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4º TRIMESTRE • 2016 • Nº 317

O cristão e
o dinheiro
PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A VIDA FINANCEIRA

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
1 DE OUTUBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 21 • Final: BJ 223 | HBJ 26

1 O Criador
e o dinheiro

1. O livro do dinheiro:

“Você sabia que Jesus Cristo falou mais a respeito de posses materiais,
uso do tempo e talento que qualquer outro assunto? Você sabia que das
38 parábolas de Jesus Cristo, 19 dizem respeito à maneira como utiliza-
mos nosso dinheiro, propriedade, tempo e habilidades? Um versículo em
cada cinco no Novo Testamento se relaciona em dar e receber. Você sabia
que mais de 1.000 passagens bíblicas tratam de prosperidade pessoal e
o uso de bens? E ainda que há cerca de 1.560 versículos que tratam de
contribuição e doação?” (TARRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise
financeira. Mogi das Cruzes: AVERBI, 2007, pp.75-74).

2. O livro do dinheiro 2:

“Por que tanta informação sobre dinheiro na Bíblia? Afinal, de contas, o


dinheiro pertence ao reino profano e não ao sagrado [alguns concluem]...
Na verdade, o dinheiro fala. O dinheiro fala quem somos, fala de nossa
motivação, revela nosso caráter , revela o que de fato é importante para
nós.” (Idem).

3. O dinheiro no seu lugar:

“A Bíblia é generosa em passagens que tratam de dinheiro. Em boa


parte delas o esforço é o de colocar o dinheiro no seu devido lugar, uma
vez que ele tem a mania de levantar voos muito mais altos do que deve-
ria. (KIVITZ, René. O livro mal-humorado da Bíblia: a acidez da vida e a
sabedoria do Eclesiastes. São Paulo: Mundo Cristão, 2009, p.101).

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4. Deus, o dono de tudo:

“Paulo prega em Atenas sobre ‘Deus que fez o mundo e tudo o que
nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra... é quem a todos dá vida,
respiração e tudo mais’ (Atos 17.24-25). E Deus comprou o que já era seu
pelo sangue de Jesus. Paulo pergunta aos coríntios (e a nós): ‘Acaso, não
sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós,
o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque
fostes comprados por bom preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso
corpo” (1Coríntios 6.19-20).” (BOST, Bryan J. Deus e o dinheiro: o papel
das finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Arte Editorial; Vida Cristã,
2007, p.13).

5. Mordomia:

“O princípio da mordomia está intimamente ligado ao conceito de gra-


ça: tudo vem de Deus como um dom e deve ser administrado fielmente
em favor dele tanto mordomia da terra quanto com a mordomia do evan-
gelho (...); tanto a mordomia dos recursos pessoais de tempo, dinheiro e
talento quanto a mordomia da Igreja e da sociedade.” (FERGUSON, Sin-
clair B.; WRIGHT, David. Novo dicionário de teologia. São Paulo: Hagnos,
2009, p.701).

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8 DE OUTUBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 165 • Final: BJ 383 | HBJ 28

2 A Bíblia e o
dinheiro

1. Ganância:

“Quando pensamos em ganância, vem-nos à mente uma pessoa mui-


to rica e avara. Imaginemos verdadeiros ‘Tios Patinhas’, que nadam em
dinheiro, e têm prazer em correr os dedos por suas moedas e notas. En-
tretanto a ganância existe também entre os pobres e a classe média.”
(CUNNINGHAM, Loren; ROGERS, Janice. Fé e finanças no reino de Deus.
Tradução de Myrian Talitha Lins. Belo Horizonte: Betânia, 1993, p.56).

2. Amor ao dinheiro:

“O apóstolo Paulo ensinou que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os


males (1Tm 6.10). Não há nada de mal com o dinheiro em si. Mas devido
ao pecado que habita no coração humano, o amor a ele pode aprisionar
uma pessoa – até mesmo crentes – e causa-lhes terríveis sofrimentos. O
dinheiro é como camaleão: assume a cor do coração de quem o possui.”
(Ibidem, p.50).

3. Muitas dores:

“O amor ao dinheiro atormenta com muitas dores. Há determinados


sofrimentos que só os ricos têm. Eles são inquietos, inseguros, medro-
sos. Vivem perturbados. O rico tem duas grandes perturbações: o desejo
desenfreado de ganhar, ganhar e ganhar; e o medo de perder, perder e
perder.” (LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de
Deus. São Paulo: Hagnos, 2009, p.25).

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4. Prosperidade promovida:

“A benção do Senhor enriquece. O cristianismo não promove a po-


breza e sim a prosperidade. Aonde o evangelho chega, as pessoas são
libertas da indolência e da desonestidade e os grilhões da miséria são
quebrados. Aqueles que viviam dominados pela preguiça começam a tra-
balhar com afinco.” (Ibidem, p.23).

5. Contentamento e satisfação:

“(...) satisfação é contentar-se com a provisão suficiente de Deus. Sa-


tisfeito. Você não precisa de mais nada. Sente-se satisfeito com o que
Deus lhe tem confiado. Isso sim é que é ir contra a cultura! Satisfação
significa descansar naquilo que se tem e não buscar mais nada. Dizer,
sem medo do futuro ou do ressentimento alheio: ‘Tenho o bastante’.”
(MACDONALD, James. Senhor, transforma minha atitude antes que seja
tarde demais. São Paulo: Vida Nova, 2015, p.84).

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15 DE OUTUBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 325 • Final: HBJ 123

3 O trabalho
e o dinheiro

1. Bíblia, o livro do trabalho:

“As Escrituras estão repletas de louvor pelo labor das mãos, corações
e mentes humanas. Habilidades no trabalho são descritas como dons de
Deus, que é um trabalhador (Gn 2.4, 7, 8, 19, 23) e um habilitador (Êx
35.30-32; Sl 65.9-13; 104.22-24; Gn 10.8, 9).” (CARRIKER, Timóteo. Tra-
balho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato, 2001, p.42).

2. Trabalhadores imitando a Deus:

“Não deve ser encarada como trabalho penoso, fadiga ou castigo de


Deus, mas como uma oportunidade de realizar nossa vocação como seres
humanos criados à imagem do Criador e Trabalhador par excellence. Isso
é um privilégio especialmente daqueles que são chamados seus embai-
xadores aqui.” (Ibidem, p.36).

3. Dificuldades no trabalho:

“Gênesis 3.18 não diz apenas que ‘espinhos e ervas daninhas’ brota-
riam do solo, mas também que comeríamos ‘das plantas do campo’. Espi-
nhos e comida. O trabalho continuará dando fruto, embora nem sempre
cumpra o prometido. O trabalho será tanto frustrante quanto gratificante
(...).” (KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália
Pacheco Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.92).

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4. Escravidão nas Escrituras:

“(...) quando Paulo ou outro escritor do Novo Testamento falam acerca


da escravidão, nós reconhecemos que eles estão falando sobre um siste-
ma que, de alguma forma, foi removido dos nossos relacionamentos atu-
ais entre patrão e empregado [com exceções], no local de trabalho. Mas
os princípios que eles defendem permanecem importantes, porque eles
estão aplicando a verdade do evangelho à raiz do problema – a condição
pecaminosa de nosso coração.” (TRAEGER, SEBASTIAN. O evangelho no
trabalho. São José dos Campos: Fiel, 2014, p.139).

5. Chefes semelhantes a Deus:

“(...) devemos usar essa autoridade para o bem daqueles sobre quem
nós a usamos, não apenas para os nossos próprios objetivos. Ela real-
mente é uma questão de obediência fiel ao Rei, mas ela também trans-
mite ao mundo ao nosso redor como é nosso Rei. Quando usamos bem
a autoridade, demonstramos para os nossos empregados e para todo
mundo ao nosso redor que a autoridade é basicamente uma coisa boa,
que ela vem de um Deus que exerce autoridade com amor e justiça per-
feitos.” (Ibidem, p.154).

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22 DE OUTUBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 12 • Final: BJ 186 | HBJ 331

4 O dízimo e o
dinheiro

1. Analisando a palavra dízimo:

“Existem duas palavras hebraicas (ma’aser e ‘eser) e uma grega (deka)


que traduzimos como dízimos. Esses termos dão a ideia de um décimo e
se referem ao produto da terra que os féis do Antigo Testamento entre-
gavam a Deus para o sustento do santuário e dos seus sacerdotes. [Ao
longo da história de Israel] as comunidades locais deveriam acumular o
dízimo durante três anos para suprir as necessidades materiais dos levitas,
dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas (Dt 14.28; 26.12).” (SOBRINHO,
João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos,
2010, pp. 64, 66).

2. O que é o dízimo?:

“Dentro do contexto eclesiástico, dízimo é a décima parte daquilo que


Deus nos concede e que deve ser devolvida a ele. O dízimo é santo ao
Senhor: ‘Todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos
frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor’ (Lv 27.30). E ‘No
tocante às dizimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo
do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor’ (Lv 27.32). (SOUZA,
Samuel Junqueira de. Dízimos e ofertas: um panorama bíblico. São Paulo:
Cultura Cristã, 2010, p.59).

3. Dízimo de Deus:

“Se ele pertence exclusivamente a Deus, deve ser entregue imedia-


tamente à igreja, como as primícias de nossas rendas. É muito perigoso
negligenciar aquilo que é santo. A entrega fiel do dízimo pelo crente re-

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presenta seu reconhecimento de que Deus é o Senhor e o legítimo pro-
prietário de todas as coisas; também expressa gratidão pela misericórdia
divina ao nos permitir usar alguns bens, exigindo para si mesmo apenas a
décima parte.” (Ibidem, p.61).

4. A entrega do Dízimo:

“O dízimo que eu entrego, ou devolvo pertence a Deus, é uma graça


que Deus me concede e o Senhor me concede a graça de entregar parte
dos bens que Ele mesmo me dá, para o sustento e a extensão da sua
Igreja.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do dízimo cristão.
Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).

5. Dízimo e desfrute:

“O dízimo é graça também porque para cada dez, pelo menos, que eu
entrego, Deus me dá alegria de desfrutar de noventa para meu sustento
e da minha família. Portanto, tudo vem de graça: Tanto os 10% e mais que
eu devolvo através da agência do Reino de Deus que é a Igreja, quanto os
90% que retenho para desfrutar com minha família.” (Ibidem, p.11)

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29 DE OUTUBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 326 • Final: BJ 22 | HBJ 246

5 A gratidão
e o dinheiro

1. Uma motivação graciosa:

“Ofertamos porque ofertar é pela graça, não com o luto de uma perda,
nem pelo constrangimento de uma coerção, mas com alegria, por amor.
É algo difícil de entender por aqueles que ainda não foram alcançados
pela graça da salvação.” (SOBRINHO, João Falcão. Princípios bíblicos do
dízimo cristão. Curitiba: A.D. Santos, 2010, p.11).

2. Uma oferta alegre:

“Alegria contagiante vem de fazer o que Deus quer e o que agrada ao


Senhor. A oferta generosa sempre se distingue por sua alegria. A fonte
de alegria é ter recebido tanto de Deus que o ofertante se alegra com
a oportunidade de dar.” (BOST, Bryan J. Deus e o dinheiro: o papel das
finanças na vida do cristão. 2 ed. São Paulo: Arte Editorial; Vida Cristã,
2007, p.62).

3. Ofertas livres:

“Portanto, damos nossas ofertas por conta própria, e não como res-
posta a uma ordem (2Co 8.8). Damos, livremente, de tal modo que nosso
íntimo podemos afirmar que a oferta foi dada genuinamente por nós.”
(CARRIKER, Timóteo. Trabalho, descanso e dinheiro. Viçosa: Ultimato,
2001, p.71).

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4. A oferta errada:

“Há igrejas que estão desengavetando as indulgências da Idade Média


e vendendo as bênçãos de Deus, cobrando taxas abusivas por seus servi-
ços. Há igrejas que levantam dinheiro apenas para enriquecerem, lançan-
do mão de metodologias opressivas. A igreja não pode imitar o mundo.
(LOPES, Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São
Paulo: Hagnos, 2009, p.43).

5. Ofertar só o que pode:

“Quando há proporcionalidade na oferta não há sobrecarga para nin-


guém. Quem muito recebe, muito pode dar. Quem pouco recebe, do
pouco que tem oferece uma oferta sacrificial. Devemos contribuir de
acordo com a nossa renda para que Deus não torne a nossa renda de
acordo com a nossa contribuição.” (Ibidem, p.45)

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5 DE NOVEMBRO DE 2016 Hinos – Inicial: BJ 261 | HBJ 358 • Final: BJ 419 | HBJ 13

6 As bênçãos
e o dinheiro

1. Exemplos de fidelidade:

“Como ensinar seu filho a ser um fiel dizimista enquanto ainda é uma
criança? Dando uma mesada para ele, mesmo que bem pequena. Junto
com a mesada você deve entregar-lhe um envelope de dízimo. Mesmo
que ainda não saiba calcular, ele deve devolver o dízimo. Os pais devem
ajuda-lo a fazer as continhas. O mesmo princípio se aplica para a ofer-
ta”. TOSTES, Antonio Oliveira. Administração financeira da família. 3. Ed.
Casa Publicadora Brasileira: Tatuí, 2004, p.58)

2. Bênçãos espirituais:

“Deus não age apenas ativamente derramando bênçãos extraordiná-


rias, mas também inibe, proíbe e impede a ação do devorador na vida
daqueles que lhe são fiéis. Alguém, talvez, possa objetar dizendo que
há muitos crentes não-dizimistas que são prósperos financeiramente,
ao passo que vários dos que são fiéis enfrentam dificuldades econômi-
cas. Contudo, a riqueza sem fidelidade pode ser maldição e não bên-
ção. Também, as bênçãos decorrentes da obediência não são apenas
materiais, mas toda sorte de bênção espiritual em Cristo Jesus”. (LO-
PES, Hernandes Dias. O melhor de Deus para sua vida. Belo Horizonte:
Betânia, 2005, p.82)

3. Boa medida, recalcada e sacudida:

“A promessa de Deus é: ‘[...] dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalca-


da, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a
medida com que tiverdes medido vos medirão também’ (Lc 6.38). Deus

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promete literalmente fazer prosperar a quem dá com liberalidade (2Co
9.6-11): ‘A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais;
ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á em pura perda.” (LOPES,
Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo:
Hagnos, 2009, p. 101)

4. Bons administradores:

“Na teologia da provisão, Deus é dono de tudo e Ele nos confia


Seus recursos para que os administremos. Deus quer que eu use Seus
recursos para avançar o Seu reino e ajudar os necessitados. Eu tenho
o privilégio de fazer circular a Sua riqueza. Riqueza é um privilégio que
Deus pode nos dar e não uma obrigação”. (TORRATACA, Leandro.
Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Ver-
dade Bíblica, 2007, p. 77).

5. Mais valem as bênçãos do Senhor:

“É lá do alto que procede toda boa dádiva. Deus promete derramar so-
bre os fiéis torrentes caudalosas das suas bênçãos. É bênção sem medida.
É abundância. É fartura. Mais valem 90% com a bênção do Senhor do que
100% sob a sua maldição”. (LOPES, Hernandes Dias. O melhor de Deus
para sua vida. Belo Horizonte: Betânia, 2005, p.82)

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12 DE NOVEMBRO DE 2016 Hinos – Inicial: BJ 74 | HBJ 316 • Final: BJ 195 | HBJ 105

7 A sabedoria
e o dinheiro

1. Radiografia financeira:

“O descontrole financeiro (42%), desemprego (22%), redução de renda


(14%) e doença pessoal ou de familiar (12%) são os principais motivos que
levam ao superendividamento.
Essa é a conclusão de levantamento feito entre outubro de 2012 e
agosto desse ano com 658 consumidores atendidos pelo Programa de
Apoio ao Superendividado (PAS) do Procon-SP.
O consumidor é considerado superendividado quando sua quantidade
de dívidas é maior do que a sua renda mensal, mesmo que o seu nome
não esteja sujo.
Isso faz com que o devedor não consiga garantir o pagamento de con-
tas básicas, como água, luz, alimentação, saúde, educação e transporte.
(...) O objetivo do PAS é educar superendividados e promover a renego-
ciação direta ou audiências de renegociação de dívidas com credores, de
acordo com o orçamento familiar. No período, 51% dessas negociações e
audiências tiveram resultados positivos.” (Descontrole financeiro é maior
causa do superendividamento. Disponível em: http://exame.abril.com.br/
seu-dinheiro/noticias/descontrole-financeiro-e-maior-causa-do-superen-
vidamento. Acesso: 16/08/2016.)

2. Gastando de qualquer jeito:

“A Bíblia nos ensina a não gastar o dinheiro naquilo que não é pão, ou
seja, não gastar em coisas supérfluas (Is 55.1,2). Muitas pessoas gastam
tudo o que ganham, vivendo de forma ostensiva e até nabesca, sem nenhu-
ma sensibilidade para com aqueles que estão à sua volta.” (LOPES, Her-
nandes Dias. Mensagens Selecionadas. São Paulo: Hagnos, 2009, p.147).

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3. Gastando sabiamente:

“Como semear [investir o dinheiro] com sabedoria? Primeiro, hon-


rando ao Senhor com as primícias de toda sua renda (Pv 3.9). Segundo,
cuidando da sua família com responsabilidade (1Tm 5.8). Terceiro, so-
correndo todos, especialmente os da família da fé (Gl 6.10). Finalmente,
devemos estender a mão e dar de comer até mesmo aos nossos inimi-
gos.” (Ibidem, p.147).

4. Fazer reservas:

“Precisamos aprender a fazer reservas. Na realidade, ninguém está livre


de enfrentar uma situação difícil, por causa de um imprevisto, que fuja ao
nosso controle e que exija despesas extras. Por exemplo: a perda do em-
prego, um acidente, uma doença grave ou morte de um ente querido.”
(A verdadeira prosperidade. São Paulo: GEVC, 2013, p.36).

5. Moderação:

“(...) Se há uma área da vida em que não podemos nos descuidar do


autocontrole ou moderação é a área das finanças. Muitas pessoas, por se
descuidarem, já foram dominadas pelo dinheiro. São ávidas por tê-lo para
poderem gastar, gastar e gastar. São pessoas escravas de um senhor cha-
mado ‘consumismo’. Para o consumista, nada é suficiente.” (Ibidem, p.38).

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19 DE NOVEMBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 11 • Final: BJ 362 | HBJ 390

8 A motivação
e o dinheiro

1. Uma doutrina falsa:

“Jesus percebeu que os judeus se ressentiam com o fato de serem


pobres, sentindo-se humilhados e acreditando que Deus não se agrada-
va deles. Jesus muitas vezes contradisse essa doutrina falsa e destrutiva,
mostrando que, na contabilidade divina, os pobres, oprimidos e deficien-
tes eram objeto especial das bênçãos e do cuidado de Deus (Mateus 5.1-
12).” (FOSTER, Richard. A liberdade da simplicidade. Tradução de Judson
Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.60).

2. Motivados pelo amor:

“Nosso amor por Deus não passa de palavrório vazio se não ofertarmos
ao Senhor com generosidade. Nossa contribuição, ainda que sacrificial,
não tem valor diante de Deus se não é motivada pelo nosso amor ao Se-
nhor e à Sua obra.” (LOPES, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas.
São Paulo: Hagnos, 2007, p.205).

3. Motivados pelo dinheiro:

“Há tantas distorções em nossos dias, que às vezes temos a impressão


de que a nossa salvação consiste apenas em possuir bênçãos materiais.
Os pregadores da prosperidade enfatizam tanto que devemos conquistar
bens e riquezas, que nos esquecemos até de cultuar a Deus, de louvá-lo,
de bendizer-lhe por tudo quanto tem feito por nós, dando-nos a precio-
sa salvação em Cristo (Sl 103.1,2; 116.12,13).” (ZIBORDI. Ciro Sanches.
Evangelhos que Paulo jamais pregaria. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.75).

16 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


4. O que é central?:

“Precisamos aprender com Jesus, e não com os teólogos da prospe-


ridade. Para eles, a vida cristã resume-se em ter saúde, bens, dinheiro,
despensa cheia... Tudo gira em torno de prosperidade financeira. No en-
tanto, Jesus ensinou: ‘Trabalhai não pela comida que perece, mas pela
comida que permanece para a vida eterna...’ (Jo 6.27).” (Ibidem, p.70).

5. O culto da motivação errada:

“O culto que atrai é uma versão religiosa do ‘aqui e agora’, concreto,


simplificado, com o triunfo dos mocinhos (de gravata) contra os bandidos
(endemonhinhados), pois os chefes supremos (tal qual He-Man) ‘têm a
força’. Afinal, a saúde, o emprego, o filho sem maconha, a filha sem se
prostituir ou o marido sem se embriagar são bênçãos existenciais instan-
tâneas, conseguidas com a compra de ações na bolsa de valores celestial,
intermediada não por abstrações, mas pela concretude dos óleos e águas
bentas, nossos velhos conhecidos.” (CAVALCANTI, Robinson. A igreja, o
país e o mundo. Viçosa: Ultimato, 2000, p.34).

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26 DE NOVEMBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: BJ 404 | HBJ 324 • Final: BJ 54

9 A felicidade
e o dinheiro

1. O significado de prosperidade:

“Uma das palavras hebraicas traduzidas por prosperidade é tsãlêah,


que tem o sentido de alcançar satisfatoriamente aquilo que se pretende.
De acordo com o Antigo Testamento, isso só acontece de maneira plena
e verdadeira, mesmo diante de infortúnios, na vida daquele que busca a
Deus de todo o coração (2 Cr 31:21; Js 1:8; Sl 1:3). No Novo Testamen-
to, temos a palavra grega eudoo, que, em algumas Bíblias, foi traduzida
por “prosperidade”, em 1 Co 16:2. Noutras, a ideia é de “renda”. Essa
mesma palavra aparece duas vezes em 3 Jo 2. Lá, o sentido é abrangen-
te. Ela é aplicada a todas as áreas da vida. O desejo de João é para que
tudo corra bem na vida de Gaio.” (A verdadeira prosperidade. São Paulo:
GEVC, 2013, pp.9-10).

2. Paz é shalom:

“Em nossas Bíblias, o termo shalom normalmente é traduzido como


‘paz’, contudo seu significado é bem mais profundo. Shalom significa re-
conciliação completa, um estado de total florescimento em cada dimen-
são – física, emocional, social e espiritual – porque os relacionamentos
são corretos, perfeitos e repletos de alegria.” (KELLER, Timothy. Justiça
generosa: a graça de Deus e a justiça social. Tradução: Eulália Pacheco
Kregness. São Paulo: Vida Nova, 2013, p.180).

3. A felicidade e a dependência de Deus:

“Quando esse conceito é entendido: ‘Eu sou alguém que sou susten-
tado por Deus, eu dependo de Deus para viver, não dos meus recursos

18 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


financeiros’, quando isso é compreendido, então nós somos felizes. A feli-
cidade é, portanto, um patrimônio interior que independe das circunstan-
cias.” (TORRATACA, Leandro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi
das Cruzes: Associação Verdade Bíblica, 2007, p.26).

4. A felicidade e a insatisfação:

“Precisamos entender que dinheiro nunca é demais, as pessoas nunca


vão estar satisfeitas com o dinheiro; existem forças humanas e espirituais
dizendo que para ser feliz você precisa ter um pouquinho mais... Então
passamos a viver uma vida de insatisfação porque acreditamos que a
felicidade surgirá quando formos detentores deste ou daquele objeto
de desejo. Mas essa não é a verdade”. (TORRATACA, Leandro. Como
sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação Verdade Bí-
blica, 2007, p.22).

5. A felicidade e a piedade:

“A pessoa realmente piedosa não se interessa por enriquecer. Ela pos-


sui recursos interiores que lhe proporcionam riquezas muito maiores que
as que a terra pode oferecer. Por isso, com respeito a essa vida genui-
namente piedosa, Paulo continua: E ela é um grande lucro, a saber, a
[prática da] piedade com suficiência da alma. Esta é a vida de verdadeira
devoção a Deus”. (HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testa-
mento: 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito. Tradução: Valter Graciano Martins.
São Paulo: Cultura Cristã, 2001, p.247).

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3 DE DEZEMBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: BJ 10 | HBJ 364 • Final: HBJ 55

10 A compaixão
e o dinheiro

1. O maior exemplo de Compaixão:

“(...) antes de ofertar, devemos considerar o que Jesus deu para nos
salvar. Meditando no seu amor total, imitaremos o exemplo da igreja
primitiva e seremos generosos. Nunca conseguiremos dar tanto quanto
ele.” (BOST, Bryan Jay. Deus e o dinheiro: o papel das finanças na vida do
cristão. 2 ed. São Paulo: Vida Cristã, 2007, p.72).

2. Compaixão auto promotora:

“Muitas pessoas contribuem para os necessitados a fim de angariar


méritos diante de Deus. Pensam que podem ser salvas por suas obras. A
Bíblia, diz porém, que devemos fazer boas obras não para sermos salvos,
mas porque fomos salvos (Ef 2.10). Nossa contribuição deve ser resul-
tado da graça de Deus em nós e não a causa dela por nós.” (LOPES,
Hernandes Dias. Dinheiro: a prosperidade que vem de Deus. São Paulo:
Hagnos, 2009, p.56).

3. Compadecer-se dos fracos:

“Se o caráter de Deus inclui um zelo por justiça que o leva ao mais
terno amor e à intimidade mais profunda com pessoas em desvantagem
social, como, então, deve ser e agir o povo de Deus? Devemos nos pre-
ocupar intensamente com os fracos vulneráveis como ele se preocupa.”
(KELLER, Timothy. Como integrar fé e trabalho. Tradução: Eulália Pacheco
Kregness. São Paulo, Vida Nova, 2014, p.29).

20 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


4. Compaixão estendida a todos:

“Nossa primeira responsabilidade é com a própria família e os parentes


(1 Tm 5.8), e a segunda é com os membros da comunidade da fé (Gl 6.10).
No entanto, a Bíblia deixa claro que o amor prático dos cristãos, sua jus-
tiça generosa, não deve se restringir às pessoas que têm a mesma crença
que nós.” (Ibidem, p.75).

5. Compaixão, sinal da presença de Deus:

“Se um irmão está com alguma necessidade, precisamos fazer mais por
ele que apenas dizer, de maneira piedosa: ‘Aqueça-se e alimente-se até
satisfazer-se’ ([Tg] 2.15). João, o apóstolo do amor, lembra-nos de que, se
fecharmos o coração diante da evidente necessidade de alguém quan-
do temos condição de ajudar, o amor de Deus não está em nós (1João
3.17).” (RICHARD, Foster. A liberdade da simplicidade. Tradução: Judson
Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.68).

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10 DE DEZEMBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 156 • Final: HBJ 5

11 A idolatria
e o dinheiro

1. Um resultado assustador:

“Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos perguntava às pessoas,


‘O que você faria por dez milhões de dólares?’. O resultado é assusta-
dor: 25% abandonariam a família, 25% abandonariam a igreja, 23% se
tornariam prostitutos ou prostitutas por uma semana, 16% morariam em
qualquer lugar do mundo, 16% abandonariam o marido, a esposa, e 3%
colocariam seus próprios filhos para a adoção!! Isso nos mostra como as
pessoas estão presas ao dinheiro e à lucratividade”. (TORRATACA, Le-
andro. Como sobreviver à crise financeira. Mogi das Cruzes: Associação
Verdade Bíblica, 2007, p.99).

2. Deus ou dinheiro: Qual é a sua escolha?

“Jesus disse aos discípulos: ‘Vocês não podem servir a Deus e ao di-
nheiro’ (Mateus 6:24 NVI). Na ocasião, estava falando de um espírito ma-
terialista que entra na alma e exige nossas energias e dedicação. Paulo
diz em Colossenses 3:5 que até a cobiça é idolatria. A Escritura poderia
ter também listado qualquer dos outros deuses deste mundo – imagens
falsas, tais como Poder, Prazer, Fama ou Status.” (MEHL, Ron. A ternura
dos dez mandamentos. 2ª ed. Tradução: Neyd Siqueira. São Paulo: Ed.
Quadrangular, 2006, p.52).

3. Efeito da simplicidade:

“Um dos efeitos mais profundos da simplicidade interior é um maravi-


lhoso espírito de contentamento, de satisfação. A necessidade de todo
aquele esforço e tensão para seguir adiante não existe mais. Entra em

22 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


ação uma gloriosa indiferença por posição ou bens materiais.” (FOSTER,
Richard J. A liberdade da simplicidade: encontrando harmonia num mun-
do complexo. Tradução: Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p. 130).

4. Com ou sem recursos, tanto faz!:

“Tão profundamente imerso estava o apóstolo Paulo nessa realida-


de que ele escreveu de uma prisão romana: ‘Aprendi a adaptar-me a
toda e qualquer circunstância’ (Filipenses 4.11). Estar sem recursos ou
bem abastecido era indiferente para ele. Fartura e escassez, abundância
ou necessidade eram questões secundárias para o pequeno judeu com
alma de titã. ‘Tudo posso naquele que me fortalece’ (4.13), e assim ele
viveu”. (FOSTER, Richard J. A liberdade da simplicidade: encontrando
harmonia num mundo complexo. Tradução: Judson Canto. São Paulo:
Vida, 2008, p. 130).

5. Um viver contente:

“Viver contente significa que podemos optar por não participar da


corrida pelo status, não entrar no ritmo enlouquecedor que lhe é inse-
parável. Você pode dizer um ‘Não!’ contra a insanidade que canta sem
parar: ‘Mais, mais, mais!’. Podemos descansar contentes na graciosa pro-
visão de Deus”. (FOSTER, Richard J. A liberdade da simplicidade: encon-
trando harmonia num mundo complexo. Tradução: Judson Canto. São
Paulo: Vida, 2008, p. 131).

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17 DE DEZEMBRO DE 2016 Hinos sugeridos – Inicial: HBJ 236 • Final: HBJ 254

12 O Mestre
e o dinheiro

1. Nascido em pobreza:

“A história do nascimento de Cristo é contada com extrema simplici-


dade no evangelho de Lucas: a obediência de Maria, a humilhação da
manjedoura, a fidelidade de Simeão e Ana. Não cansamos de nos admirar
com o fato de Deus haver escolhido a modesta localidade de Belém e
designado simples pastores para a cerimônia do nascimento real. Talvez
na maneira pela qual enviou seu Filho primogênito a este mundo, Deus
esteja nos ensinando algo fundamental a respeito da natureza da vida do
evangelho.” (RICHARD, Foster. A liberdade da simplicidade. Tradução:
Judson Canto. São Paulo: Vida, 2008, p.65).

2. Sem berço esplêndido:

“Ele foi deitado numa manjedoura; o lugar onde o gado é alimenta-


do. Por não haver lugar na estalagem, e por falta de alojamento, não por
falta do indispensável, por alojamento, Ele foi colocado em uma man-
jedoura, em vez de num berço.” (HENRY, Mattew. Comentário bíblico:
Mateus a João. Tradução de Degmar Ribas júnior. Rio de Janeiro: CPAD,
2008, p.528).

3. Ensino de simplicidade:

“Essa terna compaixão pelos desamparados pode ser notada mais uma
vez quando Cristo ensina que o anfitrião, ao oferecer um banquete, deve
convidar ‘os pobre, os aleijados, os mancos, e os cegos’ (Lucas 14.12-14).
O propósito ao convidar essas classes de pessoas, naturalmente, não é dar-
-lhes destaque social, e sim ajudá-las em suas necessidades. (Ibidem, p.67).

24 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


4. Estilo de simplicidade:

“O que significa estilo para as pessoas de posses desenvolver um estilo


de vida simples? As Escrituras não estabelecem nenhum padrão absoluto.
De um lado, não encorajam um asceticismo negativo e austero, pois não
só não proíbem a posse de propriedade privada, como nos ordenam a
desfrutar com gratidão as boas dádivas que nosso Criador nos conce-
deu. De outro, deixam explícito que alguma medida de igualdade é mais
agradável a Deus que a disparidade; e seu apelo para que os cristãos
sejam generosos fundamenta-se na graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
porque graça significa generosidade (2Co 8.8-15).” (DUDLEY, Timothy.
Cristianismo autêntico: 968 textos selecionados das obras de John Stott.
Tradução: Lena Aranha. São Paulo: Vida, 2006, p.325).

5. Bons samaritanos:

“Não precisamos, no entanto, viajar para fora do Brasil para descobrir


exemplos de compaixão motivada por um dom sobrenatural de misericór-
dia. Semelhantes heróis gastam suas forças para resgatar drogados, pros-
titutas, meninos de rua e para distribuir sopa aos mendigos.” (SHEDD,
Russell P. A felicidade segundo Jesus. São Paulo: Vida nova, 1993, p.81).

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24 DE DEZEMBRO DE 2016 Hinos – Inicial: BJ 416 | HBJ 354 • Final: BJ 246 | HBJ 343

13 O reino e o
dinheiro

1. Ofertantes da missão:

“Como todos os ministérios da igreja precisam de dinheiro, nós todos


precisamos uns dos outros, e consequentemente nossos relacionamentos
vão-se estreitando. Dessa maneira, a obra de Deus recebe o sustento de
que precisa; os crentes que se encontram no trabalho secular ampliam
sua visão espiritual, e passam a enxergar o mundo como Deus o vê.”
(CUNNINGHAM, Loren; ROGERS, Janice. Fé e finanças no reino de Deus.
Tradução de Myrian Talitha Lins. Belo Horizonte: Betânia, 1993, p.88).

2. Boas obras e evangelização:

“Quando os homens veem as boas obras da igreja, eles glorificaram


a Deus (Mt 5.16). Quando a igreja compartilha as necessidades dos san-
tos, as portas se abrem para o testemunho do evangelho. O apóstolo
em obras, em ajuda ao necessitado (1Jo 3.17,18). João Batista disse que
o verdadeiro arrependimento é repartir comida com quem tem fome e
vestes com quem está nu (Lc 3.11). Na igreja primitiva, as pessoas tinham
tudo em comum (At 2.44; 4.32). O apóstolo Paulo nunca separou a prega-
ção do evangelho da assistência social.” (LOPES, Hernandes Dias. Men-
sagens Selecionadas 2. São Paulo: Hagnos, 2009, p.154).

3. O sal dos cidadãos do Reino:

“O sal era tão valioso na época do Novo Testamento que os soldados


romanos frequentemente recebiam os seus salários em sal. Ele era usa-
do como condimento, como conservante, como fertilizante e até mesmo
como remédio. Aqui Jesus fala do sal mineral, que se deteriorava sob ca-

26 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


lor forte e do qual os minerais eram perdidos com a unidade.” (RICHAR-
DS, Lawrence. Comentário histórico-cultural do Novo Testamento. Rio de
Janeiro: CPAD, 2008, p.25).

4. A luz dos cidadãos do Reino:

“As cidades antigas eram construídas com calcário branco, e desta


forma reluziam com a luz do sol. Lâmpadas eram mantidas acesas nas
casas durante toda noite, dispostas em lugares altos. As duas imagens
nos lembram de que a ‘luz’ não deve ficar escondida. Cristo deixa clara
sua analogia. Os atos justos dos cidadãos são as luzes que fazem o reino
visível a todos.” (Idem).

5. A graça de contribuir ao Reino:

“A contribuição é um favor que Deus nos faz, e não um favor que nós
lhe fazemos. Os macedônios, mesmo sofrendo aflições e estando mar-
cados pela pobreza, pediram a graça de participarem da assistência aos
santos, ou seja, a graça de contribuírem (...).” (LOPES. Hernandes Dias. O
melhor de Deus para sua vida. Vol. 3. Belo Horizonte: Betânia, 2005, p.77).

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31 DE DEZEMBRO DE 2016 Hinos – Inicial: BJ 301 | HBJ 302 • Final: BJ 263 | HBJ 273

14 Sede inesgotável
da Palavra

1. A necessidade de um avivamento bíblico:

“Há muito show, muita música, muito louvor, mas pouco ensino bíblico.
Nunca os evangélicos louvaram e cantaram tanto a Deus e nunca foram
tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tanto animadores de auditório e
tão poucos pregadores da palavra de Deus.” (LOPES, Augustus Nicode-
mus. O que estão fazendo com a igreja: ascenção e queda do movimento
evangélico brasileiro. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p.165).

2. Congresso bíblico:

“(...) Neemias convocou um ‘congresso bíblico’ e convidou o escriba


Esdras a ser o preletor. Os muros estavam prontos e as portas estavam
assentadas. As necessidades materiais da cidade haviam sido supridas, e
era hora de se concentrar nas necessidades espirituais do povo de Jerusa-
lém.” (WIERSBE, Warren W. Comentário bíblico expositivo: vol. 2. Tradu-
ção de Suzana E. Klassen. Santo André: Geográfica, 2006, p.656).

3. A cidade da Palavra:

“É importante observar que Esdras e Neemias colocaram a Palavra de


Deus em primeiro lugar na vida da cidade. O que ocorreu em Jerusalém
dali em diante foi resultado da resposta do povo às Escrituras. ‘A principal
incumbência da igreja e do ministro cristão é pregar a Palavra de Deus’,
disse o Dr. D. Martyn Lloyd-Jones.” (Idem).

28 | Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2016


4. Sinais de um despertamento:

“(...) (1) uma sincera atenção à leitura e à exposição da Palavra de Deus;


(2) um enternecimento dos corações, e a convicção do pecado sob o
impacto da Palavra; (3) o jejum e a oração, confissão do pecado e o re-
conhecimento da justiça e da misericórdia de Deus; e (4) um definitivo
compromisso de seguir o caminho que Deus determinou.” (Comentário
Bíblico Beacon. Vol. 2. Tradução: Emirson Justino e Degmar Ribas júnior.
Rio de janeiro: CPAD, 2009, p. 524).

5. Tristeza e alegria:

“O primeiro resultado mencionado a respeito dessa leitura é que ela


causou muita tristeza, pois tomaram consciência de que a lei de Deus
havia sido infringida. Quando Neemias e Esdras viram que o povo estava
arrependido e chorava, eles provavelmente disseram: Não vos entriste-
çais, mas alegrai-vos porque Deus foi bondoso e perdoou o vosso peca-
do.” (Ibidem, p.525).

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52ªAssembleiaGeral
Sumaré, 26 e 27 de novembro de 2016

“Recebereis poder, ao descer sobre


vós o Espírito Santo” - At. 1:8

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