ontroles in te r n o s co n ta b le s . son ad ecuad os en las c ircu n sta n ­
cias.

c o n tr o le s d e a c c e s o
a c c e s s C o n t r o ls c o n t r o le s d e e n t r a d a
in p u t c o n t r o b
Proced im ientos d iseñ a d o s para res­
tringir el a c ce s o a a p a ra to s, p rog ra ­ En te n e d u ría d e lib ro s, los con tro les
mas y d ato s d e te r m in a le s d e lín ea practicad os an tes d e efectu a r un r e ­
(“on line”), m ed ia n te: g istro c o n ta b le (accou n tin g en try ).
Enríq ^ e Fow lir N fwtqn

Nonnalmenie, su propósito es determi- c) sí los nuevos sa ld o s d e las cuentas


a f e a d a s por el registro contable fue­
ron determinados correctam ente.
a) » se cuenta con:
¡ Ejemplo de "control de saUda"; verifkar
1) todos los comprobantes que de­ (i el total cargado a los c lie n te s con ntoti-
ben ser registrados; ro del registro contable de un lote de fac-
1 turas coincide con la sum a d e sus impor-
ncCTsanos para los j tes, calculada previamente por un sector
controles de salida; independiente de la c on tad u ría.
b) si los comprobantes redbidos:

1) no han sido cc»tabiltzados ante- c o n tr o le s d e te c tlv o s


nórmeme; d e t e c t ii > e C o n t r o l s

Z) incluyen dalos válidos: C on troles esta b le c id o s c o n el propó-

3) no han sido adulterados:


ocu rrid os.
4} están debidamente autorizados:
La palabra "d etec tiv e " no figura en el
5] cuentan con todos los elementos DRAE
necesarios: y

6) contienen cálculos previos con w - c o n tr o le s d is c ip lin a r io s

V er c o n tr o le s in te r n o s c o n ta b le s .

c o n tr o le s d e p r o g r a m a c ió n
p r o g r a m m i n g Controls c o n tro le s g e n e r a le s d e
t e c n o l o g í a d e la i n f o r m a c i ó n
Procedim ientos d iseñados para p re­ general Information technology
venir o detectar c am bios no a u to ri­ Controls
zados a los program as de co m p u ta ­
ción a los que pueda acced erse d es­ P o lítica s y p r o c e d im ie n to s q u e s e re­
de term inales en línea. la c io n a n c o n v a r ia s a p li c a c io n e s y
resp ald an el f u n c io n a m ie n to efecti­
vo d e lo s c o n tr o le s d e a p li c a c ió n , al
c o n tro le s d e sa lid a
ayu d ar a a seg u ra r la o p e r a c ió n co n ­
o u t p u t C o n t r o ls
tin ua y a d e c u a d a d e lo s s is t e m a s de
in fo r m a c ió n .
En ten ed u ría d e libro s. los controles
practicados después de efectuad o un Ejemplos: controles sobre operaciones de
registro contable. redes, controles relacionados con la ad­
q uisición, el reem plazo y e! m anteni­
Normalmente, su propósito es detenni- miento d e software.

a) si ciertos Importes relevantes coinci­ c o n tro le s i n te r n o s


den con los previamente calculados: i n t e m a l C o n tr o ls

I U>s q u e in teg ra n el c o n t r o l In te r n o .
c o n t r o le s i n t e r n o s c o n t r o le s p r e v e n tiv o s
a d m in is tra tiv o s pretfentive Controls
administrat1i>e In fern a l c o n tr o k
C ontroles estab lecid o s co n el propó ­
En algunas n o rm a s p r o fe s io n a le s es ­ sito d e prevenir e rro re s o frau d es.
tadounidenses q u e ya n o tie n e n vi­
gencia y en c ie r ta b ib lio g ra fía . lo s
c o n v e n io c o le c tiv o d e t r a b a jo
controles in te r n o s q u e n o so n c o n ­
troles in tern o s c o n ta b le s .
collective bargalnlng agreem ent
(C B A )
Sinónimos; controles administrativos,
controles internos operacionales. Acuerdo que fija con d icion es referi­
das a los c o n tra to s d e trabajo en tre
un grupo de entidades y sus e m p le a ­
c o n tr o le s I n t e r n o s c o n t a b le s dos.
accounting In fern al Controls

En algunas n o rm a s p r o fe s io n a le s es ­ c o n v e n io d e r e c o m p r a
tadounidenses q u e ya n o tie n e n vi­
gencia y e n c ie r ta b ib lio g ra fía , lo s A cuerd o d e recom pra.
controles in te r n o s q u e in teresan en
las auditorías de es ta d o s fin a n ciero s. c o n v e r g e n c ia
Sinónimo: controles contables. convergence

Dicho de dos o m ás juegos de n orm a s


c o n ta b le s , la red ucción d e d iferen ­
cias en tre sus contenidos.
[)entro del enfoque indicado, algunos
autores clasifícaban a los “controles inter­
nos contables" en; c o n v e r s ió n

a) ‘ controles b ásico s", considerando


conversión
como tales a los necesarios para que
los registros contables sean correctos C a n je d e un in stru m e n to de d eud a
y completos (por ejemplo, el control q u e es con vertible-
de secuencia numérica de los com ­
probantes contabilizados):
c o n v e r s ió n
b) “controles disciplinarios" o “discipli­ translation
nas sobre controles básicos", conside­
rando tales a los diseñados para ase­ R e exp resió n (3) a una m on ed a de un
gurar la continuidad y funcionamien­ im p o rte o rig in a lm en te m ed id o en
to correcto de los "controles básicos" otra.
y salvaguardar los activos (como las
actividades de supervisiónj. Ejemplo: la conversión a dólares del im­
porte por cobrar ori^nado en una venta
pagadera en euros.
c o n t r o le s i n t e r n o s
o p e r a c io n a le s Ocasionalmeme, este concepto ha sido
referido como "trasladón”. pero ninguna
Controles in te r n o s a d m in istra tiv o s. de las definiciones dadas a esta palabra
por el DRA£ tiene que ver con d concep- | El tirulv J e U opción p o d rú ser d den­
tó definido. | dor o d «c ree dor

I Quienes u tüúan la definición (2). no de­


conversión de estados nom inan'convertibles’ sino ~canjeables'
flnanderos a loe in sm im entos que pueden trocarse
por instrumentos de patrim onio prw ás-
translation offtnanciai
. temes.
statements
El empleo de las p alabras ‘‘co n > w tM e'T
C on v ersió n (transU tionl d e tod as las ‘ c a n je a b le ’ c o n s ig n ific a d o s di\«Tws
m onetarias q u e aparecen en puede i^oducir confu sión, porque cual­
un Juego d e e sta d o s fin a n c ie ro s quier trueque d e m acrum entos firamcie-
ros es. en definitiva, un c a n je.

conversión Inducida de deuda La palabra ‘ úuercam biah le' no deberla


emplewae coaao m ó o im o 4 e 'co m «só -
Irubtcfd com'emon o f debt ble* o de ‘ c anjeable’ porque ik >se refiere
al trueque d e im céem enro por otro sino •
Ver ed u lco ran te la caractenstica q ue perm ite que dos ele­
m en tos pued an em p le a rs e in d istin u
mente con ei m ism o propósito DUaFi.
convertibUidad [AR1
Un rógúnen legal qu e en la Argentina
co n v ertír-aju star
ot(Mgó. h asta fines d e 2 0 0 1 . la p o s ib i­
lidad d e q u e cualquier p erso n a c a n ­ Ver método temporal
jea se p esos p o r d ó la re s e s ta d o u n i­
denses al tip o d e c a m b io d e un peso
por dólar. co n v e rtir-re e x p m a r
Ver método temporal
convertible
convertible convocatoria de acreedoret
1. D icho de un títu lo d e d eu d a o d e
Concurso de acreedores.
stro tn s tn im e n to d e d eu d a, q u e
con d en e una o p ció n qu e perm ite
su perm uta por i n s tru m e n to s d e cooperativa
patrim on io , sobre la b a se d e u na co-operative
‘ relación d e ca n je " o " relación de
conversión’ (cantid ad d e in stru ­ E ntid ad fu n d a d a e n H e s fu e r z o pro­
m en tos de p a trim on io por c a d a p io y la a>*uda m u tu a p a r a s a tis b c e r
instrum ento d e deuda) d ete n n i- n e c e s id a d e s e c o n ó m i c a s o so cia les
nada o d ete rm in a re . q u e so n c o m u n e s a s u s in teg ra n tes.

Sinónimo; canjeabie La definición legal de "cooperativa” adop­


tada a un efecto dado o en un lugar de­
2. Lo m ism o, pero sólo en el c a so d e terminado puede diferir d e la arriba pre­
que los instrum entos de p atrim o­ sentada y de la adoptada a otros efectos o
nio d eban ser em itidos a co ru e- en otros lugares. Asf:
cuen cia del ejercicio d e la o pción a) en la Argentina, d eb e n considerane
d e c anje. las disposiciones d e la ley 20.337;
b) a los pfpctos d éla apile ación rte la [><•
recfivB 2006/4.í/F(' de la Unkín Euro­ c o r p o r a c ió n C
pea (sobre cuestiones de auditoría de C Corporation (US)
estados fín a n d e r o i] se considera
“coopera ih'a*’ a: Una so cied ad a n ó n im a que paga el
im puesto so bre sus ganancias.
1) iirta ‘ sociedad cooperativa euro­
pea' tal como la define el artículo
l dei Reglamento (CE) no 1435/ ( x ir p o r a c ió n F e d e r a l d e l S e g u r o
2003 del C onsejo Europeo; o d e D e p ó s ito
F e d e r a l D e p o s it I n s u r a n c e
2i cualquier otra cooperativa que
enja una auditoría legal (UE| con C o r p o r a t i o n (FD IC ) [US]
arreglo al Derecho Comunitario,
como las entidades de crédito tal O rganism o que en los Estados U n i­
como se las defíne en el artículo 1. dos asegura los d epósitos ban carios
apartado l de la Directiva 2000/ de las perso nas.
12/CE y las empresas de seguros
en H sentido del artículo 2. apar­
c o r p o r a c ió n S
tado 1 de la Directiva 9 l/674/CEE.
S Corporation ¡US)
En defínith’a. cualquier referencia a una
‘ cooperatu'a' que aparezca en un texto U na s o cie d a d an ó n im a que no paga
determinado debe ser interpretada con­ el im puesto sobre sus ganancias. D e­
siderando el contexto dei caso. ben hacerlo sus socios, so bre las p or­
cio n es q u e les correspon d ieren , tal
co m o ocurre con las socied ades de
personas.
c o p a r t í c i p e (E S j

Ver c on tro l c o n ju n to c o r r e c c ió n d e e r r o r
error correction

c o p ia d o r M odificación de m ed id as con tables


efectuada para corregir una inexacii-
copier
uid o una om isión com etida en la pre­
Libro d ond e se c o p ia n planillas sur­ paración de los esta d o s fin a n c ie ro s
gidas del s is te m a c o n ta b le para dar de uno o m ás ejercicios anteriores.
cum plim iento a d ete rm in a d a s n o r ­ Ejemplo: la modifícación de los saldos de
m as legales. apertura de las cuentas “producías termi­
nados" y "resultados acumulados", por
haberse omitido el recuento de algunas
mercaderías durante el recuento físico
c o p r o d u c t o s (M X) practicado al cierre del ejercicio ínmedia-
laineme precedente.
Productos co n ju n to s .

c o r r e c c ió n d e e s t i m a c ió n
estímate correction
c o r p o r a c ió n
Corporation M odificación de una estim a c ió n c o n ­
ta b le por disponerse d e nuevos ele ­
Socied ad an ó n im a . m en tos de juicio.
162 En iu q ^'E Fo w l ir N ew ton

Ejemplo; corrección de la cuota mensual c o n ta b ilid a d g e n e r a lm e n te a c e p ta ­


de d epredación de una máquina por ha­ d o s en los F-stados U n id o s (USGAAP).
berse acortado su vida útil debido a un puede ser u tilizado c o m o lím ite para
cambio en la expectativa de obsolescen­
po stergar el r e c o n o c im ie n t o com o
cia económica de las m ercaderías que se
r e s u lta d o s d e las d e n o m in a d a s g a ­
^brícan con ella.
n a n c ia s y p érd id a s a c tu a r ia le s

c o r r e c c ió n m o n e t a r ia Sinónimo: horquilla [E S ].
m o n e t a r y c o r r e c tio n En las traducciones al español de las NIIF.
se lo denomina “banda de fluctuación'
A ju ste p o r in fla d ó n . por referencia a un cam bio futuro de sig
no de las ganancias y pérdidas actuarla
les no reconocidas en resultados. Sin
c o r r e c c ió n v a io r a tiv a [ES] bargo, esas supuestas “ganancias" y “pér­
didas" se originan en diferencias pasadas
Im porte correspon d ien te a la pérd i­ que no necesariamente han de revertirse
da de valor, por cualquier causa, de en el futuro.
un activ o o de un grupo de activos.
c o r r e la c ió n d e c o s t o s c o n
c o r r e c c io n e s d e v a lo r [UE] in g r e s o s
v a l u é a d j u s t m e n t s |EU] m a t c h i n g o f e o s t s w it h r e i* e n u e s

Expresión em pleada en la C u a rta D i­ P ro ceso p o r el cu a l lo s c o s t o s s e re­


rectiva [UE] para referirse a to d os los c o n o c e n co m o g a s to s ( re su lta d o s) en
aju stes efectu a d o s para refleja r las los m ism o s perío d o s a lo s q u e s e asig­
reducciones de v a lo r d e a c tiv o s in d i­ n an los in g r e s o s q u e lo s o rig in a n .
viduales, fueren definitivas o no.
Sinónimos: apaream iento d e costos
La expresión no es del todo adecuada, con ingresos, asociación de costos
pues no abarca a las conecdones resul­ con ingresos, asociación de costos y
tantes de valorízadones de activos. gastos con ingresos [N IF M X l, enfren­
tamiento de costos con ingresos.

co rre d o r Ejemplo: las c o m isio n es sobre ventas se


broker reconocCTi com o gastos en lo s mismos
períodos que éstas.
P erso n a que efectúa tr a n s a c c io n e s
(1) con activ o s por cu en ta d e otras,
c o rta fu e g o s
recibiendo por ello una c om isió n .
fir e w a ll

U n a co m b in a ció n d e h a rd w a re y so ft­
co rre d o r
w are q u e p ro te g e a u n c o m p u ta d o r o
c o r r i d o r [IFR Ss]
a una red d e c o m p u ta d o re s c o n tra :
En un p lan d e b e n e fic io s d efin id os,
a) el a c ce s o n o a u to riz a d o a ella por
un rango alrededor de la m ejor es ti­
m ed io d e u n a red;
m ación de las o b lig a cio n es del e m ­
plead or que, de acuerdo con las N o r­ b) la in tro d u cció n d e so ftw a re , d ato s
m as internacio nales de In fo n n a ció n u o tro m a teria l e n fo r m a e le c tró ­
F in a n ciera (NIIF) y los p riiK ip io s de n ica, no a u to riz a d o s o d a ñ in o s .
Cada locución, de las incluidas en este
c o rte
diccionaiio, que contiene la palabra "cos­
CUt‘ Off to" puede tener un sinónimo que en su
lugar incluya la palabra 'coste".
Ver prueba d el c o rte.

c o s t e m e d io p o n d e r a d o [ES]
co rte d e co b ra n z a s
collections cut-off C oato p rom ed io pond erad o.

Ver prueba del c o rte.


c o s te o
costing
c o rte d e c o m p ra s
purchases ciit-off El p roceso de calcular c o s to s d e a cti •
vidades, productos u o tros elem en-
Ver prueba del co rte.

c o rte de p agos
payments cut-off c o s t e o a b s o r b e n t e (N IF M X]

Ver prueba d el co rte. ¡ C o ste o por abso rció n .

c o rte d e v e n ta s c o s t e o b a s a d o e n a c tiv id a d e s
sales cut-off activity-based costing (ABC)

Ver prueb a d el c o r te . Un m étodo de c o s te o que asigna c o s ­


to s a o b jeto s sobre la b ^ d e su u tili­
z ación en activid ad es.
c o s e c h a (NIIFj
Imrvest [IFR S s]
c o s te o d ir e c to
1. Sep aració n d e u n p r o d u c to del direct costing
activo bio ló g ico del cual proced e.
Ver c o s te o variable.
2. Cese de los p ro ceso s vitales de un
activo bioló g ico .

Sinónimo: recolección. c o s te o e s t á n d a r
standard costing
Los aspectos sustanciales de estas defíni-
ciones fueron tomados de la Norma In ­ U n m étodo d e c o s te o que asigna c o s ­
ternacional de C ontabilidad (NIC) 41. to s a o b jeto s so bre la b a se d e p r e s u ­
Suponemos que la a cepción (2), cuyo
p u e s to s , ba sa d o s en e s tim a c io n e s
empleo puede causar con fu sión , fue
adoptada para facilitar la redacción de ese razon ables y en estu dios de costos.
pronunciamiento.

c o s te o m a rg in a l
marginal costing
í d e los c o s to s v a r ia b le s im p u ta b le s a
c o s t e o p o r a b s o r c ió n
las ac tiv id a d e s r eq u erid a s p o r su ob-
itbsorption costim g \fiiU
I ten ción .
absorptioH costirtg
Sm óoim o: c o s te o m arginal
C o s te o d e b im e s producidos q u e tn-
ciuye asig necio n es d e tod os k » c o s ­ Este método es a veces d o w m in a d o de
to s im putables a las a c tírid a d e s re­ “costeo directo', pero 'd irecto*' no es to
querid as para $u o b tro c ió n . núsmo que ‘ variable'. Un costo es 'direc­
to ' ruando se vincula exdusivam ence con
Sinónim os: c o ste o a b so rb en te [NfF cierta unidad de costeo (una actividad, un
MX], co ste o total departamento, un proces o, una orden de
producción), pudiendo existir costos di­
rectos que tam bién sean fijos.
c o s t e o p o r lo t e s d e tra b a d o
bttírh co stin g \lo i co sting
c o s to
C osteo po r ó rd en es d e tra b a jo cotí

1. El s a c r ific io q u e d e m a n d a o d e­
c o s te o p o r ó r d e n e s d e t r a b a jo m a n d a ría :
Jo b co stin g \ jo b -o rd erco stin g I
a) la c o m p ra o la p r o d u c c ió n de
M étodo de c o s te o q u e acu m u la lo s | u n b i e n o d e u d g ru p o d e b ie­
c o s to s por tra b a jo s individuales. n e s ). su tr a s la d o a s u ubicacádo
Sinónimo: coeleo por lotes d e trabajo I a c tu a l y s u p u e s ta e n la s c o n ­
d ic io n e s n e c e s a r i a s p a r a sv
Ejempkw de trabajos individuales: U pro­ u s o o e m ir ie o (to q u e corres­
ducción de un lote de mercaderías, la re­ p o n d a a la i m e n c i ó a ccm la
paración de una máquina, la atención de
cu a l fu e c o m p r a d o o prod u d -
tm paóenie.
d o );

c o ste o p o r p ro ce so s b ) la com p u a d e u n s e r v id o (o de
p roctss co sting i v a rio s):

M étodo d e c o s te o q u e a cum u la los c) el d es a rro llo d e u n a a c tiv id a d


c o s to s de cada p roceso y lu ego dis- I
tribuye sus totales en tre las un id ad es {
d) la c a n c e la c ió n d e u n a obUga-
salklás d e c ada un o de eOos. {
dón.

c o s te o to ta l [NIIF] £1 im p o rte d e e f e c t iv o o de
fu U cxu tin g : e q u iv a le n te s a l e f e c tiv o pagados,
o b ie n el v a lo r r a z o n a b l e d e la
C osteo p or abso rció n. | c o n tr a p r e s ta d ó n e n tr e g a d a para
co m p ra r u n a c t iv o e n e l m o m en ­
c o s te o v a r ia b le | to d e su a d q u is ic ió n o c o n s tn ic-
variable costing d ó n o , c u a n d o s e a a p lic a b le , d
im p o r te a tr ib u i d o a e s e activo
M étod o de c o s te o de bienes produ- i c u a n d o s e lo r e c o n o z c a in icial-
cid o s q u e sólo incluye asig nacio nes | m e n te d e a c u e r d o c o n lo s reque­
rim ientos e s p e cífic o s d e un a N o r­ da) . por un a razón d istinta al r eco n o ­
m a In te rn a c io n a l d e In fo rm a c ió n cim ien to de una pérd id a por d e te iio -
F in an ciera

Sinóoffno. c o s te (E S ). Tra.s el reemplazo indicado:

La definición (1) es conceptual. En ella,


la palabra ‘ demandaría’ hace referencia
a hechos que podrían concretarse o no.
como la leposictdn de determinados bie­ b) el 'costo atribuido" se trata como sf
nes. la repetición de una acthldad >'a efec­ fuera el costo incurrido por la incor­
tuada o la cancelación anticipada de una poración del activo.
deuda

I j definición (2) sutn-ace en algunos pro- c o s to c o n s t a n t e


mmeiamientos de las NIIF. se refiere so­ consíant cost
lamente a los activos y adopta el criterio
de que d costo de uno de ellos resulta de C o sto fijo.
su medición o x ita b le in icia l aunque ésta
no se efectúe por su costo propiamm te
(Üdio (el ejemplo dado en las NIIF es el c o s t o c o n s u m id o
de los importes atiibuibles a un activo consumed cost
adquirido n>ediante un acuerdo de pagos
bandos en acciones i C o s to q ue no reúne las con d icion es
p a ra ser in co rp o ra d o a la m e d id a
‘Costo" no es sinónim o de "precio ' ni de
c o n ta b le del a c tiv o c on ta ble o m a n ­
tenid o en ella.

c o s to a c tu a l
c o s to c o n t r o la b le
Cofto corrien te. controllable cost

C o s to q u e puede ser influido por la


c o s to a lte rn a tiv o a cció n del g e re n te a q uien se le h a
altematiife cosí asignado responsabilidad por su ni-

Costo d e o p o rtu n id a d .

c o s to c o r r i e n t e
c o s to a m o r tiz a d o current cost
amortised cosí
C o sto que d ebería incurrirse, en un
Ver m éto d o d el in te r é s e fe c tiv o m om en to dado, para:

a) com p rar o producir un b ie n , un


c o s to a trib u id o servid o o un co n ju n to de b ienes
deemed cosí o d e servicios; o

Un im porte usad o, a p artir d e u na fe­ b) desarrollar una actividad; o


cha d eterm in ad a, en su stitu ció n del
c) ca n cela r una o b lig a ció n .
costo de un a c tiv o (en su c a so , red u ­
cido por su d e p r e c ia c ió n a c u m u la ­ Sinónim o: costo actual.
En H nximento del reconocim iento ini­ I Sinóninws; costo alternativo, costo
cial de un activo, su ‘ costo coniente’ co ­ económico.
incide con su costo hiatdrico.
I Si las alternativas fueran m ás de dos, ei
I costo d e oportunid ad de una de ellas se­
c o s t o d e b e n e fic io s r e tr o a c tiv o s ría el resultante de con sid erar la me)or
retroactive benefits cosí alternativa no elegida: dadas las opciones
A. B y C. el costo de oportunidad de elegir
A es el mayor iseneficio q u e podría hatw-
C o sto d e servicio s pasad os.
se obtenido si se hubiera optado por B o
p o rC

c o s to d e c a n c e l a c i ó n Aunque en su d en o m in a ció n se use U


settlement cosí palabra "costo", ei con cepto se refiere a un
valor de salida y no a uno d e entrada.
C o s to que es n ecesario erogar para
Los “costos de oportunidad" no se reco-
cancelar una ob lig a ció n .
iK>cen en la con ta bilid a d . Nos r^eritnos
a elios porque, añ os atrás, algunos doc­
Sinónimo: vakx de cancelación, valor
trinarios argentinos propusieron su em­
de líquidadón.
pleo.

c o s to d e la n ó m i n a d e s a l a r i o s
co sto d e re e m p la z o
payroü cosí i replacement cost
Sum a de las r e m u n e ra c io n e s a e m ­
C o s to r e q u e rid o p o r d re e m p la z o de
p le a d o s y d e las c o n trib u c io n e s s o ­
un a c tiv o (o d e u n g ru p o d e activos)
c ia le s so bre ellas.
p o r o tro q u e te n g a la m is m a ca p a ci­
dad d e serv icio .

c o s t o d e lo s s e r v i d o s d el Sinónimos: costo d e reposición, cos­


p e r io d o c o r r i e n t e to de sustitución.
current Service cosí
El activo o grupo a in corporar (por com­
pra o fabricación propia) podría ser:
In crem ento en el v a lo r p r e s e n te d e
u n a o b lig a d ó n p o r b e n e f id o s d e fi­
a) idéntico al reem plazado (y en su mis­
n id o s causado p or los servicios p res­ mo estado); o
tad os por los e m p le a d o s d urante el
p erío d o cubierto por lo s e s ta d o s fi- b) distinto al sustituid o pero capaz de
n a n d ero s. brindar p r e s ta c io n e s sim ila res, en
cuyo caso lo que se d eterm ina es un
“costo de reem plazo d e la capacidad
de servicio" o un “co sto de reproduc­
c o s t o d e o p o rtu n id a d
ción de la capacidad de servicio".
deprival valué |opportunity cosí
Como sinónim os de los c on cep tos referi­
D adas dos o m ás alternativas d e a c ­ dos. suelen em plearse expresiones en las
c ió n . lo que se d eja d e o bten er c om o que la palabra “costo" es reem plazada por
c o n s e c u e n c ia d e o p ta r por un a d e “valor", pero “costo " y “v a lo r” tienen sig­
ellas. nificados distintos.
a) tien e su origen en la introducción
c o s to d e reemplEizo d e la
d e un p lan d e b e n e fic io s d e fin i­
c a p a c id a d d e s e r v i d o
d o s o en la m od ificación de uno
repUicemení cosí o f protiuctiiv preexistente:
capacity
b) resulta d e la inclusión, en el cá l­
Ver costo d e reem p la z o . culo d e los beneficios, d e lo s efec ­
tos de servid os prestados por los
em p lead os en periodos anteriores
c o s to d e r e e m p la z o d e p r e c ia d o
a d icha introducción o m od ifica­
depreciated replacement cosí
ción.
Dado un a c tiv o o u n grupo d e a c ti­
Sinónim o: costo de beneficios retro­
vos, el c o s to r eq u erid o para r eem p la ­
activos, costo d e servicios anteriores.
zar su cap acid ad d e servicio origínai
menos la d e p r e c ia c ió n atríbu ib le a la Cuando la modiñcadón de un plan redu­
parte ya utilizada de ella. ce benefldos existentes, la expresión "cos­
to de servidos pasados" puede ocasionar
Sinónimo: valor lógico. confusiones. Nos parecen preferibles lo­
cuciones como "crédito por servidos an­
teriores" o “crédito por servidos anterio­
c o s t o d e r e p o s ic i ó n res". Esta úJtima aparece en un proyecto
de modificación a ios prindpios de con­
1. C osto d e reem p la z o . tabilidad generalmente aceptados en los
Estados Unidos (USGAAP).
2. (NIF MX| C osto d e reem p lazo de
un a c tiv o en u so por o tro íd énti-
c o s to d e s e r v ic io s p a s a d o s n o
r e c o n o c id o

c o s to d e r e p r o d u c c i ó n d e la
unrecognized past Service cost \
c a p a c id a d d e s e r v ic io
unrecognixed prior Service cost
reproduction cosí o f productive En relación con un plan de be n eficio s
capacity d efin id os, la p a n e del c o sto d e serv i­
c io s pa sa d o s que n unca ha sido re­
Ver costo d e r eem p la z o .
con ocid a en resu ltad o s ni in corpora­
da al c o s to d e p ro d u c ció n de un a c ­
c o s to d e s e r v ic io s a n t e r io r e s tivo,
prior Services costs

Costo d e s e r v ic io s pa sa d o s. c o s t o d e s u s tit u c ió n

C osto d e reem plazo.


c o s to d e s e r v i c i o s p a s a d o s
past Services cosí
c o s to d e v e n ta s
Increm ento en e! v a lo r p r e s e n te d e cost o f sales
una o b lig a ció n p o r b e n e ñ c io s d e ñ -
nidos o de o tra s r e m u n e r a c io n e s a C osto de las m ercaderías o servicios
largo plazo que: vendidos.
costo dd pash-o c o a lo e s p e c íf ic o
spfc^ic cost
Vff ruón dd costo dd pasivo
i C o a t o í d e n t if ic a b le c o n u n p n x i l i c t o
_____ o c o n u n s e r v ic io e n p a r t i c u l a r .

costo depreciado Se k) emplea para aphrar H *^isétodo da


deprrcimtmd cotí klentifkaciÓD eapecflSca'

Costo htodricodepwciado
costo estándar
« a m ia n d c o s f

costo diferencial E l r e s u lt a n t e d e u n m é t o d o d e c o s t e o
diffrnnÜM i cost . e stá n d a r

U d if a m o » d f c o r o , « p e r a d a para I ** f " * "


^ ' ! total dH objeto de costo Oa alpmo d e a »
Dd e q u e s e a d o p t e u n c u r s o d e
componentes ^ ire ie p p io poch laó^er-
a c c iá R e n l u ^ d e o tr o . m inane ivt costo w i a b l e e<*and».

Dodoetoaposibies cunos de acciones Ay Hayquienes


8. d coato adetencial de B es h dUtrcn- dar'del’i
da enae d costo de B y el COMOde A de una sufuiesta dMerencia o i la nopata-
ción contable de lai áiariaiium i queea

le como resuáados— ¡que parte drHtat


costo directo
dirrctcosí
Dado que el DRAE acepta Is priAra ‘ e
Costo que puede asignarse inequfvo-
lándar”. no se iutifíca H empleo de b e
camoile a una unidad de costeo de* presión 'eos») standartT
temünada.

U »iy<aoón de un costo es ‘inequívo­ costo estlmack)


ca* cuando no te necesita efectuar nin- e s tim a ie d c o tí
pira distrfbudóo del nuamo.
1. Costo predeterminado
Efcmpin de unidades de costeo: una ac­
tividad. vn departamento, un proceso, 2. Costo predeterminado cuyo cál
UM orden de producción. culo es menos cuidadoso que H de
un costo estándar.
No es anónimo de‘coaco variaUe” pues
la característica de‘ directo* no tiene que I Li segunda definición puede causar con­
ver con ningim nivel de actividad en par- , fusión porque un 'costo estándar'’ tam­
tkular. Batoes. puede haber costos dbec- : bién resulta de 'estimaciones'.
tos o variables.
c o s to e v ita b le
a v o id a b le c o s t \e s c a p a b le c o s t
costo econÓTTÜco
e c o n o m lr c o s í 1. Costo que se habría evitado si la
transacción (1) o la actividad que
Coato de oportunidad. lo causó no se hubiera producido.
2. CxMto que se evitaría s ila t r a n s a c
c o s to h is tó r ic o
cWn o la a<il\ii1aii q u e lo causaría
fmdíera no eferu ta rse. h ü U n r ic a l c o s í

D icho de un a ctiv o o de un grupo de


Como sinónimo. ()ara la acepción (I), se
wnplea la expresión “costo Incremental" activos, la .suma de tos c o s to s asig na­
fN IT F l. pero la palabra “Increm entar no dos a ál com o m ed id a c o n ta b le in i­
ft|tuT»eneinRAF. c ia l y al recon ocerse a lte ra c io n e s o
m e jo r a s del mismo.

Sirtónimo: costo original


coato expirado
e x p ir p d c o s í
costo histórico depreciado
Coato de un b ie n o de un servicio que d e p r e c ia te d h is to r ic a l c o s í
no proporcionará be n efic io s futuros, (DHQ
aunque pueda h a b e rlo h e ch o en el
pasado. Dado un a ctiv o o un grupo de acti­
vos, su co s to h istó ric o m enos su d e ­
p rec ia ció n acum ulada.
costo ñ)o
Sinónimo; costo depreciado.
fix e d c o s t
Rs la porción no depreciada de dicho eos-
Coato ai)^) nivel total n o d epend e (en
d corto plazo) d e un vo lum en d e a c ­
tividad
costo hundido
Satómmos; costo constante, costo no su n k cosí
variable
C o s to ya incurrido, que no puede ser
templos: alquileres, seguros, remunera­ afectado por d ecisiones que se to m en
ciones del persona] (salvo en el raro caso en el p resente o en el futuro.
de que d plantel de em pleados se modi
en el corto plazo, en Punción del
«alunen de actividad). costo Incremental [NlIFl
I n c r e m e n t a l c o s í (IFRSsl
No e» sinónínvj de “costo in directo" por
qued carácter de “indirecto" de un costo Ver co sto evitable.
no depende de su relación con ningún
volumen particular de actividad, listo es.
un costo indirecto puede ser "fijo" o “va- c o s to I n d ire c to
im t i r e c t c o s í

C o s to q ue no es un c o s to d irecto.
c o stu g lo b a l
No es sinónimo de "costo fijo“, pues el
bu n ch ed cotí carácter de "indirecto" de un costo no
depende de su relación con ningún volu­
Costo de un c o n ju n to d e a c tiv o s (o men particular de actividad. Esto es, un
de activo s y p a siv o s) ad q uirid o s en c(»to “Indlretiü" puede ser “fijo" o “varia­
una com p ra g lob a l. ble".
costo integral de costo o mercado, el menor
flnanciamiento (OF) (NIF MX] lower o f cast o r m a rk e t (LCM |
LOCOM) (IJSGAAPI
Total d e los ga sto s ñ n a n cíero s o ca ­
sionad os por el pasivo, neto de los Regla segiín la cual la m e d id a c o n t a ­
efecto s de la in flación . b le de las e x is te n c ia s d e b e s e r el im ­
porte m ás b a jo en tre:

costo marginal
b) su “valor d e m e r c a d o ", c o n s id e ­
m arginal cosí
rando c o m o tal al c o s t o d e r e p o ­
s ic ió n . con :
V ariación del c o s to total m otivada
por un cam bio pequeño en el volu­ 1) u n lím ite m á x im o : e l v a lo r
m en producido. n e to d e r e a liz a c ió n ;

E}onpio: si la producción de 30 unidades 2) un o m ín im o : el v a lo r n e to de


de una mercadería cuesta S 300 y la de 31 r ea liz a c ió n m e n o s e l m a rg en
unidades. $ 309. el costo marginal de la n orm al d e g a n a n c ia b r u ta .
unidad 31 es de $9.
Sinónimo: costo o m e rca d o, el que
fuere menor

c o s to m á s d iv id e n d o s Los principios de con tabilid ad general­


m ente aceptados en ios Estados Unidos
Ver m éto d o d el c o s to m á s d iv id e n ­ (USGAAP) indican que al aplicar esta re­
gla debe ejercitarse el juicio profesional y
dos.
que no debe reconocerse ninguna pérd i­
da que no sea evidente.

costo no controlable
non-controU able cosí

En reiadón con un g e re n te , un co s to c o s to o m e r c a d o , e l q u e fu e re
que no puede ser influido por él. i m en or
I COSI o r m a rket, w h ic h e v e r is
low er
c o s to n o e x p ir a d o
C o sto o m e r c a d o , e l m e n o r .
u n e x p ir e d c o s í

C oato que puede vincularse co n in ­ costo original


gresos flituros. o rig in a l co sí

1. D icho d e un a c tiv o o d e u n grupo


d e activos, el c o s t o poi e l c u a l se
costo no variable
efectuó su m e d ic ió n c o n t a b le in i­
n o n -v a r ia b le c o s í cia l.

Costo fijo. 2. C o sto h is tó ric o .


I d ir e c ta q u e entran en la fabricación
c o s to p o r i n t e r e s e s
I d e un prodiJct(».
Interest cosí

En relación con un p la n d e b e n e ñ c io s |
deñnidos. el in cre m e n to en el v a lo r c o s t o p r o m e d io m ó v il
presente d e u n a o b lig a c ió n p o r b e ­ m oving a w ra g c cosí
neficios d eñ n id o s atrib u ib le al tra n s­
curso del tiem po.
Ver co s to p rom ed io ponderado.
En las normas contables de ia Federación
Argentina de Consejos Profesionales de
Qencias Económ icas (FACPC^E) se dice c o s t o p r o m e d io p o n d e r a d o
que dicho Incremento es consecuencia de
(C P P )
que los referidos beneficios se encuentran
‘ un período más cerca de su vencim ien­ u>eighted average cosí
to'. En esta definición, la expresión entre­
comillada debe entenderse referida a un M étod o d e asignación d e co s to s h is ­
período igual al transcurrido desde el cie­ tó ric o s a a c tiv o s fu n g ib les. que se
rre del ejercicio anterior y no a uno de b asa en la presunción d e q ue .sus sa ­
duración fija (como un m es o un año). lidas y e x isten cia s resu lta n de una
m ezcla d e bienes, por lo q u e su co s­
c o s to p o s te r io r teo se efectúa de acuerdo co n prom e -
dios resultantes d e c on sid era r
a fie r cosí

Costo que será ero ga d o d esp u é s del a) el co sto prom ed io ponderado de


reco n ocim ien to de un in g r e s o q u e lo las unidades calcu lad o a n tes de
causa y co n el cual se rela cio n a . cad a in co rporación individual de
activo s, las un id ad es ingresad as
Ejemplo: el costo que demandará el cum ­
por es te co n ce p to y el c o sto de
plimiento de una garantía referida a la
ésta s (“costo p ro m ed io m óvil"): o
calidad de un producto vendido.

Las normas c o n u b les requieren normal­ b) el costo prom edio ponderado de


mente que los “costos posteriores" se re­ las unidades tenidas al principio
conozcan com o gasto s en los mismos de un p erío d o c o n ta b le , las un i­
periodos que los ingresos que los causan.
d a d es in co rp o ra d a s d u ra n te el
m ism o y el c o sto d e éstas.
c o s to p r e d e t e r m in a d o
p re d e te rm in e d cosí Sinónimo; coste medio ponderado
[ES].
Costo d e un b i e n o d e un servicio ,
calculado an tes d e la in ic ia ció n d e su También se lo denomma ‘ precio medio
producción, c o n la in fo rm a c ió n d is­ ponderado* y "precio promedio ponde­
ponible en ese m o m en to . rado". pero el “costo" de un activo fungí-
ble puede superar a su ‘ precio", ya que
incluye los costos adicionales necesarios
para ponerlo en condiciones de ser utili­
zado o vendido.

Costo de la s m a t e r ia s p r im a s , lo s £1 método indicado en el inciso a) se de-


m ateriales d irectos y la m a n o d e o b r a nomina “método del promedio móvil'.
c o s t o r e s id u a l c o s t o s u | e to m d e p r e c i a c i ó n
m id m a i cm t íi^ p r fc ia M e c o s í

D ad o un a c tiv o o un ( ñ ip o d e actí* > Parte del c o s t o d e u n a c t iv o o d e un


vos, su c o s to h istd rico m en os la po r- grupo d e a ctiv o s s o b r e la c u ^ s e c o n ­
d ó n d e és te q u e se haya reco n ocid o tabihzaré d e p r e d a c ió n
en resultad os co n mocrvo de su c o n - j
s u m a su ds|K «dachtai o su d e te rio Es dicho costo m enos el valor recu p era ­
r o d é valor ble final dd scm -o o grupo

c o s to to ta l
c o s to s e m illfo fu ü cosí
s tm ifix fd c o tí
: S u m a d e to d o s lo s c o s t o s o ca s io n a -
\'er co s to sem ivan able. ' d o s po r un o b je t o d e c o s t o

co s t o s e m iv a r ia b i e c o s to v a r ia M e

sep$ivaríahte c o s í r a r io M e c o s í
!
1. El que es un c o s to hasta c ierto C o s to c u y a c u a n tía w í a e n r ela c ió n
nivel d e actividad y a u m en ta lu e­ I d irec ta (p ero n o n e c e s a r ia m e n te pro-
go un escalón.
I
p o rc io n a lj t o o d n iv e l d e a c tñ id a d
d el p ro d u c to o d e la a c t n id a d al q u e
2. C osto que in cluye a la vez c o m p o ­ d e b e ser a sig n a d o .
nentes y variables.
Ejemplos: consuno de material priBaas
Eloaplos: rcouineraciones de superviso­ ymateriaiesdepPB^scxif.mcrinmaaade
energía elécinca para d him mn— iw u
res de pvoduccaón que uunentan cuan­
de máquinas, comiskmes a vendedom
do se agrian tumos de tareas, una rega­
calcu lad as como m porcentaje de las
lía menwai de $ 1.000 más d 2 por den-
10 de las ventas. ventas.

No es sinónimo de ‘ costo directo* pues


CosM sinónnno de la acepción (1) se ha
la característii a de ‘ directo* no se rdaoo-
udHzado la espiesMn ‘ como scmífijo'
na con un nívd de acthidad Esto « . un
rsctnfíaed com*). Ni ‘ senuvarisble* ni
COSIOdirecto puede ser ‘ fijo* o ‘ vanaiiie‘
•lemüío" figym ea d DRAE. Por su par­
le, ni ’semfrariaWe' m 'sernHbced' apa­
recen en d MWOD.
c o s to y fle te
El empleo dd prefijo 'semi' no parece c o s í a n d f i v i g h t (C & F )
adecuado en d caso, pues dicho vocablo
no s^nifica ‘ parcialinenie' sino ‘ inedk)' M odalidad d e c o m p ra v e n ta in tern a -
0 ‘ CMÍ'
cton al d e m e r c a d e r ía s s e g ú n la cual:

a) su p ro p ie d a d s e tr a n s f ie r e e n el
c o s to s ta n d a r d p u e rto d e r e c e p c i ó n , a n t e s d el
pago d e c u a lq u ie r d e r e c h o o im ­
Ver c e s to están d ar puesto d e im p o rta c ió n ;
b) el M g u ro q u e c u b r e lo s r iesg o s Sinónim o c o sto s conju ntos.
\1nculados co n el tra n sp o rte de las
m ercaderías es tá a ca rg o d el c o m ­ HjemploA: ñ etn pagadm en función de la
prador. distancia recorrida por el transporte de
mercaderfaa que han sido compradas y
transportadas en conju nto, rem unera­
c o s to y s e g u ro ción del gerente de producción de una
planta industrial.
rosT a r u i i n s u r a n c e (C & l)

Modalidad d e c o m p ra v en ta in te rn a ­ c o s t o s c o n ju n t o s
cional de m e r c a d e r ía s seg ú n la cual:
jo in t costs

a) su propied ad s e tra n s fie r e e n el


C o sto s com un es.
puerto de em b a rq u e;

b) el s e g u ro q u e c u b r e lo s riesg o s c o s t o s d e a d q u is ic ió n d if e r id o s
virtculados c o n el tra n sp o rte d e las d e fe r r e d a c q u is it io n c o sts
m ercaderías es tá a carg o del v e n ­
dedor. Para u n a s eg u ra d o r, los c o s to s de
o b te n ció n de c o n tra to s d e s eg u ro s
q u e están p en d ien tes d e r e c o n o c i­
c o s t o , s e g u r o y f le t e
m ie n to com o resultados.
c o st, i n s u r a n c e a n d f r e i g h t (C IF )

Modalidad d e c o m p ra v en ta in tem a - c o s t o s d e c ie r r e d e f in itiv o


ciona! de m e r c a d e r ía s seg ún la cual;
C o s to s d e retiro d el se r v id o (2).
aj su propied ad se tr a n s fie r e e n el
p u e rto d e r e c e p c ió n , a n te s d el
pago d e cu a lq u ie r d e r e c h o o im ­ c o s t o s d e c o m e r c i a liz a c ió n
puesto d e im p o rta ció n ; s e llin g costs

b) el se g u r o q u e c u b r e lo s riesg o s C o s to s relacionad os co n las activid a­


vinculados co n el tra n sp o rte d e las d es d e ventas.
m ercad erías está a carg o del v e n ­
dedor. En las trad uccio nes al españ o l d e las
N orm as In te m a d o n a le s d e In fo rm a ­
c ió n F in a n c i e r a (N liF ) s e em p le a
c o s to s c o m u n e s
ta m bié n la expresión “co sto s d e ven-
c om n w n costs
ta “, qu e pued e con fu nd irse c o n “c o s ­
to d e las m ercad erías vendidas".

a) son o ca s io n a d o s p o r la a d q u is i­ c o s t o s d e c tin v e r s ló n
ción o prr>ducclón sim u ltá n ea de
varios b ie n e s , s e rv id o s o aclivida- C o sto s d e tra n sfo rm a ció n .

b) no pueden ser asig n a d o s d irecta c o s t o s d e d e s a p r o p ia c i ó n


m en te a b ien e s, serv icio s o a c tiv i­
dades esp e cífica s. C o sto s d e d isp o sición .
costos de disposición c o s to s d e e n a je n a c ió n
disposal costs
¡ C ostos d e d isp o sició n
C osto s ev ita b le s d irectam ente atrí-
buibles a la disposición de un activ o ,
por venta u otra vía. co s to s d e e x p lo r a c ió n y
e v a lu a c ió n
SíTK^ninx»: costos de desapropiación. : exploration and etnibiation
costos de en^enación. costos de ven- i costs
ta o disposición por otra via [NliF/ i
lASCF] j C o s to s in cu rrid o s en r e la c ió n c o n la
ex p lo ra c ió n d e r e c u r s o s m in e r a le s y
En las N on nu Intem adonales de Infor- |
la ev iü u a c ió n d e r e c u r s o s m in e r a le s
m adón Flnandera (NIIF) referidas a los '
activos oo corrientes tenidos para la ven­
Fj i la Norma In tern a cio n a l d e Inform a-
ta [NIIF] yak » grupos en desapropiadón d ó n Finan ciera (NIIF) 6 s e utiliza la ex­
[NHF/IASCF) se uóliza la expresión "cos­ presión "gastos de exploración y evalua­
to de venta’ . que: ción” con el significadu d e “gastos incu­
rridos por una entidad en con exión con
a) es inadecuada para los casos en que
la exploración y la evaluación d e recur­
la diqxMidón de esos activos o gru­
sos m in ía le s antes de q u e pueda dentos-
pos se efectúa por vías distintas a su trarsc la viabilidad técn ica y com ercial de
venta; extraerlos". Este em p leo d e la palabra
"ga sto s' (expenditures) no n os satisface
b) induce a pensar en el costo de los bie­
porque induce a suponer que los “costos
nes dispuestos más que en los costos
de exploración y e c u a c i ó n * d eben ser
evitables generados por su disposi­
siempre cargados a resultados.
ción.

Ttttto en la Norma Intem adonal de Con­


tabilidad (NIC) 36 como en la Norma In- costos de explotación
tem adonal de Información Financiera
ÍNIIF) 5 y en las Normas de Información C o s to s d e o p e r a c ió n (o p e ra tin g
Ftatandera (NIFl se seAala que los costos c o sts).
artfl)a referidos exduyen los gastos finan-
deros y d impuesto a las ^ n an das.
costos de fabricación

costos de distribución i C o s to s d e tr a n s f o r m a c ió n
distribution costs

1. C ostos de alm acenam iento, d es- | costos de formalización de


p acho , tra n sp o rte y e n treg a de deudas
bienes vendidos. í
I Ver g a s to s d e fo r m a liz a c ió n d e d eu -
2. Conjunto de los costos atribuibles d a s [ES].
I las fund ones de com erd a liz a - i
ción y administración.
costos de Inactividad
B empleo de la expresión "costos de dís-
t r i b u t é ’ con el «ignifícado que aparece ' c o s to s d e I n fr a u tU iz a c ló n d e la
•n ta acepción (2) es arWtrarlo, ! c a p a cid a d p r o d u c tiv a .
costo s d e In fr a u tlM z a c tó n d e la c o s t o s d e o p e r a c ió n
c a p a c id a d p r o d u c t iv a e x ec u to r y c osts
u n d e m c tiv ity c o s ts
En un a rre n d a m ien to , los c o s to s d e ­
C oitos airíbu ibles a la p a rte n o u tili­ m and ad os por la operación dei bien
zada de la c a p a c id a d n o r m a l d e la s arrendado.
instalaciones d e p r o d u c ció n .
Ejemplos: seguros, mantenimiento, im­
Sinónínx); costos de ociosidad. puestos.

También se los den om in a "co s to s de


subactividad" o "costos de inactividad", c o s t o s d e o p e r a c ió n
pero:
o p e r a tin g costs

C o s to s atríbuibles a la actividad prin­


cipal de una entidad, exceptuando los
d e ios b ien es o servid os vendidos.

Sinónimo; costos de explotación.

También se los denomina "costos opera­


c o s to s d e in v e s t i g a c ió n y tivos", pero ninguna de las acepciones
d e s a r r o ll o asignadas por el DRAE a la palabra "ope­
research a n d d e v e lo p m e n t c o s ts rativo" corresponde a " relacionado con las
operadones".
Costos dem and ad os p or las activ id a ­
des de in v e s tig a c ió n y de d e s a r ro llo .
c o s t o s d e o r g a n iz a c ió n
La versión oficial en inglés de la Cuarta o r g a n iz a t io n c osts
Directiva |UE| utiliza la palabra "costs"
[costos) pero ia versión oficial en español C o s to s d e planiñcación y esta b leci­
de la misma norma los denomina "gastos m ien to de una entidad.
de investigación y desarrollo", expresión
que resulta inadecuada respecto de ios Es frecuente que se los denomine "gastos
‘costos de investigación y desarrollo" que de organizadón”, pero esto implica una
hayan sido activados. contradicción cuando tales costos se ac­
tivan.

Ejemplos: honorarios por la preparación


c o sto s d e m a n u fa c tu r a
de la escritura de constitudón de una so­
m a n u fa c t u r in g c o s ts ciedad y su esututo. tasas por su Lnscrip-
dón en un registro público, costos de im­
Costos d e tr a n s fo r m a c ió n presión y registro de acdonea.

c o s t o s d e o c io s id a d c o s to s d e p r im e r
id le co sts e s ta b le c im ie n t o

Costos d e in fra u tillz a ció n d e la c a p a - Ver g a sto s d e prim er esta b lec im ien -
ddad prod uctiv a. ¡to [E S | .
c o s to s d e p u e s ta e n m a r c h a d e c o s to s d e s u b a c tiv id a d
o p e r a c io n e s
p r e - o p e r a t i n g c o s t s \s t a r t - u p Ver c o s to s d e I n fta u t iliz a c ló n d e la
c a p a cid a d pro d u c tiv a .
costs

C o s to s anteriores a la puesta en m ar­


c o s t o s d e t r a n s a c c i ó n [N IIF ]
cha de una entidad o de uno d e sus
tr a n s a c tio n c o s ts [IF R S s]
segm entos.
Ejemplo: costos de organización. En r elació n co n u n a c tiv o fln a n c ie r o
o de p a siv o fín a n ciero , to s c o s t o s ev i­
Como sinónimo de la locución deñnida
ta b le s q u e s o n d ir e c ta m e n te atribuí-
se emplea “costos preoperativos”, pero
esta expresión es una traducción inco­ b les a su c o m p ra , e m is ió n o d isp o si­
rrecta de “pre-operating costs” (costos ción (por v e n ta o p o r o tra vía).
anteriores a las operaciones). E! DRAE no
asigna a la palabra “operativo” ningún s i ­
c o s to s d e tr a n s fo r m a c ió n
ndicado equivalente a ‘ relativo a las ope­
raciones” y tampoco ha incorporado el c o n v e r s ió n c o s t s
vocablo “preoperativo”.
C o s to s n e ce s a rio s p a ra c o n v e r tir las
También se los denomina “gastos de es­
m a te ria s p rim a s e n p r o d u c to s te rm i­
tablecimiento”, pero no son gastos los
n a d o s.
costos que están incluidos en la medida
contable del activo.
Sinónimo: costos de conversión, cos­
tos de ^bríca ción , costos de manu­
c o s to s d e r e tir o d e i s e r v id o
factura.
d e c o m m is s io n in g co sts

1. C osto s que d em and ará el retiro de c o s t o s d e v e n t a [ N I lF l


servicio d e un a c tiv o o d e un gru- | ^ o s t s t o s e l l ( IF R S s )
p o d e activos, sin in clu irlo s d e res- |
ta u ra ció n y reh a b ilita c ió n d elm e - | Ver c o s to d e d is p o s ic ió n ,
d io am bien te. I
2. Costos d e retiro de servicio de una c o s t o s d e v e n t a [N IIF ]
planta en o peración. s e llin g c o s ts
Sinónimo: costos de cierre definí-
tívo. V er c o s to s d e c o m e r c ia liz a c ió n .

Cuando se a^riica la definición (2), los cos­


tos de restauración y rehabilitación oca­ c o s to s d e v e n ta o d is p o s ic ió n
sionados por el retiro de servicio, se con­ p o r o t r a v ía [N IIF / IA S C F ]
sideran parte integrante de los ‘ costos de
retirodelservldo’ . C o sto s d e d is p o s ic ió n .

c o s to s d e s o p o r te
c o s t o s d i r e c t o s i n i c i a l e s [N IIF ]
su p p o rt costs
in it ia l d lr e c t c o s t s (IF R S s)
C o sto s de las actividades d e una en ­
tidad que no están asociadas d irec- { En un a r re n d a m ie n to y d e s d e el pun-
tam ente con la producción. | to d e vista d el a r re n d a d o r , to s c o s to s
evitables d irecta m e n te im p u ta b le s a Ejemplos de “otros costos"; un impuesto
la negociación y a la c o n tra ta c ió n del ba.sado en las remuneraciones al perso­
acuerdo, excep to lo s in cu rrid o s por nal.
un arrendador que ta m b ié n sea e l fa ­
A veces se los denomina “gastos en per­
bricante o el d istribu id or d el a c tiv o
sonal" pero esto es inadecuado cuando
arrendado. existen "costos en personal" susceptibles
de activación.
Ejemplos: costos de evaluación de la si­
tuación ñnanciera del arrend atario y de
las garantías ofrecidas, costos de prepa­ c o s t o s f ln a n c le r o s
ración del contrato.
flnancial costs
1. C o sto s ocasionados por financiar­
c o sto s e n e l p u n t o d e v e n t a se co n pasivo.
[N IIF l
point-of-sale costs ( I F R S s ) 2. C ostos ocasio n ado s por la finan ­
cia ción con pasivo o con pa trim o ­
Expresión em plead a en la N o r m a I n ­ nio.
ternacional de C o n ta b ilid a d (NIC) 4 1
La d efin ición (2) supone la c on sid e­
para referirse a los co s to s req u erid o s
ra ció n d e un in terés so b re e l c a p ita l
por la venta de a c tiv o s b io ló g ic o s y
propio.
deproductos ag rícola s, q u e n o hayan
sido ya considerados al d ete rm in a r su
valor razonable. c o s t o s in d ir e c t o s v a r ia b le s d e
p r o d u c c ió n
La expresión "costos en el punto de ven­
ia’ no nos parece clara, pero interpreta­
variable production overheads
mos que si esos costos se deducen de un
C o s to s in d ire cto s q ue vanan en fun­
valor razonable que considere los gastos
ción del volum en de prod ucción o b ­
de traslado hasta el punto de venta, de­
tenido.
berla obtenerse el valor n eto de realiza-
ctón de ios activos.
c o s t o s la b o r a le s
Ed octubre de 2007. el C on sejo d e Nor­
mas Internacionales de C ontabilidad
(CMC lASB) difundió un proyecto para C o s to s en perso nal.
reemplazar, en la NIC 41. la locu ción
■pwnt-of-sale costs" por "costs to sell", ex-
c o s t o s o p e r a tiv o s
{vesión que en las NIIF ha sido traducida
como ‘ costo de venta".
Ver c o s to s d e op eració n .

c o sto s e n p e rs o n a l c o s t o s p o r in t e r e s e s [N I C S P ]
employee cosis [N IIF l

Suma de las r e m u n e r a c io n e s y de Ver c o s to s p o r p réstam os.


cualesquiera o tro s c o s t o s ca u s a d o s
por los sw vicios r e cib id o s d e los e m ­
pleados c o s to s p o r ó rd e n e s

Sinónimo; costos laborales. Ver s is te m a d e c o s to s po r ó rd en es.


pago, a la tasa d e in terés a aplicar si d
c o s to s p o r p ré sta m o s
pago no fuere inmediato y a las garantías
borrow ing costs por defectos dcl producto.

In te r e s e s y o tros co s to s fin a n c iero s


o casionados por los présta m os tom a­ c o tiz a c io n e s a la s e g u r id a d
dos. s o c i a l (E S ]

En las traducciones de las Normas Inter­


C o n tr ib u c io n e s .
nacionales de Información Financiera
(NUF) y délas Normas Intem adonales de
Contabilidad del Sector Público (NICSP)
se ha venido empleando la expresión
“costos por intereses". Esto es incorrecto En un tex to e s c rito o rig in a lm e n te en
porque los "costos por préstamos" Inclu­ inglés, c r é d ito (a n o ta c ió n e n el haber
yen tanto intereses como otros concep­
d e u n a c u e n ta ).
tos (por ejemplo, diferencias de cambio)
y así se lo señala tanto en la Norma Inter- Es una abreviatura d e la palabra inglesa
nadonal de Contabilidad (NIQ 23 como "credítor", que se em pleaba en el Reino
en la Norma Internacional de Contabili­ Unido para referirse a las c u e n ta s por
dad para el Sector Público (NICSP) 5. ^ pagar, que constituían el principal con­
cepto del pasivo en los prim eros tiempos
Este error fue corregido en la traducción
de em pleo del m éto d o d e la partida do­
de las NIIF 2007 publicada por la Funda­
ble.
ción del Comité de Normas In ternacio­
nales de Contabilidad (lASCF). pero pro­
bablemente persista en la traducción de c re d ib ilid a d
las NUF que adoptó la Unión Europea.
cre d ib ility

c o s to s p o r p r o c e s o s i F ia b ilid a d .

Ver sistem a d e co sto s por proceso s.

c o s t o s p r e o p e r a tiv o s C u e n ta p o r c o b r a r .

Ver costo s d e p u e sta en m a rc h a d e


c ré d ito
operaciones.
cre d it

c o tiz a c ió n A n otació n e n el h a b e r d e u n a c u e n ­
quotation ta.

Sinónim o: abo no .
1. Precio de un a ctiv o en un m erca-

c ré d ito c o m e r c ia l
2. Oferta de venta de b ienes o servi­
bu sin ess cre d it \t r a d e credit
d o s ba|o ciertas con d id on es.

Las condidortes referidas en la acepción F in a n c ia c ió n o to rg a d a p o r u n a em ­


(2) pueden referirse, por ejemplo, aJ pre­ presa para q u e u n a p e r s o n a (física o
cio de Im Merres o servidos, al lugar de jurídica) c o m p re lo s b i e n e s o servi­
« I enrregi. é plazo establecido para su c io s q u e vend e.
créd ito d e s e r v i d o s pa< sad os n o c r é d i to fis c a l p o r in v e r s ió n
r e c o n o c id o i n v e s t m e n t ta x c r e d i t ( I T Q
u n r e c o g n iz e d p a s t s e r i f i c e c r e d í t
I u n r e c o g n iz e d p r i o r S e r v ic e 1. S u bv en ció n gu bernam en tal rela ­
c io n a d a c o n a ctiv o s que im plica
c r e d it
una red ucción del Im p u esto a las
En relación con un pla n d e b e n e fíd o s g a n a n cia s por pagar.
definidos, la parte del cré d ito d e s e r ­
2. [US] Subvención gu bernam en tal
vicios pasad o s q u e n u n c a h a sid o re ­
rela c io n a d a c o n a ctiv o s q u e se
conocida com o r e s u lta d o s o co m o
o b tie n e efectu a n d o in v ersio n es
una reducción del c o s to d e p r o d u c ­
en determ inad os activos y se de­
ción de un activo .
duce d irectam ente del im puesto
por pagar correspond iente al ejer­
cicio en q ue se producen tales in ­
c r é d i to f is c a l
versiones.
ta x c r e d it
Sinónimo; crédito fiscal, crédito por
1. Cualquier c ré d ito co n tra el fisco.
inversiones.
2. Crédito fisca l p o r in v ersió n . Es posible que la defínicíón (2) se haya
elaborado en función de normas imposi­
3. Gasto que e s ded u cib le a lo s fines tivas estadounidenses. Ella no incluye a
im p o sitiv o s p e r o e n e je r c i c i o s las subvenciones que dan derecho al
posteriores a a q u él en q u e n o r ­ cómputo de una reducción del "resulta­
m alm ente d ebería com p u tarse. do im positivo', que sí encuadran en la
acepción (I).

c r é d i t o f is c a l
t a x c r e d i t \i n p u t t a x c r é d ito fis c a l tr a s la d a b le a l
f u tu r o
Verim puesto al valo r a greg a d o (IVA). ta x c r e d it c a r r ie d fo r w a r d

C réd ito fiscal co m p en sa b le en el fu ­


c ré d ito f is c a l c o m p e n s a b l e e n turo.
e l fu tu ro

Crédito fis ca l (3) qu e pod rá c o m p e n ­ c r é d ito m e r c a n til


sarse con los r e s u lta d o s im p o n ib le s
Plusvalía.
de ejercicios futuros.

Sinónimo: crédito fiscal no utilizado, c r é d i to m e r c a n til n e g a tiv o [MX]


crédito fiscal trasladable al futuro.
M inusvalía.

c r é d ito f is c a l n o u ti liz a d o
u n u s ed t a x c r e d it c r é d i to p o r in v e r s io n e s
i n v e s t m e n t c r e d i t [U S l
Crédito fis ca l c o m p e n s a b le en el fu ­
turo. C ré d ito fisca l p o r in versio nes.
c ré d ito p o r serv k k M n t e r i o r w crias (CU
p rio r MT9ÍCWS CT9dH
A c cio n es lib e r a d a s
V tf c o tto d e M nrickM posad o*

criterio de reconocim iento


c r é d h o p o r s e r v ic io s p o s a d o s basado en la probabilidad
p o s l serv i o s r m d / f p ro b a b ility rec o g n itu m
c rite rio n
Ver c o s to d e s e n rld o t pa sa d o s
E n d o c tr in a , un c r t ie r i o s e g ú n e i c u d

crédito sindicado un a e n t i d a d s ó l o d e b e n a r e c o n o o a
a c tiv o s o p a s iv o s c u a n d o s e a p n A it
srm ticm$mi cretU t
b le q u e i o s fh i| o 5 d e f o n d o s a s o c i i -
C réd ito concedid o por un s in d ica to d o s c o n e l l o s fluv-an a la m i s m a o d e s ­
de b io c o s. d e ella.

De hecho, la p r o b a b *d *d de que se oae-


c r é d i to s creten lo« ftufo» d e fon d os referidos w
d rb to rs está considerada en las d efiniciones é t
'activos* j 'p a n v o s ' que ro n tie n ea iai
C u o ita s p tv co b ra r. principales‘ m arcos c o n repTiiaif s " S i »
etementn ctaiqiée co n las ct>ndicioaos es-
tablecádas « « é 0 o s p a n s e r c o n s d m d o
c r é d ito s d e c o b r o d u d o s o un ‘ activo* o o b ‘ p aervo '. io w aco qoc
d o u h tfu l debts queda por con a deta r p a n d e s a m á f a
se lo teco oo ce c o a o tie n ie n ie . e s la poe-
C u en tas p o r c o b r a r cuya p ercep ción bilidad de ssip ia rie una n>e<bda coma-
efec tiva no se c on sid era segura. Me fiable.

Sinónimo crédéos dudosos, cu en tas En co nse cue ncia , d o n e r io d e sc ríp iD sólo


dudosas, deudores de cobro dudoso. te n d r ía a lg u n a u o lid a d &i se id o p ts a e a
d e fin icio n es d e ‘ ac tfvu*’ o d e ‘ p a s h o " db-
tin tas d e las q u e c o n d e n e n los p n o o p s *
créditos diferidos le s 'm a r c o s c o n c ^ u a i e s * o d «e re c í» -
átf trrtd fredits zase H requ e iü u ie m o d e m e d i d ó c c a n ­
ta b le ( I ) fia b le. Q u e s e p a r m /s e a u úfeúna
Ver an ticip os d e clien tes. ide a n o tie n e defe n so re s

créditos dudosos criterio prudencial (NIF MXj


Créditos de cobro dudoso. C riterio seg ú n e l c u a l la s d ecta io iie i
q u e se to m e n s o b re c u e s tio n e s oob *
ta b les d eb e n a p o y a r s e e n la s o p cio ­
créditos incobrables
n e s m á s c o n s e r v a d o r a s y s o b r e bases
b a d d eb ts\ u n co ü ectib Íed eb ts
eq u itativas p a ra lo s u s u a r io s d e la in ­
C u e n ta s p o r c o b r a r cu y a p e rc e p c ió n fo r m a c ió n f in a n c ie r a .
e f e c t iv a s e c o n s id e r a im p r o b a b le .
Sinónimo: enfoque p ru d e n cia l [NIF
Sinónimo: cuentas incobrables. MX]
U k ktfxp iK ^ ii RpanH't» en la Norma de
htfermaddn F ln tn d e r t (NIFí A 1 elaho - C u a r e n t a R e c o m e n d a c io n e s de
t« k por H Conaefo M exicano para la In- la C A F I
wattgadón y D eM im llo de N orm as de F A T f' 4 0 R e r o m m e n d a t l o n x
Informacidn F in a n c ie r a (CIN IF) Fn
miesm opinWn, ella implica una rontra- U na publicación del G rupo d e A cción
dKxWn porque la aplicackln del 'co n se r­ F in a n cie ra (FATF) que con tien e reco ­
vadurismo* no conduce al logro de la
m en d a cio n es para el c o m b a te del la ­
*^equklad’ para los usuarios de la infor-
va d o d e d in ero por parte d e los go ­
raaciór financiera,
biern o s.
Smembargo. la misma NlFA-1 indica que
el «ierckio del criterio prudencial en la
(C u arta D ire c tiv a [UEj
elaboración de estimaciones y provlslo-
iM* contables implica la inclusión de un Fourth Directive lEU]
pado suficiente de precaución, de m ane­
D irectiva 78/660/CEE de la Unión
ra que a los activos y pasivos no se les
asipte medidas que sean excesivas o d e­ Europea (IJE ), q u e entre o tros tem as
fectuosas. A diferencia de la anterior, esta tra ta c u e s tio n e s vin cu la d a s c o n la
otra idea s se basa en la prud en cia” y no preparación de e s ta d o s ñ n a n d e ro s e
en d coosetvadunsm o, a menos que se in fo r m e s d e g e s tió n d e en tid a d es
raerprete que la NTF sólo quiso hacer re- d o m iciliad as en la UE, a sí co m o so ­
ienncii a la incons’eniencia de medir en bre la a u d ito ría d e los prim eros.
eaccso a ios actnos (pero no a los pasi­
vos y de medir en defecto a k » pasivos Su texto ordenado puede obtenerse en
pero no a kK activos). hrTp://ec.europa.eu/intemal_markei/ac-
counting/officialdocs.en.htm

c r ite r i o s a d e c u a d o s [NIA] c u a s i r e o r g a n iz a c ió n
quasi reor^nization [US)
Ver refere n cia ad e c u a d a
U n a figura dirigida a la elim inació n
d e las p érd id a s a cu m u la d a s d e una
em p resa, com o si ésta s e h ubiera re­
c r it e r i o s c o n t a b l e s
o rg anizad o d esd e el p un to d e vista
legal.
PoUtkas co n ta b le s .
Básicamente, consiste eic

a) revaluar (2) los activos y los pasivos;


c u a d r o d e c u e n t a s IES]
b) cancelar las pérdidas acumuladas
Plan d e c u e n ta s in clu id o en el P lan mediante la reducción de los saldos
General de C o n ta b ilid a d (PGC') espa representativos de los aportes de los
propietarios.

( 'u a t r o G ra n d e s
c u a d ro d e n n a i i d a d ó i i |FSj Big ík)ur

Estado d e origen y a p lic a c ió n d e fon - D en om in ación dada al con }u nto de


doi las cuatro ñ rm a s d e c o n ta d o r e s pú-
b iic o s m ás gran d es del m u n d o : P ri- son calculados por el sistem a conta­
cew a terh o u s eC o o p e rs , D e lo itte . E r- ble cuando se los precisa, cuando el
mismo está com putadorlzado.
n s t & Y o u n g y KPM G.

La expresión ‘ Seis Grandes” (Big Six) hace


c u e n ta a b ie rta
referencia al conjunto de las ñnnas más
grandes antes de: op en accou n t

a) la disolución de Arthur Andersen. C u e n ta c u y o s a ld o n o e s n u lo .

b) la fusión entre PriceW aterhouse y c u e n ta a d ju n ta


Coopers & Lybrand.
a d ju n c t a c c o u n t
La expresión “Ocho Grandes" (Big E i^ t)
C u e n ta c u y o s a ld o d e b e sum arse
se reñere al mismo grupo antes de las fu­
siones de Deloitte con Touche-Ross y de o r e s ta r s e a l d e o tr a p a r a a rrib ar a
Emst & Whinney con Arthur Young. la m e d id a c o n t a b l e d e u n activo
o d e u n p a s iv o .

C u e n ta q u e :

a) r e ú n e la s c o n d ic i o n e s in d ica­
d a s e n la a c e p c i ó n a n te r io r

b) a c u m u la im p o r te s q u e v a n au­
c u e n ta m e n ta n d o la m e d id a co n ta b le
accou n t d e la c u e n ta o b je t o d e ad ju n ­
c ió n .
1. Elem ento de u n s is te m a c o n ta b le
S in ó n im o s : c u e n ta a u x ilia r , cu en ta
q u e se refiere a un o b je to d ad o y
co m p lem en ta ria [MX],
que se em p lea en la p rep a ra ció n
de a s ie n to s d e diario . La a cep ción (2). q u e a p a rec e en alguna
d octrin a, n o s p a re c e a r b itra ría porque
2. Lugar d ond e se e fec tú a n las a n o ­ introduce una cuestión de signo matemá­
tacio nes c o n ta b le s referid as a un tico q ue no h ace a la función d e la cuen­
o bjeto dado. ta. Una que acum u le las depreciaciones
acum uladas de u nas m aqu in arías se con­
sideraría “cuenta ad ju nta” d e ac uerdoccm
3. C réd ito o d e u d a
la acepción (1) pero n o d e acuerd o con la
(2).

En cam bio, una cu en ta cuyo saldo refleje


los in tereses no d eveng ad os so bre una
Las anotaciones efectuadas en una cuen­ deuda cuyo im p o rte n o m in a l esté regis­
ta (2) suelen íncluirfechas, expUcadones, trado en otra cuenta, es un a “cuenta ad-
referencias a comprobantes, números de junta” bajo am bas defin icion es, porque a
asientos de diario, importes cargados e medida q ue los in tereses se acum ulan, d
importes acreditados. saldo de la cuen ta a d ju nta dism inuye y la
m edida con table asignada a la deuda au-
Los saldos de una cuenta:

a) deben calcularse y anotarse en ella No nos p arece a decuado q u e c om o sinó­


cuando el sistema contable se lleva nim o se em plee la expresión “cuenta de
manualmente; valuación”, porque:
t) la medida contable a la que se arriba
combinando los saldos de la “cuenta c u e n t a c o m p le m e n t a r ia (MX]
principar y de la “cuenta adjunta" no
siempre es una “valuación"; C u en ta a d ju n ta .

b) laexprcsl0n es.en sim isn ia.d e signi­


ficado impreciso. c u e n t a c o n t r o la d o r a

Ver m ayo r auxiliar.


c u e n t a a u x ilia r

Cuenta ad junta. c u e n t a d e a b s o r c ió n
a b s o r p tio n a c c o u n t

c u e n ta c e rr a d a C u en ta com p en sad ora.


c lo s e d a c c o u n í

Cuenta cuyo s a ld o es nulo. c u e n t a d e c o m p e n s a c ió n


o ffs e t a cc o u n t
Sinónimo: cuenta sald ad a.
C u en ta com p en sad ora.

c u e n t a c o le c t i v a
c u e n t a d e c o n tr o l
Ver m ayor a u x ilia r c o n t r o ! a c c o u n t |c o n t r o l l i n g
accou n t
cu e n ta c o m e rcia l
Ver m a y o r auxiliar.
trad e accou n t

Crédito o d e u d a o rig in a d o e n un a
c u e n t a d e c o r r e c c ió n d e v a lo r
transacción (1) c o m ercia l efectu ad a
en el curso o rd in ario d e las o p era cio -
Ver c u e n ta d e d ed ucción .

cu e n ta c o m p e n s a d o r a c u e n t a d e d e d u c c ió n
c o n tra a c c o u n t a llo w a n c e a c c o u n t

Cuenta a d ju n ta cuyo sa ld o d eb e res­ C u e n ta c o m p e n s a d o r a cuyo sa ld o


tarse al im p o rte b ru to d e o tra para refleja la d iferen cia en tre la m ed id a
arribar a un a m e d id a c o n ta b le q u e c o n ta b le prim aría y la m edida c o n ­
sea significativa p a ra el usuario d e los ta ble final d e un a ctivo .
estados fin a n c iero s.
Se la ha denominado también ‘ cuenta de
Sinónimo: cuen ta d e abso rció n, cu en ­ corrección de valor", lo que nos parece
ta de com pensación. inadecuado cuando la medida contable
asignada finalmente al activo del caso no
Ejemplos: una cuenta que acumule la d e­ refleja un “valor". Por otra parte, una per­
predación acumulada de unas maquina­ sona no versada en cuestiones contables
rias. otra que refleje los intereses no de­ podría suponer que una “corrección de
vengados incluidos en un Importe por ser valor” es la consecuencia de una “apre­
cobrado o pagado en el futuro. ciación" o de una “depreciación".
El empleo, como sinónimos, de expresio­ b) para la a cu m u lación transitoria de
nes que incluyan a la palabra 'reserva" partidas cuya im putación definitiva se
tampoco nos parece correcto porque; encuentra pendiente (las transferen­
cias bancaria d e efec tiv o provenien­
a) una "reserva" es algo que se guarda tes de deudores de identidad desco­
para d futuro (DRAE): nocida se acreditan a una cuenta de
"cobranzas a im putar", que se carga
b) ese concepto no es adecuado para cuaiMio dichos deudores son identifi­
descnbir a las diferencias entre medi­ cados);
das contables primarías y deñnitiv’as
de activos. c) por razones de c o n tro l in tern o (las
facturas em itidas por ventas al conta­
Por ello, nos parecen inadecuados ei em ­ do se cargan a una c u en ta de movi­
pleo de la e^)resión abarcadora "reserva m iento, q u e se acred ita por las co­
de valuación ’ IMX] y de locuciones espe­ branzas rendida.^ por la tesorería).
cíficas como "reserva para cuentas inco­
brables".
cu e n ta d e o rd e n
m em orán du m accou n t
c u e n ta d e d e ta lle
d eta il accou n t C u e n ta en la q u e s e re g is tra n b ien e s
d e te rc e ro s o c o n t in g e n c ia s , sin que
Ver m ayor auxiliar. e s to im p liq u e el r e c o n o c im ie n t o de
n in g u n a v a r ia c ió n p a tr im o n ia l.

c u e n ta d e e x p lo ta c i ó n [ESI Sinónim o; c u e n ta m em o ra n d o .

Debido a sus características;


Ver estad o d e resultad os.
a) las "cuentas d e ord en " se utilizan por
pares (una d eudora y o tra acreedora^;
c u e n ta d e m o v im ie n to
c le a r in g a c c o u n t b) el m ero h ech o d e em plearlas n o obli­
ga a su exposición en los estad os fi­
C u en ta que, por sí o en com bin ación nancieros:
con una cu e n ta regu larizad ora. ac u ­
m ula m ov im ien tos q u e al fin a l d e c) salvo que su uso sea obligatorio, po­
dría prescindirse d e ellas y acumular
cada c id o de asie n to s d e d ia rio p ro­
la información arriba referida en otros
ducen un sald o nulo.
elem entos.

Sinórwno: cuenta puente


c u e n ta d e p é rd id a s y g a n a n c ia s
Se emplean (entre paréntesis se presen­
tan ejemplos): IES)

a) para procesar información estadísti­ Ver e s ta d o d e r e s u lta d o s .


ca que sería difícil obtener de otro
modo (loe costos de transformaclÓD
se cargan a una cuenta y los importes c u e n t a d e r e g u l a r i z a c l ó n |ÜE]
cargKkM a producto# de proceso se
acreditan a otra, debiendo d conjun­ Expresión u sa d a e n la v e rs ió n oficia)
to de las dos cuentas tener un saldo e n E s p a ñ o l d e la C u a r t a D ir e c tiv a
nulo al final de cada mes); lUE) para tra d u cir lo q u e e n la versión
oflcial en inglés a p a rec e c o m o “pre*
c u e n ta e n auapenao
paymenls and accru ed In co m e " (ga s­
tos anticipados e In greso s devenga- su sp en se a ccou n t
dM) y com o “a c c r u ^ s a n d d cfeire d
C u en ta d e m o v im ien to a la q ue se
incomc" (devengos e in greso s d iferi­
im putan partidas transitoriam en te,
dos).
c u a n d o su im putación d epend e de
tarcas q u e están pendientes de c o n ­
c u e n ta d e r e s u lt a d o s (ES| clusión.
IN IIF /U EI
Sinónim os: cuenta suspensiva.
\>r estado d e resu lta d o s.
Ejemplo: una cuenta en la que se regis­
tran transferencias bancarias efectuada
por deudores cuya Identificación no ha
c u e n t a d e r e t ir o s
podido establecerse.
d m u in g s a c c o u n t \w i t h d r a u f a l s
accou n t
c u e n ta in d iv id u a l
Cuenta en la q u e se a n o ta n lo s reti­
ros efectuados por un prop ietario (to ­ Ver m ayor auxiliar.
tal o parcial) de u n a en tid ad a cu en ta
de las gan an cia s q u e recib irá d e ella
o por otras causas. c u e n t a m a e s tr a d e c o n tr o l
m a s te r co n tro l a c c o u n t
Sinónimo; cuen ta particular, cu en ta
personal. Ver m ayor auxiliar.

c u e n ta d e v a lu a c i ó n c u e n ta m em oran d o
v a lu a tio n a c c o u n t
C u en ta d e orden.
Ver cuen ta ad ju n ta .

c u e n t a n u e v a [AR]
c u e n ta e n f o r m a d e t
Expresión usada a veces para referir­
t accou n t
se a ios resu lta d o s acu m u la d o s que
Representación sim p lificad a d e una no han sido capitalizados ni distribui­
cuenta que suele utilizarse c o n fínes dos por una a sa m blea de accio n istas.
didácticos.
El empleo de esta expresión no se justifi­
ca. porque la existencia de un saklo re­
U cuenta se presenta com o una "T*' >*:
manente en resultados acumulados do
asignados no implica la creación de nin­
sobre su línea horizontal se coloca su
guna "cuenta nueva".
denominación;

b) a la izquierda y a la derecha de su tra­


zo vertical se arratan. respectivamen­ c u e n t a p a r tic u la r
te. los cargos y los créd itos anotados
mella. C u en ta d e retiros.
No nos parece adecuada la utilización,
c u e n ta p e r s o n a l como sinónim o, de la expresión “reserva
p erso n a l accou n t devaluación’ IM XJ.porque:

1. C u en ta que representa un c ré d i­ a) la medida contable del activo que se


to o una d eu d a con una persona. obtiene com binando los saldos de la
cuenta regularizada y de la cuenta re-
gularizadora no tiene por qué reflejar
2. C u en ta d e retiros.
su “valor";
En los estados ñ nin d eros de sociedades
b) el empleo de una ‘ cuen ta regulariza-
de personas, la expresión ‘ cuenta perso­
dora de activo" no tie n e por objeto
nal’ suele emplearse con el signifícado
ninguna reservación (separación de
algo para el futuro).

c u e n ta p o r c o b r a r c u e n ta re g u la r iz a d o r a d e
a c c o u n t r e c e iv a b le in g r e s o s
c o n tra -rev en u e a c c o u n t
D erecho d e recibir bienes o servicios.
C u e n ta c o m p e n s a d o r a c u y o sald o
Sinónimo: crédito. d eb e r e s ta rse al d e o tra p a r a a rrib a r a
la m e d id a c o n t a b le d e u n in g r e s o a
ser p resen ta d o en u n e s ta d o d e resu l­
c u e n t a p u e n te
tad o s.

C uenta d e m ovim ien to. Ejemplo: una cuenta ‘ d evoluciones sobre


ventas’ , cuando el estado d e resultados
m uestra (com o es h a b itu a l) las ventas
c u e n t a r e g u la r iz a d o r a netas de devoluciones.

1. C u en ta ad ju nta.
: c u e n t a r e g u l a r i z a d o r a d e p a s iv o
2. C u en ta com p en sad ora. c o n tm -H a b ility a c c o u n t

_____________________________________ C u e n ta c o m p e n s a d o r a c u y o sald o
c u e n ta r e g u la r iz a d o r a d e a c tiv o d eb e r esta rse a) d e o tr a p a r a a rrib a r a
c o n tra -a sset a c c o u n t - 1^ m e d id a c o n t a b le d e un p a s iv o .

Por ejemplo, cuando una d eu d a se mide


C u en ta c o m p en sa d o ra cuyo sa ld o
em pleando el m éto d o d el in terés efecti­
debe restarse al d e otra para a rribar a
vo, podrían em plearse:
la m ed id a co n ta b le de un activ o
a) una cuenta para reflejar el importe
Ejemplo; sí las estanterías de un negocio nominal de la cuen ta por pagan
se miden por su costo menos su depre­
ciación acumulada, el plan de cuentas b) otra (compensadora) para los intere­
podría prever: ses no devengados incluidos en dicho
im pune nominal.

c u e n ta s a ld a d a
bi otra (regularizadora) para reflriar s
depredación acumulada. C u e n ta c e rr a d a .
cu e n ta su b s id ia rla c u e n t a s c o m e r c i a le s p o r p a g a r
s u b s id ia r y a c c o u n t trad e p a y abtes

Ver m ayor auxiliar. Voz em pleada en algunos es ta d o s d e


situ a ció n , para presentar las c u en ta s
p o r p a g a r q u e tienen origen en co m ­
c u e n t a s u s p e n s iv a
pras d e b ie n e s y servicios (excepto los
prestados por los em plead os).
Cuenta en su sp en so
Sinónim os: deudas com erciales, deu­
d a s por operaciones de tráfico [ES],
c u e n ta s
proveedores.
accou n ts

1. Plural de cu e n ta . c u e n t a s c o n s o lid a d a s (UEl


Consolidated a c c o u n t s [EU|
2. Estados ñ n a n cie ro s
E stad os ñ n a n cie ro s consolid ad os.

c u e n ta s a n u a l e s [UE|
c u e n ta s d el grupo
a n n i m l a c c o u n t s |EU]
g ro u p a ccou n ts
Estados ñ n a n c ie r o s n o c o n s o lid a ­
E sta d os ñ n a n cie ro s con solidados.
dos.

Los textos en inglés y en español del re­ c u e n ta s d u d o s a s


glamento (CE) 1606/2002 del Parlam en­
d o u b t fiií a cc o u n ts
to Europeo y del C on sejo de Ministros
|UE| diferencian a las “cuentas anuales” C réd ito s de c o b ro dudoso.
de las “cuentas consolidadas”, aunque la
ptrimera expresión parece ser abarcadora
de los estados ñnancieros no consolida­ c u e n t a s ñ n a n c ie r a s
dos anuales e intermedios. fin a n c ia l a ccou n ts

La dasíñcación de los estados fínancíe- E sta d os ñ nan ciero s.


ros entre “anuales” y “consolidados” es
inoiherente, pues pueden existir estados
'anuales consolidados”. c u e n ta s in c o b r a b le s
u n c o lle c tib le a cc o u n ts

c u en ta s c o m e r c i a le s p o r c o b r a r C réd ito s in co brables.


t r a d e r e c e ii> a b l e s
c u e n ta s p o r c o b r a r
Voz em pleada en alg u n os e s ta d o s d e
a c c o u n ts r e c e iv a b le
situación, para presen ta r las cu e n ta s
por c o b rar q ue tie n e n origen e n ve n ­ L ocución em pleada, en algunos e s ta ­
tas de bienes y servicios. d o s d e s itu a ció n , para agrupar los
d e r e c h o s d e percibir sum as de d in e­
Sinónim os: c lie n te s , d e u d o r e s por
ro o de recibir b ie n e s o servicios.
operaciones d e tráfico [E S ], d eud ores
por ventas. Sirióninx); créditos.
cu e n ta s p o r p ag ar
a ccou n ts p a y a b le
C u o ta -p a r te em itid a p o r u n a so cie ­
Locución em pleada, en algunos e s ta ­ dad.
d o s d e situ a c ió n , para agrupar las
o b lig a c io n e s de pagar sum as d e d i­
n ero. d e entregar b ie n e s o d e p restar c u o t a a p a g a r IE S ]
servicios.
Im p u esto p o r p ag ar.
Sinónim o; deudas.

c u o t a c o n t i n g e n t e |NIIF|
c u e s t io n a r io d e c o n t r o l in t e r n o
in íe m a i co n tro l q u e s tio n n a ir e A lq u iler c o n tin g e n te .

Form ulario que c o n tien e p reg untas


q u e ayudan a sistem atizar la ev alu a­ c u o t a d e l s e g u r o s o c ia l
ción d e los c o n tro le s in te r n o s q u e s o c i a l - s e c u t i t y t a x [U S ]
interesan en un tra ba jo de au d ito ría .
Im p orte d e s tin a d o a lo s prog ra m a s de
s e g u rid a d s o c ia l, c a lc u la d o sóbrelas
C u e s tio n e s d e im p le m e n t a c ió n r e m u n e ra c io n e s
d e l SFA S 1 3 3
FASB S ta te m e n t 1 3 3 E>ependiendo de lo que establezca la le­
gislación aplicable en cad a caso, podría
¡ m p l e m e n t a t i o n ¡ s s u e s [U S]
estar a cargo de los em p le a d o res, de sus
em pleados o de am bos.
G u ías para la reso lución d e c u e s tio ­
nes q ue las em presas d eben afro ntar
cuando aplican las re ^ a s d e la D ec ía * I c u o t a s o c i a l |AR]
ració n de N o rm as d e C o n ta b ilid a d ;
F in a n cie r a (SFAS) 133, referid a s al | I n s t r u m e n to f in a n c ie r o rep resen ta­
tratam iento co n ta b le d e d eriv a d o s y I tivo d e u n a p a rte d e! c a p i t a l d e una
cobertu ras c o o p e r a ti va.

Debe constar en a c c io n e s nominativas,


c u m p lim ie n to cada una de las cuales representa una o
c o m p lia n c e más cuotas sociales.

Actuación de conform idad con d ete r­


m inadas políticas, plan es, p ro c e d i­ c u o ta -p a r te
m ientos. leyes, regulaciones, c o n tra ­
tos u otros requerim ientos. I n s t r u m e n to f in a n c ie r o q u e o to r^
u n a p a rtic ip a ció n e n u n p a trim o n io
q u e n o es tá r e p r e s e n ta d o p o r a c cio ­
c u m p lir o e x p lic a r
n es.
c o m p ty o r e x p la in
Ejem plos: cu o ta s-p a rte d e sociedades
Idea según la cual ios a partam ientos colectivas, sociedades de responsabilidad
a laa n o n n a s co n ta b le s deben ser e x ­ limiuula. fondos c o m u n es d e invertión.
plicad as en los esta d o s fin a n ciero s. fondos de ju bilacion es y pensiones.
Cuando d insmimento fínaiKiero referi­
c u o ta s a la s e g u r id a d s o c i a l (ES]
do no tiene representación flsica. no exis­
te (ni podría existir) una separación físi­
C ontribuciones. ca d d cupón. En tugar de eUo. se efectúa
una anotación en d registro de los tftulos
emitidos.
cupón
cou pon
cu p ó n c ero
Parte que d ebe sep a ra rse d e un In s ­
trum ento fin a n c ie r o p ara e je r c e r a l­ zero coupon
gún derecho in h e re n te a su p ro p ie­
Ver títu lo d e d eud a c u p ó n cero .
dad.

La separación de un cupón podría ser


necesaria, por ejemplo, para: c u rso d e c a m b io

a) percibir un dividendo; T ip o de cam bio.

c u rso g ra m a
c) ejercer el derecho preferente de 8
cripdón de acciones. Ver d ia g ra m a d e flujo.

d ar en p ren d a d e o p e r a c io n e s
operating
Ver pignorar.
D icho de a c tiv o s, in g reso s, g a sto s,
resu lta d o s y flujos de efec tiv o de una
d a to s d e p r u e b a en tid a d , q u e se rela c io n a n c o n las
actividades principales d e ella.
Ver té c n ica d e lo s d a to s d e p ru eb a .
Sinónim o; operacionales.

No nos parece adecuado el empleo, como


d e f á c il c o m e r c i a l i z a c i ó n sinónimo, de la palabra ‘ operativo'*, ya
marketable que ninguno de los significados dados a
ésiz por el DRAE corresponde al concep­
Dicho de un b ie n , q u e tie n e un m e r ­ to precedentemente enunciado.
cado acdvo.
En las normas contables referidas a la
Sinónimo; fácilm ente com ercialízable. preparación del estado de flujos de riec-
tivD. d concepto de "actividAdes de ope-
rad ó n ’ suele definirse por vía residual,
debilidad slgniflcativa (NIA]
diciendo que son tas que no encuadran m a te r ia l u»eakness (IFACj
en las definiciones de'actlvidadea de in ­
versión’ y ‘ actMdadea de flnan d ad óa’ . D esd e la p e rs p e c tiv a d el a u d ito r de
e s ta d o s f in a n c ie r o s , u n a debilidad
del c o n tr o l in te r n o d e la e n tid a d in­
d e p r e c io a d e la n ta d o f o r m a n te q u e p u e d e te n e r un efecto
sígníflcativ’o s o b r e a q u éllo s.
A térm ino .
I Sm ón im o; d ebilid ad d e im portancia
relativa
d ebe
De acuerdo con la d efinición presentada,
d ebit la calificación de una debilidad dH con­
trol interno com o “signífícaiiva’' o ‘ no sig­
Uno de los e lem entos d e u n a c u e n ta nificativa’ depende de su efecto potencial
en la q u e se p r a ctica n a n o ta c io n e s sobre los estad o s fin a n ciero s
cuand o se em p lea el m é to d o d e la
partid a doble.
d e b ita r
to d e b it
d e b e n tu re
debenture (deben tu re b o n d C a rg a r

1. Un tipo d e títu lo d e d eu d a a largo


plazo, em itido sin g a r a n tía real. d é b ito
d e b it
2. [ARj Un tip o d e títu lo d e d eu d a
garan tizad o p o r in m u e b le s s u s ­
V er ca r g o .
cep tib les d e h ip o te c a o em itid o
co n garantía flo tante o co n garan -
tía com ún. d é b ito f is c a l
o u tp u t ta x 1 ta x d e b it
3 aparece en el

Ver im p u e sto a l v a lo r ag r e g a d o (IVA).

d e b e n tu rista
debenture h old er débitos diferidos
d e fe r r e d d e b its
Titular de uno o m ás d eb e n tu re s.
I Ver c a rg o s d ife r id o s.

d e c is io n e s c o m p a r t id a s
s h a r e d d e c is io n s
d e b ilid a d d e i m p o r ta n c i a
r e la tiv a I D ec isio n e s q u e r e q u ie re n ia a p ro b a ­
ció n d e to d a s la s p a r te s d e u n a c u e r ­
D ebilid ad ^ g n iflca d v a (NIA). d o co n ju n to .
d e c la r a c ió n D e c la r a c ió n d e C o n c e p to s d e
rptum ( c o n ta b ilid a d F i n a n c i e r a
Statement o f F inancial
Planilla con in fo rm a ció n presen tad a ^ Accounting (Joncepts (SFA C )
ante un org anism o gul>ernam ental.
' Un tip o d e p ro n u n cia m ie n to d e la
I Ju n ta d e Norm as d e (Contabilidad Fi-
d e c la r a c ió n d e a p o d e r a m ic n t o
I n a n c le r a (FASB) q u e c o n tie n e ele-
proxy statem eut
I m em os de su m a rco c o n ce p tu a l.
Material rem itido a los a c c io n is ta s do
una so cied ad c o m o p a rte d e u n a s o ­ D e c la r a c ió n d e ( 'o n c e p t o s d el
licitud de ap o d era m ie n to . i C o n s e jo N a c io n a l d e

El contenido m ínim o de este materia! I ( c o n ta b ilid a d ( ¡u b e r n a m e n t a l


depende de lo que ostabioTura cada legis­ N ational Councll o f
lación. G ovem m entai Accounting
Concepts Statement (N C G A Í^ )
d e c la r a c ió n d e c o n c e p t o s Un tipo de pronunciam iento del C o n ­
concepts statem en t IIJS I s e jo N a cio n a l d e (Contabilidad G u ­
b e rn a m e n ta l (NCGA) q ue, si no ha
1. D en om in ación g e n é rica d e cada sido derogado por la Ju n ta d e N or­
uno de los pro n u n cia m ie n to s que m a s d e (Contabilidad G u b ern a m en ­
integran los m a rc o s c o n ce p tu a le s ta l (GASB) in tegra, con las m od ifica­
desarrollados p o r la Ju n ta d e N o r­ cio n es que la haya in troducido este
m as d e C o n ta b ilid a d F in a n c ie r a organism o, su m arco c o n ce p tu a l.
(FASB), la J u n t a d e N o r m a s d e
C o n ta b ilid a d G u b e r n a m e n t a l
(GASB) y el ya desa p a recid o C o n ­ d e c la r a c ió n d e la
s e jo N a c io n a l d e C o n ta b ilid a d a d m i n i s tr a c ió n (MX]
G u b ern a m en ta l (NCGA).
C a rta d e rep re s e n ta cio n e s d e la g e ­
2. Expresión abreviad a d e D e c la r a ­ rencia.
ción de C o n c e p to s d e C o n ta b ili­
dad F in a n cie r a (SFAC).
D e c la r a c ió n d e la J u n t a d e
N o r m a s d e (C o n ta b ilid a d
D e c la r a c ió n d e C o n c e p t o s d e G u b e r n a m e n ta l
(C o n ta b ilid a d F e d e r a l Goi>emmental Accounting
F in a n cie ra Standards Board Statement
Statement o f F ederal F in an cial (G A SBS)
Accounting C oncepts (S FF A C )
Un tip o d e p ro n u n cia m ie n to de la
Un tipo de p r o n u n c ia m ie n to d e la Ju n ta de N o rm as d e C o n ta b ilid a d
Junta A seso ra d e N o rm a s F e d e r a le s G u b e rn a m e n ta l (GASB). que integra
de (Contabilidad (FASAB) q u e co n tie ­ I el nivel m ás alto d e los p rin cip io s d e
ne elem entos d e su m a rc o c o n c e p ­ ¡ c o n ta b ilid a d g e n e ra lm e n te ac e p ta -
tual. ! d o s en los Estados U nidos (USGAAP)
para en tid ad es g u b ern a m en ta le s n o i
D e c la r a c ió n d e P o s tu r a
fed erales d e e se país. i
Statement ofPosition (S O P )

D e c la r a c ió n d e N o r m a s d e U n tip o d e p r o n u n c ia m ie n to so b re
C o n ta b ilid a d F e d e r a l c u e s tio n e s c o n ta b le s , e m itid o p o r ei
F in a n c ie r a
C o m ité E je c u tiv o d e N o r m a s C o n ta ­
b l e s (AcSEC ) d el I n s t it u t o A m e r ic a ­
Statement o f Federal Financial
n o d e C o n ta d o re s P ü b lic o s C e r tific a ­
Accouniing Standards ( S F F A S ) d o s (AICPA) q u e:

U n tip o d e p r o n u n c ia m ie n to d e la
a) e n c a s o d e s e r a p r o b a d o p o r la
Ju n ta A seso ra d e N o rm a s F e d e r a le s
J u n t a d e N o r m a s d e C o n t a b i li­
d e C on ta b ilid a d (FASAB), q u e in tegra
d a d F i n a n c i e r a (F A S B ), s e in c o r ­
ei nivel m ás a lto d e los p r in c ip io s d e
p o ra a io s p r in c ip i o s d e c o n t a b i ­
c o n ta b ilid a d g e n e ra lm e n te a c e p t a ­
lid a d g e n e r a l m e n t e a c e p t a d o s
d o s en los Estad os U n id os (USGAAP)
en lo s E s ta d o s U n id o s (USC»AAP)
para en tid ad es del g o b iern o fed eral
p a ra e n tid a d e s n o g u b e r n a m e n ­
d e e se país.
ta le s ;

D e c la r a c ió n d e N o r m a s d e
b) e n c a s o d e s e r a p r o b a d o p o r la
J u n t a d e N o r m a s d e C o n t a b i li­
C o n ta b ilid a d F i n a n c i e r a
d a d G u b e r n a m e n t a l (G A S B ) se
Statement o f Financial j in c o r p o r a a lo s U SG A A P p a r a c n -
Accounting Standards ( S F A S ) I tid a d e s g u b e r n a m e n ta le s n o fe-
j d e ra le s :
U n tipo d e p r o n u n c ia m ie n to d e la
Ju n ta d e N o rm a s d e C o n ta b ilid a d H -
I c) e n c a s o d e s e r a p r o b a d o p o r la
n a n d e r a (FASB). q u e in teg ra el nivel
Ju n t a A s e s o r a d e N o r m a s F e d e r a ­
m ás alto d e los p r in c ip io s d e c o n t a ­ le s d e C o n t a b i lid a d (FA SA B) se
b ilid ad g e n e ra lm e n te a c e p ta d o s en * in c o r p o r a a lo s U SG A A P p a r a en -
los E stad os U n id o s (USGAAP) para I tid a d es d el g o b ie r n o fe d e ra l.
entidades no g u b em a m en ta Je s.
! Sinónimo: declaración de posición.
D e c la r a d ó n d e O b lig a c io n e s
d e lo s M ie m b r o s
Statement o f Membership d e c la r a c ió n d e r e g is tro

ObUgations ( S M O ) registration statement

i
U n tip o d e p ro n u n cia m ie n to d e la P r e s e n ta c ió n e f e c tu a d a p o r u n e m i-
F e d e r a d ó n lm e m a d o n a ld e C o n u - * o r (2) p a ra r e g is tra r v a lo r e s a n te la
d o res íT F A Q q u ee s ta b le ceo b lig a c io - ^ C o m is ió n d e V a lo r e s y B o ls a s ( S E Q ,
n es para los m iem bros y las e n tid a ­ c o m o p a so n e c e s a n o p a ra su p o s te ­
d es a sociad as de d icha o rg anizació n . rio r c o tiz a d ó n en u n m e r c a d o d e v a ­
lo res es ta d o u n id e n s e .

D e c la r a c ió n d e P o s ic ió n El registro implica la presentación de cier­


tos estad os fin a n ciero s con inform e de
D e d a r a d ó n d e P o stu r a . contador público
c ió n c o rresp on d ien te a un im puesto.
d ec laració n d e r e s p o n s a b i l i d a d
í>or un períod o d eterm inad o.
d e lo s d i r e c t o r e s
d irec to rs’ r e s p o n s ih ility Sinónim o; declaración físcal [ES].
s t a t e m e n t [U S )
Normalmente, tiene el carácter de ‘ decla­
ración jurada”
Declaración d e lo s d ir e c to r e s d e una
entidad in fo r m a n te , en la q u e c o n s*
(I su responsabilidad p o r la em isió n d e c la r a c ió n Im p o s itiv a
délos estad o s ñ n a n c le r o s d e ella. r e c t if i c a t i v a
a m en d ed tax retu m
Procura claríñcar las distintas responsa­
bilidades de los adm inistradores de la D e c la r a c ió n im p o sitiv a presentada
entidad informante y del aud itor d e los
en reem plazo d e una anterior.
estados ftnancieros-
Normalmente, tiene el carácter de ‘ decla­
ración jurada”
D e c la r a c ió n d e l C o n s e jo
N acio n al d e C o n t a b i l i d a d
D e c la r a c ió n I n te r n a c io n a l d e
G u b e rn a m e n ta l
P r á c t ic a s d e A u d ito r ía
N a tio n a l C o itn c il o f
I n t e r n a t i o n a l A u d it in g P r a c t i c e
G o v e m m e n ta l A c c o u n t in g
S t a t e m e n t (lAPS)
S t a t e m e n t (N C G A S )
Un tip o d e p ro n u n cia m ie n to d e la
Un tipo de p ron u n cia m ie n to del C o n ­
Ju n ta d e N o rm as In tern a c io n a le s d e
sejo N acion al d e C o n ta b ilid a d G u ­
A u d itoría y d e A testigu ació n (lAASB)
bernam ental (NCGA) q u e, m ien tra s
d e la F e d e r a c ió n In te r n a c io n a l de
no haya sido d erog ad o p o r la J u n t a
C o n t a d o r e s (IFAC ) q u e c o n tie n e
de Normas d e C o n ta b ilid a d G u b e r ­
g u ía s para la aplicación de las N o r­
n am ental (G A SB) in te g r a , c o n la s
m a s I n te r n a c io n a le s d e A u d itoría
modiñcaciones q u e la h a y a in tro d u ­ (NIA).
cido este o rg anism o , e l n ivel m á s a lto
d elosprincipios d e c o n ta b ilid a d g e ­
neralmente a c e p ta d o s en los E stados D e c la r a c ió n I n t e r n a c io n a l d e
Unidos (USGAAP) p a ra en tid a d e s g u ­ P r á c t ic a s d e S e r v ic io s d e
bernam entales n o fe d e r a le s d e e s e A te s tig u a c ió n
país. I n te r n a tio n a l A ssu ran ce
E n g a g e m e n t P r a c tic e S ta te m e n t
d e c la r a c ió n f i s c a l [ES] (lA E P S )

U n tip o d e p r o n u n c ia m ie n to c o n
D eclaración im p o sitiv a .
g u ía s para la a p licació n de las N o r­
m a s I n te r n a c io n a le s d e T r a b a jo s d e
d e c la r a c ió n I m p o s i t iv a a te s tig u a c ió n (ISAEs), cuya em isión
tax retu m futura fígura en lo s plan es d e la Ju n ta
d e N o rm as In te rn a c io n a le s d e A udi­
D eclaración (return) q u e u n c o n tr i­ to ría y d e A te stig u a ció n UAASB) de
buyente e fectú a a m e las a u to rid a d es la F e d e r a c ió n In te rn a c io n a l d e C o n ­
impositivas, e s ta b le c ie n d o la o b lig a ­ ta d o re s (IFAC).
a u d ito ría y c ie r to s o tro s tr a b a jo s pro­
D e c la r a c ió n I n t e r n a c io n a l d e
fesionales.
P r á c t ic a s d e S e r v ic io s
R e la c io n a d o s
I n t e m a t i o m ü R e l a t e d S e r v ic e s d e c l a r a c i ó n ju r a d a
P r a c t i c e S t a t e m e n t (IR S P S ) a ^ id a v it

U n tip o de p r o n u n c ia m ie n to c o n M a n ifesta ció n q u e u n a p e r s o n a p re­


gu ias para la aplicación d e las Ñ o r- s e n ta a u n a a u to r id a d , h a c ié n d o s e
m a s I n te r n a c io n a le s d e S e r v ic io s re s p o n s a b le p o r la e x a c tit u d d e su
R e la c io n a d o s (ISRSs). cuya em isió n c o n ten id o .
futura figura en lo s p lan es de la Ju n ta
de N orm as In tern a c io n a le s d e A ud i­
to ría y d e A te stig u a ció n (lAASB) de
la Fe d eració n In te r n a c io n a l d e C o n ­ se determinan o b lig a cio n es surgidas
tad o re s (IFAC). de las leyes impositiv'as o de seguri­
dad social:

D e c la r a c ió n I n t e r n a c i o n a l d e se informan retenciones o {KTcepcio-


nes impositivas efectuadas a terceros;
P r á c t ic a s d e T r a b a jo s d e
R e v is ió n se informan estructuras de costo s.
In te r n a t io n a l R e tie w
E n g a g e m e n t P r a c t ic e s t a t e m e n t d e c la r a c ió n ju r a d a r c c .lf lc a t i v a
rIDCC>c^
(IR EPS) ’
a m e n d e d a jfid a v it

Un tip o d e p r o n u n c ia m ie n to c o n
D e c la r a c ió n j u r a d a p r e s e n ta d a en
gu ías para la ap lica ció n d e la s N o r ­
reem p la z o d e u n a a n te r io r.
m as In te r n a c io n a le s d e T r a b a jo s d e
R ev isió n (ISREs). cuya em isió n fu tu ­
ra fígura en los plan es d e la J u n t a d e D e c la r a c ió n s o b r e N o r m a s d e
N o rm as I n te r n a c io n a le s d e A u d ito ­ A u d ito r ía
ría y d e A te stig u a ció n (lAASBl d e la S t a te m e n t o n A u d it in g S t a n d a r d
Fe d eració n In te r n a c io n a l d e C o n ta ­ (S A S )
d o res (IFAC). ;
j
U n tip o d e p r o n u n c i a m ie n t o d e la
' J u n t a d e N o r m a s d e A u d ito r ía (ASB)
D e c la r a c ió n I n t e r n a c i o n a l del In stitu to A m e r ic a n o d e C o n ta d o ­
s o b r e A u d ito r ía r e s P ú b lic o s C e r t i f i c a d o s (AICPA)
I n t e r n a t io n a l S ta te m e n t o n q u e c o n tie n e n o r m a s p a ra lo s traba-
A u d it in g < jo s d e a u d ito r ía q u e n o s e a n tr a b a -
I Jo s S E C .
Un tipo de pron u n cia m ien to e m iti­
d o aíio s atrás por el C o m ité I n te r n a ­ ; Anteriormeme. eran em itidas por el Co-
¡ m ité E jecutivo de N orm as d e Auditoría
c io n a l d e P r á c t ic a s d e A u d ito r ía
I (AuSEC) del m ismo AICPA.
IIAPC) d e la F e d e ra ció n I n te r n a c io ­
n al d e C o n ta d o re s (IFAC) para ayu­ ' 1.a SAS 1 codificó las norm as contenidas
d ar a m ejora r el grado d e un iform i­ , en las anteriores declaracio n es so bre pro-
I
d ad d e las p rá ctica s n a cio n a le s d e ced lm ientos de aud ito ría (SAP) (US|.
m lté d el S e c to r P ú b lic o (PSC) de la
D e c la ra ció n s o b r e N o r m a s d e
F e d e r a ció n I n te rn a c io n a l de C o n ta ­
C o n tr o l d e ('.a lld a d
d o re s (IFA Q , para proveer asistencia
ütatemeni on QuaUty (.ontrol \en m a teria d e e s ta d o s fin a n c iero s ,
Standards ( S Q C S ) I c o n ta b ilid a d y a u d ito ría d e esta d o s
fln a n c ie r o s del se c to r púb lico.
Un tipo de p r o n u n c ia m ie n to d e la
lunta de N o rm as d e A u d ito r ía (ASR) Según el PSC. las recomendaciones se
dei Instituto A m eric a n o d e C o n ta d o ­ basaban en el estudio cuidadoso de las
res Pú b lico s C e r tif ic a d o s (AlC PA) mejores prácticas y de los métodos más
que contiene n o r m a s p a ra el c o n tr o l efectivos para encarar las cuestiones tra­
de calidad de los tra b a jo s pro fesio n a ­ tadas.
les de los m iem bros d e es a o rg aniza-
dónque no sean tr a b a jo s SE C .
D e c la r a c ió n s o b re
P r o c e d i m i e n t o d e A u d ito r ía
D eclaració n s o b r e N o r m a s p a r a Statement onAuditing
Ser\'ÍcÍos d e C o n t a b i lid a d y Procedure (S A P ) lU S l
R e v is ió n
Statement on Standards fo r ' C ada uno de los 54 pronunciam ien-
Accountíngand Review Services j to s em itid o s por el C o m ité de P ro ce-
(S S A R S ) 1 d im ie n to d e A ud itoría (CAP) del In s-
I titu to A m ericano d e C on tad o res Pú-
Un tipo de p ro n u n cia m ie n to d el C o ­ ! b l ic o s C e r tif ic a d o s (AICPA) en tre
mité de Serv icio s d e C o n ta b ilid a d y ¡ 1939 y 1972 e in corporad os, en sus
Revisión (ARSC) del In s titu to A m e ri­ m om en to s, a las n o rm a s d e aud lto-
cano de C o n ta d o re s P ú b lic o s C e r ti- I ría g e n e ra lm e n te a c ep ta d a s en los
ñeados (AICPA) co n n o r m a s p ara los ¡ E stados Unidos.
trabajos de re v is ió n y d e c o m p ila ­
ción.
D e c la r a c io n e s d e C o n c e p to s d e
C o n ta b ilid a d F e d e ra l
D ec laració n s o b r e N o r m a s p a r a
F in a n c ie r a
T r a b a jo s d e A t e s t ig u a c ió n
Statements o f Federal Financial
Statement on Standard fo r
' Accounting Concepts ( S F F A C s )
Attestation Engagements (S S A E ) 1
Un tipo de p ro n u n cia m ie n to e m iti­ I El co n ju n to de pronunciam ientos de
do por un cuerpo té c n ico d el In s t itu ­ la ju n ta A seso ra d e N orm as F e d era ­
to A m ericano d e C o n ta d o re s P ú b li­ le s de C on tabilid ad (FASAB) que con-
cos C ertiñ ead os (AICPA) q u e c o n tie ­ j fígura su m a rc o c o n c e p tu a l
ne norm as para t r a b a jo s d e a te s ti­
guación q ue no sean t r a b a jo s SE C . D e c la r a c io n e s d e C o n c e p to s d e
C o n ta b ilid a d F in a n c ie r a
D e c la r a c ió n s o b r e P r á c t i c a s Statements o f Financiai
Statement on Practice Accounting Concepts ( S F A C s )

Un tipo de p ro n u n cia m ie n to e m ití- i El con ju n to d e pron un ciam ientos de


do años atrás por el ya d isu e lto C o - 1 la Ju n ta d e N o rm as d e C on u bU id ad
F in a n c ie r a (FA5B) que configura su i r d m á s a lto d e lo s p r in c ip i o s d e c o n ­
m a rc o c o n c e p tu a l ta b ilid a d g e n e r a l m e n t e a c e p ta d o s
en los listad o s U n id o s (USGAAP) para
I en tid a d es n o g u b e n ia m c n ta le s .
d e c la r a c io n e s d e la I
a d m i n i s t r a c ió n
n u in a g e m e n t r e p r e s e n t a t io n s D e c la r a d o n e s s o b r e N o r m a s d e
11 A u d ito r ía
Afirm aciones de certeza q u e los ad- ; Statements on Aiuiiring
m inistrad o res d e un a en tid ad efec* ¡
trían a un profesional a cargo d e un i
I Starutarris (S A S s ) lU S j
¡I El c o n ju n to d e lo s p r o n u n c ia m ie n to s
tr a b a jo d e a te s tig u a d ó n . sea por ini-
d ativa de la prim era o en r esp u esta a
! d e la Ju n t a d e N o r m a s d e A u d ito ría
preguntas del segundo. ; (ASB) d e) I n s t i t u t o A m e r i c a n o d e
I C o n ta d o r e s P ú b lic o s C e r tif ic a d o s
Sinónimo: declaraaones de la geren­
I (AICPA) q u e c o n tie n e n n o r m a s para
cia. representaciones de (a adminis­
tración, representaciones de la geren-
I
las a u d ito r ía s d e e s t a d o s fin a n c ie r o s
I q u e n o s ea n t r a b a jo s S E C .

I Ameriormeme. las SAS» eran em itidas por


! ei C om ité E jecu tivo de N orm as de Audi-
d e c la r a d o n e s d e la g e r e n c ia toría (AuSEQ del m ism o ATCPA.

D ec la ra d o n es d e la a d m in is tra c ió n
D e c la r a c io n e s s o b r e N o r m a s d e
C o n t r o l d e (C a lid a d
D e c la r a d o n e s d e N o r m a s d e
S ta te m e n ts o n Q u a lity (Jo n tr o l
C o n ta b ilid a d F e d e r a l
S t a n d a r d s (S Q C S s )
F in a n c ie r a
S ta tem en ts o f F e d e r a l F i n a n c ia l El c o n ju n to d e n o r m a s p a r a el c o n -
A c c o u n t i n g S t a n d a r d s (S F F A S s) ^ tr o l d e c a lid a d d e lo s tr a b a jo s profe*
j s io n a les d e lo s m ie m b r o s d e) I n s t itu -
Q con ju nto d e pron u n ciam ien to s d e ' to A m e r ic a n o d e C o n t a d o r e s P ú b li­
la Ju n ta Asesora d e N o rm a s F e d e r a ­ c o s C e r tlflc a d o s (AICPA), q u e n o sean
les d e C on tabilid ad (FASAB) q u e in ­ ! t r a b a jo s SE C . e m itid a s p o r la Ju n ta
tegra e l nivel m ás alto d e lo s p r in c i­ d e N o rm a s d e A u d ito r ía (A SB) d e esa
pios de c o n ta b ilid a d g e n e ra lm e n te I en tid ad .
aceptad o s en los Estados Unidos (US­
GAAP) para entidades del go b iern o
D e c la r a c io n e s s o b r e N o r m a s
federal de ese país.
p a r a S e r v ic io s d e C o n ta b ilid a d
y R e v is ió n
D e c la r a c io n e s d e N o r m a s d e S ta te m e n ts o n S t a n d a r d s f o r
C o n ta b ilid a d F in a n c i e r a
A c c o u n tin g a n d R e v i e w S e r v ic e s
S ta tem en ts o f F in a n c ia l
(S S A R S s )
A c c o u n t i n g S t a n d a r d s (SFA Ss) i
I El c o n ju n to d e p r o n u n c ia m ie n to s del
El con ju nto d e p ronunciam ientos de C o m ité d e S e r a d o s d e C o n ta b ilid a d
la Ju n ta d e Norm as d e C on tabilid ad y Re v isió n (AHSC) d ei I n s t it u t o A m e­
P in a n d e r a (FASB) que in tegra el ni- rica n o d e C o n ta d o r e s P ú b lic o s C er-
Üficados (AICPA), c o n n o im a s para
d é fic it n e to
los trabajos de re v isió n y d e c o m p i­
lación net déficit [IPSASsl

Pérd id a del period o de una entidad


D ec la ra c io n e s s o b r e N o r m a s ' gubernam ental.
p a ra lY a b a )o s d e A t e s tig u a c ió n
I En la traducción al español de las Normas
Standards fo r
S tafem en ts o n
Internacionales de Contabilidad para el
Attestation l'ngagements Sector Público (NICSP), en lugar de la
(SSA Es) palabra “déficit" se utiliza “desahorro",
que no figura en el DRAF. y que, en nues­
El conjunto de los p ron u n ciam ien tos tra opinión, expresa con menos claridad
de los cuerpos té cn ico s del In stitu to el concepto definido.
Americano d e C o n ta d o re s P ú b lico s
Certificados (AICPA) q u e con tien en
d e fla c ió n
normas para tra b a jo s d e a te s tig u a ­
ción que no sean t ra b a jo s SBC. defiation

Disminución del nivel general de pre­


d e cre to d e d iv id e n d o s [M X] cios.

Decisión de d istrib u ir d iv id e n d o s , Es el fenómeno contrarío a "inflación" e


tomada por un órgan o social facu lta­ implica una ganancia del poder adquisi­
do al efecto. tivo de la moneda.

d e d u c c ió n d e le g a c ió n
allowance delegation

Ver cuenta d e d e d u cció n . En u n a a u d ito ría , la asignación de


tareas a cualquier asiste n te del au d i-

d é fic it IN IF M X]

Ver capital g a n a d o (NIF MX]. D e lo itte & T o u c h e (D&T)

I D enom inación anterior de D eloitte.


d é fic it a c u m u l a d o
accumulated déficit

Resultados a c u m u la d o s cu y o total
U n a de las cu atro firmas de co n ta d o ­
disminuye el p a trim o n io .
res p ú b lico s m ás grandes del m un-

d é fic it d e l p e r í o d o
déficit fo r the period
Pérdida del pe río d o

La e]q)resión “déficit del período” suele Más información en:


emplearse en ios estad os fin an cieros de
los entes sin fines de lucro. http://www.deloiile.c
den«|(ack>n d e c ^ in k in d e p ó s ito
I d e p o s it
AbstCDCtón de opinkSo.
! 1. .Mgo q u e se e n treg a e n g u ard a por
seguridad, p o r o b lig a ció n legal o
d e n o m in a d ó n d e o i i ^ n co m o g a r a n tía r e a l p o r e l c u m p li­
c e r tific a tío n m m i : m ien to d e u n a o b lig a c ió n .

M arc a que certíñ ca La p ro ced en cia


I 2. C o n t r a ^ p o r el q u e u n a p a rte (el
I “d e p o s ita rio ") r e c ib e d e o tr a (el
geográfica u ocias c a ia n e risiic a s de
. “d e p o sita n te") u n a c o s a m u eble.
u u D erca d e ría o de un s ^ i c i o .
I o b lig á n d o se a gu a rd a rla y a deNT)!-
t-erla c u a n d o le s e a s o lic ita d a .
Sináninio; m arca d e certificación.

d e p ó s ito
d e n tro d e l d in e r o U H ireh o u se
in th e m o n e v
Lugar d o n d e s e g u a rd a n m e r c a d e ­
Ver valo r in trín seco . rías.

d e p ó s ito a la v is ta
d e p e n d ie n te
d e m a n d d e p o s i t \s i g h t d e p o s i t

Controlada. D e p ó s ito efectu a d o e n un b a n c o o en


o tra e n tid a d f in a n c ie ra , q u e d e b e ser
d ev u elto ai d e p o s it a n t e e n el m o-
d e p o s ita n te ] m en tó en q u e é s te lo r e q u ie ra , d e n ­
d e p o s ita r tro d e lo s d ías y h o ra s e s tip u la d o s ai
, efecto .
Ver d e p ó s ito ^deposit) (2).

d e p ó s ito a p la z o
t ím e d e p o s it
d e p o s ita r la
c u sto d ia n
[)e p ó 8 ito a pla z o fijo

Entidad a la que s e le en co m ien d a la


caatodia de ac tiv o so de r eg istro s (re- ' d e p ó s ito a p la z o fijo
c o n lsj Í2). f i x e d d e p o s i t \ fix e d t e r m d e p o s i t

D e p ó s ito e fe c tu a d o e n u n b a n c o u
o tra en tid ad fin a n c ie ra , q u e d e b e ser
' devuelto aJ d e p o s ita n te ai final izar un
' lapso e sta b lecid o , ju m o c o n el a ju ste
, por in d e x a c ió n y lo s in te r e s e s q u e se
d e p o s ita r io . hubieren { te ta d o .
depositary\depository
Sinónim o: d epó sito a p la z o , im posi­
Ver d ep ó sito 'deposit) rz). ción a plazo
Puedf e M k rd m 'u m c n ta d o p n u n " c p rtin - ras, po/.os petrolíferos, e tc é te ­
ctdodrdpprtslfn" (pn pnpHl n mwUmnc ra):
timpifs anouríoncit en c u en ta s
c) su o b so lesc en c ia e co n ó m ica ,
en rim lqulera d e los casos.
depósito en tránsito
d ep o sit in T m n s it Sinónim o: d epredación económi-

Depósito (1) efectu a d o e n un a c u e n ­


ta abierta en un b a n co , q u e é s te aun 2. (NIIFl (USGAAPl D istribución s is­
no ha acreditado a l d e p o s ita n te . tem á tica del im p o rte s u je to a d e ­
p r e c ia c ió n de un a ctiv o a lo largo
d e su v id a útil.
depósito lef;al
s ta tu to ry d e p o s it 3 . D is m in u c ió n d el v a lo r d e u n a
cosa, ya co n relación al que antes
Depósito (1) efectu ad o para da r c u m ­ ten ía, ya com parán d ola co n o tras
plimiento a una disp>osición legal.. d e su clase.

Ejemplo; el depósito de un efectivo mí- La definición que predomina en la jerga


olmo o de parte de él. efectuado por una contable es la (t).
entidad ñnanciera en un banco central
por así disponerlo una ley. La (2) nos parece inadecuada porque no
se refiere al fenómeno de la “deprecia­
ción’' sino a la manera de tratarla conta­
depreciable blemente.
d e p r e c ia b le
1.a (3) aparece en el DRAl: y es más abar­
cadora. Su empleo en la literatura conta­
Didto de un a c tiv o , q u e e s tá s u je to i
ble no es frecuente.
depreciación.
Como sinónimo de “depreciación'’ suele
) figura emplearse la palabra 'amortización'’, pero
ninguna de las acepciones asignadas a
este vocablo por el DRAE corresponde al
concepto de "depreciación'.
depreciación
d e p r e c ia tio n
depreciación a porcentaje fijo
1. Reducción del v a lo r d e la m a y o ­ sobre el valor residual
ría de los elem en to s d e p r o p le d a - ; d o u b le d e c lin in g b a la n ce
des, p la n ta y e q u ip o , d e los in - < d e p re c ia tio n (D D B )
m uebles d e i n v e r s ió n y d e lo s a c ­
tivos in ta n g ib le s , p ro d u cid a p or: | Ver m é to d o d e d e p r e c ia ció n a p o r­
c e n ta je fijo s o b re el valo r resid ual.
a) su d esg a ste, su s r o tu ra s o su
deterioro, en el c a s o d e lo s bie- 1
nes fisicos; depreciación acelerada
n c c e le m te d d e p re c ia tio n
b) su a g o ta m ie n to , en el c a so d e i
ac tiv o s s o m e tid o s a a c tiv id a ­ Ver m éto d o d e d ep recia ció n a c elera ­
des ex tractivas (m in a s, c a n te ­ da.
depreciación acumulada depreciación en grupo
a c c u m u la te d d e p r e c ia tio n g r o u p d e p r e c ia t io n

D icho d e un a c tiv o o d e un grupo de M éto d o c o n ta b le pwr el q u e:


activos, la d e p r e c ia c ió n q u e y^ s e ha
a) la d e p r e c ia c ió n d e a c t iv o s sim ila ­
reco n ocid o en la con tabilid ad .
res s e c a lc u la p a ra su c o n ju n to y
Son inadecuados, com o sinónim os de n o in d iv id u a lm e n te ;
'depredación acumulada”:
b) n o s e re c o n o c e n g a n a n c ia s o p>ér-
a) “fondo de amortización”, porque la d id a s {X)r la d is p o s ic ió n d e esos
mera acumulación de depreciaciones a c tiv o s m ie n tra s n o s e prod u zca
no genera ningún fondo: la b a ja c o m p le ta d el gru p o .

b) "provisiónparadepreciadón”,porque
la palabra "provisión” se emplea para depreciación en línea recta
referirse a pasivos: s tr a ig h t U n e d e p r e c ia t io n

c) “resCT\'a para depreciadón", porque la Ver m é to d o d e d e p r e c ia c i ó n e n lín ea


coQstitudón de una reserva implica la r e cta .
separadón de algo para su em pleo en
el futuro, y no el reconocim iento de
una desvalorizadón ya ocurrida. depreciación lineal
Ver m é to d o d e d e p r e c ia c ió n e n lín ea
depreciación constante r e cta .

Vtamétododedepreciaciónenllnea depreciación por el m étodo de


^ Ross-H eidecke
______________________________ R o s s -H e id e c k e d e p r e c ia t io n

d e p r e c ia c i ó n c r e c i e n t e i v e r m é to d o d e d e p r e c ia c ió n d e Ross-
in c re a s in g c h a rg e d e p r e c ia tio n , H eid ecke.

Ver m éto d o d e d e p r e d a c ió n c r e d m -
depredación por sum a de
dígitos de los años
s u m -o f -t h e - y e a r s 'd ig its
depreciadón decredente d e p r e c ia t io n
d ecre a sin g ch a rg e d e p r e c ia tio n
I V er m é to d o d e d e p r e c i a c i ó n p o r
Ver m éto d o d e d e p r e d a c ió n d e c r e ­ s u m a d e d íg ito s d e lo s a ñ o s .
cien te.
depreciación según horas de
trabajo
depreciación económica p e r -h o u r d e p r e c ia t io n
e c o n o m ic d e p re c ia tio n
^ V er m é to d o d e d e p r e c ia c i ó n seg ú n
I h o ra s d e tr a b a jo .
d ep reciación s e g ú n u n id a d e s d e d e r e c h o d e c o m p e n s a c ió n
p r o d u c c ió n r ig h t o f s e t - o f f
p r o d u c lio n d e p r e c i a t i o n \ u n i t s
o fo u t p u t d e p r e c i a t i o n \ im / ís o / D e r e c h o de un d eu d o r a la c a n c ela ­
c ió n to ta l o p a rcia l d e un a d e u d a
p r o d u c tio n d e p r v c ia t io n
m e d ia n te la a p lic a c ió n , c o n tra su
Vermétodo d e d e p r e c ia c ió n se g ú n im p o n e , de una cantidad adeudada
unidades de p ro d u c ció n . por su acree d o r.

d e p r e c ia r
to d e p r e c í a t e [IV HSs] [U SG A A P ]

Distribuir s is te m á tic a m e n te el im ­ d e r e c h o d e d e v o lu c ió n
pone su jeto a d e p r e c ia c ió n d e un rig h t to r e t u m
activo a lo largo d e su v id a ú til.
D e r e c h o d e un com prador a la d evo­
No nos parece adecuado que la palabra
lu ción d e una m ercadería com prada,
‘depreciar” se emplee para referirse a un
d en tro d e u