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Introducción a la Contabilidad

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C a te d rá tic o d e E c o n o m ía F in a n c ie ra y C o n tab ilid ad

Introducción a la Contabilidad

T^T
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permiso escrito de Ediciones Académicas, S.A. Diríjase a CEDRO (Centro Español
de Derechos Reprográfícos, www.cedro.org) si necesita fotocopiar o escanear algún
fragmento de esta obra.

© Ángel Muñoz Merchante

© Ediciones Académicas, S.A.


Bascuñuelos, 13 R 28021 - Madrid

ISBN: 978-84-92477-32-6
Depósito legal: M-26818-2010

Impreso por: Campillo Nevado, S.A.


Antonio González Porras, 35-37
28019 MADRID

Impreso en España / Printed in Spain

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Ín d ic e

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Resumen de contenidos

FUNDAM ENTOS CAPÍTULO 1. C o n ta b ilid a d e inform ación financiera


CO N CEPTUALES

CAPÍTULO 2. E le m e n to s del b alan ce

CAPÍTULO 3. H e ch o s co n tab le s y p artid a d o b le

CAPÍTULO 4. E le m e n to s d e la cuenta de resultad os

EL CICLO CONTABLE CAPÍTULO 5. R eg istros co n tab le s

CAPÍTULO 6. A sie n to s d e ajuste

CAPÍTULO 7. E sta d o s fin an ciero s y cierre de cu entas

CAPÍTULO 8. C o n ta b ilid a d d e e m p re sa s co m ercia le s

ACTIVOS Y PASIVOS CAPÍTULO 9. E x iste n cia s co m ercia le s


CORRIENTES

CAPÍTULO 10. C ré d ito s y déb itos por o p eracio nes com erciale

CAPÍTULO 11. C u e n ta s con el p ersonal e im p uesto s

ACTIVOS Y PASIVOS CAPÍTULO 12. A ctivo s no co rrientes


NO CORRIENTES,
FONDOS PROPIOS
Y REGULACIÓN LEGAL CAPÍTULO 13. Fo n d o s p ro p io s y p asivo s no co rrie n tes

CAPÍTULO 14. Régim en jurídico y Plan G eneral de Contabilidad

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índice

P r im e r a p a r t e :

F u n d a m en to s co nceptuales

1. CONTABILIDAD E INFORM ACIÓN FINANCIERA

1.1. D EC IS IO N E S E C O N Ó M IC A S Y C O N TA B ILID A D 24
1.2. EL SISTEM A D E IN FO R M A C IÓ N C O N T A B LE 25
1.3. EL S U JE T O O EN TID A D C O N T A B LE 27
1.4. EM PR ESA Y TIP O S D E EM PRESAS 27
1.5. LO S U SU ARIO S D E LA IN FO R M A C IÓ N FIN A N C IER A 31
1.5.1. N ecesidades de los usuarios externos 32
1.5.2. N ecesidades de los usuarios internos 33
1.6. O B JE T IV O S Y R EQ U ISITO S D E LA IN FO R M A C IÓ N FIN A N C IER A 33
1.7. C O N T A B ILID A D FIN A N C IER A Y C O N T A B ILID A D D E G E S T IÓ N 36
1.8. N ORM ATIVA C O N T A B LE Y PLAN G E N E R A L D E C O N TA B ILID A D 37
^ M ateriales de autoevaluación 40

2. ELEM EN TO S D EL BALANCE

2.1. C O N C E P T O D E RIQ U EZA O PATRIM ON IO 46


2.2. C O N C E P T O D E REN TA 49
2.3. LA EC U A C IÓ N D E B A LA N C E 50
2.4. A C TIV O S , PASIVOS Y PATRIM ON IO N E TO : Definición y características 53
2.4.1. Activos 53
2.4.2. Pasivos (o pasivos exigióles) 54
2.4.3. Patrimonio neto 55
2.5. C LA S IFIC A C IO N E S EN E L B A LA N C E D E SITU A CIÓ N 56
2.6. C LA S E S D E A C T IV O S Y C A T Á L O G O D E C U EN TA S 58
2.6.1. Activos corrientes y no corrientes: su valoración 58
2.6.2. Catálogo orientativo de cuentas de activo 59
2.7. C LA S E S D E PASIVOS Y C A T Á L O G O D E C U EN TA S 63

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In t r o d u c c ió n a l a C o n t a b ilid a d . Teo ría y Práctica

2.7.1. Pasivos no corrientes y pasivos corrientes 63


2.7.2. C atálogo de cuentas de pasivo exigible 64
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 66
Materiales de autoevaluación 68

3. H ECH O S CO NTABLES Y PARTIDA DOBLE

3.1. LO S H EC H O S C O N T A B LE S : C O N C E P T O 76
3.2. LA PARTIDA D O B LE 78
3.3. AN Á LISIS D E LO S H E C H O S C O N T A B LE S 79
3.4. LO S N U EVE TIP O S D E H EC H O S C O N T A B LE S SIM PLES 82
3.5. H EC H O S C O N T A B LE S PERM UTATIVO S Y M O D IFIC A TIV O S 92
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 93
^ M ateriales de autoevaluación 99

4. ELEM EN TO S DE LA CUENTA DE RESULTADOS

4.1. E L RESU LTADO C O N T A B LE O REN TA D E LA EM PR ESA 108


4.2. M É TO D O S PARA C A L C U A R E L RESU LTADO 108
4.2.1. M étodo del patrim onio neto 108
4.2.2. M étodo basado en las transacciones 101
4.2.3. Am pliación de la ecuación de balance 112
4.3. IN G R ESO S 113
4.3.1. Definición y catálogo orientativo de cuentas 113
4.3.2. Valoración y registro o reconocim iento 115
4.3.3. Ingresos producidos por devengo 116
4.3.4. Ingresos y cobros 116
4.4. G A S T O S 117
4.4.1. Definición y catálogo orientativo de cuentas 117
4.4.2. Valoración y reconocim iento 119
4.4.3. G astos incurridos por devengo 121
4.4.4. G astos y pagos 121
4.5. A C U EN TA D E PÉRD ID AS Y G A N A N C IA S 122
4.6. PRIN CIPIO S C O N T A B LE S : A S H IPÓ TESIS B Á SIC A S 123
4.6.1. Introducción 123
4.6.2. Principios contables básicos 124
4.6.3. C riterio de devengo y criterio de caja 125
O E JE R C IC IO D E R EC A PITU A C IÓ N 127
^ M ateriales de autoevaluación 133

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Í n d ic e

S eg u n d a pa rte:

El c ic lo c o n t a b le

5. LOS REGISTROS CONTABLES

5.1. LAS CU EN TA S 146


5.1.1. Concepto y clases 146
5.1.2. Estructura básica de las cuentas 147
5.1.3. Anotaciones en las cuentas: cargos, abonos y saldo 147
5.2. C O N V EN IO S O B R E E L FU N C IO N A M IEN T O D E LAS CU EN TA S 148
5.2.1. Cuentas de activo, pasivo y neto 149
5.2.2. Cuentas de ingresos y gastos 150
5.2.3. Aplicación del convenio de cargo y abono 152
5.3. E L LIBRO D IARIO 154
5.4. E L LIBRO M AYOR 157
5.5. B A LA N C E D E C O M P R O B A C IÓ N 160
5.6. O P ER A C IO N E S EN LAS C U EN TA S Y T E R M IN O LO G ÍA 161
O E JE R C IC IO D E R E C A P IT U A C IÓ N 164
^ M ateriales de autoevaluación 174

6. ASIEN TOS DE A JUSTE

6.1. E L C IC LO C O N T A B LE 186
6.1.1. Ejercicio contable y estados financieros 186
6.1.2. Etapas del ciclo contable 187
6.2. JU S T IF IC A C IÓ N D E LO S A S IE N T O S D E A JU S T E 189
6.3. LO S A JU S T E S D E P ER IO D IFIC A C IÓ N 191
6.3.1. Conversión de activos en gastos 193
6.3.2. Conversión de pasivos en ingresos 200
6.3.3. Reconocim iento de gastos devengados 203
6.3.4. Reconocim iento de ingresos devengados 205
6.3.5. Resumen y conclusiones 206
6.4. A JU S T E S D E R EC LA S IFIC A C IÓ N Y A JU S T E S DE R E C T IFIC A C IÓ N 207
6.4.1. Ajustes de reclasificación 207
6.4.2. Ajustes de rectificación 209
6.5. B A A N C E D E S A LD O S A JU S T A D O S 210
O E JE R C IC IO D E R E C A P IT U A C IÓ N 212
^ M ateriales de autoevaluación 217

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In t r o d u c c ió n a l a C o n t a b ilid a d . T e o ría y Práctica

7. ESTADOS FIN AN CIERO S Y CIERRE DE CUENTAS

7.1. C LA S IFIC A C IÓ N DE LO S S A LD O S A JU S T A D O S 228


7.2. PREPARACIÓ N D E LO S ESTA D O S FIN A N C IER O S PRIN CIPALES 230
7.2.1. Cuenta de pérdidas y ganancias 230
7.2.2. Balance de situación 232
7.3. E L P R O C E S O D E LIQ U ID A CIÓ N Y C IE R R E D E L E JE R C IC IO 233
7.3.1. Cierre de las cuentas de ingresos y gastos 233
7.3.2. Cierre de las cuentas de balance 237
7.4. E L IM PU ESTO SO B R E B E N E F IC IO S 239
7.5. O TR O S PRIN CIPIO S C O N T A B LE S 240
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 242
^ M ateriales de autoevaluación 249

8. CONTABILIDAD DE EM PRESAS CO M ERCIALES

8.1. LA EM PR ESA C O M E R C IA L 260


8.2. E L IN VEN TARIO D E M ER C A D ER ÍA S: SISTEM A S D E C O N T R O L 260
8.3. SISTEM A D E IN VEN TARIO P ER M A N EN TE 263
8.3.1. Registro de las compras y operaciones relacionadas 263
8.3.2. Registro de las ventas y operaciones relacionadas 266
8.3.3. Conclusión del ciclo contable 268
8.4. SISTEM A D E IN VEN TARIO P E R IÓ D IC O 270
8.4.1. Registro de las compras y operaciones relacionadas 271
8.4.2. Registro de las ventas y operaciones relacionadas 273
8.4.3. Conclusión del ciclo contable 274
8.5. TR A TA M IEN TO EN E L PLAN G E N E R A L D E C O N TA B ILID A D 277
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 281
^ M ateriales de autoevaluación 285

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Í n d ic e

T er c er a pa rte:

A c t iv o s y p a s iv o s c ir c u l a n t e s o c o r r ie n t e s

9. e x i s t e n c i a s c o m e r c i a l e s

9.1. C LA S E S D E E X IST EN C IA S Y C O M P O S IC IÓ N D EL IN VEN TARIO


DE M ER C A D ER ÍA S 296
9.1.1. Definición y clases 296
9.1.2. Com posición del inventario de m ercaderías 296
9.2. A S IG N A C IÓ N D E L C O S T E D E LO S IN VEN TARIO S 298
9.3. M ÉTO D O S D E V A LO RA C IÓ N C U A N D O C O N C U R R EN C O S T E S
UN ITARIO S D IFE R EN T E S 300
9.4. SISTEM A S D E C O N T R O L D E IN VEN TARIO S Y M ÉTO D O S D E V A LO RA C IÓ N 305
9.4.1. M étodo FIFO e inventario perm anente 306
9.4.2. M étodo LIFO e inventario perm anente 306
9.4.3. Coste m edio ponderado (CM P): sistem a periódico y perm anente 307
9.5. M ÉTO D O S D E ESTIM A C IÓ N D EL IN VEN TARIO 310
9.5.1. M étodo del margen bruto 310
9.5.2. El m étodo de los minoristas 311
9.6. C O R R E C C IÓ N D E L VALO R D E LAS E X IS T E N C IA S C O M E R C IA LE S 312
9.6.1, La regla "coste o m ercado, el más bajo" 312
9.6.2. Registro del deterioro de las m ercaderías 313
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 316
^ M ateriales de autoevaluación 318

10. CRÉDITOS Y DÉBITOS POR O PERA CIO N ES CO M ERCIALES

10.1. LO S IN STR U M EN TO S FIN A N C IER O S 328


10.2. C R ÉD IT O S POR O P E R A C IO N E S C O M E R C IA LE S 328
10.2.1. Concepto 328
10.2.2. Clasificación 329
10.2.3. Valoración 330
10.3. A S P E C T O S C O N T A B LE S D E LO S C R É D IT O S C O M E R C IA LE S 331
10.4. E F E C T O S C O M E R C IA LE S A C O B R A R 333
10.4.1. La letra de cam bio 333
10.4.2. Proceso contable básico de la letra de cam bio 334
10.4.3. Efectos com erciales im pagados 338
10.5. C R ÉD IT O S D E D U D O SO C O B R O Y D E T ER IO R O D E VALO R 341
10.5.1. Contabilización del deterioro de créditos 342
10.5.2. Reversión del deterioro 343

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10.6. D É B IT O S POR O P E R A C IO N E S C O M E R C IA LE S 344


O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 346
^ M ateriales de autoevaluación 353

11. CUENTAS CO N E L PERSO N A L E IMPUESTOS

11.1. C O N C E P T O Y C U EN TA S C O N E L P ER SO N A L 362
11.2. G A S T O S D E P ER S O N A L 363
11.2.1. Principales com ponentes 363
11.2.2. Proceso contable básico 364
11.3. C R É D IT O S Y D EU D A S C O N E L P ER SO N A L 368
11.3.1. Créditos concedidos al personal 368
11.3.2. Deudas contraídas con el personal 368
11.4. C O N TA B ILID A D E IM PU ESTO S: N O C IO N E S B Á SIC A S 370
11.4.1. El Impuesto sobre Sociedades. Retenciones y pagos a cuenta 371
11.4.2. Retenciones practicadas a terceros 374
11.5. E L IM PU ESTO S O B R E E L VA LO R A Ñ A D ID O (IVA) 376
11.5.1. Características básicas del IVA 376
11.5.2. El IVA soportado 377
11.5.3. El IVA repercutido 380
11.5.4. Liquidación del IVA 382
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 384
^ M ateriales de autoevaluación 387

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Í n d ic e

C uarta pa r te:

A c t iv o s y p a s iv o s n o c o r r ie n t e s ,
F O N D O S P R O P IO S Y R E G U L A C IÓ N LEG A L

12. ACTIVO S NO CO RRIEN TES

12.1. C O N C E P T O Y C LA S IFIC A C IÓ N 398


12.2. TR A TA M IEN TO C O N T A B LE : Cuestiones más relevantes 401
12.3. EL IN M O VILIZAD O M ATERIAL 402
12.3.1. Com ponentes y valoración inicial 402
12.3.2. Adquisiciones al contado 403
12.3.3. Adquisiciones con pago aplazado 404
12.4. D EP R EC IA C IÓ N D E L IN M O VILIZAD O M ATERIAL: Am ortización y deterioro 405
12.4.1. Concepto y funciones de la amortización 406
12.4.2. M étodos para calcular las cuotas de amortización 407
12.4.3. M étodos para registrar la amortización 410
12.4.4. O tras correcciones valorativas 412
12.5. D ES EM B O LS O S P O S T ER IO R ES A LA A D Q U ISIC IÓ N 414
12.6. V EN TA O B A JA EN PATRIM ON IO 415
12.7. O TR O S A C T IV O S N O C O R R IE N T E S 417
12.7.1. Inmovilizado intangible 417
12.7.2. Inversiones inm obiliarias 419
12.7.3. Inversiones financieras a largo plazo 419
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 420
M ateriales de autoevaluación 422

13. FO N D O S PROPIOS Y PASIVOS NO CORRIENTES

13.1. FIN A N C IA C IÓ N B Á S IC A 430


13.2. FO N D O S PRO PIO S 431
13.3. LO S FO N D O S PRO PIO S EN LA EM PR ESA IN DIVIDUAL 433
13.3.1. Aportación inicial del propietario 433
13.3.2. Reintegros a favor del propietario y nuevas aportaciones 434
13.3.3. Aplicación del resultado del ejercicio 435
13.4. LO S FO N D O S PRO PIO S EN LAS S O C IE D A D E S M ER C A N TILES 436
13.4.1. Constitución de la sociedad anónima y dividendos pasivos 436
13.4.2. Distribución de resultados 439
13.5. PASIVOS N O C O R R IE N T E S 441
13.6. PRÉSTAM O S R EC IB ID O S A LA R G O PLAZO 443
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU 1A C IÓ N 447
^ M ateriales de autoevaluación 452

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14. RÉGIM EN JURÍDICO Y PLAN G EN ER A L DE CONTABILIDAD

14.1. T E X T O S L E G A L E S FU N D A M EN TA LES 460


14.2. LIBRO S O BLIG A T O R IO S Y SU LEG A LIZ A C IÓ N 461
14.2.1. Libros de contabilidad y otros registros obligatorios 461
14.2.2. Legalización de libros 463
14.3. LAS C U EN TA S A N U A LE S 463
14.3.1. Com posición y definición legal 463
14.3.2. Requisitos form ales y principios contables 465
14.3.3. M odelos de presentación 467
14.3.4. Auditoría 467
14.3.5. Depósito y publicidad 468
14.4. E L PLAN G E N E R A L D E C O N TA B ILID A D 469
14.5. C U A D R O D E C U EN TA S: G RU PO S Y SU BG R U PO S 470
14.6. M O D ELO S D E C U EN TA S A N U A LE S 474
14.6.1. Cuenta de pérdidas y ganancias: modelo normal 475
14.6.2. Balance de situación: m odelo normal 476
14.6.3. Estado de cam bios en el patrimonio neto: modelo normal 478
14.6.4. Estado de flujos de efectivo 480
14.6.5. Memoria: modelo normal 481
O E JE R C IC IO D E R EC A P ITU LA C IÓ N 482
^ M ateriales de autoevaluación 484

SOLU CION ARIO 489

A N EX O . Cuadro de cuentas del Plan General de Contabilidad 568

BIBLIOGRAFÍA 577

ÍNDICE A LFA BÉTICO 579

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I n t r o d u c c ió n a la C o n t a b il id a d , es un manual cuyo objetivo es presentar
los fundam entos teóricos y prácticos de la Contabilidad de una m anera clara,
sencilla y amena, pero sin renunciar al im prescindible rig o r que es necesario
para adquirir una form ación sólida sobre las bases conceptuales de una discipli­
na cuyo estudio, con toda seguridad, la m ayoría de los estudiantes continuará
en cursos posteriores en otras asignaturas de naturaleza contable o financiera.

El libro se com pone de un conjunto de materiales didácticos (desarrollos teó­


ricos, cuestionarios tipo test y ejercicios prácticos), com plem entarios entre sí,
que facilitan el estudio y la com prensión de sus contenidos. Estos m ateriales se
han preparado, a lo largo de m uchos años, siguiendo la m etodología propia de
la enseñanza a distancia, lo que hace que puedan ser utilizados de m anera autó­
noma p o r los estudiantes en el arduo proceso de autoaprendizaje.

Prerrequisitos y enfoque

Para estudiar este libro no se precisa de ningún conocim iento previo en Con­
tabilidad, siendo suficiente contar con la preparación adquirida en el B achille­
rato o estudios sim ilares y el bagaje cultural prop io de cualquier ciudadano del
siglo xxi. Una vez iniciado el estudio de esta asignatura, puede ser un gran estí­
mulo para el estudiante prestar atención a los numerosos mensajes de contenido
financiero que todos los días encuentran eco en los m edios de com unicación,
así com o a los docum entos con los que cotidianam ente nos relacionam os com o
consumidores (recibos, facturas, contratos, presupuestos, extractos bancarios,
etc.), pues de esa form a la utilidad de estos conocim ientos com enzará a perci­
birse muy pronto.

Este manual persigue, de m anera simultánea, dos com etidos: proporcionar


a sus lectores una sólida base conceptual y acercarles a las prácticas y rutinas
propias del quehacer cotidiano de los contables en las empresas. El anterior
enfoque se fundam enta en el convencim iento de que el estudio riguroso de los
conceptos favorece la com prensión de sus aplicaciones prácticas, y viceversa.

Dado su carácter introductorio, en este libro no se pretende explicar un de­


terminado m odelo contable. Con esto se quiere advertir, especialm ente para los
lectores ya iniciados, que en el libro no se aborda un estudio detallado -gru p o
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I n t r o d u c c ió n a l a C o n t a b ilid a d . Teo ría y Práctica

por grupo y cuenta por cu enta- del m odelo contable recogido en el Plan General
de Contabilidad (PG C ), pues estamos convencidos de que para entender el PGC
español, o cualquier otro plan contable, es im prescindible contar con una sólida
base previa de conocim ientos, que es justam ente lo que se ha pretendido conse­
guir en las páginas que siguen.

Pero existen más razones que avalan, a nuestro ju icio, aquel enfoque. En
prim er lugar, porque la duración del período lectivo en el que se estudiará p o r lo
general este libro -u n curso de duración semestral o cuatrim estral- hace invia-
ble el análisis sim ultáneo y en profundidad del citado PGC. Y, asim ism o, porque
todos los planes de estudios que incluyen una asignatura introductoria de con­
tabilidad, suelen incorporar tam bién otras disciplinas contables (Contabilidad
Financiera, Contabilidad de Costes, Análisis de Estados Financieros, Auditoría
Financiera, etc.) en las cuales suele abordarse el análisis porm enorizado del
m encionado Plan General de Contabilidad o de alguna de sus partes.

Esta secuencia de estudio parece la más conveniente para conseguir que los
estudiantes lleguen a com prender la auténtica naturaleza de la inform ación
contable y, al m ism o tiem po, para evitar que el estudio de la Contabilidad se
convierta en la m era m em orización y aplicación m ecánica de un conjunto de
técnicas de registro más o m enos sofisticadas.

Estructura del programa

Los catorce capítulos que integran el program a se agrupan en cuatro partes.


En la Primera parte. F u n d a m e n to s con ce p tu a le s (Capítulos 1 al 4) se analiza el
conjunto de nociones que conform an lo que ha dado en denom inarse ‘el m arco
conceptual de la inform ación financiera' (o de la in form ación contable), dete­
niéndonos particularm ente en el estudio de los cinco elem entos que integran
los estados contables principales: activos, pasivos, fondos propios, ingresos y
gastos.

Después de estudiar estos cuatro capítulos el lector contará ya con un bagaje


suficiente de conocim ientos -tan to conceptuales com o term in ológicos- para en­
frentarse con éxito al estudio del resto del temario.

En la Segunda parte. E l c ic lo c o n ta b le (Capítulos 5 a 8) se dedica al análisis y


procedim iento de registro de los distintos tipos de hechos contables, de acuerdo
con lo requerido p o r el sistem a de partida doble, cubriendo todas las etapas que
integran el ciclo contable ordin ario de cualquier unidad económ ica: apertura
de la contabilidad, registro de las operaciones corrientes, cierre del ejercicio y
elaboración de los estados financieros finales o cuentas anuales.

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P r e s e n t a c ió n

A l finalizar el estudio de esta segunda parte del program a el lector dispondrá


ya de una panorám ica com pleta del proceso contable y su aplicación a los tipos
de empresas más extendidas en el m undo de los negocios: las empresas de servi­
cios en sentido estricto y las empresas comerciales.

Los seis capítulos restantes se destinan al análisis de las operaciones em pre­


sariales más frecuentes y su representación contable. Así, en la Tercera parte.
Activos y pasivos circulantes o corrientes (Capítulos 9, 10 y 11) se aborda el
estudio del conjunto de operaciones relacionadas con las partidas más habitua­
les incluidas en el activo circulante y el pasivo circulante de la m ayoría de las
empresas.

Po r últim o, en la Cuarta parte. Activos y pasivos no corrientes, fondos p ro ­


pios y regulación legal (Capítulos 12, 13 y 14), se estudian las operaciones rela­
cionadas con la estructura fija o perm anente de la empresa, la norm ativa básica
reguladora de la contabilidad em presarial así com o la estructura y aspectos
esenciales del vigente Plan General de Contabilidad.

Secciones de los capítulos

Con carácter general, cada uno de los capítulos incorpora los cinco apartados
siguientes:

Contenidos y objetivos didácticos. En la prim era página de cada capítulo figu­


ra el sumario de los epígrafes que integran el m ism o así com o los objetivos de
aprendizaje establecidos.

Introducción. En este apartado, que ocupa la segunda página de cada capí­


tulo, se presenta la m ateria objeto de estudio así com o orientaciones puntuales,
tanto para destacar algún aspecto particularm ente relevante com o para situar
los contenidos del capítulo en el contexto del programa.

Desarrollo. E n esta sección, que es la más amplia de cada capítulo, se presen­


ta la exposición teórica de las m aterias tratadas incorporando num erosos casos
prácticos para facilitar su com prensión y aplicaciones.

Ejercicio de recapitulación. Com o colofón del desarrollo teórico de cada capí­


tulo, excepto en el capítulo prim ero, se plantea y resuelve un caso práctico con el
fin de repasar las principales cuestiones tratadas en el capítulo, con un enfoque
globalizador y acumulativo.

Materiales de autoevaluación. En esta sección se incluyen dos tipos de m ate­


riales. Un Cuestionado tipo test form ado por 15 preguntas con cuatro respuestas

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I n t r o d u c c ió n a l a C o n t a b ilid a d . Teo ria y Práctica

alternativas, de entre las cuales debe elegirse la mejor, y una batería de Ejercicios
prácticos ordenados de m enor a m ayor dificultad.

Libro de Prácticas

Com o prolongación y com plem ento del manual que se glosa con esta presen­
tación, hem os preparado un libro de prácticas que lleva p o r título Prácticas de
Introducción a la Contabilidad, publicado asim ism o p o r Ediciones A cadém i­
cas, S.A. (Ediasa).

Este libro de ejercicios, que pretende tam bién ser una herram ienta útil para
la preparación de los exámenes, incluye, para cada capítulo: un cuestionario
tipo test, form ado p o r veinte preguntas, así com o ejercicios y casos prácticos
con diferente extensión y grado de dificultad. En las últimas páginas, se recoge
un conjunto de Pruebas de Evaluación (enunciados, respuestas y soluciones co­
m entadas) que han sido planteadas com o exámenes, en cursos pasados, en las
Pruebas Presenciales de la UNED.

Ángel M u ñoz Merchante


Catedrático de E conom ía Financiera
y Contabilidad

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P r im e r a Parte

Fundam entos conceptuales

C a pítu lo 1.
C o n tab ilid ad e inform ación financiera

C apítu lo 2.
Elem ento s del balance

C apítu lo 3.
H echos contables y partida doble

C a pítu lo 4.
Elem ento s de la cuenta de resultados

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Contabilidad

1 e información financiera

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

S u m a r io

1.1. Decisiones económicas y Contabilidad


1.2. El sistema de información contable
1.3. El sujeto o entidad contable
1.4. Empresa y tipos de empresas
1.5. Los usuarios de la información financiera
1.6. Objetivos y requisitos de la información financiera
1.7. Contabilidad financiera y Contabilidad de gestión
1.8. Normativa contable y Plan General de Contabilidad

Materiales de autoevaluación
^ Cuestionario tipo test
^ Ejercicios

■ O b j e t iv o s

D e s p u é s d e e s tu d ia r e s te c a p ítu lo el le c to r ha d e e s ta r c a p a c ita d o p ara :

1. C o n o c e r la re la c ió n e x is te n te e n tre la E c o n o m ía y la C o n ta b ilid a d .
2. E n u n cia r las fu n c io n e s b á s ic a s d e l s is te m a d e in fo rm a c ió n c o n ta b le .
3. Id e n tific a r las c la s e s d e s u je to s e c o n ó m ic o s .
4. D e fin ir la e m p re sa , d e s d e un p u n to d e vista e c o n ó m ic o , y c o n o c e r alg u n as
c la sifica c io n e s co n e sp e cia l in cid e n cia en el ám b ito co ntab le.
5. Id e n tific a r lo s p rin c ip a le s g ru p o s d e u su a rio s d e la in fo rm a c ió n c o n ta b le .
6. C o n o c e r los o b je tiv o s y re q u is ito s d e la in fo rm a c ió n c o n ta b le .
7. C o n o c e r las p rin c ip a le s d ife re n c ia s e n tre la C o n ta b ilid a d fin a n c ie ra o e x te rn a
y la C o n ta b ilid a d d e g e s tió n o in te rn a .
8. P re se n ta r lo s c o n te n id o s , e stru ctu ra y o b lig a to rie d a d del Plan G e n e ra l d e C o n ta b ilid a d .
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P r im e r a p a r t e : f u n d a m e n t o s c o n c e p t u a l e s

■ I n t r o d u c c ió n

En este primer capítulo se estudia un amplio conjunto de nociones básicas, algu­


nas pertenecientes al ámbito de la Economía y el Derecho, que constituyen una in­
troducción necesaria para el estudio de la Contab ilid ad, al menos por dos razones:
• Para precisar el objeto de la contabilidad y delimitar las fronteras de su cam­
po de actuación.
• Para dotarnos de un conjunto de elem entos tanto conceptuales como de
índole legal, a los que haremos constantes referencias en los capítulos
siguientes.

Un análisis más exhaustivo de algunas cuestiones aquí tratadas será abordado


en las asignaturas de Economía de la Empresa, Teoría Económica (Microeconomía y
Macroeconomía) y Derecho Mercantil, materias todas ellas que forman parte de los
Planes de estudios en los que se analizan los fundamentos conceptuales y operati­
vos de la contabilidad empresarial.

El tema central del capítulo lo constituye la inform ación contab le o información


financiera, que es el producto final generado por el sistema contable, haciendo
especial referencia al sujeto de la contabilidad (la empresa mercantil), a los usuarios
de la información contable y a las características cualitativas o requisitos exigidos a
esta información para que cumpla con su finalidad primordial, que no es otra que
contribuir a reducir la incertidumbre que conlleva cualquier decisión de naturaleza
económica.

Si usted estudia contabilidad por primera vez le interesa leer atentamente este
capítulo, pero no necesita memorizarlo. En cambio, podrá serle útil releerlo a me­
dida que avance en el programa así como relacionar los temas aquí tratados, y pro­
fundizar en algunos de sus contenidos, cuando se traten en las asignaturas anterior­
mente citadas u otras afines. Estudiar contabilidad es también estudiar un nuevo
lenguaje, palabras y expresiones que, aunque conocidas en la mayoría de los casos,
adquieren ahora un significado preciso y, en ocasiones, distinto al que se les atri­
buye en su uso cotidiano. Este aspecto es tan importante que algunos autores se
refieren a la contabilidad como el lenguaje de los negocios.

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P rim e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

1.1. D E C IS IO N ES E C O N Ó M IC A S Y CO N TA BILID A D

La actividad económ ica se m anifiesta a través del conjunto de transacciones


que tienen lugar entre los sujetos que intervienen en el m ercado para satisfacer
sus necesidades. En estos intercam bios se ven involucrados todos los individuos
y grupos sociales: las empresas de todo tipo, las Adm inistraciones públicas y los
consum idores o destinatarios finales de los bienes y servicios que se producen y
ofertan en el mercado.

En nuestro entorno, la actividad económ ica se desarrolla en el m arco de una


econom ía social de mercado, sistem a caracterizado por:

a) El predom in io de la propiedad privada de los m edios de producción.


b) L a concurrencia de decisiones económ icas dispersas, esto es, no planifica­
das p o r una autoridad central.
c) El ánim o de lucro, com o principal m otor de la econom ía.
d) La existencia de lim itaciones a los puntos anteriores, derivadas de la res­
ponsabilidad social de las unidades económicas.

Asim ism o, la actividad económ ica acontece dentro de un ambiente de incer-


tidumbre, lo que supone que los sujetos económ icos desconocen la evolución
futura de variables fundamentales, tales com o los precios, los tipos de interés o
las decisiones gubernamentales en política económ ica.

Com o los recursos son escasos y susceptibles de usos alternativos, todas las
entidades económ icas -y, en particular, las em presas- deben adoptar continua­
m ente decisiones económ icas para conseguir su m ejor asignación, precisando
disponer de in form ación adecuada. Y producir esta inform ación, de naturaleza
esencialm ente financiera, es el propósito prim ario de la contabilidad.

La C on tabilid ad va a perm itir, en definitiva, la elaboración y com unicación


de in form a ció n económ ico-financiera norm alizada a un am plio colectivo de
potenciales usuarios. Suele decirse, p o r ello, que la contabilidad es una espe­
cie de lenguaje, el lenguaje de los negocios. Es destacable, asim ism o, el carácter
social de esta disciplina p o r su inciden cia a la hora de cuantificar m agnitudes
tan im portantes com o el resultado de las empresas m ercantiles, impuestos,
subvenciones públicas, etc., determ inantes del reparto de la renta y la riqueza
en la sociedad.

O tro aspecto relevante es la claridad y com prensibilidad que se consigue


cuando se traducen al lenguaje contable las transacciones económ icas. La li­
teratura contable sostiene que m ientras que la econ om ía intenta explicar las
relaciones económ icas con un en foqu e preponderantem ente conceptual, la
contabilidad pretende capturar y m ed ir tales relaciones con una finalidad esen­
cialm ente práctica.
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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera 25

La contabilidad desarrolla las funciones propias de un sistema especializado


de inform ación o sistema de tratam iento de los datos financieros, relativos a
un determ inado sujeto económ ico. En este texto, los procedim ientos materiales
que utilizarem os para registrar los datos contables se corresponden con los m é­
todos manuales -lá p iz y p a p e l- aplicados por todas las empresas hasta fechas
no m uy lejanas, pues aunque en la actualidad se utilicen dispositivos mecánicos
(por ejem plo, cajas registradoras) y, en m ayor medida, electrónicos (equ ipos y
program as inform áticos), los fundam entos conceptuales siguen siendo esencial­
m ente válidos.

1.2. EL SISTEM A D E IN FO R M A CIÓ N C O N T A B LE

Cualquier sistema de in form ación realiza tres funciones esenciales: 1.a) Se­
lecciona los datos que son de interés para el sistema; 2.a) Procesa la inform ación
seleccionada y, 3.a) Elabora inform es a través de los cuales se resumen y clasifi­
can los datos previam ente procesados.

El sistem a de in form ación contable desarrolla esta m ism a actividad para


lo cual selecciona, procesa y resum e los datos financieros relevantes que a fec­
tan directam ente a una determ inada entidad econ óm ica o sujeto contable. En
el Cuadro 1.1 se m uestra la secuencia de funciones básicas propias de todo
sistema contable.

■ Cuadro 1.1.
1.a) Identificación 4.a) Elaboración
Fu nd o n es básicas
de los hechos 2.a) Valoración 3.a) Registro de estados
desem peñadas
contables contables
por el sistem a de
información contable

El alcance de cada uno de estos com etidos es el siguiente:

1. Id e n tific a c ió n de los h ech o s con tables. La prim era tarea consiste en


seleccionar aquellos acontecim ientos que habrán de ser procesados por
el sistema, esto es, el conjunto de hechos económ icos con incidencia re­
levante y directa sobre el patrim onio del sujeto contable. En adelante,
nos referirem os a estos acontecim ientos con la denom inación de hechos
contables.

2. V a lora ción . La contabilidad se expresa preferentem ente en térm inos m o ­


netarios, p o r lo cual, una vez identificados los hechos contables, han de
traducirse a unidades de la m oneda que proceda (euros, dólares, etc.). La
valoración, p o r tanto, consiste en m edir en unidades monetarias el efecto
financiero de las transacciones u operaciones que afectan a la Contabilidad.
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P rim e ra p a rte : Fu n d am en to s co n cep tu ales

En ocasiones esta cuantificación requerirá elegir entre criterios de va lo­


ración alternativos o recurrir a m étodos estimativos, p o r lo que las cifras
contables no están exentas de un cierto grado de subjetividad, a pesar de
la exactitud aritm ética que caracteriza a los estados contables.

3. R e g is tro . U na ve z identificados y valora d os los hechos contables se


p ro c ed e a la rep resen tación y registro sistem ático de los m ism os. El
m ilen a rio m éto d o de rep resen tación u niversalm ente u tiliza d o en con ­
tabilidad, cu alqu iera que sea el soporte m aterial u tilizad o, seguirá las
pautas del d en om in ado m étodo de la partida doble, que se estudia en
el C apítulo 3.

4. E la b o ra c ió n de in fo rm e s (estados contables, estados fin a n c ie ro s o


cu en ta s an u a les). Periódicam ente, esto es, al final de cada mes, trim es­
tre o año, han de prepararse unos inform es, denom inados estados conta­
bles o estados financieros, al objeto de resum ir y clasificar la inform ación
financiera derivada de los hechos contables previam ente registrados. Los
estados financieros que, por im perativo legal, han de elaborar y publicar
anualmente las empresas se denom inan cuentas anuales.

E l sistem a de in fo rm a ció n contable re a liza una serie de actuaciones su­


cesivas que coinciden, esencialm ente, con las cuatro funciones que antes se
han descrito. Es, p o r tanto, un sistem a de in form a ció n ec o n ó m ic o -fin a n c iera
que tien e co m o p rin c ip a l co m etid o su m in istra r in fo rm a c ió n útil en el
p ro c e so de to m a de d ecision es económ icas, p e ro constitu ye tam bién una
potente herram ienta de c o n tro l y re n d ició n de cuentas, de los d ire ctivo s y res­
ponsables de la gestión, que era o rig in a ria m en te el ob jetivo p referen te de la
contabilidad.

N o obstante, para d irig ir y gestion ar eficazm en te una u nidad econ óm ica


(p o r ejem plo, una em p resa) es p reciso dispon er de num erosas in fo rm a c io ­
nes de naturaleza no financiera, y p o r tanto no procesadas p o r el sistem a
de in fo rm a ció n contable, relativas a los gustos de los consu m idores, las in ­
novaciones tecn ológicas, las características de nuevos productos y servicios
o los recursos hum anos de la entidad. Estas in form a cio n es suelen articu ­
larse en torn o a un único sistem a, que ha dado en den om in arse sistem a
de in fo rm a ció n p a ra la gestión, in tegrad o p o r un con ju n to de subsistem as
interrelacion ados.

De éstos, el sistem a de in form a ció n contable es, posiblem ente, el subsiste­


m a m ás im portan te p o r tener el co m etid o de procesar los datos económ icos
que serán de u tilidad, tanto para los responsables de los distintos departa­
m entos que co n form a n la unidad econ óm ica, com o para satisfacer las dem an­
das de in form a ció n financiera procedentes de personas o entidades externas
a la em presa.
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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera

1.3. EL S U JE T O O EN TID A D C O N T A B LE

Los sujetos económ icos, atendiendo a la actividad que desarrollan de manera


predom inante, suelen clasificarse en dos grandes grupos: unidades económ icas
de producción y unidades económ icas de consumo.

Mientras que las un idades económ icas de p roducción o empresas tienen


p o r objeto la producción y/o distribución de bienes y/o servicios, las unidades
económ icas de consum o son los destinatarios finales o consum idores de aque­
llos bienes y servicios. Las fam ilias, las Adm inistraciones públicas y las entidades
sin ánim o de lucro (fundaciones, asociaciones, organizaciones no gubernam en­
tales, etc.) son ejem plos de unidades de consum o. Pero tam bién las empresas
para desarrollar su actividad utilizan, entre sus factores de producción, los bie­
nes y servicios producidos p o r otras empresas.

El sistema de in form a ción contable perm ite procesar los datos financie­
ros relativos a cualquier sujeto econ óm ico, tanto si se trata de una unidad de
consum o o de producción, una persona física o jurídica, una entidad privada
o pública. Y el producto de este sistema, los estados contables, hacen siem pre
referencia a un ente econ óm ico concreto al que denom inarem os sujeto conta­
ble o entidad contable.

De esta form a, atendiendo a la actividad desarrollada p o r el sujeto contable,


es posible hacer ya una prim era división de esta disciplina distinguiendo entre
contabilidad de unidades económ icas de prod ucción o contabilidad de empresas
y contabilidad de unidades económ icas de consum o (contabilidad familiar, conta­
bilidad pública y contabilidad de entidades no lucrativas).

El objetivo prioritario de este texto es el estudio de la contabilidad de empresas,


por lo que en el siguiente epígrafe se incluye una definición elemental de empresa
así como una propuesta de clasificación de éstas atendiendo a un doble criterio: el
sector económ ico en el que desarrollan su actividad y la form a jurídica adoptada.

1.4. EM PRESA Y TIPO S D E EM PRESAS

La em presa es una organ ización de recursos productivos, m ateriales y hu­


manos, que tiene p o r objeto la producción y distribución de bienes y servicios.
Los supermercados, los restaurantes, las entidades bancarias, las com pañías de
transporte o las agencias de viajes, son algunos ejem plos de empresas con las
que cotidianam ente nos relacionam os.

Entre los múltiples criterios diferenciadores que se pueden considerar, a la hora


de proponer algún tipo de clasificación de las empresas, nos referirem os a dos:
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P r im e ra p a rte : Fund am en to s con cep tu ale s

a ) Atendiendo al sector económ ico en el que las empresas desarrollan su


actividad productiva

• Em presas del sector primario. Tienen por objeto la explotación de recursos


naturales. Ejemplos: empresas agrícolas, ganaderas, pesqueras o mineras.

0 Em presas del sector secundario. Su actividad consiste en la transfor­


m ación de recursos (m aterias prim as), adquiridos a empresas del sector
prim ario o a otras empresas, en bienes aptos para ser utilizados p o r los
consum idores finales o p o r otras empresas (productos term inados). Las
empresas que actúan en este sector se denom inan industñales o de fabri­
cación. Ejem plos: empresas autom ovilísticas, empresas de fabricación de
muebles, empresas constructoras, etc.

c Em presas del sector terciario. Suelen denominarse, genéricam ente,


empresas de se?vicios, distinguiéndose dos tipos básicos:

o Empresas comerciales. Su actividad productiva consiste, esencialmente,


en acercar y poner a disposición de los consumidores finales los bienes
que éstos demandan. Las grandes superficies comerciales, los supermer­
cados y los com ercios m inoristas son ejem plos suficientemente ilustrati­
vos de este tipo de empresas.

o Empresas de servicios en sentido estricto. Desarrollan su actividad en


sectores com o el turism o (hoteles y agencias de viajes), el sector finan­
ciero (entidades bancarias y com pañías de seguros), la enseñanza, la
sanidad, la seguridad, la consultoría, el asesoram iento, etc. Tam bién
prestan servicios los profesionales, de m anera individual o asociada,
tales com o contables, auditores, economistas, m édicos o abogados.

En este texto se alude, exclusivamente, a la problem ática contable propia de


las empresas com erciales y de servicios, si bien conviene advertir que las em pre­
sas que actúan en los sectores prim ario y secundario de la econom ía precisan
realizar tam bién una buena parte de las actividades propias de aquéllas, pues
una de sus tareas inexcusables será la com ercialización y venta de su produc­
ción. P o r ello, los conceptos y procedim ientos objeto de estudio son aplicables
a cualquier tipo de empresa, con independencia del sector en el que desarrolle
su actividad.

b ) Atendiendo a la form a jurídica

Las empresas pueden adoptar dos form as jurídicas básicas: individual (em ­
presas individuales) o societaria (sociedades mercantiles). Las em presas in d i­
viduales son unidades económ icas de producción cuya titularidad corresponde
a una única persona natural o física. P o r lo general, este tipo de empresas se

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C a p it u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera 29

crean para gestionar negocios de pequeña dim ensión, al frente de los cuales
suele figurar el p rop io dueño. L a em presa individual carece de personalidad ju rí­
dica independiente, p o r lo que el propietario, si la em presa resultase insolvente,
habrá de responder de las obligaciones contraídas p o r ésta con su patrim onio
personal. En cam bio, para la contabilidad, una em presa de este tipo es un sujeto
contable autónom o e independiente de su propietario o dueño. Las empresas
individuales adoptarán una denom inación específica, que podrá co in cid ir o no
con el nom bre de su propietario; asim ism o, el responsable de la adm inistración
y gestión de la em presa individual podrá ser el propio dueño o un profesional
contratado al efecto.

La configuración ju rídica de este tipo de empresa, ju nto con la lim itada ca­
pacidad económ ica en m uchos casos del em presario individual, hace que en la
actualidad esta figura goce de escaso atractivo, incluso para la explotación de
negocios de pequeña dimensión.

En cam bio, las sociedades m ercantiles son entidades ju ríd ica y económ ica­
mente independientes de sus propietarios o socios, que facilitan la consecución
de dos objetivos fundamentales:

Acum ular el capital necesario para acom eter actividades que precisan la
inversión de im portantes sumas de dinero.

Lim itar la responsabilidad contraída por los socios respecto a los resulta­
dos derivados de la gestión de aquéllas.

Con carácter general, la legislación m ercantil española establece dos requi­


sitos para constituir una sociedad: el otorgam iento de escritura pública ante
notario y su inscripción en el R egistro M ercantil. Una vez realizada dicha ins­
cripción, la sociedad adquiere personalidad ju rídica propia y con ella la capa­
cidad necesaria para intervenir en la actividad económ ica (contratar, comprar,
vender, etc.). Los principales tipos de sociedades m ercantiles se relacionan en el
Cuadro 1.2.

B C uad ro 1.2.
A) Sociedades personalistas Tip o s de sociedades
• Sociedad Colectiva (S.C.)
m ercantiles y siglas
• Sociedad en Com andita o Com anditaria (S. en Com .)

B) Sociedades de capital
• Sociedad de Responsabilidad Lim itada (S.R.L. o S.L.)
• Sociedad Anónim a (S.A.)

Atendiendo a la fo rm a ju ríd ica adoptada, una sociedad m ercantil estará in ­


cluida en alguna de las dos categorías siguientes: sociedades de tipo personalista

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P r im e ra p a rte : Fund am ento s con cep tu ale s

o sociedades de capital. M ientras que en las prim eras se m antienen algunas de


las características propias de las empresas individuales, en las sociedades de
capital su relación con los socios se fundam enta en el com p rom iso econ óm ico
asumido p o r éstos frente a la p rop ia sociedad.

A ) S o cie d ad e s p erson alistas. La legislación m ercan til española regula


dos tipos de sociedades personalistas: las colectivas y las sociedades en c o ­
m an dita o com anditarias.

En las sociedades colectivas (S.C.) los socios responden de los com prom isos
adquiridos p o r la sociedad ilim itada y solidariam ente, y la representación y ges­
tión de la sociedad recaerá en uno de los socios. L a im portancia de la identidad
de los socios se m anifiesta en el prop io nom bre o razón social de este tipo de
entidades, pues éste ha de form arse con el de todos o alguno de los socios; en
este ú ltim o caso se añadirá la expresión «y C om pañía» (ejem plo: Juan L ó p ez y
Cía., S.C.).

Las sociedades en com andita o com anditarias (S. en C om .) incorporan dos


clases de socios: los colectivos, cuya responsabilidad y participación en la ges­
tión de la sociedad tiene el m ism o alcance que el atribuido a los socios de las
colectivas; y los com anditarios, cuya responsabilidad se reduce a aportar a la
sociedad el capital com prom etido.

B ) Sociedades de capital. Estas sociedades constituyen la figura idónea,


tanto para agrupar grandes sumas de capital com o para lim itar la responsabi­
lidad económ ica de los socios. Los dos tipos básicos de sociedades m ercantiles
de capital regulados p o r el derecho español, la Sociedad de Responsabilidad
Lim itada y la Sociedad Anónim a, tienen com o rasgo sustantivo y com ún que la
responsabilidad de los socios se lim ita a la aportación económ ica com prom etida
p o r éstos.

0 Sociedad de Responsabilidad Lim itada (S.R.L. o S.L.). E l capital m ínim o ne­


cesario para su creación es 3.005,06 euros, que habrá de ser desembolsado
en su totalidad p o r los socios (o el socio) en el m om ento de constituirse
la sociedad. E l capital social estará dividido en títulos denominados par­
ticipaciones sociales y los estatutos de cada sociedad pueden incorporar
cláusulas que lim iten su transmisibilidad.

® Sociedad A nón im a (S .A .). Su capital social, dividid o en títulos librem ente


transmisibles denom inados acciones, no podrá ser in ferior a 60.101,21
euros. E l capital de las sociedades anónimas ha de estar íntegram ente
suscrito p o r los accionistas y desembolsado, al menos, en una cuarta
parte, tanto en el m om ento de su constitución com o en las posteriores

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C a p it u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera 31

am pliaciones que pudieran acordarse. E l com prom iso de los accionistas


se lim ita a la aportación del va lor de las acciones suscritas, y no asumen
ninguna responsabilidad personal en relación con las deudas contraídas
por la sociedad.

Am bos tipos de sociedades de capital pueden crearse o devenir un iperso­


nales, lo que indica que son propiedad de un único socio, persona natural o
jurídica. En este caso se denom inan Sociedad Lim itada Unipersonal (S .L .U .) o
Sociedad A nónim a Unipersonal (S.A .U .), respectivamente.

1.5. LO S USUARIOS D E LA IN FO R M A CIÓ N FIN A N C IER A

La inform ación financiera elaborada y publicada p o r cada sujeto contable


tiene com o potenciales destinatarios un am plio colectivo de usuarios, con in­
tereses m uy diversos, para quienes los estados contables constituyen la más
im portante y con frecuencia la única fuente de datos financieros relativos a la
entidad em isora de la inform ación.

Suelen distinguirse dos grandes grupos de usuarios: los usuarios externos,


que carecen de atribuciones directas con respecto a la gestión empresarial, y los
usuarios internos o responsables de la gestión. A su vez, dentro del grupo de
usuarios externos, cabe diferenciar entre quienes m antienen algún tipo de vin­
culación contractual con la em presa y aquellos interesados en la evolución de
ésta que carecen de vín cu lo contractual.

En el Cuadro 1.3 se identifican los principales usuarios de la inform ación


contable, clasificados de acuerdo con los criterios apuntados.

[ 1 Cuadro 1.3.
Socios y accionistas.
Clasificación
Vinculados Em pleados.
contractualm ente a la Hacienda Pública. de los potenciales

em presa, de manera Entidades bancarias. usuarios


permanente o esporádica Proveedores. de la información
USUARIOS Clientes, etc. contable
EXTERNO S
Inversores potenciales.
Organism os públicos.
Sin relación contractual
Sindicatos y Organizaciones empresariales.
con la empresa
Em presas com petidoras.
Público en general.

Adm inistradores.
USUARIOS Responsables de la
Directivos.
INTERNOS gestión
Empleados (en razón de su actividad laboral).

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

1.5.1. Necesidades de los usuarios externos

A pesar de la diversidad de intereses y, consecuentemente, las diferentes ne­


cesidades inform ativas de los colectivos indicados, es posible enunciar, a título
orientativo, algunos objetivos particulares de cada uno de ellos.

a) Socios y accionistas (propietarios de la empresa). Precisarán inform ación,


esencialmente, para decidir sobre la conveniencia de mantener, reducir o
increm entar su participación en la em presa em isora de la inform ación.
b) Empleados. Sus necesidades de in form ación estarán directam ente relacio­
nadas con sus preocupaciones respecto a la em presa de la que dependen:
perspectivas económ icas, continuidad del negocio, m ejora de sus retribu­
ciones o posibilidades de prom oción.
c ) Hacienda Pública. Una parte de los impuestos que las Adm inistraciones
públicas recaudan proceden de las empresas y han de ser reconocidos por
éstas en sus registros contables. Además, la cuantía de algunos impuestos,
com o el que grava la renta o beneficio empresarial, se calcula a partir de la
inform ación elaborada p o r el sistema contable.
d) Entidades bancarias. Las entidades bancarias, además de prestar num e­
rosos servicios a las empresas, suelen ser sus principales financiadores o
prestamistas externos. Para ello, necesitan conocer la inform ación finan­
ciera relativa a las empresas prestatarias, al objeto de determ inar si éstas
serán capaces de devolver a su vencim iento los com prom isos adquiridos,
tanto p o r el capital prestado com o p o r los intereses estipulados, o para
decidir sobre las solicitudes de nuevos préstamos.
e) Proveedores y otros acreedores. Este co lectivo en globa a los prestam istas
no fin ancieros de la em presa, esto es, los su m inistradores de los bienes
y servicios adqu iridos p o r la em presa a m enudo con p a go aplazado. Sus
intereses serán, en cierto m odo, sim ilares a los descritos p ara las en ti­
dades bancarias. N o obstante, si, co m o es habitual, el p la zo de pago que
con ceden es in fe r io r al otorga d o p o r aquéllas, su prin cip a l necesidad
será dispon er de la in fo rm a ció n que les p erm ita co n o ce r la capacidad
de la em presa para atender sus pagos a co rto p la zo, esto es, evalu ar su
liqu id ez.
f ) Clientes. Este colectivo, form ado p o r los adquirentes habituales de los bie­
nes y servicios producidos p o r la empresa, dem andará inform ación a ésta
con el fin esencial de evaluar su continuidad, especialm ente cuando su ac­
tividad dependa de m anera im portante de estas adquisiciones.

L os colectivos anteriores constituyen ciertam ente los principales usuarios


de la in fo rm a ció n con table pu blicada p o r las em presas. Sin em bargo, dado
el carácter social de la actividad desarrollada p o r éstas, en la actualidad se
adm ite que cu alquier persona o co lectivo -e l p ú b lico en genera l- puede tener
algún tip o de interés le g ítim o referid o a las unidades econ óm icas que actúan
en el m ercado.

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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera

Entre los potenciales usuarios de la inform ación contable, sin relación con­
tractual con la em presa em isora de aquélla, suelen señalarse los Organismos p ú ­
blicos, encargados de regular determ inados aspectos de la actividad económ ica;
los Sindicatos y Organizaciones empresariales, p o r su papel de m ediadores en el
m ercado del trabajo; las empresas com petidoras o los analistas financieros.

Pero se plantea un interrogante, ¿qué inform ación financiera es la más ade­


cuada para satisfacer simultáneamente necesidades tan amplias y diversas? A este
respecto suele aceptarse que la inform ación que permita cubrir las necesidades de
los propietarios (socios y accionistas), que son quienes soportan un riesgo mayor,
cubrirá también muchas de las necesidades de la m ayoría de los demás usuarios.

1.5.2. Necesidades de los usuarios internos

A l igual que los usuarios externos, tam bién los directivos y gestores de la em ­
presa, cada uno en su respectiva área de responsabilidad, dem andan in form a­
ción financiera. Así, en el área de producción debe decidirse qué bienes producir,
en el área financiera qué volum en de recursos se precisan y cóm o obtenerlos, y
el responsable del área com ercial necesitará inform ación que le perm ita deter­
m inar el precio de venta de los bienes y servicios que la em presa puede producir.

Los responsables de la gestión de la empresa utilizarán también la información


financiera destinada a los usuarios externos, pero precisan, asimismo, de otros tipos
de informaciones adicionales al objeto de desempeñar la función que les está enco­
mendada de manera privativa, esto es, la planificación y el control de la actividad
desarrollada por la entidad contable.

Este tipo de datos conforman la denominada información contable para la gestión.


Se trata, por lo general, de una información más desagregada que la comunicada a
los usuarios externos, que se elabora con tanta frecuencia com o lo exijan las propias
necesidades directivas e incluye datos de naturaleza financiera y no financiera.

1.6. O B JET IV O S Y R EQ U ISITO S D E LA IN FO R M A CIÓ N


FIN A N C IER A
El Plan General de C ontabilidad1, al referirse a los objetivos de las cuentas
anuales, señala que éstas deben m ostrar la imagen fiel del patrim onio, de la situa­
ción financiera y de los resultados de la empresa, de conform idad con las dispo­

p e l contenido, estructura y o b lig a to rie d a d d el P lan G eneral d e C o n ta b ilid ad se da cuenta en el


últim o ep ígra fe d e este ca p ítu lo y en el C apítu lo 14.
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P r im e ra p a rte : Fu n d am en to s co n cep tu ales

siciones legales, así com o prop orcion ar inform ación útil, clara y com prensible,
para que los usuarios puedan tom ar sus decisiones de m anera fundamentada.

Y com o los usuarios externos no participan en el proceso de elaboración


de la in form a ción contable, para garantizarles su utilidad y credibilidad, di­
cha in form ación ha de form ularse de acuerdo con un conjunto de requisitos o
características cualitativas que las norm as contables han de respetar.

En el Cuadro 1.4 se muestra, junto a los citados objetivos, el catálogo y cla­


sificación de los requisitos exigidos, de acuerdo con lo establecido p o r el Plan
General de Contabilidad en su m arco conceptual, siendo la relevancia y la fiabi­
lidad los dos requisitos prim a rios o básicos. En los párrafos siguientes se esboza
el alcance de ambos, de los requisitos secundarios (com parabilidad y claridad)
así com o de las restricciones que han de tenerse en cuenta para conseguir un
adecuado equ ilibrio entre todo este entram ado de cualidades.

Relevancia. Una inform ación es relevante cuando es útil para la tom a de de­
cisiones económicas, esto es, cuando ayuda a evaluar sucesos pasados, presentes
o futuros, o bien confirm ar o corregir evaluaciones realizadas anteriormente. Se
dice que, en particular, para cum plir con este requisito es necesario que las cuen­
tas anuales m uestren adecuadamente los riesgos a los que se enfrenta la empresa.

uadro 1.4.
'bjetivos y requisitos OBJETIVOS IMAGEN FIEL UTILIDAD
e la información
Tandera

R E L E V A N C IA F IA B IL ID A D

• N eutral
REQUISITOS Valor pred ictívo
• C o m p le ta

C O M P A R A B IL ID A D C L A R ID A D

• Tem poral ° Fo rm ació n en


“ Esp acial C o n tab ilid ad y Finanzas

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C a p it u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera

F iabilidad. La in form a ció n contable debe expresar con el m áxim o rig o r las
características básicas y condiciones de los hechos reflejados, circunstancia
que, ju n to con la relevancia, persigue garantizar su utilidad. La in form a ció n
se considera fiable cuando está libre de errores m ateriales y es neutral, esto es,
cuando no fa vorece los intereses de ningún colectivo de usuarios en particular.
Una cualidad derivada de la fiabilidad es la integridad que se alcanza si la infor­
m ación es com pleta, esto es, si contiene todos los datos que pueden influir en
la tom a de decisiones sin o m itir ninguna in form ación significativa.

C om parabilidad. La inform ación com unicada en las cuentas anuales debe


ser com parable tanto en el tiem po com o con la publicada por otras empresas, en
especial aquéllas que actúan en el m ism o sector económ ico. Sólo de esta form a
los usuarios serán capaces de evaluar la tendencia de las magnitudes financie­
ras que sean de su interés. Este requisito exige que las transacciones o hechos
contables de sim ilar naturaleza se valoren y representen utilizando m étodos y
procedim ientos contables uniform es a lo largo del tiem po.

Claridad. Im plica que los usuarios de las cuentas anuales, m ediante un exa­
men diligente de la inform ación, puedan form arse ju icios que les faciliten la
toma de decisiones, siem pre que posean un razonable conocim iento de las acti­
vidades económ icas, la contabilidad y las finanzas empresariales.

N o obstante, en la práctica, existen restricciones que no pueden obviarse a


la hora de contabilizar e in form ar sobre una determ inada operación o aconteci­
miento. Tales restricciones son:

Oportunidad o periodicidad adecuada. La inform ación financiera debe


ofrecerse en tiem po oportuno.

Razonabilidad. En algunos casos la inform ación financiera no podrá ser


exacta en todos sus extrem os, p o r lo que, en tales circunstancias, habrá de
perseguirse una aproxim ación adecuada y suficiente.

Economicidad. El coste de elaborar y comunicar la información financiera es


también un aspecto a considerar; en ocasiones, suministrar una información
con niveles máximos de relevancia y fiabilidad puede suponer un coste excesivo.

Nótese que las características cualitativas enunciadas representan un con­


junto de requisitos estrecham ente interrelacionados y, a veces, contradictorios
entre sí. P o r ejem plo, la com unicación oportuna en el tiem po de un determ i­
nado acontecim iento frecuentem ente conllevará el desconocim iento de ciertas
consecuencias que del m ism o puedan derivarse, en detrim ento del requisito de
fiabilidad. Y a la inversa, la dem ora en la com unicación de una determinada
información puede suponer que ésta sea verificable en todos sus extrem os, pero
quizás por ello haya perdido en parte su relevancia.

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P o r tanto, la inform ación financiera habrá de perseguir la consecución de un


equilibrio óptim o entre todos aquellos requisitos, y entre la relevancia y la fiabi­
lidad en particular, más que la búsqueda de niveles m áxim os de cum plim iento
en todos ellos. Este com etido sólo podrá conseguirse con el concurso del buen
criterio y ju icio profesional del experto contable.

1 .7 . c o n t a b i l i d a d f in a n c ie r a y c o n t a b ilid a d
D E G ES T IÓ N
Considerando las necesidades de los dos grupos principales de usuarios (exter­
nos e internos), se pueden diferenciar dos tipos básicos de inform ación contable:

• L a inform ación contable externa o -financiera elaborada preferente­


m ente para satisfacer las demandas de los usuarios externos. Este es el
objeto de estudio de la disciplina denom inada Contabilidad financiera,
Contabilidad general o Contabilidad externa.

• La inform ación contable interna o de gestión, cuyos únicos destinata­


rios serán los directivos de la propia entidad em isora de la misma. Su es­
tudio corresponde a los dom inios de la Contabilidad de gestión, de costes,
interna o directiva.

Las principales diferencias entre ambas disciplinas contables se recogen en el


Cuadro 1.5. Los rasgos diferenciadores entre la Contabilidad financiera y la Con­
tabilidad de gestión obedecen, tanto a las distintas necesidades de cada grupo de
usuarios com o a su diferente posición e influencia en el proceso de elaboración
de la inform ación contable.

Cuadro 1.5.
C O N TA B ILID A D C O N TA B ILID A D
Diferencias entre
FIN A N C IER A D E G ES T IÓ N
la Contabilidad
USUARIO S E X T E R N O S E IN TERN O S IN TER N O S
financiera y
la Contabilidad Fiabilidad
Características cualitativas
(objetividad y Relevancia y oportunidad
de gestión dominantes
verificabilidad)

- Predom inantem ente


- Histórica y previsional
histórica
Naturaleza de la información - Financiera y no financiera
- Financiera (monetaria)
- A lt o grado de detalle
- Muy agregada

Sujeta a la legislación No sujeta a normas


Regulación
mercantil externas
Periodicidad Según necesidades
Mínima: una vez al año
de los informes emitidos de los directivos

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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera

Con respecto a las características cualitativas dominantes, se requiere que la


inform ación financiera com unicada a terceros sea ante todo fiable, mientras que
en la inform ación destinada a los usuarios internos han de prim ar la relevancia
y la oportunidad.

En cuanto a la naturaleza de la in form a ción , mientras que la externa incluirá


preferentem ente datos financieros m uy agregados, expresados en unidades m o ­
netarias, la inform ación interna ha de considerar datos financieros y no financie­
ros, com unicados con el nivel de desglose que en cada caso se juzgue necesario.

Otra diferencia fundam ental reside en la muy distinta incidencia que sobre
unos y otros datos tiene la legislación m ercantil en materia contable. En tanto que
existe una detallada norm ativa reguladora de la inform ación contable externa,
la Contabilidad de gestión no está som etida a norm ativa alguna, debiendo ajus­
tarse únicam ente a las necesidades específicas de sus destinatarios.

Uno de los extrem os regulados p o r la legislación m ercantil es el relativo a la


periodicidad m ín im a con la que han de elaborarse los estados contables exter­
nos. Éstos, con carácter general, habrán de depositarse en un registro público
-e l R egistro M ercantil-, garantizándose de este m odo su publicidad y posibili­
dad de consulta p o r cualquier persona interesada.

En este texto serán objeto de estudio los fundamentos de la Contabilidad


financiera, en relación con las cuatro funciones básicas atribuidas a la misma,
esto es, identificación, valoración y registro de los hechos contables, así com o la
form ulación y presentación de los estados financieros principales.

1.8. NORMATIVA C O N T A B LE Y PLAN G E N E R A L


D E CO N TA BILID A D
En los últim os años ha avanzado notablem ente un am bicioso proyecto, de
alcance internacional, tendente a conseguir una m ayor uniform idad y compara-
bilidad de la inform ación financiera empresarial. Este proceso ha tom ado com o
referente la norm ativa em itida p o r el International Accounting Standards
Board (IA S B ), organism o privado de carácter profesional y vocación interna­
cional, tam bién conocido p o r las siglas C N IC (Consejo de N orm as Internacio­
nales de Contabilidad). Los pronunciam ientos del IASB incluyen las Norm as
Internacionales de Contabilidad (N IC ) y las N orm as Internacionales de Infor­
mación Financiera (N IIF ), que regulan el tratam iento contable de las principales
partidas de los estados financieros.

Desde el año 2002, la Unión E u rop ea ha aprobado varias disposiciones que


obligan o recom iendan a las empresas europeas y a los Estados m iem bros a

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adoptar las norm as del IASB. Para que estas norm as sean de aplicación obliga­
toria en la Unión Europea han de ser aprobadas por la Com isión y publicadas
com o R eglam ento en el D iario Oficial de la Unión Europea (D O U E ) en las dife­
rentes lenguas oficiales reconocidas.

Adem ás de los Estados m iem bros de la Unión Europea, muchos otros países
de todos los continentes han adoptado tam bién las norm as del IA S B o las han
incorporado a sus propias regulaciones. Está en curso, asim ism o, el proceso
de convergencia de las N IC /N IIF con la influyente regulación norteam ericana,
recogida en los denom inados U.S. G A A P (U nited States Generally Accepted Ac-
counting Principies).

En España, los grupos empresariales con títulos cotizados en Bolsa vienen


aplicando desde el año 2005 las normas del IASB, p o r im perativo de la Unión
Europea, para la elaboración de los estados financieros del grupo o cuentas con ­
solidadas. La norm ativa contable relativa a las cuentas individuales de las em ­
presas españolas así com o a las cuentas consolidadas de los grupos no cotizados
es potestad de las autoridades nacionales, que optaron por elaborar un nuevo
P lan G en eral de C on tabilidad (P G C ), vigente desde el 1 de enero de 2008,
adaptado en lo esencial a las N IC /N IIF que habían sido convalidadas hasta aque­
lla fecha p o r la Unión Europea, tarea realizada en el seno del Instituto de Con­
tabilidad y Auditoría de Cuentas (IC A C ) que es un organism o dependiente del
M inisterio de E conom ía y Hacienda.

El citado PGC es un texto legal aprobado m ediante el Real Decreto 1514/2007,


de 16 de noviem bre, en el que se regula la contabilidad financiera em presarial y
representa la convergencia, en los aspectos fundamentales, de la regulación con­
table española con la norm ativa del IASB. Tal com o se muestra en el Cuadro 1.6,
el PGC se desarrolla en cinco partes, además de una am plia Introducción expli­
cativa, de las cuales sólo las tres prim eras son obligatorias en todo su contenido2.

Cuadro 1.6.
PARTES D EN O M IN A C IÓ N CARÁCTER
Estructura del
Plan General Introducción Explicativo
d e C ontabilidad
Primera Marco conceptual de la Contabilidad O bligatorio
y obligatoriedad
Segunda Norm as de registro y valoración O bligatorio

Tercera Cuentas anuales O bligatorio

Cuarta Cuadro de cuentas No vinculante

Quinta Definiciones y relaciones contables No vinculante (')

ri E xc e p to cuan do con tien en c riterio s de re gistro o d e valoración .


2 S im u ltán eam en te a este P G C se a p ro b ó el Plan G eneral de C ontabilidad de Pequeñas y Medianas
Em presas (R e a l D ecreto 1515/2007, d e 16 d e n o vie m b re), de s im ila r estructura, que p od rá ser
o p c io n a lm e n te a p licad o p o r las P ym es y p o r las d en om in ad as m icroem presas.
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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera

En la Introducción se explican las características fundam entales del propio


PGC y sus principales diferencias con el anterior Plan General de Contabilidad,
publicado en 1990.

L a prim era parte, M a rco conceptual de la Contabilidad, establece los do­


cumentos que integran las cuentas anuales y sus objetivos generales, así com o
los requisitos, principios y criterios contables de reconocim iento y valoración
que han de aplicarse. Se definen, asim ism o, los denom inados “elem entos de las
cuentas anuales” , cuyo estudio se aborda en este manual en los Capítulos 2 (E le ­
mentos del balance) y 4 (Elem entos de la cuenta de resultados).

La segunda parte, Norm as de registro y valoración, desarrolla los princi­


pios contables y otras disposiciones contenidas en la prim era parte. En ella se
recogen, asim ism o, los criterios de registro y valoración de las distintas transac­
ciones y elem entos patrim oniales de la em presa desde una perspectiva general.

La tercera parte, Cuentas anuales, incluye las normas de elaboración de estos


documentos así com o los form atos o m odelos -norm ales y abreviados- que han
de utilizarse y que se muestran en el Capítulo 14.

La cuarta parte, Cuadro de cuentas, contiene codificados en form a decim al


los grupos (un d ígito), subgrupos (dos dígitos) y cuentas (tres, cuatro y cinco
dígitos) acom pañados de un título expresivo de sus contenidos, declarando que
con este cuadro de cuentas no se intenta agotar todas las situaciones que en la
realidad del m undo em presarial pueden producirse. El Cuadro de cuentas del
PGC se reproduce en anexo a este libro.

Por últim o, en la quinta parte, Definiciones y relaciones contables, se defi­


nen las distintas cuentas y partidas que figuran en las Cuentas anuales, especi­
ficando los principales m otivos que determ inan sus m ovim ientos a lo largo del
ejercicio contable.

En los siguientes capítulos se analizan progresivam ente los contenidos esen­


ciales del Plan General de Contabilidad, esto es, sus fundam entos conceptua­
les y aquellas reglas o disposiciones que son de aplicación obligatoria: m arco
conceptual, criterios de valoración y registro, y presentación de la inform ación
(form atos o m odelos de cuentas anuales).

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M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

Cu e s t io n a r io

ip o TEST
Elija la m ejor respuesta:

1. El principal objetivo de la Contabilidad debe ser:


□ A. Proporcionar información útil a los usuarios de los informes contables.
□ B. Registrar, clasificar y resumir los datos financieros.
□ C. Calcular los impuestos que gravan el beneficio empresarial.
□ D. Calcular los dividendos que han de pagarse a los accionistas.

2. ¿Cuál o cuáles de las siguientes son funciones primarias del sistema contable?
□ A. Valorar las transacciones económicas.
□ B. Formular periódicamente estados de síntesis.
□ C. Tomar las decisiones de inversión importantes.
□ D. Las descritas en A y B.

3. ¿Cuál de las siguientes empresas pertenece al sector terciario?


□ A. Un supermercado.
□ B. Una agencia de transportes.
□ C. Una asesoría contable y fiscal.
□ D. Todas las anteriores.

4. ¿Cuál es el significado del término “limitada” cuando hablamos de Sociedad de Res­


ponsabilidad Limitada?
□ A. El número de socios no puede ser superior a cinco.
□ B. Este tipo de sociedades no puede endeudarse por un importe dos veces
superior a su cifra de capital.
□ C. Los socios no responden con su patrimonio personal de las deudas contraí­
das por la sociedad.
Q D. La responsabilidad de la sociedad no es ilimitada, salvo en casos excepcionales.

5. ¿Qué ventaja ofrece una Sociedad Limitada Unipersonal frente a una empresa
individual?
□ A. Se reduce la responsabilidad del propietario.
□ B. Se evita la liquidación del negocio cuando el empresario cese en su actividad.
□ C. N o se pagan impuestos.
□ D. La contabilidad es más fácil.

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6. ¿Cuál de los siguientes no es un usuario externo de la inform ación financiera?


□ A. Los inversores potenciales.
□ B. Los sindicatos.
Q C. El gerente de ventas.
□ D. El público en general.

7. ¿Cuál de los siguientes no es un usuario interno de la inform ación financiera?


□ A. El gerente de compras.
□ B. Un proveedor de mercancías.
Q C. El Director financiero.
□ D. El Jefe de Contabilidad.

8. Señale el térm ino om itido en la siguiente frase: « L a ________________________________


se consigue cuando las cuentas anuales se ajustan a las disposiciones legales».
□ A. Utilidad.
Q B. Im agen fiel.
□ C. Comparabilidad.
□ D. Comprensibilidad.

9. Para opinar sobre la evolución de la solvencia de una empresa a lo largo del


tiempo, ¿qué requisito ha de respetar, ineludiblem ente, la inform ación contable?
□ A. Relevancia.
□ B. Integridad.
□ C. Comparabilidad.
□ D. Claridad.

10. ¿Cuáles son las dos características cualitativas primarias identificadas por el Plan
General de Contabilidad en su marco conceptual?
□ A. Imagen fiel y utilidad.
□ B. Relevancia y fiabilidad.
□ C. Comparabilidad y claridad.
□ D. Costes y beneficios.

11. ¿Cuál de los siguientes no es un rasgo característico de la inform ación financiera


externa?
□ A. Es de naturaleza histórica.
Q B. Algunas valoraciones son el resultado de estimaciones.
□ C. Es una información muy detallada.
□ D. Es una información muy agregada.

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12. El IASB es una organización.


□ A. Pública, dependiente de la OCDE.
□ B. Pública, dependiente de la ONU.
□ C. Pública, dependiente de la Unión Europea.
□ D. Privada.

13. El organismo público español encargado de elaborar la normativa contable de


carácter general es:
□ A. Banco de España.
□ B. AECA.
□ C. ICAC.
□ D. IEC (Instituto Español de Contables).

14. El vigente Plan General de Contabilidad está adaptado a:


□ A. Las normas del IASB.
□ B. Las normas del IASB aprobadas por la Unión Europea.
□ C. Las normas contables norteamericanas (U.S. GAAP).
□ D. Las normas contables norteamericanas (U.S. GAAP) y a las Directivas de
la Unión Europea.

15. ¿Cuál de las siguientes partes del Plan General de Contabilidad es de aplicación
obligatoria?
□ A. E l marco conceptual.
□ B. Las normas de registro y valoración.
□ C. Las cuentas anuales.
□ D. Todas las anteriores.

B E je r c ic io s

. 1 . CO M PLETA R UNA Rellene los espacios en blanco de la siguiente definición de Contabilidad, utilizando
DEFINICIÓN DE ^os términos y expresiones que se proporcionan después de la misma:
CO N TABILID AD «L a Contabilidad es una disciplina________(a)________ de naturaleza________ (b)______
que tiene por objeto ela b o ra r_______ (c)_______ en términos cuantitativos, relativa a la
realidad______ (d)_______ que se da en una unidad económica, para que los (e) de
dicha información puedan adoptar sus (f) en relación con la expresada unidad
económ ica».

Términos omitidos: decisiones, económica, económico-financiera, información, social y usuarios.

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C a p ít u lo 1: C o n tab ilid ad e inform ación financiera 43

Señale el término o expresión que no guarda relación con los demás, en cada una de 1 .2 . VOCABULARIO
las secuencias que se proponen a continuación en sentido horizontal: Y N O C IO N E S

B Á S IC A S
a) Com prensibilidad Valoración Registro Identificación de los
hechos contables
b) Agencia de viajes Superm ercado Em presa fabricante Caja de ahorros
de vehículos
c) Fuencaliente, Taburiente, S.R.L. Isla Bonita, S.A . Je sú s García
S. en C.
d) Entidades Hacienda Pública Analistas Directivos
bancarias financieros

Relacione los términos y expresiones que figuran en las dos columnas siguientes, 1 .3 . R e l a c io n a r
identificando los pares que guardan algún tipo de relación entre sí: T É R M IN O S Y

1. Actividad económica a. Adquirentes de bienes y servicios E X P R E S IO N E S

2. Clientes b. Auditores de cuentas


3. Proveedores c. Escritura pública
4. Sociedades mercantiles d. Incertidumbre
5. Valoración e. Suministradores de bienes y servicios
6. Verificabilidad f. Unidades monetarias

Indique el término o concepto definido por cada una de las siguientes proposiciones: 1 .4 . S e ñ a l a r
a) «Disciplina que estudia la manera en que las personas y la sociedad utilizan -h a­ L O S T É R M IN O S

ciendo uso o no del dinero- unos recursos productivos escasos para obtener dis­ O M IT ID O S
tintos bienes y distribuirlos, para su consumo presente o futuro, entre las diversas
personas y grupos que componen la socied a d »._____________________
b) «Una organización de recursos productivos, materiales y humanos, que tiene por
objeto la producción y distribución de bienes y servicios»._________________________
c) «Para su constitución legal es preciso que se cumplan necesariamente los dos re­
quisitos siguientes: otorgamiento de escritura pública ante Notario e inscripción
de dicha escritura en el Registro M erca n til».________________________
d) «Conjunto de requisitos exigidos a la información financiera, estrechamente rela­
cionados y, a veces, contradictorios».______________________

En la primera columna figuran un conjunto de términos que forman parte del marco 1 .5 . R e l a c io n a r
conceptual de la Contabilidad y, en la segunda, sus definiciones. Señale los pares correctos. T É R M IN O S C O N
D E F IN IC IO N E S
Térm inos Definiciones
1. Relevancia a. La información refleja fielmente el fenómeno representado.
b. La información debe ser útil para la tom a de decisiones
2. Fiab ilid ad
económ icas.
3. Eco n o m icid ad c. La información contiene todos los datos significativos.

d. Existe uniform idad con la información publicada en períi


4. Integridad
dos anteriores.
e. La información se obtiene y comunica con periodicidad
5. C o m p arab ilid a d
adecuada.
f. El valor de la información justifica el coste incurrido para
6. C laridad
su obtención.
7- O po rtunid ad g- La información es com prensible para cualquier persona
que posea una formación económica básica.
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1
■■■ Elementos del balance

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

H S u m a r io

2.1. Concepto de riqueza o patrimonio


2.2. Concepto de renta
2.3. La ecuación de balance
2.4. Activos, pasivos y patrimonio neto
2.5. Clasificaciones en el Balance de situación
2.6. Clases de activos y catálogo de cuentas
2.7. Clases de pasivos y catálogo de cuentas

O Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
% Cuestionario tipo test
% Ejercicios

■ O b j e t iv o s

D e s p u é s d e e s tu d ia r e s te c a p ítu lo el le c to r ha d e e s ta r c a p a c ita d o p a ra :

1. D e fin ir lo s c o n c e p to s d e riq u e za o p a trim o n io y ren ta o re su lta d o .


2. C o n o c e r la e stru c tu ra b á s ic a d e l In v e n ta rio y d e l B a la n c e d e s itu a c ió n .
3. D e fin ir lo s c o n c e p to s d e a c tiv o , p a siv o y p a trim o n io n e to .
4. En u n cia r las caracte rística s o atrib u to s d e los activo s, p asivo s e xig ió le s y p artid a s d e neto.
5. E s ta b le c e r las p rin c ip a le s a g ru p a c io n e s d e l B a la n c e d e s itu a c ió n .
6. C la s ific a r lo s a c tiv o s y p a s iv o s e x ig ió le s en p a rtid a s c o rrie n te s y no c o rrie n te s .
7. C o n o c e r los títu lo s d e las c u e n ta s q u e p u e d e n u tiliza rse p a ra d e n o m in a r las p a rtid a s
d e b a la n c e m á s h a b itu a le s .

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P r im e r a p a r t e : f u n d a m e n t o s c o n c e p t u a l e s

I n t r o d u c c ió n

En este capítulo se estudian los conceptos, magnitudes y documentos utilizados


en contabilidad para describir la situación patrimonial de una entidad o sujeto con­
table, con referencia a una fecha concreta.

Con este objetivo, en primer lugar, se define el concepto de riqueza o patrimonio


y se describe la configuración básica de los documentos contables que tienen por ob­
jeto representar su composición: el inventario y el balance. También se presenta una
definición elemental del concepto de renta o resultado contable.

A continuación se realiza una primera aproximación a los elem entos del balance
(tradicionalmente denominados "masas patrimoniales") que son las tres magnitudes
que describen la situación económico-financiera de la empresa en un momento dado:
Activo, Pasivo exigible y Neto, y se establece la relación existente entre las mismas
expresada por la denominada identidad patrimonial o ecuación de balance básica.

Posteriormente se definen, de manera más precisa, aquellos tres elementos y se


identifican los atributos que han de cumplir las partidas que figuran en el Balance de
situación de cualquier empresa. Se proporciona, asimismo, un catálogo orientativo
de las rúbricas o títulos de cuentas de balance más habituales, a modo de pequeño
diccionario de consulta.

Finalmente, se detallan los criterios básicos relativos a la formulación y p resen ta­


ción del Balance d e situación, se describen las principales agrupaciones de cuentas
que suelen establecerse en este informe así como los criterios que determinan su
ordenación.

Después del desarrollo teórico del capítulo, que se complementa a menudo con
ejemplos prácticos, se incluyen -al igual que en el resto de los capítulos- tres sec­
ciones adicionales:
• Un ejercicio práctico recapitulativo.
• Un cuestionario tipo test.
• Ejercicios para resolver.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

2.1. C O N C E P T O D E R IQ U EZA O PATRIMONIO

Los sujetos económ icos, sean unidades de consum o o unidades de produc­


ción, precisan disponer de un conjunto de m edios o recursos que constituyen su
riqueza o patrim onio.

El patrim on io se com pone del con ju n to de bienes, derechos y obligaciones o


deudas, susceptibles de ser expresados en unidades monetarias, con que cuenta
todo sujeto e con óm ico en un m om ento determinado para el desarrollo de su ac­
tividad. Señalarem os, a título m eram ente indicativo, algunas de las partidas in­
cluidas en cada una de las tres categorías indicadas:

* B ie n e s : edificios, instalaciones, m aquinaria, equipos inform áticos, m er­


cancías disponibles para la venta o dinero en m etálico.

D e rech o s : créditos concedidos a clientes, depósitos en entidades banca­


rias y las distintas partidas que incorporan derechos de uso tales com o
patentes, marcas o franquicias adquiridas.

O b lig a cio n e s : deudas con proveedores p o r com pras con pago aplazado,
deudas con entidades bancarias o las deudas contraídas con la H acienda
Pública p o r impuestos.

La valoración del patrim on io exige expresar en unidades m onetarias cada


uno de sus com ponentes a los que denom inarem os elem entos patrim oniales.
Y p o r estar integrado el patrim onio p o r elem entos positivos (bienes y derechos)
y negativos (obligaciones o deudas con terceros) su valor se determ inará de la
siguiente form a:

(B IE N E S + D ER EC H O S ) - O B L IG A C IO N E S = VA LO R D E L PATRIM ON IO [1]

E l valor del patrim on io recibe el nom bre de patrim onio neto, neto patrim o­
nial o sim plem ente neto. R epare en los tres aspectos siguientes:

1. L a com posición y el valor del patrim onio se refiere, en todos los casos, a
una unidad económ ica concreta (sujeto o entidad contable).
2. Sólo cabe hablar de patrim on io para aludir a la riqueza atribuible a una
unidad económ ica en una fecha determinada, lo que exige expresar el
valor de la totalidad de los elem entos patrim oniales que com ponen el
m ism o en unidades monetarias.
3. E l valor del patrim onio es una m agnitud residual, obtenida p o r diferen­
cia entre el im porte m onetario atribuido a los bienes y derechos, menos
las deudas contraídas.

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C a p it u lo 2 : Ele m e n to s del balance

La identificación, descripción y valoración de las distintas partidas que confor­


man el patrim onio de una unidad económ ica en una fecha determinada requiere la
realización de un inventario del mismo, para lo cual han de acometerse dos tareas:

a) H acer un recuento físico (contar, pesar, medir, etc.) de todos y cada uno
de los elem entos que integran el patrim on io en esa fecha.
b) Asignar un valor, expresado en unidades monetarias, a cada una de las
partidas resultantes.

El docum ento o in form e que se elabora, para presentar en form a ordenada y


resumida la com posición y el valor del patrim onio, recibe el nom bre de Inven­
tario o Estado de inventario. El proceso de elaboración del m ism o se ilustra
seguidamente apoyándonos en un caso práctico.

Preparar el inventario relativo a la empresa individual JO M A , ferretería propiedad de


D. Jo sé Martínez, que va a iniciar su actividad com ercial. A tal fin se ha recabado la
siguiente información, relativa a la totalidad de los elem entos que componen el patri­
monio de esta em presa, al 31 de diciem bre del año 20X1:

• Un local comercial adquirido recientem ente por 50.000 euros. Este local ha
sido financiado en un 80% m ediante un préstamo hipotecario que ha de de­
volverse en 10 años.

• M ercancías para vender que costaron 16.500 euros y que se desglosan del
siguiente m odo: géneros de ferretería, 15.000 euros y artículos de m enaje,
1.500 euros. Se adeuda a un proveedor 3.200 euros.

• El coste de las estanterías instaladas en el local ascendió a 3.500 euros y por el


m ostrador se pagaron 1.300 euros.

El dinero d isp o n ib le en m etálico ascie n d e a 350 euros y la cuenta co rrien te a la


vista abierta en una entid ad bancaria presentaba en aquella fecha un saldo favo ra­
ble a la em presa de 1.550 euros.

Contando con esta in form ación se puede elaborar un inform e, con las ca­
racterísticas del que se presenta en el Cuadro 2.1, denom inado Inventario, que
muestra la com posición y valoración del patrim onio de esta em presa al 31 de
diciembre del año 20X1.

El Inventario es un docum ento escasamente norm alizado, por lo que tanto la


denominación de las partidas que lo com ponen com o el nivel de desglose de las
mismas es discrecional.

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48 P r im e ra p a rte : Fu n d am en to s co ncep tu ales

Cuadro 2.1. Jo m a , Em presa individual


Estado de inventario Inventario al 31 de diciem bre de 20X1
Partidas Importes

Bienes y derechos

Local comercial ....................................................................................................................................................... 50.000

M ercancías para v e n d e r .................................................................................................................................... 16.500

- Artículos de ferretería ............................................................................................................ 15.000

-A rtíc u lo s de m e n a je ................................................................................................................ 1 -500

In stalacio n es............................................................................................................................................................... 4.800

- Estanterías .................................................................................................................................... 3.500

- M ostrador ...................................................................................................................................... 1-300

Efectivo d is p o n ib le ............................................................................................................................................... 1.900

- M etálico .......................................................................................................................................... 350

- Cuenta corriente a la v is t a .................................................................................................. 1-550 ________

Valor de los bienes y d e re c h o s ....................................................... 73.200

O bligaciones

Préstamo hipotecario .......................................................................................................................................... 40.000

Deuda con los proveedores ........................................................................................................................... 3.200

Valor de las obligaciones .................................................................... 43.200

Patrim onio neto

Bienes y d e re c h o s .................................................................................................................................................. 73.200

O b lig a c io n e s ............................................................................................................................................................. (43.200)

Valor del p atrim o n io .............................................................................. 30.000

La lectura del Cuadro 2.1 perm ite observar:

® En la parte superior, o encabezamiento, se identifica la entidad titular de este


patrimonio, la denominación del inform e y la fecha a la que hace referencia.

° En la parte central, o cuerpo del documento, se describen las distintas par­


tidas que com ponen el patrim onio agrupadas en dos apartados: bienes y
derechos, por un lado, y obligaciones, p o r otro. A los bienes y derechos
se les atribuye un valor igual a su im porte nom inal o al precio de compra
total de los mismos, esto es, incluyendo en su caso la parte no pagada; las
obligaciones se valoran por su valor de reem bolso o im porte a satisfacer
para su cancelación.

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C a p ít u lo 2: Ele m e n to s del balance

Finalm ente, en la parte inferior, se muestra el va lor del patrim onio en


aquella fecha, obtenido p o r diferencia entre el im porte de los bienes y de­
rechos afectos al negocio y el im porte de las deudas contraídas, valorados
ambos grupos de elem entos de acuerdo con los criterios anteriorm ente
apuntados.

Procediendo de esta manera, toda unidad económ ica puede confeccionar en


cualquier m om ento un inventario de su patrim onio, aunque carezca de regis­
tros contables form ales. Anticipando ideas que serán desarrolladas en capítulos
posteriores, conviene señalar que tam bién será preciso realizar un inventario
cuando se quiera in iciar la contabilidad de una em presa ya en funcionam iento
o cuando, una ve z iniciada la contabilidad, se proceda a cerrar el ejercicio. Esto
explica que periódicam ente encontrem os las puertas de algún establecim iento
cerradas y con un letrero que anuncia: «C errado p o r inventario».

2.2. C O N C E P T O DE RENTA

Dado que el ob jetivo fundam ental de la C ontabilidad financiera consiste


en in form a r periód icam en te sobre la com p osición y el va lor del patrim on io
del sujeto contable, así com o de las variaciones que éste haya p o d id o experi­
mentar, es im portan te distingu ir entre los conceptos de riqu eza o patrim on io
y renta o resultado.

Mientras que la riqueza hace referencia a la com posición y el valor del patri­
monio, en un m om ento específico, la renta mide la variación experimentada p o r
el valor del pa trim o n io a lo largo de un período de tiem po. Esta m agnitud se de­
terminará contablem ente por la diferencia entre el im porte de los rendim ientos
producidos p o r aquel patrim on io (ingresos) y el coste de los recursos consum i­
dos para su obtención (gastos), en el m ism o intervalo de tiem po.

En contabilidad, la renta obtenida por la em presa en un período de tiem po


se denomina resultado, y viene determ inado por la diferencia entre los ingresos
obtenidos y los gastos incurridos en aquel intervalo tem poral. Estos conceptos
se analizan m inuciosam ente en el Capítulo 4. Ahora sólo advertirem os que su
significado no es equivalente al de cobros y pagos o entradas y salidas de dinero,
respectivamente, aunque lo más habitual sea que los ingresos se m aterialicen en
cobros y los gastos en pagos.

Nótese, asim ism o, que m ientras la riqueza o p a trim o n io es un v a lo r referido


a un m om ento en el tiem p o - la riq u eza es una m agn itud fo n d o -, la renta hace
referencia a un períod o de tiem p o - la renta es una m a gn itu d flu jo - que vien e
determinada p o r dos corrien tes de signo opuesto: los in gresos y los gastos
correspondientes al m ism o p eríodo.

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2.3. LA E C U A C IÓ N D E B A LA N C E

Un objetivo irrenunciable de todo sistem a contable ha de ser informar, p erió­


dicam ente, sobre la com posición y valoración del patrim on io de la empresa. El
docum ento producido p o r el sistem a contable con esta finalidad recibe el nom ­
bre de B alan ce de situación o Estado de situación financiera, denom inación
esta últim a utilizada p o r las norm as internacionales publicadas p o r el IASB.

U tilizando term inología acuñada en el ám bito de la contabilidad, el elem ento


o masa patrim onial com puesta p o r el conjunto de bienes y derechos recibe el
nom bre de activo, en tanto que las obligaciones o deudas con terceros confor­
man el pasivo exigible. De esta form a la identidad [1 ] sería equivalente a la que
se form ula a continuación, em pleando térm inos contables:

A C T IV O - PASIVO E X IG IB LE = PATRIM ON IO N E TO [2]

Esta expresión de la ecuación de balance describe la estructura patrim onial


desde la óptica de la denom inada teoría de la propiedad o teoría del propietario,
según la cual el activo representa los derechos acumulados en la em presa a favor
del propietario o propietarios de la m ism a; el pasivo exigible las deudas asumi­
das p o r el propietario, y la diferencia entre ambas magnitudes, el valor de la
em presa para sus dueños.

La anterior interpretación resulta adecuada cuando el sujeto contable es una


em presa individual, esto es, cuando la titularidad de la em presa corresponde a
un único propietario que, llegado el caso, responderá con su patrim on io perso­
nal de los com prom isos adquiridos p o r la empresa.

Sin em bargo, el predom inio en el m undo actual de las sociedades de capital,


en las cuales la responsabilidad de los socios es lim itada y la gestión suele estar
encom endada a profesionales ajenos a la propiedad, supone que los propietarios
no puedan ser ya considerados com o dueños directos del activo de la entidad ni
responsables de las deudas contraídas por ésta.

D icha situación ha propiciado la aparición de la teoría de la entidad, que viene


a destacar la singularidad de la em presa com o sujeto independiente, autónom o
y separado del propietario o propietarios de la misma. Desde esta óptica, la ex­
presión de la estructura patrim onial de la em presa es:

A C T IV O = PASIVO E X IG IB LE + PATRIM ONIO N ETO [3]

De acuerdo con la teoría de la entidad, el prim er m iem bro de la anterior


igualdad o activo representa la totalidad de los bienes y derechos de los que es
titular la em presa (sujeto contable), en tanto que el segundo engloba los dere­
chos sobre aquellos activos, tanto de los acreedores (pasivo exigible) com o de los

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propietarios (patrim on io neto o pasivo no exigible). En virtud, asim ism o, de esta


interpretación, el segundo m iem bro de la anterior identidad ha dado en denom i­
narse sim plem ente Pasivo, térm in o que alude a los recursos totales utilizados p o r
la empresa para financiar su activo. Y la expresión [3 ] se convierte en:

ACTIVO = PASIVO [4]

L os dos conceptos expresados en la identidad [4], A ctivo y Pasivo, tienen


un significado m ás relevante si se interpretan desde una óptica económ ico-
financiera, esto es, en térm inos de financiación (origen de los recursos puestos a
disposición de la em presa = pasivo) e inversión (aplicación o destino de aquellos
recursos = activo). Con este enfoque, el Activo representa el con ju n to de inversio­
nes realizadas p o r la empresa, inversiones que van a hacer posible el desarrollo de
la actividad o actividades que constituyen su objeto social. Se dice tam bién, utili­
zando expresiones distintas pero con igual significado, que el activo representa
la estructura económ ica o los capitales en funcionamiento de la empresa.

P o r su parte, el Pasivo en sentido am plio (pasivo exigible + n eto) incluye los


recursos financieros totales puestos a disposición de la empresa p o r propietarios
y acreedores. Se dice p o r ello tam bién que el pasivo representa la estructura
financiera o las fuentes de financiación de la empresa, expresiones paralelas a
las apuntadas anteriorm ente en relación con el activo.

A continuación, y a m odo de resumen, se transcriben un conjunto de iden­


tidades equivalentes, representativas de la relación patrim onial fundam ental o
ecuación de balan ce y descriptivas del significado económ ico-financiero del
informe contable denom inado B alan ce de situación:

ACTIVO = PASIVO EXIGIBLE + NETO Expresiones


ACTIVO = PASIVO equivalentes
IN VERSIO N ES/A PLICA CIO N ES = FINANCIACIÓN / ORÍGENES
ESTRUCTURA ECON ÓM ICA = ESTRUCTURA FINANCIERA
CAPITALES EN FUNCIONAM IENTO = FUENTES DE FINANCIACIÓN

Com o ya se in d icó anteriorm ente, el B a lan ce de situación es el estado fi­


nanciero o estado contable que describe y valora en unidades m onetarias los ac­
tivos y pasivos de una empresa, en una fecha determinada. Este in fo rm e consta
de dos partes que siem pre totalizan el m ism o im porte: el lado derecho, o pa ­
sivo, que in form a del o rigen de los recursos financieros puestos a disposición
de la empresa; y el lado izqu ierd o , o activo, que m uestra el destino dado a
aquellos recursos.

En el Cuadro 2.2 se muestra el Balance de situación de la em presa Joma, al


31 de diciem bre del año 20X1, utilizando la m ism a inform ación que la facilitada
Para elaborar el Inventario presentado en el Cuadro 2.1.

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Cuadro 2.2.
Jo m a, Em presa individual
'.alance de situación Balance de situación
al 31 de diciem bre de 20X1
Activo Pasivo y neto
Local comercial 50.000 Capital .............................. 30.000
Instalaciones .... 4.800 Préstamo hipotecario 40.000
M ercancías ....... 16.500 Proveedores .................. 3.200
E fe c tiv o ............... 1.900
Total activo. 73.200 Total pasivo y neto 73.200

Los Cuadros 2.1 y 2.2 muestran la estructura básica del Inventario y del Ba­
lance de situación, respectivam ente, así com o el distinto nivel de desglose que
suele ofrecer uno y otro. El segundo es un docum ento norm alizado y regulado,
presentando la inform ación m uy agregada.

De acuerdo con el ú ltim o inform e, la expresión cuantitativa de la ecuación de


balance sería la siguiente (enfoque de la teoría del p ropietario):

A C T IV O = PASIVO E X IG IB LE + PATRIM ON IO N E TO
73.200 = 43.200 + 30.000

o bien (enfoque de la teoría de la entidad):

A C T IV O = PASIVO
73.200 = 73.200

A nteriorm ente definíam os los elem entos denom inados A ctivo y Pasivo exigi-
ble. A hora nos proponem os desvelar, en una prim era aproxim ación, el significa­
do del N eto o Patrim onio neto.

Cuando, com o en el caso de la em presa Joma, el balance m uestra la situación


patrim onial de una entidad que no ha iniciado su actividad productiva, el N eto
representa la aportación efectuada p o r el propietario o propietarios. En cam bio,
si se trata de una empresa en fun cionam ien to, esta m agnitud englobará tanto las
aportaciones realizadas p o r los propietarios com o los resultados obtenidos por
la em presa hasta ese m om ento y que no han sido distribuidos. E n el epígrafe si­
guiente se exam inan con m ayor detalle las características y atributos requeridos
a los activos, pasivos exigibles y partidas de neto, p o r tratarse de tres conceptos
esenciales en contabilidad.

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C a p it u lo 2: Ele m e n to s del balance

2.4. A C TIV O S, PASIVOS Y PATRIMONIO N ETO :


D EFIN IC IÓ N Y C A R A C TER ÍSTIC A S
En el epígrafe anterior se definían los conceptos de activo, pasivo exigible y
neto (o patrim on io neto) u tilizando el enfoque tradicional, em inentem ente ju ­
rídico. La creciente com plejidad de las operaciones m ercantiles ha requerido la
form ulación de definiciones más rigurosas de aquellos conceptos, esenciales en
la Contabilidad, que se denom inan elementos del balance.

Estas definiciones, que reproducim os y com entam os a continuación, se re­


cogen en el C ódigo de C om ercio y en el Plan General de Contabilidad, y es­
tán inspiradas en las acuñadas p o r las N orm as Internacionales de Contabilidad
adoptadas p o r la U nión Europea.

2.4.1. Activos

Los activos son los bienes, derechos y otros recursos controlados económ ica­
mente p o r la empresa, resultantes de sucesos pasados, de los que se espera que la
empresa obtenga beneficios o rendim ientos económ icos en el futuro.

El análisis de esta definición perm ite identificar las características o atributos


que han de acom pañar a todo recurso, para que adquiera la condición de activo
de una entidad o sujeto contable específico. Estas características son:

Los activos son los recursos econ óm icos -bienes, derechos u o tro s - cuyo
con trol e con óm ico detenta la empresa. N ótese que la condición prim aria
exigida p o r la definición que ahora analizam os es el “control económ ico”
del recurso y no su propiedad legal en sentido estricto, aunque en la prác­
tica la m ayor parte de los activos de la empresa serán de su propiedad.

Los activos tienen su origen en transacciones u otros acontecim ientos


pasados en los que ha in terven id o en calidad de adqu iren te o recep­
tora la en tidad contable. O rigin an activos, p o r ejem plo, las com pras
realizadas o el p a go an ticipado de varias m ensualidades del alqu iler
de unas oficinas.
Debe destacarse, asim ism o, que las adquisiciones de activos no conllevan
necesariamente la asunción de un coste -aunque éste sea el supuesto
más frecuente-, debido a que algunos recursos pueden obtenerse por
otras vías, p o r ejem plo, m ediante donaciones o subvenciones recibidas
a fondo perdido.

Requisito de probabilidad. Para que un recurso pueda reconocerse en el


balance de una entidad ha de ser probable la obtención, con el concurso
del mismo, de beneficios o rendim ientos económ icos para la entidad en el
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futuro. Dicho con otras palabras, toda partida calificada com o activo ha
de tener v a lo r económ ico para la empresa, tanto si se trata de un v a lo r
de c a m b io -capacidad para ser intercam biado p o r otros activos o para
cancelar deudas contraídas-, com o si representa un v a lo r de uso, esto
es, capacidad para ser utilizado p o r la em presa en su proceso productivo.

La coexistencia de estos tres atributos es condición necesaria para que un re­


curso pueda ser conceptuado com o activo pero, para su inclusión en el balance,
se requiere, además, que el coste del recurso -u otro valor altern ativo- pueda ser
m edido en unidades m onetarias con razonable precisión, a lo que se denom ina
requisito de reconocim iento.

Este ú ltim o requisito, junto con la ausencia de transacción previa, origina


que en los balances de las empresas no se incluyan algunos recursos de induda­
ble valor, tales com o el prestigio, las ventajas derivadas de una buena localiza ­
ción, la fidelidad de la clientela o contar con un personal altamente cualificado.
La dificultad de m ed ir objetivam ente tales “activos” es evidente, y esta es la ra­
zón principal que suele aducirse para justificar su exclusión del balance.

2.4.2. Pasivos (o pasivos exigibles)

Los pasivos se definen com o las obligaciones actuales, surgidas co m o conse­


cuencia de sucesos pasados, para cuya extinción la empresa espera desprenderse de
recursos que puedan p ro d u c ir beneficios o rendimientos económ icos en el futuro.

De acuerdo con esta definición, para que una partida se reconozca o registre
com o pasivo exigible en el balance de una entidad concreta, habrán de concurrir
en ella los siguientes atributos:

1. Que la obligación represente una deuda actual. M ientras que un préstam o


recibido p o r el sujeto contable form ará parte de su pasivo, los sueldos
futuros de los em pleados de la em presa no representan, en el m om ento
presen+e, una ob ligación para ésta.

2. Que la obligación proceda de transacciones u otros sucesos ya aconteci­


dos. Para el nacim iento de un pasivo se requiere que el sujeto contable
haya recibido el activo asociado a aquel pasivo o se haya producido el
acontecim iento causante del com prom iso. P o r ello, la contratación de un
servicio o la m era intención de com prar algo en el futuro no dan lugar al
nacim iento de pasivos.

3. Que sea probable que la extinción de la obligación requiera que la empresa se


desprenda de algún activo. Po r lo general, las deudas se cancelarán entre­
gando efectivo u otro activo, o bien prestando algún servicio al acreedor.
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C a p ít u lo 2: Elem en to s del b alance

Pero, al igual que en el caso de los activos, para que una obligación deba figu­
rar en el pasivo del balance ha de cum plir una condición adicional o requisito
de reconocim iento, que exige que el im porte m onetario de la contraprestación
necesaria para su cancelación, en un m om ento futuro, pueda determ inarse con
un grado de certeza razonable.

Aunque la m ayoría de las obligaciones representan deudas o pasivos cier­


tos, p o r conocerse con total exactitud tanto su cuantía com o su fecha de venci­
m iento, este concepto de ob ligación es más am plio y alcanza tam bién a otros
com prom isos adquiridos aunque su im porte deba ser estim ado. A estos com p ro­
misos se les denom ina pasivos estim ados y las cuentas que se utilizan para su
reflejo en el balance reciben el nom bre de provisiones.

Po r ejem plo, cuando una em presa vende ciertos artículos (autom óviles,
ordenadores, electrodom ésticos, etc.) y concede a sus clientes un período de
garantía, el coste de este servicio postventa representa un pasivo para la em pre­
sa vendedora -p o r el que habrá de contabilizar una provisión -, cuyo im porte
ha de estim ar atendiendo a las características del producto y a la experiencia
acumulada.

2.4.3. Patrimonio neto

El patrim onio neto se define com o la parte residual de los activos de la em ­


presa, una vez deducidos todos sus pasivos, es decir, la diferencia entre el valor
atribuido a los activos y el im porte de las deudas contraídas en una fecha con­
creta, esto es: Patrim on io neto = A ctivo - Pasivo (exigib le). E l patrim onio neto
se presenta en el lado derecho del Balance de situación, com o una m agnitud in­
dependiente que se agrega al pasivo (exigib le), cum pliéndose en todo m om ento
la siguiente identidad o e c u a c ió n de b a la n ce básica :

A C T IV O = PASIVO + PATRIM ON IO N ETO

El patrim onio neto de la em presa se nutre, esencialmente, de:

• Las aportaciones realizadas p o r su propietario o propietarios (socios), ya


sea en el m om ento de su constitución o en fechas posteriores.

• Los beneficios obtenidos p o r la propia empresa y no repartidos entre sus


propietarios, tam bién llam ados resultados retenidos o autofinanciación.

La cifra del Patrim on io neto representa los derechos de los propietarios en


los activos de la entidad contable y suele desglosarse en diversas partidas, aten­
diendo a su procedencia. Tres son las partidas más habituales (las expresiones
en cursiva son los títulos de las cuentas habitualm ente utilizados):
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P r im e ra p a rte : Fu n d am en to s co n cep tu ales

Capital social. Esta partida registra las aportaciones efectuadas a la socie­


dad p o r sus socios. Si se trata de una empresa individual la cuenta que
suele utilizarse para registrar la participación en la m ism a del propietario
se denom ina sim plem ente Capital.

Reservas. Esta cuenta in form a de los beneficios obtenidos p o r la empresa


en ejercicios anteriores a aquél al que se refiere el balance, que no han
sido retirados p o r los propietarios. Es frecuente que las reservas se pre­
senten desglosadas bajo distintos títulos: Reservas legales, Reservas esta­
tutarias o Reservas voluntarías, atendiendo al m otivo de su creación. Si en
los ejercicios anteriores se hubiesen producido pérdidas, éstas figurarán
en cuenta separada con una denom inación adecuada, p o r ejem plo, Resul­
tados negativos de ejercicios anteriores.

Resultado del ejercicio. Esta partida registra el resultado obtenido en el


ú ltim o ejercicio, tanto si fue positivo (beneficio) com o negativo (pérdida).
Si el ejercicio deparó beneficio, su im porte representa un com ponente
positivo del patrim on io neto, p o r lo que figurará con signo positivo; en
caso contrario, m inorará la cifra del patrim onio neto.

Com o el patrim on io neto equivale al im porte m onetario de los activos m e­


nos las deudas, su cuantía dependerá del conjunto de hipótesis y convenios em ­
pleados en contabilidad para valorar los activos y los pasivos exigibles, esto es,
de los denom inados criterios de valoración que irem os analizando en capítulos
posteriores.

Es frecuente referirse al patrim onio neto con otros términos y expresiones, ta­
les com o '.patrimonio, neto patrimonial, neto, recursos propios, fondos propios, pasivo
no exigible o financiación propia. Asimismo, el término pasivo -sin ningún tipo de
adjetivación- se emplea a menudo para aludir a todas las fuentes de financiación
utilizadas por la empresa, esto es, el lado derecho del balance, que incluye el patri­
monio neto (financiación propia) y el pasivo exigible (financiación ajena).

2.5. C L A S IF IC A C IO N E S EN EL B A LA N C E D E SITU A CIÓ N

Cada uno de los tres elem entos o masas patrim oniales que conform an el
balance -A ctivo, Pasivo y Patrim on io neto-, suelen desglosarse en nuevas
agrupaciones cuyos com ponentes han de presentar, igualm ente, características
hom ogéneas. De esta form a, el activo se clasifica, atendiendo a la liquidez rela­
tiva de las distintas partidas que lo com ponen, en dos categorías básicas: a ctivo
c o rrie n te o c irc u la n te y a c tiv o n o c o rrie n te o fijo . E l grado de liqu idez de un
activo viene determ inado p o r el tiem po que, p o r térm ino m edio, se estim a que
transcurrirá hasta su conversión en efectivo o dinero.
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C a p ít u lo 2: Ele m e n to s del balance 57

U tilizan d o asim ism o un criterio tem poral, el pasivo se desglosa tam bién en
dos agrupaciones: el p a s iv o c o r r ie n te o c irc u la n te , que incluye las deudas con
vencim iento a co rto plazo, y el p a s iv o n o c o m e n t e , que engloba las deudas
con ven cim ien to a largo plazo.

El criterio em pleado para diferenciar entre "corto pla zo” y “largo p la zo” es la
duración del ejercicio económ ico (esto es, un año) debido a que el ciclo norm al
de explotación o período m edio de m aduración de la m ayoría de los negocios no
excede de doce meses. Se entiende p o r c iclo norm al de explotación el tiem po que
transcurre, p o r térm ino m edio, desde que se invierte una suma de dinero en la
empresa hasta que se recupera m ediante el cobro a los clientes de los productos
vendidos o del servicio prestado.

En consecuencia, generalm ente se clasificarán com o activos corrientes


o circulantes, adem ás del efectivo y partidas equivalentes, aquellos recursos
que previsiblem en te se convertirán en din ero o serán consum idos en un plazo
no superior a un año, y co m o pasivos corrientes o circulantes, las deudas con
vencim iento igual o in ferior a doce meses. Las dem ás partidas se clasificarán
com o fijas o no corrientes.

Aplicando estos criterios, el Balance de situación suele presentarse estructu­


rado en las cinco agrupaciones que se muestran en el Cuadro 2.3; dos de activo
{Activo no comiente o fijo y A ctivo comiente o circulante) y tres de pasivo {Patri­
m onio neto, Pasivo no comiente o Acreedores a largo plazo y Pasivo corriente,
Pasivo circulante o Acreedores a corto plazo).

□ C uad ro 2.3.
PATRIM ON IO N ETO
A C TIV O Clasificación y
Y PASIVO
Pasivo no exigible ordenación
del balance
Activo Patrimonio neto
Financiación propia
no corriente

Pasivo no corriente
Pasivo exigible
o
Activo
Financiación ajena
corriente
Pasivo corriente

O bserve que las a gru p a cion es o m asas de a ctivo se h an o rd en a d o de m enor


a mayor liquidez, y las m asas d e p a sivo d e m en or a m ayor exigibilidad, q u e es el
criterio de presen tación esta b lecid o p o r la le g is la c ió n española.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co ncep tu ales

2.6. C LA S E S D E A C TIV O S Y C A T Á LO G O D E CU EN TA S

2.6.1. Activos corrientes y no corrientes: su valoración

Los activos corrientes o circulantes son los recursos con v a lor de cam bio,
esto es, el conjunto de bienes y derechos que en condiciones norm ales se con­
vertirán en efectivo, o serán consum idos, en un corto período de tiem po (con ­
vencionalm ente, en un plazo igual o in ferio r a un año). Form an parte de esta
agrupación, adem ás del dinero disponible, partidas tales com o las mercancías
para vender, los derechos que se espera cobrar a corto plazo o las inversiones
financieras fácilm ente convertibles en efectivo, p o r ejem plo, los títulos cotizados
en Bolsa o las participaciones en fondos de inversión.

P o r el contrario, los activos no corrientes o activos fijos son los recursos


con valor de uso para la em presa y aquellas inversiones que, norm alm ente, per­
m anecerán en el patrim on io de ésta durante un período prolongado de tiem po.
Las principales categorías de activos no corrientes son:

Inm ovilizad o material. Bienes de naturaleza tangible, muebles e inm ue­


bles, tales com o los edificios, la m aquinaria, los ordenadores, el m obilia­
rio o las instalaciones utilizadas p o r la empresa.

° Inm ovilizad o intangible. Recursos de esta naturaleza, com o las patentes,


las marcas o los program as de ordenador (softw are).

0 Inversiones inmobiliarias. Los terrenos o construcciones que se destinen al arren­


damiento o se posean con la intención de conseguir plusvalías mediante su venta.

0 In m ovilizad o financiero. Inversiones m onetarias realizadas p o r la em pre­


sa con intención de permanencia, com o los préstam os concedidos a largo
pla zo o las participaciones en el capital de otras empresas adquiridas con
el propósito de influir en su gestión.

Cuando se incorporan al patrim onio de la empresa, todos los activos se


valoran p o r su p recio de adquisición o coste histórico, que es el im porte
pagado o com prom etido p o r los m ism os. Es ob vio que, posteriorm ente, su valor
de m ercado puede experim entar alteraciones. Tratándose de bienes de cambio,
cuando esto sucede, el precio de adquisición tendrá que ser corregido si el valor
de mercado se sitúa p o r debajo; en cambio, no se contabilizarán las diferencias
positivas entre los valores de mercado y el valor contable (las llam adas ganancias
o plusvalías latentes), salvo en casos excepcionales.

Cabe preguntarse, ¿por qué no se actualizan, con carácter general, las va­
loracion es de los activos en cada uno de los balances consecutivos, a fin de
consegu ir que éstos m uestren en tod o m om ento los precios de m ercado? La
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C a p it u lo 2: Ele m e n to s del balance 59

razón de que esto no se haga se debe, esencialm ente, a que el coste es una cifra
objetiva m ientras que el v a lo r de m ercado es siem pre un va lor estim ado y sub­
jetivo, p o r lo que su reflejo en los registros contables vulneraría la objetividad
y verificabilidad, cualidades exigidas a la in form a ción financiera en virtu d del
requisito de fiabilidad.

El precio de coste es, asim ism o, el va lor que ha de tom arse com o referencia
cuando los activos sean vendidos - a l objeto de cuantificar el resultado de la ope­
ración-, o cuando sean utilizados y consum idos en el proceso productivo.

2.6.2. Catálogo oríentativo de cuentas de activo

En contabilidad, cada uno de los elem entos que conform an el patrim on io del
sujeto contable se identifica con un título o expresión breve. Y el conjunto de
estas expresiones form an lo que se denom ina c u a d ro de cuentas.

La gran variedad de elementos patrimoniales convierte en tarea im posible elabo­


rar un cuadro de cuentas completo y definitivo, capaz de satisfacer las necesidades
de todas las empresas. Además, iniciarse en el estudio de la contabilidad tomando
como referencia un determinado cuadro de cuentas seguramente tendría conse­
cuencias nocivas, desde el punto vista pedagógico, pues ello centraría el interés del
estudiante en la m em orización del mismo, en detrimento de lo realmente importan­
te en esta etapa de estudio, que ha de ser la comprensión del auténtico contenido de
las distintas partidas, con independencia de los títulos de la cuentas que se utilicen
para denominarlas.

Por ello, en este texto no nos ceñirem os a ningún cuadro de cuentas en con­
creto -aunque tendrem os com o referencia el Cuadro de cuentas recogido en el
Plan General de C ontabilidad- y, especialm ente en los prim eros capítulos, inten­
taremos u tilizar expresiones sencillas que describan adecuadamente el elem ento
patrimonial que, en cada caso, se pretenda representar. N o obstante, seguida­
mente se recoge un catálogo oríentativo de cuentas de activo, ni exhausti­
vo ni excluyente, al objeto de que el estudiante, casi sin darse cuenta, se vaya
familiarizando con la term inología habitualm ente utilizada p o r las empresas.

A c t iv o s n o c o rrie n te s ,
Son activos no monetarios, sin apariencia física, susceptibles de valo­
I n t a n g ib l e s
a c tiv o s fijo s
ración económica.
o in m o v iliza d o s

Patentes Título otorgado p o r el Estado u otra Adm inistración pública, que


confiere a su titular el derecho de explotación en exclusiva de un invento.

M arcas Signo distintivo asociado a un producto para diferenciarlo de los


fabricados o vendidos p o r otras empresas.

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P rimera parte : Fund am en to s co n cep tu ales

D erechos de traspaso D erecho de arrendam iento de locales derivados


de un contrato anterior.

Aplicaciones inform áticas Program as inform áticos (software) .

M a t e r ia l e s Elem entos del activo tangibles, muebles e inmuebles.

Terrenos Solares urbanos, edificados o no, y fincas rústicas.

Edificios o Construcciones Edificaciones en general, cualquiera que sea


su uso.

Instalaciones Com plem entos fijos tales com o m ostradores, estanterías o


instalaciones de aire acondicionado.

• M aq u in aria M áquinas para la elaboración o extracción de los productos.

O rdenadores, E quip os inform áticos o E qu ip o s p a ra procesos de in­


form ación Ordenadores y demás conjuntos electrónicos.

Vehículos o Elem entos de transporte Vehículos de todo tipo, sal­


vo los destinados a transporte interno que se incluirán en la partida de
M aquinaria.

M obiliario M uebles de todo tipo, materiales no fungibles y equipos de


oficina (excepto ordenadores).

F in a n c ie r o s Créditos concedidos a largo plazo e inversiones en otras empresas


con la intención de mantenerlas durante un largo período de tiempo.

° Créditos a largo p lazo Préstam os concedidos p o r la em presa con venci­


m iento en un plazo superior a un año.

Participaciones en capital a largo plazo A cciones adquiridas de otras


empresas con la intención de mantenerlas durante un período prolongado
de tiem po.

° V alores representativos de d eu da a largo p lazo Inversiones a largo


plazo en obligaciones, bonos u otros títulos que, generalm ente, producen
un interés conocido.

• F ian zas e n treg ad a s a la rg o p la z o o F ian zas con stituidas a largo


p lazo Entregas realizadas, generalm en te en efectivo, co m o garantía
del cu m p lim ien to de una ob liga ció n , y que se esperan recu p erar a lar­
g o plazo.
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C a p ít u lo 2: Ele m e n to s del b alance 61

A c t iv o s c o rr ie n te s
E x is t e n c ia s o I n v e n t a r io s Géneros adquiridos o producidos, bien para su venta a
o circu lan tes
terceros, bien para su utiliza ción y con sum o en el curso de la actividad productiva.

De empresas industriales

M aterias prim as Las que, m ediante elaboración o transform ación, se


destinan a form ar parte de los productos fabricados.
Productos en curso y sem iterm inados Los que se encuentran en fase
de form ación o transform ación.
Productos term inados Los fabricados p o r la empresa, destinados al
consum o final o a su u tilización p o r otras empresas.

De empresas comerciales

M ercad erías, Inventario de m ercaderías o Existencias com ercia­


les Géneros adquiridos a otras empresas y destinados a la venta sin
transform ación.

Otros aprovisionamientos

Com bustibles Materias energéticas susceptibles de alm acenam iento.


^ Repuestos Piezas destinadas a ser montadas en instalaciones, equipos
o máquinas en sustitución de otras semejantes.
? M ateriales diversos Otros materiales utilizados p o r la empresa, en
razón del tipo de actividad desempeñado.
Em balajes Cubiertas o envolturas, generalm ente irrecuperables, desti­
nadas a proteger productos o mercancías.
c1 Envases Recipientes o vasijas, norm alm ente destinadas a la venta jun­
tam ente con el producto que contienen.
M aterial de oficina M ateriales de naturaleza fungible, utilizados en
el desarrollo de las tareas administrativas, tales com o los artículos de
papelería u otros consumibles.

D erech o s d e co bro a co rto plazo Im portes adeudados a la empresa cualquiera


que sea su origen (com ercial, financiero, etc.). Nótese que los títulos de las cuentas
utilizadas para registrar estos créditos om iten la expresión “a corto plazo”.

Clientes Créditos concedidos a los clientes de la em presa p o r ventas de


productos o p o r servicios prestados con cobro aplazado. N orm alm ente
tales créditos estarán docum entados en facturas de venta u otros docu­
mentos análogos, com o albaranes o notas de entrega.

Efectos a cobrar, Letras a cobrar o Efectos comerciales a cobrar Crédi­


tos de igual naturaleza a los registrados en la cuenta anterior, cuando están
instrumentados en letras de cam bio que han sido aceptadas por los clientes.

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P r im e ra p a rte : Fu n d am en to s con ce p tu ale s

® Cuentas a c o b ra r Bajo este título se registran en ocasiones las dos par­


tidas anteriores.

° D eudores Créditos concedidos a otros com pradores de servicios presta­


dos p o r la empresa, que no tienen la condición estricta de clientes.

A n ticip os a l p e rso n a l o A n ticipos de re m u n era c io n e s Entregas a


los em pleados, gen eralm en te en efectivo, que se descontarán en p ró x i­
m as nóm inas.

Anticipos a proveedores Cantidades entregadas a los proveedores de la


empresa, generalm ente en efectivo, a cuenta de futuras compras.

Im posiciones a corto plazo, Fianzas entregadas a corto plazo, Inte­


reses a cobrar, D ividendos a cobrar, etc. Créditos a corto plazo, con
origen generalm ente en operaciones de naturaleza financiera, p o r los
conceptos indicados.

G asto s a n t ic ip a d o s Gastos contabilizados en el ejercicio que se cierra que co ­


rresponden al ejercicio siguiente.

Seguros p agado s p o r anticipado, A lquileres p agado s p o r anticipado,


Sum inistros [agua, luz y gas] p agado s p o r anticipado, etc. Im portes,
generalm ente pagados en efectivo, p o r servicios adquiridos p o r la em ­
presa que corresponden al siguiente período contable.

Intereses p agado s p o r anticipado Intereses pagados p o r la empresa,


po r préstam os recibidos, que corresponden al ejercicio siguiente.

T e s o r e r ía o E f e c t iv o Disponibilidades liquidas, en m etálico o en cuentas co ­


m entes bancadas a la vista, e inversiones a corto plazo de gran liquidez.

C aja E fectivo disponible en m etálico. Si se dispone de m oneda extranjera


pueden abrirse dos cuentas: Caja, euros y Caja, moneda extranjera.

° Bancos, c/c Saldos a fa vo r del sujeto contable p o r depósitos en Bancos,


Cajas de Ahorros y entidades análogas, de disponibilidad inm ediata.

• Tesorería, C aja y B an cos o D inero B ajo cualquiera de estos títulos ca­


bría registrar, conjuntamente, las dos partidas anteriores.

0 Inversiones a corto p lazo de gran liqu id ez Inversiones financieras con­


vertibles en efectivo, con vencim iento no superior a tres meses y que no
tengan riesgos significativos de cam bio de valor.

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C a p ít u lo 2 : Ele m e n to s del balance 63

2.7. C LA S ES D E PASIVOS Y C A T Á L O G O D E CU EN TA S

Los pasivos en sentido estricto, o pasivos exigibles, incluyen el conjunto de deudas


contraídas por la entidad contable, en virtud de transacciones u otros acontecimientos
pasados, siempre que su cuantía pueda determinarse con razonable fiabilidad.

La m ayoría de las partidas que integran el pasivo exigible procede de tran­


sacciones realizadas entre el sujeto contable (deudor) y un tercero externo a la
empresa (acreedor) , para quien esas m ism as partidas representan derechos de
cobro, es decir, activos. Es el caso de las deudas contraídas p o r la em presa con
los suministradores de bienes y servicios p o r com pras a crédito, tal com o se
muestra en el Cuadro 2.4, o los com prom isos adquiridos con las entidades ban-
carias p o r préstamos obtenidos.

B C u a d ro 2.4.

R ela ción d e c r é d ito

y su p re sen ta ción

en el Balance

2.7.1. Pasivos no corrientes y pasivos corrientes

Con independencia de su origen, las partidas que com ponen el pasivo exigi­
ble suelen presentarse en el Balance de situación agrupadas en dos apartados:
Pasivo no corriente y Pasivo corriente.

La agrupación Pasivo no corriente (también denominada Acreedores a largo


plazo, Deudas a largo plazo o Recursos ajenos a largo plazo) recoge las deudas con­
traídas por el sujeto contable cuyos vencimientos superan el plazo de un año. Las
partidas aquí incluidas registran, normalmente, los préstamos obtenidos de entida­
des financieras a largo plazo, las deudas contraídas con proveedores de inm ovilizado
(maquinaria, equipos informáticos, vehículos, etc.) o por préstamos hipotecarios.

A su vez, el Pasivo corriente (Acreedores a corto plazo, Deudas a corto plazo o


Pasivo circulante) incluye las deudas que han de liquidarse dentro de los doce meses
siguientes. Las deudas con los suministradores de mercaderías (proveedores), con
las empresas suministradoras de servicios o con los propios clientes de la empre­
sa -por las cantidades recibidas de éstos en concepto de anticipos-, son partidas

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habituales en el balance de cualquier empresa comercial o de servicios. También


form arán parte del pasivo corriente las deudas acumuladas p o r gastos devengados en
virtud de conceptos tales com o salarios, alquileres, intereses o impuestos.

E l m om ento que debe tom arse com o referencia, para com putar el tiem po
que resta hasta el ven cim ien to de las distintas deudas, es la fecha a la que se
refiere el balance. P o r ello, será frecuente que algún pasivo calificado origin a ­
riam ente a largo pla zo haya de ser cancelado -p a rcia l o tota lm en te- durante
los próxim os doce m eses contados desde aquella fecha. En este caso, ha de
incluirse dentro del pasivo circulante la p o rción de aquella deuda con ven ci­
m ien to a corto plazo. Un ejem plo nu m érico aclarará esta cuestión.

Suponga que el 1 de enero del año 20X0 cierta em presa obtuvo un préstam o
de 500.000 euros, sin intereses, a devolver m ediante cinco plazos iguales con
vencim iento el día 31 de m arzo de los años 20X1, 20X2, 20X3, 20X4 y 20X5.

En la fecha en que se obtuvo dicho préstamo - e l 1 de enero del año 20X0- la


totalidad del m ism o representaba para el prestatario una deuda a largo plazo. Sin
em bargo, en el Balance de situación referido al 31 de diciem bre del año 20X0, la
sociedad ha de incluir 100.000 euros dentro del Pasivo corriente - la parte a reem ­
bolsar el 31 de m arzo del año 20X1-, manteniendo en la agrupación del Pasivo no
corriente los 400.000 euros restantes, esto es, el principal del préstam o que habrá
de devolverse en los años 20X2, 20X3, 20X4 y 20X5. Y esa misma reclasificación
ha de hacerse al preparar los balances al 31 de diciem bre de los años restantes.

2.7.2. Catálogo de cuentas de pasivo exigible

Seguidam ente se presenta una relación que recoge los títulos de las cuentas
que suelen utilizarse para representar los pasivos que con más frecuencia apa­
recerán a lo largo de este texto. N o obstante, y p o r las mismas razones que ya se
advirtieron anteriorm ente, esta relación ha de entenderse co m o meramente orien-
tativa p o r lo que podrán utilizarse otras denom inaciones sim ilares cuando, por
su claridad, se estim e conveniente.

1 P a siv o s n o c o rr ie n te s D eudas a largo plazo Préstamos recibidos, generalm ente de entidades


o d e u d a s a la r g o p la z o bancarias, con vencim iento superior a un año.

0 P ro veed ores de in m ovilizado a largo p lazo Deudas contraídas con


las em presas sum inistradoras de in m oviliza d o (m aquinaria, m obiliario,
ordenadores, etc.), con vencim iento superior a un año.

Efectos a p ag a r a largo p lazo Deudas contraídas, generalm ente por


préstamos obtenidos o p o r com pras de activos fijos a crédito, instrumen­
tadas en letras con vencim iento superior a un año.

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Fianzas recibidas a largo p lazo E fectivo recibido com o garantía del


cum plim iento de ciertos com prom isos, que habrá de reem bolsarse en un
plazo superior a doce meses.

Proveedores Deudas con los suministradores de mercaderías u otros tipos ■ P a siv o s co rrie n te s ,

p a s iv o s circu lan tes


de inventarios, p o r compras a crédito. Estas deudas norm almente estarán
o d e u d a s a c o r t o p la z o
documentadas en las facturas de com pra emitidas por los proveedores.

• Efectos com erciales a p ag a r o Letras a p ag a r Deudas de sim ilar na­


turaleza a las registradas en la cuenta anterior pero instrumentadas en
letras de cam bio aceptadas p o r el sujeto de la contabilidad.

Cuentas a p ag a r o Cuentas com erciales a p ag a r Bajo este título pue­


den registrarse las partidas incluidas en las dos cuentas anteriores.

Acreedores Deudas con suministradores de servicios que no tienen la condi­


ción estricta de proveedores. En esta cuenta cabe registrar, por ejemplo, las
deudas contraídas por alquileres o por suministros (agua, luz, gas, teléfono, etc.).

Proveedores de inmovilizado a corto plazo Deudas contraídas con las em­


presas suministradoras de inmovilizado, con vencimiento inferior a un año.

• Anticipos de clientes Entregas recibidas de clientes, norm alm ente en


efectivo, a cuenta de futuras operaciones.

• Sueldos a pagar, Sueldos pendientes de pago o Rem uneraciones


pendientes de p ago Deudas del sujeto contable con sus em pleados por
sueldos devengados y no pagados.

• Im puestos a p ag a r o H acien da Pública, acreedora Tributos devenga­


dos a fa vor de las distintas Adm inistraciones públicas pendientes de pago.

• Ingresos anticipados o In gresos cobrados p or anticipado Im portes


cobrados en ejercicio actual, pero que corresponde im putar com o ingre­
sos al siguiente. Tales partidas, hasta que se preste el servicio correspon­
diente, representan com prom isos (pasivos) para la sociedad perceptora.
Pueden utilizarse cuentas divisionarias de este concepto, com o Alquileres
cobrados p o r anticipado, Suscripciones cobradas p o r anticipado, Intereses
cobrados p o r anticipado, etc.

Alquileres a pagar, Intereses a pagar, Com isiones a pagar, Dividendos


a pagar, etc. Deudas contraídas p o r gastos devengados y reconocidos en
contabilidad, en virtud de los conceptos indicados, que norm alm ente se
liquidarán a lo largo del p róxim o ejercicio.

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O E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N

E n u n c ia d o E M R (E l M ás R á p id o) es una em presa individual recién creada, propiedad


de D. Segundo Bueno Cabal, cuya actividad es la prestación de servicios de m en­
sajería. E l inventario patrim onial com pleto de dicha empresa, referido al 31 de
diciem bre de 20X1, proporcion a la siguiente inform ación (cifras en euros):

Descripción de los elem entos patrim oniales Importes

Coste total del local comercial adquirido para la e m p re s a .................................................. 29.000


Préstamo hipotecario a devolver en 24 años, m ediante pagos anuales ¡guales
(primer vencim iento: 23 de diciem bre de 2 0 X 2 )..................................................................... 24.000
Coste total de las tres m otocicletas com pradas (matrículas y precios:
BRC , 1.500 euros; C W K, 2.000 euros; y, GMT: 2.500 e u ro s).............................................. 6.000
Coste total de una fu rg o n e ta .................................................................................................................... 12.500
Deuda contraída con el concesionario donde se compró la furgoneta, a pagar
en 18 mensualidades iguales (primer vencimiento: 25 de enero de 20X2)................ 9.000
Equipo informático pagado en efectivo (ordenador: 2.000 euros;
im presora, 600 euros) ................................................................................................................................ 2.600
Programa informático (software) de gestión, que se pagará en tres mensualidades
¡guales con vencim iento los días 15 de enero, febrero y marzo de 2 0 X 2 .............. 1.200
Deuda contraída con la estación de servicio donde repostan los v e h íc u lo s 100
Anticipo concedido a un em pleado recién contratado, que se le descontará
en sus seis prim eras nóminas m ensuales, a partes ¡guales ............................................ 2.000
Dinero en e fe c tiv o ............................................................................................................................................. 160
Saldo disponible en cuenta corriente b a n c a ria ............................................................................ 840
Aportación al negocio de D. Segundo Bueno Cabal .............................................................. 20.000

SE PIDE:
Prepare el Inventario y el Balance de situación de la em presa E M R , al 31 de
diciem bre de 20X1.

S o l u c ió n s u g e r id a

E s ta d o d e in ven tario
EM R, Em presa individual
Inventario al 31 de diciem bre de 20X1
Descripción de los elem entos patrim oniales Importes
Bienes y derechos
Local comercial .................................................................................................................................................. 29.000
M o to cicletas......................................................................................................................................................... 6.000
- M atrícula B R C ........................................................................................................................... 1.500
- M atrícula C W K ........................................................................................................................ 2.000

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C a p ít u lo 2: Elem en to s del b alance

- Matrícula G M T ........................................................................................................................... 2.500


F u rg o n e ta ................................................................................................................................................................ 12.500
O rd e n a d o r............................................................................................................................................................... 2.000
Impresora ................................................................................................................................................................ 600
Programa informático de gestión ........................................................................................................... 1.200
Anticipo entregado a un e m p le a d o ....................................................................................................... 2.000
Dinero en efectivo .............................................................................................................................................. 160
Saldo favorable en cuenta c o rrie n te ...................................................................................................... 840
Valor de los bienes y derechos .............................................................................................................. 54.300

O bligaciones
Préstamo hipotecario ...................................................................................................................................... 24.000
- A devolver en 20X2 .............................................................................................................. 1.000
- A devolver en 20X3 y años s ig u ie n te s ..................................................................... 23.000
Deuda contraída por la compra de la furgoneta ......................................................................... 9.000
- A devolver en 20X2 .............................................................................................................. 6.000
- A devolver en 20X3 .............................................................................................................. 3.000
Deuda contraída por la adquisición del programa informático, a corto p la z o 1.200
Importe adeudado a la g a s o lin e ra .......................................................................................................... 100
Valor de las o b lig a c io n e s............................................................................................................................ 34.300

Patrimonio neto
Bienes y d e re ch o s .............................................................................................................................................. 54.300
O b lig a cio n e s......................................................................................................................................................... 34.300
Valor del patrim onio.......................................................................................................................................... 20.000

EM R , E m p re sa individual
B a la n ce d e situació n
al 31 d e d icie m b re d e 20X1
A ctiv o Patrim o nio neto y p asivo

Activo no corriente ............................... 51.300 Patrimonio n e to ....................................... 20.000


Local co m ercial ........................................... 29.000 C a p ita l ............................................................... 20.000
Elem entos d e tran sp o rte ................... 18.500
Equipos in fo rm á tic o s .............................. 2.600 Pasivo no corriente .............................. 26.000
A p licacio n es info rm áticas .................. 1.200 Préstam o h ip o tecario
a largo p la z o ............................................ 23.000
Activo c o rrie n te ....................................... 3.000 Pro vee d o re s d e inm o vilizad o
Anticipos entregados al personal .... 2.000 a largo p la z o .............................................. 3.000
Bancos, c / c ..................................................... 840
C a ja ...................................................................... 160 Pasivo c o rrie n te ....................................... 8.300
Préstam o hip o tecario
a co rto p la z o ............................................ 1.000
P ro vee d o re s d e in m ovilizad o
a co rto p la z o ............................................ 7.200
A c r e e d o r e s ..................................................... 100

Total activo .............................................. 54.300 Total patrim onio neto y pasivo 54.300

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P r im e ra p a rt e : Fu n d am e n to s con ce p tu ale s

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

C u e s t io n a r io Elija la mejor respuesta:


t ip o TEST
1. Para iniciar la contabilidad de una empresa, ¿qué debe hacerse en primer lugar?
□ A. Abrir una cuenta corriente en una entidad bancaria.
□ B. Preparar el balance de apertura.
□ C. Preparar un inventario completo.
□ D. Hacer un curso intensivo de contabilidad.

2. El valor de una empresa en funcionamiento equivale a:


□ A. La aportación realizada por su propietario o propietarios.
□ B. El dinero disponible en las cuentas corrientes bancarias a la vista.
□ C. La diferencia entre el valor de sus recursos (bienes y derechos) y las deudas
contraídas.
□ D. El valor real de su activo.

3. La variación experimentada por el patrimonio de la empresa en un período de


tiempo, por la actividad realizada por la propia empresa, recibe en contabilidad
el nombre de:
□ A. Renta.
□ B. Ingreso.
□ C. Resultado.
□ D. Rendimiento.

4. El saldo disponible por la empresa Equis en una cuenta corriente bancaria representa:
□ A. Un activo para la empresa Equis.
□ B. Un pasivo para la entidad bancaria.
□ C. Un activo tanto para la empresa Equis como para la entidad bancaria.
□ D. Las respuestas A y B son correctas.

5. ¿Qué térnrno utilizamos en contabilidad para referirnos a todas las fuentes de


financiación utilizadas por la empresa?
□ A. Patrimonio neto.
□ B. Pasivo exigióle.
□ C. Pasivo no exigióle.
□ D. Pasivo.

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C a p it u lo 2: Ele m e n to s del b alance 69

6. Los compromisos contraídos por la empresa cuya cuantía y/o vencimiento no se


conocen con total exactitud se denominan:
□ A. Pasivos inciertos.
□ B. Pasivos estimados.
□ C. Pasivos a largo plazo.
□ D. Pasivos corrientes.

7. La deuda contraída por la empresa Equis con la compañía que le suministra la


electricidad:
Q A. Es un activo para la empresa Equis.
□ B. Es un activo para la compañía eléctrica.
□ C. Es un pasivo para la empresa Equis.
□ D. Son correctas las respuestas B y C.

8. ¿Cómo presentan los activos en el Balance de situación las empresas españolas?


□ A. Ordenados de menor a mayor disponibilidad.
□ B. Ordenados de menor a mayor exigibilidad.
□ C. Ordenados de mayor a menor disponibilidad.
□ D. Por orden alfabético.

9. Para que un recurso controlado por la empresa figure contabilizado como un ac­
tivo de ésta es necesario, entre otras cosas, que:
□ A. Su coste haya sido desembolsado íntegramente.
□ B. Esté situado en algún edificio que sea propiedad de la empresa.
Q C. Pueda ser valorado con suficiente fiabilidad.
□ D. Se cumplan los tres requisitos anteriores, entre otros.

10. Calcule el patrimonio neto de cierta sociedad, en la fecha de cierre del ejercicio, si
sus registros contables proporcionan la siguiente información:
Activos no corrientes ................................................................... 268.000
Activos corrientes ....................................................................... 112.000
Capital social............................................................................... 150.000
Acreedores a largo plazo.............................................................. 23.000
Acreedores a corto p la z o ............................................................. 57.000
Reservas ..................................................................................... 110.000
Resultado del ejercicio ..................................................................... 40.000
□ A. 300.000 euros.
□ B. 340.000 euros.
□ C. 450.000 euros.
□ D. Otra cifra.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

11. Si en un período de tiempo el activo total de cierta sociedad aumentó en 100.000


euros y el pasivo exigible disminuyó en 25.000 euros, la variación del patrimonio
neto en aquel período fue:
□ A. Aumentó en 125.000 euros.
□ B. Aumentó en 75.000 euros.
□ C. Disminuyó en 75.000 euros.
□ D. Disminuyó en 25.000 euros.

12. El pasivo exigible de cierta sociedad asciende a 400.000 euros, importe que repre­
senta el 80% de su activo total. ¿Qué cifra de deuda será necesario cancelar, sin
alterar la cuantía del neto o fondos propios, para que el pasivo exigible represente
solamente el 50% del activo total?
□ A. 150.000 euros.
□ B. 200.000 euros.
□ C. 250.000 euros.
□ D. 300.000 euros.

13. ¿En qué cuenta podría registrarse la deuda contraída por la empresa con sus tra­
bajadores por sueldos devengados y pendientes de pago?
□ A. Sueldos a pagar.
□ B. Sueldos pendientes de pago.
□ C. Remuneraciones pendientes de pago.
□ D. Cualquiera de las anteriores.

14. ¿Qué partidas deben incluirse dentro del Activo corriente o circulante?
1. Activos que la empresa no tiene intención de vender.
2. Activos que la empresa tiene intención de vender a largo plazo.
3. Activos que se esperan vender a corto plazo.
□ A. Sólo 1.
□ B. Sólo 2.
□ C. Sólo 3.
□ D. Sólo 2 y 3.

15. ¿Cuál o cuáles de las siguientes expresiones equivale a “Pasivo no corriente"?


□ A. Acreedores a largo plazo.
□ B. Pasivo no exigible.
□ C. Pasivo singular.
□ D. Todas las anteriores.

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C a p ít u lo 2: Elem en to s del b alance 71

E jercicios

Señale los pares de expresiones equivalentes: 2 .1 . EXPRESIONES


EQUIVALENTES
1. Acreedores a corto plazo a. Proveedores de inmovilizado
2. Acreedores a largo plazo b. Total fuentes de financiación
3. Suministradores de inmovilizados c. Activo circulante
materiales d. Pasivo corriente
4. Pasivo exigible e. Pasivo no corriente
5. Activo corriente f. Financiación ajena
6 . Pasivo

Indique el elemento del Balance (Activo, Pasivo o Patrimonio neto) al que pertenecen 2 .2 . CLASIFICACIÓN
cada una de las siguientes partidas e indique los títulos de las cuentas que podrían utili- DE PARTIDAS
zarse para representarlas.

a) Un vehículo propiedad de la empresa.


b) La deuda con los suministradores de mercancías.
c) Nuevas aportaciones recibidas de los socios a título de capital.
d) El crédito concedido a un empleado que se descontará de las seis próximas
nóminas.
e) Material de oficina disponible (artículos de papelería, tóner, etc.).
f) Importe recibido de un cliente, a cuenta del pedido realizado.
g) Préstamo hipotecario reembolsable en 15 años, a partes iguales.
h) Beneficios obtenidos por la empresa y no repartidos entre los propietarios.

Aurelio Bustarviejo Nogueira, empleado de una compañía telefónica, sostiene que es 2 .3 . ¿EM PLEA D O ,
también propietario, acreedor y deudor de esa misma compañía. ¿Es posible lo que dice PROPIETARIO,
Aurelio? Argumente su respuesta. ACREEDOR Y
DEUDOR SIMUL­
TÁNEAMENTE?

Consulte el catálogo orientativo de cuentas que figura en el texto e indique los títulos 2 .4 . TÍTULOS
que suelen utilizarse para designar los elementos patrimoniales descritos a continuación: DE CUENTAS

a) Software de contabilidad y gestión adquirido por la empresa.


®) Oficinas y locales comerciales propiedad de la empresa.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s con ce p tu ale s

c) Camiones, furgonetas, vehículos utilizados por los directivos, etc. propiedad de


la empresa.
d) Fianza entregada al propietario de un local arrendado que se recuperará dentro
de cinco años.
e) Géneros adquiridos para vender sin someterlos a ninguna transformación
sustancial.
f) Cubiertas y envolturas para proteger los productos que la empresa comercializa.
g) Artículos de papelería y consumibles de oficina.
h) Deuda contraída con la empresa por sus clientes documentada en facturas y no­
tas de entrega.
i) Deuda contraída con la empresa por sus clientes formalizada en letras de cambio
y pagarés.
j) Crédito concedido por la empresa a diversos adquirentes de servicios que no tie­
nen la condición estricta de clientes,
k) Cantidades entregadas a los empleados que se descontarán en las nóminas de los
próximos meses.
1) Cantidades entregadas a proveedores a cuenta de próximos pedidos,
m) Renta que corresponde a la empresa por las acciones que posee de una sociedad
anónima.
n) Seguros de vehículos pagados, que corresponden a los primeros meses del ejer­
cicio siguiente.
o) Dinero disponible en diversas entidades bancarias en cuentas corrientes a la vista,
p) Deuda contraída con un concesionario de vehículos que se liquidará en tres pla­
zos iguales, con vencimiento a los 18, 24 y 30 meses,
q) Importe entregado a la empresa por el inquilino de un local comercial, en concep­
to de fianza, que éste recuperará dentro de cuatro años,
r) Deuda contraída por la empresa con suministradores de mercancías documenta­
da en albaranes y facturas,
s) Deuda contraída por la empresa con suministradores de mercancías documenta­
da en letras de cambio aceptadas y pagarés,
t) Deuda contraída por la empresa con diversos suministradores de servicios que no
tienen la condición estricta de proveedores,
u) Importe adeudado al suministrador de equipos informáticos con vencimiento a
60 días.
v) Cantidades recibidas de clientes a cuenta de futuras operaciones,
w ) Deuda de la empresa con algunos de sus trabajadores por dietas y horas
extraordinarias.
x) Importe adeudado a la Hacienda Pública por el IRPF retenido en las nóminas de
los trabajadores.
y) Aportaciones de dinero y otros activos efectuadas a la sociedad por sus socios,
z) Beneficios conseguidos por la empresa en los ejercicios previos al actual y no
repartidos.

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C apítulo 2: Elem en to s del b alance 73

p c R e l a c io n e s
A continuación se proporcionan los importes de algunas de las agrupaciones de los
Balances de situación de una empresa, referidos al 31 de diciembre de dos años consecu­ EN E L B A LA N C E

tivos. Calcule las cifras omitidas (euros).


31-12-20X2 31-12-20X1
Total activo ......................................................... 199.820 ?
Pasivo no corriente ............................................ 7.150 ?
Activo no corriente.............................................. ? 17.370
Total pasivo y neto ............................................. ? ?
Pasivo corriente.................................................. 133.940 126.850
Total n e to ........................................................... ? 53.720
Total pasivo........................................................ ? ?
Activo corriente .................................................. 170.880 170.230

La empresa comercial Proynsa realizó un inventario completo de su patrimonio, referido 2 .6 . P reparar

al 31 de diciembre del año 20X8, que proporcionó la siguiente información (cifras en euros): UN B A LA N C E

D E S IT U A C IÓ N
- Terrenos para edificar ................................................................................. 80.000
C L A S IF IC A D O
- Préstamo hipotecario a devolver en 10 años,
mediante cuotas anuales iguales................................................................. 60.000
- Ordenadores e impresoras.......................................................................... 10.000
- Mobiliario de oficina................................................................................... 25.000
- Géneros adquiridos para venderlos............................................................. 22.500
- Cantidades anticipadas a Proynsa por sus clientes, a cuenta (* ) .................. 8.000
- Préstamo bancario que debe devolverse dentro de 6 m eses......................... 5.000
- Saldo favorable en la cuenta corriente bancaria.......................................... 1.800
- Deuda con proveedores recogida en albaranes y facturas (*) ....................... 4.000
- Letras de cambio aceptadas a distintos proveedores (* ) .............................. 11.000
- Impuestos municipales pendientes de pago ( * ) ............................................ 1.300
- Cantidades adeudadas a la Seguridad Social ( * ) .......................................... 700
- Aportaciones realizadas a Proynsa por sus socios ....................................... 30.500
- Crédito concedido a clientes (75% en letras de cambio aceptadas
por éstos y el resto recogido en facturas) (*) ............................................... 16.000
- Anticipos entregados a los empleados que serán descontados de las nóminas
de enero, febrero y marzo del año 20X9 ...................................................... 2.700
- Deudores por diversos conceptos (*) .......................................................... 2 .0 0 0
- Acreedores por diversos conceptos ( * ) ........................................................ 1.500
- Resultados obtenidos hasta el 31-12-20X8 y no distribuidos ....................... ?
(* ) Los créditos o d erech os d e c o b ro (a c tiv o s ) y los d éb itos u o b lig a cion es d e p ago (p a sivo s) que
tienen su origen en las o p era cio n es h abitu ales d el n eg o c io (es decir, en op era cio n es repetitiva s con
proveedores, clientes, trabajadores, A d m in istra cio n es Públicas, etc.) se con siderarán a c o rto p lazo,
siempre que expresam ente n o se in d iq u e o tra cosa.

SE PIDE: Presente el Balance de situación de Proynsa, al 31 de diciembre del año


20X8, clasificado en las cinco agrupaciones primarias de balance (Activo no corrien­
te. Activo corriente, Patrimonio neto, Pasivo no corriente y Pasivo corriente).

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o
K a Hechos contables
y partida doble

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

S u m a r io

3.1. Los hechos contables: concepto


3.2. La partida doble
3.3. Análisis de los hechos contables
3.4. Los nueve tipos de hechos contables simples
3.5. Clasificación de los hechos contables

O Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
^ Cuestionario tipo test
V Ejercicios

i O b j e t iv o s

D e s p u é s d e e s tu d ia r e s te c a p ítu lo el le c to r ha d e e sta r c a p a c ita d o p a ra :

1. E n te n d e r el c o n c e p to d e h e c h o c o n ta b le .
2. C o m p re n d e r el a lc a n c e d e l c o n c e p to d e d u a lid a d , fu n d a m e n to d e l s is te m a de
c o n ta b ilid a d p o r p a rtid a d o b le .
3. C o n o c e r el p ro c e s o d e a n á lisis d e los h e c h o s c o n ta b le s y las ta re a s re q u e rid a s .
4. Id e n tific a r lo s n u e v e tip o s d e h e c h o s c o n ta b le s s im p le s y re fle ja r su in c id e n c ia so b re
la e c u a c ió n d e b a la n c e b á s ic a .
5. D istin g u ir e n tre h e c h o s c o n ta b le s sim p le s y c o m p u e sto s, p e rm u ta tiv o s y m o d ificativo s.

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P r im e r a p a r t e : f u n d a m e n t o s c o n c e p t u a l e s

■ In t r o d u c c ió n

En el capítulo anterior se estudiaron los elementos del Balance, esto es, las mag­
nitudes que permiten periódicamente describir, valorar e Informar sobre el conjunto
de partidas que integran la estructura económica y financiera del sujeto contable en
una fecha determinada. También, se señalaron los requisitos y atributos que nece­
sariamente han de cumplir las partidas que Integran las tres masas patrimoniales o
elementos del balance, a saber: Activo, Pasivo exigible y Patrimonio neto.

Y como el Balance de situación se pone a disposición de un amplio colectivo de


usuarios que no han participado en su elaboración, todas las empresas vienen obli­
gadas a aplicar unos criterios uniformes, tanto para valorar los distintos componentes
del patrimonio como para clasificarlos en agrupaciones menores. Ambas cuestiones,
valoración y clasificación, han sido igualmente abordadas en el capítulo anterior.

Esa primera aproximación al balance se realizaba desde una perspectiva estática,


como si se tratase de obtener una Instantánea o "una fotografía" de la estructura
económica o Activo y de la estructura financiera o Pasivo de una entidad, en un mo­
mento determinado. En el presente capítulo ¡nielamos el estudio de la dinám ica pa­
trim onial, es decir, el análisis del conjunto de operaciones o hechos con tab les que
pueden afectar a la entidad contable, capaces de producir cambios en su estructura
económica y / o financiera.

El análisis de tales operaciones se realiza conforme a los dictados del sistem a


d e contabilidad por partida doble, método ya milenario utilizado para registrar la
Información financiera. Este análisis se concreta en la siguiente secuencia de tareas:
1. Identificación de las masas patrimoniales y cuentas afectadas, así como la
cuantía y signo de la variación.
2. Representación de los efectos de la operación sobre la ecuación de balance.
3. Elaboración del Balance de situación posterior a cada operación.

En el capítulo también se presentan clasificaciones d e los hechos contables


atendiendo a dos criterios: el número de partidas afectadas (hechos contables sim­
ples y compuestos) y la Incidencia sobre el valor del patrimonio (hechos contables
permutatlvos, modificativos y mixtos).

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3.1. LO S H EC H O S C O N T A B LES : C O N C E P T O

Ya hemos señalado que la contabilidad es un sistema de inform ación que tie­


ne por finalidad identificar, valorar y registrar datos financieros, así com o elaborar
periódicamente unos documentos de síntesis (los estados contables o estados fi­
nancieros) que inform an de la composición del patrimonio o situación económico-
financiera del sujeto contable y de los resultados producidos por su actividad.

Son, pues, los acontecim ientos, sucesos, transacciones u operaciones que


afectan, cuantitativa o cualitativamente, y de manera inmediata y concreta a la
situación económ ico-financiera del sujeto contable, los que han de ser analizados
y registrados p o r la contabilidad.

Dichas operaciones, a las que denom inarem os hechos contables, presentan


las siguientes características:

• Repercusión patrim on ia l. Se requiere que todo hecho contable produz­


ca cam bios en la com posición y/o en el valor del patrim onio del sujeto
contable. N orm alm ente, los hechos contables tienen su origen en actua­
ciones voluntarias de la empresa, tal com o ocurre cuando se adquiere
m ercancía o cuando se liquida una obligación; pero tam bién pueden ser
independientes de la voluntad de ésta, p o r ejem plo, cuando tiene lugar un
siniestro que destruye activos.

S ignifcativid ad o im portancia relativa. El efecto de los acontecim ientos


registrados p o r la contabilidad ha de ser relevante. Este es un atributo
d ifícil de precisar debido a que la relevancia o irrelevancia de un suceso
para una em presa concreta dependerá de muchos factores, tales com o
el tam año de la propia empresa, la naturaleza del acontecim iento cuya
significatividad se dilucida o la cuantía del m ism o. L a decisión, en defi­
nitiva, sobre si un suceso es o no significativo requerirá evaluar muchos
factores en cada situación concreta.

Fiabilidad de la valoración. E l efecto patrim onial de los hechos contables


ha de ser cuantificable en unidades m onetarias (euros, p o r ejem plo) con
un grado razonable de exactitud.

Las com pras de bienes o servicios, los cobros (entradas de din ero) o los pagos
(salidas de din ero) son claros ejem plos de hechos contables. En cam bio, p o r in­
cum plir alguno de los requisitos anteriores, la contabilidad de una em presa no
registrará acontecim ientos que tam bién podrán afectar a la entidad en el futuro,
tales com o la evolución del nivel general de precios, la intención de com prar o
vender algo o el resultado de unas elecciones. Tam poco se contabilizarán, salvo
en casos excepcionales, los increm entos de valor de los activos hasta que no se
produzca su venta.
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C a p ít u lo 3: H echo s co n tab les y partida doble 77

En el Cuadro 3.1 se analizan tres operaciones. La prim era, el pago de un


alquiler, es evidente que reduce un activo (la tesorería de la em presa) y la segun­
da, la com pra de mercancías, aumenta otro activo (el inventario de m ercade­
rías), luego ambas operaciones son hechos que la contabilidad de esa em presa
debe registrar. En cam bio, la contratación de un em pleado no produce ninguna
consecuencia patrim onial en la fecha de su contratación, p o r lo que no represen­
ta un hecho contable y, en consecuencia, no debe registrarse.

C u a d ro 3.1.

1.a Pago del 2.a Compra 3.a Contratación Iden tifica ción
Operación alquiler al de mercancía de un nuevo d e h e c h o s c o n ta b le s
propietario a crédito empleado

¿Se modificó la situación económico-financiera (los activos,


Pregunta
los pasivos y/o el patrimonio neto) del sujeto contable?

Registrar o
SI NO
no registrar S '.

Las operaciones registradas p o r la contabilidad de una em presa e in corpo­


radas a los estados financieros de ésta, se refieren a una entidad económ ica
separada e independiente de su propietario o propietarios. P o r ejem plo, en la
contabilidad de una em presa individual no se registrarán las operaciones que
afecten exclusivamente al patrim on io personal del propietario, aunque éste sea
legalmente responsable de las deudas contraídas por el negocio.

En ocasiones, el sistem a contable tam bién ha de considerar y registrar de


alguna manera operaciones con incidencia pa trim on ia l futura e incierta (p or
ejemplo, avales prestados p o r la empresa, com prom isos adquiridos de com prar
o vender algo, ciertos riesgos contraídos, etc.). Estos hechos suelen com unicar­
se en las Notas que acom pañan a los estados financieros -q u e en España se
agrupan en un docum ento denom inado M e m o ria - o en unas cuentas específicas
denominadas cuentas de orden. El estudio de esta categoría de hechos contables
excede los propósitos de este libro.

Por tanto, en este capítulo y siguientes nos lim itarem os a analizar y contabi­
lizar los acontecim ientos u operaciones con repercusión patrim onial directa, es
decir, el conjunto de hechos contables que conform an el denom inado sistema
contable patrimonial.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n ce p tu ale s

3.2. LA PARTIDA D O B LE

Cualquier hecho contable va a afectar siem pre, sim ultáneam ente y p o r el


m ism o im porte, al m enos a dos partidas o elem entos integrantes del patrim onio
del sujeto contable, partidas que estarán incluidas en alguna de las tres m agni­
tudes -A ctivo, Pasivo y Patrim on io n e to - que conform an la identidad o ecuación
de balance básica.

Este enfoque se sustenta en el denom inado principio o concepto de duali­


dad, que constituye el punto de partida para el análisis de las operaciones y la
construcción de un sistem a contable. D e acuerdo con este concepto, todo hecho
contable produce un doble efecto sobre el p a trim on io de la entidad que, medido
en unidades monetarias, alcanza la m ism a cuantía. O, dicho con otras palabras,
todo hecho contable se concreta en dos aspectos: O rig e n (causa) y F in (efecto)
o F in a n c ia c ió n e In v e rs ió n .

D e esta form a cualquier operación que afecte a la situación económ ico-finan­


ciera de una entidad puede ser registrada p o r la contabilidad, m anteniéndose
perm anentem ente la ya conocida identidad patrim onial o ecuación de balance:

A C T IV O = P A T R IM O N IO N E T O + P A SIV O

Esta perm anente identidad es quizás el m otivo p o r el que el estado que mues­
tra la situación económ ico-financiera se denom ine Balance. Pero, ¿por qué el
lado izqu ierdo del Balance (A ctivo) suma siem pre igual que el lado derecho (Pa­
trim on io neto + Pasivo)? Esto es así porque los dos lados del balance son com o
las dos caras de una m ism a m oneda. E l listado de los activos indica los recursos
totales de los que la entidad contable dispone; la relación de pasivos y partidas
de neto indican quién ha proporcionado a esa entidad la financiación necesaria
para adquirir aquellos recursos.

Partiendo del concepto de dualidad, los contables han desarrollado el deno­


m inado sistem a de con tabilidad p o r partida doble, m étodo universalmente
utilizado desde hace varios siglos. El prim er testim onio escrito de este sistema
de contabilidad data del año 1494, sólo dos años después del descubrim iento de
Am érica, y fue publicado en Venecia con el título «D e Com putis et Scripturis (De
las Cuentas y las E scritu ra s)», siendo su autor el m onje franciscano L u c a P a c io li,
si bien esta m anera de “llevar las cuentas" parece que venía siendo utilizado por
los m ercaderes venecianos desde muchos años antes.

A su vez, el prim er tratado de contabilidad p o r partida doble, en lengua espa­


ñola, se debe a B a r t o l o m é S a lv a d o r d e S o l ó r z a n o y se publicó en M adrid, el año
1590, con el título de « L ib ro de Caxa y M anual de Cuentas de Mercaderes y otras
personas, con la declaración dellos».

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C a p ít u lo 3 : H echo s co n tab les y partida doble

3.3. A N ÁLISIS D E LO S H E C H O S C O N T A B LES

El proceso de análisis de los hechos contables, para su representación por


partida doble, requiere:

1. D eterm inar los elem entos del Balance o masas patrim oniales afectadas
(Activo, Pasivo y N eto).
2. Identificar las cuentas o partidas involucradas así com o la cuantía y signo
(aum ento o dism inución) de su variación.
3. C om probar que, una vez registrada la operación, la ecuación de balance
se mantiene.

Seguidam ente se ilustran las etapas que han de recorrerse en el proceso de


análisis de los hechos contables y la representación de su incidencia sobre la
ecuación de balance básica, apoyándonos en un caso práctico.

Equinsa (Equipamiento Informático, S.A.) es el nombre de la sociedad titular de


una empresa distribuidora de ordenadores, impresoras y todo tipo de material infor­
mático al por mayor. La empresa inició su actividad en enero de 20X1 y el contable de
la misma, debido al pequeño número de operaciones que la empresa realizaba, venía
preparando un Balance después de cada una. El día 1 de octubre de ese mismo año el
Balance de situación era este:

Equinsa
Balance de situación
al 1 de octubre de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo

Mercaderías ( * ) ....................................... 44.000 Capital s o c ia l............................................ 40.000

C lie n te s ....................................................... 26.000 Resultados!**) ........................................ 15.000

C a ja ............................................................... 15.000 Proveedores ............................................. 30.000

Total a c tiv o 85.000 Total patrimonio neto y pasivo 85.000

'*’ Materiales informáticos disponibles para la venta valorados a precio de coste.


(**’ Beneficio obtenido por las operaciones realizadas desde enero hasta la fecha del
balance.

Durante el mes de octubre se realizaron las cuatro operaciones que se des­


criben a continuación, que serán analizadas según el sistema de partida doble,
representando su efecto sobre la ecuación de balance básica y form ulando el
Balance de situación que resulta después de cada una de ellas.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s con ce p tu ale s

Operación n.° 1 El día 2 de octubre los socios aportaron 10.000 euros en metálico a la sociedad para
ampliar el Capital social.

• Análisis: Increm ento del activo Caja en 10.000 euros.


Increm ento de la cuenta de neto Capital social en 10.000 euros.

• Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 85.000 = 30.000 + 55.000

O peración 1 + 10.000 (Caja) +10.000 (C aP ltal


S O C I3 1

Total 95.000 = 30.000 + 65.000


v j V- ............... _ -J

95.000 95.000

0 B alan ce posterior a la operación 1 (N ota: Las cifras afectadas se des­


tacan en negrita.)

Equinsa
Balance de situación
al 2 de octubre de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.................................................... 44.000 Capital s o c ia l.......................... 50.000
C lie n te s .............................................................. 26.000 R e su lta d o s............................... 15.000
Caja ...................................................................... 25.000 Proveedores ........................... 30.000

Total a c tiv o ................................................. 95.000 Total patrimonio neto y pasivo 95.000

Operación n.° 2 El día 13 de octubre la sociedad redujo en 10.000 euros su deuda con los proveedores.

• Análisis: D ism inución del activo Caja en 10.000 euros.


Dism inución del pasivo Proveedores en 10.000 euros.

0 R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto

Situación inicial 95.000 = 30.000 + 65.000


O peración 2 -10.000 (Caja) - 1 0.000 (Proveedores) ________
Total 85.000 = 20.000 + 65.000

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C a p ít u lo 3: H echo s co n tab les y partida doble 81

• B alan ce posterior a la operación 2

Equinsa
Balance de situación
al 13 de octubre de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.................................................... 4 4 .0 0 0 Capital s o c ia l........................... 50.000

C lie n te s ............................................................. 2 6 .0 0 0 R e su ltad o s................................. 15.000

C a ja ..................................................................... 15.000 Proveedores ............................. 20.000


Total a c tiv o ................................................. 85.000 Total patrimonio neto y pasivo 85.000

Operación n.° 3 El día 25 de octubre los clientes liquidaron en efectivo el 50% de lo que debían a la sociedad.

Análisis: Aum ento del activo Caja en 13.000 euros.


Dism inución del activo Clientes en 13.000 euros.

Representación en la ecuación de balance

Activo Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 85.000 20.000 + 65.000
+ 13.000 (Caja)
Operación 3
-1 3 .0 0 0 (Clientes)
Total 85.000 20.000 + 65.000
........ i ^ i J

85.000 85.000

• Balance posterior a la operación 3

Equinsa
Balance de situación
al 25 de octubre de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías................................................ 4 4 .0 0 0 Capital s o c ia l............................................... 50.000

C lie n te s 13.000 R e su lta d o s..................................................... 15.000

C a ja 28.000 Proveedores ................................................ 20.000

Total a c tiv o ............................................ 8 5 .0 0 0 Total patrimonio neto y pasivo ... 85.000

Las tres operaciones analizadas, por afectar cada una de ellas únicam ente a
dos elementos patrim oniales o cuentas, son ejem plos representativos de hechos
contables simples. En cam bio, cuando las operaciones m odifican la cuantía de
más de dos elem entos patrim oniales constituyen hechos contables com pues­
tos. A continuación se plantea un ejem plo de estos últimos.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

4 El día 31 de octubre Equinsa vendió por 20.000 euros mercancía que había adquirido por
Operación n.
14.000 euros, cobrando 5.000 euros en metálico y acordando con el cliente pasarle al cobro
tres recibos por ese mismo importe los días 30 de noviembre, diciembre y enero próximos.

• Análisis: Aum ento del activo Caja en 5.000 euros.


Aum ento del activo Clientes en 15.000 euros.
D ism inución del activo M ercaderías en 14.000 euros.
Aum ento de la partida de neto Resultados en 6.000 euros
(m argen de la operación).

• Representación en l a ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 85.000 = 20.000 + 65.000
+5.000 (Caja) +6.000 (Resultados)
O peración 4 +15.000 (Clientes)
-14.000 (Mercancías)
Total 91.000 = 20.000 + 71.000
v- „ - J \ ,_____________ >

91.000 91.000

• B alan ce posterior a la operación 4


Equinsa
Balance de situación
al 31 de octubre de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.................................................... 30.000 Capital s o c ia l.......................... 50.000
C lie n te s .............................................................. 28.000 R e su lta d o s............................... 21.000
C a j a ...................................................................... 33.000 Proveedores ........................... 20.000
Total a c tiv o .............................................. 91.000 Total patrimonio neto y pasivo .. 91.000

3.4. LOS N U EVE TIPOS D E H ECH O S CO N TA BLES SIMPLES

Continuando con el análisis de los hechos contables, nos proponem os ahora


identificar los tipos de hechos contables simples, cuyo núm ero es igual al de
com binaciones posibles de las variaciones positivas y negativas de A ctivo, Pasivo
y N eto que puedan producirse m anteniéndose la igualdad representada p o r la
ecuación de balance (A = P + N ). Siendo:

A A = Increm ento del activo


8A = D ism inución del activo
AP = Increm ento del pasivo exigible
8P = D ism inución del pasivo exigible
AN = Increm ento del patrim on io neto
8N = D ism inución del patrim onio neto
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C a p ít u lo 3: H echo s co n tab les y partida doble 83

De acuerdo con las consideraciones anteriores, se concluye que sólo pueden


producirse nueve coordinaciones o nueve tipos de hechos contables sim ples1, que
son los que se muestran en la siguiente tabla:

Disminución de activo (8A) Incremento de pasivo (AP) Incremento de neto (AN)


Incremento [Tipo 5] AA <=>8A [Tipo 2] AA <9 AP [Tipo 1] AA O AN
de activo
G ru p o III G rupo 1 G ru po I
(AA) _ ..
Disminución [Tipo 3] 8P <ü>8A [Tipo ó ] SP •£>AP [Tipo 8] 8P 4i> AN
de pasivo
G r u p o II G ru p o IV G ru p o IV
(5P)
Disminución [Tipo 4] 8N O 8A [Tipo 7] 8N<S> AP [Tipo 9 ] 8N <=>AN
de neto
G r u p o II G ru p o IV G ru p o IV
_(SN)

A su vez, atendiendo a las m agnitudes y cuentas involucradas en cada ope­


ración, estos nueve tipos de hechos contables pueden clasificarse en los cuatro
grupos siguientes (y a identificados en la tabla):

G rupo I. Operaciones que afectan a cuentas incluidas en am bos m iem ­


bros de la ecuación de balance, increm entando sus im portes. Se correspon­
den con las com binaciones señaladas en la tabla con los números [ 1 ] y [ 2 ].

Tipo 1. Aum ento del activo y aum ento del neto Activo = Pasivo + Neto
Ejemplo: la aportación de dinero u otros activos a la em presa por los socios para ampliar el + +
capital social.

Tipo 2. Aum ento del activo y aum ento del pasivo Activo = Pasivo + Neto
Ejemplos: una compra de mercancía a crédito o la obtención de un préstam o bancario. + +

G rupo II. O peraciones que afectan a partidas incluidas en am bos m iem ­


bros de la ecuación de balance, reducien do sus im portes. Son las com bina­
ciones señaladas en la tabla con los núm eros [3 ] y [4].

Tipo 3. Disminución del activo y disminución del pasivo Activo = Pasivo + Neto
Ejemplo: el pago de una deuda contraída por la sociedad y que figuraba contabilizada. — —

Tipo 4. Disminución del activo y dism inución del neto Activo = Pasivo + Neto
Ejemplos: la reducción por la sociedad de su capital social m ediante sudevolución o rein- _ _
tegro a los socios.

El núm ero de coo rd in a c io n e s posibles, ap lica n d o la te o ría c o m b in ato ria, es igu al al n ú m ero d e

com binaciones d e seis e lem en to s tom a d os dos a dos; esto es: c «.2 = f ^ f = 15 P e ro d e este n ú m ero hay
que deducir seis im posibles, pues ni tienen sen tid o e c o n ó m ic o ni m antien en la ecu ación d e balance.
Estas seis coord in acio n es im p o sib les son: 1. A A , 8P; 2. AA, SN; 3. SA, AP; 4. 8A, AN; 5. AP, AN ; 6. 8P, 8N.

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P rim e ra p a rte : Fund am ento s co n cep tu ales

G III. O peraciones que sólo afectan a cuentas incluidas en el prim er


rupo

m iem bro de la ecuación de balance, esto es, a cuentas de Activo. Existe una
única coordinación de este tipo que corresponde a la señalada en la tabla con
[5]. N ótese que las operaciones de este tipo m odifican la com posición de la es­
tructura económ ica o activo del sujeto contable, pero no su cuantía.

\ctivo = Pasivo + Neto Tipo 5. Aum ento de una cuenta de activo y disminución de otra tam bién de activo
Ejem plos: el cobro de un crédito concedido por la empresa o la adquisición de nuevos
_____________ activos m ediante pago al contado.________________________________________________________

G rupo IV . Operaciones que sólo afectan a cuentas incluidas en el segun­


do m iem bro de la ecuación de balance, esto es, a cuentas de Pasivo y Neto.
Pueden producirse las cuatro coordinaciones correspondientes a los números
[ 6 ], [7], [ 8 ] y [9 ] de la tabla. Estos cuatro tipos de hechos contables alteran la
com posición de la estructura financiera del sujeto contable, pero no su cuantía.

vctivo = Pasivo + Neto Tipo ó. Aum ento de una cuenta de pasivo y disminución de otra tam bién de pasivo
+ /— Ejem plos: la deuda m antenida con un proveedor, que estaba docum entada en una factura,
se instrumenta en una letra de cam bio que la empresa acepta o la renovación
de una obligación alterando su vencimiento (por ejem plo, la conversión de una
deuda a corto plazo en una deuda a largo).

\ctivo = Pasivo + Neto Tipo 7. Aum ento del pasivo y dism inución del neto
-f _ Ejem plo: el acuerdo de pagar un dividendo a los accionistas, operación que reduce el
resultado disponible -q u e es una partida de neto- y aumenta el pasivo exigible
por el importe de la deuda contraída por la sociedad con sus accionistas.

\ctivo = Pasivo + Neto Tipo 8. Disminución del pasivo y aum ento del neto
— + Ejem plo: la incorporación a la sociedad de un acreedor, en calidad de socio, m ediante la
cancelación de una deuda que tiene la sociedad con dicho acreedor.

Activo = Pasivo + Neto Tipo 9. Aum ento de una cuenta de neto y disminución de otra tam bién de neto

Ejem plo: el acuerdo consistente en destinar el resultado obtenido en el ejercicio, o una


parte del mismo, a incrementar las reservas de la sociedad.

A continuación se enuncian y analizan nueve operaciones representativas de


cada uno de los tipos de hechos contables simples que acabamos de identificar.
Se trata de las prim eras operaciones realizadas p o r Libros Dual, S.L., sociedad
titular de una librería especializada en la com ercialización de libros y aplicacio­
nes inform áticas de contabilidad, durante su segundo año de actividad.

Téngase en cuenta que, en este capítulo, se analizan operaciones que afectan


sólo a cuentas de Balance. En el capítulo siguiente am pliarem os el análisis in­
corporando las transacciones que afectan a las cuentas de Resultados, esto es, a
las cuentas de http://librosysolucionarios.net
ingresos y gastos.
C a p ít u lo 3: H echo s contab les y partida d o b le 85

E l siguiente Balance muestra la situación económ ico-financiera de la em pre­


sa Libros Dual, S.L. al com ien zo de su segundo año de actividad.

Libro s D ual, S .L
B a la n ce d e situ ació n
al 1 d e en e ro d e 20X2
A ctiv o Patrim o nio neto y pasivo
M e rc a d e ría s 115.000 C a p ita l s o c ia l............................................... 100.000

C lie n t e s 4 2 .5 0 0 R esu ltad o s del año 2 0 X 1 ..................... 63.500

C aja 38.500 Pro vee d o re s ................................................ 32.500

Total a c t iv o ............................................. 196.000 Total p atrim o nio neto y p asivo 196.000

La cuenta “Resultados del año 20X1” representa el beneficio obtenido por la socie­
dad en dicho año. Al figurar en el Balance de situación relativo al 1 de enero de 20X2
significa que, en esta fecha, no se había tomado ningún acuerdo sobre el destino que
se dará a esos beneficios.
SE PIDE:
Analizar las operaciones que se enuncian a continuación, representar su incidencia
en la ecuación de balance básica y preparar el Balance que resulta después de cada una.

T ip o 1. Aumento del Activo y aumento del Neto. E l día 2 de enero los socios aportan a la empresa 20.000
euros en metálico para ampliar el Capital social de ésta.

• Análisis: Aum ento del activo Caja en 20.000 euros.


Aum ento de la cuenta de neto Capital social en 20.000 euros.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 196.000 = 32.500 + 163.500
Operación 1 +20.000 (Caja) +20.000 (Capital social)

Subtotal 216.000 = 32.500 + 183.500

• B alance posterior al hecho contable d el Tipo 1

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 2 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías............................................... 115.000 Capital s o c ia l.............................................. 120.000
C lien te s........................................................ 42.500 Resultados del año 20X1.................... 63.500
C aja ................................................................ 58.500 Proveedores ................................................ 32.500

Total a ctiv o ............................................ 216.000 Total patrimonio neto y pasivo .. 216.000

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P rim e ra p a rt e : Fund am en to s co n cep tu ales

Tipo 2. Aumento del Activo y aumento del Pasivo. El día 5 de enero la empresa recibe de conformidad
un lote de libros, cuyo coste asciende a 7.500 euros, que pagará a los 90 días.

Análisis: Aum ento del activo M ercaderías en 7.500 euros.


Aum ento del pasivo Proveedores en 7.500 euros.

R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación
216.000 = 32.500 + 183.500
anterior
O peración 2 +7.500 (Mercaderías) +7.500 (Proveedores)

Subtotal 223.500 = 40.000 + 183.500

« B alan ce posterior al hecho contable del Tipo 2

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 5 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.................................................. 122.500 Capital s o c ia l................................................ 120.000
C lie n te s ........................................................... 42.500 Resultados del año 20X1....................... 63.500
Caja ................................................................... 58.500 Proveedores ................................................. 40.000

Total a c t iv o ................................................ 223.500 Total patrimonio neto y pasivo .... 223.500

Tipo 3. D ism inución del Activo y dism inución del Pasivo. El día 9 de enero la empresa paga 15.000
euros para liquidar la deuda contraída con un proveedor.

0 Análisis: Dism inuye el activo Caja en 15.000 euros.


Dism inuye el pasivo Proveedores en 15.000 euros.

° Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación
223.500 = 40.000 + 183.500
anterior
O peración 3 -15.000 (Caja) -15.000 (Proveedores)

Subtotal 208.500 = 25.000 + 183.500

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C a p ít u lo 3: H echo s co ntab les y partida doble 87

• Balance posterior al hecho contable del Tipo 3

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 9 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías 122.500 Capital s o c ia l.............................................. 120.000
C lie n te s 42 .5 0 0 Resultados del año 2 0 X 1 ......................... 63.500

Caja 43.500 Proveedores ................................................ 25.000

Total a c tiv o .............................................. 208.500 Total patrimonio neto y pasivo ... 208.500

Tipo 4. D ism inución dél A ctivo y dism inución del Neto, El día 13 de enero todos los accionistas de la
sociedad, reunidos en Junta General, toman el acuerdo de repartir un dividendo de 20.000 euros
que se hace efectivo inmediatamente.

• Análisis: Dism inuye el activo Caja en 20.000 euros.


Dism inuye la cuenta de neto Resultados del año 20X1 en
2 0 .0 0 0 euros.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo Pasivo Patrimonio neto


Situación
208.500 25.000 183.500
anterior
(Resultados
Operación 4 -2 0 .0 0 0 (C aja) - 20.000
año 20X1)

Subtotal 188.500 25.000 163.500

• B alance posterior a l hecho contable del Tipo 4

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 13 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías............................................ 122.500 Capital s o c ia l.................................................. 120.000
C lie n te s...................................................... 4 2 .5 0 0 Resultados del año 2 0 X 1 ............................ 43.500

C a ja 23.500 Proveedores..................................................... 25.000

Total activo 188.500 Total patrimonio neto y pasivo ........ 188.500

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T ip o 5. Aumento de una cuenta de activo y disminución de otra también de activo. El día 15 de


enero la empresa anticipa a un empleado 2.500 euros, importe que le descontará de las nóminas
correspondientes a los meses de febrero a junio.

• Análisis: Aum enta el activo Anticipos a em pleados en 2.500 euros.


Dism inuye el activo Caja en 2.500 euros.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación
188.500 = 25.000 + 163.500
anterior
+2.500 (Anticipos a
O peración 5 em pleados)
___ -2.500 (Caja)
Subtotal 188.500 = 25.000 + 163.500

• B alan ce posterior al hecho contable del Tipo 5

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 15 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías 122.500 Capital s o c ia l................................................. 120.000

C lie n te s 42.500 Resultados del año 20X1......................... 43.500


A n ticipos a em p lead o s 2.500 Proveedores ................................................... 25.000

Caja 21.000 _______

Total a c tiv o ............................................ 188.500 Total patrim onio neto y pasivo .. 188.500

Tip o 6. Aumento de una cuenta de pasivo y disminución de otra también de pasivo. El día 18 de enero
la empresa acepta una letra de cambio, girada por un proveedor, por importe de 1 2 .0 0 0 euros
y con vencimiento el día 31 de marzo. Esta deuda figuraba registrada en la cuenta de Proveedores y
formalizada en una factura.

Análisis: Aum enta el pasivo Efectos a pagar en 12.000 euros.


Dism inuye el pasivo Proveedores en 12.000 euros.

R epresentación en la ecuación de balance

Activo Pasivo + Patrimonio neto


Situación
188.500 25.000 + 163.500
anterior
+ 12.000 (Efectos a pagar)
O peración 6
-12.000 (Proveedores)
Subtotal 188.500 25.000 + 163.500

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C a p ít u lo 3 : H echos co ntab les y p artida d o b le

• B alan ce posterior a l hecho contable del Tipo 6

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 18 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.............................. 122.500 C apital s o c ia l............................................ 120.000

C lie n te s ........................................ 42.500 Resultados delaño 20X1...................... 43.500

Anticipos a e m p le a d o s...... 2.500 Proveedores .............................................. 13.000

C a ja ................................................ 21.000 Efecto s a p a g a r....................................... 12.000

Total a c tiv o ........................... 188.500 Total patrimonio neto y pasivo .... 188.500

U p o 7. Aumento del Pasivo y dism inución del Neto. El día 21 de enero los accionistas acuerdan repartirse
otros 20.000 euros del beneficio obtenido en el año 20X1, acordando que la fecha de pago de este
dividendo será el día 2 0 del próximo mes de febrero.

Análisis: Aum enta el pasivo Dividendos a pagar en 20.000 euros.


Dism inuye la cuenta de neto Resultados del año 20X1 en
euros.
2 0 .0 0 0

• Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo Patrimonio neto


Situación
188.500 = 25.000 163.500
anterior
Operación 7 +20.000 (Dividendos a pagar) -20.000 (R®s “ ! í 5 Í ° S
ano 20X1)
Subtotal 188.500 = 45.000 143.500

B alan ce posterior al hecho contable del Tipo 7

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 21 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías....................................... 122.500 120.000
C lientes.......... 42.500 Resultados del año 20X1................... 23.500
Anticipos a e m p le a d o s.............. 2.500 Proveedores ............................................. . 13.000
C a ja ........ 12 000

Dividendos a paq ar............................... 20.000


Total a ctiv o ................................ ....... 188.500 Total patrimonio neto y pasivo ... . 188.500

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T ip o 8. Disminución del Pasivo y aumento del Neto. El día 25 de enero los socios de Libros Dual toman
por unanimidad el acuerdo de admitir como nuevo socio a uno de los principales proveedores
de la librería. La incorporación de éste se realiza aumentando el capital social en 10.000 euros y
reduciendo la deuda contraída con este proveedor en el mismo importe, que estaba registrada en
la cuenta Proveedores.

• Análisis: Aum enta la cuenta de neto Capital social en 10.000 euros.


Dism inuye la cuenta de pasivo Proveedores en 10.000 euros.

* Representación en la ecuación de balance

Activo Pasivo + Patrimonio neto


Situación
188.500 45.000 + 143.500
anterior
(Capital
O peración 8 -10.000 (Proveedores) +10.000
social)
Subtotal 188.500 = 35.000 + 153.500

• B alan ce posterior a l hecho contable del Tipo 8

Libros Dual, S.L.


Balance de situación
al 25 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías................................................... 122.500 Capital s o c ia l.............................................. 130.000
C lie n te s .............................................................. 42.500 Resultados del año 20X1...................... 23.500
Anticipos a e m p le a d o s............................. 2.500 Proveedores................................................ 3.000
C a ja ....................................................................... 21.000 Efectos a p ag ar.......................................... 12.000
___________ Dividendos a p a g a r................................. 20.000
Total a c tiv o .............................................. 188.500 Total patrimonio neto y p a siv o ...... 188.500

T ip o 9. Disminución de una cuenta de neto y aumento de otra también de neto. El día 30 de enero,
reunidos los socios en Junta general, acuerdan que la parte del beneficio del año 20X1 pendiente de
aplicación (23.500 euros) se destine a Reservas, con el objeto de fortalecer la estructura financiera
de la sociedad.

• Análisis: Aum enta la cuenta de neto Reservas en 23.500 euros.


Dism inuye la cuenta de neto Resultados del año 20X1
en 23.500 euros.

° Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación 188.500 = 35.000 + 153.500
anterior
+23.000 (Reservas)
O peración 9 (Resultados
_______________________________________ __________________________________- 23 500 año 20X1L
Subtotal ~ 188.500 = 35.000 + 153.500
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C a p it u lo 3: H echo s co n tab les y partida doble

® B alan ce posterior al hecho contable del U p o 9

Libros Dual, S .L
Balance de situación
al 30 de enero de 20X2
Activo Patrimonio neto y pasivo
M e r c a d e r ía s 122.500 Capital s o c i a l ............................................... 130.000
C lie n te s ................................................................ 42.500 R e se rv a s...................................... 23.500
Anticipos a e m p le a d o s 2.500 Proveedores ................................................ 3.000
Caja ........................................................................ 21.000 Efectos a p ag ar........................ 12.000
_________ Dividendos a p a g a r................................ 20.000
Total a c tiv o ............................................... 188.500 Total patrimonio neto y pasivo .... 188.500

En la siguiente tabla se muestra el resum en de las nueve operaciones regis­


tradas, correspondientes a la em presa Libros Dual, S.L. (S i = Situación inicial;
Sf = Situación final):

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Si 196.000 = 32.500 + 163.500

1 Caja + 20.000 Capital social + 20.000

2 Mercaderías + 7.500 Proveedores + 7.500

3 Caja -1 5 .0 0 0 Proveedores -1 5 .0 0 0

4 Caja - 20.000 Resultados 20X1 - 20.000

5 Anticipos
+ 2.500
a empleados
Caja - 2 .5 0 0

6 Efectos a pagar + 12.000

Proveedores - 12.000

7 Dividendos + 20.000 Resultados 20X1 - 20.000


a pagar
8 Proveedores -1 0 .0 0 0 C apital social + 10.000
9 Reservas + 23.500

Resultados 20X -2 3 .5 0 0
Sf Totales 188.500 = 35.000 + 153.500

Observe que la igualdad representada p o r la ecuación de balance se mantiene


después de registrar cada una de las operaciones. Esto es debido a que todo hecho
contable simple origina cambios en el m ism o sentido e importe -aum ento o dismi­
nución- en ambos miem bros de la ecuación de balance, o cambios de signo opuesto
cuando resultan afectadas cuentas situadas en el mismo lado de la ecuación.

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P r im e ra p a rt e : Fund am en to s co n cep tu ales

3.5. H EC H O S C O N T A B LES PERMUTATIVOS


Y M O D IFICATIVO S
A tendiendo al núm ero de cuentas afectadas, hem os clasificado los hechos
contables en sim ples (cuando sólo afectan a dos cuentas) y com puestos
(cuando afectan a m ás de dos cuentas). En la literatura contable se contem pla
tam bién una segunda clasificación considerando, en este caso, el efecto produ ­
cid o p o r los m ism os sobre la cuantía del p atrim on io neto. De acuerdo con este
criterio se distingue entre hechos contables perm utativos y hechos contables
m odificativos.

Los hechos contables perm utativos son aquellos que sólo producen cam­
bios cualitativos o variaciones en la com posición del patrim onio, sin alterar su
valor. Los hechos perm utativos a su vez, considerando su repercusión sobre la
dim ensión de la estructura económ ica o activo y de la estructura financiera o
pasivo, se subdividen en tres categorías:

Hechos perm utativos expansivos: increm entan la estructura económ ica y


la estructura financiera de la empresa. Ejem plo: la com pra de un activo a
crédito o la obtención de un préstam o.

Hechos perm utativos reductivos: reducen tanto la estructura económ ica


com o la estructura financiera. Ejem plo: el pago de una deuda.

* Hechos perm utativos neutros: no alteran la dim ensión del activo ni del
pasivo. Ejem plo: el cobro de un crédito.

De los nueve tipos de hechos contables simples analizados en el epígrafe an­


terior, el relacionado con el núm ero [ 2 ] es un hecho perm utativo expansivo; el nú­
m ero [3 ] es un hecho perm utativo reductivo; y los relacionados con los números
[5], [ 6 ] y [9 ] constituyen hechos perm utativos neutros.

A su vez, son hechos contables modificativos aquellos que, además de afec­


tar a la com posición del patrim onio, alteran la cuantía del neto. D e los nueve
tipos de hechos contables sim ples enunciados en el epígrafe anterior, constitu­
yen hechos contables m odificativos los correspondientes a los núm eros [4 ] y [7],
que reducen el neto, y los descritos en los núm eros [ 1 ] y [ 8 ], que aumentan esta
mism a magnitud.

Finalm ente, los hechos com puestos que m odifican la cuantía del patrim o­
nio neto se denom inan hechos con tables mixtos, y son la com b in ación de un
hecho perm u tativo y un hecho m odificativo. La op eración de venta de m erca­
derías con ben eficio que se analizó en el ep ígrafe 3.3, es un ejem plo de hecho
contable m ixto.

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C a p it u lo 3: H echo s co n tab les y partida d o b le 93

S> E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N

D. V íctor M ercader realizó, durante el mes de enero del año 20X0, las gestio­ E n u n c ia d o
nes y operaciones necesarias para poner en marcha una tienda para la venta de
artículos de regalo, que llevará el nom b re de Com ercial Baratijas. Al día 31 de
enero de dicho año el balance de esta em presa era:

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 31 de enero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías............................. 3.500 Capital ........................................................... 5.000
Anticipos a em pleados ... 300 Préstamo a largo plazo ....................... 2.000
C a ja ............................................... 4.700 Proveedores ............................................... 1.500
Total a c tiv o .............................................. 8^500 Total patrimonio neto y pasivo .... 8^500

La tienda se abrió al público el 1 de febrero y durante este mes se realizaron


las siguientes operaciones:

Día 3. Venta de m ercancía al contado p o r 900 euros, sin beneficio ni pérdida.


Día 7. Com pra de m ercancía p o r 800 euros que se pagará el día 31 del próxi­
m o mes de m arzo.
Día 11. D. V íctor hizo una nueva aportación a la empresa, en efectivo, de 700
euros.
Día 15. Se pagaron 600 euros a un proveedor para liquidar una deuda contraída
con éste.
Día 19. D. V íctor retiró 500 euros en m etálico del negocio, para su uso personal.
Día 21. Se acordó con el banco devolverle, en dos meses, 400 euros del présta­
m o a largo plazo obtenido en enero.
Día 25. D. V íctor adquirió a crédito una ordenador portátil, para su uso per­
sonal, p o r 300 euros indicándole al cajero de Com ercial Baratijas que
atienda el pago del m ism o cuando pasen al cobro la factura.
Día 28. D. V íctor pagó 200 euros a un proveedor de Com ercial Baratijas con
dinero procedente de su patrim onio personal.

SE PIDE:
Análisis de las operaciones anteriores, indicación del tipo de hecho contable
en cada caso, representación de su im pacto sobre la ecuación de balance y Ba­
lance resultante después de cada operación.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n ce p tu ale s

S o l u c ió n s u g e r id a

D ía 3. Venta de mercancía al contado por 900 euros, sin beneficio ni pérdida.

• Análisis: Aum ento del activo Caja en 900 euros.


Dism inución del activo M ercaderías en 900 euros.

• H echo contable: Perm utativo neutro.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 8.500 = 3.500 + 5.000
~ , ,, , +900 (Caja)
O peración día 3
- 900 (M ercaderías) ____
Subtotal 8.500 = 3.500 + 5.000

• B alan ce posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 3 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías 2.600 Capital s o c ia l..................................................... 5.000
Anticipos a e m p le a d o s 300 Préstamo a largo p la z o ................................. 2.000
C a ja 5.600 Proveedores ....................................................... 1.500
Total a c tiv o ...................................................... 8.500 Total patrimonio neto y pasivo ......... 8.500

Día 7. Compra de mercancía por 800 euros que se pagará el día 31 del próximo mes de marzo.

• Análisis: Aum ento del activo M ercaderías en 800 euros.


Aum ento del pasivo Proveedores en 800 euros.

• H echo contable: Perm utativo expansivo.

• Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 8.500 = 3.500 + 5.000
O peración día 7 nr.. . . . , , .
+ 800 (Mercaderías) + 800 (Proveedores)

Subtotal 9.300 4.300 + 5.000


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C a p ít u lo 3: H echos co n tab les y partida d o b le

B alance posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 7 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías 3.400 Capital s o c ia l..................................................... 5.000
Anticipos a e m p le a d o s............................. 300 Préstam o a largo p la z o ............................... 2.000
C a ja 5.600 Proveedores ....................................................... 2.300
Total a c tiv o ................................................... 9.300 Total patrimonio neto y pasivo 9.300

Día 11. D. Víctor hizo una nueva aportación a la empresa, en efectivo, de 700 euros.

• Análisis: Aum ento del activo Caja en 700 euros.


Aum ento de la cuenta de neto Capital en 700 euros.

• H echo contable: M odificativo, increm enta el neto.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo Pasivo Patrimonio neto


Situación inicial 9.300 4.300 5.000
Operación día 11 + 700 (Caja) + 700 (Capital)
Subtotal 10.000 4.300 5.700

• Balance posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 11 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías................................................ 3.400 Capital 5.700
Anticipos a e m p le a d o s 300 Préstam o a largo p la z o .............................. 2.000
C a ja 6.300 Proveedores ...................................................... 2.300
Total a ctiv o ................................................... 10.000 Total patrimonio neto y p asivo 10.000

Día 15. Se pagaron 600 euros a un proveedor para liquidar una deuda contraída con éste.

0 Análisis: Dism inución del activo Caja en 600 euros.


Dism inución del pasivo Proveedores en 600 euros.

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P r im e ra p a rte : Fund am en to s co n cep tu ales

• H echo contable: Perm utativo reductivo.

° Representación en la ecuación de balance

Activo Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 10.000 4.300 + 5.700
O peración día 15 -600 (Caja) -600 (Proveedores)
Subtotal 9.400 3.700 5.700

0 B alan ce posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 15 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.............................. 3.400 Capital ............................................................. 5.700
Anticipos a e m p le a d o s...... 300 Préstamo a largo p la z o ......................... 2.000
C a ja ................................................ 5.700 Proveedores ............................................... 1.700
Total a c tiv o ............................ 9.400 Total patrimonio neto y pasivo .. 9.400

Día 19 D. Víctor retiró 500 euros en metálico del negocio, para su uso personal.

• Análisis: D ism inución del activo Caja en 500 euros.


D ism inución de la cuenta de neto Capital en 500 euros.

• H echo contable: M odificativo, reduce el neto.

0 R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 9.400 = 3.700 + 5.700
O peración día 19 - 500 (C aja) ___ _____ -500_ (C apital)
Subtotal 8.900 = 3.700 + 5.200

B alan ce posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 19 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías.................................................... 3.400 Capital ................................................................. 5.200
Anticipos a e m p le a d o s............................ 300 Préstamo a largo p la z o .............................. 2.000
Caja ...................................................................... 5.200 Proveedores ..................................................... 1.700
Total a c tiv o ................................................. 8.900 Total patrimonio neto y p a siv o 8.900
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C a p ít u lo 3: H echos co n tab les y p artida doble

D ía 21. Se acordó con el banco devolverle, en dos meses, 400 euros del préstamo a largo plazo obtenido
en enero.

• Análisis: Dism inución de la cuenta de pasivo Préstam o a largo plazo en


400 euros.
Aumento de una nueva cuenta de pasivo Préstamo a corto plazo
en 400 euros.

« H echo contable: Perm utativo neutro.

• Representación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 8.900 = 3.700 + 5.200
-400 (Préstamo a l/p)
Operación día 21 +400 (Préstamo a c/p)

Subtotal 8.900 = 3.700 + 5.200

• Balance posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 21 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías.................................................... 3.400.........................Capital ........................................... 5.700
Anticipos a e m p le a d o s............................ 300 Préstamo a largo p la z o ........................... 1.600
C a ja ...................................................................... 5.200 Préstamo a corto p la z o ............................ 400
Proveedores ................................................... 1.700
Total a c tiv o .................................................. 8.900 Total patrimonio neto y pasivo .... 8.900

Día 25. D. Víctor adquirió a crédito por 300 euros un ordenador portátil, para su uso personal, indicándole
al cajero de Comercial Baratijas que atienda el pago del mismo cuando pasen al cobro la factura.

• Análisis: Aum ento de la nueva cuenta de pasivo Acreedores p o r 300 euros.


D ism inución de la cuenta de neto Capital p o r 300 euros.

• H echo contable: M odificativo, reduce el neto.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 8.900 3.700 + 5.200
Operación día 25 +300 (Acreedores) -300 (Capital)
Subtotal 8.900 4.000 + 4.900

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• B alan ce posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 25 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías...................................................... 3.400 Capital .................................................................. 4.900
Anticipos ae m p le a d o s............................... 300 Préstam o a largo p la z o .............................. 1.600
Caja ........................................................................ 5.200 Préstamo a corto p la z o .............................. 400
A cree d o res......................................................... 300
Proveedores ..................................................... 1.700
Total a c tiv o ................................................... 8.900 Total patrim onio neto y pasivo 8.900

Día 28. D. Víctor pagó 200 euros a un proveedor de Comercial Baratijas con dinero procedente de su
patrimonio personal.

• Análisis: Dism inución del pasivo Proveedores en 200 euros.


Aum ento de la cuenta de neto Capital en 200 euros.

• H echo contable: M odificativo, aumenta el neto.

• R epresentación en la ecuación de balance

Activo = Pasivo + Patrimonio neto


Situación inicial 8.900 = 4.000 + 4.900
O peración día 28 -200 (Proveedores^ +200 (Capital)
Total 8.900 = 3.800 + 5.100

B alance posterior

Com ercial Baratijas


Balance de situación
al 28 de febrero de 20X0
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercad erías 3.400 Capital ...................... 5.100
Anticipos a e m p le a d o s 300 Préstamo a largo p la z o ...................... 1.600
Caja 5.200 Préstamo a corto p la z o ...................... 400
A cree d o res.................................................. 300
Proveedores ............................................. 1.500
Total a c tiv o 8.900 Total patrimonio neto y pasivo 8.900

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C a p ít u lo 3: H echos co n tab les y partida doble 99

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

C u e stio n ar io
TIPO TEST
Elija la mejor respuesta:

1. ¿A qué autor se atribuye el primer tratado donde se explica el método de contabi­


lidad por partida doble?
□ A. Leonardo da Vinci.
□ B. Luca Pacioli.
O C. Bartolomé Salvador de Solórzano.
O D. Piero della Francesca.

2. ¿Cuál de las siguientes circunstancias no será registrada por la Contabilidad de la


empresa?
O A. El pago de la nómina a los empleados.
□ B. Una compra de mobiliario a crédito.
□ C. El cobro a un cliente de un anticipo.
□ D. La solicitud de un préstamo a una entidad bancaria.

3. «Todo hecho contable simple origina cambios en el mismo sentido -aumento o


disminución- en ambos miembros de la ecuación de balance, o cambios de signo
opuesto cuando resultan afectados elementos patrimoniales situados en el mismo
lado de dicha ecuación». La proposición anterior es:
□ A. Verdadera.
□ B. Falsa.

4. ¿Cuál es el efecto, para la sociedad adquirente, de una compra de mercancías a


crédito?
□ A. Aumentan el inventario de mercaderías y los derechos de cobro.
□ B. Aumenta el inventario de mercaderías y disminuye la tesorería.
□ C. Disminuyen el patrimonio neto y el pasivo exigible.
□ D. Ninguna de las respuestas anteriores es correcta.

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5. ¿Cuál de las siguientes operaciones producirá, en la ecuación de balance básica, el


efecto que se indica en la tabla adjunta?

Activo = Pasivo + Neto

Aum enta Aum enta No afecta

□ A. Una venta de mercancíasa crédito.


□ B. Una compra de mercancías al contado.
□ C. Una compra de mercancías a crédito.
□ D. El pago de la fianza al propietario de un local alquilado.

6. ¿Cuál de las siguientes operaciones producirá, en la ecuación de balance básica, el


efecto que se indica en la tabla adjunta?

Activo = Pasivo + Neto

Aum enta No afecta Aumenta

□ A. Elcobro de un crédito a un cliente.


□ B. El abono en la cuenta bancaria de un préstamo bancario.
□ C. Nuevas aportaciones realizadas por los socios a la empresa.
□ D. Las tres operaciones anteriores producirán el efecto indicado.

7. ¿Cuál de las siguientes operaciones producirá, en la ecuación de balance básica, el


efecto que se indica en la tabla adjunta?

Activo = Pasivo + Neto


Dism inuye Disminuye No afecta
□ A. El pago de la deuda contraída con un proveedor.
□ B. La devolución de mobiliario que no se había pagado.
□ C. La devolución a un cliente de un anticipo.
□ D. Las tres operaciones anteriores producirán el efecto indicado.

8. ¿Cuál de las siguientes operaciones producirá, en la ecuación de balance básica,


el efecto que se indica en la tabla adjunta?

Activo = Pasivo + Neto


Dism inuye Aum enta No afecta
□ A. La devolución de una partida de mercancías.
□ B. El pago de la cuota mensual de un préstamo hipotecario.
□ C. Una compra de mercancía a crédito.
□ D. Ninguna operación puede producir el efecto indicado.

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C a p ít u lo 3: H echos co n tab les y partida d o b le

9, ¿Cuál será el efecto, para la sociedad adquirente, de la compra a crédito de una


impresora por 450 euros? (Nota: Los números entre paréntesis indican
negativas.)
Activo = Pasivo + Neto
□ A. 450 450 No afecta
□ B. 450 (450) 450
□ c. 450 225 225
Q D. No afecta 450 (450)

¿Cuál será el efecto de la devolución al proveedor de un lote de mercancía


costó 900 euros, que todavía no se había pagado?
Activo = Pasivo + Neto
□ A. No afecta (900) 900
□ B. (900) No afecta (900)
□ C. (900) (900) No afecta
□ D. No afecta No afecta No afecta

11. ¿Cuál será el efecto de la liquidación de una deuda de 1.500 euros, contraída con un
acreedor, mediante la entrega de mercancías que nos costaron 1 .2 0 0 euros?

Activo = Pasivo + Neto


□ A. 1 .2 00 1.500 (300)
□ B. 1.500 (1.500) No afecta
□ C. ( 1 .2 0 0 ) (1.500) 300
□ D. (1.500) (1.500) 300

12. Si no se contabilizó una compra a crédito, ¿cómo afecta dicha omisión al Balance?
□ A. El activo y el pasivo están infravalorados.
□ B. El activo está infravalorado y el pasivo sobrevalorado.
□ C. El activo y el neto están infravalorados.
□ D. Activo, pasivo y neto son correctos.

13. Como consecuencia de la compra de un terreno al contado:


□ A. El pasivo exigible disminuye.
□ B. El patrimonio neto aumenta.
□ C. El activo total no resulta afectado.
□ D. Ninguna de las respuestas anteriores es correcta.

14. En una fecha en la que los activos y pasivos totalizaban 45.000 y 36.000 euros, res­
pectivamente, los socios aportaron 6 .0 0 0 euros en efectivo por ampliación del ca­
pital social. ¿Cuál es el patrimonio neto de la sociedad después de la ampliación?
□ A. 9.000 euros.
□ B. 15.000 euros.
□ C. 42.000 euros.
□ D. 51.000 euros.

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1 5 La estructura patrimonial de una sociedad anónima, el 28 de enero de cierto año,


era: Activo = 222.000 euros; Pasivo: 60.000 euros y Patrimonio neto = 162.000
euros. El día siguiente tuvieron lugar estas operaciones:
1 Compró mercancía a crédito por 6.000 euros.
2. Devolvió parte del mobiliario recuperando 2.000 euros en efectivo, que era el
precio que se había pagado cuando se compró.
3. Amplió el capital social mediante la emisión de 200 nuevas acciones de 100 euros
de valor nominal cada una. Estas acciones se destinaron a reducir deudas por
2 0 .0 0 0 euros.
4. Adquirió un ordenador por 15.000 euros, pagando 3.000 euros en metálico. El
resto se liquidará al suministrador en tres plazos de 4.000 euros cada uno, con
vencimiento a los 30, 60 y 90 días.

¿Cuál es la composición de la ecuación de balance al término del día 29 de enero?

Q A. Activo = 234.000 € Pasivo = 58.000 € Patrimonio neto = 176.000 €


□ B. Activo = 240.000 € Pasivo = 58.000 € Patrimonio neto = 182.000 €
□ C. Activo = 234.000 € Pasivo = 52.000 € Patrimonio neto = 182.000 €
□ D. Activo = 300.000 € Pasivo = 58.000 € Patrimonio neto = 242.000 €

E j e r c ic io s

Relacione los térm inos y expresiones de la colum na izqu ierda con las expresiones y
. 1 . R e l a c io n a r
descripciones recogidas en la colum na derecha:
t é r m in o s
y d e f in ic io n e s
1 Activo = Pasivo + Neto a. Hecho contable simple

2 . Hecho contable b. Hecho permutadvo expansivo

3. Dualidad c. Hecho permutativo reductivo

4 . Luca Pacioli d. Ecuación de balance básica

5. Concepto de entidad e. Operación que afecta inmediatamente al patrimonio

6 . Sólo afecta a dos cuentas f. Los hechos contables afectan al menos a dos cuentas

7. Una compra a crédito g. De las Cuentas y las Escrituras

8 . La cancelación de un h. A efectos contables la empresa es una entidad sepa­


préstamo rada de sus propietarios.

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C a p it u lo 3: H echo s co ntab les y partida doble 103

Seguidamente se describen las primeras operaciones realizadas por la empresa in­ A n á l is is d e


dividual Infomatic, cuyo objeto social es la venta y reparación de equipos informáticos. O P E R A C IO N E S

Señale su efecto sobre cada uno de los tres elementos que se indican, escribiendo el signo Y SU IN C ID E N C IA
más (+) en la columna correspondiente al elemento que aumenta y el signo menos ( - ) en S O B R E LA
la del elemento que disminuye. E C U A C IÓ N D E

B A LA N C E

Activo Pasivo Neto


1. El propietario aporta al negocio dinero y otros
activos para iniciar la actividad
2. La empresa compra al contado una primera
partida de ordenadores
3. Compra a crédito diversos artículos de papelería
4. Se entrega un anticipo al em pleado recién
contratado
5. El propietario aporta a la em presa una partida
de impresoras que eran de su propiedad
ó. La empresa adquiere un ordenador portátil
aceptando al proveedor, por el importe total,
un pagaré con vencimiento a los tres meses
7. Se liquida la deuda contraída con la papelería
8. El propietario de esta em presa compró a crédito
un televisor para su uso particular y dom icilió su ¡
pago en la cuenta corriente de la em presa

Seguidamente se relacionan las primeras operaciones realizadas por una sociedad anó- 3 .3 . A n á l is is d e l

nima. Indique su impacto neto sobre la ecuación de balance, tal como se hace en la primera IM P A C T O D E
operación, asegurándose de que la igualdad se mantiene después de cada registro. O P E R A C IO N E S

S O B R E LA
Activo = Pasivo + Neto
E C U A C IÓ N
1. Em isión de a c cio n e s, po r un v alo r nom inal total
D E BA LA N C E
75.000 euros, que los accio n istas d e se m b o lsan 75.000 0 + 75.000
ínteg ram ente en efe ctivo
2. C om pra d e un o rd e n a d o r p o r 2.000 euros,
que deja a d e b e r
3. Pago al p ro v e e d o r del o rd e n a d o r
4. O btenció n d e un p ré sta m o d e 9.000 euros
5. C om pra de un local co m e rcia l, po r un to tal de
120.000 euro s, fin an ciad o ín teg ram e n te m ed iante
hipoteca
6. C obro de 3.000 euros d e un clie n te a cu e n ta de
. un pedid o re alizado por d ich o d ie n te
7. Se reduce el cap ital so cial en el 10% d evo lvien d o
_ al accionista su ap ortación
8- Entrega de un an ticip o d e 5.000 eu ro s a un
proveedor
Totales

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

D e s c r ip c ió n Describa las seis operaciones relativas a la empresa Cook, S.L., señaladas con las
d e H ECH O S letras (a) a (f), que podrían haber originado los efectos indicados en la ecuación de
CO N TA BLES balance básica.

A C TIV O S PASIVO Y PATRIMONIO N ETO

Caja C lientes + M ercaderías = Proveedores + Capital social

Saldos 26.000 39.000 36.000 42.000 59.000

(a) - 3.200 + 3.200


Saldos 22.800 39.000 39.200 42.000 59.000

(b) + 900 -9 0 0 ___________ ________


Saldos 23.700 38.100 39.200 42.000 59.000

(c) - 3.500 +13.500 +10.000 ________

Saldos 20.200 38.100 52.700 52.000 59.000

(d) -14.500 -14.500 ________


Saldos 5.700 38.100 52.700 37.500 59.000

(e) +15.000 + 1 5 .0 0 0

Saldos 20.700 38.100 52.700 37.500 74.000

(f) +7.500 +7.500 ________


Saldos 20.700 38.100 60.200 45.000 74.000

i. R e g is t r o Tres socios han creado la sociedad Vari, S.A. para explotar un negocio de compra­
DE H ECH O S venta de antigüedades. Las operaciones realizadas durante el mes de octubre del año
2 0 X 1 , que fue su primer mes de actividad, fueron:
CO N TA BLES
E N L A E C U A C IÓ N
1. La sociedad se constituyó con un capital de 6.000 acciones, de 15 euros de valor no­
D E B A LA N C E
minal cada una, que los tres socios suscribieron a partes iguales y desembolsaron
B Á S IC A ( I )
en efectivo. El dinero se ingresó en una cuenta corriente bancaria de la sociedad.
2. Adquirió mercancías al contado por 20.000 euros.
3. Adquirió mercancías a crédito por 85.000 euros.
4. Devolvió mercancía de la adquirida a crédito, que importaba 12.000 euros, por
defectuosa.
5. Compró una furgoneta por 40.000 euros, pagando 10.000 euros con un cheque
bancario conformado y acordando pagar el resto en tres plazos iguales a los 3, 4
y 5 meses.
6. Vendió mercancía a crédito por 6.000 euros, que es lo que a la sociedad había
costado esa misma mercancía.
7. Pagó 35.000 euros al proveedor de la operación 3.
8. Cobró 3.000 euros de la operación descrita en el punto 6 .
9. El vendedor de la furgoneta se incorporó como socio a la sociedad obteniendo
acciones por un importe igual al de su crédito.
10. Uno de los socios vendió la mitad de sus acciones a un anticuario por 18.000 euros.

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C a p ít u lo 3: H echo s co ntab les y partida doble 105

SE PIDE:
Registre las operaciones anteriores en la ecuación de balance de la sociedad Vari y
calcule los saldos finales de todas las cuentas. Presente su solución en una tabla con el
siguiente formato:

A C T IV O P A S IV O Y N E T O

Proveedores Capital
Bancos, c/c M ercaderías Vehículos Clientes Proveedores
inmovilizado social

1. + 90.000 + 9 0 .0 0 0 ]
i

Gift, S.A. es la sociedad titular de una empresa cuyo objeto social es la venta de re- 3 .6 . R e g is t r o

galos y la prestación de servicios de mensajería. Su situación patrimonial el día 15 de D E H ECH O S


octubre del año 20X5 se presenta en la siguiente tabla: C O N TA BLES

E N L A E C U A C IÓ N

A C T IV O P A S IV O Y N E T O DE B A LA N C E

Proveedores Préstamos Capital B Á S IC A ( I I )


Efectivo (*) Clientes Vehículos O rdenadores
inmovilizado bancarios social
¡S i | 4.700 8.300 72.000 j 3.000 10.000 8.000 70.000 ¡
I...I |

(* ) En esta cuenta se registra el d in e ro d isp o n ib le en m e tá lic o y en cuentas corrien tes bancarias a la


vista.

En la segunda quincena de octubre se produjeron estas operaciones:

1. Compró al contado un ordenador nuevo que costó 2.600 euros.


2. Cobró 2.500 euros de lo que debían los clientes.
3. Pagó 4.000 euros para reducir la deuda contraída con los suministradores de
inmovilizado.
4. Obtuvo del banco un nuevo crédito de 5.000 euros, a 6 meses, al 10% de interés anual.
5. Compró un camión por 60.000 euros pagando 5.000 euros en efectivo y dejando
a deber el resto.
6. Se amplió el capital social mediante la emisión de acciones nuevas, por un valor
nominal total de 25.000 euros, que los inversores desembolsaron en efectivo.

SE PIDE:
Registre las operaciones anteriores continuando la tabla facilitada y formule el Balance
de esta sociedad al 31 de octubre del año 20X5.

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Elementos de la cuenta

4 de resultados

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

J S u m a r io

4.1. El resultado contable o renta de la empresa


4.2. Métodos para calcular el resultado
4.3. Ingresos
4.4. Gastos
4.5. Cuenta de pérdidas y ganancias
4.6. Principios contables: las hipótesis básicas

O Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
^ Cuestionario tipo test
^ Ejercicios

88 O b j e t iv o s

D e sp u é s de estu d iar este capítulo el lecto r ha d e estar cap acitad o para:

1. En te n d e r el sign ificado del resultado contab le.


2. C onocer los dos m étodos para calcularlo: el enfoque económ ico y el enfoque contable.
3. C o m p ren d er el co n cep to de ingreso y disting uir entre ingreso y cobro.
4. En te n d e r el co n cep to d e gasto y disting uir entre gasto y pago.
5. C o n o cer la estructura b ásica d e la C u en ta de p érd id as y ganancias.
6. C o n o cer el alca n ce d e las h ip ó tesis o princip io s contab les b ásico s.

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P r im e r a p a r t e : f u n d a m e n t o s c o n c e p t u a l e s

De los cinco elementos que integran los dos estados financieros principales, tres
ya han sido analizados en los capítulos anteriores: el activo, el pasivo y el patrimonio
neto, o elementos del balance. El estudio de los dos restantes, los ing resos y los
gasto s, es el cometido del presente capítulo.

Éste se inicia precisando el concepto de renta o resultado y los dos métodos que,
en teoría, cabría utilizar para su cálculo. Posteriormente se definen los conceptos de
ingreso y gasto, subrayando la diferencia existente entre un ingreso y un cobro, y
un gasto y un pago. Los ingresos y los gastos son los componentes de la corriente
económica cuya diferencia determina el resultado contable, mientras que los cobros
y los pagos representan entradas y salidas de dinero, esto es, son los elementos
que describen la corriente financiera y explican la variación experimentada por el
efectivo o tesorería.

Los hechos contables que dan origen a las distintas partidas de ingresos y gastos
se analizan, igual que en el capítulo anterior, aplicando el concepto de dualidad y
representando el efecto de los mismos sobre la identidad o ecuación de balance
am pliada, que se formula así: A ctivo + G astos = Pasivo + N eto + ingresos.

En el último epígrafe, titulado Principios co n ta b les: las hipótesis básicas, se


retoma el estudio -que tendrá continuidad en capítulos posteriores- del entramado
de criterios, principios, premisas y convenciones que constituyen el núcleo del Mar­
co conceptual de la Contabilidad financiera. Ahora se definen y comentan los dos
principios contables fundam entales, em presa en funcionam iento y d e ve n g o -
denominados "hipótesis básicas" en las Normas Internacionales de Contabilidad
del lA S B -y el criterio d e correlación de ingresos y gastos. Dada su importancia, y a
pesar de su complejidad, es esencial que el lector se familiarice con estas nociones
para evitar que el estudio de la contabilidad se convierta en una rutinaria memorización
de un conjunto de reglas más o menos mecánicas.

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

4.1. EL RESULTADO CO N TA BLE O RENTA DE LA EM PRESA

Las empresas cuentan, para el desarrollo de su actividad productiva, con unos re­
cursos -activos y pasivos- cuya descripción y valoración se muestra en el balance. El
empleo de estos recursos permite a la empresa la realización de su actividad produc­
tiva consistente en la producción y/o venta de bienes o en la prestación de servicios.

E l resultado contable o renta es el indicador que m ide las consecuencias


patrim oniales de la actividad empresarial. Y com o ésta se desarrolla en el tiem ­
po, el resultado es una m agnitud referid a siem pre a un intervalo tem poral de­
term inado, p o r ejem plo, una semana, un mes o un año. E l resultado, p o r tanto,
representa la variación -positiva o nega tiva- experimentada p o r la riqueza o patri­
m on io de la empresa en un intervalo de tiempo.

Cuando el resultado de un período de tiem po es positivo (beneficio), ello se


traduce en un increm ento del valor del patrim onio afecto a aquella actividad,
es decir, en un aum ento de los activos, una dism inución de las deudas o en una
com binación de ambos efectos. En caso contrario, esto es, si el resultado es ne­
gativo (pérdida), su im porte indica la reducción experim entada p o r el patrim o­
nio neto del sujeto contable en el período de referencia.

Determinar adecuadamente la cifra del resultado periódico e inform ar sobre sus


causas, esto es, identificar y cuantificar los componentes del mismo, constituye una
de las funciones esenciales atribuidas al sistema contable empresarial, debido a que
los principales usuarios de la inform ación financiera (accionistas actuales y futuros,
acreedores, Hacienda Pública, etc.) necesitan conocer, en su proceso de tom a de
decisiones, el rendimiento de los recursos manejados por la empresa.

Adem ás, com o el resultado es un com ponente del patrim on io neto, su deter­
m inación afectará tam bién a la situación económ ico-financiera del sujeto conta­
ble que, al térm ino del período, es ofrecida p o r el Balance de situación.

4.2. M ÉT O D O S PARA C A LC U LA R EL RESULTADO

Para m edir la renta o resultado de un período de tiem po podrían seguirse dos


procedim ientos alternativos: el m étodo del p atrim on io neto o enfoque económ ico
y el método basado en las transacciones o enfoque contable.

4.2.1. Método del patrimonio neto

Bajo este m étodo, el resultado de cada período se determina paríiendo de la


diferencia entre el va lor del p a trim on io neto al final y al p rín cip io del m ism o. Si

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C a p ít u lo 4: Ele m e n to s d e la cuenta d e resultados 109

el patrim onio neto ha aumentado, el signo de dicha variación es positivo; en caso


contrario, ese signo será negativo.

Tal com o se muestra en el gráfico del Cuadro 4.1, la variación del patrim onio : Cuadro 4.1.

neto puede deberse tanto al resultado generado p o r la propia empresa (beneficio o C ausas de la variación

pérdida) com o a operaciones realizadas entre ésta y sus propietarios. del patrim onio neto

Resultado del período


PATRIMONIO +/- (beneficio o pérdida) PATRIMONIO

N ETO + Nuevas aportaciones de los propietarios N ETO

INICIAL Reintegros a favor de los propietarios FINAL


(p.e., dividendos repartidos)

Las operaciones con los propietarios originan aumentos del neto, cuando éstos
hacen nuevas aportaciones; o disminuciones, p o r los reintegros efectuados por la
sociedad, por ejemplo, cuando se reparten beneficios. Las cantidades que las so­
ciedades mercantiles reparten entre sus socios, por distribución de beneficios, se
denominan dividendos o dividendos activos. A su vez, la cantidad entregada antes
de decidir el reparto definitivo es el dividendo activo a cuenta y, en este caso, la parte
que se reparte posteriormente recibe el nombre de dividendo activo complementario.

Por tanto, la variación del patrim on io neto en un período de tiem po viene


motivada, con carácter general, por estas tres causas: el resultado del período,
las nuevas aportaciones realizadas p o r los propietarios y los dividendos reparti­
dos o acordados. Esto es:

Patrimonio Patrimonio
Nuevas
neto neto al inicio Resultado del Dividendos
aportaciones -
al final del del período período (R) repartidos (Di)
(Na)
período (PNf) (PNi)

P N f- P N i = R + N a - D i

En consecuencia, si durante el ejercicio no se produjeron operaciones entre


la empresa y sus propietarios, la variación experim entada por el valor del patri­
monio equivale al resultado del ejercicio. Es decir:

R = P N f- P N i

Y si hubiese habido nuevas aportaciones de los propietarios y / o reintegros


a favor de éstos p o r pago de dividendos u otras causas, el resultado del ejercicio
se obtendría así:

R = (P N f- P N i) - N a + Di

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

El valor del patrimonio puede variar, asimismo, por la concurrencia de operacio­


nes registradas durante el ejercicio directamente en cuentas de neto, por ejemplo,
las subvenciones no reintegrables recibidas o las revalorizaciones de activos conta­
bilizadas. Estas partidas, denominadas en el Plan General de Contabilidad “ingresos
y gastos imputados directamente al patrimonio neto” , no se estudian en este libro.

Seguidam ente se ilustra el procedim iento de cálculo del resultado de la em ­


presa, p o r el m étodo del patrim onio neto, apoyándonos en un sencillo ejem plo
num érico.

Ej e m p l o 4 .1
De los Balances de situación de cierta sociedad anónima, en las fechas que se indican,
se ha obtenido la siguiente información (cifras en euros):

31 d e d ic ie m b r e d e 20X1 1 d e e n e r o d e 20X1

Total activos................................................ 150.000 120.000

(60.000) (70.000)

Patrimonio n eto ................................. 90.000 50.000

C alcular:
a) La variación experim entada por el patrimonio neto en el año 20X1.
b) Resultado del año 20X1 si durante dicho año no se produjeron operaciones entre
la sociedad y los accionistas.
c) Resultado del año 20X1 si durante dicho año los accionistas aportaron 30.000
euros adicionales, por am pliación del capital social, y la sociedad pagó dividen­
dos por un total de 4.000 euros.

Solución:

a) Variación del p a trim o n io neto en el año 20X1

Patrimonio neto al 31-12-20X1 ................................................................................................... 90.000


(-) Patrimonio neto al 1-1-20X1 .................................................................................................. (50.000)
Variación del patrimonio neto (aum ento )............................................................................ 40.000

b) Resultado del año 20X1 si n o se produjeron operaciones entre la sociedad y


los accionistas

En este caso, la variación del valor del patrim on io se debe exclusivam ente a
los resultados generados p o r la actividad de la empresa. Luego, la cifra del resul­
tado del año 20X1 habría sido 40.000 euros.

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C a p ítu lo 4: Ele m e n to s de la cuenta d e resultados

c ) Resultado del año 20X1 si los accionistas aportaron 30.000 euros adicionales
y se repartieron dividendos p o r un total de 4.000 euros

Aplicando las relaciones form uladas anteriorm ente, resulta:

90.000 - 50.000 = R + 30.000 - 4.000

de donde:

R = (90.000 - 50.000) - 30.000 + 4.000 = 14.000 euros.

Sin em bargo, este m étodo de determ inación del resultado no se utiliza en


contabilidad debido, entre otras poderosas razones, a su escasa capacidad in ­
formativa, pues aunque perm ite calcular la cifra final de resultados, om ite algo
tan relevante com o su com posición. Y es evidente que el conocim iento de los
componentes -positivos (ingresos) y negativos (gastos)- que determ inan aquella
cifra será de la m áxim a utilidad, tanto para poder inform ar sobre los im portes
alcanzados p o r las distintas partidas de ingresos y gastos com o para tom ar deci­
siones que perm itan influir sobre su evolución futura.

4.2.2. Método basado en las transacciones

El e n fo q u e d e la s tra n s a c c io n e s o e n fo q u e c o n ta b le es el m étodo uti­


lizado en contabilidad para determ inar el resultado p e riód ico de la em p re­
sa. Su em p leo requiere identificar y registrar separadam ente cada uno de los
com ponentes que integran las dos corrientes contrapuestas que determ inan el
resultado del p eríod o de tiem po considerado: la corriente positiva o ingresos
(I) y la co rrien te negativa o gastos (G ). Y el re s u lta d o (R ) se calcula de la si­
guiente form a:

R = I- G

En principio, la renta del período podría incluir únicamente al resultado obte­


nido por las operaciones ordinarias, habituales, repetitivas o típicas de la empresa
o, por el contrario, incluir también los resultados derivados de operaciones excep­
cionales, no repetitivas o atípicas.

En la práctica, el resultado que calcu lan las em presas in corp ora tanto los
resultados ob ten idos p o r las o p e ra c io n e s o r d in a r ia s (habituales, recu rren ­
tes o típicas de la em p resa ) c o m o los generados p o r las o p e ra c io n e s e x ce p ­
ciona les (n o recurrentes o atíp icas), exclu yendo ú nicam ente el con ju n to de
gastos e ingresos -es tric ta m en te reg u la d o s- que se im pu tan d irectam en te al
Patrim onio neto.

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P r im e r a p a r t e : Fu n d am en to s con ce p tu ale s

Po r tanto, para calcular el resultado se com putarán com o ingresos todos los
ingresos ganados y realizados en el p eríod o y com o gastos figurarán la totalidad
de los costes incurridos en el m ism o intervalo temporal.

N o obstante, com o se verá más adelante, en el inform e contable que las em ­


presas form ulan para comunicar el resultado del ejercicio y su composición
-denom inado Cuenta de pérdidas y ganancias, Estado de resultados o Cuenta de
resultados-, suelen realizarse determinadas agrupaciones de ingresos y gastos con
el fin de presentar márgenes o tipos de resultados interm edios significativos (R e­
sultado de explotación, Resultado financiero, etc.).

4.2.3. Ampliación de la ecuación de balance

En los capítulos anteriores se describ ía la ecuación de balance -q u e d e­


n om in ábam os ecu a ción de balance b á s ica - consid eran do co m o com ponentes
de la m ism a únicam ente los tres elem entos de balance: a ctivo (A ), p asivo exi-
g ib le (P ) y p a trim o n io neto (N )- , que se relacion ab an m ed ian te la siguiente
identidad:
A = P+N

Si segregam os del p a trim o n io n eto el resultado del p e río d o (R ) ob ten d re­


m os la sigu iente ex presión equ ivalente, en donde N representa ahora úni­
cam ente las a p ortacion es de los socios (C ap ita l so cia l) más, en su caso, los
resultados ob ten idos en ejercicio s anteriores p o r la socied ad y no repartidos
(R eservas):

A =P+N +R

Y descom poniendo a su vez el resultado en sus dos componentes, ingresos (I)


y gastos (G ), se llega a la siguiente identidad o e c u a c ió n d e b a la n c e am p liad a:

A = P + N + I ~G

o bien:

A+G=P+N+I

esto es:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos

Esta nueva expresión de la ecuación de balance nos va a p erm itir am pliar la


tipología de hechos contables incorporando el conjunto de transacciones que
originan los ingresos (I ) y los gastos (G ).

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C a p ítu lo 4: Ele m e n to s de la cuenta d e resultados

En los ep ígrafes siguientes se definen estas dos m agnitudes -q u e son los


elementos de la Cuenta de resulta d os- y, de acu erdo nuevam ente con el co n cep ­
to de dualidad, se a n a liza su im p a cto sobre la ecuación de balance am pliada.

4.3. IN G R ESO S

4.3.1. Definición y catálogo oríentativo de cuentas

In g re s o es el precio de los bienes vendidos o cedidos p o r la empresa y de los ser­


vicios prestados. Los ingresos increm entan el patrim onio neto puesto que orig i­
nan aumentos de activos (la tesorería si la operación es al contado o los derechos
de cobro si es a crédito) o dism inuciones de pasivos.

Los ingresos representan increm entos brutos del pa trim on io neto, p o r cuanto
para m edir su efecto final sobre éste será preciso deducir los gastos en los que se
ha incurrido para conseguir esos ingresos. P o r ejem plo, el precio neto de venta
de una m ercancía constituye un ingreso para la sociedad vendedora, pero para
determinar el efecto de esta operación sobre el resultado del ejercicio, habrá de
restarse de aquel im porte la totalidad de los gastos ocasionados p o r dicha venta:
el coste de la m ercancía vendida, los sueldos de los empleados, los impuestos
que correspondan y cualquier otro gasto.

El re g is tro p o r p a r tid a d o b le de las operaciones que dan origen a los ingre­


sos, requiere aplicar análogos razonam ientos a los utilizados en el capítulo ante­
rior, que tienen su fundam ento en el concepto de dualidad. Y com o todo ingreso
se traduce en un aum ento de activos o en la elim inación de pasivos exigióles - o
en una com binación de ambos efectos-, su incidencia sobre la ecuación de ba­
lance am pliada se corresponderá con alguno de los dos casos siguientes:

I. Ingresos que originan aumentos de activos.

II. Ingresos que elim inan o reducen pasivos exigióles (deudas).

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos

L a s o I. Aum ento Aum ento

Laso II. Disminución Aum ento

En el M arco conceptual del Plan General de Contabilidad se indica que los in ­


gresos son « increm entos en el p a trim on io neto de la empresa durante el ejercicio,
ya sea en form a de entradas o aum entos en el valor de los activos, o de dism inución
de los pasivos, siempre que no tengan su origen en aportaciones, monetarias o no,
de los socios o propietarios». Asim ism o, aunque no sea m uy habitual, en algún

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s con ce p tu ale s

caso el reconocim iento de un ingreso puede tener com o contrapartida un incre­


m ento de gastos.

Esta definición, inspirada en las N orm as Internacionales de Contabilidad,


abarca tam bién los increm entos del patrim on io neto que tienen su origen en el
m ero registro de plusvalías latentes o aumentos en el valor de determ inados acti­
vos, que son los denom inados ingresos n o rea liza d os . N o obstante, la contabili-
zación de los ingresos no realizados es excepcional y sólo está perm itido para los
casos establecidos p o r el legislador. En este texto siem pre que se haga referencia
al concepto de ingreso nos estarem os refiriendo a los ingresos "realizados” .

En el Cuadro 4.2 se m uestran las partidas de ingresos m ás habituales, aten­


diendo a la naturaleza de las operaciones o rigen de las m ismas, y se presentan
las denom inaciones o títulos de las cuentas que con m ayor frecuencia suelen
em plearse para su registro en contabilidad. Con respecto a los títulos de las
cuentas, que se escriben en tip o de letra cursiva, es preciso advertir que este
catálogo sólo representa una guía orientativa, que no tiene carácter exhaustivo
ni excluye la u tilización de denom inacion es ligeram ente diferentes a las que
aquí figuran.

Tip o s de ingresos Títulos de cuentas

1. Ingresos por ven tas de bienes In greso s p o r ventas (de productos term inados;
de mercaderías; etc.) o Ventas (de productos
term inados; de m ercaderías; etc.)
2. Ingresos por prestación de servicios Ingresos p o r ... (servicios; prestación de
servicios o servicios prestados); Prestaciones
d e servicios; Ingresos p o r comisiones; Honorarios
(ingresos de profesionales independientes);
Ingresos p o r servicios al personal; etc.
3. Ingresos derivados de la cesión
o alquiler de activos
• De activos financieros Ingresos financieros (intereses de créditos,
dividendos de acciones propiedad de la
em presa, etc.)
• De inmovilizados m ateriales Ingresos p o r arrendam ientos o Ingresos p o r
alquileres
• De inmovilizados intangibles In greso s d e p ro p ie d a d industrial cedid a en
explotación; Ingresos p o r cánones; Ingresos
p o r d erech o s d e franquicia; etc.
4. Por venta de activos fijos o B en eficios p o r venta d e ... (terrenos, edificios,
inm ovilizados maquinaria, cartera de acciones, etc.);
Beneficios p ro ce d e n te s d el inmovilizado
material; Beneficios p ro c e d e n te s del
inm ovilizado intangible; Beneficios
p ro ce d e n te s d e inversiones inm obiliarias; etc.
5. O tro s ingresos atípicos Ingresos excep cion a les

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C a p ítu lo 4: Ele m e n to s de la cuenta d e resultados 115

4.3.2. Valoración y registro o reconocimiento

C om o norm a general, lo s in g re s o s se va lo ra n por el im porte de la contra­


prestación acordada, recibida o a recib ir p o r la empresa, com o consecuencia de
la entrega de bienes, la prestación de servicios o la u tilización de recursos de los
que aquélla es titular. Cuando la contraprestación es de naturaleza m onetaria
-que es el caso más frecu ente- la cuantía del ingreso coincidirá con la cifra de
dinero cobrada o con el valor atribuido al derecho de cobro generado.

A su vez, y con carácter general, para rec o n o c er, re g is tr a r o c o n ta b iliz a r un


in greso deben darse conjuntam ente las dos condiciones siguientes:

Que se hayan sum inistrado los bienes o se hayan prestado los servicios
objeto de la actividad que origina tales ingresos.

• Que se haya recibido dinero o haya una seguridad razonable de que se


va a recibir.

De acuerdo con estos requisitos, los ingresos p o r ventas se contabilizarán g e ­


neralmente una vez que la m ercancía ha sido entregada al cliente y los ingresos
por servicios cuando éstos se han prestado, siem pre que el cobro esté razonable­
mente asegurado si la operación de venta se concertó a crédito.

Caldersa, sociedad anónim a titular de una em presa que tiene por actividad la venta E je m p l o 4 .2
e instalación de calderas, ha realizado las siguientes operaciones:

1. Ha vendido diez calderas a un constructor. El precio total facturado, que el com pra­
dor pagará a los 30 días, asciende a 8.500 euros.
2. Ha emitido una factura por 700 euros, que es el precio de una instalación realizada
a un proveedor a quien Caldersa debía 1.000 euros, acordándose reducir esta deu­
da por el importe de la factura.
3. Ha vendido al contado por 900 euros una de las furgonetas que utiliza el perso­
nal para los desplazam ientos. La furgoneta vendida estaba valorada en los registros
contables de Caldersa por 300 euros.

El efecto de estas operaciones sobre la ecuación de balance am pliada se mues­


tra en la siguiente tabla.

Activo G astos Pasivo + Neto + Ingresos


1. + 8.500 + 8.500
(Clientes) (Ingresos por ventas)
2. - 700 ' " " ' + 700
(Prove ed ores) (Ingresos por servicios)
-3 0 0 "....
(Elementos + 600
3- de transporte) (Beneficios por venta de
+ 900 inmovilizado material)

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Una vez registrados los ingresos, para determinar el resultado conseguido en


estas operaciones es preciso deducir de aquellos importes la cifra total de gastos
en que la empresa ha incurrido para la obtención de esos ingresos (coste de la
mercancía vendida, salarios, impuestos, etc.).

4.3.3. Ingresos producidos por devengo

Para calcular correctam ente el resultado de un período han de com putarse y


reconocerse en éste la totalidad de los ingresos ganados, acum ulados o devenga­
dos a fa vor de la empresa, aunque todavía no se hayan cobrado. Son ejem plos de
ingresos devengados pendientes de cobro las rentas acumuladas p o r alquileres
de inm uebles arrendados o los intereses producidos p o r créditos concedidos por
la empresa, que se cobrarán en el siguiente ejercicio.

L o s in gresos deven gad os en la fech a de cie rre del p e río d o co n ta b le han


de co n ta b iliza rs e c o m o in gresos del e je rc ic io term in ad o, siem p re que su
co b ro esté ra zo n a b le m en te asegu rado. E l p ro c e d im ie n to p a ra re g is tra r ta­
les partidas se estu dia en el C ap ítu lo 6, cu ando se a n alizan los “Ajustes de
p e rio d ific a c ió n ".

4.3.4. Ingresos y cobros

Se produce un cobro cuando se recibe dinero a cam bio de algo que quien
cobra ya entregó en el pasado, entrega en ese m om ento o se com prom ete a en­
tregar en el futuro. En cam bio, com o acabamos de ver, los ingresos sólo se reco­
nocen en contabilidad cuando se ha entregado la m ercancía vendida o una vez
que se ha prestado el servicio, m om ento no necesariam ente coincidente con la
fecha en que se cobra el precio convenido.

P o r tanto, ingreso y cobro son conceptos distintos en contabilidad, y sólo


se reconocerán sim ultáneam ente en aquellas operaciones concertadas con pago
al contado.

En las ventas a crédito el ingreso se reconoce antes que el cobro y esto mismo
sucede cuando se reconocen ingresos devengados pendientes de cobro. En otras
ocasiones el cobro precede al reconocim iento del ingreso. Esto es lo que sucede,
p o r ejem plo, cuando la em presa recibe cantidades en concepto de anticipos de
clientes, a cuenta de un pedido que será servido posteriorm ente, o cuando se co­
bra p o r adelantado algunos meses del alquiler de un edificio arrendado.

Repare, además, en que los ingresos son sólo uno de los posibles orígenes de
los cobros o entradas de efectivo ya que la empresa puede tam bién incrementar
su tesorería, y así sucede con frecuencia, bien endeudándose -increm entando

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C a p ítu lo 4: Elem en to s de la cuenta d e resultados 117

su pasivo - o bien vendiendo algún elem ento de su inm ovilizado. La diferencia


entre ingreso y cobro se ilustra con el siguiente ejemplo.

E j e m p l o 4 .3
La cifra de ventas de cierta em presa durante el año 20X2 fue 300.000 euros. Durante
dicho año se cobró el 90% de dicho importe más la totalidad de la deuda contraída
con la empresa por sus clientes, por ventas realizadas en el año anterior, que ascendía
a 10.000 euros.

SE PIDE:

a) Ingresos por ventas del año 20X2.


b) Importe cobrado de clientes en el año 20X2.

a) In gresos p o r ventas del año 20X2

El ingreso por ventas correspondiente al año 20X2 equivale al im porte m oneta­


rio de las ventas realizadas en dicho ejercicio, esto, 300.000 euros. Representación
en la ecuación de balance am pliada (im porte cobrado: 0,90 x 300.000 = 270.000
euros; y, pendiente de cobro al 31-12-20X2: 0,10 X 300.000 = 30.000 euros):

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos

+ 270.000 + 300.000
(Caja) (Ventas de
+ 30.000 m ercaderías)
(Clientes)

b) Im p orte co b rad o de clientes en el año 20X2

Por ventas efectuadas en el año 20X2, según cálculo an te rio r............................. 270.000
Por ventas efectuadas en el año 20X1 y cobradas en 20X2 .................................... 10.000
Importe total cobrado en 2 0 X 2 .............................................................................................. 280.000

En el ejem plo, el total cobrado de clientes (280.000 euros), esto es, el aum en­
to experim entado p o r la tesorería de la em presa con origen en ventas de m ercan­
cías, es un im porte distinto a la cifra total de ingresos p o r ventas reconocida en
el mismo período de tiem po (300.000 euros).

4.4. G A STO S

4.4.1. Definición y catálogo orientativo de cuentas

Los gastos son el coste de los bienes y servicios utilizados o consum idos para
obtener los ingresos. Los gastos que se com putan para determ inar el resultado

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del ejercicio incluyen tanto los denom inados gastos ordinarios com o las pérdidas
o gastos excepcionales.

Los gastos más habituales son, p o r lo general, los costes del conjunto de fac­
tores de producción consum idos -bien es y servicios-, en virtud de las activida­
des habituales realizadas por la empresa. Entre éstos encontramos:

8 E l coste de los factores almacenadles consum idos en el período, tales


com o el coste de la m ercancía vendida o de los m ateriales consumidos.

E l coste de los servicios utilizados, p o r ejem plo, los salarios de los em ­


pleados, el consum o eléctrico, el coste de las com unicaciones, etc.

El coste de los activos utilizados p o r la em presa en régim en de arrenda­


m iento o préstam o, tales com o los alquileres o los intereses de préstamos
obtenidos.

8 L a depreciación estim ada (a m ortización ) de los activos fijos utilizados


po r la empresa, etc.

Los gastos, en el M a rco conceptual del Plan General de Contabilidad, se


definen com o los « decrem entos en el p a trim o n io neto de la empresa durante el
ejercicio, ya sea en form a de salidas o d ism inuciones en el v a lor de los activos,
o de recon ocim ien to o aum ento del va lor de los pasivos, siempre que no tengan
su origen en distribuciones, m onetarias o no, a los socios o propietarios, en su
con d ició n de tales».

Los gastos tienen com o contrapartida bien la reducción de un activo, bien


el increm ento de un pasivo -la asunción de una deuda-, o una com binación de
ambos. Su incidencia sobre la ecuación de balance am pliada se muestra en la
siguiente tabla:

I. Gastos que originan reducciones de activos.


II. Gastos que incrementan pasivos exigibles (deudas).

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos

Caso I. Disminución Aumento

Caso II. Aum ento Aum ento

En el Cuadro 4.3 se presentan las partidas de gastos ordinarios y pérdidas


más habituales, atendiendo a la naturaleza de las operaciones origen de las mis­
mas, y se presenta un catálogo orientativo de los títulos de cuentas que suelen
em plearse para su registro contable.

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C a p ít u l o 4 : Ele m en to s d e la cuenta d e resultados 119

C uad ro 4.3.
Tip o s de gastos Títulos de cuentas
G asto s: catálogo
1. G astos por la m ercancía vendida Coste de la mercancía vendida, Coste de ventas
orientativo de cuentas
o Consumo de mercaderías.
2. G astos por consum o de factores Consumo de materiales; Consumo de combus­
alm acenables tibles; Gastos de material de oficina; Consumo
de envases; Consumo de embalajes; etc.
3. G astos por recursos utilizados por la Gastos de alquileres; Arrendamientos; Gastos
empresa en régim en de arrendam iento de cánones; etc.

4. G astos por préstam os obtenidos Gastos financieros o Gastos por intereses.

Gastos de... (seguros, tran spo rtes,


5. G astos por servicios utilizados p u b licid ad , servicio s ban carios, servicio s de
profesio nales, etc.).

6. G astos por rem uneración del personal Gastos de personal o Sueldos y salarios.

7. Depreciación estim ada de activos fijos Gastos de amortización; Dotación por


amortizaciones o Amortizaciones.
8. Pérdidas por venta de activos Pérdida por venta de... (terrenos, edificios,
inmovilizados m aq u inaria,...); Pérdidas procedentes
del inmovilizado... (material, intangible o
financiero).
9. O tras pérdidas o gastos atípicos Gastos excepcionales.

4.4.2. Valoración y reconocimiento

Como norm a general, los gastos se valoran p o r el im porte m onetario de los


bienes entregados o consum idos y de los servicios utilizados. La valoración de
ciertas partidas de gasto, tales com o los gastos financieros, el consum o de telé­
fono o los distintos tipos de suministros no almacenables -agua, luz, gas, e t c - ,
presenta p o r lo general pocas dificultades.

Por el contrario, otras partidas de gasto pueden plantear im portantes proble­


mas de valoración, lo que va a requerir elegir entre criterios alternativos o acudir
a estimaciones. Esto es lo que ocurre frecuentem ente, com o tendrem os ocasión
de analizar con detalle en un capítulo posterior, para determ inar el coste de las
mercancías vendidas -cu an do éstas se han adquirido a precios diferentes y se
desconocen los artículos concretos que se han ven d id o- o para cuantificar la
amortización del in m oviliza d o depreciable.

Para reconocer, registrar o contabilizar un gasto han de cumplirse, con


carácter general, las dos condiciones siguientes;

a. Que se hayan utilizado o consum ido activos.


b. Que estos activos hayan tenido un coste para la empresa.

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

N ótese que todos los costes en que incurre la empresa, p o r la adquisición de


bienes y servicios, representan originariam ente recursos útiles para ésta, esto es,
activos. Unos se consum en -se convierten en gastos- de m anera inm ediata (por
ejem plo, la energía eléctrica); otros, en cam bio, son utilizados p o r la em presa
durante varios años (p o r ejem plo, un edificio).

En definitiva, el coste de recursos consum idos o utilizados en el período habrá


de reconocerse co m o gasto del m ism o, mientras que el coste de los recursos no con­
sum idos son activos y, en consecuencia, form arán parte del Balance de situación
que se form ule al térm ino del período considerado.

JE M P L O 4 .4

Com o continuación del Ejem plo 4.2. se detallan ahora los gastos en que incurrió la
em presa Caldersa para obtener los ingresos entonces reconocidos o contabilizados.

1. La mercancía vendida había costado 4.250 euros.


2. Los gastos de personal ascendieron a 400 euros y fueron satisfechos en efectivo.
3. Los m ateriales consum idos, que habían sido previam ente adquiridos por la
em presa, costaron 100 euros.
4. El com bustible consum ido, pendiente de pago, asciende a 250 euros.

Analizando los anteriores hechos contables a la luz del concepto de dualidad,


puede representarse su efecto sobre la ecuación de balance am pliada de la si­
guiente forma:

Activo + Gastos Pasivo + Neto + Ingresos

1. -4 .2 5 0 + 4.250
(Mercaderías) (Coste de
ventas)
2. - 400 + 400
(Caja) (Gastos de
personal)
3. -1 0 0 + 100
(Materiales) (Consumo de
materiales)
4. + 250 + 250
(Consum o de (Acreedores)
combustible)

Si suponemos que los únicos ingresos y gastos de esta em presa han sido los
relacionados en los Ejem plos 4.2 y 4.4, que corresponden a un determ inado pe­
ríodo de actividad (p o r ejem plo, una semana), el resultado o renta de ese período
se calcularía del siguiente m odo:

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C a p ít u l o 4: Elem en to s d e la cuenta de resultados

Ingresos.................................................................................................................................................................... 9.800
Ingresos por ve n ta s......................................................................................................................... 8.500
Ingresos por servicios p restados............................................................................................ 700
Beneficio por venta de la fu rg o n eta.................................................................................... 600
(-) Gastos......................................................................................................................................................................... (5.000)
Coste de la m ercancía ven d id a............................................................................................... 4.250
Gastos de p e rso n al......................................................................................................................... 400
Consum o de m ateriales................................................................................................................ 100
Consum o de co m b u stib le .......................................................................................................... 250________
Resultado del período (beneficio).......................................................................................................... 4.800

4.4.3. Gastos incurridos por devengo

Al térm ino del período contable es frecuente que la em presa haya consum i­
do determinados factores productivos, ya pagados o pendientes de pago, que,
sin em bargo, hasta ese m om ento no han sido reconocidos com o gastos. Esta
circunstancia es el origen de las distintas partidas de gastos devengados o acu­
mulados, cuya contabilización es necesaria al objeto de com putar la totalidad
de los gastos incurridos en el período y, de esta form a, calcular correctam ente
el resultado.

El procedim iento para registrar los gastos devengados se estudia en el Capí­


tulo 6, cuando se analizan los "Ajustes de periodificación” .

4.4.4. Gastos y pagos

Los pagos ocasionan salidas de dinero, operación que hace dism inuir el efec­
tivo o la tesorería. En consecuencia, un pago es lo contrario de un cobro y su
relación con el gasto es análoga a la existente entre el cobro y el ingreso.

El pago puede producirse antes, sim ultáneam ente o después del m om ento
en que se reconoce el gasto. P o r ejem plo, si se com pra m ercancía al contado y se
vende posteriorm ente -a l contado o a crédito-, prim ero se efectúa el pago y sólo
cuando se contabiliza la venta procederá reconocer el gasto correspondiente al
coste de la m ercancía vendida. P o r el contrario, si la com pra se realiza a crédito,
y la m ercancía adquirida se vende y cobra antes de pagarla al proveedor, en los
registros contables el gasto se reconocerá antes que el pago.

Nótese que no sólo los gastos ocasionan pagos. Tam bién la adquisición de
activos o la cancelación de deudas provocarán norm alm ente pagos, es decir,
salidas de efectivo o dism inuciones en la tesorería de la empresa.

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4.5. LA C U EN TA D E PÉRDIDAS Y G A N A N C IA S

L a Cuenta de p érdidas y ganancias, in form e tam bién llam ado Estado de


resultados o Cuenta de resultados, es el estado financiero que m uestra la com ­
posición y cuantía de la renta obtenida p o r el sujeto contable en un período de
tiem po específico, por ejem plo, un año, un trim estre o un mes.

En la Cuenta de pérdidas y ganancias se presentan, clasificados, los com ponen­


tes positivos (ingresos y ganancias) y negativos (gastos y pérdidas) cuya diferencia
determina la renta o resultado contable alcanzado en el período de referencia.

A efectos ilustrativos, en el Cuadro 4.4 se presenta la Cuenta de pérdidas y


ganancias de Caldersa -em presa cuya actividad consiste, com o se recordará, en
la venta e instalación de calderas-, en un form ato que se adapta en lo esencial al
m odelo recogido en el Plan General de Contabilidad. (Nota: Los datos son ficticios
y no guardan relación con los consignados en los Ejem plos 4.2 y 4.4 anteriores).

enta de pérdidas y Cuenta de pérdidas y ganancias


nancias: un ejemplo correspondiente al año 20XX

Ingresos de exp lo tació n............................................................................... 13.500


Ingresos por ventas ................................................................................................................. 10.500
Ingresos por s e rv ic io s ............................................................................................................. 2.400
Beneficio por venta de inmovilizado ........................................................................... 600
G asto s de explotación ................................................................................................................................... (10.000)
Coste de la mercancía vendida ....................................................................................... 6.300
Consum o de m ateriales ....................................................................................................... 1.050
G astos por sueldos y salarios ........................................................................................... 2.150
Pérdidas por siniestros no a se g u ra d o s...................................................................... 260
Otros gastos de explotación ............................................................................................ 240__ _________
RESU LTAD O D E E X P LO T A C IÓ N ............................................................................................................ 3.500
Ingresos fin a n cie ro s........................................................................................................................................... 1.000
Intereses de créditos concedidos ................................................................................. 1.000
G asto s financiero s............................................................................................................................................... (2.500)
Intereses de préstam os bancarios ................................................................................ 1.150
Pérdidas por venta de inversiones fin a n c ie ra s...................................................... 1.350 ________
RESU LTAD O F IN A N C IE R O ........................................................................................................................... (1.500)
RESU LTAD O A N T E S D E IM P U ESTO S (3.500 - 1 .5 0 0 )............................................................. 2.000
Menos: G asto por im puestos sobre beneficios (3 0 % )................................................................ (600)
RESU LTAD O D E L E JE R C IC IO (beneficio) ......................................................................................... 1.400

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C a p it u l o 4: Elem en to s d e la cuenta d e resultados

En el encabezam iento, parte superior del Cuadro 4.4, se identifica el nom ­


bre de la entidad, la denom inación del in form e y el período de tiem po al que
corresponde.

E l apartado Ingresos de explotación incluye las cifras de ingresos p o r ventas


de mercancías, p o r servicios prestados y tam bién el resultado producido p o r una
operación no recurrente com o es la venta de un activo fijo o inm ovilizado. Los
Gastos de explotación -coste de la m ercancía vendida, m ateriales consumidos,
sueldos y salarios, pérdidas p o r siniestros y otros gastos- representan el im porte
m onetario de los bienes y servicios em pleados para conseguir aquellos ingresos.
Por diferencia se obtiene el Resultado de explotación que, al ser una cifra
positiva, indica el beneficio originado p o r este conjunto de operaciones (p o r lo
general, todas m enos las de carácter financiero).

A su vez, el R esultado financiero se obtiene p o r diferencia entre los Ingre­


sos financieros (rendim ientos de las inversiones de esta naturaleza: intereses y
dividendos cobrados; beneficio p o r venta de participaciones, etc.) y los Gastos
financieros (intereses de préstamos bancarios, pérdidas por venta de inversiones
financieras, etc.). La suma algebraica de los dos m árgenes anteriores prop orcio­
na el R esultado antes de im puestos. Y com o de este im porte las sociedades
vienen obligadas a pagar a la H acienda Pública un determ inado porcentaje en
concepto de im puesto sobre beneficios, la cifra que resulta una vez deducido este
último gasto constituye el R esultado del ejercicio, m agnitud que tam bién se
denomina Resultado neto, Resultado líq u id o o Resultado después de impuestos.

C om o ya conocem os, el resultado del ejercicio form a parte de los fondos p ro­
pios - y éstos, a su vez, del patrim on io neto-, por lo que su im porte figurará
también, con signo positivo o negativo, en el Balance de situación referido al
último día del período correspondiente, en una cuenta específica denom inada
“Resultado del ejercicio” .

4.6. PRIN CIPIO S C O N T A B LE S : LAS H IPÓ TESIS BÁ SICA S

4.6.1. Introducción

En este capítulo y en los tres anteriores se ha presentado una panorám ica ge­
neral de la Contabilidad financiera, a través del estudio de los cinco elementos que
conforman los estados contables (activos, pasivos, patrim onio neto, ingresos y
gastos) y de los dos inform es o estados contables principales: el Balance de situa­
ción y la Cuenta de pérdidas y ganancias.

La inform ación financiera se fundam enta y elabora sobre un entramado


de conceptos, estrecham ente relacionados entre sí, que conform an el M a rc o

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s con cep tu ale s

c o n c e p tu a l de la C on ta b ilid a d , cuya com prensión es esencial para entender


la auténtica naturaleza y las lim itaciones de la inform ación contable. P o r ello,
quienes se inician en el estudio de la contabilidad, han de entender que la infor­
m ación financiera podría igualm ente construirse sobre unas bases diferentes, si
bien las que aquí se enuncian son las aplicadas en el m om ento presente p o r las
empresas de todo el mundo.

En la literatura contable se utilizan numerosos términos y expresiones diferen­


tes para referirse a aquel conjunto de conceptos, tales com o: postulados, premisas,
convenciones, requisitos, características cualitativas, criterios, hipótesis básicas o
principios contables. Sin em bargo, estas diferencias en número y term inología no
reflejan una discrepancia básica en cuanto a las bases de la contabilidad.

De este am plio conjunto de nociones destacan, p o r su tradición y aceptación


doctrinal y profesional, los denom inados p rincip ios contables. En el Plan Gene­
ral de Contabilidad de 2007 figuran explícitam ente seis; a dos de ellos nos refe­
rim os a continuación (em presa en funcionam iento y devengo) y en el Capítulo
7 se analizan los cuatro restantes (uniform idad, prudencia, no com pensación e
im portancia relativa).

4.6.2. Principios contables básicos

Los principios contables son las macro-reglas que rigen la elaboración de la in­
formación financiera. A continuación se analizan los principios de empresa en fun­
cionamiento y devengo -que en las Norm as Internacionales de Contabilidad reciben
el nombre de “hipótesis básicas"- y el criterio de correlación de ingresos y gastos.

P r in c ip io de em presa en fu n cio n a m ie n to . Salvo que existan pruebas en sen­


tido contrario, en contabilidad se supone que la actividad del sujeto contable se
extenderá, al menos, durante un tiem po suficiente para recuperar el coste de los ac­
tivos y liquidar a su vencimiento las deudas contraídas. Esta hipótesis justifica, por
ejemplo, mantener valorados los activos por su precio de coste (y no p o r su posible
valor de m ercado) o clasificar las partidas de balance en corrientes y no corrientes.

En el PG C español se define de la siguiente forma:

«Se considerará, salvo prueba en contrario, que la gestión de la em presa continuará


en un futuro previsible, por lo que la aplicación de los principios y criterios contables
no tiene el propósito de determ inar el valor del patrimonio neto a efectos de su trans­
misión global o parcial, ni el importe resultante en caso de liquidación.(...) " .

La aplicación del principio de em presa en funcionam iento carecerá de sen­


tido si la empresa, p o r cualquier m otivo, estuviese en liquidación. En este caso,
lo procedente será valorar todos los activos y pasivos p o r su valor de m ercado

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C a p ít u l o 4: Elem en to s d e la cuenta de resultados

esperado, pues éste será el destino inm ediato de todas las partidas integrantes
del patrim onio de una em presa en liquidación.

Principio de devengo. Los estados contables se elaboran sobre la hipótesis


o base del devengo. De esta fo rm a aquellos docum entos inform an no sólo de
las transacciones pasadas que suponen cobros o pagos de dinero, sino tam bién
de las obligaciones contraídas -p o r ejem plo, gastos devengados pendientes de
p a go- y de los derechos generados -p o r ejem plo, ingresos devengados pendien­
tes de cobro-qu e ocasionarán m ovim ientos de efectivo en el futuro.

El PG C español enuncia este principio en los siguientes términos:

«Los efectos de las transacciones o hechos económ icos se registrarán cuando ocurran,
imputándose al ejercicio al que las cuentas anuales se refieran los gastos y los ingresos
que afecten al mism o, con independencia de la fecha de su pago o de su cobro».

En la hipótesis alternativa, la contabilidad en base de efectivo o contabilidad de


caja, los ingresos y gastos únicam ente se contabilizarían cuando se produjesen
los cobros y pagos correspondientes, con independencia del m om ento en que
aquellos ocurrieron o se devengaron.

Criterio de correlación de ingresos y gastos. Este criterio establece las pau­


tas que han de seguirse para calcular el resultado del ejercicio, com plem entando
al principio del devengo. E l PGC español se refiere a este principio, aún sin cata­
logarlo com o tal, en los siguientes térm inos:

«Se registrarán en el período al que se refieren las cuentas anuales, los ingresos
y gastos devengados en éste, estableciéndose en los casos que sea pertinente una
correlación entre ambos, que en ningún caso puede llevar al registro de activos o
pasivos que no satisfagan la definición de éstos».

La necesidad de com p u tar la a m o rtiza ción co m o gasto en los ejercicio s


durante los cuales se u tilizan los activos am ortizad os o el recon ocim ien to de
los ingresos y gastos devengados, en la fecha de cierre del ejercicio , se ju s­
tifica p o r lo req u erid o tanto p o r este ú ltim o p rin c ip io co m o p o r la hipótesis
del devengo.

4.6.3. Criterio de devengo y criterio de caja

Teóricamente, el resultado obtenido en un período de tiem po podría calcu­


larse aplicando el criterio del devengo -q u e es el requerido p o r la norm ativa
contable, el que hem os u tilizado en las páginas anteriores de este capítulo y el
aplicado p o r las empresas en el m undo real-, o bien el criterio de caja o criterio
de efectivo.

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Cuando se aplica el criterio d el devengo las operaciones se registran en el


p eríod o en el cual se producen. Es decir, los ingresos cuando se han “ganado"
y los gastos cuando se incurre en ellos, con independencia del p eríod o en el
que tienen lu gar los cobros y pagos correlativos. En cam bio, si se aplicase el
criterio de caja el ingreso se registraría en el m om en to en que se produjese su
cobro (cuando se recibe el efec tiv o ) y los gastos en la fecha en que se pagasen
(cuando se entrega el efectivo). En el ejem plo siguiente se m uestra la inciden­
cia de aplica r uno u otro de estos criterios sobre la cuenta de resultados de dos
ejercicios consecutivos.

M PLO
Suponga que la em presa Lypinsa, que se dedica a la limpieza y pintura de fachadas, ha
realizado y concluido la pintura de un edificio de oficinas durante los m eses de noviem bre y
diciem bre de 20X1. Los gastos incurridos y pagados en 20X1 (sueldos, m ateriales utilizados,
licencias m unicipales, etc.) ascendieron a 600.000 euros y el im porte facturado por dicho
trabajo ha sido 900.000 euros, que se cobrará en los prim eros m eses del año 20X2.

El resultado de esta actividad en los dos ejercicios y aplicando ambos crite­


rios (devengo y caja) sería:

Criterio Año 20X1 Año 20X2

Ingresos............................................ 900.000 Ingresos............................................

Devengo G asto s................................................ 600.000 G asto s................................................

Resultado (beneficio) 300.000 Resultado..........................................

Ingresos................................................... 0 Ingresos ........................................... 900.000


Caja
G asto s................................................ (600.000) G a s to s ..................................................... 0
o Efectivo
Resultado (p é rd id a) (600.000) Resultado (beneficio) 900.000

Aplicando el criterio del devengo la em presa registra un ingreso de 900.000


euros en el año 20X1, que es el ejercicio en el que se realiza la actividad genera­
dora del m ism o, y unos gastos de 600.000 euros que fueron los costes en que se
incurrió para conseguir aquellos ingresos, con lo que se respeta lo requerido por
el principio de correlación de ingresos y gastos. C ontabilizando de esta manera,
esa obra aportará 300.000 euros al resultado del año 20X1, que fue el año en el
que realm ente se produjo la actividad.

En cam bio, si se hubiese u tilizado el criterio de caja, los gastos se habrían


contabilizado en el año 20X 1 (cuando se incurrió en ellos) pero el ingreso no se
reconocería hasta el año 20X2 (a m edida que se cobrase) , distorsionándose así
el resultado de ambos ejercicios. E l criterio de caja no respeta lo requerido ni
por el principio del devengo ni p o r el criterio de correlación de ingresos y gastos,
p o r lo que su uso no se acepta en contabilidad.

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C a p it u l o 4: Ele m e n to s d e la cuenta d e resultados 127

0 E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N

■ E nunciado
Virsa es una sociedad, recientem ente constituida, cuyo objeto social es la
venta, instalación y reparación de descodificadores de televisión. El siguiente
balance m uestra los activos y pasivos que com ponen su patrim on io al 1 de enero
del año 20X 1.

Virsa
Balance de situación
al 1 de enero de 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
M ercaderías (*)............................................... 1.400 C apital so cial...................................................... 10.000
C aja ........................................................................ 9.300 P ro veedo res....................................................... 700
Total activo...................................................... 10.700 Total patrimonio neto y p a siv o 10.700

(,) L a cuenta d e M ercad erías registra el coste de los p rim e ro s d ie z d escod ificad ores (10 unidades x
140 euros cada u n o = 1.400 eu ros), p o r los qu e se ha d eja d o a d eb e r el 50%.

Durante el mes de enero esta sociedad realizó las siguientes operaciones:

1. Vendió a crédito todos los descodificadores que figuran en el balance


anterior p o r un precio total de 2 .0 0 0 euros.
2. Facturó y cobró 1.200 euros p o r diversos servicios prestados a lo largo
del año.
3. Canceló el 70% de la deuda contraída con los proveedores m ediante la
prestación a éstos de asistencia técnica y asesoramiento.
4. El ú ltim o día del mes concedió un crédito de 1.000 euros a uno de los
accionistas, que lo devolverá a los 6 meses con un interés del 10% anual.
5. Cobró un prem io de 1.000 euros del Ayuntam iento de la ciudad. Este
prem io se concede todos los meses al m ejor proyecto empresarial.
6. Cobró el 90% del crédito concedido a clientes (véase el punto 1).
7. Pagó 2.400 euros a los em pleados p o r el salario del corriente mes.
8. C om pró otros veinte descodificadores p o r 2.800 euros y pagó el 50% de
este im porte. A l final del mes no se había vendido ninguno de ellos ni se
había cancelado la deuda contraída con este proveedor.
9. E l 31 de enero la empresa debía a uno de sus em pleados 100 euros por
horas extras.

SE PIDE:
a) Análisis de las anteriores operaciones y representación de las m ism as en la
ecuación de balance ampliada.
b) Cuenta de pérdidas y ganancias correspondiente al mes de enero de 20X1.
c) Balance de situación al 31 de enero del año 20X1.

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UCIÓN SUGERIDA
a ) Análisis de las operaciones y representación en la ecuación de b a la n ­
ce am pliada

aeración n.° 1 Vendió a crédito todos los descodificadores que figuran en el balance anterior por un
precio total de 2 .0 0 0 euros.

° Análisis: Aum entan los Ingresos p o r ventas de m ercaderías p o r el im ­


porte total, 2 .0 0 0 euros, im porte p o r el que tam bién aumenta el activo
Clientes. Sim ultáneam ente, se tendría que registrar tam bién un gasto p o r
el Coste de la m ercancía vendida y dism inuir el activo M ercaderías por
1.400 euros. (N ota: Tam bién se podría registrar directam ente el beneficio
conseguido en la operación de venta, 600 euros, en sustitución del ingre­
so y el gasto, pero la inform ación sería de m enor calidad).

• Representación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + G astos Pasivo + Neto + Ingresos

Si 10.700 700 10.000


+ 2.000
+ 2.000
1. (Ingresos
(Clientes)
por ventas)
-1 .4 0 0 + 1.400
1.*
(Mercaderías) (Coste de ventas)
Sf 11.300 1.400 700 10.000 2.000
v ....................

12.700 12.700

uró y cobró 1.200 euros por diversos servicios prestados a lo largo del año.

O Análisis: Aum entan los Ingresos por servicios y el activo Caja en el im ­


porte facturado y cobrado.

• R epresentación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + G astos Pasivo + Neto + Ingresos

Si 11.300 1.400 700 10.000 2.000


^ 1.200
+ 1.200
2. (Ingresos
(Caja)
por servicios)
Sf 12.500 1.400 700 10.000 3.200

13.900 13.900
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C a p ít u l o 4: Elem en to s de la cuenta d e resultados 129

Operación n.° 3 Canceló el 70% de la deuda contraída con los proveedores mediante prestación a éstos de
asistencia técnica y asesoramiento.

• Análisis: Aum entan los Ingresos p o r servicios y dism inuye el pasivo


Proveedores por: 0,70 x 700 = 490 euros.

o R epresentación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + Gastos Pasivo + Neto + Ingresos


Si 12.500 1.400 700 10.000 3.200
+ 490
-4 9 0
3. (Ingresos
(Proveedores)
por servicios)
Sf 12.500 1.400 210 10.000 3.690
v ..........„ J

13.900 13.900

Operación n.° 4 El último día del mes concedió un crédito de 1.000 euros a uno de los accionistas, que lo
devolverá a los seis meses con un interés del 10 % anual.

• Análisis: Aum enta el activo p o r el derecho de cobro que representa el


Crédito concedido y dism inuye otro activo, la cuenta de Caja p o r 1.000
euros. (N ota: Los intereses no afectan en este m om ento pues todavía no
se han devengado.)

0 R epresentación en la ecuación de balance am pliada

Activo + Gastos Pasivo + Neto + Ingresos


Si 12.500 1.400 210 10.000 3.690
+ 1.000
(Crédito concedido)
4.
- 1.000
(Caja)
Sf 12.500 1.400 210 10.000 3.690
v........... V -...... .... ■/

13.900 13.900

Operación n.° 5 Cobró un premio de 1.000 euros del Ayuntamiento de la ciudad.

Análisis: Aum entan los ingresos p o r el prem io recibido (se trata de un


ingreso excepcional) así com o el activo Caja.

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<* R epresentación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + Gastos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 12.500 1.400 210 10.000 3.690
+1.000
+1.000
(Premio
(Caja)
recibido)
Sf 13.500 1.400 210 10.000 4.690
V .................. J v

14.900 14.900

Operación n.° 6 Cobró el 90% del crédito concedido a clientes.

Análisis: Aum enta el activo Caja y dism inuye el activo Clientes en el im ­


porte cobrado: 0,90 x 2.000 = 1.800 euros.

• R epresentación en la ecuación de balance am pliada

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 13.500 1.400 210 10.000 4.690
+ 1.800
(Caja)
6.
-1 .8 0 0
(Clientes)
Sf 13.500 1.400 210 10.000 4.690

! J

V* — —

14.900 14.900

Operación n.° 7 Pagó 2.400 euros a los empleados por el salario del mes de enero.

Análisis: Aum enta los gastos en la cuenta Gastos de personal y disminu­


ye el activo Caja en el im porte pagado.

R epresentación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + G astos Pasivo + Neto + Ingresos


Si 13.500 1.400 210 10.000 4.690
+2.400
- 2.400
7. (Gastos de
(Caja)
personal)
Sf 11.100 3.800 210 10.000 4.690

V "
14.900 14.900

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C a p ít u l o 4: Elem en to s d e la cuenta d e resultados 131

Operación n.° 8 Compró otros 20 descodificadores por 2.800 euros y pagó el 50% de este importe. Al final
del mes no se había vendido ninguno de ellos ni se había cancelado la deuda contraída
con este proveedor.

Análisis: Se trata de un hecho contable compuesto. Aum enta el activo


M ercaderías p o r el coste total de la compra, dism inuye el activo Caja por
el im porte pagado al contado (1.400 euros) y aumenta el pasivo Provee­
dores p o r la deuda contraída.

R epresentación en la ecuación de balan ce am pliada

Activo + G astos Pasivo + Neto + Ingresos


Si___ 11.100 3.800 210 10.000 4.690
+2.800
(Mercaderías) + 1.400
8.
- 1.400 (Proveedores)
(Caja}_____
~sT 12.500 3.800 1.610 10.000 4.690

16.300 16.300

Operación n.° 9 El 31 de enero la empresa debía a uno de sus empleados 100 euros por horas extras.

Análisis: Se trata de un gasto devengado o incurrido en la fecha de cierre


del período contable (el mes de enero) y que está pendiente de pago. Por
tanto, han de aumentarse los gastos en la cuenta Gastos de personal y
el pasivo Sueldos a pagar o Rem uneraciones pendientes de pago, en el
im porte adeudado.

• R epresentación en la ecuación de balance am pliada

Activo + Gastos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 12.500 3.800 1.610 10.000 4.690
+ 100 + 100
9. (Gastos de (Sueldos a
personal) pagar)
Sf 12.500 3.900 1.710 10.000 4.690
.................................. uní I ii1 i ..- 1 ^

16.400 16.400

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b) Cuenta de p érdidas y ganancias correspondiente al m es de enero


Este in form e recoge los ingresos, con signo positivo, y los gastos, con signo
negativo. La diferencia entre ingresos y gastos representa el resultado del pe­
ríodo considerado; beneficio si es positiva (Ingresos > Gastos) y pérdida si es
negativa (Ingresos < Gastos).

Virsa
Cuenta de pérdidas y ganancias
correspondiente al m es de enero de 20X1
Ingresos de explo tació n........................................................................................................................................ 4.690
Ingresos por ventas ............................................................................................................................ 2.000
Ingresos por s e rv ic io s ........................................................................................................................ 1.690
Premio recibido .................................................................................................................................... 1.000
G asto s de e xp lo tació n ........................................................................................................................................... (3.900)
Coste de ventas .................................................................................................................................... 1.400
G astos de personal ............................................................................................................................ 2.500__ _______
RESU LTAD O D E E X P LO T A C IÓ N .................................................................................................................. 790
RESU LTAD O A N T E S D E IM P U ESTO S ...................................................................................................... 790
Impuestos sobre b e n e fic io s............................................................................................................................... -
R ESU LTADO D E L E JE R C IC IO (beneficio) ............................................................................................... 790

c) Balance de situación al 31 de enero de 20X1


E l balance incluye todas las cuentas de activo, pasivo y neto por su im porte
final, que en contabilidad llam am os saldo. El resultado del período, indicativo
del aum ento o la dism inución experim entado p o r el patrim onio neto, figura en
esta agrupación del balance con signo positivo (si se obtuvo beneficio) o negati­
vo (si se incurrió en pérdidas).

V irsa
B a la n ce de situació n
al 1 de en e ro d e 20X1
A ctiv o Patrim on io neto y pasivo

Activo no corriente ............................ - Patrimonio neto .................................. 10.790


Activo corriente .............................................. 12.500 C a p ita l s o c ia l ........................................................ 10.000
M ercad e rías (1) 2.800 R esu ltad o del m es de e n e r o 790
C lie n te s® 200 Pasivo corriente .................................. 1.710
C ré d ito c o n ce d id o 1.000 Pro vee d o re s W)..................................................... 1.610
C aja (3) 8.500 S u eld o s a p a g a r ................................................. 100
Total activo........................................ 12.500 Total patrimonioneto y pasivo 12.500

Notas. L o s saldos qu e presentan las cuentas d el balan ce se han calcu lad o con sid era n d o e l sald o ini­
cial (S i), en su caso, y todas las opera cio n es realizadas.

Cálculos:
(1 ) M ercaderías: 1.400 (S i) - 1.400 (1 * ) + 2.800 (8 ) = 2.800 euros.
(2 ) Clientes: 2.000 (1 ) - 1.800 (6 ) = 200 euros.
(3 ) Caja: 9.300 (S i) + 1.200 (2 ) - 1.000 (4 ) + 1.000 (5 ) + 1.800 (6 ) - 2.400 (7 ) - 1.400 (8 ) = 8.500 euros.
(4 ) P ro veed o res: 700 (S i) - 490 (3 ) + 1.400 (8 ) = 1.610 euros.

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C a p it u l o 4: Elem en to s de la cuenta d e resultados 133

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

C u e s t io n a r io
t ip o TEST
Elija la mejor respuesta:

1. ¿Cuál d e los sigu ientes p ro c e d im ie n to s p e rm ite calcu lar el resu ltad o co n ta b le (R)
de un e je rc ic io e c o n ó m ico , si durante el m ism o se han p ro d u c id o nuevas a p o rta ­
ciones d e los socios p a ra in c re m e n ta r el cap ital social?
□ A. R = Patrimonio neto final - Patrimonio neto inicial.
O B. R = Patrimonio neto final - Patrimonio neto inicial + Nuevas aportaciones
de los socios.
□ C. R = Patrimonio neto final - Patrimonio neto inicial - Nuevas aportaciones
de los socios.
□ D. R = Cobros - Pagos - Nuevas aportaciones de los socios.

2. ¿Cuál d e los siguientes h ech os con tables está in co rrecta m en te an alizado?


□ A. El Consejo de administración de una sociedad anónima acuerda el pago de un
dividendo a los accionistas. (Disminuye el neto y aumenta el pasivo exigible.)
□ B. Compra a crédito de materiales consumibles. (Aumentan el activo y el
pasivo exigible.)
□ C. Pago de la fianza requerida por un contrato de arrendamiento. (Aumenta
una cuenta de activo y disminuye otra cuenta también de activo.)
□ D. Compra de mercancías a crédito. (Aumentan los gastos y el pasivo exigible.)

3. ¿Cuál d e las siguientes o p era cion es o rig in a un au m ento in m ed ia to d e los gastos?


□ A. La compra de material de oficina al contado.
□ B. La devolución de un préstamo.
□ C. El pago de la nómina correspondiente al mes terminado.
□ D. Todas las operaciones anteriores incrementan los gastos.

4. Con ca rá cter gen eral, ¿en qu é m o m e n to se reco n o c e n (registra n o co n ta b iliza n )


los in gresos p o r ven tas d e m ercan cía?
□ A. Cuando se recibe el pedido del cliente en firme.
□ B. Cuando el pedido está listo para ser entregado.
□ C. Cuando se entrega la mercancía.
□ D. Cuando se cobra el importe de la venta.

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5. Un hecho contable simple que reduzca el pasivo exigible en un determinado impor­


te, ¿cuál de los siguientes efectos no es posible que provoque simultáneamente?
□ A. El incremento de una cuenta de neto por el mismo importe.
□ B. La disminución de una cuenta de activo por el mismo importe.
□ C. E l incremento de una cuenta de ingresos por el mismo importe.
□ D El incremento de una cuenta de gastos por el mismo importe.

6. Una empresa que se dedica a realizar reparaciones y reformas, ¿en qué momento
puede acordar con los clientes el cobro de sus servicios?
□ A. Antes de prestar el servicio.
□ B. Durante el tiempo de prestación del servicio.
□ C. Después de terminar el servicio.
□ D. Antes, durante o después de prestar el servicio.

7. En la Cuenta de pérdidas y ganancias, para calcular el margen intermedio de re­


sultados denominado “Resultado de explotación" se computan todos los gastos
excepto:
□ A. Los gastos financieros.
□ B. Los gastos financieros y los excepcionales o atípicos.
□ C. Los gastos financieros y el impuesto sobre los beneficios.
□ D. Los gastos financieros, los extraordinarios y el impuesto sobre los beneficios.

8. Todos los activos deben valorarse por su precio de mercado estimado:


□ A. Sólo en la fecha de cierre del ejercicio.
□ B. Sólo si la empresa está en liquidación.
□ C. Siempre.
□ D. Nunca.

9. ¿Qué principio contable requiere que los efectos de las transacciones o hechos
económicos se registren cuando ocurran, con independencia de la fecha de su
pago o de su cobro?
□ A. Empresa en funcionamiento.
□ B. Devengo.
□ C. Correlación de ingresos y gastos.
□ D. Prudencia.

10. De los balances de situación formulados por una empresa individual, en las fechas
que se indican, se ha obtenido la siguiente información:

31 de diciembre de 20 X 2 1 de enero de 20 X 2
Total activo s..................... 390.000 300.000
Total pasivos exigióles 262.000 218.000

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Si en el año 20X2 el propietario invirtió en la empresa 50.000 euros adicionales y no


retiró cantidad alguna, ¿cuál fue el resultado obtenido por la empresa en dicho año?
□ A. Un beneficio de 46.000 euros.
□ B. Un beneficio de 96.000 euros.
□ C. Una pérdida de 4.000 euros.
□ D. Una pérdida de 96.000 euros.

11. La cifra anual de ingresos de cierta sociedad ascendió a 100.000 euros. Si durante
el mismo período de tiempo el activo de dicha sociedad se incrementó en 2 0 .0 0 0

euros, el pasivo exigible se redujo en 1 0 .0 0 0 euros y los socios efectuaron nuevas


aportaciones por 25.000 euros, ¿cuál fue la cifra anual de gastos?

□ A. 95.000 euros □ B. 115.000 euros □ C. 135.000 euros □ D. 155.000 euros

12. Los registros contables correspondientes a una empresa individual proporcionan


la siguiente información referida a un determinado año:

Total activo al 1 de e n ero ........................................................................................................................ 230.000


Total pasivo exigible al 1 de e n e ro .................................................................................................. 250.000
Nuevas aportaciones realizadas por elpropietario durante el a ñ o .............................. 500.000
Reintegros realizados a favor del propietario durante el a ñ o ....................................... 70.000
Resultado anual (b en eficio ).................................................................................................................. 100.000

¿A qué importe asciende el patrimonio neto de dicha empresa al 31 de diciembre?

□ A. 510.000 euros □ B. 530.000 euros □ C. 550.000 euros Q D . Otra cifra

13. Si la empresa vendió mercancías al contado por 40.000 euros y a crédito por
1 2 .0 0 0 euros, que los clientes pagarán en el ejercicio siguiente, ¿qué ingreso debe
figurar en la Cuenta de pérdidas y ganancias del ejercicio actual?

□ A. 12.000 euros Q B . 28.000 euros □ C. 40.000 euros □ D. 52.000 euros

14. Al cierre del último ejercicio los registros contables de una empresa proporcio­
nan, entre otra, la siguiente información: Activos, 17.000 euros; Pasivos, 14.000
euros; Capital social, 10.000 euros; Ingresos, 26.000 euros; y, Gastos, 32.000
euros. ¿Cuál es el importe del patrimonio neto en esa fecha?

□ A. 3.000 euros □ B. 6.000 euros □ C. 9.000 euros □ D. Otra cifra

15. Las cuentas de neto y sus saldos al inicio del ejercicio eran: Capital social, 20.000
euros y Reservas, 8.000 euros. Si en el ejercicio se pagaron dividendos por 6.000
euros, se obtuvo un préstamo bancario de 10.000 euros y el resultado ascendió a
45.000 euros, ¿cuál es el importe del neto al final del ejercicio?

□ A. 20.000 euros □ B.47.000 euros □ C. 67.000 euros □ D. 77.000 euros

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RCICIOS

'a r ia c ió n De las últimas cuentas anuales aprobadas por Apel, S.A. se ha obtenido la siguiente
■EL PATRIMONIO información:
IETO Y
Final del año Inicio del año
ESULTADO
A c tiv o ..................... 630.000 600.000
)EL EJERCICIO 220.000 ?
Pasivo (exigible)
Patrimonio neto ? 390.000

SE PIDE:
a. Calcular el importe del pasivo exigible al inicio del año.
b.Calcular el patrimonio neto al final del año.
c.Calcular el resultado del ejercicio suponiendo que, durante dicho año, no se pro­
dujo ninguna operación entre la sociedad y sus accionistas.
d. Calcular el resultado del ejercicio suponiendo que la sociedad repartió entre sus
accionistas 15.000 euros en concepto de dividendo, por los beneficios obtenidos
el año anterior.

I d e n t if ic a r A continuación se describen operaciones realizadas por una empresa individual, de­


el e f e c to dicada a mudanzas y transportes en general. El efecto producido por cada una de ellas se
PRODUCIDO corresponde con alguna de las siguientes combinaciones:
POR DIVERSOS
HECHOS a. Aumento de un activo, disminución de otro activo.
b. Aumento de un activo, aumento de un pasivo exigible.
CONTABLES
c. Aumento de un activo, aumento del neto.
d. Aumento de un activo, aumento de los ingresos.
e.Disminución de un activo, disminución de un pasivo exigible.
f.Disminución de un activo, disminución del neto.
g.Disminución de un activo, aumento de los gastos.

Escriba en la columna de la derecha el tipo de efecto producido: a), b),.... g).

Hecho contable Efecto producido


1. El propietario de la empresa incrementó su aportación en 10.000 euros.
2. Se compraron a crédito repuestos para los vehículos por 780 euros.
3. Se pagaron 300 euros por el buzoneo de unos folletos publicitarios.
4. Se cobraron 640 euros de diversos clientes por servicios prestados,
facturados y contabilizados en m eses anteriores.
5. Se cobraron 1.800 euros por servicios prestados en el mes actual.
6. Se pagaron 1.975 euros por deudas contraídas con diversos
acreedores.
7. Se pagaron 1.250 euros por el alquiler del local correspondiente al
mes actual.

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C a p ít u l o 4: Ele m e n to s d e la cuenta d e resultados 137

8. Se facturaron servicios prestados por 1.500 euros que se cobrarán a


los 60 días desde la fecha de factura.
9_L EI propietario retiró de la em presa 1.000 euros para uso personal.
10. El coste del com bustible consum ido durante el corriente mes, que
había sido previam ente adquirido por la empresa y alm acenado en
su_propio_surtidor, ascendió a 900 euros.

Las siguientes operaciones han sidos realizadas por Lavin, S.A., empresa de lavande- 4 .3 . A n á l is is de
ría, durante su primer mes de actividad. Señale su efecto, aumento (+ ) o disminución (-), OPERACIONES Y
sobre cada uno de los cinco elementos de la ecuación de balance ampliada. EFECTOS SOBRE
LA ECUACIÓN
O peraciones A G P N I
DE BALANCE
1. Aportación de los socios (dinero en metálico,
maquinaria y un local comercial sobre el que pesa AMPLIADA
un préstam o hipotecario).
2. Servicios prestados y facturados a crédito. I

3. Cobro de una parte del crédito anterior. í

4. Com pra a crédito de una partida de detergentes. i í

5. Pago de la nómina de los em pleados.


; ! ; i
6. El banco anota en la cuenta corriente los intereses
producidos a favor de la empresa.
7. Pago de las facturas de agua, gas y luz.
8. Se factura a un cliente el servicio prestado (540
euros) y el coste del transporte hasta su domicilio
(60 euros). El importe total se cobrará a los 30 días. I
9. Se liquida la deuda contraída con la em presa que
suministra los detergentes.
10. Se retira un socio de la sociedad, procediendo a
devolverle en efectivo su aportación.
11. Se calcula y contabiliza el coste del detergente
consumido durante el prim er m es de actividad,
que se había adquirido previam ente.
12. El banco anota en la cuenta corriente de la
empresa los intereses producidos por un
pequeño descubierto.

Relacione las partidas que se describen en la columna izquierda con los títulos de las 4 .4 . T ítu lo s
cuentas que figuran en la columna derecha. (Nota: Para algunas partidas se sugiere más DE CUENTAS
de un título.) DE GASTOS E
INGRESOS
1. Alquileres de inm uebles, propiedad de a. Arrendam ientos
terceros, arrendados
2. Sueldos de los em pleados b. Consum o de m ateriales

3. Pólizas contratadas con com pañías de c. G astos de alquiler


seguros

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

4. M ateriales consumidos d. G astos de personal

5. Intereses de préstam os obtenidos por la e. G astos de seguros


empresa
6. Consum o de agua, luz y gas (abastecimientos f. G astos financieros
no alm acenables)
7. Importe de los servicios prestados por la 9- G astos por intereses
empresa
8. Alquileres de inm uebles, propiedad de la h. Ingresos financieros
em presa, arrendados
9. Com isiones devengadas a favor de la i. Ingresos por alquileres
empresa
10. Intereses de préstam os concedidos por la í- Ingresos por comisiones
empresa
11. Rendimiento producido por acciones de otras k. Ingresos por dividendos
sociedades
12. Precio de la m ercancía vendida I. Ingresos por intereses

m. Ingresos por servicios

n. Ingresos por ventas

o. Primas de seguros

P- Sueldos y salarios

q- Suministros

r. Ventas de m ercaderías

VARIACIÓN L os activos y pasivos totales de cierta sociedad anónima, al comienzo y al final del
DEL PATRIMONIO año, eran:
NETO Y Activos Pasivos
RESULTADO A1 inicio d e | año 90.000 34.375
DEL EJERCICIO
Al final del año ...................................................... 137.500 75.250

Calcular el resultado del ejercicio, beneficio o pérdida, en cada uno de los supuestos
siguientes:

a) Los accionistas no realizaron nuevas aportaciones ni la sociedad pagó dividendos.


b) Los accionistas no realizaron nuevas aportaciones pero la sociedad pagó dividen­
dos por 13.750 euros.
c) Los accionistas aportaron a la sociedad 8.125 euros y no se repartieron dividendos.
d) Los accionistas invirtieron 6.250 euros en la sociedad y ésta pagó 14.500 euros en
concepto de dividendos.

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C a p ít u l o 4: Elem e n to s d e la cuenta d e resultados 139

Analice las siguientes operaciones e indique el impacto de cada una, en su caso, sobre 4 .6 . I n g r e s o s
las cuatro magnitudes indicadas: ingresos, gastos, cobros y pagos. Suponga que la dura­ y GASTOS.
ción del ejercicio o período contable es mensual. C o bro s

y PAGOS

Resultado Tesorería
u p eracio n e s
Ingresos G astos Cobros Pagos

1. Registro de salarios devengados (incurridos)


pero no pagados, 1.600 euros

2. Pago de anuncios publicados en la prensa


local en el corriente m es, 1.400 euros

3. Pago del recibo de la luz del mes pasado,


750 euros

4. Cobro del anticipo realizado por un cliente,


1.500 euros

5. Compra de materiales de oficina a crédito,


180 euros

6. Pago de la factura de una compra anterior,


460 euros

7. Pago de un dividendo a los accionistas,


6.000 euros

8. Pago por la póliza de seguros del año


próximo, 1.200 euros

9. Cobro de servicios prestados durante el


mes, 3.500 euros
10. Im porte de los se rvicio s p restados durante
el m es, que se cobrarán a los 30 días,
8.500 euros

Analice las siguientes operaciones, realizadas por la agencia de viajes Rutas Inéditas, 4 .7 . R e g is t r o de
S.L. en su primer mes de actividad, y regístrelas según el procedimiento mostrado en la OPERACIONES
siguiente tabla, que refleja la situación inicial y la primera operación. SOBRE LA
ECUACIÓN
Activo G astos Pasivo Patrimonio neto Ingresos
DE BALANCE
50.000
(Bancos, c/c) AMPLIADA
50.000
2.4oo .. .
(Folletos (Acreedores) (Capital social)
publicitarios)
15.000
15.000
(Ingresos
(Clientes)
por servicios)

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s co n cep tu ales

Operaciones realizadas por esta agencia:

1. Vende y factura diversos servicios prestados, por importe de 15.000 euros, que se
cobrarán a los 30 días.
2. Se reparten todos los folletos publicitarios disponibles.
3. Paga 1.200 euros por el alquiler correspondiente al mes en curso.
4. Cobra 3.500 euros por la emisión de billetes de tren y avión a diversos clientes.
5. Cobra 5.000 euros de los clientes por la deuda que éstos habían contraído por
servicios ya prestados.
6. Se emite una factura por 1.800 euros, en concepto de comisión, por las ventas reali­
zadas por cuenta de una empresa mayorista. Esta factura se liquidará a los 60 días.
7. Recibe 900 euros en metálico de un cliente a cuenta de un exótico viaje de cuya
organización va a encargarse la agencia. Este dinero se ingresa inmediatamente
en el banco.
8. Liquida la deuda contraída con el suministrador de los folletos.
9. Paga a los empleados un total de 2.300 euros, 1.700 euros por el sueldo del mes y
el resto en concepto de anticipo.
10. El banco ingresa en la cuenta corriente de la agencia 12.000 euros por un présta­
mo que se amortizará mediante cuatro cuotas iguales, con vencimiento a los 3, 6 ,
9 y 12 meses, al 10% de interés anual.

SE PIDE:
Registre las operaciones anteriores en la forma indicada en la tabla arriba insertada,
obtenga las cifras totales y compruebe que se cumple la ecuación de balance ampliada.

C á lc u lo de Los registros contables del restaurante Swagat, S.A. proporcionan la siguiente infor­
CIFRAS OMITIDAS mación, correspondiente a su primer año de actividad:

Activo, al final del año ............................................................ 116.500

Activo, al inicio del año ........................................................... 95.000

Aportación adicional de los accionistas .................................... 18.000

Capital social, al final del a ñ o ................................................................................ B

Capital social, al inicio del a ñ o ................................................ 62.000

Pasivo exigible, al final del año ............................................................................ D

Pasivo exigible, al inicio del año ......................................................................... A

Resultado del e je rc ic io ............................................................................................... C

Total gastos anuales ............................................................... 113.850

Total ingresos a n u a le s ............................................................ 128.350

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C a p ít u l o 4: Elem en to s d e la cuenta d e resultados 141

SE PIDE:
Calcule las cifras omitidas (señaladas con las letras A, B, C y D) y presente los cálculos
realizados.

De los registro contables de la autoescuela Delicias, S.L, correspondientes al año 4 .9 , COBROS, PAGOS,
20X9, hemos obtenido la siguiente información: INGRESOS Y
GASTOS
Efectivo al 1 de enero de 20X9 (dinero en metálico y saldos en cuentas corrientes) ..... 116.500

Amortización de un préstam o (12 m ensualidades de 1.000 euros cada una) .................. 12.000

Cobrado de alumnos en m etálico ................................................................................................................. 5.400

Cobrado de alumnos a través de b a n c o s .................................................................................................. 94.600

Cobrado por libros vendidos y clases teóricas ...................................................................................... 3.900

Otros cobros ................................................................................................................................................................. 4.200

Pagado a la gasolinera donde repostan los v e h íc u lo s ..................................................................... 18.200

Pagado a los profesores y personal administrativo, por todos los conceptos ................ 77.500

Otros pagos ................................................................................................................................................................... 9.300

Importe total facturado por clases p rá c tic a s ........................................................................................... 98.000

Precio de venta de los libros v e n d id o s ....................................................................................................... 2.700

Importe total facturado por clases teóricas ............................................................................................ 5.100

Otros in g re so s.............................................................................................................................................................. 450

Total devengado por sueldos y salarios ..................................................................................................... 62.500

Gasolina consumida ................................................................................................................................................. 7.600

Depreciación estimada de los vehículos ................................................................................................... 15.800

Otros g a s to s ................................................................................................................................................................... 2.696

SE PIDE:
a) Efectivo al 31 de diciembre de 20X9.
b) Estado de resultados del año 20X9.

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P r im e r a p a r t e : Fund am en to s con ce p tu ale s

R e g is t r o d e RMB (Reparación de Motos y Bicis) es una empresa individual que, durante el mes
OPERACIONES de octubre del año 20X7 -su primer mes de actividad-, realizó las siguientes operaciones:
Y PREPARACIÓN
DE ESTADOS 1. El propietario aportó al negocio un local, valorado en 60.000 euros, y 5.000 euros
FINANCIEROS en metálico.
2. Se obtuvo un préstamo bancario, por un importe de 6.000 euros, que se reembol­
sará a los dos años junto con el interés total calculado al 5% anual.
3. Para adaptar el local a las necesidades del negocio se compraron diversas instala­
ciones, por un coste total de 10.000 euros, pagando en metálico el 25% y acordan­
do liquidar el resto en tres plazos iguales con vencimiento a los 12, 24 y 36 meses.
4. Adquirió a crédito materiales y repuestos, por un importe total de 3.800 euros,
que utilizará para desarrollar las actividades propias del negocio.
5. Recibió de un cliente 300 euros en metálico, a cuenta de la reparación del motor
de un antiguo modelo de Ducati.
6. Por la reparación de la Ducati facturó un importe total de 450 euros, liquidando
el cliente en efectivo la diferencia.
7. Se prestaron y facturaron otros servicios a diversos clientes, por un total de 2.050
euros, que se cobrarán a los 30 días.
8. La nómina mensual del único empleado ascendió a 900 euros, por todos los con­
ceptos, pagándole 750 euros mediante talón bancario. El importe restante es el
descuento practicado, por Seguridad Social y retención de IRPF, que la empresa
liquidará a lo largo del siguiente mes.
9. El 31 de octubre se hizo un recuento de los materiales y repuestos disponibles,
que se valoraron en 3.100 euros.

SE PIDE:
a) Analice las operaciones anteriores y regístrelas en la ecuación del balance, si­
guiendo el procedimiento indicado a continuación. Utilice las siguientes cuentas:

Edificios - M ateriales y repuestos


Caja - Proveedores
Capital -A n tic ip o s de clientes
Bancos, c/c - Ingresos por servicios
Préstam os a largo plazo - Clientes
Instalaciones -A d m in istracio n e s Públicas
Proveedores de inmovilizado a largo plazo - G astos de personal
Proveedores de inmovilizado a corto plazo - Consum o de materiales y repuestos

A C T IV O = PASIVO + PATRIM ON IO N ETO


. . • . n . R . O peraciones Resultados
Activos Activos Pasivo Pasivo ^ r, ,, %
. . . . . , con Ingresos (+)
no corrientes corrientes no corriente corriente > . „ . A3 . , »,
el propietario Gastos (-)
1. + 60.000 + 5.000 + 65.000
(Edificios) (Caja) (Capital)
...

b) Prepare la Cuenta de resultados correspondiente al mes de octubre del año 20 X 7 .


c) Formule el Balance de situación referido al día 31 de octubre de 20X7.

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S eg u n d a Parte

El ciclo contable

C apítu lo 5.
Los registros contables

C apítu lo 6.
A sien to s de ajuste

C a pítu lo 7.
Estados financieros y cierre de cuentas

C a pítu lo 8.
C o n tab ilid ad de em presas com erciales

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B Los registros contables

C o n t e n id o s y o b je tiv o s

S u m a r io

5.1. Las cuentas


5.2. Convenio sobre el funcionamiento de las cuentas
5.3. El libro Diario
5.4. El libro Mayor
5.5. Balance de comprobación
5.6. Operaciones en las cuentas y terminología

O Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
^ Cuestionario tipo test
^ Ejercicios

O b j e t iv o s

D esp u és d e estu d iar este capítulo el lecto r ha de estar cap acitad o para:

1. C o n o ce r la finalidad y estructura d e las cuentas.


2. A p lica r las reglas que rigen el fun cio nam iento d e las cuentas o «convenio d e cargo y
abono».
3. A nalizar y registrar o p eracio n es en la ecuación d e b alance y en las cuentas.
4. En te n d e r la función del libro D iario así com o el p ro cedim iento utilizado para anotar
los hechos co n tab les en el m ism o.
5. Pasar al libro M ayor los asientos previam ente realizado s en el Diario.
6. Preparar B a la n ces de com p rob ació n o d e sum as y saldos.

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic l o c o n t a b l e

En los capítulos anteriores hemos venido registrando los hechos contables en


unas tablas representativas de la ecuación de balance. Esta forma de proceder, fac­
tible en el plano conceptual, permite el seguimiento de la evolución patrimonial del
sujeto contable y la elaboración de estados contables.

Sin embargo, aquel procedimiento de registro se complicaría extraordinariamente


si consideramos que cualquier empresa -incluso de tamaño pequeño o mediano-
puede realizar diariamente decenas de operaciones y utilizar un número de cuentas
muy superior al que hasta ahora hemos manejado en los ejemplos.

Por ello, en la contabilidad por partida doble los hechos contables se anotan en
un conjunto de registros que, adecuadamente coordinados entre sí, permiten que
el número de transacciones y cuentas utilizadas no represente ningún problema,
convirtiéndose así aquel proceso en un sistema plenamente operativo.

Los registros empleados en la práctica como soporte del proceso contable son tres:
• La cuenta.
• El libro Diario.
• El libro M ayor o libro de las cuentas.

En los sistemas contables modernos, altamente informatizados, estos registros


continúan siendo los mismos, aunque adopten formatos diferentes. Sin embargo,
el peso de la tradición es tan importante que se siguen manteniendo las anteriores
denominaciones ya centenarias.

El capítulo está dedicado al estudio de los registros o instrumentos de repre­


sentación citados, así como a su coordinación, terminando con la presentación del
Balance d e com p robación o Balance d e sum as y sald os, documento que puede
prepararse en cualquier momento del ejercicio económico, a partir de los datos
proporcionados por el libro Mayor, y que constituye el primer informe de síntesis
producido por el sistema informativo contable.

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic lo c o n t a b le

5.1. LAS CU EN TA S

5.1.1. Concepto y clases

Un com etido irrenunciable del sistem a contable es in form a r de los m ovi­


mientos experim entados p o r el conjunto de partidas que conform an la situa­
ción económ ico-financiera del sujeto contable y describen los resultados de su
actividad.

Para cum plir esta función, en contabilidad se utilizan unos registros relati­
vos a cada una de las partidas de activo, pasivo, neto, gastos e ingresos, que se
denominan cuentas. Las cuentas son los registros empleados para representar la
evolución de cada uno de los elementos patrimoniales, así co m o de los com ponen­
tes del resultado.

En consecuencia, para llevar a cabo un seguim iento com pleto del im pacto de
los hechos contables, será preciso crear o a b rir una cuenta cada ve z que surja
una nueva partida de activo, pasivo, neto, gastos o ingresos.

El número de cuentas que pueden utilizarse, prescindiendo de exigencias de


tipo ju rídico o norm ativo, dependerá del nivel de desglose que se desee alcanzar.
Así, el control del efectivo, disponibilidades líquidas o m edios de pago, se puede
realizar a través de una única cuenta, que podría denom inarse Efectivo, Teso­
rería, Dinero o Caja y Bancos, o abriendo varias cuentas tales com o Caja, para
representar los m ovim ientos del dinero m antenido en m etálico, y, Bancos, c/c,
para registrar las variaciones de los depósitos mantenidos, en cuentas corrientes
a la vista, en las entidades financieras.

Por lo general, en una m ism a cuenta se agregan num erosos im portes, que tie­
nen su origen en cada una de las transacciones acaecidas a lo largo del ejercicio
contable. P o r ejemplo, en la cuenta Proveedores se acumularán las deudas con­
traídas con los distintos suministradores de mercancías o materiales, cada uno
con su nom bre y apellidos o razón social. Esta form a de proceder no im pide, sin
embargo, establecer procedim ientos adicionales, al objeto de conocer en todo
m om ento la deuda contraída por la em presa con cada uno de los proveedores en
particular. En la práctica, esto se consigue habilitando un sistema auxiliar de re­
gistros individuales, tal com o hacen las entidades bancarias para el seguimiento
de las cuentas de cada uno de sus clientes.

Las cuentas de activo, p a sivo y p a trim o n io n eto se d en om in a n cuentas


de balan ce, in tegrales, p a trim o n ia le s o p erm an en tes, p o r ser las que
com ponen el Balance de situ ación de la em presa, en tan to que las cuentas
de ingresos y gastos se d en om in an cuen tas de re su lta d o s, d ifere n cia les
o tem porales y son las que figu ran en el Estado de resultados o Cuenta de
pérdidas y ganancias.

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les 147

5.1.2. Estructura básica de las cuentas

Las cuentas adoptan en la práctica diversos form atos. N o obstante, cualquie­


ra que sea el form ato em pleado, los elementos esenciales de la cuenta son tres:

e Títu lo de la cuenta: térm ino o expresión breve que identifica la partida


representada.
0 Un espacio -generalm en te una colu m n a- para anotar los aumentos de
valor.
• Un espacio -o tra colu m n a- para anotar las reducciones de valor.

En la práctica, el título de la cuenta suele ir acom pañado de un núm e­


ro o código, facilitándose así el diseño del plan de cuentas de la em presa y su
inform atización.

En los textos de contabilidad, las cuentas adoptan la form a de T (letra « t »


mayúscula). L a línea central, en vertical, de esa T divide la cuenta en dos partes:
el lado izqu ierdo que se denom ina D ebe y el lado derecho o H aber. Esta disposi­
ción va a p erm itir anotar en un lado los aum entos y en el otro las dism inuciones
de la partida representada, prescindiendo del signo de la variación.

Esquema básico
Debe Título de la cuenta Haber
de una cuenta
Anotaciones en el lado izquierdo Anotaciones en el lado derecho en forma de T
o 'D ebe' de la cuenta o 'Haber' de la cuenta

En esta representación esquemática, el título de la cuenta se escribe sobre la


línea horizontal de la T, en el centro; el térm ino Debe en el lado izqu ierdo y el
término H aber en el lado derecho. En cada una de estas colum nas se anotarán
los im portes relativos a sus m ovim ientos, de acuerdo con el convenio que se
enuncia posteriorm ente, así com o alguna referencia para identificar la opera­
ción registrada (generalm ente el núm ero o la fecha de ésta).

5.1.3. Anotaciones en las cuentas: cargos, abonos y saldo

Se denom ina cargar, adeudar o debitar, a la acción de anotar en la parte iz ­


quierda o Debe de una cuenta, y cargos o adeudos a los im portes allí anotados.
Asimismo, denom inarem os abonar, acreditar o datar, a la acción de anotar en la
parte derecha o H aber de una cuenta y abonos a los apuntes realizados en este
lado o colum na de la misma.

A continuación m ostram os, a m odo de ejem plo ilustrativo, los m ovim ientos
de la cuenta de Caja durante el m es de enero, período en el que se han efectuado
tres cargos y dos abonos. (N ota: Com o verem os después, p o r tratarse de una
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S eg u n d a parte: El ciclo contable

cuenta de activo, que registra los m ovim ientos del dinero en m etálico, los cargos
reflejan aumentos y los abonos dism inuciones.)

D ebe Caja Haber

Fechas Conceptos Importes Fechas Conceptos Importes

1-1 Saldo inicial 5.000 5-1 Pago del alquiler 3.000

14-1 Cobro por venta al contado 1.500 17-1 Pago de im puestos locales 1.800

31-1 Cobro por recibos de clientes 1.000

31-1 Suma Debe (total cargos) 7.500 31-1 Suma Haber (total abonos) 4.800

L a diferencia entre la suma de los cargos y la suma de los abonos registrados,


hasta una fecha determinada, proporcion a el saldo de la cuenta, im porte que
representa el valor contable en ese m om ento del elem ento patrim onial repre­
sentado. Si los cargos superan a los abonos se dice que la cuenta presenta saldo
d eu d o r y, en caso contrario, que ofrece saldo acreedor. P o r ejem plo, el saldo
al 31 de enero de la cuenta m ostrada anteriorm ente asciende a: 7.500 - 4.800
= 2.700 euros, es de signo deudor e inform a de la suma de dinero en m etálico
disponible en esa fecha. Cuando la suma de los cargos es igual a la suma de los
abonos se dice que la cuenta presenta saldo nulo o saldo cero.

Aunque es el form ato de T el que se utiliza casi exclusivamente en los manuales


de Contabilidad, la inform ación sobre el m ovim iento de las cuentas que cualquier
ciudadano m antiene con los bancos u otras empresas (supermercados, grandes
almacenes, etc.) suele adoptar el form ato tabular o de una única columna. En
esta presentación los aumentos se sum an y las dism inuciones se restan, indicando
la últim a cifra el saldo de la cuenta después de la últim a operación anotada.

Adoptando el form ato tabular los m ovim ientos de la cuenta de Caja, del ejem ­
plo previo, se presentarían así:

C uenta: Caja
Fechas __________________________ C o n c e p t o s ________________________________ Importes
1-1 Saldo inicial ....................................................................................................... 5.000
5-1 Pago alquiler del mes de enero - 3.000
14-1 Cobro venta al contado ............................................................................ 1.500
17-1 Pago im puestos locales ............................................................................ -1 .8 0 0
31-1 Cobro recibo de clientes ......................................................................... 1.000
31-1 S a ld o ....................................................................................................................... 2.700

5.2. C O N V E N IO S O B R E EL FU N C IO N A M IEN T O
D E LAS CU EN TA S
El registro de los hechos contables en las cuentas no es sino un procedim ien­
to alternativo al ya exam inado cuando, con la m ism a finalidad, utilizábam os

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C a p ít u l o 5: Los registros co ntab les

la ecuación de balance. Y com o entonces, el concepto de dualidad nos va a


prop orcion ar las pautas para efectu ar el análisis p revio al registro de cada
operación.

En este caso, el concepto anterior requiere que, a la hora de registrar cual­


quier hecho contable en las cuentas que corresponda, el im porte total de los car­
gos debe ser igual al im porte tota l de los abonos. O, en otras palabras, que en
cada asiento -a s í se llam an estas anotaciones- ha de cargarse (anotar en el lado
izquierdo) y abonarse (anotar en el lado derecho) una o más cuentas, p o r el m is­
mo im porte, de manera que la ecuación de balance se mantenga.

5.2.1. Cuentas de activo, pasivo y neto

El convenio sobre funcionam iento de las cuentas o convenio de cargo y


abono, se concreta en las siguientes reglas:

1. Funcionam iento de las cuentas de activo. Se cargará, o anotará en el Debe


de las mismas, el valor in icial del elem ento patrim onial representado y
los aumentos que en razón de los hechos contables posteriores puedan
producirse, esto es, las entradas de bienes y los increm entos en el valor de
los derechos. Y se anotará en el H aber -se abonarán- p o r las dism inucio­
nes de valor, es decir, p o r las salidas de bienes y p o r las reducciones en el
valor de los derechos. Esquem áticam ente:

Debe C U EN TA S D E A C TIV O Haber

Cargos: Abonos:
• Saldo o valor ¡nidal (Si) • Dism inuciones o salidas
• Aum entos o entradas (AA) 0A)

Com o consecuencia de esta form a de proceder, las cuentas de activo


presentarán, norm alm ente, saldo deudor.

2. Funcionam iento de las cuentas de pasivo. Se anotará en el H aber -s e abo­


nará- el im porte de las obligaciones contraídas p o r la em presa cuando se
inicie la contabilidad, o al com ienzo del ejercicio contable, así com o los
increm entos que dichas obligaciones experim enten durante el m ism o. Y
se anotará en el Debe -s e cargará- p o r sus dism inuciones o im porte de las
deudas canceladas. Esquem áticam ente:

Debe C U EN TA S D E PASIVO Haber

Cargos: Abonos:

£ • Disminución de la deuda
0P)


Saldo o valor inicial (Si)
Aum entos de las deudas
(AP)

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S eg u n d a pa rte: El c ic lo c o n t a b le

3. Funcionam iento de las cuentas de neto. E l registro de sus m ovim ientos


será análogo al convenido para las cuentas de pasivo, esto es, se abonarán
p o r los saldos que presenten al com ienzo del ejercicio y p o r los aum en­
tos que puedan experim entar durante el m ism o, y se cargarán p o r las
disminuciones.

Debe C U EN TA S D E PATRIM ON IO N ETO Haber

Cargos: Abonos:
• Dism inuciones (3N) • Saldo o valor inicial (Si)
• Aum entos (AN)

Durante el ejercicio tanto las cuentas de pasivo com o las cuentas de neto pre­
sentarán, norm alm ente, saldo acreedor.

Este convenio, u tilizado en todo el m undo, va a prop iciar que, después de


registrar en las cuentas que corresponda cualquier hecho contable, se mantenga
la identidad: A ctivo = Pasivo + N eto. Com o en esta ecuación el activo está situa­
do en el lado opuesto al del pasivo y neto, los aumentos y dism inuciones de los
activos se registran de manera opuesta al procedim iento seguido para anotar las
variaciones de los pasivos y de las cuentas de neto. Su posición en la ecuación de
balance explica tam bién p o r qué los aum entos y dism inuciones en las cuentas de
pasivo y neto se anotan aplicando las mismas reglas.

5.2.2. Cuentas de ingresos y gastos

En razón del efecto patrim onial de los hechos contables, existen únicam ente
tres tipos de cuentas: de activo, de pasivo y de neto, pues los ingresos y gastos
son las partidas positivas y negativas que determ inan el resultado del ejercicio,
m agnitud que es uno de los com ponentes del patrim onio neto.

Po r tanto, las cuentas de ingresos y gastos son subcuentas o cuentas divisio­


narias de neto, cuyo uso perm ite obtener la inform ación detallada que se precisa
para conocer la com posición del resultado. El funcionam iento de las cuentas de
ingresos y gastos es consecuencia del efecto que, a la postre, cada una de estas
m agnitudes produce sobre el patrim onio neto. En las cuentas de ingresos, que
representan increm entos de neto, la aparición o aum ento de éstos se anotarán
en el H aber de la cuenta respectiva, m ientras que las anulaciones y m inoracio­
nes de ingresos previam ente reconocidos se anotarán en el Debe. Tam bién se
cargarán estas cuentas, al cierre del ejercicio contable, para trasladar sus saldos
a la cuenta utilizada para acum ular todos los gastos e ingresos del período (de­
nom inada Resultado del ejercicio) ’ . En resumen:

' E l p roceso con tab le p ara la d eterm in a ció n d el resu ltado, que requ iere saldar todas las cuentas de
in gresos y gastos abiertas en el p erío d o , será estudiado en el e p íg ra fe 7.3.1, «C ie rre d e las cuentas
d e ingresos y gastos».

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les 151

Debe C U EN TA S D E IN G R ESO S Haber

Cargos: Abonos:
• Anulación o minoración de • Importe de los ingresos
ingresos (DI) ganados en el ejercicio (Al)
• Traslado del saldo al final
del ejercicio

Com o los gastos representan m inoraciones o decrem entos del patrim on io


neto, las cuentas de gastos se com portan de m anera opuesta a la descrita para
las cuentas de ingresos. Para recon ocer un gasto se cargará su im porte en la
cuenta de esta naturaleza que corresponda, abonándose ésta p o r la eventual
anulación o m in ora ción de alguna partida previam ente registrada y, al cierre
del ejercicio, p o r el im p orte de su saldo en ese m om ento. Esquem áticam ente:

Debe C U EN TA S D E G A S T O S Haber

Cargos: Abonos:
• Importe de los gastos • Anulación o minoración de
incurridos en el ejercicio gastos (3G)
t i (AG) • Traslado del saldo al térm i­ $
no del ejercicio

En virtud de esta form a de proceder durante el ejercicio, el signo n o im a l del


saldo de las cuentas de ingresos será acreedor, mientras que las cuentas de gastos
presentarán norm alm ente saldos de signo deudor. A l final del ejercicio, una vez
trasladados sus saldos a la cuenta síntesis de resultados, todas las cuentas de in­
gresos y gastos presentarán saldo nulo, m otivo p o r el que las cuentas de ingresos
y gastos se denom inan cuentas temporales.

A m odo de resumen, en el Cuadro 5.1 se recogen los principales m otivos de


cargo y abono en las cuentas que conform an los cinco elem entos de la ecuación
de balance ampliada: A ctivo + Gastos = Pasivo + N eto + Ingresos.

CARGOS ABO NO S C u a d ro 5.1.

(Anotaciones en el Debe) (Anotaciones en el Haber) M o tiv o s d e c a rg o

• Valor inicial de los activos (+) Valor inicial de pasivos y partidas de neto (+) y a b o n o en las cuentas

• Aumento de los activos (+) Aum ento de los pasivos (+)


• Gastos y pérdidas del ejercicio (+) Aum entos de las partidas de neto (+)
• Disminuciones de los pasivos (-) Ingresos ganados en el ejercicio (+)
• Disminuciones de las partidas de neto Dism inuciones de los activos (-)
• Anulación de ingresos (-) Anulación de gastos (-)

Preste atención a la term inología para evitar confusiones. Los térm inos Debe,
Haber, cargo y abono, tienen en contabilidad, com o acabamos de ver, un signifi­
cado preciso, y no siem pre coincidente con el que pueden sugerir estos térm inos
cuando se utilizan en el lenguaje cotidiano. El Debe es sim plem ente la parte
izquierda de una cuenta y el Haber la parte derecha, cualquiera que sea la natu­
raleza de la partida representada (activo, pasivo, neto, gasto o ingreso).

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S eg u n d a pa rte: El ciclo contable

En consecuencia, en virtud del convenio de funcionam iento de las cuentas


antes enunciado, el efecto positivo (increm ento) o negativo (reducción) de un
apunte en una cuenta concreta dependerá de la naturaleza de la misma. P o r
ejem plo, los cargos en cuentas de activo increm entan el saldo de éstas, pero pro­
ducen el efecto contrario en las cuentas de pasivo y neto. Y, análogam ente, los
abonos increm entan los saldos de las cuentas de pasivo y neto pero reducen el
saldo cuando se anotan en cuentas de activo.

5.2.3. Aplicación del convenio de cargo y abono

La anotación de los hechos contables en las cuentas requiere efectuar el m is­


m o análisis que el realizado cuando, para su registro, nos apoyábam os en la
ecuación de balance, com plem entándolo con las reglas propias del convenio de
cargo y abono que acabamos de exponer.

En resumen, el registro de un hecho contable en las cuentas requiere:

° Identificar los elem entos o masas afectados (Activo, Pasivo, N eto, Gastos
o Ingresos) y las partidas o cuentas correspondientes, así com o el im porte
y signo de la variación.

° D eterm inar el lado -D eb e o H a b er- donde procede anotar ese im porte, de


acuerdo con el convenio de cargo y abono.

0 C om probar que la suma de cargos es igual a la suma de abonos.

Com o aplicación práctica pasam os a analizar y anotar en las cuentas las pri­
meras tres operaciones realizadas p o r Contamax, em presa individual creada por
D. M á xim o Cabal, cuyo objeto social es la prestación de servicios de asesoría
contable y fiscal.

M áximo aporta a la empresa 10.000 euros, importe que queda ingresado en una cuenta corriente bancaria donde
centralizan los cobros y pagos de Contam ax.

Com o el sujeto contable o titular de la contabilidad es la em presa recién


Análisis
creada, esta operación aumenta un activo de la misma (Bancos, c/c)
de la
así como la partida de neto que registra la aportación realizada por el
operación
propietario (Capital), por la cifra aportada.

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Impacto en
1 10.000 10.000
la ecuación
(Bancos, c/c) (Capital)
de balance
Sf 10.000 10.000

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C a p ít u l o 5: Los registros co ntab les 153

Convenio de cargo y abono. Abrim os una cuenta para cada una de las
partidas afectadas y anotam os en las mismas el importe de la operación.
La cuenta Bancos, c/c es un activo que aum enta, por lo que se carga
Anotación (anotación en el Debe); la cuenta Capital es una cuenta de neto que
en las aum enta, por lo que se abona (anotación en el Haber). Los números
cuentas entre paréntesis se utilizan como referencia de la operación registrada.
D Bancos, c/c H D Capital H
(1) 10.000 | 110.000 (1)

2. La em presa compra un equipo informático por 8.000 euros. El 25% de ese precio se paga con un cheque bancario y
el resto se liquidará en seis plazos m ensuales ¡guales.

Análisis de la Aumenta un activo valorado en 8.000 euros (Equipos informáticos), disminu­


ye otro activo en 2.000 euros (Bancos, c/c) y aumenta un pasivo por la diferen­
operación
cia, 6.000 euros, que registramos en la cuenta Proveedores de inmovilizado.

Activo + G asto s = Pasivo Neto + Ingresos


Si 10.000 10.000
+ 8.000
Impacto en
la ecuación (Equipos + 6.000
de balance informáticos) (Proveedores de
- 2.000 inmovilizado)
Sancos, c/c)
10.000

16.000 16.000

Convenio de cargo y abono. Abrim os una cuenta para cada una de las
partidas afectadas y anotam os en las mismas el im porte de la operación.
La cuenta Bancos, c/c es un activo que aumenta, por lo que se carga
(anotación en el Debe); la cuenta Capital es una cuenta de neto que
aum enta, por lo que se abona (anotación en el Haber). Los números
Anotación entre paréntesis se utilizan como referencia de la operación registrada.
en las
D Bancos, c/c H D Capital H
cuentas
( 1) 10.000 2.000 (2 ) 110.000 (1)
Proveedores
D Equipos informáticos H D
de inmovilizado
(2) 8.000 6.000 (2 )
3. Se paga el prim er plazo al sum inistrador del equipo informático.

Análisis de la Disminuye el pasivo Proveedores de inmovilizado por el importe de la


deuda que se cancela (cálculo: 1/6 X 6.000 = 1.000 euros) y disminuye el
operación
activo Bancos, c/c por igual cuantía.

Activo + G asto s = Pasivo Neto + Ingresos


Si 16.000 6.000 10.000
Irnpacto en
la ecuación - 1.000
- 1.000
de balance 3. (Proveedores de
(Bancos, c/c)
inmovilizado)

Sf 15.000 5.000 10.000


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Convenio de cargo y abono. La cuenta de activo que disminuye (Bancos,


c/c) se abona y la cuenta de pasivo (Proveedores de inmovilizado), que
tam bién dism inuye por el mismo im porte, se carga.

D Bancos, c/c H D Capital H


Anotación
en las (1) 10.000 2.000 (2)
10.000 (1)
cuentas 1.000 (3)

Proveedores
D Equipos Informáticos H D H
de Inmovilizado
(2) 8.000 (3) 1.000 6.000 (2)

En los tres hechos contables registrados, la suma de las anotaciones en el


Debe, o cargos, es igual a la suma de los abonos o anotaciones en el Haber. Esto
es consecuencia del sistem a de contabilidad por partida doble, que requiere que
toda cifra sea anotada, sim ultáneam ente, en el Debe y en el H aber de una o más
cuentas. N o existe excepción alguna a esta regla general. En la term in ología con­
table, se dice que la cuenta o cuentas cargadas son co n tra p a rtid a de la cuenta o
cuentas abonadas, y viceversa.

5.3. EL LIBRO DIARIO

Los hechos contables podrían anotarse directam ente sobre las cuentas afec­
tadas, tal com o se ha hecho en el epígrafe anterior. Sin em bargo, es fácil im a­
ginar que si se utiliza un elevado núm ero de cuentas y se producen numerosas
operaciones, esta form a de proceder, además de com pleja y costosa, sería poco
operativa. P o r ello, los hechos contables se anotan, en p rim e r lugar, en un regis­
tro cronológico, denom inado lib r o D ia rio , y sólo después estas anotaciones se
trasladan a las cuentas. Los apuntes realizados en este libro suelen denom inarse
asientos de D iario o sim plem ente asientos.

Se puede hacer un asiento p o r cada uno de los hechos contables acaecidos,


o tam bién asien tos res u m en que incluyan todas las partidas afectadas p o r las
operaciones realizadas en un determ inado intervalo de tiem po, p o r ejem plo, un
día, una semana o un mes. E l soporte m aterial del libro D iario puede ser un libro
encuadernado, un conjunto de fichas u hojas sueltas o, com o es cada ve z más
habitual, un listado de ordenador.

Con independencia de cuál sea el soporte físico utilizado, todo asiento de


D iario suele contener, en esencia, la siguiente inform ación:

1. L a fecha de la operación.
2. Los títulos y códigos, en su caso, de las cuentas afectadas.
3. Los im portes cargados y abonados en cada cuenta.
4. Una breve explicación de la operación.

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C a p it u l o 5: Los registros contab les 155

5. Alguna referencia que perm ita coordin ar esas anotaciones con las efec­
tuadas en los registros habilitados para cada cuenta.

L a estructura del libro D iario puede presentar distintas variantes formales.


En este texto u tilizarem os la que se m uestra en la siguiente tabla:

, R EFE R EN C IA , F E C H A D E LA O P E R A C IÓ N , TÍT U LO S ,
D E LAS C U EN TA S Y BREV E EX P LIC A C IÓ N Maber

En el Cuadro 5.2 se form ulan los asientos de D iario correspondientes a las


tres operaciones efectuadas p o r la em presa Contamax, que se enunciaron y ana­
lizaron en el epígrafe anterior (las fechas se añaden ahora).

LIBRO DIARIO □ Cuadro 5.2.


R EFE R EN C IA , FE C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍT U LO S Libro Diario
Debe Haber
D E LAS C U EN TA S Y BREV E EX P LIC A C IÓ N
------------------
(1) ----------------- 1 de octubre de 20X1 -----------------
10.000 Bancos, c/c a Capital 10.000
• Aportación inicial de D. Máximo Cabal a la empresa.
¡ ( 2) ------------------
-------------------------------- 5 de octubre de 20X1 ----------
8.000 Equipos informáticos a Bancos, c/c 2.000
a Proveedores de inmovilizado 6.000
i • Com pra de un equipo informático parcialm ente a crédito.
| (3) ---------------------- 31 de octubre de 20X1 -----------------------
1.000 : Proveedores de inmovilizado a Bancos, c/c 1.000
• Pago del prim er plazo al sum inistrador del equipo informático.
19.000 Total Debe Total Haber i 19.000

E l análisis previo a la preparación de un asiento de D iario es el m ism o que el rea­


lizado antes, cuando las anotaciones se hacían directamente sobre las cuentas. En
cuanto a su reflejo form al, en las columnas laterales -D ebe y H a b er- se anotan los
importes cargados y abonados, respectivamente, y en la columna central se escri­
ben el resto de los datos: referencia de la operación (que es el núm ero que figura
entre paréntesis), fecha, títulos de las cuentas afectadas y una breve explicación
de la operación registrada. Com o procedim iento de comprobación, han de arras­
trarse las sumas de los cargos y de los abonos, tal com o se hace en el Cuadro 5.2.

Los títulos de las cuentas cargadas se han escrito en el lado izquierdo, junto al
Debe, mientras que las cuentas abonadas se escriben en la parte derecha de la co­
lumna central. Por tradición, entre unas y otras suele escribirse la preposición «a »,
un mero sím bolo carente de significado y del que a menudo se prescinde. N ote que
si este sím bolo se interpretase com o «hacia», que en un prim er mom ento parecería
lo adecuado, a menudo nos llevaría a concluir que la operación registrada es justa­
mente opuesta a lo realmente acontecido. Por ejemplo, el asiento:

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

X-
Bancos, c/c a Caja
X-

indica que se ha ingresado dinero en la cuenta corriente bancaria (cuenta de


activo que aum enta) procedente de la caja de la em presa (cuenta de activo que
dism inuye), y no lo contrario.

Seguidam ente se enuncian el resto de operaciones realizadas p o r Contamax


hasta el 30 de n oviem bre del año 20X1, y se procede a su análisis y registro tanto
en el libro D iario com o en las cuentas, p o r este orden.

1 de noviem bre factura y cobra 3.000 euros por servicios prestados.

Análisis de la Aum enta el activo Bancos, c/c y aumentan tam bién los ingresos por
operación prestación de servicios, am bas m agnitudes por 3.000 euros.

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 15.000 5.000 10.000
Impacto en + 3.000
la ecuación + 3.000 (Ingresos
de balance 4.
(Bancos, c/c) por
servidos)
10.000 3.000

18.000 18.000

Convenio de cargo y abono: La cuenta de activo que aum enta (Bancos,


c/c) se carga y la cuenta de ingresos (Ingresos por servicios), que también
aum enta por el mismo importe, se abona.

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P E R A C IÓ N , TÍTU LO S
Debe Haber
D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N

19.000 Sumas anteriores 19.000


Libro Diario
(4)-------------- 1 de noviembre de 20X1
(3.000 Bancos, c/c a Ingresos por servicios 3.000
________ • Cobro por servicios prestados
22.000 Total Debe ' Total H aber 22.000

Bancos, c/c Capital


(1) 10.000 2.000 (2) 10.000 (1)
(4) 3.000 1.000 (3)
D Equipos informáticos H Proveedores
Anotación D H
de inmovilizado
en las 8.000
(2) (3) 1.000 6.000 (2)
cuentas

D Ingresos por servicios H

3.000 (4)

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C a p it u l o 5: Los registros contab les 157

5. El 30 de noviembre paga 1.000 euros por el segundo plazo al sum inistrador del equipo informático y 700 euros a un
em pleado por el sueldo del mes term inado.

Dism inuye el activo Bancos, c/c por 1.700 euros, que es el importe total
Análisis de la pagado. Asim ism o, dism inuye la deuda registrada en la cuenta Pro­
operación veedores de inmovilizado por 1.000 euros y aumentan los gastos por
sueldos y salarios (Gastos de personal) en 700 euros.

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 18.000 5.000 10.000 3.000
Impacto en -1 .0 0 0
la ecuación + 700
-1 .7 0 0 (Proveedores
de balance 5. (Gastos de
(Bancos, c/c) de
personal)
inmovilizado
Sf 16.300 700 4.000 10.000 3.000

17.000 17.000

Convenio de cargo y abono: La cuenta de pasivo Proveedores de inmo­


vilizado se carga por la deuda cancelada y la cuenta G astos de personal
por el im porte de la nómina, abonando la suma de las cifras anteriores
en la cuenta de Bancos, c/c.
R E F E R E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍTU LO S
D ebe Haber
D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N

22.000 Sumas anteriores 22.000


Libro Diario
(5) 30 de noviembre de 20X1
1.000 Proveedores de
inmovilizado
700 G astos de personal a Bancos, c/c 1.700
• Pago de deudas y gastos
23.700 Total Debe Total Haber 23.700

D Bancos, c/c h \ f D Capital H


(1) 10.000 2.000 (2) 10.000 (1)
(4) 3.000 1.000 (3) /
1.700 (5 )>
Anotación Proveedores
en las D Equipos informáticos H D H
de inmovilizado
cuentas 1.000 6.000
(2) 8.000 . (3) (2)
* (5) 1.000

V D
(5)
G astos de personal
700
H D Ingresos por servicios
3.000
H
(4)

5.4. EL LIBRO M AYOR

El lib r o M a y o r es el registro form ado p o r todas las cuentas abiertas. El paso


de la inform ación desde el D iario al M ayor es una tarea mecánica, que sólo exige
localizar la cuenta correspondiente y cargar o abonar en ella los im portes antes
registrados en el Debe o en el Haber del libro Diario, respectivamente, tal com o

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S egun d a parte: El c ic lo c o n t a b le

acabamos de hacer en el ejem plo del epígrafe anterior. N o obstante, la preparación


del M a yor es imprescindible, com o se com probará resolviendo casos prácticos,
para realizar las siguientes tareas requeridas hasta com pletar el ciclo contable.

Al igual que el lib ro Diario, el M a yor o lib r o de las cuentas' puede adoptar
la form a de un libro encuadernado, un grupo de fichas u hojas intercam biables
o, lo que es más frecuente en la actualidad, puede ser un listado de ordenador.
Cualquiera que sea el soporte físico em pleado, cada cuenta en el M ayor adoptará
en la práctica una estructura sim ilar a ésta:
ítulo de la cuenta
SA LD O
FEC H A S CO N CEPTO S Ref. D EBE HABER
DEU D O R ACREED O R

Observe que este form ato no es sino un desarrollo de la cuenta tipo T en el


que, adem ás de alterar la posición de las columnas Debe y Haber, se ha habili­
tado una nueva que inform ará del im porte y signo del saldo resultante después
de cada anotación.

E l libro M a yor de la em presa Contamax, una vez registradas las cinco opera­
ciones que se han enunciado en los epígrafes anteriores, se presenta en el Cua­
dro 5.3 u tilizando este ú ltim o form ato.

Bancos , c/c
SALDO
FECHAS C O N C EPTO S Ref. DEBE HABER
DEUDOR ACREEDO R
O1/Oct. Aportación inicial de D. Máximo Cabal 1 10.000 10.000

0 5 /0 ct. Pago entrada compra ordenador 2 2.000 8.000

31/Oct. Pago del prim er plazo del ordenador 3 1.000 7.000

01/Nov. Cobro de servicios prestados a 4 3.000 10.000


clientes
30/Nov. Pago del segundo plazo del
ordenador y nómina de noviembre 5 1.700 8.300

Capital
SALDO
FECHAS C O N C EPTO S Ref. DEBE HABER
DEUDOR ACREEDO R
Aportación inicial de D. Máximo
01/Oct. 1 10.000 10.000
Cabal

Equipos in form áticos


S4 LDO
FECHAS C O N C EPTO S Ref. D EBE HABER
DEUDOR ACREEDOR

05/Oct. Com pra de ordenador y periféricos 2 8.000 8.000

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C a p ít u l o 5 : L o s r e g is t r o s c o n t a b l e s 159

Proveedores c e innnovilizac o
SALDO
FECHAS CO N C EPTO S Ref. D EBE | HABER
DEUDO R | AC REED O R
Deuda con sum inistrador del
0 5 /0 ct. 2 6.000 6.000
ordenador
31/Oct. Pago del prim er plazo 3 1.000 5.000
30/Nov. Pago del segundo plazo 5 1.000 4.000

Ingresos pe>r se -vicios


SALD O
FECH AS CO N CEPTO S Ref. D EB E H ABER
D EU D O R A C R E E D O R
01/Nov. Servicios prestados en octubre | 4 3.000 3.000

Gastos de per* •onal


SA LD O
FECH AS CO N CEPTO S Ref. D EBE H ABER
D EU D O R A C R E E D O R
30/Nov. Nómina de noviem bre 5 700 700

Aunque esta presentación guarda una gran sim ilitud con la que puede verse
en la realidad empresarial, en los textos académ icos de contabilidad, com o ya
anticipábamos, suelen utilizarse casi exclusivam ente los esquemas de cuentas
en form ato de T. B ajo este form alism o, el lib ro M a yor de Contam ax al 30 de no­
viem bre se corresponde con el que se muestra en el Cuadro 5.4.

■ Cuadro 5.4.
A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N E TO E IN G R ESO S
Proveedores Libro Mayor: cuentas
Bancos, c/c Equipos informáticos Capital
de inmovilizado en formato de «T»,
(1) 10.000 2.000 (2) (2) 8.000 10.000 (1) (3) 1.000 6.000 (2) incluyendo las sumas
(4) 3.000 1.000 (3) (5) 1.000
1.700 (5) de cargos y abonos
13.000 4.700 8.000 10.000 2.000 6.000

Gastos de personal Ingresos por servidos


(5) 700 3.000 (4)

700 3.000

Las cuentas de activo y gastos, cuyo saldo norm al será de signo deudor, las
hemos agrupado en la colum na izquierda; y las cuentas de pasivo, neto e ingre­
sos, cuyo saldo norm al tendrá signo acreedor, en la colum na derecha. Podría se­
guirse cualquier otro criterio de ordenación o no aplicar ninguno. La ordenación
de las cuentas de esta form a tiene una finalidad estrictam ente práctica: facilitar
las tareas posteriores que han de realizarse hasta com pletar el ciclo contable.

Observe, asim ism o, que en las cuentas recogidas en el Cuadro 5.4 se han
incorporado las sumas de los cargos y abonos anotados en cada una, infor­
mación necesaria para elaborar el Balance de com probación que se presenta
seguidamente.

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S eg u n d a pa rte: El c ic lo c o n t a b le

5.5. B A LA N C E D E C O M P R O B A C IÓ N

E l B alan ce de com p robación o B alan ce de sum as y saldos es la relación


de todas las cuentas que figuran abiertas en una fecha determinada, con la in d i­
cación de sus m ovim ientos acumulados -sum as de cargos y sumas de abonos-
así com o el im porte y signo del saldo de cada una. Un balance de este tipo puede
form ularse en cualquier m om ento del ciclo contable, sin necesidad de más datos
que los proporcionados p o r el lib ro Mayor.

En el Cuadro 5.5 se presenta el Balance de sumas y saldos de la empresa


Contamax referido al 30 de noviem bre del año 20X1. Los datos proceden de la
inform ación ofrecid a p o r las cuentas recogidas en el libro M a yor (Cuadro 5.4).

Contam ax
Balance de sum as y saldos
al 30 de noviem bre de 20X1
SUM AS SA LD O S
C U EN TA S
D EBE H ABER D EU D O R ES ACREED O RES
Bancos, c/c ........................................................... 13.000 4.700 8.300
Equipos info rm ático s..................................... 8.000 - 8.000
G astos de personal ........................................ 700 - 700
Capital ..................................................................... 10.000 10.000
Proveedores de inmovilizado .................. 2.000 6.000 4.000
Inqresos por se rv ic io s.................................... 3.000 3.000
Totales ..................................... 23.700 23.700 17.000 17.000

Este balance, com o su denom inación indica, perm ite verificar la igualdad de
cargos y abonos del Diario. En efecto, observe que los totales de las columnas
tituladas Sumas Debe y Sumas H aber coinciden con la ú ltim a cifra de las su­
mas arrastradas en aquel registro. Asim ism o, las dos últim as columnas perm iten
com probar la igualdad entre el total de Saldos Deudores y Saldos Acreedores,
lo que indica que el pase de datos del libro D iario al libro M a yor se ha hecho
correctamente.

El hecho de que se cum plan ambas igualdades, esto es, que el Balance de
com probación cuadre, significa que no se han prod ucid o errores formales en el
proceso descrito. Este balance, sin em bargo, no perm ite detectar otro tipo de
errores tales com o que:

° Alguna operación no se hubiese registrado.

° Un asiento correcto en el D iario no se ha pasado al Mayor.

• Se ha duplicado un asiento.

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les

• Se han u tilizado cuentas incorrectas.

o Alguna operación se ha valorado incorrectam ente.

N o obstante, a pesar de sus lim itaciones, el Balance de com probación es un


inform e m uy u tilizado p o r su fácil preparación (m áxim e si com o es habitual la
contabilidad está inform atizada), para detectar errores y com o un prim er infor­
me financiero de síntesis.

La principal diferencia entre un Balance de com probación de sumas y saldos


y un Balance de situación radica en que éste sólo incluye cuentas integrales (ac­
tivos, pasivos y partidas de neto), m ientras que aquél recoge la totalidad de las
cuentas abiertas en el m om ento en que se form ula, incluidas las utilizadas para
captar los com ponentes del resultado del período, esto es, las cuentas de ingre­
sos y de gastos. Adem ás en el Balance de situación las cuentas aparecen orde­
nadas, de acuerdo con algún criterio lógico; p o r ejem plo, los activos de m enor a
mayor disponibilidad y los pasivos de m enor a m ayor exigibilidad.

5.6. O P ER A C IO N ES EN LAS CUEN TAS Y TER M IN O LO G ÍA

Después de estudiar este capítulo es fundamental que el lector haya conseguido


comprender el convenio utilizado para anotar los hechos contables en las cuentas
y se haya fam iliarizado con la term inología utilizada. Por ello, a m odo de recapi­
tulación, se relacionan seguidamente las expresiones que ya han aparecido en las
páginas anteriores y se incorpora alguna nueva, tomando com o ejemplo la cuenta
Bancos, c/c , a la que se añaden ahora las sumas o movimientos y el saldo final.

D Bancos, c/c H
(1) 10.000
Total cargos 2.000 (2) Total abonos
(aumentos) 1.000 (3) (disminuciones)

(4) 3.000
13.000 4.700
1.700 (5)
Saldo final deudor • 8.300

A b rir u na cu en ta. L a apertura de una cuenta requiere asignar un título a la


misma y realizar en ella la prim era anotación. La cuenta Bancos, c/c de nuestro
ejemplo se abrió para registrar la suma de dinero aportada p o r el propietario,
anotándose en el Debe de la m ism a 10.000 euros.

Cargos. Im portes anotados en el Debe de una cuenta. En la cuenta de nuestro


ejemplo se produjeron dos cargos: uno p o r 1 0 .0 0 0 euros, p o r la aportación del
propietario, y otro de 3.000 euros para registrar el im porte cobrado p o r servicios

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S eg u n d a pa rte: El c ic lo c o n t a b le

prestados. La suma de los cargos o suma del Debe al 30 de noviem bre asciende
a 13.000 euros.

Abonos. Im portes anotados en el H aber de una cuenta. En la cuenta de nues­


tro ejem plo se han hecho tres abonos. La suma de éstos o suma del H aber al 30
de noviem bre asciende a 4.700 euros.

Saldo de un a cuenta. Es la diferencia entre la suma de los im portes anota­


dos en el Debe (sum a de cargos) y la suma de los im portes anotados en el H aber
(suma de abonos). Si el im porte de los cargos supera al de los abonos se dice
que la cuenta presenta saldo deudor, en caso contrario el signo del saldo será
acreedor. En nuestro ejem plo la cuenta presenta saldo deudor p o r un im porte
de: 13.000 - 4.700 = 8.300 euros, que representa el dinero disponible en cuenta
corriente el día 30 de noviem bre.

S a ld a r un a cuenta. Esta operación consiste en anotar el saldo en la columna


-D eb e o H a b er- que sume menos. Una vez realizada esta anotación se dice que
la cuenta está saldada y presentará saldo nulo o saldo cero. E l apunte previo en
el lib ro D iario se denom ina asiento de cierre. Para saldar la cuenta que venim os
utilizando ha de realizarse un abono en la m ism a por un im porte igual al saldo
deudor que presentase en ese m om ento. Así, si esta operación se hiciese al 30 de
noviem bre resultaría:

D Bancos, c/c H
(1) 10.000
2.000 (2)
1.000 (3)
(4) 3.000
1.700 _________ (5)________
Total cargos 13.000 " 4.700 Total abonos
8.300 Saldo deudor

C errar u n a cuenta. Para indicar que una cuenta saldada se cierra, esto es,
que ya no se efectuarán nuevos apuntes en ella, suelen sumarse el Debe y el Ha­
ber -q u e totalizan el m ism o im p o rte- y trazarse una doble raya horizontal bajo
ambos totales, tal com o se hace a continuación en la cuenta de nuestro ejemplo.

D Bancos, c/c H
(1) 10.000
2.000 (2)
1.000 (3)
(4) 3.000
1.700 _________ (5)._______
Total cargos 13.000 4.700 Total abonos
8.300 Saldo deudor
13.000 13.000

R ea b rir tuna cuenta. Para reabrir una cuenta se anota su saldo en el lado
opuesto a aquél donde se anotó para saldarla. Esta anotación vendrá precedida

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les

del apunte correspondiente en el libro Diario, que se denom ina asien to de aper­
tura. Las cuentas de balance sólo se cierran al final de cada ejercicio contable
y se reabren al inicio del siguiente, m otivo por el que se denom inan cuentas
permanentes.

A continuación se muestra la apertura de la contabilidad de Contamax en el


ejercicio de 20X2, que se inicia el 1 de enero de dicho año. Para ello es necesario
conocer el Balance de situación en la fecha de cierre del ejercicio anterior, que
supondremos fue este:

Contam ax
Balance de situación
al 31 de diciem bre de 20X1

Activo Patrimonio neto y pasivo


Equipos info rm ático s 8.000 Capital ................................................................. 10.000
C lie n te s....................................................................... 2.900 Resultado de 20X1 ................................. 4.000
Bancos, c/c 6.100 Proveedores de inm ovilizado......... 3.000

Total activo ....................................... 17.000 Total patrimonio neto y pasivo .... 17.000

De esta form a, el asiento de apertura de la contabilidad de la em presa Conta­


max, en el año 20X2, es:

n , R EFER E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍT U LO S ,
D E LAS C U EN TA S Y BREV E EX P LIC A C IÓ N aber

1 de enero de 20X2 -------------


8.000 Equipos informáticos
2.900 Clientes
6.100 Bancos, c/c a Capital 10.000
a Resultado de 20X1 4.000
a Proveedores de inmovilizado 3.000
• Asiento de apertura.

Y en el libro M a yor se abren las cuentas anteriores y se anota en ellas el asien­


to de apertura -p a ra el que utilizam os la referencia ( 0 )-, resultando:

A C TIV O S PASIVOS Y N ETO


Equipos
Clientes Capital Resultado de 20X1
informáticos
(0 ) 8.000 2.900 10.000 4.000

Proveedores
Bancos, c/c de inmovilizado

T m I 3.000 .

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S egun d a pa rte: El ciclo contable

0 E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N

N o t a prev ia . E ste e jerc ic io tien e p o r o b je to in ic ia r la con tab ilid a d d e u n a em presa d e servicios

que acab a d e constituirse. E l trab ajo con siste en a n a liza r las p rim era s operacion es, registra rlas en el
D ia rio y en el M ayor, y p rep arar el B a lan ce de sum as y saldos al térm in o de las m ism as.

M ultiservicios, S.L. acaba de constituirse. Durante la prim era quincena de


octubre de 20X2 realiza las operaciones que se describen a continuación (todos
los cobros y pagos se efectúan a través de la cuenta corriente abierta p o r la em ­
presa en una entidad bancaria):

D ía 1. Los cinco socios fundadores de la sociedad ingresan 1.000 euros cada


uno en la cuenta corriente abierta a nom bre de la sociedad.

D ía 3. Se pagan al arrendador del local 700 euros: 500 euros en concepto de


fianza y 200 euros p o r el alqu iler del mes en curso. L a duración del contrato de
alquiler suscrito es de dos años.

D ía 5. Una im prenta entrega a la sociedad el m aterial de oficina que se le


había encargado así com o la factura correspondiente, a pagar en 8 días, que
asciende a 900 euros.

D ía 7. L a empresa factura los honorarios por los servicios prestados en la pri­


m era semana, que im portan 2.500 euros. En esta fecha sólo se cobran 1.000 euros.

D ía 9. Se concede un anticipo de 300 euros a un em pleado.

D ía 11. Se adquiere al contado un equipo de telefonía (teléfon o m óvil, contes­


tador autom ático y fax) p o r 1 .2 0 0 euros.

D ía 13. Se paga la factura de la imprenta.

D ía 15. Los clientes ingresan en la cuenta corriente de la sociedad el importe


de los servicios, facturados el día 7, que estaban pendientes de cobro.

SE PIDE:
1. Análisis de las operaciones enunciadas y registro de las m ism as en los
libros D iario y Mayor.
2. Balance de com probación al final de las anteriores operaciones.

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les 165

S o l u c ió n s u g e r id a

1. A nálisis de las
Día 1. Los cinco socios fundadores de la sociedad ingresan 1.000 euros cada uno en la
operaciones y
cuenta corriente abierta a nom bre de la sociedad.
registros en los libros
Diario y Mayor
a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

Aumenta el activo Bancos, c/c y la cuenta de neto que registra la aportación


de los socios (Capital social) p o r 5.000 euros, im porte total aportado p o r éstos.
Im pacto en la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


+ 5.000
+ 5.000
1. (Capital
(Bancos, c/c)
social)
Sf 5.000 5.000

5.000 5.000

b) Asiento en el libro D ia rio

Aplicando el convenio de cargo y abono, la cuenta de activo que aumenta


(Bancos, c/c) se carga y la cuenta de neto (Capital social), que tam bién aumenta
por el m ism o im porte, se abona. Asiento:

R EFE R E N C IA , F E C H A D E LA O P ER C IÓ N , TÍTU LO S
Debe Haber
D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N

(1) 1 de octubre de 20X2

5.000 Bancos, c/c a Capital social 5.000


• Aportación de los socios fundadores.

5.000 Suma y sigue 5.000

c) Libro M ayor

El im porte anotado en el Debe del lib ro D iario se carga en la cuenta Bancos,


c/c y la cifra anotada en el H aber se abona en la cuenta Capital social.

A C TIV O S Y G A S T O S PASIVOS, N E TO E IN G R ESO S

Bancos, c/c Capital social

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S egun d a pa rte: El ciclo contable

¡. Se pagan al arrendador del local 700 euros: 500 euros en concepto de fianza y 200 euros por el alquiler del mes
en curso. La duración del contrato de alquiler suscrito es de dos años.

a ) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

La fianza entregada se recuperará a los dos años, al finalizar el contrato, por


lo que representa un activo que aumenta (Fianzas entregadas a largo plazo, 500
euros) y el alquiler un gasto del mes corriente (Gastos de alquiler, 200 euros),
que tam bién aumenta. En contrapartida, el dinero disponible en la cuenta co­
rriente bancaria (Bancos, c/c) dism inuye en 700 euros. Im pacto sobre la ecua­
ción de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 5.000 5.000
" + 500
(Fianza5 +m
2. entregadas a (Qastos
_ 7(P j de alquiler)

(Bancos, c/c) ______ _________________________________


Sf 4.800 200 5.000

5.000 5.000

b) Asiento en el libro D ia ño

Cargamos las cuentas de activo y de gastos que aumentan, y abonam os la


partida de activo que disminuye. Asiento:

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P E R A C IÓ N , TÍTU LO S
UeDe D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N 3

5.000 Sum as anteriores 5.000

(2 ) 3 de octubre de 20X2 -----------------------

500 Fianzas entregadas a largo


plazo
200 Gastos de alquiler a Bancos, c/c 700
• Pagos al arrendador por la fianza y el alquiler del m es en curso
5.700 Suma y sigue ---------------------- 5.700

c) Libro M ayor

Se abren dos cuentas nuevas, para representar las dos partidas surgidas en
esta operación, y pasamos al libro M ayor las anotaciones realizadas en el asiento
del Diario. La referencia de este asiento es (2).

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les 167

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N ETO E IN G R ESO S

D , Fianzas entregadas jj „ . , . .
Bancos, c/c . , Capital social
alargo plazo § r
(1) 5 .0 0 0 1700 (2) (2) 5001 j 15.000 (1)

G astos de alquiler
(2) 2001

Día 5. Una imprenta entrega a ¡a sociedad el material de oficina que se le había encargado así como la factura
correspondiente, a pagar en 8 días, que asciende a 900 euros.

a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

La operación increm enta un activo (M aterial de oficina) y origina una deuda


con el sum inistrador de esos m ateriales que registram os en la cuenta A creedo­
res. Im pacto sobre la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 4.800 200 5.000

+ 900
+ 900
3. (Material .. . .
, £. . . (Acreedores)
de oficina)

Sf 5.700 200 900 5.000

5.900 5.900

b) Asiento en el libro D ia ñ o

Cargamos las cuentas de activo y de gastos que aumentan y abonam os la


partida de activo que disminuye. Asiento:

D . R E FE R EN C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍT U LO S ,
D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N Maber

5.700 Sumas anteriores --------------------------- 5.700

(3 ) 5 de octubre de 20X2
900 Material de oficina a Acreedores 900
* Por el material de oficina adquirido a crédito
6-600 Suma y sigue ------------------------- 6.600

c) Libro M ayor

Se abren estas dos nuevas cuentas y se anota en ellas el asiento anterior con
la referencia (3).

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S egun da parte: El c ic lo c o n t a b le

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N E T O E IN G R ESO S
Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social
a largo plazo
(1) 5 .0 0 0 1700 (2) (2) 5001 | 5.000 ( 1)

G astos de alquiler Material de oficina Acreedores


(2 ) 200 (3) 900

7. La em presa factura los honorarios por los servicios prestados en la primera sem ana, que importan 2.500 euros.
En esta fecha sólo se cobran 1.000 euros.

a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

La operación increm enta dos cuentas de activos: Bancos, c/c p o r el im porte


que se cobra y Clientes p o r el derecho de cobro nacido. L a contrapartida es un
increm ento de los ingresos (Ingresos p o r servicios). Im pacto sobre la ecuación
de balance:

Activo + G astos Pasivo + Neto Ingresos


Si 5.700 200 900 5.000
+ 1.000
+ 2.500
(Bancos, c/c)
4. (Ingresos por
+ 1.500
servicios)
(Clientes)

Sf 8.200 200 900 5.000 2.500


_ , J
— V —
8.400 8.400

b) Asiento en el libro D ia rio

Cargamos las cuentas de activo que aumentan y abonam os la contrapartida


de ingresos, que tam bién aumenta. Asiento:

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍTU LO S
Debe Haber
D E LAS C U EN TA S Y BREVE EX P LIC A C IÓ N

6.600 Sumas anteriores 6.600

(4 )-------------- 7 de octubre de 20X2


1.000 Bancos, c/c
1.500 Clientes g ¡ngresos p Qr servicio 2.500
• Por el importe total de los_ servicios prestados
9.100 --------------------------- Suma y sigue ------------ 9.100

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C a p ít u l o 5 : L o s r e g is t r o s c o n t a b le s

c) Libro Mayor

Después de abrir dos nuevas cuentas (Clientes e Ingresos p o r ventas) se anota


en el lib ro M ayor el asiento anterior con la referencia (4).

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N E TO E IN G R ESO S
Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social
a largo plazo
(1) 5.000 700 (2) 500 5.000 (1)
(4) 1.000
G astos de alquiler Material de oficina Acreedores________
2
( ) 2001 (3) 900 | 900 (3)~

Clientes Ingresos por servicios


(4) 1.500 I 2.500 (4)~

Día 9. Se concede un anticipo de 300 euros a un em pleado.

a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

La operación afecta a dos cuentas de activos: Anticipos al personal que au-


_
menta p o r el derecho de cobro y Bancos, c/c que dism inuye p o r el dinero entre­
gado. Im pacto sobre la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 8.200 200 900 5.000 2.500
+ 300
(Anticipos al
5. personal)
-300
(Bancos, c/c)
2.500

8.400

>) Asiento en el libro D ia rio

Se carga la cuenta de activo que aumenta y se abona la que disminuye. Asiento:

R E FER E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍTU LO S
Debe Haber
DE A S C U EN TA S Y BREV E EXPLIC A C IÓ N

9.100 Sum as anteriores 9.100

(5) 9 de octubre de 20X2


300 Anticipos al personal a Bancos, c/c 300
• Por el anticipo concedido a un empleado
9.400 Suma y sigue 9 400

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

c) Libro M ayor

A brim os una nueva cuenta de activo (Anticipos al personal) y anotam os el


asiento anterior con la referencia (5).

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N E T O E IN G R ESO S
Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social

(1) 5.000 700 (2) (2) 500 I 5.000 (1)


(4) 1.000 300 (5) I
G astos de alquiler Material de oficina Acreedores
(2) 2001 (3) 900 | 900 (3)

_________Clientes Anticipos al personal Ingresos por servicios


(4) 1 .5 0 0 1 (5) 30 0l 2.500 (4)

al contado un equipo de telefonía (teléfono móvil, contestador autom ático y fax) por 1.200 euros.

a) Análisis de ¡a operación y efecto sobre la ecuación de balance

La operación afecta a dos cuentas de activos: Anticipos al personal que au­


m enta p o r el derecho de cobro y Bancos, c/c que dism inuye p o r el dinero entre­
gado. Im pacto sobre la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 8.200 200 900 5.000 2.500
+ 1.200
(Equipo
ó. de telefonía)
- 1.200

(Bancos,_c/c)
Sf 8.200 200

8.400

bj Asiento en el libro D iario

Se carga la cuenta de activo que aumenta (Equipo de telefonía) y se abona la


que dism inuye (Bancos, c/c). Asiento:

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍT U LO S
Debe Haber
DE LAS C U EN TA S Y B REV E EXPLIC A C IÓ N
9.400 ------------------ Sum as anteriores --------------- 9.400

(6) ------------------ 11 de octubre de 20X2 ---------------


1.200 Equipo de telefonía a Bancos, c/c 1.200
• Com pra al contado de un equipo de telefonía
10.600 Suma y sigue 10.600

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C a p ít u l o 5: Los registros co ntab les

c) Libro Mayor

A brim os una nueva cuenta de activo (E qu ipo de telefon ía ) y anotam os el


asiento anterior con la referencia ( 6 ).

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N ETO E IN G R ESO S


Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social
a largo plazo
(1) 5.000 700 (2) (2) 500 5.000 (1)
(4) 1.000 300 (5)
1.200 (6)
Gastos de alquiler Material de oficina ¡ Acreedores
(2) 200 (3) 900 900 (3)
Clientes A nticipos al personal ingresos por servicios
(4) 1.5001 (5) 3001 | 2.500 (4T
Equipo de telefonía
(6) 1.200

Día 13. Se paga la factura de la imprenta.

a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

Disminuye la cuenta de pasivo que registra esta deuda (Acreedores) y la cuen­


ta de activo Bancos, c/c. Im pacto sobre la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Si 8.200 200 900 5.000 2.500
7 - 900 - 900
(Bancos, c/c) (Acreedores)
2.500

b) Asiento en el libro D ia rio

Se carga la cuenta de pasivo que dism inuye (Acreedores) y se abona el activo


que dism inuye (Bancos, c/c). Asiento:

D , R EFER EN C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , T ÍT U LO S ,
D E A S C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N Maber

10.600 Sumas anteriores -------------------------- 10.600

(7) --------------------- 13 de octubre de 20X2


900 Acreedores a Bancos, c/c 900
• Pago factura de la imprenta
11-500 Suma y sigue 11.500

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S egun d a parte: El ciclo contable

c ) L ibro M ayor

Anotam os el asiento anterior con la referencia (7).

A C TIV O S Y G A S T O S PASIVOS, N ETO E IN G R ESO S


Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social
a larqc plazo
(1) 5.000 700 (2) (2) 500 5.000 (1)
(4) 1.000 300 (5)
1.200 (6)
900 (7)
G astos de alquiler Material de oficina Acreedores
(2) 200 (3) 900 (7) 9ÓÓ] 900 (3)”
C lientes Anticipos al personal Ingresos por servicios
(4) 1.5001 (5) 3ÓÓI I 2.500 (4)

Equipo de telefonía
(6) 1.200 I

Los clientes ingresan en la cuenta corriente de la sociedad el im porte de los servidos, facturados el día 7, que
estaban pendientes de cobro.

a) Análisis de la operación y efecto sobre la ecuación de balance

Aum enta la cuenta de activo Bancos, c/c y dism inuyen los derechos de cobro
registrados en la cuenta Clientes. Im pacto sobre la ecuación de balance:

Activo + G astos = Pasivo + Neto + Ingresos


Sí 7.300 200 5.000 2.500
+ 1.500
(Bancos, c/c)
-1 .5 0 0
(Clientes)
Sf 7.300 200 5.000 2.500
J

7.500 7.500

b) Asiento en el libro D ia ñ o

Se carga la cuenta de activo que aumenta (Bancos, c/c) y se abona la que dis­
m inuye (Clientes). Asiento:

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P ER A C IÓ N , TÍTU LO S
Debe Haber
D E LAS C U EN TA S Y B REV E EX P LIC A C IÓ N

11.500 ------------------- Sumas anteriores ---------------- 11.500

15 de octubre de 20X2
1.500 Bancos, c/c a Clientes 1.500
• Cobro de clientes

13.000 Suma y sigue 13.000

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C a p it u l o 5: Los registros contab les 173

c) Libro Mayor

Anotam os el asiento anterior con la referencia ( 8 ) y se calculan las sumas de


los m ovim ientos deudores y acreedores de todas las cuentas, cifras que serán
utilizadas para preparar el Balance de com probación.

A C T IV O S Y G A S T O S PASIVOS, N ETO E IN G R ESO S


Fianzas entregadas
Bancos, c/c Capital social

(1) 5.000 700 (2) (2) 500 5.000 (1)


(4) 1.000 300 (5)
(8) 1.500 1.200 (ó)
900 (7)
7.500 3.100 500 5.000
G astos de alquiler Material de oficina Acreedores
(?) 200 (3) 900 (7) 900 900 (3)
200 900 900 900
Clientes Anticipos a personal Ingresos por servicios
(4) 1.500 1.500 (8) (5) 300 2.500 (4)
1.500 1.500 300 2.500
Equipo de telefonía
(6 ) 1.200
1.200

2. Balance
M ultiservicios, S.L.
de comprobación
Balance de sumas y saldos
al 15 de octubre de 20X2

SUMAS SA LD O S
CU EN TA S
D EBE H ABER D EU D O R ES A C R EED O R ES

Bancos, c / c .............................................................. 7.500 3.100 4.400


Fianzas entregadas a largo plazo ............ 500 500
Gastos de a lq u ile r............................................... 200 200
Material de oficina ............................................. 900 900
C lie n te s...................................................................... 1.500 1.500 -

Anticipos al personal ........................................ 300 300


Equipo de te le fo n ía ........................................... 1.200 1.200
Capital s o c ia l.......................................................... 5.000 5.000
A cree d o res............................................ 900 900 -

Ingresos por s e rv ic io s ...................................... 2.500 2.500

Totales ............................... 13.000 13.000 7.500 7.500

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S egun d a parte: El ciclo contable

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

S T IO N A R IO Elija la m ejor respuesta:


i TEST

1. Las siguientes definiciones figuran en el Diccionario de la Lengua de la Real Aca­


demia Española. Señale la más alejada de su correcto significado en Contabilidad.
□ A. Activo: Im porte total del haber de una persona natural o jurídica.
O B. Pasivo: Im porte total de los débitos o gravámenes que tiene contra sí una
persona o entidad.
O C. Cargar: Anotar en las cuentas corrientes las partidas que corresponden al debe.
□ D. Abonar: Pagar la cantidad correspondiente a cada uno de los vencimientos
de una venta o un préstamo a plazos.

2. ¿Cuál de las siguientes afirmaciones es cierta?


□ A. En el lado izquierdo o Debe de las cuentas se registran las disminuciones.
□ B. En el lado derecho o Haber de las cuentas se registran los aumentos.
□ C. La parte izquierda del Balance de situación es el Debe y la parte derecha
el Haber.
□ D. La cuenta es un registro donde se representan los aumentos y las disminu­
ciones de cada uno de los elementos patrimoniales.

3. El convenio que rige el funcionamiento de las cuentas, por el método de partida


doble, permite afirmar que:
Q A. Los cargos minoran el saldo de las cuentas de activo; los abonos disminu­
yen el saldo de las cuentas de pasivo y neto.
□ B. Los cargos minoran el saldo de las cuentas de activo; los abonos incremen­
tan el saldo de las cuentas de pasivo y neto.
□ C. Los cargos incrementan el saldo de las cuentas de activo; los abonos mino­
ran el saldo de las cuentas de pasivo y neto.
□ D. Los cargos incrementan el saldo de las cuentas de activo; los abonos incre­
mentan el saldo de las cuentas de pasivo y neto.

4. Cierta empresa compró un ordenador, que pagó mediante cheque bancario, para
utilizar en su propia oficina. ¿Qué asiento procede realizar para contabilizar dicha
operación?
□ A. Cargo: Equipos informáticos. Abono: Caja.
□ B. Cargo: Bancos, c/c. Abono: Equipos informáticos.
□ C. Cargo: Equipos informáticos. Abono: Bancos, c/c.
□ D. Cargo: Compras de mercaderías. Abono: Bancos, c/c.

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C a p ít u l o 5: Los registros co ntab les 175

5. Los cargos o adeudos en las cuentas permiten registrar los incrementos de los
activos y también:
□ A. Las disminuciones de los activos.
□ B. Los incrementos de las cuentas de patrimonio neto.
□ C. Los incrementos de las cuentas de pasivo exigible.
□ D. Los incrementos de las cuentas de gastos.

6. La aplicación del convenio de cargo y abono, para registrar los hechos contables
por partida doble, da lugar a que los saldos normales que presentan los distintos
tipos de cuentas sean:
S a ld o d eud o r S a ld o a cr eed o r
□ A. Activos e ingresos. Pasivos, gastos y cuentas de neto.
□ B. Ingresos, pasivos y cuentas de neto. Activos y gastos.

Q C. Activos y gastos. Ingresos, pasivos y cuentas de neto.


□ D. Activos, gastos y cuentas de neto. i Pasivos e ingresos.

7. ¿Cómo se registra, en forma de asiento de libro Diario, el ingreso de una suma de


dinero en efectivo en la cuenta corriente bancaria de la empresa?
□ A. Ingresos a/ Caja.
□ B. Bancos a/ Ingresos.
Q C . Bancos a/ Caja.
□ D. Caja a/ Bancos.

8. ¿Cómo se registrará la entrega a un proveedor de una cierta cantidad de dinero en


metálico, a cuenta de una mercancía encargada?
□ A. Cargo: Una cuenta de activo. Abono: Otra cuenta de activo.
□ B. Cargo: Una cuenta de pasivo. Abono: Otra cuenta de pasivo.
□ C. Cargo: Una cuenta de activo. Abono: Una cuenta de pasivo.
□ D. Cargo: Una cuenta de pasivo. Abono: Una cuenta de activo.

9. ¿Qué operación originó la siguiente anotación por el método de la partida doble?

Caja Anticipos de clientes


30.000 30.000

□ A. El cobro de un anticipo de clientes.


□ B. El pago a clientes de un anticipo.
□ C. La devolución del anticipo recibido de un cliente.
□ D. El cobro a un cliente de lo que éste nos debía.

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S egun d a parte: El ciclo contab le

10. E n las celdas d e la sigu ien te ta b la se in d ic a e l sign o del sald o -d e u d o r o a c re e d o r-


qu e n o rm a lm en te p resentan las cuentas qu e figu ran en la fila superior. ¿Cuál es la
co m b in a ció n correcta?

Ban co s, c/c In g r e s o s p o r v en t a s C a p it a l s o c ia l C l ie n t e s

□ A. Decidor Acreedor Acreedor Deudor


□ B. Acreedor Deudor Deudor Acreedor
□ C. Deudor Acreedor Acreedor Acreedor
□ D. Acreedor Deudor Deudor Deudor

11. ¿Cuál o cuáles de los siguientes errores puede provocar que el Balance de compro­
bación no cuadre?
□ A. El pago de una deuda contraída con un proveedor que se registró cargando
la cuenta de Proveedores por 860 euros y abonando la cuenta de Caja por
680 euros.
□ B. Un pago de 100 euros a un acreedor que se contabilizó cargando en la cuenta de
Clientes por 100 euros y abonando la cuenta de Caja por este mismo importe.
□ C. Una compra al contado de consumibles de oficina por 180 euros que se
registró cargando la cuenta de Material de oficina por 18 euros y abonando
la cuenta de Caja por 18 euros.
□ D. Los errores descritos en dos de los apartados anteriores impedirán que cuadre
el Balance de comprobación que se formule con posterioridad a tales registros.

12. La sociedad «A » ha alquilado una nave a la sociedad «B » motivo por el que ésta
ha hecho entrega de una fianza de 6 .0 0 0 euros que recuperará a los cinco años,
que es la duración del contrato de arrendamiento firmado. ¿Qué asientos han de
hacerse, en los libros de ambas sociedades, para registrar la entrega por «B » a «A»
de dicha fianza?

C o n t a b il id a d d e la s o c ie d a d «A» C o n t a b il id a d d e la s o c ie d a d «B»

□ A. Cuenta de Activo a l Cuenta de Ingresos |Cuenta de Gastos a l Cuenta de Activo


□ B. Cuenta de Pasivo a ! Cuenta de Ingresos j Cuenta de Gastos a l Cuenta de Pasivo
□ C. Cuenta de Activo a l Cuenta de Pasivo j Cuenta de Activo a l Cuenta de Activo
□ D. Cuenta de Pasivo a l Cuenta de Activo i Cuenta de Activo a l Cuenta de Pasivo

13. La secuencia de tareas incluidas en el proceso de registro es:


□ A. Análisis de la operación, anotación en el libro Mayor, asiento en el libro
Diario y Balance de saldos.
□ B. Asiento en el libro Diario, análisis de la operación, anotación en el libro
Mayor y Balance de comprobación.
□ C. Análisis de la operación, asiento en el libro Diario, Balance de sumas y
saldos y anotación en el libro Mayor.
□ D. Análisis de la operación, asiento en el libro Diario, anotación en el libro
Mayor y Balance de comprobación.

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C a p it u l o 5: Los registros co ntab les 177

14. El Balance de sumas y saldos:


□ A. Es uno de los Estados financieros o Cuentas anuales obligatorios.
□ B. Permite verificar que en las anotaciones del Diario y del Mayor no se han
cometido errores.
□ C. Proporciona un listado de todas las cuentas que forman el Plan de cuentas
de la empresa.
□ D. Proporciona un listado de todas las cuentas abiertas.

15. Un cliente, que debe 3.500 euros a su agencia de viajes, liquida parcialmente la
deuda pagando 2.100 euros en metálico. El asiento en los libros de la agencia de
viajes para registrar dicho pago incluye:
□ A. Un cargo en la cuenta de Ingresos por servicios prestados por 2.100 euros.
Q B. Un abono en la cuenta de Clientes por 2.100 euros.
□ C. Un cargo en la cuenta de Caja por 1.400 euros.
□ D. Un cargo en la cuenta de Clientes por 1.400 euros.

[ ] E jercicios

5 .1 . A n á l is is de
FIR, S.A. es una sociedad creada por Fernando García, Ignacio Martínez y Rosa Sán­ O P E R A C IO N E S ,
chez. Las primeras operaciones realizadas por dicha sociedad fueron: EC U A C IÓ N DE

B A LA N C E
1. Recibió 69.000 euros en metálico de los tres accionistas que suscribieron y
Y REG ISTRO
desembolsaron, a partes iguales, las acciones emitidas.
EN LAS C UEN TAS
2. Compró un vehículo de reparto, que costó 24.000 euros, pagando un 25% en efec­
tivo y firmando tres letras de cambio de igual importe con vencimiento a los 30,
60 y 90 días.
3. Firmó un contrato con una empresa de limpiezas a la que pagará 995 euros el
último día laborable de cada mes.
4. Prestó 5.800 euros a uno de los accionistas que éste devolverá a los seis meses,
sin intereses.
5. Amplió el capital social. Las nuevas acciones fueron adquiridas por Juan Hernán­
dez que aportó 1 1 .0 0 0 euros en efectivo y una partida de ordenadores valorados
en 9.000 euros.
6. Uno de los accionistas fundadores, Ignacio Martínez, vendió su participación en FIR-
SA a un nuevo inversor que pagó un total de 27.000 euros en metálico.

SE PIDE: Utilizando las siguientes cuentas: Caja, Capital social, Vehículos, Letras a
pagar, Crédito concedido y Equipos informáticos:

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

a) Indique el impacto de las operaciones descritas sobre la ecuación de balance, en


la forma que se indica a continuación:

Activo Pasivo Patrimonio neto


+ 69.000 + 69.000
(Caja) (Capital social)

b) Anote las operaciones anteriores en las cuentas con formato de T, identificando


los apuntes realizados con el número de la operación correspondiente.

En la siguiente tabla se indica el efecto producido por las primeras operaciones realiza­
D e s c r ip c ió n
das por Mobilsa, sociedad titular de una empresa dedicada a la venta de mobiliario. (Nota:
D E O PER A C IO N ES
Los importes entre paréntesis representan cifras negativas.)
YA REG ISTRADAS

Efecto de las primeras seis operaciones Saldos


Cuentas
1 2 3 6 finales
4 I 5
Caja . ______ 9.000 (7.500) (290)
Bancos, c / c 7.500 (5.000)1 (1.500)
Material de oficina 290 ! ............
Edificio 9 9 .00 01
Préstamo hipotecario 94.000 j
Elementos de transporte . J j 28.000
Proveedores de inmovilizado I 26.500 (6.000)
Capital social 9.000j i 6.000

S E P ID E :
a) Describa cada una de las seis operaciones realizadas.
b) Calcule los saldos finales de todas las cuentas y prepare el Balance de situación,
ordenando los activos de menor a mayor liquidez y los pasivos y partidas de neto
de menor a mayor exigibilidad.

Ricardo Blesio, decorador de interiores, acaba de crear su propia empresa. En su pri­


i.3 . A n á l is is
mer mes de actividad realizó las siguientes operaciones:
D E O P E R A C IO N E S

Y R E G IS T R O
1. Invirtió 15.000 euros en el negocio recién creado.
E N LA S C U E N T A S
2. Compró al contado un vehículo de segunda mano para el negocio por 4.000 euros.
3. Compró a crédito diversos materiales por 500 euros, para utilizarlos en el negocio.
4. Recibió un encargo de Pedro Nieto, el prim er cliente, ascendiendo el presupuesto,
que fue aceptado y firmado, a 1.800 euros.
5. Pagó 200 euros a una revista del barrio por un anuncio aparecido en el último
número publicado.
6. Recibió de Pedro Nieto 700 euros en metálico, a cuenta del encargo realizado.

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C a p ít u l o 5; Los registros contab les 179

7. Liquidó la deuda contraída con el suministrador de materiales.


8. Concluyó el encargo contratado, descrito en el punto 4, emitiéndose la correspon­
diente factura en la que se descontó el anticipo recibido. El im porte restante se
cobrará a los 60 días.

SE PIDE:
a) Analice las anteriores operaciones e indique en cada caso según el form ato adjunto:
(i) El elemento o clase de cuenta afectado (Activo, Pasivo, Neto, Gastos o Ingresos):
(ii) La cuenta o cuentas cargadas y abonadas; y, (iii) Si el saldo de las cuentas que
intervienen aumenta o disminuye.

Cuenta cargada Cuenta abonada

(¡) (¡i) (ü¡) (i) (ii) (iii)



Oper. Clase Cuenta
Clase Cuenta
Efecto Efecto
de cuenta específica de cuenta específica

Patrimonio
1. Activo Caja Aum enta Capital Aum enta
neto

b) Asientos en form ato de libro Diario. (Omita explicaciones.)

Indique si deben cargarse o abonarse las cuentas señaladas entre paréntesis, conside­ 5 .4 . C onvenio
rando las operaciones que en cada caso se describen: de C A R G O
Y A B O N O (I)

1. Una compra de mercancías a crédito (Mercaderías).


2. El pago de la deuda que la empresa mantenía con un proveedor (Proveedores).
3. El importe cobrado de clientes por créditos vencidos (Clientes).
4. Una venta de mercaderías, por el coste de la mercancía vendida (Mercaderías).
5. Pago de la cuota de un préstamo bancario (Préstamos bancarios).
6. Pago de sueldos que se debían a los empleados (Remuneraciones pendientes de pago).
7. Por la facturación de las ventas a crédito de la semana terminada (Ventas de
mercaderías).
Cobros de clientes a cuenta de futuras operaciones (Anticipos de clientes).
9. Pago de la nómina mensual (Sueldos y salarios).
10. Compra a crédito de envases y embalajes (Envases y embalajes).

Indique la cuenta o cuentas que han de cargarse o abonarse en las operaciones descritas. 5 .5 . C onvenio
Cuadro de cuentas (número y título de las cuentas que han de utilizarse): DE CARGO

Y ABONO (II)
1. Caja y Bancos 7. Efectos comerciales a pagar
2. Clientes 8. Capital social

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3. Mercaderías 9. Ingresos por ventas


4. Maquinaria 10. Coste de la mercancía vendida
5. Seguros pagados por anticipado 11. Gastos de personal
6. Proveedores 12. Gastos de alquiler

O peración Debe Haber

a) Com pra de mercancía pagando una parte en efectivo y


firmando una letra de cam bio por la parte restante 3 1, 7

b) Pago de la póliza de seguros correspondiente al próximo año

c) Pago de la nómina del mes recién term inado

d) Venta a crédito de m ercancía por 1.000 euros, que había


costado 800 euros
e) Cobro del crédito m antenido con un cliente

f) Aum ento del capital social m ediante aportaciones de efectivo y


maquinaria
g) La em presa acepta una letra de cam bio que le presenta un
proveedor para formalizar la deuda que en ese momento tenía
con dicho proveedor

h) Pago del alquiler del mes corriente

i) Devolución de m ercancía a un proveedor por un importe que


todavía no se había pagado a dicho proveedor y que figuraba
docum entado en factura

A sientos Myrsa es la sociedad titular de una empresa que se dedica al mantenimiento y repa­
en el D iario ración de calderas de calefacción. Operaciones realizadas por esta sociedad durante el

y en el M ayor , mes de febrero:

y B a la n ce de
1. El día 1 los accionistas aportaron en metálico 500.000 euros, que es el valor no­
COM PROBACIÓN
minal de las acciones que se les entregaron a cambio y que integran el Capital
social de la entidad.
2. El día 10 compró un local por un coste total de 300.000 euros, pagándose 60.000
euros en efectivo. El resto se liquidará en doce plazos mensuales, de 20.000 euros
cada uno, siendo el primer vencimiento dentro de treinta días.
3. El día 15 adquirió al contado un ordenador por 12.000 euros.
4. El día 18 compró materiales y repuestos, para consumir en el curso de su actividad,
por un total de 9.000 euros. Dicho día se pagaron 1.000 euros en efectivo y por la parte
restante se aceptaron dos letras de cambio, de igual importe o valor nominal, con ven­
cimiento los días 1 de abril y 1 de mayo próximos.
5. El día 20 se compraron diversos artículos y consumibles de oficina, al contado,
por 300 euros.

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C a p ít u l o 5: Los registros contab les 181

6. El día 22, al revisar la compra de materiales efectuada el día 18, se advirtieron


diversos desperfectos que se valoraron en 900 euros. El proveedor aceptó dicha
valoración y entregó a la empresa una nota de abono por dicho importe, que se
descontará en futuras adquisiciones.
7. El día 26 se facturaron todos los servicios prestados en el mes, por un importe
total de 9.000 euros, que se cobrarán el 31 de marzo.
8. El día 28 se pagó la nómina del mes que ascendía a 2.700 euros. (Considere que
en dicha nómina, aunque no sea lo habitual, no se practicaron descuentos ni
retenciones.)

SE PIDE:
a) Registre las operaciones anteriores en forma de asientos de libro Diario (omita expli­
caciones). Elija los títulos apropiados del siguiente cuadro de cuentas y añada, en su
caso, las cuentas adicionales que considere necesarias:

Anticipos a proveedores - Ingresos por servicios


Caja - Material de oficina
Capital social - Materiales y repuestos
Clientes - Proveedores
Edificios - Proveedores de inmovilizado
Efectos comerciales a pagar - Sueldos y salarios
Equipos informáticos

b) Prepare el libro Mayor.


c) Balance de sumas y saldos al día 28 de febrero.

Se ha extraviado el libro Diario de Portes Boceguillas, S.L., una pequeña empresa segó- 5 .7 . R e c o n s t r u c c i ó n
viana de transportes, pero se conserva el siguiente resumen de los apuntes efectuados en el y D E S C R IP C IÓ N
libro Mayor, referidos a las primeras siete operaciones realizadas. D E O P E R A C IO N E S

Caja Plazas de garaje Acreedores


(1) 120.000 33.600 (2) (2) 128.600 (4) 480 95.000 (2)
(7) 10.000 12.000 (5) (5) 12.000 3.200 (3)
14.000 (6) 80.000 (ó)

Equipos informáticos Vehículos Capital social


(3) 3.200 480 (4) (6) 94.000 120.000 (1)
(7) 20.000 30.000 (7)

SE PIDE: Prepare los asientos de libro Diario, incluyendo una breve descripción de
cada una de las operaciones que pudieron efectuarse.

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

} REPARAR Un estudiante, que acababa de iniciar sus estudios de Contabilidad, preparó el siguiente
JN B A L A N C E Balance de saldos descuadrado de una pequeña empresa propiedad de su familia.
)E SA LD O S

20RRECT0 Baquero Herm anos, C .B .


Balance de saldos
al 31 de octubre de 20X9

SA LD O S SA LD O S
C U EN TA S
D EU D O R ES ACREED O RES

Bancos, c/c ................................................................................................. 23.800


Aplicaciones informáticas .......................................................... 3.500
Anticipos recibidos de clientes ............................................. 4.200
Capital ..................................................................................................... 18.500
Ingresos por s e rv ic io s .................................................................... 25.600
Sueldos y salarios ............................................................................ 18.600
G astos de a lq u ile r............................................................................ 2.400

Totales ................................................................................................ 41.300 55.300

SE PIDE: Presente el Balance de saldos correcto, suponiendo que el signo del saldo de
todas las cuentas coincide con el que normalmente han de presentar.

A s ie n t o s El libro M ayor de Tapicerías Araceli, que es una empresa individual de reciente crea­

de D ia r io
ción, incluye la siguiente información:

y B a la n ce
Caja Capital Ingresos por servicios
d e sum as
ro
o
o

01/1 5.000 400 04/1 30/1 5.000 01/1 800 06/1


Y SA LD O S
10/1 650 1.500 12/1 2.000 25/1 650 10/1
10/1 3.000 250 15/1 940 20/1
20/1 500 300 30/1
25/1 2.000 500 31/1

Clientes M ateriales Sueldos y salarios


06/1 800 500 20/1 03/1 2.000 700 31/1 15/1 250
20/1 940 04/1 400 31/1 500

Proveedores Préstamo bancario Consum o de materiales

12/1 1.500 2.000 03/1 3.000 10/1 31/1 700

SE PIDE:
a) Reconstruir los asientos del libro Diario, incluyendo una breve explicación en
cada uno.
b) Preparar el Balance de sumas y saldos referido al 31 de enero.

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C a p ít u l o 5: Los registros co ntab les 183

Un recién graduado en Contabilidad y Finanzas ha adquirido un antiguo cine de ba­ 5 .1 0 . A pertura de la

rrio para proyectar películas en versión original. La situación patrimonial de este nego­ C O N T A B IL ID A D ,

cio, que ha llamado Sala Civoral, al 31 de diciembre de 20X1 es la representada por el D ia r io , M ayo r

siguiente Balance de situación: y B a a n c e de

su m a s y sa ld o s

Sala Civoral, Em presa individual


Balance de situación
al 31 de diciem bre del 20X1
Activo Patrimonio neto y pasivo
E d ific io 18.000 C apital .................................................................. 20.000
Equipos info rm ático s 6.000 Préstam o hipotecario .................................. 8.000
Caja ................................................................... 6.000 A c re e d o re s ......................................................... 2.000
Total a c tiv o ............................................... 30.000 Total patrimonio neto y p a siv o 30.000

Además de las que figuran en el balance inicial, se utilizarán las siguientes cuentas:
Gastos por alquiler de películas; Ingresos de taquilla; Gastos de publicidad; Anticipos a
distribuidores; Sueldos y salarios; e, Ingresos de cafetería.

Operaciones realizadas durante el mes de enero de 20X2:

Día 2. Pagó 800 euros por el alqu iler de la prim era película que se va a
proyectar.
Día 3. H izo un pedido en firm e de dos nuevas películas que un distribuidor le
ha ofrecid o a razón de 1.500 euros cada una.
Día 9. Recaudó 1.800 euros en m etálico por la venta de entradas para la se­
mana inaugural.
Día 10. Pagó 2.000 euros para reducir el préstam o hipotecario y 1.000 euros
para reducir la deuda que tenía contraída con diversos acreedores.
Día 11. Cedió en arrendam iento el servicio de cafetería acordando que percibi­
rá el 17% de la facturación total.
Día 12. Pagó 300 euros p o r gastos de publicidad.
Día 20. R ecib ió una de las películas solicitadas el día 3, que seproyectará en
febrero, anticipando 1 .0 0 0 euros a cuenta.
Día 25. Cobró 5.200 euros p o r la venta de entradas correspondientes a pelícu­
las exhibidas en el mes corriente.
Día 29. Pagó 1.600 euros p o r los sueldos y salarios del mes de enero. (C onside­
re que no se practicaron descuentos ni retenciones.)
Día 30. Pagó a una distribuidora 900 euros a cuenta del coste de una película
que se estrenará en prim avera.
Día 31. La facturación de la cafetería en el mes de enero ascendió a 1.000
euros, percibiéndose en esta fecha la com isión acordada.
SE PIDE:
a) Asiento de apertura en el Diario y en el Mayor.
b) Registro de las operaciones de enero en el Diario y en el Mayor.
c) Balance de sumas y saldos al 31 de enero de 20X2.

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ío) Asientos de ajuste

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

□ S u m a r io

6.1. El ciclo contable


6.2. Justificación de los asientos de ajuste
6.3. Los ajustes de periodificación
6.4. Ajustes de reclasificación y ajustes de rectificación
6.5. Balance de saldos ajustados

vD Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
^ Cuestionario tipo test
^ Ejercicios

■ O b j e t iv o s

D e s p u é s d e e s tu d ia r e s te c a p ítu lo el le c to r h a d e e s ta r c a p a c ita d o p ara :

1. C o n o c e r las e ta p a s o fa s e s d e l c ic lo c o n ta b le .
2. E x p o n e r los m o tivo s q u e ju stific a n la n e c e s id a d d e rea lizar a ju ste s al té rm in o d e cad a
p e río d o .
3. Id e n tifica r los cu atro tip o s d e a ju ste s b á sic o s o a ju ste s d e p e rio d ific a c ió n .
4. C o m p re n d e r la in c id e n c ia d e los a ju ste s en los e s ta d o s fin a n c ie ro s o c u e n ta s an u ales.
5. C o n o c e r los aju ste s p o r re c la sific a c ió n te m p o ra l y los aju ste s d e re ctifica ció n .
6. P re p a ra r B a la n c e s d e s a ld o s a ju sta d o s e in te rp re ta r su c o n te n id o .

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic l o c o n t a b l e

■ In t r o d u c c ió n

En el capítulo anterior, y de acuerdo con el sistema de partida doble, se estable­


cían las pautas que hay que seguir para analizar los distintos tipos de hechos con­
tables así como para registrarlos en los libros Diario y Mayor, aplicando el convenio
de cargo y abono de las cuentas. A su vez, utilizando la información acumulada y
clasificada en el libro Mayor, se formulaba un primer documento contable de síntesis:
el Balance de comprobación o Balance de sumas y saldos.
Este capítulo comienza exponiendo los motivos que obligan a fraccionar la vida
de la empresa en períodos arbitrarios de tiempo, períodos que denominamos ejer­
cicios co n tab les o ejercicios económicos, en los cuales el sistema contable realiza
repetitivamente el conjunto de tareas que conforman el ciclo contable. Algunas de
estas tareas ya se han estudiado (apertura de la contabilidad y registro de las tran­
sacciones u operaciones con terceros) y otras se estudiarán en el capítulo siguiente
(elaboración de los estados financieros y cierre de cuentas), en tanto que aquí se
estudian las diferentes categorías de ajustes que es preciso realizar cada vez que
termina el ejercicio contable. A este proceso se le denomina regularización de cuen­
tas y se materializa en unos apuntes llamados asientos d e ajuste.
A continuación se exponen los motivos que explican la necesidad de realizar
tales ajustes así como su objetivo fundamental,que consiste enadecuar oconciliar
los saldos presentados por las distintas cuentas, con los datos conocidos en la fecha
de cierre del ejercicio. Estos datos pueden proceder de la revisión de los propios
registros contables, de informaciones obtenidas en los inventarios físicos realizados
en ese momento del ciclo contable o de cualquier otra fuente.
El núcleo del capítulo se destina a la exposición de los cuatro tip o s b ásicos de
ajustes d e periodificación que tienen por objeto, respectivamente, reflejar:

1. La conversión de activos en gastos.


2. La conversión de pasivos en ingresos.
3. El reconocimiento de gastos devengados.
4. El reconocimiento de ingresos devengados.
Se hace referencia, por último, a otros dos tipos de ajustes (de reclasificación
tem poral y de rectificación o corrección de errores) y se prepara e interpreta el
Balance d e sald o s ajustados, documento que recoge las cuentas y saldos que
nutren los dos estados contables principales: la Cuenta de pérdidas y ganancias y el
Balance de situación.

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S eg u n d a pa rte: El ciclo contable

6.1. E L C IC L O C O N T A B LE

6.1.1. Ejercicio contable y estados financieros

L a m a y o r parte de las em presas se crean con la in ten ción de desarrollar


su a ctivid a d p o r tie m p o in d e fin id o . Sin em b argo, la n ecesid a d de rendir
p e rió d ic a m en te cuentas tan to a los p ro p ieta rio s co m o a otros interesados
(H a c ie n d a Pú blica, en tid ad es fin an ciera s prestam istas, e tc .) o b liga a frac­
cio n a r la vid a de la em p resa en p e río d o s de tiem p o, al térm in o de los cuales
el sistem a con ta b le d eb e p ro p o rc io n a r un con ju n to de in form es que sinteti­
cen la situ ación fin a n c iera en ese m om en to, así co m o los resultados de las
a ctivid a d es rea lizadas.

P o r im p era tivo legal, en el á m b ito de la C on tab ilidad financiera o externa


la vid a de la em presa se d ivid e en p eríod os iguales de tiem po, con una du­
ración de doce meses consecutivos, denom inados ejercicio s económicos o
ejercicios con tables. Con carácter general, en este texto supondrem os que el
eje rcicio o cic lo con table se in ic ia el 1 de en ero y term ina el 31 de diciembre
de cada año, p o r ser éste el caso más habitual. Sin em bargo, en el mundo
real existen excep cion es a esta regla general en razón del tipo de actividad
desarrollada p o r ciertas em presas; p o r ejem plo, E l Corte Inglés (empresa
española líd e r en el sector de grandes alm acenes) cierra sus cuentas anuales
el ú ltim o día de fe b rero y D eloitte (em p resa m u ltin acion al de auditoría y con-
su ltoría) el 31 de m ayo.

Este fraccionam iento de la vida de la em presa tiene im portantes consecuen­


cias en el proceso contable y adquiere especial relevancia al concluir el ejercicio,
que es cuando han de prepararse los estados contables o estados financieros del
período term inado. P o r razón de la duración más habitual del ejercicio conta­
ble, estos estados suelen denom inarse cuentas anuales o estados financieros
anuales, y contienen la inform ación económ ica más relevante que la empresa
com unica a terceros.

A d icio n a lm e n te , algunas em presas preparan in form es referidos a pe­


río d o s de tie m p o in fe rio re s al año, p o r ejem p lo, m ensuales, trimestrales
sem estrales. Estos in fo rm e s se d en om in a n estados fin a n cieros intermedio*
y pu eden ten er co m o destin atarios tan to la p ro p ia d irecció n de la einpi***
co m o otros u su arios extern os (accion istas, m erca d o bursátil o públic
g en eral).

La form u lación de estados contables, cualquiera que sea su p e rio d ic id a d ,

quiere distribuir entre ejercicios sucesivos el im porte de numerosas par


el conjunto de apuntes contables que en esta fase del ciclo se producen <■
objetivo se denom inan asientos de ajuste o, simplemente, ajustes.

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C a p it u l o 6: A sie n to s d e ajuste 187

6.1.2. Etapas del ciclo contable

Se denomina ciclo contable al conjunto de tareas o funciones que el sistema


de información contable desarrolla, de m anera recurrente, a lo largo de cada
uno de los ejercicios en que se divide la vida de la empresa. Atendiendo a su
secuencia temporal, este conjunto de tareas se desarrollan en las cinco fases
siguientes o etapas d el ciclo contable:

1.a Apertura de la contabilidad.

2.a Análisis y registro cron ológico de todos los hechos contables acaecidos
durante el ejercicio.

3.a Ajuste o regularización de las cuentas en la fecha de cierre del ejercicio.

4.a Formulación de los estados contables finales o cuentas anuales.

5.a Cierre de la contabilidad.

Mientras que las actividades propias de las etapas 1.a y 2.a se desarrollan a lo
largo de todo el ejercicio, las etapas 3.a, 4.a y 5.a únicam ente se acom eten, p o r lo
general, a la conclusión del m ism o. En el Cuadro 6.1 se enuncian las actividades
\ tareas propias de cada una de estas etapas, indicándose el capítulo de este libro
en el que se estudian.

ETAPAS TAREAS CAPÍTULO Cuadro 6.1.


V Apertura de la Etapas del ciclo
• Asiento en los libros Diario y Mayor.
contabilidad contable
• Asientos en los libros Diario y Mayor. 1
2 * Análisis y registro de los
"echos contables acaeci­ • Balances de comprobación interm edios
dos durante el ejercicio (pueden elaborarse en cualquier momento
del ciclo).
• Adecuar o conciliar los registros contables
Asientos de ajuste o re- con la información disponible en la fecha de
9- arización de cuentas cierre. V 6o
* n la fecha de cierre • Asientos de ajuste en los libros Diario y Mayor.
• Elaboración del Balance de saldos ajustados.
• Cuenta de pérdidas y ganancias o Estado de
form ulación de los es- resultados.
t3«os contables finales • Balance de situación.
‘"a a o s financieros o • Otros docum entos e informes (Estado de
^ n t a s anuales)
cam bios en el patrimonio neto, Estado de
flujos de efectivo y Memoria).

• Asientos en los libros Diario y Mayor para:


Cl%fre de la contabilidad - Cerrar las cuentas de ingresos y gastos, y
determ inar el resultado del período.
- Cerrar las cuentas de balance.

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S eg u n d a parte: El ciclo contab le

En el Capítulo 5 se estudiaron las dos primeras etapas enunciadas. El conjunto


de registros producidos en ellas, que se anotan en el Diario y en el Mayor, incluyen
la apertura de la contabilidad del ejercicio y el reconocimiento contable de todas las
transacciones extemas acaecidas a lo largo de éste. Mediante el asiento de apertura
se incorporan a aquellos registros todas las partidas que componen el patrim onio de
la empresa al inicio del ciclo contable, con sus saldos respectivos. Cuando se trata
de una empresa que carecía anteriormente de registros contables la inform ación re­
querida para form ular este asiento será proporcionada por el inventario elaborado
en esa fecha; en cambio, cuando se trata de iniciar el ciclo contable de una empresa
en funcionam iento, y que disponía ya de registros contables, el asiento de apertu­
ra se nutrirá de los datos -cuentas y saldos- recogidos en el Balance de situación
correspondiente a la fecha de cierre del ejercicio inmediato anterior.

E l asiento de apertura llevará p o r fecha el prim er día del ejercicio económ ico
y, esquem áticam ente, tendrá la siguiente disposición (suponem os que el ejerci­
cio com ienza el 1 de enero):

, R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O PER A C IÓ N , TÍT U LO S H ,
U ebe D E LAS CU EN TA S Y BREV E EX P LIC A C IÓ N Der
1 de enero de 20XX ---------------------------
XXX Cuentas deudoras a Cuentas acreedoras XXX
• Asiento de apertura
X ------------------------------

Una vez traspasada esta anotación al libro M ayor tendrem os las cuentas
abiertas y preparadas para recoger los m ovim ientos que puedan experim entar
en el nuevo ejercicio.

La contabilización de los hechos contables acaecidos durante el ejerci­


cio suele constituir la fase más p rolija del ciclo contable. En ella se registran cro­
nológicam ente, tanto en el D iario com o en el Mayor, todas las operaciones con
repercusión patrim onial en las que interviene la empresa, tales com o compras,
ventas, pagos o cobros. P o r lo general, se trata de operaciones realizadas por la
em presa con terceros ajenos a la m ism a -transacciones externas- y tendrán re­
flejo en algún docum ento m ercantil (albarán, factura, contrato, etc.).

Com o ya vim os, en cualquier m om ento del ciclo contable puede elaborarse
un Balance de com probación o Balance de sumas y saldos, si bien su form ulación
es particularm ente útil en la etapa final del ciclo, antes de realizar los asientos
de ajuste previos a la preparación de los estados contables.

Con la etapa 3a -asien tos de ajuste o de regularización de cuentas en la fe­


cha de cie rre - se inicia el proceso de cierre de la contabilidad que se realiza al
térm ino de cada ejercicio contable. La finalidad de estos asientos es depurar los
saldos que presentan ciertas partidas, al objeto de adecuar los registros contables

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C a p ít u l o 6 : A s i e n t o s d e a j u s t e

a los datos más representativos que puedan conocerse en ese m om ento. Tales ano­
taciones, igual que si de transacciones externas se tratase, se anotan tanto en el
Diario com o en el Mayor. A su estudio se dedica este capítulo.

Los com etidos propios de las etapas 4a -fo r m u la c ió n d e lo s es ta d o s c o n ta ­


bles fin a le s - y 5a - c ie r r e d e la c o n ta b ilid a d -, han quedado enunciados en el
Cuadro 6.1 y su estudio se aborda en el capítulo siguiente.

6.2. JU S T IFIC A C IÓ N D E LOS A SIEN TO S D E A JU S TE

Ya hem os señalado que, una ve z registradas las operaciones corrientes del


ejercicio, se prepara un Balance de com probación que recoge la totalidad de las
cuentas abiertas en aquella fecha en el libro Mayor, con sus sumas y saldos res­
pectivos. Pero los saldos presentados p o r determinadas partidas en ese balance
deberán ser corregidos o regularizados para adecuarlos a ciertos datos e infor­
maciones conocidos en este m om ento. Pues bien, el conjunto de anotaciones
realizadas con tal finalidad se denom inan asien tos d e ajuste.

La necesidad de practicar estos ajustes es consecuencia de la división de la


vida de la em presa en ejercicios económ icos así com o de la existencia de num e­
rosas operaciones que afectan a más de un ejercicio. En otras palabras, el paso
del tiem po puede requerir la corrección del saldo originario de algunas partidas
así com o la aparición de otras nuevas.

Los asientos de ajuste pueden afectar a cuentas pertenecientes a cualquiera


de las magnitudes contables: activos, pasivos, gastos o ingresos. A continuación
se describen, a título de ejem plo, algunas situaciones que requerirán que deter­
minadas partidas tengan que ser ajustadas en la fecha de cierre del ejercicio:

• Activos. Ciertos recursos utilizados por la empresa, tales com o los elementos de
inmovilizado, son adquiridos en un ejercicio y utilizados durante varios años.

• Pasivos. En la fecha de cierre del ejercicio, ciertas deudas contraídas pu e­


den haber generado intereses, no registrados, que se pagarán en el ejerci­
cio o ejercicios posteriores.

0 Gastos. Al term inar el ejercicio es frecuente que la em presa haya incurri­


do en determ inados gastos, pendientes de registro, que se pagarán en el
siguiente ejercicio.

0 Ingresos. A l cierre del ejercicio la em presa ha podido prestar servicios no


facturados ni cobrados o pueden haberse devengado ingresos p o r cual­
quier otro concepto que estén pendientes de registro y cobro.

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic lo c o n t a b le

Este conjunto de circunstancias, y otras muchas de sim ilar naturaleza, han


de ser consideradas y registradas en la etapa de regu larización del ejercicio,
pues sólo así las cuentas anuales podrán representar fielm ente la situación
económ ico-financiera del sujeto contable en la fecha a la que aquellos estados
hacen referencia.

P o r tratarse de apuntes contables que no representan transacciones con ter­


ceras personas ajenas a la empresa, se dice que estas anotaciones reflejan tran­
sacciones internas y se les denom ina a sien to s d e aju ste o asientos de regu lari­
zación. Se anotan en el D iario y en el M a yor y llevan p o r fecha el ú ltim o día del
ejercicio, p o r ejem plo, el 31 de diciem bre del año de que se trate.

M ediante la realización de los distintos tipos de ajustes, tal com o muestra el


Cuadro 6.2, se persiguen dos objetivos fundamentales:

C orregir los saldos que presentan algunas cuentas en la fecha de cierre


del ejercicio (ajustes de los tipos 1 y 2 ).

In corp orar partidas que, siendo imputables al período que concluye, no


han sido registradas hasta ese m om ento (ajustes de los tipos 3 y 4).

ladro 6.2. FIN A LID AD T IP O S D E A JU S T E S


lalidad de los ajustes 1. Conversión de activos en gastos.
“ periodificadón / C o rre g ir determ inados saldos
2. Conversión de pasivos en ingresos.
:¡pos básicos
3. Reconocim iento de gastos devengados.
/ Incorporar partidas no registradas
4. Reconocim iento de ingresos devengados.

Antes de iniciar el estudio de los ajustes de periodificación conviene destacar


tres aspectos importantes:

1. Que \a necesidad de realizar estos ajustes n o se debe a la existencia de erro­


res, aunque tam bién los errores deban ser subsanados en esta etapa, sino
que son consecuencia tanto de los procedim ientos de registro aplicados
com o de las nuevas inform aciones disponibles en la fecha de cierre del
ejercicio.

2. Que los ajustes que se analizan a continuación sólo son una muestra,
aunque sea m uy representativa, del conjunto de ajustes de regularización
posibles. H ay que tener presente que cualquier cuenta puede presentar
un saldo que requiera ser ajustado en razón de diversas circunstancias
que irán apareciendo en los próxim os capítulos, al hilo del estudio de la
problem ática contable propia de las diferentes partidas que integran las
cuentas anuales.

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C a p ít u l o 6 : A s i e n t o s d e a j u s t e 191

3. Que los asientos de ajuste suelen realizarse únicam ente al térm ino de
cada ejercicio anual. Sin em bargo, nada impide ajustar las cuentas en fe­
chas intermedias, p o r ejem plo, al térm ino de cada mes, de cada trimestre
o de cada semestre.

6.3. LO S A JU S TES D E P ER IO D IFIC A C IÓ N

Los ajustes que es necesario realizar al final de cada período contable depen­
derán de la actividad desem peñada p o r la em presa y de los procedim ientos de
registro utilizados. N o obstante, la m ayor parte de los ajustes pueden incluirse
en alguna de las cuatro categorías generales o señaladas:

1. Conversión de activos en gastos. El coste de los recursos adquiridos que


serán utilizados o consum idos en el futuro, generalm ente se registra en
una cuenta de activo (p o r ejem plo, M ateriales para consumir, Seguros
pagados p o r anticipado o Equipos inform áticos) y, en los períodos pos­
teriores, será preciso ajustar dichas cuentas para com putar com o gasto
la parte que corresponda de aquellos costes. Este ajuste tiene p o r objeto
increm entar los gastos y reducir el valor del activo, para lo cual se carga­
rá una cuenta de gastos con abono a la cuenta de activo que registra el
recurso consum ido.

Efecto de este tipo de ajustes sobre la ecuación de balance:

AC TIV O + G ASTO S = PASIVO + N ETO + IN G R ESO S


+

2. Conversión de pasivos en ingresos. Las em presas pu eden co b ra r p o r


adelantado servicios o entregas de productos que rea liza rá en p e río ­
dos posteriores, op eracion es que norm alm ente se registran cargando
alguna cuenta de a ctivo (C aja o Bancos, c/c) y abonando una cuenta
de pasivo (In greso s cobrados p o r anticipado, In gresos anticipados o
A n ticipos de clien tes). En este caso, la cuenta de pasivo creada se con ­
vertirá en in greso cuando se preste el servicio o se entregu en los p ro ­
ductos relacion ad os con aqu ellos cobros, lo que se consigu e m ediante
el op ortu n o ajuste en la fecha de cierre del p eríod o que corresponda.
E l asiento ajuste, en este caso, consiste en cargar la cuenta de pasivo
y abonar la cuenta de ingresos que corresponda. In cid en cia sobre la
ecuación de balance:

ACTIVO + GASTO S = PASIVO + N ETO + IN G R ESO S


+

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S eg u n d a parte: El c ic lo c o n t a b le

3. R econ ocim iento de gastos devengados, que están pendientes de pago. Cier­
tos gastos incurridos en el período actual es posible que no se paguen
hasta un período posterior. Tales gastos, que se denom inan ‘devengados',
deben contabilizarse m ediante un asiento de ajuste en la fecha de cierre
de cada ejercicio, consistente en cargar una cuenta de gastos (Sueldos y
salarios, Intereses de préstam os, etc.) y abonar una cuenta de pasivo (R e­
muneraciones pendientes de pago o Sueldos a pagar, Intereses a pagar,
etc.). Incidencia sobre la ecuación de balance:

A C T IV O + G ASTO S = PASIVO + N ETO + IN G R ESO S


+ +

4. R econ ocim iento de ingresos devengados, que están pendientes de cobro.


Los ingresos pueden devengarse o ganarse en el período c o m e n te y co­
brarse en un período posterior. Cuando esto sucede, en la fecha de cierre
del ejercicio será preciso realizar un ajuste que consistirá en cargar una
cuenta de activo p o r ese derecho de cobro (p o r ejem plo, Clientes o Inte­
reses a cobrar) y abonar la cuenta de ingresos apropiada (p o r ejemplo,
Ingresos p o r servicios o Ingresos financieros). Incidencia sobre la ecua­
ción de balance:

A C TIV O + G ASTO S = PASIVO + N ETO + IN G RESO S


+ +

A continuación se analizan estos cuatro tipos de ajustes y se presentan ejem ­


plos num éricos de cada uno de ellos, utilizando cuentas que figuran en el Ba­
lance de saldos no ajustados recogido en el Cuadro 6.3, así com o diversas in­
form aciones com plem entarias que se van facilitando después. Considere que
la em presa del ejem plo, cuya razón social es CopySol, S.A., presta servicios de
fotocopiado, rep rografía y encuadernación.

Cuadro 6.3. CopySol, S.A.


Balance de saldos, Balance de saldos
antes de realizar al 31 de diciem bre de 20X1
los asientos de ajuste SA LD O S SALD O S
C U EN TA S
D EU D O R ES A CREED O RES
C a j a ..................................................................................................................... 23.170
C lie n te s ............................................................................................................. 17.430
M ateriales {*) ................................................................................................ 25.000
Seguros pagados por a n tic ip a d o ................................................... 4.800
24.000
15.000
Am ortización acum ulada de equipos informáticos ........... 3.000
Ingresos cobrados por anticipado ................................................ 6.000

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C a p it u l o 6 : A s i e n t o s d e a j u s t e 193

Ingresos por se rv ic io s ........... 91.750


Sueldos y salarios ................... 39.000
Préstamo b a n c a rio .................. 4.000
Proveedores de materiales 1.750
Capital s o c ia l.............................. 42.500
Totales ........................................ 149.000 149.000
(* ) Esta cuenta registra las existencias in icia les (6.000 eu ros) y las com pras realizad as durante el año
20X1 (19.000 eu ros) d e los con su m ib les u tiliza d o s p o r la em presa en e l d esem p eñ o d e su a c tiv i­
dad (p apel, tóner, artícu los de escrito rio , acceso rio s d e encuadern ación , etc.).

6.3.1. Conversión de activos en gastos

Las empresas incurren en costes para adquirir recursos que van a contribuir
a generar ingresos en ejercicios futuros. P o r ejem plo, contratan pólizas de segu­
ros, pagan alquileres, adquieren diversos materiales consum ibles (artículos de
oficina, envases, embalajes, etc.), que norm alm ente se consum irán en unos po­
cos meses, o com pran activos inm ovilizados (edificios, vehículos, ordenadores,
etc.) con la intención de utilizarlos durante muchos años.

El c o s te de los recursos adquiridos por la empresa para ser em pleados en el


futuro representa un a c tiv o que, a m edida que se utiliza para producir ingresos,
se transform a en gasto. En teoría todos los costes deberían tratarse com o acti­
vos, al m enos m om entáneam ente, antes de clasificarlos com o gastos. En la prác­
tica, sin em bargo, algunos activos se consum en con tal rapidez que los contables
suelen registrarlos directam ente en cuentas de gastos. En la figura recogida en el
Cuadro 6.4 se visualiza la relación existente entre coste, activo y gasto.

□ Cuadro 6.4.
A C T IV O — ----------£> GASTO
Relación entre Coste,
CO STE
Activo y Gasto
— GA S T O

La transform ación en gasto del coste de estos activos se producirá p o r el


mero paso del tiem po (co m o los seguros y los alquileres), p o r su uso (los m ate­
riales consum ibles) o p o r ambas cosas (los edificios, los vehículos y los ordena­
dores). D icha transform ación, que en muchos casos supone un flujo continuo
en el tiem po, no tiene sentido registrarla diariam ente pero sí debe computarse
y contabilizarse, m ediante los asientos de ajuste que corresponda, cada ve z que
se elaboren estados contables, esto es, al final de cada mes, o de cada trim estre
o, al menos, anualmente.

M ed ia n te la re a liz a c ió n de este tip o de ajustes se co n sigu en dos o b jetivo s:

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S egun d a parte: El ciclo contab le

« R egistrar gastos correspondientes al período actual que tienen su origen


en activos adquiridos en períodos anteriores.

<> Conseguir que los saldos de las cuentas de activo involucradas reflejen el
coste im putable a ejercicios futuros.

Com o se m uestra en el Cuadro 6.5, el registro de este tipo de ajuste consiste


en cargar una cuenta de gastos, increm entando así su saldo, y abonar la cuenta
del activo que disminuye.

uadro 6.5. C U E N T A DE G A S T O S C U E N T A D E A C T IV O
juste para convertir Im porte S ald o Im porte
ctivos en gastos del a n te s del del
aju ste ajuste ajuste
(+) (-)

Si no se realizase este ajuste, en el Balance de situación referido al final del


ejercicio el activo figuraría sobrevalorado y, en la Cuenta de pérdidas y ganan­
cias, los gastos del ejercicio estarían infravalorados.

1 M a t e r ia le s c o n s u m ib le s
Las empresas utilizan diversos tipos de m ateriales consum ibles o inventaría-
bles, dependiendo de su actividad, que al adquirirlos se registran en cuentas de
activo. Posteriorm ente, en el transcurso de las operaciones, esos m ateriales se
van a ir utilizando y consum iendo, pero la em presa no registrará norm almente
tales consumos hasta el final del período, m ediante el correspondiente asiento
de ajuste.

E l coste de los m ateriales utilizados, que es un gasto del p eríod o en el que se


consum ieron, se determ ina en todos los casos aplicando esta sencilla fórmula:

r ^ _ r- . C o n su m o
E x iste n cia s C o m p ra s _ E x iste n cia s _ , . ,
iniciales (E¡) del periodo (C) " finales (Ef) ' (g a ^ T e fp T r io d o )

Com o los registros contables proporcionan el im porte de las existencias ini­


ciales y las com pras del período, para calcular el consum o del p eríod o (cuantía
del ajuste), será preciso hacer un inventario de los m ateriales disponibles en la
fecha de cierre del ejercicio, a lo que es frecuente referirse con la expresión de
existencias finales.

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste

En nuestro ejem plo, si suponem os que el inventario realizado ha determ i­


nado que las existencias de m ateriales de C opySol al 31 de diciem bre de 20X1,
ascienden a 10.000 euros, el consum o de m ateriales en el año 20X1 fue:

6 .000 (Ei) + 1 9 .0 0 0 (C ) - 10.000 (Ef) = 15.000 euros

Asiento de ajuste [ajuste a)):

----------------------------- 31 d e d icie m b re d e 20X1 ---------------------------

15.000 Gastos de materiales


(o Consumo de materiales) a Materiales 15.000
• Por los m a te ria le s co n su m id o s en el año 20X1.

---------------------------------------------- X ------------------------------------------------

Y las cuentas afectadas:

G asto s de m ateriales M ateriales


31/12 15.000 1/1 6.000 15.000 31/12
x/x 19.000
Sdo. 15.000 Sdo . 10.000

Una vez realizado el ajuste, la cuenta de Materiales presenta un saldo deudor


por 1 0 .0 0 0 euros, im porte que coincide con el coste de las existencias disponi­
bles de esa partida en la fecha de cierre del ejercicio, y la cuenta de Gastos de m a­
teriales un saldo deudor (15.000 euros) que representa el coste de los materiales
consumidos en el período considerado.

• G a sto s p a g a d o s p o r a n t ic ip a d o ( o G a s to s a n t ic ip a d o s )

Es frecuente que las empresas paguen ciertos gastos en el ejercicio anterior a


aquel al que corresponde imputarlos. Esto sucede, por ejem plo, con los seguros
o los alquileres. Cuando se produce el pago, esos desembolsos representan au­
ténticos activos para la em presa (¡aunque se les denom ine 'gastos anticipados'!),
pues van a proporcionarle servicios en el futuro. Pero, con el paso del tiem po, esos
activos se convertirán en gastos, que es lo que se reconoce con el ajuste requerido.

En nuestro ejem plo, el im porte registrado por C opySol en la cuenta Seguros


pagados p o r anticipado es el coste satisfecho p o r la única póliza de seguros que
esta empresa tiene en vigor, p óliza que se contrató y pagó el 1 de m ayo de 20X1,
y que proporciona cobertura hasta el 30 de abril de 20X2. P o r tanto, el gasto de
seguros correspondiente al año 20X1 será la parte correspondiente a los ocho
meses transcurridos desde el 1 de m ayo, esto es: (4.800 / 12) x 8 = 3.200 euros.
Y el ajuste que ha de hacerse en la fecha de cierre del año 20X1 es [ajuste b )]:

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----------------------- 31 de diciem bre de 20X1 -------------------


3.200 Gastos de seguros
(o Primas de seguros) aSeguros pagados
por anticipado 3.200
• Por la parte del coste de la póliza que corresponde al año 20X1

Y las cuentas afectadas:

G asto s de seguros Seguros pagados por anticipado

31/12 3.200 1/5 4.800 3.200 31/12

Sdo. 3.200 Sdo. 1.600

El saldo que en este m om ento muestra la cuenta Seguros pagados p o r antici­


pado representa el coste de la p ó liza correspondiente a los cuatro prim eros m e­
ses del año 20X2 [cálculo: (4.800 / 12) x 4 = 1.600 euros], im porte que figurará
en el Balance de situación de esta em presa referido al 31 de diciem bre de 20X1.

R egistro de activos directam ente en cuentas de gastos

U tilizando lo que se denom ina enfoque de balance, en la contabilidad de


C opySol las com pras de m ateriales y el coste de la p óliza de seguros contrata­
da se registraron en cuentas de activo, que es el tratam iento conceptualmente
correcto. Sin em bargo, en la práctica muchas empresas cargan directamente
este tipo de adquisiciones en las cuentas de gastos en los que aquellos activos se
convertirán (en nuestro ejem plo Gastos de materiales y Gastos de seguros, respec­
tivam ente), es decir, aplican el llam ado enfoque de resultados.

Cuando se registra de esta ú ltim a form a, el asiento de ajuste necesario al final


del período será diferente a los que antes se han propuesto, y consistirá en car­
gar la cuenta de activo y abonar la de gastos, p o r un im porte igual al coste de los
materiales disponibles en la fecha de cierre o p o r la parte de la p ó liza no vencida
en ese m ism o m om ento.

En este supuesto, considerando la partida de m ateriales del ejem plo, el asien­


to de ajuste y los m ovim ientos de las cuentas afectadas habrían sido:

31 de diciem bre de 20X1


10.000 Materiales a Gastos de materiales 10.000
• Por las existencias de m ateriales al 31 de diciem bre de 20X1
x

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste

M ateriales G asto s de m ateriales


31/12 10.000 1/1 25.000 10.000 31/12
Sdo. 10.000 Sdo. 15.000

Este m étodo de registro, que obviam ente produce idénticos resultados que el
expuesto antes, es utilizado en la práctica para evitar los ajustes, debido a que
con mucha frecuencia estos recursos se consumen íntegram ente durante el ejer­
cicio en el que se adquieren, o porque su cuantía es tan insignificante que no jus­
tifica la realización del ajuste (aplicación del p rin cip io de im portancia relativa).

o Activos no corrientes o inm ovilizados: ajustes de am ortización

Los activos no corrientes, activos fijos o activos inm ovilizados son re­
cursos adquiridos p o r la em presa con la intención de utilizarlos durante varios
ejercicios. Se trata de bienes de uso o activos con valor de uso y pueden agrupar­
se en dos categorías: m ateriales o tangibles (terrenos, edificios, m aquinaria,
m obiliario, instalaciones, equipos inform áticos, etc.) e intangibles (patentes,
marcas, program as de ordenador, etc.)1.

Salvo los terrenos y alguna partida del inm ovilizado intangible, todos estos acti­
vos se deprecian -esto es, pierden va lor- debido al uso de los mismos o, simplemen­
te, por el paso del tiempo, depreciación que ha de computarse a la hora de calcular
el resultado del período. El reparto del coste de estos activos entre los ejercicios en
los que son utilizados por la empresa, se denomina proceso de amortización, y la
partida de gastos que registra dicha depreciación lleva por título Gastos de am orti­
zación, Dotación para amortizaciones o, simplemente, Amortizaciones.

La depreciación anual com putada o cuota anual de am ortización, es siem ­


pre una cifra estim ada que se determ ina considerando tres variables:

1.a El precio de adquisición o coste del activo.

2.a La duración del m ism o o vida útil esperada.

3.a El im porte que se espera recuperar -lla m a d o valor residual- cuando, al


térm ino de la vida útil, la em presa se desprenda del activo.

El valor am ortizable, que es la diferencia entre el precio de adquisición y el


valor residual, es el im porte que ha de repartirse durante los años de vida útil
del activo. Obviam ente, si el va lor residual es nulo, el valor am ortizable coin ci­
dirá con el precio de adquisición. Si el va lor am ortizable se reparte de manera
uniforme o lineal durante los años de vida útil estimada, la cuota anual de amor­
tización se calculará así:

Véase ep ígra fe 2.6.1, «A c tiv o s c o m e n te s y n o c o m e n te s : su v alo ra c ió n ».

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S eg u n d a parte: El ciclo co ntab le

C oste - Valor residual Valor amortizable


jo ta de amortización (gasto del ejercicio) = = ;------
Vida útil estimada (n° de años) Vida útil estimada

El cálculo de la cuota de am ortización debe hacerse de acuerdo con un plan


sistem ático y preestablecido, con objeto de evitar que este gasto pueda utilizarse
para m anipular el resultado.

En nuestro ejem plo, el único activo am ortizable son los Equipos inform áti­
cos partida de la que conocem os, además de los datos proporcionados p o r el Ba­
lance de saldos (véase Cuadro 6.3), que se adquirieron a principios del año 20X0
po r 15.000 euros, decidiéndose en aquel m om ento am ortizarlos linealm ente en
cinco años sin valor residual.

Po r tanto, la cuota anual p o r am ortización asciende a: 15.000 / 5 = 3.000


euros. Y el asiento de ajuste que debe hacerse para registrar este concepto, al
final de cada uno de los cinco años de vida útil (ajuste que, p o r los datos que figu­
ran en el Balance de saldos, ya se h izo al 31 de diciem bre de 20X0) es [ajuste c) ]:

----------------------- 31 de diciem bre de 20X1 ------------------


3.000 G astos de amortización a Amortización acumulada
de equipos infomáticos 3.000
• Por la cuota anual de amortización
--------------------------------- x ----------------------------------

Bajo este procedim iento, que se denom ina método indirecto, la depreciación
del activo am ortizado se contabiliza en una cuenta separada (denom inada Amorti­
zación acumulada de ...) que es una cu e n ta com p en sa d ora o c o rre c to ra de la que
registra el coste del activo y, en consecuencia, presentará siempre saldo acreedor.

Cuando se utiliza el m étodo indirecto, el valor contable del activo amortizado


figura registrado en dos cuentas: una con saldo deudor, que muestra el coste de
adquisición, y otra con saldo acreedor que recoge la am ortización contabilizada
hasta ese m om ento. Con los datos de nuestro ejem plo, los m ovim ientos de las
cuentas que inform an de los equipos inform áticos y sus saldos al 31 de diciem ­
bre de 20X0, son (S d = Saldo deudor; Sa = Saldo acreedor; Aj = Ajuste):

C U E N TA D E G A S T O S CU EN TA S D E A C TIV O

Am ortización acumulada
G astos de amortización Equipos informáticos
de equipos informáticos
Aj 3.000 15.000 3.000 Aj

Sd 3.000 Sd 15.000 3.000 Sa

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C a p it u l o 6: A sie n to s de ajuste 199

Y al 31 de diciembre de 20X1:

C U EN TA D E G A S T O S C U EN TA S D E A C T IV O

Am ortización acumulada
G astos de amortización j Equipos informáticos
de equipos informáticos
Aj 3.000 15.000 3.000
i 3.000 Aj
Sd 3.000 i Sd 15.000 6.000 Sa

Cuando se presenta el Balance de situación estas cuentas compensadoras (en


nuestro ejem plo, A m ortiza ción acum ulada de equipos inform áticos) figuran en
el A ctivo con signo negativo. P o r ejem plo, los balances de C opySol referidos al
31 de diciem bre de 20X0 y 20X1 m ostrarían la siguiente inform ación respecto
a esta partida:

A C T IV O 31-12-20X0 31-12-20X1
Inmovilizado material
Equipos info rm ático s...................................................................... 15.000 15.000
Menos: Am ortización acum ulada de equipos
in fo rm ático s..................................................................................... (3.000) (6.000)
Valor contable o según libros .............................. 12.000 9.000

Una a ltern ativa al m éto d o in d ire cto , con siste en p re scin d ir d el uso de la
cuenta co m p en sad ora y a b on a r d irecta m en te la d e p rec ia c ió n estim ada en
la cuenta que reg istra el a c tiv o a m o rtiza d o . Si se u tiliza se este p ro c e d im ie n ­
to, lla m a d o m étodo directo, el asien to de ajuste que h a b ría de rea liza rse
al fin al de cada uno de los cin co años de vid a ú til, co n los datos de nuestro
ejem plo, sería:

------------------------- 31de diciem bre de 20X1 -----------------------


3.000 Gastos de amortización a Equipos infomáticos 3.000
• Por la cuota anual de amortización
------------------------------------ x ------------------------------------

En el libro Mayor, al 31 de diciem bre de 20X0, estas cuentas m ostrarían los


siguientes m ovim ientos y saldos:

C U EN TA D E G A S T O S C U EN TA D E A C TIV O
G astos de amortización Equipos informáticos
Aj 3.000 15.000 3.000 Aj

Sd 3.000 Sd 12.000

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

Y al 31 de diciem bre de 20X1:

C U EN TA D E G A S T O S C U EN TA D E A C TIV O
________ G astos de amortización_________ Equipos informáticos
Aj 3.000 12.000 3.000 Aj

Sd 3.000 Sd 9.000

Si en la contabilidad de C opySol se hubiese utilizado el m étodo directo para


registrar la am ortización de los equipos inform áticos, los Balances de situación
al 31 de diciem bre de 20X0 y 20X1 m ostrarían únicam ente su valor contable en
esas fechas. Esto es:

_______________________________ AC TIV O __________________________________ 31-12-20X0 31-12-20X1


Inmovilizado material
Equipos info rm ático s........................................................................................ 12.000 9.000

Aunque am bos m étodos (directo e indirecto) son igualm ente válidos desde
un punto de vista conceptual, en la práctica el más utilizado es el m étodo in­
directo debido a que proporcion a m ayor inform ación. En efecto, este m étodo
suministra al lector del balance tres datos esenciales sobre esta clase de activos:

E l precio de adquisición de los activos am ortizables, en nuestro ejemplo,


15.000 euros.

L a am ortización acumulada, esto es, la parte del coste cargado a resulta­


dos hasta la fecha a la que el balance se refiere; en nuestro ejem plo: 3.000
+ 3.000 = 6.000 euros.

° El valor contable o valor según libros en el m om ento actual, que es la


diferencia entre el precio de adquisición y la am ortización acumulada y
representa la parte del coste que se transform ará en gasto en ejercicios
futuros; en nuestro caso: 15.000 - 6.000 = 9.000 euros.

El método indirecto es también la opción de registro elegida en el Plan General de


Contabilidad español. Sin embargo, en el modelo oficial de Balance incluido en dicho
Plan se establece que en el cuerpo de este estado figure únicamente el valor contable
de los activos amortizables y es en una nota de la Mem oria donde se comunicarán los
demás datos (fecha de adquisición, coste, amortización acumulada, etc.).

6.3.2. Conversión de pasivos en ingresos

En ocasiones, la em presa cobra algunas cantidades de los clientes p o r ser­


vicios que les va a prestar en el ejercicio siguiente, p o r conceptos tales como

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste 20 1

suscripciones a revistas o servicios de inform ación, alquileres, billetes de


transporte, estancias vacacionales, m atrícu la para cursar estudios, etc. Los
im portes cobrados p o r anticipado no representan ingresos cuando se cobran,
porque todavía no se ha realizado la actividad generadora de aquellos, y se re­
gistran cargando las cuentas de Caja o Bancos, c/c y abonando una cuenta de
pasivo, co m o Ingresos cobrados p o r anticipado o Ingresos anticipados (tam bién
llamados 'ingresos no devengados’ o ‘ingresos diferid os’), esto es, aplicando el
enfoque de ba la n ce:

------------------------------------ x -------------------------------------
Caja / Bancos, c/c a Ingresos co b ra d o s p o r anticipado
------------------------------------ x -------------------------------------

Si la em presa cobra de un clien te una cantidad p o r adelantado, se está


com prom etiendo a prestarle un se rvicio en el futuro. En consecuencia, el
saldo de las cuentas que registran los ingresos cobrad os p o r an ticip a d o son
auténticos pasivos (¡a pesar de la d en om in a ción de la cu en ta!), p o r lo que fi­
gurarán en el B alance de situ ación y no en la Cuenta de pérdidas y ganancias.

Los pasivos p o r ingresos cobrad os p o r an ticipado n orm alm en te se liq u i­


darán prestando servicios al a creed or y no m ediante la en trega de dinero.
Por supuesto, si esos servicios no se llegasen a prestar, p o r el m o tivo que fu e­
re, sería necesario d e vo lv er a los clientes las cantidades que éstos hubiesen
anticipado.

Cuando se han co b ra d o servicios p o r an ticipado, al final del e je rc ic io será


preciso h acer un asien to de ajuste con el fin de tra n sferir a una cuenta de
ingresos la parte del p asivo ya liquidada. Este ajuste, co m o se m uestra en el
Cuadro 6 .6 , consiste en cargar la cuenta de pasivo (In greso s an ticip a d os) y
abonar la cuenta de ingresos que corresponda.

C U EN TA D E PASIVO C U EN TA D E IN G R ESO S ° Cuadro 6-6


Importe Ajuste para convertir
Saldo Importe
del antes del del pasivos en ingresos
ajuste ajuste ajuste
(-) (+)

Veamos un ejem plo. El 1 de octubre de 20X1, C opySol cobró 6.000 euros de


su cliente Doña M anolita, S.L, sociedad titular del despacho de loterías colin­
dante, que es el p recio acordado por el servicio de reprografía que prestará a
esta empresa hasta el 30 de septiem bre del siguiente año ininterrumpidam ente,
e hizo el siguiente asiento:

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S eg u n d a pa rte: El ciclo contable

-------------------------------- x ----------------------
6.000 Caja a Ingresos cobrados
por anticipado 6.000

La cuenta abonada en el asiento anterior, que figura en el Balance de saldos


antes de ajustes de CopySol, es en su origen una cuenta de pasivo que gradual­
m ente se transform ará en ingresos en los doce meses contados desde el 1 de
octubre. P o r lo tanto, al 31 de diciem bre de 20X1 será preciso hacer el siguiente
asiento de ajuste para transferir a una cuenta de ingresos la parte proporcional
al tiem po transcurrido, esto es: 3/12 x 6.000 = 1.500 euros [ajuste d )].

----------------------- 31 de diciem bre de 20X1 ------------------------


1.500 Ingresos cobrados por a Ingresos por servicios 1.500
anticipado
---------------------------------- x -------------------------------------

Después del ajuste anterior la cuenta Ingresos cobrados p o r anticipado tendrá


un saldo acreedor de: 6.000 - 1.500 = 4.500 euros, que representa la deuda que
en esa fecha m antiene C opySol con el cliente que le h izo el anticipo. Este pasivo
se transform ará en ingresos en el año 20X2, a m edida que el tiem po transcurra
y la em presa preste los servicios com prom etidos.

Registro de los cobros anticipados directam ente en cuentas d e ingresos

A pesar de que el tratamiento expuesto antes es el correcto desde un punto de


vista conceptual, a veces las empresas registran directamente en cuentas de ingresos
los importes cobrados p o r anticipado y, por tanto, aún no ganados (en foque de re­
sultados). En este caso, en la fecha de cierre del ejercicio debe hacerse un ajuste de
signo contrario (cargando la cuenta de ingresos y abonando la cuenta de pasivo),
por la parte del anticipo cobrado que todavía no se ha transformado en ingresos.

P o r ejem plo, si C opySol hubiese aplicado este procedim iento para registrarla
operación realizada con Doña M anolita, el 1 de octubre habría registrado:

--------------------------------- x ---------------------------------
6.000 Caja a Ingresos por servicios 6.000
x --------------------------

Y, en este caso, el asiento de ajuste al 31 de diciem bre sería:

----------------------- 31 de diciem bre de 20X1 ------------------


4.500 Ingresos por servicios a Ingresos cobrados
por anticipado 4.500
X

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste 203

Lógicam ente, los saldos que finalm ente presentan las cuentas afectadas, en
el Balance de situación y en la Cuenta de pérdidas y ganancias, son idénticos
por am bos procedim ientos (Ingresos p o r servicios, 1.500 euros, saldo acreedor;
Ingresos cobrados p o r anticipado, 4.500 euros, saldo acreedor).

6.3.3. Reconocimiento de gastos devengados

Los gastos en los que ha incurrido la empresa durante el ejercicio contable,


pero que en la fecha de cierre no se han pagado ni contabilizado, son los gastos
devengados que deben ajustarse. Los sueldos de los em pleados o el interés de los
préstamos obtenidos son ejem plos de gastos que se acumulan, día tras día, pero
que no se registran hasta el m om ento en el que se pagan.

Al final del p eríod o contable será necesario hacer asientos de ajuste para
registrar los gastos devengados, que norm alm ente se pagarán en el ejercicio
posterior. El ajuste consiste, com o se m uestra en el Cuadro 6.7, en cargar la
cuenta de gastos que corresponda y abonar una cuenta de pasivo, aum entando
ambas en la cuantía del ajuste. Si este apunte no se practicara, tanto los gas­
tos del ejercicio com o las deudas reconocidas en el B alance de situación final
estarían infravalorados.

C U EN TA D E G A S T O S C U EN TA D E PASIVO Cuadro 6,7.


A juste para reconocer
Importe Importe
del del gastos devengados
ajuste ajuste

_J
(+) (+)

*
• Ejem plo 1.
CopySol paga a sus em pleados la nóm ina el día 10 de cada mes, p o r meses
Sueldos devengados
vencidos (p o r ejem plo, el día 10 de enero paga el salario de 20 días de diciem bre
y la prim era decena de enero), ascendiendo la nóm ina mensual a 3.600 euros.

Por tanto, al 31 de diciem bre de 20X1, el salario acumulado o devengado a


favor de los em pleados de esta empresa, que está pendiente de contabilizar y pa­
gar son 2.400 euros (cálculo: 20/30 x 3.600 = 2.400 euros). Esta cifra es un gasto
del año 20X1 y un pasivo que debe figurar en el Balance de situación referido a
la fecha de cierre de ese m ism o año, cuyo reflejo contable se consigue realizando
el siguiente asiento [ajuste e )]:

--------------------------- 31 de diciem bre 20X1 ---------------


2.400 Sueldos y salarios a Sueldos pendientes
de pago 2.400

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic lo c o n t a b le

Este pasivo se liquidará el 10 de enero de 20X2 cuando se pague la nóm ina


mensual. Asiento que se hará en esta fecha:

2.400 Sueldos pendientes de pago


(20 días de diciem bre de 20X1)
1.200 Sueldos y salarios
(10 días de enero de 20X2) a Caja o Bancos, c/c 3.600

C opySol obtuvo un préstam o bancario de 4.000 euros el día 1 de diciem bre


de 2 0 X 1, com prom etiéndose a devolver el principal del m ism o m ediante un úni­
co pago el 30 de noviem bre del año siguiente. Los intereses se pagarán al final de
cada trim estre, a un tipo de interés del 9% anual.

En consecuencia, el prim er pago p o r intereses se producirá el 28 de febrero


de 20X2 y su im porte, com o es sabido, se calcula de esta form a:

Principal w Tip o de interés w Tiem po


, , , X r . X (expresado = Interes
del préstam o anual en años)

4.000 X 9/100 X 3/12 = 90 euros

Aunque el pago de intereses no se produzca hasta el día 28 de febrero, al 31 de


diciem bre ya se ha acumulado o devengado el interés correspondientes al mes
transcurrido, que equivale a la tercera parte del pago trimestral. Y para regis­
trarlo procede el siguiente apunte [ajuste/)]:

------------------------- 31 de diciem bre 20X1 --------------------------


30 Intereses de préstamos
(o G astos financieros) a Intereses a pagar 30

Y cuando el 28 de febrero de 20X2 se paguen los intereses correspondientes


al prim er trim estre de este préstam o, se hará el siguiente asiento:

30 Intereses a pagar
(interés de diciem bre de 20X1)
60 Intereses de préstamos
(interés de enero y febrero 20X2) a Caja o Bancos, c/c 90
X

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C a p it u l o 6 : A s i e n t o s d e a j u s t e 205

6.3.4. Reconocimiento de ingresos devengados

Los ingresos 'ganados’ p o r la em presa en la fecha de cierre del ejercicio, y


que no ha cobrado ni registrado, son los ingresos devengados que deben recon o­
cerse m ediante un ajuste. Tales ingresos pueden acumularse o devengarse por
el m ero paso del tiem po, com o es el caso de los intereses de créditos concedidos
(ingresos financieros) o los ingresos p o r alquileres, o pueden tener su origen en
servicios prestados que no han sido facturados ni cobrados.

M ed ia n te este tip o de ajustes se co n sigu e co m p u ta r co rre cta m en te tanto


los in gresos del p e río d o co m o los derech os de co b ro que deben fig u ra r en
el B alance de situ ación en la fech a de cierre. E l asien to de ajuste, co m o
se visu a liza en el C uadro 6 .8 , con siste en ca rgar u na cuenta de a ctivo (un
derecho de c o b ro ) y a b on a r una cuenta de in gresos p o r un im p o rte igu a l al
ingreso acum ulado.

C U EN TA D E A C TIV O C U EN TA D E IN G R ESO S B Cuadro 6.8.

Importe A juste para reconocer


Importe
del del ingresos devengados
ajuste ajuste
(+) (+)

i1
Para ilustrar este ajuste considerarem os que CopySol se ha com prom etido a
prestar el servicio de reprografía a una agencia de publicidad, siendo la dura­
ción del contrato desde el 15 de diciem bre de 20X1 al 15 de enero de 20X2, su
importe total 1.500 euros y se cobrará el día 20 de enero. Pues bien, com o en la
fecha de cierre del año 20X1 ya se habrán prestado la m itad de esos servicios,
debe entenderse tam bién devengado el 50% de su im porte. Y para reconocerlo
contablemente se hará el siguiente asiento [ajuste g) ]:

------------------------- 31 de diciem bre 20X1 ------------------------


750 Clientes a Ingresos por servidos 750
X ---------------------------------------------

Por últim o, cuando el 20 de enero de 20X2 se produzca el cobro de la totali­


dad de este contrato se hará el siguiente apunte:

1.500 Caja a Clientes


(2a quincena de diciem bre 750
de 20X1)
a Ingresos por servidos
(1a quincena de enero de 20X2) 750
X
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S egun d a parte: El ciclo contable

6.3.5. Resumen y conclusiones

Los ajustes analizados en el epígrafe anterior perm iten distribuir correcta­


mente, entre ejercicios consecutivos, determinadas partidas de ingresos y gas­
tos, razón p o r la que tam bién se denom inan ajustes de periodificación. Pero,
al m ism o tiem po, con esos ajustes se consigue que los saldos que m uestra el Ba­
lance de situación al final del ejercicio representen la totalidad de los derechos y
obligaciones contraídos en esa fecha.

A m od o de resumen, en el Cuadro 6.9 se indican las causas que m otivan cada


uno de los ajustes estudiados, la situación antes de practicarse el ajuste de las
partidas afectadas y las clases de cuentas que intervienen en los diferentes tipos
de asientos de ajuste.

Situación antes Asiento de ajuste:


Tipos Causa del ajuste
del ajuste cargo y abono
1. Conversión G astos pagados El activo estaba Cargo: C uenta de Gastos
de activos por anticipado sobrevalorado
en gastos y registrados en y los gastos Abono: Cuenta de Activo
cuentas de activo, infravalorados.
que han expirado
o se han utilizado.
2. Conversión Ingresos cobrados El pasivo estaba Cargo: C uenta de Pasivo
de pasivos por anticipado sobrevalorado
en ingresos y registrados y los ingresos A bono: Cuenta de
en cuentas de infravalorados. Ingresos
pasivo, que se han
transform ado en
ingresos.
3. Reconocim iento G astos incurridos Los gastos y el Cargo: C uenta de Gastos
de gastos o acum ulados al pasivo exigible
devengados cierre del ejercicio, estaban A bono: Cuenta de Pasivo
pero no pagados infravalorados.
ni registrados.
4. Reconocim iento Ingresos ganados El activo y los Cargo: Cuenta de Activo
de ingresos o acum ulados al ingresos
devengados cierre del ejercicio, estaban Abono: Cuenta de
pero no cobrados infravalorados. Ingresos
ni registrados.

N ótese, asim ism o, que en todos los ajustes de periodificación intervienen


siem pre al menos una cuenta de resultados y una cuenta de balance - p o r lo que
de no realizarse ambos estados contables serían incorrectos-, así com o que en
ningún caso hay participación de terceros ni intervienen las cuentas de tesorería
de la empresa, esto es, que no se producen ni cobros ni pagos.

Los ajustes de periodificación se fundam entan en la hipótesis o principio


del devengo que exige, com o se recordará, que los gastos se reconozcan en di

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C a p it u l o 6: A sie n to s de ajuste 207

ejercicio en el que se incurre en ellos y los ingresos cuando se realizan, con inde­
pendencia de la fecha en que tengan lugar los pagos y cobros asociados.

6.4. A JU S T ES D E R E C LA S IF IC A C iÓ N Y A JU S TES
D E R EC T IFIC A C IÓ N
Además de los ajustes presentados en el epígrafe anterior, es habitual que en la fe­
cha de cierre del ejercicio sea necesario corregir ciertos saldos, por diferentes motivos.
A estas anotaciones es frecuente referirse asimismo con el término de ajustes y ca­
brían clasificarse en dos categorías: ajustes de reclasificación y ajustes de rectificación.

6.4.1. Ajustes de reclasifícación

Estos ajustes son necesarios si la em presa cuenta con algunas partidas que,
correctamente contabilizadas y calificadas en el m om ento de concertarse la op e­
ración, el transcurso del tiem po ha hecho que m odifiquen su naturaleza. Cuando
esto ocurre las cuentas afectadas han de ser periódicam ente ajustadas o recla-
sificadas, lo que es necesario cada vez que se procede a cerrar un ejercicio. Este
tipo de ajustes será preceptivo, p o r ejem plo, cuando la em presa ha concedido
créditos u obtenido préstam os inicialm ente contratados a largo plazo.

R e cla s ific a c ió n de u n c ré d ito c o n ce d id o . E l 1 de ju lio del año 20X1 cierta □ Ejem plo n.° 1

empresa concedió un préstam o de 3.000 euros, sin intereses, que recuperará en


tres plazos anuales de 1.000 euros cada uno, los días 30 de septiem bre de los
años 20X2, 20X3 y 20X4. En la fecha en que se concertó esta operación la em ­
presa debió realizar el siguiente asiento:

----------------------------------------- x ----------------------------------------
3.000 Créditos a largo plazo a Bancos, c/c 3.000

---------------------------- X --------------------------

Si suponemos que el ejercicio contable de esta em presa term ina el 31 de di­


ciembre, en esta fecha del año 20X1 el prim er plazo de este crédito representa ya
un derecho de cobro a corto plazo. P o r ello, y para que el Balance pueda reflejar
esta circunstancia, ha de realizarse el siguiente ajuste de reclasificación:

----------------------- 31 de diciem bre 20X1 -------------------------


1.000 Créditos a corto plazo a Créditos a largo plazo 1.000
• Por la reclasifícación tem poral de la parte del crédito con
vencim iento a corto plazo
------------------------------------- X ----------------------------------------

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

Y este m ism o apunte habrá de repetirse, p o r idéntico m otivo, al 31 de diciem ­


bre de los dos años siguientes.

R e c la s ific a c ió n p o r u n p ré s ta m o o b te n id o . E l 1 de octubre del año 20X1


cierta em presa obtuvo un préstam o de 1 .0 0 0 euros, al 8% de interés simple
anual, com prom etiéndose a devolverlo dos años más tarde, el 30 de septiembre
del año 20X3, m ediante un único pago que com prenderá el principal del présta­
m o y los intereses de los dos años.

A lo la rg o de los dos años que dura la o p era c ió n se p ro d u c irá n los si­


gu ientes asientos en la c o n ta b ilid a d de la em presa, que es la en tid ad deu­
d o ra o prestataria:

1 de octubre de 20X1. P o r la obtención del préstamo:

----------------------------------------- x -------------------------------------------

1.000 Bancos, c/c a Préstamos a largo plazo 1.000

x ------------------------------

31 de diciembre de 20X1. P o r los intereses devengados hasta esta fecha (cálculo:


1.000 x 0,08 x 3/12 = 20 euros) procede realizar el siguiente ajuste de periodificación:

31 de diciem bre de 20X1 ----------------------------


20 Gastos financieros
(o Intereses de
préstamos) a Intereses a pagar a largo plazo 20
x ----------------------------------------

31 de diciembre de 20X2. En esta fecha ha de computarse el interés correspon­


diente al ejercicio que termina, cuya fecha de pago es el 30 de septiembre de 20X3
(1.000 x 0,08 x 12/12 = 80 euros), esto es, a corto plazo. Ajuste de periodificación:

----------------------- 31 de diciem bre de 20X2 ---------------------


80 Gastos financieros a Intereses a pagar a corto plazo 80
x --------------------------------

Y también en esta fecha han de reclasificarse el principal del préstam o y los


intereses de 20X1 puesto que, contando desde el 31 de diciem bre de 20X2, se tra­
ta de deudas que han de liquidarse a corto plazo (el 30 de septiembre de 20X3).
Ajuste de reclasificación:

------------------------- 31 de diciem bre de 20X2 ---------------------


1.000 Préstamos a largo plazo
20Intereses a pagar a largo plazo a Préstamos a corto plazo 1.000
a Intereses a pagar a corto plazo 20
---------------------------- x ------------------------------------

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C a p ít u l o 6: A sie n to s de ajuste 209

30 de septiembre de 20X3. En esta fecha se registrará el interés correspondien­


te a los nueve meses transcurridos de este año (1.000 x 0,08 x 9/12 = 60 euros),
que es un gasto del m ism o, y la cancelación de la deuda total contraída, p rin ci­
pal más intereses. Asiento resumen:

x
1.000 Préstamos a corto plazo
100 Intereses a pagar a corto plazo
60 Gastos financieros a Bancos, c/c 1.160
x

6.4.2. Ajustes de rectificación

En cualquier m om ento del ciclo contable, y particularm ente al final del m is­
mo, pueden descubrirse operaciones incorrectam ente registradas. Estos regis­
tros incorrectos deberán rectificarse, tan pronto com o se conozcan, m ediante
un asiento de ajuste.

Para realizar el ajuste pertinente en cada caso, es preciso com parar los saldos
que presentan las cuentas afectadas p o r el registro erróneo con los saldos que
deberían ofrecer si la anotación se hubiese realizado correctam ente. El objetivo
de estos apuntes, que se denom inan, ajustes d e r e c tific a c ió n es conseguir que
las partidas involucradas presenten los saldos correctos, con referencia al m o ­
mento en que se descubre el error.

R e g is tro e rró n e o y ajuste. El 1 de octubre del año 20X1 se pagaron 1.200 □ Ejem plo n .° l
euros a una em presa dedicada al m antenim iento y venta de m aterial inform áti­
co, haciéndose el siguiente apunte:

X -------

1.200 G astos de mantenimiento a Caja 1.200


x

Al cierre del ejercicio se descubrió que de aquel pago sólo 200 euros corres­
pondían al gasto registrado, siendo los 1 .0 0 0 euros restantes el coste de un pro­
grama inform ático adquirido anteriorm ente a esta m ism a empresa. P o r esta
operación se había hecho en su día el asiento siguiente:

x
1.000 Aplicaciones informáticas a Acreedores 1 .00 0

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S egun d a parte: El ciclo contable

Cuando al 31 de diciem bre se detecta el error, las cuentas Gastos de m ante­


nim iento y Acreedores presentarán un saldo superior en 1.000 euros a su saldo
correcto. Para conciliar esta situación ha de efectuarse el siguiente ajuste de
rectificación:

--------------------------- 31 de diciem bre de 20X1------------------------------


1.000 Acreedores a Gastos de mantenimiento 1.000
x -------

Registro incorrecto y rectificación. E l 1 de octubre del año 20X1 se re­


gistró, erróneam ente, el pago anticipado de una p rim a de seguros anual de la
siguiente form a:

x --------------------------------
1.200 Mercaderías a Caja 1.200
x ---------------------------------

Cuando el 31 de diciem bre, fecha de cierre del ejercicio, se descubre el error


se realizará el siguiente ajuste de rectificación:

------------------------------ 31de diciem bre de 20X1 --------------------------


300 Gastos de seguros
900 Seguros pagados por anticipado a Mercaderías 1.200
----------------------------------------------- X ---- -----------------------------------------------

Mediante este ajuste, además de anular el cargo incorrecto en la cuenta de


Mercaderías, se consigue periodiñcar el desembolso efectuado por la póliza de
seguros contratada.

6.5. B A LA N C E D E S A LD O S A JU STA D O S

Los asientos de ajuste, que han de registrarse en los libros D iario y Mayor
com o si de transacciones externas se tratase, m odifican los saldos que las cuen­
tas afectadas presentaban en el Balance de saldos previo a los ajustes (véase
nuestro ejem plo en el Cuadro 6.3). El B alan ce de saldos ajustados puede obte­
nerse a partir de los saldos que presentarían las cuentas en el M a yor en este
m om ento o preparando una tabla com o la que se m uestra a continuación, que
se denom ina H oja de trabajo. U tilizando los datos de CopySol obtenem os la ta­
bla que se recoge en el Cuadro 6.10.

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste 211

0 Cuadro 6.10.
Hoja de trabajo para
o b tener el Balance
de saldos ajustados

C opySol, S.A.
Hoja de trabajo para preparar el Balance de saldos ajustados
al 31 de diciem bre de 20X1
S A LD O S SIN A JU STA R DIARIO D E A JU S T E S S A LD O S A JU STA D O S
C U EN TA S
Deudores Acreedores Debe Haber j Deudores iAcreedores
C a ja ............................................................................ 23.170 i 23.170
C lie n te s ................................................................... 17.430 i (g) 750 ; 18.180
M ate riales.............................................................. 25.000 i I 15.000 (a) ; 10.000
Seguros pagados por a n tic ip a d o .......... 4.800 I 3.200 (b) 1.600
Gastos de arrendamiento .......................... 24.000 24.000
Equipos info rm ático s..................................... 15.000 15.000
Amort. acum. equipos inform áticos......... 3.000 3.000 (c) 6.000
_____
Ingresos cobrados por anticipado ....... 6.000 (d) 1.500 4.500
91.750 1.500 (d) 94.000
750 (g)
Sueldos y salarios ............................................ 39.600 (e) 2.400 42.000
Préstamo b a n c a rio ........................................... 4.000 4.000
Proveedores de m ateriales ....................... 1.750 1.750
Capital s o c ia l....................................................... 42.500 42.500
Gastos de m ateriales ................................... (a) 15.000 15.000
Gastos de se g u ro s........................................... (b) 3.200 3.200
Gastos de am ortización .............................. (c) 3.000 3.000
Sueldos pendientes de p a g o .................. 2.400 (e) 2.400
Intereses de préstamos ................................. (t) 30 30
Intereses a pagar ............................................. 30 (f) 30
Totales ............................................................. 149.000 149.000 25.880 25.880 155.180 155.180

En las prim eras columnas del Cuadro 6.10 figuran las Cuentas y Saldos s in
ajustar del Balance inicial así com o las nuevas cuentas surgidas en el proceso
de regularización realizado y que se destacan en n e grita .

Las columnas denominadas D ia r io de ajustes representan un libro Diario sim­


plificado en donde, en la colum na izquierda o Debe se anotan los cargos y en la
columna derecha o Haber los abonos. L a letra que figura entre paréntesis indica
la referencia asignada a cada uno de los ajustes.

Finalmente, los S ald os ajustad os se obtienen sumando o restando a los sal­


dos no ajustados el im porte de los ajustes, según sea el signo de los saldos in iciaT
les y del ajuste correspondiente.

El Balance de saldos ajustados contiene todas las cuentas y saldos necesarios


para preparar los dos estados contables principales, esto es, la Cuenta de pérdi­
das y ganancias del ejercicio term inado y el Balance de situación. L a prepara­
ción de estos inform es es el principal com etido del siguiente capítulo.
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S egun d a parte: El ciclo contable

O E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N
N o t a P revia: E n el siguiente caso p ráctico se ab o rd a e l proceso de ajustes (o de regularización de

cuentas) de una empresa de servicios. E l enu n ciado o frec e dos tipos de datos:

• L o s con ten id os e n el B a lan ce d e saldos p ro d u c id o p o r el sistem a con tab le d e la em presa,

una v e z registradas la to talid ad de tran saccion es corrien tes del e jerc ic io , p e ro antes de in ­

c lu ir lo s asientos de ajuste p rev io s al cierre d e cuentas.

• Las in fo rm a c io n e s precisas p ara r e a liz a r tales asientos de ajuste.

E l e jerc ic io con siste en a n a liza r estos datos, regis tra r en el D ia rio y en el M a y o r los ajustes que

p rocedan , y o b ten er el B a lan ce d e saldos qu e cu lm in a este p ro ce so o B alance de saldos ajustados.

É ste con tien e tod a la in fo rm a c ió n n ecesa ria para fo rm u la r la C uenta d e pérd id as y ganan cias del

e jercicio y el B a lan ce d e situ ación re fe rid o a la fech a d e cierre.

Lim piauto, S.A., em presa que tiene p o r actividad el lavado y puesta a punto
de vehículos, presenta el siguiente Balance de saldos al 31 de diciem bre de 20X4,
previo a la regu larización anual de cuentas:

L im p ia u to , S.A .
B a la n c e d e s a ld o s
al 31 d e diciem bre d e 20X4
SA LD O S SA LD O S
C U EN TA S
D EU D O R ES A CREED O RES
T e so rería.......................................................................................................... 3.350
C lien te s............................................................................................................. 5.100
M ateriales (').................................................................................................. 820
C o nstru ccio n es........................................................................................... 31.200
Am ortización acum ulada de co nstruccio nes......................... 2.400
M aq u in aria.................................................................................................... 15.000
Am ortización acum ulada de m aquinaria.................................. 6.000
Préstamos a largo p lazo ........................................................................ 18.000
A cree d o res..................................................................................................... 1.000
Capital so cial................................................................................................ 8.000
Reservas........................................................................................................... 2.170
Ingresos por lavado ................................................................................. 15.240
Ingresos por otros se rvicio s............................................................... 10.160
Sueldos y salarios .................................................................................... 4.700
G astos de publicidad ............................................................................ 480
Suministros (2) ............................................................................................... 320
Primas de seguros (3) ............................................................................. 800
Intereses de préstam os (4)................................................................... 1.200
Totales .................................................................................................... 62.970 62.970

(1) L a em p resa carga en esta cuenta las com pras d e los m a teriales qu e u tiliza p ara d esarrolla r su
activid ad (repu estos d e a u to m ó vil, neu m áticos, aceites, detergen tes, etc.).
(2) Es una cuenta de gastos que registra el consum o de los suministros n o almacenables (agua, electricidad
y gas).
(3> Cuenta d e gastos en d on d e se ha ca rga d o el im p o rte d e las p ó liza s d e segu ros pagadas.
(4) Esta cuenta registra los intereses d el préstam o a largo plazo, que fu e con ced id o a la em presa p o r una
Caja d e Ahorros.

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste

Información complementaria para regularizar el ejercicio:

1. Los m ateriales disponibles al 31 de diciem bre, valorados a precio de coste,


im portan 160 euros.

2. El edificio fue adquirido en enero de 20X2 p o r un coste total de 31.200 euros,


valorándose el terreno sobre el que se levanta en 7.200 euros. El plan de
am ortización considera una vida útil para este activo de 20 años, deprecia­
ción lineal y valor residual nulo para la construcción.

3. La m aquinaria fu e adquirida tam bién en enero de 20X2 p o r 15.000 euros,


habiéndose estim ado en aquella fecha una vida útil para este activo de 5
años, depreciación lineal y va lor residual nulo.

4. Los intereses del préstam o a largo plazo se pagan semestralmente, el 1 de


m ayo y 1 de noviem bre, calculados a una tasa del 8 % anual. E l ú ltim o apun­
te contable realizado p o r este concepto corresponde al pago efectuado el
pasado 1 de noviem bre.

5. El 30 de junio de 20X5 habrá de am ortizarse (devolverse o liquidarse) el 25%


del préstam o a largo plazo.

6. Durante el mes de diciem bre de 20X4 se han prestado servicios de lavado a


una em presa de autobuses por 760 euros, que serán facturados y cobrados
el 30 de enero de 20X5.

7. Los salarios de cada mes se pagan el prim er día laborable del mes siguiente
y se sabe que la nóm ina de diciem bre asciende a 520 euros.

8. L a ú nica p ó liz a de seguros en v ig o r co rresp o n d e al seguro de in cen d ios


cuya p rim a anual, p o r im p o rte de 600 euros, se sa tisfizo el 1 de m ayo de
20X4.

SE PIDE:
a) Asientos de regularización en el Diario.
b) Apertura de las cuentas en el libro M a yor y traspaso a éste de los asientos de
regularización.
c) Balance de saldos ajustados.

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S eg u n d a parte: El ciclo contable

LUCIÓN SUGERIDA a ) L ib r o D ia rio . Asientos de ajuste:

R E FE R E N C IA , F E C H A D E LA O P E R A C IÓ N , TÍTU LO S
D ebe D E LAS C U EN TA S Y BREV E EX P LIC A C IÓ N Haber

i (A1) -------------------- 31de diciem bre de 20X4 ----------------------- i

660 j Consum o de materiales


(cuenta de gastos) a Materiales ¡ 660
| • Por los m ateriales consum idos en el año 20X4. Cálculo: 820 -
160 = 660 euros.

; (A2) -------------------- 31de diciem bre de 20X4 ----------------------- 1

1.200 ; Gastos de amortización a Amortización acumulada ¡


de construcciones j 1.200
i • Valor amortizable (valor de la construcción): 31.200 - 7 .2 0 0 =
j 24.000 euros. Cuota anual: 24.000 / 20 = 1.200 euros.

| (A3) ------------------ 31 de diciem bre de 20X4 ----------------------- j

3.000 j Gastos de amortización a Amortización acumulada ]


de maquinaria ¡ 3.000
! • Cuota anual: 15.000 / 5 = 3.000 euros.

i (A4) ----------------------- 31 de diciem bre de 20X4 ---------------------------- j

240 | Intereses de préstamos a Intereses a pagar a corto


plazo (cuenta de pasivo) | 240
• Por el interés devengado en noviem bre y diciem bre, pendiente
de pago. Cálculo: 18.000 X 0,08 X 2/12 = 240 euros.

(A5) -------------------- 31 de diciem bre de 20X4 ---------------------■

4.500 i Préstamos a largo plazo a Préstamos a corto plazo i 4.500


• Ajuste de reclasificación tem poral. Principal del préstam o con i
vencim iento a corto plazo: 0,25 X 18.000 = 4.500 euros.

(A6) ------------------ 31 de diciem bre de 20X4 ----------------------- '

760 I Clientes a Ingresos por lavado i 760


• Por el ingreso devengado correspondiente al ejercicio que se
cierra y pendiente de cobro.

! (A7) -------------------- 31de diciem bre de 20X4 ----------------------- i

520 | Sueldos y salarios a Sueldos a pagar j 520


(cuenta de pasivo)
• Por el salario de diciem bre devengado y pendiente de pago.

(A8) 31 de diciem bre de 20X4 ----------------------- j

200 Seguros pagados por


anticipado (cuenta de activo) a Primas de seguros j 200
; • Por la parte de la póliza, pagada en este ejercicio, que corresponde ¡
imputar como gasto al siguiente. Cálculo: 4/12_X_600 = 200 euros.

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste 215

b) Libro Mayor

Las cuentas se abren con el saldo que presentan en el balance incluido en


el enunciado, que se señala con la referencia (B C ). Los ajustes se señalan con
la letra A seguida del núm ero al que se corresponde (A l , A2 ... A 8 ), de acuerdo
con la inform ación adicional proporcionada. Se muestra tam bién la cuantía y el
signo del saldo final ajustado que presenta cada una de las cuentas (Sd = Saldo
deudor; Sa = Saldo acreedor).

C U EN TA S D EU D O R A S C U EN TA S A C R E E D O R A S

Am ortización acum ulada Am ortización acumulada


Tesorería____________ Clientes___________ de construcciones de maquinaria
(BC) 3.350 (BC) 5.100 2.400 (BC) 6.000 (BC)
(A6) 760 1.200 (A2) 3.000 (A3)
Sd 3.350 Sd 5.860 3.600 Sa 9.000 Sa

M ateriales Construcciones Préstamos a largo plazo Acreedores


(BC) 820 660 (A1) (BC) 31.200 (A5) 4.500 18.000 (BC) 1.000 (BC)
Sd 160 Sd 31.200 13.500 Sa 1.000 Sa

Maquinaria Sueldos y salarios Capital social Reservas


(BC) 15.000 (BC) 4.700 8.000 (BC) 2.170 (BC)
(A7) 520
Sd 15.000 Sd 5.220 8.000 Sa 2.170 Sa

Ingresos
G astos de publicidad Suministros Ingresos oor lavado por otros servicios
(BC) 480 (BC) 320 15.240 (BC) 10.160 (BC)
760 (A6)
Sd 480 Sd 320 16.000 Sa 10.160 Sa

Intereses a pagar
3rimas de seguros Intereses de préstam os a corto plazo Préstamos a corto plazo
(BC) 800 200 (A8) (BC) 1.200 240 (A4) 4.500 (A5)
(A4) 240
Sd 600 Sd 1.440 240 Sa 4.500 Sa

Consumo de materiales G astos de amortización Sueldos a pagar


(A1) 660 (A2) 1.200 520 (A7)
(A3) 3.000
Sd 660 Sd 4.200 520 Sa

Seguros pagados
por anticipado
(A8) 200

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S e g u n d a p a r t e : t i c ic lo c o n t a b le

c ) B alan ce de saldos ajustados

Este balance incluye la totalidad de las cuentas abiertas en este m om ento en


el libro Mayor, con sus saldos respectivos. Las cuentas que figuran al final de la
tabla, destacadas en negrita, han surgido en los asientos de ajuste practicados.

Limpiauto, S.A.
Balance de saldos ajustados
al 31 de diciem bre de 20X4

SA LD O S SA LD O S
CU EN TA S D EU D O R ES ACREED O RES

Teso rería....................................................................................................... 3.350


C lien tes.......................................................................................................... 5.860
M a te ria le s................................................................................................... 160
C o nstru ccio n es........................................................................................ 31.200
Am ortización acum ulada de co nstruccio nes...................... 3.600
M aquinaria................................................................................................... 15.000
Am ortización acum ulada de m aquinaria................................ 9.000
Préstamos a largo p lazo ...................................................................... 13.500
A creedores................................................................................................... 1.000

Capital s o c ia l.............................................................................................. 8.000

R eservas........................................................................................................ 2.170
Ingresos por la v a d o ............................................................................... 16.000

Ingresos por otros se rvicio s............................................................. 10.160

Sueldos y salarios ................................................................................... 5.220


G astos de publicidad ......................................................................... 480
Sum inistros.................................................................................................. 320
Primas de seguros ................................................................................ 600
Intereses de p ré sta m o s..................................................................... 1.440
Consum o de m ateriales .................................................................. 660
G asto s de am ortización..................................................................... 4.200
Seguros pagados por anticipado ............................................. 200
Intereses a pagar a corto p lazo ................................................... 240
Préstam os a corto p la z o .................................................................. 4.500
Sueldos a pag ar....................................................................................... 520

Totales........................................................................................................ 68.690 68.690

E l balance anterior contiene toda la inform ación necesaria para preparar el


Estado de resultados o Cuenta de pérdidas y ganancias correspondiente al año
20X4 y el Balance de situación referido al 31 de diciem bre de 20X4, com o se verá
en el capítulo siguiente.

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C a p it u l o 6: A sie n to s de ajuste 217

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

C u e s t io n a r io
Elija la mejor respuesta:
t ip o TEST

1. Con cará cter general, ¿cuál es la p eriod icidad m ínim a con la que las so cie­
dades m ercan tiles están legalm en te obligadas a fo rm u la r estados contables o
financieros?
□ A. Mensual.
□ B. Trimestral.
□ C. Semestral.
□ D. Anual.

2. Mediante los asientos de ajuste se consigue:


□ A. Corregir los saldos que presentan algunas cuentas.
□ B. Incorporar ingresos y gastos devengados.
Q C. Subsanar los errores detectados.
□ D. Todo lo anterior.

3. ¿Cuál es el efecto, sobre la ecuación de balance ampliada, del ajuste efectuado


para registrar los salarios devengados a final de año y que están pendientes de
pago? (N ota: n/a = no afecta.)

Activo Gastos Pasivo Neto Ingresos


□ A. n/a n/a + - n/a
□ B. - + n/a n/a n/a
□ c. n/a + + n/a n/a
□ D. - n/a - n/a n/a

4. ¿Cuál es el efecto, sobre la ecuación de balance ampliada, del ajuste efectuado


para registrar los intereses devengados y pendientes de cobro, correspondientes al
préstamo concedido por la empresa a uno de sus consejeros?

Activo Gastos Pasivo Neto Ingresos


□ A. n/a n/a - n/a +
□ B. + n/a n/a n/a +
□ C. + n/a - n/a n/a
Q D. n/a n/a n/a — +

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5. ¿Cuál es el efecto, sobre la ecuación de balance ampliada, del ajuste efectuado


para registrar la cuota de am ortización anual?

Activo Gastos Pasivo Neto Ingresos

□ A. n/a n/a + - n/a


□ B. - + n/a n/a n/a
□ C. n/a + + n/a n/a
□ D. — n/a - n/a n/a

6. En el Balance de saldos no ajustados la cuenta de M ateriales (activo) presenta


saldo cero. Si la cuenta Consumo de materiales (gasto) presenta un saldo deudor
de 4.600 euros y los materiales disponibles en esa fecha im portan 400 euros, ¿qué
ajuste procede?
□ A. 400Consumo de materiales a Materiales 400
□ B. 400 Materiales a Consumo de materiales 400
□ C. 420 Consumo de materiales a Materiales 420
□ D. 460 Materiales a Consumo de materiales 460

7. E l 1 de m ayo de 20X1 se pagaron 2.400 euros p or una p ó liza de seguros anual


y se cargó el im p orte total en la cuenta Gastos anticipados. Si la em presa cierra
su ejercicio anual el día 30 de ju nio, ¿qué ajuste deberá hacerse el 30 de junio
de 20X1?
□ A. 2.400 Gastos de seguros a Gastos anticipados 2.400
□ B. 400 Gastos anticipados a Gastos de seguros 400
□ C. 600 Gastos de seguros a Gastos anticipados 600
□ D. 400 Gastos de seguros a Gastos anticipados 400

8. E l 1 de octubre de 20X1 una empresa de consultoría firm ó con un cliente un con­


trato, por 24.000 euros, para la im plantación de una aplicación informática. Los
trabajos no se iniciarán hasta la segunda quincena de enero de 20X2. ¿Cómo afec­
ta aquel contrato a las Cuentas anuales del ejercicio term inado el 31 de diciembre
de 20X1?
□ A. Incrementa los ingresos en 24.000 euros.
□ B. Incrementa el activo en 24.000 euros.
□ C. Incrementa el activo y los ingresos en 2.000 euros.
□ D. No afecta.

9. ¿Cuál de los siguientes asientos no es un asiento de ajuste de peiiodificación?


□ A. Cargo: Caja. Abono: Ingresos cobrados por anticipado.
□ B. Cargo: Ingresos cobrados por anticipado. Abono: Ingresos servicios.
□ C. Cargo: Intereses de préstamos. Abono: Intereses a pagar.
□ D. Cargo: Gastos de alquiler. Abono: Alquileres pagados por anticipado.

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C a p it u l o 6: A sie n to s d e ajuste 219

10. E l 1 de ju lio del año 20X1, una em presa obtuvo un préstamo sin intereses de
100.000 euros, a devolver en diez plazos iguales, con vencim iento el día 1 de ju lio
de los diez años siguientes. ¿Qué in form ación sobre dicho préstamo deberá pro­
porcionarse en el Balance de situación referido al 31 de diciem bre del año 20X1?
□ A. El importe total dentro del pasivo circulante, por tratarse de un préstamo
sin intereses.
□ B. 10.000 euros dentro del pasivo circulante o corriente y 90.000 euros dentro
del pasivo exigible a largo plazo o pasivo no corriente.
□ C. 2 0 .0 0 0 euros dentro del pasivo circulante o comente y 80.000 euros dentro
del pasivo exigible a largo plazo o pasivo no corriente.
□ D. El importe total dentro del pasivo a largo plazo, por ser un préstamo sin
intereses.

11. E l 1 de ju lio de 20X1 cierta empresa pagó 8.200 euros por una póliza de seguros
anual. Si el 1 de enero de 20X2 pagó 38.000 euros poru ñ a segunda póliza también
de duración anual, ¿qué cifras figurarán en la Cuenta de resultados y en el Balance
de situación, respectivamente, correspondientes al año terminado el 30 de junio
de 20X2?
□ A. 27.200 y 19.000 euros.
□ B. 28.500 y 9.500 euros.
□ C. 36.700 y 9.500 euros.
□ D 38.000 y 8.200 euros

12. Una empresa, que cierra sus cuentas anuales el 31 de ju lio de cada año, paga el
alquiler trim estralm ente por adelantado los días 1 de enero, 1 de abril, 1 de ju lio
y 1 de octubre de cada año. Si el alquiler anual aumentó de 60.000 a 72.000 euros
desde el 1 de octubre de 20X1, ¿cuál es el gasto por alquileres que figurará en la
Cuenta de pérdidas y ganancias del año term inado el 31 de ju lio de 20X2?
□ A. 62.000 euros.
□ B. 63.000 euros.
□ C. 69.000 euros.
□ D. 70.000 euros.

13. A finales del año 20X1, una empresa adquirió un edificio por 750.000 euros. La
empresa estim ó que podría utilizarlo durante 30 años y venderlo al final de este
período por 60.000 euros. Si lo am ortiza linealmente, ¿cuál será la cuota de amor­
tización anual por este edificio?
□ A. 11.500 euros.
□ B. 23.000 euros.
□ C. 25.000 euros.
□ D. 27.000 euros.

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S egun da parte: El ciclo contable

14. Considerando la información proporcionada en la pregunta anterior, ¿qué saldo


mostrará la cuenta que registra la amortización acumulada del edificio al 31 de
diciembre del año 20X9, una vez computada la amortización de este año?
□ A. 161.000 euros.
□ B. 184.000 euros.
□ C. 200.000 euros.
□ D. 207.000 euros.

15. Cierta empresa posee un activo fijo amortizable adquirido por 200.000 euros el 1
de julio del año 20X0. La amortización acumulada de dicho activo al 31 de diciem­
bre del año 20X2, una vez registrada la amortización de dicho ejercicio, asciende
a 67.500 euros. Si la empresa computa la amortización aplicando una tasa anual
constante del 15% sobre el valor amortizable, ¿cuál fue el valor residual estimado?
□ A. 10.000 euros.
□ B. 20.000 euros.
□ C. 50.000 euros.
□ D. Otra cifra.

•JERCICIOS

R egistro de Las operaciones que a continuación se enuncian, independientes entre sí, requieren
L A O P E R A C IÓ N un ajuste de periodificación al 31 de diciembre, fecha de cierre del ejercicio contable.
O R IG IN A R IA Y Registre sobre la ecuación de balance cada una de las operaciones originarias y el ajuste

D E L P O S T E R IO R correspondiente, tal com o se hace en el punto 1 a modo de ejemplo.

A JU S T E
1. E l 1 de abril se pagaron 3.000 euros por una póliza de seguros de un año de duración.

N° Caja Otros activos Gastos Pasivo Patrimonio neto Ingresos


1. - 3.000 + 3.000
Aj. - 2.250 + 2.250

2. A lo largo del año se compraron embalajes a crédito por 1.600 euros. Al final del año el
coste de los embalajes disponibles o existencias finales ascendían a 100 euros.
3. El 1 de marzo se pagaron 6.000 euros por el alquiler anual de una valla de publicidad.
4. El 1 de mayo se obtuvo un préstamo bancario de 12.000 euros, al 8% de interés anual.
5. El 1 de septiembre se hizo una imposición de 20.000 euros en una entidad bancaria, al
3% de interés anual y vencimiento a un año.
6. El 1 de enero se adquirió una furgoneta por 28.000 euros, al contado, que se amortizará me­
diante cuotas anuales iguales en tres años y computando un valor residual de 4.000 euros.
7. Se cobraron 15.000 euros por anticipado de un cliente por un servicio de manteni­
miento que se prestará de manera continuada durante un año. El contrato entró en
vigor el 1 de septiembre.

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C a p it u l o 6: A sie n to s d e ajuste 22 1

El libro Mayor de una empresa de servicios proporciona, entre otras, las siguientes 6 .2 . C o n v e r s ió n

cuentas y saldos antes de ajustes, al 31 de octubre de cierto año: DE ACTIVOS EN


GASTOS
Saldos deudores Saldos acreedores
Y DE PASIVOS EN
Seguros pagados por a n tic ip a d o ........................ 2.700
INGRESOS
Material de o fic in a ........................................................ 1.800
Mobiliario ............................................................................ 5.000
Amortización acum ulada de m o b iliario .......... 1.400
Ingresos cobrados por anticipado ..................... 8.200

De esta empresa, que ajusta sus cuentas mensualmente, se sabe además que:

1. El gasto mensual por seguros asciende a 300 euros.


2. El material de oficina disponible al 31 de octubre se valora en 1.100 euros.
3. La depreciación mensual estimada del mobiliario es 200 euros.
4. Al 31 de octubre se calcula que se han prestado el 25% de los servicios que se habían
cobrado por anticipado. (Nota: La cuenta Ingresos cobrados por anticipado es equi­
valente a ‘Ingresos anticipados' o ‘Anticipos de clientes’.)

SE PIDE: Prepare los asientos de ajuste que procedan al 31 de octubre.

ECASA (Economistas Asesores, S.A.) inició sus operaciones el día 1 de septiem­ 6 .3 . A j u s t e s


bre y tiene intención de formular estados financieros mensualmente. Prepare los POR GASTOS
asientos de ajuste, al 30 de septiembre del mismo año, si se dispone de la siguiente E INGRESOS
información:
DEVENGADOS

1. Al 30 de septiembre debía a los empleados 1.600 euros, por horas extra, que se paga­
rán el 15 de octubre.
2. El 1 de septiembre obtuvo un préstamo hipotecario de 30.000 euros y a un tipo de
interés del 10 % anual.
3. Los servicios prestados durante el mes de septiembre, pendientes de facturar y co­
brar, ascienden a 9.500 euros.
4. El 15 de septiembre la sociedad concedió un crédito a uno de los socios, por 12.000
euros y al 6 % de interés anual.

Una galería comercial comenzó su actividad el 1 de septiembre de 20X1. En esta 6 .4 . E f e c t o


fecha pagó 3.600 euros por una póliza de seguros, que cubría un período de doce me­ DE LOS AJUSTES
ses, y que registró en la cuenta Seguros pagados por anticipado. El 1 de septiembre
EN PERÍODOS
de 20X2 pagó 4.800 euros, por idéntico concepto, que cargó en la misma cuenta. Esta
CONSECUTIVOS
empresa cierra su ejercicio anual el 31 de diciembre, que es la única fecha en la que
ajusta sus cuentas.

SE PIDE: Prepare los asientos que procedan en las siguientes fechas: 1 de septiembre
de 20X1, 31 de diciembre de 20X1, 1 de septiembre de 20X2 y 31 de diciembre de 20X2.
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S egun d a parte: El c ic lo c o n t a b le

C á l c u l o de la El 1 de junio de 20X1, cierta empresa compró al contado una nueva maquinaria por
A M O R T IZ A C IÓ N 54.000 euros. Se estima que su vida útil será de 7 años y un valor residual de 1.500 euros.
Y P R E S E N T A C IÓ N Esta maquinaria se amortizará linealmente, esto es, mediante cuotas anuales constantes,
E N LO S ESTAD O S y el ejercicio contable termina el 31 de diciembre de cada año.
F IN A N C IE R O S
SE PIDE:
a) Calcule el gasto de amortización de 20X1 y 20X2.
b) Asientos para registrar la amortización, por los métodos directo e indirecto, en 20X1
y 20X2.
c) Prepare la sección del Balance donde figurará esta maquinaria en ambos ejercicios y
en cada uno de los métodos indicados.

P r e p a r a c ió n TRIAL, S.A. es una empresa editora de revistas de temática económica. Sus cuentas y
y a n á l is is de saldos ajustados al final de un ejercicio contable, el 31 de diciembre de 20X5, son:
un Balance
Am ortización acumulada Materiales de papelería ............................... 200
DE S A LD O S
de edificios ...................................................... 280 Préstam o hipotecario a largo plazo .... 1.300
A JU S T A D O S
Arrendam ientos!*) .......................................... 190 Primas de seguros ( * ) ..................................... 250
Caja ............................................................................ ? Proveedores ......................................................... 200
Capital s o c ia l....................................................... 300 R eservas!**) ......................................................... 150
Consum o de materiales Seguros pagados por a n tic ip a d o 350
de papelería ................................................... 410 Sueldos pendientes de pago .................. 150
Edificios .................................................................. 1.400 Sueldos y salarios ( * ) .........................................1.160
Efectos com erciales ac o b ra r..................... 375 Suscripciones cobradas
G astos de amortización ............................... 28 por a n tic ip a d o ............................................ 100
G astos financieros ........................................... 80 Terrenos (* * * )....................................................... 200
Ingresos fin a n cie ro s........................................ 50
Ingresos por prestación de servicios .. 2.700

( * ) Cuentas de gastos.
( * * ) R esu ltad os d e años an teriores reten id o s en la em presa.
( * * * ) V a lo r a trib u id o al su elo s ob re el q u e está con stru id o el edificio.

SE PIDE:
a) Prepare el Balance de saldos ajustados.
b) Indique el procedimiento utilizado para calcular el saldo de Caja.
c) Si el edificio se amortiza linealmente, ¿cuál fue el número de años de vida útil esti­
mada? ¿cuántos años hace que se compró y empezó a utilizarse?
d) Si el 1 de enero de 20X5 las existencias de materiales de papelería ascendían a 100,
¿cuál fue la cifra de compras de materiales en el año 20X5?
e) Si la empresa tiene contratada una única póliza de seguros, de duración anual, cuyo
importe total pagó en 20X5, ¿en qué fecha entró en vigor esa póliza?

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C a p ít u l o 6: A sie n to s d e ajuste 223

El Balance de saldos de Encuadernaciones García, S.L., al final de su prim er año de 6 .7 . AJUSTES Y


actividad, y antes de realizar los ajustes exigidos por la información adicional, es: BALANCE
, . _ . r . DE SALDOS
Encuadernaciones G arcía, S.L.
Balance de saldos AJUSTADOS
al 31 de diciem bre de 20X1
Cuentas Saldos deudores Saldos acreedores
C a ja .............................................................................. .................. 18.400
M a te ria le s................................................................. .................. 6.790
Maquinaria .............................................................. .................. 15.000
Préstamo b a n ca rio .............................................. 7.500
Capital social .......................................................... 25.000
Ingresos por servicios ........................................ 48.590
Gastos de a lq u ile r................................................ ................. 11.000
Sueldos y salarios ............................................... .................. 24.000
Intereses del p ré sta m o .................................... .................. 500
Suministros (*) ....................................................... .................. 5.400
Totales ................................................................................ 81.090 81.090
(* ) C onsum o anual d e agua, luz, gas y com u n icacion es.

Información adicional:
1. A la maquinaria, que se compró al comienzo del año, se le estima una vida útil de tres años
sin valor residual. Se amortizará mediante cuotas anuales constantes (amortización lineal).
2. En la fecha de cierre del ejercicio se había realizado la encuadernación de una colec­
ción de libros antiguos de contabilidad, por importe de 17.900 euros, que se entregará
y cobrará en la segunda quincena de enero de 20X2.
3. El coste de los materiales disponibles al 31 de diciembre de 20X1, según el inventario
realizado en esta fecha, asciende a 3.400 euros.
4. Está pendiente de pago el alquiler de diciembre. La mensualidad es la misma que la
pagada y contabilizada en los once primeros meses de 20X1.

SE PIDE:
a) Asientos de ajuste necesarios al 31 de diciembre de 20X1.
b) Prepare las cuentas en form a de T para obtener los saldos ajustados de las cuentas.
c) Balance de saldos ajustados.

Del Balance de saldos ajustados de una em presa de servicios, al 31 de enero 6 .8 . A n álisis


de 20X7, se ha obtenido la siguiente inform ación: DE SALDOS

Saldos deudores Saldos acreedores AJUSTADOS


M ateriales............................................................................... 700
Seguros pagados por a n tic ip a d o .......................... 1.560
Sueldos pendientes de pago ................................... 1.200
Ingresos cobrados por anticipado ........................ 750
Gastos de m a te ria le s...................................................... 950
Gastos de s e g u ro s ........................................................... 520
Sueldos y salarios ............................................................. 1.800
Ingresos por s e rv ic io s..................................................... 2.000

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S egun d a parte: El ciclo contable

Considerando que el período contable comenzó el 1 de enero y que la empresa ajusta


sus cuentas al final de cada mes, conteste las siguientes preguntas:

a) Si durante el mes de enero se compraron materiales por 850 euros, ¿cuáles eran las
existencias de materiales al 1 de enero?
b) Si la duración inicial de la póliza de seguros era un año, ¿cuál fue el importe total pa­
gado por dicha póliza y cuándo entró en vigor?
c) Si en enero se pagaron salarios por 2.500 euros, ¿cuál era la deuda contraída por este
concepto al 31 de diciembre de 20X6?
d) Si se cobraron 1.600 euros por los servicios prestados en enero, ¿qué saldo presentaba
la cuenta Ingresos cobrados por anticipado al 31 de diciembre de 20X6?

A justes Taxi Avión, S.A. es una pequeña compañía aérea que ajusta sus cuentas al final de cada
y A N Á L IS IS mes. Del balance de saldos ajustados al 31 de diciembre de cierto año se ha obtenido la

DE S A L D O S siguiente información:

A JU S TA D O S Saldos deudores Saldos acreedores


Alquileres pagados por a n ticip a d o .............. 7.200
Seguros pagados por a n tic ip a d o ................. 3.500
Flota de a v io n e s .......................................... 240.000
Am ortización acum ulada de la flota ............ 36.000
Billetes cobrados por anticipado ................ 90.000

Otra información

1. La flota, que se compone de un único avión, se amortiza linealmente en 20 años sin


valor residual.
2. El 1 de noviembre se pagó por anticipado el alquiler de seis meses.
3. La póliza anual de seguros se pagó y entró en vigor el día 1 de agosto.
4. Los billetes se venden y cobran por adelantado, y siempre con más de treinta de días de
adelanto. Los servicios prestados en el mes de diciembre totalizaron 75.000 euros.

SE PIDE:
a) Antigüedad del avión, en meses.
b) Alquiler mensual.
c) Coste total de la póliza de seguros.
d) Asientos de ajuste realizados el 31 de diciembre en los que intervinieron las siguientes cuen­
tas: Gastos de amortización, Gastos de alquileres, Gastos de seguros e Ingresos por servicios.

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C a p ít u l o ó : A sie n to s d e ajuste 225

Aries, S.L., sociedad titular de una empresa de limpiezas, presenta al 31 de diciembre 6 .1 0 . A ju s t e s y

del año 20X5 el siguiente Balance de saldos antes de ajustes: B a lan ce


d e S A LD O S
Cuentas i Saldos deudores Saldos acreedores
A JU S TA D O S
Bancos, c/c ................................................................... ....................... ! 55.200
40.000
Deudas a largo plazo ............................................ 30.000
Gastos de a lq u ile r..................................................... 7.200
Créditos a largo plazo ................................................................... i 40.000
Gastos de personal ................................................. ....................... 20.400
Suministros ..................................................................... 700
Materiales de limpieza .................................................................. 1.500
Gastos financieros .................................................... ....................... 7.000
Ingresos por s e rv ic io s ............................................ 60.000
Ingresos fin a n cie ro s.................................................. 2.000
T o ta le s ......................................................................................................j 132.000 132.000

Una revisión de los registros contables puso de manifiesto los siguientes hechos y
circunstancias:

1. La sociedad alquiló una furgoneta, por un período de un año, e hizo un pago a cuenta
de 7.200 euros que cargó en la cuenta Gastos de alquiler. El coste definitivo se calcu­
lará a razón de 1,8 euros por kilómetro, liquidándose la diferencia a la conclusión
del contrato. El contrato de alquiler se firmó el 1 de octubre del año 20X5 y al 31 de
diciembre se habían recorrido 1.000 kilómetros.
2. El último recibo del gas, pagado y registrado en la cuenta Suministros, incluye un importe
de 100 euros correspondiente al consumo estimado del mes de enero del año 20X6.
3. Se cobraron por adelantado 1.000 euros por el servicio de limpieza de una nueva sala
de cines. Dicho cobro se registró cargando la cuenta de Caja y abonando la cuenta
Ingresos por servicios.
4. El préstamo de 30.000 euros lo obtuvo la sociedad el 1 de enero del año 20X5, al 10%
de interés anual pagadero por semestres vencidos los días 1 de julio y 1 de enero. Los
únicos intereses de dicho préstamo, pagados y registrados en la cuenta Gastos finan­
cieros, son los correspondientes al primer semestre del año 20X5.
5. La sociedad concedió un crédito por un principal de 40.000 euros, al 5% de interés
anual pagadero anualmente por anticipado. Dicho crédito se concedió el 1 de julio del
año 20X5 y los intereses se registraron en la cuenta Ingresos financieros.
6. El coste de los materiales de limpieza disponibles al 31 de diciembre del año 20X5
ascendía a 300 euros.

SE PIDE:
Prepare los asientos de ajuste, al 31 de diciembre de 20X5, y el Balance de saldos
ajustados.

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Estados financieros
y cierre de cuentas

C o n t e n id o s y o b j e t iv o s

□ S u m a r io

7.1. Clasificación de los saldos ajustados


7.2. Preparación de los estados financieros principales
7.3. El proceso de liquidación y cierre del ejercicio
7.4. El impuesto sobre beneficios
7.5. Otros principios contables

O Ejercicio de recapitulación

Materiales de autoevaluación
Cuestionario tipo test
X Ejercicios

■ O bjetivos

1. C la s ific a r las c u e n ta s in c lu id a s e n el B a la n c e d e s a ld o s a ju s ta d o s e n las d o s g ra n d e s


c a te g o ría s c o n o c id a s : c u e n ta s d e b a la n c e y c u e n ta s d e re su lta d o s.
2. C o n o c e r lo s fo rm a to s b á s ic o s d e p re s e n ta c ió n d e la C u e n ta d e p é rd id a s y g a n a n cias
y d e l B a la n c e d e s itu a c ió n .
3. Realizar los asiento s necesario s, e n el Diario y en el Mayor, p ara sald ar y cerrar las cuentas.
4. C o n ta b iliz a r el im p u e s to q u e g ra v a el b e n e fic io e m p re s a ria l, lla m a d o Im p u e sto de
S o c ie d a d e s .
5. C o n c lu ir el c ic lo c o n ta b le d e e m p re s a s cu y a a c tiv id a d p rin c ip a l c o n s is te en la
p re sta c ió n d e se rv ic io s .
6. E n te n d e r el a lc a n c e d e n u e v o s p rin c ip io s c o n ta b le s (u n ifo rm id a d , p ru d e n c ia , no
c o m p e n s a c ió n e im p o rta n c ia re la tiv a ), a d ic io n a le s a los d o s ya e s tu d ia d o s en el
C a p ítu lo 4 (e m p re sa en fu n c io n a m ie n to y d e v e n g o ).

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S e g u n d a p a r t e : E l c ic l o c o n t a b l e

E n e l c a p ít u lo a n t e r io r s e d e s c r ib ía n la s c in c o e t a p a s a t r a v é s d e la s c u a le s s e d e s a r r o lla e l
c ic lo c o n t a b le y, e n p a rtic u la r, s e ju s t if ic a b a la n e c e s id a d d e d e p u r a r lo s s a ld o s q u e p u e d e n
p r e s e n t a r a lg u n a s c u e n t a s a s í c o m o la in c o r p o r a c ió n d e n u e v a s p a r t id a s , m e d ia n t e lo s a s ie n ­
t o s d e a ju s t e , c u a n d o la e m p r e s a s e d is p o n e a c e r r a r e l e je r c ic io . T a m b ié n s e p r e s e n t a b a u n a
c o m p le t a c la s ific a c ió n d e lo s t ip o s d e a ju s t e s m á s h a b it u a le s .

E l p r o c e s o d e a ju s t e s e s la p r im e r a t a r e a , d e n a t u ra le z a n e t a m e n t e c o n t a b le , q u e e s p r e ­
c is o a c o m e t e r c a d a v e z q u e s e c ie r r a u n e je r c ic io . E n e s t e c a p ít u lo s e e s t u d ia n la s d o s e t a p a s
s ig u ie n t e s y ú lt im a s d e t o d o c ic lo c o n t a b le , q u e t ie n e n p o r o b je t o :

• La preparación de los estados financieros o estados contables, c iñ e n d o n u e s t ro e s t u ­


d io a lo s d o s e s t a d o s b á s ic o s o p r in c ip a le s : la C u e n t a d e p é r d id a s y g a n a n c ia s , C u e n t a
d e r e s u lt a d o s o E s t a d o d e r e s u lt a d o s y e l B a la n c e d e s it u a c ió n o E s t a d o d e s itu a c ió n
f in a n c ie r a . La le g is la c ió n m e rc a n t il d is p o n e q u e s e in s c r ib a n e n e l d e n o m in a d o " L ib r o
d e In v e n t a r io s y C u e n t a s A n u a le s " .

• El cierre de cuentas o c ie r r e d e lib ro s . E s t e p r o c e s o , e s e n c ia lm e n t e f o r m a l, t ie n e su


r e fle jo e n lo s lib ro s D ia r io y M a y o r.

U n a v e z t e r m in a d o e s t e e s t u d io , e l le c t o r d is p o n d r á y a d e u n a c o m p le t a p a n o r á m ic a
d e l p r o c e s o c o n t a b le . P o r r a z o n e s p e d a g ó g ic a s , ta l c o m o v e n im o s h a c ie n d o h a s ta a h o ra ,
lo s c a s o s p r á c t ic o s q u e s e u tiliz a n h a c e n r e fe r e n c ia e x c lu s iv a m e n t e a e m p r e s a s q u e a c tú a n
d e n t r o d e l s e c t o r s e r v ic io s y q u e d e s a r r o lla n a c t iv id a d e s p o r t o d o s c o n o c id a s (r e p a r a c io n e s ,
m a n t e n im ie n t o , lim p ie z a , t r a n s p o r t e s , e tc .).

E n lo s c a p ít u lo s s ig u ie n t e s , d e s p u é s d e a n a liz a r la s p e c u lia r id a d e s p r o p ia s d e la s e m p r e ­
s a s c o m e r c ia le s (e m p r e s a s q u e v e n d e n p r o d u c t o s a d q u ir id o s a o t r a s e m p r e s a s , sin s o m e ­
t e r lo s a n in g u n a o p e r a c ió n s u s t a n t iv a d e t r a n s f o r m a c ió n ), e l e s t u d io r e a liz a d o h a s t a a q u í s e
e x t ie n d e a e s t e t ip o d e e m p r e s a s .

El c a p ít u lo c o n c lu y e p r e s e n t a n d o lo s a s ie n t o s r e q u e r id o s p a r a c o n t a b iliz a r el impuesto
que grava el beneficio empresarial - lla m a d o Im p u e s t o s o b r e b e n e fic io s o Im p u e s t o d e s o ­
c i e d a d e s - y s e a n a liz a n o tro s cuatro p rin cip io s co n ta b le s (u n ifo r m id a d , p r u d e n c ia , n o c o m ­
p e n s a c ió n e im p o r t a n c ia re la t iv a ), r e c o g id o s t a n t o p o r la v ig e n t e le g is la c ió n m e rc a n t il c o m o
e n e l m a rc o c o n c e p t u a l d e l P la n G e n e r a l d e C o n t a b ilid a d d e 2 0 0 7 .

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S eg u n d a pa rte: El ciclo contable

7.1. C LA S IF IC A C IÓ N D E LO S SA LD O S A JU STA D O S

E l proceso de ajustes o de regularización del ejercicio culm ina con la ela­


boración del docum ento contable que hem os denom inado B alan ce de saldos
ajustados. Este inform e contiene el listado com pleto de cuentas y saldos que va
a p erm itim os alcanzar dos objetivos esenciales:

a. C alcular la cuantía del resultado obtenido en el ejercicio terminado.


Esta m agnitud se obtiene p o r diferencia entre los ingresos y gastos ajus­
tados, y el inform e que se prepara para in form ar de la com posición y
cuantía del resultado del ejercicio se denom ina Cuenta de pérdidas y ga­
nancias, Cuenta de resultados o Estado de resultados.
b. Presentar la situación patrimonial o situación económico-financiera
existente en la fecha de cierre. Ésta viene determinada por la composición
y cuantía de los activos, pasivos y partidas de neto, teniendo presente que el
resultado del ejercicio -positivo o negativo- previamente calculado, constituye
un componente más del patrimonio neto. El Balance de situación es el estado
contable que contiene esta información, que en las Normas Internacionales de
Información Financiera se denomina Estado de posición financiera.

El sistema contable genera también otros informes complementarios al Balance


y Cuenta de pérdidas y ganancias. Con carácter general, la normativa vigente requie­
re que aquellos se acompañen de otros tres informes: el Estado de Cambios en el
Patrimonio Neto (ECPN), el Estado de Flujos de Efectivo (EFE ) y la Mem oria o
Notas a los estados financieros anteriores, pero para la elaboración de éstos se requie­
re el concurso de datos adicionales a los que contiene el Balance de saldos ajustados.

Partiendo de este informe, y para facilitar la form ulación de la Cuenta de pérdi­


das y ganancias y del Balance de situación, puede prepararse una tabla -denom i­
nada hoja de trabajo - con el fin de clasificar las cuentas incluidas en el Balance de
saldos ajustados en dos grupos: las cuentas diferenciales o de resultados (ingresos
y gastos) y las cuentas integrales o de balance (activos, pasivos y partidas de neto).

En el Cuadro 7.1 se presenta esta hoja de trabajo, utilizando los datos del Balance
de saldos ajustados obtenido en el ejercicio de recapitulación del capítulo anterior
correspondiente a la empresa Limpiauto, S.A., organizados por clases de cuentas.

Para preparar la hoja de trabajo recogida en el Cuadro 7.1 se ha procedido


del siguiente modo:
- En las dos primeras columnas, bajo los títulos Cuentas y Saldos ajustados,
nos hemos limitado a transcribir la información proporcionada por el ba­
lance de saldos obtenido al término de la etapa de ajustes y regularización.
- A continuación esos saldos se clasifican en dos grupos: los correspondientes a las
cuentas de gastos e ingresos, que se trasladan a la columna denominada Cuentas
de resultados, y los mostrados por las cuentas de activo, pasivo y neto, que se

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C a p ít u l o 7; Estad o s financieros y cierre d e cuentas 229

trasladan a la columna titulada Cuentas de balance. A su vez, en cada una de estas


dos columnas se han separado los saldos deudores de los acreedores.

- Al final de la tabla se ha habilitado una fila para reflejar el Resultado del


ejercicio, magnitud que se ha calculado así:

(+) Cuentas de resultados de signo acreedor (in greso s)......................... 26.160


(-) Cuentas de resultados de signo deudor (gastos)................................... (12.920)
= Resultado del ejercicio (b e n eficio )..................................................................... 13.240

Cuadro 7.1.
Hoja de trabajo

Limpiauto, S.A.
Hoja de trabajo para clasificar los saldos ajustados
al 31 de c iciem bre de 20X4
SA LD O S C U EN TA S DE CU EN TA S
CU EN TA S A JU S T A D O S RESULTADO S D E B A LA N C E
Sd Sa Sd Sa Sd Sa
' T e so rería........................................................................................ 3.350 3.350
C lien tes........................................................................................... 5.860 5.860
M a te ria le s.................................................................................... 160 160
C o n stru ccio n es......................................................................... 31.200 31.200
Am ortización acum ulada de construcciones 3.600 3.600
M aq u inaria................................................................................... 15.000 15.000
9.000 9.000
200 200
Capital so cial............................................................................... 8.000 8.000

Reservas.......................................................................................... 2.170 2.170


13.500 13.500
A cree d o res................................................................................... 1.000 1.000
Intereses a pagar a corto plazo .................................... 240 240
Préstamos a corto plazo...................................................... 4.500 4.500
. Sueldos a p ag ar........................................................................ 520 520
16 000 16 000

Ingresos por otros se rvicio s............................................. 10.160 10.160

I' Sueldos y salarios .................................................................. 5.220 5.220


G astos de publicidad .......................................................... 480 480
Sum inistros................................................................................... 320 320
Primas de seguros ................................................................. 600 600
Intereses de p ré sta m o s...................................................... 1.440 1.440
Consum o de m ateriales .................................................... 660 660
v G astos de am o rtizació n...................................................... 4.200 4.200
Totales ............................................................................. 68.690 68.690
Su b to tale s......................................................................... 12.920 26.160
Resultado del eiercício (b e n e ficio )................ 13.240 13.240
Totales ................................................................................................................................ 26.160 26.160 55.770 55.770

la: S d = Saldos deu dores; S a = S ald os acreedores.

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S eg u n d a pa rte: E¡ ciclo contable

La cifra calculada se anota después en la subcolumna que sumaba menos,


consiguiendo que la suma final de saldos deudores y acreedores totalice el m is­
m o im porte. Esta form a de proceder sólo obedece a un form alism o tradicional­
m ente respetado en los inform es contables.

Finalmente, en la últim a colum na, que lleva p o r título Cuentas de balance,


se han anotado los saldos presentados p o r todas las cuentas de activo, pasivo y
neto. La cifra correspondiente al resultado del ejercicio, que es un com ponente
del neto, se refleja p o r ello com o una partida más del balance, en nuestro caso
de signo acreedor por tratarse de beneficio.

La hoja de trabajo no es sino un b o rra d or que, opcionalm ente, puede ser


u tilizada para fa cilita r la elaboración de los estados contables. L a hoja de tra­
bajo en ningún caso fo rm a rá parte de los docum entos que la em presa com u ­
nica a terceros.

7.2. PREPARACIÓ N D E LO S ESTA D O S FIN A N C IER O S


PRIN CIPALES
Una vez realizada la clasificación de los saldos ajustados, tal com o se ha he­
cho en la hoja de trabajo, la form u lación de los estados financieros o estados
contables finales se reduce a la ordenación y agrupación de aquellos saldos, si­
guiendo esencialm ente los criterios que se exponen a continuación.

7.2.1. Cuenta de pérdidas y ganancias

Este in form e -lla m a d o tam bién Cuenta de resultados o Estado de resul­


tad os- se nutre de las partidas positivas (ingresos) y negativas (gastos) que
determ inan el resultado, ben eficio o pérdida, conseguido en un determ inado
período de tiem po. E l resultado se calcula, com o se acaba de indicar, p o r di­
ferencia entre los ingresos y gastos ajustados correspondientes al p eríod o de
tiem po considerado.

Tal co m o se a n ticipaba en el C apítulo 4, el fo rm a to de presen tación de


la Cuenta de pérdidas y ganancias que establece el vigen te Plan G eneral de
C ontabilidad, se correspon de con una estructura vertical, en cascada o en
form a de lista, en la que los ingresos y gastos se agrupan en varias categorías
con el fin de calcu lar y m ostrar tres márgenes interm edios de resultados: Re­
sultado de explotación , R esu ltado fin an ciero y R esu ltado antes de impuestos,
figu rando en la últim a lín ea el R esu ltado del eje rcicio (tam bién lla m a d o en
el argot p rofesion a l R esu ltado líq u id o, R esu ltado n eto o R esu ltado después
de im pu estos).

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C a p it u l o 7: Estad o s financiero s y cierre de cuentas 231

U tilizando los datos del ejem plo recogido en el Cuadro 7.1, y adoptando en
lo esencial el form ato de presentación del PGC, en el Cuadro 7.2 se presenta la
Cuenta de pérdidas y ganancias de Lim piauto, S.A. correspondiente al año 20X4.

■ Cuadro 7.2.
Limpiauto, S.A.
C uenta de pérdidas
Cuenta de pérdidas y ganancias
correspondiente al año 20X4 y ganancias

Ingresos de e x p lo ta c ió n ............................................................................................................................... 26.160

Ingresos por lavado .......................................................................................................... 16.000

Ingresos por otros servicios ........................................................................................ 10.160

G astos de explotación ............... (11.480)

Sueldos y s a la rio s ................................................................................................................ 5.220

G astos de publicidad ...................................................................................................... 480

Suministros ............................................................................................................................. 320

Primas de s e g u ro s .............................................................................................................. 600

Consum o de m ateriales ................................................................................................ 660

G astos de am o rtizació n .................................................................................................. 4.200 ________

RESULTADO D E EX P LO TA C IÓ N ........................................................................................................... 14.680

Ingresos financieros ......................................................................................................................................... 0

Gastos fin a n c ie ro s............................................................................................................................................. (1.440)

Intereses de préstam os .................................................................................................. 1.440 ________

RESULTADO F IN A N C IE R O ........................................................................................................................... (1.440)

RESULTADO A N T ES D E IM PU ESTO S ................................................................................................. 13.240

Menos: Impuesto sobre beneficios......................................................................................................... 0

RESULTADO D EL E JE R C IC IO (b e n e fic io ).......................................................................................... 13.240

El Resultado de explotación se ha obtenido p o r diferencia entre los ingresos


y gastos calificados dentro de esta categoría (que son todos los ingresos y gastos,
excepto los de naturaleza financiera y el im puesto que grava el beneficio) y el R e­
sultado financiero por diferencia entre los ingresos financieros -ausentes en este
ejercicio- y los gastos financieros, que en este caso práctico son los intereses del
préstamo bancario. Finalm ente, el Resultado antes de impuestos equivale a la
suma de los m árgenes de explotación y financiero (en el ejem plo: 14.680 - 1.440
= 13.240 euros) y coincide tam bién con el Resultado del ejercicio, debido a que
hemos supuesto para sim plificar que esta sociedad no tributa por el Im puesto
sobre beneficios.

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7.2.2. Balance de situación

Este estado contable muestra, adecuadamente clasificados, la totalidad de los


activos, pasivos y partidas de patrim on io neto con que cuenta la em presa en la
fecha de cierre de cada ejercicio. Para su elaboración, bastará ordenar y agru­
par las cuentas representativas de aquellos elem entos en grupos hom ogéneos o
masas patrim oniales.

A tal efecto, com o ya conocem os, el activo se segrega en dos grandes agru­
paciones: Activo no corriente (fijo o in m oviliza d o) y Activo corriente o circu­
lante, en tanto que el lado derecho del balance, o Pasivo en sentido am plio, se
desglosa en las siguientes tres agrupaciones: Patrim onio neto, Pasivo no co­
rriente (Deudas a largo plazo o Recursos ajenos a largo p la zo) y Pasivo corrien­
te (Pasivo circulante, Deudas a corto plazo o Recursos ajenos a corto plazo).

Con los datos que figuran en el Cuadro 7.1. se formula el Balance de situación
que se muestra en el Cuadro 7.3 correspondiente a esa misma sociedad y referido
al 31 de diciem bre de 20X4. Observe que el resultado alcanzado en el ejercicio ter­
minado en esa fecha, que figura en la Cuenta de pérdidas y ganancias, form a parte
del Patrimonio neto (con signo positivo, en este caso, por tratarse de beneficio).
Además, y conform e al criterio legal, los activos se han ordenado de m enor a ma­
yor liquidez en tanto que los pasivos se presentan ordenados de m enor a mayor
exigibilidad.

Limpiauto, S.A.
Balance de situación
al 31 de diciem bre de 20X4

Activo Patrimonio neto y pasivo


Activo no corriente .......................................... 33.600 Patrimonio neto ...................................... . 23.410

31.200 i 8.000

Am ortización acumulada Reservas ........................................................ 2.170

(3.60 0) , 13.240

M aquinaria .................................................. 15.000 Pasivo no corriente ................................ 13.500

Am ortización acumulada Préstamos a largo p la z o .................... 13.500

(9.000) Pasivo corriente ...................................... 6.260

Activo corriente ....................................... 9.570 i Acreedores ................................................. 1.000

C lie n te s .......................................................... 5.860 i Intereses a pagar a corto plazo .... 240

M a te ria le s .................................................... 160 Préstamos a corto p la z o ..................... 4.500

Seguros pagados por anticipado . 2 0 0 ; Sueldos a p a g a r ...................................... 520

Tesorería ....................................................... 3.350 ___ —


43J70
Total activo ........................................... 43.170 Total patrimonio neto y pasivo ...

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C a p ít u l o 7: Estad o s financieros y cierre de cuentas 233

7.3. E L P R O C E S O DE LIQ U ID A CIÓ N Y C IER R E


D E L E JE R C IC IO
La últim a tarea que se realiza al final de cada ejercicio contable, una vez
formulados los estados financieros, tiene una finalidad esencialm ente form al
y consiste en la realización de un conjunto de anotaciones en el D iario y en el
Mayor, con el objeto de saldar y cerrar todas las cuentas.

Estas anotaciones llevan por fecha el ú ltim o día del ejercicio contable -au n­
que se hagan, en la práctica, en fechas posteriores- y se nutren de la inform ación
contenida en el Balance de saldos ajustados.

El proceso de cierre de cuentas se desarrolla en dos fases consecutivas: en


la primera intervienen las cuentas diferenciales o de ingresos y gastos y, en la
segunda, las cuentas de balance.

7.3.1. Cierre de las cuentas de ingresos y gastos

Las cuentas de ingresos y gastos registran los m ovim ientos que experim entan
las magnitudes que representan con referencia a un determ inado intervalo tem ­
poral, generalm ente un año. Por ello, estas cuentas se abren sin saldo al com ien­
zo de cada ejercicio, y se saldan y cierran a la conclusión del mismo.

En el proceso de cierre de las cuentas de ingresos y gastos sus saldos se transfieren


a una nueva cuenta, denominada R esu ltado d el ejercicio, lográndose dos objetivos:

1. Saldar las cuentas de ingresos y gastos.


2. Acumular en una única cuenta el resumen de todos los saldos representa­
tivos del resultado del ejercicio.

El cierre de las cuentas diferenciales y el reflejo en el D iario y en el M ayor


del resultado del ejercicio, suele plasmarse en dos asientos. Uno para saldar las
cuentas de resultados con saldo deudor -en esencia las cuentas de gastos- y
trasladar sus saldos a la cuenta de Resultado del ejercicio; esquemáticamente:

x
CU EN TA S D E RESU LTADO S
R E S U L T A D O D E L E J E R C IC IO a
D EU D O R A S (Cuentas de gastos)
x

Y otro para saldar las cuentas de resultados con saldo acreedor -la s cuentas
de ingresos-. Esquem áticam ente:

---------------------------------------------------------- x ------------------------------------------------
C U E N T A S DE R E S U LTAD O S ,,T A n n n P I P I P p r i r i o
A C R E E D O R A S (C u e n ta s d e in g re s o s ) a R E S U L T A D O D E L E J E R C IC IO
‘ x ---------------------------------------
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S eg u n d a parte: El ciclo contable

Com o en los asientos anteriores las cuentas de resultados deudoras se abo­


nan y las acreedoras se cargan por el im porte de sus respectivos saldos, una vez
realizados todas las cuentas de gastos e ingresos presentarán saldo cero o nulo,
y la nueva cuenta -Resultado del e je rcicio - será la depositaría en este m om ento
de aquellos saldos, recogiendo en el D ebe los gastos totales del ejercicio y en el
H aber los ingresos totales. Esto es:

D ebe RESU LTADO D E L E JE R C IC IO Haber


Suma de los Suma de los
S A LD O S D EU D O R ES S A LD O S A C R E E D O R E S
D E RESU LTADO S D E RESULTADO S
(Total gastos) (Total ingresos)

En consecuencia, la cuenta Resultado del ejercicio presentará saldo acreedor


si los ingresos superan a los gastos (lo que significa que se ha obtenido beneficio)
y saldo deudor si los gastos exceden a los ingresos (lo que indica que el ejercicio
se ha cerrado con pérdida).

Algunos autores consideran las operaciones de cierre de las cuentas de ingre­


sos y gastos com o los últim os apuntes del proceso de regularización, y denom i­
nan a estos apuntes asientos de determ inación o de liquidación del resultado.

U tilizando nuevam ente los datos recogidos en el Cuadro 7.1, a continuación


se muestra el proceso de cierre de las cuentas de resultados m ediante los dos
asientos señalados. El prim ero (C 1) perm ite saldar las cuentas de gastos y el
segundo (C 2) las cuentas de ingresos.

(C1) 31 de diciem bre de 20X4


12.920 Resultado del ejercicio a Sueldos y salarios 5.220
a Gastos de publicidad 480
a Suministros 320
a Primas de seguros 600
a Consumo de materiales 660
a Intereses de préstamos 1.440
a Gastos de amortización 4.200
• Para saldar las cuentas de gastos y trasladar sus saldos a la cuenta
síntesis de resultados (Resultado del ejercicio).

(C2) -------------------- 31 de diciem bre de 20X4 ----------------------------

16.000 Ingresos por lavado


10.160 Ingresos por otros servicios a Resultado del ejercicio 26.160
• Para saldar las cuentas de ingresos y trasladar sus saldos a la cuenta
síntesis de resultados (Resultado del ejercicio).

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C a p ít u l o 7: Estad o s financieros y cierre de cuentas 235

En el Cuadro 7.4 se muestra, m ediante un diagram a de flujos, el proceso de


cierre de las cuentas de gastos e ingresos y el traslado de sus saldos a la cuenta
síntesis de resultados.

■ Cuadro 7.4.
CU EN TA S D E G A S T O S C U EN TA S D E IN G R ESO S
Diagram a del proceso
Ingresos
de cierre de las cuentas
de gastos e ingresos

A su vez, en el Cuadro 7.5 se m uestra el libro M ayor una vez anotados en el


mismo estos asientos, según el prim ero de los procedim ientos anteriores. Ob­
serve que, en este m om ento, todas las cuentas de gastos e ingresos están saldadas
y cerradas. Para indicar que una cuenta está cerrada se anotan en la m ism a las
sumas iguales deudoras y acreedoras, y se subrayan estas cifras con dos rayas
horizontales. Nótese, además, que al libro M ayor se ha incorporado una nueva
cuenta: Resultado del ejercicio, que figura en el extrem o in ferior derecho del ci­
tado Cuadro.

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S e g u n d a p a rte : E l c ic lo c o n ta b le

ia d ro 7.5.
jr o M ayor in clu ye n d o

> a sie n to s d e cierre


; las cu e n tas d e g asto s

in g reso s

CU EN TA S D EU D O RAS CU EN TA S A C R E E D O R A S

Am ortización acum ulada Am ortización acumulada


T e s o r e r í a ____________________ Clientes de construcciones__________________ de maquinaria
Z) 3.350 (BC) 5.100 2.400 (BC) 6.000 (BC)
(A6) 760 1.200 (A2) 3.000 (A3)
3.350 5.860 3.600 9.000

Materiales Construcciones Préstamos largo plazo Aereesdores


,C) 820 660 (A1) (BC) 31.200 (A5) 4.500 18.000 (BC) 1.000 (BC)

160 31.200 13.500 1.000

Maquinaria Sueldos salarios Capita I social Res ervas


3C) 15.000 (BC) 4.700 5.220 (C1) 8.000 (BC) 2.170 (BC)
(A7) 520
15.000 5.220 5.220 8.000 2.170

Gastos de publicidad Suministros Ingresos )or lavado Ingresos por otros servicios
(BC) 480 480 (C1) (BC) 320 320 (C1) (C2) 16.000 15.240 (BC) (C2) 10.160 10.160 (BC)
760 (A6)
480 480 320 320 16.000 16.000 10.160 10.160
Interese a pagar
Primas de seguros Intereses de préstamos a cor! o plazo Préstamos corto plazo
(BC) 800 200 (A8) (BC) 1.200 1.440 (C1) 240 (A4) 4.500 (A5)
600 (C1) (A4) 240
800 800 1.440 1.440 240 4.500

Consumo de materiales G astos de amortización ________ Sueldos a pagar


(A1) 660 660 (C1) (A2) 1.200 4.200 (C1) 520 (A7)
(A3) 3.000
660 660 4.200 4.200 520
Seguros pagados
por anticipado Resultado del ejercicio
(A8) 200 (C1) 12.920 26.160 (C2)

200 13.240

Leyenda: B C = Saldos del B alance d e c o m p ro b a c ió n p revio a los ajustes; A l , A2 A8 = Asientos d e ajuste; C1 = A sien to de cierre
de las cuentas de gastos y C2 = A sien to d e c ierre d e las cuentas d e ingresos.

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C a p it u l o 7 : E s t a d o s f in a n c ie r o s y c i e r r e d e c u e n t a s

7.3.2. Cierre de ias cuentas de balance

Una ve z cerradas las cuentas de ingresos y gastos sólo perm anecen abiertas
las cuentas de balance, tal com o se muestra en el Cuadro 7.5. E l ú ltim o apunte
que se realiza en el ciclo contable tiene p o r objeto saldar estas cuentas. Dicho
apunte, denom inado asiento de cierre, adoptará la siguiente forma:

-------------------------------------------- x ----------------------------------------------
C U EN TAS DE B A LA N C E CU EN TAS DE BA LA N C E
D E SALD O A C R EED O R 3 DE SA LD O D EU D O R

siendo las cuentas y saldos que intervienen en el m ism o los ofrecidos por el Ba­
lance de situación correspondientes a la fecha de cierre del ejercicio.

Este es el asiento de cierre de las cuentas de balance, referenciado com o (C3),


correspondiente al caso práctico que venim os desarrollando.

(C 3 ) 31 d e d icie m b re d e 20X4
8.000 Capital social
2.170 Reservas
13.240 Resultado del ejercicio
13.500 Préstamos a largo plazo
1.000 Acreedores
4.500 Préstamos a corto plazo
520 Sueldos a pagar
240 Intereses a pagar a corto plazo
3.600 Amortización acumulada
de construcciones
9.000 Amortización acumulada 31.200
de maquinaria a Construcciones
a Maquinaria 15.000
a Materiales 160
a Clientes 5.860
a Seguros pagados p o r anticipado 200
a Tesorería 3.350
• A sie n to d e cie rre d e las cu e n ta s de b a lan ce .

Una vez anotado este asiento en el lib ro Mayor, com o se observa en el Cuadro
7.6, todas las cuentas que han intervenido en el proceso contable están saldadas
Y cerradas.

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adro 7.6.
ro M ayor incluyendo
asiento de cierre de
cuentas de balance

CU EN TAS D EU D O RAS CU EN TAS A C R EED O R A S

A m o rtizació n acu m u lad a A m o rtizació n acum u lad a


Teso rería C lie n te s
d e co n stru ccio n e s d e m aqu in aria

:) 3.350 3.350 (C3) (B C ) 5.100 5.860 (C3) (C3) 3.600 2 .4 0 0 (BC ) (C3) 9.000 6.000 (BC )
(A6) 760 1.200 (A2) 3.000 (A3)
3.350 3.350 5.860 5.860 3.600 3.600 9.000 9.000

M ateriales C o n stru ccio n e s P ré stam o s a largo plazo A cre e d o re s

C) 820 660 ( A l) (B C ) 31.200 31.200 (C3) (A5) 4 .500 18.000 (BC ) (C3) 1.000 1.000 (BC)
160 (C3) (C3) 13.500
820 820 31.200 31.200 18.000 18.000 1.000 1.000

M aquinaria Su eld o s salario s C ap ita social R eservas

;c ) 15.000 15.000 (C3) (BC ) 4 .700 5.220 (C1) (C3) 8.000 8.000 (BC) (C3) 2.170 2 .170 (BC)
(A7) 520
15.000 15.000 5.220 5.220 8 .000 8.000 2.170 2.170

G a sto s de p u b licid ad Sum inistros In gresos p o r lavado In g re so s po r o tro s servicios

3C) 480 480 (C1) (BC) 320 320 (C1) (C2) 16.000 15.240 (BC ) (C2) 10.160 10.160 (BC)
760 (A6)
480 480 320 320 16.000 16.000 10.160 10.160

n tere se s a p a g ar P réstam os
Prim as d e seg u ro s In tereses d e p ré stam o s
a corto plazo a co rto plazo
;b q 800 200 (A8) (B C ) 1.200 1.440 (C1) (C3) 240 240 (A4) (C3) 4.500 4.500 (A5)
600 (C1) (A4) 240
800 800 1.440 1.440 240 240 4.500 4.500

C o n su m o de m ateriales G a sto s de am ortizació n S u e ld o s a p a g ar


CO KJ

(A l) 660 660 (C1) 1.200 4 .2 0 0 (C1) (C3) 520 520 (A7)


> >

3.000
660 660 4.200 4.200 520 520

S eg u ro s p a g a d o s por R esultad o
an ticip ad o del ejercicio
(A8) 200 200 (C3) (C1) 12.920 26.160 (C2)
(C3) 13.240
200 200 26.160 ~ 2 6 J 6 0

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C a p ít u l o 7: Estad o s financiero s y cierre de cuentas 239

7.4. EL IM PU ESTO S O B R E B E N E F IC IO S

Una parte del beneficio obtenido p o r la em presa en cada ejercicio ha de in­


gresarlo en el Tesoro Público en concepto de impuestos, denom inándose a dicho
tributo Im puesto sobre beneficios o Im puesto sobre sociedades. Esta partida
representa para la empresa, en virtud del principio del devengo, un gasto im pu­
table al ejercicio en el que se ha obtenido el beneficio gravado, p o r lo que ha de
contabilizarse una vez conocido el resultado del ejercicio, antes de considerar
este impuesto. La contabilización del im puesto sobre beneficios constituye el
últim o asiento de ajuste del ejercicio.

El im puesto sobre beneficios se liquidará a lo largo del siguiente ejercicio,


por lo que la contrapartida de aquel gasto -suponiendo, para simplificar, que no
se hubiesen efectuado pagos a cu enta- es una partida de pasivo representativa
de la deuda contraída con la H acienda Pública, que cabría registrar en la cuenta
Impuestos a pagar o Hacienda Pública, acreedora. Con los datos del ejem plo que
venimos utilizando en este capítulo, y si suponemos que el im puesto sobre bene­
ficios es el 30% del beneficio antes de im puestos, resulta:

Ben e ficio an te s d e im p u esto s ..................................................................................................... 13.240


(-) G a sto p o r ei im p u esto so b re b e n e fic io s (30% ) ................................................................ (3.972)
R esu ltad o del e je rcicio (B e n e fic io d e sp u é s d e im p u estos,
R esu ltad o neto o R esu ltad o líq u id o )................................................................................. 9.268

La contabilización del im puesto sobre beneficios requiere realizar, en la fase


de regularización del ejercicio, el siguiente asiento de ajuste (u tilizam os el dato
anterior):

--------------------------------- 31 d e d icie m b re d e 2 0X4 -----------------------------


3.972 Impuesto sobre beneficios
(cuen ta d e g asto s) a Impuestos a pagar
(cuen ta d e pasivo ) 3.972
------------------------------------------------ X ----------------------------------

Y, posteriorm ente, la cuenta de gastos se saldará com o cualquier cuenta de


esta naturaleza, esto es:

---------------------------- 31d e d icie m b re d e 20X4 --------------------------


3.972 Resultado del ejercicio aImpuesto sobre beneficios 3.972
------------------------------------------ X ----------------- -------------------------------

Para saldar la cuenta que registra la deuda con la H acienda Pública ( Im pues­
tos a pagar) se procede de la m ism a form a que para saldar y cerrar las demás
cuentas de balance.

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S eg u n d a parte: El c ic lo c o n t a b le

7.5. O T R O S PRIN CIPIOS C O N T A B LES

En el último epígrafe del Capítulo 4 se señaló el importante papel que desempeñan


los ‘principios contables’, dentro del conjunto de nociones que conforman lo que ha
dado en denominarse marco conceptual de la Contabilidad. Allí se analizaron los
dos principios contables básicos {empresa en funcionamiento y devengo) así como el
concepto de correlación de ingresos y gastos, que complementa al principio de devengo.

Seguidam ente se analizan y com entan los restantes principios explícitamente


recogidos en el Plan General de Contabilidad español (PG C ), esto es: u niform i­
dad, prudencia, im portancia relativa y no compensación.

Principio de uniformidad. Este principio exige que los criterios que se apli­
quen sean uniformes a lo largo del tiempo, tanto para valorar y contabilizar las
distintas partidas com o a la hora de elaborar los estados financieros, para conseguir
que la inform ación contable sea comparable, tanto con la de ejercicios anteriores
com o con la emitida p o r otras empresas. En el PGC este principio se define así:

«Adoptado un criterio dentro de las alternativas que, en su caso, se permi­


tan, deberá mantenerse en el tiempo y aplicarse de manera uniforme para
transacciones, otros eventos y condiciones que sean similares, en tanto no se
alteren los supuestos que motivaron su elección. De alterarse estos supuestos
podrá modificarse el criterio adoptado en su día; en tal caso, estas circuns­
tancias se harán constar en la memoria, indicando la incidencia cuantitativa
y cualitativa de la variación sobre las cuentas anuales».

Principio de prudencia. A la hora de valorar y decidir el m om ento en el


que han de registrarse o reconocerse determinadas partidas (activos, pasivos,
gastos e ingresos), el contable puede encontrarse ante más de una alternativa
razonable. En estos casos, el prin cipio de prudencia requiere que se opte por la
opción más conservadora, es decir, la que produzca un increm ento m enor en el
patrim onio neto. El PGC lo define de la siguiente form a:

«Se deberá ser prudente en las estimaciones y valoraciones a realizar en condicio­


nes de incertidumbre. La prudencia no justifica que la valoración de los elementos
patrimoniales no responda a la imagen fiel que deben reflejar las cuentas anuales.

Asimismo, (...), únicamente se contabilizarán los beneficios obtenidos has­


ta la fecha de cierre del ejercicio. Por el contrario, se deberán tener en cuen­
ta todos los riesgos, con origen en el ejercicio o en otro anterior, tan pronto
sean conocidos, incluso si sólo se conocieran entre la fecha de cierre de las
cuentas anuales y la fecha en que éstas se formulen. (...)

Deberán tenerse en cuenta las amortizaciones y correcciones de valor por dete­


rioro de los activos, tanto si el ejercicio se salda con beneficio como con pérdida».

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C a p it u l o 7: Estad o s financieros y cierre d e cuentas

En definitiva, y con carácter general, el principio de prudencia exige tratar de


manera asim étrica las ganancias potenciales y las pérdidas latentes, en el sen­
tido expresado por este conocido eslogan: «N o deben anticiparse las ganancias
potenciales pero sí deben reconocerse las pérdidas latentes». Sin em bargo, el
principio de prudencia no am para la creación de reservas ocultas -esto es, resul­
tados no reflejados p o r la Contabilidad-, lo que puede conseguirse m inorando
intencionadam ente los ingresos y/o increm entando los gastos.

P r in c ip io de n o c o m p e n s a c ió n . Tiene p o r finalidad preservar la realidad de


los saldos m ostrados en los estados contables, evitando la distorsión que supon­
dría realizar com pensaciones entre los mismos. En el PGC se enuncia así:

«Salvo que una norma disponga de forma expresa lo contrario, no podrán


compensarse las partidas del activo y del pasivo o las de gastos e ingresos, y se
valorarán separadamente los elementos integrantes de las cuentas anuales».

Por ejemplo, si una empresa es al mismo tiempo cliente y proveedor del


sujeto contable, los créditos y deudas que pudieran mantenerse con aquélla
han de registrarse en cuentas separadas.

P r in c ip io de im p o rta n c ia re la tiva . Este principio -lla m a d o tam bién p rin ­


cipio de m aterialidad- perm ite que aquellas partidas u operaciones que acarreen
un efecto financiero insignificante se contabilicen de la m anera m ás sim ple y
menos costosa, aunque el tratam iento dado no respete lo requerido por alguno
de los principios anteriorm ente enunciados u otras normas contables.

N o es posible establecer criterios generales que perm itan diferen ciar entre
lo que es significativo o im portante y lo que es insignificante o irrelevante. La
respuesta dependerá del tam año de la empresa, de la cuantía y naturaleza de la
partida de que se trate, etc. según el m ejor criterio del experto contable en cada
caso. En el PGC se enuncia en los siguientes términos:

«Se admitirá la no aplicación estricta de algunos de los principios y crite­


rios contables cuando la importancia relativa en términos cuantitativos o
cualitativos de la variación que tal hecho produzca sea escasamente sig­
nificativa y, en consecuencia, no altere la expresión de la imagen fiel. Las
partidas o importes cuya importancia relativa sea escasamente significativa
podrán aparecer agrupados con otros de similar naturaleza o función».

Por ejem plo, la com pra de m edia docena de papeleras para las oficinas de
la empresa, que previsiblem ente serán utilizadas varios años, debería tratarse
como una partida de in m ovilizado y som eterse a un largo proceso de am ortiza­
ción. Sin em bargo, norm alm ente este desem bolso se contabilizará com o gasto
en el ejercicio en el que se produce la com pra, práctica acorde con el principio
de im portancia relativa.

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S eg u n d a pa rte: El c ic lo c o n t a b le

O E JE R C IC IO D E R EC A PITU LA C IÓ N

''JUNGADO
Finde, S.L. es una em presa que organ iza actividades deportivas los fines de
semana. Al objeto de form u lar la Cuenta de resultados y el Balance del año 20X1,
su prim er ejercicio contable, considere la siguiente inform ación (todos los co­
bros y pagos se gestionan a través de la cuenta corriente abierta p o r la empresa
en una entidad bancaria):

1. Para crear la sociedad se em itieron 375 participaciones sociales, de 100


euros de valor nom inal cada una, que los socios desem bolsaron íntegra­
m ente en efectivo.
2. Se obtuvo un préstam o de 15.000 euros, a devolver a los tres años, que la
entidad bancaria prestam ista abonó en la cuenta corriente de la empresa.
3. A principios del año se com pró al contado material deportivo (balones, pelo­
tas, raquetas, etc.) por 6.250 euros y diversas instalaciones por 14.000 euros.
4. A lo largo del prim er año se facturó un total de 150.000 euros si bien, al
final del ejercicio, los clientes adeudaban a la sociedad 30.000 euros.
5. Tres meses antes del cierre del ejercicio se concedió un crédito de 6.000
euros a uno de los socios, al 6% de interés anual, que se recuperará a los
nueve meses junto con los intereses totales.
6. Gastos anuales pagados: sueldos, 30.000 euros; seguros, 15.000 euros;
arrendam ientos, 1 2 .0 0 0 euros; y, por gastos diversos (gestoría, comunica­
ciones, impuestos municipales, etc.), 13.500 euros.
7. Los intereses devengados p o r el préstam o bancario, hasta la fecha de cie­
rre del ejercicio, ascendieron a 1 .2 0 0 euros y estaban pendientes de pago.
8. Se reconocen los intereses devengados p o r el crédito que se concedió a
uno de los socios.
9. El inventario realizado al final del año constató que los materiales dispo­
nibles en ese m om ento eran el 60% de los adquiridos; el resto se conside­
ra inservible o extraviado.
10. L a vida útil de las instalaciones se estima en 4 años, sin valor residual.
11. E l tipo del im puesto sobre beneficios es el 30%.

SE PIDE:
a) Asientos en el D iario y en el M a yor para registrar las operaciones corrien­
tes y los asientos de ajuste.
b) Balance de saldos ajustados y clasificación en la hoja de trabajo.
c) Cuenta de pérdidas y ganancias correspondiente al año 20X1.
d) Balance de situación al 31 de diciem bre de 20X1.
e) Asientos de determ inación del resultado y cierre de cuentas en el Diario
y en el Mayor.

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C a p it u l o 7: Estad o s financiero s y cierre d e cuentas 243

S o l u c ió n s u g e r id a

a j ) L ib r o D ia r io : o p e r a c io n e s c o rrie n te s y a sie n to s d e a ju s te

Debe R E F E R E N C IA , C U E N T A S Y B R E V E E X P L IC A C IÓ N H ab er
(1) --------------------------------- x -------
3 7 .5 0 0 Bancos, c/c a Capital social 37.500
• A p o rta ció n d e los so cio s a título de capital
(2) --------------------------------- x -------
15.000 Bancos, c/c a Préstamo bancario
a largo plazo 15.000
• O b te n c ió n d e un p réstam o
(3) x -------
6 .2 5 0 Materiales
14.000 Instalaciones a Bancos, c/c 20.250
• C o m p ra d e m a te ria le s e in stala cio n es
(4) x -------
120.000 Bancos, c/c
30.000 Clientes a Ingresos por servicios 150.000
• Servicio s p re sta d o s y fa c tu ra d o s en el ejercicio
(5 ) x -------
6.000 Crédito a corto plazo a Bancos, c/c 6.000
• C o n ce sió n d e un cré d ito a uno de los so cio s
(6) x -------
30.000 Sueldos y salarios
15.000 Primas de seguros
12.000 Arrendamientos
13.500 Gastos diversos a Bancos, c/c 70.500
• G a sto s in cu rrid o s y p a g a d o s en el ejercicio
(7) x -----
1.200 Gastos por intereses a Intereses a pagar 1.200
• interés d e l p ré sta m o d e v e n g a d o en el ejercicio
(8) x -------
90 Intereses a cobrar a Ingresos por intereses 90
• Interés d e l cré d ito co n ce d id o q u e co rre sp o n d e al ejercicio
(6.000 x 0 ,06 x 3/12 = 90 euros)
(9) x --------
2.500 Consumo de materiales a Materiales 2.500
• M ateriale s co n su m id o s (0,40 x 6 .2 5 0 = 2.500 euros)
(10) X -------
3.500 Gastos de amortización a Amortización acumulada
de instalaciones 3.500
• C u o ta d e am ortizació n anual (14.000 / 4 = 3.500 euros)
(11 ) x -------
21.717 Impuesto sobre beneficios a Impuestos a pagar 21.717
• R e su lta d o an tes d e im p u e sto s: [(150.000 + 9 0 ) - (7 0 .50 0 + 1.200
+ 2 .5 0 0 + 3.500)] = 7 2 .3 9 0 e u ro s. Im p u e sto so b re b e n e fic io s:
0 ,3 0 x 7 2 .3 9 0 = 21.717 euro s
328.257 Sum as D e b e S u m as H a b e r 328.257

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S eg u n d a parte: Eí c ic lo c o n t a b le

a2) Libro Mayor: operaciones corrientes y asientos de ajuste

CU EN TAS D EU D O RA S CU EN TAS A C REED O R A S

P réstam o b ancario
B a n co s, c/c__________________________ M ateriales____________ C a p ita l social_____________________ a largo plazo
37.500 20.250 (3) (3) 6.250 2.5 0 0 (9) 37.500 (1) 15.000 (2)
15.000 6.000 (5)
120.000 70.500 (6)
172.500 96.750 6.250 2.500 37.500 15.000

In stalacio n es C lie n te s_____________ In g re so s po r servicio s____________In tere se s a p a g a r


14.000 (4) 30.000 150.000 (4) 1.200 (7)

14.000 30.000 150.000 1.200

A m o rtizació n acum .
C ré d ito a corto plazo________________S u e ld o s y s ala rio s In g re so s po r intereses____________ d e in stalacio n es
) 6.000 I (6) 30.000 I 90 (8) 3.500 (10)

6 .0 0 0 | 30.000 | 90 ; 3.500

Prim as d e seg uro s__________________ A rre n d am ie n to s________ Im p u e sto s a p a g ar


í>) 15.000 (6) 12.000 21.717 (11)

15.000 12.000 21.717

G a sto s diversos__________ G a s to s p o r intereses


.6) 13.500 (7) 1.200

13.500 1.200

In tere se s a co b rar C o n su m o d e m ateriales


(8) 90 (9) 2.500

90 2.500

G a sto s d e am ortización Im p u esto so b re b e n eficio s


(10) 3.500 (11) 21.717

-------------
3.500 21.717

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C a p ít u l o 7: Estad o s financieros y cierre d e cuentas 245

b) Balance de saldos ajustados y clasificación en la h oja de trabajo

Fin d e , S .L.
H oja d e tra b a jo para clasifica r los sa ld o s aju stad o s
al 31 de d icie m b re de 20X1

SALD O S CU EN TAS CU EN TAS


CU EN TAS A JU S T A D O S D E RESU LTAD O S D E BA LA N C E

Sd Sa Sd Sa Sd Sa

Ban co s, c / c .................................................................... 75.750 75.750

M a te ria le s ....................................................................... 3.750 3.750

In s ta la c io n e s ................................................................. 14.000 14.000

C lie n t e s ............................................................................ 30.000 30.000

C ré d ito a co rto plazo ........................................... 6.000 6.000


Sueld o s y salario s ................................................... 30.000 30.000

Prim as d e seg u ro s .................................................. 15.000 15.000

A rren d am ien to s ........................................................ 12.000 12.000

G asto s d iv e r s o s ......................................................... 13.500 13.500

G asto s p o r in t e r e s e s ............................................. 1.200 1.200

Intereses a co b rar .................................................... 90 90

C o n su m o d e m a te r ia le s ..................................... 2.500 2.500

G asto s de am o rtizació n ..................................... 3.500 3.500

Im puesto so b re b e n e ficio s 21.717 21.717

C ap ital s o c ia l............................................................... 37.500 37.500

Préstam o b an cario a largo p la z o 15.000 15.000

Ingresos p o r s e r v ic io s ........................................... 150.000 150.000

Intereses a p a g a r ..................................................... 1.200 1.200

Ingresos p o r in tereses ......................................... 90 90

A m o rtizació n acum u lad a


d e in s ta la c io n e s .................................................... 3.500 3.500

Im puestos a p a g a r .................................................. ..................... 21.717 21.717

To ta les 229.007 229.007 ___________ __________


S u b to ta les 99,417 150.090 129.590 78.917
R esu ltad o del e je rc icio (b en eficio ) 50.673 __________ 50.673
To ta les ................................................................................................................................... 150.090 150.090 129.590 129.590

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S egu n d a parte: El ciclo contable

c) Cuenta de p érdidas y ganancias

Fin d e , S.L.
C u e n ta d e p é rd id a s y gan an cias
co rre sp o n d ie n te al año 20X1
Ingresos de explotación ........................................................................................................................................ 150.000
In gresos p o r s ervicio s ........................................................................................................... 150.000
Gastos de explotación ........................................................................................................................................... (76.500)
S u eld o s y s ala rio s ....................................................................................................................... 30.000
Prim as d e s e g u r o s ..................................................................................................................... 15.000
A rre n d a m ie n to s ........................................................................................................................... 12.000
G a sto s d iverso s ........................................................................................................................... 13.500
C o n su m o d e m a te ria le s ........................................................................................................ 2.500
G a sto s de am ortizació n ........................................................................................................ 3.500__ __________ _
R E S U L T A D O D E E X P L O T A C IÓ N .................................................................................................................. 73.500
Ingresos financieros .................................................................................................................................................. 90
Ingreso s po r in t e r e s e s ............................................................................................................ 90
Gastos financieros ..................................................................................................................................................... (1 -200)
G a sto s p o r in tereses ............................................................................................................... 1 -200__ __________
R E S U L T A D O F IN A N C IE R O .................................................................................................................................. (1.110)
R E S U L T A D O A N T E S D E IM P U E S T O S ....................................................................................................... 72.390
M en o s: Im p u esto so b re b e n e fic io s ............................................................................................................... (21.717)
R E S U L T A D O D E L E J E R C IC IO (b e n e fic io )............................................................................................... 50.673

d) B alan ce de situación

Fin d e , S .L.
B a la n ce de situación
al 31 d e d icie m b re d e 20X1

A ctivo Patrim o nio n eto y p asivo

A c tiv o no c o rrie n te .................... ........ 10.500 Patrim o n io n eto ............................................. 88.173


....... 14.000 C a p ita l s o c ia l...................................................... 37.500

A m o rtizació n acum u lad a R esu ltad o del e je r c ic io ............................... 50.673

....... (3.500) 15.000


A c tiv o c o rrie n te ............................ ........ 115.590 Préstam o b an cario a largo p la z o ......... 15.000

M a t e r ia le s ............................................. 3.750 P asivo c o rrie n te ............................... ............. 22.917

C ré d ito a corto plazo ................. 6.000 In tereses a p a g a r ............................................ 1.200

C lie n t e s .................................................. ....... 30.000 Im p u e sto s a p a g a r ......................................... 21.717

In tereses a co b rar .......................... 90


B an co s, c/c .......................................... ....... 75.750 ______
T otal a c t iv o .................................... ....... 126.090 Total p a trim o n io n eto y p a siv o .... 126. .090

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C a p ít u l o 7: Estad o s financiero s y cierre de cuentas

e ,) L ib ro D iario: asientos p ara la determ inación del resultado y cierre


de cuentas

328.257 S u m as an terio res 328.257

\M\ ¿ .) m i a I-I
o i c ii eaml-
e c- il¡- m o r1-e- c- íe
U z° ñu Ya1i

99.417 Resultado del ejercido a Sueldos y salarios 30.000


a Primas de seguros 15.000
a Arrendamientos 12.000
a Gastos diversos 13.500
a C o n su m o de materiales 2.500
a Gastos de amortización 3.500
a Gastos por intereses 1.200
a Impuesto sobre beneficios 21.717
• Para s a ld a r las cu e n ta s d e g asto s y tra sla d a r sus sa ld o s a la
cu e n ta sín te sis d e resultad o s (R esu ltad o d e l ejercicio)

/-i 01 — .i —
, j ¡ r ¡ n r r ii i onvi
(lo) o l a e a ic ie m D i e a e z ú a i

150.000 Ingresos po r servicios


90 Ingresos po r intereses a Resultado del ejercicio 150.090
• Para sa ld a r las cu e n ta s d e in g reso s y tra sla d a r sus sald o s a la
cu e n ta sín te sis d e re su lta d o s (R esu ltad o del ejercicio)

¿ i e le d i c i e m b r e d e ¿ u x i

37.500 Capital social


50.673 Resultado del ejercicio
15.000 Préstamo bancario a largo plazo
1.200 Intereses a pagar
21.717 Impuestos a pagar
3.500 Amortización acumulada
de instalaciones a Instalaciones 14.000
a Materiales 3.750
a Crédito a corto plazo 6.000
a Clientes 30.000
a Intereses a cobrar 90
a Bancos, c/c 75.750
• A sie n to d e cie rre d e las cu e n ta s d e b a lan ce

707.354 Total D e b e Total H ab er 707.354

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S egunda parte: El c ic lo c o n t a b l e

e,) Libro Mayor, incluyendo los asientos de cierre

C U EN TA S DEU D O RAS CU EN TAS A C REED O R A S

Pré stam o b an cario


B an co s, c/c M ateriales C a p ita l so cial a largo olazo
37.500 20.250 (3) (3) 6.250 2.500 (9) 37.500 (1) 15.000 (2)
15.000 6.000 (5)
120.000 70.500 (6)
172.500 96.750 6.250 2.500 (14) 3 7 .5 0 ^ 37.500 (14) 1 5 .0 0 ^ 15.000
75.750 (14) 3.750 (14)
172.500 172.500 6.250 6.250

Instalaciones C lien tes In gresos p o r servicio s In tereses a p a g ar


5) 14.000 (4) 30.000 1 150.000 (4) 1.200 (7)

14.000 14.000 (14) 30.000 30.000 (14) (13) 150.000 150.000 (14) 1.200 1.200

A m o rtizació n acum .
C ré d ito a corto plazo Sueldos y salarios In gresos p o r intereses d e in stalacio n es
5) 6.000 (ó) 30.000 90 (8) 3.500(10)

6.000 6.000 (14) 30.000 30.000 (12) (13) 90 90 (14) 3.500 3.500

Prim as d e seguro s Arrend am iento s Im p u e sto s a p agar


(6) 15.000 (6) 12.000 21.717(11)

15.000 15.000 (12) 12.000 12.000(12) (14) 21.717 21.717

G asto s
G a sto s diversos por intereses R esu ltad o del ejercicio
(6) 13.500 (7) 1.200 (12) 99.417 150.090(13)
(14) 50.673
13.500 13.500 (12) 1.200 1.200 (12) 150.090 150.090

C onsum o
Intereses a cobrar de m ateriales
(8) 90 (9) 2.500

90 90 (14) 2.500 2 .5 0 0 (1 2 )

G asto s
de am ortización Impuesto sobre b en eficio s
(10) 3.500 (11) 21.717

I
3.500 3.500 (12) 21.717| 21.717 (12)

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C a p it u io 7; Estad o s financiero s y cierre de cuentas 249

M a t e r ia l e s d e a u t o e v a l u a c ió n

C u e s t io n a r io
Elija la mejor respuesta:
t ip o TEST

1. ¿Qué estado financiero se debe preparar en primer lugar?


I_1 A. El Balance de situación.
□ B. La Cuenta de pérdidas y ganancias.
Q C. La cuenta de Caja.
□ D. El Balance o la Cuenta de pérdidas y ganancias, indistintamente.

2. Si el ejercicio contable concluyó con beneficio, ¿qué saldo presentará la cuenta


Resultado del ejercicio?
□ A. Deudor.
□ B. Acreedor.
□ C. Nulo, porque el beneficio siempre se reparte.
□ D. Deudor o acreedor según el programa informático utilizado para llevar la
contabilidad.

3. ¿Cuál o cuáles de las siguientes partidas figurarán en la Cuenta de pérdidas y


ganancias?
□ A. Gastos de personal.
□ B. Gastos pagados por anticipado.
□ C. Ingresos cobrados por anticipado.
Q D. Todas las anteriores.

4. ¿Cuál de las siguientes partidas nunca figurará en la Cuenta de pérdidas y


ganancias?
□ A. El gasto del impuesto sobre beneficios.
□ B. La amortización acumulada.
Q C. Las pérdidas o gastos excepcionales.
□ D. Las ganancias o ingresos excepcionales.

5. Las cuentas de gastos e ingresos al principio y al final de cada período contable


deben presentar saldo:
□ A. Deudor los gastos y acreedor los ingresos.
□ B. Negativo los gastos y positivo los ingresos.
Q C. De igual signo que el resultado del último ejercicio.
□ D. Nulo o igual a cero.

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S egun d a parte: El ciclo contab le

6. ¿Cuál de las siguientes partidas no interviene en los asientos de cierre de las cuen­
tas de resultados?
□ A. Intereses pendientes de pago.
□ B. Gastos de amortización.
□ C. Sueldos y salarios.
□ D. Resultado del ejercicio.

7. Con carácter general, ¿qué márgenes intermedios de resultados se muestran en la


Cuenta de pérdidas y ganancias, según la normativa vigente?
□ A. Explotación, Financiero y Resultado antes de impuestos.
□ B. Explotación, Extraordinario, Financiero y Resultado antes de impuestos.
□ C. Margen bruto, Extraordinario y Financiero.
□ D. Cada empresa puede publica los márgenes que considera adecuados.

8. En el Balance de situación los activos se clasifican:


□ A. Alfabéticamente.
□ B. Por antigüedad.
□ C. Por importancia.
□ D. Por liquidez.

9. La compra de un ordenador se cargó en una cuenta de gastos. ¿Cuáles son las


consecuencias en las Cuentas anuales del ejercicio en el que el error se produjo?
□ A. El activo estará infravalorado y el resultado sobrevalorado.
□ B. El activo y el resultado estarán infravalorados.
□ C. El activo y el resultado estarán sobrevalorados.
□ D. El activo estará sobrevalorado y el resultado infravalorado.

10. Si el resultado antes y después del impuesto sobre beneficios ascendía a 68.500 y
49.320 euros, respectivamente, ¿qué tipo impositivo se aplicó?
□ A. 28% □ B. 30% □ C. 35% □ D. 38,88%

11. El 1 de agosto de 20X1, cierta empresa pagó 6.600 euros por un seguro de respon­
sabilidad civil que cubre un período de seis meses contados desde aquella fecha.
¿Qué efecto produjo dicha operación el 1 de agosto de 20X1?
□ A. Aumentó los gastos.
Q B. Aumentó el patrimonio neto.
□ C. Disminuyó el pasivo.
□ D. Disminuyó el efectivo o tesorería.

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C a p ít u l o 7: Estad o s financieros y cierre de cuentas

12. En las Cuentas de pérdidas y ganancias de la empresa de la pregunta anterior,


correspondientes a los años 20X1 y 20X2, ¿cuál es la repercusión de aquella ope­
ración sobre la cifra de gastos?

20X1 20X2

□ A. 6 .0 0 0 - 0 -
□ B. 3.300 3.300
□ c. 5.500 1 .1 00
□ D. - 0 - 6.600

13. ¿Qué cuenta interviene en los asientos que se realizan para saldar tanto las cuen­
tas de gastos e ingresos como las cuentas de balance?
□ A. Caja
Q B. Ingresos por servicios
□ C. Capital social
□ D. Resultado del ejercicio

14. ¿Cuál es el signo normal del saldo, deudor o acreedor, que presentan las siguientes
cuentas?
Anticipos Amortización
Bancos, c/c Proveedores
de clientes acum ulada
□ A. Deudor Deudor Acreedor Acreedor
□ B. Deudor Acreedor Acreedor Acreedor
□ c. Acreedor Deudor Deudor Deudor
□ D. Acreedor Acreedor Deudor Deudor

¿Qué asiento de cierre, referido a las cuentas que se relacionan a continuación,


correcto?
Cuentas Saldos Signo
Ingresos por servicios 60.0