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Í N D I C E

P ág in a

I N T R O D U CÓN
C I. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pregunta 1
D o c t r i n a s q u e c o m p a r t i m o s c o n o t r o s C r i s t i a n o s . . . . .3. .-. .5 . . . . . . . . . . .
Pregunta 2
L a B i b l i aún
, i c a R e g l a d e F e ácyt iPcra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 . .- . 6. . .
Pregunta 3
R e l a cón i d e l o As d v e n t i s t ca os n P o s i c i o n e s d e l p a s a d o . . . . . .7. -. .8. . . .
Pregunta 4
La Deidad y la Eterna Preexistencia de Cristo.....................
Pregunta 5
L a D e i d a d d e C r i s t oA dym il saóni d e m i e m b r o s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11-15
Pregunta 6
L a E n c a r nón a c iy e l " H i j o d e l H o m b r e " . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15-
Pregunta 7
L a R e s u r r eón c c ic o r p o r a l d e C r i s t o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23-
P r e g u n t a8
C r i s t o y el A r c á n g e lM i g u e .l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 5 -3 4
P r e g u n t a9
P r e g u n t a sa c e r c ade lar e l a c i ó nde l o s E s c r i t o sde E l e n a G.
de W h i t e con laB i b l i a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34-39
P r e g u n t a10
C r i s t o es el centro del m e n s a j eA d v e n t i s t a. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39-41
Pregunta 11
La Base y el Fruto de la Experiencia Cristiana....................
Pregunta 12
Los Diez Mandamientos como norma de Dios para la conducta.........
Pregunta 13
L a D i s t i n ón c i e n t r e e l ál D eo cg o y l a L e y . ^ C e r e m o n i a l . . . . . . . . . . . . . . . 53-
Pregunta 14
L a R e l a cón i de la Gracia con la Ley y las Obras................... 5
Pregunta 15
E l F u n d a m e n t o d e l a O b s e r v a áb n caidao .d.e.l. .S. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62-54
Pregunta 16
E l áb
S ado y 1 a Ley Moral..........................................
Pregunta 17
E l áb
S ado es un Criterio Val ido....................................
P r e g u n t a18
El ConceptoH i s t ó r i c ode la M arca de la
B e s t i a. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73-80
;
Pregunta 13
Cuando se recibe la Marca.........................................
P r e g u n t a20
¿ Q u i é n e sc o n s t i t u y e nla I g l e s i aRem anente.
........................ 83-33
Pregunta 21
¿Q ué c o n s t i t u y e " B a b i l o n i a " ? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pregunta 22
L o s P r i n c i p ás
i oisc oBs d e I n t e r pónr e Pt ra océtfii c a . . . . . . . . . . . . . . . . 92-110
Pregunta 23
Cristo sobresale en Daniel 3 y 9..............................
Pregunta 24
Problemas relativos a Daniel 8.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114-122
Pregunta 25
R e l a ón
c i d e l a s S i e t e s e m a n a s d e D a n i eíal s 9 c o n l o s 2 3 0 0 d
de Daniel 8.......................................................
Pregunta 26
L a S e p t uésa ig m a S e m a n a d e D a n i e l 9 ía y ldae Tleao r
I n t e r r u pónc .i . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pregunta 27
D e c l a r a c i o n e s d e l o s E r u d i t o s q u e a f i r m a nía sq -u ñeao sl o s 2 3 0 0 d
terminan en 1844..................................................
Pregunta 28
Antíoco E p i f a n e s y l a s E s p e c if i c a c io n esP r o f ét i ca s de D a n i e l . . . . . . 146-157
Pregunta 29
U n C o n c e pást oa m mp l i doe lEax p i aónc i.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158-161
P r e g u n t a30
S a c r i f i c i oE x p i a t o r i o : P r o v i s i ó ny A p l i c a c i ó n . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16¿-i65
Pregunta 31
L a S a l v aónc iP r e f i g u r a d a e n e l S e r v i c i o d e l S a n t u a r i o . . . . . . . . . . . . .
Pregunta 32
E l S a n t u a r i o C e l e s t i a l - C o n c e p t o Lól
i tiec roa. l. .o. .S.i.m.b. . . . . . . 171-172
Pregunta 33
E l M i n i s t e r di eo C r i s t o c o m o S u m o S a c e r d o t e . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
Pregunta 34
El S i g n i f i c a d o de Azazel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185-
188
P r e gu n t a 3 5 "* '
L a O p e róna c ic o n e l M a c h o C a b r i o E m i s a r i o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pregunya 36
El J u i c i o Investigador en el Marco del Concepto A rm i n i a n o. . . . . . . . . 192-213
Pregunta 37
La Segunda Venida de Cristo...................................
P r e g u n t a38
D i v e r s o sConceptos sobre El
M i l e n i o... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 0 -2 3 2
Pregunta 39 •
Lo que comprenden los Adventistas por el M i l e n i o . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232-
241
Pregunta 40
¿Inmortalidad Innata o Condicional?.... .\ ......................... 242-246
Pregunta 41
El Estado de los Muertos.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247-
253

= 'egjr,ta 42
E l C a s t i g o d e l oíos s .I .m p. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254-25
--ecunta 43
El Rico Y Lázaro.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259-269
?
regunta 44
L o s C a m p e o n e s d e l a i n m o r t a l i d a d c o n d i cési o n a l a t r a v
de los siglos.....................................................
Pregunta 45
Significado del Termino "Evangelio Eterno"........................ 298-300
Pregunta 46
Satanás, los Demonioa, y los Angeles.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300-302
Pregunta 47
El Asunto de los Alimentos Inmundos.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302-303
Pregunta 48
R e l a cón
i de los Adventistas hacia el Programa Mundial
de Misiones....................................................... 3

ÍN D I C E G E N E R A L AÉT
L FI ACBO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305-
P R E G U N T A S S O BDROEC T R I N A S

INTRODUCCI
ÓN

Este l i b r o ha sidop u b l i c a d opara satisfacer una necesidad definida. interElés


acerca de las creencias y la obra de los adventistas ha aumentado d i d a que
a meel
m o v i m i e n t oha crecido. Pero especialmente enúllos t i m o s años parec e e x i s t i run
deseo en los no adventistas de obtener una comprensi ón más clarade nuestras ense ñanzas
y objetivos. Gran parte del ila t e r a t u r ap u b l i c a d arespecto a nuestras creencias
básicas da abundantes evidencias de incertidumbre respecto.
al Y hay muchos libros
que quieren presentar hla i s t o r i ade nuestropueblo.

S i n embargo, hace poco una las de mayorese d i t o r i a l e sprotestantes de los Estados


Unidos plane ó la producci ón de unl i b r o más sobre este tema. Un autor de v a r i a s obras
que tratan de la h i s t o r i ay las creencias de ciertos grupos l i gre
i o s o sr e c i b ió el
encargo dee s c r i b i reste nuevol i b r o , cuyo prop ósito eraofrecer alpúb l i c o una rese ña
de nuestrah i s t o r i ay creencia. Deb ía ser una nál i s i s objetivo, que destacara
p a r t i c u l a r m e n tlos
e puntos en que las ense ñanzas adventistas d i f i e r e nde las de otros
grupos c r i s t i a n o s .

Con el f i n de t r a t a r este tema cono b j e t i v i d a d ,este autor hizo lo que otros


autores hab
ían dejado de hacer:v i s i tó nuestraso f i c i n a sen Washingtony obtuvo
informaciones de p r i m e r amano. M ás todav ía, no v i n o una sola vez, sino que,
acompañado por otros eruditos, r e a l i zó una c a n t i d a dde viajes a la Asociaci ón General
durante un período de dos ños. a En sui n v e s t i g a cóni , que duró cientos de horas,
examinó cientos del i b r o s y folletos adventistas y no adventistas. En ór¡adic!
a esto
celebró numerosas entrevistas. Los aspectos p r i n c i p a l e sde la ense ñanza adventista
fueron analizados detenidamente en estos muchos meses de estudio. Los interrogantes q
surgieron de esta i n v e s t i g a cón
i f i n a l m e n t ese formularon en una s e r i e de
escudriñadoras preguntas, para las se quep i d i e r o na m p l i a srespuestas.

Las respuestas fueron preparadas por un grupo de caracterizados d i r i g e n t e s ,en


estrecha consulta con profesores B ide
b l i a ,redactores ya d m i n i s t r a d o r e s .El objetivo
consistía en expresar nuestras creencias ásicas b en lat e r m i n o l oía g corrientemente
u t i l i z a d aen los ícrculos teol ógicos. Esto no ser ía una nuevadeclaraci ón de fe,
s i n o más b i e n una respuesta a preguntas espec íficas concer n i e n t e sa nuestra fe. Era
n a t u r a lque est^^respuestas encuadraran en el de marcola declaraci ón o f i c i a lde las
Creencias Fundamentales de Alos d v e n t i s t a sd e l Séptimo Día, que aparecen en nuestro
Manual de ig1 es i ya que se pueden consultar en las e d i c i o n e scastellanas. En vista
de este hecho, estas respuestas represen tan la posici ón de nuestra denominaci ón en el
campo de la doctrina e c l e s iá s t i c a y la interpr etaci ón profética.

A m e d i d a que adelantaban el trabajo de dar respuesta a las preguntas, se


comprendi ó que nuestros miembros ide g l e s i aigualmenter e c i b i í ra n b en ef ic iodel
m a t e r i a lque se preparaba, y por lo tanto d ese
c i d ió p u b l i c a rtodo el trabajo en forma
de un l i b r o . Así fue como apareci ó este volumen. Aunque la formatrabajo del es un
tanto i n u s i t a d a ,confiamos en que satisfar á una necesidad definida.

Los escritores, consejeros y redactores emique


t i e r o nlas contestaciones a estas
preguntas han trabajado a conciencia para expresar con exactitud creencias las de los
adventistas. Pero a causa de la naturalezao r deg ala
n i z a cón
i de la I g l e s i a
Adventista,n i n g u n adeclaraci
ón de las creencias adventistas puede
-2-

cc -5 " cera rse o f i c i a la m eno s q ue sea ad opt ada po A rs olcai a cón


i Ge ner al en s e s ión
c _£":e n a l , e n l a q u e án e s tp r e s e n t e s l o s d e l e g a dc orse d i t a d o dse t o d o e l c a mTpro_ -
c : e l . L a s r e s p u e s t a s q u e a p a r e c e n e nv oelsutmee np u e d e nc o n s i d e r a r sceo m o
.e 'cs aer ame nte r e p r e s e n t a t i v de
a s la fe y las cr een cia s de I g llae s i aA d v e n t i s t a .

Q u i e n e s p r e p a r a r o n e s t a s r e s p u e s t a s n o p r e t e nddiecn h hoalbaeúrl t i m a p a l a -
- ~ c e n c u a n t o a ldao c t r i n ac r i s t i a n a .L o s a d v e n t i s t acsr e e m o s q u e l a c c r n p~r'c&nr-
c u e e l h o m b rtei e n e d e l av e r d a dd e D i o s epsr o g r e s i v a ." M a s l a s e n d a "dees 'üs t o s
es como la luz de la aurora, que va en aumento hasta que el di"a es per-
- ec t c ' ( P r o v. ¿4 : 1 8) . C i e r t a m e n tde
e b iér a m os c o n oc e rás m a c e r ca d e la v o l u n t a dy " e s
c - o pós i t o s d e D i o s q u e l o q u e c o n o c i e r o n l o s h o m b r e s j uasnttois gü ed ed alda.
- = ' : o s íad s v e n i d e r o sp o d ría m o s e s p e r a r c o n ónr a uz n a m a y orre v e l a cón i de la
.e'csc bíblica.

En t a n to q u e ac e p t am osB ilba l i ay úni c a m e nt e lBa i b l i aco m o n ue s t r a re gclea " e


y p rác t i c a ,r e c o n o c e m ocsl a r a m e n t qeu e n o c o m p r e n d e m o s pclo en n i t u dt o d a l a . e ' c a d q u e
D i o s q u i e r eq u e s u sh i j o sc o n o z c a n e n laac t u a l i d a d .T a m p o c o h e m ocs' e t e n d i d nou n ca
t a l c o n oc i m i e nt o .T r i b u t a m o hso n or a lg r u p o de n o b l e st e s t i g o scono W i c i e f f ,Lutero,
T y n d a l e ,C a l v i n o ,Knox,W e s l e yy otrosg r a n d e sd i r i g e n t e s
c e i o a s a d o , c u y o a v a n c e e n l a n u eivmap ul lu ózs a l ai g l e s i ae n s u c o m p r e ón n s imás
c ' e n ad e lav o l u n t a dde D i o s . Y c r e e mo s q u e e n e st úlots i m o sdía s D i o s ha d a d o
_ - a l u z e s p e c i a lque s u p e r ala l u z e v a n gé l i c a p e r c i b i d por
a losp r i m e r o sd i r i g etes
n
c r i s t ianos .

E n a r m oía
n c o n l a o r d ed ne l a pós t o l : " E s t asdi e m p r ea p a r e j a d o s p a r a r e s p o n -
- f . r c o n m a n s e d u m b r er eyv e r e n c i a c a d a u n o q u e o s m a n dón e rdaez l a e s p e r a ncu
z ae h a y
en v o s ot r o s " (1 P e d. 3 ' - 15 ) , h em orasd op ro enc u e s te
l i b r o d a r 'r a ' ^ñn ¿e " u e s t r a f e .
I n v i t a m o sa n u e s t r o s a m i gcorsi s t i a n o as e x a m i n a r e s t a s r e s p u ees tlaas l uz d e la
P a l a b r ade D i o s .

L o s d i r i g e n t e dse l a A s o c i a cón
i G e n e r a l d e l oasd v e n t i s t acsr e e n q u e e l m a t e -
- ' a i qu e a p ar e c e en e svtoel u m e nno sól o seár ú t i l pa r a l osm i e m b r o sde s u p r o p i a
' e m e s i a ,s i n o que t a m b ié n p r o p o r c i o náa runa i n f o r m a cón
i d i g n a de confianza sobre "as
d o c t r i n a sa d v e n t i s t a s .Por lo tanto han s o l i c i t a d que
o estel i b r o sea p u b l i ca- co
p a r a uso g e n e r a l ,co n laf e r v i e n t oe r a c ió n y esp era nza de qu e seau tde i l i d a do e r a
a c l a r a re l c a m i n o dsea l v a cón i m e d i a n t en u e s t r o ño
S er J e s u c r i s t o .

LA C O M l ' S l O NDE REDACTORES.-


-3-
OOCTRINAS Q.UE COMPARTIMOS

CON OTROS CRISTIANOS

Pregunta 1

¿0,ué doctrinas tienen los adventistas ún


en con
com los cristianos en general,
y
en qué aspectos del pensamiento cristiano difieren?

Los cristianos en generalánest


d i v i d i d o sen varias escuelas de pensamiento
respecto de casi cada doctrina de la Biblia. En algunas doctrinas losnos adventistas
encontramos en un grupo, y en otras doctrinas podemos ser clasificados ma muy en for
diferente. Con algunos grupos religiosos tenemos muchas doctrinas ún. Con
en otros
com
podemos encontrar poca base doctrinal ún. comNo aceptamos ciertastrinas
doc sostenidas
por algunos cristianos porque creemos queánnofundamentadas
est en la Palabra de Dios,

Prácticamente todas las creencias adventistas son compartidas ás por uno o m


grupos cristianos. Unas pocasd ison
s t i n t i v a de
s nuestrai g l e s i a . Nuestras creen
cias
podrían clasificarse en relaci
ón con las creencias de otros cristianos losbajo
siguientes ítulos:
t

1. Creencias en ún
comcon los cristianos conservadores y los credos- del pro
testantismo hist
órico.
Creemos:

1. Q.ue Dios es el Soberano Creador, sostenedor y rey del universo,


es y que
eterno, omnipotente, omnisciente y omnisapiente.

2. Que laD i v i n i d a d ,la T r i n i d a d ,comprende a Dios el Padre, a Cristo el


Hijo, y al Esp
íritu Santo.

3. Que las Escrituras soni nla p i r a d arevelaci


ón de Dios hecha a los bres,
hom y
que laB i b l i aes la única regla de fe yáctica.
pr

^. Que Jesucristo es Dios y que ha existido con el Padre desde toda la


eternidad.
i j

5. Que elEspíritu Santo es un ser personal, que comparte los atributos


la de
d i v i n i d a dcon el Padre y el Hijo.

6. Q,ue Cristo, el Verbo de Dios, se encarn ó mediante la milagrosa concepción y


el nacimientovirgi na l;y que v i v ió una v i d a absolutamentes i n pecado en lati erra.

7. Q.ue la muerte
vicaria y expiatoria de Cristo, definitivamente, es
ciente
sufi
para la redenci
ón déla humanidad perdida.
8. Q,ue Jesucristo se levant
ó en formaliteral y corporal de la tumba.

9. Q.ue ascendi
ó a los cielos en forma
;1 i teral y corporal.

10. Queél ahora sirve como nuestro abogado en


ministerio
el sacerdotal y la
mediación ante el Padre.
-4-

1 1 . Q u ev o l v eár e n u n s e g u na ddov e n i m i e nptroe mli eña r l ,o p e r s o n a el i n m i --


e'te.

12. Que el hombre fue creado s i n pecado, pero que por caída
su subsiguiente
entró en un estado de
a l e j a m i e n t oy depravaci
ón.

1 3 - Que la s l a v a c ó
in m e d i a n t eC r i s t o se lograúnicamentepor g r a c i a ,a través
se la fe en su sangre.

lA. Que la entrada en la nueva


v i d a en C r i s t o se l o g r a por regeneraci
ón, o e!
nuevo nacimiento.

1 5 - Q u e e l h o m b rjeu se st i f i c a pdoor l a f e .

1 6 . Q u e e l h o m bsr ae n et si f i c a pdoor l a m o raa nd at e r i odre C r i s t mo e d i a n teel


E s pí r i t uS a n t o .
1 7 - Que el hombre ser á g l o r i f i c a d en
o la r e s u r r e c cón
i , o t r a s l a cón
i de los
s an to s, c ua nd o re gr es e el
ñor .S e

18. Queh a b rá un j u i c i ode todos los hombres.

1 9 - Que elE v a n g e l i odebe serp r e d i c a d ocomo t e s t i m o n i ao todo el mundo.

I I. En c i e r t a sd o c t r i n a sc o n t r o v e r t i d aentre
s losc r i s t i a n o conservadores,
s
sostenemos'~
üna de dos oásm p o s i c i o n e s .

Creemos:

1 . Q u e e l h o m btriee n el i b e r t apda r ae l e g i ro r e c h a z a r oeflr e c i m i e ndteo


s a l v a cóni m e d i a n tCer i s t o ;n o c r e e m o s q u e D ipo rs e hd ae t e r m i a nq du oe a l g u n o s
hombres
s e s a l v e ny o t r o s spei e r d a n .

2 . Q u e l a lm eo yr a ld e l o s D i e z M a n d a m i e n t oál
s ,o goo ,D eecs l a n o r m a q u e d e b e
r e g i rl a v i d a y l a c o n d u c t a d e t o d o s l o s h o m b r elsa sdépe otcoadsa;s n o cmroese q u e e l
D e cál o g o h a ysai d oc a m b i a d oo a b o l i d o .
3 . E lb a u t i s m do e b ea d m i n i s t r a rpsoer - ,s i m p l ei n m e r sóni ; n o c r e e m o s q u e d e b a
a d m i n i s t r a rpsoera s p e r sóni , d e r r a m a m i e notto r i p l ei n m e r sóni .

k . Q u e e l h o m b r e f u e d o t aidnom od er t a l i d ca odn d i c i o n ae nl l a c r e aónc ;i n o


c r e e m o s q u e e l h o m b r e ipnoms oe ar t a l i d ia ndn a t ao u n a l m a i n m o r t a l .
5 . Q u e l oi sm pío s s e rán c a s t i g a d o s p o rs ueflr i m i e n ty ol aa b s o l u t dae s t r u-c
c ión e n e l l a g o d e f u e g o ; n o c r e e mio ns f ei ne runnqo u e a r d e e t e r n a m e n t e , l da os n d e
a l m a s r e c i b e n t o r msein nt of i n .
5 . Q u e l o s ío i msp s eánr c a s t i g a d opso r e ls u f r i m i e n ty o l aa b s o l u t dae s t r u-c
c ión e n e l l a g o d e f u e g o ; n o c r e e mionsf ieen r nu nqo u e a r d e e t e r n a m e n t e , l da so n d e
a l m a sr e c i b e n t o r m e sn tion f i n .
6 . Q u e e lép ts i m o ía d d e l a s e m a n a e sábeald os; n o c r e e m o s q u eáb aedlohsa y a
s i d oa b o l i d o c, a m b i a d poo r e lp r i m e rdía , o q u e s e a m e r a m e n tsép
e utniam ap a r t e d e
tiempo.
7 . Q u e eplr i n c i p idoe l d i e z m oc o n s t i t u yeel p l a nd e D i o s p a r a s o s t e nseur a
i g l e s i a n;o c r e e m o s q u e e l d i e z mso i hdaoysól
a o p a r a l o s ío j us d.
-5-
8 . Q u e D i o s óc reel m u n d o e n s e ía
i ss dl i t e r a l e s ; n o c r e e m o s q u e clión
a csree a
r e a l ióz e n l a r g o s píoedro s d e p r o c e s o e v o l u c i o n i s t a ,

9 . Q u e l a c o r r e c t a p e r s p e c t i v a d e l a i nón t e rpprroeét
ft ia c ai e sát m e j o r e x p u e s t a
p o r l o q u e s e c o n o c e c o m o l a e s c uór e li ac a h; i sn to a c e p t a m o s l o s m sa is s ts e g u i d o s p o r
los preteristas o los futuristas.

1 0 . Q u e liag l e s i ay e l e s t a d o d e b e n o p e r a r e n e s f e r a s t o t a l m e n t e s e p a r a d a s ; n
c r e e m o s q u e , e n u n i n t e n t o p o r c o n trreo l ai rgónil ad e l a g e n t e o al ac st i vdia d e s
r e l i g i o s a sl,a i g l e s i ad e b i e r a d o m i n a r e l e s t a d o , o q u e e l e s t a dgo
o b dere bn iare r a la
ig le s i a .

1 1 . Q u e e lr i t o i n s t i t u i d poo r C r i s t o- e l l a v a m i e n t o m u t u o d e l o s p i e s e n
o c a s óin d e l a C e n a d e ño l rS-e d e b e s e r p r a c t i c a d o ; n o c r e e m o s q u e h a ymae nstied o m e r a
u n a a d a p t aónci a las costumbres y necesidades de esos tiempos.

1 2 . Q u e d eérb ia m o s a b s t e n e r n o s dáce t ip cr a s t a l e s c o m o e l u s o d e a l c o h o l y
tabaco; no creemos que la compacencia en estas cosas sea plenamente representat
c a rác t e r d e n u e s t r oño rS .e

I I I . Nu e st r as do ct r in a s dsion
s t i n t i v ade
s nu e st ra
i g l e s i ae n u na s p o ca s ersafe
s
d e l p e n s a m i e nctro i s t i a n o
Cr e emo s :

1 . Q u e e n ec li e l o h a y u ns a n t u a r i do o n d e C r i s t o , n u e s t r o S u m o S a c e r d o t e ,
m i n i s t r ae n d o s f a s de si s t i n t a ds e s u o b r a m e d i a t o r i a .

2 . Q u e d e b e r e a l i z a r sjeu iucn i oi n v e s t i g a d o r e n e l c u a l s e d e c i d e e l d e s t i n o d e
t o d o s l o s h o m b r e s a n t e s d e q u eC rviesntgoae n l a s n u b e s gdleo r i a .

3 . Q u e esle l l o d e D i o s y l a m a r c a d e l a b e s t i a , m e n c i o n Aa dp oosc aelnispei ls ,


s o n l o s íms b o l o s d e l a s f u e r z a s o p o s i t o rbaise ndye le l m a l e n e l g r a fn l ci ocnt oq u e
o c u r r e a n t e s d e Cq ru ei s t ov u e l v ap o r s e g u n d a v e z .

k . Q u e l o s t r eán s g e l e s d Ae p o c a l i p s i1s4 r e p r e s e n t a n l a p r o c lóna m da ec li


m e n s a j ef i n a ld e D i o s a l m u n d op re en p a r a cóni p a r a l av e n i d ad e n u e s t r o ñoS er .

LA B I B L I A ,ÚN I C A ^EGLA DE

FE Y PRACTICA

Pregunta 2

E n l o r e f e r e n t e ai nlsa p i r a cóni d e l aB i b l i a ,¿e n s eña n l o s a d v e n t i s t a s l qa u e


B i b l i aes l a v e rd a d epraal a b r ade D io s , la ún i c a i n f a l i b l ree g l a d e f e y prácti
de ca?
Los adventistas creemos que "todaL A E s c r i t u r a ,Aenlt i g u oy e l N u e v o T e s t a m e n t o d e l
D e s d e e l énGe s i s h a s t a Ae pl o c a l i p s i s ( 2 t i m 3 : 1 6"-e1s7i)n,s p i r a d dai v i n a m e n t e "
, q u e c o n s t i t u y e l a v e r d pa ad el raab r ad e D i o s - l a v e r d a d "vive
q u e y permanece para
siempre" (1 Ped. 1:23,). Reconocemos laBiblia como la autoridad máxima y definitiva
respecto de la verdad. Las Sagradas Escrituras l l e g a r o n h a s t a n o sao t r oa sévs d e l
m i n i s t e r id oe l o s p r o f e t a s q u e h a b l a r o n

-6-
y es cr ib ie r on"siendo i ns pira d osdel E s pír i t u Santo" (2 Ped. 1:21). Losóstoles
ap
declararonque el Dios que hizo los c ie lo s y la t i e r r a h ab lo mediantela boca de
D a v i d y de los profetas de antaño (Hech. 4:2*4-26; Mat. 1:22; 2:15; Hech. 3:18-20;
28:25,26; Heb. 1 :1;A:7).

Y esos mensajeros e l e g i d o sde Dios d e c l a r a r o nque lo que sedaba a través de


e l l o s era la verdaderap a l a b r a de Di o s (Isa. ^3:1^5:1; Jer. 17:19,20; 18:1,2 ;
22:1,2; 25:1,2). Pablo les record ó a sus conversos que cuando escuchaban l e ctura
la
de las Es cri tur as,estaban oyendo no las p a l a b r a sde los hombres, s i n o en verdad la
p a l a b r a de Dios (1 Tes. 2:13).

Jehová declaró su verdad almundo m e d i a n t eel m i n i s t e r i ode estos mensajeros del


pasado. Mois és r e c i b ió el s i g u i e n t emensaje: "Profeta les s u s c i t a ér de en m e d i o de
sus hermanos, comoú;t y pondr é m i s p a l a b r a sen su boca, yél les h a b l a rá todo lo que
yo le mandare" (Deut. 18:18). Y Jerem ías r e g i s t ró la s i g u i e n t ed e c l aración del
Señor: "Hea q uí he puestom i s p a l a b r a sen tu boca" (Jer. 1:9). Las palabrasque
estos hombreshab lar ony e s c r i b i e r o nno fueronlas p r o p i a s ;fueron laspalabrasdel
Dios vi vi e n te . Y Dios ledijo a Ezequiel: "Hijo de l hombre, ve yentra a la casa de
I s r a e l , y h a b l a a e l l o s con m i s pa lab ras"(Eze. 3:4).

Expresionescomo "Oíd la p a l a b r a de Jehov á", "Oí la voz de Jehov á, d i c i e n d o " ,


"La p a l a b r a de Jehov
á v i n o a m i " , etc., aparecenásm de 1,300 veces en los escritos
profeticesdel A n t i g u o Testamento. Y los escr ito resdel Nuevo Testamento declaran
más o menos lo mismo. Elóstol ap P a b l o d i c e : "Yo r e c i bí d e l Señor lo que t a m b ién
os he ense ñado" (1 Cor. 11:23). "Si a l g u n o a su parecer, es profeta,e sop i r i t u a l ,
reconozca lo que os escr ibo ,porque sonm a n d a m i e n t o sdel Señor" (1 Cor. 14:37).

Tomamos laB i b l i a en su t o t a l i d a d ,creyendo que noólo


s cont i enela p a l a b r a de
Dios, s i n o que es la p a l a b r a de Dios.

Creemos en laauto rid ad,veracidad,p r e c i s ión y verdad de las Sagradas E s c r i t u-


ras. En laB i b l i a ex i ste la mi sma
un ion de lo d i v i n o y lo humano que se man!fi esta
en Cristo. Sus verdadesreveladashan s i d o dadas pori n s p i r a cón i d i v i n a (2 Tim.
3:16), pero están expresadas en las p a l a b r a sde los hombres.

Los a dven tist asno adherimosa la p o s i c ión protestanteque sostieneque la


B i b l i ay solamente la B i b l i aes la ún i c a r e g l a de fe y dep rác t i c a para los c r i s t i -a
nos. Creemos que todas clas r e e n c i a steológicas debene x a m i n a r s epor laP a l a b r av i v a
y juzgarse por su verdad; c u a l q u i e r aqué no r e s i s t aesta prueba, o que no é est en
armonía con su mensaje, ha de rechazarse.

"El c r i s t i a n i s m roe c i b ela P a l a b r ade D i o s como el gran tesoro dev la erdad


i n s p i r a d ay la p i e d r ade toque de toda i n s p i r a cón
i " (El C o n f l i c t ode losS i g l o s ,
pág. 205) •

"Debemosr e c i b i rla P a l a b r ade D i o s como laa u t o r i d a dsuprema"(Testimon


Íes,
tomo 6, ág.
p 402) .

^ E n l aa c t u a l i d aldo s h o m b r e s s e h a n a l e j a d o m u cdh o c dt er isnuasys p r e cteops / d e


l a s E s c r i t u r a s ? ^ , y s e h a c e m u y nveoclevs ea railo g r apn r i n c i p ipor o t etsa n t e : L a
B i b l i a ún , i c a m e n t e Bl ai b l i a c, o m or e g l ad e l a f e d ye l d e b e r " ( E l Cf o1inc-t o d e l o s
S i g l o s, pág . 2 1 7 ) . •
-7-

RELACION DE LOS ADVENTISTAS CON

POSICIONES DEL PASADO

Pregunta 3

¿Se han alejado los adventistas de algunas de las posiciones sostenidas por
ciertos adherentes de los primeros años, de quienes todavía circulan algunos
escritos? Esos escritos, ¿desfiguran las actuales enseñanzas de los dirigentes
adventi stas?

Los adventistas creemos que la revelación de la verdad bíblica es progresiva, y ha


de b r i l l a r "en aumento hasta que el día es perfecto" (Prov. ^:l8). Y hemos procurado
caminar a la creciente luz de la verdad. Nunca nos hemos encerrado en los límites de un
credo formal, diciendo: "Esta es la verdad; hasta aquí llega y no más lejos." Elena G. de
White, una de nuestras principales autoras, escribió en 1982:

"Siempre se revelará nueva luz de la Palabra de Dios a aquél que mantiene una
relación viva con el Sol de Justicia. Nadie llegue a la conclusión de que no hay más
verdad para ser revelada. El que busca la verdad con diligencia y oración encontrará
preciosos rayos de luz que aún han de resplandecer de la Palabra de Dios" (Consejos sobre
la Obra de la Escuela Sabática, pág. 36).

Los padres fundadores de la Iglesia Adventista que actuaron hace más de un siglo,
salieron de varias corrientes denomi nacionales. Mientras todos eran premi-lenaristas,
algunos eran trinitarios; ULIUO erar, arríanos. La mayoría eran armi-ni anos; unos pocos
eran clavinistas. Algunos insistían en la inmersión; unos pocos se contentaban con la
aspersión. Había diversidad en estos puntos. Y, como sucedió con diferentes grupos
religiosos, nuestros primeros días se caracterizaron por la transición y los ajustes. Se
estaba gestando una iglesia. Cuando estos hombres fueron creyentes renacidos, el estudio
y el énfasis iniciales se pusieron sobre las verdades distintivas del movimiento. Y se
ocuparon en forma similar en desarrollar una organización efectiva.

En aquellos días se le concedió relativamente poca atención a los méritos del


arminian rsmo en contraste con la posición calvinista. Las diferencias históricas de
pensamiento implicadas retroceden a San Agustín y Crisóstomo. No se preocuparon de los
"decretos absolutos", de la "soberani a'di vi na", de la "elección particular", o de la
"expiación limitada." Tampoco, al principio, trataron de definir la naturaleza de la
Divinidad, o los problemas de la Cristología, que incluían la deidad de Cristo y su
naturaleza durante la encarnación; la personalidad y deida del Espíritu Santo; la
naturaleza, alcance y perfección de la expiación; la relación entre la ley y la gracia, o
la plenitud de la doctrina de la justificación por la fe, etc.

Pero con el transcurso de los años la primitiva diversidad de opiniones acerca de


ciertas doctrinas gradualmente fue cediendo el lugar a la unidad de criterio. Entonces la
gran mayoría asumió posiciones claras y firmes respecto de doctrinas como la Deidad, la
divinidad y eterna preexistencia de Cristo, y la personalidad del Espíritu Santo. Se
establecieron conceptos definidos sobre la justificación por la fe, la verdadera relación
entre la ley y la gracia, y sobre la muerte de Cristo como el sacrifico expiatorio
complete, hecho por el pecado.
Sin embargo, unos pocos se adhirieron a algunas de sus creencias anteriores, y e
veces esas ideas aparecieron impresas. No obstante, durante décadas la iglesia he estado de
común acuerdo en lo que respecta a las verdades básicas de la fe cris-t i ana.
i nac i ona les más importan-

El hecho de que ahora nuestra posición había sido aclarada nos parecía suficiente.
Pensábamos que nuestras enseñanzas eran claras. Y no parecía necesaria ninguna declaración
particular acerca de un cambio de aquellas antiguas ideas. Hoy
el énfasis p r i n c i p a l de todas nutálias ^jL 1 i c"2cion
tes como también la continua presentación por radio y televisión, destaca los
fundamentos históricos de la fe cristiana.

Pero las acusaciones y los ataques han persistido. Algunos prosiguen


reuniendo declaraciones aparecidas en algunas de nuestras antiguas publicaciones
que hace mucho que están fuera de circulación. Se citan ciertas declaraciones, a
menudo fuera de su contexto, que dan una imagen completamente deformada de las
creencias y las enseñanzas de la Iglesia Adventista de la actualidad.

Debiera tomarse en cuenta otra consideración. Y es que los adventistas no


tienen un credo formal, no limitan rígidamente el pensamiento de su ministerio.
En verdad sería extraño si ocasionalmente no apareciera alguna declaración de
algún escritor adventistas, que no coincidiese con el consenso general de la
creencia adventista. La mayor parte de los cuerpos religiosos se encuentran con
este problema y perplejidad de vez en cuando.

Todo esto ha hecho conveniente y necesario que volvamos a establecer nuestra


posición que se basa en las grandes enseñanzas fundamentales de la fe cristiana,
y a negar toda declaración o implicación de que Cristo, la segunda persona de la
Deidad, no ha sido uno con el Padre desde toda la eternidad, y que su muer i. e en
la cruz no ha sido un sacrificio expiatorio pleno y completo. La creencia de los
adventistas acerca de estas grandes verdades es clara y categórica. Y creemos que
no deberíamos ser identificados con ciertos conceptos limitados y erróneos
sostenidos por a l gunos, particularmente en los años de nuestra formación, ni
tampoco ser infamados a causa de el los .

Esta declaración, por lo tanto, debiera i nv al id ar el repertorio de "citas"


que han estado circulando contra nosotros. Estamos en unidad con nuestros
compañeros cristianos de los grupos denomi nacional es en los grandes fundamentos
de "la fe que una vez fue dada a los santos". Nuestra esperanza está puesta en un
Salvador crucificado, resucitado, que intercede por noso^Vos y que está por venir.
LA DEIDAD Y LA ETERNA

PREEXISTENCIA DE

CRISTO Pregunta k

Con frecuencia se sostiene que los adventistas niegan la deidad y la eterna


preexistencia de Cristo, el Verbo eterno. ¿Es verdadera esta afirmación?
¿Creen los adventistas en la Trinidad? Sírvanse dar la fundamentación bíblicas
de sus creencias.

1 . Creyentes en la Deidad de Cristo y 3a Trinidad.

Nuestra creencia en la deidad y la terna preexistencia de Cristo, la


segunda persona de la D i v i n i d a d , está registrada en nuestras "Creencias
Fundamentales de
-9-
los Adventistas", que aparece anualmente en nuestro Yearbook c i a l , y ofien nuestro
M a n u al d eI g l e s i aa u t o ri z a do . Ad
ásem
, l os q ue s o n b a u ti za d o s pIor g l le as i aA d v e n-
t i s t a a pr u e b a n e l " R e s u m e n d e l a s D o c t r i na s Fu nd a m e n ta l e s" q ue a p a re ce n en n u
C er ti fi c a do de Ba utis s ta
mond ar d, aríctul o 2 :

"J es uc ri sto , la segund a pe rs on ad idev ilnai d a dy el etern o Hijo d e Dio s es e l


ún i c o S a l v a d o r d e l p e c a d o . L a sóna l dv ea lc i h o m b r e e s p o r l a g r a c i a , p o r lél".
a fe en

El c an di da t o f ir ma es ta d ecón la,r ac
e ni a fi rm ac
óni de s u fe , a nt es bde a lu t i mso .
Y e n e l Aénp d i c e A , ágp s . 6 4 1 - 6 4 5 , a p a r e c e u n a c o món
p i ldaec id e c l a r a c i o nacerca
es de
la d e i d a dy eterna preexistenciaC rde i s t oy de su posici ón en lad i v i n diad ,
pr oc ed e nt e s de pllau m a de un a d e nu es tr as es cr it or ás a rs epm re se n ta ti vaElenas, G. de
W h i te.

R es pe c to al l ug ar C de r i s t oen la D ei da d , cr ee mo s q ue es la s eg un dadepela rs on a
T r i n i d a dc e l e s t i a l-compuesta del Padre, el HijoE sypír eli t u Santo-, cuyos miembros
están unidos noólo s en laD i v i n i d a sd i n o en lasp r o v i s i o n etomadass por la
re de ncón i . En e l énd A p ic e A , "E l L ug arC rdei s t oen l a De id ad " , t am én bia pa recen
v a r i a sdecla raci ones susc in ta s acerc a T de r i nlai d a d ,que pre se nta n (1) Cqu r ei s t oe s
un o c on e l P ad re Eter no - u no en n at ur i gaul aezl ea n, p od er y au to ri dDios ad , en el
sentid o ás m elevado, eterno y existe nteí por mismo, s con v i d a o r i g i n a l ,p r o p i a ,no
d e r i v a d a ;y (2) queC r i s t oha e x i s t i d odesde toda la e t e r n i d a d siendo
, d i s t i n t odel
Padre, pero u n i d o con él, poseyendo mlai s m a g l o r i a ,y todos los a t r ibutos d i v i n o s .

L os adv en tis ta s f un da menta n s u creenc ia T r ien


n i la
d a de n las de clara ci ondees
l as Sa giúa
d s es cr it ur a sás mb i e n q ue e n u n cr ed o hórisict o. E lA r tíc u l o 2 de la s
Do ct rin as F un da men ta le s esícit e xp
o:l

"Que laD i v i n i d a d o, T r i n i d a d ,consiste del Padre Eterno, un Ser personal,


e s p i r i t u a lomnipotente,
, omnipresente, i n f i n i t oen s a b i d uía
r y amor; del ñor Se
Jesuc rist o, e l Hi jo del Pad re Eterno m e d i a,n t eq u i e n t odas la s co sas f ue ro ndas cr eay
a trav és de q u i e n se r e a l i z aár la s a l v a cón
i de las huestes r e d i m i d a s del
; E s pír i t u
Santo, la tercera persona Ddei vla i n i d a d el
, gran poder regenerador que i n t e r v i e n e
en la obra de redenci ón. (Mat. 28:19).

O t r a d e c l a r ón
a c ir e p r e s e n t a t i v a a p a r e c e e n 'eRle s u m e n d e l a s D o c t r i n a s F u n -
d e mén t a l e s " , d e l c i tCaed ro t i f i c a ddoe B a u t i s m o :
1. El verdadero Diosviviente, la primera persona de laDivinidad, es nuestro
Padre Celestial y él, por su Hijo Jesucristo, cre
ó todas las cosas. Mat. 28:18,19; 1
Cor. 8:5, 6; Efe. 3:9; Jer. 10:10-12; Heb.
1:1-3; Hecho. 17:22-29; Col.1:16-18.

2 . J e s u c r i s t o , l a s e g u n d a p e r s oDnia v dien il da a yd e l e t e r n o H i j o d e D i o s e s e l
ún i c o S a l v a d o r d e l p e c a d os .a l vLaacón
i d e l h o m b r e e s p o r l a g r a c ila a ,fep en
o r él,
Mat. 28:18, 19; Juan 3:16; Miq. 5:2; (Mat. 1:21; 2:5,6); Hech. 4:12; 1 Juan 5:11, 12;
Efe. 1:9-15; 2:4-8; Rom. 3:23-26.

3. El Espíritu Santo, la tercera persona deD ila


v i n i d a d ,es el representan
te de
Cristo en latie rr a y guía a los pecadores al arrepentimiento y obediencia de todos los
requerimientos de Dios. Mat. ^8:18,19; Juan 14:26; 15:26; Rom. 16:7-15;
8:1-10; Efe.
4:30.
I I . B a s eB í b l i c ad e l a C r e e n c i a e Dn e li ad a dd e C r i s t o .

L a d e i d a dd e n u e s t r o ñoSre J e s u c r i s t o q uee sd at a b l e c i dpao r l o m e n o s p o r o n c e


d i f e r e n t e sínle a s d e e v i d e n c i a , l a s c u a l e s , t o m a d a s c o l e c t i v a m e n t e , e s t a b l e c e n

-10-

completamente su deidad. Son é s t a s :

1. Reconocimientodel título de "Hijo de Dios" porCristo mismo. Cuando


estuvo entre los hombres,Cristo se reconoció CGÚIO el Hijo de Di os TMat. 27:**1-
A3;
Juan 5:23; 9:35-37; 10:36; 17:1).Confirmó el testimonio de otros de queél era el
Hijo de Dios (Mat. 16:15-17); Juan 1 :32-3*t,*48,*)9 ; 11:27). Y otras
numerosas
declaracionesatestiguan el hecho de queél era lo quedeclaró ser: el Hijo de
Dios (Mat. 3:16, 17;Juan 19:7; 20:30,31; Hech. 9:20; Rpm. 1:1-*t; 2 Cor. 1:19; Heb.
*4:1*4; 2 Ped. 1:16,17).

Cr is to u t i l i zó el título de "Hijo de Dios"s i n la menor reserva, y con la


l i b e r t a d y franqueza ásm completas. Es el tít u l o que comprende, de la manera
más
explícita, su s i n g u l a r relación con el Padre.

2. La a p l i c a c ió n a Jesucristode una cantidad de nombres ytítulos reser-a la


Deidad. -En el Ant igu o Testamento se lea s i g n a n a Jesús unos 70 nombres >y tít u l os , y
en el Nuevo Testamento, unos 170 ás.m Los que se reservan exclusiva mente para la
Deidad, i n c l u y e n a "Dios" (Juan1 : 1 ) ; "con nosotros Dios" (Mat.i.^jy,"el gran Dios"
(Tito 2:13) "Dios. . bendito . por los siglos " (Rom. 9:5); "Hijo de Dios" (unas *tO
veces); "Hijounigénito" (cinco veces); "el p rimero y el último" (Apoc. 1 :17); "Alfa y
Omega" (Apoc. 22:13); " p r i n c i p i oy fin" (Apoc. 22:13); "Santo" (Hech. 3:1**); "Se ñor"
(empleado constantemente); ñor "Se de todos" (Hech. 10:36); "Señor de gl or ia " (1 Cor.
2:8); "Rey deg l o r i a " (Sal. 2*4:8-10);"Admirable"(Isa. 9:6)"; "Padre Eterno"" (isa.
9:6); "Verbo de Dios" (Apoc. 19:13); "Verbo" (Juan 1 : 1 ) ; "Emmanuel" (Mat. 1:23);
"mediador" (1Tim. 2:5); y "Rey de reyes, Señor y de señores" (Apoc. 19:16).

3. A tr ib u ció n a Cristo de atributosque pertenecenúnicamentea la Deidr.d.Estos


i nc 1 uyen Tos sigu i entesé omn i potenci a (Mat. 28:18) , omn i enci sci a (Mat. 9~:*0 >
omnipresencia (Mat. 18:20), i n m u t a b i l i d a d(Heb. 13:8) que adem
ás aparecen env e i ntenas
de pasajes.
A. A t r i b u c óin a C r i s t o de of ic io sy prerrogativas poseídos y ejercidos
ún i c a -
camente por la De i dad.-Estos comprenden la creación d e l u ní verso (Juan 1:13);á"f
p r e s e r v a cón
i d e l u n i v e r s o(Heb. 1:3); el derecho y poder de perdonar los pecados (Mar.
2:5-12); el derecho y poder de juzgar a todos los hombres (Hech. a17:30; u t o r i dla
ad
y el poder der e s u c i t a ra los muertos (Juan 5:28,29); de transformar nuestros cuerpos
( F i l . 3:21); de conceder ilan m o r t a l i d a d(1 Cor. 15:52,53)-

5. La a p l i c a c óin del "YO SOY" del A n t i g u oTestamento a Jesucristo enNuevo.- el


Cuando C r i s t o les d i j o a los jud íos: "Antes que A b r a h a mfuese, yo soy" (Juan 8:58);
aquí procurabaa f i r m a rsu d i v i n i d a d ,y sus oyentes reconocieron los alcances de sus
p a l a b r a s ,porque tomaron "piedr aspara t i r a r l e "-que era elc a s t i g o
de los jud íos para la i n i c u a sb l a s f e m i a s ,
c i a d a spo r D i o s en e lA n t i g u oTe s t a m en t o :
t a n t o t i e m p o r e c o n oc i d a s c o mím
o beoll os d e
a t r i b u t od e l a e x i s t e n c i a pío rm iss m o .
Obviament eu t i l i zó las palabras
pronun-" YO SOY EL QUE SOY" (Exo. »), 3:1*
d u r a n t e la Deidad,a pl icán d os e a sí
mismo el

6 . L a i d e n t i f i c aócni d e l J e h oáv d e l A n t i g u oT e s t a m e n t o c o n e l úsJ edse l N u e v o .


- H a y u n ac a n t i d a dd e p a s a j e s e n Aenl t i g u o T e s t a m e n t o q u e c o n t i e n e n e l n o m b r e d e
J e h o vá, y q u e l o s e s c r i t o r e s d el N u e v o T e s t a mae np tloi chaa nd oa J e úss .

L a p a l a b r a" S eño r " ( Y a h w e h ) Sd ea l m o1 ^ 2 : 2 2 , y l ovse r síc u l o s r e l a c i o n a d o s2,5 -


2 8 , s ea p l i c aa J e sús e n H e b r e o s 1 : 1 0 - 1 2 . m iEslm o n o m b r ed i v i n o( Y a h w e h )a p ar e c e n
t a m b ié n e n H a b a c u c 2 : 2 , 3 , ya ps el i c aa C r i s t oe n H e b r e o s 1 0 : 3 7 .

A c o n t i n u aón
c i e n c o n t r a m o s o t r o s t r e s e j e m p l o s d o nd e l a s Y ap ha wl ea hbor a' sE l o h i m
s e a p l i c a na n u e s t r o ñoS er : e n J e ría e ms 3 1 : 3 1 s e e m p l e aY a h w e h ,y s e

-11-
refiere a la obra de Cristo ún seg
aparece en Hebreos, ítuloscap 8 y 10. La refe
rencia
a Yahweh de Hageo 2:6 también es de carácter mesi ánico, y sea p l i c aa la obra que hace
Jesús según Hebreos 12:26. El hombre d i v i n o'Elohim que se usa Salmo en 45:6, 7, se
a p l i c aal Hijo de Dios en Hebreos 1:8,9.

7. El nombre del Hijo en el Nuevo Testamento se equipara plenamente al del


Padre.-Esto aparece en bla
e n d i cóin apostólica (2 Cor. 1 3:14) ; en órmula
la f bau-
ti
smal (Mat. 28:19); y en otros textos donde sus nombres aparecen unidos.
8. La m a n i f i es t ai m p e c a b i l i d ade
d Jesucristo en toda v su i d a terrena.-Estofue
predicho claramente en el Antiguo Testamento (Sal. 45:7;Isa. 53:9;~Jer. Zac. 23:5;
9:9). Y fue expresamente declarado en el Nuevo Testamento con expresiones
como estas: "el Santo de Dios" (Mar. 1:2*0; "lo Santo" (Lúe. 1 :35) ; "santo Hijo"
(Hech. 4:27) ; "éste ning ún mal hizo" (L
úe. 23:41); u,
(Lúe. 7:18); "no hay en él injusticia', " A l -Santo y al 5:21);
"sin mancha" Justo" (Hech. 3:14); "no conoci
ó pecado" (2 peca-
dores" (Heb. Cor. (1 Ped. 1:19); "no hizo pecado" (1 Ped.
2:22); "apartado de los 7:26).

9. Culto d i v i n o y oración a Jesús, reservados únicamente para Dios. -Hubo


muchos casos cuando Jesucristo, como Hijo y Creador, s i n v a c i l a cóni aceptó la ado-
ración que aunángeles y hombres piadosos, como c r i a t u r a s ,rechazaron con horror y
temor (Apoc. 19'-10; Hech, 10:25,26). La. prerrogat i dva i vde
i n ilad a dfue asumida y
afirmada en toda la v i d a de Jesús, a través de muchos casos, ún segaparece en el Nuevo
Testamento (Mat. 14:33; 28:9,17).
10. El conocimiento de Cristo respecto de su personam iys ión di vi na s .-A 1 a
edad de doce ños
a reconoci ó a Dios como su Padreúe. (L 2:41-52); a la edad deaños, 30
este conocimiento de msu
i s ión d i v i n a fue rev«iauu or.3u bautismo (Mat. 3:13- 17);
aparece en el registro de su tentaci ón (Mat. 4:1-11); en ll elam am i e nt ode los doce y
de los setenta; en las declaraciones del ón Serm
del Monte (Mat. 5 a 7).
1
11 . La convergencia de m ú l t i p l e s especificaciones prof éticas del Antiguo Testa
mentó c u m p l i d a sen Jesucristo, constituyene vla i d e n c i aculminante.-Una buena can
-
t i d a d de predicciones diferentes y íficas espec lo se ñalan como el Ser que vendr ía de
Dios (tales como Isa. 7:14;9:6).
LA DEIDAD DE CRISTO Y LA
A D M I S IÓ N DE

MIEMBROS....

Pregunta 5

S i u nu n i t a r i o u n a r r i a n o( q u e r e c h a z a tlra i n i d a d e l aD i v i n i d ayd n i e g a nl a
d e i d a d d e C r i s ts oo)l i c i t a rsae r a d m i t i d co o m o m i e m b r o d e v u eis gt rl ae s i a ¿l
, o
b a u t i z aíar u n p a s t o r a d v e n t i s t ar ey c liob iíar c o m o f e l iés g r?
¿E s p o s i b l eq u e u n a p e r s o n a p e r m a n e z c a e n u ón n a spaotsiiscfia c t o r i a d e n t r o d e l a
i g l e s i as i r e h u s a p e r s i s t e n t e m e n t e s o m e t e r s e a l a a u t ás o rtiidcaad reecslpeescit o d e l a
d o c t r i n ah i s tó r i c a d e l ad e i d a dd e J e s u c r i s t o ?

M i e n t r a sq u e l ap r i m e r ap r e g u n t a a p a r e n t e m e n t e s e r e f i e r a a u n p r o b l e m a m u y
i m p o r t a n t e se si n e m b a r g oh i p o étt i c a - p o r l as e n c i l l ra a zón d e q u e uunn i t a r i o
arriano no buscaf ela l i g r eías en unai g l e s i areconoc í damer.t. tar i n i t a r i amientras ,
s i g u e a f eán r rd o s e a s u p u n t ov id se t a s o b r e - lDa i v i n i d a dU,n a e n c u e s t a r e a l i z a d a e n t r e
n u m e r o s o s p a s t o r e s d e n udeesntormai n a ón c i d e m o s tór q u e n i n g u n o edlel o s h a b r e c i b i d o
t a l pe di do .

-12-
L o s p a s t o r e s a d v e n t i s t a s i dnesb te nr u i rc a b a l m e n t e a t o d o s l o s c a n d i ldaa t o s a
f e l i g r eías , a n t e sd e l b a u t i s m o .E s t e p eío r d o d ei n s t r u c cóni p o r l o g e n e rdaulr a
v a r i o s m e s e s . S ic aunnd i d a tpoe r s i s t ee n s u s p u n t o s v dies t a e r rón e o s r epse c t o d e
n u e s t r o ñc
S er y S a l v a d o rq, u i e nún i c a m e n tpeu e d es a l v a ra l p e c a d o r , q u eu dn a s o l o
c a m i n o a s e g u i r :s oe l i c i t a n tsee rá i n f o r m a d o f r a n c a m e n t e q u e npor eepsatraa dpoa r a
e l b a u t i s m oy, q u e n o p oá d sr e r r e c i b i d eo n l a g r e y . áS earc o n sjea d o ae s t u d i a rmás
h a s t a q u e c o m p r e n d a y apcle ep nt ea m e n tlea d e i d a dd e J e s u c r i syt os u p o d e r r e d e n t o r .
N o p o d e m ops e r m i t i cro m o m i e m b r oa u n o q une i e g u el o q u e c rmeoes y c r e a l o q u e
n e g a m o s , p o r q u e n u n c a e s t a r e m o s íae .n a Er sm to on a c a r ríae adr i f ic u l t a d e ys
d e s i n t e g r aón
c i.

A d e más , l aI g l e s i aA d v e n t i s team p l e au n C e r t i f i c a ddoe B a u t i s m uo n i f o r m e d e


c u a t r op a g i n a s ,q u e s e e n t r e g ac a ln d i d a t do e s pés
u d e l b a u t i s m o . E n pág l ai n a d o sy
t r e s a p a r e c e u n r e s u m e n d e l a s c dr eo ecntcriians a l edse l aI g l e s i aA d v e n t i s t a ,
S i g u i e n deol a r tíc u l o 1, q u e t r a t ad e l aT r i n i d a de,l a r tíc u l o se gu nd o d ic e:
" 2 . J e s u c r i s t ol,a s e g u n d a p e r s o n a dDei lv ai n i d ayd e l e t e r nHoi j o d e D i o se s
e l ún i c o S a l v a d o dr e l p e c a d o . Lsaa l v a cón
i d e l h o m b r e e s p o r l a g r a c i a , fe p o renl a
él. Mat. 28:18,19; Juan 3:16; Miq. 5:2; (Mateo 1:21; 2:5,6; Hech. 4:12; 1 Juan
5:11,12; Efe. 1:9-15; 2:4-8; Rom. 3:23-26).

Más a d e l a n t e en, lapág i n a c ua tr o, se e n c u e n t r ea l " Vo toB a u t i s m a l "co


, n o nc e
d e f i n i d a ds e c l a r a c i o n eque
s h a n de contestarse a f i r m a t i v a m e nantes
te de la a d m i n i-s
t r a c ió n d e l b a u t i s m o despu
, és de loc u a l el c e r t i f i c a des o fechado y firmado . La
p r i m e r ad e e s t a sa f i r m a c i o n east añe a n u e s t r a c r e e n c i a e n D i o s e l P a d r e ,H iDjioo s e l
y el E s pír i t u Santo. La segunda d e c l a r a cóni que debe contestarse es s i la
g u i ete:
n

"2. ¿Acepta Ud. la muerteJ ede s u c r i s t en


o elC a l v a r i ocomo els a c r i f i c i ex-
o
p i a t o r i op o r l o s p e c a ddo es l h o m b r e y c r e e U d . q u e p o r l a f e e n s u s a n g r e e l h o m b
e s s a l v a d od e s u s p e c a d o s y s u s c o n s e c u e n c i a s ? "

Este es el p r o c e d i m i e n tque
o ha des e g u i r s ep r e v i a m e n tal e b a u t i s m oen la fe
a d v e n t i s t a .El que este C e r t i f i c a dBoa u t i s m a tenga
l a u t o r i d a yd se u t i l i c e
constan temente, se ve por el hecho de que i n se
c l ulo
y een nuestro M a n u a lde I g l e s i a
o f ic i a l .D e m a n e r a q u e , ún s e gp a r e c e , e s m e nporso b a b l eq u e u n a p e r s o n a q u e s o s t e n g a
la p o s i c ón
i a r r i a n ao u n i t a r i aentre en la I g l e s i aA d v e n t i s tque
a ena l g u n aotra
c o m u nón
i protestante.

L a s e g u n d a p r e g u n t a , l o m i s m o q u e l a p r i m e r a , e s g r a nét ipcaar.t e Nhuitra epso t


p o s i c ón
i puede verse en ila n s t r u c cóni o f i c i a lpara laI g l e s i aA d v e n t i s t ael ,
M a n u a lde I g l e s i a ,que comprende los deberes, r e s p o n s a b i l i d a dyepsr o c e d i m i e n t oa s
s e g u i r s een los asuntos deI la g l e s i a . Este l i b r ofue aprobado r ye s p a l d a dpor o
A s o c i a cón
i G e n e r a len una sesi ón r e g u l a r . Respecto de a u t o r i d a yd r e s p o n s a b i l i d a d
d e l ai g l e s i ae n t a l e sa s u n t o s , l e e m o s e n l a s p a g s . 2 4 2 y 2 4 4 :
"E l R ed en to r d el mu ndio n ha v e s t i d ao su i g l e s i ade mu ch o p od er . d El e c l a r alas
r e g l a sque han de a p iicarse en caso d e l j u i c i ode sus miembro s.... Dios t i e n ea s u
p u e b l o , c o m o u n c u e r p o , r e s p o n s a b l e d e l o s p e c a d o s q u e e x i s t a n e n Si sus miembro
los d i r e c t o r ede s lai g l e s i ad e s c u i d a la n obra de buscar d i l i g e n t e m e n hasta
te
d e s c u b r i rl o s p e c a d o s q u e a t r a e n e l d e s a g r a d o d e D i o s s o b r e e l c u e r p o , v i e n e n
r e s p o n s a b l e s d e e s t o s p e c a d o s . . . m Sail ehsaoys t e n s i b l eesn t r e s u c u e r p o , y s i l e s
s i e r v o sde D i o s m a n i f i e s t ainn d i f e r e n c ifrecuente
a eal l o s ,v i r t u a l m e n tsostienen
e y
j u s t i f i c aal n pecador, y son i g u a l m e n tceu l p a b l e ys r e c i b ián r tan seguramente el
d e s a g r a d o d e D i o s ; p o r q uáne sh e rc h o s r e s p o n a b l e s d e l o s p e c a d o sc udlep al bo sl e s . "

-13-
E n l a ágp i n a 2 ^ 9 , b a j o e l ít
s uublto d e : " R a z o n e s p o r l acsu a l e s l o s m i e m b r o s
serán disciplinados", se registran siete razones, c u a l q u i e r de
a las cuales puede
dar m o t i v opara separar a un miembro del cuerpoi gde l e sla
i a . La p r i m e r adice:

"1. Negaci ón de la fe en los fundamentos del Evangelio en lasc doctrinas


a r d in ales
de la i g l e s i a ,o la ense
ñanza de doctrinas contrarias a la misma".

E s t os " f u nd a m e n to s d e l Ev a n ge l i o " , o " c re e n c i as f u n da m e n t al e s " , se22 e n to t a


en cue ntr an en las ágsp. 30 a 37 de l Manu alI gde l e s i a . El se gun do y terc eroestos de
p r i n c i p i o fundamentales
s tratan de la doctrina de Dios,énfasis y hacenennu est ra
cr een cia en la T r i n i d a d ,la omn ipo ten cia , l a o mni sci enc ia y l a e xis eterna
tencia del
Padre, el Hijo y Eel s pír i t u Santo.

"2. Que laD i v i n i d a do T r i n i d a dconsiste en el Padre Eterno, un ser persona],


e s p i r i t u a lomnipotente,
, omnipresente, omnisciente, i n f i n i t oen sabiduría y en amot el
Señor Jes ucr ist o, el Hij o d e D iosm,e dpior o del cu al fue ron cr ead as tod as cosas
las y
por cuyo intermedior se e a l i z aár la s a l v a cón
i de las huestes de los r e d i m dios; el
E s pír i t u Santo, la tercera persona de D i vla
i n i d a d el
, gran poder regenera do r en la
obr a d e l a r edeón. nci (Mat . 28:1 9)" .

"3. QueJ e s u c r i s t es
o Diosm i s m o ,s i e n d ode la m i s m a n a t u r a l e z ya esencia que
el
Padre Eterno. Aunque retuvo la naturaleza d i v i n atomó sobre si la naturaleza humana.
V i v ió sobre lat i e r r acomo hombre, e j e m p l i f ió cen su v i d a como modeloúesn tro los
p r i n c i p i o de
s la j u s t i c i a ,t e s t i f ióc de su relaci ón con Dios por mediomuchos de
m i l a g r o spoderosos,m u r ió por nuestros pecados en la cruz, óresucit de entrelo s
mu ert os y asce óndi
al Padr e, don vdei v e par a s iem pre pa ra int erc ede r p or
tros.
nos o
(Juan 1:1,H»; Heb. 2:9-18: 8:1,2;¿+-.1*4-16; 7:25)".
La cuarta de estas creencias fundamentales destaca la naturaleza de nuestra
s a l v a cón
i:

t . Q u e t o d a p e r s o n fa ,i nad e o b t e n e r slaa l v a cón
i , d e b e e x p e r i m e n t a r evlo n u e
n a c i m i e n t o . E s t e a b a r c a u n a t r a ón n s fcoormmpalceit a d e vliad a y e l c aácrt e r p o r e l
p o d e r r e c r e a d o r d e D i o vs ,i retnu dd e l a f e e n e lño rS eJ e s u c r i s t o ( J u a 16;n 3 :Mat.
18:3; Hech. 2:37-39)"-
La salvación, entonces, se da solamente a trav és de "la fe en el Se ñor Jesu-
cristo". El que rehusa reconocer la deidad de nuestro Señor y Salvador Jesucristono
puede, por lo tanto, ni comprender ni experimentar ese poder divino recreador en s u
p l e n i t u d .N o óls o q u e d da e s c a l i f i c a pd aor a l fa e l i g r eías a c a u s a d e s u i n lc ri eddaud ,
s i n o q u e y a eás tf u e r a d emís
l t i c o c u e r p o d e C r i s t o i, g llae s i a . Y l ai g l es i a n o
p o d rá h a c e r n a d ás
a mq u e r e c o n o c e r e s t a s eónp a ra a ct ir aésv d e l ai n c r e d u dl aid , y a c t u a r
e n a r m oían c o n l ia n s t r u c ón
c i d e l m a n u a l idge l e s i aa q u e s e h i z of e r e n c i a .£1 p u n t o
q u i n t od e l a s r a z o n e s d a d a s p a r a s e p a r a r a u n m iiegmlberso i ad eice: la
" U n a p e r s i s t e n t e n e g a t i v a e n c u a n t o a r e c o n o c e r l a s a u t o riigdlaed se is a d e l a
d e b i d a m e n t e c o n s t i t u i d a , o p o r n o q u e r e r s o m e t e r s e a l do ir dsecni pyl ia n dlaea \ i
gles¡a".

A u n q u e s e r e c o n o c ea ulta o r i d a d e l ai g l e s i ap a r a a c t u a r e n t a l c a s o , sneu n c a
a d o p t a a p r e s u r a d a m e n t e l a s eónp a rd ae c i. u n m i e m b r o , sún
i nioc a m e n t e d e sésp ud e m u c h o
c o n s e j o , o r aónc i y e s f u e r z o p a r a r e c o b r a r a l q u e y e r r a . G e n e r a l mperác n t te i, c ae,n l a
o l a p e r s o n a qpuie e r d el a f e e n l opsr i n c i p i ofsu n d a m e n t a l e s s e

encuentra tan fuera de armon ía con sus hermanos que v o l u n t a r i a m e n tsee r e t i r a ,o


su conducta es tdea l n a t u r a l e z aque lai g l e s i adebe i n t e r v e n i en
r su caso.

La d o c t r i n ah i s tór i c a de la d e i d a dde nuestro ñor Se y Salvador Jesucristo


es
una c r e e n c i af u n d a m e n t a de
l la I g l e s i aA d v e n t i s t a .
LA BASEH I S T O R I APARA UN FALSO CONCEPTO

A menudo se ha c o m p r e n d i d mo a l a los A d v e n t i s t a respecto


s de su creencia- con
c e r n i e n t ea la d e i d a dde C r i s t oy a lan a t u r a l e z ade la D i v i n i d a d .La base dee s t e
c o n c e p t o f a l s o e s t a e n c i e r t o m o d o e n c u e s t di oenfeisn id ceón
i y a n t e c e d e n t ehsi stóri
eos.

En el m o v i m i e n t oin t e r d e n o mnaciona1
i M i l l e r i s t a a, los que pertenecieron los
a d v e n t i s t a de
s la p r i m e r aépoca, unos pocos d i r i g e n t e eran
s m i e m b r o sde una
d e n o m i'-e c ión c o n o c i d a c o m o " C r i s t i a n o s " E s te g ría u p ol ahnazba d o s u c o n s i g n a , q u e
blaso-
-aba de no tener n i n gún credo fuera de Blai b l i ay únicamente la B i b l i a ,en la
rebe-" ;ón a r m i n i a n ade p r i n c i p i o ds e l s i g l o d i e c i n u e v econtra el dominante cal vinismo
po-'':ico-elees iás tico deN u e v a I n g l a t e r r a en , el c u a l el a s e n t i m i e n tao la C o n f e són i
ce Fe deW e s t m i n s t e cr o n s t i tía u una c o n d i cón i s i ne qua non.En su celo por rechazar
teco lo que no e s t u v i e r aen la B i b l i a ,los " C r i s t i a n o sfueron
" t r a i c i o n a d opor
s el
e x c e s i v ol i t e r a lismo ali n t e r p r e t a la
r D i v i n i d a den términos de las relaciones huma-
-as s u g e r i d a spor lasp a l a b r a s"Hijo". "Padre"," Uyn i gé n i t o " ,esto es a caer en la
t s - a e n c i ade m e n o s p r e c i ael
r tér m i n o extra b í b l i c o " T r i n i d a d " y, de a f i r m a rque el
- 'j o de beh a b e r t e n i d oun c om ie nz o en u n pa sa do r em ot ( So.
i n e mb ar go e st a ge ntae,
cesar de ser l l a m a d o sa r ría n o s , estaban en el extremo opuesto de a r ría
losn o s l i b e -
-e'es y humanistas que l l e g a r o na ser unitarios', y q^e considerabanC ra i s t ocomo _r
"nero hombre) .
A l g u n o sde estos" C r i s t i a n o sconfiaron
" en la
B i b l i acomo su gu ía, y h a c i e n d oc-
e' car ácter c r i s t i a n o antes
, que la creencia,únla i c a prueba para optar a íla ~
'cresía, se i n c l i n a r o an escuchar con s i m p a íta la p r e d i c a cón
i reavivadora de s-
'"ermo Mi l l e r r e a l i z a d aen el decenio de 1840, y a dar b i ela
n v e n i d a los mi 1le-
* s:as cuando otras i g l e s i a sles cerraban las puertas. S i n embargo, en el
m o v l m i e n::- - ' i l e r i s t laa e s p e c u l a cón
i acerca de la n a t u r a l e z ade la D i v i n i d a dno
desempe ñaba
• -c-;na p a r t e importante.

Los primeros a d v e n t i s t a habían


s s i d o m i l l e r i s t a sproced
, ían de diferentes de-
-c-'n a c i o n e,s y entree l l o s h a bía dos p r e d i c a d o r e"sC r i s t i a n o s "y, p o s i b l e m e n t e
« £- " c s m i e m b r o sl a i c o s . Su p r o p o r cón
i de n u e s t r ap r i m e r af e l i g r eía s es desconocida,
* ;_s deca ídos d e s c e n d i e n t enos hanm o l d e a d oel p e n s a m i e n t deo n u e s t r af e l i g r eía s ,
tarcoco su comprensi ón de laD i v i n i d a dl l e gó a.ser una parte de nuestro mensajec esen-
a " c r e d i c a d o a l m u nd o . A c t u a l m e n t e e s p r o b a ól b loe uqnuaemín
s i m a p a r t e d e n u e:-c= s-
miembros haya alguna vez ído ho a b l a rde unad i s p u t aacerca de si C r i s t otuvo z, c -
i g e n en un incomensurab1 e punto de la eternidad. Y aun los í l lpocos
a m a d oas
s
* - - " e n o sq u e h a y e n t r e n o s o t r o s - a u nq án u e eersrta d o s e n s u t e oía l o gt eór i c a a c e r c re
a
~ = n a t u r a l e z ade la r e l a c óin entre losm i e m b r o sde la T r i n i d a d -han estado tan c~es
c o m o s u s ásm o r t o d o x o s h e r m a n o s d e t o d o pe n s a m i e n t o d e s m e r e c egdlo ro rdiea l a
• c " . i n o sño e río d e J e s u c r i s t o c o m o C r e a d o r , R e d eS nta lovra,d o ry a b o g a d o .

Nuestrop u e b l os i e m p r eha creído en lad i v i n i d a dy p r e e x i s t e n c ide


a C r i s t o ,la
irie'.c'p a r t e del cual ha ignorado completame-nte d itoda
s p u t areferente a la r e l a c óin
eiacta de los miembros deD ila v i n i d a d .Tampoco nuestrap r e d i c a cón
i púb l i c a ha d i s -
r_:"cc laC r i s t o l oía
g , s i n o que ha puesto el énfasis en el mensaje d i s t i n t i v de
o la

-15-
v e n i d a d e l ñoSre. S i n e m b a r g o , t e n e m o s l a s d e c l a r a c i o n e s d e E . G l. o d e W h i t e , p o
m e n o s d e l a s d e c e n a s d e 1 9 7 0 y 1 8 8 0 , a c e r c a d e l a d e i d a d u dneid aCdr ies t o , y s u
i g u a l d a d c o n D i o s ;p ay r at i rd e 1 8 9 0e l l a s e e x p r óe sc o n c r e c i e n t e f r ce ci ua eyn
p o s i t i v i d ae dn u n e s f u e r z o p o r c o r r e g i r c i e r t a s o pón i neiaosn esso setredrnais p o r
a l g u n o s p o r a l g u n o s - t a l e s c o m ón o llai tneorc ai li s t a d e q u e C r i s t o eclo m o
" u n i égn i t o " H i j o t u v o , e népuoncaa r e m o t a , u n c o m i e n z o .
¿P o r qéu m o t i v o n o p u s o m én a yfoars i s s o b r e e s t o d e s d e e l c oSmiine dn uz do a? p o r
l a m i s m a róna z q u e a c o n ós ecjo n t r a l a ácptri c a d e s e g u i r u n a c o n t r otveeorlósg i ac a
c o n t r a r e s p e t a d o s p e r o e r r a d o s h u mb aineonsd e- elnau n i d a de n l a s rác ca ter Tsti cas
p r i n c i p a l ed se l m e n s a j e d e l i n m i n e n t e r e g r e s o d e C r i s t od,o se le lcluoasl steo síae n t
llamados por Dios a proclamar al mundo. Su consejo fue, en resumeo: No imp
l o c o r r e c t o e s t e m o s , n o a g i t e m o s e l t e m am e en nt o e sp to er q mu oe p r o vá o dc ea sr u nón
i.
L A E N C A R N AÓN
CI Y EL "HIJO DEL HOMBRE"

Pregunta 6

¿Q ué e n t i e n d e n l o s a d v e n t i s t a s p o r e l e m p l eCor iqsu te odheilz oítt ulo de


" H i j o d e l H o m b r¿Y e " ? c ául c o n s i d e r a n u s t e d e s q u e e s óseilt o p rás
boipc o d e l a
e n c a r n a ón
c i?
E l V e r b io n s p i r a dyo e l V e r b o E n c a r n a d o , o V e r b o h e c h o c a r n e , ns oa ns d o s c o l u
g e m e l a s e n l a f e d e l o s a d v e n t i s t a s , c o m p a rúnt i dc ao sn te no d oc os m l o sd avdeerr o s
c r i s t i a n o s . T o d a n u e s t r a e s p e sr a nl zvaa cón die d e s c a n s a e n e s t a s i dn om su t a b l e s
p r o v i s i o n ed se D i o s . Er ne a l i d a dc,o n s i d e r a m o s l a e n e a ^- -d.e" C' r i s t o c o m o e l h e c h o
más e s t u p e n d o , eí nm is s m oy p o r s u s c o n s e c u e n c i a s ,h id es tloar i ah u m a n a , y l a c l a v e
d e t o d a s l a s p r o v i d e n c i a s r e d e n t o r a s d e D i o s . A n t e s ón d e, ltao deon ccaornndauccie a
e l l o ; y d e s pésu d e l a e n c a r nóna ,c i t o d o l o qsuie g u i o s u r g e e dlel o . E s l a ba se d e
t od o e lE v a n g e l i oy, e s a bs ol ut am einnt ed i pse n s a b l e p a r a l ac rfies t i a n a .E s t a u nóni
d e l aD i v i n i d acdo n l a h u m a n i d a d l-o dien f i n i t coo n l of i n i t o ,d e l C re ad or co n l a
c ri at ur a , h ec ha p a ra qu D ie vlai ndia d f u e rrae v e l a d a l a h u m a n i d a ds-o b r e p a s a
n u e s t r a c o m p r eónn s hi u m a n a .C r i s t o uón ie l c i e l oy l a t i e r r a , a D i o s y a l h o m b r e , e n
s u p r o p i aP e r s o n a y m e d i aesta n t e provi s ion.
A d e más , e n s u e n c a r ón n a cC ir i s t os e c o n v i r tó ie n l o q u e n o e r a a n t eós .s oTborme
sí l a f o r m a c o r p o r a l h u m a n a , ó1y' laacselpicm i t a c i o n de es l av i d a o r gán i c a h u m a n a ,
c o m o m o d o de ex i s t e n c imai e n t r a s e s t u v oí aeqnu l at i e r r ae n t r e l o s h o m b Dr e s e s t e
m o d o l aD e i d a de s t u v ou n i d aa l a h u m a n i d a d e n u n a p e r s o n a , c u avn di or tsóie ecno ne l
ún i c o D i o s - h o m b r e . E s tás o iecso be n n u e s t r a f e . L a vm ui ecratrei ay e x p i a t o r idae
C r i s t oe n l a c r u z f u e e l r e s uilntea vd oi t a b ldee e s t ap r o v i són i f un da me n t a l .
I n s is ti r no s, cu an C rdo
i s t ose i d e n t i f ói ca sí m is mo co n l a hu ma ni d a d , m edlia a nt e *
e n c a r n a ón
c i, e l V e r b o e t e r n o d e D ióo se ne nltorsám b i t o s d e l t i e m p o t e r rPeenraol .
d e s d e e n t o n c e s , e l H i j o d e sD i od so h ho am b r e , y n o h a d e j a d o d e s e r lóo l. a A d o p t
n a t u r a l e z a h u m a n a , y cvuoaln vd óoi a s u P a d r e , nól o o s l l eóv c o n él l a h u m a n i d a d q u e
h a bía t o m a d o e n l a e n c aón r n asciin o q u e r e t u v o p a r a s i e m p r ef s sc ut a p en ra -t u r a l e z a
h u m a n a - i d e n t iánf di oc s e aí s e t e r n a m e n t e c o n l a h u m a n i d a dbíar ; ru e d ihmai d o .
E s t o h as i d o a d e c u a d a m e n t e e x p r e s a d o p o r u n a d e n u e s t r a sáse sdcer-si t o r a s m
t a c a d a s , E l e n a G . d e W h i t e : " A l t o m a r n u e s t r a n a t u r a l e z a v, i en lc uSóla l v a d o r s e

-16-
c o n l ah u m a n i d a pd o r u nvín c u l o q u e n u n csae h a d e r o m p e r . A és t r adve l a s e d a d e s
e t e r n a s , q u eld ia g a d oc o n n o s o t r o s " ( E l D e s e a d o d e T o d a s l a ságG e.n t2e0s),. p
I. ELH I J O D E D I O S SE C O N V I E R T EN
E E LH I J O DE L HO MB RE .

M e d i a n t le a e n c a r n a cóni q u edó v e l a d ala m aj e s ta d y glla o r i ad e l V e r b o E t e r n o ,


e l C r e a d o r yñoSre d e l u n i v e r s o( J u a n 1 : 1 - 3 ) . Y f u e e n t o n c e s c uHainjdood ee Dl i o s
l l e gó a s e r e lH i j o d e l h o m b r e - e x p rón e s ie m p l e a d amás d e 8 0 v e c e s e nN ueelv o
T e s t a m e n t o . T o m a n d ho u lmaa n i d a sd o b r e í, s l l eóg a s e r u n o c o n l a r a z an ahpuam ra a
p o d e rr e v e l a rl a p a t e r n i d adde D i o s a l h o m b r e p e c a m i n o s o , y p a r ad ip om dierra rlea
h u m a n i d a d . E n s u e n c aón r n as ce i h i z o c a r n e . T u v o h a m b r e y s ecda,n só.
y sNee c e s i t o
a l i m e n t yo r e p o s o , y e l ños u el o r e c o n f oó.r t C o m p a r tói l a s u e r t de e l homb re,
a n h e l a n d la
o s i m p aíat hu mana yn e c e s i t a n dla
o a s i s t e n c idai v i n a . S i n e m ba rg o ,
s i e m p r ef u e e li n t a c h a b lHei j o d e Di o s.

M o ró e n l at i e r r a ,f u e t e n t a d o y p r o b a d o , ay f fluieg i d po o r l o s s e n t i m i e ndteo s
n u e s t r a sf l aq u e za s hu m a na ss, i yn e m b a rg ov i v ió u n a v i d a en t e ra m e ntlei b r ed e
p e c a d o . L a s u y a f u eh u mn a n i d a rd e a l y g e n u i n a , dqeube ió p a s a r p o r d i f e r e n t e s
e t a p a s d ce r e c i m i e n t oc ,o m o l a dce u a l q u i e ort r o m i e m b r od e l ah u m a n i d a d .D e p e dn ió
d e J oés y M a ría , y a d oór e n l as i n a g o g ay e n e l t e m p l oL.l o ró p o r l ac u l p a b l e
c i u d a dde J e r s u aén l , y j u n t o a la t um b a de a m si ug oa m a d o . M e d i a n t el a o r a c óin
m a n i f e sót su d e p e n d e n c ide a D i o s . Y en todo e l l o m a n t u v osu d i v i n i d a dera - el
ún i c o D i o s - h o m b r e . F u e e l s e g u nánd,o q"uAedv i n o e n l a " s e m e j a n z a " d e l a hcuamrannea
p e c a m i n o s(aR o m . 8 : 3 ) , p esrio n u n a m a n c h a d e s ut se n d e n c i ays p a s i o n e sp e -c a m ! n o s a s .

La p r i m e r avez aue en el Nuevo Testamento aparece tít u lel o de "Hijod e l hombre",


se a p l i c aa Jesús como una persona errante queía carec cíe un s i t i o donde r e c l i n a r
su cabeza (Mat. 8:20); úl y la
t i m a vez, como un Rey g l o r i f i c a dque
o r e g r es a (A po c.
14 :14). Fu e como Hijo d el hombre v i nc omo
o a s a l v a ra lo s pe rdido(Lúe. s 19:10).
Como H i j o d e l hombre reclam ó a u t o r i d a dpara p e r d o n a rlos pecados (Mat. 9: 1- 8). Co mo
Hi jo de l ho mbre seó mb lar s e m i l l ad e la ve rd ad ( Mat. 13 :3 fue
7),t r a i c i o n a d(Mat.
o
17:22; úe.L 22:48), fue c r u c i f i c a d(Mat.
o 26:2), resucit ó de entre los muertos (Mar.
9:9), ya s c e n dói al c i e l o (Juan 6:62).

Es a s i m i s m ocomo H i j o d e l hombre como ahora á est en elc i e l o (Hechos 7:36) y


v e l a por sui g l e s i aen lat i e r r a(Apoc. 1:12,13,20). ás Adem
es como Hijo d e l hombre
como v o l v e ár en las nubes d e l c i e l o (Mat. 24:30; 25:31). Y Hcomo i j o del h o mb re
e je cu t ará el j u i c i o( Ju an 5 :2 7) y .V ^ áibsiur r e i n o (D an . 7: 13 ,1 4 ). Ees st eel
r e g i s t r oi n s p i r a d ode su papel como H i j o d e l hombre.
I I . M I L A G R O S AU N I O N ENTRE LOD I V I N OY LO HUMANO.

C r i s t oJesús nuestro ñor Se fue una m i l a g r o s au n ión de la naturaleza


d i v i n acon
n u e s t r an a t u r a l e z humana.
a Fue Heli j o del hombrem i e n t r a sestuvoa q uí y en la
ca rne, pero taén mb if ue e lH i j o de Dio s. El m i s t e r i ode la e ncarn aci
ón estac l a r a y
defi n i d a m e n t expresado
e en las Sagradas Escrituras.
Grande es el m i s t e r i ode lap i e d a d : Dios has i d o m a n i f e s t a den o carne" 1 Tim 3:16
" D i o s e s t a b a Ce rn i s t o "( 2 C o r . 5 : 1 9 ) . " A q u e l V e r b o f u eh a hbeictóh oe n t r e n o s o t r o s "
(Juan 1:14).
i
¡Q ué v e r d a ad d m i r a b l e !E l e n a G . Wdhei t es e h a r e f e r i deol la a c o m o s i g u e :

-17-
"Cubrió su d i v i n i d a d con humanidad. Todo el tiempo fue Dios, pero no apareció
como Dios. Veló las manifestaciones de la Deidad que habían suscitado el homenaje y
arrancado la admiración del universo de Dios. Fue Dios mientras estuvo en la
tierra, pero se despojó de la forma de Dios, y en su lugar tomó la forma y figura de
un hombre. Recorrió la tierra como un hombre. Por nosotros se hizo pobre, para que
mediante su pobreza pudiéramos ser enriquecidos. Depuso su g l o r i a y su majestad.
Era Dios, pero abandonó momentáneamente las glorias de la forma di Dios" (The Review
and Herald, 5-7-1887).

"Cuanto más pensemos en Cristo que se hizo niño aquí en la tierra, tanto más
maravilloso nos parece. ¿Cómo podía ser que el desvalido niño del pesebre de
Belén fuera todavfa el d i v i n o Hijo de Dios? Aunque no podamos comprenderlo, pode
mos creer que el que hizo los mundos se hizo niño desvalido por nosotros. Aunque
superior a cualquiera de los ángeles, aunque tan grande como el Padre que se senta
ba en el trono del cielo, se hizo uno con nosotros. En él Dios y el hombre se h i
cieron uno, y en este hecho es donde encontramos la esperanza de la humanidad caít
Contemplando a Cristo en la carne, contemplamos a Dios en humanidad, y vemos en él
el resplandor de la gloria divina, la expresa imagen de Dios al Padre". (The Youtn
Instructor, 21-11-1895). I

"El Creador de los mundos. Aquel en quien habitaba la plenitud de la D i v i n i dad


corporalmente, se manifestó en el niño desvalido del pesebre. Muy superior a
cualquiera de los ángeles, igual con el Padre en dignidad y gloria, ¡Y sin embargc
vestido con el ropaje de la humanidad! La D i v i n i d a d y la humanidad se mezclaron
misteriosamente, y el hombre y Dios llegaron a ser uno. Es en esta unión donde
encontramos la esperanza de nuestra humanidad caída. Contemplando a Cristo en huí
nidad, contemplamos a Dios, y vemos en él el resplandor de su gloria divina, la e;
presa imagen de su persona" (Signs of the Times, 30-7-1896).
(Juan 8 5:21); que Pedro pudo
asegura que

En ambas naturalezas, la d i v i n a y la humana, fue perfecto; fue sin pecado. No


puede dudarse de que esto haya sido cierto en lo que se refiere a su naturalez
divina. También lo mismo es válido para su humanidad. En su desafío a los fariseos
de sus días, dijo: "¿Quien de vosotros me redarguye de pecado?" El apóstol de los
ge n t il es declaró que Cristó^conoció pecado" (2 Cor, era "santo, ¡nocente, limpio,
apartado de los pecadores" (Heb. 7:26). testificar de que "no hizo pecado" (1 Ped.
2:22); y Juan el amado nos "no hay pecado en él" (l Juan 3:5)- Pero no sólo sus
amigos destacaron su natura leza s i n pecado; también lo declararon así sus enemigos.
Pilato estuvo obligado a confesar: "No he h a l l a d o culpa alguna Jh^este hombre"
(Lúe. 23:1*0- La mujer de Pilato le advirtió: "No tengas que ver con aquel justo"
(Mat. 27:19). Hasta los denomios se veían obligados a reconocer su calidad de Hijo,
y por lo tanto si divinidad. Cuando se les ordenó s a l i r del hombre de quien se
habían posesionado replicaron: "¿Qué tenemos contigo, Jesús, Hijo de Dios?" (Mat.
8:29). El evangí l i o de Marcos lo llama "el santo de Dios" (Mar. 1:2*»).

Elena G. de White ha escrito: "Tomo la naturaleza, pero no la pecaminos ida< del


hombre" (Signs of the Times, 29-5-1901).

"No debiéramos abrigar duda respecto de la perfecta impecabilidad de la nat


raleza de Cristo" (The SDA B i b l e Commentary, Tomo 5, pág. 1131).
¿Por qué tomó Cristo la naturaleza humana? Esto ha sido explicado como
sigue:

-18-
"Poniendo a un lado su ropaje real y corona C r iregia,
s t ov i s t ió su d i v i n i d a dcon
h u m a n i d a d para
, que los seres humanos p u d i e r a nser levantados de su degrada ón, ci y
coloca dos en lunu g a r ventajos o.C r i s t ono pudo haber v e n i d oa estat i e r r acon la
g l o r i aque ten ía en las cortes c e l e s t i a l e s .Los seres humanos pecaminosos h a b rno
ía n
p o d i d osoportar su v i s ión . V e ló su d i v i n i d a con d el traje de hla u m a n i d a d pero
, no se
despoj ó de sud i v i n i d a d .Como Salvador d ! v i no-humano, v ¡no a ponerse la a cabeza de
la h u m a n i d a dcaída, para p a r t i c i p a en r su experiencia desde i n la
f a nc i a a ¡a
v i r i l i d a d .V i n o a estat i e r r a ,y v i v ió una v i d a de perfecta o b e d i e n c i para
a que los
seres humanos p u d i e r a nser p a r t i c i p a n t ede
s la naturaleza d i v i n a "(Review and Herald,
15-6-1905).

" C r i s t om i s m o se r e v i s tói de la humanidad, para poder alcanzar a la humanidad...


se requer ía tanto lo d i v i n ocomo lo humano para traer s a lla
v a cón
i del mundo" (El
Deseado, Pag. 25^) .
a ser uno con la h u m a n i d a dy al a los
" T o m a n d o hl au m a n i d asdo b r eél , C r i s t ov i n o seres humanos pecaminosos. En todas
las cosas fue hecho semejante a sus
hermanos. Se hizo carne,í as como no s otros somos. Tuvo hambre y sed, y seó. cans Fue
sustentado por el a l i m e n t o ,y refrescado por el sue ño. Comparti ó la suerte del
hombre, ys i n embargo fuei n t acha ble Hijo de Dios. Fue extranjero y transe únte en la
t i e r r a -en el mundo, pero dnoe l mundo; tentado y probado como los hombres y las
mujeres de hoy son tentados probados,
y s i n embargov i v ió una v i d a l i b r e de pecado"
(Testimonies, tomo 8, áq p. 286).
I n s is ti m o sen que Cr ist o fue perfecto s
y i n pecado en sunaturalezahumana.

Debemos considerar
algo de importanciav i t a l relacionado con esto. Aquel sin
pecado, nuestro benditoñor,
Se tomó vo lu ntari ame nte sobre sí la carga y la
p e n a l id ad
de nuestros pecados. Este fue un pactole nam en t ede acuerdo y en cooperaci
ón con Dios
el Padre.

Dios "carg
ó en él el pecado de todos nosotros" (isa. 53:6).

"Cuandoh u b ie r epuesto suv i d a en expiaci


ón por el pecado..." (Vers. 10).

Y s i n embargo el suyo fue un acto


voluntari o,porque leemos:

"Y él llevará las i n i q u i d a d e sde ellc2^ (Vers. 11).

"Derramó su v i d a hasta la muerte" (Vers. 12).

"El cual mismo


l l e vó nuestros pecados en su cuerpo sobre el madero" (1 Ped.
Como miembro de la f a m i l i a humana eramortal, pero como Dios era la
fuente
de v i d a el mundo. Pudo, en su persona d i v i n a , haber resistidolos
para la avances derehusado someterse a dominio;
su pero
voluntariamente depuso suvida, para que al hacerlo pudiera
dar v i d a y traer lainmortalidada la luz....¡Qué h u m i l l a cón i
signi fi óc esto.1 Asombró a los ángeles. Lalengua jamás podrá descri-
b i r l o ; la imaginación no puede abarcarlo.¡El Verbo eterno consinti
ó en
ser hechocarne.1 ¡Dios se hizo hombre. 1
Fue unah u m i l d a dmaravillosa"
(The Review and Herald, 5-7-188?).
Sól o e li n m a c u l a dHoi j o d e D i o s íap osde r n u e s tsruo s t i t u t o .E s t o f u e
nuestro

-19-
inmaculado Redentor; ótom sobre ís los pecados de todo el mundo, pero, al
hacerlo, no hubo la ínima
m mancha de corrupci
ón sobreél. La B i b l i a ,s i n
embargo, dice que Dios lo "hizo pecado por nosotros" (2 Cor. 5:21). Esta
expresión p a u l i n aha confundido a los ólogos
te durante siglos, pero no
importa cual sea su significado, ciertamente no s i g n i f i c aque nuestro
inmaculado Se ñor se ni zo pecador. El textodice que Dios lo "hizo pecado".
Y esto puedes i g n i f i c a rque el tomo nuestro lugar, queó muri por
nosotros, que "fue contado con los perversos" (isa. 53:12), tomó ylaque
carga y la penalidad por nosotros.

Todos los cristianos verdaderos reconocen este acto redentor


ús de Jes
consumad o en la cruz del calvario. Este hecho cuenta con abundante
testimoniobíb l i c o en su favor.

Los escritos de Elena G. de White


án est
completamente en armon
ía con
las Escri
turas en este punto.

"El Hijo de Dios soportó la i r a d i v i n a contra el pecado.


Todos los
pecadosacumulados del mundo fueron puestos sobre el Portador del pecado.
Aquel que era
inocente, Aquel q u i e n únicamente podía ser lapropic iaci
ón
por el pecado, porque
él m i s m o fue obediente. Era uno con Dios. Ni una
mancha de corrupci
ón había en él" (Signs of the Times, 9-12-1897).
"Como uno de nosotros, ía deb
llevar la carga de nuestra
culpabilidad
y desgra c ia. El Sers i n pecado, deb
ía sentir la verg
üenza del pecado. El
amante de la paz deb ía habitar con la disensi
ón, la verdad deb
ía morar con
la mentira, la pureza con la vileza.Todo el pecado, la discordia, la
contaminadora concupiscencia de transgresi
la ón torturaba su
espíritu....Sobre aquel que íahab depuesto su gloria,
y aceptado la
d e b i l i d a dde la humanidad, deb
ía descansar la redenci
ón del mundo"(El
Deseado, ágs. p 89,90).
"El peso del pecado del mundo íoprim a su alma.Y su rostro
manifestaba unatriste zai n d e c i b l e ,una angustia tan profunda, como los
hombres ca
ídos jamás han comprendido.S i n t ió la abrumadora ola de maldad
que inund
ó el mundo. Comprendi ó el poder del apetito g r a t i f i c a d oy dél a s
1
pasiones imp
ías que controlaban el mundo" (The Review and Herald, U-8-187 *).
"En esta expiaci
ón se hizoj u s t i c i acompleta. En lugar del pecador,
el inmaculado Hijo de Dios
r e c i b ió la penalidad,y el pecador queda libre
mientrasreciba y conserve Cristo
a como su Sal vado.- •.f.ersonal . Aunque es
culpable, se lo
considera inocente. Cr is to c u m p l i dtodo requerimiento
hecho por la justicia (The Youth's Instructor, 25-^-1901).
"Sin culpa,l le vó el castigo de laculpa. Inocente, ys i n
embargo se ofre
ció como sustituto por el transgresor. La culpa de cada pecado
o p r i m ió con todo
su peso elalma d i v i n adel Redentor delmundo" (Signs of the Times, 5-
12-1892).
T o d o e s t o l o c u móp lv i c a r i a m e n t e¡e.v o s o b r e l a c r u e n t a c r u z .
L o t oóm s o b r e s u a lsmian p e c a d o y lH oa y o t r o a s p e c t o d e e s t a ón c u eqsutei
n e c e s i t a s e r s u b r a y a d o y e s t e e súsq uneo Jseosl a m e nlt le e vó l a
i n i q u i d a d edse t o d o s n o s o t r o s , s i n o qóu ye lt lo emóv a l g o ás
m , aunque era
a l g o q u e e s t a b a r e l a c i oínn taid mo a m e n t e c o n n u e s t r o s p e c a d o s
Ciertamente llev ó é n u e st r as e nf er m e d a de s y ós uf n ue
r is t r o s d o lo re s sa.
53:^)" "Var ón de dolores ; ( e x p e ri m e n t a d o e n qu e b r a n t o s " ( V e r s. 3 ) .

-20-
¿- \ j
E l e v a n g e l i s tMaa t e o s er e f i e r ea e s t e p a s a j e : “ E l m i s m o t o m ó n u e s t r a s
e nf e r m e d a d e s lyl e vó n u e s t r ad o l e n c i a s (" M a t . 8 : 1 7 ) .
Del m i s m o m o d o q u él e l l e vó ( G r . : p h e r o - L X X ) n u e sitnria qs u i d a d e(si s a .
5 3 : 1 1 ) D e l m i s m o mloldeo vó ( a n a p h e r S ) n u e s tdrea bs i l i d a d e s( ,M a t . 8 : 1 7 ) .

P e r o o b s e r v e m o s , ás
a d,e ml o q u e eásit m p l i c a d eo n e s t o : ótne n s el a s
p a l a b r a su t i l i z a d a psa r a e x p r e s a r e l p e n s a m i e n t o t a n t o e n I s a . 5 3 c o m o e n
M a t . 8 . L lóenv u e s t r a ps e n a s ,n u e s t r a es n f e r m e d a d e s n ,u e s t r a ds e b i1i d a d e.s
S o b r e e s t e p u nnót
t o e s e l o q udei c e E l e n ad e W h i t e :

E s t u v o s u j e t ol aa s d e b i l i d a d eys a l a s f l a q u e z a s q u e r o d e a n a l h o m b r e ,
p a r a q u e sceu m p l i e r la o q u e f u e d i c h o p oía r sI seal p r o f e td ai c i e n d o : " E l
m i s m o t o mó
n u e s t r a se n f e r m e d a d e s ly l e vó n u e s t r a s d o l e n c i a s " . F u e a f e c t a d o p o r e l
d e n u e s t r a sd o l e n c i a ys s e n t i m i e n teon t o d o s l o s p u n t o s f u e t e n t a d o c o m o l o
somos nosotros. Y
s i n e m b a r g o " n o c o nóo cp ie c a d o " . E r a e l C o r"d se rion d e f e c t o sy i n
m a n c h a " . . . .n.o d e bér
i a m o s t e n enri n g u n ai n q u i e t u rde s p e c t o d e l a p e r f e c t a
i m p e c a b i l i d ad ed l an a t u r a l e z a h u m a n aC rd ei s t o . -S i g n s o f t h e T i m e s , 9 d e
j u l i o d e 1 8 9 8(,e l s u b r a y a d o e s n u e s t r o ) .

No fue tocado por lacorrupción, era extraño al pecado; ys i n embargo


oró y lo hizo a menudo con fuerteclamor y lágrimas. Oró por sus
discípulos y por sí mismo, identificándose a sí mismo con nuestras
necesidades, nuestrasdolencias y nuestras fallas que son tan comunes en la
humanidad. Era un poderosopeticionante,que no poseía las pasiones de
nuestra naturaleza humana, pero rodeado por d e b i l i d ades semejantes y
tentado en todas las cosas como nosotros lo somos, Jes ús soportó una
agonía que requería a u x i l i o y coctén de parte de su Padre.-Testimonies,
vol. 2, pág. 508.

Cristo es el hermano en nuestras debi lida des, pero no en poseer


pasiones seme jantes a las nuestras. Como aquel que fue s i n pecado su
naturaleza se apartaba delma 1
S o p o rót l u c h a sy t o r t u r a s adlem a e n e lm u n d od e p e c a d o . h Suum a n i d a d
hacia
de la oraci ón una necesidad y pun r i v i l e g i o .El p i d ió todo el sost én y el
consuelod i v i n omás fuerte, el c u a l su Padre estaba l i s t o para i m p a r t i r l e
a A q u e l que en bene f i c i o del hombre hab ía dejado los d e l e i t e sd e l c i e l o y
h a bía e l e g i d ohacer de un m u n d o frío e i n g r a t osu casa. I b i d , pág . 202.
(El s u b r a y a d oes nuestro).

S i n embargod i fíc i l m e n t ese podr ía i n f e r i r ,ni delr e g i s t r ode


Isaías, ni delde Mateo, que Jes ús tuvo una enfermedad íií-ca,
f o que
e x p e r i m e nót la f r a g i l i d a que
d n a t u r a l m e n thereda
e n u e s t r an a t u r a l e z a
humana ca ída. En cambio él 1 1 evotodo esto. ¿Acaso no es p o s i b l eque él
haya l l e v a d oesto t a m b ié n en formav i c a r i a ,así como l l e vó los pecados
del mundo entero?.

Estas d e b i l i d a d e sf,r a g i l i d a d eys f a l l a sson cosas que nosotros con


nuestran a t u r a l e z apecadora ca ída, tenemos que soportar. Para nosotros son
n a t u r a l e s ,i nh e r e n t e s , p e r o c u a nél
d ol a s l l e vó n o l a s t oó m c o m o a l g o q u e
f u e r a i n n a t a m e nsuyo,
te s i n o las l l e vó como nuestro s u s t i t u t o .Las l l e vó
en su n a t u r a l e z aperfectay s i n p e c a d o . R e p e t i m o s l a o b s eón r v:a c iC r i s t o
l l e vó t o d o e s t o v i c a r i a m e n t e ,forma
e n tanv i c a r i acomo a q u e l l aen que
l l e vó las i n i q u i d a d e de s todos nosotros.

En estes e n t i d oque debi éramos entender los e s c r i t o sde E l e n a i G. de


W h i t e ,c u a n d o s e r e f i e r e , o c a s i o n a l m e n te , n a t uunraa l e z ah u m a n a
p e c a m i n o s a , íd c aa y d e trei o r a d a . L e e m o s q u eúsJ etso mó n u e s t r a n a t u r a l e z a
( D e s e a d o d e T o d a s l a s G e nt e s ,
"Tomó sobre ís m i s m o nuestran a t u r a l e z ahumana" (The SDAB i b l e
Commentary,
pág. l
d e l a n a t u r a l e z a h u m a n a . ó" Lllae vn a t u r a l e z a d e l
_D _e _s _e _a _d _o _ _ _ _ _ _ _ _ _ _G_e_n_t e s ,pág . 9 2 ) ; T oó m " N u e s t r an a t u r a l e z ap e c a m i n o s a '
M ' i n i s t r y ,pág. 1 8 1 ) ; Tomó "nuestran a t u r a l e z acaída" ( S p e c i a lI n s t r u c t i o n
vol. 5, pág. 1128).
Se
vi
st

de
To
da
s
la
s
h
o
m
b
r
e
"

(
M
e
d
i
c
a
l
R e l a tí n g t o t h e R e v i e w aHnedr a l dO f f i c e ,pág . 1 3 , M a y o 2 6 , 1 8 9 6 ) ;ó L"lleav
n a t u - " r a l e zdae l h o m b r e e n scuo n d i cón
i c aíd a " ( S i q n so f t h e T i m e s , 9 d e
j u l i ode 1898).

-21-
T o d a s e s t a s s o n d e c l a r a c i o n e s v i g o rp oe sr ao s ,c o n s e g u r i d an da d i e l e
d a ría u n a
c o n n o t a cóni q u e f u e r a c o n t r a r i a a l o lqaumei s m a e s c r i t o r ah a d i c h o e n
o t r o sl u g a
r e s d e s u s o b r aót s .e sNe e l m a r c o e n e lc u a l s e u s a n e s t ae sx p r e s i o n e s :

D i c e q u e tóo m" l a n a t u r a l e z a , p e r o n o l a p e c a m i n o s i d a d d e l h o m b r e "


y .l l e vó " l a n a t u r a l e z a d e l h o m b r e e n s uón c ocnaíd ia c" i p e r o " C r i s t o n o
El H i j o d e D i o s " lól eag s e r c o m o uno de n o s o t r o s s,a l v oe n el pecado.
Youth' I n s t r u c t o r , 2 0 d e o c t u b r e d8e8 61. ( E
s s o b r eé 1 9 de
br "N i u n am o t a d e c o r r uón p c ie s t u v o 1s u b r a y a d oes nuestro) .
e
de 1897- ( S u b r a y a d o onro i g i n a l ) . " . S i g n s of th e T i me s ,
p a r t i c ió p e n l o ásm mín i m o d e s u s p e c a d o sT "h .e S D AB i b l e C o m m e n t a r yv,o l .
5 , pág . 1 1 3 1 .
The
diciem-
Se notar á en estas declaraciones, énreci c i t a d a s ,que sib i e n la
escritoram e n c i o n aque Jes
ús tomó nuestran a t u r a l e z a por
, sí m i s m o no era
pecador,s i n o s i n pecado.
Todo lo que Jes ús tomó no era suyo en forma íns intr
eca ni innat a. El
hecho de tener la carga de nuestras d e b i l i d a d e heredadas,
s y de nuestras
f a l l a s ,i n c l u s odespués de cuatrom i l años de d e b i l i d a d e ys degeneraci ón
acumuladas (Deseado Todas de las Gentes, ág.p 32,92), ni en lo ás mmín i m o
manchan sun a t u r a l e z ahumana."Llevó sobre sun a t u r a l e z as i n pecado,
n u e s t r an a t u r a l e z apecaminosa".-
M e d i c a lM i n i s t r y ,pág. 181. "No
debiéramos tener ! ncerti dumbre con respecto a la iperfecta mpecabilidad
de la naturaleza humana de Cristo".- The SDAB i b l e Commentary,vol. 5, pág.
1131.
" V o l u n t a r i a m e n ta es u m ió n u e s t r an a t u r a l e z ahumana. Fue un acto de
él m i s m o ,y por sup r o p i o co n se n t im i e nt o "The . - Review and H e r a l d .5 de
j u l i o de 1887.

V o l u n t a r i a m e n t"se
e sometió a todas las condiciones h u m i l l a n t e de
s
la natu r aleza humana" (Test imonÍes , vol. k , pág. ^58), "tom ó sobre ís
mi s m o la forma des iervo" (Fi 1 . 2:7) ; ó"Tom 1 a s i m i e n t ede Abrah án" (Heb .
2:16) , para que p u d i e r aser "hecho pecado por nosotros" (2 Cor. 5:21), a
f i n de que fuera en todas las cosas "como sus hermanos" (Heb. 2:17).
Todo lo que Jes ús tomó, todo lo que l l e vó, ya sea la carga y
p e n a l i d a dde nuestrasi n i q u i d a d e so, las enfermedadesf roa g i l i d a dde
nuestra naturaleza humana todo fue tomado lyl e v a d oen forma vi car ic^'-j Del
m i s m o modo que cuando l l e vó v i c ar i a m e n t elos pecados del mundo entero, no
c o n t a m ión su a l m a perfecta ei m p e c a b l e ,tampoco ell l e v a r la s
enfermedades fyr a g i l i d a d ede s nuestran a t u r a l e z ahumana locontaminó en
lo más mín i m o con lai n f l u e n c i acorruptora del pecado.

Recordemos siempre que nuestro b e n d i t oSalvador fue


s i n pecado. "No
deberíamos tener i ncerti dumbre con respecto a la perfecta impecabilidad
de la naturaleza
humana deC r i s t o " . -The SDAB i b l e Commentary, vol. ág.
5 p
1131.

Al tratar de la h u m a n i d a dde Cristo, es necesario haceráximo el m


esfuerzode v i g i l a n c i arespecto de toda delcaraci ón, no sea que las
p a l a b r a sde uno seantomadas para d a r l e sun sentidod i s t i n t odel que
i m p l i c a n ,y de este modo que uno p i e r d ao d i s m i n u y ala c l a r i d a dde la
percepci ón de la humanidad de Cristo, fue como
c o mb i n ad acon lad i v i n i d a d .
Su n a c i m i e n t ofue unm i l a g r oce Dios.... "lo
santo que nacer á de ti (Mar ía)
será llamado* el H i j o de Dios".... Nunca, ndei n gún modo, se deje la menor
i m p r e són
i sobre las mentes humanas de que una mancha o

-22-
z i n c l i n a có in a l a c or ru pc óni e st ab a n s obCre r i s t o ,n i q ue e na l gún mo do
él h ay ac e d i d oa l a c o r r u pónc .i F u e t e n t a d o e n t o d a s l a s c o s a s c o m o e l
h o m b r e e s t e n t a dsoi,n embargo es l l a m a d o"lo santo". Es mun i s t e r i oque
no see x p l i c aa los morta" t a l e se l h e c h o d e qCu er i s t op u d i e r as e r
t e n t a d o e n t o d a s l a s c o s a s c o m onosotros
s o m o s sy i n embargoq u e d a rs.i n
pecado. La e n c a r n a cóni de C r i s t os i e m p r eha s i d o y s e g u i ár s i e n d o u n
m i s t e r i o .L o q u e s e r e v e l a e s p a r a n o s o s t r o s y p a r an in u je os st .r o s P e r o
q u e t o d o s e r h u m a n o q u e d e a m o n e s t a dpoe ndeet rn ao re n e l t e r r e n o hdaec e r
a C r i s t oc o m p l e t a m e n t e h u m atnaol, c o m o n o s o t r o s m i s m o s , p o r q u e e s o n o
p u e d es e r . - T h e S DBAi b l eC o m m e n t a r y , v o l . ág5 ,s .p 1 1 2 8 , 1 1 2 9 .
¡Qué m a r a v i l l o sSoa l v a d o res J e s u c r i s t o

nuestro Se
ñor! I I I . ¿PUDO P E C A R C R I S T O ?

Sobre este aspecto de pesta r e g u n t av i t a lhay d i v e r s i d ade d o p i n ió n


en lai g l es i a c r i s t i a n en a g e n e r a l . A l g u n o st i e n e nla i m p r e són
i de que
le erai m p o s i b l ae J e sús p e c a r ; o t r o s d e q u e l ep oesria b l e . N o s u n i m o s
c o n l o súl t i m o se n n u e s t r a mne a ra dee n t e n d e re l a su nt o y , co mo en mu ch as
o tr as fa se s d e dloac t r i n ac r i s t i a n a e,s t u d i o s oesm i n e n t e de s la
i g l e s i aa trav és de loss i g l o sse han expresa do dem ila s m am a n e r a q u e
n o s o t r o s .N u e s t r ap o s i c ón
i s o b r e e s t o eás te x p r e s a d a p oE rl e n a G. de
White:
Muchoss o s t i e n e quen erai m p o s i b l parae C r i s t oser v e n c i d opor la
tentaci ón. Ent a l caso, nop o d ría haberseh a l l a d oen lap o s i c ón i de Adán;
no p o d ría h a b e ro b t e n i d ola v i c t o r i aque Ad án dejo de ganar. Sia len gún
s e n t i d ot u v iés e m o sque s o p o r t a r n o s o t r o sc ou n f l i c t más
o d u r o que el que
C r i s t ot u v o q u e s o p o r t aélr , n o p o d ría s o c o r r e r n o s . P e r o n u eSsatlrvoa d o r
t o mó l a h u m a n i d a cd o n t o d o s u p a s i vSeo .v i s t ió de lan a t u r a l e zhumana,
a
con lap o s i b i l i d ade d ceder a la tentaci ón. No t e n e m o s q u e s o p o r t a r n a d a
q u e él n o h a y a s o p o r t a d o . . .b.e nE en f i c i do e l h o m b r eC,r i s t ov e n c ió
s o p o r t a n d o l a s p r u e bása s d mu r a s . - D e s e a d o d e T o d a s l a G eágn t. e s9 ,2 ) p ( E l
subrayado es nuestro).

E s e v i d e n t e q u eóltoeg o s a f a m a d o s y d e n o t a e n e l p a s a d o h a n
s o s t e n i d o emli s m opunto dev i s t a . Nótese los i g u i e n t e :

"Si aél se leh u b i e r adotado desde pelr i n c i p i con o una


i m p e c a b i l i d aabso
d l u t a ,o c o n l ai m p o s i b i l i d ad ed p e c a r , n o pía o d rs e r
v e r d a d e r o h o m b r e , n i m onuestro
d el o para ilam i t a cón i : su s a n t i d a d en ,
l u g a rde ser un acto a d q u i r i d por
o sí m i s m oy mér i t o i n h e r e n t su e yo ,
se ría u n d cVác ^ cid e n t a lo e x t e r i o r y, s u t en taón ci sería una mera
e x h i b i cón i f i c t i c i a .Como hombre verdadero, C r i s t ot i e n eque habers i d o
un agentem o r a ll i b r ey responsable: lla i b e r t a di m p l i c ael poder de
e l e g i rentre elb i e n y el m a l , y el poder de dla e s o b e d i e n c itanto
a como
de lao b e d i e n c i aa l a l ey de D io s"P .- h i l i pSc ha ff , T he Pe rs onC hofr i s t ,
págs . 3 5, 36 .
"No debemos entender por térel m i n o( i m p e c a b i l i d de
a d Jes
ús) una
i m p o s i b i ld aid a b s o l u t ad e p e c a r ,s i n o sól o e l h e c h o r e a l d e n o p e c a r y
( l o q u e e n u n a t ur al ez al i b r ee i r r a c i o n aels i n s e p a r a b lde e es te
he ch o) , e l t en er un a p erón femcc
o ri a ly.unas a n t i d a dmáxima".-K a r l
U l l m a n n ,An A p o l o g e t iVci e w of theS i n l e s sC h a r a c t e r o f úJse s( 1 8 ^ 1 ) , ágp.
11.
IV. EL PROPOS ITO DEE NLA
C A R N A CÓNI

E n c u a n t o a l pós r oipt o d e l a e n c a rón


n a,c i l a r e s p u e s t a a p a r e c e e n
l o s p a s a j e sq u e a p o y a n l ossi g u i e n t e ss e i s p u n t o s , q u e r e s u m e n l a s
r a z o n e s p a r a vs eu n i d aa l a t i e r r aen forma humana.

-23-1.
Vino a revelar a Dios ante el mundo. -Juan 1:1^,18, 3:1-36; 17:6,26; 1
Juan
2. Vino a reunir a Dios con el hombre.- Juan 1:51 (Comp
árese con Gen. 28:12);
Mat. 1 :23; 1 Ped. 3:18.

3. Vino a identificarsecon el hombre hasta en el nombre. Es llamado Hijodel


hombre unas setenta y siete veces en los Evangel ios, como por ejemplo:
úe. 19:10.
L

k. Vino a llevar los pecados de la humanidad.- Isa. 53:6-11; Juan 1:29; Ped.
1
2:2*4, 1 Juan 3:5.

5. Vino a morir en lugar nuestro. -I sa. 53:5-10, Mat. 26:28; Hech. 20:28;
Tom.
4:25; 5:6-10; 1 Cor. 15:3; Gal. 1:**; 1 Tim. 2:6; Heb. 2:9; 1 Ped. 1:18, 19;
2:2¡+;
3:18.

6. Vino a destruir al Diablo y sus obras. -Juan 12:31; 16:33; Heb. 2:14; J1u a n
3:8.
V. U NM I N I S T E R IION S O N D A B L E

A l c o n s i d e r a r u n t e m a d e t a n t a t r a s c e n d e n c i a ev i it maplo cr ot ma on c ilaa e n c a r
n a c ión d e C r i s t o ,s i e m p r ed e b e m o s r e c o r d a r q u e h a y m u c h o s a s p e c t o s dqeu ee s t e t
j a más p o d r e m o s s o n d e a r . A u n c u a n d o c a p vt ei msolsu mubnraed e l a v e r d a d , l ee nl g ujae
h u m a n o p a r e c e t o t a l m e n t e i n a d e c u a d o p a r a emx ap r easvair l llaa sy h a l l a z g o s d e l
m i s t e r i oi n c o m p a r a b l ei lei m i t a d doe l a e n c a r nóna c id e J e s u c r i s t o . E l e nW ah i dteeha
escri to.
A l c o n t e m p l a r l a e n c aón r n adceiC r i s t oe n l a h u m a n i d a d , n o s s e n t i m o s e s t u p e f a c
t o s a n t e umni s t e r i io n s o n d a b l eq,u e l a m e n t e h u m a n a n o p u e d e a b a r c a r . ás C u a n t o m

julio de 1896.
'
r e f l e x i o n e m o s s o b r e e l m i s m o , ást a an st o m bm r o s o p a r e c e . - S i g n s o f t h e T i m e s , 3 0 d

A u n q u e e s t o be is e n c i e r t o ,g r a c i a sa D i o s h aayl g u n a sf a s e s d e e s t a v e r d a d q i
h a n s i d o r e v e l a d a s . L o q u e n os si dhoad a d o a c o n o c e r e nP allaa b r ad e D i o s e s tá
p a r a q u e l o e s t u d i e m o s m. i s Lmaa a u t o r a h a e s c r i t os ilgou i e n t se o b r e e s t e p u n t o :

Cuando queramos un problema profundo pora estudiar, fijemos nuestra mente


más m a r a v i l l o sqau e h a y a t o m alduog a r e n l a t i e r r a o e n e l c i e l o : í lnaa ceiónnc ad e l
H i j o del hombre.-Manuscrito 76, 1903.

L A R E S U R R E C ÓN
C I CORPORAL DE CRISTO

Pregunta 7

s u rfríse ic c ai , o c o r p o r1 ade
¿C u a l e s l a p o sóni c ia d v e n t i s t a a c e r c a d e l a r eón l,
Cristo?

L o s a d v e n t i s t acsr e e n e n l a r e s u r ón
r e cfcísi i c a , o c o r p o r a l ,J edseu c r i s t doe l o s
m u e r t o s t a n s e g u r a m e n t e c o m o c r e e n e n esxup imaute or rt ei ea n e lC a l v a r i o .E s e s u n a
d o c t r i n ac a r d i n a ld e l a f e c r i s t i a n a . , p o r qcurei setli a n i s md oe s c a n s a s o berle h e c h o
i n d i s c u t i b dl ee q u eC r i s t os e l e v a nó td e l o s m u e r t o s . ( 1 C o r . 1 5 : 1 7 ) .
L a r e s u r r e cónc i d e C r i s t o n o d e b e e n t e n d esris me p l e m e n t een u n s e n t ied so p ir i
t u a l . V e r d a d e r a m e n t e s e ól de ev a en nt t r e l o s m u e r t o s . Esla lq iuó e d e l a t u m b a

-24-
fue el m ismo Jesús que v i v ió aquí en la carne. S a l ió con un cuerpog l o r i f i c a d o ,pero
era real -tal real que las mujeres yd ilos s cíp u l o s que fueron alse p u lc rolo v i e r o n
(Mat. 28:17; Marc. 16:9,12,14). Losd idos s cíp u l o s que v i a j a b a na Emmaús h abla ron
con él (Lúe. 2*0 . Elm is m o les d i j o a los di scíp ul o s : " M i ra d m i s manos y m i s pies"
(Lúe. 24:39). Ten ía "carne" y "huesos" (Vers. 39). óComi con e l l o s (Vers. 43).

Tomás tenía una buena raz ón para saber que se trataba mdel i s m o Jesús, .porque
fue i n v i t a d o :"Mete tu dedo aqu í, y ve m i s manos: ya l a r g a acá tu mano, y étela m en
mi costado" (Juan 20:27).í, Sera elS a l v a d o rmismo. No era un e s pír i t u , ni un
aparecido. Era el mi sm o d i v i n o Hijo de Dios el que s u r g ió de la tumba.

La r esur recci ón de Jesús nuestro Se ñor fue una parte v i t a l d el mensaje de la


i g l e s i a p r i m i t i v a . Cuando los ap
óstoles predicaron,predicaronacerca deC r i s t o el
Mesías, que había re s u ci ta dode entre los muertos.A n u n c i a b a n"en Jesús la resu -
rrección de -los muertos" (Hech. 4:2); "daban tes tim oni ode la resurrecci ón del Señor
Jesús" (Vers. 33);P a b l o " p r e d i c a b aa Jesús y la resurrecci ón" (Hech. 17:18)"

La resurrecci ón de Jesucristoes de importan ciav i t a l en el gran p l a n de s a l-


vación. Aun la muerte de Jesús, s u b l i m e como fue, nohabría s i d o de n i n gún b e n e f i-
c i o s i n o h u b i e r a resucitado. El gran apóstol de los g e n t i l e sac l a ra esto en su
resonantetestimonioen favor delC r i s t o v i v i e n t e . En ese m a r a v i l l o s ocapítul o
acerca de la resurrecci ón, en su mensaje a la i g l e s i a de Corinto vemos ell u g a r v it a l
que estagran transacci ón t i e n e en el propósito de Dios. Notemos cual ha bría s i d o la
s i t u a c ió n si C r i s t o no h u b i e r a resucitadode los muertos.

1. Lap r e d i c a cón
i d e l E v a n g e l i ono p r o d u c iía
r n i n gún b e n e f i c i o :"y
no r es uc it
ó, v an a es e nt on ce s nu esptr r ead i c a cón
i " ( 1 Co r. 1 5: 14 ). si Cri sto,
2. Noh a b ría perdón por los pecados: " Y s iC r i s t on o r e s u có.i .t . .ún a e s tái s
e n v u e s t r o s p e c a d o s" ( V e r s . 1 7 ) .
3 . N oh a b ría m o t i v op a r a c r e e r e n ús
J e:s f e e s v a n a " ( V e r s . 1 7 ) .
" Y s iC r i s t on o r e s u c ió tv u e s t r a
4 . N oh a b rí a u n a r e s u r r e c ón
c i g e n e r a ld e l o s m u e r t o s : "CY r si is t on o e sp r e d i c a d qo u e
r e s u c iót d e l o s m u e r t o¿Cóm
s , o d i c e na l g u n o se n t r e v o s o t r o s q u e n o
h a y r e s u r r e cón
c ide muertos?" (Vers. 12).
•—^^ -*>
• »a
5 . N oh a b ría e s p e r a n z aásma l lá d e l a t u m b a : " YC rs i s t on o r e s u có.
i t. . . e n t o n c e s l o s
q u e d u r m i e r o en n C r i s t ot a m b éin s o n p e r d i d o s " ( V e r s . 1 7 , 1 8 ) .

Este es un mensaje de poder, porque m e des


i a n t eel poder de su resurrecci
ón como
vivimosla v i d a cristiana,y su v i d a es v i d a del creyente.
A los que son sepultados Ccon
r i s t o en el B au ti sm ose los representa como levantándose
con él en su resurrecci
ón. (Rom. 6:5,8,11; Efe. 2:4,5; Col. 2:12,13)- Como resultado de esta
unión con Cristo se imparte una nuevav i d a al creyente(Rom. 6:4; 2 Cor. 4 : 1 0 , 1 1 ;Col.
3:10). Así tiene acceso al poder de la resurrec ción de Cristo (Efe. 1:19,20; Fi 1 . 3:10;
Heb 7:16).
Una vez estuvimos muertos en nuestros oecados;vivimos
ahora en Cristo.Fuimos
crucificadoscon Cristo;ahora Cristo v i v e en nosotros (Gal. 2:20).Nuestraexperiencia
personal de este reavi
vamientodel alma, esta acci ón libera do radel Espíritu de vida, es
el testimoniointernoy la evidenciasuprema de larealidadde la resurrecci ón..
Por encima de todo, laresurrecci
ón de nuestro Se
ñor es lasegurida dde que también
nosotros resucitaremos en su segunda
venida (1 Cor. 15:20,23).